A Anta da Temporada: A incrível trapalhona Dilma Burreff

Eita, sai da frente que o troço é pior do que se imaginava! Lembram-se de Magda e de Ofélia, da televisão? Pois Dilma Burreff é uma multiplicada pela outra!

Na Reunião Mundial sobre o Clima, em Copenhague, ela proclamou solenemente: “O meio-ambiente é uma ameaça ao desenvolvimento sustentável”. Decorou, mas engoliu uma palavra e inverteu o sentido.

Agora, a madame nos tem presenteado com pérolas como “não vamos tampar o sol com uma peneira” e “não podemos admitir a volta do retrocesso”.
Volta do retrocesso?! Por mil diabos!

Seus raciocínios são tortuosos, obscuros, inconclusos. Ela ajuda o adversário dizendo coisas como “precisamos fazer mais, precisamos fazer muito mais”, evocando o slogan de Serra “O Brasil Pode Mais”. Chamou os exilados de covardes, tentando atingir Serra, mas atingindo inúmeros de seus próprios aliados. Pregou em Minas um tal de “Dilmasia”, um voto nela casado com um voto em Antônio Anastasia, atual governador de Minas e candidato de Aécio Neves à sua sucessão. Com isso, enfureceu o PMDB mineiro, que começou a pregar o voto “Serrélio”, em Serra, para presidente, e em Hélio Costa, ex-ministro de Lula, para governador. Depois de ter se declarado agnóstica, antes de ser candidata, agora diz rezar para uma tal “Deusa Nossa Senhora”. E começou a falar com sotaque caipira mineiro, ela que de caipira não tem nada e de mineira tem muito pouco.

Como se tudo isso fosse pouco, o tuiteiro de Dilma Burreff, um hippie tardio chamado Marcelo Branco, que, segundo o blog Coturno Noturno, acaba de chegar a pé do Festival de Woodstock (1969) é tão analfabeto quanto ela, escrevendo “cituação” em vez de situação (minha Santa Periquita do Bigode Roxo!). O tal tuiteiro “pensa” que o o plural de metrópole é “metrópolis” com “i”, cidade que deve ficar perto de Patópolis! Em Metrópolis, podemos marcar uma audiência com o Batman Superman.

Todo mundo está chamando Dona Dilma Burreff para uma conversa de aconselhamento. Até o Estimado Líder já deu um puxão de orelhas na afilhada. E esperam que a gente vote nesse troço? Não vejo a hora de assistir aos debates. Será que ela vai fazer como Lula em 89, quando ele encerrou a campanha com a palavra “maracujá” (chamando Collor de “caçador de maracujá”)?

Vem, com certeza, muita diversão por aí. Hehehehehehehehehehehehe…