Adorador de Israel insulta paraibanos e católicos
Artigo originalmente publicado no jornal O Norte em 30 de agosto de 2006
O histórico do caso vocês já conhecem: fiz duras críticas a Israel em minha coluna no Jornal da Paraíba, o jornal recebeu pressões da Embaixada de Israel e de um site que chamo de CSCD – Central Sionista de Censura e Difamação – e me demitiu. Um dos responsáveis pela demissão foi o editor Roberto Tavares, aquele segundo o qual “a liberdade de expressão não existe”. Ele não é, porém, o único culpado pelo atentado que foi cometido contra a liberdade de expressão e a Constituição Federal. A secretária de redação, Angélica Lúcio, e o superintendente do JP, Guilherme Lima, escreveram cartas abjetas e rastejantes para o referido site, a patrulha do nazi-fascismo israelense, o ninho das serpentes nazi-fascistas, que têm a pretensão de controlar a imprensa brasileira e também a internet. Angélica e Guilherme se rebaixaram e se ajoelharam diante do nazi-fascismo israelense. Uma vergonha para a Paraíba! Uma vergonha para o jornalismo brasileiro! (As cartas de ambos estavam no referido site 24 horas antes da minha demissão. O site anunciou minha demissão 24 horas antes de ela me ter sido anunciada. O site em pauta é mantido pela Federação Israelita de São Paulo).
Tenho recebido muitos e-mails de solidariedade, mas tenho recebido também alguns e-mails hidrófobos. Um rabino, mostrando todo o seu racismo, sugeriu que eu procurasse um veterinário. Um escritor judeu, que apagou o genocídio dos ciganos em seu livro sobre o Holocausto, dando aos judeus a exclusividade da grife Holocausto, afirmou que eu não escreveria mais nenhuma linha em jornal nenhum do Brasil (errou, pois estreei quarta-feira passada no jornal O Norte, na coluna Espaço Livre). Houve, contudo, um adorador do Estado de Israel que superou os outros hidrófobos. Ele, que se apresenta como Sérgio Navarro Vasconcelos e aparentemente mora no Rio de Janeiro, enviou-me o seguinte e-mail (abreviei os palavrões em respeito ao jornal e aos leitores):
Você não é nada além de um grande b.! Racista, fascista e filho da p.!! Vá pregar ódio na p. que o pariu!
Enviei ao Sr. Navarro Vasconcelos a seguinte resposta:
O Sr. se considera cristão? Pode até considerar-se, mas não é. A Ética cristã passou longe de sua cabeça. Será que Nietzsche tinha razão? “O único cristão morreu na cruz”. Os adoradores do Estado de Israel estão desesperados, por causa da derrota sofrida por Israel no Líbano. O governo israelense diz que ganhou a guerra, mas o próprio povo de lá não concorda: 63% exigem a renúncia do primeiro-ministro Ehud Olmert. Vocês estão à beira de um ataque de nervos. Acalmem-se, meus caros! Que Deus te abençoe e te dê um pouquinho de sabedoria. Cordialmente, Gilson Gondim.
Vejam só, caros leitores, a resposta do Sr. Sérgio Navarro (mais uma vez tomei a iniciativa de abreviar os palavrões):
Vagabundo inquisidor de m.! Vá queimar sua mãe!! Paraíba primitivo! Você é um brasileiro de quarta categoria! No Rio você é chamado de paraíba pois seu nome diz tudo! Você não é nada !! Vá dar lição à p. da sua mãe por ter lhe posto no mundo! Você deve ser filho dela com padre v.! Vá queimar os bispos desse Estado miserável! PARAÍBAS DE M.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Mandei uma nova resposta ao Sr. Navarro Vasconcelos: Nos aguarde! Ele retrucou (palavrões abreviados por mim):
Vá ameaçar a p. que te pariu! PARAÍBA, TEU NOME DIZ TUDO! M. DE GENTE!
É isso aí, pessoal. O e-mail do sujeito é senava10@hotmail.com. Foi diante desse tipo de gente que o Jornal da Paraíba se ajoelhou para me demitir. Anote os e-mails do Jornal da Paraíba: editor@jpbonline.com.br; angelicalucio@jpbonline.com.br; colunas@jpbonline.com.br. Está na hora de reagirmos coletivamente. Se você é paraibano ou católico ou ambos, mexa-se! Faça a sua parte. Proteste! Não fique calado diante de tamanho ultraje. Não é hora de omissão. Se o Jornal da Paraíba tiver mudado os e-mails, entre no site do jornal, procure no menu à esquerda a seção Fale Conosco, clique em Dúvidas/Críticas e escreva no espaço que vai aparecer. Depois clique sobre Enviar. Você que é ultrajado, não fique aí parado! Os telefones da redação do jornal são 2106-1827 e 2106-1888, João Pessoa.



Olá! Meu nome é 



Marcos Vinícius
em 2 de maio de 2007
RAÇA DE SENHORES,SÓ EXISTE UMA – OS JUDEUS
DAVI WEISZMAM 26/04/2007 14:00
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380299.shtml
É lamentável que vermes que nasceram em charcos pútridos,enfumaçados, fedorentos,lodos imundos em que rastejam, mexendo,revolvendo ,exalando cheiro podre de merda,que é comum nesta raça brasileira-SUB-RAÇA,NO MESMO NÍVEL INTECTUAL DOS CÃES.
O CÃO OUSA,OUSA, a difamar os seus SENHORES, POR DIREITO DIVINO,a qualificar-nos de coisa que são comuns a sua SUB-RAÇAde INFERIORES,ou seja,não podendo entender-claro não tem cérebro,são anencéfalos geneticamente-usam de comparações QUE ELES VEÊM EM SI MESMOS, PRÓPRIOS DE SUA SUA RAÇA DE BRASILEIROS ORDINÁRIOS,MACACOS QUE NA TENTATIVA de parecerem,digo parecerem inteligentes,IMITAM OS SENHORES – OS JUDEUS.
( NÃO É A TOA QUE SÃO GOVERNADOS POR UM PÁRIA , UM ORDINÁRIO MACACO DAS PLAGAS DE GARANHUNS….)
JUDEU – O SENHOR – RAÇA PURA E SUPERIOR
DAVI WEISZMAM 26/04/2007 15:39
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380299.shtml
Que seria do brasil-assim mesmo em minúculo- sem os SENHORES ,OS JUDEUS.Este belo país, de praias paradisíacas, entregue a macacos,cães sarnentos, que se orgulham de serem miscegenados-mestiços.
Neste caldo FEDORENTO DE RAÇAS,O NEGRO IMUNDO(QUE NEM RAÇA É -SEM CLASSIFICAÇÃO NA BIOLOGIA DOS SENHORES
OS PORTUGUÊSES ,RETARDADOS MENTAIS GENÉTICOS, – E OS INDIOS MACACOS NATIVOS AVERMELHADOS.
DESTA MISTURA FÉTIDA,DESTE CALDO PÚTRIDO,DESTA SOPA DE RAÇAS IMUNDAS E FEDORENTAS, APARECEU POR ,GERAÇÃO EXPONTÂNEA,UM ” SER”,”UMA “COISA”‘ RASTEJANTE, ASQUEROSA,QUE SE MOVIA EM LONGOS ENTORTEIOS NA LAMA FEDIDA, DO QUE SE ORIGINOU OS SUB-HOMENS os brasileiros.
Devem-nos agradecer,seus porcos latinos de merda, por subirem um milésimo ,na escala dos animais,GRAÇAS A NÓS – OS JUDEUS , OS SENHORES – SEUS SENHORES.
O Que é o brasileiro, raça ridícula,ridicularizada em todo mundo, governada,por um ORDINÁRIO SEM CLASSIFICAÇÃO ZOOLÓGICA.REPRESENTANTE PERFEITO DOS CÃES BRASILEIROS,
SER JUDEU E SENHOR É COMPREENDER OS ANIMAIS BRASILEIROS
Davi Weiszmam 26/04/2007 16:17
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380384.shtml
Mas, superando meu ASCO E NOJO, ao ter que me reportar aos CÃES brasileiros,tento me recordar AS AULAS DO CURSO DE CINOFILIA ,em que nos ensinaram que OS LATINOS,entre eles os brasileiros, entendem melhor ordens de comando-no mesmo nível dos cães-latinos fedorentos e porcos,
nascidos de CADELAS, QUE NÃO FORAM VACINADAS OU TRATADAS DE VERMES, por nossos veterinários JUDEUIS,aqui no brasil.
A SUB-RAÇA brasileira abjeta e asquerosa só tem uma utilidade , no novo modelo de civilização que será implantado ao nível mundial:
ESCRAVOS DE ÚLTIMO GRAU( O MAIS BAIXO),ANIMAIS DE EXPERIÊNCIAS CIENTÍFICAS, PUTAS E PIRANHAS-PARA DIVERTIMENTO SEXUAL DOS SENHORES- OU SEJA NÓS -OS JUDEUS.Dentre os mais dotados de inteligência.
Obviamente o país – O BRASIL- será CONFISCADO, PARA QUE A RAÇA JUDIA-DOS SENHORES ,POSSA SE EXPANDIR ,PARA GLÓRIA DO SENHOR
JUDEUS – SENHORES, RAÇA PURA E SUPERIOR
Davi Weiszmam 26/04/2007 17:09
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380299.shtml
Meus caros latinos ,na nova ordem mundial que se apresenta,NÃO HÁ LUGAR PARA VCS,pensei ter deixado isto claro.MAS QUE ESPERAR ,SÃO APENAS CÃES, terei que repetir.
OS JUDEUS como SENHORES não tem que dar explicações a PORCOS.
SUAS MULHERES – MÃES E FILHAS-DE QUALQUER IDADE(SEM FALSOS PUDORES)estão no mundo PARA SATISFAZER-NOS SEXUALMENTE,SERÃO CURRADAS E VIOLENTADAS ,QUANTAS VEZES ACHARMOS NECESSÁRIO A NOSSA SATISFAÇÃO.
ENTENDAM, SEUS MERDAS,QUE A APLICAÇÃO DA LEI É DE CIMA PARA BAIXO.
Ser JUDEU , A Supremacia da RAÇA JUDAICA; e o papel das SUB-RAÇAS
Por Davi Weiszman 27/04/2007 às 14:07
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380384.shtml
Discute-se o papel da RAÇA de SENHORES- os JUDEUS- no desenvolvimento ,em todas ás áreas do conhecimento ,das SUB-RAÇAS latinas, em especial á brasileira.
Judeu é aquele que se considera judeu ou que assim é considerado pela sua comunidade. Esta é a definição prática.Por serem uníssonos em sua identidade religiosa, os JUDEUS, são RAÇAS PURAS.
Assim devem permanecer,para sua glória,como POVO ESCOLHIDO DO DEUS ÚNICO,não se misturando com raças inferiores, o que contaminaria seu material GENÉTICO.
Nos países onde existem comunidades judaicas, elas devem olvidar, todos os esforços a não permitir ,que o sagrado sangue judaico,seja assimilado ,imiscuído.misturado,ao sangue de raças locais ou nativas .por nós consideradas de baixa extração, com por exemplo a brasileira.
Esta raça de latinos, deveria dizer sub-raça,(em comparação com a nossa-a JUDIA-DE SANGUE NOBRE,DIVINO)decorre da miscegenação obscena de “três” “raças”:
A Negra, a dos crioulos,dos pretos,que por nós a priori,não é considerada nem raça, mas “algo”,que é um povo sujo, fedido,intectualmente retardado, e nada acrescentaria ou faltaria se ,esta “raça” fosse exterminada do mapa.
Os Portuguêses,povo sem identidade cultural ,são macacos aculturados de outras nações Européias, que vivem como parasitas, do engrandecimento da União Européia.
Os indios,que dizer destes????Apenas macacos avermelhados ordinários ,como de resto,é a “raça” brasileira.
A escalada do brasil, no engrandecimento cultural mundial, DEVEM A NÓS- OS JUDEUS,que nos servimos desta terra e dessa “GENTE”,para nosso benefício.Em todas as áreas do conhecimento ,que o brasil destacou lá estava o JUDEU.
(Que é o brasileiro????Nestes dias atuais, tem como presidente ,um macaco nordestino ordinário,de baixa extração cultural ou nenhuma, que se compradiz ,se passa nas rodas internacionais de “Estadista”,HAHAHAH )
(Este molusco é motivo de chacota e ridículo,por onde passa…ridiculariza seu povo,com seus trejeitos de macaco latino ORDINÁRIO.)
A sub-raça brasileira “nasceu”,apareceu de GERAÇÃO EXPONTÂNEA, DA mistura daqueles caldos de raças asquerosas,e nojentas.Deste caldo ,”nasceu” este aborto da natureza ,chamado brasileiro.
O que é e para que serve o brasil e os brasileiros?Assim mesmo em minúculo
Por Luis Carlos goldman 30/04/2007 às 18:39 http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380647.shtml
Sou descendente de judeus,me orgulho disso,nasci aqui no brasil,infelizmente, mas ISRAELENSE DE CORPO E ALMA.
Tenho dupla cidadania,venho ao brasil, apenas nas férias para me divertir,pois, é só para isso presta este país, imfelizmente entregue a macacos mestiços,miscegenados.
No resto do mundo,fazem,com razão ,pouco caso dos brasileiros.
O país é visto como excelente rota de turismo sexual.
As brasileiras gostosas ,bundudas e burras,como é de resto, com os latinos, adoram um gringo.
Qualquer um,desde que fale outra língua e tenham dólares.
Abrem suas pernas para nós com prazer.
E várias vezes tive mostra disso, aqui em SP , amigos vindos de Israel, queriam conhecer as famosas brasileiras,as mais bonitas.
Dei-lhes apenas uma dica que não falassem portugues ou espanhol, mas sim Inglês ou hebraico mesmo.
Bastou chegarmos num barzinho chique , falando enrolado e mostrando alguns dólares, para que a mulherada caísse matando,se oferecendo para serem comidas, são umas Putas.
Infelizmente ,como já disse, é uma pena que este país maravilhoso ser entregue a um povo tão ordinário
Email:: http://www.luizcarlog@hotmail.com
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Marly Dutra
em 2 de maio de 2007
O Brasil foi Colonizado a partir de 1500 por “JUDEUS de Portugal” perseguidos por vários crimes contra o povo Português(Roubo,Corrupção e etc…) o PFL(democratas), PSDB e PPS são dos Israelenses.
a) Diodorus-Historiador Grego Siciliano, 50 A.C.: Os Judeus não se misturam com outros povos, uma vez que os consideram inimigos.
Jesus Cristo repreende os judeus: Em Mateus, XXIII, 24, 25, 27, 33.
”Condutores cegos, que filtrais um mosquito e engolis um camelo!
Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Por que limpais o que está por fora do copo e do prato, e por dentro estais cheio de rapina e imundície… sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda a podridão. Serpentes, raça de víboras”.
b) Tacitus-O renomado Historiador Romano, 100 D.C.: Eles desprezam tudo o que nos é sagrado, e fazem tudo o que nos é repulsívo.
c) Abd el Kadir: Os Judeus que vivem dispersos pelo mundo de nenhum modo perdem a sua coesão, são criaturas ardilosas, perigosas e hostis para com terceiros. O indivíduo deve matá-los como serpentes, sem lhes dar tempo para erguer a cabeça, senão eles morderão infalivelmente. A sua mordida é letal.
d) Mohammed-líder religioso Islâmico, 600 D.C.: Todos eles até ao último são patifes.
Agora leia algumas opiniões desde a Idade Média até à nossa época :
e) Martinho Luthero-reformador religioso Alemão, 1500 D.C.:
”Os judeus são os verdadeiros mentirosos e cães sanguinários que perverteram e falsificaram as escrituras desde o princípio até o fim.
Como amam o livro de Ester que tão maravilhosamente concorda com seus sanguinários, vingativos e criminosos desejos e esperanças! Jamais o sol brilhou sobre o povo mais sanguinário e vingativo do que este que imagina ser o povo de Deus, que pensa e deseja subjugar os gentios”.
”…Deves saber, querido cristão, que depois do diabo, não tens mais,falso, duro, venenoso e violento ser do que um judeu que deseja sinceramente ser judeu”.
”.
f) Mirza Hassan Chan: Não consigo compreender como esses répteis venenosos não foram destruídos até agora. ; são os Judeus diferentes de canibais?
g) Maria Teresa-Imperatriz da Áustria: Não conheço pior peste para o estado que o Judeu.
h) Voltaire-Artista Francês famoso por volta de 1730 D.C.: Os Judeus nada mais são que um povo crúel e bárbaro, que há muito tempo combina a maior avareza com o ininstinguível ódio por todos os povos pelos quais são tolerados. São maldosos quando falham e arrogantes quando sucedem.
i) Goethe-Um extraordinário autor Alemão: Eles possuem uma fé que santifica o roubo a terceiros.
j) Walter Buch-Presidente do Tribunal Supremo do NSDAP: O Judeu não faz parte de um povo. É uma manifestação de decadência.
l) Franz Liszt-Compositor: O dia chegará em que a questão da expulsão dos Judeus que habitam entre outros povos se tornará uma questão de vida ou morte,
uma questão de recuperação de uma doença crônica; de uma vida pacífica, ou de uma contínua febre social.
m) Benjamin Franklin – Homem de Estado Americano: Em qualquer país que os Judeus se tenham estabelecido em grande número eles:
1-Rebaixaram o seu timbre social;
2-Desvalorizaram a sua integridade comercial; segregaram-se a si próprios e não foram assimilados; escarneceram e tentaram abalar a religião Cristã,
3-Construiram um estado no interior do estado; e
4-Quando confrontados tentaram estrangular esse país até à morte financeiramente;sabotam e arruinam a educação,saúde e etc…criando o caos social.
Aviso-os, cavalheiros, se não excluirem os Judeus para sempre, os vossos filhos irão amaldiçoar-vos nas vossas campas.
n) Wilhelm Kube – Galês de Ostmark: O que a peste e a sífilis são para a humanidade, o Judeu é para a coletividade.
o) Adolf Hitler – Líder e revolucionário Alemão:
O Judeu é e permanecerá um parasita, uma esponja, que como um pernicíoso bacílico se espalha por extensas áreas uma vez que algumas áreas favoráveis o atraem.
O efeito produzido pela sua presença é semelhante ao de um vampiro; pois onde quer que ele se estabeleça, as pessoas que lhe deram hospitalidade estão destinadas a sangrar até à morte mais cedo ou mais tarde.
p) George Washington – Homem de Estado Americano: É muito lamentável que cada estado, por mais longe que seja, não os tenha abatido, como pestes da sociedade, e os maiores inimigos que temos à alegria da América.
q) Einar Aberg – Mestre Sueco: Aquele que descobre a verdade sobre o judaísmo e não combate a Judaría e não alerta os seus camaradas cidadãos da ameaça Judaíca,
torna-se um cumplíce dos Judeus e PARTE DA DESGRAÇA DE SUA NAÇÃO.
Prácticamente cada Judeu possui um nome intermediário, e por milhares de anos esse nome foi o de “Mentiroso”.
Nenhum sistema social no mundo permanecerá sadio, enquanto hospedar o verme Judeu, que muito traiçoeiramente, irá perverter toda a cultura e destruir cada povo hospedeiro.
r)Gustavo Barroso-(A História Secreta do Brasil):
É preciso compreender que o judaísmo está fora dos povos e quer o esmagamento de todos. Por isso lança uns contra os outros,através da ASTÚCIA DAS INTRIGAS lucrando com OS CONFLITOS E A DESUNIÃO DE TODOS.
Para chegar a seus fins, o judaísmo mascara-se com todas as máscaras e manobras usando de sua MÃO OCULTA, dos braços das sociedades secretas como a MAÇONARIA que se encontram por toda a parte TRABALHANDO ANONIMAMENTE em prol da RAÇA JUDAICA ,criando intrigas maçônicas que confundem e dilaceram o Brasil, ocultando satanicamente o Minotauro do judaísmo à espera do momento de devorar as gerações de brasileiros.
s)Gilson Gondim – Sociólogo(Perseguido pelos Judeus no Brasil)www.multiplosuniversos.com.br
“Os judeus brasileiros são liderados por um ladrão” (Rabino Henry Sobel- Preso em flagrante por ROUBO – sendo o mais ilustre representante no Brasil da religião e da cultura judaicas).
t) Bernard Lazare-“Antisémitisme, son histoire et ses causes”, Paris 1934, Tomo I, pág.32
“Se a hostilidade e aversão contra o judeu tivessem acontecido num único país e numa determinada época, seria fácil determinar as razões desta raiva. Mas ao contrário, essa raça é desde muito o alvo do ódio de todos os povos, no seio dos quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram às mais diversas raças, as quais habitavam regiões distantes entre si, tinham diferentes leis, dominadas por valores antagônicos, nem tinham os mesmos costumes, nem os mesmos hábitos e possuídos de espíritos distintos, então a origem comum do Anti-semitismo deve recair mesmo sobre Israel, e não naqueles que o combateram e o combaterão.”
PODERÃO TODAS ESTAS PESSOAS ESTAREM ERRADAS ???
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Você sabia que uma pessoa nascida em Israel pode não ser israelense?
Se um israelense casar com uma pessoa não-judia e estes mudarem-se para Israel, os filhos desta pessoa não obterão cidadania israelense.
Não judeus casados com cidadãos israelenses não recebem o mesmo status de cidadão?
Sabia que até hoje Israel não reconhece casamentos que não feitos sob a lei judaica?
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
E se… (Imagine)
Colonos israelenses gozam de impunidade por ataques violentos a ativistas de direitos humanos, palestinos e suas propriedades. (Anistia Internacional, Relatório de 2005)
Imagine se você vivesse em uma sociedade em que a violência é tolerada…
Mais de metade da população palestina vive abaixo da linha de pobreza, com 2 dólares por dia. (Anistia Internacional, Relatório de 2005)
Imagine que você tem que sobreviver com dois dólares por dia…
Palestinos devem obter permissões especiais das Forças Armadas de Israel para se locomovorem para suas terras, cidades e vilas na Cisjordânia. (Anistia Internacional, Relatório de 2005)
Imagine se você precisasse de uma permissão especial para ir ao seu jardim…
Recusas arbitrárias nos postos de controle, interrupção de serviços vitais e equipamentos hospitalares e outros meios que efetivamente impedem crianças, mulheres grávidas, idosos e outros doentes crônicos de terem acesso ao que eles desesperadamente necessitam para manter seu tratamento e suas vidas vem sendo ferramentas vergonhosas de sofrimento e mortes. (Médicos para os Direitos Humanos, 4 de Abril de 2002)
Imagine se seu filho quebrasse a perna e não pudesse obter o tratamento porque as estradas e ruas estão fechadas…
Em 2002, A Agência dos EUA para Desenvolvimento Internacional concluiu que as crianças palestinas vivendo nos territórios ocupados enfrentam níveis de desnutrição superiores que na Somália ou em Bangladesh. (USAID, 2002).
Imagine se seu filho estivesse morrendo de desnutrição diante de seus olhos…
imagine-life.org/resources.html
Tradução: Vinícius Miguel
PALESTINA LIVRE!
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
DEMOLINDO CASAS PALESTINAS
Ben Lynfield
As demolições não são simplesmente vingança, as demolições são parte de um plano maior.
A princípio parecia que os aproximadamente 600 refugiados palestinos deixados sem teto no frio e na chuva pelas escavadeiras israelenses eram vítimas de vingança.
Mas agora está ficando claro que palestinos como Jihad Ghassas, um jovem carpinteiro que perdeu seu teto, são vítimas dos mapas israelenses, obstáculos a imperativos vistos como de segurança numa área onde, de acordo com comandantes israelenses, as tropas estão colocadas em situação de perigo e armas são contrabandeadas.
O Sr. Ghassas ficou sábado no único quarto ainda intacto de sua casa, agora no extremo da mais recentemente expandida terra-de-ninguém no Oriente Médio. Ela estende-se sobre uma centena de jardas de profundidade para dentro desse campo de refugiados junto à fronteira de Gaza com o Egito, o qual tem permanecido sob controle israelense mediante acordos de paz provisórios. As armas israelenses disparam, tanques e escavadeiras nivelaram intensamente todas as casas localizadas na terra-de-ninguém, culminando na destruição maciça da última quinta-feira (dia 10 de janeiro), que pôs abaixo 58 prédios, de acordo com estatísticas da ONU, a maior demolição individual em 15 meses de luta.
Cerca de 70 barracas de lona fornecidas pela ONU foram instaladas rapidamente nas ruas vizinhas. O processo tem estado em curso em outros lugares da Faixa de Gaza e da Cisjordânia em áreas próximas de colônias habitacionais judaicas e postos do exército israelense, de acordo com trabalhadores voluntários internacionais.
“A idéia é despovoar as áreas que eles vêem como zonas que gostariam de controlar”, diz Ann Kristin Brunborg, diretora de campo para o Serviço Internacional da Associação das Nações Unidas.
A senhora Brunborg, autora de um estudo feito no ano passado para o Grupo de Monitoramento dos Direitos Humanos Palestinos sobre práticas de tiro do exército israelense, diz que Israel tem desalojado deliberadamente dezenas de milhares de palestinos disparando “sistematicamente” nos seus bairros e destruindo as suas casas.
O exército israelense nega isso. Seu porta-voz Olivier Rafowicz disse que os militares atiram somente para proteger cidadãos e soldados israelenses, e que o exército somente destrói posições de tiro.
Carmela Menashe, a correspondente para assuntos militares da Rádio Israel, diz que o exército israelense cria zonas-tampões. “Eles afirmam algo diferente, mas em Rafah não há dúvida de que a intenção é a de criar uma área despovoada”, diz ela.
Ontem (dia 4 de janeiro), as forças de segurança israelenses também destruíram diversas casas no bairro árabe de Al Isawiya, na Jerusalém Oriental anexada. Um porta-voz da polícia disse que a corte israelense também havia emitido ordens de destruição contra 17 casas que foram “construídas ilegalmente”. Informaram despachos telegráficos.
No domingo, entretanto, o ministro do Exterior Shimon Peres disse que Israel tinha decidido sustar a demolição de casas palestinas na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.
Mas o Sr. Sharon reiterou ontem a política de demolições, em informe citado pela Rádio Israel. “Agimos de acordo com nossas exigências de segurança, pois isso é a única coisa que influi nas nossas decisões”, disse ele.
Para a família de Ghassas, a entrada de tanques e escavadeiras foi um novo trauma acumulado sobre a fuga de seus avós de Asdud para Gaza. Asdud é um vilarejo costeiro que foi conquistado pelas forças judaicas em 1948 e transformado, mais tarde, na cidade israelense de Ashdod. Mais de 700.000 palestinos foram expulsos ou forçados a deixar suas casas durante a guerra árabe-israelense de 1948, muitos deles refugiando-se em Gaza.
Ghassas diz que a família não recebeu nenhum aviso, só os disparos dos tanques, e ele lutou para retirar de casa seus irmãos Mohammed, 3 anos, e Saleh, 5 anos e certificar-se de que ninguém foi deixado para trás. Seus bens foram destruídos.
“Meu coração está negro. Durante um ou dois anos, o ódio aumentará dentro das pessoas”, disse ele. “E então haverá uma explosão de vingança”.
A ação israelense, aprovada por Sharon, ocorreu um dia depois que quatro soldados israelenses foram mortos por militantes do Hamas, o Movimento de Resistência Islâmico, na maior baixa que o exército sofreu em 15 meses de luta. Os combatentes do Hamas vieram de Rafah, embora de um bairro distante daquele que foi demolido. O fato de que o exército enviou para o campo de refugiados tropas da unidade Bedouin que haviam sido derrotadas reforçou a suspeita de que se tratou de uma operação de vingança.
Mas Sharon deu a entender claramente que aquilo que Israel fizera em Rafah era parte de um plano para a criação de uma zona de segurança livre de palestinos junto da fronteira egípcia. Isso se tornou necessário, sugeriu ele, para pôr fim ao contrabando de armas do Egito para Gaza através de túneis. “Não resta dúvida de que o corredor estreito que temos lá não nos permite sustar isso (o contrabando)”, falou ele aos repórteres. “Sendo assim, deve haver uma solução mais direta e séria para isso lá”.
Comandantes militares, que insistem que só 21 casas foram destruídas e que elas estavam totalmente vazias, apontam uma outra razão para a operação: “afastar combatentes palestinos dos soldados na área fronteiriça. Rafah é a frente mais quente para as forças israelenses, e incidentes de tiros na Cisjordânia e na Faixa de Gaza acontecem lá, de acordo com autoridades do exército.
Os palestinos dispararam intensamente das casas que foram demolidas e ativaram dispositivos explosivos a partir delas. O gen. Doron Almog, encarregado da área, disse ao Canal 2 de televisão de Israel: “Há uma necessidade militar de garantir segurança aos soldados ali”.
Os residentes palestinos negam que houvesse túneis para contrabando de armas em torno das casas.
Eles confirmaram que combatentes palestinos usaram a área para atirar em tropas israelenses, mas dizem que os soldados israelenses disparavam na área constantemente, de forma que os disparos que os palestinos efetuavam eram uma espécie de autodefesa. Houve 32 israelenses mortos na Faixa de Gaza durante os últimos 15 meses, 20 deles soldados, de acordo com o general Almog.
Durante o mesmo período, 344 palestinos morreram nas mãos dos israelenses em Gaza, a esmagadora maioria deles civis, de acordo com o Instituto de Política, Informação, Desenvolvimento e Saúde de Ramala.
Brunborg, que residiu nos focos de tensão em Rafah, Khan Yunis e Cisjordânia para fazer sua reportagem, disse que os disparos israelenses eram muito intensos nas extremidades de Rafah e Khan Yunis, que têm áreas que se estendem até a frente do bloco Katif de colônias habitacionais judaicas que foram aplainadas. “Isso é feito de forma bastante sistemática”, diz Brunborg. “Eles bombardeavam noite após noite, se os palestinos abrissem fogo ou não. Dois, três ou quatro atiradores palestinos atiravam quinze turnos e fugiam. O exército atirava durante a noite inteira, uma hora após outra, usando tanques, atiradores de granadas automáticos e explosivos disparados no ar.
“Eles retaliavam quando eram alvo de tiros, mas continuam atirando sistematicamente quando não há qualquer ameaça às vidas dos soldados. Se os palestinos abrissem fogo contra um posto avançado israelense, três postos começariam a disparar num bairro localizado a quilômetros da área de tiro.”
“Algumas casas ficam tão perfuradas de balas que não se agüentam mais de pé”, diz ela. “Algumas casas onde estive em Khan Yunis e Rafah não existem mais”.
As demolições em massa usando escavadeiras começaram em abril, depois da eleição de Sharon. Empregados da ONU dizem que a primeira demolição dessa espécie na parte de Rafah que foi transformada em alvo na quinta-feira pôs abaixo 18 abrigos, uma outra operação em agosto arrasou outros 29, e em outubro 25 casas foram destruídas.
Desde setembro de 2000, 1.114 casas foram destruídas total ou parcialmente em Rafah e em seus arredores, de acordo com o Ministério da Habitação da Autoridade Palestina. Acrescenta que outras 1.249 casas tiveram o mesmo destino em Khan Yunis e seus arredores.
Khalil Matar, vice-diretor do Ministério, diz que além de criar zonas-tampões, “isso é um meio de pressionar as pessoas. Elas trabalham durante anos para construir suas casas, e de repente elas são destruídas. Isso também exerce pressão sobre a autoridade”.
O jornal liberal israelense Haaretz escreveu num editorial que as demolições em Rafah dão uma lição à insensibilidade de Sharon, do senhor Ben-Eliezer e do chefe do Estado-maior Shaul Mofaz. “Nenhum israelense pode prosseguir com essa espécie de crueldade cega”, concluiu.
Effie Eitam, um general da reserva que se tornou um político de direita, replicou no veículo de massa Yediot Ahronot, que alguns israelenses estão “usando argumentos morais como ferramenta para impedir que o exército realize suas alegadas tarefas de segurança, que são as atividades mais morais”.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Islamofobia e anti-americanismo
Analistas tanto do ‘mundo muçulmano’ como da ‘sociedade ocidental’ concordam que o medo e a falta de um diálogo objetivo são as raízes da atual crise mundial de Islamofobia e anti-americanismo. Enquanto as discussões continuam sobre qual dos dois problemas permitiu a existência do outro, um fato continua claro: mais inocentes foram vítimas da Islamofobia do que o contrário.
Através da propaganda negativa constantemente produzida pela mídia ocidental, o conceito de Islamofobia tem sido difundido como uma ‘praga do século 21’. Muçulmanos são normalmente descritos pela mídia do ocidente através de termos como “terroristas”, “extremistas”, “fundamentalistas”, entre outros que aparecem a cada dia. Ironicamente, a suposta “guerra contra o terrorismo” – ou Cruzada contra o Islam, como anunciado por George W. Bush em 2001 – apenas colaborou negativamente para se atingir um entendimento que possibilitaria uma convivência harmoniosa entre culturas tão distintas.
Não é mais novidade que a “indústria do medo” faz parte da política doméstica e internacional dos Estados Unidos, nada mais do que uma miragem que facilita o controle de sua própria nação. Governos autoritários pelo mundo a fora, se aproveitando dessa realidade, levantam a “bandeira da Al-Qaeda” em qualquer situação de crise interna em que exista resistência, a fim de punir os resistentes com o aval da comunidade internacional. Esse fato foi visto na Rússia, contra os militantes da Chechênia, na Ásia Central, contra os grupos supostamente controlados por Juma Namangani (hoje considerado um ‘grande amigo’ de Osama Bin Laden) e, mais recentemente, contra o Conselho Supremo das Cortes Islâmicas da Somália, partido político que tem apoio da população do país, recentemente atacado em conjunto por forças etíopes e estadunidenses.
Obviamente, “terroristas islâmicos” não estão escondidos sob nossas camas ou em mesquitas pelo mundo afora. Citando o Diretor da FBI, chefe de um dos principais órgãos colaboradores da “indústria do medo”, Robert Müeller, “a maior ameaça são as células da Al-Qaeda nos Estados Unidos que nós ainda não encontramos”. Em outras palavras, o que o FBI quer dizer é “continuamos muito preocupados com relação ao o que não estamos vendo”. Seguindo esse raciocínio, liderado por representantes políticos concentrados em assustar sua própria nação para justificar votos, estão o desejo da mídia ocidental em criar matérias sensionalistas e as mega-corporações estadunidenses com interesse em expandir seus lucros através dessa “oportunidade de ouro” (como normalmente consideravam a invasão do Iraque). Dessa forma, a “indústria do medo” ganha força, demonizando os muçulmanos e mantendo rígidas as “leis anti-terrorismo”.
Segundo John Müeller, conceituado especialista em segurança nacional dos Estados Unidos, “incluindo as vítimas do 11 de setembro, o número de estadunidenses mortos pelo ‘terrorismo internacional’ durante as últimas três décadas iguala o número dos mesmos mortos pela queda de relâmpagos, atropelamento de animais em estradas e alergias a amendoim”. Apesar disso, a mensagem estadunidense se concentra na “indústria do medo”, tornando ilegal qualquer processo diplomático.
A resposta de árabes e muçulmanos é um fato que cresceu recentemente por todo o mundo, incluindo a Europa: o conceito do ‘anti-americanismo’, uma conseqüência da “indústria do medo”. Em uma pesquisa bienal da empresa Zogby International, sobre o sentimento positivo ou negativo dos países árabes quanto aos Estados Unidos, mostrou que: no Egito, os números cresceram de 76% para 98% contra os estadunidenses entre 2002 e 2004. No Marrocos, os números subiram de 61% para 88%, e na Arábia Saudita, de 87% para 94%, para citar alguns.
Esses números refletem uma tendência que deverá continuar. Enquanto a “indústria do medo” estiver ativa, rotulando o 1 bilhão de muçulmanos do mundo como “terroristas”, e a diplomacia e diálogo forem secundários em relação a intervenções militares, o ‘anti-americanismo’ continuará a crescer.
FONTE:
Jornal Oriente Médio Vivo – http://www.orientemediovivo.com.br
Edição nº42 – http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_42.pdf
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
ALGUNS NÚMEROS…
O que acham desses números?.vejam que interessante,isso os “coitadinhos” não divulgam….
- desde setembro de 2000 foram mortas 122 crianças israelenses contra 869 crianças palestinas.
- desde setembro de 2000 foram mortos 1084 israelenses contra 4398 palestinos.
- desde setembro de 2000 foram feridos 7633 israelenses contra 31168 palestinos.
- A assistência DIÁRIA para israel é de US$ 15.139.478 contra US$ 232.290 para os palestinos.
- A taxa de desemprego entre os palestinos é de 40 % enquanto entre os israelenses é de 9%.
Fonte: http://www.ifamericansknew.org/
Essses números são muito esclarecedores sobre a real situação…
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
A Resistência Palestina
“…Nada pode justificar a comparação entre o nível de responsabilidade oficial à qual os palestinos estão adstritos pelas ações de alguns indivíduos, com a responsabilidade de violência sistemática e intensa contra uma população inteira, praticada com toda a impunidade pelo Estado judeu.
A imprensa americanoa chama “terrorismo” à nossa busca de liberdade, e assim o palestino é tido como o protótipo internacional do terrorista. Esta política moldou a opinião pública ocidental tendo por conseqüência, uma tomada da posição internacional concretizada na tendência a descrever as violências cometidas contra civis palestinos com uma linguagem neutra. As vítimas palestinas ficam reduzidas a simples estatísticas anônimas, ao passo que as vítimas israelenses são pintadas com palavras e imagens fortes. Esta distorção sobre a Resistência Palestina abafou qualquer diálogo razoável.
Muitos dos nossos esforços para desafiar o cruel domínio do ocupante, são reduzidos a “ameaça do terrorismo”, como se devêssemos desculpar-nos permanentemente, e nós próprios condenarmos a nossa legítima Resistência; e isso apesar da ausência de definição correta do termo “terrorismo”, e do fato de que o direito à autodeterminação pela luta armada é previsto e autorizado pelo artigo 51 da Carta das Nações Unidas, referente à autodefesa.
Como é possível que a palavra “terrorismo” seja aplicada tão à vontade contra os indivíduos ou grupos que utilizam bombas artesanais, e não aos Estados que empregam armas nucleares (urânio empobrecido) e outras armas proibidas, assegurando a continuada dominação do opressor?
Israel, EUA e Grã-Bretanha encontrar-se-iam, obviamente, à cabeça da lista dos Estados exportadores de terrorismo, devido às suas agressões militares contra a população civil na Palestina, no Iraque, no Sudão e alhures.
Mas “terrorismo” é um termo político de que se serve o usurpador colonialista para desacreditar aqueles que resistem, do mesmo modo que os afrikanners e os nazistas qualificavam de “terroristas” os combatentes negros sul-africanos e os partisans da Resistência francesa.
Também há a tendência junto àqueles que se opõem à Resistência Palestina de utilizar o termo Jihad como sinônimo de “terrorismo”. De fato, eles reduzem o significado dessa palavra à noção de morte. Jihad é um conceito muito mais rico, e que significa lutar contra nossos baixos instintos, nos esforçarmos por fazer boas ações, lutar ativamente contra a injustiça e demonstrar paciência em períodos difíceis. Jihad não significa fazer uso de violência contra as criaturas de Deus, nem a coragem de morrer defendendo os direitos das criaturas de Deus. Entretanto, a violência pode ser um meio de defesa de um ser humano racional. É assim, por exemplo, quando uma mulher reage violentamente a uma ameaça de violação: isto é uma forma de Jihad. Além disso, a Jihad é um valor islâmico, e nem todos os combatentes palestinos são muçulmanos.
A verdadeira razão pela qual jovens palestinos, sinceros e generosos, se fazem explodir, é um segredo que eles levam consigo. Talvez seja o fruto misterioso da vingança lavrando no solo fértil da opressão e da ocupação, ou a profunda maneira de protestar contra a crueldade impiedosa, ou até a tentativa desesperada de atingir a igualdade com os israelenses na morte, visto como lhes é impossível em vida.
As pessoas que vivem em condições desumanas durante toda a vida são, infelizmente, capazes de atos desumanos. O que resta aos milhares de desabrigados de Rafah, senão a Resistência? Não se trata do Islã, trata-se da natureza humana, comum a homens e mulheres, religiosos, seculares e agnósticos.
Nossas mulheres kamikazes certamente não morrem na esperança de se reunirem às setenta virgens que as esperam no Paraíso…”
Samah Jabr
Artigo na íntegra: http://www.alfredo-braga.pro.br/discussoes/resistenciapalestina.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Sobrevivente” espanhol mentiu por 30 anos
“Um espanhol que durante 30 anos se fez passar por uma vítima dos campos de concentração nazistas confessou que mentiu durante todo este tempo. Enric Marco, de 84 anos, inventou histórias sobre a tragédia.
Durante 30 anos, ele participou de conferências, deu entrevistas e participou de solenidades. Enric até escreveu um livro, em 1978: Memória do Inferno.
Na publicação, Enric relatava a falsa experiência vivida no campo de concentração de Flossemburg. Ele dizia ser o prisioneiro número 6.448. Na última entrevista que deu, para um jornal da Catalunha, afirmou que o dia em que os judeus foram libertados não foi feliz.
Depois de tantas mentiras e desconfianças, a máscara de Enric caiu. Ele confessou que viajou da França à Alemanha em 1941 para trabalhar. Em 1943, dois anos antes do fim da 2ª Guerra Mundial, já estava de volta à França. Antes, portanto, da criação dos campos de concentração nazistas.”
Vejam o vídeo em http://terratv.terra.com.br (procurar por “Enric Marco” em vídeos).
Este é o tipo de gente que “sobreviveu ao holocausto”.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Contribuições americanas para o mundo!!!
O link abaixo já diz tudo:
http://www.culturabrasil.org/euarealizations.htm
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Link com texto interessante sobre o holocau$to!!!
Não deixem de ver, é interessante.
http://www.inacreditavel.com.br/historia/holocausto.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Beit Hanoun, um jovem Palestino testemunha :”Eles atiram sobre tudo que se mexe”!
Silvia Cattori
Traduzido por Elaine Guevara
“A cidade de Beit Hanoun, com seus 30.000 habitantes já é objeto de agressões cotidianas e ataque aéreos desde 25 de junho.
Agora ela está cercada por tropas israelenses no solo. Nós temos visto os tanques avançarem, se colocarem em posição.
Nós estamos agora cercados por cerca de 70 tanques e pelo menos 450 soldados que anunciaram que a cidade é “zona militar fechada”. O que quer dizer que ninguém pode sair.
Ninguém pode fugir.
Esta é uma ofensiva no modêlo daquela feita em 2002 na Cisjordânia (West Bank). Nós não temos água, eletricidade. A gente se coloca nos cantos mais recuados da casa. As ambulâncias não são autorizadas à entrarem nesta zona ocupada e fechada.
Os soldados cercaram as casas que eles querem invadir. Eles ocuparam casas e fecharam as famílias numa peça só. Agora , eles usam como fortaleza. Eles furam as paredes com explosivos, fazem saltar as portas, e as pessoas estão aterrorizadas.
Eles atiram em qualquer pessoa que se mexer.
Ontem, eles atiraram nas pessoas que tentavam se colocar num abrigo, que não estavam em posição de combate. Eles atiraram nas suas costas, e quando aquele que estava ferido tentava fugir, eles o matavam; e aqueles que tentavam recolher seu corpo foram também alvejados.
Em numerosos casos, as ambulâmcias não puderam ir em socorro dos feridos. As crianças que escapam da vigilância dos seus pais ou que olham pela janela são mortas pelos soldados israelenses postados sobre os tetos das casas que eles ocupam.
Eles tem o sinal verde de Bush para nos matar e destes políticos que afirmaram que Israel “tem o direito de se defender”.
Eles fazem uso de armas que transformam os mortos e feridos em qualquer coisa de monstruoso. É muito impressionante os ferimentos provocados pelos mísseis lançados pelos aviões sem piloto. São cortes como feito por lâminas, as pernas, pés, mãos cortadas de forma precisa; elas são tão assustadoras quanto os ferimentos dos fuzís M 16.
Os soldados tem ordem de atirar na parte superior do corpo : eles miram o peito, perto do coração, a cabeça.
As vítimas são na sua maioria civis, mortos ou feridos na garganta, no pescoço, no peito, na cabeça; enquanto estavam em casa.
Eles atiram em gente que foge de mêdo; eles atiram em feridos que procuram se salvar. Nós perdemos a noção do tempo, nós não sabemos a quanto tempo nós fomos pegos nesta guerra. A gente se sente perdido.
Tem aviões que bombardeiam, aviões sem piloto (drone), que estão prontos à atirar seus mísseis sobre nossas cabeças. Eles controlam toda zona. Com o zumbido dos aviões sem piloto (drones), a gente tem o sentimento de ter o tempo todo uma abelha no ouvido. É verdadeiramente difícil.
Não tem ninguém para nos defender. Nós não temos exército. Nós não temos senão nossos pais para nos defender sabendo que eles vão à morte, que eles não podem nos defender.
Esta nova agressão é terrível sobretudo para as crianças pequenas, que ficam aterrorizadas e gritam quando ocorrem bombardeios.
Nós ficamos sabendo toda hora que há mortos, que há feridos banhados no próprio sangue, e que as pessoas não conseguem parar a hemorragia, e que as ambulâncias não podem socorrê-las.
É preciso que a Cruz Vermelha obrigue os israelenses à aceitarem que as ambulâncias palestinas possam ir em socorro dos feridos sem entraves.
Os israelenses dizem que eles estão fazendo esta ofensiva para impedir a entrada de armas pelo Egito. Isso é falso. Nada pode entrar. Não tem em Gaza senão fuzis que não podem nada contra os Apaches (helicópteros) e os tanques Merkava do exército israelense.
As armas de guerra que entraram em Gaza, são estas que Israel e os Estados Unidos (EUA) entregaram à Dahlan, que é o homem de Abu Mazen; o homem mais temido aqui em Gaza. Ele está na liderança das forças que, após meses, criam problemas para fazer cair o governo do Hamas.
Ontem, os soldados convocaram, pelos alto-falantes todos os homens de idade a partir de quinze anos à saírem de suas casas. Eles foram, por locais, revistando casas por casa, algemando e embarcando centenas de homens num local onde eles serão certamente obrigados à se despirem, como fizeram em Beitlahya em junho. Eles deixaram os homens de cuecas.
Para um oriental isso é a mais insuportável das humilhações. Mais do que nos matar.
Nós pensamos que após Beit Hanoun eles vão atacar Beit Lahiya, e depois Jabaliya, e fazer o que eles fazem aqui : revistar casa após casa. Beit Hanoun como Rafah são zonas vulneráveis, porque são separadas geográficamente das outras zonas habitadas, então mais fácil de isolar do resto de Gaza.
Esta manhã, as mulheres saíram para correr em socorro de seus filhos ou maridos que estavam ameaçados pelos blindados que cercavam a mesquita. As mulheres então desafiaram os Apaches e os tanques. Isto foi para nós um momento formidável. A gente se sentiu envolvidos por um véu de humanidade. Foi um momento muito forte ver estas mulheres que estavam prontas à morrer para salvarem seus homens.
Elas continuaram sem hesitar e os soldados que não esperavam por isso ficaram desorientados. Graças à este efeito surpresa elas salvaram a vida de seus homens.
Elas mostraram que o maior exército do mundo pode ser vencido por pessoas de mãos vazias. Nós percebemos isso como uma mensagem endereçada aos homens dos países árabes que continuam em silencio.
Esta mulheres disseram, com seu gesto :”Vejam, diante da sua covardia, as mulheres palestinas são as únicas que estão lutando para libertar seus homens cercados pelo inimigo dos árabes; Israel”.
(Fim do testemunho)
Eles fazem a guerra contra civis e o mundo não sabe. Silvia Cattori O jovem palestino que nos contou tudo isso com sua voz baixa nos despedaçou o coração. Ele não poderia render uma melhor homenagem à estas mulheres heróicas.
Eu acredito que todos aqueles que viram as imagens destas mulheres ficaram emocionados. Elas se lançaram ao longo desta imensa avenida, à descoberto, mãos vazias, desafiando helicópteros e blindados para protegerem seus homens.
Os soldados, atiraram nelas mas elas continuaram e atingiram seu objetivo.
Os soldados que atiraram dos seus blindados nestas mulheres inofensivas, são monstros.
“Israel tem o direito de se defender” respondia nesta manhã o ex embaixador Elie Barnavi ao jornalista da France culture que lhe perguntava o que significava a ofensiva israelense ao norte de Gaza.
Mas o direito de se defender contra quem ?
Não existe exército palestino em frente. Há um povo massacrado dia após dia pelo exército melhor equipado do mundo. E os Palestinos não tem o Direito de se defender.
É o Povo Palestino vítima dos massacres que ele deveria perguntar o que significa viver sob ofensiva militar israelense, e não aos embaixadores do Estado judeu de Israel.
Os embaixadores que jamais vão lhe dizer, quando se trata de vidas árabes, o sofrimento e a angustia das crianças atiradas no mêdo, das mulheres que não sabem como protegê-las, dos velhos que sofrem impotentes, bebes que berram, mulheres grávidas que temem por sua gravidez, feridos, mortos, mães que choram os seus , homens que se sentem humilhados por não poderem defender suas crianças, médicos que não agüentam mais verem tanto sangue correr e feridos se juntarem aos feridos dos hospitais mal equipados.
Estes “terroristas”, estes “ativistas” que Israel combate; são os Palestinos; os autênticos residentes de uma nação que Israel apagou do mapa, um Povo expulso de sua terra, fechados em Campos miseráveis.
São mulheres de todas as idades que enfrentam os tanques para protegerem seus filhos.
São crianças que morrem na sua cama ou brincando diante de sua porta.
São pais, irmãos, primos, esposos sumariamente executados porque Israel os colocou nas listas de “procurados”.
São jovens desesperados com, para defender sua dignidade com, os fuzis e foguetes rudimentares, e que sabem que eles vão em direção da morte quando colocam o nariz para fora.
Como a criança Bara’ Riyad Fayyad, de 4 anos de idade, morta diante da porta de sua casa.
São pessoas totalmente normais, que votaram de forma totalmente democrática contra as autoridade corruptas do Fatah.
“Onde estão nossos irmãos árabes?”, gritava uma mulher diante de uma câmera.
Onde está o mundo ?
“A comunidade internacional se cala, ficam chocadas as pessoas que olham tudo isso com mêdo e se surpreendem com esse silêncio.
Mas, a “comunidade internacional”, tão freqüentemente invocada, não é senão uma palavra sem sentido. E a ONU depois da queda da URSS não é senão um instrumento nas mãos da super-potência estadunidense.
De fato, a “comunidade internacional”, somos nós; são estas associações que estão infelizmente muito mais ligadas à protegerem as conquistas do Estado judeu de Israel do que o Direito dos Palestinos à existirem, ou seja, à voltarem para casa; são estes partidos políticos, de todas tendências misturadas, muito ocupados em se deslocarem no tabuleiro do xadrez eleitoral; são os eleitos que não ousam criticar Israel por mêdo de serem acusados de anti-semitismo; são estes jornalistas que desinformam a opinião pública e escondem os crimes de Estado.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
A religião dos outros
Raja Chemayel, 18 de novembro 2006
Traduzido por Marta Guerra
Um (sábio) Jornalista disse uma vez:
“Nem todos os muçulmanos são terroristas, mas todos os terroristas são muçulmanos.”
Eu aceito que este seja um fato estatisticamente inegável, desde que levemos em conta apenas os “terroristas-não-uniformizados”.
Por outro lado, posso perguntar…
*
Qual a religião dos pilotos dos aviões de bombardeio B52 da força aérea dos USA??
*
Qual a religião dos motoristas dos Bulldozeres que passam por cima das casas dos palestinos e sobre o Ativistas Internacionais pela Paz??
*
Qual a religião de Tony Blair e de George Bush??
*
Qual a religião daqueles que despejaram 520.000 bombas de fragmentação sobre o sul do Líbano??
*
Qual a religião daquele que chamou Ariel Sharon de “um homem de paz”? E qual a religião deste “homem de paz”??
*
Qual a religião predominante nesses dois países que tentam tão arduamente impor a “sua democracia” ao Iraque??
*
Qual a religião dos carcereiros de Guantánamo e qual a religião dos carcereiros de Auschwitz??
Foram estes os Budistas que elegeram Berlusconi, Bush e Blair?? Ou foi um Budista quem construiu um muro isolando os Palestinos famintos???
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
SUICIDAS JUDEUS: NENHUMA SURPRESA
por Bruno Kampel
Primeiro, foram aos territórios ocupados, e com uma metralhadora Uzi obrigaram aos donos de pequenas ou grandes extensões de terras a “vende-las” ao Estado de Israel ou aos seus prepostos. Aqueles que se negassem, eram torturados e/ou apareciam mortos no dia seguinte, para que a sua tortura e/ou morte servisse de aviso aos outros proprietários.
Depois, começaram a chegar as gangues armadas dos fanáticos fundamentalistas judeus, que entravam nas casas dos palestinos e expulsavam os seus donos para ficarem com elas e lá instalar-se com toda a família, como ocorreu no centro da cidade de Hebrón. Os que se negavam a abandonar as casas que pertenciam às suas famílias ao longo de muitas gerações, eram linchados e/ou assassinados na frente dos seus próprios filhos.
A seguir, começaram os “mini transfers”, os “mini linchamentos”, os “mini roubos” de olivais, os “mini assassinatos” de todos aqueles proprietários que não entregassem “o ouro ao bandido”, e foi assim que pouco a pouco prevaleceu a lei do mais forte, que redundou na supressão dos direitos humanos de mais de três milhões de pessoas, subordinando-as à vontade e aos caprichos dos fundamentalistas judeus, muitíssimas vezes protegidos nas suas “façanhas” pelo mesmíssimo exercito de Israel.
Logo depois de estabelecidas as “regras do jogo”, bandos armados de “irregulares”, compostos por fundamentalistas religiosos e “extremadireitistas” judeus, começaram a circular como senhores-de-engenho do século passado, ou como donos de cafezais na América Central ¿ verdadeiros escravocratas – entrando nas casas dos palestinos e roubando-lhes tudo aquilo que fosse digno de ser roubado, e incendiando as suas propriedades quando não gostavam da cara de um deles.
E assim foi escrevendo-se uma pequena parte da longa, sangrenta e suja história da ocupação dos territórios, ocupação que – proibido esquecer – começou como um mero ato militar cuja finalidade última era usar ditas terras como moeda de troca na hora de assinar um acordo de paz (palavras textuais de Moshé Dayan), e terminou como terminou. E cada um desses passos dados na direção do precipício significava nem mais nem menos que a renúncia explícita a um número cada vez maior de valores e princípios herdados dos fundadores do Estado, e a manipulação criminosa dos ensinamentos de nossos sábios e profetas, contidos nos livros que são a base argumental e filosófica da religião judaica.
Os fanáticos – hipnotizados pela impunidade que muitos governos de Israel lhes ofereceram – transformaram-se em vulgares assassinos e ladrões, usando em vão o nome do povo judeu e do deus de Israel para justificar os seus desmandos.
As quadrilhas de bandidos armados pelos kablaním (empreiteiros) judeus, ampararam-se no “silêncio administrativo” dos sucessivos governos israelenses para invadir cidades ocupadas pelo exército israelense e obrigar – sob ameaça de morte aos donos dos sítios e fazendas rurais da região – a assinar o traspasso dos mesmos aos compradores judeus, ou, se o dono não pudesse ser localizado por morar no exterior, a falsificar escrituras ou incendiar os tabelionatos para depois apresentar falsos títulos de propriedade, impossíveis de serem investigados devido ao “incêndio” dos arquivos.
Foi assim que uma parte mínima do povo do Estado de Israel transformou-se por ação e não por omissão em bandos de assassinos, de ladrões de casas e de terras e de árvores e de azeitonas, em torturadores inquisitoriais, e tudo isso foi e ainda é feito usando e manuseando o nome do deus de Israel, enquanto que outra parte, bem maior do que a primeira, transformou-se em cúmplice necessário de dito atropelo legal e ético, dando apoio aos partidos que promoviam e ainda promovem a ruptura da ordem democrática e o desrespeito aos tratados e acordos internacionais assinados por Israel (o partido Cherut, que é parte do Likud, é o mais importante deles).
Agora, quando agosto de 2005 engatinha, começam a matar dentro de casa. Que não fique a menor dúvida de que os primeiros na lista depois dos palestinos são os árabes israelenses – cidadãos com os mesmos direitos dos judeus – (já começaram em Shfaram), e depois será a vez dos judeus khiloním (laicos/agnósticos), e a continuação os judeus reformistas e depois os conservadores, incluindo esposas e filhos, a menos que se lhe ponha um freio a essa insensatez, por mais doloroso que ele seja.
Os “khilonim” (judeus laicos/agnósticos) começarão a morrer segundo o seu credo ideológico. Os esquerdistas de todos os graus serão os primeiros, mas não deixarão de matar aos situados no centro e no centro-direita do espectro político, já que também acreditam na democracia e na liberdade de culto, pois para os verdugos o único que serve e vale é a teocracia ao estilo Kahane (Meir Kahane foi um rabino fanático fundamentalista que odiava a todos os árabes e a todos os judeus que não pensassem como ele. Foi o fundador do partido Kach, proibido em Israel), a menos que se lhe ponha um freio a essa insensatez, por mais doloroso que ele seja.
Ou seja, que todos os aludidos – judeus laicos ou árabes israelenses, reformistas ou conservadores, redobrem o cuidado ao viajar em ônibus ou ao comer um “faláfel” ou uma pizza num quiosque. Que pensem duas vezes antes de levar um filho a um jogo
Ou seja, que todos os aludidos – judeus laicos ou árabes israelenses, reformistas ou conservadores, redobrem o cuidado ao viajar em ônibus ou ao comer um “faláfel” ou uma pizza num quiosque. Que pensem duas vezes antes de levar um filho a um jogo de futebol ou de basquete, porque agora o risco é mil vezes maior do que antes, já que qualquer Móishele ou Abrámale ou Méidale pode tirar uma Uzi do casaco, e ao grito de Shmá Israel – imitando o Alá Uahbár dos suicidas palestinos – mandar a todos os circunstantes para o nunca mais. O fanatismo não tem nem ética nem limite.
Que também se cuidem os apologistas do fundamentalismo judeu, porque se não forem membros do núcleo duro dos fanáticos, também poderão cair vítimas dessa loucura inconcebível.
Vocês se lembram daquela historinha?… Aposto que sim. Primeiro vieram prender todos os comunistas. Como ele não era, pouco ligou. Depois, vieram levar todos os ateus. Como era crente, se “lixou”. Depois vieram carregar todos os pacifistas. Como era da direita, nem deu bola. Mas agora, poxa, seu!… Estão vindo levá-lo, e não fica absolutamente ninguém que o possa ajudar.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
REVOLUÇÃO contra a CONSPIRAÇÃO
Eu acho que é a nossa vez de se unir e criar uma “sociedade” informativa, alertando ao maior número de pessoas de que a maioria das coisas que se passa ao redor dela é uma grande e ilusória mentira.
Alertar as pessoas de que existe SIM (e sempre existiu!) uma Conspiração ditando as regras e a vida da sociedade… nos manipulando através da omissão e distorção de fatos (tanto históricos quanto atuais), através de todos os meios de comunicação, através da própria educação, religião, e de todas as formas possíveis…
O que as pessoas precisam aprender à fazer é OLHAR TUDO COM SENSO CRÍTICO, pensando e se perguntando como aquilo que está se passando à sua volta iria beneficiar os poderosos.. tenho certeza de que pra maioria das coisas os inteligentes acharão respostas!
Devemos alertar as pessoas de que elas devem SIM argumentar e questionar as coisas, e não simplesmente aceitá-las pq elas “sempre foram assim”.
A nossa cultura foi toda baseada nos interesses dos poderosos!
ELES nos entopem de trabalho e nos ensinam à usar nosso pouco tempo livre em Entretenimento barato, para que jamais tenhamos tempo de pensar (e possivelmente criticar/argumentar) as coisas… usam de diversas armas para ter controle total sobre nossas vidas e ainda conseguem nos deixar “felizes”, “contentes” e agradecidos no fim da história!
Me arrisco à dizer até mesmo que criaram a Religião como forma de consolo (para a gente sempre ter esperanças de que “se Deus quiser…” as coisas vão melhorar, mesmo que não façamos absolutamente nada para que melhorem) e nos ensinam sempre à ser esperançosos, otimistas e positivistas pra gente não se “desesperar” (eles nos ensinaram que essa palavra é negativa, mas em alguns casos não é!) e começar a questionar as coisas!!
VAMOS QUESTIONAR, VAMOS PERGUNTAR “POR QUÊ?” e NÃO VAMOS ACEITAR TUDO QUE BOTAREM NA NOSSA FRENTE!!
ESSE É O 1º PASSO PARA A REVOLUÇÃO… não acredito que seja por meio de política que vamos mudar… temos que mudar nossa maneira de pensar e aceitar primeiro!!! BASTA!!!
Sabe pq eles nos ensinam a dizer “SIM” ???
PQ EXISTEM MUITAS COISAS QUE SE VOCÊ PERGUNTAR O “POR QUÊ?” SIMPLESMENTE NÃO EXISTEM RESPOSTAS… PQ A RESPOSTA É “PQ OS PODEROSOS GANHAM SE VOCÊ AGIR ASSIM, UÉ.”
PERGUNTEM O “POR QUÊ?” E DIGAM “NÃO!!!”
(…)
E O ORKUT TAMBÉM PODE SER USADO COMO UMA ARMA EXPIATÓRIA…
SE TEM ALGUM CAPITALISTA MANIPULADOR DE MENTES DA CONSPIRAÇÃO LENDO ISSO É MELHOR QUE ME MATE PQ A MINHA MENTE JÁ ESTÁ BEM LONGE DO SEU CONTROLE!
E ainda existem muitos outros casos de MANIPULAÇÃO, CONSPIRAÇÃO e eu digo até LAVAGEM CEREBRAL… espero a adição de informações por parte de vocês!
OBS: Esse “descontrole” /”desespero” acaba parecendo meio “ridículo” mas é necessário pra alimentar e animar o ESPÍRITO REVOLUCIONÁRIO.
Fonte: Orkut
[Responder]
Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Mitos e factos sobre o Irão
André Levy
As escaladas militares são precedidas na época moderna por uma ofensiva ideológica e propagandística. Os meios de comunicação social, nas mãos de umas poucas transnacionais, difundem fielmente e sem questionar muitas das falsificações enviesadas lançadas pelos governos beligerantes com o objectivo de diabolizar culturas e os seus lideres. Estes preparam assim o terreno para a aceitação pelas suas populações de acções militares e das fatalidades que estas implicam. Torna-se pois a responsabilidade de qualquer e todo o cidadão fazer o trabalho que muitas vezes não é feito pelos jornalistas (ou permitidos pelas corporações que os empregam) – verificar as afirmações repetidas vezes sem conta, ler os discursos e relatórios originais, e procurar análises alternativas. Vivemos actualmente uma fase em tudo semelhante à escalada propagandística que precedeu a invasão do Iraque, desta feita com as miras apontadas para o Irão. Uma ofensiva contra o Irão traz sérios riscos para o Médio Oriente e para o Mundo, pelo que avaliar o que é afirmado relativamente ao Irão assume uma importância acrescida. Segue-se o que considero serem várias mistificações sobre o Irão e alguns factos que as contradizem.
MITO – O Irão está a desenvolver armas nucleares
FACTO – Não existem quaisquer provas de que o Irão tenha um programa de armas nucleares. As inspecções nos últimos três anos não encontraram qualquer programa de armamento nuclear. Já tiveram lugar mais de 2.200 pessoas/horas de inspecções das instalações nucleares do Irão pela Agência Internacional de Energia Atómica (IAEA), e Mohammed El Baradei já afirmou que não há qualquer evidência de que o Irão tenha um programa de armas nucleares. Em 2005, o Ayatollah Khamenei, Líder Supremo do Irão, emitiu um decreto religioso (fatwa) proibindo a produção e o uso de armas nucleares.
MITO – O Irão está a enriquecer urânio
FACTO – O enriquecimento de urânio para ser usado como fonte de energia doméstica é um direito inalienável sob o NPT. Crê-se que o Irão enriquece o urânio até 3,5%, o suficiente para combustível nuclear, mas seria necessário um enriquecimento com 90% de pureza, e 50-100 quilos desse material, para produzir uma única bomba. Até o relatório oficial da CIA de 2005 conclui que o Irão precisará de pelo menos 10 anos para ter capacidade para produzir uma arma nuclear. A IAEA afirma que existem mil centrifugadoras em operação no programa nuclear; especialistas dizem que seriam necessárias três mil centrifugadoras operando durante um ano para produzir combustível com qualidade para armamento nuclear.
MITO – Inspectores têm encontrado vestígios de urânio altamente enriquecido
FACTO – Em 2004 inspectores encontraram vestígios de urânio altamente enriquecido na fábrica em Natanz. Em 2005, a IAEA confirmou que este urânio era paquistanês e chegou a Natanz em virtude de centrifugadoras importadas.
MITO – Com tanto gás natural, a única razão para o Irão ter centrais nucleares é desenvolver armas nucleares
FACTO – A estratégia económica iraniana pressupõe que a produção doméstica de petróleo e gás natural possa ser canalizada para a exportação. Aliás, esta estratégia económica foi apoiada pelos EUA nos anos 70, no contexto da crise de petróleo, altura em que o Irão era liderado pelo Xá e Dick Cheney, Donald Rumsfeld e Paul Wolfowitz estavam na Casa Branca. Nessa altura, o presidente Ford autorizou a venda de material para o enriquecimento e processamento de urânio ao Irão em troca deste comprar oito reactores nucleares aos EUA.
MITO – O Irão está actualmente a bloquear as inspecções da IAEA
FACTO – O Irão tem cumprido todos os requisitos e permitido as inspecções da IAEA. Assinou o Protocolo Adicional ao Tratado de Não-Proliferação (NPT) e durante boa parte dos últimos três anos permitiu aos inspectores «ir a todo o lado e ver tudo». Depois de ter sido referido ao Conselho de Segurança da ONU o ano passado, o Irão retirou-se voluntariamente do Protocolo Adicional. Contudo está ainda em cumprimento completo com as suas obrigações internacionais e a permitir inspecções. Inspectores do IAEA foram às instalações nucleares em Isfahan e Natanz a 10-12 Janeiro 2007. Veja-se o relatório mais recente da IAEA (Fevereiro 2007).
MITO – A ONU aprovou legitimamente uma resolução que o Irão não cumpriu
FACTO – Não existe fundamento para a Resolução 1.737 sob a lei internacional, e foi questionado se não foram exercidas pressões políticas sobre os membros do Conselho de Segurança para votar a resolução. Sem evidências de que o Irão tenha usado as suas instalações nucleares civis para fins militares e tendo em conta que coopera na totalidade com a IAEA, não existe razão, ao abrigo do NPT, para referir o Irão ao Conselho de Segurança ou para este aprovar a Resolução 1.737. Esta resolução deu ao Irão 60 dias para terminar o enriquecimento do urânio. Este prazo já foi ultrapassado e os EUA irão sem dúvida tentar aprovar outra resolução envolvendo medidas mais fortes, nomeadamente intervenção militar.
Em Junho de 2006, 56 nações aprovaram a Declaração de Baku onde se afirma que «a única maneira de resolver o tema nuclear do Irão é reassumir negociações sem quaisquer pré-condições e melhorar a cooperação com o envolvimento de todas as partes relevantes». De igual modo, o movimento dos Não‑Alinhados, representando a maioria da comunidade internacional, reconheceu o direito do Irão a tecnologia nuclear civil.
MITO – O Irão está a hospedar membros da al-Qaeda
FACTO – Não existe qualquer evidência de que o Irão, maioritariamente xiita, esteja a colaborar com a al‑Qaeda, enraizada entre os sunitas, particularmente da corrente Wahhabi, historicamente oposta à denominação xiita. O Irão condenou os ataques do Onze de Setembro e apoiou os ataques contra os talibã. Seymour Hersh [1] revelou que a demissão de John Negroponte como Director Nacional de Inteligência se deveu à sua oposição ao apoio secreto dado pela Administração Bush a grupos radicais sunitas, alguns com ligações à al-Qaeda, para combater grupos xiitas apoiados pelo Irão.
MITO – O Irão está a fornecer armas e inteligência aos insurgentes iraquianos
FACTO – O Irão apoia algumas organizações iraquianas xiitas, em particular o Conselho Supremo da Revolução Islâmica no Iraque, o segundo maior grupo no parlamento, grupo este que também recebe apoio dos EUA; o seu líder, Abdelaziz Hakim, esteve na Casa Branca em Dezembro. Mas não existe evidência de apoio militar do governo iraniano aos insurgentes iraquianos. McClatchy Newspapers revelou, em Março de 2007, que 90% dos ataques a tropas estadunidenses no Iraque ocorreram em zonas sunitas, isto é, que a maioria dos ataques aos EUA no Iraque não ocorrem em zonas de influência do Irão. O General Peter Pace, presidente da Junta de Chefes de Estado (Joint Chiefs of Staff), admitiu numa conferência de imprensa do Pentágono em Janeiro de 2007 que não há evidência de que o governo iraniano esteja a enviar equipamento militar ou pessoal para o Iraque. Em Fevereiro, o Wall Street Journal noticiou que os militares dos EUA descobriram uma fábrica em Jedidah, no sul do Iraque, capaz de construir as bombas usadas em ataques rodoviários (explosively formed penetrators, ou EFPs), que os EUA alegaram só poderiam ser produzidas no Irão.
O New York Times notou que vários artigos recuperados na fábrica obviamente não foram produzidos no Irão, incluindo uma caixa com a inscrição «made in Haditha», uma cidade iraquiana.
MITO – O Irão está a planear destruir Israel
FACTO – O Irão não tem o poder militar para constituir uma ameaça objectiva a Israel, nem nunca lançou qualquer ataque militar contra Israel. O comentário de Ahmadinejad, pronunciado originalmente na Conferência “Um mundo sem sionismo”, em Outubro de 2005, de que Israel «deve desaparecer do mapa», tem sido repetidamente interpretado como a intenção de destruir Israel. No entanto, vários analistas fizeram notar que a tradução do original, em persa, é controversa, e que seria mais correctamente traduzido como «o regime ocupando Jerusalém deve desaparecer da página do tempo», expressando desejo de que o regime sionista de Israel fosse substituído, e não que o povo israelita fosse exterminado. Ahmadinejad tem apelado para a mudança do regime no poder, da mesma forma que a União Soviética sofreu uma mudança de regime. Afirma‑se que a retórica do Presidente Ahmadinejad contra Israel é inflamatória. Contudo, deve ser feita uma distinção entre retórica agressiva e verdadeiras ameaças.
MITO – O Irão é uma ameaça à estabilidade da região
FACTO – O Irão está rodeado a oeste, norte e este por países com armas nucleares – os EUA (no Iraque e Afeganistão), Israel, Rússia, China, Índia e Paquistão, e agora a Coreia do Norte. O Irão não invadiu ou ameaçou qualquer país nos passados 250 anos. A única guerra travada pelo Irão foi-lhe imposta pelo exército de Saddam, que invadiu o Irão com o apoio dos EUA e seus aliados. Um ataque ao Irão iria causar instabilidade na região e no mundo, tal como a invasão e ocupação do Iraque. Como reconhecido pelo relatório Baker/Hamilton do Grupo de Estudo do Iraque, o Irão constitui uma força diplomática a recrutar para atingir a estabilidade no Iraque.
A demonstrá-lo, em Fevereiro, o Iraque convidou o Irão e a Síria a participar em encontros regionais para trabalhar pela paz e estabilidade na região.
MITO – O Irão não é uma democracia
FACTO – O Irão não terá uma democracia à imagem dos países ocidentais, mas tem um processo de sufrágio universal para eleger o presidente, que em 2005 contou com a participação de cerca de 60% dos eleitores na primeira e segunda volta. Igualmente relevante, tem uma sociedade civil muito diversificada e interveniente. Qualquer assalto militar no país irá fortalecer enormemente as forças políticas antidemocráticas. As organizações emergentes da sociedade civil no Irão seriam as primeiras vítimas de um ataque militar de outro país. O povo Iraniano como um todo opõe-se a uma acção militar contra o Irão.
MITO – Pressionar o Irão não está relacionado com objectivos geoestratégicos para controlar o seu petróleo e gás natural
FACTO – O Irão detém a terceira maior reserva de petróleo no mundo, depois da Arábia Saudita e Iraque, e conjuntamente possui mais petróleo e gás natural que qualquer outro país no planeta, tendo recentemente transitado de petrodólares para uma bolsa baseada em euros, à semelhança do sucedido no Iraque pouco antes da sua recente ocupação. A troca de petrodólares por euros traz implicações monetárias de grande significado para os EUA, que possui um défice em conta corrente na ordem dos 800 mil milhões de dólares.
MITO – Os EUA não vão alvejar militarmente o Irão
FACTO – Já foram iniciadas operações militares estadunidenses em território iraniano, incluindo sobrevoos e operações terrestres de reconhecimento de potenciais alvos e perseguição de operativos iranianos. Em Janeiro, um segundo porta-aviões da marinha dos EUA foi enviado para o Golfo Pérsico, juntamente com os navios de apoio (limpa minas, etc.); sistemas mísseis de defesa Patriot foram também destacados para o Golfo. O Pentágono estabeleceu um grupo de planeamento especial para desenhar um plano de bombardeamento do Irão [1]. Uma invasão terrestre do Irão é pouco provável. É possível, porém, que os EUA usem o seu massivo poderio aéreo para destruir a infra-estrutura civil e militar do Irão. Uma invasão terrestre limitada poderia então tomar a província do Khuzestão que faz fronteira com o Iraque e possui 90% das reservas de petróleo e gás. Israel tem já um plano de ataque sobre as centrais nucleares [2], podendo os EUA ser levado a intervir se Israel atacar primeiro.
* Biólogo e publicista. É autor do blog Jangada de Pedra, associado do IA.
[1] New Yorker, 5 de Março de 2007.
[2] Uzi Mahnaimi e Sarah Baxter, Sunday Times, 7 de Janeiro 2007.
[Responder]
Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
A Resistência Palestina
Um direito legítimo e um dever moral
Samah Jabr
Aquelas poucas pessoas que chegam a refletir sobre os aspectos morais, políticos e estratégicos da nossa luta, vêem-se confrontadas com a falta de perspectivas e os desgastes que o conflito causa à razão e à consciência.
Como avaliar a Resistência Palestina com o respeito e a justiça que lhe são devidos no quadro da longa história do conflito palestino-israelense?
A ocupação da Palestina tem por fundamento uma ideologia do século XIX que nega a existência de um povo. Ela seguiu uma agenda colonial fazendo valer certos “direitos divinos a uma terra sem povo”.
Em resposta a esta agressão teo-colonial, a Resistência Palestina adotou a estratégia da guerra de um povo a fim de impor o reconhecimento da Palestina como uma nação desapossada, ao invés da qualidade de “nação não existente”.
Ainda hoje os palestinos continuam a viver sem dispor de um Estado, nem de forças armadas. Nossos ocupantes submetem-nos a toque de recolher, a expulsões, a demolições de casas, a tortura legalizada, e a toda uma panóplia altamente elaborada de violações dos direitos do homem.
Nada pode justificar a comparação entre o nível de responsabilidade oficial à qual os palestinos estão adstritos pelas ações de alguns indivíduos, com a responsabilidade de violência sistemática e intensa contra uma população inteira, praticada com toda a impunidade pelo Estado judeu.
A imprensa americanoa chama “terrorismo” à nossa busca de liberdade, e assim o palestino é tido como o protótipo internacional do terrorista. Esta política moldou a opinião pública ocidental tendo por conseqüência, uma tomada da posição internacional concretizada na tendência a descrever as violências cometidas contra civis palestinos com uma linguagem neutra. As vítimas palestinas ficam reduzidas a simples estatísticas anônimas, ao passo que as vítimas israelenses são pintadas com palavras e imagens fortes. Esta distorção sobre a Resistência Palestina abafou qualquer diálogo razoável.
Muitos dos nossos esforços para desafiar o cruel domínio do ocupante, são reduzidos a “ameaça do terrorismo”, como se devêssemos desculpar-nos permanentemente, e nós próprios condenarmos a nossa legítima Resistência; e isso apesar da ausência de definição correta do termo “terrorismo”, e do fato de que o direito à autodeterminação pela luta armada é previsto e autorizado pelo artigo 51 da Carta das Nações Unidas, referente à autodefesa.
Como é possível que a palavra “terrorismo” seja aplicada tão à vontade contra os indivíduos ou grupos que utilizam bombas artesanais, e não aos Estados que empregam armas nucleares (urânio empobrecido) e outras armas proibidas, assegurando a continuada dominação do opressor?
Israel, EUA e Grã-Bretanha encontrar-se-iam, obviamente, à cabeça da lista dos Estados exportadores de terrorismo, devido às suas agressões militares contra a população civil na Palestina, no Iraque, no Sudão e alhures.
Mas “terrorismo” é um termo político de que se serve o usurpador colonialista para desacreditar aqueles que resistem, do mesmo modo que os afrikanners e os nazistas qualificavam de “terroristas” os combatentes negros sul-africanos e os partisans da Resistência francesa.
Também há a tendência junto àqueles que se opõem à Resistência Palestina de utilizar o termo Jihad como sinônimo de “terrorismo”. De fato, eles reduzem o significado dessa palavra à noção de morte. Jihad é um conceito muito mais rico, e que significa lutar contra nossos baixos instintos, nos esforçarmos por fazer boas ações, lutar ativamente contra a injustiça e demonstrar paciência em períodos difíceis. Jihad não significa fazer uso de violência contra as criaturas de Deus, nem a coragem de morrer defendendo os direitos das criaturas de Deus. Entretanto, a violência pode ser um meio de defesa de um ser humano racional. É assim, por exemplo, quando uma mulher reage violentamente a uma ameaça de violação: isto é uma forma de Jihad.
Além disso, a Jihad é um valor islâmico, e nem todos os combatentes palestinos são muçulmanos.
A verdadeira razão pela qual jovens palestinos, sinceros e generosos, se fazem explodir, é um segredo que eles levam consigo. Talvez seja o fruto misterioso da vingança lavrando no solo fértil da opressão e da ocupação, ou a profunda maneira de protestar contra a crueldade impiedosa, ou até a tentativa desesperada de atingir a igualdade com os israelenses na morte, visto como lhes é impossível em vida.
As pessoas que vivem em condições desumanas durante toda a vida são, infelizmente, capazes de atos desumanos. O que resta aos milhares de desabrigados de Rafah, senão a Resistência? Não se trata do Islã, trata-se da natureza humana, comum a homens e mulheres, religiosos, seculares e agnósticos.
Nossas mulheres kamikazes certamente não morrem na esperança de se reunirem às setenta virgens que as esperam no Paraíso.
Outro fator decisivo na Resistência Palestina, é a história aflitiva das sucessivas negociações de paz, e a ausência de apoio internacional.
As negociações com Israel não trouxeram senão promessas de autonomia sobre o nosso empobrecimento, sempre reforçando a vontade do poderoso, e consolidando as desigualdades como bases de uma ocupação concebida para durar. A ausência de um mediador honesto nas negociações de paz, é a coisa mais flagrante.
As Nações Unidas foram incapazes de tomar medidas para defender os direitos dos palestinos. O mundo inteiro não foi capaz de propor qualquer remédio para as inúmeras feridas que afligem os palestinos. Em muitas ocasiões Washington utilizou o seu direito de veto no Conselho de Segurança para se opor ao consenso mundial que pedia a presença de observadores internacionais na Cisjordânia e em Gaza.
A negação implacável dos nossos direitos, junto à ausência de solução internacional eficaz, levou-nos a tomar consciência de que a autodefesa era a nossa única esperança.
O direito internacional concede a qualquer população combatendo uma ocupação ilegal, o direito de utilizar “todos os meios à sua disposição” para se libertar, e os povos ocupados “têm o direito de procurar e de receber apoio” (cito aqui várias resoluções da ONU).
A Resistência armada foi posta em prática pela revolução americana, pela Resistência afegã contra a União Soviética, pela Resistência francesa contra os nazistas, e pelos judeus resistentes nos campos de concentração, nomeadamente no afamado gueto de Varsóvia. Da mesma forma, a Resistência Palestina é o resultado de uma situação de ocupação ilegal, e de opressão de um povo em seu conjunto. O grau de violência pode variar, pode acontecer mesmo que a Resistência seja essencialmente não violenta.
Apesar de todas as injustiças de que são objeto, os palestinos continuam resolutamente a viver, a estudar, a orar, e a cultivar as suas terras num país ocupado. Em alguns casos, eles resistem ativamente e recorrem a atos violentos. Esta Resistência violenta pode ser, ou defensiva (e portanto, no meu íntimo, moralmente correto) como a defesa por exemplo, no campo de refugiados de Jenin pelos combatentes, face ao avanço das máquinas da morte israelenses; ou tomar a forma de atos ofensivos inaceitáveis, tal como o bombardeamento de civis israelenses a festejarem a páscoa judia.
Contudo, em ambos os casos, são indivíduos que escolhem a forma de Resistência, e a escolha que eles fazem não é obrigatoriamente aquela do conjunto do povo palestino. Entretanto, como já constatamos, quer a Resistência seja violenta, ou não violenta, ela é igualmente respondida por uma deliberada e brutal violência de Estado, por parte do democrático governo israelense e do seu exército. A morte da militante pacifista americana Rachel Corrie é a prova evidente.
“Onde está o Gandhi palestino?”, perguntam-se alguns. Os nossos “Gandhis” estão ou na prisão, ou no exílio, ou enterrados. Nós não somos centenas de milhões. Um povo de 3,3 milhões e sem armas, fica vulnerável face aos 6 milhões de israelenses, todos virtualmente soldados ou reservistas. Não se trata de uma colonização econômica, os israelenses praticam a depuração étnica a fim de se apossar da terra dos palestinos para o único proveito dos judeus.
É irônico constatar que poucas pessoas, entre aquelas que exortam os palestinos a imitar Gandhi, falam sobre o sionismo, a causa primária da invasão e ocupação da Palestina.
Entretanto, já em 1938 Gandhi contestava e repudiava os argumentos do sionismo: “Minha simpatia não me faz esquecer a necessidade de justiça; o pedido por um lar nacional para os judeus não me convence; o argumento para este lar, é baseado na Bíblia, e na cobiça com que os judeus postulam o seu retorno à Palestina; por que não podem eles, como os demais povos da terra, estabelecer o seu lar no país onde nasceram e onde ganham a sua vida?”.
Gandhi repudiou claramente a idéia de um Estado judeu sobre a “terra prometida”, fazendo notar que “a Palestina na concepção bíblica não é um tratado geográfico”.
A Resistência violenta é o resultado de uma ocupação militar desumana que inflige arbitrariamente castigos cotidianos; que nega a possibilidade da própria existência dos meios de subsistência, e que destrói sistematicamente toda a perspectiva de futuro do povo palestino.
Os palestinos não foram à terra de um outro povo para destruí-lo, ou despojá-lo dos seus bens.
O nosso desejo não é nos fazermos explodir para aterrorizar os outros. Nós queremos que as pessoas possam ter, por direito, uma vida decente sobre a nossa terra natal.
O mais perturbador, no que se refere às criticas expressas contra a nossa Resistência, é a maneira com que fazem pouco caso dos nossos sofrimentos, como diminuem a importância do que nos foi usurpado, e da constante violação dos nossos direitos mais elementares.
Quando somos assassinados, estes críticos permanecem insensíveis. Nossa luta pacífica, cotidiana, para levar uma vida normal, permanece amplamente ignorada. Quando alguns dentre nós sucumbem ao impulso da represália e da vingança, a indignação e a condenação caem sobre todo o conjunto da nossa sociedade.
A segurança israelense é julgada mais importante do que os nossos direitos elementares de existência; as crianças israelenses são consideradas mais humanas do que as nossas; e a dor israelense mais inaceitável do que a nossa.
Quando nos rebelamos contra as condições desumanas que nos esmagam, nossos críticos comparam-nos a terroristas, inimigos da vida e da civilização.
Mas não é para apaziguá-los que devemos reavaliar a nossa Resistência. É porque nós nos preocupamos com o ânimo dos palestinos e do seu moral.
As leis internacionais e os precedentes históricos de numerosas nações, reconhecem o direito de uma população, quando ela se encontra sob o jugo de uma opressão colonial, a tomar armas na sua luta de libertação. Por quê a situação seria diferente no caso dos palestinos? Se é uma regra do direito internacional, não é portanto de aplicação universal?
Os americanos estabeleceram na sua constituição direitos à vida, à liberdade e à busca da felicidade. É essencial que o direito à vida seja mencionado em primeiro lugar. Afinal de contas, sem o direito a permanecer com vida, a proteger-se dos ataques, a defender-se, os outros direitos perderiam o sentido e a razão de ser. A lógica decorrência deste direito, é o direito à autodefesa.
Nós, palestinos, continuamos a enfrentar uma ocupação brutal expondo nossos peitos desarmados, e nossas mãos nuas. Creio no diálogo entre palestinos e israelenses, mas as negociações não bastam por si próprias: elas devem ser acompanhadas pela Resistência contra a ocupação.
Entretanto, enquanto os israelenses nos acenam com o diálogo, continuam a construir assentamentos para aqueles “colonos”, e a erguer uma muralha que nos encerrará e violará ainda mais os nossos direitos.
Por quê deveríamos abandonar o nosso direito de resistir? Para continuarmos a viver sob o absurdo domínio do usurpador assassino?
Viver sob a opressão e submeter-se à injustiça, é incompatível com a saúde psicológica. A Resistência não é só um direito e um dever, é também como um remédio para os oprimidos.
Independentemente de qualquer opção estratégica ou pragmática, na Resistência reside a expressão da nossa dignidade humana.
A Resistência violenta deve ser sempre defensiva e utilizada em última instância. Entretanto, é importante distinguir os alvos aceitáveis (militares) dos alvos inaceitáveis (civis) e estabelecer limites ao uso das nossas armas. O colonialista opressor, por sua vez, não deve ficar isento destes mesmos princípios.
A história da nossa Resistência deve ser olhada e avaliada do ponto de vista do direito internacional, da moralidade, da experiência e do aspecto político, tendo em conta acontecimentos cronológicos e contextuais, concedendo o seu justo lugar aos direitos do homem, às regras internacionais, e às normas de comportamento amplamente admitidas pela comunidade internacional.
Os palestinos devem procurar alternativas não violentas e eficazes como forma de Resistência. Elas poderão persuadir os progressistas de todo o mundo a juntarem-se ao nosso combate.
Afinal de contas, a força do palestino reside na sua moralidade, nas suas virtudes humanas; cabe a nós encontrar recursos morais e humanitários a fim de proteger esta força.
Samah Jabr é médica palestina e vive na Jerusalém ocupada. Filha de um professor universitário e de uma diretora de colégio, foi cronista do Palestine Report de 1.999 a 2.000, com a rubrica Fingerprints. Desde o princípio da Intifada contribui regularmente com o Washington Report on Middle East Affairs e com Palestine Times de Londres. Além disso recebeu o prêmio do Media Monitor’s Network pela sua contribuição sobre a Intifada, e alguns dos seus artigos foram publicados no International Herald Tribune, Philadephia Inquirer, Australian Options, The New Internationalists e outras publicações. A autora deu várias conferências no estrangeiro, nomeadamente na Universidade Fordham e no St. Peter’s College de Nova York, em Helsinque e em várias universidades, mesquitas e igrejas na África do Sul.
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A Resistência da Universidade palestina
Através da Ordenação Militar 854 (uma das milhares de ordenações do exército judeu que modificam a legislação em vigor na Palestina ocupada) é Israel quem aprova as licenças de funcionamento de todas as instituições educacionais palestinas, o que implica no controle, pelas forças de ocupação, do pessoal acadêmico, dos programas e currículos, e dos manuais de ensino das escolas.
Outro golpe que afetou gravemente o funcionamento das universidades palestinas nos territórios ocupados, foi que muitos professores considerados “estrangeiros” (em realidade palestinos com passaportes de outros países) foram intimados a assinar uma declaração, segundo a qual, “o professor compromete-se a não dar qualquer apoio à OLP”. Com a veemente recusa dos professores a assinarem esse ignominioso documento, a repressão foi violenta:
Imediatamente dezoito professores foram expulsos da Universidade An-Najah, enquanto outros três que estavam em outros países, foram proibidos de voltar à Palestina; dessa maneira, a Universidade de Bir-Zeit perdeu cinco professores, e a Universidade de Bethléem perdeu outros doze.
Sempre com a finalidade de eliminar a resistência cultural palestina, a prisão de estudantes e professores, pelos motivos mais fúteis, é comum em todas as universidades palestinas.
Os estudantes e professores presos são confinados na prisão de Fara’a, no Vale do Jordão; e conforme a “Lei de urgência”, ainda do período do Mandato Britânico, o preso pode ficar incomunicável por até dezoito dias, sem nenhuma acusação e sem poder avisar a família, ou indicar um advogado. O “tratamento” é absolutamente degradante, e vai desde insultos a torturas.
[Responder]
Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Parabéns judeus, grandes inventores – parte 2
• Inventaram a nataçao ao atravessar o mar vermelho.
• Inventaram o diario de Anne Frank.
• Inventaram o holoconto.
• Inventaram o comunismo, opressor e assassino.
• Inventaram a maçonaria.
• Inventaram que haviam campos de extermínio em massa, por meio de gaseamento.
• Inventaram Israel, estado assassino.
• Inventaram que nazistas malvados faziam casacos com a pele de judeus, sabão com a gordura, assim como outros artefatos derivados de outras partes dos corpos.
• Inventaram que nazistas malvados queriam dominar o mundo e acabar com todos indivíduos não-brancos.
• Inventaram que eles são o “povo escolhido”.
• Inventaram o termo “genocídio”.
• Inventaram o filme fictício “A Lista de Schindler”.
• Inventaram a Noite dos Cristais.
• inventaram a 2ª guerra mundial assassinando 5 mil alemaes q viviam no corredor de danzig chamando a alemanha pra invadir a polonia e trazer a inglaterra e a frança pro combate. Vide http://judicial-inc.biz/Broooomberg_pictures.htm
• inventaram o trafico de negros como escravos.
• inventaram o trafico de mulheres como prostitutas.
• inventaram que os judeus do mundo só estarao seguros em Israel.
[Responder]
Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Amor, segurança e demografia
Com medo da “ameaça demográfica”, governo israelense cancelou a autorização que tinham cidadãos ou cidadãs palestinos, casados com árabes israelenses, de viver em Israel, tornando-os ilegais em sua própria casa
Meron Rapoport
A lei que transformou a vida da família El-Sana num inferno foi classificada pela comunidade internacional, inclusive a Comissão Européia, de racista e discriminatória
Murad El-Sana, um palestino nascido em Israel, em Laskia, cidade de beduínos próxima a Beersheva, não tinha qualquer segunda intenção de ordem política quando descobriu Abeer, uma palestina nascida em Belém. Ambos estudavam na Universidade de McGill, no Canadá, no âmbito de um programa especial denominado “Construir a Paz” no Oriente Médio. Foi quando se apaixonaram. Nem um, nem outro imaginava que alguma coisa pudesse interferir em sua felicidade. “Eu sabia que Abeer não era uma criminosa, assim como eu próprio não o sou”, explica Murad. “Nem tinha pensado no fato de ela ser palestina e eu, israelense. Apenas a amava, era só isso.”
Três anos após se terem conhecido do outro lado do Atlântico, Murad, formado em Direito, e Abeer, professora universitária, casaram-se em Jerusalém, em fevereiro de 2003. Porém, no dia 12 de maio desse ano, o governo israelense decidiu cancelar a autorização que tinham cidadãos ou cidadãs palestinos, casados com árabes israelenses, de viver em Israel. Dois meses e meio depois, o Parlamento transformava aquela decisão em lei. Abeer, que se instalara em Beersheva para morar com seu marido, tornava-se ilegal em sua própria casa. “Foram os tempos mais duros de nossas vidas”, conta Murad. “A ameaça de detenção pairava sobre nossas cabeças, como uma espada. Abeer não podia lecionar na Universidade nem podia receber a assistência normal. Para evitar que nos localizassem, não podíamos dar nosso endereço a ninguém.”
Infração a um direito sagrado
O Estado de Israel responde que teve que infringir esse direito sagrado por motivos de segurança. São raras, no exterior, as pessoas que aceitam esse argumento
A lei que transformou a vida da família El-Sana num inferno chama-se Lei sobre a Cidadania e Entrada em Israel. A comunidade internacional, inclusive a Comissão Européia, classificou-a de racista e discriminatória. Ela viola um dos direitos fundamentais de todos os seres humanos: o de amar quem se deseja e o de criar uma família. O Estado de Israel responde que teve que infringir esse direito sagrado por motivos de segurança. São raras, no exterior, as pessoas que aceitam esse argumento. E, mesmo em Israel, muita gente o desaprova.
Na realidade, de que se trata? Há anos que os casamentos entre palestinos nascidos em Israel e palestinos nascidos na Cisjordânia ou em Gaza constituem um fenômeno banal. Uns e outros pertencem ao mesmo povo, partilham da mesma cultura e, em muitos casos, têm as mesmas raízes familiares – o que representa um dado importante, pois, na Palestina, existe a tradição de se casarem membros de um mesmo clã. Até agora, um cidadão, ou cidadã, palestino casado com uma, ou um, israelense se via forçado a percorrer longos trâmites burocráticos – bem mais longos do que para o caso de qualquer outro estrangeiro – para obter a autorização de residência permanente, e até a cidadania israelense.
Entre 1993 e 2001, o Ministério do Interior israelense registrou 22.414 pedidos de “reunificação de famílias”, dos quais 16.007 receberam uma resposta positiva. Na ausência de dados estatísticos sobre o número de crianças envolvidas, é possível calcular que um total de 100 mil palestinos tenha recebido a autorização para viver em Israel. Um número relativamente alto, considerando-se que a população israelense é de cerca de seis milhões de pessoas.
Vida familiar fora da lei
Entre 1993 e 2001, o Ministério do Interior israelense registrou 22.414 pedidos de “reunificação de famílias”, dos quais 16.007 receberam uma resposta positiva
A nova lei representa uma guinada brutal. “O Ministério do Interior não irá conceder cidadania a um residente da região”, explicita, referindo-se à Judéia e Samaria, ou seja, à Cisjordânia e à Faixa de Gaza. No entanto, “quem reside nas comunidades israelenses da região”, ou seja, os colonos, não é considerado pelo texto como “residente da região”! Essas definições tanto servem para o Ministério do Interior, quanto para os comandantes militares proibirem a concessão de residência permanente aos “residentes da região”.
Concretamente, não existem esperanças para Abeer El-Sana – nem para dezenas de milhares de outros palestinos, inclusive milhares de crianças – de conseguir uma vida em comum familiar dentro da lei. A proibição só pode ser contornada em duas únicas circunstâncias: para pessoas que venham trabalhar ou se tratar em Israel; e para os “residentes” que “o Ministério do Interior esteja convencido de que se identificam com o Estado de Israel e seus objetivos (…) e tenham realizado alguma ação significativa no sentido de melhorar a segurança” – em outras palavras, delatores palestinos, a quem se oferecerá também a cidadania israelense.
Oficialmente, a lei obedece a exigências de segurança. As notas esclarecedoras explicam que ocorreu “um aumento acirrado no conflito” de palestinos que obtiveram documentos israelenses graças à reunificação das famílias e, conseqüentemente, para a segurança de Israel, convém bloquear essa via de acesso ao país. Questionado pela organização Adala, entidade legal que defende os direitos da minoria árabe em Israel, o governo citou seis casos em que palestinos naturalizados participaram de ações terroristas. Mais tarde, esse número passou para 21. O número, replicou a Adala, representa apenas 0,02% dos palestinos envolvidos.
E é bem inferior ao número de delatores palestinos envolvidos em atentados terroristas: por exemplo, o homem que transportou o suicida até o restaurante Maxim, em Haifa , era filho de um deles…
Israel tem motivos para pedir a seus cidadãos árabes que não façam a guerra, mas dificilmente lhes pode pedir que não façam amor. Na verdade, a lei se explica por outros motivos. A começar pela “ameaça demográfica”, como admitiu claramente, antes da votação da lei, Gideon Ezra, ex-diretor-adjunto do Serviço de Segurança Interna (Shabak) e ministro sem pasta: “O Estado de Israel não está preparado para aceitar um ‘direito de retorno’ dissimulado e ninguém quer que nosso Estado deixe de ser um Estado judeu.”
Eis por que Israel desrespeita esse direito fundamental – o direito a amar e constituir família. E homens e mulheres arcam com as conseqüências. Nos dois últimos anos, Mahmud Salwe só saiu de seu vilarejo de Um-Ghanio, perto de Afula, por duas vezes: receia ser preso e separado de sua mulher e de seus quatro filhos. A advogada Yoahana Lerman, que vem acompanhando esses problemas, conta que uma de suas clientes fez um aborto por medo de que seu bebê não desfrutasse de direitos legais. “Recuso-me a pensar no que irá acontecer se essa lei não for modificada”, diz Murad El-Sana, que também trabalha na organização Adala. “Seria um desastre!”
A Adala, assim como outras entidades, entraram com um recurso junto à Corte Suprema, exigindo que a lei seja revogada por ferir os direitos humanos. A Corte decidiu realizar um debate com um quorum de 13 juízes, sinal de que considera a questão fundamental. “O amor não conhece fronteiras e as despreza”, diz o recurso da Adala. “É por isso que esta lei não prevalecerá. (…) Porque homens e mulheres continuarão se apaixonando, se casando e constituindo famílias” Israel tem motivos para pedir a seus cidadãos árabes que não façam a guerra, mas dificilmente lhes pode pedir que não façam amor.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Use a imaginação
Imagine agora você, sentado em sua casa, lendo este texto. Quando de repente um nativo americano (vulgo índio) invade a sua casa e alega que este território pertence a ele, que eles são os donos originais. Imagine que pra isso ele utilize armas novíssimas, vendidas a preço baixo pela maior potência militar do globo.
Imaginando?! Agora imagine que eles coloquem faixas de indetificação em você e o proíbam de se rebelar e recebam apoio da ONU. Continue imaginando. Agora você se assentou em outro lugar. Longe de água, longe de esgoto e começa a construir um barraco… Quando de repente você começa a ouvir sons de explosões. São mísseis. Mas não são mísseis quaisquer. É a mais nova série top-de-linha. E você e parte de sua família (alguns morreram na explosão outros de doenças provocadas pela falta de saniamento básico) são removidos para um lugar ainda mais longe.
Como você se sentiria?! Com ódio?! Pronto para matar?! Pois foi isso que Israel fez na Palestina. Retomou o algo que eles não queriam a DOIS MIL anos e intensificaram conflitos no Oriente Médio.
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Luciana
em 3 de maio de 2007
Lugar de Israelense é em ISRAEL !
O que é e para que serve o brasil e os brasileiros?Assim mesmo em minúculo
Por Luis Carlos goldman 30/04/2007 às 18:39
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/04/380647.shtml
Porque os brasileiros se ufanam somente ,no carnaval e copa do mundo, do seu país?Será vergonha? Vergonha de ostentar em seu carro ou casa a bandeira do seu país.
Eles tem razão.Não há nada a ufanar ,somente os seu país de proporções continentais.
Belíssimo, de natureza estonteante, mas entregues a um povo menor.
Sou descendente de judeus,me orgulho disso,nasci aqui no brasil,infelizmente, mas ISRAELENSE DE CORPO E ALMA.
Tenho dupla cidadania,venho ao brasil, apenas nas férias para me divertir,pois, é só para isso presta este país, imfelizmente entregue a macacos mestiços,miscegenados.
No resto do mundo,fazem,com razão ,pouco caso dos brasileiros.
O país é visto como excelente rota de turismo sexual.As brasileiras gostosas ,bundudas e burras,como é de resto, com os latinos, adoram um gringo.
Qualquer um,desde que fale outra língua e tenham dólares.Abrem suas pernas para nós com prazer.E várias vezes tive mostra disso, aqui em SP , amigos vindos de Israel, queriam conhecer as famosas brasileiras,as mais bonitas.
Dei-lhes apenas uma dica que não falassem portugues ou espanhol, mas sim Inglês ou hebraico mesmo.
Bastou chegarmos num barzinho chique , falando enrolado e mostrando alguns dólares, para que a mulherada caísse matando,se oferecendo para serem comidas, são umas Putas.
Infelizmente ,como já disse, é uma pena que este país maravilhoso ser entregue a um povo tão ordinário
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André Farme
em 3 de maio de 2007
MAÇONARIA – As Garras Criminosas de ISRAEL
A MAÇONARIA dos Judeus no Brasil -200 anos
Por Leonildo Correa 30/04/2007 às 20:57
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/05/380663.shtml
Usando de muita ASTÚCIA, os judeus CRIARAM e MANIPULAM as SOCIEDADES SECRETAS para agirem livre e impunemente nos porões do poder e das Instituições Públicas como O CORROMPIDO E CONTAMINADO judiciário Brasileiro.
O Dia-14/04/2007: PF – Operação Furacão: PRESOS
DESEMBARGADORES – TRFs:
1-Ernesto da Luz Pinto Dória-TRF em SP/Campinas;
2-José Eduardo Carreira Alvim-2º TRF no RJ/ES;
3-” José Ricardo de Siqueira Regueira-TRF do RJ ”
MOÇÃO Nº 7776/2005
EMENTA: DE CONGRATULAÇÕES E APLAUSOS AO MAÇOM:
Desembargador “JOSÉ RICARDO DE SIQUEIRA REGUEIRA-TRF do RJ”
PELO 27º ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DO,
GRANDE ORIENTE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO – GOERJ E
PELOS RELEVANTES SERVIÇOS PRESTADOS A HUMANIDADE E A MAÇONARIA.
Autor(es): Sivuca
Requeiro à Mesa Diretora, nos termos regimentais, seja inserida nos anais desta Casa de Leis,
MOÇÃO DE CONGRATULAÇÕES E APLAUSOS ao MAÇOM JOSÉ RICARDO DE SIQUEIRA REGUEIRA pelo 27º Aniversário de Fundação do Grande Oriente do Estado do Rio de Janeiro – GOERJ e,
pelos relevantes serviços prestados à humanidade e a Maçonaria.
Plenário Barbosa Lima Sobrinho, 23 de setembro de 2005.
DEPUTADO SIVUCA
“O Globo – 23/04/2007 – Antônio Fernando alerta desembargadores e procurador que foram soltos
BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, alertou os desembargadores José Eduardo Carreira Alvim, “Ricardo Regueira” e Ernesto Dória e o procurador regional da República Sérgio Leal, acusados de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis, de que eles podem ser denunciados novamente se, soltos, atrapalharem as investigações. Os quatro foram denunciados por formação de quadrilha, corrupção passiva e prevaricação”
O Dia-07/12/2006: SP- A Justiça condenou a empregada doméstica Angélica Aparecida Souza, 19 anos,que ficou PRESA 4 meses e 8 dias, a 4 anos de prisão em regime semi-aberto por ter TENTADO roubar um pote de manteiga para alimentar seu filho de 2 anos que passava FOME.
O Globo -12/11/2006: Mais de 94% dos presos em operações da Polícia Federal no combate a CORRUPÇÃO e ao CRIME ORGANIZADO já foram soltos.
A História Secreta do Brasil-3Vol
“…É preciso compreender que o judaísmo está fora dos povos e quer o esmagamento de todos. Por isso lança uns contra os outros,através da ASTÚCIA DAS INTRIGAS lucrando com OS CONFLITOS E A DESUNIÃO DE TODOS.
Para chegar a seus fins, o judaísmo mascara-se com todas as máscaras e manobras usando de sua MÃO OCULTA, dos braços das sociedades secretas como a MAÇONARIA que se encontram por toda a parte TRABALHANDO ANONIMAMENTE em prol da RAÇA JUDAICA ,criando intrigas maçônicas que confundem e dilaceram o Brasil, ocultando satanicamente o Minotauro do judaísmo à espera do momento de devorar as gerações de brasileiros…”
(Gustavo Barroso-Presidente da ABL : advogado, professor, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista com vasta obra de 128 livros,Com apenas 35 anos de idade,foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira nº 19, onde desempenhou intensa e relevante atividade até 1959. ?A História Secreta do Brasil? )
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Desinformação à israelense
Com traduções desonestas e “seleção” cuidadosa de textos, o Memri constrói a idéia de que as mídias árabes são dominadas por um grupo de fanáticos anti-ocidentais e anti-semitas
Mohammed El Oifi
Traduções das mídias em árabe, hebraico e persa são distribuídas gratuitamente às mídias, instituições e aos dirigentes políticos ocidentais
Fundado em 1998 pelo coronel Yigal Carmon, ex-membro dos serviços de informação israelenses, o Middle East Media Research Institute (Memri) [Instituto de Pesquisa Midiática do Oriente Médio], instalado em Washington, é um centro de tradução das mídias, essencialmente árabes e iranianas, para línguas européias. Seu sítio na internet indica que ele “explora o Oriente Médio através das mídias da região. O Memri cria uma ponte entre o Ocidente e o Oriente Médio por meio de traduções das mídias em árabe, hebraico e persa, além de análises originais das tendências políticas, ideológicas, intelectuais, sociais, culturais e religiosas da região1”.
Seu objetivo seria, então, o de “trazer elementos de informação ao debate sobre a política norte-americana no Oriente Médio. É uma organização independente, não-partidária, sem fins lucrativos. Ela possui escritórios em Berlim, Londres e Jerusalém. Ela fornece traduções em inglês, alemão, espanhol, francês, hebraico, italiano, russo e turco”. Este serviço é enviado gratuitamente de maneira regular e maciça às mídias, instituições e aos dirigentes políticos ocidentais, especialmente aos membros do Congresso dos Estados Unidos.
Mídia de propaganda
O Memri tende a apresentar como majoritárias correntes de idéias muito minoritárias na imprensa e nas mídias árabes
Além disso, o Memri TV Monitor Project “vigia” os principais canais de televisão árabes e iranianos. O Instituto realiza de maneira pontual a legendagem e a distribuição de trechos curtos, cuidadosamente selecionados, de programas destas TV’s. Ele os fornece gratuitamente às emissoras ocidentais ou às diversas instâncias de regulação audiovisual.
Toda a operação se dá na seleção de textos e das seqüências que o Instituto escolhe para traduzir. Ele tende a apresentar como majoritárias correntes de idéias muito minoritárias na imprensa e nas mídias árabes. Assim, o leitor que não domina o árabe e que precisa se contentar com a leitura dessas traduções tem a impressão de que as mídias árabes são dominadas por um grupo de fanáticos, anti-ocidentais, anti-americanos e violentamente anti-semitas combatidos por alguns bravos, mas raros, jornalistas que o Memri designa pelo termo “liberais progressistas”.
É por isso que, por diversas vezes, autores árabes ou eventualmente europeus qualificaram o Memri como arma de propaganda ao serviço do governo de Tel-Aviv, do Likud e de seus grupos de pressão. É verdade que, desde sua criação, de cada seis membros de sua equipe três eram antigos membros dos serviços israelenses2 . E, no entanto, o Instituto obteve sucesso em diversas operações. Foi ele quem lançou, em 2001, uma campanha de denúncia dos manuais escolares palestinos, amplamente infundada3 , para dar a entender que eles atiçavam o anti-semitismo. Em 2004 ele obtém sucesso, principalmente por intermédio do site Proche-Orient.info (Oriente Médio Info) – que encerrou suas atividades em julho, mas, do meu ponto de vista, trata-se de uma parada provisória – explorando os “deslizes” 4 da emissora de televisão do Hezbollah, Al-Manar, para que ela fosse proibida na França, suscitando protestos da associação Repórteres Sem Fronteiras. Ele participou ativamente da campanha que levou ao fechamento do centro Cheikh Zayed nos Emirados Árabes Unidos5.
Imagem abalada
A imagem internacional de Israel se degradou fortemente, e o Memri tenta recuperar parte do terreno perdido
Mais amplamente, o Memri serve à estratégia israelense de questionamento das relações entre os árabes e o Ocidente6 .
Convidado para um programa da Al-Jazira, o coronel Yigal Carmon respondeu seus acusadores: o Memri segue um objetivo científico, de transmitir ao Ocidente a leitura que as mídias árabes fazem dos acontecimentos do Oriente Médio7 .
Não se deveria aceitar esta afirmação sem reservas: se o conflito árabe-israelense gira em torno do controle da terra da Palestina, ele é inseparável da luta simbólica que os protagonistas travam para influenciar as opiniões públicas e legitimar desse modo sua própria leitura dos acontecimentos. As relações de forças só obedecem parcialmente a uma lógica local, e o apoio externo se mostra decisivo, especialmente para a parte israelense. Tanto que, desde a guerra do Líbano e da primeira Intifada (1987-1993), a imagem internacional de Israel se degradou fortemente. Para tentar recuperar uma parte do terreno perdido, o Memri procura denegrir os árabes e os muçulmanos aos olhos dos ocidentais, apresentando-lhes como fanáticos repletos de ódio.
Por outro lado, com o desenvolvimento das televisões árabes por satélite, as opiniões públicas se emanciparam e os dirigentes do Oriente Médio perderam parte de seu controle sobre as mídias. Esta nova configuração compeliu os israelenses a se interessarem diretamente pelas mídias árabes e por seu conteúdo. É o que explica em grande parte a criação do Memri em fevereiro de 1998, um ano e meio depois do lançamento da Al Jazira.
Hostilidade ao Islã
O candidato a “jornalista árabe liberal” deve exibir uma hostilidade sem ressalvas ao nacionalismo e ao islã político
O coronel Carmon dispõe de uma sólida base em Israel. Fluente em árabe, ele foi conselheiro anti-terrorismo de dois primeiros ministros – Itzhak Shamir e Itzhak Rabin. Ele se beneficia de importantes apoios em Washington – ele se associou, além disso, a Meyrav Wurmser, uma veterana do Memri, que dirige o departamento de Oriente Médio no Hudson Institute, próximo dos neoconservadores norte-americanos.
O Memri se beneficia, enfim, de inúmeros doadores, especialmente os da The Lynde and Harry Bradley Foundation, a mais importante fundação da direita norte-americana.
O Memri tomou como reféns os liberais árabes ao construir a estranha categoria de “jornalista árabe liberal ou progressista”. Para pertencer a esta última é preciso: pronunciar-se contra qualquer forma de resistência armada no mundo árabe, em particular na Palestina e no Iraque; denunciar o Hamas e o Hezbollah, criticar Yasser Arafat e fazer um elogio de Abou Mazen; reivindicar o “realismo”, isto é, a aceitação da correlação de forças, portanto da dominação estrangeira; mostrar-se favorável aos projetos norte-americanos no Oriente Médio; incitar os árabes a fazerem sua autocrítica e a renunciarem à “mentalidade do complô”.
O candidato a esta etiqueta deve também exibir uma hostilidade sem ressalvas ao nacionalismo e ao islã político, eventualmente caindo no desprezo pela cultura árabe. Sua crítica deve visar, antes de mais nada, os religiosos e, em termos mais gerais, as sociedades que estariam atrasadas em relação a dirigentes árabes esclarecidos. É preciso fazer o elogio das liberdades individuais, sem todavia insistir nas liberdades políticas e ainda menos na soberania nacional. Quando ele trata da reforma política, o “jornalista árabe liberal ou progressista” visará, antes de mais nada, os regimes republicanos, em particular o Iraque anterior à ocupação norte-americana, a Síria, ou o Egito: fora de questão, no entanto, evocar a reforma política na Arábia Saudita. Nada de surpreendente nisso, considerando que a maioria8 dos profissionais caros ao Memri exprimem-se essencialmente na imprensa financiada por certos príncipes ou homens de negócios sauditas.
Traduções traiçoeiras
Traduções pouco honestas mudam declarações e análises – sempre procurando construir uma idéia contra os árabes
O Instituto é atacado com freqüência em relação à qualidade – às vezes mesmo quanto à honestidade – de suas traduções.
Assim, depois dos atentados de Londres no dia 7 de julho de 2005, a entidade traduziu trechos do programa “Mais de uma opinião”, da Al-Jazira, do qual participavam um islamista que vive na Grã-Bretanha, Hani Al-Sebai. Este último declarou, a respeito das vítimas: “Não existe termo na jurisprudência islâmica para designar os ‘civis’. Dr. Karmi [um outro convidado] está conosco e ele está familiarizado com a jurisprudência islâmica. Existem as categorias de ‘combatente’ e ‘não-combatente’. O islã é contrário ao assassinato de inocentes. Segundo o islã, um inocente não pode ser morto”. Tradução do Memri: “O termo ‘civil’ não existe na lei religiosa muçulmana. Dr. Karmi está conosco e eu estou aqui e conheço a lei religiosa. Não existe ‘civil’ no sentido ocidental moderno do termo. As pessoas pertencem ou não ao Dar al-Harb9 ”.
Notamos a introdução desta fórmula contestada de Dar al-Harb (literalmente: a casa da guerra10 ), que o participante não havia utilizado. Em plena batalha antiterrorista na Grã-Bretanha, este acréscimo induz à idéia de que, na “casa da guerra”, tudo seria permitido. De passagem, o Memri suprimiu de sua tradução a condenação feita por Hani Al-Sebai a todo e qualquer assassinato de inocentes…
O professor Halim Barakat, da universidade de Georgetown (Nova York) nos Estados Unidos, arcou, ele também, com o ônus destes métodos. O artigo que ele escreveu no diário londrino Al-Hayat sob o título “Este monstro criado pelo sionismo: a autodestruição” foi reproduzido pelo Memri, explica seu autor, sob “um título incitando ao ódio: ‘Jews has lost their humanity’ [Os judeus perderam sua humanidade ]. O que eu não disse…. Cada vez que eu escrevia ‘sionismo’, o Memri substituía a palavra por ‘judeu’ ou ‘judaísmo’. Eles [o Memri] querem passar a impressão de que eu não estou criticando a política israelense e que o que eu digo é anti-semitismo”.
Assim que esta tradução foi colocada no ar no sítio do Memri, o autor recebeu “mensagens de ameaça”, algumas das quais “dizem que eu não tenho o direito de lecionar nas universidades” – ele lecionou por mais de 30 anos –, “que eu não tenho o direito de ser professor e que eu devo deixar os Estados Unidos… A tal ponto que um professor da Universidade de Georgetown escreveu um artigo [contra mim] fundamentando-se exclusivamente sobre estas traduções, sem consultar o original em árabe11”.
Credibilidade em xeque
Os erros factuais são tão numerosos que a seriedade do instituto pode ser também posta em dúvida
Em junho de 2004, o Memri lançou uma violenta campanha contra a visita a Londres do xeque Al-Qardaoui. Para manter a consciência limpa, o prefeito, Ken Livingstone, encomendou um estudo12 , ao fim do qual se concluiu que esta ofensiva se inscrevia “comprovadamente, numa onda de islamofobia que visa impedir um diálogo entre as opiniões de muçulmanos progressistas e o Ocidente”. O estudo solicitado, assinalava ele, abrangeu “as 140 obras escritas pelo doutor Al-Qardaoui. E os resultados foram muito chocantes. Quase todas as mentiras que deformavam os sermões do doutor Al-Qardaoui eram provenientes de uma organização chamada Memri, que pretende ser um instituto de pesquisa objetivo”. Ora, concluía Livingstone, “descobrimos que este instituto é dirigido por um ex-oficial do serviço de informação israelense, o Mossad. E ele deforma sistematicamente os fatos, não apenas o que diz Al-Qardaoui, mas o que dizem várias outras autoridades muçulmanas. Na maior parte dos casos, a deformação é total, eis porque publiquei este dossiê13 ”.
Os erros factuais são tão numerosos que a seriedade do instituto pode ser também posta em dúvida. Assim, segundo os “especialistas” do Memri, Abdel Karim Abu Al-Nasr é de nacionalidade saudita pela única razão de que ele é editorialista num jornal saudita, ainda que se trate de um conhecido jornalista libanês14 .
Da mesma forma, escrever, numa longa análise sobre a Arábia Saudita, que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita Abdallah Ibn Abdel Aziz (que se tornou rei em agosto de 2005) pertencia ao ramo Sudayri da família reinante surpreenderia os que conhecem este país15 .
A eficácia do Memri se apóia na coordenação bastante íntima das atividades com os atores que dirigem as campanhas de propaganda no local. As listas de jornalistas árabes por ele louvada ou denegrida constitui um sistema de recompensa e de sanção. Portanto, os “jornalistas árabes liberais ou progressistas” se vêem convidados pelos Estados Unidos em centros de pesquisa amigos: eles têm a obtenção de vistos facilitada, assim como o acesso às mídias e às autoridades norte-americanas. Quanto às sanções contra aqueles que o Memri designa como “incitadores do ódio”, elas poderão tornar-se mais pesadas desde que o famoso editorialista do New York Times Thomas Friedman fez referência à “expertise” do Memri e de seu fundador. E recomendar: “O Departamento de Estado norte-americano deve publicar um relatório trimestral com os nomes dos dez maiores incitadores do ódio e daqueles que encontram pretextos [para o terrorismo] ou o justificam16 ”.
Ao contrário do que pensa Thomas Friedman, ainda falta provar que os membros antigos ou presentes dos serviços de informação israelenses são os melhores arquitetos para a “ponte” a ser (re)construída entre o mundo árabe e o Ocidente…
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Os judeus foram realmente perseguidos durante a história?
Tendo em vista algumas afirmações como “Os judeus são perseguidos desde o início da humanidade.” e coisas do gênero, levanto esse questionamento. Os judeus são realmente perseguidos durante toda a história? O território atual de Israel era só deles mesmo? Meu argumento consiste na afirmação de que estas alegações são falsas! Quero acabar com esse MITO. Para tanto, vou fazer uma retrospectiva histórica totalmente baseada no velho testamento da bíblia. Não vou levar em conta citar nenhum fator religioso.
Nos primórdios era Abrão, posteriormente conhecido por Abraão. De Abraão nasceram Ismael e Isaque. De Isaque nasceram Esaú e Jacó. JACÓ, posteriormente conhecido como ISRAEL. De Jacó nasceram Rúbem, Naftali, Gade, Zebulom, Levi, Dã, José, Benjamim, Aser, Issacar, JUDÁ e Simeão.
Até aí, ninguém era perseguido senão o próprio Israel que roubou a primogenitura de seu próprio irmão.
José foi vendido como escravo pelos próprios irmãos aos ISMAELITAS, que por sua vez, o venderam para um oficial do faraó chamado Potifar. Então houve uma reviravolta na vida de José e este se tornou governador do Egito. O único segundo em comando da nação, após o faraó. Quem quiser confira em Gênises do cap 39 em diante. Como a situação era favorável e havia muita fome, Israel e o resto da família foram mora no Egito. Note que não existia nenhuma perseguição.
Ah, José teve dois filhos: Manassés e Efraim. Logo após algumas gerações, o povo do egito escravizou os HEBREUS. NÃO EXISTIA O TERMO JUDEU na época.
Acho legal ver a noção de povo que eles, os hebreus, tinham nessa época. Afinal, eram todos primos.
Então veio Moisés e tirou o povo de ISRAEL do Egito. Desta vez, houve uma perseguição por parte do faraó, pois ele estava perdendo seus escravos. Entretanto, deste fato em diante, tal perseguição não existiu mais.
Após Moisés, veio Josué que liderou o povo, e, na base da guerra, tomou a terra de Canaã.
Assim afirmo, MORAVA GENTE LÁ ANTES DELES!
Conforme a conquista seguia, a terra foi dividida em tribos segundo os filhos de Israel. Então exisitu a tribo de Judá, tribo de Rúbem e etc… Apenas Levi e José não tinham tribos. Levi, pois se tratava da casta escolhida para o sacerdócio. José, pois a sua respectiva herança e a de Levi ficou em nome de seus filhos Manassés e Efraim. Veio em seguir a época dos Juízes. Podemos citar dentre eles Gideão, Sansão e Samuel. Nesta época não havia ainda perseguições, senão guerras entre com os países vizinhos e expansionistas (ou não).
Veio então a época dos Reis. Primeiro veio Saul, depois Davi, depois Salomão, filho de Davi e por último Roboão, filho de Salomão.
No reinado de Roboão houve divisão do país chamado Israel em dois: SAMARIA governado por Jeroboão, filho de Nebate, e JUDÁ, governado por Roboão.
Acho que o nome Judá, dado a esse país, era em razão da descendência do falecido rei Davi. Não existia nenhuma perseguição a Judeus nessa época. Eles tinham seu país e como qualquer estado, naquela época, esse era sujeito a guerras com a Síria e etc…
Então, depois de três meses do reinado de Joaquim sobre Judá, Nabucodonozor, rei da Babilônia, no oitavo ano de seu reinado tomou Judá. Logo, tomou Samaria (Não me lembro a ordem correta). Alguns anos depois não sobrou pedra sobre pedra em Jerusalém e o povo fugiu da terra. Assim, após algum tempo algumas pessoas do povo que não eram do povo de Israel, nem de Judá, nem de Samaria (redundante) lá habitaram.
Quando a Babilônia caiu, se não me engano, Judá foi colonizada pelos persas. É só ler os relatos do governo do rei Ciro.
Depois disso veio Roma. Posteriormente, a história depois de Cristo na qual não tenho muito conhecimento sobre o assunto.
Vale afirmar no entanto que NÃO HÁ evidência histórica de que judeus são perseguidos desde o início da história. Muito pelo contrário, eles eram os racistas.
Outra, muitas pessoas moraram naquelas terras para se afirmar algum direito de posse sobre elas.
Fonte: orkut
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Velocidade Irracional
Hoje em dia, a tecnologia possibilita que o ser humano experimente quase uma simbiose com a mídia, tamanha é a quantidade de informações que se pode receber em questão de segundos. Entretanto, a velocidade do raciocínio humano continua sendo a mesma, o que representa um verdadeiro congestionamento sensorial, impossibilitando as pessoas de se postarem criticamente sobre as informações. O ritmo de envio e as técnicas e estruturas de difusão de informações trabalham para que o público assimile conformista e comodamente versões parcializadas de fatos, sem realizar qualquer questionamento mais profundo, acreditando estar ali a verdade única e absoluta.
A principal ação da mídia hoje não é a de informar a população, mas a de criar consensos hegemonizados sobre determinados assuntos, impondo uma das infinitas formas de interpretar a vida social, econômica, política e cultural como se esta fosse uma racionalidade única e absoluta, outorgando-se uma capacidade divina, como uma inteligência suprema, para dizer o que é verdade. Assim, exclui-se tudo o que for divergente a sua versão parcializada dos fatos, como se simplesmente não existisse ou, então, como se todo antagonismo fosse maldito.
Logo, sua versão parcializada dos fatos se consolida na grande massa popular como um consenso da maioria através do ritmo de envio e das técnicas e estruturas de difusão de informações, mas também pelo fato de que o privilégio de ser/possuir mídia é extremamente restrito, além de ter sido consolidado durante regimes político de ditadura, social-jurídico de injustiça e desigualdade e econômico de oligarquia e desequilíbrio distributivo. Assim, estas mídias tornaram-se instrumentos de continuidade destes regimes, buscando encontrar na formação do consenso a legitimação de tal realidade e de todos os processos decorrentes dela.
Quanto mais rápido as informações chegarem, menor será o tempo para racionalizá-la, obrigando à população a assimilá-las como verdade absoluta e síntese de um fato ou de uma realidade de modo natural, rotineiro e orgânico para o cérebro humano, que, na grande maioria, não possui nenhuma outra informação sobre o fato ou a realidade, pois o olhar de versões antagônicas foram silenciadas e excluídas da mídia e, assim, do debate público. Desta forma, a velocidade irracional de circulação de informações narcotiza todo e qualquer ato questionador da ordem, do sistema e de sua elite.
Assim como a velocidade irracional de transmissão de informações, imposta pelo mercado e pelos avanços tecnológicos, alija o público da razão, impede o aprofundamento crítico também dos jornalistas profissionais sérios e comprometidos com a ética, mas que trabalham em cargos subalternos da grande imprensa. Por que isto ocorre? Porque, na grande maioria dos veículos de comunicação, os jornalistas realizam mais de uma reportagem por dia, justificada pela contenção de despesas, porém também representa uma forma de garantir que o plano operacional de desenvolvimento da reportagem, chamado de PAUTA, será seguido a regra. Não se oferece tempo sequer de se cogitar um modo de driblar o enfoque parcializado ou qualquer tentativa de sublevar as ordens.
A formulação de reportagens sofre de uma urgência crônica, pois, graças aos avanços tecnológicos, as notícias possuem uma vida útil cada vez mais curta e fugaz. Para que se possa vencer explicitamente o relógio, os prazos de fechamento de edição e a ânsia de difundir antes da concorrência e, implicitamente, controlar aquilo que é publicado e divulgado, criou-se um verdadeiro sistema fordista de produção de notícias, chamado de REDAÇÃO, onde o trabalho é fragmentado para que apenas um cérebro tenha domínio e consciência sobre o todo, enquanto o restante fica encarregado de partes da grande tarefa. Assim, esta organização do trabalho, justificado pela pressa, impede que haja interferência no sentido que se busca dar aos acontecimentos, garantindo que, apesar das divergências ideológicas que possam existir entre funcionários e patrões, será propagado somente a versão parcializada dos fatos que interessa aos detentores reais deste poder divino de converter mentira em verdade absoluta e consenso popular.
A necessidade que o mercado impinge aos profissionais encurta o tempo gasto com a produção de uma notícia de dias e horas para minutos. Dentro desta correria insana, as profundidades de análise, de interpretação e de representação dos fatos são depreciadas e exiladas de qualquer convívio com o meio jornalístico. Afinal, o importante não é buscar dados para difundir todas as versões dos fatos, mas fabricar argumentos e negligenciar fatos e depoimentos da realidade para cultivar um consenso fictício até que se torne um discurso natural de toda a população, inclusive dos maiores prejudicados. Por isto, criou-se tantos mecanismos para “aliviar” o público e os bem intencionados profissionais da informação do fardo de pensar, analisar, julgar e discernir o que é certo e errado, bom e mau, favorável e prejudicial e etc.
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Israel usa “lei de ausência” para confiscar bens de palestinos
da France Presse, em Jerusalém 20 Abr
Milhares de palestinos residentes na Cisjordânia serão despojados de seus bens em Jerusalém Oriental por uma decisão do governo de Israel adotada discretamente no meio do ano passado, segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pelo jornal israelense “Haaretz”.
Em julho de 2004, o governo de Israel decidiu aplicar uma disposição anterior que privava de seus bens os palestinos que não se encontravam em Jerusalém Oriental em 1967, no momento da ocupação e anexação da parte oriental da cidade sagrada para israelenses e palestinos.
A decisão foi adotada para impedir que agricultores palestinos, separados de seus campos de trabalho devido à construção do “muro de proteção”, possam ter acesso às áreas agrícolas. Israel continua a construção da barreira, dividindo Jerusalém Oriental apesar das críticas internacionais.
O governo israelense adotou uma série de medidas de expropriação e de invasão de terras depois da ocupação da Cisjordânia em junho de 1967.
A ordem 150 (1967) outorga às autoridades a salvaguarda dos bens de “proprietários ausentes” que se encontravam fora dos territórios ocupados ao fim dos combates, em 10 de junho de 1967.
Esta ordem é uma cópia de uma outra que permitiu a Israel confiscar os bens de mais de 740 palestinos deslocados em 1948, que fugiram “empurrados” pela guerra desencadeada após a criação do Estado de Israel.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u80202.shtml
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Parabéns aos judeus, grandes inventores
• Inventaram que Jesus nunca existiu.
• Inventaram o Talmud.
• Inventaram o sionismo.
• Inventaram que a Palestina é deles.
• Inventaram que os palestinos são os vilões malvados e eles os inocentes.
• Inventaram armas.
• Inventaram Os Protocolos dos Sábios de Sião
• Inventaram meios de aplicar os protocolos.
• Inventaram que inventaram o telefone (foi Antonio Meucci)
• Inventaram que inventaram o celular (foi Martin Cooper)
• Inventaram que inventaram a teoria da relatividade (foi Poincaré)
• Inventaram que inventaram a fórmula E=mc²
• Inventaram que inventaram a vacina antipólio.
O que mais inventaram?
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Rogério Aparecido Clemente
em 3 de maio de 2007
Brasil é pressionado a aceitar refugiados palestinos!!!
Como todos já devem saber, o Brasil foi um dos primeiros países a assinar concordando com a crianção do estado de israel ao final da segunda guerra mundial; seguido de muitos outros países que também concordaram. Com a crianção desse estado de nazistas assassínanos, os palestinos se disperçaram pelo mundo a fora fugindo da desgraça que abalou sua terra. a ironia é à seguinte: hoje existem palestinos até no Iraque!!! pois é… os coitados fogem dos israelenses e se deparam com os capetas do capitalismo.
Agora o mundo tem outra preocupação; tirar os palestinos refugiados no Iraque e manda-los para américa do sul.. e adivinha em que lugar?!?!?!
19/04 – 08:07 – Agência Estado
“O governo dos Estados Unidos e a Organização das Nações Unidas (ONU) estão pressionando o Brasil para que o País receba refugiados palestinos que vivem hoje em Bagdá, no Iraque. O Brasil ainda hesita em aceitar os refugiados, já que seria uma forma de dar aval à guerra no Iraque.”
O Brasil, o país mais neutro do mundo quando se trata de conflitos, agora está sendo precionado a aceitar refugiados palestinos. Agora aguenta né…
essa é mais uma prova de que: “Quem planta vento, colhe tempestade”
Veja a matéria completa:
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2007/04/19/brasil_233_pressionado_a_aceitar_refugiados_palestinos_757602.html
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Carlos Hornstein
em 3 de maio de 2007
Toda a defesa Palestina cai por terra quando apelam para argumentos surrados do anti semitismo clássico inventados desde o tempo da Rúusia czarista.
A Palestina nunca existiu são sirios emigrados.
Tenham argumentos melhores pois esses são a pior coisa contra vocês mesmos. Dão toda a razão aos judeus.
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Carlos Hornstein
em 4 de maio de 2007
Essa das invenções é velha.
Estava no site do Castan; está no Libre Opinon e na Radio Islam.
Dize-me com que andas…
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Grupo distribui material contra Islã em escola dos EUA
Um professor de ensino médio permitiu que um grupo distribuísse material contra o islamismo para seus alunos da cidade de Raleigh, no Estado americano de Carolina do Norte. Entre o material havia um folheto com a mensagem “Não se case com um homem muçulmano”.
O Conselho de Relações Islâmico-Americanas denunciou que um representante da Organização Internacional Kamil, baseada em Raleigh, conversou com alunos do nono ano da escola Enloe e distribuiu o material a eles.
O incidente foi relatado pelo pai de um estudante, disse o porta-voz do conselho, Ibrahim Hooper. O grupo exigiu que o caso seja investigado e o professor, punido. O nome do professor não foi divulgado. A diretora da escola secundária, Beth Cochran, não respondeu aos telefonemas da Associated Press para falar sobre o assunto.
Em seu website, o Kamil é descrito com um grupo cristão que se “dedica a ensinar a verdade sobre o Islã” e declara que sua missão é “mostrar o perigo que o islamismo representa”.
http://br.noticias.yahoo.com/s/22022007/25/mundo-grupo-distribui-material-isla-escola-dos-eua.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
EUA e Israel: inimigos da paz
Israel e EUA descartam acordo que põe fim à bomba de fragmentação.
O uso das bombas de fragmentação será proibido no mais tardar em 2008, acertaram nesta sexta-feira 46 dos 49 países que participaram numa conferência internacional sobre este tema em Oslo (Noruega). Israel e EUA não compareceram à conferência.
“Quarenta e seis dos 49 países chegaram a um acordo para fazer esta declaração. É um grande passo à frente e estamos muito satisfeitos”, afirmou Raymond Johansen, secretário de Estado norueguês das Relações Exteriores.
Uma bomba de fragmentação pode conter até 650 pequenas bombas que se dispersam por um amplo perímetro. Entre 5% e 30% delas explodem no momento do impacto, deixando o local ‘contaminado’, pois podem continuar explodindo mais tarde.
Em 2006, o Exército israelense lançou no Líbano pelo menos 1,2 milhão destas bombas, segundo o jornal israelense “Haaretz
FONTE: FOLHA ONLINE
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u104918.shtml
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Resistência dos povos árabes recebe apoio dos trabalhadores europeus
Hugo RC Souza
Lisboa – Enquanto o imperialismo comandado pelo USA pede ajuda aos seus aliados europeus para tentar superar as dificuldades no Oriente Médio, a resistência popular no Iraque, no Líbano e na Palestina recebe apoio cada vez maior dos trabalhadores da Europa. O aumento dos esforços imperialistas para evitar a derrota naquela região coincide com o recrudescimento das ofensivas do capital internacional sobre os direitos das populações de todo o mundo. Dessa forma, e a despeito das posições oficiais e subservientes da União Européia, o povo europeu percebe que a luta dos povos árabes precisa da sua solidariedade, e entende que a liberdade de iraquianos, libaneses e palestinos depende da sua resistência de classe.
A percepção e o entendimento são de que a solidariedade com os povos árabes precisa ir além das declarações de apoio. Os massacres empreendidos pelo USA no Oriente Médio representam uma ameaça ao internacionalismo da própria resistência classista. A corrida capitalista para reduzir custos, minimizar riscos e aumentar as taxas de lucro de suas empreitadas prevê ofensivas contra os direitos dos trabalhadores de todo o mundo e contra a resistência dos povos árabes à opressão perpetrada por meio da máquina de guerra.
Leia matéria na integra: http://www.anovademocracia.com.br/33/21.htm
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
srael aprova construção ilegal de 1.500 apartamentos na Cisjordânia ocupada
O Conselho Supremo de Planejamento para Judéia e Samaria (Cisjordânia ocupada) aprovou recentemente um projeto para a construção ilegal de 1.500 apartamentos, parte deles em terras privadas pertencentes a palestinos de Bilin.
O jornal “Ha”aretz” informa hoje que o projeto, que prevê a construção ilegal de 42 edifícios residenciais no bairro de Matatias, ao leste do assentamento ultra-ortodoxo de Alto Modiin, já está em andamento.
Residentes de Bilin, localidade palestina vizinha à cidade cisjordaniana de Ramala, e ativistas do movimento pacifista israelense “Shalom Ahshav” (Paz Agora) apresentaram na semana passada um processo no Tribunal Supremo de Justiça contra esse projeto.
Na sexta-feira passada, mil palestinos e pacifistas israelenses e estrangeiros manifestaram em Bilin por causa do segundo aniversário dos protestos contra o muro de segurança que Israel levantou nessas terras palestinas, deixando cerca de 20 pessoas levemente feridas em choques com soldados israelenses.
Há um ano, a Suprema Corte ordenou a suspensão da construção e a ocupação dos edifícios em construção, que os colonos consideram parte do assentamento de Alto Modiin e necessários para responder ao crescimento de sua população.
EFE
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Se alguém chegasse na sua casa, invadindo-a, e te dando ordens de que a casa não é mais sua e sim do invasor, e que somente serão “seus” o banheiro e a casa do cachorro, dois pontos equidistantes e isolados um do outro, e que não se pode ir de um a outro sem atravessar o território invadido, voc~e acharia isto bacana? Qual seria tua reação?
Pois isto não é ficção, isso é a Palestina, invadida por Israel.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Israel persiste roubando à luz do dia
Roubalheira sistemática de terras palestinas
http://www.orkut.com/CommMsgs.aspx?cmm=70405&tid=2499876175515791875&start=1
Assalto à luz do dia: Israel dá fachada legal para o roubo de propriedade palestina
Entidade israelense legaliza a escandalosamente ilegal contrução de assentamentos do colonato situado em terras privativas pertencentes a palestinos da vila de Bil’in .
“A tomada de terras palestinas é levada à cabo por um conluio entre empreiteros privados e autoridades israelenses. Assim, companhias criminosas que roubam terras privadas palestinas ganham a proteção do Muro – que foi concebido [a pretexto] de meio de segurança e se tornou uma ferramenta da anexação”
http://www.haaretz.com/hasen/spages/829740.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Rabino junta crianças a rezar por morte de M.A.
Um rabino israelense liderou uma oração de centenas de crianças judias pedindo a morte do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, para evitar que ele ataque Israel. O rabino David Batzri, um famoso místico judeu, iniciou ontem uma campanha nacional conduzindo as orações de centenas de alunos de uma escola de ensino fundamental em Jerusalém. Batzri disse que a intenção é conseguir a participação de aproximadamente dez mil crianças.
A idéia do rabino veio de uma história bíblica do Purim (uma festividade judia), cujo protagonista Mordechai organizou orações em massa para impedir Haman, um conselheiro real, de matar todos os judeus do antigo reino persa. No fim, o rei enforcou Haman. O Purim começa na noite de 3 de março.
Questionado sobre o propósito da orações, o rabino Menachem Bassi, diretor da escola onde ocorreram as orações de ontem, comentou: “Vocês sabem o que aconteceu a Haman.”
Israel teme que o programa nuclear iraniano tenha como objetivo a produção de armas atômicas para um eventual ataque ao Estado judeu. O governo iraniano assegura que suas usinas atômicas têm fins estritamente pacíficos de geração de energia elétrica.
http://www3.atarde.com.br/mundo/interna.jsp?xsl=noticia.xsl&xml=NOTICIA/2007/02/26/1057481.xml
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Centro árabe-israelense quer direitos da minoria
Jerusalém, 28 fev (EFE).- O Centro Adalah, da comunidade árabe-israelense, elaborou pela primeira vez uma minuta de Constituição para a criação de um “verdadeiro Estado democrático” em Israel, equiparando os direitos da minoria aos da maioria judaica.
A minuta, apresentada hoje à imprensa, foi redigida por intelectuais da comunidade, formada por mais de 1 milhão de pessoas, no 10º aniversário da organização.
Fontes do centro disseram à Efe que o esboço procura definir as pautas, direitos e obrigações da condição de cidadão israelense, independentemente de sua origem étnica.
“A Constituição Democrática é uma proposta para o Estado de Israel, baseada na concepção de um estado democrático, bilíngüe e multicultural”, diz um comunicado do centro.
Os árabes, principalmente palestinos, representam cerca de 20% da população de Israel, e embora legalmente gozem dos mesmos direitos dos judeus, na prática costumam ser alvo de discriminação nos orçamentos públicos e direitos básicos.
Um deles, por exemplo, é o do direito de retorno, aberto a qualquer judeu no mundo mas não aos palestinos que viviam no território israelense antes de 1948.
A “Constituição democrática” exige a devolução a seus proprietários legítimos das terras desapropriadas por sucessivos Governos israelenses após a guerra de 1948 e o reconhecimento por Israel das desgraças causadas ao povo palestino.
“A proposta se inspira nos princípios universais e tratados internacionais em matéria de direitos humanos, a experiência de outras nações e Constituições em vários Estados democráticos”, acrescenta a nota de imprensa.
A discriminação oficiosa aos cidadãos árabes se origina em grande medida na definição do país como “Estado judeu” segundo a Resolução de Partilha da ONU do 29 de novembro de 1947, que previa a criação de outro “árabe”.
A nota de imprensa destaca nesse sentido que a proposta de Constituição não pergunta “Quem é judeu?” mas sim “Quem é cidadão?”, e quais devem ser os direitos e obrigações.
A dualidade de “Estado judeu” e ao mesmo tempo “democrático” impede que Israel tenha uma Constituição escrita. Seus princípios como regime igualitário estão previstos na Declaração de Independência de 1948 e numa série de leis fundamentais redigidas na década passada como núcleo de uma futura Constituição.
Nos últimos anos, diferentes grupos fizeram propostas de uma Carta Magna, que Marwan Duairy, diretor da Adalah, considera igualmente discriminatórias. Ele destaca a ausência de uma “completa igualdade entre todos os cidadãos”, perpetuando a identidade de Israel como “Estado judeu”.
“Tratam os cidadãos árabes como se fossem estrangeiros em sua própria terra. Só reconhecem a história, memória e direitos coletivos do povo judeu”, acusa.
A postura oficial do Estado israelense é de que a solução para o problema está na criação de um Estado palestino independente para onde, por exemplo, os refugiados possam retornar.
Sanaa Hammoud, porta-voz do centro, disse à agência Efe que a intenção é levar a proposta ao Parlamento israelense, iniciando um debate público sobre as diferenças entre as duas comunidades.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
“Colônias selvagens” israelenses crescem.
Michel Bôle-Richard
enviado especial a Nofei Prat (Cisjordânia)
Por enquanto, há apenas cinco ‘mobile homes’ estacionados ali. O lugar nem sequer tem nome ainda. Ele é chamado de morro 468, um número que corresponde à sua altitude. Nele, algumas famílias já estão morando. No total são cerca de quinze pessoas que vivem num conforto rudimentar. Ainda assim, elas já dispõem de água corrente e de eletricidade, ligadas diretamente na colônia vizinha, Nofei Prat, que fica a pouco mais de um quilômetro de lá. Uma estrada asfaltada permite o acesso a este morro. Do seu topo, dá para contemplar todos os morros da Judéia, verdejantes nesta estação. No horizonte, avista-se Jerusalém e o monte Scopus. O lugar fica a 25 km a leste apenas da Cidade santa.
“Eu preciso de meia-hora para chegar até lá”, explica Pini, um guia profissional. Junto com laicos e religiosos, Ele optou por viver aqui porque ele gosta do sol, da natureza, e porque aos seus pés “se estendem dois mil anos de história”, além de locais mencionados na Bíblia.
O morro 468 é uma “colônia selvagem”, assim como as 101 outras que foram repertoriadas pela organização não-governamental Peace Now (A Paz Agora) e que o governo israelense promete eternamente desmantelar sem que nada aconteça. Naquele dia, a polícia proíbe o acesso ao local e pede agora aos militantes de A Paz para irem embora, uma vez que se trata de uma “reunião ilegal”.
Para Dror Etkes, um denunciador incansável da progressão da colonização na Cisjordânia, o morro 468 é a perfeita ilustração dos projetos governamentais de estender aos poucos, morro após morro, a trama das implantações que, no final do processo, vai permitir criar um fato consumado e tomar conta de uma outra porção de território.
Por enquanto, os beduínos que costumam viver antes nos vales e à beira das estradas, dentro de construções improvisadas, ainda permanecem nessas áreas.
Mas no topo das montanhas da Judéia, as áreas de povoamento são incontáveis. Sempre situadas no topo dos morros, elas são conectadas entre elas por estradas, das quais algumas estão sendo construídas.
A tessitura da rede vai se constituindo. De Kefar Adumim, a extensão das colônias se prorroga a leste com Alon e a oeste com Nofei Prat e, mais adiante, Almon. Em breve, será formada uma nova malha urbana que, ao norte, constituirá um par com o imenso bloco de Maale Adumim ao sul, e que incluirá, no centro, a zona industrial de Mishor Adumim. Maale Adumim já conta 32.000 habitantes, e as obras de extensão em fase de realização são nitidamente visíveis.
A oeste, no meio do nada, um imenso edifício que surgiu no topo de um morro acaba de ser concluído. Ele será a delegacia de polícia de toda a área. Por enquanto, não há nenhuma construção na periferia, mas está previsto construir uma estrada de quatro vias para aceder a este edifício.
Não há dúvida de que este conjunto está destinado a fazer parte, um dia, da “Grande Jerusalém”. Ainda não foi tomada nenhuma decisão visando a construir em volta desta protuberância um muro que complementaria aquele, praticamente concluído, que passou a cercar a Cidade santa. Esta “bolha”, conforme ela costuma ser chamada, seria conectada aos contrafortes da parte oriental de Jerusalém por uma zona chamada “E1″ que, por enquanto, ainda está virgem de toda habitação, em razão do veto dos Estados Unidos.
Esta zona permitiria garantir uma continuidade territorial entre o norte e o sul, e ainda consolidar uma ampla cintura nos territórios conquistados por Israel em 1967 e que permanecem ocupados até hoje. “As autoridades vêm tornando cada vez mais difícil a criação de um Estado palestino que teria alguma continuidade, uma vez que se este projeto se realizar, a Cisjordânia será praticamente cortada em dois”, comenta Dror Etkes.
Segundo os números que foram comunicados pelo ministério do interior, o número de colonos instalados na Cisjordânia progrediu de 5,8% em 2006, para alcançar um total de 268.000, ou seja, uma porcentagem três vezes maior do que o crescimento demográfico em Israel. A ONG A Paz Agora sublinha que, atualmente, mais de 3.000 construções estão em fase de execução, mesmo se o número de colônias (121) e o das colônias selvagens (102 e 2.000 “habitantes”) não aumentou.
Apenas uma colônia selvagem foi demolida em 2006. Desde o início do ano, segundo A Paz Agora, 90 caravanas vieram se somar às outras nas colônias selvagens e, em 30 dentre elas, construções feitas para durar já começaram. Isso motiva Dror Etkes a dizer que, “apesar da vontade alardeada de implementar o “mapa da paz” (o plano de paz internacional), a colonização vai prosseguindo, e quanto mais ela prosseguir, quanto mais difícil será oferecer um Estado aos palestinos”.
O primeiro-ministro Ehoud Olmert rebate esta afirmação dizendo que “se trata de um crescimento natural no quadro das implantações já existentes”. No mês de outubro, A Paz Agora havia constatado que os colonos haviam se aproveitado da guerra no Líbano para aumentar 31 colônias selvagens. O governo havia prometido então desmantelar algumas delas e tomar medidas. Nada disso aconteceu. O tempo ganho é o melhor trunfo para criar o irreversível.
Tradução: Jean-Yves de Neufville
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Judeu condenado à prisão perpétua por morte de palestinos
Jerusalém, 27 set (EFE)
O Tribunal de Justiça de Jerusalém condenou hoje um terrorista judeu a quatro penas de prisão perpétua e doze anos adicionais de prisão pelo assassinato de quatro palestinos em agosto de 2005.
Trata-se de Asher Weisgan, que foi declarado culpado em 11 de setembro pela morte de quatro operários árabes e pelo ferimento de um quinto em uma fábrica do assentamento judaico de Shiló, na Cisjordânia, onde trabalhavam os palestinos.
O fato ocorreu um dia antes da implementação do plano de evacuação dos assentamentos judaicos de Gaza em 15 de agosto de 2005.
Weisgan deu carona aos quatro trabalhadores palestinos quando estes saiam de seu local de trabalho. Antes de levá-los a seu destino, no entanto, roubou um fuzil de um guarda da colônia e disparou contra os passageiros, matando três e ferindo um.
Posteriormente, correu em direção à fábrica e disparou contra outro trabalhador palestino.
O autor do ataque se entregou à Polícia.
As vítimas do ataque foram identificadas como Mohammed Mansour, de 48 anos; Bassel Tuwafshe, de 30; Khalil Alulwil, de 42 e Osama Tuwafshe, de 33 anos.
Weisgan, um colono judeu do assentamento de Shvut Rachel, declarou que o objetivo de sua ação era impedir a implementação do plano de evacuação de assentamentos, proposto pelo então primeiro-ministro Ariel Sharon.
O tribunal condenou Weisgan a pagar ainda mais de um milhão de shekels (182.600 euros) aos familiares de suas vítimas.
O condenado disse durante o julgamento ter “causado a morte de inocentes para impedir duras conseqüências e desastres divinos que seriam impostas ao povo de Israel devido à aplicação do Plano de Desligamento”.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Movimento evangélico considerado racista marcha em apoio ao sionismo
“Eu estou aqui para mostrar meu amor e apoio ao povo de Israel ” explicou o pastor Mpoy Muambi,da República Democrática do Congo.
Mais de 5,000 evangélicos, incluíndo crentes do Congo e Nova Zelândia marcharam em Jerusalém para demonstrar seu apoio ao sionismo e ao estado de Israel.
O evento foi organizado pela Embaixada Cristã Internacional de Israel.
No início do ano o enviado do Vaticano à Terra Santa e bispos de três outras ingrejas lançaram uma rara crítica ao movimento Cristão Sionista acusando-o de promover exclusividade racial e perpetuar a guerra .”
“O programa do Sionismo Cristão provê uma visão de mundo onde os Evangelhos são identificados com a ideologia de império colonialismo, e militarismo” diz a declaração.
“Depois da guerra, nós queremos mais ainda mostrar ao povo de Israel que nós não estamos receosos . Deus quis que nós viéssemos para mostrar-lhes que os amamos ,” disse Jan Christianson que veio da Nova Zelândia com o marido.
http://www.haaretz.com/hasen/spages/773174.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Medida impede que palestinos estudem em universidades israelenses
Quarta, 11 de outubro de 2006
Uma recente medida do exército de Israel está impedindo que estudantes palestinos freqüentem universidades israelenses. Alegando motivos de segurança, a decisão do Estado judeu está limitando o acesso de palestinos à educação e diminuindo ainda mais a liberdade de movimento do povo palestino. Em 2002, a Universidade Hebraica sofreu um atentado suicida que deixou um saldo de oito mortos.
Desde 2001, as permissões para palestinos ingressarem em universidades israelenses eram analisadas caso a caso, o que, a partir de agora, deixará de ser feito. De acordo com o jornal New York Times, a proibição oficial começou antes do início do ano acadêmico israelense. Mas o tenente Adam Avidan, um porta-voz do governo civil na Cisjordânia, afirma que isso acontece desde a deterioração da situação de segurança, na segunda metade do ano 2000.
Atualmente, somente 14 palestinos estudam em universidades israelenses, todos tendo recebido suas permissões em por volta do ano de 2001. A maioria busca programas de doutorado, que não existem em universidades palestinas. Esses estudantes foram autorizados a continuar seus estudos.
O Ministério da Defesa de Israel afirma que precisa equilibrar as necessidades de segurança do país com o que descreveram como sendo o desejo compreensível dos palestinos de receber educação.
Não há um número oficial de palestinos que estudaram em universidades do Estado judeu no passado, mas autoridades israelenses e palestinas afirmam que o número era maior até meados dos anos 90, quando as restrições à movimentação começaram a ser impostas.
Fonte
http://educaterra.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/educacao/noticias/2006/10/11/003.htm
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Fornos crematórios – Comparações
Colocando um resumo do que venho falando sobre a questão dos fornos e sua impossibilidade de queimar milhares de pessoas.
Vou explicar da forma mais detalhada e simples possível, para que os incrédulos possam entender melhor:
Mas antes vejamos de fontes judaizadas o número de fornos que tinham em Auschwitz e quantas pessoas – exatamente os judeus – alem de outros que morriam naquele campo.
O Instituto Superior Técnico em seu artigo disponível na net em PDF, pag. 9 diz que existia 5 fornos, nem um a mais, nem um a menos, quem quiser confirmar a veracidade da fonte, basta pegar aqui o arquivo http://portfolio.tagus.ist.utl.pt/portfolio/FileDownload.ashx?ID=7565CDF8-C34E-496C-B54F-DE19F4A746C4 sobre o numero de pessoas queimadas e o tempo que levava um site judeu diz que “Queimar duas mil pessoas levava cerca de 24 horas nos cinco fornos. Geralmente só conseguíamos cremar cerca de 1.700 a 1.800. Estávamos portanto sempre atrasados em nossa cremação, porque, como você pode ver, era bem mais fácil exterminar com gás do que cremar, que exigia muito mais tempo e trabalho.”
Fonte: Beit Chabad
http://www.chabad.org.br/biblioteca/artigos/inferno/home.html
Vamos agora a realidade dos fatosee corroborando com o que digo, algumas fotos
Primeira foto
http://touqenemposso.blogs.sapo.pt/arquivo/crematorio.jpg
Essa primeira foto, é de um dos crematórios de Auschwitz, veja bem que eles não têm nada de especial, nem um reforço, são rústicos, bem inferior aos de casas especializadas para esse mesmo fim hoje em dia, um exemplo que posso dar para compararmos é o do crematório da Vila Alpina, na zona Leste da cidade de SP http://www6.prefeitura.sp.gov.br/noticias/empresas_autarquias/servico_funerario/2004/08/0006 , possui dois fornos para cremação de corpos, são fornos modernos e construídos para cremar os corpos o mais rápido possível para então assim entregar as cinzas a família, a capacidade máxima de cremação seria de 300 corpos por mês, cerca de 10 por dia, e o prazo mínimo para disponibilizar as cinzas são de 5 dias. Se os fornos modernos não tem capacidade de queimar mais de 10 pessoas imagine então fornos de 60 anos atras, realmente impossível, e não me venham com ladainhas que os fornos eram maiores naquele tempo, pois a foto ta ai em cima para mostrar que aqueles velhos fornos tinham apenas capacidade para cremar um corpo de cada vez.
Outro detalhe na imagem acima devo ressaltar também as portas de baixo, que servem para retirada das cinzas, elas são tão pequenas, que da para ter uma idéia de que aqueles fornos não tinham capacidade para cremar corpos diariamente muito menos aos milhares. Com esses detalhes já poderemos ter a certeza que os números de cremações são mentiras.
Segunda foto
http://touqenemposso.blogs.sapo.pt/arquivo/fornos.jpg
Nessa segunda imagem vemos fornos para aquecimentos. Como sei disso? Bom, Basta comparar as bocas de baixo que servem para retirada das cinzas, agora as de cima são bem menores que as de baixo, dando para ter a perspectiva exata. Basta compararmos com a primeira imagem, dai teremos a certeza que esses fornos da segunda foto eram para qualquer outra finalidade, mas nunca para cremar corpos.
Terceira foto
http://www.auschwitz.org.pl/html/eng/historia_KL/foto/krematorium_komora_1_foto_plan_oryg_kom1.html
Nessa foto temos uma imagem dita pelo próprio site, ser uma planta original.
Nele podemos ver que as alegadas câmaras de gás ficam exatamente ao lado dos fornos crematórios, as quais dizem os sobreviventes judeus, serem usadas 24 horas por dia. Agora a pergunta que eu faço, como usar uma câmara de gás que usa um produto volatil altamente explosivo em um local extremamente rústico ao lado de fornos que ficavam queimando 24 horas por dia?
Realmente impossivel, algo totalmente fora da realidade, pois até onde sabemos nunca ouve explosões naquele campo, fora os bombardeios aliados.
http://www.auschwitz.org.pl/html/eng/historia_KL/foto/krematorium_komora_3_foto_kremat_3.html
Essa foto acima, é a imagem de fora de uma suposta câmara de gás e crematório, da pra ver o tipo do local perfeitamente.
Agora como essas informações pessoas mais ponderadas podem chegar a conclusão que, essas imagem eram de lavatórios e salas para banho, e os tais fornos que estavam nessas mesmas instalações eram para aquecer a água usada pelos internos.
Só pra lembrar, não estou negando que não existiram fornos crematórios, estou apenas dizendo que a história verdadeira foi distorcida para transformar um campo de trabalho em um verdadeiro campo da morte saida da imaginação doentia de judeus.
Fonte: Orkut
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Vejam que artigo ridículo:
http://www.espada.eti.br/n1422.asp
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Opiniões de famosos sobre os judeus
Eça de Queiróz, Escritor, 1845-1900 – “Mas o pior ainda, na Alemanha, é o hábil plano com que fortificam a sua prosperidade e garantem a sua influência – plano tão hábil que tem o sabor de uma conspiração: na Alemanha, o judeu, lentamente, surdamente, tem se apoderado das duas grandes forças sociais – a Bolsa e a Imprensa. Quase todas as casas bancárias, quase todos os grandes jornais estão na posse do semita. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante, e o traz dependente do capital; mas, injúria suprema, pela voz de seus jornais, ordena-lhe o que há de fazer e com quem há de se bater! Tudo isso seria suportável se o judeu se fundisse com a raça indígena. Mas não. O mundo judeu conserva-se isolado, compacto, inacessível e impenetrável. As muralhas formidáveis do templo de Salomão, que foram arrasadas, continuam a pôr em torno dele um obstáculo de cidadelas. Dentro de Berlim há uma verdadeira Jerusalém, inexpugnável: aí se refugiam com o seu Deus, os seus costumes, o seu Sabbath, a sua língua, o seu orgulho, a sua secura, gozando o ouro e desprezando o cristão. Invadem a sociedade alemã, querem lá brilhar e dominar, mas não permitem que o alemão meta sequer o bico do sapato dentro da sociedade judaica. Só casam entre si; entre si ajudamente regiamente, dando-se uns aos outros milhões, mas não favoreceriam com um troco um alemão esfomeado; e põe orgulho, um coquetismo insolente em se diferenciar do resto da nação em tudo, desde a maneira de pensar até a maneira de vestir. Naturalmente, um exclusivismo tão acentuado é interpretado como hostilidade e pago com ódio”.
Robert Faurisson – Os judeus temem ver revelado perante os olhos do mundo o fato de ser a impostura do “Holocausto” o que permitiu, no rastro da Segunda Guerra Mundial, a criação na terra da Palestina de uma colônia judaica chamada Israel; e tudo isso num tempo em que (com a exceção do império comunista) um gigantesco movimento anticolonialista estava em andamento.
Franz Liszt, compositor – “O dia chegará em que a questão da expulsão dos Judeus que habitam entre outros povos se tornará uma questão de vida ou morte, uma questão de recuperação de uma doença crónica, de uma vida pacífica ou contínua febre social.”
Einar Aberg – “Aquele que descobre a verdade sobre o judaísmo e não combate a Judaría e alerta os seus camaradas cidadãos da ameaça Judaíca, torna-se um cumplíce dos Judeus e parte da desgraça da sua nação.” – “Prácticamente cada Judeu possui um nome intermediário, e por milhares de anos esse nome foi o de “Mentiroso”. Portanto, o que espera?” – “Nenhum sistema social no mundo permanecerá são enquanto hospedar o psiconeurótico Judeu… e muito criticamente, o Judeu irá perverter toda a cultura e destruir cada povo hospedeiro.”
C. G. Jung – “Os judeus, que são algo como nômades, nunca até agora criaram uma forma cultural por si mesmos, e até onde eu posso ver, nunca o farão, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem uma nação mais ou menos civilizada como hospedeira para o seu desenvolvimento.”
Diodorus, historiador Grego Siciliano, 50 A.C. – “Os Judeus não se misturam com outros povos, uma vez que os consideram inimigos.”
Martin Luthero, reformador religioso Alemão, 1500 D.C. – “O sol jamais brilhou perante tal sangrento e vingativo povo, que acolhem a ideia de assassinar e estrangular os gentios. Nenhuns outros homens sob o sol são mais gananciosos do que eles foram, e sempre serão. Eles afogam e destroiem a restante humanidade e consideram-se a si mesmos o povo escolhido por Deus neste plano.” “Mantêm-nos prisioneiros em nosso próprio país, nos fazem trabalhar até a última gota de suor, enquanto se sentam junto à estufa, descansam, engordam, se banqueteiam, se embriagam, vivem folgadamente às custas dos bens produzidos por nós; capturam-nos e aos nossos bens por meio de sua maldita usura e ainda debocham de nós e nos cospem por termos de trabalhar para eles”.
Robert Fisk – “Raramente, desde a Segunda Guerra Mundial, um povo foi tão vilipendiado como os palestinos. E raramente um povo foi tão freqüentemente desculpado e apaziguado como os israelenses. As embaixadas israelenses estão agora discando para editores em todo o mundo, dizendo que não é correto chamar o Primeiro-ministro de Israel de “linha dura”. E os repórteres estão caindo nessa conversa.”
Amira Hass, jornalista israelense – “interpretarem o assassinato do seu povo e o de suas famílias na Europa como um eterno aval para suprimir e expropriar o povo palestino e para apresentá-los como o inimigo que substituiu os alemães”
Mahatma Gandhi – “O que está acontecendo na Palestina, não é justificavel por nenhuma moralidade ou código de ética. Certamente, seria um crime contra a humanidade reduzir o orgulho árabe para que a Palestina fosse entregue aos judeus parcialmente ou totalmente como o lar nacional judaico.”
Maria Teresa, Imperatriz da Áustria e mãe de Maria Leopoldina – “Não conheço pior peste para o estado que o Judeu.”
Goethe, um extraordinário autor Alemão – “Eles possuem uma fé que santifica o roubo a terceiros.”
George Washington, Homem de Estado Americano – “Eles (os judeus) trabalham mais efetivamente contra nós, do que os exércitos do inimigo. São centenas de vezes mais perigosos à nossa liberdade e à grande causa na qual estamos engajados… É muito lamentável que cada estado, por mais longe que seja, não os tenha abatido, como pestes da sociedade, e os maiores inimigos que temos à alegria da América.” fonte: Máximas de George Washington – George Washington’s Maxims – por A.A. Appleton & Co.
Benjamin Franklin, Homem de Estado Americano – “Eu concordo plenamente com o General Washington, que devemos proteger esta jovem nação de uma influência insidiosa e penetradora. A ameaça, senhores, são os judeus. Em qualquer país onde os judeus se assentaram em números consideráveis, baixaram seu nível moral; depreciaram sua integridade comercial; riram e tentaram desestabilizar a religião cristã sobre a qual esta nação está fundada, fazendo objeções às suas restrições; construíram um Estado dentro do Estado; e quando sofreram oposição tentaram estrangular este país até a morte financeiramente, como no caso de Espanha e Portugal. Por mais de 1.700 anos, os judeus estiveram chorando seu destino triste de estarem exilados de sua terra natal, como eles chamam a Palestina. Mas, senhores, se o mundo desse a Palestina a eles, iriam na hora achar alguma razão para não retornarem. Por quê? Porque eles são vampiros, e vampiros não vivem em vampiros. Não podem viver apenas entre eles próprios. Devem subsistir em cima dos cristãos e outros povos não de sua raça. Se vocês não os excluírem destes Estados Unidos, em sua Constituição, em menos de 200 anos eles terão chegado aqui em grande números que dominarão e devorarão a terra e mudarão nossa forma de governo, pela qual nós americanos escorremos nosso sangue, damos nossas vidas, nossas almas e arriscamos nossa liberdade. Se vocês não os excluírem, em menos de 200 anos nossos descendentes estarão trabalhando nos campos para dar-lhes subsistência, enquanto eles estarão nos escritórios comerciais esfregando as mãos. Eu lhes aviso, cavalheiros, se vocês não excluírem os judeus por todos os tempos, seus descendentes vão amaldiçoá-los em suas covas. Judeus, cavalheiros, são asiáticos, deixem eles nascerem onde quiserem ou quantas gerações estão fora da Ásia, eles jamais serão diferentemente. Suas idéias não se ajustam às do americano, e não irão jamais nem que vivam dentre nós dez gerações. Um leopardo não pode mudar seus pontos. Judeus são asiáticos, são uma ameaça a este país se permitirmos sua entrada, e deveriam ser excluídos por esta Convenção Constitucional”. Esta profecia, de Benjamin Franklin, foi feita durante uma “CONVERSA À MESA DURANTE O INTERVALO” – Chit Chat Around the Table During Intermission- , na Conferência Constitucional da Filadélfia de 1787. Esta afirmação foi guardada no diário de Charles Cotesworth Pinckney, um delegado da Carolina do Sul.
Tacitus, renomado Historiador Romano, 100 D.C. – “Eles desprezam tudo o que nos é sagrado, e fazem tudo o que nos é repulsívo.”
Abd el Kadir – “Os Judeus que vivem dispersos pelo mundo de nenhum modo perdem a sua coesão, são criaturas ardilosas, perigosas e hostis para com terceiros. O indivíduo deve matá-los como serpentes, sem lhes dar tempo para erguer a cabeça, senão eles morderão infalivelmente. A sua mordida é letal.”
Mohammed, líder religioso Islâmico, 600 D.C. – “Todos eles até ao último são patifes.” -”Pensavam então os antigos e não se equiparavam a eles, aquela peste internacional como os conhecemos nos nossos dias, contudo eles conheciam o seu inimigo. Somente os terrenos e saudáveis bárbaros do norte, os Teutónicos, se aperceberam instintivamente do repugnante verme que habita o Judeu. Sem hesitação mataram-no e involuntáriamente liberaram os seus inimigos, os Romanos e os Gregos, por diversos séculos da peste. Mas os Judeus agitaram-se e avançaram. Agora leia algumas opiniões desde a Idade Média até à nossa época moderna.”
Mirza Hassan Chan – “Não consigo compreender como esses répteis venenosos não foram destruídos até agora. Bestas das preces são mortas; são os Judeus diferentes de canibais?”
Voltaire, artista Francês famoso por volta de 1730 D.C. – “Os Judeus nada mais são que um povo crúel e bárbaro, que há muito tempo combina a maior avareza com o ininstinguível ódio por todos os povos pelos quais são tolerados. São maldosos quando falham e arrogantes quando sucedem.”
Schopenhauer, filósofo – “A pátria dos Judeus são os outros povos.”
Walter Buch, Presidente do Tribunal Supremo do NSDAP – “O Judeu não faz parte de um povo. É uma manifestação de decadência.”
Wilhelm Kube, Galês de Ostmark – “O que a peste e a sífilis são para a humanidade, o Judeu é-o para a Raça Branca.”
Adolf Hitler, Um revolucionário Alemão – “O Judeu é e permanecerá um parasita, uma esponja, que como um pernicíoso bacílico se espalha por extensas áreas uma vez que algumas áreas favoráveis o atraem. O efeito produzido pela sua presença é semelhante ao de um vampiro; pois onde quer que ele se estabeleça, as pessoas que lhe deram hospitalidade estão destinadas a sangrar até à morte mais cedo ou mais tarde.”
Sir Haim Montefiore, o Barão de Montefiore, filantropo judeu britânico – “Perdeis o tempo a tagarelar. Enquanto não se achar em nossas mãos a imprensa do mundo inteiro, tudo que fizermos será infrutífero. É preciso que dominemos a imprensa universal ou, ao menos influamos nela, se quisermos iludir e escravizar os povos”.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
O que é Israel?
Trata-se de uma entidade política criada em 1948, após uma guerra de conquista de território pertencente milenarmente aos palestinianos, entre os quais se incluía uma minoria de confissão judaica, vivendo durante séculos pacificamente ao lado da maioria islâmica, tal como os diversos grupos de cristãos, uma entidade formada por elementos estranhos à região, provenientes da Europa e que, a despeito dos seus propósitos nunca conseguiu representar sequer metade dos judeus existentes (13 milhões), trata-se de uma sociedade muito hierarquizada onde, para além dos vários grupos sócio-económicos, se cruzam sensibilidades religiosas no âmbito do judaísmo e uma importante faixa populacional laica. Depois, vêm os palestinianos de cidadania israelita (um milhão), cidadãos de segunda, objecto de toda a suspeita de solidariedade com os seus irmãos da diáspora. Finalmente, colocam-se os palestinianos dos bantustões da Cisjordânia e de Gaza (1,7 milhões), em grande parte trabalhando em Israel, submetidos a controlos fronteiriços, a limitações nas suas deslocações e a todas as violências e violações por parte dos israelitas que se arrogam a ter sobre eles uma suserania repressiva a tempo inteiro e de conteúdo convenientemente impreciso. Gaza e Cisjordânia são para os israelitas uma área de fronteira, imprecisa, povoada por gente desprezível e sem direitos.Israel tem (não assumindo) a bomba atómica sem que a comunidade internacional alguma vez tenha manifestado as preocupações que dirige ao Irão, apesar de ninguém ter descoberto indícios de que este país esteja nesse caminho. Em média Israel possui uma bomba atómica por cada 20000 habitantes, o que transforma o território numa fortaleza, numa entidade guerreira e genocida, a menos indicada para possuir a bomba atómica, sem que se defenda aqui a existência desse tipo de armamento. Israel viola e altera as fronteiras quando e como quer, erguendo um colossal muro de separação com os territórios palestinianos, retalhados de forma a tornar inviável a sua gestão ou a circulação de bens e pessoas. E, em procura de terroristas afasta ou impõe a sua força às autoridades palestinianas, a tal comunidade internacional protesta mas, a caravana passa. Israel constitui-se, portanto numa entidade usurpadora, de ocupação de um território alheio, que procura a inviabilização da sobrevivência dos palestinianos e é uma ameaça para os povos da região, demasiadas vezes concretizada com bombardeamentos, assassínios e guerra.
Na liderança israelita abundam impunemente criminosos de guerra como Sharon e nenhum foi até hoje julgado. A sua pulsão racista é tal que mandou estudar o mapa genético dos palestinianos na busca (que se revelou infrutífera) de algo que os diferenciasse dos israelitas (os nazistas fizeram escola), que dizer de um Estado que dinamita as casas das famílias dos resistentes palestinianos ao arrepio de todas as normas humanitárias ? Que atulha os poços para impedir os palestinianos de ter água? Que chegou a tentar enterrar vivos dois resistentes anos atrás, que se salvaram devido ao aparecimento de jornalistas ? Que isola povoações palestinianas para forçar ao seu abandono ? Que mantém 10000 prisioneiros palestinianos incluindo membros do seu governo e considera ilegítima a prisão de três dos seus soldados ? Que considera um prédio com paraplégicos, mulheres e crianças num outro país como objectivo militar e que ainda acusa as vítimas de não terem acatado as ordens israelitas para abandonar a cidade !! o apoio da comunidade internacional, Israel goza de enorme apoio financeiro e militar dos EUA e só nessa base consegue manter um exército, serviços secretos poderosos e uma economia viabilizada artificialmente.
O apoio dos EUA manifesta-se também no aliciamento, manutenção da tolerância ou ameaça aos vizinhos de Israel, (suportando a monarquia hachemita responsável pelo massacre de palestinianos em 1970 e o corrupto e ditatorial regime egípcio), na continuidade de ocupação de território sírio, no apoio a Israel na ONU e na intervenção no intrincado xadrês político libanês, sem dúvida que o petróleo está na origem do interesse geoestratégico da região para os EUA e para a amálgama mole da UE que arrasta os pés, obediente, atrás de Bush. Para além da influência em Washington da poderosa comunidade judaica americana, há ainda uma tara, comum aos EUA e a Israel; ambos se consideram eleitos de Deus e, portanto melhores que o resto da Humanidade, a quem exigem subserviência ou distanciamento, a UE, sempre comovida e constrangida com a memória do Holocausto, apoia Israel enquanto financiou a corrupta autoridade palestiniana da Fatah, para comprar a sua submissão à tutela israelita, pouco se importando que dessa ajuda parte significativa tenha ficado nos bolsos dos mandarins locais. E quando a população rejeitou, em eleições livres, os corruptos, dando a maioria ao Hamas,cortou o financiamento como forma de chantagiar o novo poder. os resultados eleitorais, na lógica democrática da UE e dos EUA só se respeitam quando favoráveis aos amigos e clientes, hipocritamente o binómio UE/EUA grita o apoio do Irã e da Síria ao Hezbollah como se esse apoio fosse estranho ou ilegítimo comparado com o que é dado a Israel. E pretendem a intervenção da ONU no sul do Líbano, de facto para afastar o Hezbollah da região e com isso dar mais segurança a Israel. E não têm tido pressa, dando todo o tempo a Israel para destruir o Hezbollah, o que parece estar ainda longe de ser conseguido. Como essa tarefa não é fácil, Israel prossegue uma política de massacre do povo libanês e de destruição das suas infraestruturas, seguro de um apoio dos governos dos EUA e da UE que lhe permite desprezar a opinião pública mundial. responsabilidades das esquerdas, em suma, Israel é o nome de um invasor e ocupante de terras alheias e portanto é legítimo que os espoliados e violentados resistam, ataquem, matem ou raptem soldados inimigos. É legítimo que os ocupados e humilhados recorram ao apoio de países e organizações solidárias com a sua luta para combater Israel, por todos os meios que tiverem ao seu alcance pelos motivos atrás referidos, não consideramos legítima a existência de um estado de Israel, a despeito do seu reconhecimento pela ONU em 1948, no rescaldo da comiseração face ao Holocausto e no âmbito da sobranceria das potências coloniais que se acharam com legitimidade para criar um Israel em terras de terceiros. E temos consciência que essa é a posição maioritária entre os palestinianos e nos povos da região, contrariamente ao realismo oportunista dos governos. Como se disse ao início deste texto é preciso estabelecer princípios fundadores: não é possível, viável ou justo um estado como Israel, confessional, racista, agressivo e sustentado artificialmente do exterior como não é admissível a existência de um povo palestiniano, refugiado há décadas e expulso das suas próprias terras.
A existência de Israel favorece a tensão política e militar, a corrida aos armamentos, o subdesenvolvimento e a agressão americana contra os povos da região; Israel e as monarquias e ditadores árabes são os instrumentos da hegemonia americana para o controle do petróleo, a verdadeira solução é a criação nos territórios da Palestina histórica, de um Estado não confessional com onde coabitem democraticamente muçulmanos, judeus e cristãos, em harmonia como antes da intervenção inglesa no desmembramento do império otomano e mais tarde no apoio ao sionismo, tomado como sinónimo de solidariedade com os judeus perseguidos pela deriva nazi. Entretanto compete às forças de esquerda: denunciar e alertar para o papel de Israel no Médio Oriente bem como para a estratégia americana na área, sempre pronta para ameaçar e gerar instabilidade (Iraque, Irão, Afeganistão, Venezuela e amanhã aqui, se necessário), incitar ao boicote de bens de origem israelita, às viagens turísticas a Israel, à utilização da sua companhia aérea El Al e à utilização dos aeroportos nacionais de aviões israelitas ou com destino/origem a Israel, à presença em espectáculos desportivos onde participem israelitas, exigir dos governos o corte de relações com Israel e a sua condenação nas instâncias internacionais como Estado ilegítimo e agressivo.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Garota de 11 anos é feita de escudo humano pelo muito éticos covardões do IDF.
Pelo menos não a fuzilaram com 17 tiros, como fizeram a outra garota de 13 anos.
B’Tselem: IDF used Palestinian girl as human shield in Nablus
By Reuters
Israel Defense Forces soldiers used an 11-year-old Palestinian girl as a “human shield” during an operation against militants in the West Bank town of Nablus last week, an Israeli human rights group said on Thursday.
http://www.haaretz.com/hasen/spages/834937.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Israel culpa Rússia por derrota militar
O governo nazista de Israel está furioso com a Rússia, pois responsabiliza Moscou por venda de mísseis anti-tanques ao Hizbollah, a resistência nacional libanesa. Sabe-se que o Hizbollah reduziu a pó uma divisão inteira de tanques israelenses, os mais modernos do mundo, muitos dos quais de fabricação americana.
Leiam mais abaixo:
http://www.voltairenet.org/article143061.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Vídeo do youtube… não tem cenas tão fortes, mas é emocionante
http://www.youtube.com/watch?v=t_p9h_5fhMg
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
O orkut está infestado de racismo e intolerancia de todas as espécies. Vejam por exemplo essa comunidade:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16886417
(Não esqueça de denunciar)
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Acontecimentos pré 11 de setembro – Loose Change.
1 de Dezembro, 1984.
Um Boeing 720 controlado por controle remoto, levanta vôo da base aérea de Edwards, e é desenvolvido pela NASA para pesquisa de combustível. Antes da sua destruição o avião voou um total de 16 horas e 22 minutos, incluindo 10 partidas, 69 aproximações e 13 aterrissagens.
Agosto, 1997.
A capa do manual da FEMA, “Resposta de emergência contra o terrorismo”, apresenta o WTC sob a imagem de uma mira.
28 de Fevereiro, 1998.
O Global Hawk, o veículo não pilotado da Radeon, completa o seu primeiro vôo sobre a base aérea de Edwards na Califórnia, a uma altitude de 9.753 metros, a altitude de cruzeiro para um avião comercial.
1999.
O NORAD inicia a condução de exercícios onde aviões comerciais seqüestrados são pilotados contra o WTC e o Pentágono.
Junho, 2000.
O Departamento de Justiça lança um manual de terrorismo com o WTC sob uma mira.
Setembro, 2000.
O Projeto Para Um Novo Século Americano, um grupo de discussão neo-conservador, do qual fazem parte Dick Cheney, Donald Rumsfeld, Jeb Bush e Paul Wolfowitz, lança o seu relatório entitulado: “Reconstruindo as Defesas Americanas”.
No relatório declaram que: “O processo de transformação, mesmo que traga uma mudança revolucionária, é provável que venha a ser longo, na ausência de algum evento catastrófico catalizador…como um novo Pearl Harbor.”
24 de Outubro, 2000.
O Pentágono conduz o primeiro de dois exercícios de treino chamados MASCAL, que simulavam um Boeing 757 a colidir no edifício do Pentágono. Charles Burlingame, um antigo piloto de F-4 da Marinha que trabalhou no Pentágono, participou neste exercício antes de se aposentar e arranjar trabalho na American Airlines, onde, menos de um ano depois, o seu Boeing 757 supostamente colidiria contra o Pentágono.
Abril, 2001.
O NORAD planeja um exercício onde um avião é pilotado contra o Pentágono, mas é rejeitado como sendo “demasiadamente irreal”.
Junho, 2001.
O Departamento de Defesa apresenta novas instruções para as intervenções militares em caso de seqüestro de um avião. Afirma: “Em todas as respostas não imediatas, o Departamento de Defesa tem de obter permissão diretamente do Secretário de Defesa.”
O Procurador Geral John Ashcroft começou a voar em jatos charter até ao final do seu mandato, devido à ameaça de julgamento por parte do FBI.
4 de Julho, 2001.
Osama bin Laden, procurado pelos Estados Unidos desde 1998, recebe tratamento médico no hospital americano no Dubai, onde recebe a visita de um chefe local da CIA.
24 de Julho, 2001.
Larry A. Silverstein, que já era dono do WTC 7, assina um seguro no valor de 3.2 Bilhões de dólares com a duração de 99 anos para todo o complexo do WTC, seis semanas antes do 11 de Setembro. Incluído no seguro está uma apólice de seguro no valor de 3.5 Bilhões de dólares, cobrindo especificamente atos de terrorismo.
6 de Setembro, 2001.
São colocadas 3.150 Put Options sobre as ações da United Airlines. Uma Put Option é uma aposta na queda da Bolsa. Nesse dia, as Put Options foram superiores em mais de quatro vezes à sua média diária. Cães especialistas em explosivos são retirados do WTC, assim como os guardas de segurança que estavam fazendo turnos de 12 horas há 2 semanas.
7 de Setembro, 2001.
São colocadas 27.294 Put Options sobre as ações da Boeing, superior em mais de cinco vezes à média diária.
10 de Setembro, 2001.
São colocadas 4.516 Put Options sobre as ações da American Airlines, quase onze vezes superior à sua média diária. A Newsweek noticiou que vários altos oficiais do Pentágono cancelaram os seus planos de vôo para a manhã seguinte. O Presidente da Câmara de São Francisco, Willie Brown, recebe uma chamada telefônica que o avisa para não voar na manhã seguinte.
A Pacifica Radio revelou mais tarde que este telefonema foi efetuado pessoalmente pela Conselheira Nacional de Segurança, Condoleezza Rice.
E no Paquistão, num hospital militar, todos os urologistas são substituídos por uma equipe especial de modo a acolherem o seu convidado de honra, Osama bin Laden, que é cuidadosamente escoltado para dentro, para ser cuidadosamente vigiado e tratado.
11 de Setembro, 2001.
O Escritório Nacional de Reconhecimento em Chantilly, Virginia, se prepara para um exercício onde um pequeno avião privado colide contra o seu edifício.
O NORAD executa inúmeros exercícios militares.
O primeiro, Vigilant Guardian, é descrito como: “… um exercício que irá criar uma crise imaginária para as defesas avançadas norte-americanas a nível nacional.”
A segunda: Northern Vigilance, movimentar caças para o Canadá e para o Alaska para combater uma frota russa imaginária. Três F-16 da Guarda Nacional de Washington, DC, na base aérea de Andrews, a 24 km do Pentágono, são levados para 333 km de distância, para uma missão de treino na Carolina do Norte.
Isto deixou 14 caças para proteger a totalidade dos Estados Unidos.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
PORQUE O IRÃ NÃO PODE TER A BOMBA ATÔMICA?
A bomba iraniana
Por que o Irã não pode ter a bomba atômica?
O Ocidente, através de seu porta-voz George Bush, responde: “Porque o Irã não está preparado para viver no seio das nações civilizadas”.
Mas o que o Irã pode fazer que o Ocidente já não fez?
A Inquisição?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Ocupar, saquear e transformar o continente africano em colônia?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Ocupar, saquear e colonizar o continente asiático?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Provocar a Primeira Guerra Mundial?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Provocar a Segunda Guerra Mundial?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Jogar a bomba atômica sobre Hiroshima?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Jogar a bomba atômica sobre Nagasaki?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Invadir o Iraque e destruir mais de 35 mil sítios arqueológicos?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Invadir o Afeganistão e não deixar pedra sobre pedra?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Ocupar e transformar a belíssima Guantânamo cubana num centro de tortura?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Saquear as riquezas das Américas do Sul e Central?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Construir um muro em Israel para segregar os semitas palestinos?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Financiar os principais cartéis de drogas de todo o mundo para dar uma sobrevida a Wall Street?
Isso o Ocidente civilizado já fez.
Realmente, o Ocidente tem razão: “O Irã não está preparado para viver no seio das nações civilizadas”
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Israel se diz democrático, mas impõe proibições!!!
VIAGEM IMPOSSÍVEL
Amira Hass, Ha’aretz/Rebelión 22/01/2007
Todas as promessas de reduzir as restrições na Cisjordânia têm ofuscado o que realmente acontece. Só foram removidas algumas barreiras, mas as proibições que apontamos a seguir continuam de pé. (Estes dados foram extraídos dos documentos do setor de informação sobre questões humanitárias das Nações Unidas e de Machsom Watch).
Proibições permanentes:
Aos palestinos da Faixa de Gaza é proibido permanecer na Cisjordânia.
Aos palestinos é proibido entrar em Jerusalém Leste
Aos palestinos da Cisjordânia é proibido entrar na Faixa de Gaza pela passagem de fronteira de Eretz.
È proibido aos palestinos entrar no Vale do Rio Jordão.
É proibido aos palestinos ter acesso a povoados, terras, cidades e áreas adjacentes ao longo da “linha de costura”, entre o muro de separação e a Linha Verde (cerca de 10% da Cisjordânia).
Os palestinos que não moram em Beit Furike e Beit Dajan, no Distrito de Nablus, e em Ramadin, a sul de Hebrón, não podem entrar nestes povoados.
É proibido aos palestinos entrar na região dos assentamentos (inclusive quando suas terras se encontram no interior da área de construção dos assentamentos).
É proibido aos palestinos entrar em Nablus no interior de qualquer veículo.
É proibido aos palestinos residentes em Jerusalém entrar na zona A (cidades palestinas da Cisjordânia).
É proibido aos moradores da Faixa de Gaza entrar na Cisjordânia pelo posto de fronteira de Allemby.
É proibido aos palestinos ir para o exterior saindo do aeroporto Ben Gurión.
Aos menores de 16 anos, é proibido sair de Nablus sem a certidão de nascimento original e sem serem acompanhados de seus pais.
É proibido aos palestinos com permissão de entrar em Israel de fazê-lo através das passagens de fronteiras utilizadas por israelenses e turistas.
É proibido aos moradores de Gaza ter residência na Cisjordânia.
Aos que residem na Cisjordânia é proibido estabelecer residência no Vale do Rio Jordão, em comunidades localizadas na linha de costura ou em Beit Furik e Beit Dajan.
É proibido aos palestinos transportar cargas e mercadorias pelos postos de controle no interior da Cisjordânia.
Proibições periódicas
É proibido aos moradores de algumas regiões da Cisjordânia de viajar no resto da Cisjordânia.
É proibido às pessoas de certa faixa etária – sobretudo homens de 16 a 30, 35 ou 40 anos – sair das áreas onde residem (em geral, Nablus e outras localidades a norte da Cisjordânia).
Veículos particulares não podem atravessar o posto de controle Swahara-Abu Dis (que separa o norte e o sul da Cisjordânia). Esta proibição foi cancelada pela primeira vez duas semanas atrás pelo plano de redução das restrições.
Permissões de viagem exigidas
Um cartão magnético (quando se pretende entrar em Israel, já que facilita a passagem pelos postos de controle da Cisjordânia).
Uma permissão para trabalhar em Israel (a ser solicitada pelo empregador nos escritórios da administração civil).
Uma permissão para receber tratamento médico em hospitais israelenses e em unidades hospitalares palestinas de Jerusalém Leste (Os solicitantes devem ter uma autorização do hospital, seu prontuário com o histórico médico completo e provar que o tratamento que estão procurando não pode ser conseguido nos territórios ocupados).
Uma permissão para atravessar os postos de controle localizados no Vale do Rio Jordão.
Uma permissão para poder transportar mercadorias.
Uma permissão para poder trabalhar nas terras situadas na linha divisória, para a qual se requer um formulário específico proporcionado pelo setor de registro, um documento emitido em cartório e uma prova de que é parente de primeiro grau do dono da propriedade registrada.
Uma permissão de entrada para a linha divisória (para parentes, equipes médicas, trabalhadores da construção civil, etc. Os que contam com a permissão devem sempre entrar e sair pela mesma passagem de fronteira inclusive quando está longe dela ou esta fecha cedo).
Permissões para viajar de Gaza à Cisjordânia através de Israel
Certidão de nascimento para menores de 16 anos.
Comprovante de residência permanente para os que vivem nos enclaves no interior da linha divisória.
Barreiras e postos de controle.
Em 9 de janeiro de 2007, contavam-se 75 postos de controle na Cisjordânia.
Há uma média de 150 postos de controle móveis por semana (número estimado em setembro de 2006).
Há 446 obstáculos localizados entre rodovias e localidades, incluindo blocos de concretos, rampas, 88 cercas metálicas e 74 quilômetros de barreiras ao longo das principais rodovias.
Há 83 cercas metálicas ao longo do muro de separação, separando as terras de seus proprietários. Só 25% destas entradas são abertas de vez em quando.
Tempo de viagem no ano 2000 e agora.
Tulkarem- Nablus. Antes: não mais de meia hora. Agora: no mínimo, uma hora.
Tulkarem-Ramallah. Antes: menos de uma hora. Agora: duas horas.
Beit Ur Al Fawqa- Ramallah. Antes: 10 minutos. Agora: 45 minutos.
Katana/Beit Anan-Ramallah. Antes: 15 minutos. Agora: de uma hora a 90 minutos.
Bir Nabala-Jerusalém. Antes: 7 minutos. Agora: uma hora.
Katana-Jerusalém. Antes: 5 minutos. Agora: Ninguém vai a Jerusalém.
“É proibido aos palestinos com permissão de entrar em Israel de fazê-lo através das passagens de fronteiras utilizadas por israelenses e turistas. ”
ISSO PARECE TANTO COM O APARTHEID………
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Limpeza étnica!!!
Israel planejou “limpeza étnica”, diz israelense
O historiador israelense Ilan Pappe já é bastante conhecido (e odiado) em seu país por dizer que a história da independência de Israel, em 1948, foi edulcorada por lendas heróicas que escondem massacres cometidos contra os árabes. Agora, no entanto, ele foi bem mais longe: em seu novo livro, “The Ethnic Cleansing of Palestine” (A Limpeza Étnica da Palestina), Pappe diz que Israel planejou a guerra com o objetivo deliberado de expulsar todos os árabes do território designado ao país pela ONU e, assim, criar um Estado 100% judeu.
Em entrevista a este blog, Pappe afirmou que esse projeto nunca foi inteiramente abandonado e explica as ações atuais de Israel como sendo um subproduto dessa ideologia. Ele disse ainda que a paz só será possível quando o mundo cobrar essa conta de Israel e quando os israelenses admitirem sua culpa e aceitarem o julgamento por crimes de guerra.
A tese de Pappe, professor da Universidade de Haifa (norte de Israel), é baseada em documentação militar que menciona a estratégia israelense para garantir as fronteiras do país durante a guerra contra os árabes em 1948. Sua interpretação é duramente contestada por outros historiadores israelenses, para quem Pappe manipula e distorce os fatos.
A versão usualmente aceita para os eventos estudados por Pappe é mais ou menos esta: em 29 de novembro de 1947, a ONU aprovou a partilha do mandado britânico da Palestina em dois Estados, um judeu e um árabe; os árabes rejeitaram a decisão; no mesmo dia, vários ataques de árabes contra judeus marcaram aquilo que se considera o início do conflito, que mais tarde envolveria os Exércitos da Síria, da Transjordânia, do Egito, do Líbano e do Iraque contra Israel. Deste ponto em diante, a “verdade” é algo tão móvel quanto as dunas do deserto.
Na versão dos árabes, a ação contra Israel foi deflagrada porque a Partilha da Palestina não havia sido aceita pela maioria árabe da região e porque era necessário proteger a vida e as propriedades dessa comunidade, ameaçada pelo “terrorismo” dos judeus. A onda de violência israelense, sustentam os árabes, transformou a guerra na “Nakba”, ou “catástrofe” em árabe. De acordo com essa interpretação, a ação das forças judaicas expulsou mais de 700 mil árabes de suas casas.
A versão israelense, como se pode imaginar, é bem diferente: Israel, quando mal tinha um Exército, foi covardemente atacado por um conjunto de forças militares árabes que tinham o objetivo declarado de exterminar os judeus. No rastro de destruição dessa ofensiva genocida, dizem os israelenses, as lideranças que combatiam Israel aterrorizaram as comunidades árabes locais, criando o clima para o êxodo que se seguiu. Tudo o que Israel fez, segundo essa interpretação, foi se defender.
Dentro de Israel, porém, há uma corrente de pesquisadores que contesta essa visão. São os chamados “novos historiadores”, que sempre rondaram a tese da “limpeza étnica” deliberada, mas nunca haviam ousado defendê-la abertamente, como Pappe faz agora.
Um dos eixos da pesquisa de Pappe é o Plano Dalet (a quarta letra do alfabeto hebraico, isto é, a quarta versão do plano). Elaborada desde antes da retirada britânica, a idéia era preparar a defesa das fronteiras israelenses assim que o mandato do Reino Unido sobre a Palestina expirasse.
O texto do plano informa que o objetivo era “obter o controle de áreas do Estado judeu e defender suas fronteiras”. Além disso, visava também “ganhar o controle de assentamentos judeus e concentrações que estejam localizadas fora de suas fronteiras [do Estado judeu], em ação contra forças regulares e semi-regulares que estejam operando a partir de bases fora ou dentro do Estado”.
Para os estudiosos árabes, a menção à conquista do controle de áreas “fora das fronteiras” de Israel é o bastante para atribuir aos israelenses a intenção expansionista como princípio. No entanto, mesmo alguns dos mais importantes “novos historiadores” israelenses, como Benny Morris, dizem que o Plano Dalet era basicamente defensivo, uma vez que previa essa ação fora das fronteiras somente em caso de ataque árabe.
Pappe, no entanto, explora outro trecho do plano para denunciar a ação israelense como criminosa e premeditada. Na seção sobre como lidar com “centros populacionais inimigos”, o texto fala de “destruição de vilarejos (ateando fogo, explodindo e plantando minas), especialmente aqueles centros populacionais cujo controle permanente é difícil”. Cita ainda “operações de busca e controle de acordo com os seguintes princípios: cerco ao vilarejo e condução de buscas dentro dele; na evidência de resistência, a força armada deve ser destruída, e a população deve ser forçada a se retirar para fora das fronteiras do Estado”.
“Mesmo na mais conservadora definição de ‘limpeza étnica’, esse foi um caso claro e clássico de crime contra a humanidade”, afirmou Pappe ao blog. “Negar isso é travestir a verdade.”
O historiador israelense parece convencido de que a “complexidade” atribuída aos eventos de 1948 que resultaram na crise dos refugiados árabes é apenas uma boa desculpa para diluir a responsabilidade de seu país. Segundo ele, houve violência por parte dos árabes também, mas somente como forma de defender os palestinos da ação judaica. “Eles recorreram à violência para sobreviver. Não foram capazes de demonstrar unidade para enfrentar um movimento que estava determinado a expulsá-los de sua terra. Mas a parte do leão nesse conflito recai sobre os ombros dos colonizadores, dos ocupantes, dos que expulsaram, e estes são os israelenses.”
Pappe afirma que os israelenses não estão dispostos a aceitar uma discussão completa e honesta sobre esse episódio, sobretudo porque “apóiam, em geral, a idéia da limpeza étnica” ainda hoje. A prova disso está, segundo ele, na entrada de Avigdor Lieberman, o feroz líder ultradireitista anti-árabe, no governo do premiê Ehud Olmert. Para Pappe, os palestinos correm “grande perigo” e é preciso que “o mundo acorde e interfira para salvá-los”.
A paz na região só será possível, na avaliação do polêmico historiador, se Israel aceitar o direito de retorno dos palestinos. Caso o país se negue a isso, Pappe diz, será o mesmo que admitir a verdade sobre a limpeza étnica contra os palestinos. Para ele, é inaceitável que, por um lado, “um tal Estado ideológico reivindique ser parte do mundo civilizado”, enquanto se espera que os palestinos “parem de lutar a guerra pela sua sobrevivência”.
http://blog.estadao.com.br/blog/guterman/?blog=33&c=1&page=1&more=1&title=israel_planejou_limpeza_etnica_diz_israe&tb=1&pb=1&disp=single
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Mídia mais uma vez enganando a humanidade!!!
COMO SE ENGANA A HUMANIDADE
Imagens utilizadas pela CNN, de palestinos comemorando os ataques, é uma farsa. Utilizaram filmagens de 1991 para manipular você.
(Por Márcio Carvalho, da UNICAMP, SP)
Existe um ponto importante sobre o poder da imprensa, especificamente do poder da CNN. Em todo o mundo nós estamos sujeitos a 3 ou 4 grandes distribuidores de notícias, e um deles – como nós todos sabemos – é a CNN. Muito bem, eu acho que todos vocês devem ter visto (como eu também vi) imagens desta companhia.
Em particular, uma certa imagem chamou minha atenção: os palestinos comemorando o bombardeio, nas ruas, comendo bolo e fazendo caras engraçadas para as câmeras. Bem, ESTAS IMAGENS FORAM FEITAS EM 1991!!! São imagens dos palestinos comemorando a invasão do Kuwait! É simplesmente inaceitável que uma super poderosa forma de comunicação como a CNN usa imagens que não correspondem com a realidade relatada sobre as situações sérias que estão acontecendo.
O meu professor, aqui no Brasil, tem fitas de vídeo com gravações de 1991, com as mesmas imagens; ele está mandando emails para a CNN, Globo (a maior rede de TV do Brasil) e jornais, denunciando o que eu mesmo classifico como um crime contra a opinião pública. Se alguém de vocês tem acesso a esse tipo de arquivo, procure por isso. Enquanto isso, eu vou tentar ‘colocar minhas mãos’ em uma cópia desta fita. Mas agora, pensando por um momento sobre o impacto de tais imagens: seu povo está machucado, emocionalmente frágil, e este tipo de transmissão tem uma alta possibilidade de causar ondas de ódio e raiva contra os palestinos. É irresponsável mostrar tais imagens como estas.
Finalmente, eu gostaria de dizer que todos nós lamentamos e condenamos tudo o que aconteceu nos últimos dias. Eu realmente não quero ser mal entendido aqui, mas a verdade é que o governo dos EUA tem mostrado nenhum respeito por outros países nas últimas décadas. Nos anos 60 e 70 eles ajudaram várias tropas militares através do mundo (incluindo Brasil em 64). Mais tarde, com Reagan e Bush pai, o consenso de Washington tem sido demolir as bases de nossas economias, nos tornando cada vez mais dependentes.
W. Bush tornou as coisas piores rapidamente: Kioto Protocol, Star Wars, Plano Colômbia, a troca da floresta tropical por partes da dívida externa, o abandono da posição como uma terceira parte nas negociações entre IRA e a Inglaterra, e entre Palestinos e Israel. Todos esses erros na política externa dos EUA, fez com que o seu país seja mais odiado que antes, e, claro, mais vulnerável. Escute, eu NÃO estou justificando as ações terroristas que aconteceram, mas me parece que, se o governo americano tivesse criado outra trajetória, pensamentos e ações, coisas desse tipo não estariam acontecendo agora.
Observação: Recomendo ao leitos fazer rapidamente um cálculo de quantos milhões de norte-americanos, após assistirem essas cenas de festejos, de mais de 10 anos atrás, após o Iraque ter invadido para recuperar o Kuwait, tendenciosamente apresentados como se fossem pelos ataques a Nova York e Washington, acreditaram na sua veracidade e, revoltados, se posicionaram contra os palestinos. Quem foi o gigantesco beneficiado por essa cretina manipulação, e quem foi o responsável?
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Tá no youtube a matéria falando sobre a declaração de Clodovil negando o holocausto e o 11/9
http://www.youtube.com/watch?v=a8FIKoLDMWI&mode=related&search=
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Demonstração do ódio judeu contra Jesus Cristo!!!
Este link abaixo mostra o quanto os judeus despresam o cristianismo por seguir Jesus. Alguns judeus afirmam que Jesus não foi o messias e outros que nem existiu. Veja o link abaixo.
http://verdade-absoluta.blogspot.com/2006/01/tribunal-italiano-vai-decidir-se-jesus.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Não acabou. Mais ódio contra Jesus!!!
Olha que absurdo:
http://jn2.sapo.pt/seccoes/mensagem.asp?88316
Porque tanto ódio contra Jesus Cristo?
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
DENUNCIEM!!!
Desta vez é no orkut. Uma comunidade criminosa cujo objetivo é difamar o cristianismo, ofender e caluniar os cristãos. Entrem e denunciem para que seja retirada do ar:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=16886417
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Expressões de Ramallah
Retrato de Ramallah, na Cisjordânia, em junho deste ano, quando se multiplicavam os odiosos atentados contra civis israelenses e os assassinatos de alguns dirigentes palestinos, mas optando não mencionar a violência espetacular dessas explosões e do sangue, mas o sofrimento de um povo sob ocupação
John Berger
É a única via de acesso dos palestinos para o seu vilarejo. A estrada originalmente asfaltada, agora proibida para eles, está reservada para os israelenses das colônias
Uma pequena estrada de cascalho, insinuando-se no meio de grandes rochas, desce um vale ao sul de Ramallah. Às vezes, serpenteia entre oliveiras veneráveis: algumas remontam à época romana. Esta pista pedregosa (um carro a acharia muito desgastante) é a única via de acesso dos palestinos para o seu vilarejo ao lado. A estrada originalmente asfaltada, agora proibida para eles, está reservada para os israelenses das colônias. Percebo uma flor vermelha entre os arbustos e paro para colhê-la. Mais tarde fico sabendo que se chama Adonis Aestivalis. Sua cor vermelha é intensa e sua vida, segundo o manual botânico, breve.
Baha grita avisando para não ir na direção da colina à minha esquerda. Se detectarem alguém se aproximando, eles atiram. Eu tento calcular a distância que me separa dela: menos de um quilômetro. A cerca de 200 metros, na direção desaconselhada, percebo uma mula e um cavalo amarrados. Penso que estão garantindo a minha segurança e vou em frente.
Água preciosa
Quando chego, dois meninos de cerca de onze e oito anos trabalham sozinhos num campo. O mais jovem enche regadores pegando água num barril enfiado na terra. O cuidado para não derramar uma gota comprova o quanto a água é preciosa. O mais velho pega o regador cheio e desce cuidadosamente para uma parcela arada onde ele rega as plantas. Ambos estão descalços.
Ele colhe alguns ramos de menta e me dá um buquê. Sua frescura acre e forte é como um gole de água fria, mais fria que aquela do regador
O menino que regava me faz um sinal e me mostra com orgulho as fileiras de centenas de plantas deste terreno. Reconheço algumas: tomates, berinjelas, pepinos. Foram aparentemente plantadas na semana passada, pois ainda estão pequenas, esperando por água. Tem uma planta que não reconheço e ele percebe. Grande e leve, diz ele. Melão? Shumaam! Rimos e ele fixa sobre mim os seus olhos risonhos, sem piscar. Ambos – Deus sabe por quê – estamos vivos no mesmo momento. Ele me conduz nas fileiras para me mostrar o que ele regou. Durante esta inspeção, fazemos uma pausa, olhamos ao nosso redor e demos uma olhada sobre a colônia, seus muros defensivos e seus telhados vermelhos. Ele aponta o queixo nesta direção, tem no gesto dele um tipo de derrisão, uma derrisão que ele deseja dividir comigo, como seu orgulho em regar. Uma derrisão que dá lugar para o sorriso – como se tivéssemos combinado de urinar juntos no mesmo lugar.
Terra amarela
Mais tarde voltamos novamente para o caminho pedregoso. Ele colhe alguns ramos de menta e me dá um buquê. Sua frescura acre e forte é como um gole de água fria, mais fria que aquela do regador. Estamos indo na direção da mula e do cavalo. O cavalo sem sela tem uma corda e rédeas, mas está sem cabresto nem freio nos dentes. O menino quer mostrar o que sabe fazer. Ele pula em cima do animal enquanto seu irmão tranqüiliza a mula; num curto espaço de tempo, ele já está galopando com o cavalo montado sem sela, descendo pela estrada. Parece um cavalo com seis patas – quatro dele e duas de seus cavaleiro – e as duas mãos do menino controlam as seis ao mesmo tempo. Ele cavalga como um cavaleiro que tivesse acumulado a experiência de várias vidas. Quando volta, está de sorriso aberto e, pela primeira vez, parece tímido.
Encontro o Baha e os outros um quilômetro depois. Eles estão conversando com o tio do menino. Ele também está regando plantas recentemente transplantadas. O sol está se pondo e a luz mudando. A terra de cor amarela, mais escura onde foi molhada, constitui a cor primária do conjunto da paisagem. O homem está utilizando a última gota de água encontrada no fundo de um barril de 500 litros de plástico azul escuro.
Agressões das gangues de colonos
Arafat representa os palestinos mais fielmente do que qualquer outro chefe de Estado. Não do ponto de vista democrático, mas do ponto de vista trágico
Na superfície do barril azul foram colados com cuidado 11 remendos, como aqueles usados no caso de um pneu furado, porém maiores. O homem chegou a me explicar que desta maneira ele pôde consertar o barril após uma gangue proveniente da colônia de Halamish, aquela dos tetos vermelhos, ter feito uma incursão, numa noite, no momento em que – e eles sabiam disso – os recipientes estavam cheios com as chuvas da primavera, para os rasgarem com facadas. Um outro barril, no terraço debaixo, está irreparável. Um pouco além, encontra-se na mesma tábua uma cepa tortuosa de uma oliveira que, pela sua circunferência, deve ter sido muitas vezes centenária, ou até milenar. Há algumas noites atrás, diz o tio, a cortaram com uma moto-serra.
Mais tarde descubro um poema de Zakaria Mohammed intitulado O Freio do cavalo. Trata-se de um cavalo preto sem cabresto: de seus lábios corre sangue. Dando companhia ao cavalo de Zakaria, fica também um menino, estupefato por este sangue: O que mastiga este cavalo preto? / Ele pergunta / O que ele mastiga? / O cavalo preto / mastiga / um freio de aço forjado / um freio da memória / a roer / roer até a morte.
Arafat não é mais um líder político
O peso das lajes de cimento deslocadas e da alvenaria desabada da muralha fortificada do presidente Arafat, devastada no centro de Ramallah, adquiriu uma solenidade simbólica. Mas não no sentido imaginado pelos comandantes militares israelenses. Esmagar a Muqata com Arafat e a sua comitiva dentro lhes parecia ser a demonstração pública de sua humilhação bem como, nos apartamentos privados que o exército atacou e vasculhou, o catchup, sujando roupas, móveis, paredes, era o anúncio em caráter particular de algo pior a vir.
Arafat representa os palestinos mais fielmente talvez que qualquer outro chefe de Estado. Não do ponto de vista democrático, mas do ponto de vista trágico. Daí a solenidade. Por causa dos vários erros cometidos pela OLP que ele dirigia, e por causa das desistências dos Estados árabes, ele não tem mais margem de manobra. Ele não é mais um dirigente político. No entanto, ele continua sendo um desafio. Ninguém acredita nele e muitos dariam a sua vida por ele. Como é possível? Não sendo mais um político, Arafat se tornou uma montanha de entulhos, mas uma montanha do País.
Uma estranha luz
O país está ao seu redor ao invés de estar a sua frente. É exatamente o contrário do Meio-Oeste americano. Ao invés de atraí-lo, ele lhe recomenda nunca deixá-lo
Nunca vi uma luz dessa. Ela cai do céu de forma estranha e regular, pois não estabelece nenhuma distinção entre o distante e o próximo. A diferença entre estas duas realidades é de escala, e não de cor, de textura ou de precisão. E isto afeta a maneira como você se coloca, seu sentimento de estar aqui. O país está ao seu redor ao invés de estar a sua frente. É exatamente o contrário do Meio-Oeste americano. Ao invés de atraí-lo, ele lhe recomenda nunca deixá-lo.
Riad, que ensina marcenaria, foi buscar seus desenhos para mostrá-los para mim. Estamos sentados no jardim em volta da casa de seu pai. Este está arando o campo da frente com seu cavalo branco. Riad volta, ele está carregando os seus desenhos como uma pasta tirada de um fichário de metal fora de moda. Ele anda lentamente e as galinhas afastam-se dele ainda mais lentamente. Ele se senta na minha frente e me estende um por um os seus desenhos.
Como uma galinha a espera da morte
Foram executados com um lápis com grafite de chumbo duro, de memória e com uma infinita paciência: traço após traço, de noite depois do trabalho, até que o preto se tornem tão preto quanto ele desejar, os cinzas mantendo um reflexo prateado. Foram feitos em cima de folhas de papel bastante grandes. Uma jarra d’água. Sua mãe. Uma casa destruída cujas janelas abram-se sobre quartos que desapareceram.
Quando acabo recolocando os desenhos no lugar, um homem idoso, com o rosto paciente de um camponês, vem falar comigo. Parece que você sabe o que é uma galinha, diz. Quando fica doente, ela pára de botar e não tem muito o que fazer. Um dia ela acorda e sente a morte se aproximar. Um dia ela percebe que vai morrer. E o que acontece então? Ele recomeça a botar e nada pode pará-la a não ser a morte. Nós somos como esta galinha.
Os postos de controle funcionam como fronteiras internas. Todavia não se parecem com um posto de fronteira normal. Foram construídos e fornecidos em guarnição de tal maneira que todos que passam por eles sejam rebaixados ao nível de refugiados indesejáveis. Os palestinos devem sofrer, freqüentemente várias vezes ao dia, a humilhação de desempenhar o papel de refugiado em sua própria pátria.
Humilhação em postos de controle
Os palestinos devem sofrer, freqüentemente várias vezes ao dia, a humilhação de desempenhar o papel de refugiado em sua própria pátria
Todos aqueles que passam devem atravessar o posto de controle. Lá, soldados com fuzis prontos para atirar, escolhem os que querem “fiscalizar”. Nenhum veículo está autorizado a passar. As estradas tradicionais foram destruídas. Foram espalhadas na nova “estrada” rochas, pedras e outros obstáculos menores. Conseqüentemente, todos, mesmos os que não estão inválidos, não podem fazer outra coisa senão andar pulando de uma perna só.
Os doentes e os idosos são empurrados em caixas de madeira montadas em cima de quatro rodas (caixas fabricadas, na origem, para transportar legumes para a feira) por rapazes que assim ganham algum troco. Estendem para cada passageiro uma almofada para amortecer os choques: ouvem as suas estórias. Sempre ficam sabendo das últimas notícias. (As barreiras mudam de local todos os dias). Dão conselhos, se lamentam, e estão orgulhosos do pouco de ajuda que podem oferecer. Eles constituem o que mais parece ser o Coro antigo desta tragédia.
Alguns moradores “fronteiriços” andam com a ajuda de um bastão, outros com muletas. Tudo o que deveria estar no porta-mala de um carro deve ser transportado em pacotes, carregados na mão ou nas costas. A distância do percurso pode mudar de um momento para o outro, e varia entre 300 metros e 1,5 quilômetro.
Espírito de vingança
Os casais palestinos, salvo alguns jovens mais sofisticados, respeitam em público as regras de comportamento e mantêm uma distância entre si. Nos postos de controle, os casais de todas as idades se seguram pela mão ao passar, procurando um apoio estável onde pôr o pé e calculando o lugar certo para passar pulando em uma perna só frente aos fuzis apontados, não rápido demais – a pressa pode levantar suspeita – nem devagar demais – a hesitação pode provocar um desses “jogos” através os quais os guardas aliviam seu tédio crônico.
O espírito de vingança de muitos soldados israelenses (mas não de todos) é muito particular. Não tem muito a ver com a crueldade descrita e lamentada por Eurípides, pois aqui o confronto não ocorre entre iguais, mas entre os poderosos e os que aparentemente são impotentes. Todavia este poder dos poderosos acompanha-se de uma frustração que os deixa furiosos, pois descobrem que, apesar de todas as suas armas, seu poder tem um limite inexplicável.
Infância de refugiados
O poder dos poderosos acompanha-se de uma frustração que os deixa furiosos, pois, apesar de todas as suas armas, seu poder tem um limite inexplicável
Resolvo trocar alguns euros por shekels — os palestinos não têm moeda própria. Desço a rua principal passando na frente várias lojinhas e, de vez em quando, na frente de um homem sentado numa cadeira onde, antigamente, antes da invasão dos tanques de guerra, havia uma calçada. Estes homens seguram em suas mãos maços de notas. Aproximo-me de um rapaz e lhe digo que eu gostaria de trocar 100 €. (Com esta soma, poderia se comprar em uma das joalherias uma pequena pulseira de ouro de menina). Ele consulta a calculadora de bolso infantil e me estende algumas centenas de shekels.
Continuo o meu caminho. Um menino que, pela idade, poderia ser o irmão da menina com a pulseira de ouro imaginada, estende-me um chiclete que está vendendo. Ele vem de um dos dois campos de refugiados de Ramallah. Eu compro dele. Ele também vende capinhas de plástico para colocar os cartões de identidade magnéticos que todo palestino deve carregar consigo. Sua expressão carrancuda é um convite para comprar todos os seus chicletes, o que faço.
Atenção ao momento presente
Uma meia hora passa e me encontro na feira dos legumes. Um homem vende cabeças de alho grandes como lâmpadas elétricas. Tem muita gente apertando-se uns aos outros. Alguém me puxa pelo ombro. Eu me viro. É o doleiro. “Dei-lhe”, diz ele, “cinqüenta shekels a menos do que lhe devia, aqui estão”. Pego cinco notas de dez shekels. “Foi fácil encontrá-lo”, acrescenta. Eu o agradeço.
Ao me olhar, seus olhos têm uma expressão que me lembra uma mulher idosa encontrada na véspera. A expressão de quem confere uma suma atenção ao momento presente, uma atenção tranqüila e madura, como se este momento pudesse ser o último. O doleiro dá meia-volta e inicia o seu trajeto até voltar para sua cadeira.
Encontrei a mulher idosa no vilarejo de Kobar. A casa era de cimento reforçado, mas pobre e inacabada. Na parede da sala vazia encontravam-se fotos enquadradas de seu sobrinho Marwan Barghouti: Marwan menininho, adolescente, com uns 40 anos enfim. Encontra-se numa cadeia israelense. Se sobreviver, ele é um dos poucos chefes do Fatah com os quais será preciso negociar, se quiser se chegar a um acordo de paz sólido.
A expressão de uns olhos
Alguém me puxa pelo ombro. Eu me viro. É o doleiro. “Dei-lhe”, diz ele, “cinqüenta shekels a menos do que lhe devia, aqui estão”. “Foi fácil encontrá-lo”, acrescenta
Enquanto bebíamos um suco de limão e a tia preparava um chá, seus netos saíram no quintal: dois meninos de aproximadamente sete e nove anos. O caçula se chama País, o mais velho Combate. Eles corriam em todas as direções e paravam subitamente, olhando-se como se estivessem se escondendo atrás de alguma coisa e avançavam sua cabeça para ver se o outro o tinha visto. Deslocavam-se então para um outro esconderijo invisível. Um jogo que eles inventaram e que jogaram muitas vezes.
A terceira criança tinha quatro anos. No rosto, tinha manchas de palhaço vermelhas e brancas, e ficava afastado como um palhaço, melancólico e sapeca, não sabendo muito bem quando tudo isto irá acabar. Estava com sarampo e sabia que não podia aproximar-se dos visitantes. Quando o momento chegou de se despedir, a tia me estendeu as mãos e seus olhos tinham uma expressão indefinível, testemunhando uma atenção muito particular para o momento presente.
Quando duas pessoas colocam uma toalha numa mesa, elas se olham mutuamente para colocá-la devidamente. Imagine que a mesa seja o mundo e a toalha a vida daqueles que devemos salvar. Tal, a expressão de seus olhos.
(Trad.: David Catasiner)
Fonte: http://diplo.uol.com.br/2003-08,a706
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Ex líder do Pink Floyd homenageia Beirute!!!
Roger Waters homenageia Beirute
O cantor inglês Roger Waters, ex-líder de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos, PINK FLOYD, em sua turné pelo mundo, incluindo o Brasil, RJ e SP, tocou uma canção em homenagem ao Líbano, especificamente, Beirute, cidade que visitou na adolescência, aproveitando para fazer duras aos neo-cons americanos, claro, a W. Bush, e a Tony Blair pela guerra contra o Iraque. A canção foi lançada em CD single e foi composta logo após o início da segunda guerra contra o Iraque, em 2004. Durante outras canções de Waters algumas imagens da invasão israelense de 1982, quando Beirute foi cercada e arrasada pelas tropas de Israel.
Waters fez duras críticas a Israel quando cantou a clássica {…)The Wall, referindo-se em imagens ao muro que cerca as cidades e vilas palestinas na Cisjordânia. As imagens em alta definição também mostraram cenas da feroz repressão israelense contra os palestinos.
O nome da canção é LEAVING BEIRUT.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Não acreditem em nada só porque lhes foi dito. Não acreditem na tradição apenas porque foi passada de geração em geração. Não acreditem em nada só porque está escrito nos seus livros sagrados. Não acreditem em nada apenas por respeito à autoridade de seus mestres. Mas em qualquer coisa que, depois do devido exame e análise, vocês vejam que leva ao bem, ao benefício e ao bem-estar de todos os seres.
BUDA
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
A verade sobre a solução final!!!
Solução Final
Nazistas tentaram deportar judeus para URSS, diz historiador
BERLIM (Reuters) – Um documento encontrado em um arquivo de Moscou, e publicado pela primeira vez na terça-feira, diz que as lideranças soviéticas rejeitaram em 1940 uma proposta da Alemanha nazista sugerindo a deportação de mais de dois milhões de judeus para a União Soviética.
O historiador russo Pavel Polian publicou um artigo no jornal alemão Sueddeutsche Zeitung descrevendo uma carta, datada de 9 de fevereiro de 1940, que ele disse ter encontrado e que aumentava a possibilidade de a Alemanha reassentar judeus na Sibéria e na Ucrânia.
A carta teria sido escrita por Evgueni Chekmeniov, um oficial soviético encarregado pelo reassentamento, e endereçada para o então ministro das Relações Exteriores da União Soviética, Vyacheslav Molotov.
Segundo essa carta, que foi parcialmente publicada no jornal, o governo nazista propunha às autoridades moscovitas deportar para a União Soviética mais de dois milhões de judeus poloneses, austríacos e tchecos.
Alemanha e União Soviética tinham um pacto de não-agressão na época. Mas as lideranças soviéticas aparentemente rejeitaram quase imediatamente a idéia de aceitar os judeus, segundo Polian.
“Não podemos aceitar esses judeus. Já temos uma quantidade tremenda de (presos) do nosso próprio lado”, escreveu Chekmenyov.
A possível deportação dos judeus à URSS era uma opção estudada pelo governo alemão, que buscava encontrar uma solução territorial para o que os nazistas se referiam como “a questão judaica”.
Durante o fim dos anos 1930 e o início dos anos 1940, autoridades nazistas também propuseram outros modos de expulsar os judeus da Europa, como a deportação em massa para a ilha de Madagascar.
(ESSA ERA A ‘SOLUÇÃO FINAL’ – TIRAR OS JUDEUS DA EUROPA- E NÃO MATÁ-LOS, COMO A PRÓPRIA HISTÓRIA DO ‘HOLOCONTO’ AINDA AFIRMA DIZER…)
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Cristãos de Jerusalém querem que judeus parem de cuspir neles
Algumas semanas atrás, um alto clérigo greco-ortodoxo em Israel compareceu a um encontro em um escritório do governo no bairro Givat Shaul, em Jerusalém. Quando voltou para seu carro, um idoso com um solidéu veio e bateu na janela, Quando o clérigo abriu a janela, o transeunte cuspiu na sua cara.
O clérigo preferiu não prestar queixa à polícia e contou a um conhecido que estava habituado a levar cuspidas de judeus. Muitos clérigos de Jerusalém foram objeto de abusos desse tipo. Geralmente eles ignoram, mas algumas vezes eles não podem.
No domingo, ocorreu um tumulto quando um estudante rabínico cuspiu na cruz que o Arcebispo Armênio levava durante uma procissão próximo ao Santo Sepulcro na Cidade Velha. A cruz do arcebispo, do século XVII, quebrou durante a briga e ele deu um tapa no estudante.
Ambos foram interrogados pela polícia e o estudante rabínico será levado a julgamento. Enquanto isso, o Tribunal Distrital de Jerusalém proibiu o estudante de se aproximar da Cidade Velha por 75 dias.
Mas os armênios estão longe de ficarem satisfeitos com a ação da polícia e dizem que esse tipo de coisa vem ocorrendo há anos. O arcebispo Nourhan Manougian disse que espera que o ministro da educação diga alguma coisa.
“Quando há um ataque contra judeus em qualquer parte do mundo, o governo israelense fica furioso, então por que quando nossa religião e orgulho são feridos, eles não tomam medidas mais duras? pergunta.
De acordo com Daniel Rossing, ex-conselheiro para assuntos cristãos do Ministério de Assuntos Religiosos e diretor de um centro para o diálogo judaico-cristão em Jerusalém, tem havido um aumento no número de tais incidentes ultimamente, “como parte da atmosfera geral de falta de tolerância no país”.
Rossing diz que há algumas características comuns quanto ao momento e local dos incidentes. Ele ressalta o fato de que há mais incidentes em áreas onde judeus e cristãos se misturam, como os bairros judeu e armênio da Cidade Velha e o Portão de Jaffa.
Há um aumento em certas épocas do ano, tais como o feriado do Purim. “Eu conheço cristãos que se trancam dentro de casa durante o feriado do Purim inteiro”, diz.
Ex-conselheiro de assuntos cristãos para o prefeito, Shmuel Evyatar descreve a situação como uma “enorme desgraça”. Ele diz que a maioria dos instigadores são estudantes rabínicos que estudam na Cidade Velha, que vêem a religião cristã com desdém.
“Tenho certeza de que o fenômeno acabaria assim que os rabinos e educadores conhecidos o denunciassem. Na prática, rabinos de escolas talmúdicas ignoram ou mesmo encorajam isso”, diz.
Evyatar diz que ele próprio levou uma cuspida quando caminhava com um bispo sérvio no bairro judeu, perto de sua casa. “Um grupo de estudantes rabínicos cuspiu na gente e o professor deles só ficou por perto olhando”.
Funcionários da prefeitura de Jerusalém disseram que estão cientes do problema mas que a polícia é que tem que lidar com ele. Shmuel Ben-Ruby, o porta-voz da polícia, disse que tiveram apenas duas queixas de cristãos nos últimos dois anos. ele disse que, em ambos os casos, os culpados foram pegos e punidos.
Ele disse que a polícia mobiliza um extraordinariamente alto número de patrulhas e tecnologia especial na Cidade Velha e seus arredores em uma tentativa de manter a ordem.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Preste muita atenção!!!
http://www.ujaal.hpg.ig.com.br/palestina.html
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Homenagem às vítimas do Iraque!!!
http://www.youtube.com/watch?v=z-WT-adWXds
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
O lado negro da ocupação
Veteranos do exército israelense se tornaram recentemente guias de um dos locais menos expostos da ocupação ilegal na Palestina – o lado israelense da cidade de Hebron. Segundo os próprios soldados, o local representa “a face da ocupação que a maioria dos israelenses nunca vê”.
Durante os últimos 20 meses, ex-soldados israelenses levaram mais de 2500 pessoas, em pequenos grupos de 10 a 12 membros, a maioria deles cidadãos de Israel, a uma excursão de horror que apresenta os efeitos brutais do cotidiano de uma cidade ocupada. As paradas do passeio incluem o posto militar em que o ex-comandante israelense, um dos guias da excursão, Yehuda Shaul, atirou com seu lança-granadas, dia após dia, sob ordens militares, contra civis palestinos em áreas densamente populosas não-ocupadas por Israel. Segundo ele mesmo, em uma entrevista ao website Electronic Intifada, em novembro de 2006, “no início você se preocupa em não acertar civis. Após um tempo, você se acostuma”. Yehuda Shaul é um dos fundadores do grupo israelense “Quebrando o Silêncio” (“Breaking the Silence”), que chocou Israel em 2004 ao apresentar uma exibição de fotos e vídeos de violência e abusos contra civis palestinos cometidos pelo exército israelense.
“A excursão tem dois objetivos”, disse Shaul. “Mostrar os efeitos dos ocupantes sobre os ocupados, e como a destruição da vida dos palestinos também arruína o valor moral dos soldados israelenses”. Segundo Shaul, “poucos soldados saem da Cisjordânia com as mãos limpas”, se referindo a crimes contra civis inocentes. Ao passar pelas ruas de H2, nome oficial do setor da antiga cidade de Hebron (Al-Khalil) sob controle de Israel, grafites nas paredes refletem o pensamento dos aproximadamente 650 colonos judeus que vivem nos quatro assentamentos ilegais na região. “Matem os árabes”, diz um deles. Passos mais tarde, outro diz “Árabes aqui”, com uma seta apontando para um lixão. Do outro lado está H1, o restante de Hebron, lar de 150 mil palestinos, impedidos de cruzar os pontos de controle israelenses que dividem as duas partes da cidade.
Shaul abandonou o exército israelense assim que pôde, após servir 14 meses apenas na região de Hebron. Após iniciar conversas com outros ex-soldados, percebeu que a sua história não era nada diferente da dos demais. “Foi assim que o ‘Quebrando o Silêncio’ foi fundado”, diz ele. Hoje a organização conta com mais de 400 ex-soldados israelenses, dispostos a mostrar ao mundo que a ocupação da Palestina não é tão preta e branca como a maioria dos próprios israelenses e o mundo enxergam. Shaul reconhece a complexidade do conflito na Palestina, e utiliza como exemplo para isso um evento marcante durante o seu serviço pelo Exército de Israel”. Contou que “um dia, me deparei com jovens israelenses apedrejando uma mulher idosa palestina”. “Quando perguntei por que estavam fazendo aquilo, me responderam: ‘vingança por 1929’”. Os jovens se referiam ao dia 23 de agosto de 1929, em que protestos em Hebron deixaram 67 judeus mortos. Após esse incidente, Shaul percebeu que “estava na hora de mudar as coisas”.
Após passagens por ruas e casas que contam as mais absurdas histórias de violência, humilhação e vingança, a excursão liderada pelo “Quebrando o Silêncio” chega a sua última parada: a região da Rua Shuhada, fechada por Israel em 1994, mas ainda ocupada por uns poucos palestinos que conseguiram ficar. Um deles é Hashem al-Azzeh, que freqüentemente têm sua casa como o último destino da excursão. Al-Azzeh evita falar, e prefere apenas mostrar vídeos feitos por ele mesmo durante os anos de ocupação israelense. Um mostra dezenas de colonos judeus invadindo sua casa e quebrando tudo o que viam enquanto ele estava fora. Outro mostra jovens colonos judeus apedrejando meninas palestinas na saída de uma escola, sob observação de soldados israelenses. Segundo Al-Azzeh, “os israelenses ficam chocados quando vêem esses vídeos. Nós não”.
FONTE:
Jornal Oriente Médio Vivo – http://www.orientemediovivo.com.br
Edição nº49 – http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_49.pdf
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Kennedy e Israel
A morte de Kennedy certamente só beneficiou um estado no mundo: Israel.
No link abaixo vc encontrará pq os judeus tinham que matar JFK.
http://truthandsimplicity.blogspot.com/
E consequentemente colocar no poder um presidente de origens judaicas; LB Johnson:
http://www.jfkmontreal.com/johnson’s_hidden_loyalties.htm#Secret%20Ethnicity
Informação completa:
http://www.jfkmontreal.com/johnson_highlights.htm
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Piadinha!!!
Comparando as gravatas com a Palestina
Não sei como o dono da loja não aceitou essa partilha. Os judeus têm o direito inalienável de terem gravatas, portanto o Sobel foi lá, e pegou uma, enquanto o dono da loja continuou com as outras.
Foi uma partilha justa.
Além do mais, não foi roubo, porque o tatatatataravô dele era dono da fazenda onde se criam os bichos-da-seda de onde veio a seda das gravatas.
Isso se chama direito histórico.
Como o dono da loja resistiu ao Sobel pegar as gravatas, poderá haver uma guerra, onde Sobel poderá pegar o resto das gravatas, e expulsar o dono da loja da sua loja.
O humor é mesmo uma excelente arma para denunciar racismo e mitomania.
Particularmente adoro tirrar sarro de quem fique mordido (risos).
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Foi tudo cumpa dos nazistas.
Sobel é inocentão. Foi culpa de um grupo de neonazistas que defendem a fé no hitlerismo como solução para os males de qualquer país. O nacional socialismo mantém oculto um livro chamado OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DA CERVEJARIA onde descreve um plano diabólico e malévolo de saquear todas as lojas de gravatas do mundo e acusar os judeus. Também são acusados de massacrar palestinos, explorar a Alemanha e odiar Jesus Cristo.
A idéia do grupo neonazista é iniciar um IV Reich onde todo mundo vai ter que virar nazista, todas as bandeiras das nações terão uma suástica 卐 em algum canto. Todos deverão beber cerveja e comer rapadura. Quem não concordar, será chamado de anti-nazista e será condenado a morrer gazeificado.
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
epois das gravatas, pedofilia!!!
Cônsul-adjunto israelense no Brasil envolvido em caso de pedofilia
Por Jornal do Commercio 30/03/2007 às 18:39
O cônsul-adjunto israelense Arie Scher foi fotografado em companhia do professor de hebraico Georges Schteinberg. Em algumas fotos, os dois aparecem abraçados, nus. Em outras, cercados por menores despidas.
PEDOFILIA
Cônsul de Israel critica a polícia e a Imprensa
RIO: O cônsul-geral de Israel no Rio, Eitan Surkis, viu ontem, pela primeira vez, na Delegacia de Copacabana, na zona sul, fotos apreendidas pela polícia do cônsul-adjunto israelense Arie Scher em companhia do professor de hebraico Georges Schteinberg. Em algumas fotos, os dois aparecem abraçados, nus. Em outras, cercados por menores despidas. Scher e Schteinberg são acusados pela polícia fluminense de pedofilia e envolvimento numa rede de exploração de turismo sexual de menores. O professor está preso e Scher, em Israel.
Surkis esteve ontem com o titular da delegacia de Copacabana, delegado Ícaro Silva, responsável pela investigações para se inteirar do caso. Na saída, o cônsul-geral recusou-se a comentar as fotos. Mas criticou a polícia, porque não havia enviado até ontem cópia do inquérito ao consulado, à Embaixada, em Brasília, nem ao Ministério das Relações Exteriores de Israel.
DOCUMENTO: Não recebemos nenhum documento oficial das autoridades brasileiras sobre o caso, afirmou Surkis. O delegado disse que não tem obrigação de encaminhar cópia do inquérito. Eles não me pediram nada, ressaltou.
O cônsul-geral também acusou a imprensa brasileira de divulgar informações imprecisas. Havia publicações incompletas, disse o cônsul-geral. Ele referia-se à notícia divulgada de que Scher havia fugido do País, após a prisão do professor. De acordo com o consulado israelense, no Rio, o cônsul-adjunto deixou o Brasil a pedido do Ministério das Relações Exteriores de Israel para prestar esclarecimento a uma comissão especial formada para apurar a denúncia.
Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2007/03/377513.shtml
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
O Narcotráfico e os Israelenses
Além de figurar com o 3o ponto de destino de mulheres brasileiras vendidas pelo tráfico mundial de pessoal, ser o primeiro país do mundo em consumo de ecstasy, agora Israel fornece treinamento para narcocapitalistas…
Colombia seeks Israelis accused of training death squads
Colombia procura israelenses acusados de treinarem esquadrões da morte
By The Associated Press
Interpol issued an international arrest warrant Tuesday for three Israelis accused of training private armies of Colombian drug cartels and right-wing death squads
http://www.haaretz.com/hasen/spages/845082.html~
Os israelenses foram acusados de auxiliarem nos campos de treinamento ensinando páramilitares que atuavam para os traficantes Pablo Escobar e Gonzalo Rodriguez Gacha, incluindo técnicas como o uso de explosivos, carros-bomba e assassinato de altos funcionários.
Essas milícias privadas posteriormente se transformaram em esquadrões da morte de grupos de direita.
Yair Klein, Melnik Ferri e Tzedaka Abraham são procurados pela Interpol e pela Colômbia por conspiração para o crime e instrução de terrorismo e podem ser condenados a 11 anos de cadeia se condenados.
Klein, um tenente-coronel aposentado das Forças Armadas de Israel, apareceu em 1998 em um vídeo usado para treinar militantes de extrema-direita.Em 1991, ele foi condenado a fiança de US$13,400 por um tribunal israelense por vender armas para grupos ilegais da Colômbia.
Klein também passou 16 meses em uma prisão em Serra Leoa por sua atuação no contrabando de diamante trocados por armas.
Opa! Não era o exército mais ético do mundo?
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Uma dúvida interessante!!!
Hitler conquistou a França e, com isso, teve controle sobre suas colônias. Dentre elas, estava o Marrocos no Norte da África, um país com uma das maiores comunidades judaicas do mundo. Atualmente, o Marrocos possui o terceiro maios número de judeus mundialmente. E então surge a pergunta… Se Hitler queria exterminar os judeus, porquê não realizou sua tarefa no Marrocos “também”?
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Poema: Vergonha Prometida!!!
VERGONHA PROMETIDA
Autor: Eduardo Kopke Pedrogan
TERRA PROMETIDA , TERRA VERMELHA
NOVAS CRUZADAS CRIANÇA GUERREIRA…
CHORO DE LONGE, MENTIRA FATAL..
MILITAR E O BEM MILITANTE E O MAL..
FANATISMO? TERROR?
DESESPERO , AMOR…
Q OUTRO JEITO? QUAL OUTRO DESTINO?
MAS UM MENINO MORTO.. PALESTINO…
VERDADEIRO HOLOCAUSTO, VERDADE ESCONDIDA
TERRA VERMELHA, VERGONHA PROMETIDA…
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de maio de 2007
Crescem ataques anti-semitas dentro de Israel
Andrea Wellbaum
Do Cairo
Ato de vandalismo em Israel
Atos de vandalismo contra prédios e instituições do país aumentaram
Incêndios de bandeiras israelenses, suásticas pintadas em sinagogas e em túmulos e agressões físicas contra judeus. Ações anti-semitas como essas, que ocorrem em várias partes do mundo, são registradas com cada vez mais freqüência também em Israel, país que foi criado justamente para ser um porto seguro para judeus perseguidos em outras partes do globo.
No início de 2007, a polícia da cidade costeira de Bat-Yam, ao sul de Tel Aviv, prendeu seis jovens por queimar bandeiras com a estrela-de-davi e pergaminhos de oração. Todos eram israelenses.
Há cerca de três meses, um rabino foi espancado por um grupo de skinheads na cidade de Petah Tikva, na periferia de Tel Aviv.
De acordo com Zalman Gilichensky, diretor do centro Dmir, que dá assistência às vítimas de anti-semitismo em Israel, os ataques ocorrem desde os anos 1990, mas o número está aumentando.
No ano passado, a organização de Gilichensky recebeu 500 reclamações de atos sofridos por judeus, e as ligações com relatos de incidentes são quase diárias.
“Debaixo do tapete”
“O governo sabe que existe um problema, mas não reage. É como falar para uma parede, eles querem esconder o problema debaixo do tapete”, diz o diretor do centro Dmir.
Segundo Gilichensky, Israel é muito duro nas críticas ao anti-semitismo em outros países, mas permanece calado quando o mesmo comportamento é registrado internamente.
“Israel foi criado como um refúgio para judeus, mas quando se descobre que existe anti-semitismo aqui também, este refúgio está arruinado.”
Judeu ortodoxo que deixou a Moldávia rumo a Israel há 17 anos, Gilichensky atribui o problema às conseqüências da lei do retorno, que permite que pessoas com pais ou avós judeus automaticamente sejam considerados judeus e recebam a cidadania israelense.
Raízes culturais
De acordo com a professora Marina Niznik, da Universidade de Tel Aviv, existem atualmente cerca de 1,3 milhão de russos em Israel, o que representa cerca de 20% da população do país.
“O problema é que muitos jovens russos que não se identificam com judeus nem com israelenses estão chegando aqui”, diz Niznik, ressaltando que apenas 21% dos imigrantes da ex-União Soviética que chegaram a Israel após o ano 2000 são judeus.
“Estas crianças e estes jovens têm raízes muito fortes na cultura e nos hábitos russos, inclusive no Cristianismo, e eles se sentem estranhos aqui, além de achar que foram traídos porque a decisão de emigrar para Israel foi dos pais e não deles.”
Niznik culpa as autoridades pela situação. “Por serem diferentes, os jovens russos nem sempre são bem recebidos e durante muito tempo as autoridades não se preocuparam em educar a comunidade judaica para aceitá-los.”
A professora cita como exemplo a hostilidade enfrentada por jovens russos cristãos que começaram a ir para a escola usando colares com crucifixo.
“Foi uma verdadeira crise, porque isso é completamente proibido pela religião judaica. Os colegas e até os professores destes jovens tiveram uma reação muito negativa e inadequada neste episódio”, disse.
Por outro lado, a ministra da Educação israelense, Yuli Tamir, resolveu lidar com o problema e iniciou um programa para orientar os professores sobre como lidar com o multiculturalismo e educar a comunidade local.
Neonazismo
“O anti-semitismo em Israel está se transformando em algo ainda mais radical, em neonazismo”, diz Gilichensky.
Em 2003, alguns jornais fora de Israel noticiaram a existência de um site neonazista na internet chamado “União Branca Israelense”, administrado por um soldado israelense que se auto-intitulava “patriota russo”.
O site, abrigado por um provedor israelense, foi fechado, mas, de acordo com o jornal Haaretz, vários outros sites da mesma natureza foram iniciados após o incidente, a maioria com servidores estrangeiros.
Em um deles, o “Centro Nacional Russo” diz ser “uma associação que vive em Israel e tem como missão principal disseminar propaganda nacionalista entre os russos étnicos que vivem em Israel, os encorajando a voltar à Rússia, se opondo ao retorno de judeus de Israel para a Rússia e se opondo à conversão ao judaísmo”.
Atos anti-semitas fora de Israel também aumentaram em 2006, de acordo com o Instituto Stephen Roth para Estudo sobre Anti-Semitismo e Racismo da Universidade de Tel Aviv, que omitiu os episódios registrados no país.
Segundo o instituto, foram registrados no ano passado 590 casos de violência e vandalismo contra judeus, propriedades e instituições judaicas, sendo que o número de agressões físicas dobrou em relação ao ano anterior.
“Um grande número de casos se concentrou em um curto período no verão de 2006, durante a Segunda Guerra no Líbano, e existem poucas dúvidas de que a guerra e a atmosfera hostil em torno dela em todo o mundo incitaram muçulmanos radicais e extremistas de direita a intensificar suas atividades contra os judeus”, afirma o relatório.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/070420_antisemitaataqueaw.shtml
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Carlos Hornstein
em 5 de maio de 2007
Vemos que a nova face do anti semitismo e neo nazismo é assumir o papel de defensor dos palestinos.
Mistura-se press releases de organizações do Oriente Médio (árabes) com opiniões puramente anti semitas , nazistas, etc. defendendo o que nem na própria Alemanha se defende (claro, ele sabem o que eles próprios fizeram e têm vergonha na cara).
Digo e repito: quanto mais esses posts que tentam jogar toda uma população contra uma comunidade existirem, mais razão os judeuas terão para defender Israel. Afinal, os nazista queriam “apenas” deportar 2,5 milhões de pessoas para Madagascar (por que não o Saara?). Certamente os nativos de Madagascar encontrariam defensores “humanistas” como os Palestinos encontraram.
Depois quem sabe, deportariam para a Antártida – claro – apreceriam defensores intransigentes dos pingüins.
Convivam com Israel porque esses anti semitas odientos farão tudo para que se eternize. E se eternizará.
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Carlos Hornstein
em 5 de maio de 2007
Esse adorador de Hitler (ele mesmo o diz) fala sobre Marrocos, Segunda Guerra,etc.
Uma pessoa desinformada diria: Oh! realmente Hitler deveria? exterminar os marroquinos. Por quê não o fez?
Alguém que se interesse a respeito do assunto saberá o tamanho do Exército, da SS, do SD etc. etc.E que a Alemanha guerreando em duas frentes jamais poderia abrir uma terceira sópara pegar os judeus de um país pobre e distante sem importância estratégica.
O tal do Clemente deve ser professor de jardim da infância, não tem cultura histórica nenhuma. É só copiador de press releases dos radicais palestinos.
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Ferreira
em 17 de maio de 2007
Carlos,
Defender os palestinos pelo que eu sei é SEMITISMO e ser semita é ser anti-semita em relação aos judeus ???
Defender o Judaísmo do Sionismo é o que ???
Saudações,
Ferreira
[Responder]
Ferreira
em 17 de maio de 2007
Prezado Carlos,
Tomo um trecho de seu texto para fazer algumas colocações e uma pergunta:
” … defendendo o que nem na própria Alemanha se defende (claro, ele sabem o que eles próprios fizeram e têm vergonha na cara). …”
Morei na Áutria e na Alemanha e não é bem assim não o que você afirma … pergunte hoje a qualquer cidadão nas ruas de Berlin e de Dresden, o que ele fez para ter vergonha na cara.
Totalmente contrário ao que você disse, há um forte movimento social, cultural e político para destruir este paradigma da Segunda Guerra Mundial, que paradigma é este ??? Simples, porque tenho que carregar a culpa pelo que meus avós fizeram ??? É a imposição da Torá ao Akum ???
Ora, se conhecemos o Direito e ainda mais o Direito Alemão, saberemos que uma pessoa que comete o crime paga a pena e após pagar a pena está absolvida de seus crimes, pergunto a você:
Se a pena aos criminosos responsáveis pela hacatombe judaica já foram punidos, você acusa a Alemenha (o povo) de qual crime ??? O que o povo alemão de duas gerações após a hecatombe fez para ter vergonha ???
Sejamos sensatos … você sente vergonha pela perfídia contra Sion ??? Você sente vergonha pelo que nossos pais fizeram aos amalequitas ??? Você sente vergonha pelos excessos no Líbano ???
Saudações,
Ferreira
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ricardo antonio filgueiras
em 20 de maio de 2007
Novo Mundo se aproxima. !
Senhores do GG. e outros: Vejo que muitos de voz receiam do desarmamento da sociedade EU digo que não vejo nada de ERRADO, pois só com o desarmamento populacional espalhando-se pelos quatro cantos com justiça social é que teremos a verdadeira paz e progresso, no momento se faz necessárias armas nas mãos das instituições governamentais que protegem o povo dos que empoem a ideologia da maldade que sobre cai aos cidadãos de bem dentro do convívio comum e organizada sociedade, chegara o DIA que a GANACIA deixara de existir e a MALDADE será arrancada e arrastada para o LAGO do ENXOFRE a (DOR) se fará então, outros num PLANETA distante irão, a HORA se aproxima a (TRIBULAÇÃO) onde se vem fazendo presente ate ser consumido o ultimo DIA após então a TERRA será abençoada na PAZ e na FELICIDADE que será construída através dos homens de boa vontade, o MEL e o LEITE serão derramados e assim será o paraíso onde nenhum terráqueo o provou , mais muitos já viram , outros ouviram falar deste NOVO MUNDO o do AMOR INCONDICIONAL de JESUS CRISTO!
[Responder]
Antônio Maria
em 2 de outubro de 2007
Coitada da Israelense LUCI-ANTA. Pode vir se divertir com os homens do Brasil! Aqui você vai encontrar o que não tem no Estado-terrorista de Israel, capataz do EUA!Venha matar a sede do seu libido. OU será melhor ficar assassinando crianças palestinas? ou pedir indenização pelo “Holocausto” (hum….) Se quiser escrever mando o nome do livro de um Judeu que denuncia a barganha dos judeus contra os bancos europeus para receber indenização. Seu sonho é saber que tem milhões de Àrabes em sua volta! POrque não volta para o seu Estado-terrorista? O Brasil não é uma maravilha, porém, não vivemos destruindo e matando inocentes. Será que a sua descendência é das primeiras judias que vieram para a zona do baixo meretrício de São Paulo ? então é nobre!
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Cleverson
em 16 de abril de 2008
Estou perplexo! Não consigo acreditar no que o Sr. Davi Weiszmam escreveu. Sem comentários>>>>
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Cleverson
em 16 de abril de 2008
So consegui dar muita gargalhada..ahuahuahuahuah
[Responder]
Laiane Moreira
em 28 de novembro de 2008
Com certeza Senhor Gilson o Senhor errou em dizer que esse rabino e cristão como tenho toda certeza que ele nem sabe o que e isso os verdadeiros cristãos jamais se comportariam assim com todo esse odío essa pretensão de ser um povo especial O unico que merece toda a nossa adoração e louvor se chama Jesus Cristo que morreu por nossos pecados,que sofreu por atitudes como essa desse rabino que só quer o mal para as outras pessoas que só pensa em seu proprio umbigo os verdadeiros cristãos sabem que apesar desse homen ser assim mal, devemos ama-lo e orar para que ele mude e seja uma pessoa melhor os verdadeiros cristãos amam ao proximo e até o seu inimigo tentam viver o amor e ensinar as pessoas os cristãos tentam ser como nosso Salvador que só ama a humanidade e deseja que ela acredite em seu sacrificio remidor e que façam as pazes com DEus pense sobre isso pessoas assim existe e existiriam mas nao por muito tempo quando Jesus voltar dara a cada um a sua recompesa e o seu destino o de pessoas como ele com certeza nao será um dos melhores isso e profetico na fé somente se cre e espera eu acredito e creio que assim sera
[Responder]
Fernando
em 7 de dezembro de 2008
Ninguém é diferente de ninguém. Todos são iguais perante as Leis Universais, Leis criadas por Deus. Contudo, Deus vê e tem consciência de tudo, de modo que todos nós seremos julgados pelos Tribunais Divinos, julgados pelos nossos próprios atos, pelas nossas próprias decisões. No fim, contará quem de fato seguiu os mandamentos do Mestre de Nazaré, o Divino Amigo, Jesus Cristo.
[Responder]
Gilson
em 2 de janeiro de 2009
Um sucesso chamado Múltiplos Universos. Visitas mais que dobram em 2008.
Nº de visitantes únicos em 2007: 19.278
Em 2008: 35.650
Aumento: 84,9%
Nº de visitas em 2007: 27.294
Em 2008: 55.021
Aumento: 101,58%
Nº de páginas visitadas em 2007: 147.432
Em 2008: 231.143
Aumento: 56,77%
Nº de cliques efetuados no site em 2007: 835.837
Em 2008: 1.313.295
Aumento: 57,12%
Tráfego no site em 2007: 7,28 GB
Em 2008: 18,13 GB
Aumento: 149,03%
Tudo isso com um investimento sem fins lucrativos de 700 reais por mês, custeados inteiramente por mim. Gastei 16 centavos por visita em 2008. O site da Federação Israelita do Estado de São Paulo, o famigerado e infame De Olho na Mídia, gasta pelo menos 72 centavos por visita, quatro vezes e meia o que eu gasto. Se eu fosse rico como eles são, daria neles um banho que os afogaria. Estamos em posições muito melhores que as deles no Google e nossos artigos mais palpitantes são muito mais comentados do que os deles. O site da Fisesp é um cemitério, não tem debate, é totalmente unilateral. Estamos ensinando a eles como fazer Internet. E vejam a diferença de recursos financeiros. Meu alfinete está fazendo o tubarão sofrer.
[Responder]
NIZAR RAYAN
em 4 de janeiro de 2009
Um protesto palestinos contra Israel terminou em confusão nesta quarta-feira, em Brasília. Cerca de 80 palestinos residentes em Brasília trocaram socos e pontapés em frente à Embaixada de Israel. A confusão foi provocada por desentendimentos entre simpatizantes da organização terrorista Hamas e do Fatah. A briga entre os palestinos durou alguns minutos em meio a gritos, empurrões e apelos para interrupção dos socos.
A Polícia Militar só interveio para evitar que mais pessoas se envolvessem na briga. Os palestinos fizeram uma manifestação em frente à embaixada de Israel com palavras de ordem do tipo “Unidos contra Israel” e “Fora Bush”. Eles queimaram quatro bandeiras israelenses. Os manifestantes pretendiam também seguir até a embaixada dos Estados Unidos, que é localizada no mesmo setor onde está a representação diplomática de Israel. Porém, em decorrência da confusão interna do grupo, a decisão foi adiada. Antes de chegar à embaixada de Israel, os manifestantes palestinos fizeram uma concentração em frente à catedral de Brasília, localizada na Esplanada dos Ministérios. De lá, saíram em carreata até o setor de embaixadas. O objetivo é ampliar os protestos por todo País. Aquilo que parecia óbvio agora está escancarado. O grupo terrorista Hamas atua no Brasil. Quanto ao Fatah, isso não é novidade, já está no Brasil há mais de 30 anos. As mesquitas no Brasil precisam ser acompanhadas pelas autoridades. Não há dúvida de que, nesses centros, está sendo disseminada propaganda altamente nefasta. O Brasil, há mais de 100 anos, absorve imigrantes de quase todas as partes do planeta Terra. Praticamente nunca houve problema entre as correntes de imigrantes. Agora está se vendo que existe uma bomba atômica plantada bem dentro do Brasil pela organização terrorista Hamas. Quem tiver interesse em saber um pouco do proselitismo e da que ação do Hamas, acesse o documentário que está no link a seguir: http://video.google.com/videoplay?docid=-2533702461706761547&q=relentless&hl=en. É um documentário em inglês, mas mesmo quem não entende o inglês vai compreender no mínimo 60% do conteúdo, porque as imagens falam por si mesmas. E o documentário trata apenas de fatos históricos.
[Responder]
Maria Alexandre Goncalves
em 13 de fevereiro de 2009
Somos seres espirituais. A palavra raca e inaplicavel para os humanos. E lamentavel que a maioria dos homens que detem o poder ,nao tenham ainda iniciado suas curiosidades cientificas acerca deste precioso caminho que nos conduziria a uma paz global. Sou paraibana.O Brasil tem que se fazer respeitar frente a imigracao. Todo imigrante quer ser dono do Brasil.O homem brasileiro abusa da inocencia da mulher brasileira. O comercio do corpo da mulher para o mundo interior e exterior e um fato. Quando uma patria nao defende bem seu territorio. Consome suas femeas e menores, e so esperar
que o espaco vazio alguem pode ocupar. Sou a favor de leis que acabem com esta ilusao de racas. Quem tem raca ‘e cachorro…
Estamos no seculo 21 e ainda falos em raca.Isto para mim e um atraso mundial.
Nunca fui descriminada por Judeu. Tenho amigos. Nao judeus,pretos ou brancos,cafusos etc.Tenho orado pelos homens.
Eles precisam controlar mais o tchan, valorizar a mulher e a familia.Os brasileiros sao imprevisiveis em sua criatividade. Eu ainda acredito nos homens do Meu Brasil.Dentro deles tem a manha de todos os seres humanos. Deus tem um plano magico para os brasileiros. O pa’is que optou pela descontracao ainda tem mais recursos. O mundo internacional esta de olho nesta brecha que o
Brasil da. O Brasil tem que ser nosso.E preciso obervar ,no mercado, se ha injustica de imigrante contra o povo brasileiro.
Temos que atuar com Ordem e Progresso.” Deitado eternamente em
berco explendido” …nao da mais. Samba,cachaca,mulher e futebol.’E preciso fomalizar mais esta beleza. Esta realidade precisa de uma camuflagem que traga evolucao nacional, moral.
E so botar a cabeca para pensar.Porque o peixe salgado? Porque vai so para o interior do Nordeste? Precisamos assumir o controle de nossa regiao-do BRASIL.Cal’car o povo com programas para ler,ler,e ler. Com tanta gonorreia,herpes ,xixi e coco nas ruas (Copacabana)etc.,algum turista fica incentivando nossas familias a ficarem nuas,incluindo nossas inocentes criancas, para filmagens,etc.
Nudez- habito saudavel para familia. Que isto Governadores do Rio de Janeiro? Ai tem praia de nudismo? A praia ninguem pagou a Deus por ela.Os vestidos sao excluidos de verem esta praia?
Temos tantas questoes pendentes em nosso pais. Porque nao pedimos estas solucoes para os Judeus? Vamos por os imigrantes do Brasil para opinarem.Vamos encontar a comissao de frente.O mais ousado pode se expor. Muitos sao fatores positivos para o pais.A imigracao esta muito satisfeita. Euro e Dolar trocado por real e uma beleza. E preciso tramar e abrasileirar a economia . Imigrante tem que pagar mais caro no Brasil. Que valor tem o brasileiro la fora.Temos que rever as leis de imigracao,temos que fazer tudo devagarinho,na manha,como se estivesse conquistando mo,ca de familia.E uma boa o Brasil se esquivar um pouco desta globalizacao. Vamos globalizar os fatores negativo de cada nacao.Vamos tragar o azedo das outras nacoes .PARA NOSSO BANQUETE ,facamos a lista de convidados.So isso! Os recursos do mundo estao minguando. O Brazil tem que ser moradia para Presidentes e brasileiros ricos. Que que isto? Enrriqueceu,sai do Pais !Que historia e esta de urinar nas calcadas,no paredao da delegacia de Ido s(nunca botam o s de idoso)-Centra do Brasil? A higiene do Brasil carece melhorias.Vestir-se e um ato de protecao a favor do corpo.E uma especie de camisinha.A mulher brasileira precisa amadorecer mais. Ela tem pouca conciencia politica. E inocente.
Tambem tem muitas mulheres colaboradoras com o Brasil.
Qual e o problema? Sera que o Brasil ja e de outros? Deus, protege nossa Patria!Tem tanto CIEP. Porque tem tanto menor
abandonado.Vamos so entregar nossos problemas para a globalizacao resolver.E vamos tentar resolver os conflitos dos outros.Temos que aprender a tirar proveito para todos ,no processo.Escola de futebol em todas as escolas e otima ideia.
e classes de samba, como disciplina obrigatoria. Yoga para dar o clik na inteligencia. Samba e futebol-cartao postal,com Moral, decencia , organizacao e nacionalidade. A magia, a felicidade ,acaba com qualquer guerra.Ai mesmo pode nascer uma escola assim,bem brasileira. E melhor do que expor o anus da mulher brasileira como melhor ponto turistico.
Ja imaginou? Quanta doenca? Temos que organizar nossa casa.Sera que ‘e ideia de homem brasileiro, esta historia de nudismo global. Com esse calor,todo mundo pelado! As secrecoes…
Que Deus d^e um bom caminho para todas as criatura, AM’EM
Atenciosamente,
Illinois,11 de fevereiro de 2009.
Maria Alexandre Goncalves
Procuro meus parentes(Irmaos de Joao Alexandre Goncalves- meu pai) Ele foi assassinado em malta (praca)-Municipio da Paraiba,
em 1964.Ele estava ingressando na Policia. Nao procuro culpados,vingancas. Apenas toda uma geracao que se fragmentou.
Se puder me ajudar com seu poder,agradeco desde ja.
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Gabriela
em 23 de março de 2012
Lamentável, tanto ódio, contido nas palavras deste site!
Jesus ( um judeu)) disse: “…Ouvistes que foi dito: Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos. “mateus 5:43-45.
Esse mandamento nos desafia hoje com grande urgência!
Retribuir o ódio com o ódio multiplica o ódio e aumenta a escuridão de uma noite já sem estrelas. A escuridão não expulsa a escuridão, só a luz o pode fazer. O ódio não expulsa o ódio: só o amor o pode fazer. O ódio multiplica o ódio, a violência multiplica a violência e a dureza multiplica a dureza, numa espiral descendente que termina na destruição.
Em Deus não há acepção de pessoas (judias, não judias, brancas ou negras) Atos 10:34
Que a bandeira sobre todos seja a do amor!
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