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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; Eleições americanas</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<itunes:summary>Muacute;ltiplos Universos eacute; um site de artigos polecirc;micos, atualizado diariamente.</itunes:summary>
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		<title>O Google é quem diz &#8212; VI: O site Múltiplos Universos é um grande sucesso</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:11:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<title>Acompanhe aqui os últimos momentos da eleição americana</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 20:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<title>Vejam o que escrevi em 31 de janeiro&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p><em><strong>Considero o candidato republicano definido: é John McCain</strong>, 71 anos (72 na época da eleição), senador pelo Arizona, prisioneiro de guerra no Vietnã durante cinco anos. É o pior candidato para os democratas, pois tem bom trânsito no eleitorado de</em>&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Considero o candidato republicano definido: é John McCain</strong>, 71 anos (72 na época da eleição), senador pelo Arizona, prisioneiro de guerra no Vietnã durante cinco anos. É o pior candidato para os democratas, pois tem bom trânsito no eleitorado de centro. Ele está 1,8 ponto percentual à frente de Hillary Clinton na média das projeções para novembro. Está 1,5 à frente de Barack Obama na mesma média. <strong>McCain pode ser derrotado pela crise econômica que vai tomando forma nos Estados Unidos de Bush</strong>. Mas a eleição tem tudo para ser mais uma vez muito apertada, decidida talvez por pequena diferença de votos num único estado. Quem é melhor para enfrentar McCain, Hillary ou Obama?</em></p>
<p><em>Ele tem menor taxa de rejeição, parece ter mais apelo fora do Partido Democrático <strong>e pode usar contra McCain o discurso da mudança, da esperança e da renovação, que parece estar sensibilizando a maior parte do eleitorado americano este ano</strong>. Obama tem 46 anos, está em Washington há apenas dois anos, como senador, e é “negro” (na verdade, mestiço), mas não usa o discurso racial. Já Hillary é considerada arrogante por muita gente e é vista, justa ou injustamente, como o caminho para a terceira presidência Clinton.</em></p>
<p><em>Outra questão é quem ganhará a indicação do Partido Democrático. Na média das pesquisas, Hillary está 9,1 pontos à frente. Mas o terceiro colocado, o ex-senador John Edwards, desistiu da disputa <strong>e tudo indica que apoiará Obama</strong>. Ele tinha, em média, 13,5% das preferências. <strong>A indicação democrata poderá ser decidida na Super Tuesday (Superterça, 5 de fevereiro) ou poderá ir além, se a Superterça for equilibrada.</strong></em></p>
<p><em>Mais um fator a ser considerado é a possibilidade de uma terceira candidatura com alguma força. Pode ser a do deputado republicano Ron Paul, do Texas, ou a do prefeito independente de Nova York, o bilionário Michael Bloomberg. Ambas são consideradas fatais para o candidato republicano, <strong>mas não se sabe, a esta altura, se uma delas se tornará concreta.</strong></em></p>
<p><em><strong>Teremos tempos interessantes pela frente.</strong></em> [Ênfases acrescentadas]</p>
<p>Há um erro factual no texto acima: em janeiro de 2008, Obama era senador havia três anos, e não dois anos. De lá para cá, ele já completou 47 anos. Quanto às previsões e especulações:</p>
<ol>
<li>McCain de fato ganhou a candidatura do Partido Republicano.</li>
<li>A eleição de fato se tornou muito difícil para os democratas, por causa da fama de &#8220;maverick&#8221; (independente) que McCain construiu ao longo da longa carreira.</li>
<li>De fato, o discurso de mudança, renovação e esperança de Obama está sendo vital.</li>
<li>De fato, a crise econômica que ia tomando forma, como escrevi, explodiu antes da eleição (<em>thank God!</em>) e vai derrotar McCain.</li>
<li>Realmente, as primárias democratas não foram decididas na Superterça (5 de fevereiro), que foi, de fato, muito equilibrada.</li>
<li>A saída de John Edwards realmente beneficiou Obama, mas seu apoio pessoal não pesou, porque veio quando Obama já estava, na prática, com as primárias no bolso.</li>
<li>Uma terceira candidatura forte não se materializou.</li>
<li>Por causa da implosão econômica dos Estados Unidos, a eleição não será tão apertada como parecia em janeiro que ia ser.</li>
<li>Os tempos estão pra lá de interessantes. Estão interessantíssimos.</li>
</ol>
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		<title>President Obama</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No dia 20 de janeiro de 2009, tomará posse como presidente dos Estados Unidos da América o Sr. Barack Hussein Obama, 47 anos de idade, metade europeu, metade africano em sua ascendência.</p>
<p>Por que faço afirmação tão ousada quando ainda&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 20 de janeiro de 2009, tomará posse como presidente dos Estados Unidos da América o Sr. Barack Hussein Obama, 47 anos de idade, metade europeu, metade africano em sua ascendência.</p>
<p>Por que faço afirmação tão ousada quando ainda faltam 35 dias para a  eleição? Porque tudo caminha nessa direção. As pesquisas divulgadas  no domingo 28 de setembro dão vantagem média de 6,5 pontos percentuais  para Obama, chegando a oito pontos na pesquisa Gallup Tracking. E ele está em crescimento, ressalvadas eventuais oscilações. A projeção  do site RealClearPolitics (<a href="http://www.realclearpolitics.com/" target="_blank" rel="external">www.realclearpolitics.com</a>) para o Colégio Eleitoral dá ao candidato democrata 301 assentos contra 237 para o republicano John McCain. Considerando os estados que podem ainda mudar de lado e os que já estão consolidados para um candidato ou para o outro, o RealClearPolitics (RCP) dá a Obama 228 assentos no Colégio Eleitoral (C. E.), dando  a McCain somente 163 e apontando 147 como indefinidos. Para ser eleito, portanto, o candidato democrata precisa de apenas 28,6 % dos assentos  indefinidos, enquanto o republicano necessita de 71,5% dos mesmos assentos.</p>
<p>Outro dado a ser levado em conta é que as maiorias pró-Obama nos estados  indefinidos que tendem para ele são significativamente maiores do que as maiorias pró-McCain nos estados indefinidos em que ele ainda está  à frente. Assim, por exemplo, enquanto McCain tem 1,2 ponto percentual  de vantagem em Ohio (Orráiou), Obama tem 4,4 na Pensilvânia. Enquanto  o republicano está 1,6 à frente na Flórida, o democrata está 5,4  à frente no Colorado. E, quando se observam as pesquisas que fazem  as médias estaduais, Obama quase sempre é favorecido pelas mais recentes, enquanto McCain é mais beneficiado pelas mais antigas, o que indica  uma tendência de reversão pró-Obama em vários estados, inclusive  os citados Ohio e Flórida, que decidiram, respectivamente, as eleições  presidenciais de 2004 e 2000 a favor de Bush (em 2000, com fraude escancarada). Obama não precisa de nenhum desses dois estados para ser eleito, mas  é bem provável que venha a vencer em ambos.</p>
<p>O debate da última sexta-feira teve Barack Obama como vencedor, segundo  as pesquisas de opinião. Numa pesquisa da CBS News apenas com eleitores  independentes e indecisos, 39% declararam Obama o vencedor, 37% disseram que houve empate e 24% apontaram vantagem de McCain, uma diferença de quinze pontos a favor de Obama. Pesquisa da CNN com o eleitorado  em geral deu vantagem de 51 a 38 para o candidato democrata, na avaliação  do debate em geral, e maioria de 58 a 37 no item “quem se saiu melhor sobre a economia”, diferença acachapante de 21 pontos a favor de Obama. E a economia é prioridade absoluta para a maioria dos eleitores  americanos este ano.</p>
<p>Depois de muitos estudos sobre o assunto, tenho a convicção de que Obama  ganhará em todos os estados ganhos por Gore/2000 e/ou Kerry 2004, o que lhe assegurará 264 assentos no Colégio Eleitoral (são necessários  270 para ser eleito e 269 para levar a disputa ao desempate da Câmara  dos Deputados). E tomará dos republicanos os seguintes estados: Colorado  (9 lugares no C. E.), Virgínia (13), Nevada (5), Carolina do Norte  (15), Ohio (20), Indiana (11), Missouri (Mizúri – 11) e Flórida  (27),  ficando com 375 votos no Colégio Eleitoral e deixando McCain  com os 163 que o site RCP lhe dá atualmente como garantidos.</p>
<p>375 a 163. Não se surpreendam se estes números emergirem da madrugada  de 5 de novembro de 2008.</p>
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		<title>McCain ganhou um round, mas a luta é de muitos rounds</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 00:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra das convenções foi inequivocamente ganha por John McCain. Sua campanha soube aproveitar-se muito bem do fato de a convenção republicana ter acontecido depois da convenção democrata. Com uma escolha-surpresa  para o posto de vice, na manhã seguinte ao discurso de Obama, a campanha  republicana abafou as repercussões do evento adversário e emendou  um fim de semana de frenesi sobre a vice Sarah Palin com a própria  convenção republicana. Obama, que já havia escolhido seu vice antes  de sua própria convenção, como é obrigatório, não teve um antídoto  contra o oba-oba republicano que monopolizou as atenções por dias  a fio. Resultado: McCain passou à frente de Obama na média das pesquisas,  embora permaneça a situação de empate técnico. A CNN e a empresa  Hotline indicam empate absoluto. A empresa Rasmussen dá McCain um ponto  à frente. A pesquisa diária do Instituto Gallup dá vantagem de cinco  pontos para o republicano. O mesmo Gallup tem outra pesquisa que mostra  McCain à frente dez pontos entre os “votantes prováveis” (aqueles  que votaram nas duas últimas eleições presidenciais) e quatro pontos  à frente entre os eleitores registrados. Se considerarmos a primeira  versão do Gallup, a vantagem média de McCain é de 3,2 pontos percentuais. Considerando a segunda versão, a vantagem republicana cai para 2,0.  De um jeito ou de outro, dentro da margem de erro.</p>
<p>É apenas um momento ou uma situação duradoura? Vai depender de muitas coisas. Haverá, por exemplo, três debates entre McCain e Obama, o primeiro em 26 de setembro, sobre política externa. Haverá também  um debate entre os dois candidatos a vice, Sarah Palin (R) e Joe Biden  (D). Os quatro debates serão cruciais. Assim como será crucial o gigantesco  esforço da campanha de Obama para registrar novos eleitores, sobretudo  entre negros e jovens. O eleitorado de novembro não será o eleitorado  de hoje, e o crescimento está favorecendo Obama. Além disso, o Colégio  Eleitoral não reflete necessariamente a votação nacional, e sua composição  está, neste ano, favorecendo os democratas. O site ElectionProjection  (<a href="http://www.electionprojection.com/" target="_blank" rel="external">www.electionprojection.com</a>) confirma o que eu escrevi em artigo anterior: se vencer em <strong>um</strong> desses quatro estados (Flórida, Virgínia,  Ohio e Colorado), Obama será o presidente. Se McCain ganhar em todos  os quatro, será ele o “commander-in-chief”.</p>
<p>McCain pode ter atingido seu pico ou poderá atingi-lo nos próximos dias. A partir daí, terá que agüentar quase dois meses de anúncios enfatizando  seus vínculos com o impopularíssimo W. Bush. A foto de McCain com a cabeça no ombro de Bush, como se fosse sua namorada, inundará o  país. Seu currículo de mais de 90% de votos no Senado a favor de Bush  será explorado à exaustão. Se resistir a tudo isso e for eleito,  o mundo entrará numa era ainda mais perigosa do que a Era Bush.</p>
<p align="center">* * *</p>
<p>Logo que terminei de escrever este artigo, por volta da 18:30 do dia 8 de  setembro de 2008, fechei o Word e dei uma olhada no site RealClearPolitics (<a href="http://www.realclearpolitics.com/" target="_blank" rel="external">www.realclearpolitics.com</a>) e constatei que a entrada de duas  novas pesquisas mostrando McCain dois pontos à frente reduziu um pouco  sua vantagem na média de pesquisas apresentada pelo site: de 3,2 para  2,9.</p>
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		<title>Por que Obama é matematicamente o favorito</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Examinando as pesquisas estado por estado, constatamos que o relativo equilíbrio nas pesquisas nacionais vem das grandes maiorias que favorecem McCain no chamado <em>Bible Belt</em> (“Cinturão da Bíblia”), o <em>Deep South</em> (“Sul Profundo”). Acontece que tais maiorias são inócuas, porque, para conquistar todos os delegados de um estado, basta vencer por um voto: tanto faz ganhar por um voto ou por um milhão. O que importa é o Colégio Eleitoral de 538 membros. Em 2000, Bush teve mais de 500 mil votos a menos que Gore, mas levou a eleição por causa de uma (suspeitíssima) vantagem de meros 537 votos na Flórida. Se Gore tivesse vencido em qualquer um dos estados onde não venceu, teria sido eleito presidente. Em 2004, quase aconteceu o contrário: com três milhões de votos a menos nacionalmente, John Kerry teria sido eleito se tivesse vencido no Estado de Ohio, onde perdeu por menos de dois pontos percentuais.</p>
<p>Portanto, é a uma análise do Colégio Eleitoral que devemos proceder se quisermos ter uma idéia de quem está mais perto da Casa Branca em 2008. E é aí que a vantagem de Obama aparece. De todos os estados ganhos por Gore em 2000 e/ou Kerry em 2004, o único que Obama corre um risco real de perder é New Hampshire (4 votos no Colégio Eleitoral), onde sua vantagem na média das pesquisas é de apenas 0,3%. Em todos os outros, pode-se dizer com segurança, ele vai ganhar, o que lhe garante 260 votos no C. E. (Colégio Eleitoral). A maioria mínima é de 270 votos. Com 269, dá empate, levando a eleição para a Câmara dos Deputados, em que cada estado tem um voto. Quem tiver a maioria da bancada na maioria dos estados ganha o desempate. Os democratas têm tal maioria hoje e vão mantê-la ou, mais provavelmente, ampliá-la, conforme indicam com folga todas as pesquisas. Sendo assim, Obama joga pelo empate: para ser presidente, precisa de 269 votos no C. E. Se já tem 260, só lhe faltam 9.</p>
<p>Vamos dar cinco estados indefinidos para McCain: Flórida (27 votos no C. E.), Carolina do Norte (15 votos), Indiana (11), Missouri (Mizúri – 11) e Dakota do Sul (3). Sobram como estados realmente indefinidos Ohio (Orráiou – 20 votos), Virgínia (13), Colorado (9), Nevada (5), New Hampshire (4) e Montana (3). Seis estados, portanto. Ohio, Virgínia e Colorado: se vencer em qualquer um desses três, Obama será o presidente. Se perder nos três, mas ganhar em Nevada e New Hampshire, Obama será o presidente. Se vencer no Colorado e mais um estado, ele evitará o desempate na Câmara. Se perder em Ohio, Virgínia e Colorado, mas vencer em Nevada, New Hampshire e Montana, também será eleito sem precisar do desempate. Ohio é suficiente para lhe dar a vitória sem necessidade do desempate, mesmo que ele perca nos outros cinco estados. O mesmo se aplica à Virgínia. Ou seja, Obama pode ser eleito mesmo perdendo em cinco dos seis estados indefinidos. Está a um passo da vitória.</p>
<p>Outro ponto a favor do candidato democrata é que as pesquisas de agora não refletem o seu eleitorado em 4 de novembro. As pesquisas de hoje só tratam de eleitores já registrados, enquanto a campanha de Obama está a cada dia registrando milhares de novos eleitores, sobretudo entre jovens e negros, segmentos em que a vantagem do democrata é esmagadora.</p>
<p>Por tudo isso, pode-se afirmar que Barack Obama é o candidato matematicamente favorito para ganhar a presidência dos Estados Unidos em 4 de novembro de 2008.</p>
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		<title>&#8220;Hope rides again and the dream lives on&#8230;&#8221; (em português)</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2008 17:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;A esperança se move outra vez e o sonho está vivo&#8221;.</p>
<p>Este foi o fecho do maravilhoso discurso do grande senador Ted (Edward) Kennedy na convenção do Partido Democrático em Denver, Colorado. Aos 76 anos, atingido por um tumor maligno no cérebro, Kennedy eletrizou e emocionou os 20.000 espectadores presentes ao Pepsi Center e milhões de pessoas nos EUA e no mundo. Foi um momento para nunca esquecer, assim como o excelente discurso de Michelle Obama, introduzida de forma muito competente por seu irmão Craig Robinson, até agora um ilustre desconhecido.</p>
<p>Empolgado, um comentarista da CNN perguntou: &#8220;Onde estavam escondendo esse Craig Robinson?&#8221;</p>
<p>Minha avaliação é de que a convenção democrata começou muito bem.</p>
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		<title>Evangélicos advertem McCain contra vice mórmon&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 00:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Os mórmons fazem parte da Santa Aliança que &#8220;elegeu&#8221; e reelegeu George W. Bush, dando-lhe, inclusive, mais de 70% dos votos no Estado de Utah e sendo decisivos para as vitórias de Bush, por exemplo, no Estado de Nevada. Suas políticas&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os mórmons fazem parte da Santa Aliança que &#8220;elegeu&#8221; e reelegeu George W. Bush, dando-lhe, inclusive, mais de 70% dos votos no Estado de Utah e sendo decisivos para as vitórias de Bush, por exemplo, no Estado de Nevada. Suas políticas sociais e culturais são idênticas às dos evangélicos: contra o direito ao aborto, contra a união civil entre pessoas do mesmo sexo etc.</p>
<p>A teologia, porém, os separa. Os evangélicos não consideram o mormonismo uma religião cristã, porque os mórmons não vêem Cristo como Deus, mas como o filho mais velho que um Deus com forma humana gerou no Paraíso com sua esposa celestial (ou uma de suas esposas celestiais: isto não fica claro). Os mórmons não acreditam no pecado original, vêem Adão e Eva como heróis no plano de Deus para aperfeiçoar os seres humanos, complementam a Bíblia com as &#8220;escrituras modernas&#8221;, levantam dúvidas sobre a autenticidade das cópias da Bíblia que chegaram ao nosso tempo, acham que o ser humano pode se elevar à mesma condição de Deus etc.</p>
<p>Os evangélicos americanos também temem o mormonismo por causa do rápido crescimento dessa religião que eles chamam de seita (e que tem dobrado seu número de membros a cada quinze anos, já sendo considerada pela maioria dos estudiosos uma religião mundial).</p>
<p>Os evangélicos americanos aceitam de bom grado o voto dos mórmons para os candidatos deles (evangélicos), mas não querem votar num mórmon. Por isso, estão advertindo John McCain contra a possível escolha de Mitt Romney como candidato a vice-presidente. Romney pode ajudar McCain com seu dinheiro, seus conhecimentos de economia e administração, sua popularidade no Estado de Massachusetts (onde foi governador) e sua popularidade no Estado de Michigan (onde ele nasceu e onde seu pai foi governador). Mas Romney é mórmon. E os &#8221;evangelicals&#8221; (ou &#8220;evangelical Christians&#8221;), a ala fundamentalista do protestantismo americano, não querem um mórmon na Casa Branca, mesmo que seja como vice-presidente. Os <em>evangelicals</em> são cerca de 25% do eleitorado americano e costumam votar maciçamente nos republicanos. Portanto, uma eventual escolha de Romney para o segundo posto pode ser fatal para McCain.</p>
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		<title>McCain está caduco&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 00:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>O assunto é tabu na campanha eleitoral americana, mas a verdade é que John McCain dá claros sinais de caduquice.</p>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O assunto é tabu na campanha eleitoral americana, mas a verdade é que John McCain dá claros sinais de caduquice.</p>
<p>Vive confundindo muçulmanos xiitas com muçulmanos sunitas (distinção fundamental para se entender o Iraque e todo o mundo islâmico). Disse duas vezes que os Estados Unidos precisam estreitar suas relações com a Tchecoslováquia, país que não existe mais há vários anos (o que existe há vários anos são a República Tcheca e a Eslováquia) e não soube responder quantas casas ele e sua mulher possuem (são 7 mansões, com valor total de 13 milhões de dólares, conforme respondeu um anúncio de Obama). E por aí vai.</p>
<p>Um caduco de extrema direita na Casa Branca numa conjuntura como esta, em que a Rússia reemerge, a China se fortalece, o Irã prepara sua bomba atômica e o Paquistão (que já tem armas nucleares) caminha para uma revolução islâmica, seria um perigo monstruoso para a humanidade.</p>
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		<title>Bush tenta criar crise mundial para eleger McCain&#8230;</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2008 00:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geórgia]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na Geórgia]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra na Geórgia foi culpa do governo americano, que incentivou a Geórgia a atacar a província separatista (e eslava como a Rússia) da Ossétia do Sul, <em>protegé</em> dos russos. O ataque georgiano foi extremamente violento, assim como a resposta do czar Vladimir Putin (ex-presidente e agora primeiro-ministro &#8212; continua mandando do mesmo jeito).<br />
Agora, o governo Bush assinou um tratado para instalação de um sistema antimísseis na Polônia, levando o governo russo a ameaçar um ataque contra os poloneses (foi lá que começou a II Guerra Mundial). O impensável pode acontecer, ainda mais se John McCain for eleito presidente dos Estados Unidos.<br />
Se estourar uma guerra entre Rússia e Estados Unidos, a China pode aproveitar para invadir Taiwan, a guerra pode se alastrar para o Oriente Médio&#8230; As conseqüências são imprevisíveis.</p>
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