Ao contrário da patrulha sionista, este é um site democrático

O site De Olho na Mídia, mantido pela Federação Israelita do Estado de São Paulo, só publica comentários favoráveis ao sionismo e ao site. Este site, Múltiplos Universos, é diferente. Publica comentários contrários e até ofensivos ao seu mantenedor. Esta é uma das diferenças entre a democracia praticada por mim e o nazi-fascismo pró-israelense praticado por De Olho na Mídia, cuja principal função é patrulhar a mídia brasileira e cercear a liberdade de expressão de quem não concorda com o nazi-fascismo israelense, orquestrando reações supostamente espontâneas que têm o objetivo de fechar todos os espaços na imprensa para os adversários de Israel.

Começando em Campina Grande, por meio de um site mantido pelo Sr. Davi André Farias de Meneses, um iletrado que escreve “pacifismo” com ss e “eram” com ão, uma campanha contra mim foi ampliada pela patrulha mencionada no parágrafo acima, tendo chegado até a Embaixada de Israel. Tudo isso resultou na minha demissão do Jornal da Paraíba. Tenho todas as provas e elas terão conseqüências. Transcorreram dezoito dias entre a publicação da minha notinha no Jornal da Paraíba e o anúncio da minha demissão, comunicada aos meus algozes antes de ser comunicada a mim.

Não fiquei sem espaço, porém. Estou no jornal O Norte, com uma coluna semanal. O Norte é mais vendido na Grande João Pessoa do que o Jornal da Paraíba. Os dirigentes jornalísticos e administrativos de O Norte têm conhecimento de tudo o que aconteceu no outro jornal e estão vacinados contra o veneno da patrulha nazi-fascista adoradora de Israel. Sua mentalidade é mais democrática. O tiro dos sionistas saiu pela culatra. Eles deram um tiro no próprio pé. Meu artigo de estréia em O Norte se chamou Sionismo Nervoso.

Os nazi-fascistas adoradores de Israel são covardes. Agem na surdina, em silêncio, de tocaia, sem dar chance de defesa ao perseguido. Foi tudo tão bem orquestrado que eu só recebi os primeiros e-mails de repúdio quando a demissão já estava consumada. Até então, eles não me mandaram um só e-mail, para que eu não soubesse o que estava acontecendo e não pudesse me defender perante o jornal. Depois da demissão consumada, os e-mails vieram. Esta é a história verdadeira de uma perseguição covarde, infame. Foram três semanas de perseguição na moita, como um bando de predadores que se aproxima rastejando. Na hora h, todo o bando salta em cima da presa, que até então não sabia de nada. É assim que agem os nazi-fascistas adoradores de Israel. O Jornal da Paraíba foi cúmplice de tudo isso e terá que responder pelo comportamento de seu superintendente, de seu editor e de sua secretária de redação.

Os responsáveis pelos sites que me difamaram e me caluniaram também vão ter que responder, assim como aqueles que me mandaram e-mails ofensivos a mim, a meu pai, a minha família e aos meus conterrâneos. As batatas estão no fogo; logo estarão assadas. Os nazi-fascistas adoradores de Israel ainda ouvirão falar muito de Gilson Gondim.

Só me calam se me matarem.