Por Gilson Gondim
A próxima guerra no Oriente Médio, passo a passo
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Passo nº 1 – Israel ataca com mísseis e aviões algumas das instalações nucleares do Irã. O ataque é apenas parcialmente bem-sucedido. Israel não consegue danificar substancialmente o crucial complexo de Natanz, perde alguns aviões e pilotos e tem alguns pilotos capturados como prisioneiros de guerra.
Passo nº 2 – O Irã retalia com uma chuva de mísseis sobre Israel (o Irã tem mísseis à prova de interferência eletrônica e invisíveis aos radares e sonares). Milhares de israelenses morrem ou são feridos.
Passo nº 3 – O Irã fecha o Estreito de Hormuz, entrada e saída do Golfo Pérsico, estrangulando o comércio de petróleo para o Ocidente. Os Estados Unidos tentam reabrir o Estreito, mas a luta incessante não permite. Esta medida será crucial para o desfecho da guerra.
Passo nº 4 – O Hezbollah, agindo a partir do Líbano, lança uma chuva de foguetes e mísseis sobre o norte de Israel, causando mais centenas de baixas entre os israelenses.
Passo nº 5 – Israel invade o Líbano e é enfrentado pela guerra de guerrilhas do Hezbollah. Israel bombardeia intensamente o Líbano, causando centenas de mortos e feridos entre os civis, como em 2006.
Passo nº 6 – Israel tenta invadir a Síria, mas encontra forte resistência. O avanço é lento e as baixas são numerosas.
Passo nº 7 – O Irã envia grande quantidade de tropas para defender a Síria, usando, com consentimento, território e espaço aéreo turcos. Tropas israelenses e iranianas finalmente se enfrentam, em território sírio, perto da fronteira israelense.
Passo nº 8 – Tropas iranianas e sírias entram no Líbano, juntando-se ao Hezbollah contra Israel.
Passo nº 9 – Mísseis e ataques aéreos continuam fazendo grandes estragos, em ambos os lados.
Passo nº 10 – A Rússia adverte Israel a não usar armas nucleares.
Passo nº 11 – A Rússia adverte os Estados Unidos a ficarem fora da guerra.
Passo nº 12 – O mundo islâmico entra em convulsão e combustão. A revolução islâmica toma o poder no Paquistão, potência nuclear.
Passo nº 13 – O Paquistão adverte Israel a não usar armas nucleares.
Passo nº 14 – A revolução islâmica toma o poder no Egito.
Passo nº 15 – Israel invade o Egito, mas a luta é dura.
Passo nº 16 – Multidões na Turquia exigem a entrada do país na guerra.
Passo nº 17 – Os turcos entram no Líbano e, ao lado dos iranianos, dos sírios e do Hezbollah, expulsam os israelenses do território libanês.
Passo nº 18 – Começa a invasão do território israelense, a partir do Líbano e da Síria.
Passo nº 19 – A partir da Jordânia, que não está na guerra, a Al-Qaeda lança mísseis nucleares táticos contra Israel, causando milhares e milhares de mortes. Israel está perto de sucumbir.
Passo nº 20 – A Rússia renova suas advertências contra o uso de armas nucleares por Israel e contra a entrada dos Estados Unidos na guerra.
Passo nº 21– Obama é fortemente pressionado em casa para socorrer Israel.
Passo nº 22 – Israel é invadido também a partir do sul, pelo Egito.
Passo nº 23 – Os Estados Unidos enviam tropas a Israel.
Passo nº 24 – A Rússia ataca Israel.
Passo nº 25 – A China invade Taiwan. A guerra não é mais apenas no Oriente Médio.
Passo nº 26 – A Coréia do Norte invade a Coréia do Sul e ameaça ataques nucleares contra o Japão e os Estados Unidos. A guerra se torna mundial.
Passo nº 27 – Mesmo com a ajuda do império mambembe (os Estados Unidos), a situação de Israel é insustentável. É feito um acordo geral para evacuar os israelenses e transportá-los para os EUA, onde receberão um generoso pedaço de terra à beira-mar no Texas.
Passo nº 28 – O Ocidente perde a guerra em todas as frentes: a China reincorpora Taiwan e a península coreana é reunificada sob o comunismo norte-coreano. A Rússia faz grandes ganhos territoriais na Europa Oriental e no Cáucaso. O mundo entra numa nova era.
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149 Comentários para “A próxima guerra no Oriente Médio, passo a passo”
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6 de fevereiro de 2009 às 6:25 pm
O mundo do terror que Israel está enfrentando não é apenas físico mas ocorre, principalmente, em duas áreas distintas: a da psicologia e a da educação. Que estão intimamente ligadas. Em um mundo pluralista, com raízes, cultura e interesses próprios, cada opinião é emitida de acordo com valores prévios, informações convenientes e modismos efêmeros. O desafio está em explicar o diferente; em conciliar com o desconhecido; em negociar com o estranho.
Mas quando lidamos com o mundo gago, repetitivo, que fala em genocídio e desproporcionalidade, de maneira tão constante quanto hipócrita; tão convincente quanto cínica, e que reluta em ouvir as palavras paz e justiça, ele se transforma no mundo surdo, mais pela inércia e pelo desconhecimento, do que pela deturpação proposital da inegável racionalidade. Que apelida o terrorismo de resistência, e qualifica a morte como bênção divina. É o verdadeiro mundo míope. Vencer a guerra é conseguir fazer com que o mundo da paz acorde o mundo consciente e, juntos, eliminem o mundo irracional.
Com quem Israel deve negociar a paz ? Com o Hamas… que não reconhece a sua existência, ou com o Irã, que quer “apagá-lo do mapa” ? Você já presenciou uma negociação do presidente Lula com narcotraficantes de alta periculosidade no Palácio do Planalto ? Enquanto representantes brasileiros tentam “importar” a guerra para o mundo pacífico, o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Melo é explodido em um atentado com um caminhão-bomba islamita na embaixada da ONU e outro brasileiro, o engenheiro João José Vasconcelos, foi sequestrado e assassinado covardemente pelos êmulos do Hamas – apenas para citar dois exemplos recentes. O justo seria terrorismo de estado ou terrorismo contra estados legitimamente constituídos, como o Brasil e Israel ?
Por que o mundo não apela para que a Espanha dialogue com o ETA, a Colômbia com as FARC, a Turquia com o PKK curdo, os EUA com Bin Laden…
Em quem Israel deve confiar ? No Hamas, que ainda não cumpriu o acordo feito sob as bênçãos da ONU para devolver o soldado Gilad Shalit, sequestrado há mais de dois anos na fronteira com Gaza ? Ou no Hamas que, durante os seis meses do cessar-fogo, continuou disparando milhares de foguetes contra cidades israelenses, leia-se civis, e que não aceitou prorrogar a trégua ? Ou no Hamas, que nunca teve piedade ao explodir restaurantes e ônibus lotados em Tel-Aviv, Haifa e Jerusalém e que também é inimigo de inocentes cidadãos palestinos e dos árabes moderados – que são impingidos a não concretizar a paz com Israel ?
Interesses eleitorais na guerra ? O que os dirigentes de um país de bom senso devem fazer quando cerca de um milhão de cidadãos estão diariamente, há vários anos, sob a mira de milhares de foguetes ? Quais são os interesses eleitorais que podem existir quando o governo e a oposição estão em consenso quanto à importância de silenciar o terror imediatamente ? Quando o mundo vai perceber que, quando se trata de Israel, a única política que vigora é a preservação do único Estado Judeu, aprovado pela ONU há apenas 60 anos ? Como dizia David Ben Gurion, “Israel pode ganhar 50 guerras e nada acontecerá a seus inimigos. Mas, perdendo uma, esta será a última”.
Interesses comerciais com a guerra ? Israel gasta US$ 560 milhões por semana com o conflito. E perde outros milhões com o turismo. Outros milhões com a segurança. E tudo isto em plena crise financeira internacional… Mais: Israel perde vidas, o que é para ele é inconcebível. Por outro lado, a indústria do terror produz uma infinidade de mártires, ganha milhares de adeptos com o pseudo-marketing, mobiliza bilhões de dólares em todo o mundo, enche o bolso de líderes corruptos…
Um Holocausto ? Só se for de críticas orquestradas contra Israel. Será que, ao realizar experiências mórbidas e exterminar milhões de inocentes, apenas para criar a suposta “raça pura”, a Alemanha nazista realmente estava apenas se defendendo – como Israel faz hoje ? Você soube de algum judeu que lançou um foguete sequer contra cidades alemãs antes, durante ou depois da ascensão do nazismo ? Conheceu algum judeu que, algum dia, declarou que tinha como objetivo exterminar todo o povo alemão ? Ou que pretendia doutrinar as crianças judias para terem ódio mortal e eterno dos alemães ? Ou que atacou algum alemão em qualquer lugar do mundo ? Alemão é diferente de nazista !
Por que, quando se fala de palestinos, a mídia não distingue claramente cidadãos inocentes de terroristas sanguinários, mas fala sempre em “causa palestina” ? A “causa” é um legítimo Estado seguro e em paz, ou é a constante matança gratuita, ordenada por seus líderes, e ainda não condenada pelo mundo, com o único propósito de eliminar Israel ? Palestino é diferente de terrorista !
Quanto tempo os judeus tiveram que esperar para o mundo dito civilizado se mobilizar durante a II Guerra Mundial ? O tempo necessário para exterminarem 6 milhões de inocentes vidas judaicas. É “proporcional” esperar de novo este tempo ? É “proporcional” que civis israelenses esperem ainda quanto tempo para que os foguetes que hoje atingem suas casas acertem seu coração – apenas para o jogo terminar empatado ? É “proporcional” que o Exército israelense invista bilhões em armamentos de precisão cirúrgica e avise previamente sobre os ataques que vai realizar, tentando com isto evitar a morte de civis palestinos, enquanto os sádicos terroristas aproveitam estas mesmas informações para enfileirar propositadamente inocentes na frente dos canhões, guardar bombas em quartos de hospitais, armamentos em mesquitas e granadas em creches ? É “proporcional” que Israel eduque seus filhos para o futuro, enquanto os terroristas construam o futuro de mais uma geração… de suicidas ?
Você sabia que 10 mil projéteis foram lançados pelo Hamas contra cidades israelenses desde 2001 ? E que, desses, 6,5 mil foram disparados depois de Israel ter saído totalmente da Faixa de Gaza, em 2005, na esperança de obter a paz ? Como crescerão as crianças israelenses que, sob tensão, tiveram que aprender a usar pagers para serem alertados várias vezes por dia sobre um iminente ataque de foguetes ? Quanto tempo ainda milhares de civis israelenses, muitos dos quais bebês e idosos, vão correr apavorados para tentar chegar em 15 segundos aos bunkers e rezar por sua sobrevivência ? Quantos civis israelenses serão obrigados a abdicar do trabalho, do estudo, do lazer, da normalidade do dia-a-dia para poderem ser chamados pela mídia de vítimas, pelo menos esporadicamente, ao invés de serem os permanentes vilões ? Israel deve aceitar quantas mortes e sequestros de civis para começar a reagir ? E quantos foguetes devem cair, mesmo sem vítimas fatais, para ser o momento de se manifestar… com justiça ?
Por que até agora nenhum país que critica Israel abriu suas portas para acolher, com todo carinho, estes “indefesos” terroristas ? Alô, Hugo Chavez !
Por que o Egito, quando assinou o tratado de paz com Israel, não aceitou o território de Gaza como parte do acordo ?
Por que os palestinos não aceitaram a oferta de Israel de um Estado independente, com o controle total de Gaza, proposto por Ehud Barak a Yasser Arafat ?
Por que o mundo custa tanto a admitir que Israel não inicia guerras, mas mesmo assim está sempre disposto a negociar e a ceder – como fez com o Egito e com os próprios palestinos liderados por Arafat ?
Por que o mundo não contabilizou diariamente quantos civis palestinos e membros do oposicionista Fatah foram torturados e assassinados brutalmente quando o Hamas assumiu o poder em Gaza ? E quantos membros do Hamas – acusados de traição – são assassinados ainda hoje pelos seus próprios companheiros, sem a contagem aritmética pela mídia ?
O que o Hamas faz com os milhões de dólares despejados em Gaza, já que sua população não possui condições mínimas de sobrevivência ? Adquire mais e mais armamentos e premia as famílias dos homens-bomba ?
Quando a mídia vai perceber que jornalismo se faz imparcialmente, deixando as opiniões para o editorial ?
Por que os “humanistas” de plantão, especialistas em diabolizar Israel, que surgem como técnicos de futebol em ano de Copa do Mundo, e políticos em época de eleições, não alertam para as “areias movediças” do mundo selvagem, como a divulgação de fotos deturpadas, informações manipuladas e declarações teatralizadas ? Você sabia, por exemplo, que o canal France 2 divulgou mortes que aconteceram no dia 05 de Janeiro de 2009, teoricamente provocadas pelo Exército de Israel, quando, comprovadamente, elas ocorreram no dia 23 de setembro de 2005, como resultado da explosão acidental de um caminhão que transportava armamentos do Hamas ? A France 2 admitiu que foi enganada pela propaganda palestina… Você se lembra da morte da menina Huda Ghaliya – que na mídia foi atingida por Israel e na realidade por armas terroristas ?
Quantas gerações serão necessárias para os palestinos entenderem a histórica frase de Golda Meir: “Não odeio os árabes por tentarem matar nossas crianças; os odeio por nos fazer matar suas crianças. Não haverá paz com os árabes enquanto eles nos odiarem mais do que amam suas crianças”.
Crianças palestinas vítimas do terror:
aprendendo o verbo odiar antes do amar
Quando o Irã e o Hamas vão implementar algo parecido com a declaração de independência de Israel, que desde 1948 é taxativa: “Nós estendemos a mão da amizade, da paz e da boa vizinhança a todos os Estados que nos avizinham e a seus povos”. E quando alguém vai passar uma borracha na frase “Israel continuará existindo até que o Islã o apague”, que consta em letras maiúsculas no “Pacto do Hamas”; desde a sua criação ?
Quando a ONU vai entender que Israel é um país a ela filiado e o Hamas um dos grupos que aterrorizam a ordem mundial ?
Será que a ONU tem tamanha ingenuidade a ponto de acreditar que o terrorismo contra Israel é tão somente por um pedaço no mapa mundi ? Será que ela realmente não percebe que, por trás de tudo isto, há o doentio e incontrolável desejo de eliminar o único Estado Judeu, custe o que custar, e a intenção de criar mais uma fanática e opressora República Islâmica ? Até quando a ONU vai fingir que não ouve as ameaças, verbais e expressas, neste sentido, feitas diariamente pelo Irã e pelo Hamas ? Quando o mundo vai repreender de fato este terror psicológico, e físico, com eficazes sanções comerciais, diplomáticas etc ? Quando vai proibir que poderosos armamentos bélicos sejam contrabandeados por seus filiados a grupos considerados terroristas ? Quando vai publicar uma resolução para que o Sudão interrompa imediatamente a carnificina que já matou 300 m?????0il cristãos, que dê um basta à tirania assassina de Ruanda e encerre de vez com os conflitos entre as 300 tribos que se entredevoram na muçulmana Somália ? Enfim, quando vai transformar propostas inócuas e paliativas em uma solução de paz definitiva ?
Quantas vezes a ONU criticou publicamente ataques antissemitas que vem ocorrendo há décadas contra entidades judaicas em vários países – muito antes do atual conflito ? Ou será que Israel será sempre declarado culpado pelo simples fato de existir e isto autoriza/justifica pichações, incêndios e é, por si só, um sinal verde para aterrorizar e matar judeus em sinagogas e cemitérios no mundo inteiro ? A “Noite dos Cristais” começou assim…
Por que a ONU não reconhece publicamente que o Hamas está cometendo três crimes simultaneamente: disparando foguetes contra alvos civis, utilizando sua população como escudo e pregando a destruição de um país membro de sua própria entidade ?
O mundo da inteligência precisa encontrar urgentemente o mundo da ação – e da conciliação. Que o mundo da paz possa comemorar algum acordo definitivo no Oriente Médio e que as palavras “Shalom” e “Salam” sejam realmente sinônimas de harmonia, convivência e civilidade no mundo do futuro.
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6 de fevereiro de 2009 às 6:38 pm
http://video.google.com/videosearch?q=hamas&emb=0&aq=f#q=hamas&emb=0&aq=f&start=20
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6 de fevereiro de 2009 às 7:08 pm
Mandar os israelitas pro Texas é uma boa idéia. Assim eles ficarão perto de Bush.
[Responder]
Fernando K Cohen respondeu:
6 de fevereiro de 2009 às 6:32 pm
Não adiante ser contra Israel! Sr J Lira. Acho que você precisa de ajuda… pelas suas declarações acredito piamente que você possui uma doença séria chamada: “Síndrome do Espírito inconstante” tal doença que impregna na mente de pessoas que precisa urgentemente de cura espiritual.Pessoas que sofrem dessa doença ficam por aí falando nada com nada sem mesmo saber se sua existência é real.Aconselho o Sr ir imediatamente há um médico ou melhor psiquiatra;quem sabe não encontre alguma direção se é que existe cura para isso.
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6 de fevereiro de 2009 às 7:09 pm
Em tempo: o Texas vai ser a lixeira do mundo!
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6 de fevereiro de 2009 às 7:10 pm
Francisco, meu caro: esse texto aí em cima foi você que escreveu ou é mais um plágio?
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6 de fevereiro de 2009 às 7:13 pm
Gondim: se tudo isso acontecer, vai ser bem animado! Quero dizer, pra quem estiver longe.
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7 de fevereiro de 2009 às 8:54 am
O texto do francisco é maior que o do gnodimn!!! Ele quer aparecer mais que o dono do blog!! Além disso o texto dele é totalmente sem fundamentação histórica, ele olha para o caso como se esse conflito tivesse começado ontem!! sem comentários.
———-
Gondim, Israel não vai atacar sozinho o Iran que tem armas nucleares, ele vai ter que primeiramente criar algum ataque terrorista falso (aka 11/9 ou uss liberty nao-frustada) contra os eua para por a culpa no Iran!.
Eles não vão arriscar a vida de seus soldados quando tem milhares prontos para morrer por eles nos eua!
O objetivo de Israel está bem claro na bandeira deles. As terras deles serão Do Nilo ao Eufrates!
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7 de fevereiro de 2009 às 7:28 pm
Gondim, por mais que o Irã ou a Síria estejam preparados para um confronto aberto com Israel (o que, definitivamente, não seria pouca coisa), acho que, em se tratando de blocos de poder, há assimetria total em prol dos sionistas. Toda a força do Ocidente se alinhará com eles, destaque para EUA, Inglaterra e França. Esse desdobramento me parece fora de questionamento, a histeria sionista a todos mobilizará.
Quanto ao alinhamento de Rússia e Paquistão em favor do Irã, sinceramente duvido. A Rússia pode até não gostar de outra aventura ocidental bem debaixo do seu nariz, pode estrilar e se manifestar na esfera da ONU, mas daí a ter qualquer iniciativa mais agressiva acho impossível. Ela assistiu de braços cruzados e cara amarrada o piquenique sangrento no Iraque, provavelmente não irá se abalar também em defesa do Irã. Se a Rússia fizer movimentos em falso e descobrir tarde demais que não dava pé, arrisca sua posição enquanto potência, que ela conserva sem esforço desde que não se meta em conflitos.
Se o Paquistão cai em mão de fundamentalistas islâmicos, a Índia e o Ocidente se tornarão tão agressivos e inclinados à guerra preventiva que duvido que os paquistaneses tenham fôlego para desafiar Israel. Estarão empenhados demais em convencer a comunidade internacional de que só querem cuidar da suas vidas. Mas concordo que, no longo prazo, caso e quando a poeira baixasse, poderiam vir a cerrar fileiras contra o Sião num conflito posterior.
Isso é o que me parece a conjuntura em termos políticos. Belicamente, Israel e o Ocidente levam vantagem cavalar sobre Irã, Síria, Hezbollah e quejandos. Como todos sabemos, os sionistas são espevitados e vivem com o dedo no gatilho nuclear. Sabem que sua população é exígua, portanto preciosa, e reagem desproporcionalmente a qualquer ameaça. Se cair chuva de mísseis persas em seu território, partem para o armagedom com tudo que tiverem, e nesse caso o custo para o Irã pode ser terrível.
Penso que Israel hesitará em dar o passo do ataque inicial por uma série de razões:
1 – É uma minipotência assustadiça e não sabe se a retaliação do Irã será mais dura do que está disposto a aguentar.
2- Sabem que o Irã pode ser enforcado economicamente no curso dos próximos anos ou décadas sem maiores sobressaltos em se havendo coordenação dos governos e grandes grupos alinhados ao Ocidente.
3- Se isso acontecer, as bombas do Irã acabam parando nas mãos de governos de marionetes que costumam se estabelecer em países quebrados.
4- Por fim, os sionistas estão se acostumando à nova realidade de sua grande VISIBILIDADE. Sabem que suas conversas de coitadinhos perseguidos lutando para sobreviver já estão com o prazo de validade vencido faz tempo, por isso devem passar a se cuidar para que não fique cada vez mais comum a comparação que se faz entre eles e os nazistas. Precisam calar a boca do mundo que começa a reparar neles, e protagonizar uma aventura irresponsável e eventualmente monstruosa no Irã com certeza não iria ajudar.
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7 de fevereiro de 2009 às 7:53 pm
Francisco,
quem não distingue os palestinos dos grupos terroristas que atuam no meio deles são exatamente os israelenses, sionistas e seus simpatizantes, que reagem aos atentados não com polícia ou serviço de inteligência, mas com exército e caças-bombardeios, em punições coletivas indiscriminadas e brutais, jogando panfletos “avisando” às pessoas para saírem correndo de suas casas com a roupa do corpo porque a IAF vem aí passando o rodo.
Ora, faça-me o favor! A causa palestina é o fim da usurpação sionista, continuamente adiada, aliás, pela própria ação dos tais terroristas que, na verdade, são os aliados inacreditáveis, mas indispensáveis, do malicioso Sião.
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7 de fevereiro de 2009 às 7:55 pm
corrigindo: caças-bombardeiros…
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7 de fevereiro de 2009 às 9:21 pm
OS JUDEUS SÃO MUITO INTELIGENTES; E SÓ ENTRARÃO NUMA GUERRA COM O APOIO TOTAL DOS EUA E INGLATERRA,COMO SEMPRE.
OS JUDEUS SEMPRE ENTRARAM NUMA GUERRA PARA GANHAR.
ATUALMENTE COM A NOVA ONDA OBAMA,NÃO A CLIMA PARA GUERRAS;
E SIM CLIMA PARA A TÃO SONHADA PAZ MUNDIAL.
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8 de fevereiro de 2009 às 11:23 am
ONU pretende investigar o uso de crianças como escudos humanos pelo Hamas durante a recente ofensiva militar israelense a Gaza. “Esta prática estará em nossos relatórios”, afirmou Radhika Coomaraswamy, representante da ONU para Crianças em Conflitos Armados.
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8 de fevereiro de 2009 às 1:15 pm
No Brasil, uma das maiores façanhas da propaganda islamo-esquerdista, uma mixórdia ideológica de materialismo marxista-leninista com fundamentalismo dogmático sectário intolerante do Islã radical articulada internacionalmente para acabar com dos mais infiéis Estados do mundo, Israel, consistiu em escamotear da opinião pública a chacina de brasileiros em atentados terroristas perpetrados em nome de Alá e seu Profeta Maomé, e da luta “contra o imperialismo americano”.
A realidade da relação do Brasil com o Islã terrorista é mais bem trágica do que se imagina no país. Embora não tenha nada com a questão palestina, gabando-se ao contrário de ser um pais muito amigo do mundo árabe muçulmano, tendo patrocinado até conferencias internacionais, cujas conclusões foram de forte condenação de Israel, nem assim o terror de Ala e seu Profeta poupou a infidelidade dos brasileiros cristãos a Alá e seu Profeta Maomé. Eis a relação de brasileiros exterminados neste mundo afora na Guerra-Santa-Jihad contra os “infiéis”:-
1- João Jose de Vasconcelos Junior, engenheiro, trabalhava na construção de termoelétrica por empresa brasileira, quando foi seqüestrado e assassinado no Iraque, em 19 de janeiro de 2005, por clones do Hamas no Iraque, Brigadas Mujahidin, Exército de Ansar al Sunha; a família de Minas Gerais foi torturada durante 2 anos sem saber paradeiro;
2- Anne Marie Sallerin Ferreira, Ivan Fairsbanks Barbosa, Sandra Fajardo Smiths, Nilton Alburqueque, trabalhavam pacificamente na World Center, Nova Iorque, em 9/11/ 2oo1, quando foram cruelmente trucidados no desabamento da torre norte causado por avião-bomba-Al-Queda;
3- Sergio Santos da Silva, pedreiro, vitima do massacre de Madrid- 11/março/2004, por bomba de Alá e seu Profeta, quando voltava de trabalho em trem urbano, junto a 200 outros operários.
4- Sargento Marco Antonio Farias, chacinado em 12 outubro de 2002 em Bali, pelo grupo terrorista islamita chefiado por Amrozi, Ghufron, e Imã Samudra. Amrozi é membro da Jemaah Islamiyah com ligações com Al-Qaeda:- perpetraram o atentado para a criação do Califado no Sudeste da Ásia. Condenados à morte, extremistas islamitas fizeram violentas manifestações em Jacarta, protestando contra a execução dos terroristas. São os mesmos que estão a protestar contra o ataque de Israel ao Hamas… O brasileiro foi chacinado pela bomba de Alá e seu Profeta, quando gozava férias da Força de Paz da ONU no Timor Leste em missão de proteção à população cristã, vitima de genocídio- 250 mil homens, mulheres e crianças, durante a ocupação da região pela Indonésia Islâmica.
5- Sergio Vieira de Mello, um dos mais brilhantes diplomatas das Nações Unidas. Morreu em um atentado terrorista à sede local da ONU em Bagdad, juntamente com outros 21 membros de sua equipe. Bagdá, 19 de Agosto de 2003, quando tratava de direitos humanos do povo iraquiano. Já fora condenado à morte pelo Islã por ter ajudado de modo decisivo a independência do Timor Leste das mãos da Indonésia islamita. Ironicamente, nem seus notáveis esforços para proteger a vida de muçulmanos em Kosovo, o pouparia da sentença de morte por ter afrontado a vontade de Alá e seu Profeta.
Que mal fizeram estes brasileiros aos palestinos, aos árabes, aos muçulmanos por merecem a sentença de morte tão cruel ? Obviamente nenhum, mas aos olhos destes fanáticos todos eram “infiéis” cristãos, inimigos fadados a serem indiscriminadamente exterminados na Guerra Santa- Jihad, para a implantação do Islã universal. Ser martir da Jihad é missão mais sagrada do fiel submetido ao Corão, à Sharia, e ensinamentos do Profeta.
É exatamente isso, que o grupo islamita do Hamas almeja fazer: acabar de vez com o Estado de Israel e seus infidelissimos judeus, com todo o apoio do Hizbola e Irã xiita, tal como fizeram com os brasileiros cristãos. Ocorre que, o Estado de Israel teve, e tem um exercito para se defender.
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9 de fevereiro de 2009 às 8:03 pm
O chefe do Exército do Sri Lanka afirmou, neste domingo, que as tropas cingalesas assumiram o controle da cidade de Mulaitivu – o último reduto dos rebeldes do grupo separatistas dos Tigres Tâmeis no nordeste do país.
Em um comunicado transmitido em rede nacional de televisão, o General Sarath Fonseka disse as tropas “assumiram completamente” o controle da cidade depois de um intenso confronto com os rebeldes.
Segundo ele, com a captura de Mulaitivu, 95% do trabalho para derrotar os Tigres Tâmeis já está feito.
Os Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE, na sigla em inglês)
não comentaram a ofensiva deste domingo.
Ofensiva
A tomada do controle de Mulaitivu, uma base militar importante para os rebeldes, acontece poucas semanas depois que o Exército anunciou que havia assumido a cidade de Kilinochi, conhecida como a “capital” do movimento, no início deste mês.
O governo do Sri Lanka lançou uma ofensiva grande contra os tâmeis e prometeu acabar com o movimento rebelde, que luta pela independência da minoria étnica tamil há cerca de 25 anos.
O correspondente da BBC em Colombo, Anbarasan Ethirajan, disse que o anúncio feito pelo chefe do Exército Deu início a várias celebrações na capital.
Desde o início do confronto entre os rebeldes e o governo central, há cerca de meio século, cerca de 70 mil pessoas já foram mortas.
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9 de fevereiro de 2009 às 8:04 pm
A guerra na região de Darfur, no Sudão, deixa perplexos tanto especialistas em África quanto diplomatas experientes, de forma que não causa surpresa deixar confuso o público em geral. Este guia para o conflito responde dez perguntas simples.
1. Onde fica Darfur?
Darfur é a região mais a oeste do Sudão, o maior país da África. Ela se espalha pelo deserto do Saara, pelas savanas secas e florestas da África central. Ela é maior que a França, apesar de esparsamente povoada. A população de Darfur vive da terra, a cultivando durante a estação das chuvas (junho-setembro) e criando animais.
Darfur foi um sultanato independente de cerca de 1600 até 1916, quando foi integrado ao vizinho Sudão e se tornou o maior território a ser absorvido pelo império britânico. Após a independência do Sudão em 1956, Darfur foi negligenciado, com pouco desenvolvimento econômico.
2. Quem são os darfurianos?
Cerca de um terço da população de Darfur (cerca de 6,5 milhões no total) é composta de descendentes de árabes que migraram pelo Saara entre os séculos 14 e 18, se casando com os habitantes locais de forma que a maioria é fisicamente indistinguível de seus vizinhos não-árabes. Darfur também tem uma longa história de migração da África Ocidental.
Todos os darfurianos são muçulmanos e a maioria é seguidora da seita sufi Tijaniyya, originária do Marrocos.
3. Como o Sudão é governado?
Os governos pós-independência do Sudão (população atual de 40 milhões) foram todos dominados por uma elite de Cartum, a capital do país. A orientação árabe e islâmica desta elite provocou rebeliões no sul do Sudão entre a população não-árabe daquela região, a maioria cristãos e teístas. Os darfurianos também foram marginalizados pelos governos sudaneses, apesar de muitos fazerem parte do Exército.
Em 1989, um golpe militar levou o presidente Omer al Bashir ao poder, mas ele foi ofuscado por Hassan al Turabi, que buscou formar um Estado islâmico. A militância de Turabi exacerbou a guerra no sul cristão, provocou a hostilidade dos vizinhos do Sudão e levou a um isolamento internacional.
Falidos e exaustos, os islamitas começaram a brigar entre si em 1999 e Bashir prendeu Turabi. Determinado a manter o poder, Bashir buscou a paz no sul, assinando um “acordo de paz abrangente” com o Exército de Libertação do Povo Sudanês (SPLA), em janeiro de 2005. Enquanto isso, Darfur foi se tornando cada vez mais ingovernável. As armas eram abundantes, importadas de guerras civis no sul do Sudão e no Chade.
4. Por que a guerra começou?
Os primeiros confrontos armados em Darfur ocorreram em 1987, quando a milícia árabe chadiana – armada pela Líbia como parte da tentativa de Gaddafi de controlar o Chade – foi empurrada para Darfur pelas forças chadianas e francesas.
Em 1991, o SPLA tentou instigar uma rebelião em Darfur mas foi esmagado pelo exército sudanês e por uma milícia árabe. Novos confrontos ocorreram esporadicamente ao longo dos anos 90, provocados pelas disputas por terras e rebanhos. Em cada caso, enquanto os líderes locais tentavam promover conferências de paz intertribais, os serviços de segurança respondiam com táticas dividir-e-governar, geralmente armando a milícia árabe e tentando desarmar os grupos de defesa das aldeias. Em nenhum momento as causas por trás do descontentamento – a pobreza e marginalização de Darfur – foram tratadas.
5. Quem são os rebeldes darfurianos?
Em 2002, grupos de defesa da aldeia Fur começaram a se organizar e as unidades Zaghawa começaram a receber armas de seus parentes no exército chadiano (sem conhecimento do presidente). Com apoio do SPLA, eles formaram o Exército de Libertação do Sudão (SLA), promoveram ataques a guarnições do governo e publicaram um manifesto. Mas as alas Fur e Zaghawa do SLA fracassaram em cooperar. Enquanto o SLA de Abdel Wahid contava com grande apoio popular, a ala Zaghawa, liderada por Minni Minawi, era militarmente mais agressiva. Explorando a ausência de Abdel Wahid de Darfur – ele estava percorrendo o mundo para obter apoio- em novembro de 2005, Minawi convocou uma reunião e se elegeu presidente, criando uma divisão irreversível. Daí em diante, as duas alas começaram a enfrentar uma à outra assim como ao governo de Cartum.
Em março de 2003, os islamitas dissidentes recém derrubados do poder em Cartum criaram o Movimento Justiça e Igualdade (JEM) e se juntaram à rebelião do SLA. Menor e mais coeso que o SLA, o JEM se apóia na base de seu líder, Khalil Ibrahim, entre o clã Kobe de Zaghawa.
6. Quem são os janjaweed?
Os janjaweed originais dos anos 80 eram uma coalizão de milicianos árabes chadianos e um punhado de nômades árabes darfurianos. Por anos, estes milicianos foram tolerados e apoiados de forma intermitente por Cartum. Quando a insurreição do SLA ganhou força, o governo recorreu aos janjaweed como vanguarda de sua contra-insurreição.
Desafiando uma resolução do Conselho de Segurança da ONU que exigia o desarmamento dos janjaweed, o governo absorveu um grande número de milicianos em seu exército e continua a empregá-los contra aldeões suspeitos de apoiarem os rebeldes.
7. É genocídio?
Em julho de 2004, os Estados Unidos iniciaram uma investigação sobre se as atrocidades em Darfur constituíam genocídio. A conclusão, anunciada pelo então secretário de Estado, Colin Powell, era que sim. Mas para desalento dos ativistas, Powell disse que isto não resultaria em nenhuma mudança na política americana. Em vez disso, ele encaminhou o assunto para o Conselho de Segurança da ONU, cujas investigações apontaram que ocorreram crimes de guerra e outras violações “tão hediondas quanto genocídio” em Darfur, mas que a acusação de genocídio era injustificada. O Conselho de Segurança encaminhou o assunto ao Tribunal Penal Internacional, que deverá emitir seus primeiros indiciamentos em breve.
Grandes organizações de direitos humanos e agências humanitárias se recusam a usar o termo “genocídio” em Darfur. A análise delas é de que Darfur não se trata de uma tentativa deliberada de exterminar um grupo, como no Holocausto e Ruanda, mas sim de crimes contra a humanidade cometidos ao longo de uma contra-insurreição.
8. Quem está protegendo os civis?
Após negociações na capital chadiana em abril de 2004, Cartum e os rebeldes concordaram em um cessar-fogo, que seria monitorado por uma equipe de observadores da União Africana (UA). O cessar-fogo foi violado por ambos os lados, o que tornou impossível a tarefa da Missão da União Africana no Sudão (Amis). A Amis foi ampliada para 7 mil soldados, mas suas operações foram atrapalhadas pela escassez de fundos e combustível -assim como pelo mandato fraco que não lhe permitia proteger todos os civis em risco.
A Casa Branca decidiu que a Amis deveria ser substituída por uma força de paz maior da ONU, com autoridade para uso de força. Nos últimos 18 meses, os esforços para impor esta força a um Sudão relutante consumiram grande parte das energias diplomáticas empregadas pelo Ocidente em Darfur. O presidente Omer al Bashir fincou o pé e rejeitou qualquer papel militar da ONU.
9. Por que as negociações de paz fracassaram?
A UA realizou sete rodadas de negociações de paz, culminando em uma sessão contínua de seis meses na capital nigeriana, de novembro de 2005 a maio de 2006. Sob severa pressão, especialmente dos Estados Unidos, Cartum e Minawi concordaram. O líder do JEM, Khalil Ibrahim, rejeitou o pacote de imediato. Abdel Wahid, que conta com o maior apoio em Darfur, também rejeitou. Após a assinatura do acordo, Minawi foi desertado pela maioria de seus comandantes.
10. O que precisa ser feito?
Desde maio passado, uma combinação de cinismo do governo e liderança errática dos rebeldes levou a um agravamento da crise em Darfur. A guerra se intensificou e agora é em parte uma guerra por procuração entre o Chade e o Sudão, com cada lado apoiando os rebeldes do outro. Uma reunificação dos rebeldes é necessária antes que qualquer negociação significativa possa ser realizada.
Uma solução política de Darfur está agora mais distante do que em qualquer momento desde que a guerra teve início. Esta complexidade frustrante não é motivo para outra solução rápida mal acabada: é motivo para tratar dos processos políticos complicados mais seriamente.
*Alex de Waal é diretor do Social Science Research Council, uma organização sem fins lucrativos com sede em Nova York
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9 de fevereiro de 2009 às 8:08 pm
A Turquia divide suas fronteiras com os três maiores países do Oriente Médio: Irã, Iraque e Síria. A maior parte da região foi governada pela Turquia durante o período otomano, mas entre 1945 e 1990, os líderes turcos evitaram um envolvimento maior com os vários conflitos regionais. Após o fim do império otomano, a Turquia passou a viver entre dois mundos: era ao mesmo tempo islâmica, fortemente impregnada por seu passado, e país-membro da OTAN. Durante a Guerra Fria, a Turquia provou ser útil e necessária aos Estados Unidos, principalmente por causa de sua posição estratégica na fronteira com a ex-União Soviética.
Em 1990 esta tradição de não interferência foi quebrada, quando o país tomou partido da grande coalizão liderada pelos Estados Unidos no confronto que se seguiu à invasão e anexação do Kuwait pelo Iraque. Em cumprimento às sanções impostas ao Iraque pela ONU, a Turquia fechou os dois oleodutos usados para transportar o petróleo iraquiano através do país até o mar Mediterrâneo. Embora formalmente não fizesse parte da coalizão militar que lutou no Iraque, a Turquia empregou 150 mil soldados ao longo de sua fronteira com o Iraque, o que determinou que Bagdá tivesse que desviar um número equivalente para o sul e o norte do país. Além do mais, o país tornou-se base de mísseis da OTAN e foi autorizado o uso da base aérea militar em Incirlik para ataques dos aviões americanos ao território iraquiano. O verdadeiro motivo desse apoio foi o desejo da Turquia de fortalecer os laços com os Estados Unidos e os aliados da OTAN, numa época de incertezas – pelo menos para ela – sobre as relações estratégicas pós-guerra fria. A Turquia nunca foi aceita como membro da União Européia, apesar dos insistentes pedidos.
A principal consequência da Guerra do Golfo para a Turquia foi a internacionalização da questão curda. Após a derrota do Iraque para a coalizão liderada pelos Estados Unidos, em fins de fevereiro de 1991, a minoria curda do Iraque, que representava aproximadamente 15% da população de 19 milhões, revoltou-se contra o governo de Saddam Hussein. As forças governamentais reprimiram a rebelião em 3 semanas, precipitando um êxodo em massa de quase toda a população curda do norte do Iraque para o Irã e fronteiras turcas. Incapaz de lidar com a onda de refugiados, a Turquia fechou suas fronteiras após mais de 400 mil curdos terem fugido para as províncias de Hakkari e Mardin. Os soldados turcos impediram que mais 500 mil refugiados curdos do lado iraquiano cruzassem a Turquia, forçando-os a permanecer nos campos provisórios; um milhão de curdos fugiram para o Irã. A crise humanitária e a repercussão internacional acrescentaram um dilema para a Turquia, que relutava em absorver centenas de milhares de refugiados curdos. Além do mais, a Turquia havia sido contrária à criação de campos permanentes de refugiados, acreditando que esses campos pudessem se transformar em focos para o surgimento de um nacionalismo militante, como havia acontecido nos campos de refugiados da Palestina, criados durante a guerra que seguiu à criação de Israel.
A solução preferida pela Turquia para a crise dos refugiados curdos foi o retorno deles para suas casas no Iraque, com garantias de segurança dentro de um ambiente político que estimulasse sua integração a um Iraque unificado. As negociações com a Inglaterra, França e os Estados Unidos produziram um acordo em junho de 1991, que estabelecia uma zona protegida interina ao norte do Iraque, onde todas as atividades militares iraquianas foram proibidas. A Turquia permitiu a utilização pelos aliados da base aérea de Incirlik para vôos de reconhecimento sobre a zona de proteção. No início, o período de interinidade era para durar seis meses, podendo ser estendido por um período adicional de mais seis meses, a critério da Assembléia Nacional. Embora o acordo criasse uma zona de segurança de facto em três províncias no norte do Iraque, e induzisse a maioria dos refugiados curdos a retornar para casa, ele não resolveu o problema político entre os refugiados e o governo iraquiano. Pelo contrário, Bagdá, em resposta, impôs um bloqueio no norte, o que tornou os curdos dependentes economicamente do Irã e da Turquia.
A Turquia opôs-se à criação de um governo curdo autônomo no norte do Iraque. No entanto, a intransigência iraquiana para com a ONU depois da Guerra do Golfo e a determinação dos Estados Unidos de limitarem seu envolvimento na zona de segurança a patrulhas aéreas, tornou inevitável a formação de uma administração local. A Turquia concordou com relutância depois que líderes curdos iraquianos afirmaram em Ancara que um governo autônomo não significava a independência dos curdos, mas que cooperaria com todos os grupos de oposição iraquiana para criar uma alternativa democrática ao regime de Saddam Hussein. Após as eleições de 1992, foi estabelecido um governo autônomo em Arbil. A Turquia aceitou este governo no norte do Iraque mas não reconheceu o governo provincial e condicionou sua cooperação com o governo autônomo ao apoio dos curdos à integridade territorial do Iraque e ajuda no controle do PKK nos campos do norte do Iraque.
A RESISTÊNCIA CURDA NA TURQUIA
A resistência curda na Turquia, liderada sobretudo pelo PKK, tem aumentado nos últimos anos, tanto no campo político-militar, como na defesa dos costumes e tradições do povo. É claro que sua luta representa um fator de instabilidade em toda a região. A Turquia pretendeu fazer aquilo que Saddam Hussein tentou e não conseguiu – destruir o PKK – e, com isso, angariar novos trunfos para suas tentativas de integrar a União Européia.
As forças políticas curdas legais estão quase desaparecidas na Turquia. O Partido Trabalhista do Povo
(HEP) foi proibido em 1993, e o Partido da Democracia, sucessor do HEP, também foi proscrito. Muitos de seus dirigentes estão presos ou exilados. A tortura de prisioneiros curdos é amplamente utilizada, tendo sido denunciada por várias organizações internacionais de direitos humanos.
A resistência armada conta com aproximadamente 20 mil guerrilheiros, 200 mil milicianos e quase 5 milhões de simpatizantes. Também melhoraram suas ligações com as organizações populares urbanas, os exilados e a oposição turca.
Desde 1989 a Turquia utilizou, pelo menos em 29 ocasiões, armas químicas contra os redutos curdos nas montanhas, na tentativa de exterminar a guerrilha do PKK. Nos últimos 4 anos, esta guerra produziu uma média de 2.500 vítimas anuais, entre soldados, guerrilheiros e civis, estes últimos os mais afetados. Em 1995, 35 mil soldados turcos voltaram a fustigar as áreas controladas pelo PKK no Iraque. Por ser país membro da OTAN e aliado dos EUA, a Turquia nunca sofreu qualquer tipo de sanção internacional.
Apesar do elevado número de mortos, esta guerra aparece muito pouco nos meios de comunicação
internacionais e quando é veiculada, prevalece a versão turca. O silêncio cúmplice do mundo ocidental é um dos principais incentivos para o governo turco continuar massacrando a população curda.
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9 de fevereiro de 2009 às 8:15 pm
A sharia do horror
Norbert Lieth
Onde a sharia, a lei islâmica, é estabelecida, toda a liberdade é cruelmente sufocada. Extremistas islâmicos fazem de tudo para conquistar o mundo e para implantar a sharia como legislação suprema.
Perseguição a cristãos na Nigéria
Persiste a expulsão de cristãos de regiões majoritariamente islâmicas. Os muçulmanos querem introduzir a sharia em toda a Nigéria. Segue o relato do jovem Nsikak Apkaidiok:
“Tornei-me cristão quando estava na universidade. Ao retornar para casa compartilhei com minha família as experiências que tive com o Senhor. Meu pai ficou furioso pois não queria saber do cristianismo. Ele amarrou minhas mãos nas costas e não me dava comida. Mas eu fiquei firme! Quando minha situação piorou, fui levado ao hospital. Mas era tarde demais: minhas duas mãos tiveram de ser amputadas”.
Como esse novo convertido, milhares de outros cristãos têm sido vítimas das piores barbáries.
Limpeza sistemática
O que é a sharia?
A doutrina dos direitos e deveres religiosos do islã. Abrange as obrigações cultuais (orações, jejuns, esmolas, peregrinações), as normas éticas, bem como os preceitos fundamentais para todas as áreas da vida (matrimônio, herança, propriedade e bens, economia e segurança interna e externa da sociedade). Originou-se entre os séculos VII e X d.C. a partir dos trabalhos de sistematização realizados por eruditos e legisladores islâmicos e baseia-se no Corão, suplementado pela Suna, a descrição dos atos normativos do profeta Maomé.
Com seus ataques planejados, os muçulmanos tentam forçar a emigração dos cristãos, especialmente das províncias multireligiosas do centro da Nigéria (como Adamara, Plateau State e Taraba). No final de fevereiro de 2003, muçulmanos armados atacaram cristãos em Adamara, matando pelo menos 100 pessoas. Mais de 500 ficaram gravemente feridas, cerca de 130 casas e algumas igrejas foram queimadas e mais de 21.000 habitantes foram expulsos da região. Entre setembro de 2001 e abril de 2003 foram mortas mais de 6.000 pessoas e 500.000 foram expulsas de Plateau State. Dentre os diversos grupos étnicos da Nigéria, o povo Tiv, predominantemente cristão, que ocupava o Centro e o Sul do país, foi enxotado pelos povos muçulmanos dos Hausa, Fulani e Jukun e milhares de pessoas foram assassinadas. Ataques desse tipo são organizados e perpetrados constantemente por grupos islâmicos fortemente armados vindos de países vizinhos como Chade, Níger e Mali.
Implantação da sharia
Nas províncias ‘limpas de cristãos’ e agora majoritariamente islâmicas o passo seguinte é a implantação da sharia. Hoje, doze das 36 províncias da Nigéria já a têm como legislação suprema. Com mais seis províncias islamizadas a Nigéria seria majoritariamente muçulmana! As ‘províncias da sharia’ teriam, assim, a possibilidade de impor a lei islâmica ao país inteiro. Mesmo que os líderes muçulmanos declarem sempre que a sharia só é aplicada a muçulmanos, a realidade nas doze ‘províncias da sharia’ fala uma linguagem bem diferente.
Sharia para cristãos
Nas províncias administradas segundo os preceitos da sharia islâmica, quase não são mais construídas novas igrejas, pois elas certamente estariam muito próximas de alguma mesquita. Casamentos entre cristãos e muçulmanos são permitidos apenas quando o noivo é muçulmano; os filhos são considerados muçulmanos e devem ser educados como tais. Conversões de muçulmanos ao cristianismo continuam proibidas. Como acontece no Paquistão, os cristãos podem ser sumariamente acusados de ‘blasfêmia’ contra o profeta Maomé ou contra o islã. Cristãos devem estar sempre sob as ordens de patrões muçulmanos. Além disso, é comum que moradores de aldeias muçulmanas apliquem a lei islâmica sem interferência das autoridades: segundo declarações de organizações de direitos humanos confiáveis, muitas vezes as mãos e os pés de ladrões sãos cortados ou os consumidores de álcool são açoitados sem qualquer processo ou julgamento. Mas há esperança: impressionados com a perseverança e a firmeza dos cristãos em um ambiente hostil, nos últimos anos alguns muçulmanos encontraram a Jesus inclusive em províncias islâmicas como Kano e Kaduna.[1]
Ataque na Nigéria mata 600. Maioria das vítimas é cristã
Lagos – Porta-vozes comunitários cristãos de Kano, no Norte da Nigéria, afirmam que pelo menos 600 pessoas, a maioria de fé cristã, morreram nos ataques de militantes muçulmanos, que também incendiaram uma dezena de igrejas e centenas de casas e negócios de seus rivais. Cerca de 30 mil pessoas tiveram que sair de seus lares para fugir dos confrontos, informaram líderes locais da Associação Cristã da Nigéria, por telefone, desde Kano. (Correio do Povo, 14/5/04)
O islã está avançando. Ele espalha-se por todos os continentes abrindo caminho para a implantação da sharia. Jamais um muçulmano convicto, que vive segundo as leis islâmicas, irá curvar-se diante de um governo democrático ou se sentirá comprometido com uma democracia ocidental. Por isso está sendo tão difícil o estabelecimento de um regime democrático no Iraque e no Afeganistão. Pelas leis islâmicas isso nem seria possível, pois assim o islã deixaria de ser islã. Mas ai dos países onde se instala a sharia! Seja no Oriente Médio, na Ásia, na África ou em qualquer parte do mundo – onde a sharia torna-se lei, a liberdade acaba. Onde os preceitos islâmicos são seguidos ao pé da letra os direitos humanos são ignorados, pessoas são discriminadas e nenhuma crença além do islã é tolerada. Na Arábia Saudita, onde a sharia é o fundamento das leis, houve recentemente um atentado, com onze mortos, num bairro onde residem estrangeiros. Parece que poucos no Ocidente se importam que a Arábia Saudita seja um dos países que apóiam financeiramente as famílias dos terroristas-suicidas palestinos. Hoje o maior perigo terrorista vem dos grupos militantes do mundo islâmico que se baseiam na sharia. Não se trata apenas do Hamas, do Hezbollah ou da rede Al Qaeda, mas também de terroristas do Iêmen, da Argélia e do Abu Sayaf filipino. A nuvem de militantes islâmicos torna-se cada vez maior e mais densa, mas também mais negra e assustadora. Seja Israel, em seu conflito com grupos terroristas, os Estados Unidos no Iraque ou os países da África – todos são quase impotentes diante da ameaça terrorista, pois pouco podem fazer para impedir os ataques-suicidas. Como pode-se ameaçar ou dissuadir a quem está tão cheio de ódio por aqueles que não compartilham sua visão a ponto de jogar fora a própria vida para alcançar seus “direitos”? A sharia tornou-se um flagelo para a humanidade nos países onde impera, e parece estar abrindo caminho sem se deter diante do Ocidente.
Esse fenômeno só pode ser explicado no contexto do cenário dos “tempos finais”. É tempo do fim em qualquer área, inclusive na religiosa. Apostatar de Deus e de Sua Palavra são atitudes que têm aumentado constantemente. Isso torna as pessoas cada vez mais cegas diante dos perigos e enganos religiosos.
Lemos na Segunda Carta aos Tessalonicenses: “É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro, para darem crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quantos não deram crédito à verdade; antes, pelo contrário, deleitaram-se com a injustiça” (2 Ts 2.11-12). É justamente o mundo ocidental que está se despindo de seu manto “cristão” e se despojando de tudo o que lembra o cristianismo ou que se aproxime das verdades bíblicas. Mas, ao fazer isso, parece não perceber que está passando a usar uma camisa-de-força imposta por outras influências. Onde Jesus Cristo e Sua Palavra são colocados de lado, idéias brutais e cruéis, estranhas e erradas passam a ocupar seu lugar. Não é de admirar que Deus entregue uma nação à ditadura de poderes ou ideologias injustas quando esta pisa Seu amor com os pés. Onde existe prazer com a injustiça ela rapidamente se instala e assume o comando. “Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra” (Sl 49.1).
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10 de fevereiro de 2009 às 4:19 pm
10/02/2009 – 09h10
Fatah tem mais apoio que Hamas, diz nova pesquisa
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da Folha de S.Paulo
Pesquisa realizada pelo Centro Palestino de Opinião Pública mostra o Fatah com mais apoio entre palestinos hoje do que o Hamas: 40,6% a 31,4%.
Realizada entre 25 e 31 de janeiro com 673 pessoas –e margem de erro de 3,78 pontos para mais ou menos–, a pesquisa revela que o apoio na faixa de Gaza ao Fatah, partido secular do presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, é de 42,5%, contra 27,8% do Hamas, que controla o território. Em novembro, o Hamas tinha apoio de 51,5% em Gaza, o Fatah, 31,4%.
Na semana passada, pesquisa de outro instituto dava intenção de voto de 28,6% para o Hamas e 27,9% para o Fatah em eventuais eleições gerais –parte das negociações para o reatamento entre os dois grupos.
Ontem a UNRWA (agência da ONU para refugiados palestinos) anunciou que retomará suas operações na faixa de Gaza, uma vez que o Hamas devolveu a ajuda humanitária confiscada em dois casos na semana passada. As atividades da agência haviam sido suspensas na sexta devido aos episódios.
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10 de fevereiro de 2009 às 4:38 pm
Mais plagio chiquito…. Cade sua integridade?
http://www.cacp.org.br/islamismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1913&menu=4&submenu=2
http://www.geocities.com/ibnkhaldoun_2000/curdistao1.htm
So vi esses dois…mas o restante deve ser plagio tambem!
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10 de fevereiro de 2009 às 5:32 pm
Clevinho,
Continue com seu “DOTORADO”
São “copia e cola”, anta!
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 5:54 pm
Dr. Cleverson, Chiquito é incorrigível.
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 6:00 pm
Copiar e colar sem mencionar a autoria do texto é plágio.
Chiquito é um plagiador assumido.
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10 de fevereiro de 2009 às 6:01 pm
Eleições israelenses: escolhe-se entre um assassino e outro.
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 6:02 pm
Fragmentação impedirá governo politicamente forte em Israel.
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 6:04 pm
Eleições israelenses: assassinos x assassinos, genocidas x genocidas, criminosos x criminosos.
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 6:05 pm
Eleições em terras roubadas.
[Responder]
10 de fevereiro de 2009 às 8:04 pm
Em certos textos, sou plagiador sim. Assumo! Copio e colo. Não tenho medo de assumir. E você GG? É antisionista ou antisemita? Vai assumir ou não?
Quero ver se é homem para isso!
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10 de fevereiro de 2009 às 8:07 pm
E não é Dr. Cleverson. É Dotô Dedoverde. O moçoilo faz “dotorado”.
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10 de fevereiro de 2009 às 8:24 pm
Veremos se é macho suficiente para assumir…
Vou, novamente, sair para respirar ar puro. E aí, isso aqui fica um marasmo só…Isso aqui está longe de ser um lugar de debates.
Inté! Cambada!
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 9:12 am
Olhaí, pessoal, a gazela (como um de nossos comentaristas o chamou) fugiu de novo. Plagiador de merda!
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 9:13 am
Se eu fosse antissemita, Chiquito, não seria um admirador de Marx e Freud.
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 10:05 am
Para os cristãos fanáticos que gostam de defender Israel e também para esses que querem acusar o Gondim de anti-semitismo, olhem a atitude que alguns judeus tomam contra os cristãos, leiam este artigo direto do site israelense haaretz.
Titulo: Christians in Jerusalem want Jews to stop spitting on them
Tradução: Cristãos em Jerusalém querem que os Judeus parem de cuspir neles!!!!
Tradução de um trecho:
On Sunday, a fracas developed when a yeshiva student spat at the cross being carried by the Armenian Archbishop during a procession near the Holy Sepulchre in the Old City.
No domingo, uma briga aconteceu quando um estudante de seminário rabínico cuspiu numa cruz sendo carregada por um arquibispo armênio durante uma procissão próximo ao santo sepulcro na Cidade Velha.
http://www.haaretz.com/hasen/pages/ShArt.jhtml?itemNo=487412&contrassID=2&subContrassID=5&sbSubContrassID=0&listSrc=Y&itemNo=487412
Cuspir na cruz é o equivalente a pintar uma suástica em uma sinagoga. A única diferença que se alguém pintasse uma suástica em alguma sinagoga isso seria capa do jornal o Globo, do New York Times, da Veja, do Plantão do Jornal Nacional, a Primeira ministra da Alemanha ia aparecer na TV com declarações de apoio a Israel (como ela fez recentemente sobre o padre que negou as câmeras de gás) etc….
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 10:48 am
É isso aí, Avon.
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 1:05 pm
Como é bom um país democrático com imprensa livre naquela região, né? Inclusive com versão em arabe!!!
Esses radicais certamente serão punidos. GG comete o mesmo crime e está impune!
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 1:41 pm
Chiquito quer que eu seja preso? Por ser contra Israel e o sionismo? Isto é um democrata!
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 1:48 pm
Chiquito, meu filho, os judeus continuam cuspindo nos cristãos em Jerusalém e não são presos. E cospem literalmente, não metaforicamente.
[Responder]
Moshe Guzinski respondeu:
6 de fevereiro de 2009 às 11:05 am
Prezado Sr.
Eu nunca cuspi nem o farei em ninguém. A propósito de Jerusalém: sobre o que e a qual propósito foi erguido o domo da rocha? Foi o local aonde o cavalo de Maomé ascendeu aos céus. Veja bem o que defendes. É algo parecido com Roma ser hindu pois a vaca mãe teve lá uma pata quebrada.
Lembro que todo radicalismo é uma resposta a outro. O sionismo foi uma resposta de sobrevivência ao arabismo e ao nazismo. Este é o campo de idéias correto.
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 1:52 pm
So esclarecendo chiquito…Ja completei meu doutorado e inclusive meu Ph.D
Satisfeito plagiador? O pior ser humano é aquele que não possui opinião própria! Vive as custas de opiniões alheias! Um verdadeiro “nabo” vegetativo….
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 6:00 pm
Gg,
Veja a sua irresponsabilidade: “…os judeus continuam cuspindo nos cristãos em Jerusalém”… Se existe(m) 1 ou 1 duzia de radicais débeis judeus que cospem em cristão e/ou numa Cruz, merecem e certamente serão punidos. Mas, você generaliza. Usa o plural “os judeus”. Esse é seu intuito. GENERALIZAR e confundir. E quanto a Richard Williamson? Os judeus generalizam? Quando estudei em Israel, pude ver de perto as ótimas relações entre cristãos e judeus. Assim como muçulmanos e judeus dentro de Israel.
Tchauzinho, Gilsito
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 6:08 pm
GG,
Se vc em seu “blog” permite mensagens como: “Judeus cancer da humanidade” (existem várias), só para citar um exemplo, vc passa a ser responsável por essa postagem. Para isso vc usa: Seu comentário está aguardando aprovação!
Se vc tivesse um minimo de dignidade, honestidade e responsabilidade, passaria um crivo nessas aberrações.
[Responder]
11 de fevereiro de 2009 às 7:23 pm
Gilson, boa noite
Que comece logo o fim de Israel, muitos gostariam de ver.
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12 de fevereiro de 2009 às 1:14 am
Olá, Waldélio, seja bem-vindo.
[Responder]
12 de fevereiro de 2009 às 1:20 am
Eu gostaria de saber se Chiquito defende a prisão do tal Lieberman, líder do terceiro partido mais votado na eleição israelense e figura-chave na formação do próximo governo sionista.
Lieberman defende o fim da cidadania israelense para qualquer árabe, a não ser que ele (o árabe) jure lealdade e fidelidade a Israel como Estado judeu. Não como Estado pretensamente democrático, mas como Estado judeu. Ou seja, como Estado étnico e racial. Se isso não é racismo, eu não sei o que diabos é.
Israel, Estado nazista.
[Responder]
12 de fevereiro de 2009 às 6:43 am
Tem gente que admira essas bestas e posta por aqui. Inclusive com a saudação 88.
11/02/2009 – 21h01
Brasileira grávida de gêmeos é atacada por skinheads na Suíça e perde os bebês
Do UOL Notícias
Em São Paulo
A brasileira Paula Oliveira, 26 anos, foi agredida a golpes de estilete por três homens com o cabelo raspado, na última segunda-feira, em Dübendorf, na Suíça. A jovem estava no terceiro mês de gravidez de gêmeos, e perdeu os bebês devido ao choque com a violência.
Segundo a cônsul-geral do Brasil em Zurique, Vitoria Cleaner, Paula não corre risco de morte e já voltou para casa. Seu pai, Paulo Oliveira, secretário parlamentar do deputado federal Roberto Magalhães (DEM-PE), viajou à Suíça e já se encontra com a filha.
Por todo o corpo de Paula, os skinheads escreveram, a golpes de estilete, a sigla SVP (Schweizerische Volkspartei, ou, em português, ou Partido do Povo Suíço). O partido é conhecido no país por suas ideias ultraconservadoras.
De acordo com a cônsul-geral, o crime pode ter motivações políticas, já que no domingo o SVP sofreu uma derrota nas urnas. “Os cidadãos suíços votaram sim pela livre circulação de pessoas da União Europeia, no domingo. Isso pode ter levado os homens a descontar a raiva pela derrota na brasileira”, explicou Vitoria.
Morando em Zurique há apenas dois meses, Vitoria se espantou com a violência do caso. “Não se escuta falar de agressões na Suíça. Pelo menos não na mídia. Meus colegas que já estão há mais tempo no país sempre falam da segurança exemplar da Suíça. Pelo jeito, não é tão seguro assim.”
A brasileira foi atacada às 19h30 (hora local) quando falava ao telefone celular com a mãe, perto de uma estação de trem. Até agora a polícia suíça ainda não se pronunciou sobre o caso. “Pretendemos entrar em contato com a chefia da polícia para obter mais informações”, disse a cônsul.
Paula deve voltar ao Brasil para descansar em Recife, onde mora a família.
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12 de fevereiro de 2009 às 6:45 am
Respondo depois que vc responder meu post anterior.
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12 de fevereiro de 2009 às 1:04 pm
Francisco,
fazendo menção a um crime de vagabundos suíços entusiastas do nazismo você só faz aumentar a reprovação ao sionismo, o nacional-socialismo israelense. Nazista não é quem vai contra os judeus ou seus líderes ou projetos. Nazista é quem advoga o coletivismo nacionalista xenófobo e belicoso como saída para os dilemas de um país. Nazista, portanto, é também o sionista que justifica a indiscriminada violência de Estado contra a população palestina em resposta a ações de criminosos terroristas e/ou suicidas.
Essa menina pernambucana caiu nas mãos de vagabundos suíços e sofreu essa barbaridade terrível. Muitas meninas russas, eslavas e também brasileiras caem nas garras dos escravizadores israelenses e ficam sofrendo abuso e violência contínuos, prostituídas nos porões do seu Estado Nazista que adora posar de “única democracia do O.M.”.
Os sionistas já perderam a vergonha para tanta coisa, bem que poderiam começar a reconhecer nos nazistas seus mais que irmãos, modelos inspiradores. Simplesmente não soa sincero quando vocês os criticam, não dá para entender a quem pensam enganar. Mais um pouco e param de falar o seu “shalom”, que é só da boca pra fora mesmo, e começam a usar o 88 também.
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12 de fevereiro de 2009 às 1:08 pm
O que os skinheads fizeram com a moça brasileira é nojento, assim como é nojento o que Israel faz com os palestinos.
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12 de fevereiro de 2009 às 1:11 pm
Um exemplo de nazista que publica comentários neste site, pelos quais não sou responsável: você, Chiquito. Você é um nazi-sionista, que tenta justificar o genocídio cometido contra Gaza.
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12 de fevereiro de 2009 às 1:23 pm
É verdade, David, os sionistas já perderam a vergonha na cara: deveriam, portanto, admitir que Hitler é o seu patrono. Aliás, sem Hitler sequer haveria Estado de Israel.
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12 de fevereiro de 2009 às 4:13 pm
Que vergonha, David…
Onde está sua repulsa a nossos irmãos brasileiros tratados feito bichos no aeroporto espanhol? Nossos dentistas brasileiros expulsos de nossa pátria irmã Portugal? Os argelinos na França? Os turcos na Alemanha? etc… etc…
Não! Vc só se apega a máfia russa que já está praticamente desmantelada em Israel…Todos no xilindró…
Vagabundos, radicais, gente que não presta existe em qualquer país do mundo. Mas, vc se apega a Israel. Até na Paraiba tem racista. Eu conheço um!
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12 de fevereiro de 2009 às 4:20 pm
Eu conheço um monte de racistas para quem a vida de um judeu vale a de mil palestinos.
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12 de fevereiro de 2009 às 4:23 pm
Isso Waldélio, seja bem-vendo…GG colocou um tapete vermelho pra vc…
Vem cá, entre as duas centenas de países existentes no mundo, qual outra (o) vc quer exterminar? Lógico, sem contar Israel com seus 3.000 anos de existencia e 60 de independencia.
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13 de fevereiro de 2009 às 12:49 am
Gilson,
sem querer botar lenha na fogueira, a expressão que certos rabinos israelenses (rabino, como se sabe, quer dizer “mestre, professor”) divulgam e ensinam é: não sei lá quantos (se mil ou mais) palestinos não valem a UNHA(!!!) de um único judeu(!). Será que essa mentalidade é encarada pelas comunidades judaicas ao redor do mundo com a gravidade que merece? Esperemos que sim.
Francisco,
saiba que me ressinto muitíssimo de qualquer violência ou destrato a brasileiros no exterior, com destaque para o assassinato de Jean Charles de Menezes pela Scotland Yard, passando pelas escravas em solo israelense até essa moça pernambucana que caiu nas patas dos animais suíços. Não vejo só a brutalidade israelense, não senhor. O mundo inteiro está cheio de coisa ruim e o Brasil fica longe de se safar.
Aliás, do Brasil e de quase qualquer outro lugar do mundo se fala horrores, a denúncia corre solta e ai de quem ousar afetar brios feridos – aí é que a vaia engrossa mesmo. Mas tem uma certa comunidade em cujo seio abrigam-se muitos partidários exaltados do nacional-socialismo israelense, de inspiração teocrática, que ficam simplesmente tiriricas se alguém começa a aplicar a eles e a Israel o tratamento que se aplica ao resto do mundo, qual seja, TOLERÂNCIA ZERO.
Então tentam usar a própria comunidade e a raça como escudo ainda que sob pena de as contaminar com a péssima figura que deveriam (os sionistas) aceitar apenas sobre si mesmos como consequência de suas escolhas ideológicas.
Então eu é que digo: que vergonha, Francisco!
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13 de fevereiro de 2009 às 1:17 am
Gilson,
realmente é uma relação muito curiosa essa entre Hitler e o Estado de Israel. Este depende crucialmente do anti-culto daquele para se legitimar. E, ao mesmo tempo, cada vez mais, as lideranças de Israel se assemelham ao pequeno austríaco – inclusive fisicamente, como no caso de Netaniahu, a quem só falta o bigodinho. Israel se sustenta sobre a abominação a Hitler mas, paulatina e paradoxalmente, vai se revelando à sua exata imagem. Resta saber por quanto tempo a opinião pública mundial vai conseguir olhar para esse fato e se confundir sem saber o que está vendo. Qual será o prazo de validade do feitiço? Em Hollywood e Wall Street devem saber…
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13 de fevereiro de 2009 às 2:02 am
Francisco,
vocês, sionistas, são mesmo muito engraçados. Fazem gato-sapato da velha Rússia. Nos porões de Israel treme uma porção de meninas russas, escravas, drogadas, abusadas, prisioneiras. Quando vc refere esse crime, esse escândalo nacional, fala de “máfia russa” (!!!). Hahaha, não é o máximo?! Trata-se de vilões “russos”. Na verdade, “russos” como Avigdor Lieberman, o “ucraniano” Natan Sharansky, e todos os outros russos e ucranianos que Israel recebeu e recebe de portas abertas mas que finge “estranhar” quando mostram seu lado mais “russo”.
Aliás, Francisco, você deve saber, tanto Lênin como Trotsky e Stálin pertenciam a essa mesmíssima tribo “russa”. Por isso não consigo levar muito a sério quando escuto as histórias dos judeus forçados a fugir da “anti-semita” Rússia Soviética, os festivos e polêmicos “russos” de Israel, com suas suásticas e loucuras.
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13 de fevereiro de 2009 às 9:35 am
David,
Continuo achando uma vergonha!
Se 1, 2 ou uma dúzia de rabinos pregam idéias malucas, a GENERALIZAÇÃO é perigosa. E vc sabe disso. O que vc não consegue controlar é seu racismo. Seria o mesmo que em existindo meia dúzia de padres pedófilos, alguem generalizasse que TODOS os padres são pedofilos. Ou alguns poucos Imãs, que em predicas em suas mesquitas, pregam morte aos judeus. Isso não significa que todos os muçulmanos concordam com essa idéia. Então, vamos com calma! Quanto escrevi sobre a Paula Oliveira, atacada por 3 malucos nazistas, os mesmos só existem por estimulo externo. Partidos, comunidades de Orkut e sites na internet (como esse daqui). Quanto aos judeus russos, a verdade é que fugiram. A grande maioria foi para países europeus e os EUA. Uma minoria foi para Israel. Isso é fato. Se vc não acredita, é problema seu.
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13 de fevereiro de 2009 às 10:01 am
O partido de Avigdor Lieberman, escancaradamente fascista, obteve quase 15% dos votos na última eleição israelense, superando os outrora hegemônicos trabalhistas. Ele não é uma figura folclórica; é o fiel da balança para a formação do novo governo.
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13 de fevereiro de 2009 às 10:57 am
Gilsinho,
Comente sobre os “candidatos” dos 55 países islamicos com seus governos teocráticos e fascistas! Comente sobre o assassinato esta semana do político assassinado no Libano poe ser contrário a família Assad DONA da outrora Suiça do OM, o Libano. Fale das eleições na Libia. Na Arabia Saudita, No Sudão.
Com 2 centenas de países no mundo, com suas mazelas e qualidades vc só se preocupa com Israel. Porque não fala dos avanços cientificos, tecnológicos, agricolas, médicos etc. de Israel?
Vá catar coquinhos!
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13 de fevereiro de 2009 às 11:25 am
Tô mais preocupado com o deputado Edmar Moreira e seu castelo do que com o Lieberman. Pessoas como Edmar matam de fome o povo brasileiro. E sem escudos humanos!
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13 de fevereiro de 2009 às 1:00 pm
Pimenta no dos palestinos para ti é refresco, Chiquito.
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13 de fevereiro de 2009 às 1:05 pm
Chiquito, meu filho, os ditadores árabes são a salvação de Israel. Se Hosni Mubarak e a família real saudita fossem substituídos por governos democraticamente eleitos, Israel estaria fodido e mal pago.
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13 de fevereiro de 2009 às 1:09 pm
Responda sobre Avigdor Lieberman e seus eleitores, Chiquito. Não fuja da raia, cabra!
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13 de fevereiro de 2009 às 4:11 pm
Bom, primeiro sobre o caso dessa menina brasileira na suiça. Desde o começo achei muito estranha a história. Sei que existem imbecis capazes de fazer uma atrocidade dessas, como existe no brasil quem queima mendigo e etc, mas vamos aos fatos:
- Ela foi atacada na saída de um trem. NÃO HOUVE TESTEMUNHAS?
- Cinco caras fatiando uma mulher na rua como se fosse um porco em um país civilizado como a Suiça NÃO CHAMOU A ATENÇÃO DE NINGUEM? ELA NÃO GRITOU?
- Quando vi a foto do corpo dela marcado me surpreendi pela perfeição dos cortes e inscrições, todos feito meticulosamente e com a mesma profundidade, sem distorçoes. ELA NÃO SE DEBATEU?
- Para fazer esse tanto de cortes, se o cara não for um cirurgião ou um açougueiro precisaria de no mínimo 5 minutos, os cortes iam vazar, ter distorções, e LEVARIAM TEMPO PARA SEREM FEITOS, DE NOVO, NAO HOUVE TESTEMUNHAS?
Agora a casa começou a cair. O perito disse que ela não estava grávida merda nenhuma, o que é isso?
A menina não é nenhuma pobre coitada ignorante, é uma advogada morando na Europa, teria sido toda essa história uma trambicagem IMUNDA com objetivos políticos, ou oportunismo de uma pessoa estudada em tentar arrancar uma indenização de um governo nacional?
Agora voltando ao assunto do Blog. Chiquinha, só pq o Gilson tem um blog falando das atrocidades que Israel comete ele é obrigado a falar sobre ABSOLUTAMENTE TODOS OS ASSUNTOS que existem no mundo? Pq não faz você um blog e denuncia o que acha que está errado?
Você cobrando dele falar do caso dessa brasileira (que pra mim é um EMBUSTE) me lembra aquele pessoal que dedica sua vida a instituições que cuidam de animais abandonados e sofrem maus tratos. Essas pessoas, de muita boa vontade, sempre recebem dedos acusadores dizendo “Pq você não faz isso pelas crianças? pq não dedica esse tempo aos menores de rua, pq nao recolhe crianças órfãs em vez de animais de rua?”
JAMAIS quem pergunta faz qualquer uma dessas coisas aconselhadas, mas quer se meter no jeito que a pessoa está tentando consertar o mundo e praticar a justiça da sua forma. É a mesma coisa que vocÊ faz, Chiquinho, o Gilson faz a parte dele, e você fica aí cobrando atitudes dele. Não é pq uma pessoa se revolta contra a injustiça e aborda um assunto que ela é obrigada a mudar o mundo inteiro, enquanto meia duzia de bundão fica sentado numa cadeira julgando o que deve ser debatido ou não.
O fato do Gilson dedicar parte do tempo dele a falar dos crimes cometidos pelo estado criminoso de Israel não significa que ele compactue com outros crimes cometidos em todo o mundo. Se você acha ruim que ele não aborde isso, faça você seu blog, COM FATOS VERDADEIROS, e contribua.
A mesma coisa das pessoas que lutam pelos direitos dos animais, não significa que essas pessoas tenham desapreço por seres humanos em dificuldades, passando fome ou sofrendo violência, e sim que o tempo que eles dedicam é a uma outra causa. Agora quem levanta uma bandeira dessas com muita coragem não pode ser cobrado de maneira nenhuma por gente que não tem culhão e nem capacidade para fazer sua parte diante das injustiças, e ainda quer decidir o que o outro deve defender.
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13 de fevereiro de 2009 às 11:53 pm
É interessante como Chiquito parece compadecer-se de todo mundo, exceto dos palestinos.
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14 de fevereiro de 2009 às 12:15 am
Gilson e Thiago,
o Francisco não se importa de verdade com os horrores do mundo, apenas não suporta que se fale de Israel. É a birra magnífica do sionismo irremediável.
Os franceses suportam que se fale da França, os ingleses sempre suportaram que se metesse o pau na Inglaterra, os alemães então nem se fala, os estadunidenses idem e nós brasileiros somos sempre os primeiros a desancar o Brasil. Todo mundo dá a cara a tapa, mas os sionistas têm a obsessão infantil e ridícula de blindar sua raça em geral e Israel em particular. Recusam-se a aceitar que o mundo gira e que ninguém jamais deixa de ser observado e avaliado. Inútil aferrar-se a essa estúpida ilusão de permanecerem imortalizados como vítimas, não há Goebbels que dê jeito…
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14 de fevereiro de 2009 às 12:43 am
Em sua crassa imaturidade, o Sião precisa de quem lhe dê conselhos primários. Precisa que lhe digam: não espereneie quando lhe derem um apelido, ou jamais se livrará dele. Esperneiam furiosamente a cada nova observação negativa de que são objeto (e da qual se fazem os apelidos) e estas se vão cristalizando e acumulando. Hoje já são chamados de nazi-sionistas, segregacionistas, chantagistas, criadores de caso, opressores, etc. Amanhã o que virá? E enquanto avultam os apelidos, a criança birrenta segue protestando: “Calem a boca, seus anti-semitas, sou a única democracia do Oriente Médio!”.
Se querem se livrar dos apelidos que não suportam, absorvam-nos primeiro, reflitam sobre eles, renunciem à arrogância, parem de se debater e procurem tratar os outros da mesma forma como gostariam de ser tratados. Foi o que fez a Alemanha e é o que se espera de qualquer nação adulta.
Afinal, para quem se gaba de ter mais de 5 mil anos de praia talvez já esteja na hora de crescer e mudar um pouco a cabeça.
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14 de fevereiro de 2009 às 10:06 am
ADOREI ESTA HISTÓRIA; ELA ATÉ QUE FOI COERENTE COM A REALIDADE
A RÚSSIA E A CHINA SÃO 2 ELEMENTOS CRUCIAIS PRA IMPEDIR QUE OS YANKEES SE INTROMETAM NA PARADA
Israel SOZINHO E SEM OS PAPAIS PRA SOCORRE-LOS ACABARÃO NO LIMBO
E UM ATAQUE NUCLEAR CONTRA UM PAÍS ISLAMICO SERÁ CONSIDERADO UM ATAQUE A TODOS OS PAÍSES ISLAMICOS(LEMBRANDO QUE O PAQUISTÃO TAMBEM TEM BOMBAS E É ISLAMICO)
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16 de fevereiro de 2009 às 4:06 am
Francisco, você é um cara genial!!!
Vejo o texto imbecil e fantasioso desse Gondim frustrado e esquizofrênico por algo que nunca irá acontecer à não ser em seu imaginário, e ao mesmo tempo vejo você utilizando toneladas de argumentos calcados em fatos contra esses estúpidos anti-semitas. Continue postando meu caro, acredito que há salvação para os mais moderados que visitam esse lixo de fórum canalha.
Quanto aos extremistas, só posso dizer uma coisa: servirei ao exército de Israel esse ano já no grupo de estrangeiros MARVA, e espero com minha baioneta vocês dormindo do outro lado da fronteira. Por Israel, terão que passar pelos cadáveres de milhares de seus entes queridos até encontrar os nossos, pois nunca desistiremos dessa terra sagrada sem uma boa luta encarniçada. E no final, vcs verão que nem sua ideologia fanática da Jihad botará coragem em seus corações para enfrentar a força de Adonai, o Deus do Povo Prometido. A retaliação divina sob suas cabeças será implacável!!!
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16 de fevereiro de 2009 às 4:35 am
Bem, esse texto obviamente têm uma quantidade absurda de inverdades e fantasias bizarras. Mas é até engraçadinho ao meu ver, como sionista, lê-lo e foi até um entretenimento de leitura barata.
Primeiramente, por mais que realmente o Irã fosse capaz de fechar o Estreito de Hormuz, e isso seria necessário com a utilização de forças navais e aéreas, dentro de pouquíssimos dias, senão menos, iria emplacar com a gigantesca frota americana situada na região e um apoio aéreo não só israelense, como inglês, australiano, kuwaitiano, saudita e de outras forças da coalizão que fariam pouco trabalho da desfalcada força naval iraniana. De fato, o preço do petróleo iria explodir, ia ser uma cagada geral na economia por algum tempinho, mas militarmente, o Irã seria incapaz de segurar o Estreito com uma Marinha desfalcada e uma força aérea arcaica e cheia de aviões caindo por falta de manutenção. No âmbito terrestre de guerra, até seriam capazes de vencer os americanos, mas não no mar.
Em segundo ponto fundamental: a Turquia muito dificilmente permitiria a mobilização de tropas iranianas em seu território, o que fere sua soberania de território e uma violação grave da Constituição do país como sendo laico. Os turcos têm uma boa relação diplomática com os israelenses e dependem disso para conseguirem uma entrada na União Européia. A força política dos militares turcos e imensa parte da população pende para o lado do laicismo, e não à islamização de um conflito, e confiam mais nos israelenses do que iranianos, que financiam as excusas o PKK. Além disso, há uma base americana na Turquia, simplesmene impossível de o país ter qualquer envolvimento no conflito.
TERCEIRO PONTO: A Rússia jamais teria moral pra impedir um envolvimento americano na guerra a favor de Israel, pois a mesma fez o que bem quis na Geórgia , e os americanos nesse caso não estariam atacando interesses diretos dos russos e com total justificativa moral pra apoiar seu aliado. Ao contrário, os russos buscariam com o conflito lucrar com a venda de arsenais para os iranianos, e tirar os seus da reta. Um envolvimento americano na guerra soaria mais lucrativo ainda para os interesses excusos russos. Além disso, Israel poderia atacar nuclearmente o país que quisesse, e se os russos reagissem, saberiam definitivamente que os EUA iriam atacar nuclearmente a Rússia. Portanto, num cenário militar de total desespero, os israelenses teriam carta branca pra pulverizar o Oriente Médio inteiro.
Quarto ponto: Você está constatando uma invasão de Taiwan, da Coréia do Sul e do diabo a 4 sem acontecer uma hecatombe nuclear com isso. Seria muita ingenuidade acreditar que os EUA não fariam qualquer coisa pra manter o equilíbrio de poder. E nisso consta a existência de Israel.
QUINTO PONTO: Israel tem um dos exércitos mais bem treinados do mundo, com um arsenal químico e nuclear capaz de acabar com a vida no Oriente Médio e um serviço obrigatório para mulheres e homens de pelo menos 2 anos. Suas forças blindadas e aéreas constituem a mais poderosas do Oriente Médio, e seu serviço secreto MOSSAD só fica atrás da KGB, CIA e Interpol. Com um histórico de lutas gloriosas, aniquilaram os exércitos de 6 países árabes em 1948 e venceu Egito, Síria e Jordania em 6 dias na guerra de 1967. Em 1973, foram atacados por Egito e Síria ( agregando um contingente maior que o da NATO )ao mesmo tempo no dia do Iom Kipur, onde o país simplesmente para pra rezar. E mesmo assim os israelenses reverteram a guerra. Portanto não achem que os israelenses entregarão seu país de mãos beijadas para os árabes, pois são mais nacionalistas do que se pensa, e matarão 1.000 árabes por casa centímetro de terra israelense ocupada.
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16 de fevereiro de 2009 às 11:36 am
Rafael e Emmanuel, o Judeu, têm o mesmo IP, usado na alta madrugada para enviar seus comentários. Moram juntos os pombinhos?
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16 de fevereiro de 2009 às 11:40 am
É um casal sionisticamente romântico. Ou romanticamente sionista. Tanto faz.
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16 de fevereiro de 2009 às 11:46 am
Rafael,
Não tenho mais vontade de postar aqui. Pelo menos por enquanto. Vou seguir o conselho do tal Andre. É mais lógico! Isso aqui está longe de ser um local de debates. É um tal de sionista pra cá, sionista pra cá…E eles nem sabem o que é sionismo!
GG anda brincando de WAR e mais um pouquinho vai brincar de Banco Imobiliário.
Deixa estar.
Eventualmente entrarei aqui para me divertir.
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16 de fevereiro de 2009 às 2:50 pm
A gazela foge outra vez. Está colecionando fugas.
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16 de fevereiro de 2009 às 3:40 pm
Totalmente correto o comentário de Gilson sobre os ditadores arabes. O dia que a democracia chegar no oriente, os sionistas vão sentir saudades do Hamas….
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16 de fevereiro de 2009 às 4:55 pm
Rafael e Emmanuel podem ser irmãos, ou pai e filho ou ate mesmo a mesma pessoa. E daí? São esses os seus argumentos? Não sabe o que responder para manter um debate de nível? Te contrariou, viram homossexuais! Viu como vc é preconceitusoso com minorias? Tal como seu professor. Se preocupe em saber quem é o “Dotô Dedoverde”…
Até mais ver, GG
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16 de fevereiro de 2009 às 11:17 pm
Vale a pena ler.
Israel: cinco décadas de pilhagem e limpeza étnica
Por Cecília Toledo, jornalista e militante do PSTU,
para a revista Marxismo Vivo
ÍNDICE
Judeus: um povo-classe nas sociedades pré-capitalistas
O que foi o bundismo
O surgimento
do sionismo
Uma região vazia
Declaração Balfour: a segunda etapa do sionismo
O mandato britânico
(1918-1948)
Israel: a tragédia palestina
Roubo, puro e simples,
das terras e dos negócios dos árabes
Racismo contra o trabalhador árabe
O sionismo, o fascismo
e os judeus
Traindo a Resistência
Notas
Foi para uma terra sem povo que lentamente, no final do século passado, começou a se encaminhar um povo sem terra.1 Essa história, que desde a fundação de Israel em 1948 vem sendo martelada na cabeça dos povos do mundo inteiro, começa a ruir. E já não mais apenas por obra dos marxistas revolucionários, mas dos próprios israelenses. Tom Segev, um dos mais destacados historiadores de Israel da atualidade, entrevistado recentemente pelo jornal Folha de S.Paulo2, demonstra essa falácia. Autor do livro 1949 Os Primeiros Israelenses, Segev se baseia no diário do pai-fundador de Israel, David Ben Gurion, no qual ele descreve sua política para forçar a saída dos árabes do recém-criado país. O livro, antes repudiado por mostrar que a versão oficial, em voga até então, era fantasiosa e que os árabes não deixaram Israel por vontade própria, mas foram expulsos com requintes de crueldade, já está inclusive sendo adotado nas escolas.
Esse reconhecimento por parte da história oficial é um tanto quanto tardio se levamos em conta que outros autores, em especial os marxistas, já haviam, exaustivamente, contado a história real do sionismo e desmascarado uma das mais monumentais falsificações históricas já feitas até hoje. Entre esses historiadores marxistas destacam-se o militante revolucionário Abraham Leon, morto em Auschwitz aos 26 anos, e autor do importante livro A Questão Judia, e Ralh Schoenman, que escreveu a História Oculta do Sionismo, um relato detalhado e que não deixa dúvidas sobre a ocupação judia da Palestina. No entanto, esse reconhecimento é mais uma demonstração de que a situação é tão grave e o avanço da Intifada tão forte que até importantes historiadores israelenses já estão admitindo que a ideologia da terra sem povo é pura invencionice, e negam a torrente de mentiras que os sionistas vêm pregando há décadas e que serviram para iludir muita gente.
Judeus: um povo-classe nas sociedades pré-capitalistas
Abraham León parte da proposta de Marx para demonstrar que a suposta originalidade do povo judeu tem causas materiais e históricas, sem qualquer relação com Jeová ou uma pseudo essência racial imutável, como supõem tanto os anti-semitas quanto os sionistas. Segundo Marx, para entender a questão judia, não devemos buscar o segredo do judeu em sua religião, mas o segredo da religião no judeu real 3. Partir da religião, como normalmente se costuma fazer, não explica a questão judia; para entendê-la é preciso entender o judeu em seu papel econômico e social.
León vai em busca das origens do povo judeu e chega à importante e rica noção de povo-classe. Nas sociedades pre-capitalistas, os judeus foram uma classe social, um povo-classe4, como são, entre outros povos, os ciganos. Os judeus representavam as formas pré-históricas do capital, tanto no mundo antigo como no mundo feudal. No feudalismo, as transações com dinheiro ocorriam relativamente à margem do modo de produção, já que essas sociedades eram produtoras de valores de uso e não de troca. Por ser uma atividade marginal, era exercida por estrangeiros, por povos-comerciantes, como os fenícios, os judeus e os lombardos. Esses eram povos-classe que, como dizia Marx, existiam nos poros da sociedade produtora de valores de uso. Assim, os judeus são a sobrevivência de uma velha classe mercantil e financeira pre-capitalista.
Sobre essas relações materiais dos judeus se assentava uma superestrutura institucional e ideológica: autoridades comunitárias, uma religião especial e o mito de considerar-se descendentes do primitivo povo hebreu que habitava a Palestina no início de nossa era. Essa superestrutura ajudava a manter a coesão do povo-classe mas, ao mesmo tempo, falsificava a verdadeira natureza de sua existência. É o fenômeno da falsa consciência, comum a todas as ideologias. E explica porque não há unidade racial entre os judeus. Oculto sob esse manto ideológico-religioso, ocorria o fenômeno da incorporação de indivíduos ou grupos inteiros ao povo-classe. Isso explica que tenha existido judeus de raça mongólica no Daghestão, judeus negros (os falasha) na Etiópia, judeus árabes no Islã e judeus de origem eslava na Europa Oriental. Isso prova que a descendência comum de Abraham ou dos habitantes da Palestina no início de nossa era é puro mito.
Com o desenvolvimento do capitalismo, a velha classe comercial pre-capitalista judia foi perdendo as bases materiais de sua existência como povo-classe. Na Europa Ocidental, especialmente na Inglaterra, os judeus começam a assimilar-se de forma natural. Mas antes que esse processo atingisse a Europa Oriental, de capitalismo mais atrasado, entramos na etapa imperialista do capitalismo, de decomposição no mundo todo.
Os judeus, tanto na Europa Ocidental quanto Oriental, passaram a enfrentar uma situação dramática. Ao colocar a solução do problema judeu nos termos na luta pelo socialismo, o marxismo começou a exercer uma grande atração sobre as massas judias. Seu caminho era fundir-se com a classe trabalhadora em suas lutas contra o capitalismo, porque para as massas judias miseráveis de Varsóvia ou de Kiev, o caminho seguido por seus correligionários mais afortunados da Inglaterra ou da França, da assimilação como burgueses nos marcos do capitalismo, já estava fechado para elas. Na Rússia, enquanto o império zarista alentava os choques entre russos e polacos ou ucranianos, ou destes contra os judeus, e enquanto o Império Austro-Húngaro fazia o mesmo no mosaico de povos que dominava, os marxistas revolucionários chamavam a unidade de todos os trabalhadores (de qualquer língua, nacionalidade ou raça) para lutar contra esses regimes e contra toda a burguesia imperialista européia.
Por isso, muitos operários, estudantes e intelectuais de origem judia ingressaram nas fileiras socialistas e se assimilaram aos trabalhadores de seus países. Mas o velho povo-classe, nas condições do capitalismo moderno, era cada vez menos homogêneo. E assim também famílias ricas, como os Rothschild e outros milionários se ligaram à burguesia imperialista dos diversos países europeus. E, entre as saídas burguesas para o problema judeu apontadas por esses setores, a mais importante é o sionismo. Outra saída reformista foi proposta por aqueles que ficaram conhecidos como bundistas.
[topo]
O que foi o bundismo
Os bundistas eram membros do Bund, a União Geral de Operários Judeus da Lituânia, Polônia e Rússia, fundada em 1897. Surgiram na Rússia como um setor da social-democracia, tanto que, no início, fez parte do Partido Operário Social-Democrata Russo, mas quando este se dividiu, o Bund se colocou contra os bolcheviques5.
A base social do Bund era constituída por setores de artesãos, semiproletários ou operários de pequenas oficinas, especialmente da indústria de vestuário. Era um vasto setor com um pé no velho gueto e outro no proletariado industrial moderno. Isto se refletia na ideologia do Bund que, por um lado se reivindicava marxista e revolucionário e, de outro, negava o internacionalismo ao levantar barreiras entre os operários de distintas nacionalidades. Com a bandeira de defender a cultura nacional, pregava que os operários judeus deviam organizar-se de forma separada dos operários russo, poloneses etc. Assim, acabava por fazer o jogo da burguesia, ao dividir os trabalhadores de cada fábrica ou cidade segundo sua origem nacional ou racial.
Esse caráter contraditório, reflexo de uma contradição real de sua base social, determinava que, apesar de sua capitulação ao nacionalismo burguês, o Bund não propunha que os trabalhadores judeus se separassem da luta de classe e se unissem à burguesia judia para ir colonizar a Palestina ou algum outro território. Quem fez isso foram os sionistas.
[topo]
O surgimento do sionismo
Também em 1897, quando surgiu o Bund, realizou-se em Basiléia, Suíça, o Congresso de Fundação da Organização Sionista6. O pano de fundo da irrupção do movimento sionista foi a rápida capitalização da economia russa depois da reforma de 1863, que tornou insustentável a situação das massas judias das pequenas cidades. No Ocidente, as classes médias, trituradas pela concentração capitalista, começam a se voltar contra o elemento judeu, cuja competição agrava sua situação.7
Em meio a esse clima, surge na Rússia a Associação dos Amantes de Sion e é publicado o livro de León Pinsker, A Auto-emancipação, preconizando o retorno à Palestina como única solução possível para os judeus. Logo depois, um jornalista judeu de Budapest, Teodoro Herzl, escreve O Estado Judeu, que até hoje é considerado o evangelho do movimento sionista, segundo Abraham Leon.8 Na França, o barão de Rothschild, junto com outros magnatas judeus, se opõe à chegada em massa de imigrantes judeus nos países ocidentais e começa a apoiar a obra de colonização judia da Palestina. A seus irmãos desafortunados a voltar ao país de seus antepassados, ou seja, a ir o mais longe possível, nada tinha de desagradável para a burguesia judia do Ocidente, que temia, com razão, o crescimento do anti-semitismo, diz León. Assim, ainda que a Organização Sionista passasse a disputar a mesma clientela que o Bund e inclusive o socialismo revolucionário, seu caráter de classe era marcadamente distinto: aparecia como o programa de um setor da grande burguesia judia, que terminaria sendo dominante dentro dela.
No princípio, o sionismo aparece como uma reação da pequena burguesia judia, duramente golpeada pela crescente onda de anti-semitismo, tendo que se bandear de um país a outro, que quer atingir a Terra prometida a todo custo para livrar-se dessa situação. No entanto, o sionismo procura assentar-se em uma explicação religiosa para justificar sua existência. No ano 70 da era cristã, os judeus teriam sido expulsos de Jerusalém, ocupada pelos invasores romanos. Como na Bíblia, Jerusalém era considerada a pátria dos judeus, eles teriam sido expatriados; foi a famosa diáspora, que espalhou os judeus pelos quatro cantos do mundo.
Voltando a Marx, para entender a questão judia é preciso partir das condições materiais de vida do judeu e não da religião, das fantasias e ideologias criadas ao longo da história. Enquanto que o sionismo é, realmente, produto da última fase do capitalismo, ou seja, do capitalismo que começa a se descompor, se vangloria de ter sua origem em um passado mais que bimilenário. E se bem o sionismo é essencialmente uma reação contra a crise do judaísmo gerada pela combinação do desmoronamento do feudalismo com a decadência do capitalismo, afirma ser uma reação contra a situação existente desde a queda de Jerusalém, no ano 70 da era cristã, diz A.León.
Mas o próprio surgimento do movimento sionista refuta essas pretensões. Como crer que o remédio a um mal existente há dois mil anos só tenha sido encontrado no final do século XIX? O sionismo vê a queda de Jerusalém como causa da dispersão e por conseguinte, a origem de todos os males do judeus no passado, no presente e no futuro. A fonte de todas as desgraças do povo judeu está na perda de sua pátria histórica e sua dispersão em todos os países, declara a delegação marxista do Poalé-Sión no Comitê holando-escandinavo9.
Essa história dos judeus, como é contada pelos sionistas, trata de criar o pano de fundo para justificar a ocupação da Palestina. Assim, depois da violenta dispersão dos judeus por obra dos romanos, os judeus não quiseram assimilar-se. Imbuídos de sua coesão nacional, de um sentimento ético superior e de uma indestrutível crença em um Deus único, teriam resistido a todas as tentativas de assimilação.10 O que não é verdade, já que, como vimos anteriormente, houve ao longo desses dois mil anos inúmeros casos de assimilação. Mas, de acordo com a histórica construída pelos sionistas, isso jamais teria ocorrido; a única esperança dos judeus durante esses dias sombrios que duraram dois mil anos era retornar à antiga pátria.
Segundo A.León, nunca o sionismo havia se colocado essa questão de forma séria. Por que, pergunta, durante esses dois mil anos jamais tentaram voltar realmente a essa pátria? Por que foi necessário esperar até o fim do século XIX para que Herzl os convencesse dessa necessidade? Por que todos os seus predecessores eram tratados como falsos messias? Para responder a essas incômodas perguntas, o sionismo recorre aos mitos. Enquanto as massas acreditaram que deviam esperar na Diáspora até a chegada do Messias, foi preciso sofrer em silêncio, diz Zitlovski.11 No entanto, como diz León, essa explicação não explica nada. Se trata precisamente de saber por que as massas judias acreditavam que deviam esperar o Messias para poder regressar à sua pátria. Como a religião é um reflexo ideológico dos interesses sociais, a partir do final do século XIX ela começou a deixar de ser um obstáculo para o avanço do sionismo e a se transformar numa cortina de fumaça para seu expansionismo, servindo para encobrir e justificar todas as suas mazelas.
Essas concepções idealistas do sionismo são inseparáveis do dogma do anti-semitismo eterno, ou seja, de que passe o que passe, os judeus serão sempre perseguidos. Dessa forma, o sionismo transpõe o anti-semitismo moderno para toda a história, economizando o trabalho de investigar as diversas formas de anti-semitismo e suas causas, e inclusive omitindo o fato de que em diversas épocas históricas os judeus não foram oprimidos, mas opressores, como membros da classe dominante.
Na verdade, a ideologia sionista, como toda ideologia, não é senão o reflexo desfigurado dos interesses de uma classe. É a ideologia da pequena burguesia judia, oprimida entre o feudalismo em ruínas e o capitalismo em decadência, sintetiza A.León. Ele ressalta um fato justo, ou seja, que a refutação das fantasias ideológicas do sionismo não refuta, naturalmente, as necessidades reais que o fizeram nascer. É o moderno anti-semitismo e não o mítico anti-semitismo eterno o melhor agitador em favor do sionismo. Assim a questão fundamental é saber em que medida o sionismo é capaz de resolver não o eterno problema judeu mas a questão judia na época da decadência capitalista.
O defensores do sionismo o comparam com os demais movimentos nacionais. Mas o movimento nacional da burguesia européia é conseqüência do desenvolvimento capitalista; reflete a vontade da burguesia de criar as bases nacionais da produção, de abolir os resquícios feudais. Mas no século XIX, época do florescimento dos nacionalismos, a burguesia judia, longe de ser sionista, era profundamente assimilacionista. O processo econômico que fez surgir as nações modernas lançava as bases para a integração da burguesia judia na nação burguesa. Só quando o processo de formação das nações chega ao fim, quando as forças produtivas deixam de crescer, premidas pelas fronteiras nacionais, surge o processo de expulsão dos judeus da sociedade capitalista e o moderno anti-semitismo. A eliminação do judaísmo acompanha a decadência do capitalismo. Longe de ser um produto do desenvolvimento das forças produtivas, o sionismo é justamente a conseqüência da total paralisia desse desenvolvimento, da petrificação do capitalismo, nas palavras de A Leon. Assim, enquanto o movimento nacional é um produto do período ascendente do capitalismo, o sionismo é fruto da era imperialista. A tragédia judia do século XX é uma conseqüência direta da decadência do capitalismo.12
Com toda razão, A.León lembra que justamente aí está o principal obstáculo para a realização do sionismo, a chave para se compreender a crise que vive a Palestina desde a fundação do Estado de Israel. A decadência capitalista, base do crescimento do sionismo, é também a causa da impossibilidade de sua realização. A burguesia judia se vê obrigada a criar um Estado nacional e assegurar as condições para o desenvolvimento de suas forças produtivas justamente na época em que as condições para isso desapareceram há muito tempo. A decadência do capitalismo, se por um lado colocou de forma tão aguda a questão judia, por outro torna impossível sua solução pela via sionista. E não há nada de assombroso nisso, diz Leon. Não se pode suprimir um mal sem destruir suas causas. O sionismo quer resolver a questão judia sem destruir o capitalismo, principal fonte dos sofrimentos dos judeus.13
Isso remarca, como ferro em brasa, o caráter de classe do movimento sionista. É certo que os pioneiros da colonização da Palestina eram artesãos, pequenos comerciantes pobres, pessoas sem grandes posses. Dessa forma, tratou-se de criar uma imagem plebéia e até operária e socialista ao sionismo. Seus defensores, principalmente os que se dizem de esquerda, aceitam a idéia de que o movimento sionista não era um fator progressivo na política européia, mas argumentam que isso era secundário frente a um fato essencial: o sionismo seria o movimento de liberação nacional do povo judeu. E do povo mais pobre, daí ser uma causa justa.
É claro que não estava nos planos de Rothschild e da grande burguesia judia irem pessoalmente à Palestina cultivar a terra. O que fizeram foi um impulsionar um movimento para confinar os judeus mais pobres na Terra Santa e, com isso, afastá-los da luta de classes na Europa e dos partidos de esquerda, e, por outro lado, livrarem-se, eles em primeiro lugar, da fúria antisemita que crescia a olhos vistos. Outro objetivo desse movimento impulsionado pela burguesia judia era transferir essas massas para fora da Europa para constituir um Estado Judeu num ponto estratégico, em meio à maiores reservas de petróleo do mundo, ameaçadas pelo ascenso das massas árabes. Por isso, o Estado de Israel se tornou um enclave do imperialismo na região, o gendarme do mundo árabe.
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Uma região vazia
Segundo os sionistas, a Palestina era uma região praticamente vazia. Vastas regiões do país permaneciam inexploradas e pertenciam a senhores feudais ausentes. Estavam infestadas de malária e, além de algumas barracas de beduínos dispersas, estavam desabitadas e, por isso, disponíveis.14 Nas vizinhanças da Terra Santa havia apenas alguns núcleos heterogêneos, muçulmanos, chequizes, maronitas, cristãos e gregos ortodoxos. Foi para uma terra sem povo que lentamente, no final do século passado, se começou a encaminhar um povo sem terra.15
Vive-se a época da expansão colonial da Europa na Ásia e África. É nesse marco histórico se inicia o sionismo. E a Palestina, longe de ser uma terra vazia e sem dono, estava ocupada por outro povo, o povo árabe. Isso era um problema para a burguesia judia européia, tanto que Herzl nem menciona a palavra árabe em seu livro, apesar de saber, obviamente, da existência dos árabes. Essa falsificação, escondida durante tantos anos, não resiste mais à evidência dos fatos e, principalmente, ao recrudescimento da luta palestina, obrigando até mesmo os historiadores oficiais de Israel a reconhecer que aquela não era uma terra sem povo.
Esse foi o papel reservado aos desesperados judeus da Europa Oriental: servir de ponta de lança dos planos colonizadores da burguesia imperialista, em especial os Estados Unidos, interessados em criar uma cabeça de lança no Oriente Médio. Com um discurso filantrópico, a expansão colonial usava as massas miseráveis de judeus para seus fins nada louváveis. Quem poderia se opor a que os pobres judeus saíssem da escuridão dos guetos para o sol da Palestina? Infelizmente, essa troca, por mais benéfica que tivesse sido para eles, foi feita às custas dos árabes, massacrados e, estes sim, expulsos de sua terra de fato, e não por obra e graça de uma história bíblica.
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Declaração Balfour: a segunda etapa do sionismo
A política de Teodoro Herzl, o pai do sionismo, e seus sucessores foi a de aproveitar-se do processo de expansão colonial imperialista para ocupar a Palestina. Para isso, precisava que alguma potência imperialista abraçasse a causa sionista. Assim, sua atividade principal foram as gestões perante as diversas potências européias, buscando insertar o sionismo como parte de sua política colonial. Esse apoio veio, em primeiro lugar, da Inglaterra, um império que, desde meados do século, se expandia a todo vapor.
As gestões de Herzl em Londres foram bem acolhidas, mas havia um problema objetivo: a Palestina estava em mãos da Turquia. A Inglaterra então oferece a Herzl colonizar a Uganda ou o Sinai egípcio, mas essa possibilidade não se concretiza. Havia um segundo problema objetivo: o sionismo não era muito forte entre as massas judias. Os que queriam emigrar, o faziam massivamente para a América; tanto que uma das opções discutidas foi a constituição do Estado sionista na Argentina. Pouquíssimos judeus iam para a Palestina. E uma boa parte dos que ficavam eram antisionistas, ou estavam sob a influência dos partidos de esquerda.
Com a I Guerra Mundial, chegara a hora da repartição da Turquia. Para apressá-la, a Inglaterra se serve do movimento nacional dos árabes que havia começado a despertar. E, por outro lado, firma um acordo com a França, de repartição da zona, além de assinar a chamada Declaração Balfour (2/11/1917), que ficou conhecida como a aliança de casamento entre o sionismo e o imperialismo inglês.
Assim começava a segunda etapa do sionismo, que culminaria com a criação do Estado de Israel. Além de dar aos ingleses um valioso auxiliar para estabelecer um futuro protetorado em Palestina, a Declaração Balfour colocava em mãos inglesas uma poderosa arma para liquidar o movimento nacional árabe, fortalecer a política de guerra do imperialismo britânico e sua luta contra a Revolução Russa.
O caminho em direção a Israel estava sendo traçado com as seguintes características: 1) por uma declaração unilateral de uma grande potência imperialista; 2) essa declaração impunha o destino de uma região da Ásia que jamais havia pertencido à Inglaterra, que dava de presente a Lorde Rothschild o território de uma nação alheia; 3 não levava em conta os desejos do povo palestino, que era 93% árabe em 1917. Esses 93% eram reduzidos à condição de não-judeus, confinados em um lar nacional judeu, ou seja tratados como estrangeiros em sua própria terra.
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O mandato britânico (1918-1948)
No final da I Guerra Mundial, os Aliados (Inglaterra, França, Itália e EUA) criaram a Sociedade das Nações, antecessora da atual ONU, que outorgou à Inglaterra o mandato sobre a Palestina. Mas naqueles tempos as coisas não corriam muito tranqüilas para o imperialismo. Havia surgido, pela primeira vez na história, um Estado Operário, a URSS que se opunha à expansão colonialista e em todo o mundo colonial começava uma grande onda de lutas antiimperialistas.
Dentro do mundo árabe, o Oriente Médio concentrou as lutas mais importantes contra os imperialismos inglês e francês. A Palestina foi o eixo dessa luta, especialmente durante a insurreição de 1936/39, que começou com uma greve geral que durou seis meses e, para ser sufocada, exigiu a metade dos efetivos de todo o exército britânico, um dos mais poderosos do mundo nesse momento. Centenas e centenas de palestinos foram mortos, detidos e condenados à forca ou a longas penas de prisão. Em 1939, o povo palestino estava derrotado. Essa é a chave para entender a relativa facilidade com que em 1947/48 foi instalado aí o Estado de Israel. 16
A ocupação, explica Jon Rothschild, se deu em base a três pilares do movimento sionista: kibush hakarka (conquista da terra), kibush haavoda (conquista do trabalho) e tozteret haaretz (produto da terra)17. Detrás dessas sonoras palavras havia uma dura realidade. Conquista da terra significava que toda a terra possível fosse adquirida (legalmente ou não) dos árabes, e que nenhuma terra de judeus fosse vendida ou de alguma maneira retornasse aos árabes. Conquista do trabalho significava que nas fábricas e terras de judeus dava-se preferência aos trabalhadores judeus. O trabalhador árabe era boicotado. De fato, a Histadrut, que hoje se diz a Central Operária em Israel, foi criada para impor o boicote aos trabalhadores árabes. Produto da terra significava praticar o boicote à produção árabe por parte dos colonizadores judeus, e manter somente a compra de produtos das terras ou negócios judeus.18
Essa política de ocupação da qual os sionistas faziam propaganda dizendo que era uma política socialista, que visava ajudar os trabalhadores e pobres judeus significou a desgraça para o povo palestino, porque foi imposta sobre a terra que eles ocupavam. Apesar de serem minoria no início (depois cresceram muito), os sionistas tinham um poder econômico muito maior que os árabes, além de contar com o apoio do imperialismo. Isso lhes deu força para cair arrasando o povo árabe da Palestina, que ficaram reduzidos a trabalhadores sem trabalho e camponeses sem terra. Muito estranho esse tipo de socialismo, que ataca os trabalhadores. O árabes eram expulsos ou boicotados nas empresas de propriedade sionista ou de capital estrangeiro (concessões), que geralmente eram administradas por gerentes sionistas. Cerca de 53% das empresas eram concessões e 40% de propriedade sionista, sendo que apenas 6% eram de propriedade de árabes (dados de 1939). Assim, ficava um mercado de trabalho super-reduzido para os trabalhadores árabes.
Outro tanto ocorria com o tozteret haaretz (produto da terra), uma política que significava o boicote à força, praticado por bandos armados da Histadrut, de todo produto árabe, uma repressão que não poupava nem mesmo os judeus que ousassem adquirir algum alimento produzido por mãos árabes.
Alijados da terra, do trabalho e da possibilidade de comercializar seus produtos, os palestinos se tornaram uma massa marginalizada e pronta para ser expulsa de suas terras. A resistência palestina, em forma de guerrilha, é praticamente esmagada em 1939 pelo Exército Britânico e a Haganá, o exército extra-oficial formado pelo sionismo, num ataque conjunto para mostrar quem manda na Palestina. Nessa época, tinha início a Segunda Guerra Mundial e os sionistas estavam preocupados com o destino da Inglaterra, seu imperialismo protetor, diante de uma nova repartição do mundo em zonas de influência. Queriam garantir para a Palestina a proteção imperialista, já que tudo indicava que os EUA e não mais a Inglaterra seriam daí em diante o grande senhor do mundo. A suposta luta antiimperialista alardeada pelo sionismo era, simplesmente, o desejo de passar de um sócio menos forte para outro mais poderoso. Isso foi expresso com clareza por Ben Gurion:
Nossa maior preocupação era a sorte que seria reservada à Palestina depois da guerra. Já estava claro que os ingleses não conservariam seu Mandato. Se se tinha todas as razões para crer que Hitler seria vencido, era evidente que a Grã Bretanha, mesmo vitoriosa, sairia muito debilitada do conflito. Por isso, eu não tinha dúvidas de que o centro de gravidade de nossas forças deveria passar do Reino Unido para a América do Norte, que estava em vias de assumir o primeiro lugar no mundo. 19
Sob a órbita norte-americana, o sionismo começou a dar passos largos em direção à criação do Estado de Israel. Ao final da guerra, as grandes potências, através da ONU, não só fizeram vistas grossas à ocupação e massacre do povo palestino, como deram o status legal à situação colonial criada durante a dominação britânica. Em base a uma proposta de partilha da Palestina feita durante o Mandato inglês20 e que incendiou a revolta em todo o mundo árabe, em 29 de novembro de 1947 vota-se a divisão do país em dois estados: um sionista e outro árabe. Novamente, sem qualquer consulta ao povo palestino e com o aval da burocracia soviética, que enviou armas e aviões para ajudar o imperialismo a massacrar os árabes. Afogada em um banho de sangue a resistência palestina, é proclamado o Estado de Israel, em maio de 1948.
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Israel: a tragédia palestina
Em 1947 havia 630 mil judeus e um milhão e trezentos mil árabes palestinos21. Assim, no momento em que as Nações Unidas dividem a Palestina, os judeus eram minoria (31% da população). Essa divisão, promovida pelas principais potências imperialista com o apoio de Stalin, deu 54% da terra fértil ao movimento sionista. Mas, antes de que se formasse o Estado de Israel, o Irgun e as Haganah (organizações paramilitares israelenses) já haviam se apoderado das três quartas partes da terra e expulsado seus habitantes. Assim, dos 475 povoados palestinos que havia em 1948, 385 foram completamente arrasados, reduzidos a cinzas e os 90 que ficaram tiveram suas terras confiscadas. Esse processo ficou conhecido como a judaização da Palestina.
Raphael Eitan, então chefe do Estado Maior das Forças Armadas israelenses, não podia ser mais claro quando disse que Declaramos abertamente que os árabes não têm qualquer direito a um só centímetro de Eretz Israel. Os de bom coração, os moderados, devem saber que as câmaras de gás de Adolf Hitler serão como brincadeira de criança. O único que entendem e entenderão é a força. Utilizaremos a força mais decisiva, até que os palestinos se aproximem de nós de joelhos.22
David Ben Gurion, em um discurso pronunciado em 13 de outubro de 1936, formulava assim a estratégia sionista: Quando nos tornemos uma força com peso depois da criação do estado, aboliremos a partição e nos expandiremos a toda Palestina. O estado será somente uma etapa na realização do sionismo, e sua tarefa é preparar o terreno para nossa expansão. O estado terá que preservar a ordem, não com palavras, mas com metralhadoras.23
E, de fato, assim foi feito. Entre 29 de novembro de 1947, data da divisão da Palestina pela ONU e 15 de maio de 1948, quando foi formalmente proclamado o Estado de Israel, o exército sionista e as milícias paramilitares se apoderaram de 75% da Palestina, expulsando do país 780 mil árabes. Os que ficaram foram vítimas de perseguições selvagens e uma carnificina só comparada ao holocausto nazista.
Assim começou a tragédia palestina que dura até hoje.
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Roubo, puro e simples, das terras e dos negócios dos árabes
É preciso entender o alcance e as conseqüências dessa política assassina por parte do sionismo. No território ocupado por Israel depois da partilha havia 950 mil árabes palestinos, vivendo em cerca de 500 povoados e em todas as grandes cidades, entre elas Tiberíades, Safed, Nasaré, Shafa Amr, Acre, Haifa, Yaffa, Lidda, Ramle, Jerusalém, Majdal (Ashquelon), Isdud (Ashdod) e Beersheba. Em menos de seis meses sobraram apenas 138 mil pessoas. A grande maioria dos palestinos haviam sido assassinados, expulsos pela força ou fugido aterrorizados diante dos bandos assassinos das unidades do exército israelense.
Em discurso pronunciado para uma platéia de estudantes do Instituto de Tecnologia de Israel, Moshe Dayan, herói da guerra dos seis dias, não se preocupou em esconder o fato de que Israel fora fundada sobre uma tenebrosa falsificação histórica: Viemos aqui, a um país que estava povoado por árabes, e estamos construindo aqui um estado hebreu, judeu. No lugar dos povoados árabes levantamos povoados judeus. Vocês nem sequer sabem os nomes desses povoados, e não os reprovo por isso, porque esses livros de geografia já não existem. Nem os livros, nem os povos existem mais. Nahalal surgiu no lugar ocupado antes por Mahalul, Gevat no lugar de Jibta, Sarid no lugar de Hanifas e Kafr Yehoushua no lugar de Tel Shamam. Não há um só assentamento que não tenha sido construído no lugar que um antigo povoado árabe.24
Com isso, grandes extensões de terra foram confiscadas ao amparo da Lei de Propriedades de Ausentes, ditada em 1950 em Israel. Até 1947, os judeus possuíam 6% da terra da Palestina. Quando surge formalmente o Estado de Israel, o Fundo Nacional Judeu calcula que tenha se apoderado de 90% da terra. O valor das propriedades roubadas aos árabes era superior a 300 milhões de dólares, em cálculos da época. Se multiplicamos essa cifra pelo valor atual do dólar, cai a máscara: Israel tem pouco a ver com Jeová ou a terra santa, e muito a ver com a pirataria e a pilhagem.
A ocupação das propriedades palestinas era indispensável para que o Estado de Israel fosse viável. Entre 1948 e 1953 foram criados 370 povoados e assentamentos judeus, sendo 350 deles em propriedades de ausentes. Em 1954, calculava-se que 35% dos judeus de Israel viviam em propriedades confiscadas de ausentes e 250 mil novos imigrantes se haviam estabelecido em áreas urbanas das quais os palestinos haviam sido expulsos.
Dez mil empresas e comércios foram entregues a colonos judeus. Se na zona urbana, o saque foi generalizado, no campo a usurpação corria solta. Todas as plantações de limão dos palestinos foram confiscadas; cobriam mais de 240 mil dunums (correspondentes a 21.200 hectares). Até 1951, um milhão de caixas de limões colhidos de propriedades arrebatadas dos árabes o que correspondia a 10% de todas as divisas de exportação estavam em mãos israelenses. Nesse mesmo ano, 95% das plantações de oliveiras de Israel eram feitas em terra palestina ocupada. As azeitonas que produziam representavam o terceiro produto mais exportado por Israel, depois dos limões e dos diamantes. Um terço da produção de pedra provinha de 52 pedreiras palestinas usurpadas. As terras confiscadas dos árabes iam parar num Fundo Nacional Judeu, criado em 1954 pelo governo israelense.
Como lembra Schoenman, a mitologia sionista pretende passar a idéia de que o espírito de sacrifício, de abnegação no trabalho e de perícia dos judeus transformaram a terra desértica, descuidada por seus anteriores guardiães árabes nômades e primitivos fazendo florescer o deserto. As plantações palestinas, a indústria, a madeira, as fábricas, casas e fazendas foram espoliadas e saqueadas depois de uma conquista sangrenta: o barco do estado é um barco pirata, a bandeira que carrega é a caveira com dois ossos cruzados.25
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Racismo contra o trabalhador árabe
Mas Israel não é só isso. A sua é uma história que começou com uma grande espoliação e isso obrigou o país a continuá-la, mais e mais. O barco da espoliação nunca encontrou um porto seguro. Essa viagem macabra continuou em frente, espoliando também o mercado de trabalho dos árabes, tanto no campo quanto nas cidades. Esse processo de judaização do trabalho se assentou em uma ideologia racista contra o trabalhador árabe.
No campo, qualquer relação do homem com a terra era regida por uma lei racista: O arrendatário deve ser judeu e tem de aceitar realizar todas as atividades relacionadas com o cultivo da terra somente com mão-de-obra judia. 26 Portanto, a terra não pode ser arrendada por um não-judeu, nem subarrendada, vendida, hipotecada, dada ou cedida a um não-judeu. Os não-judeus não podem ser empregados na terra e nem em qualquer trabalho relacionado com o cultivo.
Em Israel, as terras estatais, que estão nas mãos do Fundo Nacional Judeu, são consideradas terra nacional, o que significa terra judia. A contratação de trabalhadores não-judeus é ilegal. Devido a escassez de operários agrícolas judeus, e dado que os palestinos ganham um salário menor que os trabalhadores judeus, alguns agricultores judeus (como Ariel Sharon) contratam mão-de-obra árabe, violando explicitamente a lei.
Schoenman ressalta que Israel emprega todas as expressões normais em um sentido racista. O povo significa somente os judeus. Um imigrante ou um colono só pode ser um judeu. Um assentamento significa um assentamento só para judeus. A terra nacional significa terra judia, não terra israelense.27 Dessa maneira, a lei e os direitos, as garantias e o direito ao trabalho ou à propriedade correspondem somente aos judeus. A cidadania ou nacionalidade israelense corresponde estritamente aos judeus em todas as aplicações específicas de seu significa e jurisdição. Como a definição de judeu se baseia inteiramente num preceito religioso ortodoxo, gerações de ascendência materna judia é o pré-requisito para gozar do direito de propriedade, de emprego e de proteção legal. Atualmente, 93% da terra do chamado Estado de Israel é administrada pelo Fundo Nacional Judeu, sendo que para ter o direito a viver na terra, arrendá-la ou trabalhar nela, a pessoa tem de demonstrar que tem pelo menos três gerações de ascendência materna judia.
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O sionismo, o fascismo e os judeus
Se é importante que a história oficial comece a reconhecer que a Palestina não era uma terra sem povo, é preciso também esclarecer outro aspecto tão sórdido quanto esse que envolve a criação do Estado de Israel. Trata-se da relação do sionismo com os próprios judeus e com o nazi-fascismo.
O caráter racista do movimento sionista tem sua face mais abominável na relação que sempre manteve com os próprios judeus. Ralph Schoenman lembra que os fundadores do sionismo estavam desesperados por combater o anti-semitismo e, paradoxalmente, consideravam os próprios anti-semitas como aliados, porque compartiam o desejo de arrancar os judeus dos países em que viviam. Passo a passo, assimilaram os valores do ódio aos judeus e o anti-semitismo, chegando, o movimento sionista, a olhar os próprios anti-semitas como seus mais fiéis padrinhos e protetores.28 Ele cita inclusive uma carta que Theodor Herzl enviou ao Conde Von Plehve, autor dos piores pogroms na Rússia os pogroms de Kishinev com a seguinte proposta: Ajude-me a conseguir o quanto antes a terra (Palestina) e a revolta (contra a dominação zarista) acabará. Von Plehve concordou e começou a financiar o movimento sionista
Trata-se, na verdade, de um pedido de colaboração entre a burguesia sionista e as classes dominantes de outros países para combater os judeus de esquerda, que se incorporavam aos partidos revolucionários. Nesse sentido, o sionismo, em sua colaboração com o fascismo, cumpriu um papel sórdido, pois jogava com os sentimentos religiosos dos judeus para massacrar os que fossem de esquerda. O movimento juvenil sionista Betar serviu de bucha de canhão para Mussolini formando esquadrões com camisas negras. Quando Menajem Beguin se tornou chefe do Betar, trocou suas camisas negras pelas beges, como usavam os bandos de Hitler; era o uniforme que Beguin e os membros do Betar usavam em todas as assembléias e concentrações.
A estratégia do sionismo foi recrutar os europeus que odiavam os judeus e alinhar-se com os movimentos e regimes mais perversos, para que apoiassem a criação de uma colônia sionista na Palestina. E essa estratégia incluiu o nazismo. A Federação Sionista da Alemanha enviou um memorando de apoio ao Partido Nazista em 21 de junho de 1933. Dizia: … um renascimento da vida nacional como o que ocorre na vida alemã… deve ocorrer também no grupo nacional judeu. Sobre as base de um novo estado (nazi) que estabeleceu o princípio da raça, desejamos enquadrar nossa comunidade na estrutura de conjunto de maneira que também para nós, na esfera a nós designada, possa desenvolver uma atividade frutífera pela Pátria….29
Longe de repudiar essa política, o Congresso da Organização Sionista Mundial, de 1933, derrotou por 240 votos contra 43 uma resolução que chamava a atuar contra Hitler. Durante esse mesmo congresso, Hitler anunciou um acordo comercial com o Banco Anglopalestino da Organização Sionista Mundial (OSM), que significava o rompimento do boicote judeu ao regime nazista em um momento em que a economia alemã era extremamente crítica. A OSM rompeu o boicote judeu e se tornou a principal distribuidora de produtos nazis em todo o Oriente Médio e Norte da Europa. Fundaram na Palestina o Haavara, banco destinado a receber dinheiro da burguesia judia-alemã, com o qual se adquiriu grande quantidade de produtos nazis.
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Traindo a Resistência
Um dos reflexos mais sórdidos dessa política foi a ação do sionismo em relação à resistência judaica contra os massacres de judeus na Europa. Em julho de 1944, o dirigente judeu eslovaco, rabino Dov Michael Weissmandel, escreveu aos funcionários sionistas encarregados das organizações de resgate, propondo uma série de medidas para salvar os judeus de Auschwitz. Ofereceu mapas exatos das ferrovias e planejou o bombardeio das linhas que levavam aos crematórios. Pediu que bombardeassem os fornos de Auschwitz, que lançassem de pára-quedas munição para 80 mil presos e bombas para explodir o campo e pôr fim à cremação de 13 mil judeus por dia.
Caso os aliados se recusassem a colaborar, Weissmandel propunha que os sionistas, que dispunham de fundos e organização, comprassem aviões, recrutassem voluntários e fizessem a operação.
Weissmandel não era o único a pedir isso. No final dos anos 40 e durante os anos 40, porta-vozes judeus da Europa pediram socorro, campanhas públicas, resistência organizada, manifestações para obrigar os governos aliados a colaborar. Mas sempre se deparavam com o silêncio sionista ou mesmo com sua sabotagem ativa.
O rabino Weissmandel, em julho de 1944, um ano antes de terminar a guerra, enviou aos sionistas uma carta de protesto, publicada em parte em História Oculta do Sionismo, de Schoenman: Por que não fizeram nada até agora? Quem é o culpado por esta terrível negligência? Não são vocês os culpados, irmãos judeus, que têm a maior sorte do mundo, a liberdade? Enviamos a vocês esta mensagem especial: informamos que ontem os alemães iniciaram a deportação de judeus da Hungria. Os que foram para Auschwitz serão mortos com gás cianido. Essa é a ordem do dia de Auschwitz desde ontem: A cada dia serão asfixiados doze mil judeus homens, mulheres e crianças, anciãos, crianças de peito, doentes ou não.
E vocês, nossos irmãos aí na Palestina, e de todos os países livres, e vocês, ministros de todos os reinos, por que mantêm silêncio diante desse grande assassinato? Silenciam enquanto assassinam milhares, já são seis milhões de judeus? Silenciam agora, quando dezenas de milhares estão sendo assassinados ou esperam na fila da morte? Seus corações destroçados pedem socorro, choram por vossa crueldade.
São brutais, vocês também são assassinos, pelo sangue frio do silêncio com que olham, porque estão sentados com os braços cruzados sem fazer nada, apesar de que nesse mesmo instante poderiam deter ou postergar o assassinato de judeus.
Vocês, nossos irmãos, filhos de Israel, estão loucos? Não sabem o inferno que nos rodeia? Para quem guardam seu dinheiro? Assassinos! Loucos! Quem faz caridade aqui, vocês, que soltam uns centavos daí, de suas casas seguras, ou nós, que entregamos nosso sangue neste inferno?
Nenhum dirigente sionista apoiou esta petição, nem os governos ocidentais bombardearam um único campo de concentração.
A colaboração entre o sionismo e o fascismo fez com que o primeiro traísse a resistência e voltasse as costas para o operativo que resultou na morte de pelo menos 6 milhões de judeus. Hoje, quando se lembra mais um aniversário do holocausto, é preciso dizer com toda clareza que o sionismo não lutou de fato para impedi-lo. E, mesmo assim, o utiliza como álibi para massacrar os palestinos. Algo tão indignante que a jornalista israelense Amira Hass, do jornal Haaretz, chegou a exortar os sobreviventes do Holocausto e seus descendentes a não interpretarem o assassinato de seu povo e o de suas famílias na Europa como um eterno aval para suprimir e expropriar o povo palestino e para apresentá-lo como o inimigo que substituiu os alemães.
De fato. Está na hora de Israel deixar de usar o holocausto como justificativa para oprimir e perseguir os palestinos, fazendo com eles o mesmo que os alemães fizeram com os judeus.
[topo]
NOTAS
1 Frase do livro de Dov Barnir, Os Judeus, O Sionismo e o Progresso, p.486, citada em Revista de América, n.12.
2 A entrevista com Tom Segev está na edição da Folha de S. Paulo de 4 de fevereiro de 2001.
3 A Questão Judia.
4 Abraham León foi um dos máximos dirigentes do sionismo de esquerda europeu até as vésperas da Segunda Guerra mundial. Escreveu A Questão Judia, um dos mais importantes estudos marxistas sobre o tema. León, que chegou a romper totalmente com o sionismo e ingressar nas fileiras da IV Internacional, foi assassinado no campo de concentração de Auschwitz pelas tropas nazistas.
5 Em 1917, o Bund apoiou Kerensky contra Lenin e Trotsky e, até a II Guerra Mundial, manteve grande força na Polônia.
O termo sionismo deriva da palavra Sion (Tzion, em hebraico), que é o nome de um monte em Jerusalém. Na Bíblia, esse nome era usado tanto para designar a Terra de Israel como sua capital nacional e espiritual, Jerusalém. Ao longo de toda a história judaica, Sion foi sinônimo de Israel, e a expressão retorno a Sion a bandeira do movimento sionista.
7 A Questão Judia, p.150.
8 Idem, p. 151.
9 Idem, p.151.
10 Idem, p.152.
11 Em Le Materialisme et la Question nationale, ditado por A León, in op.cit. p.152.
12 A Questão Judia, p. 154.
13 Idem, p.154.
14 Dov Barnir, Os Judeus, o Sionismo e o Progresso, Inova, Portugal, 1968.
15 Ephraim Tari, O Significado de Israel.
16 Revista de América, p.16.
17 Jon Rothscild, How the Arabs Were Driven Out of Palestine, citado em Revista de América nº 12.
18 Idem.
19 Michael Bar-Zohar, em The Armed Prophet: A Biography of Ben Gurion. Citado por Revista de América, p.24.
20 Proposta da Comissão Peel, de 1937, aceita por Ben Gurión.
21 Em 1917 havia na Palestina 56 mil judeus e 644 mil árabes palestinos. Em 1922 havia 83.794 judeus e 663 mil árabes. Em 1931 havia 174.616 judeus e 750 mil árabes. (Schoenman, p.34)
22 Citado por Schoenman, p.40.
23 Citado por Schoenman, p.41.
24 Citado por Schoenman, p. 48,
25 História Oculta do Sionismo, p. 50.
26 Citado por Schoenman, p. 50.
27 História Oculta do Sionismo, p.51.
28 Idem, p.53.
29 Citado em História Oculta do Sionismo, p.54.
30 Publicado pelo Jornal do Brasil de 22/4/01.
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17 de fevereiro de 2009 às 12:14 pm
Quer que te passe meu endereço chiquito?? Ai voce me faz uma visita cordial!
Ou tem medo que eu te enterre vivo? Ou te queime em um forno? Ou quem sabe te coloque em uma camara de Zyklon B!
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17 de fevereiro de 2009 às 5:21 pm
Neonazistas malvados!!!!
Ter, 17 Fev, 01h18
A advogada brasileira Paula Oliveira, que diz ter sido atacada por neonazistas na semana passada nos arredores de Zurique, teria comunicado aos amigos sobre sua suposta gravidez de gêmeos em um e-mail com imagem de ultrassonografia falsa. Segundo reportagem da revista Época, uma ex-colega de trabalho da brasileira afirmou que a mensagem foi enviada no dia 16 de janeiro para mais de 30 pessoas que trabalharam com ela na multinacional dinamarquesa Maersk com a reprodução de uma imagem de ultrassom que pode ser encontrada pelo site de buscas Google.
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“Quando ela Deu a notícia da gravidez, mandou anexada ao e-mail a imagem de um ultrassom. E nós achamos a mesma foto no Google Images”, afirmou a ex-colega, que conhece Paula há três anos. Segundo a fonte, que falou sob a condição de anonimato, a imagem tinha o nome “Twins 6 wks” (gêmeos 6 semanas) e que, numa busca com a mesma expressão no Google, a mesma fotografia era localizada no site about.com.
A colega afirma ainda que Paula tinha um histórico de inventar coisas para chamar a atenção, e que chegou a afirmar que seu marido tinha morrido no acidente com o avião da TAM em Congonhas, que saiu da pista e matou 199 pessoas em julho de 2007. Paula disse ter sido atacada e, por isso, sofreu um aborto. Em seu corpo, os supostos agressores teriam talhado as letras SVP, em referência ao partido que defende posições duras contra a imigração.
No fim de semana, o pai de Paula, Paulo Oliveira, afirmou que não tinha provas da gravidez da filha. “Em qualquer circunstância, minha filha é vítima. Ou ela é vítima de graves distúrbios psicológicos, ou vítima da agressão que desde o início ela sustenta e eu não tenho motivos ainda para duvidar”, disse o pai. Na última sexta-feira, a polícia apresentou seu laudo médico, concluindo que Paula não estava grávida e alertando que privilegiaria a suspeita de que teria mutilado a si própria.
Fonte: Yahoo noticias
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18 de fevereiro de 2009 às 12:52 pm
Vem aí a Rádio Múltiplos Universos, de João Pessoa para o mundo.
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18 de fevereiro de 2009 às 12:53 pm
Vem aí a Rádio Múltiplos Universos, uma voz contra o Nazismo de Israel.
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18 de fevereiro de 2009 às 12:55 pm
Sionistas, tremei: Vem aí a Rádio Múltiplos Universos, uma voz contra o nazi-sionismo.
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19 de fevereiro de 2009 às 11:24 am
Putz, essa eu quero ver!
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19 de fevereiro de 2009 às 2:48 pm
Ansioso para ouvi-la.. Quando esta prevista para ir ao ar Gilson?
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19 de fevereiro de 2009 às 3:05 pm
Perfeito, só faltou dizer que os iranianos farão implosões no mundo todo e estas ocorrerão em efeito dominó, com o mínimo de perdas humanas possíveis, eles são ótimos guerrilheiros e peritos em implosões. Enquanto o mundo fica perplexo eles se moverão em direção a Arábia Saudita e a tomarão. Os iranianos são os únicos asiáticos a conheceram as cavernas mapeadas por Alexandre da Macedônia, estas cavernas servem como esconderijo e rota de fuga e ficam sob o deserto, do Irã ao Saara com várias saídas. Apenas o Ayatollah conhece este mapeamento e ele o memorizou. Dizem que Usama bin Laden usa estas cavernas como esconderijo, não creio, ele é sunita e ninguém tem acesso a elas. Só são desvendados qdº estão na entrada e se alguém entrar vai dar voltas e mais voltas e sair no mesmo lugar. As entradas foram escolhidas com este propósito. Todas as crianças abaixo de 10 anos já foram retiradas do Irã há 4 meses, a fuga usou estas cavernas, os bebés não foram, choros podem provocar movimentação de areia na superfície do deserto e inundar as cavernas com areias.
Ah h Emanuel a Rússia e a China são aliadas de Irã e a Turquia não quer os sauditas no golfo, os iranianos estão em casa, os khazares sionistas e os estadunidenses não, vc não sabe o que é 1 xiita e não percebe que ao minimo sinal de perigo 1 código será enviado p/ todos os xiitas do mundo e eles entrarão em ação, farão de tudo p/ proteger o Irã, serão capazes de tudo pois são 1 exercito invisível e pronto a agir em sincronia perfeita a ordem enviada.
Eles não tem aparência árabe e não podem ser identificados a olho nu, são arianos e a sua vizinha pode ser 1 xiita iraniana, pense nisto.
Deverias ter colocado apenas o link, desinteressei-me de ler ao visualizar o testamento.
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19 de fevereiro de 2009 às 8:15 pm
Em abril, caro Cleverson, após a festa de lançamento no final de março.
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19 de fevereiro de 2009 às 9:28 pm
Site americano diz que Irã tem urânio suficiente para bomba atômica.
http://www.drudgereport.com
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20 de fevereiro de 2009 às 4:59 pm
http://www.encontro2008.rj.anpuh.org/resources/content/anais/1212957377_ARQUIVO_Artigo-ANPUH-2008.pdf
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20 de fevereiro de 2009 às 5:02 pm
http://www.encontro2008.rj.anpuh.org/resources/content/anais/1212959137_ARQUIVO_Anais_da_ANPUH-Daniela%5B1%5D.pdf
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21 de fevereiro de 2009 às 7:02 am
O Francisco tá preocupado é com a negação do Holocausto. O Holocausto virou a religião do sionismo político, sem ele estariam perdidos; só lhes restaria o fanatismo religioso de seus ortodoxos medievais, dos quais morrem de vergonha e que vivem tentando esconder.
Gilson,
Boa sorte com o programa de rádio!
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21 de fevereiro de 2009 às 11:01 am
Obrigado, David. Não será bem um programa de rádio; serão vários pequenos programas.
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21 de fevereiro de 2009 às 11:04 am
Pois é, David, o sionismo de hoje se baseia na indústria do holocausto, muito bem denunciada pelo judeu Norman G. Finkelstein, no livro do mesmo nome.
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22 de fevereiro de 2009 às 1:11 pm
Obama, maldito desgraçado mandou mais americanos pro Afeganistão… Eu não falei ?
Porque vocês acham que as “forças ocultas” colocaram um negro pra comandar o país ? Pra que as minorias e os pobres não possam falar nada!
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22 de fevereiro de 2009 às 5:38 pm
O conflito do Oriente Médio para leigos, segundo as notícias dos telejornais.
- No Oriente Médio, são sempre os Árabes que atacam primeiro e sempre Israel que se defende. Esta defesa chama-se represálias.
- A comunidade Árabe, não tem o direito de matar civis. Isso se chama terrorismo.
- Israel tem todo o direito de matar civis Árabes. Isso se chama legítima defesa.
- Quando Israel mata civis, as potências ocidentais (EUA e Inglaterra) pedem que seja mais comedido. Isso se chama uma reação da comunidade internacional.
- Os Palestinos não tem o direito de capturar soldados de Israel, ainda que seja somente três soldados. Isso se chama seqüestrar pessoas indefesas.
- Os Israelenses tem o direito de levar a qualquer hora, de qualquer lugar quantos Palestinos desejarem. Esse número chegou a 10.000, sendo que 300 eram crianças e 1.000 eram mulheres. Mesmo que não tenham culpa por crimes ou atentados, apenas serem suspeitos de terrorismo e podem ficar presos por tempo indeterminado.
- Quando se menciona a palavra “Hezbollah” é obrigatório na mesma frase dizer a expressão “apoiado e financiado pela Síria e pelo Iran”.
- Quando se menciona “Israel”, é proibido falar, que este seja apoiado e financiado pelos EUA. Isso pode dar a impressão de que os Árabes estejam em desvantagens e que Israel não esteja correndo perigo, na faixa de gaza.
- Nunca mencionar a palavra “territórios ocupados”, “desobediência às resoluções da ONU” e “violações dos direitos humanos”. Isso pode ofender Israel, essa regra é veiculada pela CNN, BBC, FOX, etc.
- Os palestinos são covardes, pois se escondem entre a população civil, ainda assim, isso dá o direito a Israel de aniquilar as áreas urbanas, nas chamadas operações cirúrgicas. Não importando se crianças e mulheres forem mortas no ataque.
- Os Israelenses falam melhor o Inglês e o Francês, do que os Palestinos, por isso conseguem mais espaço na mídia local e internacional, podendo dar a sua versão para os fatos. Normalmente dizem que estão sempre em perigo.
- Israel, numa clara desobediência à ONU, desenvolveu armas nucleares, sem que o Ocidente faça qualquer pressão ou imponha um embargo internacional. O Iran está sendo pressionado violentamente, porque está desenvolvendo tecnologia nuclear.
- Concluindo, todos que não concordarem com as ações de Israel, podem ser considerados simpatizantes do terrorismo ou serem anti-semita. Segundo o pensamento da comunidade judaica internacional e do Nazi-Sionismo.
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 11:32 am
Isso aqui tá um marasmo…Que silencio!!!
Antisemitas de plantão, manifestem-se!
25/02/2009 – 06h31
Expulso da Argentina, bispo Williamson chega a Londres
Londres, 25 fev (EFE).- Chegou hoje a Londres o bispo britânico ultraconservador Richard Williamson, que foi obrigado a abandonar a Argentina após receber a ameaça de expulsão do Governo argentino por suas declarações negando o Holocausto de 6 milhões de judeus.
Em meio à grande expectativa da imprensa, o bispo chegou ao aeroporto londrino de Heathrow em um voo procedente de Buenos Aires, mas não quis fazer declarações.
Williamson, que negou que as câmaras de gás nazista tivessem sido utilizadas para exterminar milhões de judeus, foi escoltado por numerosos agentes da Polícia a um automóvel que o esperava.
Os bispos católicos da Inglaterra e Gales condenaram as afirmações de Williamson, que classificaram como de “totalmente inaceitáveis”.
Um porta-voz da Conferência de bispos católicos na Inglaterra e Gales disse hoje que “não tem ideia” sobre onde o religioso ficará no Reino Unido.
Entre as pessoas que o esperavam em Heathrow estava o inglês judeu Mayer Gruver, que perdeu sete de seus 11 parentes durante o Holocausto e classificou de “escandalosas” as opiniões do bispo sobre o Holocausto.
O bispo, de quem o papa Bento XVI retirou a excomunhão emo janeiro, negou que as câmaras de gás nazistas tivessem sido utilizadas para exterminar a judeus e disse que no Holocausto não morreram 6 milhões de pessoas mas entre 300 mil e 400 mil.
Essa afirmação estava contida em entrevista gravada na Alemanha em novembro e transmtida em 21 de janeiro pela TV estatal sueca “Svt”.
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 12:24 pm
Caro chiquito esses assuntos sobre holofalso ja expiraram! É crescente o numero de cientistas e estudiosos que põem em duvida a versao judaico-americana do acontecimento…. Cedo ou tarde a farsa vira à tona….
O que me chama a atenção e que de cada dez palavras de um judeu onze é sobre o holofalso…. A 60 anos a mesma ladainha…. A verdade é que quanto mais se fala mais se questiona, ou seja, estão cavando seu proprio buraco! E se dizem muito expertos……..
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 1:03 pm
Chiquito não escreveu mais nada sobre a advogada brasileira Ana Paula Oliveira, aquela que simulou um ataque de neonazistas na Suíça e que ele tentou transformar em cavalo de batalha em comentários neste site.
Que canoa furada em que te meteste, hein Chiquito? Não dás uma dentro?
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 1:05 pm
Marasmo com mais de 90 comentários?! Eita marasmo bom!
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 1:49 pm
Me divirto aqui!
Maravilha!
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25 de fevereiro de 2009 às 2:39 pm
Eu também me divirto muito, Chiquito.
[Responder]
25 de fevereiro de 2009 às 2:45 pm
Principalmente quando penso na raiva, na frustração e no arrependimento que o pessoal da Federação Israelita de S. Paulo com certeza sente ao contemplar o “monstro” que inadvertidamente criou.
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25 de fevereiro de 2009 às 2:45 pm
…”É crescente o numero de cientistas e estudiosos que põem em duvida a versao judaico-americana do acontecimento…”.
Dedoverde, vc é comico!!!
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25 de fevereiro de 2009 às 2:49 pm
Sem comentários? Não. Cem comentários!
[Responder]
26 de fevereiro de 2009 às 5:07 pm
Comico??? Falar a verdade é engraçado chiquito….
Algumas verdades se tornam comicas apenas para quem não quer aceitá-las ou melhor, compreende-las…
Comico e tentar validar e apoiar cegamente algo que é tão incerto, questionável!
Voce chiquito é o único cômico dessa estória. Não percebeste ainda?
[Responder]
27 de fevereiro de 2009 às 11:42 am
Fatah e Hamas fecham acordo de reconciliação
Governo de unidade nacional deve ser implementado até o mês que vem.
Os grupos rivais palestinos, Fatah e Hamas, anunciaram nesta quinta-feira que fecharam um acordo de reconciliação que inclui a formação de um governo de unidade nacional até o fim do próximo mês.
“Este é um dia histórico. Começamos um novo capítulo de unidade e reconciliação”, disse o ex-premiê Ahmed Korei, do Fatah.
Ele disse que foi acertada a formação de cinco comitês conjuntos entre os grupos rivais. Um deles terá a missão de formar um governo de unidade que venha a ser aceito pela comunidade internacional.
Os outros vão tratar de temas como segurança, reconciliação nacional, eleições e o futuro da entidade OLP (Organização para a Libertação da Palestina).
Em tese, as atividades dos comitês terminam com a implementação do governo no próximo mês.
As negociações para aparar as arestas entre os dois grupos foram mediadas pelo Egito. Mais de dez facções palestinas, incluindo o Hamas e o Fatah, foram convidadas para participar das conversas no Cairo nesta quinta-feira.
Na quarta-feira, em um gesto de boa-vontade, o Hamas resolveu libertar prisioneiros pertencentes ao Fatah e o Fatah, prisioneiros do Hamas.
As duas facções também prometeram parar de atacar uma a outra nos meios de comunicação, a fim de fomentar uma boa relação.
Um governo único poderia servir como uma gestão interina durante preparativos para novas eleições presidenciais e legislativas e para coordenar a reconstrução da Faixa de Gaza.
As negociações entre os dois grupos foram interrompidas em novembro de 2008, mas retomadas após a ofensiva militar israelense em Gaza, entre dezembro e janeiro.
Segundo fontes palestinas, a ofensiva matou mais de 1,3 mil palestinos e danificou boa parte do território.
A Cruz Vermelha pediu nesta quinta-feira que Israel suspenda o bloqueio a Gaza e disse que muitos palestinos continuam sem água potável, remédios e moradia, um mês após o fim da ofensiva. A organização disse que os esforços de reconstrução só vão ser bem-sucedidos se existir união entre as facções palestinas.
O Hamas foi eleito democraticamente em 2006 pelos palestinos para dirigir o parlamento do país, mas a eleição não foi reconhecida pela comunidade internacional, que exigia que o grupo reconhecesse Israel e renunciasse à violência. Foi então imposto um boicote aos palestinos.
Para obter reconhecimento, o Hamas aceitou a formação de um governo de unidade nacional com o Fatah, mas diferenças entre os dois grupos levaram a violentos confrontos em 2007. O Hamas então assumiu controle de Gaza e o Fatah, da Cisjordânia.
Analistas dizem que estas diferenças ainda não foram resolvidas e a possibilidade de um novo rompimento é ainda bastante real.
Fonte: MSN Notícias
A improvável união, sufocará os israelenses?
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27 de fevereiro de 2009 às 12:19 pm
É, Dedoverde…
Quando terminou a II Guerra, milhões de judeus se reuniram e combinaram de inventar um historinha para enganar tooooodo o mundo. Até o governo Alemão caiu nessa! Impressionante, né? Construiram campos de concentração forjados e etc…
Só vc, o GG, O “Armadinêjade”, o Chavez e mais meio dúzia de “cientistas” é que descobriram essa farsa…
Toma Gardenal, Dedoverde! Vai melhorar!
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27 de fevereiro de 2009 às 2:32 pm
Horst Mahler foi fundador da RAF – Fração do Exército Vermelho, grupo terrorista de extrema-esquerda dos anos 1970 que promoveu uma campanha de atentados, assasinatos e sequestros contra o governo e empresários da Alemanha Ocidental. Com o fim do comunismo, se tornou nazista e revisionista do Holocausto. Entre seus crimes está o envio de CDRoms e livros revisionistas pelo correio e a saudação nazista a um jornalista judeu durante uma entrevista em abril passado. Também escreve e apóia a falsidade de 9/11 ter sido um plano judaico para levar os EUA à guerra. Negar o Holocausto é crime na Alemanha e Horst Mahler deverá mofar na cadeia até os 79 anos.
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27 de fevereiro de 2009 às 8:51 pm
A sina dos perseguidos políticos e dissidentes ideológicos sempre foi mofar na cadeia, Francisco, para alívio dos entusiastas e beneficiários do establishment como você. Nada de novo debaixo do sol. Ao caçar e acossar revisionistas de maneira tão implacável vocês só fazem mostrar ao mundo que detêm as rédeas do poder, particularmente no tocante ao registro da chamada “História Oficial”, o que sempre há de os tornar objeto de desconfiança crescente ao mesmo tempo que revestindo de uma aura de heroísmo aqueles que ousam desafiá-los.
Colocar pessoas para mofar na cadeia em virtude de paixões ideológicas ou políticas sempre foi e continuará sendo REPRESSÃO, macarthismo, intolerância. E não me venha dizer que se trata de reprimir supremacistas que não respeitam determinadas raças. Se fosse esse o caso, ia faltar carcereiro para trancafiar todos os “russos” de Israel. Mas esses você não quer ver mofando na cadeia, não é, Francisco?
[Responder]
27 de fevereiro de 2009 às 8:58 pm
Criar leis para botar revisionistas para mofar na cadeia = instrumentalização dos estados nacionais para produzirem culturas de silêncio e anti-semitismo a serviço do Sionismo e da perpetuação dos mitos e medos na sustentação do Estado de Israel
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27 de fevereiro de 2009 às 9:04 pm
Quando não conseguem criar as tais leis, como ainda é o caso nos Estados Unidos, resolve-se a coisa na base da intimidação. O dissidente aparece todo arrebentado, após ser espancado por agressores desconhecidos.
Mas agora chegou a internet e está ficando mais difícil reprimir.
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27 de fevereiro de 2009 às 9:18 pm
A Alemanha do pós-guerra é uma cela de auto-flagelação para seu próprio povo. São proibidos, por suas próprias leis, de sequer cogitar desdizer ou contestar seus acusadores. Se ousarem tentá-lo, vão em cana, sem choro nem vela. Quem mandou Hitler dar um passo maior do que a perna e entrar numa guerra sem calcular direito? Perdeu e sua nação foi SATANIZADA.
Quem perde paga a conta todinha, na mordaça, sem chiar.
Dá-lhes, Nuremberg e seu “tribunal”!
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27 de fevereiro de 2009 às 9:40 pm
E o Plano Marshall? Um refresco para os alemães comerem de boca calada enquando seus ouvidos ardem em brasa.
De início pretendeu-se asfixiá-los com uma coisa macabra chamado Plano Morgenthau, para desindustrializar a Alemanha e empurrá-la à força de volta à Idade Média. Depois devem ter se dado conta de que aí ia ficar difícil emplacar a versão oficial do Holocausto. Vozes famintas se levantariam da multidão contestando-a – os alemães, mesmo sob o tacão dos vencedores, não se deixariam difamar e matar de fome ao mesmo tempo. Decidiu-se pela consolidação e preservação da imagem de Israel, o Lar Doce Lar judaico, por sobre o mutismo de uma Alemanha cabisbaixa.
[Responder]
28 de fevereiro de 2009 às 12:50 am
Uauuu!
Mais um “cientista”.
Vem cá, David…Vc é gago? Não dá pra escrever todas essas asneiras numa só postagem? Ou isso é “marquetingui” pro GG?
[Responder]
28 de fevereiro de 2009 às 2:33 pm
David entrou duro na gelatina de Chiquito.
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1 de março de 2009 às 12:47 am
Francisco,
não se trata de ser cientista, mas de questionar os que defendem a perseguição (e destruição) de pessoas por DELITOS DE OPINIÃO. Trata-se de combater tabus e sistemas de crença dissimulados em verdades incontestáveis. O seu Holocausto é como um dogma contemporâneo, cuja violação acarreta as mesmas conseqüências de um pronunciamento herético na Idade Média. A grande mídia não tem o menor escrúpulo de afrontar os evangelhos com a ampla divulgação de ficções cínicas como o Código da Vinci, mas em grande parte do mundo autodenominado livre as pessoas não podem discordar ou duvidar das versões e cifras do seu dito Holocausto por MEDO DE IREM PARA A CADEIA. Isso é um TABU, um DOGMA. OBSCURANTISMO. O seu Sionismo é a verdadeira IGREJA do Ocidente e a grande maioria das pessoas ainda não foi comunicada do fato.
Mas não há força de dinheiro ou poder que assegure a imortalidade de igreja alguma, bem como de seus dogmas.
[Responder]
1 de março de 2009 às 11:49 am
“Cientista” David,
O anti-semitismo, sob o rótulo de anti-sionismo, integra o receituário doutrinário de algumas seitas ultra-anarcotrostkistas obtusas e que tentam ser barulhentas. Algumas delas recepcionaram a tese da negação do Holocausto, mas não faço menção especificamente aos negadores do Holocausto quando aponto o anti-semitismo do GG, Dedoverde e cia e agora de você. A razão é simples: não é preciso negar o Holocausto para ser anti-semita. É suficiente sustentar que os sionistas são iguais (ou talvez piores) que os nazistas, que Israel criou o maior campo de concentração do mundo ou “que Israel é um estado bíblico, fundamentalista, mandatado por um Deus que teria adotado os judeus como povo escolhido”. Quem escreve este tipo de idiotice deve ser chamado de quê? Esta mistura de erudição de almanaque sobre a religião judaica com ignorância instrumental sobre o sionismo é próprio de quem? Respondo eu: de anti-semitas!
Anarquia agora? Entenda primeiro o que é um estado com leis e regras!
Agora, vou sair para respirar ar puro novamente. Não estou aqui para dar quorum ao GG.
[Responder]
1 de março de 2009 às 3:43 pm
Chiquito se despede mais do que Romário.
[Responder]
1 de março de 2009 às 3:46 pm
“Pensam diferente de nós? Cadeia neles!” É o que bradam os sionistas. Mui democratas!
[Responder]
1 de março de 2009 às 8:12 pm
gilson voçê dava um bom realizador de cinama e argumentista tambem. pare de sonhar.
você sabe o k é Israel? Você sabe o poder nuclear de Israel?
Você sabe o k é o judaismo?
Se Sabe; não parece
Nunca vi um Blog com tanta merda, e com posts tão ridiculos.
Gilson faça algo util e trabalhe, pois é o que o brasil precisa.
Você é um paraibiano ridiculo (são todos)
Não comentem o site deste mongoloide que ele ganha dinheir com isso
dexai-o a raciocinar na sua propria ignorancia.
[Responder]
1 de março de 2009 às 8:26 pm
Que troço é este aí em cima?
[Responder]
1 de março de 2009 às 9:04 pm
Gilson,
pois é, os sionistas gostam de usar a raça como escudo e o racismo como dardo. Disparam contra a origem de seus detratores e aparam na própria qualquer revide. Construíram toda uma tabela de preconceitos para garantir a cultura do anti-semitismo, o qual, acreditam, é a chave de sua perpetuação enquanto raça, que sonham livrar do inescapável fantasma da assimilação. Na verdade, morrem de medo que cesse o racismo contra eles. Combatem esse perigo exercitando, de sua parte, racismo cada vez mais intenso contra qualquer um que os observe com espírito crítico. Ilham-se obtusamente, cercam-se de trevas, das quais certamente saiu o tal ben zeitun aí de cima.
Tudo besteira, como o tempo há de mostrar, porque a luz sempre há de irromper pelo interior das masmorras mais profundas, revelando sua sujeira e seu bolor, onde carcereiros de espírito como o Francisco descem para “respirar seu ar puro”. E os que tiverem morrido ali, agrilhoados, os que tiverem MOFADO ali, serão resgatados, restituídos ao mundo da superfície, lembrados e reconhecidos.
O mundo gira e é inútil espernear.
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1 de março de 2009 às 9:36 pm
Francisco,
todo Estado tem leis e regras. Estas podem ser obscurantistas ou não. Se as leis e regras servem para blindar tabus, cercear a liberdade de pensamento e investigação da História e punir delitos de opinião, aí se está diante de um Estado não-igualitário, oligarquizado, onde certos grupos ímpõem o monopólio da verdade e da contestação dos fatos. Reverter esse quadro não equivale a anarquia alguma, implica tão somente em repudiar leis e regras cuja confecção nunca teve coisa alguma a ver com manutenção da ordem do Estado ou dos direitos fundamentais de seus cidadãos e sim com interesses escusos de facções antinacionais e profundamente intolerantes (mas com grande acesso a recursos de mídia e esferas de influência política).
Leis e regras que blindam números e versões da História são golens jurídicos, aberrações que engessam o progresso do pensamento e do conhecimento, encerrando a sociedade numa prisão de medo e ignorância. As pessoas têm dúvidas quanto à versão oficial da História, mas não se manifestam POR MEDO.
Imagino que em todas as épocas e lugares os promotores do MEDO tenham lançado mão dessa referência a uma eventual anarquia na hipótese de ameaça a seus tabus e “verdades sagradas”.
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1 de março de 2009 às 9:53 pm
Enquanto Chiquito é a voz do obscurantismo, Davi é a voz da lucidez.
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2 de março de 2009 às 4:22 pm
Aqui no Brazil é contra lei não acreditar no holocausto como em alguns países da Europa?
Eu já vi muitos vídeos sobre o holocausto, com os soldados enterrando os corpos etc. Porém também ví videos mostrando que não exitiram cameras e todos esses mortos mostrados nos vídeos são devido aos ataques aliados no final da guerra cortando suplientos e a doenças etc.
Se foi tão explicito o holocausto qualquer tentativa de negar seria ignorada, porém diante dos fatos e da falta de diálogo entre os que negam e os que defendem chegando ao ponto de mandar para a cadeia pessoas que falam contra, nota-se que tem algo mais nessa história.
Eu posso dizer que não houve a inquisição, que jesus não existiu, não houve massacre em ruanda, não houve massacre em (coloque o que quiser aqui) etc e tal e o máximo que os outros vão pensar é que sou louco e me ignorar.
Agora fale que o holocausto não existiu (em alguns países) que voce vai preso!!! Interessante não?
Esse frase exprime bem nossa situação atual:
Quer saber quem manda no lugar? Descubra de quem voce não pode falar mal.
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3 de março de 2009 às 1:53 am
Avon,
falou tudo.
Acredito que nossos legisladores ainda não tenham proibido expressamente a contestação da cifra sagrada (6 milhões) do chamado Holocausto, mas um revisionista já foi condenado entre nós por publicar livros negando o extermínio industrial nas câmaras de gás. Se não me engano, a acusação teria sido de racismo, e não com base na negação em si.
O fato é que quem ousar abordar esse tópico deve fazê-lo como que se equilibrando numa corda bamba. E, levando em conta a sua impagável frase final, o “lugar” em questão é praticamente todo o Ocidente…
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5 de março de 2009 às 7:09 am
Notícias…
Em visita a Ramallah, na Cisjordânia, a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, se disse “muito preocupada” com a demolição de casas de palestinos na área ocupada por Israel em Jerusalém Oriental.
Ontem, após encontro com o presidente da Autoridade Nacional Palestina, Mahmoud Abbas, a chanceler qualificou a demolição como “inútil” e disse que o assunto será discutido com Israel.
Israel costuma demolir casas pertencentes a palestinos em Jerusalém, alegando que são construídas irregularmente. Os palestinos, por seu lado, reclamam que que têm seus pedidos de licença geralmente negados. Atualmente, está prevista a demolição de centenas de casas para dar lugar a um parque.
Além deste assunto, Hillary e Abbas também discutiram a situação na Faixa de Gaza, controlada pelo Hamas, e as negociações de paz entre israelenses e palestinos. A secretária voltou a dizer que o governo do presidente Barack Obama está “totalmente comprometido” em conseguir a paz entre os dois lados.
– É um compromisso que eu levo no meu coração, não apenas na minha pasta – afirmou Hillary, que na terça-feira se reuniu com representantes do governo israelense e declarou ser “inevitável” a criação de um Estado palestino independente.
Abbas reiterou seu comprometimento com as negociações de paz, mas pediu para que Israel interrompa suas atividades nos assentamentos e reabra a fronteira de Gaza.
As colônias judaicas construídas em terras palestinas nas Cisjordânia, apesar de consideradas ilegais pelas Nações Unidas, vêm aumentando regularmente de tamanho e hoje abrigam cerca de 500 mil pessoas.
Ainda ontem, Abbas pediu ao Irã – principal apoio internacional do Hamas – que deixe de se intrometer nos assuntos dos palestinos.
– Enviamos uma mensagem ao Irã: deixem de se meter em nossos assuntos – declarou Abbas em uma coletiva de imprensa conjunta com a secretária de Estado americana. – O Irã interfere apenas para aprofundar a divisão entre os palestinos.
O recado do presidente da ANP coincide com a abertura em Teerã de uma conferência para arrecadar dinheiro para a Faixa de Gaza.
Israel
Em Israel, o Likud – partido de Benjamin Netanyahu, encarregado de formar o novo governo – sinalizou ter o líder do partido de extrema-direita Yisrael Beitenu, Avigdor Lieberman, como bem cotado para ser o ministro das Relações Exteriores.
– Há muitas possibilidades de que Avigdor Lieberman assuma a direção das Relações Exteriores – declarou à AFP uma fonte do partido de Netanyahu sob condição de anonimato.
O partido de Lieberman se opõe à retirada de Israel da Cisjordânia ocupada e defende a troca de territórios de Israel, nos quais cidadãos árabes israelenses vivem, por assentamentos judeus na Cisjordânia, em qualquer acordo de paz que fizerem com os palestinos.
Dentro do Likud, a nomeação de Lieberman como chanceler esbarraria na oposição do ex-chanceler Sylvan Shalom, que pretende voltar ao cargo.
00:52 – 05/03/2009
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6 de março de 2009 às 10:24 am
Vejam o complô Judaico.
O Plano Kalergi
Mais um plano para o domínio mundial?
Ele é considerado um dos precursores e idealizadores da moderna União Européia. Sua pessoa é glorificada em inúmeras homenagens aos mais diferentes líderes europeus. Todavia, seus escritos nos remetem a um calabouço racial. Seu nome: “Conde” Coudenhove-Kalergi.
Richard Nikolaus Coudenhoven-Kalergi
Em 3 de outubro de 1926, reuniam-se pela primeira vez alguns adeptos da idéia de uma Europa unida, para o Congresso Pan-Europeu em Viena. O organizador do encontro foi o “Conde” Coudenhove-Kalergi, que desde o início dos anos 20, defendia um ideário pan-europeu. Filho de um ex-embaixador do império austro-húngaro no Japão e abalado pela derrocada da monarquia, ele sonhava com uma grande Europa, uma verdadeira Pan-Europa, de Vladivostok até São Francisco.
O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos judeus primeiramente na Europa e depois em todo o mundo.
O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior judaica”.
O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos judeus pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre judaica” também é utilizado freqüentemente.
“O homem do futuro será o mestiço. [...] [pág. 23]
A futura raça euro-afro-asiática, exteriormente semelhante ao egípcio, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade de personalidades. Pois, segundo as leis hereditárias, a diversidade cresce com a diversidade dos progenitores, a unicidade com a unicidade dos progenitores. Nas famílias incestuosas, um filho assemelha-se ao outro: pois todos representam um mesmo tipo de família. [...] Incesto gera tipos característicos – Cruzamentos geram personalidades originais.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 22/23]
Como meio de alcançar este império mundial judaico, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos judeus, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio judaico.
“A conseqüência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21]
No presente momento, podemos notar a presença de uma palavra horrível proveniente do vocabulário de guerra dos norte-americanos, a respeito da colonização do Afeganistão e do Iraque, e que mostra como as sementes de Kalergi foram levadas pelo vento. Chama-se “nationbuilding”, que significa mais claramente a criação artificial de Nações pelas mãos humanas.
A afirmação a respeito desta suposta inferioridade característica dos mestiços nunca foi comprovada. A superioridade de uma raça – portanto também dos judeus – nunca pôde ser comprovada. As experiências individuais de qualquer indivíduo contradizem essa afirmação.
“ [...] o judaísmo é o colo onde se levantará uma nova nobreza espiritual da Europa; o núcleo junto ao qual uma nova nobreza espiritual irá se agrupar: idealistas, repletos de espiritualidade e sentidos apurados, justos e confiantes, corajosos como os nobres feudais em seus melhores dias, que encaram alegremente a morte e a perseguição, ódio e desprezo, para tornar a humanidade mais espiritual, feliz e com boas maneiras. Quanto à coragem, perseverança e idealismo, os heróis e mártires judeus da revolução européia do leste e central não deixam nada a desejar em relação aos heróis não-judeus da Guerra Mundial – todavia, na questão espiritual, eles os ultrapassam inúmeras vezes.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 51]
O reconhecimento da igualdade de todos perante a lei seria utilizada por Kalergi até que o domínio da ordem jurídica estabelecida seja conseguido. Ele denomina tal passo como sendo a eliminação da desigualdade injustiçada.
Após a tomada de poder pela “raça nobre judaica”, também através da exigência por direitos iguais, este princípio deveria cair por terra: através da “justa desigualdade”, os judeus deveriam estabelecer seu domínio sobre os não-judeus.
“Somente Churchill se ateve preso também durante a guerra à idéia da Pan-Europa… O movimento Pan-Europeu agradece seu êxito principalmente à ativa participação de ambos os jornais mais influentes de Nova Iorque, o New York Times e o New York Herald Tribune.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “PANEUROPA 1922 até 1966”, pág. 73]
Kalergi vê nos judeus os líderes do socialismo, comunismo e capitalismo. Aqui salta aos olhos a similaridade entre as visões de Kalergi e do Nacional-Socialismo quanto à avaliação do papel dos judeus. Mas também quanto a essa afirmação, Kalergi nos deve uma última prova.
A grande influência dos judeus no governo norte-americano ou no serviço secreto soviético é notória. Cerca de 37% dos membros da NKWD pertenciam à etnia judaica e a proporção era maior ainda se analisássemos somente as posições de liderança. Todavia, os judeus tornaram-se minoria nesta ideologia – apesar de sua participação proporcional ser bem maior. Na ocasião da “revolta dos médicos”, Stalin retirou finalmente o poder deles, de forma que hoje sabemos que eles eram vistos pelo KPdSU como inimigos.
Mas dentro de um amplo contexto, Kalergi mostra uma inclinação judaica ao poder, somente afirmada atualmente pelo inimigos dos judeus e anti-semitas. Resta agora provar diante do exposto, o que é de fato verdade.
Através do Princípio Democrático, à minoria no Estado é indiscutivelmente renegado o poder. O poder fica com a maioria. O Plano Kalergi para a tomada do poder exige, todavia, a proteção de uma pequena minoria das represálias políticas: como a “raça superior judaica” – cujo poder sobre o Estado é o sonho de Kalergi – representa numericamente uma menor camada do poder e antevendo sabiamente já no início do século passado, Kalergi exige a proteção das atividades políticas dos judeus através do Código Penal.
“Principal portador dos corruptos assim como dos íntegros nobres intelectuais, do capitalismo, jornalismo e da literatura, são os judeus. A superioridade de seu espírito, predestina-os como fator principal de uma futura nobreza. Uma espiada na história do povo judeu explica sua vantagem na luta pela liderança da humanidade.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 49]
Ele exige que a incitação contra minorias religiosas e raciais seja punida em toda a Europa. Olhando em volta, podemos constatar que ele atingiu seu objetivo: em toda a Europa, a maioria pode ser vilipendiada impunemente, porém, as minorias gozam da proteção da lei que as livram de qualquer crítica pública…
A fossa que Kalergi elaborou em 1924 para a repressão da maioria e proteção da minoria, livrando o caminho dos judeus para o poder das eventuais críticas, desempenha seu papel até esses anos iniciais do novo século.
Finalmente, como se origina um movimento político? Como é possível financiar seu início? Seria ele o fruto da contribuição de muitos, ou seja, fruto da vontade popular; ou ele atende interesses obscuros, não percebidos pela grande maioria? Kalergi responde:
“No início de 1924, nós recebemos um telefonema do Barão Louis de Rothschild: um de seus amigos, Max Warburg, de Hamburgo, tinha lido meu livro e queria me conhecer. Para minha grande surpresa, Warburg me ofereceu espontaneamente 60.000 Goldmark para fomentar o movimento durante os três primeiros anos”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Uma vida pela Europa”, pág. 124/125]
Os bancos podem interferir na Auto-Determinação dos Povos através de secretos investimentos? Foi um membro da Casa Bancária dos Warburg que ajudou a organizar o golpe no congresso americano em 1913, o qual conferiu ao Federal Reserve Bank o direito de imprimir o dólar e, desta forma, alavancou a primeira posição chave da economia mundial.
Segundo os dados oficiais sobre a imigração, entram anualmente no continente Europeu cerca de 2-3 milhões de imigrantes. Se contarmos que a taxa de natalidade dos nativos é decrescente e dos imigrantes ultrapassa os 10%, concluimos que a médio prazo, o plano Kalergi estará plenamente realizado.
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9 de março de 2009 às 4:56 pm
GG, Esse cenário idiota de guerra vai ter um fim muito diferente: a COMPLETA destruição de todos os paises islamicos por ataque nuclear de Israel. E se a sua “profecia” de derrota de Israel acontecer, então Israel irá detonar o planeta inteiro com suas mais de 5000 armas nucleares, e o planeta vai virar cascalho espacial. SE ISRAEL NÃO EXISTIR, O MUNDO NÃO VAI EXISTIR MAIS!!!
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11 de março de 2009 às 3:52 am
Hagadol,
Israel é poderosíssimo sem sombra de dúvida. Mas, sendo judeu como é, deve estar careca de saber que seus correligionários mais poderosos e influentes moram e continuarão morando bem longe de Israel. Esses barões em Nova Iorque, Londres, Paris, etc, não aceitariam morrer junto com o resto da humanidade em caso de destruição de Israel, por mais que você, supremacista exaltado, assim o deseje, não se iluda quanto a isso. Provavelmente até fariam projetos de vingança ou retaliação, mas nunca jogariam tudo para o alto só de birra, caso algo acontecesse a Israel. Os mestres sionistas podem ser muita coisa, mas não chegam a ser garotos birrentos.
Quanto a um eventual conflito, concordo que a chance de Israel sofrer uma derrota como a sugerida no post seja bastante pequena. Seus apoios e recursos são superiores demais, embora não o bastante, na minha opinião, para que se aventurem a tomar uma iniciativa numa campanha militar contra o Irã. Se os EUA não fizerem, Israel dificilmente ousará, a menos que tenha plena segurança de que Obama lhes dará pronta cobertura na seqüência.
Embora não saibamos exatamente quantas ogivas Israel tem, se poucas ou várias centenas, não creio que cheguem a mil. Seria muito temerário conservar tantas sob um território de seu tamanho. EUA e Rússia têm vários milhares mas também têm territórios gigantescos, sendo fácil manter grandes arsenais em regiões remotas e despovoadas. Israel deve ter 500 ou um pouco mais, por tudo que já li em especulações sobre o assunto, embora, de fato, seja mais do que provável que os EUA coloquem parte de seu arsenal a serviço dos sionistas caso a escalada do conflito fuja ao controle. Ou seja, se o Irã conseguir horizontalizar a coisa o bastante…
Mas, se apesar de toda essa vantagem, Israel ainda for vencido (no que definitivamente não acredito), engula seu ódio supremacista a seco. Quem faz Israel não mora lá e nem vai querer agonizar no seu “cascalho espacial” só de birrinha. Quem controla o planeta quase inteiro não vai estourar os miolos pela perda (a rigor, momentânea) de um país, por mais precioso que seja.
PS: não tem como “completamente destruir todos os países islâmicos por ataque nuclear de Israel”. Seria sinônimo de Israel se autodestruir imbecilmente. Aliás, equivaleria a inverno nuclear no Hemisfério Norte. Esses chiliques sionistas que foram a marca registrada de Ariel Sharon, a ameaça de Israel como um Estado Louco com o qual não se pode mexer, não assustam absolutamente ninguém. Todos vêem perfeitamente que quem mais perderia na eventualidade da Terra virar “cascalho espacial” seriam os que mais têm, ou seja, os poderosos judeus sionistas espalhados pelo mundo – que até visitam Israel de vez em quando, mas que não se mudam para lá de jeito nenhum.
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11 de março de 2009 às 4:18 am
Enquanto lhes for possível usufruir de múltipla cidadania e inesgotáveis poder e influência, os barões sionistas serão os últimos a cogitar o armageddon. Israel pra eles é um termômetro, com o qual medem sua força junto ao resto do mundo. E têm constatado que por mais que ele esquente, o médico (Dr Primeiro Mundo) nunca se abala, porque quem arde em febre, afinal, são os árabes.
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11 de março de 2009 às 4:31 am
E essa febre que consome os árabes é a febre da mais pura (e JUSTA) revolta.
[Responder]
12 de março de 2009 às 1:13 pm
Gilson por onde andas nosso mais ávido judeu chiquito? Estou com saudade.
[Responder]
12 de março de 2009 às 8:33 pm
Chiquito se despediu tantas vezes que parece que ficou com vergonha de voltar.
[Responder]
12 de março de 2009 às 10:56 pm
http://www.tau.ac.il/Anti-Semitism/asw2007/brazil.html
The Stephen Roth Institute for the Study of Contemporary Antisemitism and Racism
(…)
The blog Mתltiplos Universos (www.multiplosuniversos.com.br), run by Gilson Gondim, an independent “anti-Zionist” journalist and writer, calls for the elimination of the State of Israel, describing it, inter alia, as “criminal,” “murderous” and “genocidal racist.” He also posts articles denying the Holocaust.
(…)
[Responder]
12 de março de 2009 às 10:57 pm
Estamos famosos, hein pessoal?
[Responder]
12 de março de 2009 às 11:02 pm
Eu não nego o holocausto. Apenas defendo o direito de negá-lo. E acho que as coisas podem não ter sido exatamente do jeito como são contadas. Caso contrário, por que tanta ânsia em proibir a expressão de opiniões discordantes?
Quem não deve não teme.
[Responder]
12 de março de 2009 às 11:13 pm
Os americanos deixaram de dizer que eu chamo Israel de nazista.
[Responder]
13 de março de 2009 às 3:04 am
É lugar-comum vermos intelectuais deplorando o politicamente correto. Nas grandes mídias então, qualquer um que queira se mostrar irreverente e descolado faz questão de exorcizar o politicamente correto nos termos mais radicais possíveis. É como se essa controvertida atitude ou modalidade de discurso fosse um produto fantasma da cultura de massas ao qual todos se esquivam de reconhecer sua adesão.
Mas o politicamente correto mais político e menos correto, porque menos objeto de debate e contestação, Indiana Jones algum se aventura a dessacrar: a questão, envolta em aura de TABU inviolável, do chamado Holocausto. E não apenas isso: busca-se, por toda parte, blindar esse tabu politicamente correto específico, fixando-o em feitio e fortaleza de lei nacional, opressiva, dura e irresistível, a pairar como espada de Dâmocles por sobre a cabeça de qualquer desavisado que se atreva a questionar a versão fechada e trancafiada, versão essa dos VENCEDORES DE UMA GUERRA, para essa inacessível passagem da História.
Acho que nunca a versão dos vencedores foi tão duramente martelada ou tornada em cartilha de PATRULHAMENTO tão feroz!
[Responder]
13 de março de 2009 às 7:46 pm
Li atentamente seu texto. Minha conclusão, pura e simples: Vc precisa urgente de tratamento psiquiatrico, Meu De´s quanta sandice. Acorda Israel, quer paz, não querra. Vá se tratar…rapaz.
[Responder]
19 de março de 2009 às 12:13 pm
19/03/2009 – 10h50
Soldados israelenses reconhecem morte de civis inocentes em Gaza, diz jornal
da Folha Online
Atualizado às 11h31.
Os soldados israelenses que lutaram durante os 22 dias da recente ofensiva contra o movimento islâmico radical Hamas, na faixa de Gaza, admitiram que mataram civis [ao menos 900, segundo números do ministério palestino] que não representavam ameaça às tropas e destruíram intencionalmente suas propriedades, “simplesmente porque podiam”. As declarações foram divulgadas em reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal israelense “Haaretz”.
As confissões chocam pela franqueza. “A atmosfera em geral, não sei como descrever. As vidas de palestinos, digamos que são menos importantes que as de nossos soldados”, diz um dos trechos da declaração de um chefe de pelotão que atuou em Gaza, ao justificar a morte de uma palestina e seus dois filhos, mortos por um atirador de elite israelense. “Porque, depois de tudo, fez seu trabalho segundo as ordens que lhe foram dadas. [...] Assim, se eles estão preocupados, podem justificar desta forma”, completa.
O jornal publicou trechos de declarações de militares que lutaram durante a operação em Gaza realizada entre 27 de dezembro e 18 de janeiro deste ano e que deixou ao menos 1.300 mortos, entre eles ao menos 900 civis, além de destruir milhares de casas e a infraestrutura do território palestino.
Hatem Moussa-15mar.09/AP
Menino palestino é visto nos escombros de uma das milhares de casas destruídas pela ofensiva militar israelense
Os militares, entre eles pilotos de combate e soldados de infantaria, fazem as revelações em relatório do curso preparatório para soldados de Yitzhak Rabin. Seus testemunhos contradizem declaração oficial do Exército israelense sobre o rígido comportamento moral de suas forças durante a operação e confirmam em parte as acusações de organizações internacionais de direitos humanos que criticaram o excesso de violência na operação.
Falha de comunicação
Os testemunhos incluem a descrição de um líder de um pelotão de infantaria sobre um incidente no qual um atirador de elite disparou por engano contra uma mulher palestina e seus dois filhos. Segundo o militar, o comandante de outro pelotão deixou que a família saísse de um edifício no qual tinha ficado retida por soldados sob seu comando, para evitar que fosse confundida com militantes do Hamas.
“Disseram para que fossem pela direita. Uma mãe e os dois filhos não entenderam [o comandante] e foram à esquerda, mas esqueceram de dizer ao atirador de elite no telhado que deixasse eles irem, que tudo estava normal e que não devia atirar. E ele fez o que achava que devia fazer, cumpria ordens”, disse.
Segundo o militar, “o atirador viu a mulher e os dois filhos se aproximando dele além das linhas que ninguém devia atravessar”. “Atirou. Em qualquer caso, o que aconteceu é que os matou”, resume.
O chefe de pelotão disse ainda não acreditar que o atirador se “sentisse mal a respeito”, afinal, fazia apenas seu trabalho.
Não há lógica
Segundo o jornal, o chefe do pelotão conta ainda que foi conversar com seu comandante sobre as regras da operação que permitiam que os militares “checassem” as casas à procura de militantes palestinos com armas na mão e atirando sem nem ao menos avisar os moradores com antecedência.
Depois que as regras foram mudadas, afirma o jornal, o líder do pelotão reclamou que eles “deveriam matar todo mundo em Gaza”. “Todo mundo é terrorista”, explicou.
“Você não tem a impressão dos comandantes de que há qualquer lógica nisso, mas eles não dizem nada. Nós escrevíamos “morte aos árabes” nas paredes, pegávamos as fotos de família deles e cuspíamos nelas, apenas porque podíamos”, conta o chefe do pelotão.
“Eu acho que este é o principal: Entender o quanto as Forças Armadas israelenses caíram no âmbito de ética. Isso é o que eu mais me lembrarei”, disse o soldado.
O chefe do serviço jurídico do Exército israelense, Avichai Mendelblit, ordenou a abertura de uma investigação sobre as circunstâncias dos fatos relatados pelos soldados, que considera “errôneos” e “inaceitáveis” para as Forças Armadas de Israel.
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Chris Maria (102) 19/03/2009 11h44
Chris Maria (102) 19/03/2009 11h44
Prezado Sr Sérgio Horikoshi sobre seu comentário 19/03/2009 08h24.
Quanta lucidez! Quem dera a maioria das pessoas pensassem como o Sr. Se assim o fosse, não estaríamos vivendo tempos de absoluta degeneração da espécie humana; rumo ao caos.
Um abraço. sem opinião
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sergio horikoshi (5) 19/03/2009 08h24
sergio horikoshi (5) 19/03/2009 08h24
Tanta notícia, tanta informação, tanta inteligência, tanto conhecimento…
Tantas dúvidas, tanta dor, tanta injustiça, tanto sofrimento…
Tanto Deus e tanta falta de compaixão…
Ó humanidade ainda estais perdida nos degraus inferiores e animais…
Cadê a verdade?
A grande verdade é que seguimos a lei, mas não fazemos JUSTIÇA!
Estudamos os livros sagrados, mas não compreendemos o que é AMOR!
Estudamos, aprendemos muito, somos inteligentes, mas não conseguimos PAZ!
Conhecimento não é tudo! Se isso fosse verdade não existiriam tantos juízes corruptos e tantos médicos e padres pedófilos!
Religião não é Deus! Se isso fosse verdade as religiões ensinariam sobre o amor, a paz e a justiça!
O homem não é sábio! Se isso fosse verdade compreenderíamos que no meio de tanto conhecimento e inteligência, deveríamos pelo menos, ser capazes de viver em paz!
No meio de tantas “verdades”, tão antagônicas, nos vemos perdidos sem saber em quê ou em quem acreditar! Agarro-me na VERDADE que meu coração brada em desespero, a verdade que matar inocentes é CRIME! Quem mata inocentes mesmo com a desculpa que está se protegendo não deixa de ser criminoso! Quem usa sua superioridade (bélica, financeira, cultural etc.) para promover a guerra ao invés da paz, é covarde! Sejam palestinos, judeus, árabes, brasileiros, americanos, japoneses e etc., matar inocentes é crime! E não é necessário ser sábio para compreender isto, basta ser HUMANO! 35 opiniões
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oliverio carvalho (183) 19/03/2009 00h21
oliverio carvalho (183) 19/03/2009 00h21
Sr. Dan, parece que o Sr. teve dificuldade em compreender o que estava escrito e vou ressaltar o que consta no comentário anterior.Lênin não era judeu, era um quarto judeu e casado com uma judia. Já Stalin é considerado judeu por alguns e por outros não, já que pertencia à seita caraíta que seria uma “dissidência” dentro do judaísmo. Mas, o senhor esqueceu de comentar o mais importante, OS JUDEUS SEMPRE OCUPARAM MAIS DE 80% DOS ALTOS CARGOS DO GOVERNO BOLCHEVIQUE, APESAR DE SEREM 1,5% DA POPULAÇÃO. ALGO SEMELHANTE AO QUE OCORRE ATUALMENTE NOS EUA E EM VÁRIOS PONTOS ESTRATÉGICOS DO MUNDO, EXCETO ONDE NÃO HÁ DINHEIRO E PODER A SER CONTROLADO, COMO NOS PAÍSES POBRES, POR EXEMPLO. Isto só confirma a dominação mundial tão bem descrita em alguns textos que tanto incomodam os sionistas.Quanto ao piloto da us airways, saiu publicado que era judeu, seu sobrenome parece ter origem judaica, mas, isto não é o mais relevante já que meus comentários sobre o “acidente”, indicam inúmeras outras situações “inéditas” e muito estranhas que cercam o fato e fazem lembrar os “ataques terroristas de 11/9″, cuja veracidade é contestada em inúmeros livros, filmes, relatórios dos próprios americanos e por METADE DA POPULAÇÃO AMERICANA E NÃO PELO OLIVÉRIO RSRS. Sr. Dan meu problema não é com os judeus e sim com o sionismo, algo que incomoda o Sr. e outros sionistas.Não vejo motivo para invejar alguém por ter dinheiro, pois, não é o caso rs.Já quanto a trabalhar duro, soube através da Sra. Cláudia Kabus que “os judeus foram impedidos de exercer outras profissões durante a Idade Média” e por isso talvez, parte significativa deles, se dedique até hoje, séculos depois, ao “mercado financeiro.Realmente existem casos notórios de pessoas que chegaram ao Brasil sem nada e enriqueceram muito (a censura não permitirá citar nomes ), porém, é preciso avaliar o “método” empregado.Alguns o definem como “trabalho duro”, já outros teriam outra visão sobre o tal “trabalho duro”. Portanto, existem casos e casos.Uma coisa é o que os pais judeus ensinam aos seus filhos e outra coisa é o que o sionismo “ensina” e quer impor e isto já ficou bem claro em inúmeros textos aqui do fórum e ao redor do mundo
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19 de março de 2009 às 12:50 pm
Militares israelenses confessaram num relatório, que chegou às mãos do jornal Haaretz, que as práticas das forças armadas de Israel não diferem em essência das práticas das SS de Hitler.
Destruíram casas de civis intencionalmente. Entraram atirando em casas de famílias. Picharam paredes com a frase “Morte aos árabes”. Cuspiram na cara de palestinos… E fizeram tudo isso porque “podiam fazer”
Eu os chamaria de porcos, se isto não fosse um insulto aos porcos.
Nojentos, desgraçados, criminosos, assassinos, genocidas… Não há adjetivos que bastem.
“Pelos frutos conhecereis a árvore”, disse supostamente Jesus. Os frutos do judaísmo nunca foram muito diferentes disso. Vejam os relatos bíblicos dos massacres cometidos pelos hebreus. Há um feriado judaico, o Purim, que comemora anualmente um desses massacres.
Nojentos, desgraçados…
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19 de março de 2009 às 12:51 pm
O que vocês vão dizer agora, seus nojentos?
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21 de março de 2009 às 9:04 am
‘You are fighting a religious war against gentiles’: What rabbis told Israeli soldiers in Gaza war
Tradução: Vocês estão lutando uma guerra religiosa contra os gentis: Foi o que os rabinos disseram para os soldados israelenses na guerra de gaza.
http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-1163508/You-fighting-religious-war-gentiles-What-rabbis-told-Israeli-soldiers-Gaza-war.html
Para quem não sabem quem são os gentis, são todos os que não são o povo escolhido de D’us. (Muçulmanos, cristãos, evangélicos, espíritas, hinduístas, candomblé, etc.)
Acho estranho que certos cristãos defendam o estado de Israel sem perceber que estão defendendo uma religião que professa sua própria destruição, ou eles não se consideram gentis?
Outro link:
Israeli Army T-Shirts Mock Gaza Killings
Traduzindo: Camisetas do exército israelense fazem graça das mortes em gaza.
Na imagem da camiseta aparece uma mulher palestina grávida segurando uma arma com uma mira em sua barriga.
http://uk.news.yahoo.com/5/20090320/twl-israeli-army-t-shirts-mock-gaza-kill-3fd0ae9.html
Tudo bem que existem alguns israelenses extremistas que cospem em cruzes e professam o ódio racial, porém o grande problema é quando eles têm apoio da maior potencia nuclear do mundo e estão em posse de centenas de armas nucleares e enorme material bélico.
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21 de março de 2009 às 3:42 pm
Òtima discussão. Parabéns a todos. Um único detalhe a acrescentar a ambos os lados: posts muito longos afastam aqueles que estão apenas passando pelo site.
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25 de março de 2009 às 6:19 pm
Israel ganha a guerra porque envia um vírus para acabar com a estupidez dos blogs anti-israelitas e pró-ditadura muçulmana. Mas a resistência da estupidez é grande… mas não ganha….
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16 de abril de 2009 às 4:57 pm
1 shoot 2 kils
Que toda a mulher(arabe) saiba que seus filhos estão nas mãos das hahagana
morram os arabes, morram os anti-semitas.
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2 de junho de 2009 às 5:23 pm
Quando eu era menino eu gostava de Israel ,por que pensava que eles eram escolhidos de D’US.Mas erá mentira.considero israel como “BOSTAEL”(O ESTADO).
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7 de junho de 2009 às 6:54 pm
Sr Gilson Gondim! Porque não criou também os 28 passos para se tornar ignorante! Talvez ficaria melhor o seguinte slogan: “Os 28 passos para atingirmos a burricice”. Deveria ter criado um site mais útil;se quiser posso sugerir um para ti.Exemplo: “Os 28 passos para se tornar um palhaço” caberia melhor esse para você.
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29 de julho de 2009 às 6:19 pm
Gondim,
Seu cenário é relativamente plausível e, como tal, será tachado de louco ou de teoria da conspiração.
Sempre que alguém diz com alguma clareza coisas prováveis, mas que se reputam indesejáveis, é fichado de louco.
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