Kantar, Regev e Goldwasser: Uma grande derrota para Israel
Em 2006, uma incursão do grupo guerrilheiro libanês Hezbollah pela fronteira sul do Líbano e norte de Israel deixou alguns militares israelenses mortos e dois seqüestrados: Regev e Goldwasser. Israel armou uma série de ataques massivos contra o Líbano, que supostamente visavam a uma retaliação contra o Hezbollah. Quem sofreu na verdade, porém, foi a população civil libanesa: mais de mil civis mortos, inclusive sete brasileiros em visita a parentes no Líbano. O Hezbollah ficou praticamente intacto e retaliou pesado contra Israel, atacando o norte israelense com mísseis e matando cerca de cento e cinqüenta israelitas, entre civis e militares, muitos em território de Israel.
Foi a primeira guerra no Oriente Médio que Israel não ganhou, mesmo tendo enfrentado apenas um grupo guerrilheiro, e não um Estado-Nação. O mundo ficou indignado com a carnificina no Líbano, o que obrigou Israel a interromper seus ataques contra a população civil e a retirar suas tropas do sul do Líbano, sem ter atingido o propalado objetivo de resgatar Regev e Goldwasser.
Agora, por motivos religiosos, Israel aceitou trocar cinco prisioneiros vivos e 199 cadáveres pelos corpos sem vida de Regev e Goldwasser, deixando para trás o piloto Arad, capturado pelos libaneses em 1986, quando seu avião foi abatido sobre território libanês, e o soldado Shalit, capturado pelo grupo guerrilheiro palestino Hamas, numa das incursões israelenses contra a Faixa de Gaza, território palestino na fronteira sul de Israel com o Egito. Entre os cinco libaneses libertados por Israel em troca dos cadáveres de Regev e Goldwasser, está Samir Kantar, que em 1979, aos 16 anos, matou um policial e uma família de quatro israelitas, tendo sido condenado a várias prisões perpétuas. Kantar era considerado o principal prisioneiro libanês de Israel. Aos 45 anos, ganha a liberdade e é recebido com grande festa no Líbano, juntamente com seus quatro companheiros de soltura. Uma grande vitória para o Hezbollah e para o Líbano. Uma grave derrota para Israel. Finalmente a guerra de 2006 acabou e finalmente Israel perdeu sua invencibilidade. O Oriente Médio não será o mesmo depois disso.
* * *
Cada vez mais fortalecido no Oriente Médio está o Irã, grande aliado do Hezbollah. Livre da ameaça de seu arquiinimigo Saddam Hussein, graças a Bush e companhia, o Irã passou a ter grande influência no Iraque, por meio da maioria xiita daquele país. E pode se concentrar agora no Grande Satã Israel. Este ameaça atacar os iranianos, para impedir a produção de bombas atômicas por Teerã. O Irã, entretanto, está muito fortalecido militarmente e pode retaliar pesado contra Israel, contra bases americanas na região, contra navios militares americanos e contra o transporte de grande parte do petróleo do mundo, que passa pelo Estreito de Hormuz, no Golfo Pérsico. O Irã deixou de ser um alvo fácil. E a cada dia que passa chega mais perto de sua bomba nuclear. Israel não terá dias fáceis no futuro.
* * *
Israel não merece mesmo ter dias fáceis. Criado sobre terras roubadas dos palestinos na década de 40, passou a oprimir o restante da população palestina após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando conquistou os territórios palestinos de Jerusalém Oriental, Cisjordânia e Gaza. Está tomando aos poucos esses territórios, por meio da construção de colônias judaicas em meio aos palestinos. Tais colônias têm acesso privilegiado a recursos como água e eletricidade e são mantidas num regime de apartheid que não deve nada àquele que imperou por décadas na África do Sul. Israel merece um Irã nuclear.



Olá! Meu nome é 



Ademar
em 17 de julho de 2008
O reino do Israel foi criado em 1005 a.C., tendo cindindo-se, após algumas dezenas de anos em 2 reinos, Israel, ao Norte (aproximadamente Samaria) e Judeia, a Sul de Jerusalém. O reino de Israel desapareceu no início do século VIII antes da era corrente, provocando a dispersão das dez tribos no mundo e o reino da Judeia durou até ao ano 70, aquando da destruição do segundo Templo de Jerusalém pelas legiões romanas.
O Reino da Judeia durou mais de 11 séculos, mais ou menos independente. E é a dispersão deste Reino que originou os judeus da diáspora atual. A dispersão do Reino do Israel provocou “as tribos perdidas” sendo que algumas estão em vias de ser reencontradas.
Desde esta destruição, no ano 70, o país foi ocupado por inúmeros e sucessivos invasores. Este país foi chamado “Palestina” pelos invasores romanos. Os judeus no entanto nunca cessaram de residir neste país. E a maioria dos residentes eram judeus até à invasão árabe, em 636. Portanto, quando Gilson acusa os judeus de serem ladrões de terra, isso não passa de pura retórica. Os judeus estão retomando o que lhe fôra roubado muito tempo antes. Os palestinos são árabes, não têm nada haver com os filisteus. Estes desapareceram em meio às guerras e assimilações.
Os judeus da diáspora nunca deixaram de retornar a instalar-se no país chamado Palestina, mesmo em pequeno número. O regresso dos judeus dispersos intensificou-se partir do século XIX e sobretudo após a Primeira Guerra mundial.
Assim, a partir de 1868, já existia uma maioria judaica em Jerusalém e de acordo com Karl Raedeker, em 1906, havia em Jerusalém 40.000 judeus, 13.000 cristãos e 7.000 muçulmanos. Aquando da Declaração Balfour, em 1917, havia 250.000 árabes na Palestina e mais de 100.000 Judeus. A maior parte dos judeus, assim como os árabes, eram imigrantes, que provinham da Europa e dos países circundantes do império otomano.
Após o desmoronamento do império otomano, a Palestina-Jordânia foi colocada pela Sociedade das Nações sob mandato britânico. O território previsto para o regresso dos judeus na Declaração Balfour compreendia a Palestina e a Transjordânia (Jordânia atual e um pedaço de Iraque). Em 1923, para compensar o rei hachemita Abdallah, que reinava sobre o Hedjaz, pela perda da Arábia, dada à tribo do Al Saoud, Churchill atribuiu-lhe a Jordânia, ou seja 80% do território prometido aos judeus. No espírito de Churchill, a criação deste novo Estado receberia todos os árabes da Palestina-Ocidental para a Palestina-Leste chamada Jordânia, pela sua deslocação a Leste do Jordão. Se esta visão de Churchill tivesse sido satisfeita na época, não teria havido problema árabe-israelita.
Após a recriação de Israel, entre 1948 e 1967, 650.000 árabes refugiaram-se na Jordânia, no Líbano e na Síria, ou deslocaram-se para a região de Gaza, sob autoridade egípcia, ou para Judeia-Samaria, invadida e depois governada pelo rei da Jordânia. Paralelamente, 900.000 judeus deixaram os países árabes, a maioria expulsos. Grande parte encontrou refúgio em Israel, criado pela O.N.U em 1948, sobre um minúsculo território, ou seja menos de 10% do previsto por Balfour em 1917.
Os fundadores do novo Estado podiam escolher entre várias designações para este Estado: Palestina, Israel, Nova Judeia… Escolheram o nome genérico de uma nação e do reino do Norte disperso, Israel. As terminologias “Nova Israel” ou mesmo “Nova Judeia” teria sido mais realista. Porque é necessário não perder de vista que poucas pessoas no mundo sabem que Israel era uma nação com 3500 anos e um reino com 3.000 anos que durou 3 séculos para uma parte e 11 séculos para outra.Trata-se por conseguinte de um renascimento de um Estado e não da sua criação. E é o que parece assustar hoje os árabes e muitos outros que vivem no imaginário da sua religião e a sua cultura, e que não percebem que Israel é uma realidade perene que os podem ajudar a emancipar-se.
Se Gilson, escancaradamente, acha que Israel merece um Irã nuclear, o que será que os árabes merecem? Um Estado Judeu.
Como acho que Gilson está completamente equivocado em sua retórica judeófoba, não acredito que o Irã terá coragem, nem meios de atacar Israel com armas atômicas, sem antes ser atacado. Apesar do falatório de Gilson, colocando o Irã como uma potência militar mundial, o que não passa de mais retórica, tal país precisa antes testar sua bomba nuclear. Gilson acha que para construir e lançar uma bomba nuclear basta apenas seus sonhos hitlerianos. A Coréia do Norte, como qualquer outro país que tem arma nuclear, tem antes que testar. Não se pode dar ao luxo de atacar um país sem haver teste. Dos mísseis que foram lançados esses dias pelo Irã, como teste, sem ogiva, houve falha, que foi encoberta por programa de computador. Foi um belo de um photoshop.
A ogiva para poder ser detonada não basta apenas ser colocada no míssel. O dispositivo tem que ser testado antes. O Irã deve testar em terra, no subsolo. Gilson acha que ninguém vai ouvir. Quando o Irã detonar a primeira,em seu próprio território no outro dia o mundo todo vai se virar para aquele país e pressioná-lo à recuar. E podem ter certeza, a pressão não vai ser apenas diplomática…Coitado do Irã.
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ibraim
em 21 de julho de 2008
Prezado Gilson , seu informativo e elucidativo texto merece ressalva : os soldados inimigos não foram ” seqüestrados”, e sim capturados .
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Gilson
em 21 de julho de 2008
Você está certíssimo, Ibraim. Perdoe-me pelo deslize.
A linguagem do inimigo é tão difundida pela mídia que acaba nos influenciando inconscientemente.
Obrigado pela correção.
Salam.
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claudio nassralah
em 22 de julho de 2008
caro ademar: já que os palestinos não são filisteus como você escreveu, concorda que não existe raça pura judaica ? concorda que os judeus se misturaram tanto com os europeus que já nem parecem semiticos ? concora que o estado sionista emprega metodos piores que o apartheid ? parabens gilson pelo excelente artigo .
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Gilson
em 22 de julho de 2008
Obrigado, Claudio.
E tem mais: Eles dizem que Kantar é um assassino de crianças. Quem é mais assassino de crianças do que Israel?
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Andre
em 23 de julho de 2008
Gilson menino de engenho:
cada vez mais seu discurso se assemelha ao verdadeiro discurso de Arthur Schopenhauer.
vc o conhece, que eu sei…deve ter lido e relido a Dialética Erística…como vencer um debate sem ter razão, não é mesmo?
o verdadeiro manual do picareta…é o seu manual!
verme!
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em 17 de agosto de 2009
A verdade dói né.. não sabe contra-argumentar e passa passa a baixaria.. verme é o teu pai
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Gilson
em 23 de julho de 2008
Caro Andrezinho Pinóquio Babacão,
Você me lisonjeia ao reconhecer que eu ganho as discussões. Quanto ao livro de Schopenhauer, imagino que seja “A Arte de Ter Razão”. Ele realmente faz parte de minha biblioteca, mas ainda não o li. Vou lê-lo o mais breve possível. Se já estou ganhando as discussões sem tê-lo lido, imagine depois. Obrigado.
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Ademar
em 24 de julho de 2008
Caro Cláudio,
O fato de não existir uma raça pura judaica não muda em nada a necessidade e o direito de Israel em se defender. Os judeus através de várias diásporas se misturaram com várias culturas, inclusive aqui no Brasil, seja no nordeste, norte ou sudeste. Os marranos no nordeste se consideram tão judeus quanto qualquer outro. Em Israel existem judeus negros, vindos da Etiópia. Aliás, foi a única saída em massa de negros da África para serem livres. Os árabes que moram em Israel e que têm cidadania israelense, gozam dos mesmos direitos que as outras etnias. Têm partido, fazem parte do Knesset e votam. Onde está o apartheid?
O que ocorre entre israelenses e palestinos é um problema de fronteira. A fronteira entre esses dois países não é segura. O artigo de Gilson demonstra bem isso, onde ele afirma que soldados israelenses foram seqüestrados ( e o Ibraim retifica como tendo sido uma captura). Todos na fronteira. Portanto, tudo o que Israel está fazendo é para se defender e esse é um direito de todo e qualquer país. A construção do muro é uma necessidade, tanto quanto as barreiras de fiscalização. Aliás, quando se diz que a queda de Saddam piorou a situação de Israel no Oriente Médio, não se está fazendo a análise mais correta. A questão é: depois da queda de Saddam e da construção do muro, os atentados em Israel caíram vertiginosamente. Os palestinos agora têm que atacar de trator. Acabaram-se as pensões vitalícias que Saddam dava para a família do assassino suicida, que se explodia e matava crianças e jovens israelenses em ônibus escolares e em discotecas. Isso não existe mais. Portanto, a queda de Saddam foi um lucro enorme para Israel. O Irã é outro problema, que vai ser resolvido em sua hora. Com relação às colônias judaicas em território palestino, falta aos palestinos sentarem-se para negociar. Enquanto se dividirem e agredirem Israel, não alcançarão nada. Sharon retirou os judeus da Faixa de Gaza e o que os palestinos fizeram? Nada, além de se dividirem, se enfraquecerem. Paciência.
Chamar de derrota de Israel o fato deste trocar corpos por pessoas, é esquecer-se de que Israel sempre cedeu quando foi preciso, sempre pensando em se chegar à paz. Já devolveu inclusive terras, conquistadas em guerras em troca de paz. Não há problema nenhum em torcar-se prisioneiros. Se o tal do Kantar resolver atacar Israel novamente, vai preso de novo. Se ele bobear é morto. Sobre o assassinato de crianças, este próprio artigo fala que o Kantar é assassino de crianças, quando diz que este matou uma família israelense. Entre os adultos existiam crianças. Então, o Kantar é um assassino de crianças. Isso todo mundo já sabe.
Após a retirada de tropas israelenses do território libanês, a vitória foi do Líbano, mas não sobre Isarel. A vitória foi do Líbano sobre o Hezbollah, que perdeu grande número de integrantes, além do Líbano se livrar do exército sírio. Os civis libaneses que se diz terem sido mortos por Israel, não passam, em sua maioria de soldados do Hezbollah, que nunca usam farda. Pela internet circularam vídeos e várias fotos mostrando soldados do Hezbollah em cima de caminhões civis sobre metralhadoras anti-aéreas. Ou seja, quando estes morriam, não eram computados como militares, mas como civis. Vários vídeos mostraram estas metralhadoras atirando de dentro de casas civis. Caminhões carregando armas e se escondendo em prédios civis. O Hezbollah usou deste artifício e usou a população civil libanesa como escudo. A mídia tendenciosa fez o desfecho. Só que do lado de cá da telinha existem pessoas capazes de perceber tais artimanhas da mídia vendida.
Além disso, a grande maioria das crianças palestinas são mortas por pura irresponsabilidade, má fé e falta de respeito para com seus próprios filhos dos pais palestinos. Estes é que incentivam suas crianças a irem ao front de batalha, a pegarem em armas, com o único objetivo de perpetuarem o ódio contra os judeus desde cedo na cabeça deles. São covardes, pois deveriam ir nos lugares de seus filhos. Sabe quem fez isso? Quem enviou suas crianças para a frente de batalha? Hitler, isso mesmo, os nazistas, que desesperados enviaram suas crianças para morrerem a esmo. A mesma coisa fazem os palestinos. Entre os brasileiros mortos na invasão israelense ao Líbano, uma família foi morta pelos próprios soldados do Hezbollah, que erraram o alvo com um míssil “qassam” e acertaram uma casa de libaneses-brasileiros matando duas crianças. Esse episódio, entre poucos, foi elucidado pela própria mídia à época.
O Irã se fortaleceu, mas não é a locomotiva islâmica. O Irã tem maioria xiita, que é inimiga mortal dos sunitas, que manda na maioria dos países muçulmanos do Oriente Médio. Portanto, o que o Irã diz ou faz só é seguido pelos xiitas. Os sunitas correm em outra direção. A estabilidade do Iraque é questão de tempo. Os americanos têm base até hoje na Alemanha. Não sairão nunca do Iraque. Quando o Obama diz que vai retirar até 2010 as tropas de combate do Iraque, pode estar dizendo que manterá tropas de apoio, de suporte, tipo base estratégica. A violência no Iraque caiu muito e vai continuar caindo. A AlQaeda enfraqueceu-se no Iraque e o Irã só tem influência através de um único líder xiita, o Al Sadr.
O próprio Obama, já mudou o discurso. Antes dizia que iria trazer de volta para a América seus soldados e agora já diz que vai enviá-los para o Afeganistão. Será que ele quer cercar o Irã? Ou isso é uma mudança de postura, onde se eleito for dirá: não podemos retirar os soldados agora, pois o Irã irá controlar o Iraque e nós, a América, iremos perder a hegemonia na região. Será que essa mudança de estratégia não ocorreu depois do encontro de Obama com a comunidade judaica americana? Logo após esse encontro, o já candidato democrata à presidência dos EUA, desferiu: nós apoiamos Israel, indo inclusive à Jerusalém ratificar tal apoio. Esse blog, inclusive, anda esquecendo do Obama, muçulmano apóstata, cristão convicto e americano imperialista.
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Oriente Médio Vivo - Divulgação
em 24 de julho de 2008
Olá a todos!
Está publicada a Edição nº 112 do jornal Oriente Médio Vivo.
Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no
nosso website, no endereço:
http://www.orientemediovivo.com.br
Para um link direto de download da Edição nº 112, clique no seguinte
endereço:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_112.pdf
Nesta nova edição, as manchetes são:
- Um sugestivo aperto de mãos
- Heróis da resistência libertados
- Resistência Iraquiana – eventos da semana
Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 112),
tratando da segunda detenção do xeque Ahmed Yassin, em 1989.
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o Fórum de Discussão
do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:
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Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.
Para qualquer outra informação, sugestão, crítica ou comentários, não
hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br
Mais uma vez, obrigado.
Cordialmente,
Humam al-Hamzah
Oriente Médio Vivo
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Oriente Médio Vivo - Divulgação
em 24 de julho de 2008
Olá a todos!
Está publicada a Edição nº 111 do jornal Oriente Médio Vivo.
Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no
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Nesta nova edição, as manchetes são:
- Sigilosos planos de permanência no Iraque
- Quantos mísseis atingirão Israel?
- Resistência Iraquiana – eventos da semana
Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 111),
tratando do processo judicial do caso do vôo Pan Am 103, em 1988.
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o Fórum de Discussão
do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:
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Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.
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Cordialmente,
Humam al-Hamzah
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Gilson Gondim
em 25 de julho de 2008
Caro Andrezinho Pinóquio Babacão,
Acaba de chegar à Livraria Siciliano do Manaíra Shopping, em João Pessoa, o livro que você me indicou, “Como ganhar debates sem precisar ter razão”, que traz a dialética erística de Schopenhauer.
Agora é que não vou perder um debate mesmo.
Valeu a dica!
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Diogo Arruda
em 25 de julho de 2008
Freqüentemente visito seu Saite, contudo observo que seus textos têm sido, tão somente, relacinados à Bíblia e ao conflito árabe-israelense.
Sinto falta de suas opiniões sobre os acontecimentos políticos, que tanto me fizeram ser um freqüentador assíduo deste canal.
Um abraço.
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ricardo antonio filgueiras
em 26 de julho de 2008
Transito e seus regulamentos.
Deveria as autoridades publicas chamarem pessoas de um intelecto mais avançado para estudar no aprimoramento do trânsito nas cidades do Brasil para que houvesse melhor desempenho da qualidade de vida do cidadão onde somos todos usuários dos transportes terrestre, pois não é só de multas através de pardais que ira resolver os problemas existentes que assola o trânsito e nela os acidentes e os engarrafamentos constantes nas grandes metrópoles e sim fazendo uma reestruturação dos motoristas através de uma criação de policia especializada em trânsito obtendo assim a fiscalização correta, como em acidentes causados por diversos fatores e assim os policiais de trânsitos especiais atuariam fotografando e formalizando um laudo do acidente ocorrido e na outra estância fazendo o julgamento do mesmo, a multa não pode ser no veiculo nunca e sim no motorista através de sua carteira caso ele seja o infrator.
Numa Democracia e nela plena se corrige !
( Ricardo .ªF.)
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/11/401428.shtml
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ricardo antonio filgueiras
em 30 de julho de 2008
Criação do Chip !
Grande foi esta descoberta do chip, pois através deste mecanismo estamos evoluindo e assim controlando diversas áreas que ate então era impossível de ter um controle expressivo em sua exatidão, o salto da evolução tecnológica é através do chip ele ira cada vês mais nos trazer conforto e bem estar….. CUIDADO tem que ter para que o chip não se transforme num vilão marcando o homem e assim sendo ele um escravo…..666
Clik.
http://fotolog.terra.com.br/ricardorico_fil:8
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ricardo antonio filgueiras
em 4 de agosto de 2008
Guerreiros revolucionários
Que lutam pela verdade !.
Guerreiros dos teclados e também para aqueles que não tem um teclado mais lutam pelos mesmos ideais, digo parabéns a todos, para os que aparecem aqui neste G.G. e em outros grupos com informações e muitas delas privilegiadas tiradas lá de dentro da cúpula dos traidores da pátria e levadas com coragem por vias de informações escritas, visuais e faladas isto faz ver que homens e mulheres que perseveram tem sido humilhados perseguidos injustiçados e ate sacrificado com a batalha declarada pela verdade contra a mentira, ela vem sendo travada ha anos e agora nos tempos atuais toma-se grande proporções e não tem retorno como antes, colocava-se panos quentes, agora é só para frente e como diz o ditado, atrás vem gente o ditado real, coragem cidadãos de bem a luta como já disse não fácil e todos que lutam sabem disso e não é armada e sim falada com a autoridade que DEUS pai nos deu mesmo perdendo batalhas no dia a dia mais digo com certeza a vitória final será o da verdade e a todos os que permanecerem fiel !
Livro dos salmos.xxx.106 e 107
Fui ocasião de horror para os meus conhecidos,
Os que me vião, fugiam para longe de mim.
Fui posto em esquecimento, e apagado do seu coração, como se um morto, fiquei sendo como um vaso quebrado.
Porque eu ouvi os injuriosos discursos de muitos, no meio dos quais eu estava, e que no tempo que se ajuntavam contra mim, tiveram conselho para me tirarem a vida.
Mais eu esperei em ti senhor eu disse tu es o meu Deus, nas tuas mãos estão as minhas sortes.Livra-me das mãos dos meus inimigos, e dos que me perseguem, lança sobre o teu servo a luz do teu rosto, salva-me, segundo a tua misericórdia.
Senhor, não seja eu confundido, pois que te invoquei, envergonhas-se os ímpios e sejam conduzidos ao inferno.
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Dr. Cleverson
em 15 de agosto de 2008
Caro Gilson!
Abra um tópico sobre o conflito Russia-Georgia…vamos debater sobre a crise! abraço
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Ferreira
em 10 de dezembro de 2008
Senhores, depois de muitos meses “fora do ar” … volto para dar minha humilde contribuição neste blog.
Bem, seguramente o direito de existir do Estado de Israel deve ser considerado, lá no Oriente Médio, para lá dos seus mais de 10.000 Km de distância.
O que deve ser combatido é o materialismo sionista (novamente aparecerão os mesmos bravateiros de sempre informando que sionismo e judaísmo são a mesma coisa … ) e isto só pode ser combatido através dos canais que agem nas respectivas Nações e no meio dos Povos onde agentes que não foram embora ainda para Eretz Israel agem livremente propagando mentiras.
Enfim, não vou questionar mais nada sobre o direito de existir do Estado de Israel, pois não há mais motivos para perder tempo com isso e os Iranianos também perdem tempo questionando o foco errado.
Aqui no Brasil há dois setores da Sociedade em que o Sionismo (que sirva a carapuça em quem quiser vesti-la) age, primeiro para impedir o crescimento do Brasil e segundo, para usar escudos políticos na defesa da DIÁSPORA judaica assimilada e que tornou-se apátrida.
O setor principal e operacional é a mídia e o segunto setor é a RELIGIÃO.
Bem, perdem o tempo aqueles que se colocam contra as pessoas dos judeus, isto não é necessário, já que a guerra que enfrentamos hoje é contra seu Senhor (deus mítico) chamado na forma portuguesa de Jeová.
Há um artigo interessante do Gilson sobre a judaização das igrejas cristãs.
Bem, uma igreja que se diz cristã e usa um livro judeu para justificar sua doutrina ($$$) ou outros entendimentos de isolamento e dominação intelectual é suspeita de ser antes uma igreja judaica.
Bem, porque os protestantes e católico já não adotam logo os livros satanicos também na Bíblia ou em suas doutrinas ???
A menos que reconheçam que Jeová é também seu deus. Ora se o cristianismo adora o mesmo deus que os judeus, então não são cristãos, são judeus e não existe cristianismo mas sim judaismo renovado.
A briga entre o que conhecemos de cristianismo e judaísmo é tão interna quando o racha entre o catolicismo e o protestantismo.
Cristãos seguem exemplos e doutrinas judaicas modernas, nada mais e para justificar suas doutrinas embasam suas “palavras” e “revelações” em livros civis e históricos judaicos.
Em minha cidade, há uma igreja do “Reino de Deus” e que do lado direito da porta há uma MENORAH (candelabro de sete velas) e do lado esquerdo uma cruz romana. Já ví outras com a estrela de davi na porta …
Como explicar uma igreja cristã usar dogmáticas e simbologias judaicas ??? Porque já não fazem uso do corão ??? Porque não utilizam a lua crescente ???
Explico … tudo relatado em Malaquias 3:10.
Enfim, termino informando que defendo uma nova tese teológica e que prova que Jeová não é Deus ou no mínimo é um deus mítico, como Baphoret, Succubus, Iemanjá, Zeus, Júpiter, Amón-rá e etc… Mais intrigante ainda … o fato é comprovado nos próprios livros judaicos.
Existe um Deus e não é Jeová …
Há, gostaria de perguntar quem é o pai dos judeus … seria grato que alguém pudesse informar-me, pois cada hora os judeus tem um pai distinto … quantos pais tem os judeus, melhor quantos pais tem os judeus-sionistas ???
Atenciosamente,
Ferreira
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Ademar
em 25 de dezembro de 2008
Caro Ferreira, acho que você está sendo muito radical em sua avaliação teológica. Você chama de deus mítico o D-us de Israel. Ora, o seu Deus cristão, caro amigo, só existe porque os judeus criaram o seu próprio. Não há mais dúvida alguma nisso. Me espanta você vir num site de pessoas esclarecidas, tentar vender uma tese sem base histórica e teológica sustentável. Isso é da época do início do cristianismo paulino, que Agostinho e Tomás de Aquino incorporaram depois. Naquela época as pessoas engoliam isso, sem questionar o seguinte: se o Deus cristão é diferente do judaico, por quê a Bíblia cristã incorporou o Antigo Testamento? Gostaria que vc me respondesse…Eu tenho a resposta e é simples: o Deus é o mesmo. Não há como separá-los. Jesus Cristo acreditava no D-us dos judeus meu caro. Tenha certeza. Paulo foi quem mudou essa idéia dentro do cristianismo e o Concílio de Nicéia completou. Paulo nem sequer conheceu Cristo.
Thiago, irmão e apóstolo de Jesus que permaneceu na Judéia, não separava os dois. Eram Um só. Ou melhor, era Um só. Isso explica sem muita dificuldade o fato dos evangélicos usarem a Estrela de David e a Menorah dentro seus templos. Isso é normal. Jesus como rabino que era, pregava aos sábados em sinagoga, onde com certeza existiam lá uma Menorah e uma Torah. Os católicos apostólicos romanos de Nicéia foram os que mudaram isso. Os evangélicos, meu caro, não iriam nunca imitar os católicos. E aliás vc critica tanto os judeus por se dizerem o povo escolhido por D-us e agora me vem com o mesmo discurso disfarçado de crítica sobre a judaização do cristianismo? Sua tese vem recheada de uma boa dose de preconceito e soberba. Vc acha que o seu Deus é o único e o verdadeiro. Igualzinho aos colonizadores das Américas que chegaram aqui e massacraram os coitados dos índios em nome do seu Deus cristão, matando mulheres e crianças. Notou alguma coincidência caro amigo? Como vc pode criticar os judeus? Como vc pode criticar os evangélicos? Só pra lembrar: seu país, o Brasil, antigo Terra de Vera Cruz e de Santa Cruz foi criado sobre bases religiosas expansionistas. O seu Deus cristão matava, era guerreiro. Se vc quiser posso relembrar as cruzadas…Vc enxerga Ele diferente hoje, porque os que vieram antes de vc já “resolveram” o “problema”. Não foi Ferreira!?
Com relação à árvore genealógica judaica, vc quer desde Adão ou Abraão? Independente disso, o pai dos judeus é Jacó. Pela tradição, Judá (Yah hu Dah) é o pai de uma das doze tribos hebraicas da época e que denomina os judeus de hoje. As duas tribos sobreviventes foram Judá e Benjamim, onde fica Jerusalém. Se vc quer relacionar o sionismo à tradição judaica da Torah, está sendo simplista. O sionismo surgiu do anti-semitismo. Se vc quiser meu amigo, considere como pai do sionismo o seu preconceito. Que é o mesmo dos europeus da época de Leon Pinsker, Moshe Hess, Dov Ber Borochov, Aaron David Gordon, Hav Cook e Zeev Jabotinsky.
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