Bandidos da Asper e capangas de Severino Paiva agridem fisicamente Gilson Gondim
Início da noite de terça-feira 10 de outubro de 2006. Dirijo na BR-230 no sentido João Pessoa – Cabedelo. Ouço no rádio que houvera um atropelamento em frente à Faculdade Asper, na pista contrária. “Os estudantes da Asper fecharam completamente a estrada, Ninguém passa, nem num sentido nem no outro”. Era tarde demais para voltar. Eu estava preso na arruaça dos baderneiros da Asper.
Fiquei mais de quarenta minutos no carro. Resolvi sair e andar em direção ao aglomerado. Esperava encontrar um clima de consternação e comoção pelo atropelamento. Nada disso! O clima era de baderna, farra, arruaça. Tentei argumentar com os baderneiros. Eles me agrediram verbalmente. Um deles me atirou uma pedra na boca. Começaram a aproximar-se ameaçadoramente. Revidei a pedrada, atingindo de volta o agressor.
Os bandidos da Asper, então, partiram para cima de mim com fúria homicida. Jogaram-me no chão e dispararam uma saraivada de socos e pontapés. Eu estava sendo linchado! Iam me matar os desgraçados. Fui salvo por um pequeno grupo de moradores da vizinhança, pessoas simples, humildes, decentes, inteiramente diversas da corja da Asper. Quem comandou meu salvamento foi um rapaz moreno escuro, sem camisa e trajando uma bermuda azul. Muitas das pessoas que viram as fotos na primeira página do Correio da Paraíba pensaram que o tal rapaz era um dos algozes. Nada disso! Eu devo minha vida a ele. Não tenho palavras para lhe agradecer. Gostaria de algum dia poder fazer algo por esse rapaz. Ele foi de uma decência raríssima nos dias de hoje.
O mesmo não se pode dizer dos dirigentes da Asper. Fui à faculdade na manhã seguinte à minha quase morte e fui atendido por um tal de Edson, gerente de unidade. Sujeitinho cínico e debochado, disse que a Asper não tinha nada a ver com o episódio e não queria saber do assunto. Perguntei-lhe por que não havia nenhum segurança da faculdade no meio do tumulto, tentando acalmar os ânimos. Ele me respondeu, com o mesmo ar cínico e debochado, que a Asper não tem, simplesmente não tem, nenhum pessoal de segurança. A faculdade não tem um só segurança! Está tudo gravado. Falei por telefone com um tal de Silvio, secretário do diretor da Asper, Severino Paiva. Ele me disse que a Asper não tem nenhum pronunciamento a fazer sobre o assunto e que a faculdade não identificaria os agressores, claramente visíveis numa das fotos.
Liguei então para o gabinete de Severino Paiva na Câmara Municipal. Ele, além de diretor da Asper, preside o parlamento de João Pessoa (é também um candidato a deputado estadual recém-derrotado). Um assessor seu, de nome Miguel Arcanjo, fez toda uma prosopopéia, dizendo que anotara tudo e que Paiva me receberia logo após a sessão da Câmara. Criticou severamente o sujeitinho Edson, dizendo que do “Professor” Paiva eu receberia um tratamento totalmente diferente. Fui à Câmara Municipal. Depois de um chá de cadeira, o mesmo Miguel Arcanjo me disse que Paiva não ia me receber. Caminhei então até a sala de Paiva, fazendo questão de falar com ele.
Aí aconteceu de novo: os capangas de Paiva, incluindo o tal Miguel Arcanjo, pularam sobre mim, agarraram-me, puxaram-me, arrastaram-me para fora do Gabinete e do corredor e me empurraram para fora da Câmara, causando-me novas escoriações, Prestei queixa à polícia novamente e fiz novo exame de corpo de delito.
Vou processar Paiva e a Asper. E vou processar, por tentativa de homicídio, cada um dos autores da primeira agressão, tão logo eles sejam identificados pela polícia, a quem a Asper vai ter que entregar seus fichários. A maioria dos agressores tem o rosto claramente visível numa das fotos. Vou levar essa história longe, muito longe, tão longe quanto a lei me permitir.
Quanto à Asper, não é apenas uma faculdadezinha de 15ª categoria. É um antro de marginais, um covil de bandidos da pior espécie, comandados pelos capangas de uma figura reles e desprezível como “Professor” Paiva. A julgar pelo comportamento de seus alunos e de seus capangas, Severino Paiva é professor de linchamento. Em vez de construir uma passarela em frente a sua faculdade, deveriam é fechar aquela espelunca. Aliás, por que o Sr. Paiva não põe os capangas do seu gabinete para trabalhar como seguranças na Asper? Por que a Asper não tem nenhum segurança e o seu diretor tem vários na Câmara Municipal? De que foge o Sr. Paiva? De suas responsabilidades?
Aviso aos navegantes: todo o episódio da Câmara Municipal foi gravado, assim como a confissão do desprezível Edson, um dos “homens” do Professor de linchamento.



Olá! Meu nome é 



Diogo Cavalcanti de Arruda
em 13 de outubro de 2006
Fiquei atônito, ao ver suas imagens no jornal.
Com todo o respeito, talvez não fosse conveniente para você enfrentar toda aquela multidão ansiosa por martirizar alguém. Infelizmente, foi vítima, bode expiatório.
Realmente, e, como advogado, entendo que a faculdade tem sim responsabilidade pelo evento, por se omitir em relação à ausência de passarela. Anunciaram que instalarão um semáforo, que não sevirá para nada: aumentará o risco de acidentes.
Será que os estudantes da Asper têm procuração da patrulha sionista (hahaha)?
Um abraço
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Giovanni de A. medan
em 19 de outubro de 2006
Caro Gilson.
Fiquei espantado com suas declarações acerca dos alunos da Faculdade Asper.
Sabemos que existem pessoas que “mancham” o nome de instituições das quais fazem parte, temos inúmeros exemplos de policiais corruptos, políticos “sujos”, jornalistas parciais e sem escrúpulos…porém, tenho a certeza que maioria deles não atua desta forma.
Creio que você fez um cometário muito infeliz, pois houve uma generalização, de acordo com seu artigo, aos alunos que fazem parte daquela Instituição. Eu faço parte dela.
Não sou bandido, tampouco “capanga” de político algum. Sou trabalhador como tantos outros colegas que ali estudam, ficamos distantes dos nossos lares e famílias, buscando, cada um de nós, alcançarmos nossos respectivos objetivos. Além disso, existem Professores íntegros, sérios e competentíssimos em suas atribuições que nos ensinam.
Não concordo com qualquer tipo de violência. Não tiro sua razão de está revoltado, mas fico profundamede triste com a forma dirigida aos meus colegas de Faculdade, nivelados “por baixo” e comparados a marginais.
Apesar de não ter participado de qualquer protesto, tenho humildade suficiente para pedir desculpas a você (permita-me chamá-lo assim), não só em nome de seus eventuais agressores(não os conheço), mas sim, de todos aqueles trabalhadores e estudantes, como eu, que ali estudam.
Não espero pedidos de desculpas sua, não é esse o meu objetivo, mas de cada situação aprendamos uma lição, e neste caso seria a PONDERAÇÃO.
Um Grande abraço.
Giovanni Medan
aluno do curso de Direito.
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Luiz Luna
em 8 de novembro de 2006
“Um idiota em apuros”
Luiz Luna*
Você já ouviu falar em Gilson Gondim? Ele é dono do site http://www.multiplosuniversos.com.br, sítio onde diz ser premiado e consagrado em literatura e teatro. Fuçando o site, percebemos ser autor de seis livros, descoberto nacionalmente. Mas o escritor ficou famoso mesmo depois de seu envolvimento com um protesto realizado recentemente por estudantes da Asper Faculdades, J. Pessoa-PB.
Nunca tinha ouvido falar na criatura e depois de presenciar seu comportamento e posteriormente ler uma de suas pérolas (“Bandidos da Asper e capangas de Severino Paiva agridem fisicamente Gilson Gondim”) fiquei admirado com tantas contradições, revolta e falta de bom senso. Provavelmente, ele ainda não parou para fazer algumas reflexões, alguns questionamentos. No meio de um engafarramento “sem tamanho”, com centenas, talvez milhares, de motoristas com suas vidas atrapalhadas, por que só ele foi “agredido”? Quais são os conceitos de baderna, farra, arruaça? O que é mesmo fúria homicida? O que ele entende por bandidos, capangas, sujeitinho, faculdadezinha de 15ª. categoria e outros termos chulos? O que significa processar? O que ele entende como antro de marginais, um covil de bandidos da pior espécie? Suas palavras são genéricas. O ódio que esse rapaz desfere, feito uma metralhadora desgovernada nas mãos de um idiota em apuros, é preocupante. Ainda mais quando ele procura transformar o episódio num fato político, onde pretende tirar proveito.
Pensei em diversos momentos se deveria traçar e expor essas poucas palavras. Posso ser, novamente, vitimado pela caneta descontrolada de Gilson. Porém, não poderia omitir alguns esclarecimentos e reflexões, pertinentes em conflitos dessa natureza. Afinal de contas, quando ele cumprir sua promessa de “levar essa história longe, muito longe, tão longe quanto a lei permitir”, o texto que ele escreveu será a maior defesa dos supostos agressores, podendo, inclusive, o “tiro sair pela culatra”, pois todos os fatos possuem diversas interpretações. Isso ele deixa claro quando menciona que o rapaz que o salvou foi confundido com um de seus algozes. Ora, apesar de alguns metros do local, vi claramente quando alguns estudantes socorreram o escritor. Será que ele parou para pensar na impossibilidade de uma só pessoa o retirar de uma multidão sentindo-se ofendida e partindo para a defesa? Ninguém jogou pedra na boca de Gilson, a aproximação ameaçadora foi uma interpretação pessoal.
Na verdade, realmente, depois de mais um acidente, os ânimos estavam acirrados, fora do normal. Ninguém pode negar. Mas uma análise melhor dos fatos leva ao entendimento que ele teve forte contribuição para as conseqüências. Primeiro, o que ele diz ser “tentei argumentar com os baderneiros”, era chamá-los (como o fez no texto) de baderneiros, vagabundos e outros adjetivos. Segundo, ele estava com um pau na mão e um paralelepípedo na outra, tendo o arremessado no meio da multidão depois de troca de insultos e alguém ter jogado nele algumas gramas de areia (e não uma pedra na boca). E, como ensinava-me mamãe, “palavras ditas e pancadas dadas, só Deus tira”.
Houve excessos, de todos os lados. Lamentável, ainda mais porque o normal é que aprendamos a redirecionar nosso comportamento depois de momentos como esse, agradecer ao Superior do Universo e tentar recompor a vida. Mas parece-me que as intenções são outras… E quanto a reivindicação de uma passarela ou algo que controle o trânsito no local parece que vai ocorrer, depois de tanto tumulto e vidas saídas de seu curso natural. Então, tudo tem um preço?
* Aluno Asper. Jornalista e especialista em gestão de pessoas.
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Gilson Marques Gondim
em 10 de novembro de 2006
Sr. Luiz Luna,
O Sr. não passa de um justificador de linchamento, crime gravíssimo.
Quer saber o que são bandidos? São as pessoas que fizeram o que o Sr. justifica e defende.
Quer saber o que é arruaça? É o que vocês, alunos da Asper, fizeram aquela noite em frente à espelunca que vocês chamam de faculdade, que eu generosamente chamei de faculdadezinha de 15ª categoria. 25ª categoria talvez ainda seja pouco. É uma fabriqueta de diplomas sem nenhuma credibilidade ou respeitabilidade. Agora se vê que é também um antro de marginais e um covil de bandidos, marginais e bandidos que o Sr. defende e justifica.
Uma das fotos mostra uma senhora cercada e acuada dentro de seu carro por uma turba que grita e levanta os braços, como se estivesse num show de forró de plástico. Não havia nenhum clima de consternação e comoção pelo atropelamento. Havia, isto sim, um clima de farra, baderna e arruaça.
Quer saber o que é fúria homicida? É o tipo de fúria que só não me matou porque eu fui prontamente socorrido por moradores da vizinhança (e não por estudantes da Asper, como o Sr. diz). O que os alunos da Asper queriam era me matar.
Aliás, o Sr. estava lá, não é mesmo? Assistiu a tudo e não fez nada. Omissão de socorro. E ainda faz apologia do crime ao dizer que os linchadores estavam se defendendo. Uma multidão? Defendendo-se de uma pessoa sozinha e desarmada?
O Sr. pode ser processado por omissão de socorro e apologia do crime.
Aliás, o Sr. viu muito bem os linchadores e com certeza conhece pelo menos alguns deles. Tem esclarecismentos a prestar à polícia.
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Luiz Luna
em 10 de novembro de 2006
Estimado Gilson, agora posso chamá-lo assim…
Primeiramente, agradeço pelo envio da opinião de outras pessoas. Quanto às falhas de digitação, só percebi depois do e-mail. Acredito que tenhamos coisas maiores para preocupação. Não estamos na Academia. Portanto, o importante é que haja comunicação, entendimento…
É com um extremo sentimento de lamento que leio sua resposta, pois não houve a interpretação adequada de minhas mal escritas palavras (daí a justificativa distorcida da realidade).
Não vou debater sua resposta (para não ficarmos num ping-pong) porque esse não é o meu objetivo, tampouco defender ou acusar alguém (estaria cometendo um crime).
Poderia ensinar um pouco do que tenho aprendido sobre Direito, para que o estimado não propague inverdades sobre a Lei, mas isso sim, seria um ilícito penal, gravíssimo apenas para a nossa consciência. Então, deixo essa tarefa para seu advogado.
Quanto ao mais, me omito a ser incoerente; faço apologia à moral, à ética, à CONCILIAÇÃO, ao bom senso, enfim, aos bons costumes. Os esclarecimentos foram prestados e a versão será a mesma em todas as instâncias da vida.
Perdão pelo tom filosófico em alguns momentos, mais ainda quando lembro-me de Jesus Cristo (“Pai, perdoa, eles são sabem o que fazem”) e S.T. de Aquino: “Para aqueles que acreditam, nenhuma palavra de faz necessária… Para aqueles que não acreditam, palavra nenhuma adianta”.
Sabendo de sua valorização quanto aos erros, desde já desculpe-me se houver algum nestas palavras.
Que o Grande Arquiteto do Universo ilumine nossa vida. Tudo de bom, hoje e sempre!
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Gilson Marques Gondim
em 10 de novembro de 2006
Por que a mudança abrupta de tom? Primeiro me chamava de um “idiota em apuros” e justificava a violência de que fui vítima e seus perpretadores. Agora fala em conciliação.
Por quê?
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Luiz Luna
em 10 de novembro de 2006
Não houve mudança de tom. O senhor é quem diz que o chamei de idiota em apuros e que justificava pseudo violência. Sempre falei em conciliação. O resto, pura bobagem e viagem de seu juízo. Bem-vindo ao mundo dos múltiplos universos, estamos todos sujeitos às intempéries da vida. Seu espírito de solidariedade é paupérrimo, sua insistência nesta interpretação, sim um ato idiota (se o senhor o é ou não, não é problema meu, nem posso auferir). O tom e o cunho das minhas palavras, o tempo todo, é no sentido de ajudar. Acorda, colega!
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Gilson Marques Gondim
em 10 de novembro de 2006
É claro que houve mudança de tom. O seu artigo se chamava \”Um idiota em apuros\”. Depois você mudou para \”estimado Gilson\”.
Se isso não é uma mudança de tom…
Você falou em conciliação no segundo e-mail. No primeiro o tom era outro, bem outro.
Seu artigo, porém, já cumpriu sua função: servir de escada para Severino Paiva e Giovanni Meireles me agredirem no programa da Rádio Arapuan e da TV Miramar.
O Sr. deve ser um capacho de Paiva.
Aliás, seria bem interessante juntar os três (Luna, Paiva e Meireles) num processo só. Ou talvez cada um mereça um processo separado. Vamos ver.
De qualquer modo, o Sr. já cumpriu um bom papel, involuntariamente, ao admitir que os estudantes me atiraram algo antes que eu lhes atirasse algo de volta. Ou seja, fui vítima primeiro de uma agressão física. Suas palavras provam isso, já que o Sr. escreveu um artigo contra mim e mesmo assim admitiu que eu fui agredido primeiro.
A gente se vê por aí.
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Professora da ASPER - "InannaVox"
em 10 de novembro de 2006
Prezado Senhor,
Em contrapartida a tal destempero, na qualidade de professora da institiição, venho dizer-lhe que:
1. Seus termos são desrespeitos, mesmo por escrito. O sr ataca, ao generalizar suas acusações, uma instituição que é composta por professores e pessoas que lá exercem suas funções, honestamente, e que estão, como o corpo docente, voltados para o preparo dos jovens e para a melhoria do ensino na cidade, criando profissionais voltados para a realidade do mercado na cidade.
2. A ASPER não é detentora de poderes públicos para instalar semáforos, passarelas ou faixa de pedestres. Tenha certeza de que a ASPER sempre foi a principal interessada em minimizar a questão da segurança da travessia de seus alunos naquele local da pista.
3. A instituição à qual o sr se refere conta com inspetores de alunos, professores e coordenações de curso. Conta com a aprovação do MEC, com uma grade curricular dinâmica e em conformidade com as necessidades de mercado, com um corpo docente titulado e idôneo e com um alunado que, infelizmente, pela mesma ausência de semáforos e passarelas que o senhor registra, sofre, diariamente, riscos enormes, ao atravessar a pista.
4. Se as ASPER fosse o que o sr afirma, certamente contaríamos com dúzias de seguranças, não tenha dúvidas disso.
5. O senhor demonstrou grande coragem ao enfrentar a multidão de alunos revoltados e atirar-lhes a primeira pedra. Faltou, entretanto, um pouco mais de sabedoria e bom-senso de sua parte.
6. Somos educadores sérios. E o senhor nos dá, agora, a oportunidade de ensinar aos nossos alunos que a arte da palavra deve ser cultivada com parcimônia, respeito aos outros e senso de justiça.
7. Repudio as suas acusações, que tentam denegrir uma instituição de ensino séria e os profissionais que nela trabalham. E o convido à uma reflexão justa sobre os fatos, pois não se chega a resultados sem a prática da verdade e a coerência nos fatos. Admira-me o fato de que, sendo sociólogo, o sr não compreenda como o homem atua em sociedade e em grupos. Admira-me o fato de que, ao generalizar acusações tão contundentes, o sr não se aperceba da injustiça que comete. Admira-me o fato de que sua revolta particular possa falar mais alto do que a responsabilidade de suas palavras na mídia, que denigrem pessoas que trabalham na instituição. Esse tipo de atitude somente faz com que o sr perca a sua credibilidade, por mostrar-se uma pessoa de opiniões extremistas e carentes de senso de justiça.
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Gilson Marques Gondim
em 10 de novembro de 2006
Por que a senhora não pôs o seu nome no comentário?
O tipo de jovem que vocês estão formando ficou muito claro naquela fatídica noite de 10 de outubro.
Toda a “comunidade da Asper” é conivente com o linchamento que sofri, pois não se levantou uma única voz dentro da Asper contra o crime praticado por alguns de seus alunos. Pelo contrário; todas as vozes asperianas que se levantaram tinham e têm o objetivo de justificar o crime e de jogar a culpa na vítima.
Quanto ao fato de a senhora ser professora de uma faculdadezinha de 15ª categoria, meus pêsames. A senhora deve ter um emprego à altura de suas qualificações.
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Professora da ASPER - "InannaVox"
em 10 de novembro de 2006
Engana-se o senhor, em sua inclinação por julgamentos tendenciosos. Não ofereci meu nome exatamente por não confiar em seus critérios de sanidade e isenção, julgamento que se comprova acertado agora, ao ler suas palavras ofensivas. Nomes não lhe parecem ser essenciais, já que o senhor distribui aleatoriamente suas blasfêmias e desaforos, pouco se lhe importando o foco. Caso se preocupasse com a identidade das pessoas, pensaria várias vezes antes de generalizar suas ofensas rudimentares.
São faculdades de 15a categoria que formam sociólogos como senhor: ineptos para lidar com as pessoas. Entretanto, devo dar, por senso de justiça, algum crédito à instituição que o preparou, já que a índole…ah, essa sempre fala mais alto do que o ensinamento acadêmico.Não seria justo culpar uma instituição somente porque dela saiu uma aberração.
Se o senhor tivesse sofrido “linchamento” não estaria por aí, agudizando o incidente e omitindo o seu papel nele. Em lugar algum eu lí algo sobre a sua sandice de ter saído do carro para tomar satisfações com uma multidão enfurecida e ter-lhes atirado uma pedra. Não contava com o revide?
Se a ASPER o recebeu mal….não terá sido pela forma como o senhor se portou, do início ao fim do episódio? Exigindo e destratando a todos os que o receberam? Percebe-se ,claramente, uma unanimidade contra a sua pessoa….não só aqui, mas em vários outros locais. Uma rápida pesquisa na Internet basta para revelar a quantidade de processos contra a sua pessoa..ou da sua pessoa contra uma multidão que o “ofende”. É contumaz em meter-se em confusões e ir queixar-se à justiça, distorcendo os fatos.
Sim, possuo um emprego à altura das “minhas qualificações” ,se com isso o senhor tenta afirmar que não as possua. E a ASPER conta com diversos docentes que também lecionam na UFPB, UNIPÊ, IESP e várias outras instituições. Todos altamente qualificados, para seu governo. E todos caluniados pela sua mesma pessoa, independentemente do nome que possuam, já que isso não parece lhe importar tanto assim.
Minha formação é oriunda de locais onde os agressores que se fazem de vítimas não não chamados de nada além de agressores covardes. Por tal razão a minha indignação e repúdio à sua pessoa. Porque eu vivi em locais que me deram exemplos diários de civilidade e cidadania e não me deixarei enganar por alguém que mendiga farrapos de atenção e popularidade, tentando, para tal, manipular os fatos. Tentando passar de algoz à vítima e tripudiar sobre a inteligência alheia, contando que todos sejam imbecis.
Encerro aqui com um agradecimento. Graças ao seu estradalhaço, a ASPER consegiu o que vinha, há muito, pleiteando: a instalação de um semáforo e sinalização adequada naquele local crítico da BR. Os alunos que lá estavam , segundo o senhor, “apenas pela arruaça” , foram capazes de buscar, em sua revolta, as autoridades reponsáveis e obtiveram um acordo para tal. Com o apoio da instituição, que há muito lutava para isso.
Talvez, se o senhor tivesse um filho seu morto, atropelado, em frente à faculdade onde estudasse…..pudesse haver um pouco mais de empatia no seu coração. Se o senhor tivesse enterrado alunos seus, idem. Tavez, se o senhor lembrasse do que aprendeu na academia, sobre as manifestações populares, sobre o ímpeto da juventude, sobre como o homem se comporta em grupos….nada disso tivesse ocorrido. Não se transita pela vida se auto-desculpando e terceirizando responsabilidades. Isso é covardia extrema, mesmo que travestida de berros e discursos inflamados pela Internet.
Não se dê o trabalho de responder-me, pois não pretendo, minimamente, encetar nenhum tipo de conversa com o senhor.
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Gilson Marques Gondim
em 10 de novembro de 2006
Em primeiro lugar, minha senhora, sou formado pela melhor escola de sociologia da Grã-Bretanha. Em segundo lugar, fui agredido primeiro, com uma pedra coberta de terra jogada contra a minha boca. Em terceiro lugar, não estou morto porque fui prontamente socorrido por pessoas da vizinhança. Se dependesse dos alunos da Asper, eu estaria morto.
Por fim, a senhora insiste em justificar o crime praticado por seus alunos: linchamento e tentativa de homicídio. Nada justifica as cenas estampadas no Correio da Paraíba de 11 de outubro. Nada justifica a tentativa de homicídio de que fui vítima. A senhora deveria se envergonhar por tentar justificar crimes e criminosos.
P. S.: A senhora de fato é professora de uma faculdadezinha de 15ª categoria. E é covarde por não revelar seu nome. Será Inanna, de inanição? Inanição mental. Acesse meu site no próximo domingo.
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Gilson Marques Gondim
em 11 de novembro de 2006
“Inanna” não passa de uma covarde. Ou será que se trata de “um” covarde usando nome de mulher? Será que Inanna é o lado feminino de Severino Paiva ou de um de seus puxa-sacos? Perguntar não ofende.
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aluna da asper
em 2 de dezembro de 2006
O senhor infelizmente teve o que pediu,eu vi quando o senhor atirou uma pedra em uma aluna da asper e ainda quer te razao,simplesmente o senhor pediu e alguns alunos da asper lhe deu..nao generalize todos os alunos da asper como bandidos,pq do mesmo jeito q o senhor vai processa-los eu como outro q achar ofendido com suas palavras tambem podemos processa-lo!!!!o senhor sabe disso né?as vezes meu senhor e bom conhecermos as pessoas para podermos chama-los de bandidos,nem todos sao…como tambem o senhor nao é nenhum santo….
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Gilson Gondim
em 3 de dezembro de 2006
Além do péssimo português, chamou-me a atenção no comentário logo acima que a Aluna Asper, assim como o Sr. Hugo de Alencar, diz que eu joguei uma pedra numa aluna, fato que teria sido presenciado por ela.
No entanto, um asperiano chamado Herbert de Albuquerque afirmou em mais de um comentário que eu teria jogado a tal pedra nele.
Como em nenhum momento eu fui acusado de ter atirado mais de uma pedra, fica a pergunta e fica a contradição: a pedra acertou uma mulher ou acertou o homem?
É uma contradição importantíssima.
Outro fato de grande importância é que todos os asperianos me viram atirar uma pedra, mas nenhum deles viu a pedrada que recebi antes e nenhum deles viu nenhum dos linchadores.
Os asperianos têm um visão muito seletiva.
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