A cara horrenda de Israel
Dizem que uma imagem vale por mil palavras. Nem sempre é verdade. Neste caso é. Vejam a cara horrenda de Israel.
Foto publicada na revista Veja, primeira edição de janeiro de 2009
Dizem que uma imagem vale por mil palavras. Nem sempre é verdade. Neste caso é. Vejam a cara horrenda de Israel.
Foto publicada na revista Veja, primeira edição de janeiro de 2009
Olá! Meu nome é Gilson Gondim e é aqui onde exponho meus pensamentos e ideias sobre vários assuntos. Sinta-se à vontade para opinar. E viva a liberdade de expressão!
Gilson
em 6 de janeiro de 2009
O horror, o Horror…
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
ONG Save the Children: Mais de 100 crianças já foram mortas por Israel em Gaza nos últimos dias.
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Komentarze
em 6 de janeiro de 2009
Vamos ver como os sionistas vão fazer o revisionismo histórico desses fatos… assim como fizeram com a morte dos ativistas Thomas hundall( morto POR UM SNIPER israelense), James Miller ( morto por um SOLDADO israelense ), Rachel Corrie ( esmagada por um TRATOR israelense )… e só pra lembrar, o desfiguramento de Brian Avery ( tiros no rosto enquanto se identificava )… vamos ver quantas mentiras vão inventar, quantas desculpas de merda vão dar… assim como deram para os MASSACRES de Jenin, Qibya e Sabra e Shatila!
Brian Avery: http://angrywhitekid.blogs.com/weblog/images/brian.jpg
Rachel Corrie: http://electronicintifada.net/artman2/uploads/1/rach3.jpg
Thomas Hundall: http://www.nogw.com/images/thomashundall.jpg
Massacre de Jenin (imagens fortes):
http://brasil.indymedia.org/images/2002/04/223173.jpg
http://brasil.indymedia.org/images/2002/04/223170.jpg
http://brasil.indymedia.org/images/2002/04/223175.jpg
http://brasil.indymedia.org/images/2002/04/223172.jpg
http://brasil.indymedia.org/images/2002/04/223174.jpg
Sabra e Shatila:
http://www.pierretristam.com/images/sabra.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/4/42/Massacre_of_palestinians_in_shatila.jpg
http://www.indymedia.ie/attachments/aug2008/sabra_shatila_massacres.jpg
“Quando tiverdes atravessado o Jordão entrando pela terra de Canaã, afastareis do vosso caminho todos os moradores do país e destruireis todos os seus ídolos de pedra, e todas as suas imagens fundidas e destruireis todos os lugares elevados: e expulsareis os moradores da terra e residireis nela porque eu vo-la dei para que seja a vossa propriedade (cap. 33, vers 50 a 53 ). Porque tu és povo santo para Jeová, o teu deus. Jeová, o teu deus te escolheu como povo especial, mais do que todos os povos que estão sobre a terra (cap. 7, vers 6). E destruíram a fio de espada tudo o que havia na cidade; homens e mulheres, moços e velhos, até os bois, as ovelhas e os burros.» (cap. 8, vers 24 e 26 (…) Subiu logo Josué e todo Israel com ele de Eglon a Hebron e combateram esta (…)matou tudo o que tinha vida, como Jeová, deus de Israel, lhe tinha ordenado.(cap. 10, vers 34 e 40).”
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Gilson Gondim
em 6 de janeiro de 2009
E não se esqueçam de que a revista Veja é pró-Israel.
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
São imagens como essa que os americanos deveriam ver, mas a imprensa de lá não mostra, para manter o apoio dogmático da maioria dos americanos ao Estado nazista, assassino, genocida, terrorista de Israel.
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Komentarze
em 6 de janeiro de 2009
Fontes da organização americana If Americans Knew( Se os Americanos Soubessem):
(em inglês)
123 Israeli children have been killed by Palestinians and 1,050 Palestinian children have been killed by Israelis since September 29, 2000.
1,062 Israelis and at least 4,876 Palestinians have been killed since September 29, 2000.
8,341 Israelis and 33,034 Palestinians have been injured since September 29, 2000.
During Fiscal Year 2007, the U.S. gave more than $6.8 million per day to Israel and $0.3 million per day to the Palestinians.
Israel has been targeted by at least 65 UN resolutions and the Palestinians have been targeted by none.
1 Israeli is being held prisoner by Palestinians, while 10,756 Palestinians are currently imprisoned by Israel.
0 Israeli homes have been demolished by Palestinians and 18,147 Palestinian homes have been demolished by Israel since 1967.
The Israeli unemployment rate is 7.3%, while the Palestinian unemployment is estimated at 23%.
Israel currently has 223 Jewish-only settlements and ‘outposts’ built on confiscated Palestinian land. Palestinians do not have any settlements on Israeli land.
http://www.ifamericansknew.org/
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
Venezuela expulsa embaixador de Israel.
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
Obama quebra silêncio e condena mortes de civis.
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
Obama promete “medidas enérgicas” sobre situação em Gaza.
Vamos ver se ele se comportará como um negro da Casa Grande, da “estirpe” de Collin Powell e Condoleezza Rice.
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
Al-Qaeda promete vingar crianças de Gaza.
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Gilson
em 6 de janeiro de 2009
Vinguem as crianças de Gaza!
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May Bittar
em 7 de janeiro de 2009
Caro Gilson,
Acessei o seu site hoje, o qual descobri por acaso e estava lendo vários dos seus comentários e suas apologias.
Qual o seu grande problema em relação ao povo judeu?
Sinceramente como judia, acho que esta guerra em Gaza é algo grotesco, mas ressalto que de ambas as partes.
O Hamas não tinha que ficar lançando mísseis no território israelense…o que eles estão recebendo é uma retaliação.
Concordo que o poderio bélico de Israel é o maior do mundo e nem se compara com o poder de fogo dos Palestinos, porém, vc denigre a imagem de nós judeus de uma forma tão grotesca que dá até enjoo.
Desculpa, mas, você tem algum desafeto judeu em particular ou foi ferido diretamente por algum judeu e quer descontar sua fúria em todo o povo?
Sinceramente eu não entendo.
Ah! Outra coisa…Israel fornece aos Palestinos água, remédios, médicos, tudo e mais do que eles precisam e mesmo assim eles insistem em enviar homens bombas, pior, crianças bombas, pois eles já incutem na cabeça das crianças isso para se explodirem e matar judeus.
Ocorre que isso é uma coisa tão mais grave que os seus comentários que nem vale ressaltar aqui.
Todo Palestino é Judeu…são todos um povo só. Mas, certamente, você deveria morar lá por uns 3 meses apenas, assim como eu morei por anos e assistir pessoalmente crianças palestinas se explodindo a mando daqueles que fazem tudo para acabar com o que eu até hoje não sei o que.
Mais uma coisa…você fez uma citação acima chamando o Estado de Israel de nazista…isso é tão grave, mas tão grave…e o pior, lamentável ainda se ler ou ouvir isto sendo que EU sei o que os meus avós passaram, os meus tios que morreram e por aí se segue.
Apenas um desabafo e pretendo não mais acessar este site que para mim não passa de heresia.
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curioso respondeu:
6 de janeiro de 2009 às 4:52 pm
Vcs jamais reconhecerão os erros de Israel.
Se judeus ficassem contra tamanho desatino de Israel nunca haveria tanta heresia naquela parte do Oriente. Não reconhecem os erros e por isso, sempre serão perigosos, estarão sempre do lado do ladrão, em qqer. País que os receber de braços abertos.
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
Gilson,
O senhor tem alguma fé que Obama venha a ajudar os palestinos ?
Veja esse vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=_nikeebC4ps
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
Vídeo de invasor sionista tomando um balaço na cabeça de um sniper do Hamas, e de supostas IDE’s explodindo soldados sionistas:
http://www.youtube.com/watch?v=xS2mqgxdKxM
Acho que Israel esta mentindo sobre seus números, assim como esta mentindo sobre o verdadeiro motivo da morte de seus homens.
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
Diziam que comunista comia criancinha. Pelo que se vê, quem come criancinha é sionista.
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
Vinguem as crianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza, vinguem as cirianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza, vinguem as crianças de Gaza,vinguem as crianças de Gaza, vingeum as crianças de Gaza!
VINGUEM AS CRIANÇAS DE GAZA!
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
Cortem a cabeça de Tzipi Livni!
Cortem a cabeça de Matan Vilnai!
Isso tudo foi premeditado:
“The more Qassam (rocket) fire intensifies and the rockets reach a longer range, they (the Palestinians) will bring upon themselves a bigger HOLOCAUST because we will use all our might to defend ourselves,” Matan Vilnai , Friday 29 Feb 2008
————————–
Notícias, em inglês:
Hamas destroi um tanque Merkava 4: http://www.presstv.ir/detail.aspx?id=81000§ionid=351020202
Israel no match for Hezbollah: http://www.presstv.ir/detail.aspx?id=80994§ionid=351020202
As cinco maiores mentiras sobre o ataque em Gaza: http://www.kavkazcenter.com/eng/content/2009/01/07/10460.shtml
Israel esta usando bombas de fragmentação em civis: http://www.kavkazcenter.com/eng/content/2009/01/06/10456.shtml
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Davi Ben Avrham
em 7 de janeiro de 2009
Vamos direto ao assunto
Dr. Ellis Washington, professor de direito e ciências políticas na Universidade Estadual de Savannah, EUA
“Neste exato momento, temos de ir de resposta passiva para ataque ativo… A longo prazo, a derrubada do governo do Hamas é inevitável”. — Benjamin Netanyahu, líder do Partido Likud
No passado, fiquei sabendo, os trabalhadores de minas de carvão costumavam baixar uma gaiola com um canarinho nas minas a fim de apurar se havia presença de níveis de gás metano, dióxido de carbono ou outros gases nocivos. A lógica era que enquanto o canário prosseguisse cantando na mina, os mineiros sabiam que seu abastecimento de ar estava seguro. Mas quando o canto cessava, era hora de deixar a mina imediatamente, pois a morte viria sem demora.
Esse simples raciocínio dedutivo durou muitos anos e salvou muitas vidas, mas em nossa moderna época tecnológica, as nações do mundo parecem ter se esquecido do único país que falando metaforicamente é o canarinho que diariamente canta sua melodia sóbria para este mundo pervertido e psicopático — esse canário na mina é o povo judeu e a nação de Israel.
Três anos atrás, Israel deu Gaza aos palestinos. Em troca, Israel recebeu milhares de ataques de foguetes, sem nenhuma provocação. Na véspera do Ano Novo, no dia antes de 2009, o canário na mina está sendo asfixiado pelo ódio muçulmano, pela apatia mundial e pelo anti-semitismo da ONU que cerca o Estado judeu, e depois de anos de paciência está finalmente lutando corajosamente por sua sobrevivência.
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Davi Ben Avrham
em 7 de janeiro de 2009
Vamos diretoa ao assunto – Parte II
Deixando de lado a questão política por um momento, qual é o país racional e civilizado na terra que toleraria ataques terroristas por oito minutos, sem mencionar oitos anos de incessantes ataques a bombas lançados por seus vizinhos — sem nenhuma retaliação? O governo brasileiro permitiria que o Uruguai ou a Argentina tivesse o direito de lançar ataques não provocados contra o Brasil e seus cidadãos no nome da paz?* Os EUA permitiriam que o Hamas, a al-Qaida, o Talibã, o Hezbollah ou algum outro grupo terrorista tivesse acesso livre para entrar em nosso país, lançar foguetes mortais em nosso país, tudo no nome da paz, sem que cobrássemos uma retaliação e castigo imediato? O Egito, a Turquia, a Alemanha, a Rússia, a China, o Irã, a Síria ou algum dos muitos países membros da ONU que criticam o minúsculo país de Israel e suas tentativas desesperadas de proteger suas fronteiras permite que o Hamas lance 3.000 foguetes num de seus países? Com toda certeza, não!
Aliás, o canário está tossindo por causa do forte cheiro de fumaça na mina de carvão enquanto o mundo diz para si mesmo: “É seguro entrar na mina de carvão para trabalhar. Só porque Israel está morrendo não significa que nós morreremos”. Será?
Uma notícia da Associated Press sobre a guerra em Gaza declara:
O ataque produziu uma conseqüência diplomática negativa. A Síria decidiu suspender as conversações de paz indiretas com Israel, iniciadas no começo deste ano. O Conselho de Segurança da ONU pediu que ambos os lados parem a luta e pediu que Israel permita que suprimentos humanitários entrem em Gaza. O primeiro-ministro da Turquia, um dos únicos países muçulmanos a ter relações com Israel, chamou o ataque de Israel de um “crime contra a humanidade”, e o presidente francês Nicolas Sarkozy condenou “as provocações que levaram a essa situação bem como o uso desproporcionado de força”.
Essa reação bizarra e pervertida do mundo contra o direito de Israel se defender dos foguetes do Hamas parece vir não de nações prudentes e civilizadas, mas de manicômios.
“O liberalismo é uma doença mental”, escreveu o intelectual conservador Michael Savage em seu best-seller de título semelhante em 2005. “O socialismo”, caracterizou com muita perspicácia Winston Churchill, “é uma filosofia de fracasso, uma doutrina de ignorância e um evangelho de inveja, sua virtude herdada é a distribuição igual da miséria”. Infelizmente, o Israel moderno é um Estado socialista e parece a caminho do inferno ao adotar o liberalismo como sua política interna e externa. Israel precisa abandonar o liberalismo, o socialismo, a forçada igualdade de tudo e se desprender da filosofia autodestrutiva de buscar o favor dos países que têm aliança e compromisso com o islamismo, o socialismo e o relativismo moral.
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Yasmin Fernandes Nabuco
em 7 de janeiro de 2009
E ainda dizem que Israel só quer se defender? Israel quer é promover uma limpeza étnica e há gente que finge que não vê. Quando o exército israelense assassina uma criança palestina estaria eliminando o “futuro do Hamas”? O que isso? Se Israel quisesse mesmo que os palestinos recuperessem sua autonomia e vivessem num Estado próprio, Israel abriria mão de ter poder sobre a infra estrutura dos palestinos. E ainda há gente que finge que não vê, a cada conflito iniciado por Israel as guerras se intensificam e ainda assim tem gente que finge que não vê o que se passa.
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
NOTÍCIAS 04/01/2009 – 12:22 Tamanho da letra A- A+
PT condena terrorismo de Estado do governo de Israel contra o povo palestino
Leia abaixo nota do Partido dos Trabalhadores sobre os ataques israelenses ao territótio palestino
PT condena ataques criminosos
Os ataques do exército de Israel contra o território palestino, que já causaram milhares de vítimas e centenas de mortes, além de danos materiais, só podem ser caracterizados como terrorismo de Estado.
Não aceitamos a “justificativa” apresentada pelo governo israelense, de que estaria agindo em defesa própria e reagindo a ataques.
Atentados não podem ser respondidos através de ações contra civis. A retaliação contra civis é uma prática típica do exército nazista: Lídice e Guernica são dois exemplos disso.
O governo de Israel ocupa territórios palestinos, ao arrepio de seguidas resoluções da ONU. Até agora, conta com apoio do governo dos Estados Unidos, que se realmente quiser tem os meios para deter os ataques.
Feitos sob pretexto de “combater o terrorismo”, os ataques de Israel terão como resultado alimentar o ódio popular e as fileiras de todas as organizações que lutam contra os EUA e seus aliados no Oriente Médio, aumentando a tensão mundial.
O Partido dos Trabalhadores soma sua voz à condenação dos ataques que estão sendo perpetrados pelas forças armadas de Israel contra o território palestino e convoca seus militantes a engrossarem as manifestações contra a guerra e pela paz que estão sendo organizadas em todo o Brasil e no mundo.
O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina.
Ricardo Berzoini
Presidente nacional do PT
Valter Pomar
Secretário de Relações Internacionais do Partido dos Trabalhadores
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
“Desmoralizar o inimigo pela surpresa, terror, sabotagem e assassinato. Essa é a guerra do futuro” – Adolf Hitler
Alguns anos depois:
“Penso, que se eu fosse um cidadão Israelense e encontrasse um Palestino. Eu o queimaria e o faria sofrer antes de mata-lo” – Ariel Sharon
[..] E o canário contia cantando em Gaza, o cheiro de carniça o deixa feliz…
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
“O PT reafirma, finalmente, seu integral apoio à causa palestina. ”
Putz, assustador… quero ver a repercussão disso.
CHÁVEZ! RAFAEL CORREA! EVO MORALES! MAHMOUD AHMADINEJAD! DMITRY MEDVEDEV/PUTIN!
Não dou 1 ano pra esse povo ser chamado de EIXO DO MAL pelos carinhas do bem(Israel/EUA)
————–
“Penso, que se eu fosse um cidadão Israelense e encontrasse um Palestino. Eu o queimaria e o faria sofrer antes de mata-lo” – Ariel Sharon
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Ademar
em 7 de janeiro de 2009
http://www.youtube.com/watch?v=fLIdxF-GHWw
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
Nada justifica o que Israel está fazendo. Nada!
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
Judeus contra o Sionismo:
http://www.youtube.com/watch?v=gmS7rD_4mPA&feature=related
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Komentarze
em 7 de janeiro de 2009
Em Janeiro 3 2009, 10.000 cidadãos Israelenses se reuniram em Tel Aviv para protestar contra a guerra em Gaza. Dez porcento dos participantes eram árabes Israelenses. O PROTESTO FOI DISSIPADO POR SIONISTAS QUE APÓIAM O REGIME TOTALITÁRIO. Entre os protestantes estavam:
Anarchists Against the Wall: http://www.awalls.org
Gush Shalom: http://www.gush-shalom.org
Hadash: http://hadash2009.org.il
e mais outros dois grupos de esquerda que eu não conheço(ainda)…
Vídeo do protesto: http://www.youtube.com/watch?v=SC-nYroSgAc
———
Ademar,
Uma vez você me perguntou quem eu achava razoável em Israel, se quiser saber é só acessar o link dos Anarquistas… quando eu disse “judeus anarquistas” eu me referia a eles, quando eu tiver condições vou fazer doações a esse grupo. Eles trabalham em conjunto com Palestinos na lutra contra a ocupação. O grupo foi criado em resposta ao muro segregador. 10 membros já foram assassinados pelo regime sionista, os mortos eram árabes e alguns ficaram sem seus olhos… O regime tem um tratamento diferente com protestantes árabes, já que os árabes perdem a vida(balas reais) e os judeus perdem os olhos(balas de borracha, feitas especialmente para olhos).
Vídeos de protesto:
http://www.youtube.com/watch?v=bB23y9WQOWE Na frente do Ministério de Defesa
http://www.youtube.com/watch?v=bBoFW0qZFP4 Vejam a resposta dos soldados de ZION
http://www.youtube.com/watch?v=jYGUztPonUk Palestinos cortando a cerca
http://www.youtube.com/watch?v=GmYyDDdpUM0 Vários grupos, israelenses e palestinos
http://www.youtube.com/watch?v=8OCPcy4kkDM Esse aqui mostra o carinho de soldados israelenses com um simples manifestante, queria ver o que aqueles retardados do deolhonamidia.org.br falam disso. Cade eles ?
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“Penso, que se eu fosse um cidadão Israelense e encontrasse um Palestino. Eu o queimaria e o faria sofrer antes de mata-lo” – Ariel Sharon
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
O Estado de S. Paulo: Número de crianças mortas passa de 200.
VINGUEM AS CRIANÇAS DE GAZA!
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
Sionistas brasileiros estão enlouquecidos com a nota do PT, que afirmou o que este site vem dizendo há muito tempo, ou seja, que Israel é terrorista e nazista.
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Gilson
em 7 de janeiro de 2009
Os pais em todo o mundo agora dizem a seus filhos: “Comportem-se ou chamarei os israelenses. Eles comem criancinhas”.
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
O site está bombando! A indignação contra Israel é cada vez maior.
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Ademar, Francisco I e os Davis da vida: não adianta, vocês perderam os corações e mentes da grande maioria do povo brasileiro. Israel hoje significa o que há de pior no mundo.
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Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Caro Gilson, se vc fosse judeu e tivesse seu filho morto por um homembomba, o que vc faria?
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Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Caro Komentarze, os vídeos são uma contraprova do que vcs veem dizendo por aqui…Vcs dizem que Israel é racista, terrorista. Não é o que se vê nos vídeos.
No primeiro, aconteceram fatos normais em toda e qualquer manifestação pública em países onde existe democracia. De um lado manisfestantes de outro a força policial para manter a ordem. Vi rapidamente uma bandeira palestina no meio da multidão. Se fosse em Gaza ou qualquer país árabe, um manifestante com bandeira de Israel teria sido morto e a bandeira queimada.
No segundo, os manifestantes forçaram a passagem em uma área militar. Foram forçados à recuar. Vc acha que as pessoas não são capazes de entender o que veem? Vc viu uma coisa e eu vi outra. Se vc prestar atenção, o vídeo foi editado e não mostra o que aconteceu pouco antes dos soldados começarem a atirar. Vídeo manipulado.
O terceiro, “palestinos cortando a cerca”.
O quarto, disperção de novo Komentarze, de uma área militarizada. Vi soldado mandando a mãe mandar o filho pra casa.
No quinto e último, o tiro foi dado no chão Komentarze, onde está o sangue? E novamente vídeo editado, manipulado…
O vídeo que vc postou acima do comentário enderaçado à mim, mostra novamente uma manifestação pacífica em um país que vive uma democracia normal, com seus erros e acertos. Não há problema nenhum nisso. Estas pessoas que aí aparecem devem continuar buscando seus objetivos. Terão que convencer as pessoas do país onde moram de que o discurso delas vale a pena ser seguido. Agora, anarquismo sem proposta de governo não chega ao poder( não conheço nehum país com governo anarquista), serve apenas para protesto.
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Komentarze
em 8 de janeiro de 2009
Se algum tonto entrasse em Gaza com uma bandeira de Israel ele ia apanhar da mesma maneira que um cara andando com uma bandeira do Terceiro Reich no centro de Tel Aviv.
Ademar, não disse que os vídeos são anormais, eu mesmo já participei de protestos e já tomei porrada da policia. O único anormal ali é o ultimo. Dar um tiro na perna de alguém indefeso de olhos vendados é muita covardia.
Concordo que o anarquismo ainda é uma utopia. Por curiosidade, a Somalia é o único país do mundo onde existe a chamada “sociedade sem estado”. Leia sobre: http://en.wikipedia.org/wiki/Anarchy_in_Somalia
Caro Ademar, se você fosse muçulmano e tivesse seu filho morto por um f-16 Israelense o que você faria ? Ademar, você ja morou em Israel ? Como faço pra ir pra Gaza ?
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Marcelo
em 8 de janeiro de 2009
E ainda querem proibir o revisionismo histórico da Segunda Guerra Mundial… mais tarde, o revisionismo histórico dos massacres de Gaza também será proibido por decisão da escumalha sionista. Gaza é a nova Auschwitz! Olmert é o Hitler do século XXI! Os acontecimentos do holocausto judeu, em breve, não passarão de brincadeira de criança, se comparados ao holocausto palestino.
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Komentarze
em 8 de janeiro de 2009
Notícias:
Muçulmanos vão às ruas de São Paulo pedir resistência do Hamas: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u487383.shtml
“Vamos lutar pela resistência até o fim porque foram eles [israelenses] que invadiram a nossa terra. O Hamas é um partido que foi eleito pelo povo e que defende os palestinos. Eles não são terroristas. Os Estados Unidos são os grandes financiadores do conflito, por demonstrarem apoio a Israel” Mouhamad Chedid
Al Qaeda diz que violência em Gaza é “presente” de Obama: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u487355.shtml
“Meus irmãos muçulmanos e mujahedeens em Gaza e por toda a palestina, com a ajuda de Deus estamos com vocês na batalha, iremos dirigir nossos ataques contra a coalizão cruzada judia onde pudermos” – Al Zawahiri
Centro judaico acusa PT de apoiar terrorismo após crítica a ofensiva: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u487323.shtml
“A entidade conclui afirmando que, com a postura adotada, o PT “demonstra solidariedade com o antissemitismo e o terrorismo”
—————–
O Ocidente vai sofrer por causa de Israel, se preparem… to até vendo um avião decapitando o Cristo Redentor…
“Deus” me livre esses caras da Al-Qaeda, são o extremo da burrice e do medievalismo, eles são a desculpa pelas incursões petrolíferas pelo Oriente. Lembrem-se que a CIA já ajudou esses caras…
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claudio nassralah
em 8 de janeiro de 2009
israel mostra sua face. Não respeita escola nem caminhão da ONU. Aliás, despreza a ONU como nenhum outro país.
A especialidade desse regime é matar crianças. Logoa vai colher o que plantou….
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Folha e Estadão: Israel matou motorista de caminhão que levava ajuda humanitária a Gaza.
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Vai colher o que plantou e está plantando, caro Claudio, com certeza. Não é uma questão de “se”, mas uma questão de “quando”.
[Responder]
Ademar
em 8 de janeiro de 2009
A Faixa de Gaza também está colhendo o que plantou…
[Responder]
Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Notícias que não saem aqui: Fantasmas atacam Israel…Mísseis disparados do sul do Líbano caem em Israel e ninguém assume…Vieram do Além…
[Responder]
Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Pois é Komentarze, mesmo vc defendendo muçulmano, eles não estão nem aí pra vc. Se puderem atacarão seu país.
[Responder]
Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Caro Ademar:
O erro de origem é de Israel, país totalmente artificial construído sobre terras roubadas. É preciso distinguir a violência do opressor da violência do oprimido.
[Responder]
Komentarze
em 8 de janeiro de 2009
Lembrem-se dos 1.191 mortos no Líbano e dos 44 em Israel.
Israel sempre ganha de seus inimigos em crimes contra humanidade.
[Responder]
Gilson
em 8 de janeiro de 2009
08.01.09 @ 01:07
CARA
Recentemente no Jornal Ma Arriv, citou um oficial israelense aconselhar a suas tropas a estudar as táticas adotadas pelos Nazis na Segunda Guerra Mundial. “Se o nosso trabalho é tomar campos de refugiados densamente povoados em Casbh de Nablus, um oficial deve analisar as lições das guerras passadas, inclusive analisar como o exército alemão atuou no gueto de Varsóvia”.
COROA
Yeshayahu Leibowitz,
Desde 1967, Yeshayahu Leibowitz foi um dos mais aguerridos e agudos críticos do processo de colonização dos territórios conquistados na Guerra dos Seis Dias.
Leibowitz, que foi denominado por Isaiah Berlin “a consciência de Israel”, considerava que Israel não poderia continuar existindo como um país democrático enquanto milhões de palestinos baixo seu domínio não pudessem gozar de direitos civis e nacionais. Desde os primeiros dias de euforia que acompanharam o fim da guerra, Leibowitz fez o chamado de abandonar os territórios ocupados, não guiado pela ilusão de que tal passo traria a ansiada paz com o mundo árabe, mas por considerar que se tratava de um imperativo moral imprescindível, sem o qual o Estado de Israel não poderia continuar sendo judeu e democrático.
( do site paz a gora) integra da reportagem http://groups.yahoo.com/group/pazagorabr/message/496
Fonte: http://www.estadao.com.br
[Responder]
Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Caro Gilson, vc tem que convencer os israelenses descendentes de seus antepassados judeus que viviam ali desde muito tempo, de que não têm esse direito. Muitos árabes chegaram, também, depois da criação da Palestina árabe. Lembre-se que muitos palestinos são árabes e que quando Maomé chegou em Hebron matou judeus que lá já moravam. Entendo que a discussão é em cima do sionismo, mas atualmente é muito difícil para quem mora em Israel, separar sionismo de cidadania israelense.
[Responder]
Komentarze
em 8 de janeiro de 2009
“Pois é Komentarze, mesmo vc defendendo muçulmano, eles não estão nem aí pra vc. Se puderem atacarão seu país”
Eu não defendo muçulmanos, defendo oprimidos. Uma coisa é Al-Qaeda, outra coisa são os muçulmanos. Eu sei que o nosso meio esta cheio de anti-semitas, Ademar. Mas não me confunda nessas generalizações. Não temos culpa se Israel usa a estrela de Davi em seus tanques ou se sionistas cunham raça com religião. É complicado…
“A Faixa de Gaza também está colhendo o que plantou…”
Não esta não, pois roubaram as plantações deles…
Ademar, não entendi sua analogia com judeus mortos por Maomé.
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Site da Folha: Cruz Vermelha acusa Israel de dificultar acesso a feridos. Israel mata motorista da Cruz Vermelha durante “trégua”.
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Gilson
em 8 de janeiro de 2009
Ademar, a maioria dos judeus que vivem hoje em Israel não tem nada a ver com os judeus do tempo de Cristo. Em geral, são descendentes de khazares, eslavos do sul convertidos ao judaísmo por seu rei lá por volta do ano 1000 d. C.
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Komentarze
em 8 de janeiro de 2009
Enquanto os Palestinos morrem Israel esta surrupiando terras:
http://www.awalls.org/atrocities_continue
“NI’ILIN MOURNS, PROTESTS, RESISTS
Wednesday morning, Israeli and international activists joined residents of Ni’ilin in a small protest, led by teenagers, against Israel’s expropriation of over a third of the village’s agricultural land, as well as against the siege and war on Gaza. Since its struggle against the Wall began, Ni’ilin has seen 4 of its young shot dead by Israeli army and police (two of them last week) and countless others injured, curfew and all manner of collective punishments imposed, new weapon tested, night raids and arrests carried out, etc. – but its residents are determined as ever to resist Israeli land-grab and military occupation.
Protesters carrying Palestinian flags attempted to march on their own lands, but soon after they reached the village’s hilly olive tree plantations the entire demonstration was attacked by Israeli troops. Soldiers, standing so close as to be unable to shoot their teargas canisters in the required, arched trajectory, shot them directly at demonstrators’ bodies instead, who had to duck for cover behind trees and rock levees.
The demonstration was then transformed into a pitched battle between troops firing teargas canisters from two different positions in a pincer-movement, and Ni’ilin’s youth responding with slingshots as well as the occasional firecracker. One boy received minor injuries to his leg from a teargas canister hit.”
“new weapon tested, night raids and arrests carried out” …. Quando eu for pra la vou filmar toda essa merda, nem que me matem.
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Gilson
em 9 de janeiro de 2009
ONU: Israel matou 30 civis em casa que servia de abrigo.
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Gilson
em 9 de janeiro de 2009
ONU pede cessar-fogo. Estados Unidos de Bush se abstêm.
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Gilson
em 9 de janeiro de 2009
Sites americanos: Obama prepara negociações secretas com Hamas e pressões veladas sobre Israel.
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
É Gilson, não tem como argumentar…
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
Governo americano sabia que Exército colombiano matava civis:
A CIA e diplomatas de alto escalão dos Estados Unidos sabiam desde 1994 que as forças de segurança colombianas operavam como esquadrão da morte, cooperavam com grupos paramilitares de tráfico de drogas e…
… estimulavam a política dos “falsos positivos” –o assassinato de civis inocentes para inflar o número de baixas inimigas obtidas pelos militares.”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488059.shtml
Isso lembra o que ?
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
Notícias:
Menino palestino faz relato das mortes na casa atacada por Israel:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/reuters/2009/01/09/ult729u78431.jhtm
“Abu Salah morreu, a mulher dele morreu. Abu Tawfiq morreu, o filho dele morreu, a mulher dele também morreu. Mohammed Ibrahim morreu, e a mãe dele morreu. Ishaq morreu e Nasar morreu. A mulher de Nael Samouni morreu. Muitas pessoas morreram.”
Conflito em Gaza pode fortalecer os radicais no Oriente Médio:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2009/01/09/ult34u216729.jhtm
(Tudo que ISRAE/EUA queriam…)
Comparação com o nazismo pelo PT é ofensiva, diz ministro israelense:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488070.shtml
Presidente do Irã envia emissário a Brasília para conversar com Lula:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488154.shtml
“Para os iranianos, há uma desproporção nos ataques oriundos de Israel.”
Em Inglês:
Israelenses matam família e usam sobreviventes como escudo humano: http://electronicintifada.net/v2/article10144.shtml
Maquinário de guerra Israelense é financiado por americanos:
http://electronicintifada.net/v2/article10147.shtml
Bombardeando Gaza, deixando a prisão ainda mais segura para Israel:
http://electronicintifada.net/v2/article10132.shtml
Mídia Americana não reportou violação de cessar fogo de Israel:
http://electronicintifada.net/v2/article10140.shtml
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Gilson
em 9 de janeiro de 2009
ONU: número de meninas e meninos mortos em Gaza (na presente ofensiva) já chega a 257, contra três cvis israelenses mortos por foguetes do Hamas.
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
Relato:
“Estão atirando em todo mundo que tenta buscar os corpos”, diz morador de Gaza:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/videocasts/ult10038u488188.shtml (aproveitem e vejam o relato de um palestino no podcast)
“Ele relata ainda que um conhecido, morador do campo de refugiados de Jabaliya, foi baleado lá e obrigado, pelos israelenses, a ficar dentro de casa, sem receber auxílio. ‘Estão atirando em todo mundo que tenta buscar os corpos.’”
Notícias:
Militares israelenses mortos somam dez; conflito matou 760 palestinos:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488247.shtml
Ofensiva israelense em Gaza matou 257 crianças palestinas, diz ONU:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488263.shtml
Conflitos não têm apenas objetivo de desestruturar Hamas, diz cientista político
http://www1.folha.uol.com.br/folha/podcasts/ult10065u486751.shtml
“Como o Hamas é considerado um movimento terrorista e não um movimento político, disfarçadamente todos aceitam a ideia de que o grupo deve ser esmagado.”
Análise: Poucos falam pelos palestinos no Congresso dos EUA:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488186.shtml
“Os dólares dos EUA arrecadados em impostos e os jatos e helicópteros dos EUA fornecidos a Israel permitem o massacre em Gaza.”
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
Alguma resposta do PT ao Centro Simon Wiesenthal ?
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Ademar
em 9 de janeiro de 2009
Komentarze, isso lembra que vc esqueceu que as Farc matavam civis. Os grupos paramilitares surgiram para combater a guerrilha.
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Prof. Dr. Franco.
em 9 de janeiro de 2009
De volta a altercação, vou me enveredar pelos meandros de denunciar a hipocrisia e o mau-caratismo de alguns, que, em nome de um debate franco, liberal e democrático, falseiam a verdade de forma a confundir e disseminar o embuste, prática notória entre os sionistas.
Primeiramente, apontaremos na direção de denunciar a pilantragem para com os fatos.
Bem, algumas aleivosias são notórias nas expressões dos sionistas de plantão. Vamos apontar as balelas que tentam justificar o massacre em Gaza.
“J’accuse” (lembrem-se de Alfred Dreyfus sionistas insensíveis!) Israel de praticar genocídio e de perpetrar holocausto na Faixa de Gaza!
Israel impõe feroz bloqueio a Gaza. Os palestinos resistem basicamente de duas formas. A mais conhecida, os obsoletos e/ou caseiro rockets, que são dirigidos a Israel principalmente a visar expressar um clamor à comunidade internacional, para fazer ouvir o chorar dos palestinos massacradas. E a outra forma, a mais pasmosa e desumana, é fazer da natalidade uma forma de resistência. Aproximadamente 50% da população da Faixa de Gaza é composta por palestinos de 0 a 14 anos! A maior( ou uma das maiores) do planeta terra! As heróicas mães resistem ao infanticídio a fornir mais nascituros, algo trágico, fato que a comunidade internacional simplesmente se silencia ao drama das genitoras palestinas!
Quando dizem que Israel entregou Gaza aos palestinos (Sr. Avrham, quanta desfaçatez), é mais uma falácia propagada para (tentar) justificar o holocausto. Nos seis meses de cessar-fogo (interronpidos por Israel em 27 de dezembro passado), 49 vidas palestinas foram ceifadas por Israel. Nenhum israelense foi morto por mísseis ou atentados neste período. Fora a humilhação sofrida pela falta de abastecimento de Gaza, devido ao letífero bloqueio, podem-se exemplificar a destruição do Aeroporto de Internacional de Gaza pelas forças israelenses (2001), impossibilitando o pleno deslocamento de pessoas e mercadorias via espaço aéreo, pois pelo mar Israel impede também. Israel bloqueia Gaza pelo ar, por terra e pelo mar, o que resta aos palestinos a fronteira com o Egito. Mas o autoritário Mubarak (28 anos no poder), ao receber bilhões de dólares anuais dos EUA, se tornou subserviente aos interesses do “pais dos judeus” (Henry Ford), a cerrar as fronteiras com Gaza.
Mas vamos às palavras, pois imagens não chocam os plantonistas do Sião. Vocábulos de Eli Yeshai, líder do ultra-ortodoxo partido Shas, a argumentar que “o extermínio do inimigo é aprovado pelo Torá”.
Continuemos. The Times confirma: bombas com a inscrição M825A1 de fabricação norte-americana são utilizadas em Gaza (bombas de fósforo branco, capazes de provocar graves queimaduras, afetar órgãos vitais, como os rins e coração, e até matar), repudiadas pela Convenção de Genebra. Um genocídio escancarado!
Última que chega de Israel: Piquenique próximo à fronteira com Gaza, a satisfazer os masoquistas sionistas de plantão, que se deliciam ao apreciar os bombardeios e mortes em Gaza.
Termino a aludir Lutero: “(Os judeus) Mantêm-nos prisioneiros em nosso próprio país, nos fazem trabalhar até a última gota de suor, enquanto se sentam junto à estufa, descansam, engordam, se banqueteiam, se embriagam, vivem folgadamente às custas dos bens produzidos por nós; capturam-nos e aos nossos bens por meio de sua maldita usura e ainda debocham de nós e nos cospem por termos de trabalhar para eles”. (In “Dos Judeus e Suas Mentiras”).
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Ademar
em 9 de janeiro de 2009
Komentarze, a analogia com o massacre em Hebron perpretado por Maomé é para lhe mostrar, quer vc aceite ou não, que as terras dos judeus também já foram roubadas. Quando vc diz que os atuais judeus roubaram as terras dos palestinos, eu lhe pergunto: os palestinos roubaram de quem?
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Komentarze
em 9 de janeiro de 2009
Ademar,
Eu não falei nada sobre o que a FARC faz ou deixa de fazer. O que eu coloquei em primeiro plano foi o cinismo americano sobre as mortes de civis, que é muito semelhante ao recente massacre em Gaza.
Sobre a analogia; e os judeus roubaram aquelas terras de quem nos tempos bíblicos ? Isso é irrelevante, como você disse, a questão é sionista.
Mas ouve mesmo um massacre perpetuado por Muhammad em Hebron ? Não tenho conhecimento sobre o fato, gostaria de informações sobre o acontecimento.
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Ademar
em 9 de janeiro de 2009
Câmara dos Representantes(deputados) e Senado americanos com maioria esmagadora, dão apoio à Israel. Deputado muçulmano também reconhce o direito de Israel se defender. Cadê Obama? Ele vai ser o primeiro presidente americano a dar um golpe no congresso de lá? Mesmo com os líderes das duas câmaras sendo democratas? Que venha o ilusionista, Barak Obama…
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Ademar
em 9 de janeiro de 2009
Caro Gilson, qualquer ser humano que chegar no Brasil hoje e ganhar cidadania brasileira não tem direito de viver no Brasil?
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
A cara horrenda do Hamas e Hizbolah:
http://www.youtube.com/watch?v=MvIFsJ1LspI
Onde estava a ONU?
[Responder]
Thales Pereira
em 10 de janeiro de 2009
Snipers de Israel agora estão mirando diretamente nas crianças. Especificamente crianças. Vão até os 2:00 se nao acreditam.
http://br.youtube.com/watch?v=mt9GblxFwSo&feature=related
[Responder]
Mario
em 10 de janeiro de 2009
Como Israel vai acabar com o Hamas se eles consideram todos da faixa de Gaza potenciais terroristas?
E mesmo que Israel acabe com o Hamas não demora muito até que eles criem outra organização terrorista para poder continuar justificando seu estado ilegal.
O fato de Israel estar lutando para se defender ajuda a dissipar o fato que:
Israel é o ocupante, é o Seqüestrador que não tem a intenção de liberar seus reféns e sim Exterminá-los.
Estudem a história do povo judeu nos últimos 2000 anos e entendam a questão judaica, não queiram entender esses conflitos baseados no jornal nacional ou revista veja.
Não sou contra o povo judeu mais entendo que os lideres judaicos usam o anti-semitismo como escudo para defender suas atrocidades e o povo judeu como cordeirinho seguem esses talmudistas adoradores de moloch.
[Responder]
Komentarze
em 10 de janeiro de 2009
Aquela criança com um rombo no peito…
Puta que o pariu…
Isso é um desaforo… imagine; Chegam até suas terras, roubam, te expulsam de tuas terras e ainda te matam!
[Responder]
Komentarze
em 10 de janeiro de 2009
Israel fecha acessos a ajuda humanitária, diz ONU; 40 ataques abrem 3ª semana de ofensiva:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/01/10/ult1859u575.jhtm
Chris Gunner, porta-voz da agência da ONU para os refugiados (UNRWA, na sigla em inglês), denunciou à Agência Efe, que o exército israelense fechou os acessos à faixa de Gaza, que se encontra sob uma forte ofensiva israelense, por hoje ser o dia de descanso dos judeus.
“Fecharam as passagens porque é sabá!”, afirmou indignado. O Exército israelense confirmou à Efe que os postos na fronteira estão fechados devido ao sabá.
Com isso, os caminhões com os quais a agência da ONU pretendia entrar em Gaza, onde a situação humanitária é crítica após duas semanas de bombardeios israelenses, não conseguiam entregar a ajuda que carregavam.
————————-
Isso é o cumulo não ? Israel é uma vergonha… Foda-se o Saba!
[Responder]
Komentarze
em 10 de janeiro de 2009
Ademar,
Fiz uma pequena pesquisa e não achei nada sobre um massacre perpetuado por Muhammad em Hebron. Sobre o domínio Islâmico na região sob o Califado de Rashidun:
“O Califado de Rashidun estabeleceu seu domínio sem resistência em 638″
Como Muhammad morreu em 632, creio que estamos falando de tempos diferentes.
[Responder]
Komentarze
em 10 de janeiro de 2009
Israel pode ter cometido crimes de guerra em Gaza, diz ONU:
“Ao fazer a declaração, Pillay mencionou o assassinato de cerca de 30 palestinos em Zeitoun, no sudeste de Gaza. De acordo com quatro sobreviventes citados em relatório da ONU, militares de Israel mandaram cerca de 110 civis se abrigarem em uma casa de Zeitoun. Vinte e quatro horas depois, o local foi atingido por três projéteis…
Cerca de metade dos palestinos que buscaram refúgio no local eram crianças, afirma o relatório, que também acusa os militares israelenses de impedirem equipes médicas de chegarem ao local para retirar os feridos[..]
Ainda nesta quinta-feira, a Organização Mundial de Saúde disse que 21 palestinos que trabalham no socorro às vítimas foram mortos, e outros 30 ficaram feridos desde o início da operação.
“Os israelenses estão atirando em todo mundo que tenta buscar os corpos”, afirmou Haider Eid, professor da universidade Al Quds, à Folha Online, por telefone, de Gaza.
“Eu estava com dois ativistas internacionais, um do Canadá e outro da Espanha”, disse o palestino. “Eles estavam em uma ambulância que buscava corpos em Jabaliya, começaram a disparar contra a ambulância, e dois médicos que estavam dentro da ambulância ficaram feridos.”
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u488328.shtml
—–
Da até vontade de defecar no túmulo do Theodor Herzl… esse filho da puta profetizou tudo:
“The removal of Arabs bodily from Palestine is part of the Zionist plan to “spirit the penniless population across the frontier by denying it employment…Both the process of expropriation and the removal of the poor must be carried away discreetly and circumspectly.” Theodore Herzl, founder of the World Zionist Organization Complete Diaries, June 12!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Ecos da gravata prometida!!!!!!
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Francisco I
em 10 de janeiro de 2009
“We can forgive the arabs for killing our children. We cannot forgive them for forcing us to kill their children.” -Golda Meir
“We will have peace with the Arabs when they love their children more than they hate us.” -Golda Meir
[Responder]
Francisco I
em 10 de janeiro de 2009
Ao PT
Em primeiro lugar, jamais este partido se manifestou contra os ataques do
grupo terrorista Hamas contra o território israelense, que acontecem há anos
inclusive durante o cessar-fogo, que jamais foi respeitado por esta milícia
Jamais este partido se manifestou contra o assassinato de 400 civis em
apenas dois dias no Congo, nem com a “limpeza étinica” que vitimou mais de
100 mil pessoas em Darfur.
Israel, como um país soberano tem todo o direito de se defender de ataques
terroristas. Israel não atacou os palestinos.
O sul de Israel vem sendo quase ininterruptamente bombardeado pelos Hamas há
7 anos e o Exército não tem respondido para evitar congelar os progressos
nos acordos de paz realizados com a Autoridade Palestina (oposição do Hamas)
Israel retirou-se da Faixa de Gaza há 3 anos num gesto de paz e os ataques
pioraram, pois o Hamas ficou mais próximo da fronteira israelense. Após uma
breve trégua utilizada pelo Hamas para se fortalecer e se armar, os ataques
palestinos se intensificaram. Nestas circunstancias Israel iniciou o
contra-ataque atual para evitar os lançamentos de mísseis. Qualquer país no
mundo faria o mesmo para se defender, no entanto, todos condenam Israel com
o termo “Nazistas” ou “Massacre” num claro jogo sujo e baixo de
desinformação e manipulação.
Convocar seus militantes a se manifestarem causando a importação do conflito
é um erro crasso. O PT, como partido que governa este país, em seus 30 anos
de existência deveria se preocupar mais em contribuir para um processo de
paz duradouro e eficaz na região ao invés de jogar gasolina em uma história
que desconhece.
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
É engraçado…todo mundo diz que as cidades se renderam sem resistência as tropas muçulmanas. Deve ser por isso que eles não estão acostumados quando encontram uma nação que os enfrenta…
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
É chocante o vídeo das crianças que mortas com aquelas perfurações. Mas, é estranho uma pessoa morrer com 2 tiros de sniper… Tem um vídeo por aqui que mostra um soldado israelense sendo alvejado por um sniper palestino e bastou um tiro para derrubá-lo. Estranho, muito estranho…
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
A cara horrenda do terror:
http://www.youtube.com/watch?v=ZrOKX9dsBLc
Onde estava a ONU e a mídia?
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
Palestinos rejeitam observadores internacioanis em Gaza.
Por quê?
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
Palestinos rejeitam observadores internacionais em Gaza.
Por quê?
[Responder]
Ademar
em 10 de janeiro de 2009
Telavive não tem escolha
Publicado em 01/01/2009 no jornal canadense La Presse
O TEXTO ORIGINAL ESTÁ AQUI
http://www.cyberpresse.ca/opinions/forums/200901/01/01-814295-tel-aviv-na-pas-le-choix.php
Esse artigo é co-assinado por Gilbert Achsen; Richard Bastien (economista); Germain Belzile (economista); Claude-Marc Bourget (escritor e músico); Pierre Brassard (jornalista); Jacques Brassard (ex-ministro e jornalista [canadense]); Jean-Charles Chebat (professor); Maurice G. Dantec (escritor); Antoine Djénandji (empresário); Ginette Dubé; Jean-Marie Gélinas (presidente da ONG Amigos Québec-Israel); Michael Laughrea (pesquisador universitário); Michèle Monette; Jean Renaud (diretor da revista Égards); Jacques Tremblay e Andres Villarruel.
Cerca de 7000 granadas e foguetes lançados sobre Israel, desde 2001. Dezenas de milhares de civis israelenses feridos em ataques diários. Sinais de alarme diários que aterrorizam as crianças nas escolas e jardins de infância. Que governo toleraria isso? Há sete anos as brigadas Al-Aqsa (ramo do Fatah), a Djihad islâmica e o Hamás estão-se armando para alcançar seu único objetivo: destruir o Estado de Israel.
Imaginemos por um momento que as crianças de Longueuil vivam aterrorizadas, dia e noite, que que lojas, empresas, hospitais, escolas, sejam convertidas em alvo de terroristas localizados em Brossard. Que devem esperar os quebequenses de seu governo, se não que os proteja desses atos terroristas? Nenhum governo pode tolerar que seu território e seus cidadãos sejam ameaçados.
O que fez Israel? Em 2005, evacuou totalmente a Faixa de Gaza. Foi um gesto de boa vontade, de alto custo e alto risco, que foi empreendido para contribuir para a paz e levar à cooperação entre israelenses e gazenses. Mas os islâmicos interpretaram esse gesto como vitória sobre Israel, e o mesmo fez o Hizbóllah, também sobre outro gesto de boa vontade, de evacuação do sul do Líbano, por Israel em 2000 (tentando facilitar as negociações com Arafat).
Depois de tomar o poder, o Hamás massacrou centenas de palestinenses pró-Fatah. Em vez de fazer a paz, em vez de administrar a vida cotidiana dos gazenses, o Hamás agiu como agente da estratégia global dos mulás iranianos. Em vez de paz, o Hamás deliberadamente escolheu o confronto direto, obedecendo a instruções dos dirigentes iranianos.
Terror e miséria
Em junho de 2008, Israel assinou uma trégua com o Hamás, que previa a total suspensão, por seis meses, dos tiros de foguetes e morteiros contra Israel. Ora, os ataques continuaram. Em vez de governar e administrar a vida dos cidadãos sob sua responsabilidade, o Hamás escolheu o terror e a miséria que impõe a sua população.
Ao mesmo tempo que diz que sua população não tem o que comer, o Hamás comprou muitas armas e munição de vários tipos, mísseis sofisticados, fornecidos pelo exército iraniano. Bastaria suspender os ataques com esses mísseis, para que seja autorizada a entrada de todo o alimento de que os gazenses precisam, exatamente como acontece com os árabes da Cisjordânia. O Hamás escolheu o confronto.
Qualquer melhoria no destino dos palestinenses, no plano econômico, social ou sanitário depende de que se faça uma limpeza nas instituições palestinenses corrompidas. Os palestinenses precisam de líderes responsáveis, que ponham ordem nos seus negócios públicos. O Hamás só tem um objetivo militar e terrorista: liquidar Israel. Discípulo do Hizbóllah, teleguiado da Síria, peão do Iran, o Hamás contribuiu para o total fracasso da administração dos Territórios.
Israel mostrou-se mais generoso que os otomanos, os britânioos, os egípcios e os jordanianos, que dominaram a Palestina durante os últimos cinco séculos, e deu ao Hamás possibilidade de administrar livremente Gaza. O Hamás fez alguma coisa para tentar melhorar a economia palestinense? Construiu algum Estado, como sonham os palestinenses, construiui escolas, estradas, hospitais? A comunidade internacional só esperava alguma iniciativa do Hamás, nessa direção, para financiar generosamente as obras, em troca de qualquer pequena garantia, por ambígua que fosse.
O Hamás escolher cultivar o ódio e a miséria a população da Palestina. Essa miséria e esse desespero que a miséria gera, exigiram o envio de tropas. Mais uma ez, os palestinenses são vítimas de sua própria liderança. O Hamás é manipulado pelos ditadores sírio e iraniano, que prometem ajuda que nunca mandam, senão como ajuda diplomática ou militar, porque não se interessam pelos palestinenses que, para eles, são peões do jogo. (…)
Apesar da fartura de petrodólares, nenhum país árabe ou muçulmano quis enviar aos palestinenses, direta ou indiretamente, o milhão de dólares necessário para pagar seus funcionários públicos. A Liga Árabe está muda. Claro que nenhum dos principais países árabes (todos sunitas) interessa-se por ver a influência do Iran (nem árabe nem sunita) estender-se pelo Oriente Médio, por obra do Hamás. Mais uma vez, os palestinenses são vítimas de seus “irmãos” e de seus dirigentes.
[Responder]
Gilson
em 10 de janeiro de 2009
Site do Estadão: Milhares protestam na Alemanha, Itália, França e Inglaterra, contra ataques de Israel em Gaza.
[Responder]
Wagner Estelita
em 10 de janeiro de 2009
Francisco I,
“Israel” não é um país soberano e sim um grupo sionista que se instalou na Palestina para praticar terrorismo.
Quem apóia o “Estado” de Israel não deveria ver nada de anormal em uma seita neopentecostal tomar a Região Sudeste do Brasil de assalto, declarando uma suposta independência para criar o “Estado Universal”, talvez?
Misturar política com religião dá nisso.
Mas os verdadeiros invasores são vocês. E cada vez mais as pessoas se informam, descobrindo isso.
Estamos na era da globalização, o número de alienados diminui cada vez mais. As mentiras ditas repetidas vezes vão sendo derrubadas.
[Responder]
Wagner Estelita
em 10 de janeiro de 2009
Ah, como poderia me esquecer? Fazia tempos que não visitava seu blog, Gilson. Andei meio deprimido com o rebaixamento do Vasco, hehe…
Continue nessa luta, seu trabalho é árduo e maravilhoso. Meus mais sinceros parabéns!
[Responder]
Komentarze
em 10 de janeiro de 2009
Ademar,
“É engraçado…todo mundo diz que as cidades se renderam sem resistência as tropas muçulmanas. Deve ser por isso que eles não estão acostumados quando encontram uma nação que os enfrenta…”
Bom, você disse que houve um massacre em Hebron, eu não achei informações sobre isso. Com certeza eles não enfrentaram os muçulmanos porque não tinham meios para tal. Sobre resistência… veja a resistência iraquiana, ou então a chechena, que conseguiu vencer a primeira guerra no Cáucaso.
Sobre a rejeição de observadores internacionais; é muito simples. Os palestinos não aceitam porque não querem perder a posse de suas armas. Exemplo; se a resistência Chechena tivesse passado por observadores(vistorias) internacionais, eles não iriam conseguir resistir aos ataques russos. Já que resistências não são formadas por forças do Estado, essas não tem o direito no “papel” de empunhar armas. Claro, existem exceções, vide os afegões,que não eram vistos como terroristas por americanos e israelenses por um motivo óbvio: interesse.
O massacre que Israel perpetua tem esse interesse. Se fosse uma guerra convencional a intervenção internacional não iria desmantelar as forças do Estado. Exceções acontecem com Estados que cometem crimes de guerra(vide as não tão recentes guerras no Báltico). Como o Hamas é considerado um grupo terrorista pelos americanos/israelenses, as armas teriam de ser depostas.
Podemos aprofundar numa previsão(que eu espero que não aconteça); Israel mata civis: consegue uma intervenção de forças internacionais, a resistência Palestina é desmantelada, a luta pelos seus direitos caem no ostracismo(por um tempo). O anti-semitismo cresce assustadoramente pelo mundo para a felicidade do Sionismo. Posso citar uma frase de Theodor Herzl(o deus supremo de Sião):(…)
“The antisemites WILL BECOME our most loyal friends, the antisemites nations will become our allies.” (One Palestine Complete, p. 47)
Legal né ? Muito humano… Sera que ele tinha um acordo com Hitler ? hahahahahaha…
Aqueles civis estão sendo mortos porque Israel assim o quer… os foguetes do Hamas não são ouvidos, porque os seus aliados históricos(como o Hamas costuma dizer) estão cheio da bufunfa dos americanos.
É tudo uma jogada Americana pra enfraquecer o Irã e mostrar o que esta por vir… Mas o mundo caminha mais redondo com Rússia e Venezuela no páreo.
Pessoalmente, como um anarquista, eu aprendi muito com esse conflito. Para os poderosos, aquela gente pobre e oprimida das terras roubadas são essenciais. Se não houvessem “terroristas” pra quem eles iriam vender armas ? Pra Micronésia(aliada de Israel) ? Como o Bush falava: “WAR ON TERRORISM”…
Nesse mundo de hierarquias, ricos e pobres sempre vão acontecer essas merdas. Sem a União Soviética pra equilibrar a cagada que esses dois PIMPOLHOS fazem com os pobres, creio que temos de torcer para um bloco do “mal” nascer de novo… ou virarmos terroristas também.(Aceita, Gilson ?)
Quando o RICO rouba ninguém liga, e não é de gravatas que falo:
In the summer of 1941, Yosef Weitz toured the country side in central Palestine, and in his diary he recorded seeing:
“LARGE [Palestinian Arab] villages crowded in population and surrounded by cultivated land growing olives, grapes, figs, sesame, and maize fields . . . . Would we be able to maintain scattered settlements among these existing [Palestinian Arab] villages that will always be larger than ours? And is there any possibility of buying their [land]?. . . . . and once again I hear that voice inside me called: evacuate this country.” (Expulsion Of The Palestinians, 133)
EVACUATE THIS COUNTRY!
EVACUATE THIS COUNTRY!
EVACUATE THIS COUNTRY!
EVACUATE THIS COUNTRY!
I HEAR THAT VOICE INSIDE ME CALLED: EVACUATE THIS COUNTRY!!!!!!!!
COUNTRY
[Responder]
Gilson
em 10 de janeiro de 2009
Caro Wagner Estelita,
Muito obrigado e é muito bom tê-lo de volta.
[Responder]
Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Caro Komentarze, se vc está dizendo que o Hamas vai ter que depor as armas porque são terroristas, não são só os americanos e israelenses que os consideram assim. A comunidade internacional também, portanto eles são terroristas.
Dizer que o antissemitismo cresce para felicidade do sionismo, mostra que vc realmente entende o motivo da existência de Israel. Imagine hoje (supondo que o antissenitismo estaria crescendo por outro motivo), o que seria dos judeus sem Israel. Foi isso que Theodor Herzl disse: o criador do atual Estado de Israel foi o antissemitismo. Vc mesmo acabou de derrubar a tese da criação de Israel com bases religiosas. Ele só saiu do papel pelo massacre que os judeus sofreram durante a II Guerra e as perseguições étnicas anteriores. Foi o preconceito cristão juntamente com o Holocausto que tornaram possível a existência desse novo Israel. O Herzl disse e o Komentarze admite. Israel é necessário para a sobrevivência do povo judeu, hoje a sobrevivência dos israelenses e isso é um direito que o Hamas não aceita.
Não se esqueça também que cresce e muito o anti-islamismo no mundo. Se lembre de Timor Leste, Mumbai, Chechenia, Darfur, Xinjiang e as Torres Gêmeas. O mundo também não esquece. Ou esquece?
Pra terminar, já viu o quadro dos “Melhores do Mundo” ( aquela companhia de teatro) que tem uns quatro Muhamads? Vc que está querendo virar terrorista, qual deles vc quer ser? Qual deles vc vai querer que o Gilson seja? O de jaqueta camuflada ou um dos outros três?
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Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos ou gerações e registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:
- Quando foi fundada e por quem?
- Quais eram as suas fronteiras?
- Qual a sua capital?
- Quais eram as suas grandes cidades?
- Qual era a base de sua economia?
- Qual a sua forma de governo?
- Vocês podem citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
- Por qual motivo, o Egito e a Jordania não concederam independencia a Gaza e Cisjordania até 1967?
- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora não deixa margem a interpretações?
- Qual era a língua falada no país Palestina?
- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
- Qual o nome de sua moeda?
- Escolham uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, etc.
- Desde que tal país não existe hoje, expliquem porque deixou de existir?
- Se vocês lamentam o destino da pobre Palestina, respondam em que época este país foi orgulhoso e independente?
- Se o povo que vocês, por engano, chamam de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes (Arafat era Egipcio) e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a derrota devastadora na Guerra dos Seis Dias?
- Espero que vocês não venham a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.
[Responder]
Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
PILAR RAHOLA
Por que não vemos manifestações em Paris, ou em Londres, ou em Barcelona contra as ditaduras islâmicas?
Por que não as fazem contra a ditadura birmanesa?
Por que não há manifestações contra a escravidão de milhões de mulheres que vivem sem nenhum amparo legal?
Por que não se manifestam contra o uso de “crianças bomba”, nos conflitos onde o Islã está envolvido?
Por que nunca lideraram a luta a favor das vítimas da terrível ditadura islâmica do Sudão?
Por que nunca se comoveram pelas vítimas de atos terroristas em Israel?
Por que não consideram a luta contra o fanatismo islâmico, uma de suas principais causas?
Por que não defendem o direito de Israel de se defender e de existir?
Por que confundem a defesa da causa palestina, com a justificação do terrorismo palestino?
E a pergunta do “milhão”, por que a esquerda européia, e globalmente toda a esquerda, estão obcecadas somente em lutar contra as democracias mais sólidas do planeta, Estados Unidos e Israel, e não contra as piores ditaduras?
As duas democracias mais sólidas, e as que sofreram os mais sangrentos atentados do terrorismo mundial.
E a esquerda não está preocupada por isso.
E finalmente, o conceito de compromisso com a liberdade.
Ouço essa expressão em todos os foros pró-palestinos europeus.
“Somos a favor da liberdade dos povos”, dizem com ardor.
Não é verdade. Nunca se preocuparam com a liberdade dos cidadãos da Síria, do Irã, do Yemen, do Sudão, etc. E nunca se preocuparam com a liberdade destruída dos palestinos que vivem sob o extremismo islâmico do Hamás.
Somente se preocupam em usar o conceito de liberdade palestina, como míssil contra a liberdade israelense.
Uma terrível consequência decorre destas duas patologias ideológicas: a Manipulação jornalística.
Finalmente, não é menor o dano que causa a maioria da imprensa internacional.
Sobre o conflito árabeisraelense NÃO SE INFORMA, SE FAZ PROPAGANDA.
A maioria da imprensa, quando informa sobre Israel, viola todos os princípios do código de ética do jornalismo. E assim, qualquer ato de defesa de Israel se converte em um massacre e qualquer enfrentamento, em um genocídio. Foram ditas tantas barbaridades, que já não se pode acusar Israel de nada pior. Em paralelo, essa mesma imprensa nunca fala da ingerência do Irã ou da Síria a favor da violência contra Israel; da inculcação do fanatismo nas crianças; da corrupção generalizada na Palestina. E quando fala de vítimas, eleva à categoria de tragédia qualquer vítima palestina, e camufla, esconde ou deprecia as vítimas judias.
Termino com uma nota sobre a esquerda espanhola. Muitos são os exemplos que ilustram o anti-israelismo e o antiamericanismo que definem o DNA da esquerda global espanhola.
Por exemplo, um partido de esquerda acaba de expulsar um militante, porque criou uma página de defesa de Israel na internet. Cito frases da expulsão:`Nossos amigos são os povos do Irã, Líbia e Venezuela, oprimidos pelo imperialismo. E não um estado nazista como o de Israel.`
Por outro exemplo, a prefeita socialista de Ciempuzuelos mudou o dia da Shoá pelo dia da Nakba palestina, depreciando, assim, a mais de 6 milhões de judeus europeus assassinados. Ou em minha cidade, Barcelona, o grupo socialista decidiu celebrar, durante o 60º. aniversário do Estado de Israel, uma semana de `solidariedade com o povo palestino`. Para ilustrar, convidou Leila Khaled, famosa terrorista dos anos 70, atual líder da Frente de Libertação Palestina, que é uma organização considerada terrorista pela União Européia, que defende o uso das bombas contra Israel. E etc.
Este pensamento global, que faz parte do politicamente correto, impregna também o discurso do presidente Zapatero. Sua política exterior recai nos tópicos da esquerda lunática e, a respeito do Oriente Médio, sua atitude é inequivocamente pró-árabe. Estou em condições de assegurar que, em particular, Zapatero considera Israel culpado do conflito, e a política do ministro Moratinos vai nesta direção. O fato de que o presidente colocou uma Kefia palestina, em plena guerra do Líbano, não é um acaso. É um símbolo. A Espanha sofreu o atentado islâmico mais grave da Europa, e `Al Andalus` está na mira de todo o terrorismo islâmico.
Como escrevi faz tempo, “nos mataram com celulares via satélite, conectados com a Idade Média”. E, sem dúvida, a esquerda espanhola está entre as mais anti-israelenses do planeta. E diz ser anti-israelense por solidariedade! Esta é a loucura que quero denunciar com esta conferência.
CONCLUSÃO
Não sou judia, estou vinculada ideologicamente à esquerda e sou jornalista.
Por que não sou anti-israelense como a maioria de meus colegas?
Porque como não judia, tenho a responsabilidade histórica de lutar contra o ódio aos judeus, e na atualidade, contra o ódio a sua pátria, Israel. A luta contra o anti-semitismo não é coisa dos judeus, é obrigação dos não judeus,
Como jornalista, sou obrigada a buscar a verdade, para além dos preconceitos, das mentiras e das manipulações. E sobre Israel não se diz a verdade.
E como pessoa de esquerda, que ama o progresso, sou obrigada a defender a liberdade, a cultura, a convivência, a educação cívica das crianças, todos os princípios que as Tábuas da Lei converteram em princípios universais.
Princípios que o islamismo fundamentalista destrói sistematicamente.
Quer dizer, como não judia, jornalista de esquerda tenho um tríplice compromisso moral com Israel.
Porque, se Israel for derrotado, serão derrotadas a modernidade, a cultura e a liberdade.
A luta de Israel, ainda que o mundo não queira saber, é a luta do mundo
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Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
Wagner Estelita,
Qual país arabe não mistura religião com política?
Israel só não é um país estabelecido na tua cabeça.
[Responder]
Komentarze
em 11 de janeiro de 2009
Ademar,
Não é porque estados dizem algo que eu tenho que aceitar esse algo. Bom, você não considera Israel como um estado terrorista, eu considero. O anti-semitismo é necessário ao estado judeu, pois se não fosse esse…como eles iriam roubar dinheiro dos alemães e usar o holocausto pra tudo que é chantagem financeira ? Alguém aqui consegue imaginar o sionismo sem o holocausto ?
Herzl era um racista desgraçado que queria tirar todos os palestinos de lá… Não seja cínico, Ademar. Porque você não admite outras coisas que Herzl disse ? Frases que eu cansei de postar aqui… O sionismo desde o começo pregou a limpeza étnica e desapropriação de terras de cidadãos nativos!
Ademar, qual foi o motivo dos ataques nas torres gêmeas ? Simples, o apoio de americanos a regimes opressores no Oriente Médio foi o maior contribuinte. No relatório do 9/11 isso não foi colocado em pauta, porque sera ? Porque estamos falando de Israel, o maior comprador de armas dos EUA… Porque você acha que a linda e democrática America apoiou os regimes opressores na América do Sul ? Não queriam que o proletariado fizesse uma revolução e claro, queriam vender armas…
Testemunhas do inquérito do 11 de Setembro: (lembre-se que o testemunho dessas pessoas não foram parar no inquérito)
http://www.youtube.com/watch?v=J1bm2GPoFfg
“They concentrate on how much injustice America has caused in the world and how to get rid of this unfairness. They mention Palestine, they call on you to uphold your national dignity, to defend people, and suggest for that you must sacrifice yourself.”
“Agent Fitzgerald stepped up to the plate and laid out the facts, “I believe they feel a sense of outrage against the United States. They identify with the Palestinian problem, they identify with people who oppose repressive regimes and I believe they tend to focus their anger on the United States.”
No vídeo acima, o senhor vai ver que Lee Hamilton silencia uma pergunta, silencio o qual é respondido com:
“The gorilla in the room is USA support for Israel”
The questioner started to ask, “Mr. Hamilton? I had a quick question for you sir. I had spoken with you on C-SPAN about a month ago …” Immediately Hamilton interrupts him, “I think we’d uh …” The questioner persisted, “why aren’t we addressing the gorilla in the room? The gorilla in the room is US support for Israel.” He corrects Hamilton’s claim that the Israeli-Palestinian dispute wasn’t addressed in the 9/11 Commission Report by referring to page 147 of the report which says, “By his own account, Khalid Sheikh Mohammed’s animus toward the United States stemmed not from his experiences there as a student, but rather from his violent disagreement with U.S. foreign policy favoring Israel.”
The questioner keeps getting interrupted by Hamilton as he pleads, “Why aren’t we addressing that sir?” Hamilton didn’t answer and dismisses the questioner, “Alright sir. Alright, this is a conversation you and I ought to have. Let’s not take up the time of our resource people. May we go to the next question please?”
Ninguém esta acima de mim, Ademar. Nenhum estado e nem mesmo o Brasil. Eu sou livre e espero que um dia todos sejam livres. Eu garanto essa liberdade gastando boa parte do meu tempo pesquisando sobre a coerção exercida por esses “senhores da verdade”; se não usam a força usam das mentiras; tudo pra vender armas e conseguir umas boas gotas de petróleo. Claro, eu poderia ser egoísta e não dar a mínima pra aquela gente; mas são humanos como eu, são meus irmãos.
Quando vemos pessoas explodindo outras pessoas sem motivos financeiros sem portar ternos, o motivo é óbvio, e garanto que essas explosões marginais são solidárias com oprimidos.
O senhor disse que o Estado de Israel não esta no âmbito religioso; pode até ser, apesar de eu discordar. Mas desse ponto de vista podemos ir em contrapartida usando o recente massacre em Mumbai:
http://www.jewsagainstzionism.com/news/currentarticle.cfm?id=155
The question, however, is: what was the motive of the terrorists in attacking a small Jewish synagogue with a few Jews in it, when they could have attacked a large hotel or other public place and claimed many more victims?
The answer: Zionism!
Ao meu ver o Sionismo é o maior perpetuador do anti-semitismo em nossos tempos, e esse sabe muito bem como fazer uso desse prejuízo.
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“One Cow in Palestine is worth more than all the Jews in Poland”
….Izaak Greenbaum
http://www.marxists.de/middleast/brenner/ch01.htm
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Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
CARTA DE FUNDAÇÃO DO HAMMAS:
Depois dizem que Israel não é democracia e que “mistura” religião com política:
Em seu documento (carta de fundação), o Hamas declara “trabalhar para impor a palavra de Alá sobre cada centímetro da Palestina” (art. 6º). Aqui, “Palestina” é a histórica: território que hoje inclui Israel, Gaza e Cisjordânia. Essa formulação prega a destruição de Israel e a criação de um Estado islâmico, governado pela sharia (a lei muçulmana).
No artigo 7º, o Hamas cita “o profeta [Maomé]: “o julgamento final não virá até que os muçulmanos lutem contra os judeus e os matem’”. No artigo 11, declara que a Palestina é um “Waqf”: terra sagrada e inalienável para os muçulmanos até o Dia da Ressurreição e que, pela origem religiosa, não pode, no todo ou em parte, ser negociada ou devolvida a ninguém.
Há outros trechos interessantes -o Hamas deixa claro o papel dos intelectuais e das escolas, que é de doutrinamento para a jihad; das mulheres (“fazedora de homens” e administração do lar) e até determina o que é arte islâmica ou pagã -que permitem ao leitor antever o paraíso de liberdade em que se tornaria a Palestina caso a sua visão fosse concretizada.
Também há artigos em que o antissemitismo do grupo acusa a comunidade judaica internacional de dominar a mídia e as finanças internacionais e de ter causado a Segunda Guerra Mundial, em que 6 milhões de judeus foram assassinados.
O documento flerta tanto com o ridículo que ele mesmo esclarece, no artigo 19, que “tudo isso é totalmente sério e não é piada, pois a nação comprometida com a jihad não conhece a jocosidade”. Quanto à seriedade do Hamas, não resta a menor dúvida, e seria bom que a comunidade internacional deixasse de tratá-los como pobres coitados e os visse como o que são: genocidas que só não implementam sua visão por inabilidade.
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Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
Com quem Israel deve negociar a paz ? Com o Hamas… que não reconhece a sua existência, ou com o Irã, que quer “apagá-lo do mapa” ? Você já presenciou uma negociação do presidente Lula com narcotraficantes de alta periculosidade no Palácio do Planalto ? Enquanto representantes brasileiros tentam “importar” a guerra para o mundo pacífico, o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Melo é explodido em um atentado com um caminhão-bomba islamita na embaixada da ONU e outro brasileiro, o engenheiro João José Vasconcelos, foi sequestrado e assassinado covardemente pelos êmulos do Hamas – apenas para citar dois exemplos recentes. O justo seria terrorismo de estado ou terrorismo contra estados legitimamente constituídos, como o Brasil e Israel ?
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Komentarze
em 11 de janeiro de 2009
Francisco I,
Essa carta de fundação do Hamas é muito atraente, engraçado que Israel apoiou o Hamas pra tirar o Fatah do poder. Pois é claro, os americanos precisam vender armas… Vocês acham que eles ligam pra isso ? Parem de ser tolos e abram os olhos… aquela gente esta sendo usada, cada civil morto, é morto pelo bom gosto de Israel.
Primeiro, o Hamas esta ganhando uma simpatia tremenda enquanto o holocausto acontece… o anti-semitismo vai crescer pra caramba. É tudo que Israel quer, enfraquecer a influência iraniana na região e usar do politicamente correto pra conseguir suas cagadinhas… claro, com o sangue de crianças…
Claro, existem tolos como essa idiota da carta acima que se diz de esquerda e apóia Israel:
“Por que não sou anti-israelense como a maioria de meus colegas?
Porque como não judia, tenho a responsabilidade histórica de lutar contra o ódio aos judeus, e na atualidade, contra o ódio a sua pátria, Israel. A luta contra o anti-semitismo não é coisa dos judeus, é obrigação dos não judeus, ”
Olhem o ANTI-SEMITISMO ali no texto
Obrigação dos não judeus ? Pra essa gente existe judeu e não judeu… Responsabilidade histórica é foda einh ? Marx deve estar chacoalhando no caixão. A luta de Israel é a pelo imperialismo e genocídio! Como que alguém se diz de esquerda e fala uma merda dessas ?
Sera que essa jornalista conhece o compromisso histórico e sanguíneo que Noam Chomsky tem com Israel ? Esse judeu que é o maior anarquista dos nossos tempos ? Essa matéria é um absurdo e essa mulher é burra de mais!
Agora… COMO É QUE ALGUÉM QUE SE DIZ DE ESQUERDA FALA QUE OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA é uma democracia sólida ? Puta que o pariu! EUA, país que mais vende armas no mundo, país que mais apoiou regimes anti-proletariado no mundo! Da pra você ver que essa jornalista tem um grande COMPROMISSO HISTÓRICO com a verdade, não é camarada ?
Por favor Francisco, até os textos do deolhonamidia tem mais lógica que isso… a mulher fala o texto todo que é de esquerda para que o leitor leia o texto por uma ótica liberal, mas quem é de esquerda(de verdade) lê isso e vê que ela é uma manipuladora.
Francisco, o senhor achou um absurdo essa carta de fundação do Hamas não é ? Peço ao senhor que leia os diários e artigos dos fundadores do Sionismo. Garanto que o senhor vai se assustar.
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Francisco I
em 11 de janeiro de 2009
O Hamas está colhendo o que plantou!
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Komentarze
em 11 de janeiro de 2009
Francisco I,
Apagar Israel do mapa ? Isso é MENTIRA!
http://www.youtube.com/watch?v=4mScWWtRfGQ&feature=channel
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Komentarze vc está invertendo as coisas. O antissemitismo criou o sionismo. O antissemitismo junto com o holocausto criaram Israel. E não o contrário. Vc agora está mostrando sua veia radical. Vc é um anarquista radical. E mais, vc não é livre. Se vc mora em qualquer país que tenha uma constituição ou algo parecido, vc não é livre. Vc está sujeito às Leis. Vc é livre na sua cabeça, mas na prática vc não é. Se vc cometer um delito dentro do país onde vc mora, sofrerá consequências. O anarquismo é utópico e hipócrita. Um delírio. Se vc como anarquista chegasse ao poder, faria o que para impor a ordem? Como o anarquismo iria chegar ao poder sem uma revolução? Lembrando que revolução é igual à assassinatos. Portanto, sua defesa por aqui não é humanista é política. Está escolhendo um dos lados da mesma moeda. Se vc é contra qualquer tipo de governo, como vai chegar ao poder sem ter que matar? O anarquismo não lhe protege de ser taxado de genocida em potencial, já que para chegar ao poder, como já disse, os anarquistas teriam que provocar uma revolução armada. De onde vcs compraraiam as armas? De onde o Irã compra armas? De onde o Hamas compra armas? Ora Komentarze não seja cínico.
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
É isso aí Francisco I, os europeus estão perdidos. Estão reféns dos muçulmanos. São covardes. Como só teem um filho, se acovardam diante das ameaças que sofrem do terrorismo islâmico. Se protegem usando discuros antissemitas para evitar os ataques dos homensbombas. A Europa está cheia de muçulmano, que aos poucos vão tomando conta deles. Como não conseguem lutar contra eles, pois são incompetentes, se aliam à eles. O islamismo está dominando uma Europa que se acovarda dentro de seus próprios traumas.
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Os filisteus retratados pelos egípcios vieram do mediterrâneo e tinham costumes diferentes dos povos semíticos, como os hebreus, os asmoneus, etc(antes de Cristo). Os filisteus também eram invasores, fizeram o mesmo caminho dos judeus. Os filisteus desapareceram da história. Os arameus, que falavam aramaico, destruiram suas principais cidades: Asdod, Ascalon, Ekron, Gaza e, a maior delas, Gat (esta foi totalmente queimada). Os babilônios séculos depois terminaram o serviço, massacrando-os e assimilando-os. Tentaram fazer isso com o povo judeu, mas como podem ver não conseguiram. Nem os árabes andavam por lá. Nessa época, a etnia árabe não ultrapassava as fronteiras de suas cidades-estados, na península arábica. Os romanos destruiram a Judéia em 132 d.C., mudando o nome para Palestina, que se tornou uma região e não um país. Os invasores árabes chegaram, na Palestina, no século VII d.C. e começaram a converter muitos em muçulmanos. Houve um tempo em que os judeus eram maioria. Houve um tempo em que os árabes eram maioria. Hoje, em Israel, os judeus são novamente maioria. E mais, se o islamismo é uma religião abraâmica, como negar a existência dos judeus naquelas terras?
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Komentarze
em 11 de janeiro de 2009
Ademar, quem FALOU em revolução ? De onde você tirou que eu sou a favor de uma matança ideológica ? E outra, um anarquista não chega ao poder em lugar nenhum, porque não pode haver hierarquia e coerção. Seria no mínimo contraditório um PODER anarquista, não acha ? Não precisamos matar ninguém. Não somos sionistas. O proletariado e os oprimidos vão trazer o anarquismo; educação, conhecimento e liberdade.
Claro, se estivéssemos em uma situação extremamente preocupante; como o julgo de um regime totalitário ou de um regime militar. Creio que seria necessário o uso de manifestações e da resistência, mas nunca… nunca IMPOR ou fazer uso da coerção; deixa isso para os religiosos e para as elites; eles sabem brincar com anomia(ainda mais Israel).
Você disse que o anarquismo é hipócrita, e ainda me fala que eu é que não estou no âmbito humanista, não é ? Você vem falar que europeus são reféns de muçulmanos, os chama de covardes porque SÓ TEM UM FILHO e ainda me chama de cínico! Estou vendo que é o senhor que esta no âmbito humanista, com certeza! Um filho ? Você quer dois, né ? Ama uma guerrinha…
Saiba que muitos grandes anarquistas foram judeus(tirando os sionistas); o senhor pode ser converter também. Mas por favor, tenha só um filho…
[Responder]
Sarah Zanotti
em 11 de janeiro de 2009
AOS SÁBIOS DEFENSORES DO SIONISMO:
APÓS EXTERMINAR O POVO PALESTINO;COMO SERÁ O FUTURO DE ISRAEL E DO POVO JUDEU,CERCADO DE ÓDIO NOS QUATRO CANTOS DO MUNDO ?
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Daqui a pouco vão dizer que o Irã não financia o Hamas.
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Wagner Estelita jogou a ONU no buraco quando diz que Israel não é um país soberano. Pela lógica dele, a ONU não serve pra nada… Consequentemente, as resoluções contra Israel inexistem.
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Wagner Estelita
em 11 de janeiro de 2009
Francisco,
Isso não tem a ver com a questão que eu levantei, que foi a de uma religião em especial violar a soberania de um país.
Quanto aos países árabes em geral, não boto minha mão no fogo. Todos têm problemas, ninguém é perfeito. Mas devo confessar que acho errado um país armado querer justificar que outro país não se arme. Afinal, soberanias podem ser violadas, como a da Palestina.
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Israel não vai exterminar o povo Palestino. Israel vai, com certeza, enfraquecer o Hamas para impedir que este continue a lançar mísseis em seu território.
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Ademar
em 11 de janeiro de 2009
Se no anarquismo não existe o poder, nunca existirá um Estado ou Nação anarquista. O ser-humano como todos os mamíferos, precisam de líderes. Não é a toa que existe o poder. O ser-humano não foge a regra genética, quando encara a realidade. Só faz isso quando delira. Se não precisa matar, não é do Hamas, mas defende suas atrocidades.
Um anarquista não é um revolucionário?
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Ademar
em 12 de janeiro de 2009
Caro Komentarze, vc continua distorcendo a lógica. Não disse que os europeus teem um só filho para não fazer guerra e muito menos que, quem quer fazer guerra precisa ter dois ou mais filhos. Disse e não sou apenas eu, existem vários artigos sobre isso, que, pelo fato dos europeus terem apenas um filho, isso é um fator relevante que os leva a não querer enfrentamentos. A Europa já passou por duas grandes guerras. Eles teem trauma disso e com certeza evitam qualquer outra. Sabem o que é uma guerra. Esse trauma tira deles a capacidade de reagir frente a qualquer ameaça, que não seja de fato contra eles. Como os muçulmanos estão invadindo a europa, isso causa insegurança em muitos. Fato: Depois do atentado no metrô em Madri, a população exigiu a volta dos soldados espanhóis do Iraque. Isso não foi por causa humanitária ou por ética, foi por medo. Posso chamar de covardia, mesmo que não seja de forma literal.
Não acho o anarquismo ruim, só acho que é utópico. E se é humanista, o que vc quer dizer com “resistência”? Vou perguntar novamente, como o anarquismo poderia derrubar um Estado autoritário ou mesmo um Estado democrático capitalista? Pelo que sei, os anarquistas defendem a violência como defesa. É o que Israel está fazendo.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Convido aliados e adversários a ler os comentários que publiquei há pouco junto ao artigo sobre a multa aplicada à Federação Israelita.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Se John McCain tivesse sido eleito, a esta hora estaria dando vivas ao massacre ora cometido por Israel em Gaza. O silêncio de Obama já é um passo à frente, por incrível que pareça.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Ademar, Francisco I e os justificadores de Israel em geral escondem o fato de que mesmo durante o cessar-fogo, respeitado pelo Hamas, Israel praticou um bloqueio feroz contra a Faixa de Gaza, causando fome e desespero entre os palestinos. Israel já atacava Gaza, portanto, quando foguetes qassam não eram lançados contra território israelense.
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Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Quando os fantoches americanos caírem no Egito, no Paquistão e na Arábia Saudita, Israel vai ver o que é bom pra tosse. E o Massacre de Gaza enfraquece os regimes pró-americanos em países islâmicos. A médio prazo, Israel está trabalhando contra si mesmo. O que importa, porém, é ganhar as próximas eleições, e diz muito sobre os israelenses judeus o fato de que sangue (alheio) dá voto em Israel.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
O judeu israelense Uri Avnery mostra, em artigo publicado no site http://www.realclearpolitics.com, que as táticas usadas por Israel em Gaza maximizam as mortes e as mutilações de civis palestinos de modo a minimizar as baixas israelenses, pois baixas israelenses tiram votos.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Wagner Estelita: “Israel é apenas o nome do grupo sionista que tomou a Palestina”.
Matou a pau!
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
O Estado de Israel foi construído sobre o terrorismo clássico. Lembrai-vos do Irgun e do Haganath, organizações terroristas sionistas. Lembrai-vos do atentado contra o Hotel Rei Davi, em Jerusalém, atentado coordenado por Menachem Begin, que seria primeiro-ministro de Israel na década de 70.
Lembrai-vos…
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Quem não tem o direito de existir, por existir sobre terras roubadas há meros 60 anos, não tem direito a mais nada, muito menos o direito de matar e mutilar aqueles que foram roubados.
E ponto final.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
POSTANDO NOVAMENTE, JÁ QUE NINGUEM RESPONDE.
Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos ou gerações e registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:
- Quando foi fundada e por quem?
- Quais eram as suas fronteiras?
- Qual a sua capital?
- Quais eram as suas grandes cidades?
- Qual era a base de sua economia?
- Qual a sua forma de governo?
- Vocês podem citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?
- Por qual motivo, o Egito e a Jordania não concederam independencia a Gaza e Cisjordania até 1967?
- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora não deixa margem a interpretações?
- Qual era a língua falada no país Palestina?
- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
- Qual o nome de sua moeda?
- Escolham uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, etc.
- Desde que tal país não existe hoje, expliquem porque deixou de existir?
- Se vocês lamentam o destino da pobre Palestina, respondam em que época este país foi orgulhoso e independente?
- Se o povo que vocês, por engano, chamam de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes (Arafat era Egipcio) e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a derrota devastadora na Guerra dos Seis Dias?
- Espero que vocês não venham a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.
[Responder]
Komentarze
em 12 de janeiro de 2009
Ademar, peço ao senhor que estude o Anarquismo. Comece procurando alguns autores judeus, talvez você simpatize.
Sobre guerras com europeus… partindo do seu ponto de vista; contra quem os europeus devem guerrear ? Contra o Irã pra defender Israel ?
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Gilson escreveu:
“O Estado de Israel foi construído sobre o terrorismo clássico. Lembrai-vos do Irgun e do Haganath, organizações terroristas sionistas. Lembrai-vos do atentado contra o Hotel Rei Davi, em Jerusalém, atentado coordenado por Menachem Begin, que seria primeiro-ministro de Israel na década de 70.
Lembrai-vos…”
Partindo desse princípio, a “Palestina” não deverá existir. O que praticaram de terrorismo desde 1967 não está no mapa!
Pronto, MATEI A PAU!!!
[Responder]
Komentarze
em 12 de janeiro de 2009
Resistir!
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho se acha muito sabidinho. O fato de Israel ter sido construído sobre o terrorismo clássico apenas prova que o Estado sionista não pode falar do Hamas. Principalmente porque a causa do Hamas é justa, já que os palestinos tiveram suas terras e casas roubadas pelos sionistas, enquanto a causa do Irgun e do Haganath era injusta, porque foram eles que roubaram os palestinos.
Dá pra entender, Chiquinho?
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Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Quanto a suas tolas perguntinhas sobre a Palestina, Chiquinho, está claro que você compartilha do cinismo de Golda Meir, segundo a qual “o povo palestino não existe”. Ah é? Então quem vocês estão matando e mutilando na Faixa de Gaza, se não os palestinos? Por que o mundo inteiro, até os Estados Unidos, reconhece o direito dos palestinos a um Estado?
Os palestinos são um povo de língua árabe que habitou por mais de um milênio a terra conhecida há séculos e séculos como Palestina, da qual foi expulso em 1948 pelos sionistas, habitando ainda uma parte daquela terra, sob ocupação sionista e sob ataques genocidas dos sionistas.
Dá pra entender, Chiquinho?
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Wagner Estelita
em 12 de janeiro de 2009
Ademar: “Israel não vai exterminar o povo Palestino. Israel vai, com certeza, enfraquecer o Hamas para impedir que este continue a lançar mísseis em seu território.”
Não é o que diz o pai do sionismo, o Talmud e as facções políticas de direita do grupo terrorista que controla grande parte da Palestina.
Sempre esteve perfeitamente óbvio que os invasores queriam expulsar os palestinos. Mas o povo palestino é bravo e resiste. Por isso o ódio sionista aumenta mais e mais. Israel já não consegue ficar muito tempo sem praticar seu terrorismo. O dedo ‘coça’, sabe? É preciso disparar.
Sempre repetirei: Os palestinos pagam com juros e correção monetária tudo o que Hitler fez.
A propaganda israelense é baseada em Goebbels, nas mentiras ditas repetidas vezes. E o genocídio é quase igual.
Gilson Gondim foi muito feliz ao definir Israel como um “estado” (abro aspas para dizer que na minha opinião é um grupo terrorista) nazista.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Gilsinho,
Primeiro:
Quem disse que sou contra um estado palestino independente? Não sou racista e intolerante como vc.
Segundo:
Dá para responder as “tolas perguntinhas”??? Objetivamente, tá? Fofinho…
Aguardando…
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
O ato fundador do que se chama Estado de Israel foi o massacre de Deir Yassin, quando uma vila palestina inteira foi dizimada por sionistas. Deir Yassin é o paradigma do sofrimento palestino desde então.
[Responder]
Dr. Cleverson
em 12 de janeiro de 2009
Ainda se gabam da perseguição sofrida no holofalso! Pior holocalusto que o da palestina não houve e não haverá! sangunários, perseguidores e assasinos.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Gilsinho fofinho,
(P)= Pergunta
(R)= Resposta
Qualquer dúvida posso desenhar para você! Ok?
Acho que vou matar a pau!!! Você não sabe nada! É um racistinha de 3a. categoria…
E lembre-se: Palestina é o nome de uma região que inclui outros países arabes. Opsss…não vou dizer quais são. Essa passa a ser mais uma “perguntinha tola” para você responder.
Se vocês estão tão seguros de que a Palestina, o país, foi fundado há muitos séculos ou gerações e registrada através da História escrita, espero que estejam capacitados a responder às perguntas abaixo:
P1- Quando foi fundada e por quem?
R:
P2- Quais eram as suas fronteiras?
R:
P3- Qual a sua capital?
R:
P4- Quais eram as suas grandes cidades?
R:
P5- Qual era a base de sua economia?
R:
P6- Qual a sua forma de governo?
R:
P7- Vocês podem citar pelo menos um líder palestino antes do egipcio Arafat?
R:
P8- Por qual motivo, o Egito e a Jordania não concederam independencia a Gaza e Cisjordania até 1967?
R:
P9- A Palestina foi reconhecida por algum país cuja existência, naquele tempo ou agora não deixa margem a interpretações?
R:
P10- Qual era a língua falada no país Palestina?
R:
P11- Qual a religião que prevalecia no país Palestina?
R:
P12- Qual o nome de sua moeda?
R:
P13- Escolham uma data no passado e responda qual era a taxa de câmbio da moeda palestina frente ao dólar, yen, franco, etc.
R:
P14- Desde que tal país não existe hoje, expliquem porque deixou de existir?
R:
P15- Se vocês lamentam o destino da pobre Palestina, respondam em que época este país foi orgulhoso e independente?
R:
P16- Se o povo que vocês, por engano, chamam de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes (Arafat era Egipcio) e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a derrota devastadora na Guerra dos Seis Dias?
R:
- Espero que vocês não venham a confundir Palestinos com filisteus. Trocar etimologia por história não funciona.
Outra coisa: Shimon Peres, só para exemplificar, com mais de 80 anos nasceu na…….PALESTINA!
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Depois de Israel lançar sua ofensiva militar contra Hamas, em instalações militares em Gaza, em resposta aos repetidos ataques a civis israelenses, as ruas árabes não perderam tempo e demonstraram com paixão sua oposição a Israel. Na Europa, muitos ocidentais também tomaram parte no protesto.
Como um muçulmano egípcio, agora vivendo nos Estados Unidos, eu me pergunto porque a rua árabe e seus apoiadores no Ocidente nunca mostram igualmente forte resposta contra terroristas islâmicos que alvejam civis inocentes mundo afora, explodem mercados inteiros, com civis de origem predominantemente muçulmana no Iraque, Paquistão, Sudão, Turquia, etc. Considerando-se que os ataques israelenses mataram cerca de 400 pessoas, maioria militante do Hamas, nos primeiros quatro dias, a atitude passiva do mundo muçulmano contra os terroristas representa extrema hipocrisia. Se eles realmente se importassem com vidas muçulmanas, deveriam ter demonstrado isso nos mesmos números e com igual veemência contra os islamistas que assassinaram centenas de milhares de seus concidadãos muçulmanos, para não mencionar o Hamas que abate membros do rival Fatah – mulheres e crianças incluídos.
Outra questão é: por que não vimos uma semelhante forte reação contra os terroristas que praticaram o mais recente atentado em Mumbai? Muitos indianos, ocidentais e judeus foram mortos. Mas não houve erupção espontânea e demonstrações de indignação na Europa, para denunciar os ataques, como no caso de Gaza. São essas vidas menos importantes que as dos palestinos? Onde está a o furor público organizado contra a matança lasciva de indianos e judeus?
Assistimos à queima de igrejas no Iraque, nas mãos dos jihadistas. Sabemos também que milhares de cristãos iraquianos fugiram porque os islamistas impõem sobre eles a tradicional Shari’a,. A escolha para os não-muçulmanos: converter-se ao Islã, ou pagar um imposto humilhante (jizzia), ou serem mortos. No entanto, não ouvimos qualquer coisa a partir das ruas árabes ou de seus apoiantes. Só o silêncio petrificante. As vidas palestinas valem mais do que as dos cristãos no Iraque?
Uma mentalidade tribal ainda governa o mundo muçulmano e não há qualquer vontade de demonstrar-se contra concidadãos muçulmanos, mesmo contra aqueles que tenham cometido grandes crimes contra outros muçulmanos. E a Europa é demasiado eviscerada para vir ao auxílio de vítimas cristãs dos “anti-infiéis”.
Depois, há o velho anti-semitismo. É tão fácil demonstrar-se contra os judeus ou Israel e extremamente raro ver demonstrações de apoio às vítimas judaicas – vítimas como o rabino Gabriel e sua esposa Rivka, que foram selecionados para a uma tortura especial em Mumbai, pelos islamistas. Ele faz o “impulso” europeu de boa consciência apontar um dedo contra a suposta “agressão” de Israel para ajudar a minorar algumas das suas próprias culpas remanescentes .
O mundo muçulmano e os europeus que apóiam as manifestações contra Israel deveriam parar a tendenciosa reação, a qual cega e reflexamente apoia o Hamas e criminaliza Israel. Aqueles que se mostram contra a campanha militar em Gaza devem perceber que, se o Hamas tivesse parado de atacar Israel com seus foguetes, Israel não teria lançado o seu ataque. Se o palestinos tivessem se focado na construção de sua sociedade e não em destruir a sociedade dos outros, toda a região iria desfrutar da paz e prosperar. Se esses grupos palestinos reconhecessem o direito de Israel a existir, caso finalizassem o terrorismo contra os judeus e nutrissem um sincero desejo de viver em paz, eles terminariam o seu sofrimento. A solução agora está simplesmente na mãos dos palestinos – não na dos israelenses.
TAWFIK HAMID
Escritor e médico, é muçulmano e autor de “Inside Jihad.”
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Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Gostei desse final do texto acima:
…”Se o palestinos tivessem se focado na construção de sua sociedade e não em destruir a sociedade dos outros, toda a região iria desfrutar da paz e prosperar. Se esses grupos palestinos reconhecessem o direito de Israel a existir, caso finalizassem o terrorismo contra os judeus e nutrissem um sincero desejo de viver em paz, eles terminariam o seu sofrimento. A solução agora está simplesmente na mãos dos palestinos – não na dos israelenses”.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho Bobinho, você acaba de se contradizer: insinua que não existem palestinos nem Palestina e ao mesmo tempo se diz a favor da criação de um Estado palestino!
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Somos todos infiéis. Inclusive os ateus!
http://www.memritv.org/video.html
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
O “imperador” Francisco I, o Contraditório, tenta fugir do assunto com perguntinhas irrelevantes para o debate que ora se trava.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Qual a contradição?
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Não neguei a existencia de palestinos nem sou contra a criação de um estado palestino que conviva em paz com Israel e seus vizinhos arabes.
Agora, Gilsinho fofinho, dá pra responder ou tá sem jeito?
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
tsc…tsc…tsc…
Irrelevantes? Tá! Mas, responda assim mesmo. Mostre seus conhecimentos! O quento vc é inteligente! O quanto aprendeu em Londres! Mostre pra nós “humirdes” brasileiros!
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
A contradição é óbvia, ó autoproclamado imperador: tentas desacreditar o conceito de Palestina e ao mesmo tempo te dizes a favor de um Estado palestino.
Que sentido há em responder a perguntas que qualquer um pode elaborar com uma pesquisazinha no Google? Não estamos aqui para fazer provas ministradas pelo professor Chiquinho, o “imperador”.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho, não estou aqui para demonstrar conhecimento ou inteligência.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho, és um complexado! Tens complexo de inferioridade!
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Entalou, Chiquinho?
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Já que Chiquinho I entalou, vamos em frente.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Ehud Olmert se vangloria de ter dado ordens a Bush.
Aconteceu num comício na cidade de Ashkelon. O primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, se gabou de ter obrigado Bush a humilhar Condoleezza Rice, forçando-a a se abster na votação, no Conselho de Segurança da ONU, de uma resolução de cessar-fogo que ela própria ajudara a elaborar.
Obama também vai receber ordens do governo israelense?
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Não sabe responder e desqualifica seu “oponente”? É isso?
Bota uma coisa nessa tua cabecinha oca. Eu torço pela paz, pelo entendimento, pela coexisistencia, pela tolerancia, pela aceitação…Sou muito diferente de vc.
Em nenhum momento eu neguei direito aos arabes da Palestina!
Palestina nada mais é que uma região e vc sabe disso. Ou nunca ouviu falar da “partilha da Palestina”? Israel é um país independente na Palestina. Quer vc goste ou não.
Não responde porque não sabe!
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Vai responder? Ou entalou???
Ô coisinha medíocre esse Gilsinho, fofinho!
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Quer que eu faça feito vc? Poste aos pouquinhos? Assim vc tem mais “clicagens” no Google. Mas, responder as “tolas” perguntas vc não responde, né?
Pois é ignorante, racista e não sabe as respostas.
Matei a pau!
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Entalou? Cadê as respostas???
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Psssiu! Cadê as respostas?
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
“Democracia” sionista: partidos árabes banidos da próxima eleição israelense.
Nem minoria eles têm mais o direito de ser.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Esta organização não é apenas anti-judaica, é anticristã, antiocidental, teocrática, e seu projeto é hegemônico. Em quase nada difere do discurso nazista da década de 30. Se você é ocidental, tem vocação democrática, e quer viver em um mundo de pluralidade e equilíbrio, veja e chege às suas próprias conclusões.
http://www.memritv.org/video.html
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Continuo aguardando as respostas das “perguntinhas tolas”…
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho I já mostrou que é contraditório e tem complexo de inferioridade. O resto é balela.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho I, coitadinho I.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Respostas? Pode ser?
Não sabe! É ignorante!
[Responder]
Andre
em 12 de janeiro de 2009
Sugiro que assistam à essa série no Youtube. Está em inglês pois a reportagem é da Fox News. Assistam às seis partes que estão no Youtube, é muito interessante!
segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Td8YdfNoPBk
Acho que o cara vai um pouco longe demais nas críticas ao islã, mas o retrato que é feito sobre o Hamas, para mim, é o mais fiel que já vi até hoje.
Abs e 0brigado por postar o comentário.
[Responder]
Andre
em 12 de janeiro de 2009
Sugiro a todos que, além de ficar comentando em blogs, conversem com israelenses e palestinos que vivem no Brasil. Pesquisem na internet e vcs acharão o contato dessas pessoas. Sim, existem vários! No RJ e SP as 2 comunidades são relativamente grandes.
Inclusive existe uma organização chamada Shalom Salam Paz que prega a coexistência das 2 comunidades baseada no exemplo multicomunitário brasileiro….. (caraca, “multicomunitário”!!! Nem sei se existe essa palavra!)
Bom, de toda forma, eu conheço pessoas que viveram lá, têm família lá (Israel e Gaza) e dá pena dos 2 lados. Eles têm muitas semelhanças, pois ambos nasceram em um ambiente onde a violência faz parte do dia a dia e, de uma maneira muito estranha, eles convivem com essa realidade melhor do que muito brasileiro das grandes cidades violentas.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Tá bom, Chiquinho I, você quer que eu seja ignorante? Isto é fundamental para sua felicidade? Então eu sou, só pra deixá-lo contentinho. Durma bem.
[Responder]
Ademar
em 12 de janeiro de 2009
Caro Gilson, não entendo como uma pessoa inteligente como vc está tentando nortear, nesse momento, o debate para o cerceamento do direito dos seus oponentes em defender seus próprios pontos de vista. Se pra vc Israel não tem o direito de se defender porque há 60 anos, na sua visão, esse país foi criado de forma artificial ou coisa parecida, a Palestina de hoje também não tem direito algum. Existe uma grande, repito, grande diferença entre palestino e palestinense. Os judeus que nasceram na Palestina antes da criação de Israel também são palestinos. Vários artigos usam o termo palestinense, que inclusive dá uma noção melhor de cidadania. Se a ONU vale alguma coisa pra vc, não há como argumentar que a divisão da região da Palestina em dois Estados, um judeu (Israel) e um árabe (Palestina) não deva ser respeitada. Em 1947 não foi só criado o Estado de Israel, foi também criado o Estado da Palestina. Antes não existia nenhum Estado naquela região, nenhum.
Durante o domínio turco-otomano, toda a região que compreendia os atuais Estados em questão, fazia parte da chamada Grande Síria. Um professor americano de origem árabe, Philip Hitti em 1946 disse: “Não existe, absolutamente, na História, a nação Palestina.” O tal Haj Amin Al-Hussein, então Mufti de Jerusalém, o tal tio de Arafat, enviou carta à Churchill em 1921, onde em vez de pedir independência à Grã-Bretanha, exigiu que a Palestina fosse reunificada à Síria. Antes da criação dos dois Estados não existia na mente dos árabes palestinos a idéia de país, de nação. O nacionalismo palestino só surgiu depois.
Durante o Mandato Britânico na região, mais de 100 mil árabes emigraram de países vizinhos e hoje são considerados palestinos. Os judeus que migraram nesse período também são palestinos. Ser Palestino não quer dizer ser palestinense ou árabe. Várias etnias já viviam por lá.
Resolução do I Congresso das Associações Muçulmanas e Cristãs, Jerusalém, 1919: ” Consideramos a Palestina como parte da Síria árabe.”
Abdul-Hadi, líder árabe local em 1937 disse à Comissão Peel: “Não existe tal país! Palestina foi um termo inventado por sionistas! Fazemos parte da Síria durante séculos.” Tá vendo que não foi só a Golda Meir?
Se os árabes palestinos, hoje palestinenses, teem direito à um Estado, os judeus palestinos, hoje israelenses, também teem.
[Responder]
Francisco I
em 12 de janeiro de 2009
Quem sabe, uma boa noite de sono faça vc ser criativo nas respostas?
[Responder]
Ademar
em 12 de janeiro de 2009
Migração dos judeus para a Palestina:
1919: 1.806
1920: 8.223 1930: 4.944 1940: 10.643
1921: 8.294 1931: 4.075 1941: 4.592
1922: 8.685 1932: 12.533
1923: 8.175 1933: 37.337
1924: 13.892 1934: 45.267
1925: 34.386 1935: 66.472
1926: 13.855 1936: 29.595
1927: 3.034 1937: 10.629
1928: 2.178 1938: 14.675
1929: 5.249 1939: 31.195
Se os árabes que migraram nesse período para a região teem direito a viver lá, estes judeus também teem. Depois, que foi criado o Estado de Israel, todos os judeus que migrarem pra lá também teem direito.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Chiquinho I,
Você é uma das últimas pessoas do mundo a ter condições para ser o juiz da minha criatividade ou da falta dela.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Caro Ademar,
Não estou cerceando ninguém. Vocês estão dizendo o que bem entendem. Só não sou obrigado a concordar.
[Responder]
Gilson
em 12 de janeiro de 2009
Capa da revista IstoÉ desta semana: “O terrorismo de Israel”.
[Responder]
Ademar
em 12 de janeiro de 2009
Dr. Cleverson tá dizendo que os judeus não foram perseguidos por Hitler. Dr. Cleverson nunca leu um livro de história.
[Responder]
Komentarze
em 13 de janeiro de 2009
Gostaria de estar no debate, mas vou ter que ficar um tempo fora. Então, não vou ter como dar boas respostas(que são longas)… mas vou ficar xeretando aqui quando puder.
Aos que continuam no ringue: é ótimo debater com vocês. Logo estarei de volta, preparem-se!
“Só serei verdadeiramente livre quando todos os seres humanos que me cercam, homens e mulheres, forem igualmente livres, de modo que quanto mais numerosos forem os homens livres que me rodeiam e quanto mais profunda e maior for a sua liberdade, tanto mais vasta, mais profunda e maior será a minha liberdade.” — Mikail Bakunin
[Responder]
Ademar
em 13 de janeiro de 2009
Caro Gilson, não invento o que digo. Não sou minha própria fonte. Digo o que entendo, é óbvio, não poderia dizer o que não entendo.
Isso é invenção?
Massacres de Árabes contra Judeus:
Dezembro 1947 – Pequenos kibbutz foram sujeitos a ataques – Gvulot, Ben-Shemen, Holon, Safed, Bat Yam e Kfar Yavetz. Sessenta e dois judeus foram assassinados pelos árabes da Palestina.
30 de dezembro de 1947 – 39 judeus foram mortos pelos árabes em Haifa.
16 de janeiro de 1948 – 35 judeus foram mortos tentando chegar em Gush Etzion.
22 de fevereiro de 1948 – 44 judeus foram mortos num ataque à bomba em Jerusalém’s Rehov Ben-Yehuda
29 de fevereiro, 1948 – 23 judeus foram mortos na Palestina, oito deles no Hayotzek ferro fundido.
Janeiro e Fevereiro de 1948 – Rishon Lezion, Yehiam, Mishmar Hayarden, Tirat Zvi, Sde Eliahu, Ein Hanatziv, Magdiel, Mitzpe Hagalil e Ma’anit foram submetidas a todos os ataques. Árabes atacantes também bombardearam The Palestina Post.
O ataque à Deir Yassin cronologicamente se encaixa aqui.
Quem atacou primeiro?
13 de abril de 1948 – 35 judeus foram assassinados durante o Monte Scopus.
Março e Abril – Ataque sobre Hartuv por 400 árabes com base na aldeia de Ishwa e um atentado à Kfar Darom por membros da Irmandade Muçulmana. A Agência Judaica, o Solel Boneh edifício em Haifa e um ônibus Egged foram bombardeados.
15 de maio de 1948 – 127 judeus foram massacrados em Kfar Etzion, depois de 30 outras pessoas tinham morrido defendendo o Bloco Etzion.
Durante este intervalo (29 de novembro de 1947 a 15 de maio de 1948), um total de 1.256 judeus tinham sido mortos, a maioria deles civis. Estas mortes foram causadas por milícias árabes, gangues, unidades militares e terroristas que atacaram cada local de habitação judaica na Palestina. Durante esse período, todas as aldeias judaicas no Negev foram atacados, e os judeus tinham que ir em comboios. Em todas as grandes cidades onde judeus e árabes viviam em bairros mistos os judeus foram atacados.
[Responder]
Gilson
em 13 de janeiro de 2009
Caro Komentarze,
Muito obrigado por sua valiosa participação e espero que você volte logo.
[Responder]
Gilson
em 13 de janeiro de 2009
Caro Ademar,
Gostaríamos que você nos fonecesse números tão detalhados sobre os massacres cometidos por judeus contra árabes ao longo dos séculos 20 e 21.
Lembre-se de Deir Yassin, apenas uma fugaz menção em seu relatório, mas também lembre-se do Líbano 1982, do Líbano 2006 e assim por diante.
Que tal?
[Responder]
Gilson
em 13 de janeiro de 2009
Ademar,
Você já parou pra pensar que os árabes estavam se defendendo do roubo de suas casas e terras, do destino cruel que lhes aguardava?
[Responder]
Wagner Estelita
em 13 de janeiro de 2009
Acima comentam o tema já batido, a respeito do suposto ódio que os muçulmanos (árabes, que seja) nutrem pelo ocidente.
Oras, somente um ser de pouca luz não iria refletir e imaginar que todo aquele simpático a causas de países oprimidos, não iriam antipatizar com seus opressores e apoiadores dos mesmos opressores.
Inglaterra e Espanha, por exemplo, deram apoio irrestrito aos saques no Iraque, não? De certa forma não faz sentido que tenham sido em Londres e Madrid os principais atentados?
Não que eu esteja defendendo atentados, longe de mim, mas que está longe de ser uma simples coincidência, está. Afinal de contas, vivo num país que “não faz mal a ninguém” e é justamente por isso que não há nada explodindo por aqui. Sou ocidental ou oriental por um acaso?
A tática é essa: Fazer todo e qualquer oriental sentir-se ameaçado, sendo que os saqueadores não somos nós. Não temos nada a temer, meus caros. Aliás, quem fala isso nem deveria estar no Brasil, moralmente falando.
[Responder]
Wagner Estelita
em 13 de janeiro de 2009
Ademar sugeriu a todos que procurem conversar com ‘envolvidos’ ao invés de postar no blog.
Bom… meu melhor amigo é judeu, e sionista “roxo”. Isso não nos impede de fazer nada que dois amigos fazem, embora os debates fervam quando o assunto é política.
Já minha mãe tem muitos amigos libaneses, turcos, iranianos, sírios, etc… tive a oportunidade de conversar com muitos, e mantenho contato até hoje com dois marroquinos daquelas épocas. Bom, posso afirmar veementemente que nunca ouvi uma vírgula de críticas a judeus, no máximo falando que sabem lidar muito bem com dinheiro e tal.
Podem dizer que sou suspeito p’ra falar e tal, mas meu amigo judeu conhece boa parte desses muçulmanos e pode confirmar. Já a identidade de meu amigo espero ser revelada em breve, visto que vou pedir para que ele venha ao blog defender os pontos de vista indefensáveis dele.
[Responder]
Francisco I
em 13 de janeiro de 2009
Sou livre para opiniar sobre sua criatividade ou não. Aqui não é Siria ou Irã. Você é panfletário, superficialista e racista.
No mais, Ademar matou a pau!
[Responder]
Andre
em 13 de janeiro de 2009
Não foi o Ademar que sugeriu, fui eu, o Andre!
Na verdade eu sugeri que se procure conversar com pessoas que viveram ou ainda vivem na região. A visão de pessoas que vivem ou viveram o conflito é, com certeza, mais precisa do que a nossa. Repare também que eu sugeri que “além” e não “ao invés” de comentar em blogs. Comentar em blogs, discutir, retrucar, etc. é legal!
[Responder]
Andre
em 13 de janeiro de 2009
Alguém assistiu à série “Escape from Hamas” da Fox News no Youtube?
segue o link: http://www.youtube.com/watch?v=Td8YdfNoPBk
[Responder]
Gilson
em 13 de janeiro de 2009
Publicarei minhas respostas e comentários a partir de agora junto ao post “Chorem, genocidas!”.
[Responder]
Francisco I
em 13 de janeiro de 2009
Isso para fugir das “tolas perguntinhas”?
[Responder]
Gilson
em 13 de janeiro de 2009
Não.
[Responder]
ivan
em 14 de janeiro de 2009
Muito bom seu ativismo em prol de Gaza, principalmente no orkut, que tem grande repercussão no Brasil.
Depois acesse meu blog que estou começando a mostrar algumas “mensagens subliminares” da mídia brasileira sobre o conflito e outros assuntos. Um deles é o fato do TERRA, com dados da CNN, estarem contando os mortos no conflito, palestinos, israelenses e crianças, sendo que crianças aparece como (ambos os lados) e nenhuma criança morreu até agora.
E para responder a JUDIA, Israel não está fornecendo os remédios, eles estão cortando os remédios e não deixam ajuda humanitária chegar a Gaza faz 6 meses (durante o “tratado de paz” onde descumpriram desde o começo). Durante anos as bombas (rojões) da Palestina mataram 20 pessoas(?), Israel invadiu terra dos outros, nem sequer comprou, mas roubou literalmente e ainda tem domínio sobre diversas terras que a ONU considera palestinas. E os palestinos que não cumprem os compromissos? é uma vergonha!
P_a_Z
[Responder]
Gilson
em 14 de janeiro de 2009
Obrigado, Ivan.
[Responder]
Ademar
em 14 de janeiro de 2009
Wagner Estelita, sem nenhum preconceito, imagine se o Paraguai fosse muçulmano, tendo sofrido a invasão de um país genocida chamado Brasil, que transformou o maior deles em herói, o nosso Duque de Caxias…Pra começar o Paraguai seria um Estado teocrático e surgiriam as fatwas. Gostaria de saber o que vc escreveria por aqui. Se vc acha que é preconceito, avalie os conflitos atuais e veja quantos países muçulmanos estão envolvidos em problemas com seus vizinhos e com seus próprios “cidadãos”.
[Responder]
Wagner Estelita
em 14 de janeiro de 2009
Primeiramente me desculpe, André, por te confundir com o Ademar. Era tarde, provavelmente o sono já me afetando… ^^
Ademar,
Já disse em outras oportunidades que não boto a mão no fogo por nenhum desses países, mas nada justifica o genocídio.
Para fazer analogias, é mais fácil a minha:
A Igreja Universal toma Bangu, depois todas as Zonas Norte e Oeste, depois toda a cidade do Rio de Janeiro.
Depois região Metropolitana, toda a Baixada Fluminense.
A essa altura São Paulo já envia tropas para ajudar na resistência.
Mas todo o estado do Rio e consequentemente as regiões Sudeste e Sul são tomadas.
Cria-se um novo país, de orientação ‘religiosa’ neopentecostal.
Basicamente é isso. Grupos terroristas/sionistas tomaram a Palestina.
Resumindo: Defendem o indefensável…
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Assoberbado
em 14 de janeiro de 2009
Em 29 de novembro de 1947 a Assembléia Geral da ONU, presidida pelo ilustre brasileiro Oswaldo Aranha, aprovou por maioria de 2/3 dos votos a “Partilha da Palestina”, destinando uma parte do território para os judeus (que construíram uma nação) e outra para os árabes (que, ao contrário, se propuseram a destruir Israel). A nação judaica foi atacado por 9 exércitos árabes e derrotou todos eles. O Hamas, com o apoio da Síria e do Irã, ainda acredita ser possível destruir Israel. Ledo engano.
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Ademar
em 14 de janeiro de 2009
Wagner Estelita, a Palestina não era um país. Quando comparei a questão de Goiás e Tocantins, é pra mostrar que nasceu na região norte de Goiás e que depois virou Tocantins, o cidadão é goiano de nascimento e tem “cidadania” tocantinense. E tem o mesmo direito de um tocantinense que chegou depois ou que tenha nascido no atual Tocantins.
A mesma coisa é o judeu e o árabe que já moravam na região da Síria, chamada Palestina, ambos palestinos e que após a divisão da região em dois Estados temos além deles o palestinense e o israelense. Todos, os palestinos judeu ou árabe, os palestinenses e o israelenses têm o mesmo direito aonde vivem hoje.
Se não, vamos começar a questionar o direito de um brasileiro morar no Brasil. Antes dos brasileiros existirem como tal, já há milhares de anos viviam judeus por lá. Quem tem direito ao Curdistão? Os turcos? Por que ninguém abraça a causa curda? Vou lhe dizer o porquê. Do lado de lá tem muçulmano, que controla a mídia.
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Ademar
em 14 de janeiro de 2009
Portugueses terroristas invadem Pindorama, massacram os nativos que viviam lá há mais de 5 mil anos e camuflam sua identidade, passando a serem chamados de brasileiros. Seus descendentes gozam do paraíso até hoje. E ninguém questiona.
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Gilson
em 14 de janeiro de 2009
Mais uma vez, Wagner Estelita matou a pau.
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David
em 15 de janeiro de 2009
Francisco I,
sua linha de argumentação, segundo a qual a Palestina é uma “ficção”, constitui um dos mais chocantes, ao mesmo tempo que recorrentes e teimosos, atestados da completa insensibilidade sionista. Os seres humanos de etnia árabe que HÁ SECULOS estão estabelecidos na área tradicionalmente conhecida como Palestina, goste você ou não, existem. Se você quer descredenciá-los a se auto-intitularem “palestinos” é outra questão. Essas pessoas são reais, seres humanos e não animais de quatro patas como afirmava a brutal Golda Meir.
O fato de os árabes que vivem na Palestina nunca terem tido a força ou a unidade para fundar um estado autônomo não constitui argumento para os desterrar ou lhes negar o direito a aspirações nacionais. Especialmente na medida em que todas as declarações e resoluções, seja da Liga das Nações ou da ONU, que legitimaram a formação do Lar Nacional Judaico reconheceram, ato contínuo, igualmente o direito dos árabes da região à formação de seu próprio estado. Ou vocês, sionistas, só acatam a deliberação das nações quando estas vêm ao encontro dos interesses de Israel? Que o digam os vetos de seu golem EUA, em seu favor, no Conselho de Segurança da ONU!
Israel e a Palestina foram conjuntamente reconhecidos como legítimos para existir em atos de direito internacional que nada têm a ver com as postulações messiânicas de quem quer que seja. Contudo, apenas Israel foi fundado, e à base de muito terror contra árabes e ingleses, diga-se de passagem – com o terrorista-mor Menahen Begin vindo posteriormente a ser laureado premiê. E, agora, com implacável cinismo, e misturado em meio a reivindicações de cunho religioso, vocês se afirmam os únicos legítimos e querem alegar que a Palestina sequer existe, não passa de ficção – como se tal alegação fizesse desaparecer a questão dos direitos das PESSOAS ÁRABES que ainda resistem ali ou que foram expulsas por ocasião da Nakba.
Isso mostra bem que vocês não diferem em quase nada dos tais radicais islâmicos que buscam responsabilizar por toda a situação e que, na verdade, são os seus maiores aliados, ainda que não conscientes, em seu projeto de abortar a Palestina. Se grupos como o Hamas, Jihad, Hezbollah desaparecessem, vocês ficariam num mato sem cachorro. Ou melhor, tratariam de providenciar o rápido “surgimento” de substitutos…
Gilson,
com relação aos khazares, o escritor judeu Arthur Koestler, em seu livro ” A Décima-Terceira Tribo” chegou a defender que constituíram a verdadeira base da formação étnica dos askhenazes. A intenção de Koestler era no sentido de integrar os judeus enquanto “brancos” nas fileiras da raça “ariana”, e assim, num passe de mágica, dissolver o atávico sentimento europeu de prevenção contra eles, geralmente referido como “anti-semitismo”. Mas acabou pegando mal para Israel, cujos entusiastas logo viram na tese uma ameaça à lógica de suas reivindicações territoriais messiânicas.
Embora não reste dúvida de que, a despeito de sua pretensa “pureza”, os askenazes muito tenham se miscigenado com os eslavos, bem como com alemães e demais povos, os khazares propriamente ditos eram de raça turca, aparentados, portanto, dos povos que submeteram os persas e árabes sob a égide do Império Otomano, o que não deixa de ser curioso.
Se a teoria de Koestler estiver correta, apenas os sefarditas, os mizrachins (orientais) e falashas seriam judeus étnicos, precisamente os mais discriminados em Israel.
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David
em 15 de janeiro de 2009
Ademar,
uma vez que, ao longo da História, os povos sempre se guerrearam e invadiram mutuamente, pela sua lógica, sempre que um país-brutamontes estiver oprimindo pessoas indefesas todos devem cruzar os braços e desviar os olhos, é isso? Você diz que o Brasil foi construído sobre as populações indígenas autóctones e foi mesmo. Mas eu respondo, pelo menos os nossos ancestrais não foram só os vencedores, os portugueses, foram também os vencidos, os índios. Não houve APARTHEID, meu caro. Os portugas não baixaram aqui para fundar um segundo Lar Nacional Lusitano ou coisa que o valha. O Brasil não é Portugal, somos caboclos, cafusos, mulatos, somos o produto do convívio, a princípio forçado e atualmente conciliado, de três grandes grupos étnicos e de uma miríade de grupos culturais. Nenhuma corrente supremacista prevaleceu entre nós, de modo que não somos beneficiários das ambições de nossos ancestrais. O povo brasileiro, como um todo, não é mais português do que negro ou índio, coisa que nenhum detrator (e os fabricamos aos montes) pode contestar sem forçar uma barra.
Mas, caso você o faça, teime e insista em dizer que os brasileiros não podem se escandalizar com a barbárie de Israel em razão do que foi feito a Pindorama, lembro-lhe que ninguém começou a falar dos massacres bíblicos, “ordenados por Deus”, perpetrados pelos hebreus contra uma penca de cananitas (moabitas, jebuseus, midianitas, amoritas, etc, etc, etc) em tempos idos. E então? Tem certeza que quer falar do passado?
Além do mais, para afirmar que ninguém deve se meter na briga de vocês, precisariam jogar no lixo toda aquela história de que a hostilidade dos alemães aos judeus é algo que interessa e afeta à Humanidade inteira e ninguém tem o direito de se omitir. Lembra aquele tom humanístico inapelável e urgente? E não me venha rebater alegando que os alemães eram demônios e o que antes valia já não é o caso. O princípio é o mesmo: a máquina de um Estado contra os indivíduos de uma determinada etnia deve ou não ser motivo de preocupação e condenação gerais? A questão é genérica e inegociável, o que vale pra um, vale pra todos. Já sei, vai falar de Darfur. Darfur é o horror, ninguém aprova ou apóia, ao contrário de seu Estado de Israel, que é defendido com unhas e dentes, especialmente por você.
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David
em 15 de janeiro de 2009
Ademar,
quando é que vocês, sionistas, vão parar com essa infantilidade de aludir a outras tragédias humanitárias para silenciar ou desqualificar o clamor da Palestina? Vocês falam de Darfur, dos curdos, dos índices de violência no Brasil, enfim, fazem de tudo para dar a entender que as políticas sanguinárias de Israel devem ser relevadas, ou melhor, “deixadas em paz”. Como se fosse preciso resolver até o último dos horrores da Humanidade para só então podermos começar a debater sobre as práticas do regime nacional-socialista exaltado que vigora na chamada Terra Santa.
O que vocês fingem não perceber é que, no tocante a Darfur, à opressão turca, persa e árabe contra os curdos (em sua maioria tão muçulmanos quanto seus opressores), ou à nossa violência doméstica, no que diz respeito a tudo isso as informações chegam até a maioria das pessoas no Ocidente e a reprovação é geral. Nunca vi alguém tentando justificar os massacres de Darfur, Ruanda, ou as ações do PCC ou de grupos de extermínio em rodas de bar. Todo mundo vê claramente o drama de todas essas coisas e não se fica tentando dourar a pílula dos perpetradores. Exatamente por isso, não se formam discussões intermináveis, há o consenso. Diferentemente da sua grotesca afirmação, os muçulmanos estão a anos-luz de controlar a mídia, todos no Ocidente estamos cansados de ler notícias dando conta dos excessos do mundo islâmico, que não é, em absoluto, admirado ou objeto de qualquer condescendência.
As vidas islâmicas, contudo, como quaisquer outras vidas, não podem deixar de o ser. Matar muçulmanos aos montes, indiscriminadamente, com bombardeios aéreos, escandaliza e sempre vai escandalizar. A razão é simples: trata-se de TERROR, não de combate ao terrorismo. Se, para combater um terrorista, você despeja um catatau de bombas sobre uma área densamente povoada e avisa os moradores por telefone para saírem correndo (que se virem), então VOCÊ é o terrorista, ou, pelo menos, o pior dos dois terroristas. E se isso acontece no Sudão ou no Curdistão ocupado ninguém vai ter a menor dificuldade para enxergar e concordar.
Como, entretanto, falamos de ISRAEL, aí o bicho pega. Porque neguinho não aceita ver Israel feio na fotografia de JEITO NENHUM, e então faz de tudo para dissuadir quem quer que seja de sequer abordar o tópico. E com um nível de passionalidade que produz as argumentações mais grosseiras, cínicas e arrogantes que se pode encontrar. O tipo de coisa que, simplesmente, não se vê nas discussões sobre Darfur e outros horrores. É exatamente essa determinação em blindar Israel contra toda a crítica que alerta cada vez mais gente para a gravidade dos atos desse estado supremacista e sombrio.
Por fim, retornando à sua alegação de que os muçulmanos controlam a mídia, muito me espanta que os sionistas tenham descido a esse grau de pirraça na formulação de seus argumentos. Toda a Humanidade minimente instruída e letrada sabe que tanto Hollywood, como a grande imprensa e o sistema financeiro internacionais estão, sim, nas mãos dos inimigos (ou melhor, opressores) de muçulmanos bem específicos, os palestinos. Mas existe a tal INTERNET, esse pesadelo de difusão de imagens e informações, impondo a atenção e consequente cobertura de determinados episódios. A grande mídia fala de Israel porque simplesmente não tem jeito de esconder, assobiar e varrer pra debaixo do tapete.
Em todo grande veículo de notícias existem uma ou mais figuras de advogados implacáveis de Israel, com irrestrito espaço e agressividade comparável ao do estado brutal que defendem. Agora procuremos colunistas, articulistas ou repórteres ostensivamente críticos a Israel, na proporção da gravidade de suas políticas. Só mesmo em blogs. Então, na verdade, o que os sionistas querem é que se faça silêncio total sobre o assunto. Sabem que a simples menção dos fatos, a despeito do empenho e da ênfase dos justificadores incontáveis, será o bastante para desencadear nas massas um devastador tsunami de reprovação.
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David
em 15 de janeiro de 2009
“minimente” = minimamente
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Ademar
em 15 de janeiro de 2009
David, não adianta mesmo fazer vc enxergar o que está a sua volta. Existem brancos nos seu país que só estão aqui porque os seus antepassados mataram os que estavam aqui. Como é difícil entender isso não é? Vc minimiza porque vc está do lado que venceu. Vou lhe dar um exemplo: passou agora a pouco num dos canais fechados um programa chamado “O Código Maia”. Já viu? Se não viu, vou lhe resumir: os espanhóis utilizando-se da inquisição pelas terras do atual méxico, destruiram toda a escrita maia, mataram os mais velhos e educaram as crianças com o espanhol e o cristianismo. Isso não é Apartheid? O mesmo aconteceu em Pindorama, os guerreiros foram mortos, restaram os que se renderam para não morrer e foram “civilizados”. Não era esse o termo que os expansionistas, seus antepassados, impunham aos indígenas das futuras Terra de Vera CRuz e de Santa Cruz? Caso o senhor não saiba, se fosse hoje, aos olhos de hoje isso é crime contra a humanidade, fere diretamente às Leis internacionais. Se temos essa consciência hoje, posso, caro colega, com certeza atribuir a vc e a todos os brasileiros que teem o direito de viver no Brasil hoje, de que estão aqui em virtude dos genocídios que os seus antepassados cometeram. O que vc chama de “convívio conciliado” é porque a resistência foi dizimada e os que restaram assimilados. Assimilação hoje é crime internacional. Vc é produto de um crime que prescreveu. Apartheid ou não vc só mora nas terras onde vc anda, porque o sangue dos genocidas cristãos da época secaram e se misturaram aos das suas vítimas. Já faz 508 anos. Muito tempo para a memória…
Na luta pelas terras palestinas, não há assimilação. O que existe é guerra de fronteira. Se Israel quisesse Gaza, não a teria devolvido.
Qualquer brasileiro tem o direito de se manifestar contra ou a favor do que quiser. Só não tem moral.
Sobre os deuses guerrereiros dos tempos bíblicos, não seja ingênuo ou cego como os antissemitas são em acreditar que só o dos judeus era guerreiro. Todos os povos cananitas que vc citou tinham um mais deuses e que estes lutavam em seus nomes. O que vc vê, quando lê a Torá é a preservação da memória daqueles tempos. O que vc vê, quando lê a Bíblia é a confirmação de que uma religião entre tantas se beneficiou do poder de um império, se expandindo matando e roubando terras em nome de um Deus.
Se o que vale pra um vale pra todos, o seu argumento só vem a reforçar a idéia de que vc vive em terras roubadas.
Falando em Darfur, “o horror”, me responda: por que o mundo não reagiu com a mesma “escandalização” de agora? Por que Chavez e Morales não repudiaram tamanho genocídio? Por que a Europa não deu as mãos nas ruas contra os muçulmanos genocidas de Darfur? Lá morreram 400.000 pessoas. Onde estava o mundo senhor Davi?
Nada me resta a não ser chamá-los de hipócritas ou de judeófobos. Escolha…
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Ademar
em 15 de janeiro de 2009
Caro Gilson, meu contraponto à Deir Yassim, foi para encaixar cronologicamente esse conflito dentro do que acontecia na época. Ele não foi a causa de alguma coisa, vc pode até achar que não foi a consequência, mas cronologiamente não foi o estopim. Nesse período, até que os árabes de Yassim fossem mortos por judeus, judeus desde Haifa até Jerusalém, passando por vários kibutzim, foram mortos. O que faço é apenas mostrar, que não adianta pensar em destruir uns aos outros. Nenhum dos lados conseguiria. O que penso hoje é que Israel e o Fatah estão dispostos a negociar uma paz duradoura, o Hamas não. Se fosse verdade a intenção de um extermínio, Israel estaria invadindo também a Cisjordânia. Poder para isso já demonstrou que tem. Preocupação com o que os outros dizem, parece não ter muito. Portanto, não haveria impecilho para isso. Por que não faz? Por que Israel não tem interesse em exterminar os palestinos. O objetivo desta guerra é alcançar a paz. Uma paz à força, mas uma paz. Israel não está sendo pressionado para se chegar à paz.
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Ademar
em 15 de janeiro de 2009
Cont…
A comunidade internacional está pressionando o Hamas para se chegar à paz.
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Francisco I
em 15 de janeiro de 2009
David,
Vc pouco ou nada leu sobre minhas postagens. Nunca fui contra uma pátria para os arabes palestinos! Mas, lado a lado com Israel. E, em PAZ!
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David
em 16 de janeiro de 2009
Ademar,
já que você é teimoso retomemos sua lógica. Nós, os brasileiros “não teríamos moral” para condenar a carnificina que Israel promove (há décadas) contra populações árabes indefesas. Afinal, parte de nossos ancestrais destruiu Pindorama e fundou o Brasil por sobre o sangue de outra parte de nossos ancestrais. E nesse meio tempo também mandaram para Portugal (que a seu turno repassou para a Inglaterra) todo o produto da pilhagem do espólio de Pindorama. Acrescente-se o detalhe, que você maliciosamente teve o cuidado de frisar, que essa banda predatória de nossos ancestrais seria constituída de “cristãos”, a despeito de, como se sabe, considerável parte dos quais serem os ditos “cristãos-novos”, ou não? Já ouviu falar de Fernão de Noronha e sua trupe de bacanas que devastaram nossas matas de pau-brasil no curso de poucos anos de extrativismo desenfreado por concessão especial do rei? Levando, ao cabo, de volta para Portugal, um punhado de índias como escravas. Grande, valoroso “empreendedor”, sem dúvida.
Mas, vá lá, nossos ancestrais brancos “cristãos” submeteram nossos ancestrais índios e compraram nossos ancestrais negros. Resumo da ópera: nosso sangue “cristão” branco, apesar de ter “secado”, ainda nos condena e perdemos a moral para falar de quem quer que seja, certo? Talvez você abra uma exceção para os alemães, afinal, quem não pode falar mal dos alemães? Mas dos judeus sionistas de Israel com seus bombardeios aéreos indiscriminados e covardes nem pensar! Estes são intocáveis e o fato de orgulhosamente alegarem descender de nômades que se gabaram em suas escrituras de terem exterminado vários povos (sempre muito maus, os genocídios todos ordenados por Deus) não lhes tira a “moral” para choramingar pela eternidade adentro porque os alemães tentaram, e nem conseguiram, fazer com eles a mesma coisa.
Observe-se que os assírios também foram genocidas da Antiguidade e, diferentemente de outros mais bem-sucedidos, foram eles mesmos exterminados e ainda ficaram com fama péssima. Quem sabe se tivessem tido um pouco mais de sorte não estariam aí hoje, taxando seus detratores de “sem moral” para criticar suas novas aventuras militares?
PS: você está com muita dificuldade para discernir conceitos, não se arrisque a os tentar manipular. O que você citou a propósito da conquista espanhola no mundo maia diz respeito a assimilação, nada a ver com apartheid. Apartheid é o que os boêres promoviam na África do Sul e o que Israel abraça acintosamente como forma de preservar sua “identidade judaica”. Sua propalada “democracia” é etnicamente condicionada e o demonstram banindo, quando lhes dá na veneta, os partidos árabes, que aliás só têm acesso ao Knesset até o limite de certa quota, como você bem sabe.
Mas devo dizer que compreendo que você esperneie: APARTHEID é mesmo uma palavra terrível, com uma carga e um peso duros de suportar. Sinto muito que vocês, sionistas, tenham escolhido esse caminho e agora mal suportem a sua menção. No seu desespero cínico, buscam traduzir a palavra como uma estranha modalidade de consideração ao oprimido, o qual estariam poupando da assimilação.
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David
em 16 de janeiro de 2009
Francisco I,
li as suas postagens sim. Talvez o que esteja acontecendo é que o teor delas evapore de sua consciência tão logo você termina de as digitar, provavelmente em função de não constituírem a expressão real do seu pensamento, mas antes um punhado de “argumentos de gaveta” amealhados em simpósios e palestras sionistas. Uma tirada que parece vir “de fábrica” na cachola de todos vocês é aquela, infame e a qual referi, no sentido de que os árabes nem deviam estar ali, todos os seus referenciais de nação sendo ilusórios ou fictícios. Vocês parecem acreditar que se forem capazes de convencer alguém de que um árabe não tem legitimidade para se auto-intitular “palestino” o mesmo passa a ser um animal sem direitos a reivindicar.
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David
em 16 de janeiro de 2009
Ademar,
você também voltou a se agarrar a Darfur (essa tábua de salvação na tempestade do constrangimento sionista), como seria muito de se esperar, apesar de eu já haver explicado detidamente o que você fez questão de não ler ou assimilar (ah, vocês não “assimilam”, é verdade!). Permita-me, contudo, repetir. Sim, Ademar, Darfur é o horror, a danação – e os capetas em questão são muçulmanos. Os caras são brutos e maus mesmo e ninguém está negando. Vou mais longe e lhe digo que até hoje nunca vi alguém tentando dourar a pílula dos monstros de Darfur; ninguém desconversa, minimiza ou tampouco se exalta em sua defesa.
Se os carrascos de Darfur quisessem calar a boca do mundo, questionando a “moral” de quem os denunciasse e atribuindo a culpa pelo destino de suas vítimas às próprias, as críticas a eles seguramente avultariam e adquiririam um tom de indignação redobrada, mesmo seu país sendo o nada poderoso Sudão. É da própria natureza das coisas que ao vilão, na consciência de sua perversidade, convenha recolher-se às sombras e não sair a arrostar e desafiar a condenação que tanto merece.
Ademar, meu caro, Darfur não é sinônimo de “abracadabra”, como você gostaria. Não faz desaparecer a matança em Gaza e nem faz aparecerem as justificativas para ela.
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Francisco I
em 16 de janeiro de 2009
David,
Seu complexo de inferioirdade e sua parcialidade me impressionam. Não coloque em letras o que não escreví.
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Gilson Gondim
em 16 de janeiro de 2009
David, muito bom.
Vai ao cerne do pensamento sionista e o desmonta.
Muito bom mesmo.
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Realmente, David, a principal tática de Francisco I é, como Golda Meir, tentar desqualificar os palestinos como povo.
E a de Ademar é dizer que os israelenses apenas fazem o que todo mundo faz e sempre fez. Portanto, “tudo bem”.
Matou a pau!
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
“Israel é uma ‘democracia’ etnicamente condicionada.”
Realmente, David, não poderia ter dito melhor.
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Francisco I
em 16 de janeiro de 2009
Não é não, GG!
Mas, a sua tática é de fugir do debate desqualificando seus oponentes e/ou simplesmente não respondendo. E o David continua colocando letras no que não escrevi!
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Número de palestinos assassinados em Gaza já passa de 1.100.
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Israel vai parar antes que Obama mande?
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Mais uma vez, meus parabéns a David, que dissecou Ademar e Francisco I.
[Responder]
Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Os sionistas têm que fazer malabarismos e contorcionismos para tentar justificar Israel. E não conseguem.
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
Folha de S. Paulo: Israel ataca prédio da ONU e hospital.
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Gilson
em 16 de janeiro de 2009
É defensável?
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Ademar
em 16 de janeiro de 2009
É esse o problema David, Darfur cala o mundo. O mundo hipócrita e covarde que não tem coragem de enfrentar o islã. Israel tem. Darfur cala Darfur. Darfur cala os doentes judeófobos, quando não enxergam as guerras dos outros. Esquecem-nas. Para os judeófobos, a vida de um palestino vale mais do que a de um checheno, tibetano ou sudanês. Não quero apagar, nem minimizar os efeitos desta guerra entre Israel e Gaza, quero mostrar, que a mídia nega sim os horrores de Darfur, quando a esquece, quando a deixa a mercê da vontade dos seus algozes. O Brasil envia ajuda aos palestinos e não atendeu aos apelos da ONU, quando solicitou helicópteros para o Sudão. Por quê? Lá morreram soldados da ONU e ninguém ficou sabendo. Desde 2003 a guerra estorou por lá e não me lembro quando foi que a mídia mostrou os horroes de lá ou quantas vezes o fez. Essa guerra na Palestina, dura menos de 1 mês e sai na tv todos os dias. Cobertura completa. É disso que estou falando. Volto a dizer, ou a mídia é hipócrita ou é antissemita. Não há outra alternativa. Todas as guerras são terríveis, todas. Mas, quando envolve Israel, vira uma pantomima. Os turcos fazem incursões regulares no norte do Iraque, invade o espaço aéreo de lá e a mídia, nada. Chama os curdos de terroristas e os palestinos de supostos. Isso é propaganda subliminar. Vcs chamam Israel de terroristas, racistas e ladrões e nem uma palavrinha contra os turcos. Ficam inclusive, minimizando os ataques dos turcos ao “curdistão”, que nem existe enquanto país. Vcs defendem os palestinos e não defendem os curdos. Nem vcs, nem a mída. Só passam a defender ou falar, quando se levantam esses fatos. Não adianta vc dizer que é contra muçulmano sudanês ou turco. Sua voz não é a mesma. Sua voz se levanta com mais força porque é contra Israel. Quando é contra muçulmano, fala baixinho, com medo de que percebam que vcs usam de seus preconceitos para esconder as atrocidades de alhures.
Gostei quando vc começou a aceitar que mora em terras roubadas. Muito interessante isso. Gravem isso, David, brasileiro, mora em terras roubadas. Por isso, ele se acha com moral para apontar. Não se engane, daqui há 500 anos, os descendentes dos israelenses nem irão se lembrar do que vc diz.
E não existe Apartheid em Israel. Os árabes israelenses têm direito a voto. Apartheid? Árabes israelenses fazem parte de partidos judaicos. Apartheid? Árabes israelenses votam em partidos judaicos. No momento, existe uma crise política dentro de Israel em virtude da guerra. Provavelmente, isso será superado com o retorno à normalidade.
Quando vcs pregam vingança, apagam os assassinatos que os terroristas do Hamas cometeram em Israel assassinando crianças judias, como se a morte das crianças de Gaza fosse o início de tudo. Vcs podem estar esquecendo que as crianças israelenses podem estar sendo vingadas nessa guerra. Não acho que isso seja verdade, mas a frase dita por vcs perde força quando se vê que tal desejo, se perde no ciclo vicioso do matar e morrer. Esse ciclo não se fecharia com o desejo de vingança de vcs. Aliás, esse desejo atual dos antissemitas, demonstra total e completo descompromisso com a paz. Vingança por vingança. Isso é típico de uma patologia, a judeofobia.
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David
em 17 de janeiro de 2009
Gilson,
olha só que engraçado. Esse Francisco I exige sem parar respostas para um rol de perguntas que formulou na intenção de desqualificar as aspirações nacionais dos árabes que vivem sob a opressão de Israel. Ele pensa estar aplicando um xeque ao contestar a existência histórica de uma Palestina árabe emancipada. Muito bem, de fato não houve tal coisa, os árabes da região nunca fundaram um reino próprio. E eu pergunto, e daí? Que diabos estará Francisco I esperando que se conclua a partir das respostas a essas perguntas que imagina tão “perspicazes”?
Na última delas, aventura-se no terreno da teoria do direito internacional público, indagando textualmente o seguinte:
“Se o povo que vocês, por engano, chamam de palestino é algo mais do que uma coleção de gente saída de países árabes (Arafat era Egipcio) e se eles têm realmente uma identidade étnica definida que lhes assegure o direito da autodeterminação, por que eles não trataram de ser um país árabe independente até a derrota devastadora na Guerra dos Seis Dias?”
Hmmm, quer dizer que o direito à autodeterminação é assegurado por identidade étnica definida? Os caras estão na terra há séculos, mas, se não ficar demonstrada a pureza de sua raça (ou melhor, a definição da identidade de sua etnia), nada feito! Se os doutos que analisarem a delicada questão, no entanto, concluírem que se trata de raça pura, ainda resta a outra pergunta: por que não trataram de fundar país próprio e autônomo? Aha! Dançaram, perderam! Ficaram de bobeira, dormiram no ponto, e outros mais espertos chegaram aos montes e fundaram Israel por cima deles, certo, Francisco I?
Errado. Eles continuam sendo seres humanos contemplados por uma Declaração Universal de seus direitos. Não podem ser desterrados e tratados como bichos. Estão dentro das fronteiras de Israel e enquanto for assim Israel não é digno de ser chamado de democracia. Democracias não comportam populações de párias desprovidos de cidadania. A cada instante que a Palestina segue não existindo (e ela não existe, é uma ASPIRAÇÃO), aumenta a dívida moral de Israel para com essa GENTE que oprime dentro de seu território. Gaza e Cisjordânia estão dentro das fronteiras de Israel, suas populações estão dentro de Israel, sofrendo e sem direitos. A Palestina não existe, existem Israel, sua força bruta e seu apartheid. Resolvam isso se quiserem ser levados a sério quando entoarem sua velha lorota de “única democracia do Oriente Médio”.
E então, Francisco I, meu caro, você vai se fazer de desentendido e afirmar pela quarta vez que estou colocando palavras na sua boca?
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Gilson
em 17 de janeiro de 2009
David, nocauteando mais uma vez: “Democracias não comportam populações de párias desprovidos de cidadania”.
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David
em 17 de janeiro de 2009
Ademar,
para quem depende tanto do horror em Darfur para abafar os gritos das crianças de Gaza, você me parece bem pouco interessado nos detalhes de Darfur. Você deveria ter Darfur na ponta da língua, isso sim. Mas aí já é questão interna do sionismo, falta de dedicação dos militantes. O fato é que Darfur não cala o mundo coisa nenhuma, você é que não lê jornal. E do alto de sua presunção força uma barra no sentido de que o Islã é uma coisa só, uma coisa maligna, que precisa ser combatida pelo mundo inteiro. Ora, o Islã é um universo cheio de coisas, o terrorismo sendo apenas uma delas. E mesmo que concordemos que o Islã está longe de ser um sistema de valores tolerante, isso não afeta o enquadramento da situação do Estado de Israel.
Israel oprime civis, Ademar. Não adianta tentar encarnar na figura desses civis o dragão da maldade de um Islã que ameaça a Humanidade. Israel bombardeia um gueto imenso chamado Gaza, onde as pessoas se espremem, e gritar “DARFUR” a plenos pulmões não faz Israel parar. Israel mata e não pára, e você defende.
No seu desespero de defender, você se aferra a esse desatino de culpar a imprensa. O que você esperava? Que a mídia sumisse com Gaza? E a credibilidade, estará alguém disposto a pagar o preço por tal acobertamento? Melhor cobrir do que acobertar, pensam. E tentam por todos os meios dar a Israel e seus defensores a oportunidade de se explicar. O diabo é que não se vê nada de muito consistente saindo da boca de vocês. Choramingam serem vítimas de preconceito e a todos recusam “moral” para criticar. Sinto muito que não consigam dizer nada para além disso, mas o resultado é que a vaia engrossa mesmo.
PS: que bom, Ademar, que você gostou de eu ter começado a aceitar que moro em terras roubadas de Pindorama. Só lamento lhe informar que você deve começar a fazer o mesmo, e com consciência redobrada, afinal, além de brasileiro, você é sionista, não é? Portanto “beneficiário do roubo de terras aqui” há 500 anos atrás, bem como entusiasta das espoliações israelenses em plenos séculos XX e XXI. Um abraço.
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Francisco I
em 17 de janeiro de 2009
David,
Motivado não pela vontade de criar um Estado palestino, mas pelo manifesto desejo de destruir Israel. A causa e o conceito não surgem a favor dos palestinos, mas como identidade negativa: contrária a dos judeus. É uma identidade nascida no ódio e com uma única projeção de futuro: destruir o outro. E este ódio tem criado uma cultura coletiva que impossibilita qualquer ação de futuro.
Arafat gestou o ódio, mimou-o durante décadas, alimentou-o com a destruição da esperança, e seus herdeiros recolhem esse ódio com dedicada servilidade. Com seu cadáver ainda quente, o Hamas, os Mártires de Al-Aqsa e assemelhados já garantiram que nunca firmarão a paz.
Todavia por mais que isso pareça chocante aos ouvidos palestinos, a Palestina Arabe não tem nenhum futuro sem Israel. Pode ser que achem que Israel seja inimigo, mas é o único aliado. Mesmo que nas ruas de Gaza não queiram saber disso. E, como irão sabê-lo, se foram liderados desde o início por um líder que criou organizações terroristas com vocação destrutiva e que encheu de sangue a desmemoriada Europa e o Oriente Médio? Algum dia, as centenas de cristãos libaneses massacrados pelas facções palestinas terão quem os recorde, quem os mencione, quem escreva sobre eles.
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Wagner Estelita
em 17 de janeiro de 2009
Alguém já jogou ‘Mortal Kombat’?
Pois é… David aplicou um ‘FATALITY’.
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Komentarze
em 17 de janeiro de 2009
David Wins…
Flawless Victory…
FATALITY!
Maravilhosos argumentos.
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Francisco I
em 19 de janeiro de 2009
Todas as pessoas de bem estão lamentando o sofrimento de crianças e do povo palestino na Faixa de Gaza. Os jornais estampam o inferno naquela pequena faixa de terra. Vemos cenas dantescas do horror. É uma guerra longa, terrível e lamentável. Mas penso em algumas coisas que são escamoteadas das argumentações e da guerra de informação. Penso em algo que me parece determinante para não sair atacando o Estado de Israel, única democracia na região.
Não é possível dialogar com uma entidade terrorista que lança foguetes há anos em Israel, que se recusou a prolongar um cessar-fogo e que tem como missão o simples aniquilamento de um Estado reconhecido pela comunidade internacional (engula esta GG e cia.). Um Estado que reconhece a necessidade de um Estado palestino autônomo. Como acreditar num diálogo com o Hamas, financiada pelo governo lunático do presidente do Irã, que nega a veracidade do holocausto nazista e quer varrer Israel do mapa? Como dialogar com um grupo terrorista que incentiva os piores sentimentos e lições aos seus filhos, coisas como matar o inimigo a qualquer preço e dar sua própria vida em holocausto?
É preciso dizer que a população da Faixa de Gaza foi feita de escudo humano para proteger terroristas. Há um balaio de gatos sarnentos e sinistros no mundo, onde cabem as Farcs, o ETA, as milícias cariocas, a Al Qaeda, a Gomorra, o Hamas e todos os demais grupos terroristas, inimigos da democracia. Há poucas coisas em que acredito piamente, e duas delas são a democracia e a liberdade individual. Lutar para mantê-las é uma obrigação que nos salva da barbárie.
Que a paz cubra a região, que o povo palestino possa viver e construir a vida de acordo com seus valores culturais e religiosos, ao lado do diferente, do outro. É o que desejo.
FATALITY, matei a pau!
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Software israelense manobra opiniões na internet
DIÓGENES MUNIZ
editor de Informática da Folha Online
Nem só de caças F-16 e mísseis teleguiados são feitos os ataques israelenses em Gaza. Uma arma em específico se destacou pela eficiência apresentada desde a escalada do conflito –e continuará sendo usada, mesmo após o cessar-fogo. Ela age nos bastidores da internet, modificando resultados de enquetes on-line, entupindo caixas de e-mails de autoridades e ajudando a protestar contra notícias desfavoráveis à comunidade israelense.
O nome da ferramenta é Megaphone, um software desenvolvido pela companhia Collactive e distribuído pela organização Giyus (“mobilização” em hebraico, mas também sigla para “Give Israel Your United Support” ou “Dê a Israel seu apoio integrado”, em tradução livre). O programa serve para mobilizar internautas pelo mundo dispostos a manobrar (“balancear”, segundo os usuários) opiniões na rede.
Desenvolvido em 2006, durante a Guerra do Líbano, seu uso atingiu 36.700 “soldados virtuais” com o conflito em Gaza. A meta: 100 mil participantes.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Jornal israelense Maariv: Israel admite que usou fósforo branco contra áreas habitadas por civis.
Isto é nada mais nada menos do que um crime de guerra.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Somente 41% dos israelenses acham que ataques contra Gaza atingiram objetivos.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Fósforo branco, Ademar? Contra civis? Você vai defender isso?
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David
em 20 de janeiro de 2009
Gilson, Wagner e Komentarze,
é fogo discutir com sionistas. A gente fala, mas entra por um ouvido e sai pelo outro, os caras não dão o braço a torcer de jeito nenhum. E com isso eles só fazem criar uma armadilha para todos os judeus do mundo, cuja maioria, segundo eles (os sionistas), acha que Israel é a grande defesa deles contra o “anti-semitismo do mundo”. Uma bola de neve diabólica: os sionistas fazem (ou apóiam) barbaridades, referindo-se a si mesmos, todo o tempo, como “judeus”, levando o mundo inteiro a criticar o referido povo e este a apoiar e se identificar cada vez mais com o próprio sionismo, a sua perdição histórica.
Abra os olhos, Francisco I! O sionismo é um nacionalismo de viés coletivista, socialista, um NACIONAL-SOCIALISMO. Um sistema de APARTHEID que mantém alijadas as populações de palestinos apátridas que vocês oprimem há décadas. Até a França, a Itália, a Inglaterra ou a Noruega estão, paulatinamente, deixando de ser estados que se definem etnicamente. Todo estado moderno é multi-étnico, porque não há como ser étnico e democrático ao mesmo tempo. Seguir teimando que Israel é a “única democracia do O.M.” é PIRRAÇA, pura e simples. Querem ser uma democracia? Transformem-se num estado PARA TODOS e desfrutem também a democracia dos outros países onde vocês vivem! Isso, sim, é a liberdade que você diz amar. E não o supremacismo baseado na força de usurpação e repressão que vc tem defendido aqui.
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Wagner Estelita
em 20 de janeiro de 2009
Israel uma democracia, Francisco I? Contra terroristas?
Segue um texto:
VIVE LA LIBERTE! VIVE LA RÉSISTANCE! VIVE LA FRANCE!
Não sei como se diz isso em árabe, mas deve ser algo parecido com o que o Hamas diz todos os dias…
Calma, calma exterminadores de plantão, não vou fazer apologia nenhuma aos “Partisans”, quero dizer, Hamas.
Quero apenas lembrar que nos anos 40, mais especificamente na França OCUPADA, havia um movimento de franceses, que também VIVIA entre o povo e não se escondia ou fazia essas pessoas de “escudos humanos”, como os peçonhentos de ontem e hoje insinuam maldosamente.
Na época, os membros de “La Rèsistance”, também eram chamados pelos nazistas de “terroristas” (não é incrível a coincidência?) e eram da mesma forma caçados e muitas vezes sumariamente fuzilados (outra coincidência) e as pessoas que porventura dessem abrigo a eles teriam suas propriedades arrasadas ou confiscadas (mais uma coincidência?) e eles morriam felizes, porque morriam pela libertação de seu país e sua gente, que estava sob o jugo de uma nação sanguinária e virulenta.
Pois é, mais uma coincidência…
Então qual a diferença de ontem para hoje?
Europeu que resiste a opressão e ao massacre é um herói?
Palestino pobre, também oprimido e massacrado é terrorista?
Alguém ai pode explicar?
E os “exterminadores”, fãs de massacres, alguma observação?
—–
Este não é de minha autoria, infelizmente. Colhí dos comentários do Estadão (ou Folha, esqueci). O autor (e iluminado) se chama João Carlos Gagliardi.
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Gilson
em 21 de janeiro de 2009
Ora, Chiquinho I, Israel é especialista em desrespeitar resoluções da ONU e da comunidade internacional, inclusive a Convenção de Genebra (vejam o caso do fósforo branco).
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Francisco I
em 21 de janeiro de 2009
GG,
Os países arabes (ná epoca sequer existia a OLP) foram os primeiros a desacreditar a ONU desrespeitando resolução de partilha e não reconhecendo o direito de exitencia de um país. No mundo arabe, não se respeita resoluções da ONU, principalmente as que dizem respeito aos direitos humanos!
Assim, você vai ganhar o premio Kibe de alfafa! Vá pastar, pilantra!
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Dr. Cleverson
em 21 de janeiro de 2009
O plagiador está apelando!!!!! Calma chiquito!!!!
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Francisco
em 31 de janeiro de 2009
http://br.youtube.com/watch?v=xtsvjB8efKE
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel nazista!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte aos nazistas de Israel!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte aos nazistas israelenses!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao nazismo israelense!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao fascismo israelense!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao sionismo!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao nazi-sionismo!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte aos nazi-sionistas!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte a Israel!!!!!!!!!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte ao Estado nazista de Israel!!!!!!!!
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
Morte…
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J. Lira
em 11 de novembro de 2009
… a Israel! ………………………………………………………………………………………………………….
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Nicolau da Romênia
em 2 de fevereiro de 2010
Desde existem estes judeus, sempre foram perseguidos, Deus sempre os castigou e os castiga ate hoje, por isso que esses malditos Nazistas judeus não são porcaria nenhuma de “povo eleito”, ou pode ser que são o Povo Eleito para serem castigados por Deus!
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Alceu respondeu:
6 de janeiro de 2009 às 2:48 pm
Todos os persguidores de foderam…
E, os judeus ali…firmes e fortes.
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CARLOS, O CHACAL
em 15 de março de 2010
ESTA IMAGEM DE CRIANÇAS MORTAS É FRUTO DA LOUCURA DOS PALESTINOS, QUE FAZEM DE SUAS CRIANCINHAS ESCUDOS HUMANOS. POR QUE COLOCAR ESTAS CRIANÇAS NA LINHA DE FRENTE DA BATALHA QUE DEVE SER TRAVADA SOMENTE PELOS HOMENS.
LUTEM CONTRA ISRAEL DE FORMA LIMPA. QUE VENÇA O MAIS FORTE. MORRA O MAIS FRACO.
SE OS PALESTINOS NÃO SE UNIREM, FICAREM FORTES MILITARMENTE, PROCURAREM AJUDA DE PAÍSES EXTERNOS PARA ADQUIRIREM ARMAS. ISRAEL NÃO SERÁ DERROTADA JAMIS, POR QUE É UMA NÃÇÃO PODEROSÍSSIMA. NÃO É USANDO CRIANÇAS COMO ESCUDO QUE ISRAEL SERÁ INTIMIDADA.
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Alceu
em 13 de maio de 2010
A few days ago someone wrote a message on the fence of the Israeli consulate
in Manila :
“You are 62 and still everyone wants to fuck you. Happy birthday, Israel!”
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Ricardo
em 11 de agosto de 2010
Numa conferência consagrada aos métodos para melhorar a imagem de Israel no mundo, a magistrada israelita na reforma Hadassa Ben-Itto declarou que Israel deveria inspirar-se nos métodos que serviram aos nazis para difundir o (tristemente) célebre Protocolo dos Sábios de Sion. “Devemos inspirar-nos nas tácticas utilizadas pelos nazis” que recusaram qualquer discussão e continuaram a defender as suas afirmações, inclusive perante os tribunais, mesmo não tendo nenhuma prova sobre esse famoso Protocolo. Este texto antisemítico, falsamente apresentado como documento histórico, e forjado a partir de plágios de diversos autores e de velhas piadas vulgares sobre os judeus, foi inicialmente publicado em 1903 na Rússia e massivamente difundido nos EUA pelo industrial Henry Ford vinte anos depois. “Reflecti sobre os nossos métodos de comunicação”, acrescentou a magistrada israelita, e “cheguei à conclusão de que devíamos empregar esse tipo de métodos em todo o lado, exactamente como os nazis utilizaram os tribunais para difundir a mensagem”. A partir deste artigo original em inglês, traduzido pelo Comité Solidariedade Palestina.
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