Collor, Sarney e Dilma, juntos pelo Brasil

Que tal este slogan: “Collor, Sarney e Dilma, juntos pelo Brasil”? E este: “Faça como Sarney e Collor, vote Dilma”? Bacanas, não?

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Incompetência mata. Enrolação mata. Que o digam os cento e tantos cariocas mortos como vítimas dos 94% das obras do PAC contra as enchentes no Rio que não saíram do gabinete da mãe do PAC, Dilma Rousseff. Lembremo-nos, também, de que o governador e o prefeito do Rio de Janeiro são aliados de Dilma Rousseff. E chamaram Serra de “Zé Alagão”. Agora vão chamar a si mesmos de quê? A situação no Rio é muito pior do que em São Paulo. Eduardo Paes, prefeito; Sérgio Cabral, governador; Lula-lau, presidente da República; e Dilma Rousseff, mãe do PAC de gabinete. Anotem estes nomes. E dêem o troco em 3 e 31 de outubro.

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A catástrofe do Rio representa um dilúvio sobre a candidatura de Dilma Rousseff. Um dilúvio que ameaça afogá-la nos números das pesquisas sérias (Sensus e vox Populi não, por favor).

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Você poderá assistir pela Internet, na manhã do próximo sábado, 10 de abril, ao lançamento da pré-candidatura de José Serra a presidente da República. Promete ser uma festa e tanto, em Brasília.

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O PT estava planejando tentar ofuscar a festa de Serra com visitas, no mesmo dia, a áreas afetadas pelas enchentes em São Paulo. Quebraram a cara. Vão para o Rio, petralhas!