O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.
Eduardo Vieira respondeu: 27 de dezembro de 2006 às 10:34 pm
E os palestinos mulçumanos, também não matam civis? A religião deles, não é usada para aplicar a ditadura? Por que eles não dão liberdade religiosa? Isso não é crime contra os direitos humanos? Os palestinos mulçumanos foram os primeiros povos a formarem aquele lugar em nação ou, instalaram ali porque eram povos invasores? Não são os dois povos que matam civis? Acho que tem erros tanto da parte dos JUDEUS como da parte dos PALESTINOS.
INJUSTIÇA!! Ninguem que comete atos horríveis como Israel pode se vestir de justiça para jusiticar! Legal a iniciativa da enquete comentada abre ainda mais espaço! Parabens!!
A simples questão já pressupões-se falha. Israel existe e pronto. Não depende de nossa aceitação a respeito de justiça ou falta da mesma. Seria o mesmo que descreditar o Brasil pela matança de milhões de nativos quando do Descobrimento.
Quanto ao que ocorre atualmente, a demonização gratuita em relação a Israel e a constante propaganda islâmica radical e principalmente a insistente recusa de grupos fundamentalistas muçulmanos na aceitação do Estado de Israel (que já existia muito anos de Cristo, consequentemente muito antes dos palestinos) promove uma política de retaliação e violência por parte do Estado Sionista. Este que por diversas vezes estendeu sua mão na tentativa de chegar a um acordo definitivo, mas sempre tomou um revés de seus opostos.
É preciso ver a questão de ambos os lados e não sair gritando contra Israel cegamente.
Quando alguém é acusado de ser injusto, os acusadores podem ser culpados de intolerância, hipocrisia ou de ignorância. Esses, podem se sentar no banco dos réus da história, juntos com outros que também escolheram o povo judeu, sua religião, sua cultura ou a nação judaica para uma condenação sem igual e imerecida.
A Declaração de Independência de Israel começa sua narrativa com a terra de Israel sendo “o local de nascimento do povo judeu”, onde “eles pela primeira vez alcançaram a cidadania”.
A genuína carta da Constituição Palestina começa com a “ocupação sionista” e rejeita qualquer “reinvidicação de ligações históricas ou espirituais entre os judeus e a Palestina”, a divisão da Palestina pela ONU e o “estabelecimento da Estado de Israel”.
Sabemos que sempre houve uma presença judaica em Israel, principalmente nas cidades de Jerusalém, Hebron e Safed, e que sempre houve uma pluralidade ou maioria em Jerusalém por séculos. Sabemos que judeus europeus começaram a se mudar para onde hoje é Israel em números significativos durante a década de 1880 – só pouco depois da época em que australianos descendentes de ingleses começaram a deslocar os aborígenes australianos, e americanos descendentes de europeus começaram a se mudar para alguns territórios ocidentais de norte a sul, originalmente habitados por americanos nativos.
Os judeus da primeira Aliyah (retorno) não deslocaram os residentes locais por conquista ou por intimidação, como fizeram os americanos e australianos. Legal e abertamente compraram terras – boa parte das quais considerada não-cultivável – de proprietários ausentes. Ninguém que aceite a Austrália como sendo legitimamente uma nação cristã de língua inglesa, ou as Américas como parte dos Estados Unidos, Brasil e etc, pode questionar a legitimidade da presença judaica onde hoje é Israel, de 1880 até o presente. Mesmo antes da divisão feita pela ONU, em 1947, tratados e Leis internacionais reconheceram que a comunidade judaica existia na Palestina como questão “de direito”, e qualquer discussão racional do conflito deve ter como premissa que o “conflito fundamental” é de “direito com direito”.
Exatamente um ponto de mutação. O tema (justiça injustiça Israel…)
Belo nome – Isis Real -. Mas é tão dificil decidir quando dos dois lados forças se equivalem, movidas pelo direito e a luta para assegurá-lo.
Quando o homem em luta ferrenha para sobreviver se fortalece lutando, e percebe a sua superioridade,
lança mão em doses cavalares de bombas desnessessárias;
Mas a evoluão como um todo passa, apesar dessas divisões…
Conflitos e guerras.
Ainda levarei um bom tempo para responder a pesquisa.
Porta-vozes palestinos e árabes geralmente afirmam que o recente terrorismo palestino é o resultado da ‘ocupação’ israelense na Margem Ocidental e em Gaza, acrescentando que as violências só cessarão quando a ‘ocupação’ terminar.
Apesar destas declarações, deve-se recordar que facções terroristas palestinas e árabes (como o Hamas e o Hezbollah) repetidamente declaram que até mesmo se Israel se retirasse por completo dos territórios, continuarão com seus ataques, uma vez que eles refutam o direito básico da existência de Israel.
Porém, mais importante, entretanto, é a premissa fundamental da afirmativa palestina — de que a ‘ocupação’ resulta no terrorismo — é historicamente furada. O terrorismo árabe e palestino contra Israel já existia antes do início de controle israelense sobre a Margem Ocidental (Cisjordânia) e Gaza como decorrência da Guerra dos Seis Dias de junho de 1967, e até mesmo antes do estabelecimento do Estado de Israel em maio de 1948.
Por exemplo, o terrorismo árabe já era desenfreado durante a onda de revoltas antijudaicas em 1920-21 (que foi caracterizada pelo brutal assassinato, em Jaffa, do proeminente autor judeu Y. Brenner), durante as ‘Perturbações’ de 1929 (que incluíram o massacre da comunidade judia em Hebron), durante a revolta árabe de 1936-39, e em muitos outros incidentes registrados, por atacado, da violência de árabe antijudaica ao longo do período de pré-estado.
A campanha do terrorismo palestino reacendeu-se às vésperas da Resolução da ONU de novembro de 1947 sobre a partilha, e conduzir à invasão árabe em 1948-49, o que delineou os limites do Estado recém-estabelecido de Israel.
Realmente, esses atos de violência deplorável podem ser localizados mais de um século antes do início da determinação judia em cultivar a Terra de Israel.
Depois da Guerra de Independência, o terrorismo árabe expandiu-se bastante. Em 1952, quando as incursões terroristas dos ‘feddaym’ na fronteira alcançaram seu nível máximo, havia aproximadamente 3.000 incidentes de violência ao longo da fronteira, estendendo-se da destruição maliciosa de propriedades ao assassinato brutal de civis. Esta violência antiisraelense rodeava colônias na fronteira e centros populacionais, e foi perpetrada, em sua maior parte, contra civis inocentes, a maioria deles novos imigrantes.
Concluindo, a reclamação árabe repetida freqüentemente, de que a ‘ocupação’ é de alguma maneira culpada pelo terrorismo palestino é nada além de uma denúncia vazia, repudiada pelos fatos, e contestada por um século de realidade histórica.
O que segue, é uma lista parcial de atos documentados de terrorismo árabe, todos acontecidos antes do início da administração israelense na Margem Ocidental e em Gaza em 1967:
1952
1º de janeiro — Sete terroristas armados atacaram e mataram uma garota de dezenove anos de idade, na casa dela, no bairro de Beit Yisrael, em Jerusalém.
14 de abril — Terroristas tentaram infiltrar-se em Israel através do mar pela primeira vez, mas foram mal sucedidos. Um dos barcos foi interceptado, mas o outro barco escapou.
7 de junho — Uma criança foi morta e três outras ficaram feridas, num ataque com tiroteio em áreas residenciais, no sul de Jerusalém.
9 de junho — Terroristas atacaram uma comunidade agrícola perto de Lod e mataram um dos residentes. Os terroristas lançaram granadas e fogo de artilharia em todas as direções. Na mesma noite, outro grupo terrorista atacou uma casa na cidade de Hadera. Isso aconteceu um dia depois que Israel e Jordânia assinaram um acordo, com mediação de ONU, na qual a Jordânia se comprometeu a impedir os terroristas de cruzar Israel através do território jordaniano.
10 de junho — Terroristas se infiltraram a partir da Jordânia e destruíram uma casa na aldeia agrícola de Mishmar Ayalon.
11 de junho — Terroristas atacaram um casal jovem em sua residência, em Kfar Hess, e os matou a tiros.
2 de setembro — Terroristas infiltrados a partir da Jordânia chegam ao bairro de Katamon, no coração de Jerusalém. Eles lançaram granadas em todas as direções. Milagrosamente, ninguém se feriu.
1954
17 de março — Terroristas emboscaram um ônibus que ia de Eilat a Tel Aviv, e abriram fogo a curta distância quando ele alcançou a área de Ma’ale Akrabim, ao norte do Negev. Ao abordar o ônibus, os terroristas mataram o motorista e feriram a maioria dos passageiros. Os terroristas subiram a bordo e dispararam contra cada passageiro, um por um. Foram assassinadas onze pessoas. Sobreviventes relataram como os assassinos cuspiram nos corpos e abusaram deles. Os terroristas poderiam ser claramente localizados atrás da fronteira jordaniana, uns 20 km do local do ataque.
1955
2 de janeiro — Terroristas mataram dois caminhantes no Deserto da Judéia.
24 de março — Terroristas lançaram granadas e abriram fogo sobre uma multidão num casamento na comunidade de agricultura de Patish, no Negev. Uma jovem mulher foi morta, e dezoito pessoas ficaram feridas no ataque.
1956
7 de abril — Uma residente de Ashkelon foi morta na casa dela quando terroristas lançaram três granadas na casa dela. No mesmo dia, dois membros de um kibutz foram mortos em Givat Chaim, quando terroristas atiraram no carro deles, na estrada de ligação de Plugot para Mishmar Hanegev. Granadas foram jogadas em casas e carros, em áreas como Nitzanim e Ketziot. Uma pessoa foi morta e três outras se feriram.
11 de abril — Terroristas abriram fogo numa sinagoga cheia das crianças e adolescentes, na comunidade de agricultura de Shafrir. Foram mortas três crianças e um jovem trabalhador naquele mesmo lugar. Cinco ficaram feridos, entre eles, três seriamente.
29 de abril — Egípcios mataram Roí Rotenberg, 21 anos de idade, de Nahal Oz.
17 de setembro — Terroristas mataram três guardas drusos em Ein Ofarim, na região de Arava.
23 de setembro — Terroristas abriram fogo de uma posição jordaniana e mataram quatro arqueólogos, e feriram outros dezesseis, perto do Kibutz Ramat Rachel.
24 de setembro — Terroristas mataram uma menina nos campos da comunidade agrícola de Aminadav, perto de Jerusalém.
4 de outubro — Cinco trabalhadores israelenses foram mortos em Sdom.
9 de outubro — Dois trabalhadores foram mortos em um pomar na Aldeia da Juventude, em Neve Hadassah, na região do Sharon.
8 de novembro — Terroristas abriram fogo sobre um trem, atacaram carros e explodiram poços, no Norte e Centro de Israel. Seis israelenses ficaram feridos.
1957
18 de fevereiro — Dois civis foram mortos por minas terrestres colocadas por terroristas, próximo a Nir Yitzhak, na fronteira sul da Faixa de Gaza.
8 de março — Um pastor do Kibutz Beit Govrin foi assassinado por terroristas em um campo perto do kibutz.
16 de abril — Terroristas infiltrados a partir da Jordânia mataram dois guardas no Kibutz Mesilot.
20 de maio — Um terrorista abriu fogo sobre um caminhão na região de Arava, matando um trabalhador.
29 de maio — Um motorista de trator foi morto e dois outros se feriram, quando o veículo bateu numa mina, próximo ao Kibutz Kissufim.
23 de junho — Israelenses ficaram feridos por minas terrestres perto da Faixa de Gaza.
23 de agosto — Dois guardas da Companhia de Águas Israelense Mekorot foram mortos perto de Kibutz Beit Govrin.
21 de dezembro — Um membro do Kibutz Gadot foi morto nos campos do kibutz.
1958
11 de fevereiro — Terroristas mataram um residente do Moshav Yanov que estava a caminho de Kfar Yona, na área de Sharon.
5 de abril — Terroristas mentem em emboscada, atiram e matam duas pessoas perto de Tel Lachish.
22 de abril — Soldados jordanianos atiraram e mataram dois pescadores perto de Aqaba.
26 de maio — Quatro oficiais da Polícia israelense foram assassinados num ataque de jordanianos no Monte Scopus, em Jerusalém.
17 de novembro — Terroristas sírios mataram a esposa do adido britânico da Aeronáutica em Israel, que estava hospedado no convento italiano do Monte das Beatitudes.
3 de dezembro — Um pastor foi morto no Kibutz Gonen. No ataque de artilharia que se seguiu, 31 civis ficaram feridos.
1959
23 de janeiro — Um pastor do Kibutz Lehavot Habashan foi assassinado.
1º de fevereiro — Três civis foram mortos por uma mina terrorista perto do Moshav Zavdiel.
15 de abril — Um vigia foi morto no Kibutz Ramat Rahel.
27 de abril — Dois caminhantes foram alvejados e mortos perto de Masada.
6 de setembro —Terroristas beduínos mataram um oficial de reconhecimento do Exército próximo de Nitzana.
8 de setembro — Beduínos abriram fogo sobre um acampamento militar do exército no Negev, matando o oficial das Forças Armadas, capitão Yair Peled.
3 de outubro — Um pastor do Kibutz Heftziba foi morto perto do Kibutz Yad Hana.
1960
26 de abril — Terroristas mataram um residente de Ashkelon no Sul da cidade.
1962
12 de abril — Terroristas atiraram em um ônibus da Companhia Egged a caminho de Eilat; um passageiro ficou ferido.
30 de setembro — Dois terroristas atacaram um ônibus da Egged a caminho de Eilat. Ninguém ficou ferido.
1965
1º de janeiro — terroristas palestinos tentaram bombardear o Transporte Nacional de Água. Este foi o primeiro ataque levado a cabo pela facção Fatah da OLP.
31 de maio — Legionários jordanianos atiraram no bairro de Musrara, em Jerusalém, os matando dois civis e ferindo quatro.
1º de junho — Terroristas atacam uma casa no Kibutz Yiftach.
5 de julho — Uma célula da Fatah plantou explosivos em Mitzpe Massua, perto de Beit Guvrin; e nos trilhos da via férrea para Jerusalém perto de Kafr Battir.
26 de agosto — Um duto de água foi sabotado no Kibutz Manara, na Galiléia Superior.
29 de setembro — Um terrorista foi morto quando tentava atacar o Moshav Amatzia.
7 de novembro — Uma célula da Fatah infiltrada da Jordânia explodiu uma casa em Moshav Givat Yeshayahu, sul de Beit Shemesh. A casa foi destruída, mas os habitantes escaparam milagrosamente ilesos.
1966
25 de abril — Explosões provocadas por terroristas feriram dois civis e danificaram três casas no Moshav Beit Yosef, no Vale de Beit Shean.
16 de maio — Dois israelenses foram mortos quando o jipe deles bateu numa mina terrorista, ao norte do Mar de Galiléia e sul de Almagor. Os rastros conduziram à Síria.
13 de julho — Dois soldados e um civil foram mortos perto de Almagor, quando o caminhão em que viajavam passou sobre uma mina terrorista.
14 de julho — Terroristas atacaram uma casa em Kfar Yuval, no Norte.
19 de julho —Terroristas infiltrados no Moshav Margaliot, na fronteira Norte, plantaram nove cargas explosivas.
27 de outubro — Um civil foi ferido por uma carga explosiva na via férrea para Jerusalém.
Todos os argumentos anti-semitas são fundamentados, ou em inveja, ou em frustração. Um sujeito aí diz quesão terras roubadas dos árabes. Foram compradas e a patilha foi decidida por Assembleia Geral da ONU. Será que esse órgão supremo de relacionamento entra países é um sindicato de ladrões? Anti-semitismo é preconceito. Os judeus foram expulsos manu-militari de sua região e, séculos mais tarde, reivindicaram uma parte. A ONU, por absoluta maioria de votos, concedeu-a.
Se os ditadores árabes consentissem, seria benéfico para toda a comunidade árabe. Em Israel, situa-se a maior e melhor comunidade científica do mundo e, com a paz, essa tecnologia toda seria transferida. Haveria maior bem-estar para os povos e menos opressão pelos potentados que detém quase toda riqueza e os povos passam necessidades.
Israel é a única democracia no mundo árabe.
Este é o ponto.
Quantos judeus receberam prêmios nobel? Centenas.
Quantos árabes? Nenhum.
Para o bem ou para o mal foram os judeus que mudaram a face do mundo, n$ao com a espada, mas com a inteligência. De Marx a Freud, passando por Einsten e muitos outros.
Ficaram em casa fabricando bombas. Esta é a realidade.
E somente uma sociedade democrática apoia a ciência.
O estado de Israel e seu povo são mais fortes que os mísseis e bombas.
carlos farias diz que as terras foram roubadas pelos judeus……..gostaria de lembrar que Israel comecou a existir por voto da ONU.entao aonde roubou terras.OK..vamos que o carlos tenha razao…..como baseou-se nisso??pesquisou nos cartorios israelis se o terreno,casa e ou outros nao tem registro???como o foi???ou o recibo de pagamento aos arabes existentes naquela epoca que venderem as sua terras e falso??????
Carlos por favor nos de de forma clara como foi roubado e de uma so casa,terreno e ou outra que vc comprovadamente comprova que foi roubada??
Vc ate pode por meio da embaixada brasileira na cidade de Tel Aviv Israel saber como comprovar esse fato que vc aqui deixa de forma clara!!!!!!!!! Ou se vc tiver de pronto as provas requeridas coloco-me a sua disposicao para que aqui em Israel se faca um levantamento a respeito e se faca justica!!!!!!!!!! Aqui a justica nao distingue se e fulano e ou cigrano e ou presidente de estado e ou parlamentar .aqui se puxa cadeia ….pois ninguem esta acima da justica,,,gostem os nao os que de graca acham que os israelis e os judeus sao o mal do mundo!!!!!!!
Doe..mas quero que vcs que estao contra o esdado de Israel…enumerem os galhornados Nobel arabes e ainda os que dera a humanidade algo de bom.doe ne!!!!!!!!
Apologia Da Maldade – por Pilar Rahola
*”Eu quero fazer explodir o coração da mentira”, assegurou um Robert Faurisson triunfante, ecoado por vivas e aplausos apaixonados. Conhecido revisionista francês há pouco tinha sido condenado em seu país por negar o extermínio nazista contra os judeus, mas isso não o impediu de desfrutar lindas férias pagas no balneário do Irã, e participar placidamente como apresentador no congresso que o fascismo iraniano montou sobre o Holocausto.
Nos corredores do congresso, David Burke, ex-dirigente da Ku Klux Klan,mostrava sua felicidade aos escassos jornalistas europeus que haviam acompanhado o ato, e aproveitava para falar da “vergonha” ocidental,repressora da liberdade de expressão. Claro que o Irã era, no imaginário do conhecido racista americano, um modelo de liberdades democráticas.
Também dizem as crônicas que os representantes iranianos não estavam completamente felizes. Queriam ter dado uma aparência “científica” ao congresso, mas os acontecimentos tinham escapado de suas mãos. Que o congresso tinha se convertido, enfim, em uma orgia de negacionistas, nazistas de todas as espécies e toda a grande família de conhecidos anti-semitas que povoam livrarias e panfletos de todo o mundo, para desgraça da inteligência e da justiça. Só faltou o bom Mel Gibson. Quer dizer, o congresso do Irã sobre o Holocausto resultou em um grande espetáculo de ódio e desprezo às vítimas judaicas do Shoah, pago com dinheiro público de um estado, membro da ONU, cujo influência no Islã, no Oriente Médio e no mundo, é mais que notória. É claro que, o presidente Ahmadinejad voltou a ameaçar Israel, pedir seu desaparecimento e encorajar todos os muçulmanos a que façam isso efetivamente. Conclusão: apologia do ódio, ameaça bélica de um país contra outro, exibição pública sem culpas da orgia anti-semita, e finalmente uma notória inibição e indiferença do mundo, perfeitamente exemplificadas no silêncio cruel da Organização das Nações Unidas.
Se, de algo serviu o congresso de Irã, infelizmente foi para confirmar o que já era conhecido: demonstrar que é possível se fazer apologia do negacionismo nazista e não sofrer nenhuma conseqüência.
Escrevo porque tenho dúzias de amigos que pertencem ao terrível naufrágio do Holocausto; porque recordo minha amiga colombiana cuja avó havia perdido completamente o conhecimento do polonês, seu idioma, quando foi resgatada, com 13 anos, de Auschwitz, depois de ver desaparecer toda a sua família;porque recordo o olhar trêmulo de um sobrevivente no Chile que me falou, entre lágrimas, que nunca nenhum europeu lhe havia pedido perdão; porque recordo aquele homem triste que eu conheci em Santiago, cujo pai, músico de profissão, foi forçado a tocar o violino enquanto executavam sua família;porque se foram mais de um milhão de crianças; porque desapareceram dois terços da população judaica européia; porque dezenas de povoados, com sua vida judaica de séculos, com seus poetas, seus professores escolares, seus agricultores, seus comerciantes, seus médicos, seus filhos e seus avôs, suas esposas e seus maridos, todos, pelas raízes, desapareceram para sempre do
mapa. Fumaça, apenas fumaça. E alguns desejam que não sejam nem mesmo apenas uma lembrança. Fumaça e esquecimento. Por tanta dor, por tanta maldade, por tanta tragédia que me pesa na alma, com a culpa de séculos que a Europa acumula, por tudo isso, sinto-me profundamente triste, profundamente perdida e profundamente derrotada.
Está certo. O racista Burke tem razões para estar triunfante: alimenta o ódio aos judeus, zomba do extermínio que sofreram seis milhões de pessoas, e sai livre, completamente livre. A quem ele importa? Que país retirou seu embaixador iraniano de seu território? Quem pediu explicações na AssembléiaGeral da ONU? Quem enviará à prisão esses que participaram desta apologia da maldade? Quem se sentirá comovido? De todas as muitas vezes, foram tantas,em que eu escrevi que os judeus estão sós em face ao seu infortúnio, e que Israel está só em face à sua sobrevivência, esta é a que disponho de mais dados para me assegurar disto. Eu me pergunto. O mundo teria permitido um congresso oficial, público, legal, a favor do racismo? Não teriam sido feito todos os tipos de atos de solidariedade e protesto? Não teriam concebido boicotes econômicos, militares e a diplomacia teria esgotado todos os recursos para evitá-lo? As organizações de esquerda não teriam saído às ruas, indignadas pela apologia da maldade que representa o racismo? A SOS Racismo não teria gritado aos céus? E os Saramagos do mundo, não teriam expressado sua profunda raiva? Mas quando o racismo é perpetrado contra os judeus, vítimas da maior aniquilação da história, o mundo considera que isto não é, nunca foi, seu problema.
Da impunidade renasce, radical e reforçado, o ódio. E, com o ódio reforçado, todas as portas do mal estão abertas. Diz um velho ditado: “quando seu inimigo lhe assegura que ele quer
matá-lo, acredite”. O que devem pensar os israelenses diante das ameaças reiteradas de destruição, por parte do Irã, país que impunemente conseguirá bombas atômicas? O que devem pensar os judeus do mundo inteiro? Eles pensam que estão sós. Que eles sempre estiveram sós em face ao ódio anti-semita. *
Numa palavra, religião digna é aquela que prega o amor, estimula paz entre os homens, condenando a violencia, a guerra e o terror. Infelizmente, não é o que ocorre com o Islã de nossos dias:- . 98% de todos os atentados terroristas cometidos no planeta, terrorista entendido como ataque direto a civis inocentes, são perpetrados por militantes fundamentalistas muçulmanos, em nome de Alá e seu Profeta. Massacram às centenas hindus na Ïndia; chacinam centenas de crianças na Rússia, Belsan; trucidam operários em trens de Madrid, passageiros de metrô em Londres; implodem empregados nas torres gemeas de Nova Iorque; pertram genocidio de cristãos em Timor Leste, e de negros também cristãos em Darfur, turistas em Bali, não se falando em homens-mulheres bombas em Israel, etc. etc. Brasileiros inocentes foram despedaçados cruelmente, nas torres gemeas, em Bali, em Madrid, não se falando do mineiro João José Vasconcelos Jr. que há dois anos foi sequestrados em Bagdá por grupos terrorista islamitas sem que seus algozes dêem a menor noticia de seu paradeiro, torurando a sua familia dia-a-dia…Tudo isso foi executado por gente desalmada que rezam voltados para Meca três vezes ao dia, sem nenhum protesto das massas muçulmanas que saem às ruas matando, incendiando, vandalizando por um desenho do Profeta…Traços de tinta valem muito mais do que milhares de vitimas do Islã. Isso é religião?…
O ponto de partida da criação de Israel foi exatamente o mesmo do Estado palestino:- a resolução 181 da Assembléia Geral da ONU, de 29.11.1947, ao cassar o mandato britânico sobre a Palestina, possibilitando o exercício do direito à autodeterminação dos habitantes judeus e árabes na região. Se os judeus acolheram a decisão da ONU, infelizmente, o mundo árabe repudiou a resolução 181, invadiu a Palestina em 14 maio de 1948 com exércitos do Egito, Transjordânia (depois Jordânia), Síria, Arábia Saudita e Iraque para esmagar Israel fundado neste dia, declarando a Jihad- Guerra Santa- contra o Estado recém-nascido.. Estavam intoxicados pela intolerência islamita de não admitir a existência de país que não seja dirigido pelo Corão e ensinamentos do Profeta.
Com muito sangue, os israelenses derrotaram e expulsaram os invasores árabes.
Mas as terras do Estado palestino foram ocupadas pelos agressore:-. A Cisjordânia foi ocupada e anexada pela Transjordânia, que assim teve que mudar o nome para Jordânia, e Gaza foi ocupada pelo Egito. Situação que durou 20 anos (!!!) sem que nenhuma país do mundo islâmico clamasse contra a usurpação das terras palestinas, negando aos palestinos o direito ao seu Estado. Só quando Israel em guerra em 1967contra a Jordânia ocupou a Cisjordânia, e expulsou os egipcios de Gaza . é que o mundo islamita lembrou-se dos direitos do povo palestino. Na verdade, o Estado palestino poderia ter sido criado ainda em 1949, quando suas terras estavam em mãos árabes muçulmanas. Este é o resultado da intolerância islamita radical.
Justiça seja feita ao depararmos com o progresso de Israel, desde sua Independência. É motivo de orgulho para todos aqueles que a visitam. Centro de pesquisas de múltiplos setores da ciência, da arte e da literatura.
É um exemplo vivo que com muito pouco pode se mostrar ao resto do mundo o que é possivel construir com bases na paz, no amor ao próximo. Respeitando as leis da preservação do meio ambiente, ensinando a quem quiser aprender que é perfeitamente possível modificar o deserto.
O que foi feito no e do território destinado ao Estado Árabe Palestino depois de 1948? No Estado Palestino Israelense todos sabem: criou-se verdadeiramente um país. Enquanto Jordânia,Egito,Síria,Líbano e outros se preocupavam em acabar com o Estado recém criado, não tiveram tempo (até hoje) de criar o tal Estado Palestino Árabe. Até quando? Isso interessa a quem? Fácil acusar o outro. Difícil é realizar, criar, trabalhar… Os países árabes e muçulmanos (riquíssimos, donos do petróleo do mundo) permitem que seus irmãos vivam na miséria, sem nenhuma dignidade, fazendo eterno discurso de acabar com o Estado de Israel e conquistar um espaço que dizem ser “deles” (os palestinos). Afinal, quem são os árabes palestinos? Da onde surgiram? Este território que foi dividido pertencia a quem? Antes de se criarem pré-conceitos que tal pesquisarmos a história?
Claro que justiça. Injustiça é essa cambada de anti-semita ignorante que ahca que Israel é agressor, qdo no caso é vítima do covarde terrorismo árabe-muçulmano. Querem destruir Israel e matar seus civis, e para isso contam com a simpatia de muitos ignorantes anti-semitas, que sempre justificam seus atos de terror. Israel sempre existiu, não precisa se justificar. Sempre foi atacada, desde sua fundação, e seus inimigos sempre perderam e nunca aguentaram tamanha humilhação. Por isso ainda investem tanto contra Israel, haja tanta inveja. Em vez de tratar de seus próprios povos e de tentar tirar-lhes da miséria, preferem lavar seus cérebros e focando seus recursos nos bolsos de seus governates e contra os EUA e Israel. Não vencerão. O Povo de Israel VIVE. Am Israel Chai.
Ontem, 29 de janeiro de 2007,na cidade balneária de Eilat mais um atentado contra população desarmada, em local de turismo, com pessoas do mundo todo passeando, foi perpetuado de maneira vil.
Será injustiça a policia e o exército brasileiros defenderem os cidadãos do Rio de Janeiro de criminosos que matam a população civil, indefesa, somente porque sua fonte de renda – o tráfico de entorpecentes – está sendo combatido??
Esse elemento de nome gondim devceria lavar a boca pelo menos umas dez vezes antes de pronunciar a palavra Israel. Desde quando você acha que tem o direito de questionar Israel? Serás castigado e não tardarás.
Aguarde !!!
O Estado de Israel é do povo judeu por lei e por direito. Todos os habitantes de qualquer terra tem que lutar por ela. Seguindo este raciocinio eh obvio que eh justo o povo lutar pela sua seguranca e paz. Nos nao lutariamos aqui pelo nosso Brasil?
O Estado de Israel é uma democracia, aliás a única na região e o título da enquete já demonstra que o referido articulista nunca deve ter ido a Israel ou se interessado em buscar informações sobre o que significa justiça naquele país.
Justiça com relação às agressões sofridas ou justiça na busca de seguir seu caminho?
Aliás, seria o caso de nos fazermos a mesma pergunta direcionada ao nosso umbigo:
Considerando os fatos relacionados ao Brasil, você diria que esse Estado se fundamenta em justiça ou injustiça?
Pois é…qual é sua resposta, senhor Gilson?
A pergunta já é capiciosa quando diz “considerando os fatos relacionados ao Estado de Israel…” pois remete tais fatos a possibilidade de injustiça. A fundação de um estado não está baseada na justiça, mas na história de cada povo, no seu vinculo com a terra, seus costumes e idioma. Como foi fundado o estado brasileiro? Na conquista de terras, dizimação do povo indígena, escravidão do povo africano, exploração dos nativos e estrangeiros, será que isto é justo? E no entanto ninguém questiona a validade da nacionalidade brasileira. Os hebreus, os judeus, os israelenses tem a sua história alicerçada na terra de Israel desde tempos em que a maioria das civilizações não pensava em existir e é mais do que justo que tenham o seu direito reconhecido e de serem respeitados por todas as nações do mundo. O importante não é polemizar, é ajudar a solucionar os problemas do mundo, com boa vontade e trabalho ativo. Vamos juntar forças não para separar, dividir ou demonizar, mas para integrar, harmonizar e crescer juntos neste planeta que temos como lar.
JUSTIÇA! Sem a menor duvida.
É muito bom saber que os depoimentos aqui, de todos aqueles que argumentaram pela justiça, são pessoas muito bem informadas com crirérios absolutamente baseados na história e nos fatos reais, derrubando assim o preconceito e antisemitismo de poucos que aqui se manifestaram.
É bom se informar senhores, antes de opinar daquilo que nada sabem!
Como julgar um Estado de “justo ou injusto” com base na premissa de “fatos relacionados”?
Para julgar justo ou injusto deve-se considerar o sistema legal do Estado em “avaliação”.
Se alguém aqui acha que um país que tem seu Estado de direito regido por uma constituição, com 3 poderes independentes e interligados, com um executivo voltado a aplicar a constituição, um legislativo com objetivo de elaborar textos legais e controlar o executivo e um judiciário que é o guardião das Leis e da Constituição é um Estado injusto, devemos declarar que o Brasil também o é.
A assertiva que Israel é um estado injusto é dar um show de ignorância, é armar o preconceituoso de argumentos irreais (preconceituoso não tem conceito real, estabeleceu o preconceito partindo da falta de conhecimento do fato), é dar uma prova não só de ignorância, mas de burrice também, afinal não saber raciocinar e se cegar para a realidade é meramente burrice.
Não acredito nas percentagens divulgadas por este órgão. A grande maioria do povo brasileiro é democrata.
A própria população do estado do Ceará tem fortes laços com o Judaísmo e com os judeus, de vez que houve grande êxodo de judeus ibéricos perseguidos pela Inquisição e que, aí, se instalaram. Muitas ilustres famílias cearenses têm origem judaica.
Os palestinos, assim como milhoes de muculmanos, sao um bando de assassinos criminosos. O Corao obriga eles a assassinar todos os “infieis” que nao acreditam em Muhammad. Israel deveria elimina-los por completo, com a ajuda do mundo civilizado.
Não poderemos nos esquecer da participação do Brasil na partilha da Palestina, aprovada pela ONU em 29.11.1947. Foi o estadista brasileiro, OSWALDO ARANHA, que na qualidade de presidente da Assembléia Geral da ONU que se bateu contra o colonialismo britânico que imperava na Palestina, cassando o mandato que tinha na Terra Santa, dando a oportunidade de autodeterminação para a população judaica criar o seu Estado nacional, bem como à população árabe cria a sua pátria.
Os judeus aproveitaram a oportunidade e em 15 de maio de 1948 declaração sua independência,venceram os exércitos invadores árabes na Guerra da Independência, e contam com um Estado moderno, livre e democrático, ao passo que os palestinos somente serviram de instrumento do Islã radical, do tipo Hamas e & não para construir o seu Estado nacional, mas para “varrer Israel do mapa”, desde 1948….Em 2005, Gaza foi devolvida por Israel por inteiro, aos palestinos, e o que resoltou daí. Ao invés de construirem o seu país, Gaza foi abandonada ao terror, servindo de base aos terroristas islamitas para disparar misseis Kassan contra o norte de Israel. O maior inimigo do povo palestino é o terror Islamita.
Tem razão, Reinaldo. Nós, os judeus, só queremos
Justiça e PAZ.
Os pobres palestinos são joguetes nas mãos dos que querem guerra. O Arafat, por exemplo, recebia ajuda do mundo inteiro e o dinheiro estava na sua conta, enquanto o seu povo estava na miséria. A Síria e o Irã querem varrer Israel do mapa. Estão preocupados com os seus irmãos? Nem um pouco. Os emirados árabes, que não sabem o que fazer com a sua riqueza, ajudam os palestinos?
É muito fácil culpar os judeus! O antisemitismo não vai acabar nunca, acho melhor VOCÊ pesquisar melhor a História.
A questão israelense é complexa demais para ser resumida de maneira tão simplória como “justiça ou injustiça”.
A criação do Estado de Israel se deu na esteira de uma realidade milenar que é a do anti-semitismo global. Não teria havido sionismo se os judeus não tivessem sido perseguidos e massacrados ao longo de dois mil anos. Logo, a criação de Israel foi um fato absolutamente justificado, já que foi a única maneira de evitar a completa extinção do povo judeu depois de um Holocausto nazista e da tentativa frustrada de outro Holocausto pelos soviéticos (a famosa “Conspiração dos Médicos”).
A causa palestina também é justa, já que a realização da compensação judaica criou indiretamente um problema para os árabes que viviam na região da antiga Palestina. O problema é que desde 1948 não surgiu em meio ao mundo árabe nenhuma liderança política capaz de conciliar o assentamento dos palestinos em seu estado nacional sem pensar na completa destruição de Israel.
O estado palestino não existe desde 1948 por obra e graça dos próprios palestinos, já que pela resolução da ONU que criou Israel o estado árabe também deveria ter sido criado. Mas a obsessão árabe em “jogar os judeus no mar” foi tão grande que nos últimos 58 anos todas as lideranças palestinas se dedicaram apenas ao terrorismo, e não à criação de instituições capazes de dar aos refugiados condições adequadas de sobrevivência.
Os mitos sobre a história de Israel e da Palestina são grandes demais e disseminados demais. Eles é que geram pessoas como o dono deste blog, que foi capaz de assinar um artigo dando vivas à ditadura iraniana pelas suas declarações de que Israel deve ser eliminado. Retirar o véu de mentiras que geram tais absurdos seria um bom passo para uma realidade justa no Oriente Médio, com um estado judeu convivendo pacificamente ao lado de um estado palestino.
O Estado de Israel foi criado sob o manto da justiça e da nobreza da Humanidade em dar o direito de sobrevivênvia a um povo que quase foi aniquilado pelo nazismo.Os árabes palestinos que ocupam juntamente com os israelenses dos dias atuais o território bíblico de Israel também tiveram seu estado reconhecido em 48 pela ONU junto com Israel.As chances foram iguais.Só que ninguem diz é que os judeus criaram seu estado e os árabes fizeram uma guerra contra a existência de Israel e rejeitaram um estado ao lado de Israel.
A Palestina Britânica se dividiu em Israel e Jordânia da mesma forma que a India e o Paquistão se subdividiram da antiga Índia Britânica. As terras foram repartidas entre as duas religiões que lá estavam, e a população teve que se mudar para se adequar à essa divisão. É obvio que a movimentação de tanta gente de um lado para o outro nunca acontece de forma simples, sem traumas e sem estigmas. Mas em ambos os casos, a maioria da população já se encontrava do lado correto de sua religião. O senso do Império Britânico indicava que mais da metade da população que habitava a Palestina era constituida de judeus que habitavam as piores terras da região, na maioria pantanosas, arenosas ou rochosas, portanto indesejadas, que tinham sido adquiridas de forma justa dos habitantes locais da Palestina, drusos e árabes. Foram justamente essas terras que a ONU decidiu oficializar como o Estado de Israel, uma colcha nde retalhos…pântanos …rochas e areia….
Por outro lado, a população drusa e islâmica movimentada para a recém criada Jordânia foi estigmatizada como minoria e posteriormente expulsa pelo recém constituido rei da Jordânia. Como refugiados humilhados, foram instigados pelos países árabes que cercam Israel. Perderam injustamente a cidadania Jordaniana e a única documentação que lhes restou foi a da Palestina Britânica, que já não mais existia. Foram istigados a não aceitar essa divisão de terras e a Jihad, guerra santa, foi instituida para liquidar Israel. Mesmo tendo ganhado guerras se defendendo contra atacantes como o Egito e a Jordânia, Israel devolveu terras tomadas sendo que os atuais tratados de paz são respeitados. Por isso eu chamo Israel de um país justo e respeitador de tratados. Israel quer a paz.
Em 1945 o Líbano era um estado de maioria cristã cercado de estados árabes e de Israel.
Hoje, o Líbano é um estado islâmico dominado, onde a maioria da população é Islâmica, praticamente controlado pelos estados islâmicos Síria e Irã que não respeitam as fronteiras Libanesas, mesmo tendo a guerra terminada. O objetivo desses países é de dominação, de Jihad, de islamizar radicalmente todos os estados não Islâmicos que os cercam, liquidando judeus, cristãos e laicos. Isso dá uma idéia da dinâmica da região e do que teria acontecido com Israel, se este não pudesse se defender desde sua constituição. Enfim, guerra é algo terrível pois não há guerras justas. Israel preferiria 1000 vezes a paz do que ter que guerrear, mas infelizmente alguns de seus vizinhos ainda não toleram a paz.
Acho um absurdo pessoas ainda semearem o ódio entre os povos, por crença, por raça, ou pelo que seja. Esta enquete não serve para nada.
Só quem passou por um campo de concentração pode ter noção do que é justo ou injusto.
Que tal pensar em fazer algo de útil para a humanidade, como promover a paz, semear a tolerância? Quer brigar? Então brigue sim, para que pessoas como a jovem carioca de 17 anos, com um filho no ventre, aos 9 meses de gravidez, que morreu hoje por falta de atendimento em 3 hospitais, não tenham este mesmo fim. Que tal exigir justiça para os nossos políticos, aqueles do mensalão, entre outras coisas. Sabem quantos brasileiros morrem diariamente por fome, desnutrição, bala perdida, etc? Muito mais do que você imagina, porque não pensa no teu próximo. Não caia na armadilha do preconceito. Não é isso que Deus espera de nós. Cada um tem o direito de ter a sua religião, a sua crença. Por mais que queiram colocar na cabeça das pessoas que ser judeu é ser do mal, só os ignorantes acreditam. A história nos mostra quantos judeus ajudaram a humanidade, como Sabin, Einstein, entre outros. Não deixe que ninguém te engane. Conheça os dois lados da moeda antes de simplismente julgar…
Se Israel abaixar as armas desaparece, se o mundo islâmico fundamentalista e a pseudo esquerda brasileira pararem de atacar Israel, então haverá paz. Nào só em Isrel mas em todo o mundo não fundamelista islâmico
Só conhecendo o “jardim” que os judeus criaram naquele pedaço de deserto (sem petróleo) é que podemos “julgar” a verdade sobre a questão do oriente médio. Antes da criação do Estado de Israel, aquele pedaço de deserto não era revindicado por ninguém. O povo palestino era o lixo do mundo árabe. Agora transformou-se em cavalo de batalha dos povos árabes contra o povo de Israel.
O estado de Israel se fundamenta em justica, liberdade a todas as religioes e nacionalidades, e prosperidade de quem trabalha. As escolas sao livres, os hospitais sao gratis, se da ajuda a todo imigrante. Israel e o unico pais do mundo a retirar negros da Africa para libera-los em vez de escraviza-los. Israel se fundamenta em democracia. O povo escolhe os seus lideres. Israel e a unica democracia no oriente medio.
O Estado de Israel é a unica democracia existente no Oriente Médio. Se seus inimigos fizessem a paz só teriam a ganhar em cultura, economicamente e em todos os setores.
Quanto a disputa Palestina ela foi gerada pelos própios dirigentes Arabes, pois se não tivessem fomentado a miseria e confinado os arabes que viviam em Território Israeli em campos de concentração como fez Nasser do Egito. Se eles não tivessem sido massacrados na Jordania no setembro negro. Se todo o dinheiro que o mundo mdestinou a esses refugiadoa fosse usada para eles. Hoje teriamos uma paz verdadeira.
Apenas como subsidio as terras pleiteadas foram compradas por Abrão e constam da Bilia aceito por uma imensa maioria da população cristã, e judaiva no mundo.
A Inglaterra, sr. Gondim, se fundamenta na Justiça ou na Injustiça? Ali os saxões, os anglos e os jutas massacraram os bretões e foram por sua vez massacrados pelos normandos. E a Espanha, sr. Gondim, onde os celtas foram conquistados e destruídos pelos romanos, vândalos, godos, visigodos? E o Brasil, sr. Gondim? Seu nome terá que origem: tupiniquim, tupinambá, aimoré, guarani?
Israel é a única democracia do Oriente Médio, único país do Oriente Médio que tem um muçulmano em algum parlamento. Guerras são sempre sujas, não existe guerra limpa. Aos que desesperam de inveja de ver Israel crescer mesmo cercado de inimigos, mesmo sem petróleo, mesmo com um tamanho menor do que Sergipe, mesmo ajudando os palestinos como nenhum outro país do mundo ajuda, SHALOM.
Se Israel deixar de existir, não tenham dúvida que não ficará um árabe palestino vivendo nesta terra desocupada, isto porque eles são preguiçosos e só tem a morte como motivo de viver.É só enxergar o mundo à volta e vamos descobrir o óbvio : tem muçulmano envolvidos em todos os atentados.As criançsas ao invés de estarem ana escola aprendendo ficam se enchendo de ódio sem saber o porquê, isso acontece porque os fanáticos ´so sabem ensinar ódio e não amor ( que é característico dos judeus e cristãos).
Israel vai continuar a existir até para ensinar estes doentes que Alá é o deus do amor e não da morte,
Que horror Sr. Gondim ver que um brasileiro incentivar outros tão desinformados quanto o Senhor a ter ódio de um país modelo como Israel. No Brasil nunca plantamos o ódio e árabes e judeus aqui são colônias irmãs, graças a Deus! Portanto, fica aqui minha indignação quanto aos comentários sem fundamento do Senhor e de seus colegas!
Viva a democracia! Viva as diferenças! E terras roubadas, só se forem as que o MST tem tirado de fazendeiros honestos em nosso país para depois revendê-las novamente! Roubar, é o que os senhores políticos tem feito em Brasília! Estudem mais, informem-se mais antes de dissiminar tanto ódio Sr. Gondim! Ou será que o Senhor também não acredita que houve o Holocausto que matou 6 milhões de judeus? SHALOM! PAZ e AMOR!
Israel é um país fundamentado no direito de auto determinação de um povo, e este direito é reconhecido pela ONU. Em Israel vivem um milhão de árabes com direito a voto, saúde, educação e representação no parlamento e no governo.
Injustas foram as guerras de aniquilação perpretadas pelos países árabes vizinhos (desde o dia um da declaração da indepedência de Israel em 1948), que não reconheceram a votação da ONU.
Injusto é o tratamento dado pelos países árabes aos Palestinos que não têm direito legal de se integrar aos países árabes. O Brasil abrigou centenas de milhares de imigrantes Palestinos, que vivem majoritariamente na região de Foz do Iguaçu, como cidadãos brasileiros plenos. O Líbano proibe a assimilação dos Palestinos, que não têm direito de residência fora dos transitórios (pelo menos assim foram criados há 60 anos) dos campos de refugiados, não têm direito a exercer certas profissões e são cidadãos de segunda categoria. Ou seja, um Palestino pode se transformar num Brasileiro ou num Francês, mas não num Libanês ou num Kuwaitiano. É justo isto?
Injusto é o tratamento dado pelo Egito aos habitantes da Faixa de Gaza, território que ocupou de 1948 a 1967, sem dar aos habitantes daquele local o direito de se estabelecer no Egito.
Injusto é o tratamento dado pelo Egito a seus cidadãos judeus expulsos e espoliados depois de milhares (milhares sim) de anos de habitação sob uma absurda acusação de “culpa coletiva por associação” em 1956. Este episódio se repetiu em quase todos os países árabes que alegremente se apoderaram a preço vil ou zero dos bens dos judeus. A presença tri-milenar dos judeus no Iraque acabou neste período. Suas casas foram roubadas. É justo isto?
Injusto é o tratamento dado pelas mulheres na Arábia Saudita que não podem sair de casa sem a companhia de um membro masculino da família.
Eu me pergunto, a quem é dado o direito de questionar a existência de Israel ou julgar a qualificação de ser judeu ou não. A humanidade, se assim podemos chamá-la, só se pronucia quando não é chamada e se omite quando se necessita dela. Portanto… por favor ! ! !
Como podemos comparar um povo judeu, os maiores ganhadores de prêmios NOBEL, os maiores artistas, os maiores MÉDICOS, etecéteras….. com os MAIORES TERRORISTAS ????
Sem dúvida alguma o Estado de Israel teve sua independência e reconhecimento em 1948. Era somente um deserto. Veja o que ele é hoje, graças ao trabalho dedicado por nossos irmãos que lá estão, plantando, lutando e enaltecendo o Estado.
O principal fator que move o anti-semitismo/anti-sionismo é a pura inveja. O despeito das periferias culturais, sociais e ideológicas ante uma história de sucesso. A fundação e a existência do Estado de Israel, bem como suas ações defensivas são absolutamente justas e justificáveis. Só não enxerga isso quem não tem capacidade intelectual e honestidade para tanto.
Até hoje,muita gente confunde Israelita (religião) com Israelense (Cidadão).O Estado de Israel abriu suas por-tas não só á Israelitas,mas a todas as pessoas de qualquer nacionalidade ou credo que acabaram se tornando Israelenses.De lá sairam médicos famosos, engenheiros,cientistas responsáveis por invenções de vacinas que estão salvando vidas pelo mundo afora, inclusive ás de anti-semitas e inimigos que consideram que Israelnão devia existir.Que contra senso!
A intolerancia é chave de todos os males. Os povos arabe e judeu nada mais são do que os joguetes dos interesses escusos dos poderosos vendedores de armas e manipuladores de poder que fazem de nossas crianças as vítimas inocentes de suas ambições. Numa guerra fraticida não há vencedores nem vencidos. Só haverá PAZ quando vencermos a intolerancia e aceitarmos uns aos outros.
O Estado de Israel é a única Democracia no Oriente Médio, o único país onde existe um Judiciário verdadeiro. O Estado foi erguido sôbre os conceitos morais e de justiça social do Judaísmo. Todas as tentativas de paz foram sabotadas por Yasser Arafat, principal responsável pela triste situação do povo palestino hoje em dia, que, não bastassem todos os seus problemas, agora matam-se entre si.
Existe gente que é o vivo exemplo do que a medicina política define como doentes terminais de um fascismo letal que se alimenta com o ódio irracional ao outro pelo que o outro pensa ou reza; por esse mesmo ódio sem motivo que apodrece e ofende tudo que toca e defende; pelo mesmo ódio irracional que gera mortos e desaparecidos nas guerras sujas e depois se fantasia de paladino da liberdade; pelo mesmo ódio criminal que mata e depois “chora” no enterro das suas vítimas.
Sim. Esse maldito fascismo carregado de anti-semitismo mal dissimulado sob a capa de verniz do anti-sionismo, é o verdadeiro inimigo da humanidade, porque em seu nome sempre se transforma o adversário com o qual se deve debater no inimigo ao qual se tem que eliminar, imitando à perfeição a metódica fascista dos tempos do Duce e do Fürher, ainda que também poderia ser comparado ao modus operandi do stalinismo ultra esquerdista, porque ambas “ideologias” são irmãs gêmeas quanto ao seu desprezo em relação aos que pensam diferente; quanto ao abuso de símbolos pátrios sob os quais camuflam suas verdadeiras bandeiras e consignas; quanto à demonização e defenestração que usam com mestria contra quem se atreva a discordar deles.
Que ninguém tenha a menor sombra de dúvida que o que incomoda a esses anti-semitas é o que pensamos e dizemos sobre a quota de responsabilidade que as pessoas que pensam e dizem da forma que eles pensam e dizem, têm na aterrorizante metamorfose que sofreram nos últimos anos os conceitos de fidelidade à verdade e de respeito ao próximo dentro de alguns tumores ideológicos que aninham no corpo social de quase todos os países urbi et orbi, tendo tais conceitos se transformado em esburacadas consignas de ódio e de morte. Sim, o fascista acusa o democrata de ser fascista, e o anti-semita imputa ao judeu o crime de ser nazista.
No que a mim respeita, devo confessar que me incomoda muito o que eles digam, e por mais que o digam e o repitam sem parar, não deixo de ficar surpreso cada vez que os ouço, ao constatar o grau de baixeza moral que alguns podem atingir ao usar como discurso a injúria e a difamação e o puro e simples manuseio da verdade, à usança de Goebbels nos famigerados tempos do nacional socialismo.
Assim é que insultando, injuriando e difamando desde o púlpito da impunidade que ingenuamente lhes fornece a democracia; falsificando conceitos; manipulando contextos; mentindo com descaro em prosa e verso, reescrevendo a História simplesmente ignorando os fatos e as realidades que não se ajustem ao seu olhar revisionista, atuam com maior ou menor impunidade em todo o mundo, em qualquer idioma ou situação; em qualquer instância ou tribunal.
Eu me pergunto e lhes pergunto: Até quando?… Que é que tem que acontecer para que essa gente seja colocada no ostracismo que lhe corresponde?…
Doce engano de muitos pensarem que dentro da democracia cabem todas as idéias e todas as pessoas, ou que dentro de uma sociedade cabem todas as condutas. Não não e não. Nem na democracia nem na sociedade há lugar para a livre circulação de todas as idéias e de todas as pessoas.
Numa democracia justa não cabe o ódio racial, o ultraje, a difamação, nem tampouco seus defensores, como numa sociedade não cabe o assassinato ou o estupro, o anti-semitismo e os apologistas do crime, porque a sociedade quanto mais democrática e melhor preparada – se mune de instrumentos legais para impedir que tais aberrações sejam incorporadas por inércia à conduta tolerada ou permitida.
Convido a todos a dizer CHEGA!… ao anti-semitismo fantasiado de anti-sionismo. A dizer ATÉ AQUI!… aos discursos cheios de ódio racial. A impedir que a mentira infame se repita tanto que se transforme numa inocente verdade.
Nada mais e nada menos podemos fazer para que de uma vez e para sempre o anti-semitismo e o nazismo e o fascismo e seus apologistas e porta-vozes sejam apenas um longínquo e desafinado eco de um passado bem morto e enterrado.
Sr. Gilson Gondim
O que é justiça?
O que é injustiça?
O que é Estado?
O que é nação?
O que é povo?
Dependendo de como o senhor respoder tais perguntas poderei saber se seu pensamento é isento ou tendencioso.
Sua pergunta sem estes fundamentos só pode parecer tendenciosa. Por favor, contribua a saudável discussão e elucide a todos, o que se pode entender por um estado justo ou um estado injusto?
Tenha cuidado na resposta, ela poderá revelar que o mundo inteiro pode ser considerado injusto.
NÃO A INTOLERÂNCIA, NÃO AO PRECONCEITO!!! (eu gritaria em protesto)
Sejamos lúcidos, um estado de direito, mesmo com defeitos comuns ao sistema democrático, jamais poderá ser classificado como “injusto”. Se o for, ou o classificador está errado ou o estado não é de direito.
Quem está errado?
Gondim, seu website é extremanete parcial.
Por que você não coloca como enquete “Considerando os fatos relacionados aos países árabes, você diria que esse Estado se fundamenta em:
- Justiça
- Injustiça
Você teria dez vezes mais audiência. Afinal, nas ditaduras e monarquias árabes a justiça é um primor. A democraica, existe, as mulheres têm seus direitos, os jornais e a imprensa em geral podem manifestar-se livremente, não há censura, as ecolas não ensinam o ódio, o direito de opção religiosa existe, não há apedrejamentos nem crianças têm as mãos esmagadas, etc, etc. Chega de conversa fiada.
O curioso disso tudo é que Israel é tachado de agressivo, opressivo, injusto e outras idiotices do gênero. No entanto todas as guerras no Oriente Médio foram e são iniciadas pelos árabes, todos os atos de agressão e violência contra civis são cometidos por árabes.
Os “mais de mil civis” mortos no Líbano poderiam em sua maioria estar vivos se não tivessem sido usados como escudos humanos pelos covardes terroristas do hizbollah, atitude aliás apontada e condenada pela ONU, Human Rights Watch e Anistia Internacional.
Por falar em civis mortos, os árabes têm matado mais civis, árabes inclusive, em seus atos agressivos do que Israel em todas as guerras árabe-israelenses. Os exemplos estão aí no Sudão, nos territórios “palestinos” e no Iraque.
“Meu amigo, você declara que não odeia os judeus, que é meramente ‘anti-sionista’. E eu digo: Deixe a verdade ultrapassar os altos cumes de montanha, deixe-a ecoar através dos vales da vicejante terra divina. Quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – esta é a própria verdade divina. O anti-semitismo – o ódio contra pessoas judias – tem sido e permanece uma mácula no espírito da humanidade. Nesse sentido, tenha conhecimento disso: anti-sionismo é inerentemente anti-semita, e será sempre assim.
Por que isso? Você sabe que o sionismo não é nada mais do que o sonho e ideal de o povo judeu retornar a viver em sua própria terra. As Escrituras nos contam que o povo judeu só gozou de um florescente Estado na Terra Santa, da qual foram expulsos pelo tirano romano – os mesmos Romanos que assassinaram Nosso Senhor. Arrancado de seu lar, com sua nação em frangalhos, o povo judeu foi forçado a perambular pelo globo, constantemente sofrendo o castigo de qualquer tirano que por ventura estendesse sua autoridade sobre si.
Meu amigo, o povo negro sabe o que é sofrer o tormento da tirania de governantes que não são de nossa escolha. Nossos irmãos na África têm esmolado, suplicado, requerido e pedido o reconhecimento e realização de nosso direito natural de viver em paz sob nossa própria soberania em nosso país. Para qualquer um que se agarrasse a este inalienável direito de toda a humanidade, seria tão fácil entender e apoiar o direito de o povo judeu viver em sua antiga Terra de Israel. Todo homem de boa vontade exulta no cumprimento da promessa de Deus de que seu povo deveria retornar e gozar da reconstrução de sua espoliada terra. Isto é o sionismo, sem nada mais, nem nada menos.
E o que é anti-sionismo? É a negação ao povo judeu de um direito fundamental que nós justamente clamamos para o povo africano e com o qual todas as nações do globo concordam. Meu amigo, trata-se de discriminação contra os judeus por eles serem judeus. Em suma, é anti-semitismo.
O anti-semita regozija-se com toda a oportunidade de espalhar sua malícia. No Ocidente, os tempos têm tornado impopular proclamar abertamente o ódio aos judeus. Sendo este o caso, o anti-semita busca constantemente novas formas e fóruns para seu veneno. Como ele deve deleitar-se em novo disfarce!…Ele não odeia judeus, ele é ‘anti-sionista’!…
Meu amigo, não acuso você de deliberado anti-semitismo. Sei que você sente, como eu, um profundo amor pela verdade e justiça, e uma repulsa contra racismo, preconceito e discriminação. No entanto, sei que você, como tantos outros, tem sido mal conduzido a pensar que pode ser ‘anti-sionista’ e ainda permanecer fiel a estes sinceros princípios que dividimos. Deixe ecoar minhas palavras na profundeza de seu espírito: Quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – não se engane quanto a isso…”
Martin Luther King Jr., “Carta para um amigo anti-sionista”, Saturday Review XLVII (Aug. 1967), p. 76.
Reimpresso em Martin Luther King Jr., “Eu acredito nisso: Seleções dos Escritos do Dr. Martin Luther King Jr.”
A expressão da hora é “reação desproporcional”. É uma pena que eu não seja um desses pós-estruturalistas franceses para esgotar os 4 mil toques a que tenho direito só analisando as dimensões simbólica, histórica e psicológica de tal expressão. Vejam só: o substantivo e adjetivo primitivos do par acima é “ação proporcional”. Quando se fala “re-ação”, supõe-se a existência de dois tempos: um “antes”, em que alguém “age”, e um “depois”, quando vem a resposta. Quem acusa uma “re-ação” nem mesmo aspira à inocência. Sabe, então, que houve uma provocação e que o “outro” vai ocupar o tempo que lhe cabe na narrativa como protagonista ou antagonista — depende do ponto de vista.
Assim, quem conta com a “re-ação” chama o adversário ou inimigo para uma relação transitiva, para uma dança, para um pas de deux. Este que age, no entanto, espera daquele que “re-age” a observância das regras da “proporção”, como se estivessem apreciando um quadro, uma catedral ou lendo a Eneida, de Virgílio: as partes do todo devem provocar um sentimento estético de equilíbrio, de harmonia. “Re-agir” de forma “des-proporcional” corresponderia a fraudar as regras do jogo.
Essa digressão para o universo da linguagem me ajuda a denunciar uma fraude intelectual. Reparem que o pequeno detalhamento da expressão “reação desproporcional” revela uma dimensão amoral, sem história e sem escolhas. Qualquer disputa se encaixa naquela oposição estrutural. O bombardeio de Dresden, feito pelos Aliados, não se distingue do ataque a Pearl Harbor, uma vez que nós excluímos a moral da história, uma vez que ela se faz sem valores. Ou, pior ainda: sob certo ponto de vista, Dresden seria o símbolo da “reação desproporcional” dos que se opunham ao nazismo.
Louvado seja Deus que não sou estruturalista francês e indago, a cada ato, meu ou de terceiros, a que princípio moral atende e a que ética coletiva serve. Lamento profundamente as mortes de libaneses e israelenses na guerra que Israel trava contra o Hezbollah. Mas aponto a indecência da acusação de que há uma “reação desproporcional”. E o estruturalismo que não me convence me fornece, pelo avesso, as ferramentas para explicitar meu ponto de vista. Não se trata de duas forças igualmente legitimadas pela história.
Uma tem por princípio eliminar civis e praticar atentados terroristas para fazer valer o seu ponto de vista; impõe-se como força militar aos civis de seu próprio povo, que não têm outra saída a não ser aceitá-la — ou morrer; a outra está submetida aos controles da democracia e do Estado de Direito. Uma luta para que o adversário desapareça; afinal, nega-lhe o essencial: o direito de existir; a outra vai para o confronto porque se nega, vejam só!, a se comportar como um carneiro na hora fatal: gritar e morrer.
Ah, sim: Israel pratica suas injustiças, assim como o tal mundo ocidental está longe de ser o Éden. O que faz a diferença é saber onde vigem os mecanismos que permitem que os desequilíbrios sejam denunciados, e as reparações, devidamente feitas. Se há, a esta altura, a desconfiança de que defendo, sim, a superioridade moral de Israel nesta guerra, que cesse toda a dúvida: é isso mesmo. Tal superioridade não distingue civis na morte, mas distingue o futuro dos vivos. Todos os mortos inocentes de qualquer guerra nos diminuem; fazer as escolhas morais pensando num mundo em que possamos ser mais livres e donos de nosso destino nos faz partidários ou da civilização ou da barbárie.
Quando Kofi Annan ou Luiz Ignorácio Lula da Silva acusam a “reação desproporcional” de Israel, ambos estão convocando um Estado organizado, democrático, em que vige o Estado de Direito, a se comportar como uma milícia: ou eleva o Hezbollah à condição de um parceiro, com quem vai fazer o pas de deux da morte, ou se rebaixa à sua mesquinharia homicida e finalista. A acusação de “reação desproporcional” é uma imoralidade e, vestindo o manto do humanismo, é um canto de celebração e de estetização da morte.
Admiro bastante povo judeu por ser inteligente, empreendedor, benemérito, honesto e porque nãi vive se digladiando entre si, como é na palestina e em outros países de religião muçulmana. Eles vivem quietinhos, promovendo coisas positivas e se não os incitarem e insultarem, como costumam fazer aqueles que sitei aqui,não mexem com ninguém nem povocam.
O povo judeu merece um pouco mais de paz!
O Estado de Israel é a unica democracia existente no Oriente Médio. Se seus inimigos fizessem a paz só teriam a ganhar em cultura, economicamente e em todos os setores.
Quanto a disputa Palestina ela foi gerada pelos própios dirigentes Arabes, pois se não tivessem fomentado a miseria e confinado os arabes que viviam em Território Israeli em campos de concentração como fez Nasser do Egito. Se eles não tivessem sido massacrados na Jordania no setembro negro. Se todo o dinheiro que o mundo mdestinou a esses refugiadoa fosse usada para eles. Hoje teriamos uma paz verdadeira.
Apenas como subsidio as terras pleiteadas foram compradas por Abrão e constam da Bilia aceito por uma imensa maioria da população cristã, e judaica no mundo.
Israel é um exemplo para o mundo como do deserto se criou uma terra fertil.
Imaginem o que Israel seria se não tivesse que usar grande parte de seu orçamento em gastos com sua defesa.
A tragedia de Eilat de um louco se explodindo numa padaria e matando civis indefesos o mundo e este site não veem.
Em seus textos, Gilson Gondim afirma que Israel é um estado “nazi-fascista” por sua postura contra os palestinos. Pois muito bem, desafio o dono deste blog a me responder algumas simples perguntas:
1 – Quem foram os maiores assassinos de palestinos de todos os tempos?
A) As Forças de Defesa de Israel?
B) O Exército Americano?
C) As tropas do rei Husseim da Jordânia?
2 – Que grande líder do Oriente Médio nas décadas de 1930 e 1940 foi hóspede oficial de Adolf Hitler em Berlim?
A) David Ben Gurion, futuro primeiro-ministro de Israel?
B) Mohammad Amin al-Husayni, Grão-Mufti de Jerusalém, máxima autoridade política e religiosa palestina?
C) Rei Farouk do Egito?
Acertou quem respondeu 1-C e 2-B. Em setembro de 1970, o rei Husseim da Jordânia, incomodado com a presença cada vez maior de palestinos em território de seu reino massacrou nada menos que vinte mil palestinos, soma de mortos jamais alcançada, mesmo em todos os conflitos entre árabes e israelenses desde 1929.
Mohammad Amin al-Husayni foi hóspede de Hitler em Berlim, quando foi negociar com o líder nazista estratégias para o massacre dos judeus da então Palestina. al-Husayni, além de máxima autoridade religiosa para os muçulmanos da Palestina, era um líder político, aliado da Síria, e profundamente anti-semita.
Nem Husseim nem al-Husayni jamais foram julgados, nem sequer admoestados por seus crimes contra palestinos e judeus. No entanto, hoje é Israel que é acusada de ser ao mesmo tempo nazista e assassina de palestinos.
E aí, senhor-dono-do-blog? Como você responde isso?
O estado de Israel é tão fundamentado na justiça quanto qualquer estado ocidental e a maioria dos orientais. É incrivelmente maniqueísta colocar a pergunta na forma de “justo” ou “injusto”, o que mostra uma disposição do Sr. Goldin de forçar um resultado. Outras perguntas poderiam ser colocadas da mesma forma forçando outros resultados:
Os Israelenses tem o direito de existir?
( ) sim ( ) não
Terroristas muçulmanos tem direito de matar criancinhas israelenses?
( )sim ( )não
Mães palestinas tem direito de influênciar seus filhos menores de idade a se tornarem homens-bomba?
( ) sim ( ) não
Ora, mas que perda de tempo! Esse tal de Gondim, pretenso estudante de 1º grau, repetente, aprovado em algumas simples matérias escolares através da “cola”, agora está dependendo de algum trabalho escolar para aumentar sua nota, nas matérias de Geografia e História. E para isso, sem nenhuma capacidade própria de estudar e desenvolver sua “tese”, recorre a essa provocação para, assim, poder, mais uma vez, “colar” para a sua “obra” as diversas e brilhantes argumentações enviadas pelos internautas cultos, plenos de sentimento de cidadania, de bom caráter, democratas de bom senso e, ao contrário do neurótico e desequilibrado Gondim, conhecedores do maligno tumor social entranhado, não nos árabes de boa fé, mas nos extremistas terroristas assassinos, estúpidos, incultos, vítimas de líderes religiosos fanáticos totalitários.
E antes que eu me esqueça, Gondim, vai lavar sua língua com soda cáustica e, pelo menos, tente ler alguma coisa útil, nem que seja o envólucro de papel higiênico!
Mais perguntas também poderiam ser pensadas para substituir a da atual enquete, levando em consideração o “Modus raciocinandi” do dono deste blog:
1 – O que dá aos terroristas do Hezbollah o direito de seqüestrar israelenses em território de Israel?
A ( ) Porque eu acho que eles têm esse direito e ponto final!
B ( ) Porque qualquer um que ataque judeus é meu amigo.
2 – Por quê os palestinos não podem se conformar em ter seu estado independente ao lado de um estado judeu?
A ( ) Porque aprendi com meu papai que judeus são malvados.
B ( ) Porque não quero que os palestinos se sintam inferiorizados diante das inúmeras conquistas sociais dos israelenses.
3 – Além de mim (o genial Gilson Gondim), os neo-nazistas e negacionistas também são anti-sionistas, apoiam o terrorismo árabe, a bomba atômica persa e desejam a destruição de Israel. Se sou tão parecido com nazistas e negacionistas isso significa que:
A ( ) Somos todos iguais, embora eu não goste de botas militares.
B ( ) Acho que os nazistas até que tinham razão.
C ( ) Talvez eu convença os amigos nazistas e negacionistas a passarem férias em João Pessoa.
procurei em dezenas de arquivos e nao achei- quantos homens bomba judeus explodiram cargas em restaurantes cheios de criancas fantasiadas
em bares cheios de jovens
em shopping – mulheres e criancas
quantas maes judias mandaram seus filhos matarem nenens com bombas e granadas e se disseram orgulhosas pela morte de seus filhos
O embaixador de Israel pede a palavra na Assembléia Geral das Nações Unidas e diz:
“Antes do discurso propriamente dito, quero contar uma história. Quando Moisés conduzia o povo judeu depois do êxodo, chegou a um oásis perto da Terra Prometida onde havia um lago maravilhoso, com água fria e cristalina.
Moisés se despiu e mergulhou para se refrescar e recobrar as forças. Ao sair da água, viu que suas roupas tinham sido roubadas.
Irritado, exclamou: ‘com certeza foram os palestinos!’”.
Arafat, que se encontra na assembléia, protesta: “Naquele tempo não havia palestinos nesta parte do mundo!”. E o embaixador de Israel arremata: “É justamente por aí que pretendo começar o meu discurso”.
Estimulo ao Sr Gilson Gondim a praticar o mesmo tipo de liberdade de expressao em paises onde a “justica” prepondera, como Ira, Libia, Egito, Siria, Qatar, Arabia Saudita, Iemen, etc.
Israel, o 100º menor país do mundo, com menos de 0,001% da população mundial, pode reivindicar a si o seguinte:
O telefone celular foi desenvolvido em Israel, por Israelenses trabalhando na filial israelense da Motorola, que possui seu maior centro de desenvolvimento em Israel.
A maior parte do sistema operacional do Windows NT e XP foi desenvolvido pela Microsoft-Israel.
A tecnologia do chip do Pentium MMX foi projetado na Intel em Israel.
O microprocessador Pentium 4 e o processador Centrino foram totalmente projetados, desenvolvidos e produzidos em Israel.
O microprocessador Pentium do seu computador foi, muito provavelmente, produzido em Israel.
A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel.
A Microsoft e a Cisco construíram suas únicas unidades de pesquisa e desenvolvimento fora dos EUA em Israel.
A tecnologia para o Instant Messenger ICQ da AOL foi desenvolvido em1996 por dois jovens israelenses.
Israel possui a 4ª maior força aérea do mundo (atrás dos EUA, Russia e China).
Além da grande variedade de aeronaves, Israel possui um arsenal aéreo de mais de 250 F-16.
Esta é a maior frota de F-16 fora dos EUA.
A economia de 100 bilhões de dólares de Israel é superior ao da soma de seus vizinhos.
Israel possui a maior porcentagem mundial per capita de computadores em residências.
De acordo com dados industriais Israel projetou asegurança de vôo da indústria aérea mais impenetrável.
Oficiais norte americanos estão em contato com Israel para se aconselharem sobre como controlar ameaças à segurança de vôo.
Israel possui a maior proporção do mundo de títulos universitários em sua população.
Israel produz mais artigos científicos per capita que qualquer outra nação por uma larga margem de diferença:
109 artigos/10.000 habitantes – bem como detém um dos maiores índices de patentes.
Proporcionalmente à sua população, Israel possui o maior número de abertura de empresas.
Em termos absolutos, Israel também possui mais companhias que qualquer outro país, exceto os Estados Unidos (3500 companhias, a maioria de alta tecnologia).
Com mais de 3000 companhias de alta tecnologia, Israel possui a maior concentração de companhias deste tipo no mundo, com exceção do Vale do Silício, nos Estados Unidos.
Fora os Estados Unidos e o Canadá, Israel possui o maior número de empresas no NASDAQ.
Israel tem o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Oriente
A renda per capita em 2000 ultrapassou US$17.500, superando a Grã Bretanha.
Em uma base per capita, Israel possui o maior número de de abertura de empresas de biotecnologia.
24% da força de trabalho em Israel, possui nível superior, o 3º do mundo industrializado, atrás dos Estados Unidos e Holanda 12% possuem nível Israel é a única democracia liberal no Oriente Médio.
Em 1984 e 1991, Israel transportou um total de 22.000 judeus etíopes em situação de risco para a segurança em Israel.
Quando Golda Meir foi eleita Primeiro Ministro de Israel em 1969, tornou-se a 2ª líder feminina do mundo moderno.
Quando a embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, no Quênia, foi bombardeada em 1998, os grupos de resgate israelenses chegaram no mesmo dia e salvaram 3 vítimas dos escombros.
Israel possui a 3ª taxa de empresariado e a maior taxa entre mulheres e entre pessoas com mais de 55 anos.
Absorve imigrantes no mundo.
Os imigrantes chegam em busca de democracia, liberdade religiosa e oportunidades econômicas.
Israel foi o primeiro país a adotar o processo Kimberly, um tratado que certifica que diamantes são “livres de conflito”.
Israel é o 2º no mundo em lançamento de livros/ pessoa.
Israel é o único país do mundo que entrou no século XXI com o maior índice de plantio de árvores, mais marcante ainda por te sido alcançado em áreas consideradas desérticas em sua maioria.
Israel possui mais museus per capita que qualquer outro país.
‘Medicina: cientistas israelenses desenvolveram o primeiro aparelho para diagnóstico de câncer de mama totalmente computarizado e não radioativo. Também o tratamento é um dos mais adiantados, a cada dia em desenvolvimento.
Uma companhia israelense desenvolveu um sistema computarizado para garantir a aplicação indicada de medicamentos, e conseqüentemente, evitando erro humano no tratamento médico.
Nos Estados Unidos, 7000 pacientes internados morrem em conseqüência de erros durante o tratamento.
A empresa israelense Givun Imaging desenvolveu uma câmara de vídeo ingerível, do tamanho de um comprimido, usada para diagnosticar câncer e doenças do intestino delgado.
Pesquisadores em Israel desenvolveram um novo aparelho que ajuda o a bombear sangue, uma inovação com potencial para salvar vidas entre pessoas com problemas cardíacos. novo aparelho, sincronizado a uma câmera, ajuda nos diagnósticos e em cirurgias, através de um sofisticado sistema de sensores.
Israel é líder em número de cientistas e técnicos, com 145/10.000.
Nos Estados Unidos, essa relação é de 85/10.000, no Japão 70/10.000 e menos de 60 na Alemanha.
Com mais de25% de sua força de trabalho empregada em profissões técnicas.
Um novo tratamento para acne foi desenvolvido em Israel, o aparelho ClearLight violeta, raios azuis de onda curta que causam a auto-destruição da bactéria da acne – tudo sem causar danos à pele ou ao tecido ao redor.
Desenvolve e instala uma geradora de eletricidade movida a energia solar em larga escala no deserto de Mojave, ao sul da Califórnia.
Tudo isso acima, enquanto enfrentava guerras com um inimigo implacável, que procura sua destruição, e uma economia continuamente sob tensão por ter que gastar mais para sua proteção do que qualquer outro país no mundo.
israel e um pais muito desenvolvido,otimo para se viver,e nossa religiao e baseada na palavra divina,porque nao nos deixar viver em paz numa terra tao pequena que nos foi dada pelo eterno e que so ele pode tirar.
sr.Goldin.Inicialmente, achei que responder às suas baboseiras, seria imensa perda de tempo. Depois lembrei-me que a omissão pode ser tão perigosa quanto a ação.
Muito já lhe foi dito, sendo desnecessário eu também defender Israel. Quero só acrescentar uma sugestão (não um conselho, pois por esses eu sou paga):recolha-se à sua insignificância, volte para os bancos escolares, mas desta vez, estude. A sua ignorância é vegonhosa.
Não se trata de justiça ou injustiça. Os dois povos tem direito a um Estado livre. O ideal seria um Estado para cada Povo.
Não sou a favor de um povo subjugando o outro. E tenho a certeza de que se Israel pudesse escolher, escolheria sempre a paz. Nos noticiários verifica-se muitas vezes, informações deturpadas por parte da mídia, e nós que lemos já não somos mais ingênuos, e sabemos como a mídia tem o poder de ser parcial em algumas situações.
Sei também que Israel tem um exército para sua defesa, e não para atacar ou conquistar terras a seu bel prazer. Simplesmente se defende, para continuar existindo e não para conquistar. Mesmo os locais que “consquitou” ou ocupou, foi por pura necessidade de proteção pois eram locais estratégicos, principalmente na região norte do país, fronteira com a Síria. Inclusive o nome do exército é : Exército de Defesa de Israel ( e não, de ataque).
Porém, sinto que os dois lados passaram das medidas, e peço e rezo por eles, pois ambos os lados já sofreram muito e isto precisa acabar, em respeito às futuras gerações e inclusive à continuidade do planeta.
Não devemos gerar mais ódios com pesquisas desse tipo. Sugiro que questionem às pessoas, que idéias concretas elas têm e sugerem para que a paz se estabeleça no planeta e principalmente no Oriente Médio, ao invés de fazerem julgamentos sobre o país e a vida dos outros.
Acho que a questão foi mal colocada.
Não se trata de justiça ou injustiça.
Trata se da sobrevivencia de um povo odiado e tripudiado por todos, há seculos,desde o tempo de Cristo.
Ambos tem direito a patria tanto os judeus como os palestinos,porem a midia é contra Israel e faz a opinião publica tambem ser.
Quem conhece a geografia do oriente medio pode verificar o tamanho do mundo arabe em relação ao minusculo Israel,bem menor que o estado de Sergipe.
Odiar judeus é muito facil,SER JUDEU È DIFICIL.
A solitária claque de Gilson Gondim que atende pelo nome de Arnaldo Tehad mal consegue fazer aquilo que seu mestre manda. Ao berrar INJUSTIÇA, além de demonstrar qual é o método de raciocínio dos anti-semitas de plantão (o berro, o chilique e o fricote), ainda comete um ato falho que só torna a encenação uma comédia. Sim, senhor Tehad, um absurdo é feito ao povo de Israel como o senhor disse. O absurdo de quererem lhe massacrar diariamente há cinqUenta e oito anos.
Sr. Gondim: vá tomar umas injeções de SIMANCOL. Mais bom senso e menos burrice também lhe fariam bem!
Vá se informar melhor antes de colocar sandices no seu blog.
Ao Sr. Gilson Gondim so tenho a dizer que e muito simples julgar os atos do Pais de Israel. Voce ve o que acontece no seu proprio pais? Todas as injusticas, corrupcoes, fome, politicos que so pensam em em engordar suas contas bancarias…uma lista tao grande! Por que em vez de falar coisas que nao sabe, nao entende e nunca ira entender (pois e um ser pequeno demais,preconceituoso e anti semita)e cuidar do que acontece em outros paises nao tenta melhor algo no seu proprio? Por que nao vai doar e ajudar gente necessitada em vez de perder tempo com um “na casa de outros”. Israel nao mata pessoas injustamente apenas se defende de terrorista que nao trazem nenhum tipo de remorso por matar criancas, idosos ou civis inocentes!!
Israel é o único país da região que é governado com JUSTIÇA.Quando o Estado de Israel foi fundado já havia muitos habitantes judeus e as terras que a mídia escreve, que era de palestinos, foram adquiridos a preço de ouro, portanto posse de legítima. Por que Israel tem que absorver os Palestinos (árabes) que legitimamente saíram de suas terras, pois as venderam?
Quem conhece um pouco o mapa do Oriente Médio, pode notar o tamanho dos países árabes em comparação ao pequeno Israel. Por que os países árabes não absorvem os ditos palestino, como faz Israel com os Judeus do mundo?
Você é um jornalista e mesmo que seja dúbia esta sua “preocupação” com o Estado de Israel, creio que com sua enquete você abriu um espaço para que as pessoas se manifestem e possam trazer mais informações sobre o conflito do Oriente Médio. Não se faz jornalismo com o coração e com informações que não são confirmadas pela história e você deveria refletir sobre isto e abrir a sua mente para de forma imparcial começar a checar as “verdades” que você divulga para o seu público e que no final formam a sua mente preconceituosa. Saiba que o povo judeu tem mantido laços com sua pátria histórica por mais de 3.700 anos. É um erro achar que todos os judeus foram forçados à diáspora pelos romanos após a destruição do segundo templo de Jerusalém, no ano 70 E.C e que só 1800 anos depois regressaram à Palestina exigindo seu país de volta. Foram os judeus que colonizaram e desenvolveram aquela terra, a comunidade internacional concedeu soberania política aos judeus na Palestina e os territórios hoje em questão foram tomados em guerras defensivas. A “certidão de nascimento” internacional de Israel além de ter sido validada pela promessa bíblica e por sua presença ininterrupta na região, foi validada pela Declaração Balfour de 1917, pelo Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour, pela resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947, pelo ingresso de Israel na ONU em 1949 pelo seu reconhecimento pela maioria dos países e sobretudo pela sociedade criada em Israel nas décadas de sua existência nacional próspera, dinâmica e democrática. Acredita-se que o termo Palestina tenha origem entre os filisteus, um povo Egeu que, no século XII A.E.C., estabeleceu-se ao longo da planície costeira mediterrânea onde ficam agora Israel e a Faixa de Gaza. No século II, após esmagarem a última revolta judaica, os romanos usaram pela primeira vez o nome Palestina para se referir à Judéia ( a região sul do território da atual Cisjordânia), numa tentativa de minimizar a identificação judaica com a terra de Israel. A palavra árabe Filastin vem deste nome latino. Jamais existiu algum país árabe ou palestino independente na Palestina. Não existe, absolutamente, na história, a (nação) Palestina. Antes da partilha, os palestinos não se viam como possuidores de uma identidade em separado. Os próprios árabes então se consideravam parte da Síria árabe (ao sul da Síria). Este nacionalismo árabe palestino meu caro jornalista é fenômeno posterior à Primeira Guerra Mundial. E só veio a se converter em movimento político importante após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia. Se Israel é um país Justo? Saiba que Israel é o único país democrático na região e isto incomoda muito aos xeiques e Reis ditadores Árabes, e você deveria de mente aberta pesquisar sobre a liberdade que todas as raças e religiões, inclusive a mulçumana respiram naquele minúsculo país. A história não pode ser reescrita de acordo com interesses particulares ou nacionais.
No Estado de Israel, israelitas, arabes, judeus, cristãos e mulcumanos e os mais que quiserem podem e vivem em paz.São respeitados em seus direitos politicos, credos,ideologias, preferencias sexuais etc ,algo impensável no mundo arabe onde uma casta de cretinos deita e rola com o dinheiro do petroleo enquanto o povao de boa-fé fica cacarejando aos céus com a bunda para cima e a cara enfiada no buraco; Onde se promete aos jovens naõ um futuro livre e prospero ,mas sim o paraíso e mais 23 virgens para deleite acaso mate um Israelita,sejauma criança,um velho, uma mulher ,um adolescente,um judeu ou não ,mas que mate, preferencialmente muitos não importata!!( Não querendo ofender o credo de ninguem,mas é o que se pode extrair das palavras da maioria dos pseudos mulás, mufir em sua pregações mundo afora).É o uso da fé para manutenção do poder,isto não tenho duvida).Com tanta regalia esta casta só pode temer o desenvolvimento humano, moral e material do povo de Israel,a única democracia em uma regiao dominada por xeiques, cheques e jegues…..Vivas a Israel, vivas aos Israelitas, vivas ao povo Judeu .
A sua pergunta é boa e a resposta é que é baseado em justiça e amor. O Estado de Israel existiu muito antes de tudo isso que está acontecendo e independente do crimes perpetrados contra os judeus da Europa pelo regime nazista de Hitler, ainda que isso tenha sido a gota d’agua. Nem todas as medidas tomadas pelo governo israelense são justas ou adequadas, mas isso serve para todos nós e todos governantes , inclusive ao seu blog que aqui entre nós não é lá muito justo com os fatos deixando vazar uma agendinha pessoal e um odiozinho razoavel. Pelo menos voce não tem muito poder e só quer uma faminha. Isso talvez seja justo não é mesmo? Ou quem sabe poderíamos fazer uma enquetezinha sobre o quanto o mundo tem sido injusto com o nosso doce Gondim???
Prof. Dr. Frederico Fonseca em 2 de fevereiro de 2007
Com todo respeito ao povo árabe, não se pode comparar o estado de direito e de fato de Israel (com todos os seus fundamentos, leis e processos democráticos) com os países que o cercam de linha centralizadora, radical e fundamentalista. Não existe a mínima condição de querer comparar ou discutir justiça entre as duas linhas apresentadas.
Nao serei original aqui, visto todos os outros comentarios acima. Mas gostaria tambem de responder a sua pergunta: JUSTICA. O Estado de Israel eh governado pela imperfeita democracia. Os direitos basicos do ser humano sao respeitados, ha liberdade de imprensa, de pensamento especulativo e das mulheres. Tem liberdade os cristaos, os curdos, os budistas e os arabes, que mantem representacao no parlamento por meio de varios partidos politicos. Nesse ultimo mes acabmos de ver um ministro arabe ser empossado! Os arabes israelenses (ao contrario dos arabes Sirios, Egipcios ou da Arabia Saudita) tem direito a plena liberdade de expressao, saude publica, crenca, enfim todas as liberdades tambem oferecidas aos judeus e a qualquer cidadao de Israel.
Sua pergunta foi tao tendenciosa que me interessei em buscar mais no seu site sobre o assunto – e nao para a minha surpresa achei seus artigos sobre esse tema preconceituosos, racistas e miopes.
Talvez o Sr devesse fazer essa mesma pergunta de justica a si mesmo, de forma que todos juntos, os que pensam amarelo, azul ou verde, possamos fazer com que a paz chegue mais rapido.
Voce sabia que o Hezbolah continua na fronteira com Israel?
Voce sabia que o Heszbolah fincou uma bandeira a 200m da fronteira com Israel?
Voce sabia que o Heszobolah nao saiu do Libano?
Voce sabia que o Heszbolah nao entregou as armas, conforme o combinado?
Voce sabia que o Heszbolah ja repos todos os misseis, que agora sao armas quimicas e ja estao posicionados pra Israel?
Voce sabia que o Heszbolah quer derrubar o governo legitimo do Libano?
E, claro que voce sabe, que o Hamas continua bombardeando o sul de Israel todos dos dias, desde que terminou a guerra, em agosto de 2006. Bombardeiam Sderot, Ashklon, a Usina de Forca de Rutemberg…. todos os dias, como varios disparos por dia!!!
Considerando o fato de que Gilson Gondim tentou dissolver uma manifestação popular agredindo estudantes com paus e pedras e acabou desarmado pelos manifestantes, você diria que Gilson Gondim deveria:
( ) Ter apanhado um pouco pra ver se aprendia.
ou
( ) Ter sido enfiado numa camisa de força e trancado num hospício.
A UNICA COISA QUE O POVO QUER E PAZ E COMPREENSAO
DE TODOS SO PAZ PARA PODERMOS CRIAR NOSSO FILHOS SEM
NENUM MEDO DE QUE HA QUALQUER MOMENTO PODEREMOS FICAR
SEM ELE. COM A FE DE QUE HAJ UMA COMPREENSAO GERAL,.
RAQUEL
JUSTIÇA!
Israel tem tentado ao longo de toda sua existência viver em paz com seus vizinhos. Sempre ofereceu uma convivência harmonica e sem preconceitos. Qualquer arabe era aceito para trabalhar e viver em Israel. Foram os próprios arabes quem acirraram as rixas e divisões religiosas, tornando-se dia a dia mais fanáticos, menos racionais.
Não é admissível uma mãe ou pai ficarem felizes com a morte de seu filho- homem-bomba! Em Israel há um grande investimento na formação educacional, afetiva e de saúde dos filhos.
Se qualquer país arabe ivestisse na criação e educação de seus jovens,com certeza não incentivaria suas mortes!
Israel é o único país do Oriente Médio a permitir os acertos e erros da DEMOCRACIA! Lá se respeitam os DIREITOS HUMANOS!!!!
Lá todos tem direito a Justiça, mesmo sabendo que são inimigos da nação.
Se houvesse paz na região, todos seriam muito beneficiados, pois tenho certeza que o povo arabe como um todo não está de acordo, não é fanático, não gosta de matar e de morrer. São fanatizados desde crianças, não sabem o que é a vida sem esta ladainha de ódio!
Todos queremos nossas familias juntas e felizes em PAZ.
Penso que o estado de Israel esta fundamentado nos direitos inalienaveis do seu povo, e tem sido alvo de toda a sorte de radicalismos, inclusive suicidas. Devemos apoiar o Estado de Israel, e seu povo, na justa manutencao de seus direitos.
Em Israel os árabes só têm o direito de ser minoria.
Israel não anexa a Cisjordânia e Gaza para que os palestinos não se tornem maioria no Estado judeu, que deixaria assim de ser um Estado judeu.
Estado judeu?! Isso é puro racismo!
Os sionistas são especialistas em transferir responsabilidades e culpas, sempre livrando a cara de Israel.
Os israelenses mataram 1.600 civis no Líbano! Não foi o Hezbollah quem os matou; foi Israel.
Parem de querer botar o seu lixo na casa do vizinho.
ISRAELIXO!
Não esqueçam os massacres bíblicos cometidos pelos hebreus supostamente sob as bênçãos divinas.
Até hoje há entre os judeus um feriado, o Purim, que comemora esse massacre. Está tudo, se não me engano, no Livro de Ester.
Os judeus são um povo cuja propensão à violência e ao racismo está nas próprias raízes de sua cultura.
A Bíblia é uma vergonha. Os judeus são uma vergonha para a humanidade!
Como disse Nina, ô corja!
E os cristãos? Nunca mataram ninguém? Hitler era cristão. Mussolini era cristão. Duque de Caxias era cristão. Napoleão era cristão. Franco era cristão. Os inquisidores eram cristãos. Os portugueses que invadiram as Américas eram cristãos.Os espanhóis também. Milosevic era cristão. Todos mataram pessoas indiscriminadamente. São assassinos, pela lógica de vcs judeófobos a Alemanha, Itália, França, Espanha e o Brasil, sem precisar inserir outros, também seriam LIXO, CORJA. Pois não? Ora, vão arrumar o que fazer!!! Deixem de ser hipócritas!!
Com esse papo furado de povo eleito, os judeus se acham superiores aos outros povos. Por isso são odiados. Só os americanos e os evangélicos babacas agüentam a arrogância dos judeus.
Que se lasquem, os judeus e seus babões.
Se Israel quer a paz, por que não retorna para as fronteiras de 1967, em vez de ficar roubando a terra dos palestinos com seus malditos assentamentos judaicos?
Qualquer castigo para Israel é pouco.
Israel é a lixeira moral do mundo, com sua política agressiva, possessiva, opressiva…
O nome de Israelixo que deram num comentário lá em cima é muito apropriado.
É isso mesmo: I.S.R.A.E.L.I.X.O!
justos ou injustos os judeus sempre terão adversários …essa é a nossa sina….
ter que conviver com os povos bárbaros que acham que os judeus são injustos….
Há um provérbio que diz que o tempo é o melhor remédio, para curar e fazer esquecer. Isto pode ser para tudo, menos para o Holocausto. Para nós, os poucos sobreviventes, a dor é cada vez mais contundente. Em boa hora a ONU instituiu um “Dia Internacional em Memória às Vitimas do Holocausto”. A data é 27 de janeiro, dia da libertação do campo de extermínio “Auschwitz – Birkenau”, em 1945.
Vale lembrar que, com a libertação deste campo, não parou a chacina. Entre o dia 27 de janeiro a oito de maio do mesmo ano, foram exterminados 2.000.000, especificamente judeus, inclusive meu pai, que morreram em outros campos espalhados pela Alemanha e na “Marcha de Morte”, na qual eu também tomei parte. Meu pai foi assassinado a pauladas no campo de concentração “Flossenburg”, no mês de abril. Três meses depois da libertação de “Auschwitz”. Ele tinha 45 anos.
Hoje não vou falar em milhões, mas vou trazer um testemunho sobre uma criança. Em 1942 o primeiro campo de extermínio na história da humanidade, “Chelmno”, estava em plena atividade. No gueto de “Lodz”, onde estive preso aos 12 anos, foi decretado um toque de recolher para que as pessoas fossem arrancadas de casa e deportadas. Nós não sabíamos da existência desta fábrica de morte. Diziam que as pessoas estavam sendo levadas pra trabalhar na lavoura.
Mesmo assim, muitos entraram em esconderijos. No nosso, estava um casal com uma criança de 5 a 6 meses. Quando os carrascos nazistas chegaram, a criança começou a chorar. Sabíamos que era o nosso fim. Se fôssemos descobertos seriamos fuzilados. No desespero, as pessoas jogaram cobertores, edredons, travesseiros e tudo que estava à mão em cima da criança, para abafar o choro. O choro cessou. Ficamos sem nos mexer. Quem estava em pé não sentava, quem estava sentado não levantava. Quanto tempo esta agonia durou, não sei. Cada segundo parecia 10 anos. Quando os nazistas foram embora e os trapos foram tirados de cima da criança… ela estava morta.
Isto foi visto por uma criança de 13 anos. Eu vi uma criancinha ser asfixiada, porque chorava. Todos temos direito à vida. Esta criança não teve este direito, porque era uma criança judia e chorava. Naquele dia, não fomos descobertos, nem fuzilados. Mas perdemos três pessoas. Os pais, perderam o gosto de viver e se entregaram aos alemães.
Por isto vou repetir, em boa hora estamos aqui, para lembrar todas as vítimas do Holocausto, na data de 27 de janeiro, instituída pela ONU. Toda vida é uma vida. Na qualidade de um dos poucos sobreviventes do Holocausto e presidente da Sherit Hapleitá, com lágrimas nos olhos e coração quebrado, presto homenagem a todas as vítimas. Que este grito soe como trovão retumbante, em todos os cantos do mundo: Sempre lembrar. Nunca esquecer, nunca perdoar, nunca mais!!!!
O cientista israelense norte-americano Robert J. Aumann, de 75 anos, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém e Thomas C. Schelling, dos EUA, de 84 anos, docente da Universidade de Maryland, foram os escolhidos para receber o Prêmio Nobel de Economia de 2005. Ambos trabalharam na análise de uma teoria que pode ajudar a explicar os conflitos econômicos, inclusive as guerras comerciais e de preços. Ao saber de sua escolha. Aumann falou a Associated Press de seu contentamento ao receber a notícia.
Mordam-se, historiadores. Coube a um psiquiatra o privilégio de ter conversado com o objeto do desejo de dez em dez pesquisadores da Segunda Guerra Mundial: os líderes nazistas.
Melhor ainda: Leon Goldensohn, o psiquiatra em questão, entrevistou esses líderes em seu momento de fraqueza, em 1946, durante o julgamento de Nuremberg. Isto é: derrotados na guerra e diante da perspectiva de enfrentarem a pena de morte por enforcamento, as autoridades nazistas transformadas em réus estavam fragilizadas o bastante para falarem abertamente sobre suas vidas, seus colegas de governo e as atrocidades cometidas pelo Terceiro Reich.
O resultado disso foi anotado em cadernos que estavam em poder da família de Goldensohn e se tornaram públicos no livro “As Entrevistas de Nuremberg”, lançado na semana passada no Brasil pela Companhia das Letras.
Goldensohn, que integrava o Exército americano, não era o único especialista a trabalhar em Nuremberg com a função de zelar pela manutenção da saúde mental dos réus. Tampouco foi o único a ter seus registros transformados em livro. Mas ele era o mais bem-visto pelos réus, e suas anotações são as mais detalhadas de todas, o que torna seu trabalho especialmente significativo.
Embora sua preocupação fosse claramente médica, Goldensohn produziu um material que preenche um importante vácuo historiográfico. As declarações dos líderes nazistas disponíveis até agora geralmente ou eram registros de seus discursos quando no poder ou haviam sido tomadas em depoimentos a tribunais como o de Nuremberg, sob orientação de advogados. Os depoimentos que Goldensohn obteve aproximam-se de confissões, e isso muda tudo.
Disfarces morais
A maioria dos entrevistados repete, quase como um mantra, que não sabia das atrocidades do regime que integrava, embora participasse do altíssimo escalão -caso de Hermann Goering, o número dois de Hitler.
Eles culpam Hitler, Heinrich Himmler (chefe da SS, tropa de elite nazista) e Joseph Goebbels (ministro da Propaganda), todos mortos quando o tribunal foi estabelecido. É uma mentira óbvia, contada não só pelos criminosos notórios, como Goering, mas também por aqueles que eram vistos como “bons nazistas”, como Albert Speer, o arquiteto e ministro de armamentos de Hitler.
No entanto, diante da inquirição de Goldensohn, freqüentemente aguda, os entrevistados falam muito mais do que estavam dispostos a admitir no tribunal, abrindo mão dos disfarces legais e morais que o momento exigia. A soma de todos os depoimentos é, assim, um retrato das entranhas do nazismo, de sua razão de ser e de sua trajetória.
Como psiquiatra, Goldensohn conversa com seus “pacientes” acerca de obsessões, vida pregressa e relações sociais. Hans Frank, administrador da Polônia durante a guerra, fala das amantes; Goering comenta sua obsessão por obras de arte e luxo; Joachim von Ribbentrop, o chanceler de Hitler, revela que ainda estava deprimido por causa da morte do pai.
A partir desse perfil, os entrevistados colocam-se não como monstros, mas como seres humanos, e seus atos inscrevem-se na história, e não na demonologia.
É exatamente isso que torna o trabalho de Goldensohn perturbador, conforme diz Robert Gellately, o organizador do livro, na entrevista abaixo.
Mesmo derrotados, os réus reafirmam com naturalidade suas disposições mais profundas, como o anti-semitismo, justificam o nazismo como um esforço legítimo para conter judeus e comunistas e fazem análises catastróficas sobre o mundo que estava se erguendo sobre os escombros do Império de Mil Anos.
Estive hoje a trabalho na cidade de Sderot, como voces sabem, alvo
preferido dos foguetes Qassam do Hamas. Entre muitas historias
ouvidas por la, me chamou a atencao a do colegio “Torani Maadani” de
Sderot. E uma escolinha publica de ensino primaria voltada aos
alunos religiosos da cidade. Sao quase 200 criancas estudando das
kitot alef – vav e ameacadas, como tantas outras, pelos foguetes.
Sderot, para quem nao sabe, faz parte da chamada “regiao periferica”
do sul de Israel. Em nada se parece com as lindas imagens de Tel
Aviv ou Jerusalem que as pessoas conhecem ao chegar aqui. E como
estar num outro pais. Enfim… Tem muita gente la precisando de
ajuda, seja financeira ou simplesmente moral.
Assim como as criancas desta escola. Conversando com a diretora, ela
me perguntou se havia escolas judaicas no Brasil. Diante da resposta
afirmativa, me perguntou se eu poderia servir de ponte entre a
escola e o Brasil. Tenho o e-mail e telefones de contato da
diretora. Se alguem tiver interesse em promover um intercambio
cultural ou mesmo de apoio com as criancas de la, seria muito legal.
Nao precisa de dinheiro (apesar de que a escola e super humilde
mesmo, o patio esta vazio, nao tem nada e as criancas sofrem muito
agora, ate porque durante o recreio, estao proibidas de sair ao
patio por causa da ameaca). Ela sugeriu que criancas judias do
Brasil escrevam cartas ou mandem desenhos pelo correio ou por e-mail
para as criancas de Sderot. Depois das historias que la ouvi, sai
prometendo tentar ajudar. (Nao costumo fazer propaganda, mas tem
reportagem sobre isso na no Jornal da Record hj a noite. Nao deixem
de conferir, foi emocionante falar com as criancas…)
Diversos foguetes Qassan caíram em Sderot, Israel, matando Fatima Slutsker, 57 e ferindo seriamente diversos israelenses, conforme noticiado por toda a imprensa. Slutsker era uma senhora muçulmana, das Montanhas do Cáucaso, na ex-União Soviética, que veio para Israel há três anos junto com seu marido judeu. Uma testemunha disse que ela havia acabado de atravessar a rua e estava esperando o marido que permanecia no outro lado. Avichai Yosef e Benny Libranti, da organização de resgate Zaka, disseram que a cena era similar a de explosão de um homem bomba em um ônibus. Muitos não foram ao enterro com medo de novos ataques. Uma delegação de muçulmanos membros do Parlamento israelense foi ao local prestar seus respeitos a Fátima. Outros Qassam deixaram gravemente feridos Meor Ben Dorit e Snir Itzhak ben Miri, para os quais pedem-se orações neste momento difícil.
Somalis ajudaram Hezbollah no conflito com Israel no Líbano
Mais de 700 militantes somalis ajudaram o Hezbollah em sua guerra contra Israel, informa um documento confidencial da ONU. A Agência Reuters revelou que o documento relata que militantes islâmicos viajaram da Somália para lutar ao lado do Hezbollah, de onde foram treinados e armados pela Síria e Irã. O relatório cujo foco inicial era a violação ao embargo de armas, será discutido nas Nações Unidas.
Ora viva, acordamos! Não é de hoje que estamos reclamando, falando, escrevendo sobre a obsessão de Israel (Estado e povo judeu) quanto ao “retorno de refugiados palestinos” para o Estado judeu, tratado um “direito” liquido e certo, sem tocar no outro lado nestes últimos 58 anos os refugiados judeus dos países árabes. Há um completo desequilíbrio de posturas em se tratando de palestinos e de judeus não só pela comunidade internacional, mas também por Israel (Estado e povo judeu).
Quanto aos privilegiados refugiados palestinos não é preciso ser jurisconsulto para evidenciar que o “direito do retorno” que estaria inserido na resolução da ONU 194, de dezembro de 1948, embora tenha lhes dado regalias sem par para outros refugiados, como o “direito” de transmissão de desta condição à sua prole, quando para todos os outros é personalíssima, intransferível, não lhes assegurou o direito do retorno amplo, irrestrito, automático como exige o mundo islamítica, adicionada com uma estranha anuência de Israel. De fato, a única restrição que o governo de Jerusalém põe a tal regresso é o argumento demográfico: não haveria como abrigar os milhões de refugiados palestinos no Estado judeu…
Abstraindo-nos de questionamentos jurídicos da resolução 194 de 1948, repetimos particularíssima, única, para os refugiados palestinos, e que se entrechoca flagrantemente com toda a legislação posterior, a partir de 1950, originária da ACNUR, Alto Comissariado da ONU para Refugiados, aplicável a todos os refugiados do planeta. Uma grotesca disparidade de tratamento que tem arruinado a solução do problema do asilado palestino. Analisemos, pois, a própria 194, na busca do que significa tal retorno de refugiados a Israel:
Ora, a insistente rejeição da existência de Israel, por conseguinte da existência de cidadãos israelenses, por parte de grupos terroristas islamitas, como o Hamas – eleito partido majoritário nas últimas eleições democráticas realizadas em Gaza e Cisjordânia, ao lado de outros grupos de mesma natureza, como o “Jihad”, estão a evidenciar com clareza absoluta, que grande número de “refugiados palestinos” não almejam viver em paz com vizinhos israelenses, pretendem acabar com o Estado judeu, não estando, pois, habilitados para ao retorno, considerando a própria 194.
A sociedade israelense que já abriga com todos os direitos de cidadania árabes islamitas a compor 20% de sua população, além de absorver grande número de refugiados judeus provenientes de países árabes, não suportará mais a carga de milhões de refugiados palestinos.Ou seja, salta aos olhos não haver condições a Israel de receber milhões de palestinos.
3-Que seja paga indenização se o asilado não quiser regressar, ou que tenha havido perda ou danos à propriedade deixada para trás na fuga:
Indenização paga pelo Estado onde o refugiado estava domiciliado -Esta realmente é a única alternativa possível. Aliás, como o é para todos os refugiados do planeta, inclusive dos fugitivos judeus dos países árabes.
O programa nuclear do Irã e recursos consideráveis permitem que o país busque o domínio estratégico de sua região. Com o ímpeto de uma ideologia xiita radical e o simbolismo do desprezo pela resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Irã desafia a ordem estabelecida no Oriente Médio e, talvez, em qualquer outro lugar onde populações islâmicas convivem com maiorias não-islâmicas dominantes.
Até agora, o apelo para que a diplomacia supere esses perigos não rendeu frutos. O fórum de negociação que o mundo criou para a questão nuclear caminha para um impasse, provavelmente intransponível, a não ser num contexto geopolítico mais amplo. Tal negociação ainda não encontrou um fórum. De qualquer modo, as divisões entre os parceiros do diálogo impedem um senso de direção claro.
Aos ignorantes históricos e teológicos: quando se diz que o judeu é o povo escolhido por Deus, refere-se à época em que existiam vários povos cada um com seu Deus. Como a história explica, o Deus dos judeus se transformou também no Deus dos cristãos. Como hoje, tem-se a idéia de que há apenas um único Deus no universo, pelo menos no ocidente, alguns cristãos se sentem inferiorizados e menosprezados reagindo de forma violenta à esta idéia. Na verdade, os cristãos aprenderam a amar um Deus que não foi idealizado por eles, mas por outro povo. Como esse povo ainda existe, os católicos, principalmente, se sentem constrangidos. Os evangélicos não têm nenhum problema com isso.
A MINHA posição é muito simples: apoio sempre Israel, aja mal ou aja
bem e haja lá o que houver. Suponho que isto faça de mim, segundo a
óptica da época, um fundamentalista, tão mau como os terroristas: não
me importo. Cada um é livre de pensar o que quer. E é aqui que começa
(e não acaba) o problema
Se eu quiser interrogar a minha simplicidade, basta-me ler a imprensa
israelita. Aí são expostas e ardentemente defendidas todas as posições
possíveis. Se quiser ultrapassar à esquerda ou à fanática os mais
ferozes anti-sionistas europeus e americanos (os
portugueses,felizmente, são sempre desinteressantes) lá estão todos os
extremismos que eu possa pretender.
Os israelitas têm, em comparação com aqueles com que guerreiam,
algumas grandes vantagens. Não querem a destruição completa do povo a
que pertence o exército adversário. Gostam da liberdade de expressão;
da democracia liberal; dos direitos humanos. Pensam no que fazem; têm
problemas de consciência; dúvidas que exprimem publicamente e debatem
sem pudor. Votam e deixam votar. Enfim, Israel é como Portugal, como a
Europa, como os Estados Unidos, como o Japão, como a Austrália e todos
os outros países onde o indivíduo é livre de discordar, rebelar-se e
ser do contra. Ou, no meu caso, de não se rebelar – nem sequer contra
os que se rebelam.
Para mim, os adversários de Israel são os nossos. Por definição. São
os que querem destruir um Estado e um povo democráticos. Mais: Israel
somos nós. Não nos faz lembrar nada aquele país diminuto rodeado por
inimigos, com um único aliado poderoso? Faz lembrar Portugal há muitos
séculos atrás, quando a ideia de Portugal ainda não era aceite. Os
israelitas têm os americanos como nós tínhamos os ingleses. E os
restantes europeus, como sempre, vacilam em volta, confundindo a
própria confusão.
Não é em Israel nem aqui que existe unanimidade ou que se procura
alcançá-la. É essa a razão do meu apoio: poder concordar. Também é uma
liberdade. É onde há unanimidade – e onde se procura impô-la – que
está o que se deve temer e contrariar.
Abaixo lembramos alguns crimes de Yasser Arafat, fundador da Organização pela Libertação da Palestina (OLP), aliás, Mohammed Abdel-Raouf As Qudwa al-Hussaeini, ou Rahman al-Qudwa, como era conhecido nas rodas homossexuais no Egito. Essa lembrança se torna necessária, dada a campanha de engrandecimento de um assassino que a mídia internacional anti-americana e anti-Israel propaga, fazendo, de um terrorista sádico, um santo e inocente libertador do povo palestino que agora está morrendo de uma doença “desconhecida” – não muito desconhecida de outros tantos homossexuais!
Maio de 1972 – Membros do Exército Vermelho Japonês, agindo em apoio à OLP, abrem fogo com metralhadoras e granadas no Aeroporto de Lod, em Tel-Aviv, matando 26 e ferindo 70 pessoas.
Outubro 1972 – O grupo Setembro Negro da OLP massacra atletas israelenses, nas Olimpíadas de Munique.
Março, 2, 1973 – depois do presidente Nixon recusar as exigências dos terroristas, comandos da OLP executaram três reféns: o embaixador americano Cleo A. Noel Jr., seu vice, George Curtis Moore, e o encarregado belga de assuntos diplomáticos Guy Eid. Em maio de 1973, durante jantar privado com o ditador comunista romeno Nicolau Ceausesu, Arafat vangloriou-se da operação Kartoon, nome de código da operação assassina. Este encontro foi testemunhado por Ion Pacepa, principal agente do serviço de informações romeno – DIE.
Maio de 1974 – massacre na escola de Maalot: 28 mortos, quase todos crianças.
1976 – a OLP, a Líbia e terroristas iraquianos, tomam cidades cristãs maronitas no Líbano, matando brutalmente centenas de civis, incluindo mulheres e crianças.
Março de 1978 – ataque terrorista em ônibus na rodovia Haifa-Tel Aviv deixa 35 mortos e 80 feridos.
Incrível, pela brutalidade e sadismo, foi o assassinato do cidadão americano-judeu Leon Klinghoffer no seqüestro da OLP do navio italiano Achille Lauro. A vítima foi jogada junto com sua cadeira de rodas no mar! Ainda: ataques criminosos em Roma e no Aeroporto de Viena; bomba na discoteca La Belle em Berlin Ocidental, e outra numa sinagoga em Instambul – para citar alguns poucos.
Yasser Arafat começou sua carreira de crimes associado aos soviéticos que apoiavam Gamal Abdel Nasser, presidente do Egito. Sua condição de homossexual escandaloso o tornou vítima de chantagem dos serviços secretos soviéticos. Ion Pacepa conta tudo isso em seu livro Red Horizons. Pacepa o ajudou a introduzir-se nos círculos políticos que favoreciam a ideologia do Kremlim. Já tendo fundado a Al- Fatah em 1958, foi treinado pela KGB russa em Balashikha a leste de Moscou, no início da década de sessenta. O governo soviético, através de Pacepa, o abastecia com U$ 200.000 por mês mais dois aviões carregados de suprimentos militares.
Arafat em nada ajudou o povo palestino; foi joguete nas mãos dos russos e paparicado pelo esquerdista Bill Clinton. Mesmo se comprovando ter ele sido o responsável por um grande contrabando de armas no navio Karine A em 2002 que abasteceria as Brigadas de Al-Acksa na Faixa de Gaza, a ONU não caçou seu prêmio Nobel da “Paz” de 1994, comprometida que está com sua causa anti-sionista. Recentemente, Yasser Arafat endossou a candidatura do democrata John Kerry dizendo-o “melhor para a causa palestina”. Ainda hoje é incensado pela mídia internacional anti-americana e anti-Israel que o retrata como herói, obscurecendo sua biografia criminosa. E ela vem de longe; seu tio Hussaeini foi agente das SS islâmicas de Himmler na Segunda Guerra Mundial. Isso mostra as ligações incestuosas dos nazistas e dos comunistas anti-judeus e anti-americanos com radicais islâmicos ou islamizados como Yasser Arafat.
Arafat sempre fez parte de um problema que ele mesmo ajudou a criar. E nunca fez parte da solução. Não sei se sua morte gerará caos, mesmo que seja um processo típico da morte dos ditadores. Mas é um obstáculo que foi retirado, um obstáculo obtuso que, em sua miséria de querer protagonizar a história dos resistentes, não foi capaz de protagonizar a grandeza dos líderes. Mito, mas não estadista. Símbolo, mas não da paz. Dirigente, mas déspota. Glorificado, mas talvez medíocre.
O Drama Palestino:
Vitimas de si próprios e de seus irmãos
O que se esconde por trás da campanha na mídia
Parte 1 de 2
Israel Blajberg (*)
Tem pouca gente escrevendo a favor do entendimento entre Israel e
Palestina. Todos picham Israel, só porque os americanos usam este
pais como peca no tabuleiro de xadrez, ou por achar que judeu tem
rabo ou chifre. Eu não tenho. Ao contrario dos que distilam seu
ódio, sou pela solução pacífica.
Como brasileiro nato de primeira geração, e que também vestiu a
farda verde-oliva, ainda que por breves anos, me interessei pela
questão.
Minhas credenciais são os meus amigos de infância sirios e
libaneses, meu cardiologista, que também é um deles, meu gosto pelo
quibe da Rua da Alfândega, igualzinho ao de Jerusalem …
Pode? Libanês cuidando do coração de judeu? Só no Brasil …
É paradoxal, mas os palestinos reclamam dos israelenses porque hoje
em dia está muito difícil conseguir entrar para trabalhar em Israel:
pode uma coisa dessas? É assim que funciona entre dois povos
inimigos que se guerreiam? Ainda agora eles atravessam os check-
points, mas a muito custo, filas imensas, por que é preiso cuidado
com os homens bomba. Varios se explodiram dentro do container do
check-point, inclusive mulheres.
E quando algum palestino fica doente? Aonde vai se tratar? Em
Israel, é claro. Ainda mais quando se trata de um problema complexo.
Não precisa ir a Europa, Basta atravessar a fronteira e se tratar
nos modernos hospitais de Tel Aviv. É assim entre inimigos?
Paradoxal. Arafat poderia ter feito isso. Seria bem recebido em
Israel, apesar de tudo. Preferiu Paris.
Antes da Intifada, centenas de milhares retiravam o seu sustento do
trabalho em Israel. A imensa maioria é de gente trabalhadora,
aterrorizada por terroristas. Sim, pois quem ousa reclamar, acaba
arrastado pelos pés e pendurado de cabeça para baixo no poste mais
próximo.
Infelizmente, a sociedade palestina é assim, muito corrupta, muito
desigual. Como na antiga Rússia Soviética, o povo passa fome, e os
chefões do partido andam de Mercedes. E é isso que acontece lá,
literalmente. Estpa tudo dominado pelos fanáticos.
Todo mundo sabe que o dinheiro da Comunidade Européia nunca chega ao
povão, vai direto para as contas na Suíça, inclusive e
principalmente de Arafat que se tornou um dos homens mais ricos do
mundo, deixando a grana para a viúva esperta. Ao contrário, em
Israel existem centenas de milhares de pacifistas, gente que
atravessa o Muro de Contenção para ajudar os palestinos acolher
azeitonas, e que fica na frente das tropas.
Onde já se viu, meninos jogarem pedras em soldados? Por muito menos,
a historia está cansada de registrar tantos massacres.
Na Palestina, os soldados que enfrentam estes meninos deviam ganhar
uma medalha, pela sua coragem em não reagir, levar pedrada e saber
se conter. Não usar a força que tem. Um dos exércitos mais poderosos
do mundo sabe ficar parado. Quando muito algumas bombas de efeito
moral. Um ou outro garoto que recebe uma bala perdida é mais vitima
dele mesmo que das tropas. Como se sabe, aquela sociedade tem um
culto especial pelo sacrifício inútil, pelo martírio injustificado.
Como mulher de malandro, parecem gostar de apanhar.
Para quem não está familiarizado com a complexa geopolítica do
conflito israelense árabe, o impacto das noticias e imagens na
mídia torna muito difícil explicar que Israel não tem toda a culpa.
O retrato de uma criança palestina morta pode uma bala perdida é uma
arma poderosa usada à exaustão pela mídia perversa.
Alguém acha que se atira para matar em crianças? A mídia não quer
saber, quer vender jornal.
Hebron: em 1920 os árabes massacraram judeus religiosos, indefesos.
Nem havia Palestina, nem Israel ainda.
Andam no shopping. Basta ir a qualquer cidade israelense e ver como
os árabes desfilam tranqüilamente, com suas roupas típicas. Ninguém
joga pedras neles. São livres para ir e vir. Os árabes israelenses,
sim isso existe, tem o maior padrão de vida de um árabe no mundo
fora dos oásis do petróleo.
Agora, procurem um judeu nas Arábias. Não vão encontrar, não existe.
Tiveram que fugir para não morrer.
Pode um israelense desfilar em um shopping em Ramalla, por exemplo?
Jamais. Seria linchado pelos terroristas.
Não há sociedade igualitária em nenhum lugar. Quem conquista terra
fica com ela. Israel foi sempre invadido e ameaçado em todas as
guerras, e sempre reagiu, derrotando os árabes. Por que os árabes
invadiram Israel? Não poderiam se sentar e discutir uma paz justa?
Infelizmente os fanáticos e terroristas põem tudo a perder. Não
admitem se sentar em uma mesa e discutir a paz. Preferem se
explodir, agora já mandam desavergonhadamente mulheres e crianças se
explodirem. Por isso Israel teve de construir o Muro de Contenção.
Mas quando vier a paz, ele será imediatamente derrubado, como
aconteceu com o Muro de Berlim. E não se falou mais nisso …
No elegante salão do Alvear Hotel, em Buenos Aires, o coronel Ramón Camps, chefe de polícia da capital, encarou a platéia de jornalistas estrangeiros. Estava pronto para apresentar a prova do envolvimento de seu prisioneiro em uma conspiração para destruir a Argentina cristã e familiar. Mandou rodar a fita com a gravação do interrogatório.
— O senhor admite que é judeu? — ouviu-se Camps rosnar.
-— Sou… sim — respondeu o prisioneiro Jacobo Timerman, jornalista, num sussurro apavorado.
— Então, o senhor é sionista! — gritou Camps.
— Bem… não sei, talvez.. — disse Timerman.
Camps parou a gravação e lançou um olhar de triunfo aos repórteres.
— Como podem ver, ele admite que é sionista!
Os judeus foram alvo preferencial na ditadura
Aquele inverno de 1977 ficou indelével na memória de Uki Goñi, então jovem repórter do “Buenos Aires Herald”, jornal dirigido à comunidade britânica. Pelas décadas seguintes ele tentou compreender a Argentina da ditadura militar com seus 304 campos de detenção, de onde desapareceram 8.956 pessoas, entre elas 1.296 judeus — 12% do total de presos. A matança foi desproporcional, porque a comunidade judaica não somava mais de 1% da população.
— Eu pensava: não pode ser casualidade o fato de que este país, que deu acolhida a nazistas como Eichmann e Mengele, tenha tido uma ditadura criminosa como foi a argentina.
Não foi fortuita a proteção dada a assassinos como Adolf Eichman, o engenheiro do transporte de judeus para câmaras de gás, e Josef Mengele, o “cientista” que os usava como cobaias, constatou Goñi, depois de seis anos revirando arquivos em dois continentes. Houve uma ação de resgate deliberada do governo Juan Domingo Perón, com a benção do Vaticano.
Dos 480 criminosos de guerra desembarcados em Buenos Aires, ele identificou quase 300. Mapeou-lhes o rastro de conivências até a sede do governo. O resultado da investigação está condensado em 448 páginas do livro “A Verdadeira Odessa” (Editora Record), à venda no Brasil a partir desta semana.
Ao desvendar as fraudes de Perón e seus coronéis, a partir da II Guerra, Uki Goñi começou a perceber as raízes do anti-semitismo peculiar da ditadura militar de 1976 a 1983.
— No início, eu esperava encontrar provas da influência nazista sobre as políticas assassinas da ditadura. Mas a verdade que apareceu era perturbadoramente diferente — conta. — De maneira alguma os nazistas tinham influenciado significativamente os generais genocidas argentinos apenas na década de 1970. A semente maligna estava lá bem antes de eles chegarem.
A sedução totalitária, embalada pelos canhões e embebida no dinheiro do serviço secreto exterior de Hitler, alimentou delírios políticos sobre todo o Cone Sul. Entre outras coisas, um acordo secreto de Perón com Heinrich Himmler, chefe da SS (o núcleo político e militar do partido nazista) para provocar golpes de Estado em Brasil, Bolívia, Uruguai e Paraguai. Pretendiam garantir uma dominação argentino-germânica na América do Sul, cujo mapa passaria a ter apenas cinco países entre o Canal do Panamá e a Patagônia.
Hitler tentou, mas não chegou a sobreviver ao programa atômico que iniciou. Nos anos seguintes à guerra, os seus cientistas nucleares transitaram pela Argentina e pelo Brasil à caça de oportunidades de avançar nas pesquisas, sob o guarda-chuva político e financeiro das ditaduras da ocasião.
Convidado por Perón, em agosto de 1948, o físico Ronald Ritcher apresentou-lhe uma proposta: desenvolver um programa nuclear a partir da fusão de hidrogênio — alternativo ao dos Estados Unidos, baseado na fissão de urânio enriquecido.
Saiu da Casa Rosada, a sede do governo argentino, com um contrato que lhe garantia o extraordinário salário mensal de US$ 1.250 (ao câmbio da época), um orçamento milionário, liberdade total para montar sua equipe e uma ilha exclusiva no lago Nahuel Huapi, na região de Bariloche, para construir os laboratórios.
Vinte e nove meses e dezenas de milhões de dólares depois, Perón e Richter posaram juntos para fotografias em Buenos Aires. Diante dos jornalistas, o presidente argentino anunciou o domínio da “reação termonuclear sob condições de controle em escala técnica”. Oito semanas mais tarde, o presidente decidiu ir além: revelou que a Argentina preparava uma “bomba de hidrogênio”. O delírio prosseguiu por mais três anos. Quando Perón se convenceu de que estava diante de um fiasco tecnológico e científico, abandonou Ritcher nos galpões-laboratório da ilha. Bariloche virou uma aprazível estação turística de inverno, a mais visitada por brasileiros.
Duas décadas depois, uma missão de cientistas alemães desembarcou no Rio de Janeiro, a convite do governo do general Arthur da Costa e Silva. Alfred Boëttcher, diretor do Instituto de Pesquisas Atômicas de Juelich, estava acompanhado de Hans Joos, diretor do Instituto de Física de Hamburgo, e Klaus Wagner, diretor do Instituto de Pesquisas Nucleares de Hamburgo.
Quando partiram, a rádio Havana, de Cuba, revelou que haviam proposto ao Brasil uma parceria em experiências nucleares, proibidas de serem feitas na Alemanha. Com eles começou, de fato, um bailado nuclear Brasil-Alemanha que permitiu à ditadura militar brasileira anunciar, em 1974, um bilionário programa nuclear baseado numa tecnologia que nunca saiu do papel — o enriquecimento de urânio por jato centrífugo.
Na guerra, Boëttcher estivera no núcleo do programa atômico do Reich. Na paz, fez parte da direção da Comissão Atômica Alemã, com salários pagos pelo grupo Degussa.
Identidade de Boëttcher surpreende brasileiro
Ele foi responsável pelo programa de treinamento de cientistas brasileiros agrupados na Nuclebrás, empresa estatal criada pelo regime militar para executar o projeto atômico. — Era uma pessoa afável — lembra Mauricio Grinberg, que chefiou o Departamento de Combustíveis e Materiais Nucleares e a Superintendência de Planejamento de Tecnologia da extinta Nuclebrás. Em algumas ocasiões, Grinberg visitou o colega cientista em sua casa, na Alemanha.
De ascendência judia, Grinberg conta que, como os demais cientistas brasileiros, jamais poderia imaginar que o “cordial” Boëttcher fora um oficial da SS nazista na guerra. Muito menos que em sua ficha constasse passagens de serviço em campos de extermínio de prisioneiros judeus.( J.C. )
A marcha marcial nazi-fascista embalou sonhos autoritários, em ritmo diferente, por todo o Cone Sul. Ecoou como suave melodia nos ouvidos de um pedaço da elite civil e militar brasileira, que desde o final do século XIX encantava-se com a possibilidade de um Estado forte e, paradoxalmente, reformista. Ele veio em 1937, no formato do Estado Novo moldado por Getúlio Vargas.
O fascínio pela eficiência das legiões de Hitler levou grupos de militares pró-germânicos a Berlim, em visita oficial, onde foram recebidos com pompa. Agentes policiais foram enviados para treinamento na Gestapo. Os influentes generais Eurico Dutra e Góes Monteiro eram vistos como “prussianos”.
— Havia uma certa identificação doutrinária, mas a reação liberal no país impediu a difusão e o predomínio dessas idéias totalitárias — diz o historiador Marco Antonio Villa, da Universidade de Campinas. — Na Argentina foi muito mais evidente. Os nazi-fascistas brasileiros nem eram anti-semitas.
É preciso abrir os arquivos nacionais, diz o escritor Uki Goñi: — Muitos nazistas passaram pelo Brasil em fuga. Houve até um que foi preso e depois liberado por ordem do ministro da Justiça— lembra ele.
Era Charles Lesca, franco-argentino preso no Rio. Foi agente da contra-espionagem do Reich na França. Condenado à morte, fugiu. Morreu em paz, em Buenos Aires. Outros sobreviveram e transitaram pelas ditaduras dos anos 70 e 80. O ex-chefe da Gestapo Klaus Barbie, o “carniceiro de Lyon”, foi contratado para organizar um esquadrão da morte na Bolívia. Hans-Dietrich Rudel, herói da Luftwaffe, debulhou-se em negociações entre Perón e o general paraguaio Alfredo Stroessner que resultaram no acordo para construção da Hidrelétrica de Yaciretá.
Emblemas do pesadelo nazista também pontuaram em cenas das ditaduras latinas nos anos 70. Presos citam suásticas pintadas em paredes de cárceres argentinos. No Dops paulista, o delegado Sérgio Paranhos Fleury permitiu-se a um ritual: recebia presos em sua sala com um capacete do Exército nazista na cabeça. Às vezes, agentes o saudavam, com o braço direito esticado: “Heil!”. Fleury retribuía, sorrindo: “Heil!”. (J.C.)
Está morto o líder dos palestinos, assim como está morto também o seu símbolo. E, sem dúvida, para a imensa maioria deles morre um mito. Talvez, aí esteja a raiz do problema: – como se forjam os mitos palestinos, de onde nascem as liturgias, qual é o senso comum que alimenta as razões que, freqüentemente, justificam ações violentas? Desde a mítica frase da israelense Golda Meir, de que haveria paz no dia em que os palestinos amassem mais os seus filhos do que odeiam os judeus, pouco tem mudado. E se alguém se encaixa bem nessa imagem, era precisamente Arafat. Yasser Arafat tornou se dirigente antes da ocupação israelense, motivado não pela vontade de criar um Estado palestino, mas pelo manifesto desejo de destruir Israel. A causa e o conceito não surgem a favor dos palestinos, mas como identidade negativa: contraria a dos judeus. É uma identidade nascida do ódio e com uma única projeção de futuro: destruir o outro. E esse ódio tem criado uma cultura coletiva que impossibilita qualquer ação no futuro. Arafat gerou o ódio, mimou o durante décadas, alimentou o com a destruição da esperança, e
seus herdeiros recolhem esse ódio com dedicada servilidade. Com seu cadáver ainda quente, o Hamas, os mártires de Al-Aqsa e assemelhados já garantiram que nunca firmarão a paz.
Todavia por mais que isso pareça chocante aos ouvidos palestinos, a Palestina não tem nenhum futuro sem Israel. Pode ser que achem que Israel seja inimigo, mas é o único aliado.
Mesmo que nas ruas de Gaza não queiram saber disso. E, como irão sabe lo, se foram liderados desde ínicio por um líder que criou organizações terroristas com vocação destrutiva e que
encheu de sangue a desmemoriada Europa e o Oriente Médio? Algum dia, as centenas de cristãos libaneses massacrados pelas facções palestinas terão quem as recorde, quem as mencione, quem escreva sobre eles.
Arafat foi um líder que dinamitou todas as pontes de diálogo e frustrou todas as negociações de paz, incluindo a grande esperança de Camp David. Essas são as palavras do mesmíssimo
Arafat, explicadas há pouco tempo pelo seu própio guarda-costa, em pleno processo de negociação: “Se assino este acordo, terás que ir ao meu enterro”.
Arafat havia criado o monstro do ódio, e os monstros têm vida própia.
Nunca quis ser como o egípcio Sadat, um estadista que acabou assassinado. Preferiu destruir toda esperança pacifica e viver com a aureola da resistência épica, plenamente assentado no populismo da violência e na demagogia antijudaica.
Provavelmente Arafat foi, simplesmente, um grande medíocre. Esta
incapacidade, somada à corrupção generalizada, à cultura antidemocrática que impôs, à permissiva cumplicidade com
o terrorismo e a nula vontade dos paises árabes implicados no conflito em estabelecer uma paz segura, nos levou a uma via morta, cheia de assassinatos e sem saída.
Arafat sempre fez parte de um problema que ele mesmo ajudou a criar. E nunca fez parte da solução.
Não sei se sua morte gerará caos, mesmo que seja um processo típico da morte dos ditadores. Mas é um obstáculo que foi retirado, um obstáculo obtuso que,em sua miséria de querer protagonizar a história dos resistentes, não foi capaz de protagonizar a grandeza
dos líderes. Mito,mas não estadista.Símbolo, mas não da paz. Dirigente, mas déspota. Glorificado, mas talvez medíocre.
Quem salva uma vida humana, salva a humanidade (02/11/2006)
by Cissa
As imagens assemelham-se a um filme de terror de quinta categoria. O roteiro é o mesmo, sempre: A mulher é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada em uma vala cavada até à altura de sua cintura, de forma que nenhuma chance tenha de correr ou se defender. Completando o cenário, uma roda de homens e montes de predras. É iniciado um dos rituais mais bárbaros e desumanos ainda praticados hoje em dia em numerosos países, entre eles o Irã, onde ocorrem as cenas reais do vídeo ( http://www.youtube.com/watch?v=XOTaRJGPniQ ) que tem corrido a internet.
Duas mulheres são postas em seus buracos e, primeiro pelo juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público, são apedrejadas até o desfalecimento fatal, como era feito com animais nos tempos trogloditas da humanidade. Detalhe sádico: As pedras não devem ser tão grandes para evitar a rá pida perda dos sentidos, nem tão pequenas que não provoquem dor. A morte precisa ser lenta e dolorosa.
Os crimes destas mulheres correspondem ao artigo 83 do código penal iraniano e sua sentença: Adultério – Pena de morte por apedrejamento. Embora pressões internacionais tenham alcançado êxitos parciais e o Irã, por exemplo, declarou oficialmente em 2002 a extinção da pena de morte por apedrejamento a mulheres adúlteras, as sentenças não sofreram interrupção.
Segundo a Anistia Internacional, sete mulheres, com os nomes de Parisa, Iran, Khayrieh, Shamameh Ghorbani, Kobra Najjar, Soghra Mola’i y Fatemeh estão condenadas e aguardando a execução da pena. Para tentar evitar e aumentar a pressão sobre a justiça e autoridades religiosas iranianas, a Anistia promove uma iniciativa com uma carta de protesto exigindo o fim do ritual, lembrando que o Irã assinou tratados internacionais de respeito aos direitos civis e políticos, bem como a anulação imediata da pena para as sete mulheres. A carta encontra-se para leitura e assinatura digital no site da secção espanhola da Anistia Internacional . Até agora mais de 230 mil pessoas já contribuíram com a iniciativa.
“Eu quero fazer explodir o coração da mentira”, assegurou um Robert Faurisson triunfante, ecoado por vivas e aplausos apaixonados. Conhecido revisionista francês há pouco tinha sido condenado em seu país por negar o extermínio nazista contra os judeus, mas isso não o impediu de desfrutar lindas férias pagas no balneário do Irã, e participar placidamente como apresentador no congresso que o fascismo iraniano montou sobre o Holocausto. Nos corredores do congresso, David Burke, ex-dirigente da Ku Klux Klan, mostrava sua felicidade aos escassos jornalistas europeus que haviam acompanhado o ato, e aproveitava para falar da “vergonha” ocidental, repressora da liberdade de expressão… Claro que o Irã era, no imaginário do conhecido racista americano, um modelo de liberdades democráticas.
Também dizem as crônicas que os representantes iranianos não estavam completamente felizes. Queriam ter dado uma aparência “científica” ao congresso, mas os acontecimentos tinham escapado de suas mãos. Que o congresso tinha se convertido, enfim, em uma orgia de negacionistas, nazistas de todas as espécies e toda a grande família de conhecidos anti-semitas que povoam livrarias e panfletos de todo o mundo, para desgraça da inteligência e da justiça. Só faltou o bom Mel Gibson… Quer dizer, o congresso do Irã sobre o Holocausto resultou em um grande espetáculo de ódio e desprezo às vítimas judaicas do Shoah, pago com dinheiro público de um estado, membro da ONU, cujo influência no Islã, no Oriente Médio e no mundo, é mais que notória. É claro que, o presidente Ahmadinejad voltou a ameaçar Israel, pedir seu desaparecimento e encorajar todos os muçulmanos a que façam isso efetivamente. Conclusão: apologia do ódio, ameaça bélica de um país contra outro, exibição pública sem culpas da orgia anti-semita, e finalmente uma notória inibição e indiferença do mundo, perfeitamente exemplificadas no silêncio cruel da Organização das Nações Unidas. Se, de algo serviu o congresso de Irã, infelizmente foi para confirmar o que já era conhecido: demonstrar que é possível se fazer apologia do negacionismo nazista e não sofrer nenhuma conseqüência.
Escrevo porque tenho dúzias de amigos que pertencem ao terrível naufrágio do Holocausto; porque recordo minha amiga colombiana cuja avó havia perdido completamente o conhecimento do polonês, seu idioma, quando foi resgatada, com 13 anos, de Auschwitz, depois de ver desaparecer toda a sua família; porque recordo o olhar trêmulo de um sobrevivente no Chile que me falou, entre lágrimas, que nunca nenhum europeu lhe havia pedido perdão; porque recordo aquele homem triste que eu conheci em Santiago, cujo pai, músico de profissão, foi forçado a tocar o violino enquanto executavam sua família; porque se foram mais de um milhão de crianças; porque desapareceram dois terços da população judaica européia; porque dezenas de povoados, com sua vida judaica de séculos, com seus poetas, seus professores escolares, seus agricultores, seus comerciantes, seus médicos, seus filhos e seus avôs, suas esposas e seus maridos, todos, pelas raízes, desapareceram para sempre do mapa. Fumaça, apenas fumaça. E alguns desejam que não sejam nem mesmo apenas uma lembrança. Fumaça e esquecimento. Por tanta dor, por tanta maldade, por tanta tragédia que me pesa na alma, com a culpa de séculos que a Europa acumula, por tudo isso, sinto-me profundamente triste, profundamente perdida e profundamente derrotada.
Está certo. O racista Burke tem razões para estar triunfante: alimenta o ódio aos judeus, zomba do extermínio que sofreram seis milhões de pessoas, e sai livre, completamente livre. A quem ele importa? Que país retirou seu embaixador iraniano de seu território? Quem pediu explicações na Assembléia Geral da ONU? Quem enviará à prisão esses que participaram desta apologia da maldade? Quem se sentirá comovido? De todas as muitas vezes, foram tantas, em que eu escrevi que os judeus estão sós em face ao seu infortúnio, e que Israel está só em face à sua sobrevivência, esta é a que disponho de mais dados para me assegurar disto. Eu me pergunto. O mundo teria permitido um congresso oficial, público, legal, a favor do racismo? Não teriam sido feito todos os tipos de atos de solidariedade e protesto? Não teriam concebido boicotes econômicos, militares e a diplomacia teria esgotado todos os recursos para evitá-lo? As organizações de esquerda não teriam saído às ruas, indignadas pela apologia da maldade que representa o racismo? A SOS Racismo não teria gritado aos céus? E os Saramagos do mundo, não teriam expressado sua profunda raiva? Mas quando o racismo é perpetrado contra os judeus, vítimas da maior aniquilação da história, o mundo considera que isto não é, nunca foi, seu problema.
Da impunidade renasce, radical e reforçado, o ódio. E, com o ódio reforçado, todas as portas do mal estão abertas.
Diz um velho ditado: “quando seu inimigo lhe assegura que ele quer matá-lo, acredite”. O que devem pensar os israelenses diante das ameaças reiteradas de destruição, por parte do Irã, país que impunemente conseguirá bombas atômicas? O que devem pensar os judeus do mundo inteiro? Eles pensam que estão sós. Que eles sempre estiveram sós em face ao ódio anti-semita.
Aqueles que carregam os números e que têm essas lembranças horriveis em
breve deixarão este mundo
Se o que eles viram e sofreram for esquecido, a humanidade terá que
começar a passar de novo por coisas semelhantes.
Rezemos para lembrar.
Faz mais de 60 anos que a 2ª guerra terminou.
Estou encaminhando este e-mail para formar uma cadeia em memória dos 6
milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, 1900
padres católicos, assassinados, massacrados, violentados, queimados,
difamados e humilhados enquanto alemães, poloneses e russos olhavam em outra
direção
Agora, mais do que nunca, com o Irã – entre outros – pretendendo que o
Holocausto é um “mito” , é imperativo assegurar-se de que o mundo não
esquecerá jamais .
Este e-mail deve atingir 40 MILHÕES DE PESSOAS PELO MUNDO TODO, JUNTE-SE
E SEJA UM ELO DESTA CADEIA DA LEMBRANÇA E AJUDE-NOS A FAZER PASSAR ESTA
MENSAGEM PELO MUNDO AFORA.
Obrigado
Não é sem fundamento e preocupação que Nestor Kirschner , presidente da Argentina , evitou encontrar-se com Mahmoud Ahmadinejad quando este visitou a América do Sul sob pretexto de assistir a posse do novo presidente do Equador Rafael Correa , o que ocorreu sem a presença do presidente argentino.
Na Argentina persiste o mal-estar com o governo iraniano após o indiciamento de vários de seus funcionários que atuavam na embaixada em Buenos Aires como facilitadores do atentado terrorista suicida contra a organização judaica AMIA , em 1994 , quando morreram 86 argentinos e 300 ficaram feridos. O Irã recusa-se a extraditar os indiciados.
Chaves e Manhmoud Ahmadinejad , presidente do Irã , tem um forte ponto em comum no ódio aos judeus e ao Estado de Israel.
Ambos deveriam mirar-se no exemplo do ícone da revolução cubana , Fidel Castro , ídolo do líder venezuelano. Fidel , ao tomar o poder , expropriou os canaviais de cubanos de fé judaica , além de nacionalizar as propriedades imobiliárias de importantes empreendedores judeus da ilha.
No entanto , no ano passado , o debilitado ditador demonstrou seu arrependimento pela postura do passado ao mandar edificar numa praça central de Havana um candelabro de sete braços , com dois metros e meio de altura , simbolizando a menorah judaica que adornava o Grande Templo do rei Salomão e é o brasão oficial do Estado de Israel. A sua intenção declarada foi homenagear a memória das vitimas do Holocausto.
Atualmente o grande amigo do ditador é Rafi Eitan , o ex-diretor geral do Mossad , o temível serviço secreto de Israel. Rafi está construindo 18 edificios em Cuba e um super shopping center . Um exemplo a ser seguido por seus dois fanáticos fãs , que tentam praticar a violação histórica de negar o maior crime de genocídio praticado contra um povo e o massacre de diversas minorias e inimigos políticos pelos nazistas.
Na Venezuela de hoje , a comunidade judaica vive momentos de apreensão por atitudes agressivas contra instituições culturais e sinagogas do país . Um clima de hostilidade estimulado pelos atos e declarações de Chaves ao lado de seu amigo Ahmadinejad.
A principal inspiração que deveria influenciar Chaves no respeito às minorias em seu próprio país , são as palavras de seu ídolo inspirador , pai da revolução bolivariana a que tanto se refere , Simão Bolívar , que declarou: “ Caracas não somente convidou , mas deseja ver entrar por seus portos a todos os homens úteis que venham buscar asilo entre nós , e a ajudar-nos com suas indústrias e conhecimentos , sem perguntar qual seja a parte do mundo que lhe deu a vida “.
Chaves investe contra a liberdade de imprensa , expropria propriedades por decreto , ameaça investidores históricos na economia venezuelana e impulsiona o líder cocaleiro Evo Morales da Bolívia em suas invasões de empresas como o ocorrido nas refinarias da nossa Petrobras.
Cabe finalmente indagar o porque da iniciativa na Assembléia Legislativa de nosso estado , em pleno recesso parlamentar , para entregar a Medalha Tiradentes à Hugo Chaves , no auge de suas iniciativas antidemocráticas , espoliadoras e belicistas?
Melhor seria deixá-la na gaveta , onde repousava desde 1999 , ano em que foi outorgada , evitando a desfeita de Chaves que cancelou na última hora sua ida anunciada à ALERJ , até sabermos de que lado colocar este perturbador líder populista.
Devemos homenagear um amigo ou um inimigo do Brasil e da paz mundial ?
Uma queixa contra a TV Suíça Romande (Télévision Suisse Romande TVR) foi colocada hoje por um conjunto de queixosos, apoiados por cerca de 150 pessoas, contra uma reportagem que foi ao ar em 26 de outubro, programa “Temps Présent” (tempo atual) sobre o grupo terrorista Hezbollah. Escrita por Alain Jean-Mairet, conhecido dos leitores deste blog, é um ataque deontológico total contra a única tv nacional em nossa parte do país, reprovando-a por:
· Apresentar uma organização islamista, terrorista e totalitária como simples partido político, armado mas benevolente, quiçá benéfico;
· Passar um imagem de pessoa mais que respeitável para uma homicida com motivação política e não arrependida;
Criar, reproduzir, ou deixar sem contra-argumentação decente uma impressão geral e um catálogo de argumentos incitando o público, por um lado, a condenar Israel de modo unilateral, o que favorece o crescimento de um antisemitismo moderno em nosso país e, por outro lado, a considerar os métodos terroristas como aceitáveis, ou justificados, e a acreditar, erroneamente, que a sociedade fundamentalista preconizada pelo Hezbollah é compatível com o modo de vida ocidental.
Pode-se ler no site da AJM todo o procedimento que conduziu a esta queixa, inclusive as anotações esclarecedoras da sessão de conciliação entre as duas parte. Os procedimentos às vezes contestáveis da TSR em matéria de informação são suficientemente conhecidos para que não haja necessidade de mencioná-los. O que em compensação é muito interessante, nesta queixa, é a confirmação que a transferência de poder, decorrente das novas tecnologias da informação e da comunicação tem um impacto direto sobre as mídias tradicionais, que estavam até agora fora do alcance do cidadão. É preciso ter a possibilidade de reunir os conhecimentos, competências e vontades para brigar com uma empresa tão influente quanto a TSR.
No entanto, o David cidadão tem uma vantagem determinante contra o Golias mediático: ele usa a arma principal deste último, isto é, a legitimidade, a ética, a veracidade fatual e a equidade intelectual. Aí, os viéses e os preconceitos tão frequentes nas redações – anti-americanos, anti-israelenses, pro-palestinos, ou ainda anti-militares – são vulnerabilidades maiores ainda porque contradizem as regras deontológicas próprias do jornalismo. Perpetuamente procurando transparência e autocrítica nos outros, o que faz delas aliás uma componente essencial de toda sociedade democrática, as mídias são assim confrontadas às mesmas exigências a respeito de seu trabalho. E esta inversão de papéis é frequentemente mal vivida nas redações habituadas a controlar o essencial do discurso, seja imprensa escrita ou televisão, ao contrário da rádio, mais acostumada à expressão de opiniões diversas e de críticas.
Claro que uma queixa ainda não é uma condenação, e é preciso ver o que fará com isso a Autoridade independente encarrega de avaliar queixas em rádio e televisão. Mas a importância desta iniciativa, cujo eco mediático seria interessante observar (cerca de trinta órgãos de imprensa receberam a tarde o anúncio da AJM) não deixará de surtir efeito nas redações, porque ninguém gosta de ser pego de acordo com seus próprios critérios.
A cristandade está morrendo na terra onde nasceu
por Daniel Pipes
New York Sun
13 de Setembro de 2005
Na noite de 3 para 4 setembro, aconteceu nas imediações de Ramallah, Cisjordânia, o que alguns observadores vêm chamando de um pogrom. Nessa noite, quinze jovens muçulmanos de Dair Jarir irromperam na vizinha Taybeh, uma vila cristã de 1.500 habitantes.
O motivo do ataque? Uma jovem muçulmana de Dair Jarir chamada Hiyam Ajaj, de 23 anos, apaixonara-se por seu chefe cristão, Mehdi Khouriyye, dono de uma alfaiataria em Taybeh. O casal manteve o romance em segredo durante dois anos, e ela engravidou em março de 2005. Ao descobrirem a gravidez da jovem, os parentes a mataram. Isso se deu mais ou menos no primeiro dia de setembro; não satisfeitos em “lavar a honra” — pois a lei islâmica proíbe terminantemente que homens não-muçulmanos tenham relações sexuais com mulheres muçulmanas — os homens da família Ajaj quiseram vingar-se de Khouriyye e de sua família.
Dois dias depois, encontraram a vingança que buscavam no ataque a Taybeh. Os Ajajs e seus amigos invadiram casas e roubaram móveis, jóias e aparelhos elétricos. Lançaram coquetéis molotov contra alguns prédios e jogaram querosene em outros, ateando-lhes fogo em seguida. Somaram-se em prejuízos no mínimo 16 residências, várias lojas, uma fazenda, uma chácara e um posto de gasolina. Os vândalos danificaram automóveis, saquearam à vontade e destruíram uma estátua da Virgem Maria.
“Parecia uma guerra”, disse ao Jerusalem Post um morador de Taybeh. Horas se passaram antes que as forças de segurança e o corpo de bombeiros chegassem ao local. Os quinze agressores mal ficaram umas poucas horas na delegacia de polícia e então foram libertados. Quanto a Khouriyye, foi detido por policiais árabes palestinos, colocado em uma cela e (segundo afirma sua família) é espancado constantemente.
Como observa a agência de notícias Adnkronos International, para os palestinos da comunidade cristã, “o fato de os delinqüentes muçulmanos terem sido libertados e o alfaiate cristão continuar detido revela, no melhor dos casos, a indiferença da AP à difícil situação dos cristãos palestinos e, no pior, o quanto essa lhes é hostil.
Um primo, Suleiman Khouriyye, apontou para a casa incendiada. “Eles agiram assim porque somos cristãos. Ele fizeram isso porque nós somos os mais fracos aqui”, disse ele. A família Khouriyye e outras testemunhas lembram-se de que os agressores bradavam “allahu akbar” e slogans anticristãos como “queimem os infiéis, queimem os cruzados”. Ao que um primo de Hiyam Ajaj, impenitente, replicou: “Queimamos as casas deles por terem desonrado nossa família, e não por serem cristãos.”
O ataque repete um padrão mais amplo. De acordo com o custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa, só na região de Belém os cristãos foram vítimas em noventa e três casos de injustiça registrados entre 2000 e 2004. No pior deles, ocorrido em 2002, muçulmanos assassinaram as duas irmãs Amre, de 17 e 19 anos de idade, por eles consideradas prostitutas. A autópsia, porém, constatou que as adolescentes eram virgens — e tinham sido torturadas nos órgãos genitais.
“Quase todos os dias — quase todos os dias, repito — nossas comunidades são maltratadas pelos extremistas islâmicos nessa região”, assegura Pizzaballa. “E quando não são os membros do Hamas ou da Jihad Islâmica, são os confrontos com (…) a Autoridade Palestina.” Além dos islamistas, fala-se em uma espécie de “máfia muçulmana” que operaria em território palestino. Com a cumplicidade da AP, o bando ameaça as terras e os proprietários cristãos, fazendo com que estes muitas vezes abandonem suas propriedades.
A campanha de perseguição tem obtido êxito. A população cristã se multiplica em Israel, mas se encolhe com rapidez na Autoridade Palestina. Belém e Nazaré, cidades históricas do Cristianismo há quase dois milênios, são agora de maioria muçulmana. Em 1922, o número de cristãos superava o de muçulmanos em Jerusalém; hoje, os cristãos não passam de meros 2% da população local.
“Será possível que a presença cristã fique reduzida a igrejas vazias, a uma hierarquia sem congregação e sem rebanho no berço da cristandade?” É o que indaga Daphne Tsimhoni no Middle East Quarterly. É difícil prever que coisa poderá impedir essa visão espectral de se tornar realidade.
Um fator que poderia ajudar a prevenir esse futuro sombrio seria as principais denominações protestantes denunciarem publicamente os muçulmanos por perseguirem e expulsarem os cristãos do território palestino. Até agora, a Igreja Episcopaliana, a Evangélica, a Luterana, a Metodista e a Presbiteriana, assim como a Igreja Unida de Cristo, têm, lamentavelmente, ignorado o problema.
Em vez de denunciar, elas se contentam em manifestar sua indignação moral contra os israelenses e chegam até mesmo a retirar os fundos de investimentos aplicados no país. Ao vê-las tão obcecadas com Israel mas silentes à agonia da cristandade na própria terra natal, imagina-se o que mais será preciso para lhes despertar a razão.
A Terra Santa sofreu grandes e conhecidas alterações em seu desenho, e em seu perfil demográfico ao longo de sua multimilenar história. Mas no que diz respeito ao período- de 1946 a 1948, referente à criação do moderno Estado de Israel, em decorrência da “partilha da Palestina” decidida pela ONU-29-novembro-1947, pouco ou nenhum – espaço nos jornais é dedicado a relacionar esse passado com o que publica em nossos dias, embora esse procedimento seja essencial para se compreender o que ocorre na região. Consultando-se os arquivos os exemplares do jornal “Estado de Minas” da época da “partilha da Palestina”[1][1], entre 1946 e 1948, é possível se perceber como se deu a ação e reação da Potencia Mandatária, a Grã-Bretanha, que tutelava a região desde 1920, bem como as posturas dos habitantes árabes e judeus diante à oportunidade da autodeterminação. Ao mesmo tempo, evidencia-se o entrechoque do que emerge dos arquivos com o que é noticiado, analisado e divulgados no século XXI. A falta de consulta aos arquivos dos profissionais que elaboram as edições de nossos tempos, a perder o fio condutor da história, induz dúvidas: afinal, por que o conflito árabe israelense persiste de 1947 até aos nossos dias? Por que os judeus criaram um país-Israel e os palestinos continuam sem pátria? Traçar um paralelo entre o que foi efetivamente testemunhado por geração de jornalistas contemporâneos do período da criação de Israel e como o que a geração atual enxerga a história desse tempo é o objetivo maior deste estudo. Durante a pesquisa, surge com maior destaque no conflito entre o passado e o presente o esclarecimento, entre vários outros exemplos, da guerra desfechada pela Potência Mandatária contra a comunidade judaica em 1946 da Palestina, da tácita aliança entre britânicos e árabes contra Israel, esquecida nos nossos dias, da exagerada importância dada aos EUA no presente no processo de criação de Israel nos dias de hoje, a ignorar o principal protagonista da partilha da Palestina- a União Soviética, a polêmica questão dos refugiados palestinos.. Outros temas também relevantes emergem do arquivo com outras perspectivas, embora ausentes nas edições do século XXI. Quando do fim da II Guerra Mundial (1939-1945) a ONU reuniu seus representantes em Assembléia Geral para traçar o futuro da região, e resolver “o explosivo problema da Palestina” e estudar “o problema que colocou em lados opostos judeus, árabes e britânicos”, segundo atesta a edição de 29 de março de 1947, já define as linhas da história futura. A manchete do mesmo diário do dia 3 de dezembro do mesmo ano, “Os árabes iniciaram a luta para impedir a divisão da Palestina”, delineia linhas gerais de grande parte das matérias de capa daquele ano e uma projeção do que seria noticiado sobre a atuação do sistema colonialista britânico, da população israelense e o mundo árabe.
1. JUDEUS X BRITÂNICOS
Sobre o relacionamento conflituoso entre judeus e britânicos, atualmente poucos tocam nas raízes, o atrito provocado pelo empenho de os judeus de criar o seu Estado nacional num ambiente político-social hostil dominado pelo colonialismo britânico, envolvido na exploração do petróleo do Oriente Médio, a partir da descoberta de riquíssimos lençóis deste fóssil nos primeiros anos do século XX .. É nesse momento que surge o interesse do governo de Londres de dominar o Oriente Médio, onde até então enxergara apenas o solo de areia e desertos, sem atrativo algum, a não ser alguns pontos estratégicos de natureza militar. Esse domínio britânico é realizado mediante conquista de vastas concessões de terras petroleiras cedidas pelos xeques árabes às poderosas exploradoras do óleo, em troca de royalties, e de apoio para a manutenção do poder, numa relação simbiótica entre governos árabes e o império britânico.contra todos que pudessem colocar em risco a exploração colonialista do precioso ouro negro, como, por exemplo a luta dos judeus por um Estado nacional, o sionismo. (*) ver glossário No pós II Guerra Mundial recrudesce o conflito entre judeus e a Potência Mandatária, a Grã-Bretanha.. O general Montgomery, chefe do Estado-Maior Geral do Império Britânico (C.I.G.S), descreve em suas “Memórias”- Ibrasa-1960-, a inspeção geral que realizou todo território imperial nos meados de 1946, elaborando a estrategia militar de defesa dos interesses do império no mundo.. Ao chegar na Palestina, ficou “muito perturbado com o que vi e ouvi”. Ocorrera no pós guerra uma a piora da situação, com os atos de terrorismo dos “bandos Irgun e Stern”a colocar em xeque a repressão do exército britânico com seus 100 mil homens deslocados para a Palestina para impor “a lei e a ordem”. Ordenou, então, ao Gen. Baker “para o restabelecimento efetivo da autoridade britânica…Se isso levasse a uma guerra contra os judeus, do ponto de vista do Exército seria uma guerra contra um inimigo fanático e ladino, que empregaria armas tais como raptos de pessoas, o morticínio, a sabotagem; tanto mulheres quanto homens lutariam contra nós, e ninguém saberia quem era amigo e inimigo” (p. 382) Ao logo depois, elabora para a Palestina a estratégia de defesa dos interesses vitais do império britânico no Mediterrâneo Oriental, onde o Canal de Suez é a rota vital de passagem do petróleo exportado para a Europa. Para esta região exigiu como um dos pontos essenciais a “retenção de plenos direitos na Palestina”- vale dizer, a continuidade do mandato sobre esta região, (Memórias de Montgomery, p. 383) Daí se explica o contraste de tratamento no processo pacifico da descolonização britânica da Índia em 1947. A ex-“jóia” do império foi partilhada entre o Paquistão muçulmano e a Índia, predominantemente hindu, criando-se dois Estados nacionais independentes, sob o aplauso do governo britânico, enquanto na paupérrima Palestina o Governo de S. Majestade aferrou ao poder exigido pela a retenção de supostos “plenos direitos”, reprimindo com violência a rebelião judaica contra a presença britânica. O caso do judeu Gruner, condenado à morte pela mandatária Grã-Bretaha é noticiado[2][2]: “Circulou o rumor, que logo se apurou ser falso, de que Dov Gruner, terrorista[3][3] (segundo a acusação britânica) judeu condenado à morte, seria executado hoje. O conselheiro privado de Londres negou a dar curso à apelação de sentença de morte”. Gruner foi enforcado em 16 de abril de 1946, ao lado de seus companheiros Dov Rosembaum, Mordechai Alkoshi e Eliezar Kashani, por se oporem à presença britânica na Palestina. No mês seguinte, seriam enforcados pela Potência Mandatária, outros judeus, tachados de terroristas, Avahsalom Aviv, Yakov Weiss, Meir Nakar, não sendo ouvidos os apelos de comutação da pena pela Comissão Especial da Palestina da ONU- UNSCOP (em inglês), e que estava na Terra Santa a investigar a alternativa:- se as populações árabes e judaicas reuniam condições de realizarem a sua autodeterminação, ou se devia ser mantida o governo sob tutela da ONU. Ambos os fatos, os enforcamentos de judeus que lutavam contra a Potencia Mandatária e a presença da Comissão Especial da ONU- UNSCOP-na Palestina para consultar as aspirações de árabes e judeus à independência nacional são inteiramente desconhecidos nas edições de hoje,.Ignoram, por exemplo, que esta Comissão foi recebida na Palestina com greve decretada pelo Conselho Superior Árabe a protestar contra proposta da divisão, a exigir que toda a Palestina fosse exclusivamente árabe e islâmica. Ignorado o passado registrado no arquivo é comum se encontrar no presente a informação de que no processo de partilha, os árabes não foram consultados pela ONU. Nas edições analisadas por essa pesquisa, bem como nas leituras complementares que fizeram parte dela, não foi mencionado casos repressão britânica, com enforcamentos, envolvendo árabes. Ao que parece, árabes e britânicos não entravam em atrito. Uma razão para não haver relatos de ações árabes contra a Potencia ocupante, pode ser o fato da entidade de cúpula, a Liga Árabe ser composta de reis títeres submissos ao Império Britânico; a saber: Fayssal II do Iraque, Faruk do Egito, e soberano da Transjordania (depois Jordânia). Os conflitos entre judeus e ingleses também foram noticiados nos dias 2 e 10 de setembro de 1947[4][4]. No primeiro dia, o episódio do navio Êxodo, com judeus que tentavam entrar na palestina e foram barrados por tropas britânicos, sendo enviados para campos de concentração em Chipre – fato que ganhou ampla cobertura internacional à época e é um fato muito conhecido ainda hoje, mas não assimilado pela mídia como explicitação do conflito entre judeus e a Potência Mandatária. . No segundo dia, a notícia de outro navio com judeus impedidos de entrar na palestina e que foram obrigados a desembarcar na Alemanha: Soldados britânicos empregaram a força para retirar a maior parte dos judeus que se encontravam no barco de refugiados “Runnymede Park”, depois de dominar com jatos de água e cassetetes, já que os judeus se recusavam a acatar a ordem de desembarque. No fundo dos porões houve violenta luta, que se desenvolveu longe da vista de jornalistas e curiosos, que estavam reunidos no cais, onde foi levado a efeito o desembarque. A legenda da foto de capa da edição de 12 de outubro de 1948 também diz respeito à animosidade entre judeus e britânicos. A intricada questão palestina – As questões relativas à Terra Santa, onde judeus e árabes disputam o controle de todas as atividades relativas ao país, ao mesmo tempo em que terroristas hebraicos vivem em constantes hostilidades com os ingleses, constituem para a Organização das Nações Unidas um problema que está longe de ser resolvido. Atualmente, não se fala mais sobre as constantes hostilidades dos judeus com os ingleses. Sobre os atos denominados de “terroristas” pela Potencia Mandatária aplicados aos atos de rebeldes judeus é importante considerar que não eram empreendidos contra a população civil desarmada, o que caracterizaria o ataque como terrorista em nossos tempos. Um exemplo disso é a explosão do Hotel King David[5][5], um dos atos “terroristas” empreendidos por judeus que mais teve visibilidade em toda a história. Apesar de ser um hotel, o edifício era um ponto estratégico para os britânicos, pois uma ala do hotel- a que foi destruída- estava toda ocupada pelo quartel-general britânico. A confusão entre um inocente hotel e um quartel general é recorrente na mídia de nossos dias. O incidente de Deir Yassim, relatado como um massacre indiscriminado de árabes civis inocentes desarmados, é questionado pelo fato de que 50% da força judaica (Irgun) que atacou a localidade foram mortos ou feridos.
Grã-Bretanha – Potencia Mandatária na Palestina (1920-1948)
Politicamente, assinala-se o interesse britânico sobre o Oriente Médio, quando da elaboração de um pacto secreto entre o governo de Londres e Paris, em 1916, durante a I Guerra Mundial (1914-1918). Denominado SYKES-PICOT[6][6], o plano foi elaborado no sentido de permitir que a Grã-Bretanha e a França se apoderassem das riquíssimas reservas petroleiras já descobertas na Pérsia (Irã), Mesopotâmia (hoje, Iraque), que estavam, até então, nas mãos do então do inimigo o império Turco Otomano. Esse documento secreto dividia toda a região entre britânicos e franceses, a enganar os árabes com as promessas territoriais feitas por McMahon, alto-comissariado inglês no Cairo, e judeus com a Declaração Balfour, se os ajudassem no esforço de guerra contra o império Turco Otomano. A Palestina – terra paupérrima, sem petróleo – passou a interessar profundamente o governo britânico, tendo em vista sua posição estratégica dominante sobre o Mediterrâneo oriental, s não fazendo caso, por completo, a Declaração Balfour, e a Promessa MacMahon, promessas de redenção do Governo de S. Majestade a judeus e árabes, respectivamente, se apoiassem o esforço de guerra contra o inimigo turco otomano que dominava o Oriente Médio. Com o peso de não haver cumprido as promessas feitas tanto aos árabes quanto aos judeus, mas jogando espertamente uns contra os outros, para melhor dominar – tradição dos impérios europeus – a história da Palestina Britânica apresentou uma série de conflitos entre árabes e judeus no período entre guerras, de 1918 a 1939. O momento culminante da “questão palestina” surge depois do término do conflito mundial, quando a Potencia Mandatária da Palestina leva o problema à ONU, em abril de 1947. Da hostilidade da Liga Árabe a qualquer proposta de partilha da região é bem conhecida. O que é ainda é desconhecido é o documento secretíssimo, “Top Secret”, o memorando, : “Petróleo do Oriente Médio”, de autoria do chanceler Ernst Bevin e Emmauel Shinwell, distribuído aos membros do Gabinete britânico no dia 7 de janeiro de 1947. Ao enfatizar a importância da região petroleira árabe para o império britânico, concluí que seria um grande risco ofender os árabes se o Gabinete britânico parecer encorajar o estabelecimento de judeus na Palestina, e endossar a criação do Estado judeu. ”by appearing to encourage Jewish settlement and tôo endorse teh Jewish aspiration for a separtate State “. Bevin declarava-se favorável à criação de um Estado único, exclusivamente árabe na Palestina, excluindo o Estado judeu, proposta pelos países árabes (Martin Gilbert- Israel-Black Swan, 1998- pág.141). Em 29 de março o “EM” nos dá conta que a proposta da Grã-Bretanha da ONU tratar do “explosivo problema da Palestina que colocou em pólos opostos britânicos, judeus e árabes na Terra Santa” Na mesma edição, se delineia com mais nitidez o bom relacionamento árabe-britânico, quando bastava se vestir de árabe para ter acesso livre a áreas de segurança da Potência Mandaria:- Sob o título Fizeram ir pelos ares um oleoduto, Cinco terroristas judeus atearam fogo a um oleoduto, determinando um incêndio de grandes proporções nas zonas de depósitos de petróleo da baia de Haifa. Os terroristas disfarçados com trajes árabes e que se acredita serem membros do Irgun, iludiram a guarda militar e lançaram explosivos sobre o oleoduto da empresa Irak Petroleum Co. Ao tratar do caso da Palestina, a ONU cria a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP, em inglês), composta de 11 países representando todos os blocos políticos de todos os continentes, a saber: Canadá, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia, Tchecoslováquia, Uruguai, Índia, Irã, Austrália, “com os mais amplos poderes para investigar todas as questões pertinentes ao problema da Palestina”, com o prazo até 1 de setembro de 1947 para apresentar recomendações sobre o futuro da região. Em 30 de agosto, a Comissão entrega relatório, indicando a cassação do mandato da Grã-Bretanha e em seu lugar instituir dois Estados independentes, o da população árabe, e o da população judaica, por julgá-las aptas ao exercício do direito à autodeterminação dos povos. .
Árabes e Britânicos.
Em julho de 1947, ao articular a estratégia de defesa dos interesses britânicos no Oriente Médio, Montgomery passou pela Transjordânia, onde manteve conversações com o rei Abdula”: Ao final, descreve:- “O rei afirmou que empregaria toda a sua influência a fim de apoiar a causa britânica entre os Estados árabes. “Acrescentou que uma decisão na Palestina favorável aos árabes era imprescindível para os interesses britânicos no Oriente Médio”. Um ano depois, no dia 10 de outubro de 1947, trecho da matéria “Contingentes sírios e libaneses já se encontram em movimento” indica novamente que, ao mesmo tempo em que as relações entre a Grã-Bretanha e os judeus eram conturbadas, a mesma tensão não se verificava entre a Potência Mandatária e os árabes. Ao contrário, a frase: “Espera-se também que o exército da Transjordânia, treinado pelos britânicos, una-se à luta, após a retirada inglesa” mostra a afinidade entre a Potencia Mandatária e os árabes, que incluía treinamento militar e provimento de material bélico. Ao encerrar o mandato e se retirar da Palestina, a Grã-Bretanha deixou preparado o caminho para que os árabes, liderados pela Liga Árabe, lutassem militarmente contra a partilha da Palestina. O delegado da Guatemala, José García Granados, em seu discurso na assembléia geral da ONU, resumiu a situação da palestina da seguinte forma: “Profundo ressentimento dos judeus contra a Grã-bretanha, (….), determinação inquebrantável dos britânicos de pôr em vigor leis por eles impostas”. Ao mesmo tempo em que judeus tentavam entrar na Palestina, saídos de navios de fugitivos, e que outros judeus já estabelecidos no local resistiam ao domínio britânico na região, as conversações a respeito da criação de dois novos países legítimos no Oriente Médio, um judeu e outro árabe-palestino, se davam entre os membros da ONU e causavam a repulsa dos representantes do mundo árabe, com apoio de demais países islâmicos do planeta que não queriam a criação de um país judeu na região. O título e o subtítulo da matéria do dia 8 de setembro de 1947 explicitam isso: “Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da palestina”, “Declarações do delegado do Alto Comitê da Terra Santa à imprensa brasileira – luta para impedir a criação do Estado Judeu”. Seguindo a mesma linha, outra declaração do representante do Alto Comitê Árabe, Jamal Hussein, colocada no subtítulo da matéria do dia 30 de setembro de 1947, informa que “a partilha da Terra Santa ocasionará a guerra no Oriente Próximo”.
E ainda:
Acrescentou que os árabes se opõem a toda emigração judia para a Palestina e propôs aos judeus do mundo inteiro que desejam um país próprio, que procurem o Estado Judeu de Birobaijan, na União Soviética, ou de Uganda, na África Central. Surge no fim de 1947 a proposta de se ter em todo o mundo árabe uma constituição única, o que seria impossível, caso fosse criado um estado laico, como Israel, na região. Na edição do dia 16 de maio de 1948, é noticiado o comunicado do premier do Egito, então governado pelo rei Faruk, segundo o qual os judeus fizeram várias atrocidades contra os árabes residentes na Palestina: “Os terroristas sionistas violaram mulheres e crianças árabes, abriram o ventre de mulheres em adiantado estado de gravidez, massacraram mulheres e anciãos, submeteram os prisioneiros às piores torturas, antes de matá-los. Sobre tais afirmativas, é interessante considerar a indiscrição presente nas memórias do General Montgomery, que narra o incidente ocorrido no Gabinete em torno do massacre de 23 mil árabes perpetrados por judeus em Haifa, amplamente noticiado pela imprensa britânica em 29 de abril de 1948. Essa alarmante noticia veio acompanhada de forte pressão governos árabes, a exigir do Governo de S. Majestade enérgica e imediata punição dos assassinos judeus. O que levou o chanceler Bevin a convocar com urgência o Montgomery, a censurar a inoperância do exército que contava com um grande contingente na cidade. Perplexo, o militar respondeu-lhe com rispidez que o ministro estava dando ouvidos à boatos plantados na imprensa, antes de consultá-lo a respeito. Ele, como chefe do Estado-Maior não recebera noticia de chacina alguma por parte de seus comandados na Palestina. Se tivesse ocorrido algo de anormal ele seria, no posto que ocupava, o primeiro a saber. Essa. contestação que deu ensejo a uma agudo atrito, e rompimento de relações pessoais de Mongomery e Bevin.. Logo depois, confirmado que a noticia não passara de um de escandalosa inverdade, Bevin se desculpou, e se reconciliou com o marechal. Atualmente, a imprensa ignora, por completo, este significativo episódio, e continua a divulgar boatos de massacres de árabes por israelenses, sem nenhuma confirmação.. O mais recente destes boatos refere-se a um massacre de 500 palestinos em Jenin, já desfeito pela comissão da ONU que foi investigar a denúncia.
2. ESTADOS UNIDOS
Tão logo a Comissão Especial da ONU para a Palestina no dia 30 de agosto entregou o seu relatório, a edição dia 6 de setembro de 1947, sob a manchete ”Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da Palestina”. Noticia também que o delegado do Alto Comitê Árabe da Palestina, sr. Abaham Zenaiter, em declaração à imprensa à imprensa brasileira, afirma que “os árabes lutarão se preciso, pelas armas, no caso de vir à ser decidida pela ONU a divisão da Palestina”. Indagado sobre a possível postura dos Estados Unidos quanto à partilha, respondeu: “Acho que o interesse da América no momento é estar ao lado dos árabes. Quanto aos Estados Unidos parece que esse interesse foi reconhecido pelos mesmos quando o gen. Marshall conseguiu convencer o Comitê de Relações Exteriores daquele país a não levantar a questão dos judeus na Palestina, conforme pretendia aquele Comitê”. Quanto à participação dos Estados Unidos no processo da Partilha, no dia 30 de setembro de 1947, o jornal afirma “Os Estados Unidos ainda não decidiram definitivamente qualsua posição no caso da palestina”. Somente na edição do Estado de Minas do dia 12 de outubro de 1947 foi noticiada a posição dos Estados Unidos, que se manifestaram, no dia anterior, à favor da partilha, numa declaração escrita pelo então presidente Truman e apresentada perante o Comitê Especial para a Palestina. Como a União Soviética e seu bloco de países aliados tinham se antecipado, aprovando a partilha proposta pela Comissão, as recomendações da Comissão é batizada pela mídia nacional e internacional como “proposta russo-yankee”, ou “russo-americana”, embora fossem governos polarizados naquele período histórico, por causa da Guerra Fria.. Tal terminologia põe em cheque o que se divulga no presente de que Israel foi criado pelos Estados Unidos. Outras provas de que foi a União Soviética foi a campeã da causa da partilha, como reconhece Montgomery à pág. 428 ( “Memórias”) e a própria votação a favor da proposta na Assembléia Geral da ONU, quando foi aprovada a proposta da “Comissão Especial da ONU para a Palestina” por 2/3 dos membros das Nações Unidas, no dia 29 de novembro de 1947. O elevado quorum exigido para aprovação seria impossível de ser alcançado, sendo nesse caso a partilha rejeitada, não fosse o apoio maciço dos países do bloco soviético. Na edição de 30 de novembro de 1947, na primeira página, sob o título: “A Assembléia Geral encerrou os trabalhos”, publica o jornal que o presidente Oswaldo Aranha, representante do Brasil na ONU, manifestou confiar em que a sessão que hoje terminou resulte em contribuições memoráveis para o ajuste pacifico e construtivo dos problemas mundiais”, concluindo “que confiava nos resultados favoráveis à partilha da Palestina, que qualificou de experiência rigorosamente histórica”. Na edição de 30 de novembro, sob o título:- “A Assembléia Geral da ONU aprovou a divisão da Terra Santa” que cria o Estado árabe e o Estado judeu na Palestina, informa que “Mediante a adoção de plano russo-americano, a ONU fez caso omisso das ameaças feitas pelos árabes de que a Terra Santa seria banhada em sangue para se impedir a criação de um Estado judeu no Oriente Médio” No dia 3 de dezembro, é divulgada noticia “O Conselho dos Ulemás ( bacharéis da lei muçulmana) Alzhar, do Cairo, Egito, proclamou a guerra Santa, “Jihad” para os muçulmanos de todo o mundo, em defesa da Palestina Arábica…. A guerra santa é um obrigação incondicional e quem a ignore incorrerá em pecado”, explica o jornal. A declaração da Guerra Santa contra a existência de um Estado judeu na Palestina seis meses antes da sua criação, confirma a existência de um forte ingrediente de ordem religiosa no conflito na Terra Santa, e que persiste até aos nossos dias… Apesar de a partilha ser denominada proposta “russo-yankee”, a importância da participação dos Estados Unidos nos dias de hoje é superestimada, como se fosse a responsável pela sua aprovação, não levando em conta o decisivo papel desempenhado pela União Soviética e demais países soviéticos. Acresce-se- fato fundamental também ignorado que os arquivos revelam que. os EUA apresentaram uma proposição à ONU que a questão da Palestina fosse colocada sob fidelcomisso”, praticamente desistindo da partilha, como atesta a edição do dia 21 de março de 1948.. Na mesma edição do jornal, há a notícia de que a mudança na política americana no Oriente Médio foi encarada como uma ameaça à reeleição do presidente Truman – 1948 foi ano eleitoral nos EUA. Talvez por causa disso, os Estados Unidos tenham voltado atrás e acabaram fazer jus ao voto a favor da partilha, em 29 de novembro do ano anterior. Mas o que foi publicado mostra a indecisão dos Estados Unidos em relação à Partilha, fato esquecido nos dias de hoje, a transmudar a Casa Branca como campeã desta causa, quando o passado aponta nesta condição o Kremlim de Moscou. Finalmente, no dia 15 de maio de 1948, o jornal informa que “os diplomatas e observadores ficaram profundamente surpreendidos pelo reconhecimento do Estado de Israel pelos Estados Unidos”, ratificando a indecisão do mundo quanto à atitude americana com relação à criação de Israel, fato completamente ignorado em nossos dias.
3. DIVISÃO
A divisão da Palestina foi aprovada no dia 29, e repelida pelos árabes, que ameaçaram “banhar a Terra Santa em sangue”. Ficou determinado que os Estados Árabe e Judeu ficariam independentes antes do dia 1o de outubro do ano seguinte – prazo máximo estipulado para o período de transição, no qual as Nações Unidas e a ex-potência mandatária, Grã-Bretanha, ficariam responsáveis por garantir a segurança e a paz na região. Com a proposta da Partilha, foi aprovado um novo mapa para a Palestina, com parte da terra destinada aos judeus e outra parte aos árabes/palestinos. Os judeus prontamente aceitaram a proposta da ONU. De acordo com a edição do Estado de Minas do dia 20 de março de 1948 – mesmo antes da proclamação do Estado de Israel: “Nas áreas que, de acordo com o plano de divisão, devem pertencer ao Estado Judeu, se acha muito adiantada a tarefa de organizá-la administrativamente”. Dando continuidade ao plano russo-norte-americano, o Estado de Israel declarou a sua independência no dia 15 de maio de 1948. No mesmo dia, seis exércitos, a saber do Egito, Síria, Líbano, Transjordânia, Arábia Saudita e Iraque entraram em luta contra o Estado de Israel, no episódio conhecido como Guerra da Independência, com o ostensivo propósito de “jogar os judeus ao mar”. Mas a vitória israelense consolidou a existência do Estado de Israel. .
3.1. E o Estado Palestino?
Os desdobramentos da Guerra de Independência de Israel servem para explicar o porquê do Estado Palestino não ter sido criado:- o Exército da Transjordânia ocupou e anexou a Cisjordânia, a maior parte da terra que seria destinada pela ONU para a criação do país palestino. A edição do dia 16 de maio de 1948 noticia o avanço do exército da Transjordânia sobre a palestina, ultrapassando o rio Jordão e chegando à cidade de Jericó. O exército egípcio, por sua vez, invadiu a região de Gaza, outra parte destinada pela ONU à criação do novo país árabe-palestino. O resultado do primeiro conflito do qual Israel participou logo que foi declarado como um país independente foi negativo para os árabes que hoje chamamos de palestinos. A guerra terminou apenas em julho de 1949. Os exércitos árabes que invadiram a Palestina acabaram por se apoderar de terras que deveriam pertencer ao Estado Palestino. Essa situação continuou até 1967, quando ocorreu III guerra da história de Israel, a Guerra dos Seis Dias, ocasião em que Israel ocupou Gaza (Egito), e Cisjordânia (Jordânia).. Foi somente então que as terras palestinas outrora apropriadas por nações árabes passaram a então a ser reivindicadas para comporem o Estado Palestino de ser criado.
3. 2. Refugiados
A questão dos refugiados também se relaciona a esse ponto. Com as lutas entre árabes e judeus, em 1948, os judeus que moravam em países árabes fugiram para o recém-criado Estado de Israel, assim como os árabes que moravam nos limites dessa terra demarcados pela ONU para ser o país judeu fugiram para os países vizinhos. É importante frisar que em todo o mundo estava cheio de refugiados, 40 milhões deles, por causa da II Guerra Mundial, bem como por causa do processo da descolonização efetuado após este conflito, a criar vários paises novos à semelhança da partilha da Palestina Britânica ocorreu deslocamento de grandes contingentes populacionais em busca do país que melhor conformasse com a cultura e aspirações do individuo. Assim, cerca de 4 milhões de muçulmanos se deslocaram para o Paquistão islamita, ao mesmo tempo que, na contramão 4 milhões de hindus saíram do que seria o Paquistão para o pais de sua cultura e religião, a nova Índia independente. . Mas diferentemente do caso dos palestinos nos paises árabes, o Paquistão muçulmano acolheu bem os deslocados, que se tornando logo cidadãos do país, inibindo a criação de refugiados indianos islamitas no novo Estado. Do mesmo modo, os deslocados indianos residentes no Paquistão foram bem recebidos na Índia, não restando nenhum refugiado no novo país. Os deslocamentos da partilha da Índia britânica não.deixaram herança de refugiados apátridas, situação que persiste até aos nossos dias no mudo árabe após a Partilha da Palestina. Os 400 mil árabes islamitas que permaneceram em Israel após a instituição da paz, em julho de 1949, adquiriram todos os direitos de outros civis judeus, contando atualmente com 1 milhões e 2000 indivíduos, a gozarem até com representatividade no Knesset, o parlamento israelense, fato ainda desconhecido pela mídia nacional e internacional. Atualmente, ao falar dos planos de paz para a região, sempre há um impasse quanto à volta dos refugiados, um problema cuja solução não é o retorno a Israel, mesmo porque a criação do Estado nacional palestino, como qualquer Estado, é o exercício do direito à autodeterminação Em virtude deste direito os palestinos reunidos num Estado palestino determinam livremente sua relação com os Estados nos quais vivem, num espírito de coexistência com outros cidadãos de outras religiões e culturas, e livremente procuram seu desenvolvimento econômico, social, cultural e espiritual, em condições de liberdade e dignidade.. É difícil entender-se o apelo de luta nacional por um Estado, e ao mesmo tempo reivindicar a fixação de seus nacionais em outro país, dos quais fugiram por diversos motivos. À época, nos anos de 1946 a 1948 o “problema dos refugiados”[7][7], quando noticiado no jornal, dizia respeito aos judeus. No dia 27 de setembro de 1947, sob o intertítulo “problema dos refugiados segue o texto: “O delegado britânico aprovou em particular a recomendação sobre o acordo internacional para resolver o problema dos judeus europeus desabrigados, dizendo que o problema “’é de extrema importância’”. Grande parte destes refugiados, somados aos fugitivos de países árabes foram assimilados à sociedade israelense, não dando ensejo à criação do grave problema social de presença de refugiados em Israel. Quanto aos danos causadas pela perda patrimonial aos palestinos, eles têm tanto direito à devida indenização quanto refugiados os judeus que se asilaram em Israel e outros países no período da criação do Estado judeu.
CONCLUSÃO
Entre outras realidades, ao entrarmos em contato com o termo “Plano Russo-Americano”, designando a proposta de divisão da Palestina entre judeus e árabes-palestinos, ao descobrir que a palavra “refugiados” era usada para se referir principalmente aos judeus e não aos árabes, em 1947 e 1948, percebemos o quanto a história da Palestina é marcada por fatos que, uma vez esquecidos, podem dificultar a compreensão atual dos conflitos existentes na região. O que os jornais atuais, do início do século XXI, noticiam parecem em nada se relacionar com os fatos publicados em nossos dias.. Essa lacuna não prejudica o entendimento da notícia e a fidelidade destes aos fatos que a gerou? Existem razões do fazer jornalístico – o tempo de apuração, a impossibilidade de manter um correspondente na região, a falta de espaço nas páginas do jornal, ou de minutos no noticiário televisivo, mas o esquecimento do que foi publicado pelo próprio jornal, é o esquecimento do passado, é o esquecimento de si próprio, impedindo a compreensão do presente. É imperativa a necessidade de valorizar o arquivo do jornal, no sentido dos jornalista poderem informar com clareza, e fidelidade o que ele próprio veiculou aos seus leitores Sem o devido passado, o conteúdo do jornal de nossos dias fica pairando no ar, sem nenhum sedimento fidedigno, ao saber das influências ideológicas, cujo sectarismo visa, antes e acima de tudo, se desfazer do passado concreto, fático, criando orwellinamente outra história,. ficando a informação sujeita a toda a sorte de manipulação. Entender que nações árabes se apossaram de parte da terra que seria destinada à criação do estado árabe-palestino, e que Israel ocupou esses territórios 19 anos depois – após ser invadido pela Síria, o Líbano e o Egito – é fundamental para que o conflito não seja considerado de modo maniqueísta de uma luta do bem contra o mal – Israel poderoso e mal, a roubar as terras dos palestinos, frágeis e bondosos – tal como o problema é mostrado em muitas ocasiões. Uma das questões mais recorrentes nos últimos 58 anos na área internacional é a chamada “Questão Palestina”. Algumas toneladas de papel e tinta foram gastos pela mídia, tornando abundante o material oferecido ao público. O que impressiona em boa parte desse acervo, é o contraste entre os fatos históricos noticiados em edições do passado e as atuais, mesmo num mesmo veículo, o jornal Estado de Minas. É urgente que tais contradições deixem de existir, a fim de que a cobertura jornalística do conflito privilegie o contexto histórico e político da região, beneficiando os leitores. A leitura do arquivo do jornal Estado de Minas e de outras publicações que noticiavam o problema da partilha é uma forma a mais de entender os conflitos da região – especialmente se forem comparadas às leituras dos jornais atuais e a dos jornais de 1947 e 1948 – e o hábito de recorrer a esse arquivo deve ser estimulado não apenas entre os jornalistas, mas, inclusive, entre o público interessado em assuntos relativos ao Oriente Médio.
A respeito do artigo postado por Barbra, deve-se notar que os cristãos do Oriente Médio, que estão sendo dizimados em todo o mundo islâmico, do Líbano (onde já foram 55% da população e hoje são menos que 30) ao Egito, passando pelos territórios Palestinos, ocupam a região antes da invasão árabe islâmica do século 8. Durante séculos eles resistiram à assimilação imposta pelos árabes ao fio da espada.
Eu cresci sem conhecer nenhum de meus parentes pois eles haviam sido assassinados na guerra. Minha familia se resumia nos meus pais e meus dois irmãos. Quando terminou a guerra, e minha mãe procurou por sua familia, soube que eles, que viviam todos juntos em uma espécie de fazenda, foram todos encostados em uma parede e todos ao mesmo tempo assassinados a tiros. Eram mais ou menos 40 adultos, pos minha mãe tinha 10 irmãos, e umas 50 crianças. Depois que ficou sabendo do ocorrido, nunca mais vi minha mãe sorrir enquanto viveu.
É evidente que o estado de Israel foi fundado com Justiça, após o Holocausto perpretado pelos naziastas!
A negação deste fato foi considerada crime ple ONU e pelo Brasil também!
Realmente, fazer sucesso jogando merda no ventilador é próprio dos medíocres, frustrados e irresponsáveis. O lado bom desse sucesso é que se evidencia a verdade, com tantos e tão bem fundamentados comentários em contrário da mentalidade rasa do dono deste espaço.
Se Gilson Gondim se sente feliz fazendo sucesso do mesmo modo que Ronaldo Esper (aquele estilista ladrão de cemitérios), Daniela Cicarelli (a modelo que fornica na praia) ou como aqueles garotos do tempo de escola que mostravam a bunda pela janela do carro, parabéns! Sugiro um passeio na orla de João Pessoa com uma melancia pendurada no pescoço.
O Sr. Raul Gottlieb ou é burro ou é desonesto.
O percentual de cristãos tem diminuído na população libanesa porque a taxa de natalidade entre os muçulmanos é muito mais alta.
Tem havido também alguma emigração voluntária de cristãos, apesar de eles fazerem parte do sistema de poder no Líbano, dividido entre etnias e confissões religiosas.
Massacre de cristãos não tem havido, a não ser na cabeça retorcida de Herr Gottlieb.
Quem é massacrado no Líbano são os muçulmanos. Por israel.
Ou já se esqueceu, Herr Gottlieb?
Os judeus chamam a Cisjordânia de “Judéia e Samaria”. O que eles queriam mesmo era expulsar ou exterminar os palestinos para anexar a “Judéia e Samaria”.
Só que o escânadalo seria grande demais. Aí ficam roubando terra aos poucos, com seus famigerados “assentamentos”.
Israel é a escória moral da humanidade.
Esta enquete está permitindo a muita gente conhecer a história. Alguns aproveitam o conhecimento, evoluem. Outros se fecham, negam a verdade, apenas odeiam. tem gente que acha que para ser o primeiro, tem que exterminar todos que imagina estar a sua frente ou que tenha potencial para passar a sua frente. Não é preciso s uma reflexão profunda para concluirmos que o mundo não precisa de corjas humanas e sim de quem oferece soluções e descobertas para a humanidade. Analisando algumas opiniões, é possível detectar que há pessoas que só são negativas, não frão falta nenhuma para a humanidade. Quem são? Isto eu deixo para cada um concluir por conta própria. Por mais insignificante que uma pessoa seja, ela consegue perceber que é insignicante.
Racista é este site, que condena Israel, um país desenvolvido, cheio de vida e que é duramente atacado por diversos inimigos árabes.
Os árabes não se entendem nem entre si (vide guerras entre Irã X Iraque, Hamas X Fatah e tantas outras).
Terroristas são os estados árabes.
Israel é a ÚNICA democracia no Oriente Médio, que inclusive permite deputados palestinos eleitos no parlamento. Que outro país permitiria isso?
O problema é que o povo árabe não sabe ser civilizado, causando guerras e atentados. Israel nada mais faz do que se defender desses terroristas.
Este senhor é um paraíba inculto e porra louco.
Não conhece de nada e não passa de um fajuto querendo aparecer.
Parem de dar importância a este cara que frauda até a titulação pois o inglês dele não passa de paraibês!
Vá a merda gondim, neto de Hitler com uma avó piranha!
O dia 29 de Novembro de 1947
e a criação do moderno Estado de Israel
Edda M. Bergmann, vice-presidente internacional da B´nai B´rith
O dia 29 de novembro é uma data especial para os judeus. Nela se deu a Partilha entre um estado judaico e um estado palestino no seio do Oriente Médio, onde acabavam de ser criados os atuais estados árabes, antes sob os protetorados ingleses e franceses, que haviam substituído o Império Otomano, que após 400 anos fora vencido na I Guerra Mundial, em 1918, com o Tratado de Versalhes.
A década de 40 trouxe importantes mudanças na geopolítica da região. O Iraque havia sido criado há pouco tempo, a Pérsia se tornara em grande parte árabe. Em 1943, nasceu o Líbano, se tornando independente do protetorado francês, e, em 1945, a Jordânia passou a ser uma dinastia hachemita livre do protetorado inglês. Em 1946, portanto apenas um ano antes de Israel, a Síria passou a ser um estado independente.
Sob a batuta do chanceler brasileiro Oswaldo Aranha, em 29 de novembro de 1947 foi estabelecido um Estado judaico e um árabe na antiga Palestina, pondo fim ao Mandato Britânico. O Estado judaico foi invadido por seis países árabes na Guerra da Independência em 1948. O Estado Palestino foi digerido por estes mesmos países que não o reconheceram e pediram a população palestina para fugir, para deixar o caminho livre para engolir o recém criado Estado de Israel.
Esta mesma população era composta também por 600 mil judeus, muitos de famílias que moravam na região a séculos e não havia liberdade para a imigração judaica, no Mandato Britânico. Já a população árabe aumentou em milhares por muitos que vieram dos países vizinhos atraídos pela oferta de emprego e pela criação de uma infra-estrutura sanitária em terras antes inóspitas. Não obstante os judeus eram maioria nas áreas que lhes foram destinadas e em Jerusalém. Ironicamente, no mesmo ano de 1947, os membros árabes das Nações Unidas apoiaram a partilha do subcontinente indiano, e a criação de um Estado, o Paquistão, predominantemente muçulmano.
Lembro muito bem de tudo isso, pois na ocasião meu pai era assessor do Chanceler Oswaldo Aranha e diretor dos Diários Associados, de onde acompanhei as notícias em primeira mão. Trata-se realmente de uma data histórica da maior importância, pois deixa clara a legitimidade do moderno Estado de Israel e que os países árabes agora soberanos varreram o Estado Palestino do mapa. Data a ser lembrada e cultuada como uma decisão mundial que não tolera e não vai tolerar ameaças de quem quer que seja, especialmente do Irã de hoje que não está acostumado a medir o seu palavreado, nem a respeitar decisões internacionais.
E tudo continua como sempre, Israel é culpado. Assim era antes- na Segunda Guerra, assim como nos pogroms, judeus sempre eram culpados – o bode expiatório pelas mazelas dos países, onde o ódio aos judeus sempre servia de molho bem temperado para fazer engolir e digerir as políticas dos ditadores.
Para apaziguar o Iraque e dar uma saída honrosa para os Estados Unidos, é preciso resolver o conflito dos palestinos contra Israel, como se uma coisa tivesse a ver com a outra. Israel que ceda a Margem Ocidental e Jerusalém e o Golã. Mas como os países árabes, com governos ditatoriais, precisam de alguém para odiar, americanos que odeiem Israel em conjunto – quem sabe assim se resolve o problema americano no Iraque. Que Israel ceda toda a Margem Ocidental e Jerusalém aos palestinos e as colinas do Golã para a Síria, e haverá paz. É o que consta do Relatório Backer.
Por acaso houve paz quando a Síria detinha o Golã? Mais ainda, o Golã não pertencia à Síria. A Síria tomou o Golã na guerra que fez ao recém criado Estado de Israel, em 1948. E aí vale a conquista? Israel, ao libertar o Golã na guerra que a mesma Síria, novamente, fez em 1967, passa a não valer. É o absurdo dos absurdos. O mesmo quanto à Margem Ocidental. A então Transjordânia capturou a Margem Ocidental na guerra que fez ao recém criado Estado de Israel, também em 1948, juntamente com a Síria e mais três países árabes. Foi devido a esse território, que antes não pertencia à Transjordânia, que esse Reino passou a se chamar de Jordânia, pois já não ficava mais só do lado esquerdo do Rio Jordão. O nome Margem Ocidental decorreu de ser a Margem Ocidental do Reino Hachemita da Jordânia.
A OLP – Organização para a Libertação da Palestina, surgiu como uma federação de grupos que lutavam contra Israel, criada em 1964, quando não havia os hoje chamados territórios ocupados. A Palestina a ser libertada era destruir Israel, nos territórios de antes de 1967. O primeiro Estatuto da OLP dizia com todas as letras não possuir qualquer reivindicação sobre Gaza, Margem Ocidental e Golã. Bem, mas continua até hoje essa determinação de destruir Israel.
O Irã convoca uma conferência para negar o Holocausto. E trabalha para a fabricação de armas nucleares, para destruir, em primeiro lugar – Israel, e provocar, vez mais, um verdadeiro Holocausto. O anterior Holocausto nazista era mentira. E a ONU aprovou, ontem, sanções contra o Irã, devido ao seu programa nuclear. Vamos ver como se impede o Irã de prosseguir com esse projeto.
Os libaneses com o Hizbollah atacam Israel com foguetes, que atingem populações civis, e ninguém diz nada. Quando Israel revida, está usando força desproporcional. A guerra virou aritmética – proporções. Quando Israel se defende, está matando libaneses – velhos, mulheres e crianças. Quando o Hizbollah mata velhos, mulheres e crianças israelenses, que se danem os israelenses. Não é só hipocrisia – é anti-semitismo mesmo. Israel se retirou do Líbano e de nada adiantou. Israel entregou Gaza e de nada adiantou. De Gaza continuam permanentemente chegando foguetes Kassam, matando israelenses. Mas, quando Israel se defende, está matando palestinos.
O ex-Presidente Jimmy Carter, em novo livro, diz que Israel pratica o apartheid, ocupando territórios palestinos. Que a situação é exatamente contrária não lhe parece correto. Que foram as longas ocupações das terras de Israel, por potências imperialistas estrangeiras, desde os romanos, até os ingleses, que fizeram a terra de Israel ser ocupada por populações estrangeiras; ainda mais, os ocupantes não permitiam os judeus expulsos retornarem. Mesmo assim, até o início do Século XX, havia maioria absoluta de judeus, segundo os censos de Jerusalém. Nunca antes houve um país palestino árabe: a Palestina era o antigo Estado Judeu.
Mas o Presidente Bush quer implantar democracia, pela força, nos países árabes – é o caso do Iraque. Mas quem disse que os países árabes muçulmanos querem democracia? Um arremedo de democracia elegeu o Hamas na Autoridade Palestina. Dizem que o Hamas é radical e que Mahmoud Abbas, o terrorista Abu Mazen da OLP, é um moderado. Mas de moderados assim estamos cheios, porque, se Abbas quisesse, a paz com Israel já teria ocorrido. Os radicais do Hamas dizem para o que vieram, mas Abu Mazem também busca destruir Israel, porém aos poucos, e não de uma só vez. Por isso, talvez, seja moderado – a destruição de Israel seria moderada. Aliás, a tese de doutorado de Abu Mazen, em Universidade Soviética, foi sobre – a negação do Holocausto. E o Primeiro Ministro de Israel, Olmert, encontrou-se ontem com Abbas, cumprindo o papel preparado pelos seus mentores – Bush e Blair.
Não há perspectiva de paz. Só com a força de defesa Israel sobrevive. Lamentável, mas realidade.
Escola de Jerusalém une judeus e árabes
Sascha Zastiral
Uma escola de Jerusalém tem como objetivo revolucionar, de forma discreta, o país. Crianças árabes e judias sentam-se nas mesmas salas de aula e recebem aulas de professores de ambas as comunidades. A mais importante lição aprendida é sentir empatia com os colegas.
Todas as manhãs os pais levam os seus filhos à escola, passando pelo vigiado portão da Escola Yad Be Yad ( “mãos dadas”, em hebraico) em Jerusalém. Doze crianças, incluindo duas meninas, jogam futebol no pátio. Um garoto com um rabo de cavalo marrom grita em hebraico: “Aqui, passe a bola para mim!”. Ele recebe a bola, dribla um menino do outro time, chuta e grita em árabe: “Gol!”.
Algumas crianças já estão sentadas nas mesas hexagonais em uma sala de aula no porão da escola. Uma mulher usando um véu muçulmano acena, despedindo-se do filho. Os alunos brincalhões sentam-se no fundo da sala.
A escola, no bairro Katamon, em Jerusalém, é um lugar altamente incomum. Isso porque ela atende a alunos árabes e judeus, e as aulas são ministradas em hebraico e árabe. Em qualquer outro lugar do mundo, tal projeto não chamaria muita atenção. Mas em uma região saturada de ódio, guerra e violência, essa iniciativa beira o revolucionário.
Os 375 alunos vêm de Jerusalém oriental e ocidental, e alguns são até mesmo da Cisjordânia. Os mais novos estão no jardim de infância, e os mais velhos na oitava série. O currículo do primeiro ano inclui leitura, redação e o aprendizado dos dias sagrados do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Mas o projeto espiritual subjacente na escola “mãos dadas” é fazer com que os estudantes aprendam a sentir empatia com os colegas.
Jaffa Shira Grossberg, 37, professora da primeira série, saúda os alunos em hebraico. Balsan Asallah, 22, uma árabe do norte de Israel, é a segunda professora na sala de aula. Ela traduz tudo o que Grossberg diz. Tão logo as crianças adquirem um conhecimento razoável de ambas as línguas, as duas professoras se revezam na tarefa de dar aulas. Asallah, uma jovem palestina, parece nervosa. Esse é o seu primeiro emprego como professora e a sua primeira aula.
O telefone toca no pequeno escritório de Ala Chatib. Ele e Dalia Perez, que senta-se ao seu lado, são os co-diretores da escola.
Perez?
“Sim, o meu irmão é o ministro da Defesa, Amir Perez”, confirma ela. Por um momento a sala fica silenciosa. Ela dirige uma escola árabe-judaica e o seu irmão comanda a campanha militar contra o Hezbollah. Como é que essas duas circunstâncias distintas se encaixam?
“A situação do Líbano era algo a respeito do qual o governo tinha que fazer alguma coisa naquele momento”, diz ela. “Mas eu não creio que essa seja a maneira correta de trazer a paz para a região”. Ela diz que o seu irmão apóia entusiasticamente a escola, e que ele também acredita no diálogo.
“Existe mais de uma verdade”
“As crianças desta escola têm uma forma diferente de pensar sobre o conflito”, diz Chatib. “Existe mais de uma verdade. E é isso que elas aprendem aqui, umas com as outras”. Cada turma tem duas professoras, uma judia e uma árabe. “Se duas professoras de culturas diferentes são capazes de se entender, elas podem servir de modelo para as crianças”, opina Perez.
O telefone toca. Os dois diretores têm que retomar o seu trabalho de saudar as crianças, dar apertos de mão e afastar os temores dos pais.
Mohammed Ayyad é o pai de um dos garotos. Ele parece uma versão árabe de Tom Selleck, e o seu discurso é pontilhado de expressões inglesas como “buddy”, “damn” e “fuck”. Uma pequena bandeira dos Estados Unidos está atada ao espelho retrovisor do seu carro. “Morei nos Estados Unidos durante dez anos. Voltei para cá em 1992. Isto aqui é a Palestina, e esta é a minha casa buddy!”.
Ayyad mora em uma casa em Abu Dis com os seus dois irmãos e suas famílias. A muralha de concreto de oito metros de altura que Israel erigiu entre o Estado judeu e os palestinos fica a apenas 50 metros da sua casa. “O muro é muito feio”, critica Ayyad. “E ele parte o meu coração. Quando foi que um muro resolveu problemas?”. O seu filho Abud, 11, está na sexta série. “Ele é fluente em hebraico. Quando Abud fala em hebraico, ninguém é capaz de saber que ele é árabe”. Mas, a seguir, falando de uma maneira incomumente suave, ele acrescenta: “Ele não tem futuro aqui”.
A rua de Ayyad é repleta de buracos e cheia de lixo. Homens e adolescentes sentam-se nos bancos em frente às lojas, enquanto mulheres de véus atravessam a rua. Os véus se multiplicaram depois que o Hamas se tornou o partido que governa a Autoridade Palestina. Os pôsteres rasgados da campanha eleitoral do grupo ainda podem ser vistos nos muros das casas.
O povo desta aldeia alerta constantemente Ajjad para o perigo de a escola transformar o seu filho em um pequeno judeu. Ayyad quer que Abud se torne advogado, de forma que possa defender os direitos dos outros palestinos. “Um dia, quando ele tiver crescido e houver paz, Abus poderá trabalhar como especialista jurídico para companhias dos dois lados e ganhar muito dinheiro”. Segundo Ayyad, não existe mais nenhuma barreira psicológica entre Abud e os seus amigos judeus. “Isso é uma obra da escola”, acrescenta Ayyad.
Embora as crianças freqüentem a mesma escola, as suas casas se situam em universos totalmente diferentes, sob o ponto de vista político. Bettina e Israel Steiner moram com os seus dois filhos em uma das melhores áreas de Jerusalém, o bairro de Ir Ganim. Ori, 10, se prepara para começar a quarta série, e Gaja, 5, está no jardim de infância. Bettina Steiner, 44, senta-se no seu pequeno jardim, que é rodeado por um muro de pedra alto. Ela veio para Jerusalém em 1989. À época, ela era estudante de medicina nas cidades alemãs ocidentais de Bonn e Aachen, e veio para Israel para fazer um estágio de um ano. Mas, depois disso, Steiner recebeu uma bolsa e, segundo as suas palavras, “nunca mais voltou”. Hoje ela trabalha como neurologista no Hospital Shaare Zedek, em Jerusalém.
Pais árabes e judeus mantêm contato pela primeira vez
“No início ficávamos nos perguntando como é que o ensino das crianças em hebraico e árabe poderia dar certo”, diz ela. “Mas gostamos da idéia que estava por trás disso, do conceito de intercâmbio cultural”. Um dos motivos pelos quais Steiner acha o conceito da escola tão atraente é o fato de ela manter tão pouco contato com árabes na vida diária, embora isso tenha mudado desde que os seus filhos passaram a frequentar a Escola Yad Be Yad. “Eles também trabalham muito com os pais. Por exemplo, nós fomos juntos à praia e fizemos uma caminhada no interior”. O seu filho, Ori, certa vez até visitou um amigo de escola na Cisjordânia. “Foi um pouco complicado”, lembra Steiner. Como dirigir na Cisjordânia pode ser perigoso para um israelense, ela se encontrou com os pais do amigo de Ori em um posto militar de fronteira.
“O único problema com o qual eles se depararam até o momento foi o de comemorar o dia da independência”, conta Steiner. Esse é um dia de comemoração para os israelenses, mas os palestinos chamam-no de “Nabka”, que quer dizer “Dia da Catástrofe”, porque a data lhes lembra a perda de suas terras. “No final, concordamos em realizar duas cerimônias separadas que terminam com um evento comum”.
O seu marido, Israel, 54, caminha pelo jardim. Ele é bem mais baixo que a mulher, e usa uma camiseta e um calção. Os seus cabelos grisalhos despenteados estão molhados, e ele leva uma toalha jogada sobre o ombro.
Ele fala sobre os judeus ortodoxos que protestaram contra a escola ao saberem que a Yad Be Yad planejava construir uma nova unidade para abrigar mais de 800 crianças. O sítio da construção fica na fronteira do bairro de Katamon, local onde vivem imigrantes judeus pobres que vieram de países árabes em 1948. Katamon faz divisa com Bei Safafa, um distrito árabe. O estádio usado pelos clubes de futebol de Jerusalém, o Beitar e o Hapoel, podem ser vistos do local.
Ehud Olmert, ex-prefeito de Jerusalém e atual primeiro-ministro israelense, doou a propriedade à escola. A construção do prédio grande, de dois andares, deverá ser concluída no início de 2008, mas até o momento só as fundações estão prontas.
A maioria dos moradores do bairro vê a nova escola com bons olhos, embora alguns poucos procurem incitar a oposição ao projeto. Estes encontraram aliados nos judeus ultra-ortodoxos da cidade.
“Nada de escolas mistas”
“Está escrito na bíblia que não deverá haver escolas mistas”, afirma Yitzhak Batzri. Ele fala em nome do seu pai, o rabino David Batzri, diretor de uma yeshina, que são escolas religiosas altamente respeitadas. David Batzri é conhecido pela sua postura fanática. No ano passado ele anunciou que o furacão Katrina, que devastou Nova Orleans, foi uma punição de Deus devido ao apoio dos norte-americanos à retirada israelense da Faixa de Gaza. Os Batzri têm criticado a escola e os árabes-israelenses de forma tão virulenta que acabaram sendo acusados criminalmente por fazerem declarações racistas.
Será que a bíblia realmente diz que os judeus e o gentio não podem freqüentar a mesma escola? “Não”, diz Batzri. “Mas as crianças judaicas poderiam se converter ao islamismo na escola, e acabaríamos tendo casamentos mistos”. E se a escolas só ensinasse os alunos a respeito das culturas mútuas e aceitasse apenas garotos? “Isso também seria um problema”, afirma ele. “O islamismo e o judaísmo são incompatíveis”.
“A escola é polêmica porque ela está fazendo algo que ninguém mais faz em Israel”, diz Amin Chalaf. Ele e o norte-americano Lee Gordon são os criadores do conceito de uma escola bilingüe. “Quando demos início ao projeto, oito anos atrás, as pessoas nos diziam com freqüência: Como é que você pode fazer uma coisa dessas? Isso nunca vai funcionar”, conta ele. “Os mais de um milhão de árabes de Israel levam vidas completamente separadas daquelas dos judeus. Queríamos achar uma maneira de aproximar as duas comunidades. No início, acharam que fôssemos loucos”.
Além do projeto modelo em Jerusalém, existem duas outras escolas “mãos dadas” em Israel – uma em Misgav, no norte do país, e uma segunda que foi inaugurada dois anos atrás em Kfar Kara, uma cidade árabe próxima à fronteira com a Cisjordânia.
Chalaf ri. “Atualmente existem mais de 800 crianças nas três escolas”, diz ele. “Neste ano tivemos que recusar a matrícula de 60 crianças em Jerusalém porque não tínhamos espaço suficiente”.
O dia escolar já está em andamento. A primeira aula da turma da primeira série já terminou. Jaffa Shira Grossberg e a outra professora, Balsan Asallah, analisam desenhos coloridos cobertos de cartas em hebraico e em árabe. Grossberg está satisfeita com a maneira como o dia teve início. A pequena revolução continua.
Gilson Gondim , me permita não chamá-lo nem de caro nem de SR., pois no momento acredito estar falando com uma besta , você é tão estúpido que parece não perceber que quando o comentário é feito por um judeu, você coloca o nome e o sobrenome da pessoa e quando tratasse de um comentário provavelmente inventado por sua cabecinha ou dito por outra besta igual a você, vem só o PRÉ NOME (Leonardo.Gilka.Jimena E MUITOS OUTROS)
NESTE MUNDO EXISTEM PESSOAS QUE LUTAM PARA ACABAR COM AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES E EXISTEM OUTRAS IGUAIS A VOCÊ ,QUE PARA SE PROMOVEREM ATACAM UM POVO INTEIRO SEM NEM AO MENOS TER CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DO MUNDO.
ACREDITO QUE PIOR DO QUE AS GUERRAS E ATÉ O HOLOCAUSTO É SER PAI, MÃE OU FILHO DE UMA BESTA TRAVESTIDA DE REPORTER QUE GASTA O TEMPO DE MILHARES DE PESSOAS LENDO AS PORCARIAS QUE VOCÊ ESCREVE .EM TEMPO, É FANTASTICO COMO UMA PESSOA QUE SE INTITULA JORNALISTA, CHAMA UM LEITOR DE BURRO OU DESONESTO SOMENTE PORQUE A SUA OPINIAO É CONTRÁRIA AO QUE O MESMO GOSTARIA DE OUVIR. QUE DEUS TENHA PENA DE TEUS FAMILIARES, POIS VOCÊ DEVE SER A BESTA QUE A HUMANODADE AINDA ACREDITA QUE VIRÁ.
Washington – O relatório do governo americano sobre produção e tráfico de drogas diz que o Brasil tem que aumentar o controle sobre o “financiamento do terrorismo” na Tríplice Fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai.
A subsecretária de Estado para a divisão internacional de narcóticos e fiscalização, Anne Patterson, disse que o governo americano tem “informações consideráveis” sobre o financiamento de atividades terroristas na região.
“Aquela região é uma área sem governo há muitas gerações, um centro de contrabando e agora está sendo usada para facilitar financiamento ao terrorismo”, afirmou ela na entrevista coletiva para anunciar o relatório, elaborado anualmente pelo governo americano.
Apesar de o governo brasileiro negar a existência de terrorismo na fronteira, Patterson disse que os Estados Unidos têm informações “muito boas” para afirmar que a região é um foco de financiamento ao terrorismo. “Não posso entrar em detalhes, mas temos confiança nas nossas informações”, afirmou.
O relatório elogia os esforços do governo brasileiro no combate ao tráfico de drogas no ano passado, e destaca os esforços para combater a lavagem de dinheiro. O ponto fraco, na avaliação do governo americano, é a ausência de uma legislação criminalizando o financiamento do terrorismo. “O governo brasileiro deveria criminalizar o financiamento ao terrorismo como um crime autônomo”, diz o relatório.
O documento também diz que o Brasil deveria estabelecer controle das transferências de recursos nas áreas de fronteira, principalmente na Tríplice Fronteira.
O diretor do Programa das Américas do departamento de combate ao narcotráfico, Abelardo Arias, disse que o assunto vem sendo discutido com o governo brasileiro. “Temos uma boa cooperação com o governo brasileiro e estamos levando este assunto a eles”, afirmou. “São três fronteiras, então não é só Brasil, mas o Brasil é parte do problema.”
O Brasil também é classificado como um “grande fornecedor de produtos químicos”´ para o refino de coca na região andina. No geral, a avaliação dos americanos é que houve “um avanço significativo na campanha para reduzir a entrada de cocaína e heroína nos Estados Unidos” no ano passado, graças um forte esforço internacional.
O relatório mostra que, na Colômbia, a produção de cocaína se manteve inalterada, apesar da redução da área plantada de folha, graças aos programas de erradicação patrocinados pelo governo americano. A subsecretária Patterson considerou o resultado do Plano Colômbia “um sucesso maior do que o previsto” para a Colômbia.
Os Estados Unidos também estão preocupados com a Venezuela. Como o Brasil, o país não é um grande produtor de drogas, mas é um ponto de passagem da droga produzida na Colômbia, Peru e Bolívia. Patterson disse que o governo americano está preocupado com a falta de vigilância na fronteira da Colômbia com a Venezuela. “Não queremos que a Venezuela se converta num buraco na estratégia” de combate à droga na região.
Na Bolívia, a área cultivada de coca voltou a aumentar pelo quarto ano consecutivo. O relatório alerta para o aumento da influência política dos plantadores de coca no país, com a eleição do presidente Evo Morales (ex-presidente do sindicato dos cocaleiros).
Mas o governo americano age com cautela quando questionado sobre a relação entre os dois países com o novo governo. “A nossa relação com o governo de Evo Morales vai depender da postura que ele adotar em várias áreas, incluindo o combate às drogas”, afirma Patterson.
O filósofo Bernard-Henri Lévy observou que «o antiamericanismo não
depende dos americanos assim como o anti-semitismo não depende dos
judeus (…) trata-se de um conjunto de preconceitos e intolerância».
O paralelo com o ódio antijudaico está no fato de que «o
antiamericanismo é hoje um magneto que em todo o mundo atrai os
piores extremistas, os fanatismos mais perigosos; procurem os
antiamericanos, e encontrarão dos nostálgicos do nazismo aos
nacionalistas mais ferozes e até kamikazes islâmicos». Lévy vê um fio
condutor entre todos aqueles que repudiam a América: «Aquilo que os
une é o desprezo pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos
negros, dos imigrantes e das mulheres [Lévy esqueceu-se dos direitos
dos homossexuais], por verem nesses princípios uma ameaça direta à
ideologia extremista, racista, deles ». Outra coisa são as
críticas «ao Patriot Act, à pena de morte e a Guantanamo»
porque «nestes casos trata-se de objeções políticas, não de ódio à
liberdade que a América representa». Bernard-Henri Lévy define-
se «não como filoamericano e sim como anti-antiamericano» porque a
aversão aos EUA é «uma degeneração, fruto de generalizações,
intolerância pelo próximo e falta de consciência», o que faz do
antiamericanismo um parente muito próximo do anti-semitismo. Lévy
traça um paralelo: «Aquilo que aproxima os americanos comuns é a
associação voluntária em torno de um credo comum, assim como ocorre
aos judeus, enquanto na Europa o que distingue a população de uma
simples nação é o sangue, a terra, a religião (…) Israel é um
Estado nascido num pedaço de terra de pessoas diversas unidas por um
único credo e os EUA nasceram de uma maneira muito semelhante, com os
Pais Peregrinos que embarcaram com o objetivo de construir o Verus
Israel, uma pátria de liberdade e igualdade… Em seu espírito
maléfico, aqueles que queimam juntas as bandeiras de Israel e dos EUA
chegam a individuar a existência dos valores realmente comuns entre
os dois povos e isso confirma que às vezes até Lúcifer consegue ser
inteligente… Foram precisas muitas décadas (para que mundo
entendesse que) o anti-sionismo é uma forma de anti-semitismo, será
preciso mais tempo ainda para compreender a verdadeira natureza do
antiamericanismo».
Gilson Gondim, o articulista que foi demitido de um jornal do estado da Paraíba por conclamar o extermínio de judeus, continua ativo. Agora abrigado nas páginas do jornal O Norte, de propriedade dos Diários Associados, Gondim continua a despejar desinformação para alimentar sua obsessão nazista.
Além da coluna semanal no diário, ele mantém um blog (www.multiplosuniversos.com.br) onde reproduz seus textos sórdidos e repletos de mentiras. Lá, Gondim responde aos críticos com a sua habitual saraivada de calúnias, difamando pessoalmente todos aqueles que cometem o “crime” de discordar do pretensioso racista.
O ódio anti-judaico de Gilson Gondim atinge o paroxismo. É tanto e tamanho que precisa mesmo de espaço pago, como ocorreu em 6 de setembro de 2006, quando Gondim comprou uma página do Correio da Paraíba para, como de hábito, mentir e enganar (Ver aqui).
Além de mentiroso, Gilson Gondim é um covarde. Quando os comentaristas evidenciam suas contradições e sua falta de conhecimento, Gilson Gondim simplesmente retira de sua página os comentários que lhe desagradam. Até aí seria um direito do proprietário do blog. Mas a covardia fica provada quando se vêem textos onde ele louva a sua própria “tolerância e democracia”, repetindo tal e qual um papagaio que “o site é democrático”. Democrático para quem, cara-pálida? Que anti-semita neste mundo poderia falar em tolerância?
Mas a maior demonstração da covardia e do grau de desonestidade de Gilson Gondim pôde ser testemunhado ontem, dia 31 de janeiro, por volta das 19 horas, quando uma enquete em seu blog foi descaradamente fraudada. A pergunta “Israel é um estado baseado na justiça ou na injustiça ?” teve o resultado invertido quando 66% dos votantes haviam clicado na opção Justiça.
Este é Gilson Gondim em sua essência: fraudador, mentiroso, desonesto, manipulador, sofista, simplório. Um indivíduo cujo grau de recalque embota até as mais básicas noções de retidão.
O que mais espanta no caso Gilson Gondim nem é a sua completa incapacidade para o ofício que exerce, mas a total irresponsabilidade de um órgão de imprensa como o jornal “O Norte” em dar abrigo a tal bandoleiro das letras. A irresponsabilidade de “O Norte” fica clara diante da impunidade dos arroubos preconceituosos de Gilson Gondim, todos devidamente tipificados na legislação de combate ao racismo e à xenofobia do Código Penal Brasileiro.
Graças aos nossos protestos, a direção do “Jornal da Paraíba” afastou Gilson Gondim de suas páginas, conscientizada da absoluta inconveniência de dar voz e espaço a um verdadeiro criminoso. Quem protege Gilson Gondim e sua insânia é Luiz Carlos de Sousa, ex-editor do JP e atualmente em O Norte. É Sousa que põe seu nome e sua reputação (a esta altura reduzida a pó de mico) em jogo quando se trata de ser cúmplice das bandalheiras de Gondim.
O De Olho Na Mídia, ciente de seu papel de observatório das manifestações difamatórias contra minorias étnicas, religiosas e culturais, cumpre com a sua obrigação de denunciar e pedir providências contra a permanência de tal aberração nas páginas de um diário local.
Complemento ao comentário do LÉO…Notei que após os comentários agressivos que se seguem aos do Godim são escritos em sequência, sempre nos próximos minutos, e por pessoas sem sobrenome….Também é esquisito o fato de somente haver publicação do percentual da votação e não do número de votos acumulados….Achei que tamanha agressividade se tratava de caso de esquizofrenia ou neurose. Agora acho que é um caso de Psicose com orientação auto-psíquica…..dupla-personalidade….
Todos que estão falando sobre estado agressivo… Não sabem o que dizem…
Israel somente estava se defendendo, e de forma extremamente humilde, pois se utilizasse total força não sobraria estado libanês para contar historia…
Israel somente se defende…
E quanto à violência, o que me dizem de homem bomba que entra em um ônibus cheio de inocentes e se explode…
A guerra só ira acabar quando os libaneses amarem mais a seus filhos do que odiarem o estado de Israel…
Está na ´´moda´´ ser antiamericano e por conseguinte contra todo e qualquer aliado dos EUA ; Esse é o caso de Israel.
Quem conhece o Estado de Israel, tendo estado lá , percebe de imediato a injustiça com que o mesmo vem sendo atacado pela mídia em geral e pela ´´esquerda´´ retrógrada ( alíás esquerda hoje em dia prima pelo retrocesso ).
A Israel cabe se defender da ameaça de aniquilamento de qualquer maneira ; não é preciso ir longe para entender que hoje em dia de dez atentados terroristas, onze são provenientes de elementos e entidades islâmicas; não somente contra Israel mas no mundo todo.
Israel é a única democracia do Oriente Médio, e com todas suas virtudes ( e defeitos ) ainda é a melhor senão a única opção de uma sociedade mais justa , democrática e progressista.
O Estado de Israel é uma verdade e não está em questão sua existência ou não. Sua política de relacionamento com os países árabes também é bem conhecida pelas inúmeras tentativas de promover a paz e a co-existência. O que se pode questionar é: os países árabes querem a co-existência? Os países árabes, em suas DITADURAS BÁRBARAS PSEUDO-RELIGIOSAS E ANTI-HUMANAS querem a paz? Pensemos nisto antes de questionar o direito a existência de um país democrático (na verdade, o único do Oriente Médio), avançado tecnologicamente, intelectualmente e espiritualmente. Quanto ao direito à terra, pergunto: os brasileiros descendentes de italianos, alemães, japoneses, portugueses, espanhóis, holandeses, etc., tem o direito de habitar no Brasil? Se a resposta for sim, a enquete é tendenciosa, anti-semita, racista e de cunho fasci-nazista. Se a resposta for não, o que estás fazendo aqui no Brasil, Gondim?
É muito estranho que alguém que se identifica apenas como “Léo”, ou seja, um apelido, critique os comentaristas que não se apresentam com o sobrenome.
É tão burro que não percebe a incoerência.
Imbecil!
Vejo pelos comentários anteriores um reflexo do efeito da mídia na mente das pessoas. Para se comentar um assunto é ideal ter em mente o conhecimento de ambos os lados de uma questão.
O lado que defende Israel é o que vem com os argumentos de que os judeus merecem aquelas terras, pois seus ancestrais viviam ali a milênios e Deus deu aquela terra a seu “povo escolhido”. Este mesmo lado acusa os palestinos de coisas que não estão relacionadas à questão, como é o caso da religião. Demonizam o islamismo, por ser religião predominante dos palestinos e seus vizinhos. Se fosse na India, a crítica religiosa seria diferente. Também denigrem a cultura dos países islâmicos, baseando-se somente nos defeitos e não nas qualidades, e também nas deformações informativas que a mídia prega. Esquecem que nós brasileiros também somos denegridos pelos gringos. O mesmo americano que acha que árabe é tudo terrorista, acha que brasileiro é tudo traficante. O filme Turistas é reflexo disso. Ontem vi um americano apelidado de Gambá, que jogou uma bandeira brasileira no chão e supostamente urinou sobre ela. E ainda vamos achar que tem sentido idolatrar EUA e condenar os árabes? Estamos no mesmo barco!
A comparação do massacre de palestinos com o massacre de indios nas Américas é mais do que ridículo. Se eu vivesse nos tempos do Brasil colônia eu obviamente não concordaria com a matança de indios. Tal prática é primitiva, bárbara, jurássica. Se isso é justificável, então o que os nazistas fizeram também o é de alguma forma. Se devemos tolerar a recriação do Israel histórico na forma desse Israel político contemporâneo, devemos também aprovar a volta do Império Romano. Sim porque Israel é uma nação do passado onde viviam judeus. Querer a volta de Israel é o mesmo que querer de volta O império romano, a monarquia no Brasil, o uso de cinto de castidade, etc…
O lado que defende os palestinos reivindica direitos. Querem que as terras roubadas dos palestinos por Israel sejam devolvidas, que o genocídio tenha um fim e que a mídia não promova a islamofobia como vem fazendo. Como foi feita uma partilha, uma divisão, estabelecendo um território para Israel e outro para a Palestina então um deve respeitar o espaço do outro. O que Israel vem fazendo é invadir seus vizinhos. Invadem terras da Cisjordânia sob acusações fabricadas. Acusam por exemplo de haver ali terroristas, sendo que esta palavra no submundo do jornalismo sionista significa rebelde, insurgente. E na desculpa de perseguir terroristas, demolem casas com gente dentro, esmagando tudo e todos que estiverem na frente. Vejam o caso de Rachel Corrie.
Portanto, nada justifica os atos de Israel. Não é justificável sequer sua existencia, quanto mais o genocídio, fruto de sua política nazi-fascista. Um país que se estabelece sobre terras roubadas, que massacra civis desarmados, esmaga, tritura e carboniza até crianças de colo não pode ter razão, não pode ser absorvido nem inocentado. Um povo que luta, sacrifica a própria vida no estilo dos kamikases, por um país livre e pela justiça, não pode ser vilipendiado.
Pena Rogério que você é tão parcial. Nada justifica matar crianças e civis em discotecas e bares, mas para você isto está certo, claro se os que morrerem judeus, pois crianças judias não contam. Atirar foguetes nos outros escondido atrás de mulheres e crianças está correto, claro se outros forem judeus. Ponha o dedo na moleira Clemente, seja coerente para você mesmo. Assuma seu ódios gratuito aos judeus. Eu tenho pena de quem vive com o ódio dentro de si.
Será que tem alguém preocupado com os massacres e genocídio que os muçulmanos estão fazendo em Darfur? Em nome de que ou de quem?
Já leram alguma coisa sobre quantos morriam em nome de deuses estranhos defendidos pelo Tribunal do Santo Ofício durante a Inqisição? O holocausto não foi só contra judeus. Lembram quantos velhos não judeus, doentes não judeus, ciganos, negros, homossexuais e qualquer outro que não fossem considerados “arianos” eram mortos simplesmente?
Já leram alguma coisa sobre como é a vida no Iraque, no Irã e algumas outras ditaduras religiosas?
Sabem quantos morrem no Rio de Janeiro, num so dia?
Vamos lá brasileiros e brasileiras!
Vamos voltar nossa atenção para nossos problemas. Vamos levantar bandeiras para diminuir as injustiças em nosso país, as mortes sem causa, a violência gratuita,a pedagogia da corrupção que nos envergonha como brasileiros.
O que voces sabem sobre o conflito Israel e Países Árabes que não tenha sido passado através de ideologias tendenciosas?
Já leram alguma coisa não tendenciosa?
É bom se manter informado!!!!!!!
Em 1995, quando eu tinha 6 anos, meus avós estavam me levando para uma celebração de Purim em Tel-Aviv, quando um terrorista explodiu uma bomba no Dizengoff Center. Minha avó entrou em choque, mas nós não nos ferimos. Vinte e duas pessoas morreram naquele dia. Eu nunca pensei muito sobre aquele dia até um ano atrás, no dia 12 de julho de 2005. Minha melhor amiga e eu fomos para o Netanya Mall comprar balões para a festa de aniversário de um amigo. Quando estávamos entrando no centro comercial, houve uma explosão atrás de mim no meu lado direito. Eu fiquei inconsciente e despertei várias horas depois no Hospital Laniado, para um mundo diferente. Tudo que eu distinguia era uma dor terrível e o medo. Eu estava coberta de queimaduras e ferimentos dos estilhaços e substâncias químicas da bomba. Eu tinha 16 anos.
Em um momento eu me transformei de alguém que sempre estava contente, alegre e risonha, em uma pessoa que eu não reconhecia. Devido a dor, eu não pude me achar. Eu não podia me conectar com minha família de quem eu era tão íntima. Eu não podia me manter em uma posição e ter qualquer pessoa perto de mim. Eu estava perdida. Depois de alguns meses e muitos tratamentos e procedimentos dolorosos, eu fui mantida em uma roupa de pressão. Imagine ser embrulhada em uma roupa que te aperta todo o tempo. Era muito desconfortável. E para protegê-la, eu tive que usar roupas que eram enormes. Eu me sentia horrível e muito furiosa.
Um dia, eu percebi que a pior coisa tinha acontecido – o terrorista palestino muçulmano tinha vencido. Ele tinha me destruído. Eu fiquei determinada e descobri em mim uma força que eu não sabia que possuía. Tinha de haver um caminho de volta. Eu me forcei a voltar para a escola mesmo embora eu não pudesse sentar ou me concentrar. Um dia, eu calmamente fiquei diante da classe e pedi a todos que por favor me tratassem como antes, em vez de uma vítima ambulante do terror. Eu cresci em uma lar secular, mas eu assumi um compromisso para ir a sinagoga todo Shabat. Imediatamente, seis de meus amigos decidiram se unir a mim. Durante os últimos seis meses, nós caminhamos juntos para a sinagoga todas as noites de sexta-feira. Isto nos fez muito felizes de um modo que eu não posso descrever. Todos nós também dizemos Salmos todas as noites. Isto acrescentou algo às nossas vidas e nos conectou um ao outro e a Deus de uma maneira que eu não poderia ter esperado. Eu me sinto melhor, esperançosa e mais forte. Há algo dentro de mim que eu não tinha antes do ataque.
“Eu tenho uma força que eu não sabia que
tinha e sei que eu posso realizar qualquer coisa”
Em fevereiro de 2006, uma coisa maravilhosa aconteceu pra mim. Zalman Indig, o diretor do all4israel.org, perguntou se eu queria me encontrar com um cirurgião plástico especial de Nova Iorque, Dr. Lloyd Hoffman que estava de férias em Israel com sua família. Eu tinha medo de criar expectativas. A dor de minhas cicatrizes era tão ruim que eu raramente dormia, não podia sentar e não conseguia me concentrar. O médico me examinou e disse, “eu não posso lhe prometer nada. Se eu puder lhe ajudar, eu ligo”. Logo depois disto, Zalman Indig ligou pra minha casa e falou comigo e com minha mãe. Ele perguntou se eu gostaria de vir para Nova Iorque para uma cirurgia. All4Israel pagaria todas as minhas despesas. Eu não podia acreditar nisto. Eu sentia como se um milagre tivesse acontecido só para mim.
Eu ainda estou em Nova Iorque. Eu passei por uma cirurgia e estou esperando por uma segunda. Em seis meses, eu voltarei para outras. As pessoas que eu conheci não me pediram qualquer coisa–não pediram fotos, ajuda para angariação de fundos e nem mesmo publicidade. Eles têm me mostrado o verdadeiro amor incondicional. Eu me sinto muito especial e amada por estes estranhos nos quais eu agora penso como família. Eu vou servir nas FDI. Depois, eu quero me tornar uma fisioterapeuta e trabalhar com vítimas de queimaduras. Penso que estarei apta para ajudá-los a achar uma maneira de agüentar os tratamentos dolorosos e encontrar suas forças interiores. Antes do ataque, eu estava alegre e otimista. Deve ter restado uma faísca destes sentimentos em algum lugar dentro de mim que se recusou a morrer. Eu sei agora que eu venci. Eu rio novamente e encontro alegria em minha família e amigos. Eu tenho uma força que eu não sabia que tinha e sei que eu posso realizar qualquer coisa.
Na terça-feira 12 de julho de 2005, em Netanya, cinco pessoas morreram: duas meninas da minha idade, Rachel Ben Abu e Nofar Horowitz; uma imigrante Ukraniana de nome Julia Voloshin; uma avó de 50 anos de idade de nome Anya Lifshitz; e um soldado de 21 anos de nome Moshe Maor Jan cuja esposa estava grávida. Eu conhecia a família de Moshe há muitos anos. Sua esposa Moriah deu à luz ao bebê, por isso eu penso que o terrorista Palestino também não derrotou Moshe. Eu sei algo importante. Dor é poder — quando você a usa para encontrar sua fé e sua força.
Primo Levi: ” Campo de Concentração: Quem entrou, nunca mais vai conseguir sair, e quem não entrou, nunca mais vai conseguir entrar”
Filme “O Homem da Rua Garibaldi”: “Se os nazistas decidissem matar todos os cachorros da Europa, os europeus se revoltariam e não deixariam isso acontecer.”
O Ventre Fecundo: Um Depoimento
“”E vós, aprendei que é necessário ver e não olhar para o céu; é necessário agir e não falar. Esse monstro chegou quase a governar o mundo! Mas não sejamos afoitos em cantar vitória: o ventre que o gerou ainda é fecundo” – BERTOLT BRECHT
Os leitores do De Olho na Mídia não precisam, certamente, ser alertados sobre a continuada ameaça representada por ideologias extremistas e anti-semitas – neonazismo em primeiro lugar – e por movimentos pretensamente apolíticos, como o negacionismo, que buscam legitimá-las. Reconhecer o perigo, porém, não implica necessariamente conhecer suas características e suas causas específicas, nem muito menos as várias formas pelas quais ele pode se manifestar.
Eu “estive lá”: como contarei abaixo, fui do negacionismo ao extremismo, e depois de volta (ainda bem!). Mas antes de começar, cabem algumas advertências. Com este depoimento, espero contribuir, não tanto para “explicar” o fenômeno (o que é tarefa de cientistas sociais), mas sim contar “o que passou na cabeça” de uma pessoa específica enquanto seguiu esse caminho. Não afirmo que minha experiência seja representativa do que quer que seja, mas apenas uma ilustração de uma das possibilidades. Por óbvio, refleti muito sobre a minha própria experiência, de maneira que o relato que se segue é muito mais ordenado, racional e claro do que foi a experiência em si. Assim, muitas coisas que, olhando para trás, sei que foram marcos importantes, passaram desapercebidas em seu momento.
O REVISIONISMO/NEGACIONISMO COMO PONTO DE PARTIDA
O começo da jornada foi quando, adolescente, encontrei em uma livraria uma cópia do livro Holocausto: Judeu ou Alemão?, de S. E. Castan. Como já faz tempo, não vou garantir de que me lembre com exatidão, mas creio que o que me chamou a atenção não foi o título, pois não tinha idade para compreendê-lo muito bem, mas sim o subtítulo: Nos Bastidores da Mentira do Século. Lendo-o sem base alguma, tanto pela idade imatura quanto pela ausência de conhecimento, saí evidentemente convencido da veracidade de sua tese: o Holocausto de seis milhões de judeus jamais acontecera. Sim, era verdade que o Partido Nazista era anti-semita, que existiram campos de concentração e que muita gente morreu lá, mas isso não era uma política deliberada de extermínio, e havia muitas, digamos assim, “circunstâncias atenuadoras” para a Alemanha. As testemunhas do genocídio mentiam. As confissões dos SS foram forjadas ou obtidas sob tortura. Com o interesse despertado, passei a ler grande quantidade de material sobre a II Guerra Mundial e o nazismo.
A INTERNET EXTREMISTA
Nesse ínterim, passei a ter acesso a computador e à Internet, então em seus começos aqui no Brasil. Pesquisando sobre assuntos relacionados à Segunda Guerra, encontrei montes de sites negacionistas “apolíticos”, bem como sites da rede “extremista mesmo”, em especial a norte-americana. Não fui em busca deles, eles vieram até mim: simplesmente apareciam no “google” da época ao se colocar palavras-chaves simples, como “segunda guerra” ou coisas do tipo. Aí, pela primeira vez cheguei a escritos de neonazistas “mesmo”, que li em grande quantidade. Incrivelmente, nunca cheguei a me considerar, mesmo naquele período, um neonazista; aceitaria apenas que me chamassem de “simpatizante”. (Com argumentos do tipo, “Hitler não era de todo ruim, vejam, em plena Grande Depressão ele terminou com o desemprego na Alemanha”). Deixo claro, porém, que não era por dúvidas de ordem moral, já que, pela influência negacionista, eu negava os crimes do nazismo. Não tendo o nazismo cometido crimes, não era condenável em si.
UMA REFLEXÃO
Olhando para trás, me parece fundamental o fato de eu ter tido contato primeiro com o negacionismo e depois com o neonazismo “mesmo”. Para alguns leitores, talvez pareça que a própria distinção entre os dois não deve ser feita, já que o negacionismo bem pode ser considerado uma forma de neonazismo. Concordo que em teoria sim, ele pode, mas que na prática, os dois devem ser distinguidos, e creio que essa distinção ajuda à compreensão do caminho, ou de um dos caminhos, que leva ao extremismo.
Parece-me que o negacionismo pode ser bastante sedutor, especialmente para um jovem curioso e ignorante como eu era. Primeiro, ele tem argumentos longos e detalhados mostrando que “tudo o que todo mundo acha a respeito de” Hitler e do nazismo não era bem assim. Para quem não é especialista na matéria – isto é, para a grande maioria das pessoas – esses argumentos são aparentemente convincentes . Segundo, esses argumentos estão formulados de uma forma que parece imparcial e objetiva (isso dependente, evidentemente, do autor negacionista específico em questão, mas muitos, pelo menos, buscam esse efeito). Terceiro, ele diz apelar à razão e não à emoção: “sim, muitos judeus sofreram, mas esse sofrimento não é motivo para não buscarmos o que realmente aconteceu, doa a quem doer”. Quarto, ele geralmente se apresenta como apolítico: se trataria de um movimento histórico, preocupado com o que aconteceu em 1933-1945 e não com o mundo de hoje. Buscaria a “verdade dos fatos”, não a reabilitação do nazismo. Se ele enfatiza o sofrimento dos alemães e nega o dos judeus, seria apenas porque “foi assim”.
O negacionismo me fez pensar duas coisas que, creio, muitos jovens (idiotas) gostam de pensar: que ele sabe “algo” que pouca gente mais sabe, e que ele está do lado dos fracos (alemães) contra os fortes (judeus, ou como dizia Castan e eu segui, “sionistas”). Olhando em retrospectiva parece ridículo, mas eu achei que defendia a verdade. Eu tinha uma causa que considerava nobre e justa.
Esse caráter técnico e apolítico que o negacionismo busca para si, ao mesmo tempo que lhe dá credibilidade, diminui por assim dizer as resistências imunológicas dos afetados. Em parte, o efeito é direto: se você já aceitou que o nazismo não era tão ruim assim, já que os piores crimes que lhe são atribuídos não teriam acontecido, você já está mais propenso a ouvir um argumento de que ele tinha “lados bons”, como o fim do desemprego, etc. E em parte, o efeito é indireto, e assim mais insidioso. Da forma como ele se apresenta, o negacionismo – pelo menos o que eu li nesse tempo – não inclui uma teoria explícita da conspiração judaica. Ele se preocupa com o que aconteceu em 1939-1945, e não com o que veio depois. Agora, ele precisa de alguma forma de explicar como, se os crimes do nazismo não aconteceram ou não foram bem assim, a “versão atual” apareceu e se tornou dominante. Implicitamente, a única explicação possível é uma conspiração, que envolve pelo menos alguns judeus. Aceitando essa tese, você vai dar mais atenção a argumentos que afirmam que essa conspiração continua atuando hoje, agora em busca dos objetivos x, y, z. E é isso que permite a transição do “negacionismo apolítico” para o “extremismo político”.
Pelo menos, e olhando retrospectivamente, me parece ter sido o que permitiu no meu caso. Não tenho como saber, mas não creio que eu tivesse me dado ao trabalho de ler um escrito neonazista, muito menos de levá-lo a sério e ainda menos de vir a concordar com ele, se não tivesse passado primeiro pelo negacionismo.
Um corolário dessa trajetória é que ela permite que a consciência do indivíduo continue limpa aos seus próprios olhos. Como eu disse acima, eu aceitava a conspiração judaica mas negava ser anti-semita. Como conseguia esse milagre? Ora, o ponto central seria o que realmente aconteceu em 1939-1945. Como essa verdade factual teria sido distorcida, era necessário recolocá-la em seu lugar. Nisso, não haveria nada de anti-semitismo, pois a verdade não é inimiga de ninguém. Deve-se notar que a maioria dos negacionistas espertamente não critica “os judeus”, o que arruinaria suas chances iniciais de prender a audiência. Critica “sionistas”, critica “algumas lideranças judaicas”, ou algo do estilo. Mostrar “a verdade” prejudicaria apenas esses pequenos grupos, que por suas ações prejudicam os próprios judeus. A tese da conspiração faz o mesmo, pois a conspiração judaica seria ruim para os judeus, e expô-la os ajudaria! Dessa forma, o anti-semitismo se disfarça de filo-semitismo ou de puro e abnegado “amor à verdade”, não para o mundo, mas para o próprio anti-semita. É o triunfo de Orwell, tanto factual quanto moralmente!
Finalmente, considero que existe uma atração específica da extrema direita aos “intelectuais” ou “aspirantes a tais”, como eu era. Dito em uma frase: é a facilidade com a qual alguém se torna uma autoridade. Vou exemplificar com o grupo oposto, a extrema esquerda. Se você quer ser um intelectual da extrema esquerda respeitado, prepare-se para estudar mesmo. Tem que ler Marx, Lenin, Stalin, Mao, Trotsky, Kautsky, Plekhanov, Rosa Luxemburgo, etc, etc., etc., etc., etc. De preferência, os principais em seus próprios idiomas (coisas fáceis: alemão, russo, pra não falar em chinês…). E mais: como essas figuras geralmente não enfrentam ainda hoje o nível de desaprovação moral que recebem Hitler e Mussolini, há uma quantidade infindável de trabalhos de comentaristas e mais comentaristas sobre eles. É um trabalho de anos. Na extrema direita, o quadro é o oposto. Não há sequer um cânone, como seriam as obras de Marx e Engels; tanto em termos de tamanho quanto de complexidade e mesmo de importância “prática”, Mein Kampf não serve nem de rodapé a Marx… E como a extrema direita não tem a mínima respeitabilidade, inexistem comentaristas ou qualquer tradição exegética. Portanto, qualquer um pode se sentir um “intelectual de vanguarda” sem o mínimo trabalho propriamente intelectual. O extremismo de direita é a solução perfeita para os intelectuais vagabundos.
O CAMINHO DE VOLTA
Eu gostaria muito de poder dizer que, um belo dia, acordei, olhei para o sol e tive aquele insight que me revelou que tudo aquilo era besteira, tanto errado quanto malvado. Infelizmente, não foi assim. Da mesma forma que a ida foi gradual, a volta também o foi.
Meu período revisionista-extremista durou cerca de três anos. Grosso modo, no primeiro estudei “os fatos” do nazismo e da II Guerra sob a ótica do negacionismo, no segundo mergulhei fundo no neonazismo, e no terceiro fui preparando o caminho da saída.
Evidentemente, essa leitura é teleológica, porque eu não sabia disso na época, e bem poderia ter continuado a crer em tudo aquilo. Tenho enfatizado também o desenvolvimento por que passei desde um ponto de vista intelectual, pois que entrei e saí do extremismo por motivos abstratos. (Já disseram que “é mais fácil ser anti-semita que odiar um judeu específico”. É uma grande verdade.). Nesse ponto, porém, um fator da vida real foi importantíssimo. No “terceiro ano”, comecei a trabalhar além de estudar, e o tempo de que dispunha tanto para “estudar” extremismo praticamente deixou de existir. A saída compulsória dessa atmosfera auto-confirmatória na qual eu mesmo me havia posto também ajudou. E, obviamente, eu estava amadurecendo (ao menos um pouco…).
Diferentemente do caminho da ida, que seguiu a ordem cronológica na qual o expus, o da volta não, exatamente porque foi um caminho mais fragmentado. Não tenho como contá-lo a não ser dividindo em compartimentos estanques evoluções que foram em grande medida contemporâneas.
1. Abandonando o racismo. Se o negacionismo consegue parecer ser técnico, desapaixonado, lógico e baseado num frio amor à verdade dos fatos com alguma facilidade, o racismo não. Até alguém tão dentro da barriga do monstro como eu estava o percebeu, e deixei de ser racista antes sequer de deixar de ser simpatizante do nazismo (no sentido do “lado bom” dele). A peripécia lógica não é tão difícil como parece: “OK, o nazismo tinha certos erros/desvios/equívocos etc…, como por exemplo aquelas antiquadas doutrinas raciais. Mas também tinha . . .”.
2. Revisando o negacionismo. Esse ponto me veio como um estalo, tanto que até hoje me lembro vividamente do evento: um dia, simplesmente me veio à mente que eu sabia recitar cinco ou seis refutações negacionistas standard contra o livro de Raul Hilberg, Destruction of the European Jews. Não tinha, porém, jamais visto o livro. (De fato, até hoje não o encontrei). Para quem se gabava de buscar apenas a verdade doesse a quem doesse, me pareceu uma postura sumamente dogmática. OK, eu sei, isso apenas quer dizer que eu levei dois anos para ver o óbvio, mas eu finalmente vi. Esse insight não fez com que eu imediatamente deixasse o negacionismo, mas me deixou com um pé atrás, e me inspirou a buscar ativamente respostas a ele. Em suma, me deixou mais aberto ao contraditório. E buscando-o, encontrei o caminho da saída.
3. E a conspiração? Já descrevi acima o caminho que, acredito, leva do negacionismo ao extremismo político. Um dia, revendo minha trajetória, me dei conta dela, em linhas gerais, obviamente. Mais uma vez, não fiz o lógico e não abandonei de imediato a teoria da conspiração, tão acostumado que já estava a enxergar o mundo através dela. Mas a semente estava lá, pois havia conseguido ver que o “raciocínio” que seguia era tautológico. Passei a frequentar fontes de informação que antes considerava não-confiáveis porque judaicas e portanto parte da grande conspiração, como por exemplo a Anti-Defamation League e o Simon Wiesenthal Center. Não demorei a encontrar longas fichas criminais junto a vários nomes cujos artigos eu havia lido…
4. O fim do “lado bom” do nazismo. Tendo começado a estudar o nazismo e sua época sob uma ótica negacionista desde o princípio, é evidente que estava longe de ter uma visão minimamente coerente com a realidade. Não haveria saída daí enquanto eu não tivesse alguma abertura para o contraditório. É um ponto importante, que por isso repito: Sim, um dos pontos principais da saída foi, realmente, compreender a realidade do nazismo. Não é que, antes, eu pegasse o que as pessoas em geral associam com “nazismo” e invertesse o sinal (de “mau” para “bom”). Eu tinha uma visão totalmente enviesada, e ainda por cima com “fatos” para argumentar, e desconsiderava todo contra-argumento como prova da ignorância da verdade ou da adesão à grande conspiração por parte de seu autor. O reconhecimento do caráter dogmático da minha adesão ao negacionismo permitiu que eu saísse do círculo vicioso, e daí em diante foi bastante rápido. Com isso, já estava pronto para sair da barriga do monstro, o que era dificultado apenas pelo hábito.
UM PONTO FUNDAMENTAL
Certamente não escapou à atenção do bravo leitor que me seguiu até aqui a ausência, até agora, de uma crítica moral. Parece uma coisa asséptica e inofensiva: eu acreditava em algo, comecei a ter dúvidas, e deixei de acreditar. Mais um pouco e pareceria que estou falando de astrologia ou vodu, e não de neonazismo.
Por que isso? Olhando retrospectivamente, me parece conseqüência de eu ter mantido a consciência limpa, através de uma visão totalmente enviesada, até esse momento. Em minha mente, jamais odiara judeus, nem negros, nem quem quer que seja; apenas buscara a verdade. Se havia buscado no lugar errado, agora era hora de procurar em outro lugar. Não havia me aproximado do nazismo, por exemplo, porque queria matar judeus; pelo contrário, eu defendia exatamente que o nazismo não havia feito isso .
O fato de eu ter abandonado as velhas crenças gradualmente impediu que eu visse, de forma súbita, o abismo moral em que tinha caído. Por isso demorou um pouco, até que os quatro pontos em que dividi o processo de saída, enumerados acima, estivessem sincronizados, para que finalmente me perguntasse o que é afinal a pergunta mais importante: Mas como foi que eu fui fazer isso… Mas como qualquer um chega a fazer isso…
CONCLUSÃO
Todo este texto é uma tentativa de dar uma resposta a essa questão. Não julgo ter chegado à “verdade” pois, como parte interessada no caso, estou em uma posição singularmente ruim para consegui-lo. Mas a inquietação central – “mas como. . . .?” – sempre continua. Eu posso ter piamente acreditado que não era anti-semita, mas era. Que não era racista, mas era. Que não defendia regimes abomináveis, mas defendia. Sei que isso não me isenta de culpa. Queria pedir desculpas a alguém, mas não havia quem: alguém de carne e osso. Com o tempo, tentei me perdoar e esquecer.
Este depoimento surgiu a partir de uma troca de e-mails com o editor do De Olho na Midia, que afinal me convenceu de que tornar essa história pública seria útil. Espero que ela ajude a evitar que alguém caia nas armadilhas por onde caí, e que sirva de alerta sobre a exatidão factual do famoso alerta de Brecht: o ventre ainda está fecundo. E mesmo os que não são monstros podem tornar-se tais, e, ainda por cima, acreditando que são anjos…
Por isso, aproveito o espaço que me foi concedido para fazer o que até agora não havia feito. Pedir desculpas a todos os que ofendi. Peço não só a judeus e negros, grupos a que ofendi mais diretamente. Peço perdão à humanidade. O anti-semitismo e o racismo não são apenas ofensas a judeus e negros, são ofensas contra o ser humano. Disseminando ódio e mentiras sobre uns e outros, diminuí apenas a mim mesmo. Ao invés de contribuir com o pouquinho que cada um de nós pode dar para construir o bem comum, eu tentei colocar abaixo a obra. Peço perdão.
Escrito por: Ex-Nazista Arrependido Conta Sua História. Exclusivo Para O De Olho Na Mídia
Publicado no site em: 24/01/2007
Este site mais uma vez infelizmente insiste em demonizar o estado de Israel e os Judeus, um povo e um estado que sempre buscaram a paz com seus vizinhos e sempre foram atacados por isto, estendem a mão e perdem os dedos !! Foi assim com o sul do Libano, foi assim com Gaza, foi assim desde o primeiro dia do Estado de Israel (oficialmente, já que a mais de 5.000 anos que judeus sempre viveram alí) onde foi covardemente atacado por TODOS seus vizinhos arabes, muito mais fortes, com armas e exercito muitas vezes maiores, ainda com apoio da USSR, e ainda vem me dizer que Israel é q é o estado injusto ??? Se não sabem, é a unica democracia real no Oriente Medio, onde TODOS tem os mesmos direitos, inclusive muçulmanos palestinos que ali vivem e tem cidadania com direito a voto (e diversos deputados e representantes palestinos no congresso de Israel) seguro social e tudo mais onde em TODOS os paises a sua volta a população nunca sequer soube o que significa isto. Ali todas as religiões podem frequentar seus locais sagrados, coisa que em qualquer pais muçulmanos um judeu seria degolado na hora ! PENSEM MAIS antes de julgar oq desconhecem !
gilson, o fato que me impede de colocar meu nome e sobrenome, é porque eu não uso barba prá me esconder, eu teria vergonha de colocar meu nome numa porcaria como esta escrita por você e com a participação de alguns trombadinhas e seus familhares.
você deveria ter vergonha de se intitular jornalista, e a ordem dos jornalistas do Brasil, deveria mandar publicar esta merda que você escreve nos banheiros píblicos de alguma republiqueta perdida em algum lugar distante de nossa pátria.
você não passa de um grande idiota e recalcado, e se um dia eu visitar sua terra, vou levar uma máquina fotográfica para bater uma foto desta aberração que nasceu das entranhas de uma coitada.
SR. GONDIM:
FAÇA UMA COISA SIMPLES ANTES DAS COMPLEXAS DETURPAÇÕES DA HISTÓRIA QUE PRETENDES. VÁ A ISRAEL CONHECER SUA AGRICULTURA, SUA CIÊNCIA, SEUS INSTITUTOS DE PESQUISA,SUA DEMOCRACIA, TODOS VOLTADOA PARA O BEM DA HUMANIDADE COMO UM TODO. INDIFERENTEMENTE DE SUA CRENÇA,POSIÇÃO SOCIAL,IDEOLOGIA POLÍTICA. VAIS TALVEZ TE SURPREENDER COM O QUE VERÁS E SE TIVERES DECECÊNCIA,CARATÉR E CORAGEM, CONTARÁS PARA O MUNDO O QUE REALMENTE É O ESTADO DE ISRAEL
JUSTIÇA, óbvio! É um Estado de Direito com, pasmem, ASSENTOS PARA PARTIDOS ÁRABES no Parlamento! E ainda têm a coragem de levantarem esta questão… Um exemplo: um palestino processou Israel na Suprema Corte de Israel por causa do Muro construído para evitar atentados; o homem alegava que o tal Muro dividia sua propriedade em duas partes… Ele estava certo, ganhou a ação e Israel foi obrigado a recuar o muro!!!! Ouviram bem? Um palestino processou Israel, nas cortes de Israel, e ganhou!!!!! Isso é só um exemplo de como Israel é a terra da Justiça!!!
Vai lá dar mais uma prova da sua insignificância, vai! Vai adulterar a enquete pra poder se sentir homem, vai!
Quis bancar o machão encarando a garotada da Asper e SE FUDEU!!!
Apanhou feito o cão raivoso que é. Merecia mais! Idiota!
Gostei de que levantaste a causa dos massacrados de DARFUR. Mas antes de voltar nossa atenção para nossos problemas,levantar bandeiras para diminuir as injustiças em nosso país, as mortes sem causa, a violência gratuita,a pedagogia da corrupção que nos envergonha como brasileiros….Hammm……..Hummmm…. me responda o que você acha do fato de Lula apoiar o Sudão e de ter ajudado a vitória desse país contra uma sanção proposta na ONU adotando medidas punitivas ao governo Sudanês? Tudo pelo petróleo….Dá pra se calar como Lula e vc propõe?
O exército de Israel chama-se: Exército de DEFESA de Israel, ao contrário dos fundamentalistas que colocam foices e armas em suas bandeiras. A bandeira de Israel é azul e branca cores da paz. O exército de Israel como o próprio nome já diz busca a sua DEFESA e paz em um país onde moram mais de 60.000 árabes, e milhões de cristãos e judeus convivendo em plena harmonia. No estado de Israel existem cientistas que pesquisam a cura do câncer, aids e esclerose múltipla, quais cientistas existem nos estados palestinos fundamentalistas? Cientistas de armas, bombas e guerras? Portanto, quem tem parentes com câncer deveria pensar bem antes de explodir um país que pesquisa a cura e defende-se dos sequestro de seus soldados e filhos. Defesa, cura e paz, é isso!!!
Esse tal de Gondim nao eh nada diferente dos outros racistinhas de plantao: Quando o argumento aprofunda e discute-se fatos ao inves de retoricas vazias, o Gondim fica babando na gravata e tenta desqualificar seu oponente com desaforos.
Seja inteligente e honesto, discuta no campo das ideias. Traga novos argumentos baseados em fatos a discussao. Seja inteligente e honesto e pesquise sobre o que esta falando com a autoridade do Santo Padre.
Todos nos temos a responsabilidade de contribuir de forma positiva com a humanidade, e voce so acrescenta odio, raiva e discordia. E isso tudo para satisfazer o seu ego racista.
Proponho a voce, Gilson Gondim, que tenha a honestidade e correcao de mudar de rumo e pregar a reconciliacao entre dois povos e a humanidade, ao inves de ficar latindo mais discordia com suas retoricas vazias e racistas.
E mais uma vez sugiro que voce va praticar essa sua liberdade de expressao em paises onde a justica prevalece, como o Ira, Arabia Saudita, Siria, Egito, Qatar, Kwait, Sudao, Libia entre muitos outros. Ia ser so um textozinho antes de ser enforcado.
Não há outra terra para os judeus que não seja Israel. Qualquer outra alternativa é mentira histórica. Agora se os palestinos atacam Israel com homens bombas, matando muitos inocentes, o que Israel deveria fazer, em vez de se defender, jogar vales presentes das Casas Bahia??
Fonte: Jornal Folha de São Paulo. São Paulo, quinta-feira, 15 de dezembro de
2005 – Caderno Opinião – Pág 2
*Utilidades do anti-semitismo * Demétrio Magnoli
“Alguns países europeus insistem em dizer que, durante a Segunda Guerra Mundial, Hitler queimou milhões de judeus. Qualquer historiador, comentarista ou cientista que duvida disso é detido ou condenado.” O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, reproduziu o que circula, em grande parte do mundo árabe-muçulmano, como sabedoria convencional e, na Arábia Saudita, por exemplo, é ensinado às crianças nas escolas. Mas o anti-semitismo não surgiu, historicamente, entre os muçulmanos. Ele é um fruto da imposição do cristianismo como religião imperial de Roma, amadurecido nos tempos medievais sob os auspícios da Igreja Católica e com base na acusação de que os judeus, como povo, foram responsáveis pela
crucificação de Cristo.
O anti-semitismo contemporâneo é uma derivação e uma radical reinterpretação do anti-semitismo religioso. Seus textos clássicos, como “Biarritz”, romance
vulgar publicado em 1868, sob pseudônimo, por um funcionário dos correios prussianos, e “Os protocolos dos sábios de Sião”, célebre falsificação
fabricada pelos serviços secretos czaristas no fim do século 19, são narrativas de uma conjuração judaica mundial. Neles, e em muitos outros, os temas medievais do “judeu errante” e do “judeu usurário” configuram uma nova imagem, que será apropriada pelos nacionalismos europeus. Essa imagem é a do “judeu sem pátria”, o eterno estrangeiro, portanto inimigo, que desempenha função instrumental na arregimentação das massas em
torno do poder. Depois, o “judeu sem pátria” transfigurou-se facilmente no “judeu bolchevique”, na mitologia da direita nacionalista e no delírio nazista. Mais estranho é que, apesar do diagnóstico do socialista francês August Bebel (“o anti-semitismo é o socialismo dos imbecis”), a demonologia dos judeus tenha contaminado também o pensamento de esquerda do século 20. Estranho, mas nem tanto. O anti-semitismo difundiu-se entre a esquerda quando a URSS converteu-se ao patriotismo e atingiu seu zênite no momento em que Stalin deflagrou a campanha anti-semita de 1948-53, destinada a extirpar os “cosmopolitas sem raízes”. O fio desse novelo continua a se desenrolar, agora pelas mãos de uma esquerda inculta que, destituída de programa ou
idéias, cultiva um rancor cego contra a globalização, o imperialismo, os EUA e Israel, que lhe parecem sinônimos, e deixa-se embevecer pelo terror
jihadista e pelos homens-bomba na Palestina.
Leozinha querida: fique calminha!
Aliás, querida, você diz que eu me escondo por trás de uma barba. Rá-Rá-Rá! Até parece que os judeus ortodoxos não gostam de barba! Por que você critica a minha barba e não critica a dos judeus?
Você é tão contraditória, querida.
Justica absoluta. Considero que os israelenses tem todo o direito de defenderem-se dessa ameaca anonima e traicoeira que sao os terroristas suicidas. Devemos lembrar que os direitos de Israel sobre a regiao sao bem mais antigos, constam da Biblia, uma dadiva divina. Maome, meu xara(Mohammed) foi um personagem que surgiu pelo menos 3000 anos depois de Deus ter destinado aquela terra aos israelenses.
Abracos a todos.
Acredito que o Sr. Godim deveria publicar enquetes de quanto é justo um brasileiro escolher o quanto justo é outro país que ele certamente pouco conhece.
Outra enquete seria perguntar quanto justo, ele, Sr.Godim é justo ao viver em um paíse pobre e não dividir a sua renda com os necessitados.
Enquete 3: quanto o Sr.Godim é justo em desperdiçar o seu tempo fazendo enquetes do que fazer um trabalho voluntário e ajudar o seu próprio país a crescer, e não perguntar se o único pais do primeiro mundo do meio oriente é justo.
A BARBA DOS JUDEUS, ACREDITO SER ALGO LIGADO A RELIGIÃO, A TUS COM CERTEZA É PARA ESCONDER O ROSTO QUERIDA?
QUANTO AO QUERIDA VOU TE EXPLICAR ANTES DE ALGUM COMENTÁRIO TEU, É PARA VOCÊ AFLORAR COM MAIS FACILIDADE O TEU LADO FEMININO GONDINHA
Vc tá rindo a toa pelo teu site porque com todo seu antisemitismo conseguiu atrair toda a judeuzada que está aqui divulgando informações verdadeiras e isso é o mais importante prá nós, entende?
Você consegue perceber como seu tiro saiu pela culatra?
Mas nào ria muito não pois tuas próprias palavras mostram quem você é, e isso também vai aparecer nos sites de busca e é teu nome, já sujo e conhecido que aparece, entende?
Entenda o que está por trás do terrorismo suicida muçulmano
A ingenuidade precisa acabar! Todos os ocidentais têm que entender o que é a Jihad atual como e onde ela surgiu, quem a patrocina e terminar de vez com os aspectos sociais e políticos da questão. O termo árabe allah (Deus) não será usado para que o texto seja compreendido em português como seria compreendido em árabe, sem contaminação de palavras-ícones. A primeira grande pergunta é: por que muçulmanos matam muçulmanos e continuam achando que vão ao paraíso? Isso não é expressamente proibido no Corão? É! A palavra “inferno” aparece 97 vezes no Corão. Curiosamente, a proibição de matar um muçulmano está no capítulo “A Mulher” em (4:93) – “E para qualquer um que matar um crente (muçulmano) intencionalmente, sua punição será o inferno; ele vai morar lá, e Deus vai enviar sua ira sobre ele e amaldiçoá-lo, e preparar para ele uma dolorosa punição”. Note que “qualquer um” se refere a crentes e infiéis indistintamente. Esse verso também é claro quanto à isenção de culpa em acidentes, mas não em sentenças de morte. Mais adiante temos (4:115) – “E qualquer um que agir de forma hostil ao profeta depois da orientação (crença no deus único e no profeta) se manifestar nele, e seguir outro caminho diferente do dos crentes, nós (os crentes) vamos torná-lo no que ele tornou a si mesmo (infiel) e vamos fazê-lo entrar no inferno, um lugar de encontro do mal”.
Bom, a partir desses dois versos revelados a Maomé, foi criada uma ideologia chamada salafi (ou salafismo) e seu prolongamento mórbido, takfiri (ou Takfirismo). A transliteração (não a tradução) das diversas formas do árabe para línguas latinas ou européias é confusa, como a do hebraico, gerando várias formas corretas. A palavra na qual todos precisam ficar ligados é “kafir” Ou “kufar”, que significa “infiel”. Ela apareceu muito nos cartazes contra os cartuns de Maomé. Ou seja, dentro do islã existem muçulmanos e kafiris. Você já deve ter percebido onde vou chegar. Takfiri é aquele que determina que fulano de tal é um kafir. Entendeu? Existe um tipo de muçulmano, que baseado em 4:115 e em alguns outros versos, atribui o caráter de “infiel” de “descrente” a outro muçulmano. Takfiris acabam sendo clérigos sem formação teológica, auto-nomeados em suas próprias seitas e interpretam as ações de outros muçulmanos como sendo contra ou a favor do profeta ou de deus. Vamos a alguns exemplos.
Policiais iraquianos colaboram com americanos: são determinados como infiéis. Civis vendem mercadorias e não fazem greves ou não apóiam a resistência iraquiana: são infiéis. Mulheres muçulmanas andam com rosto descoberto: são infiéis. Governantes e líderes políticos fazem ou tentam fazer acordos com ocidentais: são infiéis. Príncipes e outros membros de famílias reais tem fortes laços comerciais com ocidentais: são infiéis. E por aí vai.
Para um membro de seita takfiri a possibilidade de denominar outros como infiéis é enorme e irrestrita. Qualquer muçulmano pode ser “transformado” em infiel à revelia enquanto vivo, diferente dos mórmons convertendo judeus depois de mortos, mas de forma semelhante, mostrando que essa “conversão” em ausência não é exclusividade do takfirismo. Quem é convertido sem saber, nunca fica sabendo e não tem o direito de se defender. Aliás, os infiéis só possuem o direito de morrer e ir para o inferno.
“Meu líder religioso me absolveu de todos os pecados
que eu vier a cometer, portanto, posso cometê-los
sem receio de ir ao inferno ou morrer sem ser absolvido”
Mas foram os muçulmanos que criaram esse sistema? Não. Isso é coisa da Igreja Católica e começou na Primeira Cruzada, se estendendo até a última, feita pelo exército português no Norte da África. Há um “não matarás” (mais corretamente – não assassinarás) que acompanha os Cruzados, além de todos os pecados como: roubo, saque, estupro, tortura etc. Como então, em nome de Deus, tais exércitos também ignoraram os mandamentos da religião pela qual lutavam? Havia um documento chamado de “Bula Papal”, onde o Papa da vez absolvia por antecedência todos os pecados que viessem a ser cometidos pelos Cruzados enquanto em missão pela Igreja. Isso é muito bem documentado. É o takfirismo ao contrário. Meu líder religioso me absolveu de todos os pecados que eu vier a cometer, portanto posso cometê-los sem receio de ir ao inferno ou morrer sem ser absolvido. Meu líder religioso determinou que aquelas pessoas as quais eu vou matar não são mais muçulmanas, são infiéis, são kafiris e pela minha religião tenho o dever de levá-las ao inferno.
No Brasil, a maioria das mesquitas que surgiram nos últimos 10 a 15 anos são regidas por salafis, o xeque que nelas opera é salafi, e boa parte das pessoas que as freqüenta, se já não são salafis, estão sujeitas à pesada propaganda e às pressões ideológicas, políticas e religiosas dos adeptos do salafismo. O que isto quer dizer? Quer dizer que mesmo aqui no Brasil, os muçulmanos que não se dobrem à mentalidade salafi, sejam eles simples fiéis de outros ritos ortodoxos ou praticantes do sufismo, poderão ser perseguidos, caluniados, excluídos do ensino muçulmano e das outras atividades e eventos da comunidade, afastados das mesquitas, e nos casos mais extremos até vítimas de agressões verbais e físicas, como já acontece em outros países.
Isto quer dizer também que pode haver no Brasil um número indefinido de pessoas ligadas ao setor mais extremista do salafismo, o takfirismo, que apóiam ativamente os movimentos extremistas e terroristas na Palestina e no Líbano (Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina) e até a al-Qaeda, como demonstra a estadia no Brasil em 1995 dos membros da cúpula terrorista, Osama bin Laden e Khalid Shaikh Mohammed.
Este apoio pode ir desde angariar fundos, até selecionar, recrutar e formar jovens para a luta armada, esconder e abrigar terroristas procurados, ou por fim fornecer material e locais para treinamento. Vários grupos terroristas islâmicos usam projetos e serviços sociais (escolas, hospitais, beneficência), mídia e editoras (principalmente revisionistas e de propaganda anti-semita e anti-americana), para sustentar e encobertar suas atividades ilegais e especialmente para recolher fundos particulares e até públicos sem levantarem suspeitas.
Quantos são, por exemplo, os descendentes de palestinos, sírios e libaneses no Brasil – principalmente da área de Foz do Iguaçu, São Paulo e Manaus – que doam dinheiro para as atividades legais e benéficas do Hamas ou do Hezbollah? Quanto dos fundos doados ajuda a financiar o terrorismo? Quanto recolhem os salafis para a zakat (o dízimo muçulmano) no Brasil e quanto é redistribuído nas comunidades salafis do mundo inteiro (ou para os militantes takfiri), sem que haja o menor controle da sociedade?
A maioria dos sectários e prosélitos do salafismo mal sabe ler e nunca leu livros, nunca leu o Corão. A prática do “está escrito no Corão” é utilizada à exaustão. Mesmo a maioria dos próprios xeques salafi sabem pouco ou nada das doutrinas islâmicas, senão nem poderiam aderir a um movimento que distorce e manipula a doutrina sagrada e refuta seus exemplos mais elevados. Todos se contentam em seguir e adotar sem questionamento os ensinos e ditados primários que lhes são repassados por ideólogos e líderes sem escrúpulos, como os xeques Ibn Baz, al-Albani, Abu Hamza, Omar Bakri e outros.
O salafismo tira proveito da falta de cultura formal das massas muçulmanas, que foram perdendo suas características culturais, suas tradições, suas estruturas internas e seus princípios sob a pressão do mundo moderno e ocidental, para recriar e impor um islã pretensamente “universal”, “purificado” de seus costumes locais e tradições antigas, e portanto adaptável a todas as sociedades, principalmente urbanas.
Os alvos do salafismo não são as comunidades reais, ainda sólidas e estruturadas, mas os indivíduos isolados, produto do desmembramento de suas nações, coletividades, famílias, que buscam sua identidade perdida numa fé sem passado, sem fundamentos reais, sem verdadeiro conteúdo a não ser um fanatismo primário, cego e obtuso. Um dos alvos mais importantes são os convertidos ao islã, aos quais são apresentados os valores salafis distorcidos e não o islã tradicional. Isso vai ficando cada vez melhor documentado quando lembramos dos dois ingleses (convertidos) que atacaram um café cheio de jovens na praia de Tel-Aviv, e dos ataques em Londres, nos quais três terroristas eram jovens muçulmanos na faixa dos 20 anos e um era jamaicano recém convertido ao islã, além de vários outros presos em Guantânamo, incluindo aí um monte de americanos convertidos ao islã.
Existe ainda uma última consideração. Paraíso e inferno são eternos, pelo menos até o Dia do Julgamento Final. Ir para um ou para outro por uma interpretação de um verso é algo muito estranho. Mesmo que os suicidas não atinjam nem um nem outro de seus objetivos acabam entrando imediatamente numa eternidade tecnológica, um paraíso virtual, que é a Internet, cheia de páginas com fotos, vídeos e áudios dos suicidas e seus líderes, com canções e poesias feitas em sua homenagem, praticamente sem referência à suas vítimas, que continuam anônimas infiéis…
A propósito, qual a garantia que se tem de que os índices da enquete não são manipulados pelo sr. Gondim? Ele pode, muito bem, estar manipulando os números assim como o faz com os fatos. A enquete permite, por exemplo, que se vote mais de uma vez.
Quer dizer que o Sr. Salim Saiu tem votado várias vezes?
Então quem estaria fraudando a enquete são os judeus, votando cada um várias vezes.
Não é Sr. Salim Saiu?
GONDIM, COM ESTA PORCARIA DE SITE, VOCÊ CONSEGUIU ATRAIR ALGUNS JUDEUS, ALGUNS SIMPATIZANTES E UM MONTE DE ESCÓRIA DO MUNDO TIPO O SR J.LIRA E MUITOS OUTROS QUE NASCERAM PARA ENCHER O SACO DOS OUTROS, E COMO VC. DIZ ACIMA QUE ESTÁ RINDO PORQUE TEU SITE ESTÁ SENDO PROMOVIDO, EU NESTE MOMENTO VOU MANDAR, VOCÊ E O RESTO DESTA ESCÓRIA PRO INFERNO E DELETAR ESTA PORCARIA DO MEU COMPUTADOR, POIS VOCÊS NÃO VALEM O TEMPO POR NÓS DESPERDIÇADO.
Finalmente! Estou feliz agora. Finalmente minha busca de tantos anos chegou a um termo. Estava cansado de procurar por centros espíritas, por falsos médiuns, falsos psíquicos e parapsicólogos. Finalmente descobri o que queria saber.
Procurei por muitos anos a REENCARNAÇÃO DE HITLER. Finalmente a encontrei.
O KARMA foi cruel com Adolf, muito cruel.
Adolf Hitler renasceu como um cabeça chata, um paraíba burro e inculto, invejoso por não ter nascido em São Paulo ou Rio, invejoso por não ser 100% branco, invejoso por ser mestiço e não de raça pura. Que castigo hein, titio Adolf?
Cabeça-chata e burro e ainda mais nascido na Paraíba!
O Karma não perdoa ninguém.
Hitler se fodeu, mas continua burro, intolerante e irracional como em sua vida anterior.
Aliás, pode me processar por racismo viu, seu Gondin anti-semita, racista filho da puta.
VIVA ISRAEL, VIVA O POVO JUDEU.
MORTE AO ANTI-SEMITISMO!
Os judeus dizem que os nazistas os perseguiram porque tinham inveja deles. Os nazistas também mataram ciganos, homossexuais, testemunhas-de-Jeová, comunsitas…
Será que os nazistas tinham inveja dos ciganos, das testemunhas-de-Jeová, dos homossexuais?
Judeu tem mania de dizer que todo mundo tem inveja deles. Parece que se acham o máximo.
Um pouco de simancol não faria mal à judeuzada.
Humildade, pessoal, baixem a bola! Israel só existe por causa das esmolas dos amricanos. Vocês não passam de uns mendigos de luxo.
Israel tem mania de matar e transferir a responsabilidade para os outros. O sionismo é uma ideologia racista, nojenta, ridícula.
O que eles dizem é: nós temos direito àquela terra porque somos melhores do que os árabes e os muçulmanos, nós temos mais prêmios Nobel e outas asneiras.
Como diz o povo, eles se acham…
Não percebem que não é uma questão de quem é mais rico; é uma questão do que é mais justo.
Esse papo de “nós somos os melhores” é puro racismo. Não é à toa que são tão antipatizados em tantos lugares.
Como cristão, não entendo como é que os evangélicos adoram o povo que considera Cristo um impostor, um falso messias.
Os muçulmanos pelo menos consideram Cristo um profeta.
Acorda, pessoal!
Cristão adorar judeu é ingenuidade e ignorância.
Faz favor!
Votar várias vezes não é fraude neste tipo de enquete. Se o site permite isso, o problema é do site e não de quem vota. Em qualquer site, onde é possível votar mais de uma vez, muitos o fazem. Tanto que os sites que não permitem isso, quando se tenta votar novamente aparece o aviso “seu voto já foi computado”. Esste site não faz isso, portanto, é sabido que as pessoas podem votar mais de uma vez. Faz quem quer. Na maioria das vezes é para ver sua opinião prevalecer. Basta o site limitar o voto unitário.É simples. Por que então, não se faz dessa forma aqui? Voto unitário.
Quer dizer que Leozinha se chama José Carlos de Alcântara Machado? Será que se chama mesmo?
E resolveu fugir, querida?
Que pena, eu gostava tanto de debater com você!
As portas da casa estarão sempre abertas, viu?
EXISTE TANTA COISA PARA SE FAZER, PORQUE SEUS ANTI-SEMITAS,
NÂO VÃO TENTAR LER, CULTURAR-SE, PASSEAR NO LÍBANO, CURTIR
A VIDA NO IRAQUE, CHORAR NO TÚMULO DA SADDAM, COMPRAR UMAS
GRANADAS, EXPLODI-LAS E IREM TODOS PARA O PARAÍSO DO ISLÃ ?
ESTOU APAGANDO TODO O SITE E DESEJANDO A TODOS, UM GENEROSO
SHABAT SHALOM !!!!!!!!!!
Todas as pessoas nascem puras. Não interessa a religião, a cor ou a nacionalidade. São os valores que recebemos durante nossas vidas que nos moldam e nos fdazem uns diferentes dos outros. Trocando informações com alguém, não preciso saber sua religião seu país ou sua cor para apreciá-la ou me dar conta de que o melhor para mim é distância da mesma. Quem generaliza condenando indiscriminadamente outro por sua religião, cor ou nacionalidade tem valores muito pobres, é fechada para a realidade, vive numa grande mentira.
Charles R. Swindoll
Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da “atitude” na minha vida.
“Atitude” para mim é mais importante que os fatos. É mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, é mais importante que o que as outras pessoas dizem ou fazem…
“Atitude” é mais importante do que aparência, talento ou habilidade.
É capaz de construir (ou destruir) uma empresa… um templo… um lar…
O mais importante é que você tem a escolha a cada dia da “atitude” que você vai ter naquele dia.
Nós não podemos mudar nosso passado… Nós não podemos mudar o fato de que certas pessoas agirão de certa maneira… Nós não podemos mudar o inevitável…
Tudo o que nós podemos fazer é jogar com a única ferramenta que nós temos… que é nossa “atitude”.
Estou convencido de que a vida é 10% o que me acontece, e 90% como eu reajo a estes acontecimentos.
E assim é com você também… Você é responsável pela sua “atitude”
Antes, uma apresentação. Nós judeus brasileiros, que assinamos esta carta, não pertencemos a nenhum partido de direita israelense. Pertencemos sim ao time de torcedores por uma convivência pacífica entre o Estado de Israel, menor que Sergipe, cinco milhões de habitantes, única democracia do Oriente Médio, (onde inclusive seus cidadãos árabes são eleitos livremente) e as nações árabes, do Marrocos ao Paquistão, trezentos milhões de habitantes, vinte e duas ditaduras com regimes fundamentalistas.
Feitas as apresentações, declaramos que sua cobertura em relação a Israel, através do poder de som, imagem e mídia escrita (salvo raras exceções) vem se tornando cada vez mais aviltante, unilateral, injusta e, pior que tudo para jornalistas, descomprometida com a história e os fatos.
Será que vocês nunca se perguntaram por que crianças palestinas inocentes são mortas durante as intifadas? Ainda não deu pra perceber que elas são covardemente usadas como escudo, enquanto atiradores palestinos disparam metralhadoras e fuzis por trás? Faltam evidências?
As ações terroristas que visam deliberadamente assassinar cidadãos judeus, são equiparadas às retaliações que visam eliminar seus perpetradores. Em outras palavras, se x invade a casa de y matando sua mulher e filho, e y persegue e mata x, o ato dos dois é igualmente hediondo? Vocês classificam como “terrorismo de Estado” a política de eliminação de terroristas, levado à cabo com precisão pelos dois últimos governos. O que vocês recomendam a Israel? Queixar-se ao bispo e assistir de braços cruzados civis sendo explodidos em pizzarias? Chamar alguma comissão de direitos humanos para dialogar com suicidas assassinos e seus “guias espirituais”?
É sabido que cada família palestina que perde um filho no conflito é ressarcida com somas generosas, explodindo-se então, melhor ainda. Alem da glória de seus homens “encontrarem-se com o profeta”, os líderes palestinos desviam vultosas somas para paraísos fiscais. Imaginem esses recursos em saúde, educação, que aliás…bom…deixa pra lá.
Sabemos que muitos palestinos querem de verdade viver em paz com Israel. Mas são sumariamente desaparecidos quando ousam pensar alto. Afinal, não existe um “Paz Agora” palestino. Mas isto parece ser um detalhe indigno de nota. Não é?
Já nos acostumamos em ser bodes expiatórios dos males da humanidade, mas agora somos também os agressores malvados. Esperem aí! Vocês caíram na armadilha de ver a ocupação fora do contexto histórico, como uma ocupação pura e simples, esquecendo-se que os chamados territórios palestinos foram conquistados da Jordânia e do Egito numa guerra de vida ou morte, imposta a Israel. Ou, por acaso, os palestinos já se constituíram algum dia em uma nação? O conceito de “povo palestino” é criação recente, não existe uma língua palestina, não há uma “cultura palestina” diferente da cultura árabe. A língua e os valores são os mesmos. Eles teriam sido absorvidos pelas nações árabes ao redor, se estas não tivessem, depois de ter lhes exortado a fugir, imposto miseráveis campos de refugiados com a promessa de jogar os judeus no mar. Os governantes árabes assustados por um possível contágio de suas sociedades arcaicas e medievais por vírus israelenses como, sociedade aberta, direitos da mulher e exemplos socialistas singulares como os kibuzim, espertamente perceberam que esta era a fórmula certeira de manter viva essa válvula de escape, de uma pátria palestina, a fim de que seus povos não se virem contra eles e comecem a questionar por que se acham desprovidos de seus próprios direitos humanos. A propósito, alguém ao menos lembra da questão dos curdos que afeta milhões de pessoas desprovidas de qualquer direito? Povo que teve centenas de mulheres e crianças exterminadas por armas químicas. Mas é claro, já íamos esquecendo… Este assunto não interessa aos homens do petróleo e também não interessa estar em pauta.
Vocês focam o conflito judaico-palestino esquecendo-se do trapézio maior em que ele acontece, que é a contínua não aceitação da existência de Israel por grande parte de seus finos vizinhos. Por motivos óbvios, nunca foi, é ou será do interesse de Israel ocupar áreas densamente povoadas por palestinos. Justamente por isso, Israel, mesmo correndo riscos, aceita retirar-se dos ditos territórios ocupados. A ironia é que vocês não perceberam que um país ao lado, como a Jordânia com população majoritariamente palestina, poderia também ser uma alternativa de pátria palestina. Bastava para isso o direito de elegerem seus governantes. Mas claro…que heresia…
Vocês omitem, que a “libertação da palestina” é conceito muito anterior à ocupação, em 67. Já aparecia na Carta Palestina de 1964, e se referia a eliminação do Estado Judeu. Quanto a Jerusalem, é oportuno lembrar que ela é mencionada mais de 700 vezes no Tanach, livro sagrado judaico, e nem uma vez sequer no Corão. Foi fundada e proclamada capital dos judeus pelo rei David há mais de três mil anos, enquanto Maomé nunca esteve lá. Os judeus religiosos rezam voltados para Jerusalem, enquanto os muçulmanos, rezam voltados para Meca, de costas para Jerusalem.
A divisão da cidade em duas partes, foi muito triste para o povo judeu. Nenhuma nação do mundo levantou um dedo para salvar a cidade, tão sagrada para tantas religiões e proibida para judeus, da destruição de templos, profanação de cemitérios, dos saques e do lixo.
A Torá profetizou que os Judeus seriam uma luz para as demais nações: “Eu os tornarei uma grande nação, os abençoarei e engrandecerei seu nome. Abençoarei aqueles que os abençoarem e amaldiçoarei aqueles que os amaldiçoarem (Bereshit 12:2-3)”. O profeta Isaías (42:6) declarou: “Eu, Seu Deus, segurarei sua mão e os manterei. Estabelecerei com vocês um pacto para serem uma luz para as nações”.
O Povo Judeu parece ocupar um lugar não proporcional ao seu pequeno tamanho como foco de atenção do mundo. Como escreveu Mark Twain, o famoso escritor norte-americano (1835-1910): “Este é um povo proeminente como nenhum outro e sua importância comercial é enormemente desproporcional em relação ao seu número. Sua contribuição para os maiores nomes nos campos da literatura, ciência, arte, música, finanças, medicina, etc, também não é proporcional ao tamanho de sua população”.
Apesar de ser o Povo mais odiado, pequeno em número e disperso por todo o globo, os Judeus são o Povo mais influente que o mundo jamais conheceu: são os responsáveis pela idéia do monoteísmo e dos padrões morais mais elevados, provenientes da crença num Deus único.
Antes dos Judeus, o mundo antigo acreditava ser o infanticídio uma prática moralmente correta (mesmo o famoso filósofo grego Aristóteles escreveu a favor disto) e também acreditavam piamente na “Lei do Mais Forte’’. Foram os Judeus que deram ao mundo as idéias de respeito à vida, paz, igualdade, justiça, amor ao próximo, responsabilidade social e a santidade do ser humano.
Hoje, na parede externa do prédio da Organização das Nações Unidas, a esperança do mundo está belamente retratada nas palavras do profeta judeu Isaías: “E transformarão suas espadas em arados e suas lanças em podadeiras. Nações não mais se levantarão contra nações nem mais aprenderão a guerrear (Isaías 2:4)”.
A Torá profetizou que a Terra de Israel seria um lugar rico e fértil enquanto os Judeus a habitassem , mas tornar-se-ia estéril e desolada quando fossem exilados .
Durante os 2.000 anos de exílio do Povo Judeu de sua terra, numerosos impérios conquistaram a região e incontáveis guerras foram realizadas por sua posse. Mesmo assim, espantosamente, nenhum conquistador teve sucesso em estabelecer-se permanentemente ou fazer o deserto florescer.
Mark Twain, que visitou Israel em 1867, descreveu o que viu: “Cruzamos algumas milhas deste país desolado, cujo solo é rico, porém abandonado às ervas daninhas. Enormes extensões tristes e silenciosas… Há uma tal desolação aqui que nem a melhor das imaginações consegue imaginar uma possível presença de vida e ação humana. Quanto mais andávamos, mais sentíamos o sol quente, mais pedregosa e estéril, repulsiva e sombria a paisagem se tornava (The Innocents Abroad Vol. II)”.
A transformação da terra do “leite e mel” em um deserto é um fenômeno único nos anais da História. Agora que os Judeus estão retornando a Israel, novamente a terra começou a florescer!
Nestes 50 anos de existência, Israel, proclamado pela ONU numa sessão histórica presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, e imediatamente atacado por cinco exércitos, transformou deserto árido em terras irrigadas e férteis ao mesmo tempo que acolhia milhões de refugiados. Durante 2 mil anos antes fomos perseguidos e massacrados pela inquisição espanhola e portuguesa, pelos progroms russos, poloneses e finalmente o Holocausto. Simplesmente porque não tínhamos uma pátria que nos defendesse. Enquanto os palestinos tem irmãos de fé e de sangue em grande parte do globo em áreas riquíssimas pelo petróleo, e que constituem um quinto da população mundial, o minúsculo Israel, em sua curta aventura, conturbada por guerras e ataques terroristas, conseguiu ser um país com ensino de primeiro mundo, exportando ciência e tecnologia. Israel é exemplo único de país, que apesar de ameaçado de extinção e até hoje nunca ter vivido um dia de paz, não viveu um único dia sem democracia plena.
Mas tudo isso parece não ser relevante. Vocês insistem em não ver as angústias, sofrimento, as dezenas de anos de isolamento, de cerco e ameaça a Israel, cuja única alternativa foi ser forte e arriscar-se de ser rotulado como opressor.
DE: os Judeus (também conhecidos como o Povo Escolhido)
PARA: Deus
ASSUNTO: Rescisão de contrato de status especial (Povo Escolhido)
Como sabeis, o contrato que fizestes com Abraão deve ser renovado periodicamente. Este memorando é para informá-Lo que, após milênios de reflexão, nós, os judeus (o Povo Escolhido), decidimos, respeitosamente, que já não desejamos dita renovação.
O presente contrato foi verbal e, apesar da crença popular, nós (os judeus) não nos beneficiamos muito com ele. Se voltares à longínqua época em que nosso acordo foi celebrado, perceberás como, já desde o princípio, tudo começou com o pé esquerdo.
Não somente Israel e a Judéia foram invadidas quase todos os anos, como também nós (o Povo Escolhido) tivemos que construir não um, mas dois templos sagrados. E ambos foram destruídos. Tudo o que restou foi uma pilha de pedras velhas hoje apropriadamente chamada de “Muro das Lamentações”.
Depois vieram os Hititas, os Assírios, os Goliats, etc, que, não só nos castigavam diariamente como nos venderam ao Egito com escravos, o que os fez perder cem anos de desenvolvimento. Reconhecemos que trabalhaste bem ao mandar-nos Moisés para que nos libertasse do Egito, castigando os egípcios com aquelas pragas. O que não conseguimos entender é porque tivemos que levar quarenta anos para cobrir um trajeto que a EL AL agora faz em setenta e cinco minutos. Além disso – e não queremos parecer mal agradecidos – durante anos nos temos perguntado porque Moisés nos levou para a esquerda ao invés de para a direita. Se nos levasse para a outra direção, estaríamos hoje possuindo muito petróleo e não um pedaço de deserto cercado de inimigos por todos os lados.
Compreendemos, claro, que o petróleo não fazia parte do acordo inicial, mas depois vieram os romanos, invadiram nossa terra prometida e nos barbarizaram. Claro que os romanos nos proporcionaram água potável, aquedutos e banhos públicos, mas era bem estranho caminhar ao lado de tais construções e ao levantar os olhos ver alguns de nossos familiares e amigos cravados em postes em três partes como se fossem selos ou placas de trânsito.
E isto não é nada: ainda por cima um dos nossos rabinos se declarou “filho Teu” (sem sequer lembrar do Abraãozinho …) e antes que nos déssemos conta, essa dissidência gerou toda uma nova religião.
Desgraça pouca é bobagem ! Logo fomos expulsos de nossas terras e dispersados pelo mundo, enquanto a nova religião conquistava corações e mentes em todo o ocidente. Lamentamos muito que os romanos tenham executado Jesus, tal como a tantos outros irmãos mas … adivinhes a quem culparam? Sim, A NÓS!
Depois nos matavam e diziam que bebíamos os sangue dos recém-nascidos e que controlávamos os bancos mundiais (ai, ai, se pelo menos esta última acusação fosse verdade …) Estás entendendo o que queremos Vos dizer ?
E depois vieram as Cruzadas. Mamãe ! Outra vez nos transformaram em presunto de sanduíche. Eles, os senhores cavaleiros da guerra, vinham de toda a Europa para expulsar os árabes mas antes que disséssemos “água vai”, já nos estavam matando a torto e direito, juntamente com muitos outros povos. Hoje isso se chama Jihad.
Claro, resistimos também a isso, e ficamos do Vosso lado, mas logo veio um brilhante clérgico espanhol e inventou a Inquisição. Pensamos que se tratasse de um show para entreter o povo, mas de novo nós – e também outros – fomos usados como lenha para as fogueiras que iluminariam a noite das maiores cidades da Espanha e de outros países.
Tá bom. Isso acabou há quinhentos anos ou algo assim. Mas visto da perspectiva histórica, cinco séculos não é muito tempo.
Afinal, fomos nos estabelecer em alguns países que decidiram que nós deveríamos morar em guetos. Aceitamos e fomos morar nos guetos mas então não imaginas o que aconteceu ! Os russos apareceram com seus progoms! Achamos que se tratava de um erro de ortografia, que na verdade eram programas, mas estávamos fatalmente equivocados (sem jogo de palavras). Aparentemente, quando não tinham nada que fazer, a diversão deles era matar judeus (aqueles conhecidos como o Povo Escolhido, entendes ?).
Agora vem uma parte bem pesada. Estávamos bem acomodados num pequeno país europeu chamado Alemanha, quando um estudante de pintura teve a idéia de escrever um livro com idéias que cativaram o povo local a tal ponto que eles o elegeram seu líder. Uau !!! Aquele foi um mau dia para nós, já sabes quem, teu Povo Escolhido. A verdade é que não imaginamos onde estavas quando aqui na terra transcorriam os anos de 1940 a 1945. Claro que todos necessitam de umas férias de vez em quando, e até mesmo o Senhor Todo Poderoso precisa dar um tempo, um relax. Mas, falando sério, quando mais te necessitávamos, tu não apareceste ! Claro que estás ciente disso mas, caso tenhas
esquecido…..
Em 1948, quando milhões de nós outra vez vaga a esmo pelo mundo, finalmente nos mandaste uma boa. Recuperamos nossa terra !!!! Depois de todos esses anos, conseguimos voltar ao nosso lugar! Mas, confessamos, que às vezes não entendemos o sentido de Teus atos: naquele mesmo instante todos os países árabes, nossos novos vizinhos, nos declaram guerra ! Ganhamos aquela guerra, e outras mais que se seguiram, mas já estamos em 2005 e nada mudou. Continuamos a ser golpeados com atentados terroristas que nos matam às centenas.
Seguimos sem paz. Nossa paciência se esgotou. Já basta. Esperamos que compreendas que nada é para sempre (com exceção de Vós, claro) e desejamos respeitosamente anular nosso acordo verbal de ser teu Povo Escolhido. Às vezes as coisas funcionam, outras não.
Porque não procuras por outro lado? Lembras que Abraão tinha outra família da parte de Ismael (os mesmos que ficaram com o petróleo)? Que tal se fizeres deles teu Povo Escolhido por uns milhares de anos?
Sr. Gondim,
Presume-se que se o Sr. viu o comentário deste Harold – infeliz, por sinal – deve ter visto todos os demais, alguns brilhantes, que denotam grande conhecimento histórico e vontade de superar barreiras limitadoras da paz entre povos irmãos. Pena que depois de tanta aula o Sr. foi se fixar logo em uma declaração boba e imatura. Pena mesmo…
GONDIM, Pesquisas de alta credibilidade demonstram que 80% dos nordestinos são descendentes dos judeus portugueses que fugiram da inquisição e se refugiaram no Brasil, especialmente em Pernambuco, Rio Grande do Norte , e Paraiba.
Cetamente você tem sangue judeu nas veias originado de um cristão novo que fugiu para o Brasil para escapar da fogueira da Santa Inquisição.
Pesquize seu antepassado e verás que pertences ao Povo de Israel, e poderás retornar se estudar muito para o povo de sua origem, o Povo do Livro.
Visite Israel e no Museu da Diaspora em Tel Avi poderá pesqisar de que ramo judaico dos Gondim você se Origina, e aproveite a viagem para livremente conhecer a realidade de Israel e o sistema de Justiça e Democracia que lá exista e então compare com os paises visinhos.
Certamente abrirá novo site e faria uma nova pesquiza baseado no veria;
BOA VIAGEM
bOA vIAGEM
Para mim não faz a menor diferença se sou ou não descendente de judeus. Não é uma questão racial, mas cultural.
A cultura judaica, baseada no conceito absurdo de “povo eleito” e num livro em que Deus abençoa todos os massacres cometidos pelos hebreus, é uma cultura intrinsecamente opressiva e racista. E isso sempre terá meu repúdio, quer eu seja ou não descendente de judeus.
Gondim
Você certamente descende de uma familia cristã nova que foi obrigada pela “Santa Inquisição” à converter-se foçadamente para evitar a morte na fogueira, e conseguiu fugir para o Brasil, principaqlmente no nordeste one furtivamente praticava os costumes de seus antepassados, até se assimilarem. Muitos ex cristãos novos como você procuraram suas raízes e se encontraram consigo mesmo voltando à religião judaica.
Consulte a Prof. Anita Novinsky da USP sobre sua origem e seus ancestrais ou visite virtualmente ou até pessoalmente o Museu da Diaspora em Tel Aviv.
Verifiquei que muitas familias judia de nome Gondim eram originarios do norte de Portugal, como Belmonte, Covilhã ,etc.
Retorne aos seus e refaça sua vida para melhor
Já disse que não dou a mínima para o fato de ser ou não ser descendente de judeus.
Sendo ou não sendo, repudio da mesma forma a cultura judaico-sionista, pelos motivos já expostos.
Gilson Gondim
em 27 de dezembro de 2006
Buscando pela palavra-chave Israel, você encontrará neste site vários artigos sobre o Estado de Israel
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Carlos Farias
em 28 de dezembro de 2006
O Estado de Israel foi fundado e se expandiu sobre terras palestinas roubadas pelos judeus.
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Eduardo Vieira respondeu:
27 de dezembro de 2006 às 10:34 pm
E os palestinos mulçumanos, também não matam civis? A religião deles, não é usada para aplicar a ditadura? Por que eles não dão liberdade religiosa? Isso não é crime contra os direitos humanos? Os palestinos mulçumanos foram os primeiros povos a formarem aquele lugar em nação ou, instalaram ali porque eram povos invasores? Não são os dois povos que matam civis? Acho que tem erros tanto da parte dos JUDEUS como da parte dos PALESTINOS.
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Luiza Sá
em 28 de dezembro de 2006
Israel matou recentemente mais de mil civis no Líbano. É um Estado agressivo, violento, opressivo e injusto.
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Arnaldo Tehad
em 29 de dezembro de 2006
INJUSTIÇA!! Ninguem que comete atos horríveis como Israel pode se vestir de justiça para jusiticar! Legal a iniciativa da enquete comentada abre ainda mais espaço! Parabens!!
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Leandro Petersen
em 30 de dezembro de 2006
A simples questão já pressupões-se falha. Israel existe e pronto. Não depende de nossa aceitação a respeito de justiça ou falta da mesma. Seria o mesmo que descreditar o Brasil pela matança de milhões de nativos quando do Descobrimento.
Quanto ao que ocorre atualmente, a demonização gratuita em relação a Israel e a constante propaganda islâmica radical e principalmente a insistente recusa de grupos fundamentalistas muçulmanos na aceitação do Estado de Israel (que já existia muito anos de Cristo, consequentemente muito antes dos palestinos) promove uma política de retaliação e violência por parte do Estado Sionista. Este que por diversas vezes estendeu sua mão na tentativa de chegar a um acordo definitivo, mas sempre tomou um revés de seus opostos.
É preciso ver a questão de ambos os lados e não sair gritando contra Israel cegamente.
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Ademar Benevolo
em 8 de janeiro de 2007
Quando alguém é acusado de ser injusto, os acusadores podem ser culpados de intolerância, hipocrisia ou de ignorância. Esses, podem se sentar no banco dos réus da história, juntos com outros que também escolheram o povo judeu, sua religião, sua cultura ou a nação judaica para uma condenação sem igual e imerecida.
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Ademar Benevolo
em 8 de janeiro de 2007
A Declaração de Independência de Israel começa sua narrativa com a terra de Israel sendo “o local de nascimento do povo judeu”, onde “eles pela primeira vez alcançaram a cidadania”.
A genuína carta da Constituição Palestina começa com a “ocupação sionista” e rejeita qualquer “reinvidicação de ligações históricas ou espirituais entre os judeus e a Palestina”, a divisão da Palestina pela ONU e o “estabelecimento da Estado de Israel”.
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Ademar Benevolo
em 8 de janeiro de 2007
Sabemos que sempre houve uma presença judaica em Israel, principalmente nas cidades de Jerusalém, Hebron e Safed, e que sempre houve uma pluralidade ou maioria em Jerusalém por séculos. Sabemos que judeus europeus começaram a se mudar para onde hoje é Israel em números significativos durante a década de 1880 – só pouco depois da época em que australianos descendentes de ingleses começaram a deslocar os aborígenes australianos, e americanos descendentes de europeus começaram a se mudar para alguns territórios ocidentais de norte a sul, originalmente habitados por americanos nativos.
Os judeus da primeira Aliyah (retorno) não deslocaram os residentes locais por conquista ou por intimidação, como fizeram os americanos e australianos. Legal e abertamente compraram terras – boa parte das quais considerada não-cultivável – de proprietários ausentes. Ninguém que aceite a Austrália como sendo legitimamente uma nação cristã de língua inglesa, ou as Américas como parte dos Estados Unidos, Brasil e etc, pode questionar a legitimidade da presença judaica onde hoje é Israel, de 1880 até o presente. Mesmo antes da divisão feita pela ONU, em 1947, tratados e Leis internacionais reconheceram que a comunidade judaica existia na Palestina como questão “de direito”, e qualquer discussão racional do conflito deve ter como premissa que o “conflito fundamental” é de “direito com direito”.
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julio teixeira
em 26 de janeiro de 2007
Exatamente um ponto de mutação. O tema (justiça injustiça Israel…)
Belo nome – Isis Real -. Mas é tão dificil decidir quando dos dois lados forças se equivalem, movidas pelo direito e a luta para assegurá-lo.
Quando o homem em luta ferrenha para sobreviver se fortalece lutando, e percebe a sua superioridade,
lança mão em doses cavalares de bombas desnessessárias;
Mas a evoluão como um todo passa, apesar dessas divisões…
Conflitos e guerras.
Ainda levarei um bom tempo para responder a pesquisa.
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Cristão
em 29 de janeiro de 2007
O QUE VEIO PRIMEIRO: TERRORISMO OU “OCUPAÇÃO”?
Porta-vozes palestinos e árabes geralmente afirmam que o recente terrorismo palestino é o resultado da ‘ocupação’ israelense na Margem Ocidental e em Gaza, acrescentando que as violências só cessarão quando a ‘ocupação’ terminar.
Apesar destas declarações, deve-se recordar que facções terroristas palestinas e árabes (como o Hamas e o Hezbollah) repetidamente declaram que até mesmo se Israel se retirasse por completo dos territórios, continuarão com seus ataques, uma vez que eles refutam o direito básico da existência de Israel.
Porém, mais importante, entretanto, é a premissa fundamental da afirmativa palestina — de que a ‘ocupação’ resulta no terrorismo — é historicamente furada. O terrorismo árabe e palestino contra Israel já existia antes do início de controle israelense sobre a Margem Ocidental (Cisjordânia) e Gaza como decorrência da Guerra dos Seis Dias de junho de 1967, e até mesmo antes do estabelecimento do Estado de Israel em maio de 1948.
Por exemplo, o terrorismo árabe já era desenfreado durante a onda de revoltas antijudaicas em 1920-21 (que foi caracterizada pelo brutal assassinato, em Jaffa, do proeminente autor judeu Y. Brenner), durante as ‘Perturbações’ de 1929 (que incluíram o massacre da comunidade judia em Hebron), durante a revolta árabe de 1936-39, e em muitos outros incidentes registrados, por atacado, da violência de árabe antijudaica ao longo do período de pré-estado.
A campanha do terrorismo palestino reacendeu-se às vésperas da Resolução da ONU de novembro de 1947 sobre a partilha, e conduzir à invasão árabe em 1948-49, o que delineou os limites do Estado recém-estabelecido de Israel.
Realmente, esses atos de violência deplorável podem ser localizados mais de um século antes do início da determinação judia em cultivar a Terra de Israel.
Depois da Guerra de Independência, o terrorismo árabe expandiu-se bastante. Em 1952, quando as incursões terroristas dos ‘feddaym’ na fronteira alcançaram seu nível máximo, havia aproximadamente 3.000 incidentes de violência ao longo da fronteira, estendendo-se da destruição maliciosa de propriedades ao assassinato brutal de civis. Esta violência antiisraelense rodeava colônias na fronteira e centros populacionais, e foi perpetrada, em sua maior parte, contra civis inocentes, a maioria deles novos imigrantes.
Concluindo, a reclamação árabe repetida freqüentemente, de que a ‘ocupação’ é de alguma maneira culpada pelo terrorismo palestino é nada além de uma denúncia vazia, repudiada pelos fatos, e contestada por um século de realidade histórica.
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Cristão
em 29 de janeiro de 2007
O que segue, é uma lista parcial de atos documentados de terrorismo árabe, todos acontecidos antes do início da administração israelense na Margem Ocidental e em Gaza em 1967:
1952
1º de janeiro — Sete terroristas armados atacaram e mataram uma garota de dezenove anos de idade, na casa dela, no bairro de Beit Yisrael, em Jerusalém.
14 de abril — Terroristas tentaram infiltrar-se em Israel através do mar pela primeira vez, mas foram mal sucedidos. Um dos barcos foi interceptado, mas o outro barco escapou.
7 de junho — Uma criança foi morta e três outras ficaram feridas, num ataque com tiroteio em áreas residenciais, no sul de Jerusalém.
9 de junho — Terroristas atacaram uma comunidade agrícola perto de Lod e mataram um dos residentes. Os terroristas lançaram granadas e fogo de artilharia em todas as direções. Na mesma noite, outro grupo terrorista atacou uma casa na cidade de Hadera. Isso aconteceu um dia depois que Israel e Jordânia assinaram um acordo, com mediação de ONU, na qual a Jordânia se comprometeu a impedir os terroristas de cruzar Israel através do território jordaniano.
10 de junho — Terroristas se infiltraram a partir da Jordânia e destruíram uma casa na aldeia agrícola de Mishmar Ayalon.
11 de junho — Terroristas atacaram um casal jovem em sua residência, em Kfar Hess, e os matou a tiros.
2 de setembro — Terroristas infiltrados a partir da Jordânia chegam ao bairro de Katamon, no coração de Jerusalém. Eles lançaram granadas em todas as direções. Milagrosamente, ninguém se feriu.
1954
17 de março — Terroristas emboscaram um ônibus que ia de Eilat a Tel Aviv, e abriram fogo a curta distância quando ele alcançou a área de Ma’ale Akrabim, ao norte do Negev. Ao abordar o ônibus, os terroristas mataram o motorista e feriram a maioria dos passageiros. Os terroristas subiram a bordo e dispararam contra cada passageiro, um por um. Foram assassinadas onze pessoas. Sobreviventes relataram como os assassinos cuspiram nos corpos e abusaram deles. Os terroristas poderiam ser claramente localizados atrás da fronteira jordaniana, uns 20 km do local do ataque.
1955
2 de janeiro — Terroristas mataram dois caminhantes no Deserto da Judéia.
24 de março — Terroristas lançaram granadas e abriram fogo sobre uma multidão num casamento na comunidade de agricultura de Patish, no Negev. Uma jovem mulher foi morta, e dezoito pessoas ficaram feridas no ataque.
1956
7 de abril — Uma residente de Ashkelon foi morta na casa dela quando terroristas lançaram três granadas na casa dela. No mesmo dia, dois membros de um kibutz foram mortos em Givat Chaim, quando terroristas atiraram no carro deles, na estrada de ligação de Plugot para Mishmar Hanegev. Granadas foram jogadas em casas e carros, em áreas como Nitzanim e Ketziot. Uma pessoa foi morta e três outras se feriram.
11 de abril — Terroristas abriram fogo numa sinagoga cheia das crianças e adolescentes, na comunidade de agricultura de Shafrir. Foram mortas três crianças e um jovem trabalhador naquele mesmo lugar. Cinco ficaram feridos, entre eles, três seriamente.
29 de abril — Egípcios mataram Roí Rotenberg, 21 anos de idade, de Nahal Oz.
17 de setembro — Terroristas mataram três guardas drusos em Ein Ofarim, na região de Arava.
23 de setembro — Terroristas abriram fogo de uma posição jordaniana e mataram quatro arqueólogos, e feriram outros dezesseis, perto do Kibutz Ramat Rachel.
24 de setembro — Terroristas mataram uma menina nos campos da comunidade agrícola de Aminadav, perto de Jerusalém.
4 de outubro — Cinco trabalhadores israelenses foram mortos em Sdom.
9 de outubro — Dois trabalhadores foram mortos em um pomar na Aldeia da Juventude, em Neve Hadassah, na região do Sharon.
8 de novembro — Terroristas abriram fogo sobre um trem, atacaram carros e explodiram poços, no Norte e Centro de Israel. Seis israelenses ficaram feridos.
1957
18 de fevereiro — Dois civis foram mortos por minas terrestres colocadas por terroristas, próximo a Nir Yitzhak, na fronteira sul da Faixa de Gaza.
8 de março — Um pastor do Kibutz Beit Govrin foi assassinado por terroristas em um campo perto do kibutz.
16 de abril — Terroristas infiltrados a partir da Jordânia mataram dois guardas no Kibutz Mesilot.
20 de maio — Um terrorista abriu fogo sobre um caminhão na região de Arava, matando um trabalhador.
29 de maio — Um motorista de trator foi morto e dois outros se feriram, quando o veículo bateu numa mina, próximo ao Kibutz Kissufim.
23 de junho — Israelenses ficaram feridos por minas terrestres perto da Faixa de Gaza.
23 de agosto — Dois guardas da Companhia de Águas Israelense Mekorot foram mortos perto de Kibutz Beit Govrin.
21 de dezembro — Um membro do Kibutz Gadot foi morto nos campos do kibutz.
1958
11 de fevereiro — Terroristas mataram um residente do Moshav Yanov que estava a caminho de Kfar Yona, na área de Sharon.
5 de abril — Terroristas mentem em emboscada, atiram e matam duas pessoas perto de Tel Lachish.
22 de abril — Soldados jordanianos atiraram e mataram dois pescadores perto de Aqaba.
26 de maio — Quatro oficiais da Polícia israelense foram assassinados num ataque de jordanianos no Monte Scopus, em Jerusalém.
17 de novembro — Terroristas sírios mataram a esposa do adido britânico da Aeronáutica em Israel, que estava hospedado no convento italiano do Monte das Beatitudes.
3 de dezembro — Um pastor foi morto no Kibutz Gonen. No ataque de artilharia que se seguiu, 31 civis ficaram feridos.
1959
23 de janeiro — Um pastor do Kibutz Lehavot Habashan foi assassinado.
1º de fevereiro — Três civis foram mortos por uma mina terrorista perto do Moshav Zavdiel.
15 de abril — Um vigia foi morto no Kibutz Ramat Rahel.
27 de abril — Dois caminhantes foram alvejados e mortos perto de Masada.
6 de setembro —Terroristas beduínos mataram um oficial de reconhecimento do Exército próximo de Nitzana.
8 de setembro — Beduínos abriram fogo sobre um acampamento militar do exército no Negev, matando o oficial das Forças Armadas, capitão Yair Peled.
3 de outubro — Um pastor do Kibutz Heftziba foi morto perto do Kibutz Yad Hana.
[continua]
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Cristão
em 29 de janeiro de 2007
1960
26 de abril — Terroristas mataram um residente de Ashkelon no Sul da cidade.
1962
12 de abril — Terroristas atiraram em um ônibus da Companhia Egged a caminho de Eilat; um passageiro ficou ferido.
30 de setembro — Dois terroristas atacaram um ônibus da Egged a caminho de Eilat. Ninguém ficou ferido.
1965
1º de janeiro — terroristas palestinos tentaram bombardear o Transporte Nacional de Água. Este foi o primeiro ataque levado a cabo pela facção Fatah da OLP.
31 de maio — Legionários jordanianos atiraram no bairro de Musrara, em Jerusalém, os matando dois civis e ferindo quatro.
1º de junho — Terroristas atacam uma casa no Kibutz Yiftach.
5 de julho — Uma célula da Fatah plantou explosivos em Mitzpe Massua, perto de Beit Guvrin; e nos trilhos da via férrea para Jerusalém perto de Kafr Battir.
26 de agosto — Um duto de água foi sabotado no Kibutz Manara, na Galiléia Superior.
29 de setembro — Um terrorista foi morto quando tentava atacar o Moshav Amatzia.
7 de novembro — Uma célula da Fatah infiltrada da Jordânia explodiu uma casa em Moshav Givat Yeshayahu, sul de Beit Shemesh. A casa foi destruída, mas os habitantes escaparam milagrosamente ilesos.
1966
25 de abril — Explosões provocadas por terroristas feriram dois civis e danificaram três casas no Moshav Beit Yosef, no Vale de Beit Shean.
16 de maio — Dois israelenses foram mortos quando o jipe deles bateu numa mina terrorista, ao norte do Mar de Galiléia e sul de Almagor. Os rastros conduziram à Síria.
13 de julho — Dois soldados e um civil foram mortos perto de Almagor, quando o caminhão em que viajavam passou sobre uma mina terrorista.
14 de julho — Terroristas atacaram uma casa em Kfar Yuval, no Norte.
19 de julho —Terroristas infiltrados no Moshav Margaliot, na fronteira Norte, plantaram nove cargas explosivas.
27 de outubro — Um civil foi ferido por uma carga explosiva na via férrea para Jerusalém.
[Responder]
Samuel Szerman
em 30 de janeiro de 2007
Todos os argumentos anti-semitas são fundamentados, ou em inveja, ou em frustração. Um sujeito aí diz quesão terras roubadas dos árabes. Foram compradas e a patilha foi decidida por Assembleia Geral da ONU. Será que esse órgão supremo de relacionamento entra países é um sindicato de ladrões? Anti-semitismo é preconceito. Os judeus foram expulsos manu-militari de sua região e, séculos mais tarde, reivindicaram uma parte. A ONU, por absoluta maioria de votos, concedeu-a.
Se os ditadores árabes consentissem, seria benéfico para toda a comunidade árabe. Em Israel, situa-se a maior e melhor comunidade científica do mundo e, com a paz, essa tecnologia toda seria transferida. Haveria maior bem-estar para os povos e menos opressão pelos potentados que detém quase toda riqueza e os povos passam necessidades.
[Responder]
luis.afonso
em 30 de janeiro de 2007
Israel é a única democracia no mundo árabe.
Este é o ponto.
Quantos judeus receberam prêmios nobel? Centenas.
Quantos árabes? Nenhum.
Para o bem ou para o mal foram os judeus que mudaram a face do mundo, n$ao com a espada, mas com a inteligência. De Marx a Freud, passando por Einsten e muitos outros.
Ficaram em casa fabricando bombas. Esta é a realidade.
E somente uma sociedade democrática apoia a ciência.
O estado de Israel e seu povo são mais fortes que os mísseis e bombas.
[Responder]
abram david
em 30 de janeiro de 2007
carlos farias diz que as terras foram roubadas pelos judeus……..gostaria de lembrar que Israel comecou a existir por voto da ONU.entao aonde roubou terras.OK..vamos que o carlos tenha razao…..como baseou-se nisso??pesquisou nos cartorios israelis se o terreno,casa e ou outros nao tem registro???como o foi???ou o recibo de pagamento aos arabes existentes naquela epoca que venderem as sua terras e falso??????
Carlos por favor nos de de forma clara como foi roubado e de uma so casa,terreno e ou outra que vc comprovadamente comprova que foi roubada??
Vc ate pode por meio da embaixada brasileira na cidade de Tel Aviv Israel saber como comprovar esse fato que vc aqui deixa de forma clara!!!!!!!!! Ou se vc tiver de pronto as provas requeridas coloco-me a sua disposicao para que aqui em Israel se faca um levantamento a respeito e se faca justica!!!!!!!!!! Aqui a justica nao distingue se e fulano e ou cigrano e ou presidente de estado e ou parlamentar .aqui se puxa cadeia ….pois ninguem esta acima da justica,,,gostem os nao os que de graca acham que os israelis e os judeus sao o mal do mundo!!!!!!!
Doe..mas quero que vcs que estao contra o esdado de Israel…enumerem os galhornados Nobel arabes e ainda os que dera a humanidade algo de bom.doe ne!!!!!!!!
[Responder]
Fernando Z
em 30 de janeiro de 2007
Apologia Da Maldade – por Pilar Rahola
*”Eu quero fazer explodir o coração da mentira”, assegurou um Robert Faurisson triunfante, ecoado por vivas e aplausos apaixonados. Conhecido revisionista francês há pouco tinha sido condenado em seu país por negar o extermínio nazista contra os judeus, mas isso não o impediu de desfrutar lindas férias pagas no balneário do Irã, e participar placidamente como apresentador no congresso que o fascismo iraniano montou sobre o Holocausto.
Nos corredores do congresso, David Burke, ex-dirigente da Ku Klux Klan,mostrava sua felicidade aos escassos jornalistas europeus que haviam acompanhado o ato, e aproveitava para falar da “vergonha” ocidental,repressora da liberdade de expressão. Claro que o Irã era, no imaginário do conhecido racista americano, um modelo de liberdades democráticas.
Também dizem as crônicas que os representantes iranianos não estavam completamente felizes. Queriam ter dado uma aparência “científica” ao congresso, mas os acontecimentos tinham escapado de suas mãos. Que o congresso tinha se convertido, enfim, em uma orgia de negacionistas, nazistas de todas as espécies e toda a grande família de conhecidos anti-semitas que povoam livrarias e panfletos de todo o mundo, para desgraça da inteligência e da justiça. Só faltou o bom Mel Gibson. Quer dizer, o congresso do Irã sobre o Holocausto resultou em um grande espetáculo de ódio e desprezo às vítimas judaicas do Shoah, pago com dinheiro público de um estado, membro da ONU, cujo influência no Islã, no Oriente Médio e no mundo, é mais que notória. É claro que, o presidente Ahmadinejad voltou a ameaçar Israel, pedir seu desaparecimento e encorajar todos os muçulmanos a que façam isso efetivamente. Conclusão: apologia do ódio, ameaça bélica de um país contra outro, exibição pública sem culpas da orgia anti-semita, e finalmente uma notória inibição e indiferença do mundo, perfeitamente exemplificadas no silêncio cruel da Organização das Nações Unidas.
Se, de algo serviu o congresso de Irã, infelizmente foi para confirmar o que já era conhecido: demonstrar que é possível se fazer apologia do negacionismo nazista e não sofrer nenhuma conseqüência.
Escrevo porque tenho dúzias de amigos que pertencem ao terrível naufrágio do Holocausto; porque recordo minha amiga colombiana cuja avó havia perdido completamente o conhecimento do polonês, seu idioma, quando foi resgatada, com 13 anos, de Auschwitz, depois de ver desaparecer toda a sua família;porque recordo o olhar trêmulo de um sobrevivente no Chile que me falou, entre lágrimas, que nunca nenhum europeu lhe havia pedido perdão; porque recordo aquele homem triste que eu conheci em Santiago, cujo pai, músico de profissão, foi forçado a tocar o violino enquanto executavam sua família;porque se foram mais de um milhão de crianças; porque desapareceram dois terços da população judaica européia; porque dezenas de povoados, com sua vida judaica de séculos, com seus poetas, seus professores escolares, seus agricultores, seus comerciantes, seus médicos, seus filhos e seus avôs, suas esposas e seus maridos, todos, pelas raízes, desapareceram para sempre do
mapa. Fumaça, apenas fumaça. E alguns desejam que não sejam nem mesmo apenas uma lembrança. Fumaça e esquecimento. Por tanta dor, por tanta maldade, por tanta tragédia que me pesa na alma, com a culpa de séculos que a Europa acumula, por tudo isso, sinto-me profundamente triste, profundamente perdida e profundamente derrotada.
Está certo. O racista Burke tem razões para estar triunfante: alimenta o ódio aos judeus, zomba do extermínio que sofreram seis milhões de pessoas, e sai livre, completamente livre. A quem ele importa? Que país retirou seu embaixador iraniano de seu território? Quem pediu explicações na AssembléiaGeral da ONU? Quem enviará à prisão esses que participaram desta apologia da maldade? Quem se sentirá comovido? De todas as muitas vezes, foram tantas,em que eu escrevi que os judeus estão sós em face ao seu infortúnio, e que Israel está só em face à sua sobrevivência, esta é a que disponho de mais dados para me assegurar disto. Eu me pergunto. O mundo teria permitido um congresso oficial, público, legal, a favor do racismo? Não teriam sido feito todos os tipos de atos de solidariedade e protesto? Não teriam concebido boicotes econômicos, militares e a diplomacia teria esgotado todos os recursos para evitá-lo? As organizações de esquerda não teriam saído às ruas, indignadas pela apologia da maldade que representa o racismo? A SOS Racismo não teria gritado aos céus? E os Saramagos do mundo, não teriam expressado sua profunda raiva? Mas quando o racismo é perpetrado contra os judeus, vítimas da maior aniquilação da história, o mundo considera que isto não é, nunca foi, seu problema.
Da impunidade renasce, radical e reforçado, o ódio. E, com o ódio reforçado, todas as portas do mal estão abertas. Diz um velho ditado: “quando seu inimigo lhe assegura que ele quer
matá-lo, acredite”. O que devem pensar os israelenses diante das ameaças reiteradas de destruição, por parte do Irã, país que impunemente conseguirá bombas atômicas? O que devem pensar os judeus do mundo inteiro? Eles pensam que estão sós. Que eles sempre estiveram sós em face ao ódio anti-semita. *
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Marx Golgher
em 30 de janeiro de 2007
Numa palavra, religião digna é aquela que prega o amor, estimula paz entre os homens, condenando a violencia, a guerra e o terror. Infelizmente, não é o que ocorre com o Islã de nossos dias:- . 98% de todos os atentados terroristas cometidos no planeta, terrorista entendido como ataque direto a civis inocentes, são perpetrados por militantes fundamentalistas muçulmanos, em nome de Alá e seu Profeta. Massacram às centenas hindus na Ïndia; chacinam centenas de crianças na Rússia, Belsan; trucidam operários em trens de Madrid, passageiros de metrô em Londres; implodem empregados nas torres gemeas de Nova Iorque; pertram genocidio de cristãos em Timor Leste, e de negros também cristãos em Darfur, turistas em Bali, não se falando em homens-mulheres bombas em Israel, etc. etc. Brasileiros inocentes foram despedaçados cruelmente, nas torres gemeas, em Bali, em Madrid, não se falando do mineiro João José Vasconcelos Jr. que há dois anos foi sequestrados em Bagdá por grupos terrorista islamitas sem que seus algozes dêem a menor noticia de seu paradeiro, torurando a sua familia dia-a-dia…Tudo isso foi executado por gente desalmada que rezam voltados para Meca três vezes ao dia, sem nenhum protesto das massas muçulmanas que saem às ruas matando, incendiando, vandalizando por um desenho do Profeta…Traços de tinta valem muito mais do que milhares de vitimas do Islã. Isso é religião?…
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Marx Golgher
em 30 de janeiro de 2007
O ponto de partida da criação de Israel foi exatamente o mesmo do Estado palestino:- a resolução 181 da Assembléia Geral da ONU, de 29.11.1947, ao cassar o mandato britânico sobre a Palestina, possibilitando o exercício do direito à autodeterminação dos habitantes judeus e árabes na região. Se os judeus acolheram a decisão da ONU, infelizmente, o mundo árabe repudiou a resolução 181, invadiu a Palestina em 14 maio de 1948 com exércitos do Egito, Transjordânia (depois Jordânia), Síria, Arábia Saudita e Iraque para esmagar Israel fundado neste dia, declarando a Jihad- Guerra Santa- contra o Estado recém-nascido.. Estavam intoxicados pela intolerência islamita de não admitir a existência de país que não seja dirigido pelo Corão e ensinamentos do Profeta.
Com muito sangue, os israelenses derrotaram e expulsaram os invasores árabes.
Mas as terras do Estado palestino foram ocupadas pelos agressore:-. A Cisjordânia foi ocupada e anexada pela Transjordânia, que assim teve que mudar o nome para Jordânia, e Gaza foi ocupada pelo Egito. Situação que durou 20 anos (!!!) sem que nenhuma país do mundo islâmico clamasse contra a usurpação das terras palestinas, negando aos palestinos o direito ao seu Estado. Só quando Israel em guerra em 1967contra a Jordânia ocupou a Cisjordânia, e expulsou os egipcios de Gaza . é que o mundo islamita lembrou-se dos direitos do povo palestino. Na verdade, o Estado palestino poderia ter sido criado ainda em 1949, quando suas terras estavam em mãos árabes muçulmanas. Este é o resultado da intolerância islamita radical.
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Vevara
em 30 de janeiro de 2007
Justiça seja feita ao depararmos com o progresso de Israel, desde sua Independência. É motivo de orgulho para todos aqueles que a visitam. Centro de pesquisas de múltiplos setores da ciência, da arte e da literatura.
É um exemplo vivo que com muito pouco pode se mostrar ao resto do mundo o que é possivel construir com bases na paz, no amor ao próximo. Respeitando as leis da preservação do meio ambiente, ensinando a quem quiser aprender que é perfeitamente possível modificar o deserto.
[Responder]
Sheilla
em 30 de janeiro de 2007
O que foi feito no e do território destinado ao Estado Árabe Palestino depois de 1948? No Estado Palestino Israelense todos sabem: criou-se verdadeiramente um país. Enquanto Jordânia,Egito,Síria,Líbano e outros se preocupavam em acabar com o Estado recém criado, não tiveram tempo (até hoje) de criar o tal Estado Palestino Árabe. Até quando? Isso interessa a quem? Fácil acusar o outro. Difícil é realizar, criar, trabalhar… Os países árabes e muçulmanos (riquíssimos, donos do petróleo do mundo) permitem que seus irmãos vivam na miséria, sem nenhuma dignidade, fazendo eterno discurso de acabar com o Estado de Israel e conquistar um espaço que dizem ser “deles” (os palestinos). Afinal, quem são os árabes palestinos? Da onde surgiram? Este território que foi dividido pertencia a quem? Antes de se criarem pré-conceitos que tal pesquisarmos a história?
[Responder]
Marcelo
em 30 de janeiro de 2007
Claro que justiça. Injustiça é essa cambada de anti-semita ignorante que ahca que Israel é agressor, qdo no caso é vítima do covarde terrorismo árabe-muçulmano. Querem destruir Israel e matar seus civis, e para isso contam com a simpatia de muitos ignorantes anti-semitas, que sempre justificam seus atos de terror. Israel sempre existiu, não precisa se justificar. Sempre foi atacada, desde sua fundação, e seus inimigos sempre perderam e nunca aguentaram tamanha humilhação. Por isso ainda investem tanto contra Israel, haja tanta inveja. Em vez de tratar de seus próprios povos e de tentar tirar-lhes da miséria, preferem lavar seus cérebros e focando seus recursos nos bolsos de seus governates e contra os EUA e Israel. Não vencerão. O Povo de Israel VIVE. Am Israel Chai.
[Responder]
Ronaldo
em 30 de janeiro de 2007
JUSTIÇA!!!
Defender sua população não é injustiça.
Ontem, 29 de janeiro de 2007,na cidade balneária de Eilat mais um atentado contra população desarmada, em local de turismo, com pessoas do mundo todo passeando, foi perpetuado de maneira vil.
Será injustiça a policia e o exército brasileiros defenderem os cidadãos do Rio de Janeiro de criminosos que matam a população civil, indefesa, somente porque sua fonte de renda – o tráfico de entorpecentes – está sendo combatido??
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JUSTIÇA
em 30 de janeiro de 2007
Esse elemento de nome gondim devceria lavar a boca pelo menos umas dez vezes antes de pronunciar a palavra Israel. Desde quando você acha que tem o direito de questionar Israel? Serás castigado e não tardarás.
Aguarde !!!
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Deborah
em 30 de janeiro de 2007
O Estado de Israel é do povo judeu por lei e por direito. Todos os habitantes de qualquer terra tem que lutar por ela. Seguindo este raciocinio eh obvio que eh justo o povo lutar pela sua seguranca e paz. Nos nao lutariamos aqui pelo nosso Brasil?
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Flavio
em 30 de janeiro de 2007
ESSE GONDIM É UM DEBIL MENTAL , E PROVAVELMENTE DEVE TER UM TREMENDO RECALQUE EM RELAÇAO A INTELIGENCIA DOS OUTROS……SÓ PODE SER.
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Charles
em 30 de janeiro de 2007
O Estado de Israel é uma democracia, aliás a única na região e o título da enquete já demonstra que o referido articulista nunca deve ter ido a Israel ou se interessado em buscar informações sobre o que significa justiça naquele país.
Justiça com relação às agressões sofridas ou justiça na busca de seguir seu caminho?
Aliás, seria o caso de nos fazermos a mesma pergunta direcionada ao nosso umbigo:
Considerando os fatos relacionados ao Brasil, você diria que esse Estado se fundamenta em justiça ou injustiça?
Pois é…qual é sua resposta, senhor Gilson?
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Basia Sinenberg
em 30 de janeiro de 2007
A pergunta já é capiciosa quando diz “considerando os fatos relacionados ao Estado de Israel…” pois remete tais fatos a possibilidade de injustiça. A fundação de um estado não está baseada na justiça, mas na história de cada povo, no seu vinculo com a terra, seus costumes e idioma. Como foi fundado o estado brasileiro? Na conquista de terras, dizimação do povo indígena, escravidão do povo africano, exploração dos nativos e estrangeiros, será que isto é justo? E no entanto ninguém questiona a validade da nacionalidade brasileira. Os hebreus, os judeus, os israelenses tem a sua história alicerçada na terra de Israel desde tempos em que a maioria das civilizações não pensava em existir e é mais do que justo que tenham o seu direito reconhecido e de serem respeitados por todas as nações do mundo. O importante não é polemizar, é ajudar a solucionar os problemas do mundo, com boa vontade e trabalho ativo. Vamos juntar forças não para separar, dividir ou demonizar, mas para integrar, harmonizar e crescer juntos neste planeta que temos como lar.
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Evelyn
em 30 de janeiro de 2007
JUSTIÇA! Sem a menor duvida.
É muito bom saber que os depoimentos aqui, de todos aqueles que argumentaram pela justiça, são pessoas muito bem informadas com crirérios absolutamente baseados na história e nos fatos reais, derrubando assim o preconceito e antisemitismo de poucos que aqui se manifestaram.
É bom se informar senhores, antes de opinar daquilo que nada sabem!
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Leandro
em 30 de janeiro de 2007
Como julgar um Estado de “justo ou injusto” com base na premissa de “fatos relacionados”?
Para julgar justo ou injusto deve-se considerar o sistema legal do Estado em “avaliação”.
Se alguém aqui acha que um país que tem seu Estado de direito regido por uma constituição, com 3 poderes independentes e interligados, com um executivo voltado a aplicar a constituição, um legislativo com objetivo de elaborar textos legais e controlar o executivo e um judiciário que é o guardião das Leis e da Constituição é um Estado injusto, devemos declarar que o Brasil também o é.
A assertiva que Israel é um estado injusto é dar um show de ignorância, é armar o preconceituoso de argumentos irreais (preconceituoso não tem conceito real, estabeleceu o preconceito partindo da falta de conhecimento do fato), é dar uma prova não só de ignorância, mas de burrice também, afinal não saber raciocinar e se cegar para a realidade é meramente burrice.
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Samuel Szerman
em 30 de janeiro de 2007
Não acredito nas percentagens divulgadas por este órgão. A grande maioria do povo brasileiro é democrata.
A própria população do estado do Ceará tem fortes laços com o Judaísmo e com os judeus, de vez que houve grande êxodo de judeus ibéricos perseguidos pela Inquisição e que, aí, se instalaram. Muitas ilustres famílias cearenses têm origem judaica.
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Reinaldo
em 30 de janeiro de 2007
Justiça! Basta pesquisar um pouco a Historia e nao os noticiarios para saber a resposta, sem muito esforço.
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Hector
em 30 de janeiro de 2007
Justiça.
Educação é a chave do conhecimento. E o estudo é a chave para a educação. Isso vai para os imparciais.
Aqueles que são parciais ou…carecem de objetividade pode ser que sejam irrecuperáveis. Como Torquemada, Hitler… e outros.
Então, vamos lá:
http://lindasog.com/public/terrorvictims.htm
http://www.jcpa.org/phas/phas-21.htm
http://www.tau.ac.il/Anti-Semitism/annual-report.htm
http://www.pilarrahola.com/
http://www.tau.ac.il/Anti-Semitism/asw2003-4/brazil.htm
http://www.jewishvirtuallibrary.org/
http://www.palestinefacts.org/pf_1948to1967_sixday_backgd.php
http://www.masada2000.org/
http://www.davidsconsultants.com/jewishhistory/history.php
http://www.aish.com/seminars/whythejews/
Veja bem, leia, estude e depois opine…
[Responder]
Mario Rios da Silveira
em 30 de janeiro de 2007
Os palestinos, assim como milhoes de muculmanos, sao um bando de assassinos criminosos. O Corao obriga eles a assassinar todos os “infieis” que nao acreditam em Muhammad. Israel deveria elimina-los por completo, com a ajuda do mundo civilizado.
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leonardo respondeu:
27 de dezembro de 2006 às 5:38 pm
eliminar todos por completo? É assim que um judeu entende por mundo civilizado?
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Marx Golgher
em 30 de janeiro de 2007
Não poderemos nos esquecer da participação do Brasil na partilha da Palestina, aprovada pela ONU em 29.11.1947. Foi o estadista brasileiro, OSWALDO ARANHA, que na qualidade de presidente da Assembléia Geral da ONU que se bateu contra o colonialismo britânico que imperava na Palestina, cassando o mandato que tinha na Terra Santa, dando a oportunidade de autodeterminação para a população judaica criar o seu Estado nacional, bem como à população árabe cria a sua pátria.
Os judeus aproveitaram a oportunidade e em 15 de maio de 1948 declaração sua independência,venceram os exércitos invadores árabes na Guerra da Independência, e contam com um Estado moderno, livre e democrático, ao passo que os palestinos somente serviram de instrumento do Islã radical, do tipo Hamas e & não para construir o seu Estado nacional, mas para “varrer Israel do mapa”, desde 1948….Em 2005, Gaza foi devolvida por Israel por inteiro, aos palestinos, e o que resoltou daí. Ao invés de construirem o seu país, Gaza foi abandonada ao terror, servindo de base aos terroristas islamitas para disparar misseis Kassan contra o norte de Israel. O maior inimigo do povo palestino é o terror Islamita.
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martha schulman
em 30 de janeiro de 2007
Tem razão, Reinaldo. Nós, os judeus, só queremos
Justiça e PAZ.
Os pobres palestinos são joguetes nas mãos dos que querem guerra. O Arafat, por exemplo, recebia ajuda do mundo inteiro e o dinheiro estava na sua conta, enquanto o seu povo estava na miséria. A Síria e o Irã querem varrer Israel do mapa. Estão preocupados com os seus irmãos? Nem um pouco. Os emirados árabes, que não sabem o que fazer com a sua riqueza, ajudam os palestinos?
É muito fácil culpar os judeus! O antisemitismo não vai acabar nunca, acho melhor VOCÊ pesquisar melhor a História.
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Victor Grinbaum
em 30 de janeiro de 2007
A questão israelense é complexa demais para ser resumida de maneira tão simplória como “justiça ou injustiça”.
A criação do Estado de Israel se deu na esteira de uma realidade milenar que é a do anti-semitismo global. Não teria havido sionismo se os judeus não tivessem sido perseguidos e massacrados ao longo de dois mil anos. Logo, a criação de Israel foi um fato absolutamente justificado, já que foi a única maneira de evitar a completa extinção do povo judeu depois de um Holocausto nazista e da tentativa frustrada de outro Holocausto pelos soviéticos (a famosa “Conspiração dos Médicos”).
A causa palestina também é justa, já que a realização da compensação judaica criou indiretamente um problema para os árabes que viviam na região da antiga Palestina. O problema é que desde 1948 não surgiu em meio ao mundo árabe nenhuma liderança política capaz de conciliar o assentamento dos palestinos em seu estado nacional sem pensar na completa destruição de Israel.
O estado palestino não existe desde 1948 por obra e graça dos próprios palestinos, já que pela resolução da ONU que criou Israel o estado árabe também deveria ter sido criado. Mas a obsessão árabe em “jogar os judeus no mar” foi tão grande que nos últimos 58 anos todas as lideranças palestinas se dedicaram apenas ao terrorismo, e não à criação de instituições capazes de dar aos refugiados condições adequadas de sobrevivência.
Os mitos sobre a história de Israel e da Palestina são grandes demais e disseminados demais. Eles é que geram pessoas como o dono deste blog, que foi capaz de assinar um artigo dando vivas à ditadura iraniana pelas suas declarações de que Israel deve ser eliminado. Retirar o véu de mentiras que geram tais absurdos seria um bom passo para uma realidade justa no Oriente Médio, com um estado judeu convivendo pacificamente ao lado de um estado palestino.
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david walel bastos
em 30 de janeiro de 2007
O Estado de Israel foi criado sob o manto da justiça e da nobreza da Humanidade em dar o direito de sobrevivênvia a um povo que quase foi aniquilado pelo nazismo.Os árabes palestinos que ocupam juntamente com os israelenses dos dias atuais o território bíblico de Israel também tiveram seu estado reconhecido em 48 pela ONU junto com Israel.As chances foram iguais.Só que ninguem diz é que os judeus criaram seu estado e os árabes fizeram uma guerra contra a existência de Israel e rejeitaram um estado ao lado de Israel.
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Elisandro Martins
em 30 de janeiro de 2007
A Palestina Britânica se dividiu em Israel e Jordânia da mesma forma que a India e o Paquistão se subdividiram da antiga Índia Britânica. As terras foram repartidas entre as duas religiões que lá estavam, e a população teve que se mudar para se adequar à essa divisão. É obvio que a movimentação de tanta gente de um lado para o outro nunca acontece de forma simples, sem traumas e sem estigmas. Mas em ambos os casos, a maioria da população já se encontrava do lado correto de sua religião. O senso do Império Britânico indicava que mais da metade da população que habitava a Palestina era constituida de judeus que habitavam as piores terras da região, na maioria pantanosas, arenosas ou rochosas, portanto indesejadas, que tinham sido adquiridas de forma justa dos habitantes locais da Palestina, drusos e árabes. Foram justamente essas terras que a ONU decidiu oficializar como o Estado de Israel, uma colcha nde retalhos…pântanos …rochas e areia….
Por outro lado, a população drusa e islâmica movimentada para a recém criada Jordânia foi estigmatizada como minoria e posteriormente expulsa pelo recém constituido rei da Jordânia. Como refugiados humilhados, foram instigados pelos países árabes que cercam Israel. Perderam injustamente a cidadania Jordaniana e a única documentação que lhes restou foi a da Palestina Britânica, que já não mais existia. Foram istigados a não aceitar essa divisão de terras e a Jihad, guerra santa, foi instituida para liquidar Israel. Mesmo tendo ganhado guerras se defendendo contra atacantes como o Egito e a Jordânia, Israel devolveu terras tomadas sendo que os atuais tratados de paz são respeitados. Por isso eu chamo Israel de um país justo e respeitador de tratados. Israel quer a paz.
Em 1945 o Líbano era um estado de maioria cristã cercado de estados árabes e de Israel.
Hoje, o Líbano é um estado islâmico dominado, onde a maioria da população é Islâmica, praticamente controlado pelos estados islâmicos Síria e Irã que não respeitam as fronteiras Libanesas, mesmo tendo a guerra terminada. O objetivo desses países é de dominação, de Jihad, de islamizar radicalmente todos os estados não Islâmicos que os cercam, liquidando judeus, cristãos e laicos. Isso dá uma idéia da dinâmica da região e do que teria acontecido com Israel, se este não pudesse se defender desde sua constituição. Enfim, guerra é algo terrível pois não há guerras justas. Israel preferiria 1000 vezes a paz do que ter que guerrear, mas infelizmente alguns de seus vizinhos ainda não toleram a paz.
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Aninhapk
em 30 de janeiro de 2007
Acho um absurdo pessoas ainda semearem o ódio entre os povos, por crença, por raça, ou pelo que seja. Esta enquete não serve para nada.
Só quem passou por um campo de concentração pode ter noção do que é justo ou injusto.
Que tal pensar em fazer algo de útil para a humanidade, como promover a paz, semear a tolerância? Quer brigar? Então brigue sim, para que pessoas como a jovem carioca de 17 anos, com um filho no ventre, aos 9 meses de gravidez, que morreu hoje por falta de atendimento em 3 hospitais, não tenham este mesmo fim. Que tal exigir justiça para os nossos políticos, aqueles do mensalão, entre outras coisas. Sabem quantos brasileiros morrem diariamente por fome, desnutrição, bala perdida, etc? Muito mais do que você imagina, porque não pensa no teu próximo. Não caia na armadilha do preconceito. Não é isso que Deus espera de nós. Cada um tem o direito de ter a sua religião, a sua crença. Por mais que queiram colocar na cabeça das pessoas que ser judeu é ser do mal, só os ignorantes acreditam. A história nos mostra quantos judeus ajudaram a humanidade, como Sabin, Einstein, entre outros. Não deixe que ninguém te engane. Conheça os dois lados da moeda antes de simplismente julgar…
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vera
em 30 de janeiro de 2007
Se Israel abaixar as armas desaparece, se o mundo islâmico fundamentalista e a pseudo esquerda brasileira pararem de atacar Israel, então haverá paz. Nào só em Isrel mas em todo o mundo não fundamelista islâmico
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Jorge Rebello
em 30 de janeiro de 2007
Só conhecendo o “jardim” que os judeus criaram naquele pedaço de deserto (sem petróleo) é que podemos “julgar” a verdade sobre a questão do oriente médio. Antes da criação do Estado de Israel, aquele pedaço de deserto não era revindicado por ninguém. O povo palestino era o lixo do mundo árabe. Agora transformou-se em cavalo de batalha dos povos árabes contra o povo de Israel.
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Antônio Carlos
em 31 de janeiro de 2007
Nada melhor que um ex-terrorista palestino para nos contar o que é a mentalidade palestina em contraposição à mentalidade sionista:
http://www.shoebat.com/
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Leila Rosemberg
em 31 de janeiro de 2007
O estado de Israel se fundamenta em justica, liberdade a todas as religioes e nacionalidades, e prosperidade de quem trabalha. As escolas sao livres, os hospitais sao gratis, se da ajuda a todo imigrante. Israel e o unico pais do mundo a retirar negros da Africa para libera-los em vez de escraviza-los. Israel se fundamenta em democracia. O povo escolhe os seus lideres. Israel e a unica democracia no oriente medio.
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jacky kirsch
em 31 de janeiro de 2007
O Estado de Israel é a unica democracia existente no Oriente Médio. Se seus inimigos fizessem a paz só teriam a ganhar em cultura, economicamente e em todos os setores.
Quanto a disputa Palestina ela foi gerada pelos própios dirigentes Arabes, pois se não tivessem fomentado a miseria e confinado os arabes que viviam em Território Israeli em campos de concentração como fez Nasser do Egito. Se eles não tivessem sido massacrados na Jordania no setembro negro. Se todo o dinheiro que o mundo mdestinou a esses refugiadoa fosse usada para eles. Hoje teriamos uma paz verdadeira.
Apenas como subsidio as terras pleiteadas foram compradas por Abrão e constam da Bilia aceito por uma imensa maioria da população cristã, e judaiva no mundo.
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Carlos Brickmann
em 31 de janeiro de 2007
A Inglaterra, sr. Gondim, se fundamenta na Justiça ou na Injustiça? Ali os saxões, os anglos e os jutas massacraram os bretões e foram por sua vez massacrados pelos normandos. E a Espanha, sr. Gondim, onde os celtas foram conquistados e destruídos pelos romanos, vândalos, godos, visigodos? E o Brasil, sr. Gondim? Seu nome terá que origem: tupiniquim, tupinambá, aimoré, guarani?
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faraó
em 31 de janeiro de 2007
Israel é a única democracia do Oriente Médio, único país do Oriente Médio que tem um muçulmano em algum parlamento. Guerras são sempre sujas, não existe guerra limpa. Aos que desesperam de inveja de ver Israel crescer mesmo cercado de inimigos, mesmo sem petróleo, mesmo com um tamanho menor do que Sergipe, mesmo ajudando os palestinos como nenhum outro país do mundo ajuda, SHALOM.
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leonardo respondeu:
27 de dezembro de 2006 às 5:46 pm
grande ajuda
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jayme endebo
em 31 de janeiro de 2007
Se Israel deixar de existir, não tenham dúvida que não ficará um árabe palestino vivendo nesta terra desocupada, isto porque eles são preguiçosos e só tem a morte como motivo de viver.É só enxergar o mundo à volta e vamos descobrir o óbvio : tem muçulmano envolvidos em todos os atentados.As criançsas ao invés de estarem ana escola aprendendo ficam se enchendo de ódio sem saber o porquê, isso acontece porque os fanáticos ´so sabem ensinar ódio e não amor ( que é característico dos judeus e cristãos).
Israel vai continuar a existir até para ensinar estes doentes que Alá é o deus do amor e não da morte,
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DZ
em 31 de janeiro de 2007
Que horror Sr. Gondim ver que um brasileiro incentivar outros tão desinformados quanto o Senhor a ter ódio de um país modelo como Israel. No Brasil nunca plantamos o ódio e árabes e judeus aqui são colônias irmãs, graças a Deus! Portanto, fica aqui minha indignação quanto aos comentários sem fundamento do Senhor e de seus colegas!
Viva a democracia! Viva as diferenças! E terras roubadas, só se forem as que o MST tem tirado de fazendeiros honestos em nosso país para depois revendê-las novamente! Roubar, é o que os senhores políticos tem feito em Brasília! Estudem mais, informem-se mais antes de dissiminar tanto ódio Sr. Gondim! Ou será que o Senhor também não acredita que houve o Holocausto que matou 6 milhões de judeus? SHALOM! PAZ e AMOR!
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Raul Gottlieb
em 31 de janeiro de 2007
Israel é um país fundamentado no direito de auto determinação de um povo, e este direito é reconhecido pela ONU. Em Israel vivem um milhão de árabes com direito a voto, saúde, educação e representação no parlamento e no governo.
Injustas foram as guerras de aniquilação perpretadas pelos países árabes vizinhos (desde o dia um da declaração da indepedência de Israel em 1948), que não reconheceram a votação da ONU.
Injusto é o tratamento dado pelos países árabes aos Palestinos que não têm direito legal de se integrar aos países árabes. O Brasil abrigou centenas de milhares de imigrantes Palestinos, que vivem majoritariamente na região de Foz do Iguaçu, como cidadãos brasileiros plenos. O Líbano proibe a assimilação dos Palestinos, que não têm direito de residência fora dos transitórios (pelo menos assim foram criados há 60 anos) dos campos de refugiados, não têm direito a exercer certas profissões e são cidadãos de segunda categoria. Ou seja, um Palestino pode se transformar num Brasileiro ou num Francês, mas não num Libanês ou num Kuwaitiano. É justo isto?
Injusto é o tratamento dado pelo Egito aos habitantes da Faixa de Gaza, território que ocupou de 1948 a 1967, sem dar aos habitantes daquele local o direito de se estabelecer no Egito.
Injusto é o tratamento dado pelo Egito a seus cidadãos judeus expulsos e espoliados depois de milhares (milhares sim) de anos de habitação sob uma absurda acusação de “culpa coletiva por associação” em 1956. Este episódio se repetiu em quase todos os países árabes que alegremente se apoderaram a preço vil ou zero dos bens dos judeus. A presença tri-milenar dos judeus no Iraque acabou neste período. Suas casas foram roubadas. É justo isto?
Injusto é o tratamento dado pelas mulheres na Arábia Saudita que não podem sair de casa sem a companhia de um membro masculino da família.
[Responder]
Albert Hamaoui
em 31 de janeiro de 2007
Eu me pergunto, a quem é dado o direito de questionar a existência de Israel ou julgar a qualificação de ser judeu ou não. A humanidade, se assim podemos chamá-la, só se pronucia quando não é chamada e se omite quando se necessita dela. Portanto… por favor ! ! !
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João Carlos M.Lacerda
em 31 de janeiro de 2007
Como podemos comparar um povo judeu, os maiores ganhadores de prêmios NOBEL, os maiores artistas, os maiores MÉDICOS, etecéteras….. com os MAIORES TERRORISTAS ????
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Miriam Goldemberg
em 31 de janeiro de 2007
Sem dúvida alguma o Estado de Israel teve sua independência e reconhecimento em 1948. Era somente um deserto. Veja o que ele é hoje, graças ao trabalho dedicado por nossos irmãos que lá estão, plantando, lutando e enaltecendo o Estado.
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Antônio Carlos
em 31 de janeiro de 2007
O principal fator que move o anti-semitismo/anti-sionismo é a pura inveja. O despeito das periferias culturais, sociais e ideológicas ante uma história de sucesso. A fundação e a existência do Estado de Israel, bem como suas ações defensivas são absolutamente justas e justificáveis. Só não enxerga isso quem não tem capacidade intelectual e honestidade para tanto.
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LEON LEVY
em 31 de janeiro de 2007
Até hoje,muita gente confunde Israelita (religião) com Israelense (Cidadão).O Estado de Israel abriu suas por-tas não só á Israelitas,mas a todas as pessoas de qualquer nacionalidade ou credo que acabaram se tornando Israelenses.De lá sairam médicos famosos, engenheiros,cientistas responsáveis por invenções de vacinas que estão salvando vidas pelo mundo afora, inclusive ás de anti-semitas e inimigos que consideram que Israelnão devia existir.Que contra senso!
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Bruno
em 31 de janeiro de 2007
A intolerancia é chave de todos os males. Os povos arabe e judeu nada mais são do que os joguetes dos interesses escusos dos poderosos vendedores de armas e manipuladores de poder que fazem de nossas crianças as vítimas inocentes de suas ambições. Numa guerra fraticida não há vencedores nem vencidos. Só haverá PAZ quando vencermos a intolerancia e aceitarmos uns aos outros.
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NICK DAGAN
em 31 de janeiro de 2007
O Estado de Israel é a única Democracia no Oriente Médio, o único país onde existe um Judiciário verdadeiro. O Estado foi erguido sôbre os conceitos morais e de justiça social do Judaísmo. Todas as tentativas de paz foram sabotadas por Yasser Arafat, principal responsável pela triste situação do povo palestino hoje em dia, que, não bastassem todos os seus problemas, agora matam-se entre si.
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Sergio Carioca
em 31 de janeiro de 2007
Gondim, vai pentear macaco, e no Iraque.
[Responder]
Bruno Kampel
em 31 de janeiro de 2007
Existe gente que é o vivo exemplo do que a medicina política define como doentes terminais de um fascismo letal que se alimenta com o ódio irracional ao outro pelo que o outro pensa ou reza; por esse mesmo ódio sem motivo que apodrece e ofende tudo que toca e defende; pelo mesmo ódio irracional que gera mortos e desaparecidos nas guerras sujas e depois se fantasia de paladino da liberdade; pelo mesmo ódio criminal que mata e depois “chora” no enterro das suas vítimas.
Sim. Esse maldito fascismo carregado de anti-semitismo mal dissimulado sob a capa de verniz do anti-sionismo, é o verdadeiro inimigo da humanidade, porque em seu nome sempre se transforma o adversário com o qual se deve debater no inimigo ao qual se tem que eliminar, imitando à perfeição a metódica fascista dos tempos do Duce e do Fürher, ainda que também poderia ser comparado ao modus operandi do stalinismo ultra esquerdista, porque ambas “ideologias” são irmãs gêmeas quanto ao seu desprezo em relação aos que pensam diferente; quanto ao abuso de símbolos pátrios sob os quais camuflam suas verdadeiras bandeiras e consignas; quanto à demonização e defenestração que usam com mestria contra quem se atreva a discordar deles.
Que ninguém tenha a menor sombra de dúvida que o que incomoda a esses anti-semitas é o que pensamos e dizemos sobre a quota de responsabilidade que as pessoas que pensam e dizem da forma que eles pensam e dizem, têm na aterrorizante metamorfose que sofreram nos últimos anos os conceitos de fidelidade à verdade e de respeito ao próximo dentro de alguns tumores ideológicos que aninham no corpo social de quase todos os países urbi et orbi, tendo tais conceitos se transformado em esburacadas consignas de ódio e de morte. Sim, o fascista acusa o democrata de ser fascista, e o anti-semita imputa ao judeu o crime de ser nazista.
No que a mim respeita, devo confessar que me incomoda muito o que eles digam, e por mais que o digam e o repitam sem parar, não deixo de ficar surpreso cada vez que os ouço, ao constatar o grau de baixeza moral que alguns podem atingir ao usar como discurso a injúria e a difamação e o puro e simples manuseio da verdade, à usança de Goebbels nos famigerados tempos do nacional socialismo.
Assim é que insultando, injuriando e difamando desde o púlpito da impunidade que ingenuamente lhes fornece a democracia; falsificando conceitos; manipulando contextos; mentindo com descaro em prosa e verso, reescrevendo a História simplesmente ignorando os fatos e as realidades que não se ajustem ao seu olhar revisionista, atuam com maior ou menor impunidade em todo o mundo, em qualquer idioma ou situação; em qualquer instância ou tribunal.
Eu me pergunto e lhes pergunto: Até quando?… Que é que tem que acontecer para que essa gente seja colocada no ostracismo que lhe corresponde?…
Doce engano de muitos pensarem que dentro da democracia cabem todas as idéias e todas as pessoas, ou que dentro de uma sociedade cabem todas as condutas. Não não e não. Nem na democracia nem na sociedade há lugar para a livre circulação de todas as idéias e de todas as pessoas.
Numa democracia justa não cabe o ódio racial, o ultraje, a difamação, nem tampouco seus defensores, como numa sociedade não cabe o assassinato ou o estupro, o anti-semitismo e os apologistas do crime, porque a sociedade quanto mais democrática e melhor preparada – se mune de instrumentos legais para impedir que tais aberrações sejam incorporadas por inércia à conduta tolerada ou permitida.
Convido a todos a dizer CHEGA!… ao anti-semitismo fantasiado de anti-sionismo. A dizer ATÉ AQUI!… aos discursos cheios de ódio racial. A impedir que a mentira infame se repita tanto que se transforme numa inocente verdade.
Nada mais e nada menos podemos fazer para que de uma vez e para sempre o anti-semitismo e o nazismo e o fascismo e seus apologistas e porta-vozes sejam apenas um longínquo e desafinado eco de um passado bem morto e enterrado.
No pasarán!
[Responder]
Leandro
em 31 de janeiro de 2007
Sr. Gilson Gondim
O que é justiça?
O que é injustiça?
O que é Estado?
O que é nação?
O que é povo?
Dependendo de como o senhor respoder tais perguntas poderei saber se seu pensamento é isento ou tendencioso.
Sua pergunta sem estes fundamentos só pode parecer tendenciosa. Por favor, contribua a saudável discussão e elucide a todos, o que se pode entender por um estado justo ou um estado injusto?
Tenha cuidado na resposta, ela poderá revelar que o mundo inteiro pode ser considerado injusto.
NÃO A INTOLERÂNCIA, NÃO AO PRECONCEITO!!! (eu gritaria em protesto)
Sejamos lúcidos, um estado de direito, mesmo com defeitos comuns ao sistema democrático, jamais poderá ser classificado como “injusto”. Se o for, ou o classificador está errado ou o estado não é de direito.
Quem está errado?
[Responder]
Szyja Lorber
em 31 de janeiro de 2007
Gondim, seu website é extremanete parcial.
Por que você não coloca como enquete “Considerando os fatos relacionados aos países árabes, você diria que esse Estado se fundamenta em:
- Justiça
- Injustiça
Você teria dez vezes mais audiência. Afinal, nas ditaduras e monarquias árabes a justiça é um primor. A democraica, existe, as mulheres têm seus direitos, os jornais e a imprensa em geral podem manifestar-se livremente, não há censura, as ecolas não ensinam o ódio, o direito de opção religiosa existe, não há apedrejamentos nem crianças têm as mãos esmagadas, etc, etc. Chega de conversa fiada.
[Responder]
Luis
em 31 de janeiro de 2007
O Brasil foi criado sobre terras indígenas, inclusive o terreno onde fica sua casa, Gilson. Abandone sua casa e vá pro cacete.
[Responder]
Saulo Tavares
em 31 de janeiro de 2007
O curioso disso tudo é que Israel é tachado de agressivo, opressivo, injusto e outras idiotices do gênero. No entanto todas as guerras no Oriente Médio foram e são iniciadas pelos árabes, todos os atos de agressão e violência contra civis são cometidos por árabes.
Os “mais de mil civis” mortos no Líbano poderiam em sua maioria estar vivos se não tivessem sido usados como escudos humanos pelos covardes terroristas do hizbollah, atitude aliás apontada e condenada pela ONU, Human Rights Watch e Anistia Internacional.
Por falar em civis mortos, os árabes têm matado mais civis, árabes inclusive, em seus atos agressivos do que Israel em todas as guerras árabe-israelenses. Os exemplos estão aí no Sudão, nos territórios “palestinos” e no Iraque.
[Responder]
Martin Luther King, Jr.
em 31 de janeiro de 2007
“Meu amigo, você declara que não odeia os judeus, que é meramente ‘anti-sionista’. E eu digo: Deixe a verdade ultrapassar os altos cumes de montanha, deixe-a ecoar através dos vales da vicejante terra divina. Quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – esta é a própria verdade divina. O anti-semitismo – o ódio contra pessoas judias – tem sido e permanece uma mácula no espírito da humanidade. Nesse sentido, tenha conhecimento disso: anti-sionismo é inerentemente anti-semita, e será sempre assim.
Por que isso? Você sabe que o sionismo não é nada mais do que o sonho e ideal de o povo judeu retornar a viver em sua própria terra. As Escrituras nos contam que o povo judeu só gozou de um florescente Estado na Terra Santa, da qual foram expulsos pelo tirano romano – os mesmos Romanos que assassinaram Nosso Senhor. Arrancado de seu lar, com sua nação em frangalhos, o povo judeu foi forçado a perambular pelo globo, constantemente sofrendo o castigo de qualquer tirano que por ventura estendesse sua autoridade sobre si.
Meu amigo, o povo negro sabe o que é sofrer o tormento da tirania de governantes que não são de nossa escolha. Nossos irmãos na África têm esmolado, suplicado, requerido e pedido o reconhecimento e realização de nosso direito natural de viver em paz sob nossa própria soberania em nosso país. Para qualquer um que se agarrasse a este inalienável direito de toda a humanidade, seria tão fácil entender e apoiar o direito de o povo judeu viver em sua antiga Terra de Israel. Todo homem de boa vontade exulta no cumprimento da promessa de Deus de que seu povo deveria retornar e gozar da reconstrução de sua espoliada terra. Isto é o sionismo, sem nada mais, nem nada menos.
E o que é anti-sionismo? É a negação ao povo judeu de um direito fundamental que nós justamente clamamos para o povo africano e com o qual todas as nações do globo concordam. Meu amigo, trata-se de discriminação contra os judeus por eles serem judeus. Em suma, é anti-semitismo.
O anti-semita regozija-se com toda a oportunidade de espalhar sua malícia. No Ocidente, os tempos têm tornado impopular proclamar abertamente o ódio aos judeus. Sendo este o caso, o anti-semita busca constantemente novas formas e fóruns para seu veneno. Como ele deve deleitar-se em novo disfarce!…Ele não odeia judeus, ele é ‘anti-sionista’!…
Meu amigo, não acuso você de deliberado anti-semitismo. Sei que você sente, como eu, um profundo amor pela verdade e justiça, e uma repulsa contra racismo, preconceito e discriminação. No entanto, sei que você, como tantos outros, tem sido mal conduzido a pensar que pode ser ‘anti-sionista’ e ainda permanecer fiel a estes sinceros princípios que dividimos. Deixe ecoar minhas palavras na profundeza de seu espírito: Quando alguém critica o sionismo, quer dizer judeus – não se engane quanto a isso…”
Martin Luther King Jr., “Carta para um amigo anti-sionista”, Saturday Review XLVII (Aug. 1967), p. 76.
Reimpresso em Martin Luther King Jr., “Eu acredito nisso: Seleções dos Escritos do Dr. Martin Luther King Jr.”
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Reinaldo Azevedo
em 31 de janeiro de 2007
A expressão da hora é “reação desproporcional”. É uma pena que eu não seja um desses pós-estruturalistas franceses para esgotar os 4 mil toques a que tenho direito só analisando as dimensões simbólica, histórica e psicológica de tal expressão. Vejam só: o substantivo e adjetivo primitivos do par acima é “ação proporcional”. Quando se fala “re-ação”, supõe-se a existência de dois tempos: um “antes”, em que alguém “age”, e um “depois”, quando vem a resposta. Quem acusa uma “re-ação” nem mesmo aspira à inocência. Sabe, então, que houve uma provocação e que o “outro” vai ocupar o tempo que lhe cabe na narrativa como protagonista ou antagonista — depende do ponto de vista.
Assim, quem conta com a “re-ação” chama o adversário ou inimigo para uma relação transitiva, para uma dança, para um pas de deux. Este que age, no entanto, espera daquele que “re-age” a observância das regras da “proporção”, como se estivessem apreciando um quadro, uma catedral ou lendo a Eneida, de Virgílio: as partes do todo devem provocar um sentimento estético de equilíbrio, de harmonia. “Re-agir” de forma “des-proporcional” corresponderia a fraudar as regras do jogo.
Essa digressão para o universo da linguagem me ajuda a denunciar uma fraude intelectual. Reparem que o pequeno detalhamento da expressão “reação desproporcional” revela uma dimensão amoral, sem história e sem escolhas. Qualquer disputa se encaixa naquela oposição estrutural. O bombardeio de Dresden, feito pelos Aliados, não se distingue do ataque a Pearl Harbor, uma vez que nós excluímos a moral da história, uma vez que ela se faz sem valores. Ou, pior ainda: sob certo ponto de vista, Dresden seria o símbolo da “reação desproporcional” dos que se opunham ao nazismo.
Louvado seja Deus que não sou estruturalista francês e indago, a cada ato, meu ou de terceiros, a que princípio moral atende e a que ética coletiva serve. Lamento profundamente as mortes de libaneses e israelenses na guerra que Israel trava contra o Hezbollah. Mas aponto a indecência da acusação de que há uma “reação desproporcional”. E o estruturalismo que não me convence me fornece, pelo avesso, as ferramentas para explicitar meu ponto de vista. Não se trata de duas forças igualmente legitimadas pela história.
Uma tem por princípio eliminar civis e praticar atentados terroristas para fazer valer o seu ponto de vista; impõe-se como força militar aos civis de seu próprio povo, que não têm outra saída a não ser aceitá-la — ou morrer; a outra está submetida aos controles da democracia e do Estado de Direito. Uma luta para que o adversário desapareça; afinal, nega-lhe o essencial: o direito de existir; a outra vai para o confronto porque se nega, vejam só!, a se comportar como um carneiro na hora fatal: gritar e morrer.
Ah, sim: Israel pratica suas injustiças, assim como o tal mundo ocidental está longe de ser o Éden. O que faz a diferença é saber onde vigem os mecanismos que permitem que os desequilíbrios sejam denunciados, e as reparações, devidamente feitas. Se há, a esta altura, a desconfiança de que defendo, sim, a superioridade moral de Israel nesta guerra, que cesse toda a dúvida: é isso mesmo. Tal superioridade não distingue civis na morte, mas distingue o futuro dos vivos. Todos os mortos inocentes de qualquer guerra nos diminuem; fazer as escolhas morais pensando num mundo em que possamos ser mais livres e donos de nosso destino nos faz partidários ou da civilização ou da barbárie.
Quando Kofi Annan ou Luiz Ignorácio Lula da Silva acusam a “reação desproporcional” de Israel, ambos estão convocando um Estado organizado, democrático, em que vige o Estado de Direito, a se comportar como uma milícia: ou eleva o Hezbollah à condição de um parceiro, com quem vai fazer o pas de deux da morte, ou se rebaixa à sua mesquinharia homicida e finalista. A acusação de “reação desproporcional” é uma imoralidade e, vestindo o manto do humanismo, é um canto de celebração e de estetização da morte.
(13/08/2006)
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Leonardo
em 31 de janeiro de 2007
Sr. Gondim
Israel é hoje uma realidade, ponha isso na sua cabeça que parece ser recheada de vento.
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Nísia
em 31 de janeiro de 2007
Admiro bastante povo judeu por ser inteligente, empreendedor, benemérito, honesto e porque nãi vive se digladiando entre si, como é na palestina e em outros países de religião muçulmana. Eles vivem quietinhos, promovendo coisas positivas e se não os incitarem e insultarem, como costumam fazer aqueles que sitei aqui,não mexem com ninguém nem povocam.
O povo judeu merece um pouco mais de paz!
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Nísia
em 31 de janeiro de 2007
JÁ ENVIEI
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mira kirsch
em 31 de janeiro de 2007
O Estado de Israel é a unica democracia existente no Oriente Médio. Se seus inimigos fizessem a paz só teriam a ganhar em cultura, economicamente e em todos os setores.
Quanto a disputa Palestina ela foi gerada pelos própios dirigentes Arabes, pois se não tivessem fomentado a miseria e confinado os arabes que viviam em Território Israeli em campos de concentração como fez Nasser do Egito. Se eles não tivessem sido massacrados na Jordania no setembro negro. Se todo o dinheiro que o mundo mdestinou a esses refugiadoa fosse usada para eles. Hoje teriamos uma paz verdadeira.
Apenas como subsidio as terras pleiteadas foram compradas por Abrão e constam da Bilia aceito por uma imensa maioria da população cristã, e judaica no mundo.
Israel é um exemplo para o mundo como do deserto se criou uma terra fertil.
Imaginem o que Israel seria se não tivesse que usar grande parte de seu orçamento em gastos com sua defesa.
A tragedia de Eilat de um louco se explodindo numa padaria e matando civis indefesos o mundo e este site não veem.
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Antônio Carlos
em 31 de janeiro de 2007
Em seus textos, Gilson Gondim afirma que Israel é um estado “nazi-fascista” por sua postura contra os palestinos. Pois muito bem, desafio o dono deste blog a me responder algumas simples perguntas:
1 – Quem foram os maiores assassinos de palestinos de todos os tempos?
A) As Forças de Defesa de Israel?
B) O Exército Americano?
C) As tropas do rei Husseim da Jordânia?
2 – Que grande líder do Oriente Médio nas décadas de 1930 e 1940 foi hóspede oficial de Adolf Hitler em Berlim?
A) David Ben Gurion, futuro primeiro-ministro de Israel?
B) Mohammad Amin al-Husayni, Grão-Mufti de Jerusalém, máxima autoridade política e religiosa palestina?
C) Rei Farouk do Egito?
Acertou quem respondeu 1-C e 2-B. Em setembro de 1970, o rei Husseim da Jordânia, incomodado com a presença cada vez maior de palestinos em território de seu reino massacrou nada menos que vinte mil palestinos, soma de mortos jamais alcançada, mesmo em todos os conflitos entre árabes e israelenses desde 1929.
Mohammad Amin al-Husayni foi hóspede de Hitler em Berlim, quando foi negociar com o líder nazista estratégias para o massacre dos judeus da então Palestina. al-Husayni, além de máxima autoridade religiosa para os muçulmanos da Palestina, era um líder político, aliado da Síria, e profundamente anti-semita.
Nem Husseim nem al-Husayni jamais foram julgados, nem sequer admoestados por seus crimes contra palestinos e judeus. No entanto, hoje é Israel que é acusada de ser ao mesmo tempo nazista e assassina de palestinos.
E aí, senhor-dono-do-blog? Como você responde isso?
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Marco Aurélio
em 31 de janeiro de 2007
O estado de Israel é tão fundamentado na justiça quanto qualquer estado ocidental e a maioria dos orientais. É incrivelmente maniqueísta colocar a pergunta na forma de “justo” ou “injusto”, o que mostra uma disposição do Sr. Goldin de forçar um resultado. Outras perguntas poderiam ser colocadas da mesma forma forçando outros resultados:
Os Israelenses tem o direito de existir?
( ) sim ( ) não
Terroristas muçulmanos tem direito de matar criancinhas israelenses?
( )sim ( )não
Mães palestinas tem direito de influênciar seus filhos menores de idade a se tornarem homens-bomba?
( ) sim ( ) não
[Responder]
John Horn
em 31 de janeiro de 2007
Ora, mas que perda de tempo! Esse tal de Gondim, pretenso estudante de 1º grau, repetente, aprovado em algumas simples matérias escolares através da “cola”, agora está dependendo de algum trabalho escolar para aumentar sua nota, nas matérias de Geografia e História. E para isso, sem nenhuma capacidade própria de estudar e desenvolver sua “tese”, recorre a essa provocação para, assim, poder, mais uma vez, “colar” para a sua “obra” as diversas e brilhantes argumentações enviadas pelos internautas cultos, plenos de sentimento de cidadania, de bom caráter, democratas de bom senso e, ao contrário do neurótico e desequilibrado Gondim, conhecedores do maligno tumor social entranhado, não nos árabes de boa fé, mas nos extremistas terroristas assassinos, estúpidos, incultos, vítimas de líderes religiosos fanáticos totalitários.
E antes que eu me esqueça, Gondim, vai lavar sua língua com soda cáustica e, pelo menos, tente ler alguma coisa útil, nem que seja o envólucro de papel higiênico!
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Antônio Carlos
em 31 de janeiro de 2007
Mais perguntas também poderiam ser pensadas para substituir a da atual enquete, levando em consideração o “Modus raciocinandi” do dono deste blog:
1 – O que dá aos terroristas do Hezbollah o direito de seqüestrar israelenses em território de Israel?
A ( ) Porque eu acho que eles têm esse direito e ponto final!
B ( ) Porque qualquer um que ataque judeus é meu amigo.
2 – Por quê os palestinos não podem se conformar em ter seu estado independente ao lado de um estado judeu?
A ( ) Porque aprendi com meu papai que judeus são malvados.
B ( ) Porque não quero que os palestinos se sintam inferiorizados diante das inúmeras conquistas sociais dos israelenses.
3 – Além de mim (o genial Gilson Gondim), os neo-nazistas e negacionistas também são anti-sionistas, apoiam o terrorismo árabe, a bomba atômica persa e desejam a destruição de Israel. Se sou tão parecido com nazistas e negacionistas isso significa que:
A ( ) Somos todos iguais, embora eu não goste de botas militares.
B ( ) Acho que os nazistas até que tinham razão.
C ( ) Talvez eu convença os amigos nazistas e negacionistas a passarem férias em João Pessoa.
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vera
em 1 de fevereiro de 2007
procurei em dezenas de arquivos e nao achei- quantos homens bomba judeus explodiram cargas em restaurantes cheios de criancas fantasiadas
em bares cheios de jovens
em shopping – mulheres e criancas
quantas maes judias mandaram seus filhos matarem nenens com bombas e granadas e se disseram orgulhosas pela morte de seus filhos
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Helcio Dispan
em 1 de fevereiro de 2007
O embaixador de Israel pede a palavra na Assembléia Geral das Nações Unidas e diz:
“Antes do discurso propriamente dito, quero contar uma história. Quando Moisés conduzia o povo judeu depois do êxodo, chegou a um oásis perto da Terra Prometida onde havia um lago maravilhoso, com água fria e cristalina.
Moisés se despiu e mergulhou para se refrescar e recobrar as forças. Ao sair da água, viu que suas roupas tinham sido roubadas.
Irritado, exclamou: ‘com certeza foram os palestinos!’”.
Arafat, que se encontra na assembléia, protesta: “Naquele tempo não havia palestinos nesta parte do mundo!”. E o embaixador de Israel arremata: “É justamente por aí que pretendo começar o meu discurso”.
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Ilan
em 1 de fevereiro de 2007
Estimulo ao Sr Gilson Gondim a praticar o mesmo tipo de liberdade de expressao em paises onde a “justica” prepondera, como Ira, Libia, Egito, Siria, Qatar, Arabia Saudita, Iemen, etc.
Seria um melhor servico a humanidade.
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lmgolcman
em 1 de fevereiro de 2007
Israel, o 100º menor país do mundo, com menos de 0,001% da população mundial, pode reivindicar a si o seguinte:
O telefone celular foi desenvolvido em Israel, por Israelenses trabalhando na filial israelense da Motorola, que possui seu maior centro de desenvolvimento em Israel.
A maior parte do sistema operacional do Windows NT e XP foi desenvolvido pela Microsoft-Israel.
A tecnologia do chip do Pentium MMX foi projetado na Intel em Israel.
O microprocessador Pentium 4 e o processador Centrino foram totalmente projetados, desenvolvidos e produzidos em Israel.
O microprocessador Pentium do seu computador foi, muito provavelmente, produzido em Israel.
A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel.
A Microsoft e a Cisco construíram suas únicas unidades de pesquisa e desenvolvimento fora dos EUA em Israel.
A tecnologia para o Instant Messenger ICQ da AOL foi desenvolvido em1996 por dois jovens israelenses.
Israel possui a 4ª maior força aérea do mundo (atrás dos EUA, Russia e China).
Além da grande variedade de aeronaves, Israel possui um arsenal aéreo de mais de 250 F-16.
Esta é a maior frota de F-16 fora dos EUA.
A economia de 100 bilhões de dólares de Israel é superior ao da soma de seus vizinhos.
Israel possui a maior porcentagem mundial per capita de computadores em residências.
De acordo com dados industriais Israel projetou asegurança de vôo da indústria aérea mais impenetrável.
Oficiais norte americanos estão em contato com Israel para se aconselharem sobre como controlar ameaças à segurança de vôo.
Israel possui a maior proporção do mundo de títulos universitários em sua população.
Israel produz mais artigos científicos per capita que qualquer outra nação por uma larga margem de diferença:
109 artigos/10.000 habitantes – bem como detém um dos maiores índices de patentes.
Proporcionalmente à sua população, Israel possui o maior número de abertura de empresas.
Em termos absolutos, Israel também possui mais companhias que qualquer outro país, exceto os Estados Unidos (3500 companhias, a maioria de alta tecnologia).
Com mais de 3000 companhias de alta tecnologia, Israel possui a maior concentração de companhias deste tipo no mundo, com exceção do Vale do Silício, nos Estados Unidos.
Fora os Estados Unidos e o Canadá, Israel possui o maior número de empresas no NASDAQ.
Israel tem o maior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Oriente
A renda per capita em 2000 ultrapassou US$17.500, superando a Grã Bretanha.
Em uma base per capita, Israel possui o maior número de de abertura de empresas de biotecnologia.
24% da força de trabalho em Israel, possui nível superior, o 3º do mundo industrializado, atrás dos Estados Unidos e Holanda 12% possuem nível Israel é a única democracia liberal no Oriente Médio.
Em 1984 e 1991, Israel transportou um total de 22.000 judeus etíopes em situação de risco para a segurança em Israel.
Quando Golda Meir foi eleita Primeiro Ministro de Israel em 1969, tornou-se a 2ª líder feminina do mundo moderno.
Quando a embaixada dos Estados Unidos em Nairóbi, no Quênia, foi bombardeada em 1998, os grupos de resgate israelenses chegaram no mesmo dia e salvaram 3 vítimas dos escombros.
Israel possui a 3ª taxa de empresariado e a maior taxa entre mulheres e entre pessoas com mais de 55 anos.
Absorve imigrantes no mundo.
Os imigrantes chegam em busca de democracia, liberdade religiosa e oportunidades econômicas.
Israel foi o primeiro país a adotar o processo Kimberly, um tratado que certifica que diamantes são “livres de conflito”.
Israel é o 2º no mundo em lançamento de livros/ pessoa.
Israel é o único país do mundo que entrou no século XXI com o maior índice de plantio de árvores, mais marcante ainda por te sido alcançado em áreas consideradas desérticas em sua maioria.
Israel possui mais museus per capita que qualquer outro país.
‘Medicina: cientistas israelenses desenvolveram o primeiro aparelho para diagnóstico de câncer de mama totalmente computarizado e não radioativo. Também o tratamento é um dos mais adiantados, a cada dia em desenvolvimento.
Uma companhia israelense desenvolveu um sistema computarizado para garantir a aplicação indicada de medicamentos, e conseqüentemente, evitando erro humano no tratamento médico.
Nos Estados Unidos, 7000 pacientes internados morrem em conseqüência de erros durante o tratamento.
A empresa israelense Givun Imaging desenvolveu uma câmara de vídeo ingerível, do tamanho de um comprimido, usada para diagnosticar câncer e doenças do intestino delgado.
Pesquisadores em Israel desenvolveram um novo aparelho que ajuda o a bombear sangue, uma inovação com potencial para salvar vidas entre pessoas com problemas cardíacos. novo aparelho, sincronizado a uma câmera, ajuda nos diagnósticos e em cirurgias, através de um sofisticado sistema de sensores.
Israel é líder em número de cientistas e técnicos, com 145/10.000.
Nos Estados Unidos, essa relação é de 85/10.000, no Japão 70/10.000 e menos de 60 na Alemanha.
Com mais de25% de sua força de trabalho empregada em profissões técnicas.
Um novo tratamento para acne foi desenvolvido em Israel, o aparelho ClearLight violeta, raios azuis de onda curta que causam a auto-destruição da bactéria da acne – tudo sem causar danos à pele ou ao tecido ao redor.
Desenvolve e instala uma geradora de eletricidade movida a energia solar em larga escala no deserto de Mojave, ao sul da Califórnia.
Tudo isso acima, enquanto enfrentava guerras com um inimigo implacável, que procura sua destruição, e uma economia continuamente sob tensão por ter que gastar mais para sua proteção do que qualquer outro país no mundo.
[Responder]
perla
em 1 de fevereiro de 2007
israel e um pais muito desenvolvido,otimo para se viver,e nossa religiao e baseada na palavra divina,porque nao nos deixar viver em paz numa terra tao pequena que nos foi dada pelo eterno e que so ele pode tirar.
[Responder]
fany lewy
em 1 de fevereiro de 2007
sr.Goldin.Inicialmente, achei que responder às suas baboseiras, seria imensa perda de tempo. Depois lembrei-me que a omissão pode ser tão perigosa quanto a ação.
Muito já lhe foi dito, sendo desnecessário eu também defender Israel. Quero só acrescentar uma sugestão (não um conselho, pois por esses eu sou paga):recolha-se à sua insignificância, volte para os bancos escolares, mas desta vez, estude. A sua ignorância é vegonhosa.
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Arnaldo Tehad
em 1 de fevereiro de 2007
INJUSTIÇA! É um absurdo é feito ao povo de Israel!
[Responder]
Rosana Scabin
em 1 de fevereiro de 2007
Não se trata de justiça ou injustiça. Os dois povos tem direito a um Estado livre. O ideal seria um Estado para cada Povo.
Não sou a favor de um povo subjugando o outro. E tenho a certeza de que se Israel pudesse escolher, escolheria sempre a paz. Nos noticiários verifica-se muitas vezes, informações deturpadas por parte da mídia, e nós que lemos já não somos mais ingênuos, e sabemos como a mídia tem o poder de ser parcial em algumas situações.
Sei também que Israel tem um exército para sua defesa, e não para atacar ou conquistar terras a seu bel prazer. Simplesmente se defende, para continuar existindo e não para conquistar. Mesmo os locais que “consquitou” ou ocupou, foi por pura necessidade de proteção pois eram locais estratégicos, principalmente na região norte do país, fronteira com a Síria. Inclusive o nome do exército é : Exército de Defesa de Israel ( e não, de ataque).
Porém, sinto que os dois lados passaram das medidas, e peço e rezo por eles, pois ambos os lados já sofreram muito e isto precisa acabar, em respeito às futuras gerações e inclusive à continuidade do planeta.
Não devemos gerar mais ódios com pesquisas desse tipo. Sugiro que questionem às pessoas, que idéias concretas elas têm e sugerem para que a paz se estabeleça no planeta e principalmente no Oriente Médio, ao invés de fazerem julgamentos sobre o país e a vida dos outros.
Salam/Shalom
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michel grobes
em 1 de fevereiro de 2007
Acho que a questão foi mal colocada.
Não se trata de justiça ou injustiça.
Trata se da sobrevivencia de um povo odiado e tripudiado por todos, há seculos,desde o tempo de Cristo.
Ambos tem direito a patria tanto os judeus como os palestinos,porem a midia é contra Israel e faz a opinião publica tambem ser.
Quem conhece a geografia do oriente medio pode verificar o tamanho do mundo arabe em relação ao minusculo Israel,bem menor que o estado de Sergipe.
Odiar judeus é muito facil,SER JUDEU È DIFICIL.
[Responder]
Antônio Carlos
em 1 de fevereiro de 2007
A solitária claque de Gilson Gondim que atende pelo nome de Arnaldo Tehad mal consegue fazer aquilo que seu mestre manda. Ao berrar INJUSTIÇA, além de demonstrar qual é o método de raciocínio dos anti-semitas de plantão (o berro, o chilique e o fricote), ainda comete um ato falho que só torna a encenação uma comédia. Sim, senhor Tehad, um absurdo é feito ao povo de Israel como o senhor disse. O absurdo de quererem lhe massacrar diariamente há cinqUenta e oito anos.
[Responder]
Maguen David
em 1 de fevereiro de 2007
VÍDEOS E FOTOS PARA GILSON GONDIM VER E COMENTAR (SE TIVER CORAGEM):
Vídeos
http://www.youtube.com/watch?v=OH3fCDm45Pg
(a cultura do Jihad)
http://www.youtube.com/watch?v=HPok4E-pf0s
(Educando para a guerra)
http://www.youtube.com/watch?v=hUiyOB2H80g
(Anti-semitismo na TV árabe)
http://www.youtube.com/watch?v=VEcaI7zQG3E
(TV Palestina: programa infantil incitando as crianças ao martírio)
http://www.youtube.com/watch?v=AqIIxn-hMBE&mode=related&search=
(Educação para a Jihad)
http://www.youtube.com/watch?v=z15qcbGvgXk&mode=related&search=
(Samir Kuntar)
http://www.youtube.com/watch?v=f4rb5d5uhq0&mode=related&search=
(A mídia do terrorismo)
http://www.youtube.com/watch?v=Qb5fIP-MfAc&mode=related&search=
(Discurso Intifada)
http://www.youtube.com/watch?v=J2RBozFBtF4&mode=related&search=
(Fontes do conflito)
http://www.youtube.com/watch?v=Qb5fIP-MfAc&mode=related&search=
(Pare com o terrorismo!)
http://www.youtube.com/watch?v=NTHW8k3mfZw&mode=related&search=
(Os clérigos da paz)
http://www.youtube.com/watch?v=c1oq7oGO_N8&eurl=
(Pallywood: A fábrica de filmes palestinos)
http://www.aish.com/movies/JP/PhotoFraud.asp
(A Reuteurs e o escândalo das fotos fraudelentas no Líbano)
http://www.youtube.com/watch?v=o0mQsE_PP7I&mode=related&search=
(Gosta de chuva? Que tal uma de Katyushas?)
http://www.youtube.com/watch?v=GZkCp42INMI&mode=related&search=
(O Terror do Hezbollah em Israel)
http://www.saveisraelcampaign.com/1000words.htm
(Terroristas palestinos “protegendo” civis inocentes)
http://www.youtube.com/watch?v=lazTKrV_bo8&mode=related&search=
(AMIA: Um caso esquecido)
http://www.youtube.com/watch?v=GDiC6KVBZUk&mode=related&search=
(Mais um sermão de sexta-feira…)
http://www.youtube.com/watch?v=k3VsxLcmeII&mode=related&search=
(As “crianças” palestinas)
http://www.youtube.com/watch?v=tVh-WxTS-H0&mode=related&search=
(As últimas palavras de um terrorista)
Fotos
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter0506.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter0507.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter0511.jpg
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http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1963.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1969.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1922.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1547.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1490.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1455.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1421.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter1198.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter2540.jpg
http://www.jr.co.il/terror/israel/ter2351.jpg
http://jr.co.il/terror/israel/2006/ter4484.jpg
http://jr.co.il/terror/israel/2006/ter4482.jpg
[Responder]
Ibraim Salid
em 1 de fevereiro de 2007
Injusto eh a paz entre os nossos povos ser sequestrada pelos fanaticos.
Injusto eh tanta gente morrer desnecessariamente.
Injusto eh o Isla e o Judaismo serem visto por olhos preconceituosos.
Justo seria se a tolerancia prevalescesse.
Justo seria que Israel existisse em paz ao lado dos irmaos arabes.
Justo seria se o dono desse blog tivesse algo mais construtivo a fazer do que fazer uma pergunta tao torta e tendenciosa.
[Responder]
Médica
em 1 de fevereiro de 2007
Sr. Gondim: vá tomar umas injeções de SIMANCOL. Mais bom senso e menos burrice também lhe fariam bem!
Vá se informar melhor antes de colocar sandices no seu blog.
[Responder]
Gisele
em 2 de fevereiro de 2007
Ao Sr. Gilson Gondim so tenho a dizer que e muito simples julgar os atos do Pais de Israel. Voce ve o que acontece no seu proprio pais? Todas as injusticas, corrupcoes, fome, politicos que so pensam em em engordar suas contas bancarias…uma lista tao grande! Por que em vez de falar coisas que nao sabe, nao entende e nunca ira entender (pois e um ser pequeno demais,preconceituoso e anti semita)e cuidar do que acontece em outros paises nao tenta melhor algo no seu proprio? Por que nao vai doar e ajudar gente necessitada em vez de perder tempo com um “na casa de outros”. Israel nao mata pessoas injustamente apenas se defende de terrorista que nao trazem nenhum tipo de remorso por matar criancas, idosos ou civis inocentes!!
[Responder]
Ruth J. L. Pfingst
em 2 de fevereiro de 2007
Israel é o único país da região que é governado com JUSTIÇA.Quando o Estado de Israel foi fundado já havia muitos habitantes judeus e as terras que a mídia escreve, que era de palestinos, foram adquiridos a preço de ouro, portanto posse de legítima. Por que Israel tem que absorver os Palestinos (árabes) que legitimamente saíram de suas terras, pois as venderam?
Quem conhece um pouco o mapa do Oriente Médio, pode notar o tamanho dos países árabes em comparação ao pequeno Israel. Por que os países árabes não absorvem os ditos palestino, como faz Israel com os Judeus do mundo?
[Responder]
Ivan Kelner
em 2 de fevereiro de 2007
Você é um jornalista e mesmo que seja dúbia esta sua “preocupação” com o Estado de Israel, creio que com sua enquete você abriu um espaço para que as pessoas se manifestem e possam trazer mais informações sobre o conflito do Oriente Médio. Não se faz jornalismo com o coração e com informações que não são confirmadas pela história e você deveria refletir sobre isto e abrir a sua mente para de forma imparcial começar a checar as “verdades” que você divulga para o seu público e que no final formam a sua mente preconceituosa. Saiba que o povo judeu tem mantido laços com sua pátria histórica por mais de 3.700 anos. É um erro achar que todos os judeus foram forçados à diáspora pelos romanos após a destruição do segundo templo de Jerusalém, no ano 70 E.C e que só 1800 anos depois regressaram à Palestina exigindo seu país de volta. Foram os judeus que colonizaram e desenvolveram aquela terra, a comunidade internacional concedeu soberania política aos judeus na Palestina e os territórios hoje em questão foram tomados em guerras defensivas. A “certidão de nascimento” internacional de Israel além de ter sido validada pela promessa bíblica e por sua presença ininterrupta na região, foi validada pela Declaração Balfour de 1917, pelo Mandato da Liga das Nações, que incorporou a Declaração Balfour, pela resolução da partilha pelas Nações Unidas em 1947, pelo ingresso de Israel na ONU em 1949 pelo seu reconhecimento pela maioria dos países e sobretudo pela sociedade criada em Israel nas décadas de sua existência nacional próspera, dinâmica e democrática. Acredita-se que o termo Palestina tenha origem entre os filisteus, um povo Egeu que, no século XII A.E.C., estabeleceu-se ao longo da planície costeira mediterrânea onde ficam agora Israel e a Faixa de Gaza. No século II, após esmagarem a última revolta judaica, os romanos usaram pela primeira vez o nome Palestina para se referir à Judéia ( a região sul do território da atual Cisjordânia), numa tentativa de minimizar a identificação judaica com a terra de Israel. A palavra árabe Filastin vem deste nome latino. Jamais existiu algum país árabe ou palestino independente na Palestina. Não existe, absolutamente, na história, a (nação) Palestina. Antes da partilha, os palestinos não se viam como possuidores de uma identidade em separado. Os próprios árabes então se consideravam parte da Síria árabe (ao sul da Síria). Este nacionalismo árabe palestino meu caro jornalista é fenômeno posterior à Primeira Guerra Mundial. E só veio a se converter em movimento político importante após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel ocupou a Cisjordânia. Se Israel é um país Justo? Saiba que Israel é o único país democrático na região e isto incomoda muito aos xeiques e Reis ditadores Árabes, e você deveria de mente aberta pesquisar sobre a liberdade que todas as raças e religiões, inclusive a mulçumana respiram naquele minúsculo país. A história não pode ser reescrita de acordo com interesses particulares ou nacionais.
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JONAS PINHEIRO
em 2 de fevereiro de 2007
No Estado de Israel, israelitas, arabes, judeus, cristãos e mulcumanos e os mais que quiserem podem e vivem em paz.São respeitados em seus direitos politicos, credos,ideologias, preferencias sexuais etc ,algo impensável no mundo arabe onde uma casta de cretinos deita e rola com o dinheiro do petroleo enquanto o povao de boa-fé fica cacarejando aos céus com a bunda para cima e a cara enfiada no buraco; Onde se promete aos jovens naõ um futuro livre e prospero ,mas sim o paraíso e mais 23 virgens para deleite acaso mate um Israelita,sejauma criança,um velho, uma mulher ,um adolescente,um judeu ou não ,mas que mate, preferencialmente muitos não importata!!( Não querendo ofender o credo de ninguem,mas é o que se pode extrair das palavras da maioria dos pseudos mulás, mufir em sua pregações mundo afora).É o uso da fé para manutenção do poder,isto não tenho duvida).Com tanta regalia esta casta só pode temer o desenvolvimento humano, moral e material do povo de Israel,a única democracia em uma regiao dominada por xeiques, cheques e jegues…..Vivas a Israel, vivas aos Israelitas, vivas ao povo Judeu .
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Jacques
em 2 de fevereiro de 2007
Caro Gondim
A sua pergunta é boa e a resposta é que é baseado em justiça e amor. O Estado de Israel existiu muito antes de tudo isso que está acontecendo e independente do crimes perpetrados contra os judeus da Europa pelo regime nazista de Hitler, ainda que isso tenha sido a gota d’agua. Nem todas as medidas tomadas pelo governo israelense são justas ou adequadas, mas isso serve para todos nós e todos governantes , inclusive ao seu blog que aqui entre nós não é lá muito justo com os fatos deixando vazar uma agendinha pessoal e um odiozinho razoavel. Pelo menos voce não tem muito poder e só quer uma faminha. Isso talvez seja justo não é mesmo? Ou quem sabe poderíamos fazer uma enquetezinha sobre o quanto o mundo tem sido injusto com o nosso doce Gondim???
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Prof. Dr. Frederico Fonseca
em 2 de fevereiro de 2007
Com todo respeito ao povo árabe, não se pode comparar o estado de direito e de fato de Israel (com todos os seus fundamentos, leis e processos democráticos) com os países que o cercam de linha centralizadora, radical e fundamentalista. Não existe a mínima condição de querer comparar ou discutir justiça entre as duas linhas apresentadas.
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mauro fisantes sobrinho
em 2 de fevereiro de 2007
Israel tem o direito de se defender de árabes que sempre quiseram lhe destruir.
O Líbano foi atacado para acabar com o grupo terrorista Hezbolah que, de lá, atacava Israel constantemente.
Israel não robou terras de palestinos, pois os territórios foram ocupados depois que países árabes tentaram exterminar Israel.
Eu sou pela paz, mas pelo direito de legítima defesa de qualquer um que seja atacado primeiro.
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Mauricio Pena Gusmao
em 2 de fevereiro de 2007
Caro Sr Gondim,
Nao serei original aqui, visto todos os outros comentarios acima. Mas gostaria tambem de responder a sua pergunta: JUSTICA. O Estado de Israel eh governado pela imperfeita democracia. Os direitos basicos do ser humano sao respeitados, ha liberdade de imprensa, de pensamento especulativo e das mulheres. Tem liberdade os cristaos, os curdos, os budistas e os arabes, que mantem representacao no parlamento por meio de varios partidos politicos. Nesse ultimo mes acabmos de ver um ministro arabe ser empossado! Os arabes israelenses (ao contrario dos arabes Sirios, Egipcios ou da Arabia Saudita) tem direito a plena liberdade de expressao, saude publica, crenca, enfim todas as liberdades tambem oferecidas aos judeus e a qualquer cidadao de Israel.
Sua pergunta foi tao tendenciosa que me interessei em buscar mais no seu site sobre o assunto – e nao para a minha surpresa achei seus artigos sobre esse tema preconceituosos, racistas e miopes.
Talvez o Sr devesse fazer essa mesma pergunta de justica a si mesmo, de forma que todos juntos, os que pensam amarelo, azul ou verde, possamos fazer com que a paz chegue mais rapido.
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rebeca
em 2 de fevereiro de 2007
Voce sabia que o Hezbolah continua na fronteira com Israel?
Voce sabia que o Heszbolah fincou uma bandeira a 200m da fronteira com Israel?
Voce sabia que o Heszobolah nao saiu do Libano?
Voce sabia que o Heszbolah nao entregou as armas, conforme o combinado?
Voce sabia que o Heszbolah ja repos todos os misseis, que agora sao armas quimicas e ja estao posicionados pra Israel?
Voce sabia que o Heszbolah quer derrubar o governo legitimo do Libano?
E, claro que voce sabe, que o Hamas continua bombardeando o sul de Israel todos dos dias, desde que terminou a guerra, em agosto de 2006. Bombardeiam Sderot, Ashklon, a Usina de Forca de Rutemberg…. todos os dias, como varios disparos por dia!!!
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asperianos
em 3 de fevereiro de 2007
Considerando o fato de que Gilson Gondim tentou dissolver uma manifestação popular agredindo estudantes com paus e pedras e acabou desarmado pelos manifestantes, você diria que Gilson Gondim deveria:
( ) Ter apanhado um pouco pra ver se aprendia.
ou
( ) Ter sido enfiado numa camisa de força e trancado num hospício.
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RAQUEL
em 3 de fevereiro de 2007
A UNICA COISA QUE O POVO QUER E PAZ E COMPREENSAO
DE TODOS SO PAZ PARA PODERMOS CRIAR NOSSO FILHOS SEM
NENUM MEDO DE QUE HA QUALQUER MOMENTO PODEREMOS FICAR
SEM ELE. COM A FE DE QUE HAJ UMA COMPREENSAO GERAL,.
RAQUEL
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Iara
em 3 de fevereiro de 2007
JUSTIÇA!
Israel tem tentado ao longo de toda sua existência viver em paz com seus vizinhos. Sempre ofereceu uma convivência harmonica e sem preconceitos. Qualquer arabe era aceito para trabalhar e viver em Israel. Foram os próprios arabes quem acirraram as rixas e divisões religiosas, tornando-se dia a dia mais fanáticos, menos racionais.
Não é admissível uma mãe ou pai ficarem felizes com a morte de seu filho- homem-bomba! Em Israel há um grande investimento na formação educacional, afetiva e de saúde dos filhos.
Se qualquer país arabe ivestisse na criação e educação de seus jovens,com certeza não incentivaria suas mortes!
Israel é o único país do Oriente Médio a permitir os acertos e erros da DEMOCRACIA! Lá se respeitam os DIREITOS HUMANOS!!!!
Lá todos tem direito a Justiça, mesmo sabendo que são inimigos da nação.
Se houvesse paz na região, todos seriam muito beneficiados, pois tenho certeza que o povo arabe como um todo não está de acordo, não é fanático, não gosta de matar e de morrer. São fanatizados desde crianças, não sabem o que é a vida sem esta ladainha de ódio!
Todos queremos nossas familias juntas e felizes em PAZ.
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Reinaldo Victor
em 3 de fevereiro de 2007
Penso que o estado de Israel esta fundamentado nos direitos inalienaveis do seu povo, e tem sido alvo de toda a sorte de radicalismos, inclusive suicidas. Devemos apoiar o Estado de Israel, e seu povo, na justa manutencao de seus direitos.
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Gilson Gondim
em 3 de fevereiro de 2007
Em Israel os árabes só têm o direito de ser minoria.
Israel não anexa a Cisjordânia e Gaza para que os palestinos não se tornem maioria no Estado judeu, que deixaria assim de ser um Estado judeu.
Estado judeu?! Isso é puro racismo!
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Roberto Sá
em 3 de fevereiro de 2007
Os sionistas são especialistas em transferir responsabilidades e culpas, sempre livrando a cara de Israel.
Os israelenses mataram 1.600 civis no Líbano! Não foi o Hezbollah quem os matou; foi Israel.
Parem de querer botar o seu lixo na casa do vizinho.
ISRAELIXO!
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Nina
em 3 de fevereiro de 2007
ISRAELIXO! Ra, Ra, Ra! Israelixo. Ô corja!
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Valderez
em 3 de fevereiro de 2007
Não esqueçam os massacres bíblicos cometidos pelos hebreus supostamente sob as bênçãos divinas.
Até hoje há entre os judeus um feriado, o Purim, que comemora esse massacre. Está tudo, se não me engano, no Livro de Ester.
Os judeus são um povo cuja propensão à violência e ao racismo está nas próprias raízes de sua cultura.
A Bíblia é uma vergonha. Os judeus são uma vergonha para a humanidade!
Como disse Nina, ô corja!
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Ademar Benevolo
em 3 de fevereiro de 2007
E os cristãos? Nunca mataram ninguém? Hitler era cristão. Mussolini era cristão. Duque de Caxias era cristão. Napoleão era cristão. Franco era cristão. Os inquisidores eram cristãos. Os portugueses que invadiram as Américas eram cristãos.Os espanhóis também. Milosevic era cristão. Todos mataram pessoas indiscriminadamente. São assassinos, pela lógica de vcs judeófobos a Alemanha, Itália, França, Espanha e o Brasil, sem precisar inserir outros, também seriam LIXO, CORJA. Pois não? Ora, vão arrumar o que fazer!!! Deixem de ser hipócritas!!
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Teotônio
em 3 de fevereiro de 2007
Com esse papo furado de povo eleito, os judeus se acham superiores aos outros povos. Por isso são odiados. Só os americanos e os evangélicos babacas agüentam a arrogância dos judeus.
Que se lasquem, os judeus e seus babões.
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Lila
em 3 de fevereiro de 2007
Se Israel quer a paz, por que não retorna para as fronteiras de 1967, em vez de ficar roubando a terra dos palestinos com seus malditos assentamentos judaicos?
Qualquer castigo para Israel é pouco.
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Nelson
em 3 de fevereiro de 2007
Israel só sobrevive por causa das esmolinhas americanas.
São orgulhosos, mas são mendigos, vivem de esmolas.
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marinaldo
em 3 de fevereiro de 2007
Sionistas babacas, vocês vivem pendurados no cacete dos americanos!Sem os Estados Unidos vocês não são nada.
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Armando
em 3 de fevereiro de 2007
Israel é a lixeira moral do mundo, com sua política agressiva, possessiva, opressiva…
O nome de Israelixo que deram num comentário lá em cima é muito apropriado.
É isso mesmo: I.S.R.A.E.L.I.X.O!
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Justiça ou injustiça não é a questão….
justos ou injustos os judeus sempre terão adversários …essa é a nossa sina….
ter que conviver com os povos bárbaros que acham que os judeus são injustos….
decepar sequestrados é justo?
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Há um provérbio que diz que o tempo é o melhor remédio, para curar e fazer esquecer. Isto pode ser para tudo, menos para o Holocausto. Para nós, os poucos sobreviventes, a dor é cada vez mais contundente. Em boa hora a ONU instituiu um “Dia Internacional em Memória às Vitimas do Holocausto”. A data é 27 de janeiro, dia da libertação do campo de extermínio “Auschwitz – Birkenau”, em 1945.
Vale lembrar que, com a libertação deste campo, não parou a chacina. Entre o dia 27 de janeiro a oito de maio do mesmo ano, foram exterminados 2.000.000, especificamente judeus, inclusive meu pai, que morreram em outros campos espalhados pela Alemanha e na “Marcha de Morte”, na qual eu também tomei parte. Meu pai foi assassinado a pauladas no campo de concentração “Flossenburg”, no mês de abril. Três meses depois da libertação de “Auschwitz”. Ele tinha 45 anos.
Hoje não vou falar em milhões, mas vou trazer um testemunho sobre uma criança. Em 1942 o primeiro campo de extermínio na história da humanidade, “Chelmno”, estava em plena atividade. No gueto de “Lodz”, onde estive preso aos 12 anos, foi decretado um toque de recolher para que as pessoas fossem arrancadas de casa e deportadas. Nós não sabíamos da existência desta fábrica de morte. Diziam que as pessoas estavam sendo levadas pra trabalhar na lavoura.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Nunca esquecer, nunca perdoar, nunca mais!!!!”
Mesmo assim, muitos entraram em esconderijos. No nosso, estava um casal com uma criança de 5 a 6 meses. Quando os carrascos nazistas chegaram, a criança começou a chorar. Sabíamos que era o nosso fim. Se fôssemos descobertos seriamos fuzilados. No desespero, as pessoas jogaram cobertores, edredons, travesseiros e tudo que estava à mão em cima da criança, para abafar o choro. O choro cessou. Ficamos sem nos mexer. Quem estava em pé não sentava, quem estava sentado não levantava. Quanto tempo esta agonia durou, não sei. Cada segundo parecia 10 anos. Quando os nazistas foram embora e os trapos foram tirados de cima da criança… ela estava morta.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Isto foi visto por uma criança de 13 anos. Eu vi uma criancinha ser asfixiada, porque chorava. Todos temos direito à vida. Esta criança não teve este direito, porque era uma criança judia e chorava. Naquele dia, não fomos descobertos, nem fuzilados. Mas perdemos três pessoas. Os pais, perderam o gosto de viver e se entregaram aos alemães.
Por isto vou repetir, em boa hora estamos aqui, para lembrar todas as vítimas do Holocausto, na data de 27 de janeiro, instituída pela ONU. Toda vida é uma vida. Na qualidade de um dos poucos sobreviventes do Holocausto e presidente da Sherit Hapleitá, com lágrimas nos olhos e coração quebrado, presto homenagem a todas as vítimas. Que este grito soe como trovão retumbante, em todos os cantos do mundo: Sempre lembrar. Nunca esquecer, nunca perdoar, nunca mais!!!!
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Cientista israelense ganha Nobel de Economia
O cientista israelense norte-americano Robert J. Aumann, de 75 anos, professor da Universidade Hebraica de Jerusalém e Thomas C. Schelling, dos EUA, de 84 anos, docente da Universidade de Maryland, foram os escolhidos para receber o Prêmio Nobel de Economia de 2005. Ambos trabalharam na análise de uma teoria que pode ajudar a explicar os conflitos econômicos, inclusive as guerras comerciais e de preços. Ao saber de sua escolha. Aumann falou a Associated Press de seu contentamento ao receber a notícia.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Mordam-se, historiadores. Coube a um psiquiatra o privilégio de ter conversado com o objeto do desejo de dez em dez pesquisadores da Segunda Guerra Mundial: os líderes nazistas.
Melhor ainda: Leon Goldensohn, o psiquiatra em questão, entrevistou esses líderes em seu momento de fraqueza, em 1946, durante o julgamento de Nuremberg. Isto é: derrotados na guerra e diante da perspectiva de enfrentarem a pena de morte por enforcamento, as autoridades nazistas transformadas em réus estavam fragilizadas o bastante para falarem abertamente sobre suas vidas, seus colegas de governo e as atrocidades cometidas pelo Terceiro Reich.
O resultado disso foi anotado em cadernos que estavam em poder da família de Goldensohn e se tornaram públicos no livro “As Entrevistas de Nuremberg”, lançado na semana passada no Brasil pela Companhia das Letras.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Goldensohn, que integrava o Exército americano, não era o único especialista a trabalhar em Nuremberg com a função de zelar pela manutenção da saúde mental dos réus. Tampouco foi o único a ter seus registros transformados em livro. Mas ele era o mais bem-visto pelos réus, e suas anotações são as mais detalhadas de todas, o que torna seu trabalho especialmente significativo.
Embora sua preocupação fosse claramente médica, Goldensohn produziu um material que preenche um importante vácuo historiográfico. As declarações dos líderes nazistas disponíveis até agora geralmente ou eram registros de seus discursos quando no poder ou haviam sido tomadas em depoimentos a tribunais como o de Nuremberg, sob orientação de advogados. Os depoimentos que Goldensohn obteve aproximam-se de confissões, e isso muda tudo.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Disfarces morais
A maioria dos entrevistados repete, quase como um mantra, que não sabia das atrocidades do regime que integrava, embora participasse do altíssimo escalão -caso de Hermann Goering, o número dois de Hitler.
Eles culpam Hitler, Heinrich Himmler (chefe da SS, tropa de elite nazista) e Joseph Goebbels (ministro da Propaganda), todos mortos quando o tribunal foi estabelecido. É uma mentira óbvia, contada não só pelos criminosos notórios, como Goering, mas também por aqueles que eram vistos como “bons nazistas”, como Albert Speer, o arquiteto e ministro de armamentos de Hitler.
No entanto, diante da inquirição de Goldensohn, freqüentemente aguda, os entrevistados falam muito mais do que estavam dispostos a admitir no tribunal, abrindo mão dos disfarces legais e morais que o momento exigia. A soma de todos os depoimentos é, assim, um retrato das entranhas do nazismo, de sua razão de ser e de sua trajetória.
Como psiquiatra, Goldensohn conversa com seus “pacientes” acerca de obsessões, vida pregressa e relações sociais. Hans Frank, administrador da Polônia durante a guerra, fala das amantes; Goering comenta sua obsessão por obras de arte e luxo; Joachim von Ribbentrop, o chanceler de Hitler, revela que ainda estava deprimido por causa da morte do pai.
A partir desse perfil, os entrevistados colocam-se não como monstros, mas como seres humanos, e seus atos inscrevem-se na história, e não na demonologia.
É exatamente isso que torna o trabalho de Goldensohn perturbador, conforme diz Robert Gellately, o organizador do livro, na entrevista abaixo.
Mesmo derrotados, os réus reafirmam com naturalidade suas disposições mais profundas, como o anti-semitismo, justificam o nazismo como um esforço legítimo para conter judeus e comunistas e fazem análises catastróficas sobre o mundo que estava se erguendo sobre os escombros do Império de Mil Anos.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Estive hoje a trabalho na cidade de Sderot, como voces sabem, alvo
preferido dos foguetes Qassam do Hamas. Entre muitas historias
ouvidas por la, me chamou a atencao a do colegio “Torani Maadani” de
Sderot. E uma escolinha publica de ensino primaria voltada aos
alunos religiosos da cidade. Sao quase 200 criancas estudando das
kitot alef – vav e ameacadas, como tantas outras, pelos foguetes.
Sderot, para quem nao sabe, faz parte da chamada “regiao periferica”
do sul de Israel. Em nada se parece com as lindas imagens de Tel
Aviv ou Jerusalem que as pessoas conhecem ao chegar aqui. E como
estar num outro pais. Enfim… Tem muita gente la precisando de
ajuda, seja financeira ou simplesmente moral.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Assim como as criancas desta escola. Conversando com a diretora, ela
me perguntou se havia escolas judaicas no Brasil. Diante da resposta
afirmativa, me perguntou se eu poderia servir de ponte entre a
escola e o Brasil. Tenho o e-mail e telefones de contato da
diretora. Se alguem tiver interesse em promover um intercambio
cultural ou mesmo de apoio com as criancas de la, seria muito legal.
Nao precisa de dinheiro (apesar de que a escola e super humilde
mesmo, o patio esta vazio, nao tem nada e as criancas sofrem muito
agora, ate porque durante o recreio, estao proibidas de sair ao
patio por causa da ameaca). Ela sugeriu que criancas judias do
Brasil escrevam cartas ou mandem desenhos pelo correio ou por e-mail
para as criancas de Sderot. Depois das historias que la ouvi, sai
prometendo tentar ajudar. (Nao costumo fazer propaganda, mas tem
reportagem sobre isso na no Jornal da Record hj a noite. Nao deixem
de conferir, foi emocionante falar com as criancas…)
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Diversos foguetes Qassan caíram em Sderot, Israel, matando Fatima Slutsker, 57 e ferindo seriamente diversos israelenses, conforme noticiado por toda a imprensa. Slutsker era uma senhora muçulmana, das Montanhas do Cáucaso, na ex-União Soviética, que veio para Israel há três anos junto com seu marido judeu. Uma testemunha disse que ela havia acabado de atravessar a rua e estava esperando o marido que permanecia no outro lado. Avichai Yosef e Benny Libranti, da organização de resgate Zaka, disseram que a cena era similar a de explosão de um homem bomba em um ônibus. Muitos não foram ao enterro com medo de novos ataques. Uma delegação de muçulmanos membros do Parlamento israelense foi ao local prestar seus respeitos a Fátima. Outros Qassam deixaram gravemente feridos Meor Ben Dorit e Snir Itzhak ben Miri, para os quais pedem-se orações neste momento difícil.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Somalis ajudaram Hezbollah no conflito com Israel no Líbano
Mais de 700 militantes somalis ajudaram o Hezbollah em sua guerra contra Israel, informa um documento confidencial da ONU. A Agência Reuters revelou que o documento relata que militantes islâmicos viajaram da Somália para lutar ao lado do Hezbollah, de onde foram treinados e armados pela Síria e Irã. O relatório cujo foco inicial era a violação ao embargo de armas, será discutido nas Nações Unidas.
JTA
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Ora viva, acordamos! Não é de hoje que estamos reclamando, falando, escrevendo sobre a obsessão de Israel (Estado e povo judeu) quanto ao “retorno de refugiados palestinos” para o Estado judeu, tratado um “direito” liquido e certo, sem tocar no outro lado nestes últimos 58 anos os refugiados judeus dos países árabes. Há um completo desequilíbrio de posturas em se tratando de palestinos e de judeus não só pela comunidade internacional, mas também por Israel (Estado e povo judeu).
Quanto aos privilegiados refugiados palestinos não é preciso ser jurisconsulto para evidenciar que o “direito do retorno” que estaria inserido na resolução da ONU 194, de dezembro de 1948, embora tenha lhes dado regalias sem par para outros refugiados, como o “direito” de transmissão de desta condição à sua prole, quando para todos os outros é personalíssima, intransferível, não lhes assegurou o direito do retorno amplo, irrestrito, automático como exige o mundo islamítica, adicionada com uma estranha anuência de Israel. De fato, a única restrição que o governo de Jerusalém põe a tal regresso é o argumento demográfico: não haveria como abrigar os milhões de refugiados palestinos no Estado judeu…
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Abstraindo-nos de questionamentos jurídicos da resolução 194 de 1948, repetimos particularíssima, única, para os refugiados palestinos, e que se entrechoca flagrantemente com toda a legislação posterior, a partir de 1950, originária da ACNUR, Alto Comissariado da ONU para Refugiados, aplicável a todos os refugiados do planeta. Uma grotesca disparidade de tratamento que tem arruinado a solução do problema do asilado palestino. Analisemos, pois, a própria 194, na busca do que significa tal retorno de refugiados a Israel:
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Ora, a insistente rejeição da existência de Israel, por conseguinte da existência de cidadãos israelenses, por parte de grupos terroristas islamitas, como o Hamas – eleito partido majoritário nas últimas eleições democráticas realizadas em Gaza e Cisjordânia, ao lado de outros grupos de mesma natureza, como o “Jihad”, estão a evidenciar com clareza absoluta, que grande número de “refugiados palestinos” não almejam viver em paz com vizinhos israelenses, pretendem acabar com o Estado judeu, não estando, pois, habilitados para ao retorno, considerando a própria 194.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
A sociedade israelense que já abriga com todos os direitos de cidadania árabes islamitas a compor 20% de sua população, além de absorver grande número de refugiados judeus provenientes de países árabes, não suportará mais a carga de milhões de refugiados palestinos.Ou seja, salta aos olhos não haver condições a Israel de receber milhões de palestinos.
3-Que seja paga indenização se o asilado não quiser regressar, ou que tenha havido perda ou danos à propriedade deixada para trás na fuga:
Indenização paga pelo Estado onde o refugiado estava domiciliado -Esta realmente é a única alternativa possível. Aliás, como o é para todos os refugiados do planeta, inclusive dos fugitivos judeus dos países árabes.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
O programa nuclear do Irã e recursos consideráveis permitem que o país busque o domínio estratégico de sua região. Com o ímpeto de uma ideologia xiita radical e o simbolismo do desprezo pela resolução do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Irã desafia a ordem estabelecida no Oriente Médio e, talvez, em qualquer outro lugar onde populações islâmicas convivem com maiorias não-islâmicas dominantes.
Até agora, o apelo para que a diplomacia supere esses perigos não rendeu frutos. O fórum de negociação que o mundo criou para a questão nuclear caminha para um impasse, provavelmente intransponível, a não ser num contexto geopolítico mais amplo. Tal negociação ainda não encontrou um fórum. De qualquer modo, as divisões entre os parceiros do diálogo impedem um senso de direção claro.
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Ademar Benevolo
em 3 de fevereiro de 2007
Aos ignorantes históricos e teológicos: quando se diz que o judeu é o povo escolhido por Deus, refere-se à época em que existiam vários povos cada um com seu Deus. Como a história explica, o Deus dos judeus se transformou também no Deus dos cristãos. Como hoje, tem-se a idéia de que há apenas um único Deus no universo, pelo menos no ocidente, alguns cristãos se sentem inferiorizados e menosprezados reagindo de forma violenta à esta idéia. Na verdade, os cristãos aprenderam a amar um Deus que não foi idealizado por eles, mas por outro povo. Como esse povo ainda existe, os católicos, principalmente, se sentem constrangidos. Os evangélicos não têm nenhum problema com isso.
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
A MINHA posição é muito simples: apoio sempre Israel, aja mal ou aja
bem e haja lá o que houver. Suponho que isto faça de mim, segundo a
óptica da época, um fundamentalista, tão mau como os terroristas: não
me importo. Cada um é livre de pensar o que quer. E é aqui que começa
(e não acaba) o problema
[Responder]
barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Se eu quiser interrogar a minha simplicidade, basta-me ler a imprensa
israelita. Aí são expostas e ardentemente defendidas todas as posições
possíveis. Se quiser ultrapassar à esquerda ou à fanática os mais
ferozes anti-sionistas europeus e americanos (os
portugueses,felizmente, são sempre desinteressantes) lá estão todos os
extremismos que eu possa pretender.
Os israelitas têm, em comparação com aqueles com que guerreiam,
algumas grandes vantagens. Não querem a destruição completa do povo a
que pertence o exército adversário. Gostam da liberdade de expressão;
da democracia liberal; dos direitos humanos. Pensam no que fazem; têm
problemas de consciência; dúvidas que exprimem publicamente e debatem
sem pudor. Votam e deixam votar. Enfim, Israel é como Portugal, como a
Europa, como os Estados Unidos, como o Japão, como a Austrália e todos
os outros países onde o indivíduo é livre de discordar, rebelar-se e
ser do contra. Ou, no meu caso, de não se rebelar – nem sequer contra
os que se rebelam.
Para mim, os adversários de Israel são os nossos. Por definição. São
os que querem destruir um Estado e um povo democráticos. Mais: Israel
somos nós. Não nos faz lembrar nada aquele país diminuto rodeado por
inimigos, com um único aliado poderoso? Faz lembrar Portugal há muitos
séculos atrás, quando a ideia de Portugal ainda não era aceite. Os
israelitas têm os americanos como nós tínhamos os ingleses. E os
restantes europeus, como sempre, vacilam em volta, confundindo a
própria confusão.
Não é em Israel nem aqui que existe unanimidade ou que se procura
alcançá-la. É essa a razão do meu apoio: poder concordar. Também é uma
liberdade. É onde há unanimidade – e onde se procura impô-la – que
está o que se deve temer e contrariar.
[Responder]
barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Abaixo lembramos alguns crimes de Yasser Arafat, fundador da Organização pela Libertação da Palestina (OLP), aliás, Mohammed Abdel-Raouf As Qudwa al-Hussaeini, ou Rahman al-Qudwa, como era conhecido nas rodas homossexuais no Egito. Essa lembrança se torna necessária, dada a campanha de engrandecimento de um assassino que a mídia internacional anti-americana e anti-Israel propaga, fazendo, de um terrorista sádico, um santo e inocente libertador do povo palestino que agora está morrendo de uma doença “desconhecida” – não muito desconhecida de outros tantos homossexuais!
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Maio de 1972 – Membros do Exército Vermelho Japonês, agindo em apoio à OLP, abrem fogo com metralhadoras e granadas no Aeroporto de Lod, em Tel-Aviv, matando 26 e ferindo 70 pessoas.
Outubro 1972 – O grupo Setembro Negro da OLP massacra atletas israelenses, nas Olimpíadas de Munique.
Março, 2, 1973 – depois do presidente Nixon recusar as exigências dos terroristas, comandos da OLP executaram três reféns: o embaixador americano Cleo A. Noel Jr., seu vice, George Curtis Moore, e o encarregado belga de assuntos diplomáticos Guy Eid. Em maio de 1973, durante jantar privado com o ditador comunista romeno Nicolau Ceausesu, Arafat vangloriou-se da operação Kartoon, nome de código da operação assassina. Este encontro foi testemunhado por Ion Pacepa, principal agente do serviço de informações romeno – DIE.
Maio de 1974 – massacre na escola de Maalot: 28 mortos, quase todos crianças.
1976 – a OLP, a Líbia e terroristas iraquianos, tomam cidades cristãs maronitas no Líbano, matando brutalmente centenas de civis, incluindo mulheres e crianças.
Março de 1978 – ataque terrorista em ônibus na rodovia Haifa-Tel Aviv deixa 35 mortos e 80 feridos.
Incrível, pela brutalidade e sadismo, foi o assassinato do cidadão americano-judeu Leon Klinghoffer no seqüestro da OLP do navio italiano Achille Lauro. A vítima foi jogada junto com sua cadeira de rodas no mar! Ainda: ataques criminosos em Roma e no Aeroporto de Viena; bomba na discoteca La Belle em Berlin Ocidental, e outra numa sinagoga em Instambul – para citar alguns poucos.
Yasser Arafat começou sua carreira de crimes associado aos soviéticos que apoiavam Gamal Abdel Nasser, presidente do Egito. Sua condição de homossexual escandaloso o tornou vítima de chantagem dos serviços secretos soviéticos. Ion Pacepa conta tudo isso em seu livro Red Horizons. Pacepa o ajudou a introduzir-se nos círculos políticos que favoreciam a ideologia do Kremlim. Já tendo fundado a Al- Fatah em 1958, foi treinado pela KGB russa em Balashikha a leste de Moscou, no início da década de sessenta. O governo soviético, através de Pacepa, o abastecia com U$ 200.000 por mês mais dois aviões carregados de suprimentos militares.
Arafat em nada ajudou o povo palestino; foi joguete nas mãos dos russos e paparicado pelo esquerdista Bill Clinton. Mesmo se comprovando ter ele sido o responsável por um grande contrabando de armas no navio Karine A em 2002 que abasteceria as Brigadas de Al-Acksa na Faixa de Gaza, a ONU não caçou seu prêmio Nobel da “Paz” de 1994, comprometida que está com sua causa anti-sionista. Recentemente, Yasser Arafat endossou a candidatura do democrata John Kerry dizendo-o “melhor para a causa palestina”. Ainda hoje é incensado pela mídia internacional anti-americana e anti-Israel que o retrata como herói, obscurecendo sua biografia criminosa. E ela vem de longe; seu tio Hussaeini foi agente das SS islâmicas de Himmler na Segunda Guerra Mundial. Isso mostra as ligações incestuosas dos nazistas e dos comunistas anti-judeus e anti-americanos com radicais islâmicos ou islamizados como Yasser Arafat.
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Então já sabe porque é que o Ariel Sharon não deixa enterrar o Arafat em Jerusalém?!
Porque a última figura conhecida que lá foi enterrada há 1971 anos…
… ressuscitou ao fim de 3 dias!
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Arafat sempre fez parte de um problema que ele mesmo ajudou a criar. E nunca fez parte da solução. Não sei se sua morte gerará caos, mesmo que seja um processo típico da morte dos ditadores. Mas é um obstáculo que foi retirado, um obstáculo obtuso que, em sua miséria de querer protagonizar a história dos resistentes, não foi capaz de protagonizar a grandeza dos líderes. Mito, mas não estadista. Símbolo, mas não da paz. Dirigente, mas déspota. Glorificado, mas talvez medíocre.
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
O Drama Palestino:
Vitimas de si próprios e de seus irmãos
O que se esconde por trás da campanha na mídia
Parte 1 de 2
Israel Blajberg (*)
Tem pouca gente escrevendo a favor do entendimento entre Israel e
Palestina. Todos picham Israel, só porque os americanos usam este
pais como peca no tabuleiro de xadrez, ou por achar que judeu tem
rabo ou chifre. Eu não tenho. Ao contrario dos que distilam seu
ódio, sou pela solução pacífica.
Como brasileiro nato de primeira geração, e que também vestiu a
farda verde-oliva, ainda que por breves anos, me interessei pela
questão.
Minhas credenciais são os meus amigos de infância sirios e
libaneses, meu cardiologista, que também é um deles, meu gosto pelo
quibe da Rua da Alfândega, igualzinho ao de Jerusalem …
Pode? Libanês cuidando do coração de judeu? Só no Brasil …
É paradoxal, mas os palestinos reclamam dos israelenses porque hoje
em dia está muito difícil conseguir entrar para trabalhar em Israel:
pode uma coisa dessas? É assim que funciona entre dois povos
inimigos que se guerreiam? Ainda agora eles atravessam os check-
points, mas a muito custo, filas imensas, por que é preiso cuidado
com os homens bomba. Varios se explodiram dentro do container do
check-point, inclusive mulheres.
E quando algum palestino fica doente? Aonde vai se tratar? Em
Israel, é claro. Ainda mais quando se trata de um problema complexo.
Não precisa ir a Europa, Basta atravessar a fronteira e se tratar
nos modernos hospitais de Tel Aviv. É assim entre inimigos?
Paradoxal. Arafat poderia ter feito isso. Seria bem recebido em
Israel, apesar de tudo. Preferiu Paris.
Antes da Intifada, centenas de milhares retiravam o seu sustento do
trabalho em Israel. A imensa maioria é de gente trabalhadora,
aterrorizada por terroristas. Sim, pois quem ousa reclamar, acaba
arrastado pelos pés e pendurado de cabeça para baixo no poste mais
próximo.
Infelizmente, a sociedade palestina é assim, muito corrupta, muito
desigual. Como na antiga Rússia Soviética, o povo passa fome, e os
chefões do partido andam de Mercedes. E é isso que acontece lá,
literalmente. Estpa tudo dominado pelos fanáticos.
Todo mundo sabe que o dinheiro da Comunidade Européia nunca chega ao
povão, vai direto para as contas na Suíça, inclusive e
principalmente de Arafat que se tornou um dos homens mais ricos do
mundo, deixando a grana para a viúva esperta. Ao contrário, em
Israel existem centenas de milhares de pacifistas, gente que
atravessa o Muro de Contenção para ajudar os palestinos acolher
azeitonas, e que fica na frente das tropas.
Onde já se viu, meninos jogarem pedras em soldados? Por muito menos,
a historia está cansada de registrar tantos massacres.
Na Palestina, os soldados que enfrentam estes meninos deviam ganhar
uma medalha, pela sua coragem em não reagir, levar pedrada e saber
se conter. Não usar a força que tem. Um dos exércitos mais poderosos
do mundo sabe ficar parado. Quando muito algumas bombas de efeito
moral. Um ou outro garoto que recebe uma bala perdida é mais vitima
dele mesmo que das tropas. Como se sabe, aquela sociedade tem um
culto especial pelo sacrifício inútil, pelo martírio injustificado.
Como mulher de malandro, parecem gostar de apanhar.
Para quem não está familiarizado com a complexa geopolítica do
conflito israelense árabe, o impacto das noticias e imagens na
mídia torna muito difícil explicar que Israel não tem toda a culpa.
O retrato de uma criança palestina morta pode uma bala perdida é uma
arma poderosa usada à exaustão pela mídia perversa.
Alguém acha que se atira para matar em crianças? A mídia não quer
saber, quer vender jornal.
Hebron: em 1920 os árabes massacraram judeus religiosos, indefesos.
Nem havia Palestina, nem Israel ainda.
Andam no shopping. Basta ir a qualquer cidade israelense e ver como
os árabes desfilam tranqüilamente, com suas roupas típicas. Ninguém
joga pedras neles. São livres para ir e vir. Os árabes israelenses,
sim isso existe, tem o maior padrão de vida de um árabe no mundo
fora dos oásis do petróleo.
Agora, procurem um judeu nas Arábias. Não vão encontrar, não existe.
Tiveram que fugir para não morrer.
Pode um israelense desfilar em um shopping em Ramalla, por exemplo?
Jamais. Seria linchado pelos terroristas.
Não há sociedade igualitária em nenhum lugar. Quem conquista terra
fica com ela. Israel foi sempre invadido e ameaçado em todas as
guerras, e sempre reagiu, derrotando os árabes. Por que os árabes
invadiram Israel? Não poderiam se sentar e discutir uma paz justa?
Infelizmente os fanáticos e terroristas põem tudo a perder. Não
admitem se sentar em uma mesa e discutir a paz. Preferem se
explodir, agora já mandam desavergonhadamente mulheres e crianças se
explodirem. Por isso Israel teve de construir o Muro de Contenção.
Mas quando vier a paz, ele será imediatamente derrubado, como
aconteceu com o Muro de Berlim. E não se falou mais nisso …
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
A sedução nazista nas ditaduras do Cone Sul
José Casado
No elegante salão do Alvear Hotel, em Buenos Aires, o coronel Ramón Camps, chefe de polícia da capital, encarou a platéia de jornalistas estrangeiros. Estava pronto para apresentar a prova do envolvimento de seu prisioneiro em uma conspiração para destruir a Argentina cristã e familiar. Mandou rodar a fita com a gravação do interrogatório.
— O senhor admite que é judeu? — ouviu-se Camps rosnar.
-— Sou… sim — respondeu o prisioneiro Jacobo Timerman, jornalista, num sussurro apavorado.
— Então, o senhor é sionista! — gritou Camps.
— Bem… não sei, talvez.. — disse Timerman.
Camps parou a gravação e lançou um olhar de triunfo aos repórteres.
— Como podem ver, ele admite que é sionista!
Os judeus foram alvo preferencial na ditadura
Aquele inverno de 1977 ficou indelével na memória de Uki Goñi, então jovem repórter do “Buenos Aires Herald”, jornal dirigido à comunidade britânica. Pelas décadas seguintes ele tentou compreender a Argentina da ditadura militar com seus 304 campos de detenção, de onde desapareceram 8.956 pessoas, entre elas 1.296 judeus — 12% do total de presos. A matança foi desproporcional, porque a comunidade judaica não somava mais de 1% da população.
— Eu pensava: não pode ser casualidade o fato de que este país, que deu acolhida a nazistas como Eichmann e Mengele, tenha tido uma ditadura criminosa como foi a argentina.
Não foi fortuita a proteção dada a assassinos como Adolf Eichman, o engenheiro do transporte de judeus para câmaras de gás, e Josef Mengele, o “cientista” que os usava como cobaias, constatou Goñi, depois de seis anos revirando arquivos em dois continentes. Houve uma ação de resgate deliberada do governo Juan Domingo Perón, com a benção do Vaticano.
Dos 480 criminosos de guerra desembarcados em Buenos Aires, ele identificou quase 300. Mapeou-lhes o rastro de conivências até a sede do governo. O resultado da investigação está condensado em 448 páginas do livro “A Verdadeira Odessa” (Editora Record), à venda no Brasil a partir desta semana.
Ao desvendar as fraudes de Perón e seus coronéis, a partir da II Guerra, Uki Goñi começou a perceber as raízes do anti-semitismo peculiar da ditadura militar de 1976 a 1983.
— No início, eu esperava encontrar provas da influência nazista sobre as políticas assassinas da ditadura. Mas a verdade que apareceu era perturbadoramente diferente — conta. — De maneira alguma os nazistas tinham influenciado significativamente os generais genocidas argentinos apenas na década de 1970. A semente maligna estava lá bem antes de eles chegarem.
A sedução totalitária, embalada pelos canhões e embebida no dinheiro do serviço secreto exterior de Hitler, alimentou delírios políticos sobre todo o Cone Sul. Entre outras coisas, um acordo secreto de Perón com Heinrich Himmler, chefe da SS (o núcleo político e militar do partido nazista) para provocar golpes de Estado em Brasil, Bolívia, Uruguai e Paraguai. Pretendiam garantir uma dominação argentino-germânica na América do Sul, cujo mapa passaria a ter apenas cinco países entre o Canal do Panamá e a Patagônia.
http://oglobo.globo.com/jornal/Mundo/147141604.asp
Cientistas de Hitler na América do Sul
Hitler tentou, mas não chegou a sobreviver ao programa atômico que iniciou. Nos anos seguintes à guerra, os seus cientistas nucleares transitaram pela Argentina e pelo Brasil à caça de oportunidades de avançar nas pesquisas, sob o guarda-chuva político e financeiro das ditaduras da ocasião.
Convidado por Perón, em agosto de 1948, o físico Ronald Ritcher apresentou-lhe uma proposta: desenvolver um programa nuclear a partir da fusão de hidrogênio — alternativo ao dos Estados Unidos, baseado na fissão de urânio enriquecido.
Saiu da Casa Rosada, a sede do governo argentino, com um contrato que lhe garantia o extraordinário salário mensal de US$ 1.250 (ao câmbio da época), um orçamento milionário, liberdade total para montar sua equipe e uma ilha exclusiva no lago Nahuel Huapi, na região de Bariloche, para construir os laboratórios.
Vinte e nove meses e dezenas de milhões de dólares depois, Perón e Richter posaram juntos para fotografias em Buenos Aires. Diante dos jornalistas, o presidente argentino anunciou o domínio da “reação termonuclear sob condições de controle em escala técnica”. Oito semanas mais tarde, o presidente decidiu ir além: revelou que a Argentina preparava uma “bomba de hidrogênio”. O delírio prosseguiu por mais três anos. Quando Perón se convenceu de que estava diante de um fiasco tecnológico e científico, abandonou Ritcher nos galpões-laboratório da ilha. Bariloche virou uma aprazível estação turística de inverno, a mais visitada por brasileiros.
Duas décadas depois, uma missão de cientistas alemães desembarcou no Rio de Janeiro, a convite do governo do general Arthur da Costa e Silva. Alfred Boëttcher, diretor do Instituto de Pesquisas Atômicas de Juelich, estava acompanhado de Hans Joos, diretor do Instituto de Física de Hamburgo, e Klaus Wagner, diretor do Instituto de Pesquisas Nucleares de Hamburgo.
Quando partiram, a rádio Havana, de Cuba, revelou que haviam proposto ao Brasil uma parceria em experiências nucleares, proibidas de serem feitas na Alemanha. Com eles começou, de fato, um bailado nuclear Brasil-Alemanha que permitiu à ditadura militar brasileira anunciar, em 1974, um bilionário programa nuclear baseado numa tecnologia que nunca saiu do papel — o enriquecimento de urânio por jato centrífugo.
Na guerra, Boëttcher estivera no núcleo do programa atômico do Reich. Na paz, fez parte da direção da Comissão Atômica Alemã, com salários pagos pelo grupo Degussa.
Identidade de Boëttcher surpreende brasileiro
Ele foi responsável pelo programa de treinamento de cientistas brasileiros agrupados na Nuclebrás, empresa estatal criada pelo regime militar para executar o projeto atômico. — Era uma pessoa afável — lembra Mauricio Grinberg, que chefiou o Departamento de Combustíveis e Materiais Nucleares e a Superintendência de Planejamento de Tecnologia da extinta Nuclebrás. Em algumas ocasiões, Grinberg visitou o colega cientista em sua casa, na Alemanha.
De ascendência judia, Grinberg conta que, como os demais cientistas brasileiros, jamais poderia imaginar que o “cordial” Boëttcher fora um oficial da SS nazista na guerra. Muito menos que em sua ficha constasse passagens de serviço em campos de extermínio de prisioneiros judeus.( J.C. )
http://oglobo.globo.com/jornal/Mundo/147141605.asp
Ecos da marcha marcial
A marcha marcial nazi-fascista embalou sonhos autoritários, em ritmo diferente, por todo o Cone Sul. Ecoou como suave melodia nos ouvidos de um pedaço da elite civil e militar brasileira, que desde o final do século XIX encantava-se com a possibilidade de um Estado forte e, paradoxalmente, reformista. Ele veio em 1937, no formato do Estado Novo moldado por Getúlio Vargas.
O fascínio pela eficiência das legiões de Hitler levou grupos de militares pró-germânicos a Berlim, em visita oficial, onde foram recebidos com pompa. Agentes policiais foram enviados para treinamento na Gestapo. Os influentes generais Eurico Dutra e Góes Monteiro eram vistos como “prussianos”.
— Havia uma certa identificação doutrinária, mas a reação liberal no país impediu a difusão e o predomínio dessas idéias totalitárias — diz o historiador Marco Antonio Villa, da Universidade de Campinas. — Na Argentina foi muito mais evidente. Os nazi-fascistas brasileiros nem eram anti-semitas.
É preciso abrir os arquivos nacionais, diz o escritor Uki Goñi: — Muitos nazistas passaram pelo Brasil em fuga. Houve até um que foi preso e depois liberado por ordem do ministro da Justiça— lembra ele.
Era Charles Lesca, franco-argentino preso no Rio. Foi agente da contra-espionagem do Reich na França. Condenado à morte, fugiu. Morreu em paz, em Buenos Aires. Outros sobreviveram e transitaram pelas ditaduras dos anos 70 e 80. O ex-chefe da Gestapo Klaus Barbie, o “carniceiro de Lyon”, foi contratado para organizar um esquadrão da morte na Bolívia. Hans-Dietrich Rudel, herói da Luftwaffe, debulhou-se em negociações entre Perón e o general paraguaio Alfredo Stroessner que resultaram no acordo para construção da Hidrelétrica de Yaciretá.
Emblemas do pesadelo nazista também pontuaram em cenas das ditaduras latinas nos anos 70. Presos citam suásticas pintadas em paredes de cárceres argentinos. No Dops paulista, o delegado Sérgio Paranhos Fleury permitiu-se a um ritual: recebia presos em sua sala com um capacete do Exército nazista na cabeça. Às vezes, agentes o saudavam, com o braço direito esticado: “Heil!”. Fleury retribuía, sorrindo: “Heil!”. (J.C.)
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Está morto o líder dos palestinos, assim como está morto também o seu símbolo. E, sem dúvida, para a imensa maioria deles morre um mito. Talvez, aí esteja a raiz do problema: – como se forjam os mitos palestinos, de onde nascem as liturgias, qual é o senso comum que alimenta as razões que, freqüentemente, justificam ações violentas? Desde a mítica frase da israelense Golda Meir, de que haveria paz no dia em que os palestinos amassem mais os seus filhos do que odeiam os judeus, pouco tem mudado. E se alguém se encaixa bem nessa imagem, era precisamente Arafat. Yasser Arafat tornou se dirigente antes da ocupação israelense, motivado não pela vontade de criar um Estado palestino, mas pelo manifesto desejo de destruir Israel. A causa e o conceito não surgem a favor dos palestinos, mas como identidade negativa: contraria a dos judeus. É uma identidade nascida do ódio e com uma única projeção de futuro: destruir o outro. E esse ódio tem criado uma cultura coletiva que impossibilita qualquer ação no futuro. Arafat gerou o ódio, mimou o durante décadas, alimentou o com a destruição da esperança, e
seus herdeiros recolhem esse ódio com dedicada servilidade. Com seu cadáver ainda quente, o Hamas, os mártires de Al-Aqsa e assemelhados já garantiram que nunca firmarão a paz.
Todavia por mais que isso pareça chocante aos ouvidos palestinos, a Palestina não tem nenhum futuro sem Israel. Pode ser que achem que Israel seja inimigo, mas é o único aliado.
Mesmo que nas ruas de Gaza não queiram saber disso. E, como irão sabe lo, se foram liderados desde ínicio por um líder que criou organizações terroristas com vocação destrutiva e que
encheu de sangue a desmemoriada Europa e o Oriente Médio? Algum dia, as centenas de cristãos libaneses massacrados pelas facções palestinas terão quem as recorde, quem as mencione, quem escreva sobre eles.
Arafat foi um líder que dinamitou todas as pontes de diálogo e frustrou todas as negociações de paz, incluindo a grande esperança de Camp David. Essas são as palavras do mesmíssimo
Arafat, explicadas há pouco tempo pelo seu própio guarda-costa, em pleno processo de negociação: “Se assino este acordo, terás que ir ao meu enterro”.
Arafat havia criado o monstro do ódio, e os monstros têm vida própia.
Nunca quis ser como o egípcio Sadat, um estadista que acabou assassinado. Preferiu destruir toda esperança pacifica e viver com a aureola da resistência épica, plenamente assentado no populismo da violência e na demagogia antijudaica.
Provavelmente Arafat foi, simplesmente, um grande medíocre. Esta
incapacidade, somada à corrupção generalizada, à cultura antidemocrática que impôs, à permissiva cumplicidade com
o terrorismo e a nula vontade dos paises árabes implicados no conflito em estabelecer uma paz segura, nos levou a uma via morta, cheia de assassinatos e sem saída.
Arafat sempre fez parte de um problema que ele mesmo ajudou a criar. E nunca fez parte da solução.
Não sei se sua morte gerará caos, mesmo que seja um processo típico da morte dos ditadores. Mas é um obstáculo que foi retirado, um obstáculo obtuso que,em sua miséria de querer protagonizar a história dos resistentes, não foi capaz de protagonizar a grandeza
dos líderes. Mito,mas não estadista.Símbolo, mas não da paz. Dirigente, mas déspota. Glorificado, mas talvez medíocre.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Quem salva uma vida humana, salva a humanidade (02/11/2006)
by Cissa
As imagens assemelham-se a um filme de terror de quinta categoria. O roteiro é o mesmo, sempre: A mulher é envolvida dos pés à cabeça em um tecido branco e colocada em uma vala cavada até à altura de sua cintura, de forma que nenhuma chance tenha de correr ou se defender. Completando o cenário, uma roda de homens e montes de predras. É iniciado um dos rituais mais bárbaros e desumanos ainda praticados hoje em dia em numerosos países, entre eles o Irã, onde ocorrem as cenas reais do vídeo ( http://www.youtube.com/watch?v=XOTaRJGPniQ ) que tem corrido a internet.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Duas mulheres são postas em seus buracos e, primeiro pelo juiz da sentença, seguido pelos jurados e pelo público, são apedrejadas até o desfalecimento fatal, como era feito com animais nos tempos trogloditas da humanidade. Detalhe sádico: As pedras não devem ser tão grandes para evitar a rá pida perda dos sentidos, nem tão pequenas que não provoquem dor. A morte precisa ser lenta e dolorosa.
Os crimes destas mulheres correspondem ao artigo 83 do código penal iraniano e sua sentença: Adultério – Pena de morte por apedrejamento. Embora pressões internacionais tenham alcançado êxitos parciais e o Irã, por exemplo, declarou oficialmente em 2002 a extinção da pena de morte por apedrejamento a mulheres adúlteras, as sentenças não sofreram interrupção.
Segundo a Anistia Internacional, sete mulheres, com os nomes de Parisa, Iran, Khayrieh, Shamameh Ghorbani, Kobra Najjar, Soghra Mola’i y Fatemeh estão condenadas e aguardando a execução da pena. Para tentar evitar e aumentar a pressão sobre a justiça e autoridades religiosas iranianas, a Anistia promove uma iniciativa com uma carta de protesto exigindo o fim do ritual, lembrando que o Irã assinou tratados internacionais de respeito aos direitos civis e políticos, bem como a anulação imediata da pena para as sete mulheres. A carta encontra-se para leitura e assinatura digital no site da secção espanhola da Anistia Internacional . Até agora mais de 230 mil pessoas já contribuíram com a iniciativa.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Apologia Da Maldade – por Pilar Rahola
“Eu quero fazer explodir o coração da mentira”, assegurou um Robert Faurisson triunfante, ecoado por vivas e aplausos apaixonados. Conhecido revisionista francês há pouco tinha sido condenado em seu país por negar o extermínio nazista contra os judeus, mas isso não o impediu de desfrutar lindas férias pagas no balneário do Irã, e participar placidamente como apresentador no congresso que o fascismo iraniano montou sobre o Holocausto. Nos corredores do congresso, David Burke, ex-dirigente da Ku Klux Klan, mostrava sua felicidade aos escassos jornalistas europeus que haviam acompanhado o ato, e aproveitava para falar da “vergonha” ocidental, repressora da liberdade de expressão… Claro que o Irã era, no imaginário do conhecido racista americano, um modelo de liberdades democráticas.
Também dizem as crônicas que os representantes iranianos não estavam completamente felizes. Queriam ter dado uma aparência “científica” ao congresso, mas os acontecimentos tinham escapado de suas mãos. Que o congresso tinha se convertido, enfim, em uma orgia de negacionistas, nazistas de todas as espécies e toda a grande família de conhecidos anti-semitas que povoam livrarias e panfletos de todo o mundo, para desgraça da inteligência e da justiça. Só faltou o bom Mel Gibson… Quer dizer, o congresso do Irã sobre o Holocausto resultou em um grande espetáculo de ódio e desprezo às vítimas judaicas do Shoah, pago com dinheiro público de um estado, membro da ONU, cujo influência no Islã, no Oriente Médio e no mundo, é mais que notória. É claro que, o presidente Ahmadinejad voltou a ameaçar Israel, pedir seu desaparecimento e encorajar todos os muçulmanos a que façam isso efetivamente. Conclusão: apologia do ódio, ameaça bélica de um país contra outro, exibição pública sem culpas da orgia anti-semita, e finalmente uma notória inibição e indiferença do mundo, perfeitamente exemplificadas no silêncio cruel da Organização das Nações Unidas. Se, de algo serviu o congresso de Irã, infelizmente foi para confirmar o que já era conhecido: demonstrar que é possível se fazer apologia do negacionismo nazista e não sofrer nenhuma conseqüência.
Escrevo porque tenho dúzias de amigos que pertencem ao terrível naufrágio do Holocausto; porque recordo minha amiga colombiana cuja avó havia perdido completamente o conhecimento do polonês, seu idioma, quando foi resgatada, com 13 anos, de Auschwitz, depois de ver desaparecer toda a sua família; porque recordo o olhar trêmulo de um sobrevivente no Chile que me falou, entre lágrimas, que nunca nenhum europeu lhe havia pedido perdão; porque recordo aquele homem triste que eu conheci em Santiago, cujo pai, músico de profissão, foi forçado a tocar o violino enquanto executavam sua família; porque se foram mais de um milhão de crianças; porque desapareceram dois terços da população judaica européia; porque dezenas de povoados, com sua vida judaica de séculos, com seus poetas, seus professores escolares, seus agricultores, seus comerciantes, seus médicos, seus filhos e seus avôs, suas esposas e seus maridos, todos, pelas raízes, desapareceram para sempre do mapa. Fumaça, apenas fumaça. E alguns desejam que não sejam nem mesmo apenas uma lembrança. Fumaça e esquecimento. Por tanta dor, por tanta maldade, por tanta tragédia que me pesa na alma, com a culpa de séculos que a Europa acumula, por tudo isso, sinto-me profundamente triste, profundamente perdida e profundamente derrotada.
Está certo. O racista Burke tem razões para estar triunfante: alimenta o ódio aos judeus, zomba do extermínio que sofreram seis milhões de pessoas, e sai livre, completamente livre. A quem ele importa? Que país retirou seu embaixador iraniano de seu território? Quem pediu explicações na Assembléia Geral da ONU? Quem enviará à prisão esses que participaram desta apologia da maldade? Quem se sentirá comovido? De todas as muitas vezes, foram tantas, em que eu escrevi que os judeus estão sós em face ao seu infortúnio, e que Israel está só em face à sua sobrevivência, esta é a que disponho de mais dados para me assegurar disto. Eu me pergunto. O mundo teria permitido um congresso oficial, público, legal, a favor do racismo? Não teriam sido feito todos os tipos de atos de solidariedade e protesto? Não teriam concebido boicotes econômicos, militares e a diplomacia teria esgotado todos os recursos para evitá-lo? As organizações de esquerda não teriam saído às ruas, indignadas pela apologia da maldade que representa o racismo? A SOS Racismo não teria gritado aos céus? E os Saramagos do mundo, não teriam expressado sua profunda raiva? Mas quando o racismo é perpetrado contra os judeus, vítimas da maior aniquilação da história, o mundo considera que isto não é, nunca foi, seu problema.
Da impunidade renasce, radical e reforçado, o ódio. E, com o ódio reforçado, todas as portas do mal estão abertas.
Diz um velho ditado: “quando seu inimigo lhe assegura que ele quer matá-lo, acredite”. O que devem pensar os israelenses diante das ameaças reiteradas de destruição, por parte do Irã, país que impunemente conseguirá bombas atômicas? O que devem pensar os judeus do mundo inteiro? Eles pensam que estão sós. Que eles sempre estiveram sós em face ao ódio anti-semita.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Aqueles que carregam os números e que têm essas lembranças horriveis em
breve deixarão este mundo
Se o que eles viram e sofreram for esquecido, a humanidade terá que
começar a passar de novo por coisas semelhantes.
Rezemos para lembrar.
Faz mais de 60 anos que a 2ª guerra terminou.
Estou encaminhando este e-mail para formar uma cadeia em memória dos 6
milhões de judeus, 20 milhões de russos, 10 milhões de cristãos, 1900
padres católicos, assassinados, massacrados, violentados, queimados,
difamados e humilhados enquanto alemães, poloneses e russos olhavam em outra
direção
Agora, mais do que nunca, com o Irã – entre outros – pretendendo que o
Holocausto é um “mito” , é imperativo assegurar-se de que o mundo não
esquecerá jamais .
Este e-mail deve atingir 40 MILHÕES DE PESSOAS PELO MUNDO TODO, JUNTE-SE
E SEJA UM ELO DESTA CADEIA DA LEMBRANÇA E AJUDE-NOS A FAZER PASSAR ESTA
MENSAGEM PELO MUNDO AFORA.
Obrigado
[Responder]
vera
em 3 de fevereiro de 2007
Não é sem fundamento e preocupação que Nestor Kirschner , presidente da Argentina , evitou encontrar-se com Mahmoud Ahmadinejad quando este visitou a América do Sul sob pretexto de assistir a posse do novo presidente do Equador Rafael Correa , o que ocorreu sem a presença do presidente argentino.
Na Argentina persiste o mal-estar com o governo iraniano após o indiciamento de vários de seus funcionários que atuavam na embaixada em Buenos Aires como facilitadores do atentado terrorista suicida contra a organização judaica AMIA , em 1994 , quando morreram 86 argentinos e 300 ficaram feridos. O Irã recusa-se a extraditar os indiciados.
Chaves e Manhmoud Ahmadinejad , presidente do Irã , tem um forte ponto em comum no ódio aos judeus e ao Estado de Israel.
Ambos deveriam mirar-se no exemplo do ícone da revolução cubana , Fidel Castro , ídolo do líder venezuelano. Fidel , ao tomar o poder , expropriou os canaviais de cubanos de fé judaica , além de nacionalizar as propriedades imobiliárias de importantes empreendedores judeus da ilha.
No entanto , no ano passado , o debilitado ditador demonstrou seu arrependimento pela postura do passado ao mandar edificar numa praça central de Havana um candelabro de sete braços , com dois metros e meio de altura , simbolizando a menorah judaica que adornava o Grande Templo do rei Salomão e é o brasão oficial do Estado de Israel. A sua intenção declarada foi homenagear a memória das vitimas do Holocausto.
Atualmente o grande amigo do ditador é Rafi Eitan , o ex-diretor geral do Mossad , o temível serviço secreto de Israel. Rafi está construindo 18 edificios em Cuba e um super shopping center . Um exemplo a ser seguido por seus dois fanáticos fãs , que tentam praticar a violação histórica de negar o maior crime de genocídio praticado contra um povo e o massacre de diversas minorias e inimigos políticos pelos nazistas.
Na Venezuela de hoje , a comunidade judaica vive momentos de apreensão por atitudes agressivas contra instituições culturais e sinagogas do país . Um clima de hostilidade estimulado pelos atos e declarações de Chaves ao lado de seu amigo Ahmadinejad.
A principal inspiração que deveria influenciar Chaves no respeito às minorias em seu próprio país , são as palavras de seu ídolo inspirador , pai da revolução bolivariana a que tanto se refere , Simão Bolívar , que declarou: “ Caracas não somente convidou , mas deseja ver entrar por seus portos a todos os homens úteis que venham buscar asilo entre nós , e a ajudar-nos com suas indústrias e conhecimentos , sem perguntar qual seja a parte do mundo que lhe deu a vida “.
Chaves investe contra a liberdade de imprensa , expropria propriedades por decreto , ameaça investidores históricos na economia venezuelana e impulsiona o líder cocaleiro Evo Morales da Bolívia em suas invasões de empresas como o ocorrido nas refinarias da nossa Petrobras.
Cabe finalmente indagar o porque da iniciativa na Assembléia Legislativa de nosso estado , em pleno recesso parlamentar , para entregar a Medalha Tiradentes à Hugo Chaves , no auge de suas iniciativas antidemocráticas , espoliadoras e belicistas?
Melhor seria deixá-la na gaveta , onde repousava desde 1999 , ano em que foi outorgada , evitando a desfeita de Chaves que cancelou na última hora sua ida anunciada à ALERJ , até sabermos de que lado colocar este perturbador líder populista.
Devemos homenagear um amigo ou um inimigo do Brasil e da paz mundial ?
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Uma queixa contra a TV Suíça Romande (Télévision Suisse Romande TVR) foi colocada hoje por um conjunto de queixosos, apoiados por cerca de 150 pessoas, contra uma reportagem que foi ao ar em 26 de outubro, programa “Temps Présent” (tempo atual) sobre o grupo terrorista Hezbollah. Escrita por Alain Jean-Mairet, conhecido dos leitores deste blog, é um ataque deontológico total contra a única tv nacional em nossa parte do país, reprovando-a por:
· Apresentar uma organização islamista, terrorista e totalitária como simples partido político, armado mas benevolente, quiçá benéfico;
· Passar um imagem de pessoa mais que respeitável para uma homicida com motivação política e não arrependida;
Criar, reproduzir, ou deixar sem contra-argumentação decente uma impressão geral e um catálogo de argumentos incitando o público, por um lado, a condenar Israel de modo unilateral, o que favorece o crescimento de um antisemitismo moderno em nosso país e, por outro lado, a considerar os métodos terroristas como aceitáveis, ou justificados, e a acreditar, erroneamente, que a sociedade fundamentalista preconizada pelo Hezbollah é compatível com o modo de vida ocidental.
Pode-se ler no site da AJM todo o procedimento que conduziu a esta queixa, inclusive as anotações esclarecedoras da sessão de conciliação entre as duas parte. Os procedimentos às vezes contestáveis da TSR em matéria de informação são suficientemente conhecidos para que não haja necessidade de mencioná-los. O que em compensação é muito interessante, nesta queixa, é a confirmação que a transferência de poder, decorrente das novas tecnologias da informação e da comunicação tem um impacto direto sobre as mídias tradicionais, que estavam até agora fora do alcance do cidadão. É preciso ter a possibilidade de reunir os conhecimentos, competências e vontades para brigar com uma empresa tão influente quanto a TSR.
No entanto, o David cidadão tem uma vantagem determinante contra o Golias mediático: ele usa a arma principal deste último, isto é, a legitimidade, a ética, a veracidade fatual e a equidade intelectual. Aí, os viéses e os preconceitos tão frequentes nas redações – anti-americanos, anti-israelenses, pro-palestinos, ou ainda anti-militares – são vulnerabilidades maiores ainda porque contradizem as regras deontológicas próprias do jornalismo. Perpetuamente procurando transparência e autocrítica nos outros, o que faz delas aliás uma componente essencial de toda sociedade democrática, as mídias são assim confrontadas às mesmas exigências a respeito de seu trabalho. E esta inversão de papéis é frequentemente mal vivida nas redações habituadas a controlar o essencial do discurso, seja imprensa escrita ou televisão, ao contrário da rádio, mais acostumada à expressão de opiniões diversas e de críticas.
Claro que uma queixa ainda não é uma condenação, e é preciso ver o que fará com isso a Autoridade independente encarrega de avaliar queixas em rádio e televisão. Mas a importância desta iniciativa, cujo eco mediático seria interessante observar (cerca de trinta órgãos de imprensa receberam a tarde o anúncio da AJM) não deixará de surtir efeito nas redações, porque ninguém gosta de ser pego de acordo com seus próprios critérios.
http://www.ludovicmonnerat.com/
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
A cristandade está morrendo na terra onde nasceu
por Daniel Pipes
New York Sun
13 de Setembro de 2005
Na noite de 3 para 4 setembro, aconteceu nas imediações de Ramallah, Cisjordânia, o que alguns observadores vêm chamando de um pogrom. Nessa noite, quinze jovens muçulmanos de Dair Jarir irromperam na vizinha Taybeh, uma vila cristã de 1.500 habitantes.
O motivo do ataque? Uma jovem muçulmana de Dair Jarir chamada Hiyam Ajaj, de 23 anos, apaixonara-se por seu chefe cristão, Mehdi Khouriyye, dono de uma alfaiataria em Taybeh. O casal manteve o romance em segredo durante dois anos, e ela engravidou em março de 2005. Ao descobrirem a gravidez da jovem, os parentes a mataram. Isso se deu mais ou menos no primeiro dia de setembro; não satisfeitos em “lavar a honra” — pois a lei islâmica proíbe terminantemente que homens não-muçulmanos tenham relações sexuais com mulheres muçulmanas — os homens da família Ajaj quiseram vingar-se de Khouriyye e de sua família.
Dois dias depois, encontraram a vingança que buscavam no ataque a Taybeh. Os Ajajs e seus amigos invadiram casas e roubaram móveis, jóias e aparelhos elétricos. Lançaram coquetéis molotov contra alguns prédios e jogaram querosene em outros, ateando-lhes fogo em seguida. Somaram-se em prejuízos no mínimo 16 residências, várias lojas, uma fazenda, uma chácara e um posto de gasolina. Os vândalos danificaram automóveis, saquearam à vontade e destruíram uma estátua da Virgem Maria.
“Parecia uma guerra”, disse ao Jerusalem Post um morador de Taybeh. Horas se passaram antes que as forças de segurança e o corpo de bombeiros chegassem ao local. Os quinze agressores mal ficaram umas poucas horas na delegacia de polícia e então foram libertados. Quanto a Khouriyye, foi detido por policiais árabes palestinos, colocado em uma cela e (segundo afirma sua família) é espancado constantemente.
Como observa a agência de notícias Adnkronos International, para os palestinos da comunidade cristã, “o fato de os delinqüentes muçulmanos terem sido libertados e o alfaiate cristão continuar detido revela, no melhor dos casos, a indiferença da AP à difícil situação dos cristãos palestinos e, no pior, o quanto essa lhes é hostil.
Um primo, Suleiman Khouriyye, apontou para a casa incendiada. “Eles agiram assim porque somos cristãos. Ele fizeram isso porque nós somos os mais fracos aqui”, disse ele. A família Khouriyye e outras testemunhas lembram-se de que os agressores bradavam “allahu akbar” e slogans anticristãos como “queimem os infiéis, queimem os cruzados”. Ao que um primo de Hiyam Ajaj, impenitente, replicou: “Queimamos as casas deles por terem desonrado nossa família, e não por serem cristãos.”
O ataque repete um padrão mais amplo. De acordo com o custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa, só na região de Belém os cristãos foram vítimas em noventa e três casos de injustiça registrados entre 2000 e 2004. No pior deles, ocorrido em 2002, muçulmanos assassinaram as duas irmãs Amre, de 17 e 19 anos de idade, por eles consideradas prostitutas. A autópsia, porém, constatou que as adolescentes eram virgens — e tinham sido torturadas nos órgãos genitais.
“Quase todos os dias — quase todos os dias, repito — nossas comunidades são maltratadas pelos extremistas islâmicos nessa região”, assegura Pizzaballa. “E quando não são os membros do Hamas ou da Jihad Islâmica, são os confrontos com (…) a Autoridade Palestina.” Além dos islamistas, fala-se em uma espécie de “máfia muçulmana” que operaria em território palestino. Com a cumplicidade da AP, o bando ameaça as terras e os proprietários cristãos, fazendo com que estes muitas vezes abandonem suas propriedades.
A campanha de perseguição tem obtido êxito. A população cristã se multiplica em Israel, mas se encolhe com rapidez na Autoridade Palestina. Belém e Nazaré, cidades históricas do Cristianismo há quase dois milênios, são agora de maioria muçulmana. Em 1922, o número de cristãos superava o de muçulmanos em Jerusalém; hoje, os cristãos não passam de meros 2% da população local.
“Será possível que a presença cristã fique reduzida a igrejas vazias, a uma hierarquia sem congregação e sem rebanho no berço da cristandade?” É o que indaga Daphne Tsimhoni no Middle East Quarterly. É difícil prever que coisa poderá impedir essa visão espectral de se tornar realidade.
Um fator que poderia ajudar a prevenir esse futuro sombrio seria as principais denominações protestantes denunciarem publicamente os muçulmanos por perseguirem e expulsarem os cristãos do território palestino. Até agora, a Igreja Episcopaliana, a Evangélica, a Luterana, a Metodista e a Presbiteriana, assim como a Igreja Unida de Cristo, têm, lamentavelmente, ignorado o problema.
Em vez de denunciar, elas se contentam em manifestar sua indignação moral contra os israelenses e chegam até mesmo a retirar os fundos de investimentos aplicados no país. Ao vê-las tão obcecadas com Israel mas silentes à agonia da cristandade na própria terra natal, imagina-se o que mais será preciso para lhes despertar a razão.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
A Terra Santa sofreu grandes e conhecidas alterações em seu desenho, e em seu perfil demográfico ao longo de sua multimilenar história. Mas no que diz respeito ao período- de 1946 a 1948, referente à criação do moderno Estado de Israel, em decorrência da “partilha da Palestina” decidida pela ONU-29-novembro-1947, pouco ou nenhum – espaço nos jornais é dedicado a relacionar esse passado com o que publica em nossos dias, embora esse procedimento seja essencial para se compreender o que ocorre na região. Consultando-se os arquivos os exemplares do jornal “Estado de Minas” da época da “partilha da Palestina”[1][1], entre 1946 e 1948, é possível se perceber como se deu a ação e reação da Potencia Mandatária, a Grã-Bretanha, que tutelava a região desde 1920, bem como as posturas dos habitantes árabes e judeus diante à oportunidade da autodeterminação. Ao mesmo tempo, evidencia-se o entrechoque do que emerge dos arquivos com o que é noticiado, analisado e divulgados no século XXI. A falta de consulta aos arquivos dos profissionais que elaboram as edições de nossos tempos, a perder o fio condutor da história, induz dúvidas: afinal, por que o conflito árabe israelense persiste de 1947 até aos nossos dias? Por que os judeus criaram um país-Israel e os palestinos continuam sem pátria? Traçar um paralelo entre o que foi efetivamente testemunhado por geração de jornalistas contemporâneos do período da criação de Israel e como o que a geração atual enxerga a história desse tempo é o objetivo maior deste estudo. Durante a pesquisa, surge com maior destaque no conflito entre o passado e o presente o esclarecimento, entre vários outros exemplos, da guerra desfechada pela Potência Mandatária contra a comunidade judaica em 1946 da Palestina, da tácita aliança entre britânicos e árabes contra Israel, esquecida nos nossos dias, da exagerada importância dada aos EUA no presente no processo de criação de Israel nos dias de hoje, a ignorar o principal protagonista da partilha da Palestina- a União Soviética, a polêmica questão dos refugiados palestinos.. Outros temas também relevantes emergem do arquivo com outras perspectivas, embora ausentes nas edições do século XXI. Quando do fim da II Guerra Mundial (1939-1945) a ONU reuniu seus representantes em Assembléia Geral para traçar o futuro da região, e resolver “o explosivo problema da Palestina” e estudar “o problema que colocou em lados opostos judeus, árabes e britânicos”, segundo atesta a edição de 29 de março de 1947, já define as linhas da história futura. A manchete do mesmo diário do dia 3 de dezembro do mesmo ano, “Os árabes iniciaram a luta para impedir a divisão da Palestina”, delineia linhas gerais de grande parte das matérias de capa daquele ano e uma projeção do que seria noticiado sobre a atuação do sistema colonialista britânico, da população israelense e o mundo árabe.
1. JUDEUS X BRITÂNICOS
Sobre o relacionamento conflituoso entre judeus e britânicos, atualmente poucos tocam nas raízes, o atrito provocado pelo empenho de os judeus de criar o seu Estado nacional num ambiente político-social hostil dominado pelo colonialismo britânico, envolvido na exploração do petróleo do Oriente Médio, a partir da descoberta de riquíssimos lençóis deste fóssil nos primeiros anos do século XX .. É nesse momento que surge o interesse do governo de Londres de dominar o Oriente Médio, onde até então enxergara apenas o solo de areia e desertos, sem atrativo algum, a não ser alguns pontos estratégicos de natureza militar. Esse domínio britânico é realizado mediante conquista de vastas concessões de terras petroleiras cedidas pelos xeques árabes às poderosas exploradoras do óleo, em troca de royalties, e de apoio para a manutenção do poder, numa relação simbiótica entre governos árabes e o império britânico.contra todos que pudessem colocar em risco a exploração colonialista do precioso ouro negro, como, por exemplo a luta dos judeus por um Estado nacional, o sionismo. (*) ver glossário No pós II Guerra Mundial recrudesce o conflito entre judeus e a Potência Mandatária, a Grã-Bretanha.. O general Montgomery, chefe do Estado-Maior Geral do Império Britânico (C.I.G.S), descreve em suas “Memórias”- Ibrasa-1960-, a inspeção geral que realizou todo território imperial nos meados de 1946, elaborando a estrategia militar de defesa dos interesses do império no mundo.. Ao chegar na Palestina, ficou “muito perturbado com o que vi e ouvi”. Ocorrera no pós guerra uma a piora da situação, com os atos de terrorismo dos “bandos Irgun e Stern”a colocar em xeque a repressão do exército britânico com seus 100 mil homens deslocados para a Palestina para impor “a lei e a ordem”. Ordenou, então, ao Gen. Baker “para o restabelecimento efetivo da autoridade britânica…Se isso levasse a uma guerra contra os judeus, do ponto de vista do Exército seria uma guerra contra um inimigo fanático e ladino, que empregaria armas tais como raptos de pessoas, o morticínio, a sabotagem; tanto mulheres quanto homens lutariam contra nós, e ninguém saberia quem era amigo e inimigo” (p. 382) Ao logo depois, elabora para a Palestina a estratégia de defesa dos interesses vitais do império britânico no Mediterrâneo Oriental, onde o Canal de Suez é a rota vital de passagem do petróleo exportado para a Europa. Para esta região exigiu como um dos pontos essenciais a “retenção de plenos direitos na Palestina”- vale dizer, a continuidade do mandato sobre esta região, (Memórias de Montgomery, p. 383) Daí se explica o contraste de tratamento no processo pacifico da descolonização britânica da Índia em 1947. A ex-“jóia” do império foi partilhada entre o Paquistão muçulmano e a Índia, predominantemente hindu, criando-se dois Estados nacionais independentes, sob o aplauso do governo britânico, enquanto na paupérrima Palestina o Governo de S. Majestade aferrou ao poder exigido pela a retenção de supostos “plenos direitos”, reprimindo com violência a rebelião judaica contra a presença britânica. O caso do judeu Gruner, condenado à morte pela mandatária Grã-Bretaha é noticiado[2][2]: “Circulou o rumor, que logo se apurou ser falso, de que Dov Gruner, terrorista[3][3] (segundo a acusação britânica) judeu condenado à morte, seria executado hoje. O conselheiro privado de Londres negou a dar curso à apelação de sentença de morte”. Gruner foi enforcado em 16 de abril de 1946, ao lado de seus companheiros Dov Rosembaum, Mordechai Alkoshi e Eliezar Kashani, por se oporem à presença britânica na Palestina. No mês seguinte, seriam enforcados pela Potência Mandatária, outros judeus, tachados de terroristas, Avahsalom Aviv, Yakov Weiss, Meir Nakar, não sendo ouvidos os apelos de comutação da pena pela Comissão Especial da Palestina da ONU- UNSCOP (em inglês), e que estava na Terra Santa a investigar a alternativa:- se as populações árabes e judaicas reuniam condições de realizarem a sua autodeterminação, ou se devia ser mantida o governo sob tutela da ONU. Ambos os fatos, os enforcamentos de judeus que lutavam contra a Potencia Mandatária e a presença da Comissão Especial da ONU- UNSCOP-na Palestina para consultar as aspirações de árabes e judeus à independência nacional são inteiramente desconhecidos nas edições de hoje,.Ignoram, por exemplo, que esta Comissão foi recebida na Palestina com greve decretada pelo Conselho Superior Árabe a protestar contra proposta da divisão, a exigir que toda a Palestina fosse exclusivamente árabe e islâmica. Ignorado o passado registrado no arquivo é comum se encontrar no presente a informação de que no processo de partilha, os árabes não foram consultados pela ONU. Nas edições analisadas por essa pesquisa, bem como nas leituras complementares que fizeram parte dela, não foi mencionado casos repressão britânica, com enforcamentos, envolvendo árabes. Ao que parece, árabes e britânicos não entravam em atrito. Uma razão para não haver relatos de ações árabes contra a Potencia ocupante, pode ser o fato da entidade de cúpula, a Liga Árabe ser composta de reis títeres submissos ao Império Britânico; a saber: Fayssal II do Iraque, Faruk do Egito, e soberano da Transjordania (depois Jordânia). Os conflitos entre judeus e ingleses também foram noticiados nos dias 2 e 10 de setembro de 1947[4][4]. No primeiro dia, o episódio do navio Êxodo, com judeus que tentavam entrar na palestina e foram barrados por tropas britânicos, sendo enviados para campos de concentração em Chipre – fato que ganhou ampla cobertura internacional à época e é um fato muito conhecido ainda hoje, mas não assimilado pela mídia como explicitação do conflito entre judeus e a Potência Mandatária. . No segundo dia, a notícia de outro navio com judeus impedidos de entrar na palestina e que foram obrigados a desembarcar na Alemanha: Soldados britânicos empregaram a força para retirar a maior parte dos judeus que se encontravam no barco de refugiados “Runnymede Park”, depois de dominar com jatos de água e cassetetes, já que os judeus se recusavam a acatar a ordem de desembarque. No fundo dos porões houve violenta luta, que se desenvolveu longe da vista de jornalistas e curiosos, que estavam reunidos no cais, onde foi levado a efeito o desembarque. A legenda da foto de capa da edição de 12 de outubro de 1948 também diz respeito à animosidade entre judeus e britânicos. A intricada questão palestina – As questões relativas à Terra Santa, onde judeus e árabes disputam o controle de todas as atividades relativas ao país, ao mesmo tempo em que terroristas hebraicos vivem em constantes hostilidades com os ingleses, constituem para a Organização das Nações Unidas um problema que está longe de ser resolvido. Atualmente, não se fala mais sobre as constantes hostilidades dos judeus com os ingleses. Sobre os atos denominados de “terroristas” pela Potencia Mandatária aplicados aos atos de rebeldes judeus é importante considerar que não eram empreendidos contra a população civil desarmada, o que caracterizaria o ataque como terrorista em nossos tempos. Um exemplo disso é a explosão do Hotel King David[5][5], um dos atos “terroristas” empreendidos por judeus que mais teve visibilidade em toda a história. Apesar de ser um hotel, o edifício era um ponto estratégico para os britânicos, pois uma ala do hotel- a que foi destruída- estava toda ocupada pelo quartel-general britânico. A confusão entre um inocente hotel e um quartel general é recorrente na mídia de nossos dias. O incidente de Deir Yassim, relatado como um massacre indiscriminado de árabes civis inocentes desarmados, é questionado pelo fato de que 50% da força judaica (Irgun) que atacou a localidade foram mortos ou feridos.
Grã-Bretanha – Potencia Mandatária na Palestina (1920-1948)
Politicamente, assinala-se o interesse britânico sobre o Oriente Médio, quando da elaboração de um pacto secreto entre o governo de Londres e Paris, em 1916, durante a I Guerra Mundial (1914-1918). Denominado SYKES-PICOT[6][6], o plano foi elaborado no sentido de permitir que a Grã-Bretanha e a França se apoderassem das riquíssimas reservas petroleiras já descobertas na Pérsia (Irã), Mesopotâmia (hoje, Iraque), que estavam, até então, nas mãos do então do inimigo o império Turco Otomano. Esse documento secreto dividia toda a região entre britânicos e franceses, a enganar os árabes com as promessas territoriais feitas por McMahon, alto-comissariado inglês no Cairo, e judeus com a Declaração Balfour, se os ajudassem no esforço de guerra contra o império Turco Otomano. A Palestina – terra paupérrima, sem petróleo – passou a interessar profundamente o governo britânico, tendo em vista sua posição estratégica dominante sobre o Mediterrâneo oriental, s não fazendo caso, por completo, a Declaração Balfour, e a Promessa MacMahon, promessas de redenção do Governo de S. Majestade a judeus e árabes, respectivamente, se apoiassem o esforço de guerra contra o inimigo turco otomano que dominava o Oriente Médio. Com o peso de não haver cumprido as promessas feitas tanto aos árabes quanto aos judeus, mas jogando espertamente uns contra os outros, para melhor dominar – tradição dos impérios europeus – a história da Palestina Britânica apresentou uma série de conflitos entre árabes e judeus no período entre guerras, de 1918 a 1939. O momento culminante da “questão palestina” surge depois do término do conflito mundial, quando a Potencia Mandatária da Palestina leva o problema à ONU, em abril de 1947. Da hostilidade da Liga Árabe a qualquer proposta de partilha da região é bem conhecida. O que é ainda é desconhecido é o documento secretíssimo, “Top Secret”, o memorando, : “Petróleo do Oriente Médio”, de autoria do chanceler Ernst Bevin e Emmauel Shinwell, distribuído aos membros do Gabinete britânico no dia 7 de janeiro de 1947. Ao enfatizar a importância da região petroleira árabe para o império britânico, concluí que seria um grande risco ofender os árabes se o Gabinete britânico parecer encorajar o estabelecimento de judeus na Palestina, e endossar a criação do Estado judeu. ”by appearing to encourage Jewish settlement and tôo endorse teh Jewish aspiration for a separtate State “. Bevin declarava-se favorável à criação de um Estado único, exclusivamente árabe na Palestina, excluindo o Estado judeu, proposta pelos países árabes (Martin Gilbert- Israel-Black Swan, 1998- pág.141). Em 29 de março o “EM” nos dá conta que a proposta da Grã-Bretanha da ONU tratar do “explosivo problema da Palestina que colocou em pólos opostos britânicos, judeus e árabes na Terra Santa” Na mesma edição, se delineia com mais nitidez o bom relacionamento árabe-britânico, quando bastava se vestir de árabe para ter acesso livre a áreas de segurança da Potência Mandaria:- Sob o título Fizeram ir pelos ares um oleoduto, Cinco terroristas judeus atearam fogo a um oleoduto, determinando um incêndio de grandes proporções nas zonas de depósitos de petróleo da baia de Haifa. Os terroristas disfarçados com trajes árabes e que se acredita serem membros do Irgun, iludiram a guarda militar e lançaram explosivos sobre o oleoduto da empresa Irak Petroleum Co. Ao tratar do caso da Palestina, a ONU cria a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP, em inglês), composta de 11 países representando todos os blocos políticos de todos os continentes, a saber: Canadá, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia, Tchecoslováquia, Uruguai, Índia, Irã, Austrália, “com os mais amplos poderes para investigar todas as questões pertinentes ao problema da Palestina”, com o prazo até 1 de setembro de 1947 para apresentar recomendações sobre o futuro da região. Em 30 de agosto, a Comissão entrega relatório, indicando a cassação do mandato da Grã-Bretanha e em seu lugar instituir dois Estados independentes, o da população árabe, e o da população judaica, por julgá-las aptas ao exercício do direito à autodeterminação dos povos. .
Árabes e Britânicos.
Em julho de 1947, ao articular a estratégia de defesa dos interesses britânicos no Oriente Médio, Montgomery passou pela Transjordânia, onde manteve conversações com o rei Abdula”: Ao final, descreve:- “O rei afirmou que empregaria toda a sua influência a fim de apoiar a causa britânica entre os Estados árabes. “Acrescentou que uma decisão na Palestina favorável aos árabes era imprescindível para os interesses britânicos no Oriente Médio”. Um ano depois, no dia 10 de outubro de 1947, trecho da matéria “Contingentes sírios e libaneses já se encontram em movimento” indica novamente que, ao mesmo tempo em que as relações entre a Grã-Bretanha e os judeus eram conturbadas, a mesma tensão não se verificava entre a Potência Mandatária e os árabes. Ao contrário, a frase: “Espera-se também que o exército da Transjordânia, treinado pelos britânicos, una-se à luta, após a retirada inglesa” mostra a afinidade entre a Potencia Mandatária e os árabes, que incluía treinamento militar e provimento de material bélico. Ao encerrar o mandato e se retirar da Palestina, a Grã-Bretanha deixou preparado o caminho para que os árabes, liderados pela Liga Árabe, lutassem militarmente contra a partilha da Palestina. O delegado da Guatemala, José García Granados, em seu discurso na assembléia geral da ONU, resumiu a situação da palestina da seguinte forma: “Profundo ressentimento dos judeus contra a Grã-bretanha, (….), determinação inquebrantável dos britânicos de pôr em vigor leis por eles impostas”. Ao mesmo tempo em que judeus tentavam entrar na Palestina, saídos de navios de fugitivos, e que outros judeus já estabelecidos no local resistiam ao domínio britânico na região, as conversações a respeito da criação de dois novos países legítimos no Oriente Médio, um judeu e outro árabe-palestino, se davam entre os membros da ONU e causavam a repulsa dos representantes do mundo árabe, com apoio de demais países islâmicos do planeta que não queriam a criação de um país judeu na região. O título e o subtítulo da matéria do dia 8 de setembro de 1947 explicitam isso: “Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da palestina”, “Declarações do delegado do Alto Comitê da Terra Santa à imprensa brasileira – luta para impedir a criação do Estado Judeu”. Seguindo a mesma linha, outra declaração do representante do Alto Comitê Árabe, Jamal Hussein, colocada no subtítulo da matéria do dia 30 de setembro de 1947, informa que “a partilha da Terra Santa ocasionará a guerra no Oriente Próximo”.
E ainda:
Acrescentou que os árabes se opõem a toda emigração judia para a Palestina e propôs aos judeus do mundo inteiro que desejam um país próprio, que procurem o Estado Judeu de Birobaijan, na União Soviética, ou de Uganda, na África Central. Surge no fim de 1947 a proposta de se ter em todo o mundo árabe uma constituição única, o que seria impossível, caso fosse criado um estado laico, como Israel, na região. Na edição do dia 16 de maio de 1948, é noticiado o comunicado do premier do Egito, então governado pelo rei Faruk, segundo o qual os judeus fizeram várias atrocidades contra os árabes residentes na Palestina: “Os terroristas sionistas violaram mulheres e crianças árabes, abriram o ventre de mulheres em adiantado estado de gravidez, massacraram mulheres e anciãos, submeteram os prisioneiros às piores torturas, antes de matá-los. Sobre tais afirmativas, é interessante considerar a indiscrição presente nas memórias do General Montgomery, que narra o incidente ocorrido no Gabinete em torno do massacre de 23 mil árabes perpetrados por judeus em Haifa, amplamente noticiado pela imprensa britânica em 29 de abril de 1948. Essa alarmante noticia veio acompanhada de forte pressão governos árabes, a exigir do Governo de S. Majestade enérgica e imediata punição dos assassinos judeus. O que levou o chanceler Bevin a convocar com urgência o Montgomery, a censurar a inoperância do exército que contava com um grande contingente na cidade. Perplexo, o militar respondeu-lhe com rispidez que o ministro estava dando ouvidos à boatos plantados na imprensa, antes de consultá-lo a respeito. Ele, como chefe do Estado-Maior não recebera noticia de chacina alguma por parte de seus comandados na Palestina. Se tivesse ocorrido algo de anormal ele seria, no posto que ocupava, o primeiro a saber. Essa. contestação que deu ensejo a uma agudo atrito, e rompimento de relações pessoais de Mongomery e Bevin.. Logo depois, confirmado que a noticia não passara de um de escandalosa inverdade, Bevin se desculpou, e se reconciliou com o marechal. Atualmente, a imprensa ignora, por completo, este significativo episódio, e continua a divulgar boatos de massacres de árabes por israelenses, sem nenhuma confirmação.. O mais recente destes boatos refere-se a um massacre de 500 palestinos em Jenin, já desfeito pela comissão da ONU que foi investigar a denúncia.
2. ESTADOS UNIDOS
Tão logo a Comissão Especial da ONU para a Palestina no dia 30 de agosto entregou o seu relatório, a edição dia 6 de setembro de 1947, sob a manchete ”Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da Palestina”. Noticia também que o delegado do Alto Comitê Árabe da Palestina, sr. Abaham Zenaiter, em declaração à imprensa à imprensa brasileira, afirma que “os árabes lutarão se preciso, pelas armas, no caso de vir à ser decidida pela ONU a divisão da Palestina”. Indagado sobre a possível postura dos Estados Unidos quanto à partilha, respondeu: “Acho que o interesse da América no momento é estar ao lado dos árabes. Quanto aos Estados Unidos parece que esse interesse foi reconhecido pelos mesmos quando o gen. Marshall conseguiu convencer o Comitê de Relações Exteriores daquele país a não levantar a questão dos judeus na Palestina, conforme pretendia aquele Comitê”. Quanto à participação dos Estados Unidos no processo da Partilha, no dia 30 de setembro de 1947, o jornal afirma “Os Estados Unidos ainda não decidiram definitivamente qualsua posição no caso da palestina”. Somente na edição do Estado de Minas do dia 12 de outubro de 1947 foi noticiada a posição dos Estados Unidos, que se manifestaram, no dia anterior, à favor da partilha, numa declaração escrita pelo então presidente Truman e apresentada perante o Comitê Especial para a Palestina. Como a União Soviética e seu bloco de países aliados tinham se antecipado, aprovando a partilha proposta pela Comissão, as recomendações da Comissão é batizada pela mídia nacional e internacional como “proposta russo-yankee”, ou “russo-americana”, embora fossem governos polarizados naquele período histórico, por causa da Guerra Fria.. Tal terminologia põe em cheque o que se divulga no presente de que Israel foi criado pelos Estados Unidos. Outras provas de que foi a União Soviética foi a campeã da causa da partilha, como reconhece Montgomery à pág. 428 ( “Memórias”) e a própria votação a favor da proposta na Assembléia Geral da ONU, quando foi aprovada a proposta da “Comissão Especial da ONU para a Palestina” por 2/3 dos membros das Nações Unidas, no dia 29 de novembro de 1947. O elevado quorum exigido para aprovação seria impossível de ser alcançado, sendo nesse caso a partilha rejeitada, não fosse o apoio maciço dos países do bloco soviético. Na edição de 30 de novembro de 1947, na primeira página, sob o título: “A Assembléia Geral encerrou os trabalhos”, publica o jornal que o presidente Oswaldo Aranha, representante do Brasil na ONU, manifestou confiar em que a sessão que hoje terminou resulte em contribuições memoráveis para o ajuste pacifico e construtivo dos problemas mundiais”, concluindo “que confiava nos resultados favoráveis à partilha da Palestina, que qualificou de experiência rigorosamente histórica”. Na edição de 30 de novembro, sob o título:- “A Assembléia Geral da ONU aprovou a divisão da Terra Santa” que cria o Estado árabe e o Estado judeu na Palestina, informa que “Mediante a adoção de plano russo-americano, a ONU fez caso omisso das ameaças feitas pelos árabes de que a Terra Santa seria banhada em sangue para se impedir a criação de um Estado judeu no Oriente Médio” No dia 3 de dezembro, é divulgada noticia “O Conselho dos Ulemás ( bacharéis da lei muçulmana) Alzhar, do Cairo, Egito, proclamou a guerra Santa, “Jihad” para os muçulmanos de todo o mundo, em defesa da Palestina Arábica…. A guerra santa é um obrigação incondicional e quem a ignore incorrerá em pecado”, explica o jornal. A declaração da Guerra Santa contra a existência de um Estado judeu na Palestina seis meses antes da sua criação, confirma a existência de um forte ingrediente de ordem religiosa no conflito na Terra Santa, e que persiste até aos nossos dias… Apesar de a partilha ser denominada proposta “russo-yankee”, a importância da participação dos Estados Unidos nos dias de hoje é superestimada, como se fosse a responsável pela sua aprovação, não levando em conta o decisivo papel desempenhado pela União Soviética e demais países soviéticos. Acresce-se- fato fundamental também ignorado que os arquivos revelam que. os EUA apresentaram uma proposição à ONU que a questão da Palestina fosse colocada sob fidelcomisso”, praticamente desistindo da partilha, como atesta a edição do dia 21 de março de 1948.. Na mesma edição do jornal, há a notícia de que a mudança na política americana no Oriente Médio foi encarada como uma ameaça à reeleição do presidente Truman – 1948 foi ano eleitoral nos EUA. Talvez por causa disso, os Estados Unidos tenham voltado atrás e acabaram fazer jus ao voto a favor da partilha, em 29 de novembro do ano anterior. Mas o que foi publicado mostra a indecisão dos Estados Unidos em relação à Partilha, fato esquecido nos dias de hoje, a transmudar a Casa Branca como campeã desta causa, quando o passado aponta nesta condição o Kremlim de Moscou. Finalmente, no dia 15 de maio de 1948, o jornal informa que “os diplomatas e observadores ficaram profundamente surpreendidos pelo reconhecimento do Estado de Israel pelos Estados Unidos”, ratificando a indecisão do mundo quanto à atitude americana com relação à criação de Israel, fato completamente ignorado em nossos dias.
3. DIVISÃO
A divisão da Palestina foi aprovada no dia 29, e repelida pelos árabes, que ameaçaram “banhar a Terra Santa em sangue”. Ficou determinado que os Estados Árabe e Judeu ficariam independentes antes do dia 1o de outubro do ano seguinte – prazo máximo estipulado para o período de transição, no qual as Nações Unidas e a ex-potência mandatária, Grã-Bretanha, ficariam responsáveis por garantir a segurança e a paz na região. Com a proposta da Partilha, foi aprovado um novo mapa para a Palestina, com parte da terra destinada aos judeus e outra parte aos árabes/palestinos. Os judeus prontamente aceitaram a proposta da ONU. De acordo com a edição do Estado de Minas do dia 20 de março de 1948 – mesmo antes da proclamação do Estado de Israel: “Nas áreas que, de acordo com o plano de divisão, devem pertencer ao Estado Judeu, se acha muito adiantada a tarefa de organizá-la administrativamente”. Dando continuidade ao plano russo-norte-americano, o Estado de Israel declarou a sua independência no dia 15 de maio de 1948. No mesmo dia, seis exércitos, a saber do Egito, Síria, Líbano, Transjordânia, Arábia Saudita e Iraque entraram em luta contra o Estado de Israel, no episódio conhecido como Guerra da Independência, com o ostensivo propósito de “jogar os judeus ao mar”. Mas a vitória israelense consolidou a existência do Estado de Israel. .
3.1. E o Estado Palestino?
Os desdobramentos da Guerra de Independência de Israel servem para explicar o porquê do Estado Palestino não ter sido criado:- o Exército da Transjordânia ocupou e anexou a Cisjordânia, a maior parte da terra que seria destinada pela ONU para a criação do país palestino. A edição do dia 16 de maio de 1948 noticia o avanço do exército da Transjordânia sobre a palestina, ultrapassando o rio Jordão e chegando à cidade de Jericó. O exército egípcio, por sua vez, invadiu a região de Gaza, outra parte destinada pela ONU à criação do novo país árabe-palestino. O resultado do primeiro conflito do qual Israel participou logo que foi declarado como um país independente foi negativo para os árabes que hoje chamamos de palestinos. A guerra terminou apenas em julho de 1949. Os exércitos árabes que invadiram a Palestina acabaram por se apoderar de terras que deveriam pertencer ao Estado Palestino. Essa situação continuou até 1967, quando ocorreu III guerra da história de Israel, a Guerra dos Seis Dias, ocasião em que Israel ocupou Gaza (Egito), e Cisjordânia (Jordânia).. Foi somente então que as terras palestinas outrora apropriadas por nações árabes passaram a então a ser reivindicadas para comporem o Estado Palestino de ser criado.
3. 2. Refugiados
A questão dos refugiados também se relaciona a esse ponto. Com as lutas entre árabes e judeus, em 1948, os judeus que moravam em países árabes fugiram para o recém-criado Estado de Israel, assim como os árabes que moravam nos limites dessa terra demarcados pela ONU para ser o país judeu fugiram para os países vizinhos. É importante frisar que em todo o mundo estava cheio de refugiados, 40 milhões deles, por causa da II Guerra Mundial, bem como por causa do processo da descolonização efetuado após este conflito, a criar vários paises novos à semelhança da partilha da Palestina Britânica ocorreu deslocamento de grandes contingentes populacionais em busca do país que melhor conformasse com a cultura e aspirações do individuo. Assim, cerca de 4 milhões de muçulmanos se deslocaram para o Paquistão islamita, ao mesmo tempo que, na contramão 4 milhões de hindus saíram do que seria o Paquistão para o pais de sua cultura e religião, a nova Índia independente. . Mas diferentemente do caso dos palestinos nos paises árabes, o Paquistão muçulmano acolheu bem os deslocados, que se tornando logo cidadãos do país, inibindo a criação de refugiados indianos islamitas no novo Estado. Do mesmo modo, os deslocados indianos residentes no Paquistão foram bem recebidos na Índia, não restando nenhum refugiado no novo país. Os deslocamentos da partilha da Índia britânica não.deixaram herança de refugiados apátridas, situação que persiste até aos nossos dias no mudo árabe após a Partilha da Palestina. Os 400 mil árabes islamitas que permaneceram em Israel após a instituição da paz, em julho de 1949, adquiriram todos os direitos de outros civis judeus, contando atualmente com 1 milhões e 2000 indivíduos, a gozarem até com representatividade no Knesset, o parlamento israelense, fato ainda desconhecido pela mídia nacional e internacional. Atualmente, ao falar dos planos de paz para a região, sempre há um impasse quanto à volta dos refugiados, um problema cuja solução não é o retorno a Israel, mesmo porque a criação do Estado nacional palestino, como qualquer Estado, é o exercício do direito à autodeterminação Em virtude deste direito os palestinos reunidos num Estado palestino determinam livremente sua relação com os Estados nos quais vivem, num espírito de coexistência com outros cidadãos de outras religiões e culturas, e livremente procuram seu desenvolvimento econômico, social, cultural e espiritual, em condições de liberdade e dignidade.. É difícil entender-se o apelo de luta nacional por um Estado, e ao mesmo tempo reivindicar a fixação de seus nacionais em outro país, dos quais fugiram por diversos motivos. À época, nos anos de 1946 a 1948 o “problema dos refugiados”[7][7], quando noticiado no jornal, dizia respeito aos judeus. No dia 27 de setembro de 1947, sob o intertítulo “problema dos refugiados segue o texto: “O delegado britânico aprovou em particular a recomendação sobre o acordo internacional para resolver o problema dos judeus europeus desabrigados, dizendo que o problema “’é de extrema importância’”. Grande parte destes refugiados, somados aos fugitivos de países árabes foram assimilados à sociedade israelense, não dando ensejo à criação do grave problema social de presença de refugiados em Israel. Quanto aos danos causadas pela perda patrimonial aos palestinos, eles têm tanto direito à devida indenização quanto refugiados os judeus que se asilaram em Israel e outros países no período da criação do Estado judeu.
CONCLUSÃO
Entre outras realidades, ao entrarmos em contato com o termo “Plano Russo-Americano”, designando a proposta de divisão da Palestina entre judeus e árabes-palestinos, ao descobrir que a palavra “refugiados” era usada para se referir principalmente aos judeus e não aos árabes, em 1947 e 1948, percebemos o quanto a história da Palestina é marcada por fatos que, uma vez esquecidos, podem dificultar a compreensão atual dos conflitos existentes na região. O que os jornais atuais, do início do século XXI, noticiam parecem em nada se relacionar com os fatos publicados em nossos dias.. Essa lacuna não prejudica o entendimento da notícia e a fidelidade destes aos fatos que a gerou? Existem razões do fazer jornalístico – o tempo de apuração, a impossibilidade de manter um correspondente na região, a falta de espaço nas páginas do jornal, ou de minutos no noticiário televisivo, mas o esquecimento do que foi publicado pelo próprio jornal, é o esquecimento do passado, é o esquecimento de si próprio, impedindo a compreensão do presente. É imperativa a necessidade de valorizar o arquivo do jornal, no sentido dos jornalista poderem informar com clareza, e fidelidade o que ele próprio veiculou aos seus leitores Sem o devido passado, o conteúdo do jornal de nossos dias fica pairando no ar, sem nenhum sedimento fidedigno, ao saber das influências ideológicas, cujo sectarismo visa, antes e acima de tudo, se desfazer do passado concreto, fático, criando orwellinamente outra história,. ficando a informação sujeita a toda a sorte de manipulação. Entender que nações árabes se apossaram de parte da terra que seria destinada à criação do estado árabe-palestino, e que Israel ocupou esses territórios 19 anos depois – após ser invadido pela Síria, o Líbano e o Egito – é fundamental para que o conflito não seja considerado de modo maniqueísta de uma luta do bem contra o mal – Israel poderoso e mal, a roubar as terras dos palestinos, frágeis e bondosos – tal como o problema é mostrado em muitas ocasiões. Uma das questões mais recorrentes nos últimos 58 anos na área internacional é a chamada “Questão Palestina”. Algumas toneladas de papel e tinta foram gastos pela mídia, tornando abundante o material oferecido ao público. O que impressiona em boa parte desse acervo, é o contraste entre os fatos históricos noticiados em edições do passado e as atuais, mesmo num mesmo veículo, o jornal Estado de Minas. É urgente que tais contradições deixem de existir, a fim de que a cobertura jornalística do conflito privilegie o contexto histórico e político da região, beneficiando os leitores. A leitura do arquivo do jornal Estado de Minas e de outras publicações que noticiavam o problema da partilha é uma forma a mais de entender os conflitos da região – especialmente se forem comparadas às leituras dos jornais atuais e a dos jornais de 1947 e 1948 – e o hábito de recorrer a esse arquivo deve ser estimulado não apenas entre os jornalistas, mas, inclusive, entre o público interessado em assuntos relativos ao Oriente Médio.
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Raul Gottlieb
em 4 de fevereiro de 2007
A respeito do artigo postado por Barbra, deve-se notar que os cristãos do Oriente Médio, que estão sendo dizimados em todo o mundo islâmico, do Líbano (onde já foram 55% da população e hoje são menos que 30) ao Egito, passando pelos territórios Palestinos, ocupam a região antes da invasão árabe islâmica do século 8. Durante séculos eles resistiram à assimilação imposta pelos árabes ao fio da espada.
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De Olho Na Mídia
em 4 de fevereiro de 2007
http://www.deolhonamidia.org.br/Comentarios/mostraComentario.asp?tID=307
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tereza
em 4 de fevereiro de 2007
Eu cresci sem conhecer nenhum de meus parentes pois eles haviam sido assassinados na guerra. Minha familia se resumia nos meus pais e meus dois irmãos. Quando terminou a guerra, e minha mãe procurou por sua familia, soube que eles, que viviam todos juntos em uma espécie de fazenda, foram todos encostados em uma parede e todos ao mesmo tempo assassinados a tiros. Eram mais ou menos 40 adultos, pos minha mãe tinha 10 irmãos, e umas 50 crianças. Depois que ficou sabendo do ocorrido, nunca mais vi minha mãe sorrir enquanto viveu.
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Gilson Gondim
em 4 de fevereiro de 2007
A Vera e Barbra,
Muito obrigado por tantos e tão longos comentários.
A enquete comentada é um sucesso retumbante!
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Aron Diament
em 4 de fevereiro de 2007
É evidente que o estado de Israel foi fundado com Justiça, após o Holocausto perpretado pelos naziastas!
A negação deste fato foi considerada crime ple ONU e pelo Brasil também!
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Israel Wolf
em 4 de fevereiro de 2007
Realmente, fazer sucesso jogando merda no ventilador é próprio dos medíocres, frustrados e irresponsáveis. O lado bom desse sucesso é que se evidencia a verdade, com tantos e tão bem fundamentados comentários em contrário da mentalidade rasa do dono deste espaço.
Se Gilson Gondim se sente feliz fazendo sucesso do mesmo modo que Ronaldo Esper (aquele estilista ladrão de cemitérios), Daniela Cicarelli (a modelo que fornica na praia) ou como aqueles garotos do tempo de escola que mostravam a bunda pela janela do carro, parabéns! Sugiro um passeio na orla de João Pessoa com uma melancia pendurada no pescoço.
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Gilson Gondim
em 4 de fevereiro de 2007
O Sr. Raul Gottlieb ou é burro ou é desonesto.
O percentual de cristãos tem diminuído na população libanesa porque a taxa de natalidade entre os muçulmanos é muito mais alta.
Tem havido também alguma emigração voluntária de cristãos, apesar de eles fazerem parte do sistema de poder no Líbano, dividido entre etnias e confissões religiosas.
Massacre de cristãos não tem havido, a não ser na cabeça retorcida de Herr Gottlieb.
Quem é massacrado no Líbano são os muçulmanos. Por israel.
Ou já se esqueceu, Herr Gottlieb?
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Leonardo
em 4 de fevereiro de 2007
Israel mata, Israel tortura, Israel rouba terras, Israel massacra, assassina em massa…
E Israel é inocente? Fala sério, pessoal!
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Gilka
em 4 de fevereiro de 2007
Os judeus chamam a Cisjordânia de “Judéia e Samaria”. O que eles queriam mesmo era expulsar ou exterminar os palestinos para anexar a “Judéia e Samaria”.
Só que o escânadalo seria grande demais. Aí ficam roubando terra aos poucos, com seus famigerados “assentamentos”.
Israel é a escória moral da humanidade.
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Jimena
em 4 de fevereiro de 2007
Essa história de Estado judeu é tão racista quanto era aquela história de Estado ariano.
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Hilton
em 4 de fevereiro de 2007
Esta enquete está permitindo a muita gente conhecer a história. Alguns aproveitam o conhecimento, evoluem. Outros se fecham, negam a verdade, apenas odeiam. tem gente que acha que para ser o primeiro, tem que exterminar todos que imagina estar a sua frente ou que tenha potencial para passar a sua frente. Não é preciso s uma reflexão profunda para concluirmos que o mundo não precisa de corjas humanas e sim de quem oferece soluções e descobertas para a humanidade. Analisando algumas opiniões, é possível detectar que há pessoas que só são negativas, não frão falta nenhuma para a humanidade. Quem são? Isto eu deixo para cada um concluir por conta própria. Por mais insignificante que uma pessoa seja, ela consegue perceber que é insignicante.
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Mauricio
em 4 de fevereiro de 2007
Racista é este site, que condena Israel, um país desenvolvido, cheio de vida e que é duramente atacado por diversos inimigos árabes.
Os árabes não se entendem nem entre si (vide guerras entre Irã X Iraque, Hamas X Fatah e tantas outras).
Terroristas são os estados árabes.
Israel é a ÚNICA democracia no Oriente Médio, que inclusive permite deputados palestinos eleitos no parlamento. Que outro país permitiria isso?
O problema é que o povo árabe não sabe ser civilizado, causando guerras e atentados. Israel nada mais faz do que se defender desses terroristas.
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GITIA HIRCHRON
em 4 de fevereiro de 2007
NÀO ACEITAR O ESTADO DE ISRAEL SIMBOLIZA BEM A MALDADE HUMANA
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Sergio
em 4 de fevereiro de 2007
Este senhor é um paraíba inculto e porra louco.
Não conhece de nada e não passa de um fajuto querendo aparecer.
Parem de dar importância a este cara que frauda até a titulação pois o inglês dele não passa de paraibês!
Vá a merda gondim, neto de Hitler com uma avó piranha!
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vera
em 4 de fevereiro de 2007
O dia 29 de Novembro de 1947
e a criação do moderno Estado de Israel
Edda M. Bergmann, vice-presidente internacional da B´nai B´rith
O dia 29 de novembro é uma data especial para os judeus. Nela se deu a Partilha entre um estado judaico e um estado palestino no seio do Oriente Médio, onde acabavam de ser criados os atuais estados árabes, antes sob os protetorados ingleses e franceses, que haviam substituído o Império Otomano, que após 400 anos fora vencido na I Guerra Mundial, em 1918, com o Tratado de Versalhes.
A década de 40 trouxe importantes mudanças na geopolítica da região. O Iraque havia sido criado há pouco tempo, a Pérsia se tornara em grande parte árabe. Em 1943, nasceu o Líbano, se tornando independente do protetorado francês, e, em 1945, a Jordânia passou a ser uma dinastia hachemita livre do protetorado inglês. Em 1946, portanto apenas um ano antes de Israel, a Síria passou a ser um estado independente.
Sob a batuta do chanceler brasileiro Oswaldo Aranha, em 29 de novembro de 1947 foi estabelecido um Estado judaico e um árabe na antiga Palestina, pondo fim ao Mandato Britânico. O Estado judaico foi invadido por seis países árabes na Guerra da Independência em 1948. O Estado Palestino foi digerido por estes mesmos países que não o reconheceram e pediram a população palestina para fugir, para deixar o caminho livre para engolir o recém criado Estado de Israel.
Esta mesma população era composta também por 600 mil judeus, muitos de famílias que moravam na região a séculos e não havia liberdade para a imigração judaica, no Mandato Britânico. Já a população árabe aumentou em milhares por muitos que vieram dos países vizinhos atraídos pela oferta de emprego e pela criação de uma infra-estrutura sanitária em terras antes inóspitas. Não obstante os judeus eram maioria nas áreas que lhes foram destinadas e em Jerusalém. Ironicamente, no mesmo ano de 1947, os membros árabes das Nações Unidas apoiaram a partilha do subcontinente indiano, e a criação de um Estado, o Paquistão, predominantemente muçulmano.
Lembro muito bem de tudo isso, pois na ocasião meu pai era assessor do Chanceler Oswaldo Aranha e diretor dos Diários Associados, de onde acompanhei as notícias em primeira mão. Trata-se realmente de uma data histórica da maior importância, pois deixa clara a legitimidade do moderno Estado de Israel e que os países árabes agora soberanos varreram o Estado Palestino do mapa. Data a ser lembrada e cultuada como uma decisão mundial que não tolera e não vai tolerar ameaças de quem quer que seja, especialmente do Irã de hoje que não está acostumado a medir o seu palavreado, nem a respeitar decisões internacionais.
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vera
em 4 de fevereiro de 2007
E tudo continua como sempre, Israel é culpado. Assim era antes- na Segunda Guerra, assim como nos pogroms, judeus sempre eram culpados – o bode expiatório pelas mazelas dos países, onde o ódio aos judeus sempre servia de molho bem temperado para fazer engolir e digerir as políticas dos ditadores.
Para apaziguar o Iraque e dar uma saída honrosa para os Estados Unidos, é preciso resolver o conflito dos palestinos contra Israel, como se uma coisa tivesse a ver com a outra. Israel que ceda a Margem Ocidental e Jerusalém e o Golã. Mas como os países árabes, com governos ditatoriais, precisam de alguém para odiar, americanos que odeiem Israel em conjunto – quem sabe assim se resolve o problema americano no Iraque. Que Israel ceda toda a Margem Ocidental e Jerusalém aos palestinos e as colinas do Golã para a Síria, e haverá paz. É o que consta do Relatório Backer.
Por acaso houve paz quando a Síria detinha o Golã? Mais ainda, o Golã não pertencia à Síria. A Síria tomou o Golã na guerra que fez ao recém criado Estado de Israel, em 1948. E aí vale a conquista? Israel, ao libertar o Golã na guerra que a mesma Síria, novamente, fez em 1967, passa a não valer. É o absurdo dos absurdos. O mesmo quanto à Margem Ocidental. A então Transjordânia capturou a Margem Ocidental na guerra que fez ao recém criado Estado de Israel, também em 1948, juntamente com a Síria e mais três países árabes. Foi devido a esse território, que antes não pertencia à Transjordânia, que esse Reino passou a se chamar de Jordânia, pois já não ficava mais só do lado esquerdo do Rio Jordão. O nome Margem Ocidental decorreu de ser a Margem Ocidental do Reino Hachemita da Jordânia.
A OLP – Organização para a Libertação da Palestina, surgiu como uma federação de grupos que lutavam contra Israel, criada em 1964, quando não havia os hoje chamados territórios ocupados. A Palestina a ser libertada era destruir Israel, nos territórios de antes de 1967. O primeiro Estatuto da OLP dizia com todas as letras não possuir qualquer reivindicação sobre Gaza, Margem Ocidental e Golã. Bem, mas continua até hoje essa determinação de destruir Israel.
O Irã convoca uma conferência para negar o Holocausto. E trabalha para a fabricação de armas nucleares, para destruir, em primeiro lugar – Israel, e provocar, vez mais, um verdadeiro Holocausto. O anterior Holocausto nazista era mentira. E a ONU aprovou, ontem, sanções contra o Irã, devido ao seu programa nuclear. Vamos ver como se impede o Irã de prosseguir com esse projeto.
Os libaneses com o Hizbollah atacam Israel com foguetes, que atingem populações civis, e ninguém diz nada. Quando Israel revida, está usando força desproporcional. A guerra virou aritmética – proporções. Quando Israel se defende, está matando libaneses – velhos, mulheres e crianças. Quando o Hizbollah mata velhos, mulheres e crianças israelenses, que se danem os israelenses. Não é só hipocrisia – é anti-semitismo mesmo. Israel se retirou do Líbano e de nada adiantou. Israel entregou Gaza e de nada adiantou. De Gaza continuam permanentemente chegando foguetes Kassam, matando israelenses. Mas, quando Israel se defende, está matando palestinos.
O ex-Presidente Jimmy Carter, em novo livro, diz que Israel pratica o apartheid, ocupando territórios palestinos. Que a situação é exatamente contrária não lhe parece correto. Que foram as longas ocupações das terras de Israel, por potências imperialistas estrangeiras, desde os romanos, até os ingleses, que fizeram a terra de Israel ser ocupada por populações estrangeiras; ainda mais, os ocupantes não permitiam os judeus expulsos retornarem. Mesmo assim, até o início do Século XX, havia maioria absoluta de judeus, segundo os censos de Jerusalém. Nunca antes houve um país palestino árabe: a Palestina era o antigo Estado Judeu.
Mas o Presidente Bush quer implantar democracia, pela força, nos países árabes – é o caso do Iraque. Mas quem disse que os países árabes muçulmanos querem democracia? Um arremedo de democracia elegeu o Hamas na Autoridade Palestina. Dizem que o Hamas é radical e que Mahmoud Abbas, o terrorista Abu Mazen da OLP, é um moderado. Mas de moderados assim estamos cheios, porque, se Abbas quisesse, a paz com Israel já teria ocorrido. Os radicais do Hamas dizem para o que vieram, mas Abu Mazem também busca destruir Israel, porém aos poucos, e não de uma só vez. Por isso, talvez, seja moderado – a destruição de Israel seria moderada. Aliás, a tese de doutorado de Abu Mazen, em Universidade Soviética, foi sobre – a negação do Holocausto. E o Primeiro Ministro de Israel, Olmert, encontrou-se ontem com Abbas, cumprindo o papel preparado pelos seus mentores – Bush e Blair.
Não há perspectiva de paz. Só com a força de defesa Israel sobrevive. Lamentável, mas realidade.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Escola de Jerusalém une judeus e árabes
Sascha Zastiral
Uma escola de Jerusalém tem como objetivo revolucionar, de forma discreta, o país. Crianças árabes e judias sentam-se nas mesmas salas de aula e recebem aulas de professores de ambas as comunidades. A mais importante lição aprendida é sentir empatia com os colegas.
Todas as manhãs os pais levam os seus filhos à escola, passando pelo vigiado portão da Escola Yad Be Yad ( “mãos dadas”, em hebraico) em Jerusalém. Doze crianças, incluindo duas meninas, jogam futebol no pátio. Um garoto com um rabo de cavalo marrom grita em hebraico: “Aqui, passe a bola para mim!”. Ele recebe a bola, dribla um menino do outro time, chuta e grita em árabe: “Gol!”.
Algumas crianças já estão sentadas nas mesas hexagonais em uma sala de aula no porão da escola. Uma mulher usando um véu muçulmano acena, despedindo-se do filho. Os alunos brincalhões sentam-se no fundo da sala.
A escola, no bairro Katamon, em Jerusalém, é um lugar altamente incomum. Isso porque ela atende a alunos árabes e judeus, e as aulas são ministradas em hebraico e árabe. Em qualquer outro lugar do mundo, tal projeto não chamaria muita atenção. Mas em uma região saturada de ódio, guerra e violência, essa iniciativa beira o revolucionário.
Os 375 alunos vêm de Jerusalém oriental e ocidental, e alguns são até mesmo da Cisjordânia. Os mais novos estão no jardim de infância, e os mais velhos na oitava série. O currículo do primeiro ano inclui leitura, redação e o aprendizado dos dias sagrados do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Mas o projeto espiritual subjacente na escola “mãos dadas” é fazer com que os estudantes aprendam a sentir empatia com os colegas.
Jaffa Shira Grossberg, 37, professora da primeira série, saúda os alunos em hebraico. Balsan Asallah, 22, uma árabe do norte de Israel, é a segunda professora na sala de aula. Ela traduz tudo o que Grossberg diz. Tão logo as crianças adquirem um conhecimento razoável de ambas as línguas, as duas professoras se revezam na tarefa de dar aulas. Asallah, uma jovem palestina, parece nervosa. Esse é o seu primeiro emprego como professora e a sua primeira aula.
O telefone toca no pequeno escritório de Ala Chatib. Ele e Dalia Perez, que senta-se ao seu lado, são os co-diretores da escola.
Perez?
“Sim, o meu irmão é o ministro da Defesa, Amir Perez”, confirma ela. Por um momento a sala fica silenciosa. Ela dirige uma escola árabe-judaica e o seu irmão comanda a campanha militar contra o Hezbollah. Como é que essas duas circunstâncias distintas se encaixam?
“A situação do Líbano era algo a respeito do qual o governo tinha que fazer alguma coisa naquele momento”, diz ela. “Mas eu não creio que essa seja a maneira correta de trazer a paz para a região”. Ela diz que o seu irmão apóia entusiasticamente a escola, e que ele também acredita no diálogo.
“Existe mais de uma verdade”
“As crianças desta escola têm uma forma diferente de pensar sobre o conflito”, diz Chatib. “Existe mais de uma verdade. E é isso que elas aprendem aqui, umas com as outras”. Cada turma tem duas professoras, uma judia e uma árabe. “Se duas professoras de culturas diferentes são capazes de se entender, elas podem servir de modelo para as crianças”, opina Perez.
O telefone toca. Os dois diretores têm que retomar o seu trabalho de saudar as crianças, dar apertos de mão e afastar os temores dos pais.
Mohammed Ayyad é o pai de um dos garotos. Ele parece uma versão árabe de Tom Selleck, e o seu discurso é pontilhado de expressões inglesas como “buddy”, “damn” e “fuck”. Uma pequena bandeira dos Estados Unidos está atada ao espelho retrovisor do seu carro. “Morei nos Estados Unidos durante dez anos. Voltei para cá em 1992. Isto aqui é a Palestina, e esta é a minha casa buddy!”.
Ayyad mora em uma casa em Abu Dis com os seus dois irmãos e suas famílias. A muralha de concreto de oito metros de altura que Israel erigiu entre o Estado judeu e os palestinos fica a apenas 50 metros da sua casa. “O muro é muito feio”, critica Ayyad. “E ele parte o meu coração. Quando foi que um muro resolveu problemas?”. O seu filho Abud, 11, está na sexta série. “Ele é fluente em hebraico. Quando Abud fala em hebraico, ninguém é capaz de saber que ele é árabe”. Mas, a seguir, falando de uma maneira incomumente suave, ele acrescenta: “Ele não tem futuro aqui”.
A rua de Ayyad é repleta de buracos e cheia de lixo. Homens e adolescentes sentam-se nos bancos em frente às lojas, enquanto mulheres de véus atravessam a rua. Os véus se multiplicaram depois que o Hamas se tornou o partido que governa a Autoridade Palestina. Os pôsteres rasgados da campanha eleitoral do grupo ainda podem ser vistos nos muros das casas.
O povo desta aldeia alerta constantemente Ajjad para o perigo de a escola transformar o seu filho em um pequeno judeu. Ayyad quer que Abud se torne advogado, de forma que possa defender os direitos dos outros palestinos. “Um dia, quando ele tiver crescido e houver paz, Abus poderá trabalhar como especialista jurídico para companhias dos dois lados e ganhar muito dinheiro”. Segundo Ayyad, não existe mais nenhuma barreira psicológica entre Abud e os seus amigos judeus. “Isso é uma obra da escola”, acrescenta Ayyad.
Embora as crianças freqüentem a mesma escola, as suas casas se situam em universos totalmente diferentes, sob o ponto de vista político. Bettina e Israel Steiner moram com os seus dois filhos em uma das melhores áreas de Jerusalém, o bairro de Ir Ganim. Ori, 10, se prepara para começar a quarta série, e Gaja, 5, está no jardim de infância. Bettina Steiner, 44, senta-se no seu pequeno jardim, que é rodeado por um muro de pedra alto. Ela veio para Jerusalém em 1989. À época, ela era estudante de medicina nas cidades alemãs ocidentais de Bonn e Aachen, e veio para Israel para fazer um estágio de um ano. Mas, depois disso, Steiner recebeu uma bolsa e, segundo as suas palavras, “nunca mais voltou”. Hoje ela trabalha como neurologista no Hospital Shaare Zedek, em Jerusalém.
Pais árabes e judeus mantêm contato pela primeira vez
“No início ficávamos nos perguntando como é que o ensino das crianças em hebraico e árabe poderia dar certo”, diz ela. “Mas gostamos da idéia que estava por trás disso, do conceito de intercâmbio cultural”. Um dos motivos pelos quais Steiner acha o conceito da escola tão atraente é o fato de ela manter tão pouco contato com árabes na vida diária, embora isso tenha mudado desde que os seus filhos passaram a frequentar a Escola Yad Be Yad. “Eles também trabalham muito com os pais. Por exemplo, nós fomos juntos à praia e fizemos uma caminhada no interior”. O seu filho, Ori, certa vez até visitou um amigo de escola na Cisjordânia. “Foi um pouco complicado”, lembra Steiner. Como dirigir na Cisjordânia pode ser perigoso para um israelense, ela se encontrou com os pais do amigo de Ori em um posto militar de fronteira.
“O único problema com o qual eles se depararam até o momento foi o de comemorar o dia da independência”, conta Steiner. Esse é um dia de comemoração para os israelenses, mas os palestinos chamam-no de “Nabka”, que quer dizer “Dia da Catástrofe”, porque a data lhes lembra a perda de suas terras. “No final, concordamos em realizar duas cerimônias separadas que terminam com um evento comum”.
O seu marido, Israel, 54, caminha pelo jardim. Ele é bem mais baixo que a mulher, e usa uma camiseta e um calção. Os seus cabelos grisalhos despenteados estão molhados, e ele leva uma toalha jogada sobre o ombro.
Ele fala sobre os judeus ortodoxos que protestaram contra a escola ao saberem que a Yad Be Yad planejava construir uma nova unidade para abrigar mais de 800 crianças. O sítio da construção fica na fronteira do bairro de Katamon, local onde vivem imigrantes judeus pobres que vieram de países árabes em 1948. Katamon faz divisa com Bei Safafa, um distrito árabe. O estádio usado pelos clubes de futebol de Jerusalém, o Beitar e o Hapoel, podem ser vistos do local.
Ehud Olmert, ex-prefeito de Jerusalém e atual primeiro-ministro israelense, doou a propriedade à escola. A construção do prédio grande, de dois andares, deverá ser concluída no início de 2008, mas até o momento só as fundações estão prontas.
A maioria dos moradores do bairro vê a nova escola com bons olhos, embora alguns poucos procurem incitar a oposição ao projeto. Estes encontraram aliados nos judeus ultra-ortodoxos da cidade.
“Nada de escolas mistas”
“Está escrito na bíblia que não deverá haver escolas mistas”, afirma Yitzhak Batzri. Ele fala em nome do seu pai, o rabino David Batzri, diretor de uma yeshina, que são escolas religiosas altamente respeitadas. David Batzri é conhecido pela sua postura fanática. No ano passado ele anunciou que o furacão Katrina, que devastou Nova Orleans, foi uma punição de Deus devido ao apoio dos norte-americanos à retirada israelense da Faixa de Gaza. Os Batzri têm criticado a escola e os árabes-israelenses de forma tão virulenta que acabaram sendo acusados criminalmente por fazerem declarações racistas.
Será que a bíblia realmente diz que os judeus e o gentio não podem freqüentar a mesma escola? “Não”, diz Batzri. “Mas as crianças judaicas poderiam se converter ao islamismo na escola, e acabaríamos tendo casamentos mistos”. E se a escolas só ensinasse os alunos a respeito das culturas mútuas e aceitasse apenas garotos? “Isso também seria um problema”, afirma ele. “O islamismo e o judaísmo são incompatíveis”.
“A escola é polêmica porque ela está fazendo algo que ninguém mais faz em Israel”, diz Amin Chalaf. Ele e o norte-americano Lee Gordon são os criadores do conceito de uma escola bilingüe. “Quando demos início ao projeto, oito anos atrás, as pessoas nos diziam com freqüência: Como é que você pode fazer uma coisa dessas? Isso nunca vai funcionar”, conta ele. “Os mais de um milhão de árabes de Israel levam vidas completamente separadas daquelas dos judeus. Queríamos achar uma maneira de aproximar as duas comunidades. No início, acharam que fôssemos loucos”.
Além do projeto modelo em Jerusalém, existem duas outras escolas “mãos dadas” em Israel – uma em Misgav, no norte do país, e uma segunda que foi inaugurada dois anos atrás em Kfar Kara, uma cidade árabe próxima à fronteira com a Cisjordânia.
Chalaf ri. “Atualmente existem mais de 800 crianças nas três escolas”, diz ele. “Neste ano tivemos que recusar a matrícula de 60 crianças em Jerusalém porque não tínhamos espaço suficiente”.
O dia escolar já está em andamento. A primeira aula da turma da primeira série já terminou. Jaffa Shira Grossberg e a outra professora, Balsan Asallah, analisam desenhos coloridos cobertos de cartas em hebraico e em árabe. Grossberg está satisfeita com a maneira como o dia teve início. A pequena revolução continua.
Tradução: Danilo Fonseca
Visite o site do Der Spiegel
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal
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LÉO
em 4 de fevereiro de 2007
Gilson Gondim , me permita não chamá-lo nem de caro nem de SR., pois no momento acredito estar falando com uma besta , você é tão estúpido que parece não perceber que quando o comentário é feito por um judeu, você coloca o nome e o sobrenome da pessoa e quando tratasse de um comentário provavelmente inventado por sua cabecinha ou dito por outra besta igual a você, vem só o PRÉ NOME (Leonardo.Gilka.Jimena E MUITOS OUTROS)
NESTE MUNDO EXISTEM PESSOAS QUE LUTAM PARA ACABAR COM AS DIFERENÇAS E DESIGUALDADES E EXISTEM OUTRAS IGUAIS A VOCÊ ,QUE PARA SE PROMOVEREM ATACAM UM POVO INTEIRO SEM NEM AO MENOS TER CONHECIMENTO DA HISTÓRIA DO MUNDO.
ACREDITO QUE PIOR DO QUE AS GUERRAS E ATÉ O HOLOCAUSTO É SER PAI, MÃE OU FILHO DE UMA BESTA TRAVESTIDA DE REPORTER QUE GASTA O TEMPO DE MILHARES DE PESSOAS LENDO AS PORCARIAS QUE VOCÊ ESCREVE .EM TEMPO, É FANTASTICO COMO UMA PESSOA QUE SE INTITULA JORNALISTA, CHAMA UM LEITOR DE BURRO OU DESONESTO SOMENTE PORQUE A SUA OPINIAO É CONTRÁRIA AO QUE O MESMO GOSTARIA DE OUVIR. QUE DEUS TENHA PENA DE TEUS FAMILIARES, POIS VOCÊ DEVE SER A BESTA QUE A HUMANODADE AINDA ACREDITA QUE VIRÁ.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Washington – O relatório do governo americano sobre produção e tráfico de drogas diz que o Brasil tem que aumentar o controle sobre o “financiamento do terrorismo” na Tríplice Fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai.
A subsecretária de Estado para a divisão internacional de narcóticos e fiscalização, Anne Patterson, disse que o governo americano tem “informações consideráveis” sobre o financiamento de atividades terroristas na região.
“Aquela região é uma área sem governo há muitas gerações, um centro de contrabando e agora está sendo usada para facilitar financiamento ao terrorismo”, afirmou ela na entrevista coletiva para anunciar o relatório, elaborado anualmente pelo governo americano.
Apesar de o governo brasileiro negar a existência de terrorismo na fronteira, Patterson disse que os Estados Unidos têm informações “muito boas” para afirmar que a região é um foco de financiamento ao terrorismo. “Não posso entrar em detalhes, mas temos confiança nas nossas informações”, afirmou.
O relatório elogia os esforços do governo brasileiro no combate ao tráfico de drogas no ano passado, e destaca os esforços para combater a lavagem de dinheiro. O ponto fraco, na avaliação do governo americano, é a ausência de uma legislação criminalizando o financiamento do terrorismo. “O governo brasileiro deveria criminalizar o financiamento ao terrorismo como um crime autônomo”, diz o relatório.
O documento também diz que o Brasil deveria estabelecer controle das transferências de recursos nas áreas de fronteira, principalmente na Tríplice Fronteira.
O diretor do Programa das Américas do departamento de combate ao narcotráfico, Abelardo Arias, disse que o assunto vem sendo discutido com o governo brasileiro. “Temos uma boa cooperação com o governo brasileiro e estamos levando este assunto a eles”, afirmou. “São três fronteiras, então não é só Brasil, mas o Brasil é parte do problema.”
O Brasil também é classificado como um “grande fornecedor de produtos químicos”´ para o refino de coca na região andina. No geral, a avaliação dos americanos é que houve “um avanço significativo na campanha para reduzir a entrada de cocaína e heroína nos Estados Unidos” no ano passado, graças um forte esforço internacional.
O relatório mostra que, na Colômbia, a produção de cocaína se manteve inalterada, apesar da redução da área plantada de folha, graças aos programas de erradicação patrocinados pelo governo americano. A subsecretária Patterson considerou o resultado do Plano Colômbia “um sucesso maior do que o previsto” para a Colômbia.
Os Estados Unidos também estão preocupados com a Venezuela. Como o Brasil, o país não é um grande produtor de drogas, mas é um ponto de passagem da droga produzida na Colômbia, Peru e Bolívia. Patterson disse que o governo americano está preocupado com a falta de vigilância na fronteira da Colômbia com a Venezuela. “Não queremos que a Venezuela se converta num buraco na estratégia” de combate à droga na região.
Na Bolívia, a área cultivada de coca voltou a aumentar pelo quarto ano consecutivo. O relatório alerta para o aumento da influência política dos plantadores de coca no país, com a eleição do presidente Evo Morales (ex-presidente do sindicato dos cocaleiros).
Mas o governo americano age com cautela quando questionado sobre a relação entre os dois países com o novo governo. “A nossa relação com o governo de Evo Morales vai depender da postura que ele adotar em várias áreas, incluindo o combate às drogas”, afirma Patterson.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
O filósofo Bernard-Henri Lévy observou que «o antiamericanismo não
depende dos americanos assim como o anti-semitismo não depende dos
judeus (…) trata-se de um conjunto de preconceitos e intolerância».
O paralelo com o ódio antijudaico está no fato de que «o
antiamericanismo é hoje um magneto que em todo o mundo atrai os
piores extremistas, os fanatismos mais perigosos; procurem os
antiamericanos, e encontrarão dos nostálgicos do nazismo aos
nacionalistas mais ferozes e até kamikazes islâmicos». Lévy vê um fio
condutor entre todos aqueles que repudiam a América: «Aquilo que os
une é o desprezo pela liberdade, pela democracia, pelos direitos dos
negros, dos imigrantes e das mulheres [Lévy esqueceu-se dos direitos
dos homossexuais], por verem nesses princípios uma ameaça direta à
ideologia extremista, racista, deles ». Outra coisa são as
críticas «ao Patriot Act, à pena de morte e a Guantanamo»
porque «nestes casos trata-se de objeções políticas, não de ódio à
liberdade que a América representa». Bernard-Henri Lévy define-
se «não como filoamericano e sim como anti-antiamericano» porque a
aversão aos EUA é «uma degeneração, fruto de generalizações,
intolerância pelo próximo e falta de consciência», o que faz do
antiamericanismo um parente muito próximo do anti-semitismo. Lévy
traça um paralelo: «Aquilo que aproxima os americanos comuns é a
associação voluntária em torno de um credo comum, assim como ocorre
aos judeus, enquanto na Europa o que distingue a população de uma
simples nação é o sangue, a terra, a religião (…) Israel é um
Estado nascido num pedaço de terra de pessoas diversas unidas por um
único credo e os EUA nasceram de uma maneira muito semelhante, com os
Pais Peregrinos que embarcaram com o objetivo de construir o Verus
Israel, uma pátria de liberdade e igualdade… Em seu espírito
maléfico, aqueles que queimam juntas as bandeiras de Israel e dos EUA
chegam a individuar a existência dos valores realmente comuns entre
os dois povos e isso confirma que às vezes até Lúcifer consegue ser
inteligente… Foram precisas muitas décadas (para que mundo
entendesse que) o anti-sionismo é uma forma de anti-semitismo, será
preciso mais tempo ainda para compreender a verdadeira natureza do
antiamericanismo».
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barbra
em 5 de fevereiro de 2007
Gilson Gondim, o articulista que foi demitido de um jornal do estado da Paraíba por conclamar o extermínio de judeus, continua ativo. Agora abrigado nas páginas do jornal O Norte, de propriedade dos Diários Associados, Gondim continua a despejar desinformação para alimentar sua obsessão nazista.
Além da coluna semanal no diário, ele mantém um blog (www.multiplosuniversos.com.br) onde reproduz seus textos sórdidos e repletos de mentiras. Lá, Gondim responde aos críticos com a sua habitual saraivada de calúnias, difamando pessoalmente todos aqueles que cometem o “crime” de discordar do pretensioso racista.
O ódio anti-judaico de Gilson Gondim atinge o paroxismo. É tanto e tamanho que precisa mesmo de espaço pago, como ocorreu em 6 de setembro de 2006, quando Gondim comprou uma página do Correio da Paraíba para, como de hábito, mentir e enganar (Ver aqui).
Além de mentiroso, Gilson Gondim é um covarde. Quando os comentaristas evidenciam suas contradições e sua falta de conhecimento, Gilson Gondim simplesmente retira de sua página os comentários que lhe desagradam. Até aí seria um direito do proprietário do blog. Mas a covardia fica provada quando se vêem textos onde ele louva a sua própria “tolerância e democracia”, repetindo tal e qual um papagaio que “o site é democrático”. Democrático para quem, cara-pálida? Que anti-semita neste mundo poderia falar em tolerância?
Mas a maior demonstração da covardia e do grau de desonestidade de Gilson Gondim pôde ser testemunhado ontem, dia 31 de janeiro, por volta das 19 horas, quando uma enquete em seu blog foi descaradamente fraudada. A pergunta “Israel é um estado baseado na justiça ou na injustiça ?” teve o resultado invertido quando 66% dos votantes haviam clicado na opção Justiça.
Este é Gilson Gondim em sua essência: fraudador, mentiroso, desonesto, manipulador, sofista, simplório. Um indivíduo cujo grau de recalque embota até as mais básicas noções de retidão.
O que mais espanta no caso Gilson Gondim nem é a sua completa incapacidade para o ofício que exerce, mas a total irresponsabilidade de um órgão de imprensa como o jornal “O Norte” em dar abrigo a tal bandoleiro das letras. A irresponsabilidade de “O Norte” fica clara diante da impunidade dos arroubos preconceituosos de Gilson Gondim, todos devidamente tipificados na legislação de combate ao racismo e à xenofobia do Código Penal Brasileiro.
Graças aos nossos protestos, a direção do “Jornal da Paraíba” afastou Gilson Gondim de suas páginas, conscientizada da absoluta inconveniência de dar voz e espaço a um verdadeiro criminoso. Quem protege Gilson Gondim e sua insânia é Luiz Carlos de Sousa, ex-editor do JP e atualmente em O Norte. É Sousa que põe seu nome e sua reputação (a esta altura reduzida a pó de mico) em jogo quando se trata de ser cúmplice das bandalheiras de Gondim.
O De Olho Na Mídia, ciente de seu papel de observatório das manifestações difamatórias contra minorias étnicas, religiosas e culturais, cumpre com a sua obrigação de denunciar e pedir providências contra a permanência de tal aberração nas páginas de um diário local.
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Elisandro Martins
em 5 de fevereiro de 2007
Gostei do comentário do Leo,
Complemento ao comentário do LÉO…Notei que após os comentários agressivos que se seguem aos do Godim são escritos em sequência, sempre nos próximos minutos, e por pessoas sem sobrenome….Também é esquisito o fato de somente haver publicação do percentual da votação e não do número de votos acumulados….Achei que tamanha agressividade se tratava de caso de esquizofrenia ou neurose. Agora acho que é um caso de Psicose com orientação auto-psíquica…..dupla-personalidade….
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Leandro Bacal
em 5 de fevereiro de 2007
Todos que estão falando sobre estado agressivo… Não sabem o que dizem…
Israel somente estava se defendendo, e de forma extremamente humilde, pois se utilizasse total força não sobraria estado libanês para contar historia…
Israel somente se defende…
E quanto à violência, o que me dizem de homem bomba que entra em um ônibus cheio de inocentes e se explode…
A guerra só ira acabar quando os libaneses amarem mais a seus filhos do que odiarem o estado de Israel…
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eduardo
em 5 de fevereiro de 2007
Alguém sabe de que lado estavam os árabes durante a 2ª Guerra Mundial?
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Cláudio R.
em 5 de fevereiro de 2007
Está na ´´moda´´ ser antiamericano e por conseguinte contra todo e qualquer aliado dos EUA ; Esse é o caso de Israel.
Quem conhece o Estado de Israel, tendo estado lá , percebe de imediato a injustiça com que o mesmo vem sendo atacado pela mídia em geral e pela ´´esquerda´´ retrógrada ( alíás esquerda hoje em dia prima pelo retrocesso ).
A Israel cabe se defender da ameaça de aniquilamento de qualquer maneira ; não é preciso ir longe para entender que hoje em dia de dez atentados terroristas, onze são provenientes de elementos e entidades islâmicas; não somente contra Israel mas no mundo todo.
Israel é a única democracia do Oriente Médio, e com todas suas virtudes ( e defeitos ) ainda é a melhor senão a única opção de uma sociedade mais justa , democrática e progressista.
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Cléber
em 5 de fevereiro de 2007
O Estado de Israel é uma verdade e não está em questão sua existência ou não. Sua política de relacionamento com os países árabes também é bem conhecida pelas inúmeras tentativas de promover a paz e a co-existência. O que se pode questionar é: os países árabes querem a co-existência? Os países árabes, em suas DITADURAS BÁRBARAS PSEUDO-RELIGIOSAS E ANTI-HUMANAS querem a paz? Pensemos nisto antes de questionar o direito a existência de um país democrático (na verdade, o único do Oriente Médio), avançado tecnologicamente, intelectualmente e espiritualmente. Quanto ao direito à terra, pergunto: os brasileiros descendentes de italianos, alemães, japoneses, portugueses, espanhóis, holandeses, etc., tem o direito de habitar no Brasil? Se a resposta for sim, a enquete é tendenciosa, anti-semita, racista e de cunho fasci-nazista. Se a resposta for não, o que estás fazendo aqui no Brasil, Gondim?
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Gilson Gondim
em 5 de fevereiro de 2007
É muito estranho que alguém que se identifica apenas como “Léo”, ou seja, um apelido, critique os comentaristas que não se apresentam com o sobrenome.
É tão burro que não percebe a incoerência.
Imbecil!
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Rogério Aparecido Clemente
em 5 de fevereiro de 2007
Vejo pelos comentários anteriores um reflexo do efeito da mídia na mente das pessoas. Para se comentar um assunto é ideal ter em mente o conhecimento de ambos os lados de uma questão.
O lado que defende Israel é o que vem com os argumentos de que os judeus merecem aquelas terras, pois seus ancestrais viviam ali a milênios e Deus deu aquela terra a seu “povo escolhido”. Este mesmo lado acusa os palestinos de coisas que não estão relacionadas à questão, como é o caso da religião. Demonizam o islamismo, por ser religião predominante dos palestinos e seus vizinhos. Se fosse na India, a crítica religiosa seria diferente. Também denigrem a cultura dos países islâmicos, baseando-se somente nos defeitos e não nas qualidades, e também nas deformações informativas que a mídia prega. Esquecem que nós brasileiros também somos denegridos pelos gringos. O mesmo americano que acha que árabe é tudo terrorista, acha que brasileiro é tudo traficante. O filme Turistas é reflexo disso. Ontem vi um americano apelidado de Gambá, que jogou uma bandeira brasileira no chão e supostamente urinou sobre ela. E ainda vamos achar que tem sentido idolatrar EUA e condenar os árabes? Estamos no mesmo barco!
A comparação do massacre de palestinos com o massacre de indios nas Américas é mais do que ridículo. Se eu vivesse nos tempos do Brasil colônia eu obviamente não concordaria com a matança de indios. Tal prática é primitiva, bárbara, jurássica. Se isso é justificável, então o que os nazistas fizeram também o é de alguma forma. Se devemos tolerar a recriação do Israel histórico na forma desse Israel político contemporâneo, devemos também aprovar a volta do Império Romano. Sim porque Israel é uma nação do passado onde viviam judeus. Querer a volta de Israel é o mesmo que querer de volta O império romano, a monarquia no Brasil, o uso de cinto de castidade, etc…
O lado que defende os palestinos reivindica direitos. Querem que as terras roubadas dos palestinos por Israel sejam devolvidas, que o genocídio tenha um fim e que a mídia não promova a islamofobia como vem fazendo. Como foi feita uma partilha, uma divisão, estabelecendo um território para Israel e outro para a Palestina então um deve respeitar o espaço do outro. O que Israel vem fazendo é invadir seus vizinhos. Invadem terras da Cisjordânia sob acusações fabricadas. Acusam por exemplo de haver ali terroristas, sendo que esta palavra no submundo do jornalismo sionista significa rebelde, insurgente. E na desculpa de perseguir terroristas, demolem casas com gente dentro, esmagando tudo e todos que estiverem na frente. Vejam o caso de Rachel Corrie.
Portanto, nada justifica os atos de Israel. Não é justificável sequer sua existencia, quanto mais o genocídio, fruto de sua política nazi-fascista. Um país que se estabelece sobre terras roubadas, que massacra civis desarmados, esmaga, tritura e carboniza até crianças de colo não pode ter razão, não pode ser absorvido nem inocentado. Um povo que luta, sacrifica a própria vida no estilo dos kamikases, por um país livre e pela justiça, não pode ser vilipendiado.
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Mirena
em 5 de fevereiro de 2007
Pena Rogério que você é tão parcial. Nada justifica matar crianças e civis em discotecas e bares, mas para você isto está certo, claro se os que morrerem judeus, pois crianças judias não contam. Atirar foguetes nos outros escondido atrás de mulheres e crianças está correto, claro se outros forem judeus. Ponha o dedo na moleira Clemente, seja coerente para você mesmo. Assuma seu ódios gratuito aos judeus. Eu tenho pena de quem vive com o ódio dentro de si.
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tania kaufman
em 5 de fevereiro de 2007
Será que tem alguém preocupado com os massacres e genocídio que os muçulmanos estão fazendo em Darfur? Em nome de que ou de quem?
Já leram alguma coisa sobre quantos morriam em nome de deuses estranhos defendidos pelo Tribunal do Santo Ofício durante a Inqisição? O holocausto não foi só contra judeus. Lembram quantos velhos não judeus, doentes não judeus, ciganos, negros, homossexuais e qualquer outro que não fossem considerados “arianos” eram mortos simplesmente?
Já leram alguma coisa sobre como é a vida no Iraque, no Irã e algumas outras ditaduras religiosas?
Sabem quantos morrem no Rio de Janeiro, num so dia?
Vamos lá brasileiros e brasileiras!
Vamos voltar nossa atenção para nossos problemas. Vamos levantar bandeiras para diminuir as injustiças em nosso país, as mortes sem causa, a violência gratuita,a pedagogia da corrupção que nos envergonha como brasileiros.
O que voces sabem sobre o conflito Israel e Países Árabes que não tenha sido passado através de ideologias tendenciosas?
Já leram alguma coisa não tendenciosa?
É bom se manter informado!!!!!!!
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Mirena
em 5 de fevereiro de 2007
Lições de uma adolescente vítima do Terror
Betty Levy
Em 1995, quando eu tinha 6 anos, meus avós estavam me levando para uma celebração de Purim em Tel-Aviv, quando um terrorista explodiu uma bomba no Dizengoff Center. Minha avó entrou em choque, mas nós não nos ferimos. Vinte e duas pessoas morreram naquele dia. Eu nunca pensei muito sobre aquele dia até um ano atrás, no dia 12 de julho de 2005. Minha melhor amiga e eu fomos para o Netanya Mall comprar balões para a festa de aniversário de um amigo. Quando estávamos entrando no centro comercial, houve uma explosão atrás de mim no meu lado direito. Eu fiquei inconsciente e despertei várias horas depois no Hospital Laniado, para um mundo diferente. Tudo que eu distinguia era uma dor terrível e o medo. Eu estava coberta de queimaduras e ferimentos dos estilhaços e substâncias químicas da bomba. Eu tinha 16 anos.
Em um momento eu me transformei de alguém que sempre estava contente, alegre e risonha, em uma pessoa que eu não reconhecia. Devido a dor, eu não pude me achar. Eu não podia me conectar com minha família de quem eu era tão íntima. Eu não podia me manter em uma posição e ter qualquer pessoa perto de mim. Eu estava perdida. Depois de alguns meses e muitos tratamentos e procedimentos dolorosos, eu fui mantida em uma roupa de pressão. Imagine ser embrulhada em uma roupa que te aperta todo o tempo. Era muito desconfortável. E para protegê-la, eu tive que usar roupas que eram enormes. Eu me sentia horrível e muito furiosa.
Um dia, eu percebi que a pior coisa tinha acontecido – o terrorista palestino muçulmano tinha vencido. Ele tinha me destruído. Eu fiquei determinada e descobri em mim uma força que eu não sabia que possuía. Tinha de haver um caminho de volta. Eu me forcei a voltar para a escola mesmo embora eu não pudesse sentar ou me concentrar. Um dia, eu calmamente fiquei diante da classe e pedi a todos que por favor me tratassem como antes, em vez de uma vítima ambulante do terror. Eu cresci em uma lar secular, mas eu assumi um compromisso para ir a sinagoga todo Shabat. Imediatamente, seis de meus amigos decidiram se unir a mim. Durante os últimos seis meses, nós caminhamos juntos para a sinagoga todas as noites de sexta-feira. Isto nos fez muito felizes de um modo que eu não posso descrever. Todos nós também dizemos Salmos todas as noites. Isto acrescentou algo às nossas vidas e nos conectou um ao outro e a Deus de uma maneira que eu não poderia ter esperado. Eu me sinto melhor, esperançosa e mais forte. Há algo dentro de mim que eu não tinha antes do ataque.
“Eu tenho uma força que eu não sabia que
tinha e sei que eu posso realizar qualquer coisa”
Em fevereiro de 2006, uma coisa maravilhosa aconteceu pra mim. Zalman Indig, o diretor do all4israel.org, perguntou se eu queria me encontrar com um cirurgião plástico especial de Nova Iorque, Dr. Lloyd Hoffman que estava de férias em Israel com sua família. Eu tinha medo de criar expectativas. A dor de minhas cicatrizes era tão ruim que eu raramente dormia, não podia sentar e não conseguia me concentrar. O médico me examinou e disse, “eu não posso lhe prometer nada. Se eu puder lhe ajudar, eu ligo”. Logo depois disto, Zalman Indig ligou pra minha casa e falou comigo e com minha mãe. Ele perguntou se eu gostaria de vir para Nova Iorque para uma cirurgia. All4Israel pagaria todas as minhas despesas. Eu não podia acreditar nisto. Eu sentia como se um milagre tivesse acontecido só para mim.
Eu ainda estou em Nova Iorque. Eu passei por uma cirurgia e estou esperando por uma segunda. Em seis meses, eu voltarei para outras. As pessoas que eu conheci não me pediram qualquer coisa–não pediram fotos, ajuda para angariação de fundos e nem mesmo publicidade. Eles têm me mostrado o verdadeiro amor incondicional. Eu me sinto muito especial e amada por estes estranhos nos quais eu agora penso como família. Eu vou servir nas FDI. Depois, eu quero me tornar uma fisioterapeuta e trabalhar com vítimas de queimaduras. Penso que estarei apta para ajudá-los a achar uma maneira de agüentar os tratamentos dolorosos e encontrar suas forças interiores. Antes do ataque, eu estava alegre e otimista. Deve ter restado uma faísca destes sentimentos em algum lugar dentro de mim que se recusou a morrer. Eu sei agora que eu venci. Eu rio novamente e encontro alegria em minha família e amigos. Eu tenho uma força que eu não sabia que tinha e sei que eu posso realizar qualquer coisa.
Na terça-feira 12 de julho de 2005, em Netanya, cinco pessoas morreram: duas meninas da minha idade, Rachel Ben Abu e Nofar Horowitz; uma imigrante Ukraniana de nome Julia Voloshin; uma avó de 50 anos de idade de nome Anya Lifshitz; e um soldado de 21 anos de nome Moshe Maor Jan cuja esposa estava grávida. Eu conhecia a família de Moshe há muitos anos. Sua esposa Moriah deu à luz ao bebê, por isso eu penso que o terrorista Palestino também não derrotou Moshe. Eu sei algo importante. Dor é poder — quando você a usa para encontrar sua fé e sua força.
Publicado na Jewish Press
Tradução: Ivan Kelner
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Hilton
em 5 de fevereiro de 2007
Primo Levi: ” Campo de Concentração: Quem entrou, nunca mais vai conseguir sair, e quem não entrou, nunca mais vai conseguir entrar”
Filme “O Homem da Rua Garibaldi”: “Se os nazistas decidissem matar todos os cachorros da Europa, os europeus se revoltariam e não deixariam isso acontecer.”
O Ventre Fecundo: Um Depoimento
“”E vós, aprendei que é necessário ver e não olhar para o céu; é necessário agir e não falar. Esse monstro chegou quase a governar o mundo! Mas não sejamos afoitos em cantar vitória: o ventre que o gerou ainda é fecundo” – BERTOLT BRECHT
Os leitores do De Olho na Mídia não precisam, certamente, ser alertados sobre a continuada ameaça representada por ideologias extremistas e anti-semitas – neonazismo em primeiro lugar – e por movimentos pretensamente apolíticos, como o negacionismo, que buscam legitimá-las. Reconhecer o perigo, porém, não implica necessariamente conhecer suas características e suas causas específicas, nem muito menos as várias formas pelas quais ele pode se manifestar.
Eu “estive lá”: como contarei abaixo, fui do negacionismo ao extremismo, e depois de volta (ainda bem!). Mas antes de começar, cabem algumas advertências. Com este depoimento, espero contribuir, não tanto para “explicar” o fenômeno (o que é tarefa de cientistas sociais), mas sim contar “o que passou na cabeça” de uma pessoa específica enquanto seguiu esse caminho. Não afirmo que minha experiência seja representativa do que quer que seja, mas apenas uma ilustração de uma das possibilidades. Por óbvio, refleti muito sobre a minha própria experiência, de maneira que o relato que se segue é muito mais ordenado, racional e claro do que foi a experiência em si. Assim, muitas coisas que, olhando para trás, sei que foram marcos importantes, passaram desapercebidas em seu momento.
O REVISIONISMO/NEGACIONISMO COMO PONTO DE PARTIDA
O começo da jornada foi quando, adolescente, encontrei em uma livraria uma cópia do livro Holocausto: Judeu ou Alemão?, de S. E. Castan. Como já faz tempo, não vou garantir de que me lembre com exatidão, mas creio que o que me chamou a atenção não foi o título, pois não tinha idade para compreendê-lo muito bem, mas sim o subtítulo: Nos Bastidores da Mentira do Século. Lendo-o sem base alguma, tanto pela idade imatura quanto pela ausência de conhecimento, saí evidentemente convencido da veracidade de sua tese: o Holocausto de seis milhões de judeus jamais acontecera. Sim, era verdade que o Partido Nazista era anti-semita, que existiram campos de concentração e que muita gente morreu lá, mas isso não era uma política deliberada de extermínio, e havia muitas, digamos assim, “circunstâncias atenuadoras” para a Alemanha. As testemunhas do genocídio mentiam. As confissões dos SS foram forjadas ou obtidas sob tortura. Com o interesse despertado, passei a ler grande quantidade de material sobre a II Guerra Mundial e o nazismo.
A INTERNET EXTREMISTA
Nesse ínterim, passei a ter acesso a computador e à Internet, então em seus começos aqui no Brasil. Pesquisando sobre assuntos relacionados à Segunda Guerra, encontrei montes de sites negacionistas “apolíticos”, bem como sites da rede “extremista mesmo”, em especial a norte-americana. Não fui em busca deles, eles vieram até mim: simplesmente apareciam no “google” da época ao se colocar palavras-chaves simples, como “segunda guerra” ou coisas do tipo. Aí, pela primeira vez cheguei a escritos de neonazistas “mesmo”, que li em grande quantidade. Incrivelmente, nunca cheguei a me considerar, mesmo naquele período, um neonazista; aceitaria apenas que me chamassem de “simpatizante”. (Com argumentos do tipo, “Hitler não era de todo ruim, vejam, em plena Grande Depressão ele terminou com o desemprego na Alemanha”). Deixo claro, porém, que não era por dúvidas de ordem moral, já que, pela influência negacionista, eu negava os crimes do nazismo. Não tendo o nazismo cometido crimes, não era condenável em si.
UMA REFLEXÃO
Olhando para trás, me parece fundamental o fato de eu ter tido contato primeiro com o negacionismo e depois com o neonazismo “mesmo”. Para alguns leitores, talvez pareça que a própria distinção entre os dois não deve ser feita, já que o negacionismo bem pode ser considerado uma forma de neonazismo. Concordo que em teoria sim, ele pode, mas que na prática, os dois devem ser distinguidos, e creio que essa distinção ajuda à compreensão do caminho, ou de um dos caminhos, que leva ao extremismo.
Parece-me que o negacionismo pode ser bastante sedutor, especialmente para um jovem curioso e ignorante como eu era. Primeiro, ele tem argumentos longos e detalhados mostrando que “tudo o que todo mundo acha a respeito de” Hitler e do nazismo não era bem assim. Para quem não é especialista na matéria – isto é, para a grande maioria das pessoas – esses argumentos são aparentemente convincentes . Segundo, esses argumentos estão formulados de uma forma que parece imparcial e objetiva (isso dependente, evidentemente, do autor negacionista específico em questão, mas muitos, pelo menos, buscam esse efeito). Terceiro, ele diz apelar à razão e não à emoção: “sim, muitos judeus sofreram, mas esse sofrimento não é motivo para não buscarmos o que realmente aconteceu, doa a quem doer”. Quarto, ele geralmente se apresenta como apolítico: se trataria de um movimento histórico, preocupado com o que aconteceu em 1933-1945 e não com o mundo de hoje. Buscaria a “verdade dos fatos”, não a reabilitação do nazismo. Se ele enfatiza o sofrimento dos alemães e nega o dos judeus, seria apenas porque “foi assim”.
O negacionismo me fez pensar duas coisas que, creio, muitos jovens (idiotas) gostam de pensar: que ele sabe “algo” que pouca gente mais sabe, e que ele está do lado dos fracos (alemães) contra os fortes (judeus, ou como dizia Castan e eu segui, “sionistas”). Olhando em retrospectiva parece ridículo, mas eu achei que defendia a verdade. Eu tinha uma causa que considerava nobre e justa.
Esse caráter técnico e apolítico que o negacionismo busca para si, ao mesmo tempo que lhe dá credibilidade, diminui por assim dizer as resistências imunológicas dos afetados. Em parte, o efeito é direto: se você já aceitou que o nazismo não era tão ruim assim, já que os piores crimes que lhe são atribuídos não teriam acontecido, você já está mais propenso a ouvir um argumento de que ele tinha “lados bons”, como o fim do desemprego, etc. E em parte, o efeito é indireto, e assim mais insidioso. Da forma como ele se apresenta, o negacionismo – pelo menos o que eu li nesse tempo – não inclui uma teoria explícita da conspiração judaica. Ele se preocupa com o que aconteceu em 1939-1945, e não com o que veio depois. Agora, ele precisa de alguma forma de explicar como, se os crimes do nazismo não aconteceram ou não foram bem assim, a “versão atual” apareceu e se tornou dominante. Implicitamente, a única explicação possível é uma conspiração, que envolve pelo menos alguns judeus. Aceitando essa tese, você vai dar mais atenção a argumentos que afirmam que essa conspiração continua atuando hoje, agora em busca dos objetivos x, y, z. E é isso que permite a transição do “negacionismo apolítico” para o “extremismo político”.
Pelo menos, e olhando retrospectivamente, me parece ter sido o que permitiu no meu caso. Não tenho como saber, mas não creio que eu tivesse me dado ao trabalho de ler um escrito neonazista, muito menos de levá-lo a sério e ainda menos de vir a concordar com ele, se não tivesse passado primeiro pelo negacionismo.
Um corolário dessa trajetória é que ela permite que a consciência do indivíduo continue limpa aos seus próprios olhos. Como eu disse acima, eu aceitava a conspiração judaica mas negava ser anti-semita. Como conseguia esse milagre? Ora, o ponto central seria o que realmente aconteceu em 1939-1945. Como essa verdade factual teria sido distorcida, era necessário recolocá-la em seu lugar. Nisso, não haveria nada de anti-semitismo, pois a verdade não é inimiga de ninguém. Deve-se notar que a maioria dos negacionistas espertamente não critica “os judeus”, o que arruinaria suas chances iniciais de prender a audiência. Critica “sionistas”, critica “algumas lideranças judaicas”, ou algo do estilo. Mostrar “a verdade” prejudicaria apenas esses pequenos grupos, que por suas ações prejudicam os próprios judeus. A tese da conspiração faz o mesmo, pois a conspiração judaica seria ruim para os judeus, e expô-la os ajudaria! Dessa forma, o anti-semitismo se disfarça de filo-semitismo ou de puro e abnegado “amor à verdade”, não para o mundo, mas para o próprio anti-semita. É o triunfo de Orwell, tanto factual quanto moralmente!
Finalmente, considero que existe uma atração específica da extrema direita aos “intelectuais” ou “aspirantes a tais”, como eu era. Dito em uma frase: é a facilidade com a qual alguém se torna uma autoridade. Vou exemplificar com o grupo oposto, a extrema esquerda. Se você quer ser um intelectual da extrema esquerda respeitado, prepare-se para estudar mesmo. Tem que ler Marx, Lenin, Stalin, Mao, Trotsky, Kautsky, Plekhanov, Rosa Luxemburgo, etc, etc., etc., etc., etc. De preferência, os principais em seus próprios idiomas (coisas fáceis: alemão, russo, pra não falar em chinês…). E mais: como essas figuras geralmente não enfrentam ainda hoje o nível de desaprovação moral que recebem Hitler e Mussolini, há uma quantidade infindável de trabalhos de comentaristas e mais comentaristas sobre eles. É um trabalho de anos. Na extrema direita, o quadro é o oposto. Não há sequer um cânone, como seriam as obras de Marx e Engels; tanto em termos de tamanho quanto de complexidade e mesmo de importância “prática”, Mein Kampf não serve nem de rodapé a Marx… E como a extrema direita não tem a mínima respeitabilidade, inexistem comentaristas ou qualquer tradição exegética. Portanto, qualquer um pode se sentir um “intelectual de vanguarda” sem o mínimo trabalho propriamente intelectual. O extremismo de direita é a solução perfeita para os intelectuais vagabundos.
O CAMINHO DE VOLTA
Eu gostaria muito de poder dizer que, um belo dia, acordei, olhei para o sol e tive aquele insight que me revelou que tudo aquilo era besteira, tanto errado quanto malvado. Infelizmente, não foi assim. Da mesma forma que a ida foi gradual, a volta também o foi.
Meu período revisionista-extremista durou cerca de três anos. Grosso modo, no primeiro estudei “os fatos” do nazismo e da II Guerra sob a ótica do negacionismo, no segundo mergulhei fundo no neonazismo, e no terceiro fui preparando o caminho da saída.
Evidentemente, essa leitura é teleológica, porque eu não sabia disso na época, e bem poderia ter continuado a crer em tudo aquilo. Tenho enfatizado também o desenvolvimento por que passei desde um ponto de vista intelectual, pois que entrei e saí do extremismo por motivos abstratos. (Já disseram que “é mais fácil ser anti-semita que odiar um judeu específico”. É uma grande verdade.). Nesse ponto, porém, um fator da vida real foi importantíssimo. No “terceiro ano”, comecei a trabalhar além de estudar, e o tempo de que dispunha tanto para “estudar” extremismo praticamente deixou de existir. A saída compulsória dessa atmosfera auto-confirmatória na qual eu mesmo me havia posto também ajudou. E, obviamente, eu estava amadurecendo (ao menos um pouco…).
Diferentemente do caminho da ida, que seguiu a ordem cronológica na qual o expus, o da volta não, exatamente porque foi um caminho mais fragmentado. Não tenho como contá-lo a não ser dividindo em compartimentos estanques evoluções que foram em grande medida contemporâneas.
1. Abandonando o racismo. Se o negacionismo consegue parecer ser técnico, desapaixonado, lógico e baseado num frio amor à verdade dos fatos com alguma facilidade, o racismo não. Até alguém tão dentro da barriga do monstro como eu estava o percebeu, e deixei de ser racista antes sequer de deixar de ser simpatizante do nazismo (no sentido do “lado bom” dele). A peripécia lógica não é tão difícil como parece: “OK, o nazismo tinha certos erros/desvios/equívocos etc…, como por exemplo aquelas antiquadas doutrinas raciais. Mas também tinha . . .”.
2. Revisando o negacionismo. Esse ponto me veio como um estalo, tanto que até hoje me lembro vividamente do evento: um dia, simplesmente me veio à mente que eu sabia recitar cinco ou seis refutações negacionistas standard contra o livro de Raul Hilberg, Destruction of the European Jews. Não tinha, porém, jamais visto o livro. (De fato, até hoje não o encontrei). Para quem se gabava de buscar apenas a verdade doesse a quem doesse, me pareceu uma postura sumamente dogmática. OK, eu sei, isso apenas quer dizer que eu levei dois anos para ver o óbvio, mas eu finalmente vi. Esse insight não fez com que eu imediatamente deixasse o negacionismo, mas me deixou com um pé atrás, e me inspirou a buscar ativamente respostas a ele. Em suma, me deixou mais aberto ao contraditório. E buscando-o, encontrei o caminho da saída.
3. E a conspiração? Já descrevi acima o caminho que, acredito, leva do negacionismo ao extremismo político. Um dia, revendo minha trajetória, me dei conta dela, em linhas gerais, obviamente. Mais uma vez, não fiz o lógico e não abandonei de imediato a teoria da conspiração, tão acostumado que já estava a enxergar o mundo através dela. Mas a semente estava lá, pois havia conseguido ver que o “raciocínio” que seguia era tautológico. Passei a frequentar fontes de informação que antes considerava não-confiáveis porque judaicas e portanto parte da grande conspiração, como por exemplo a Anti-Defamation League e o Simon Wiesenthal Center. Não demorei a encontrar longas fichas criminais junto a vários nomes cujos artigos eu havia lido…
4. O fim do “lado bom” do nazismo. Tendo começado a estudar o nazismo e sua época sob uma ótica negacionista desde o princípio, é evidente que estava longe de ter uma visão minimamente coerente com a realidade. Não haveria saída daí enquanto eu não tivesse alguma abertura para o contraditório. É um ponto importante, que por isso repito: Sim, um dos pontos principais da saída foi, realmente, compreender a realidade do nazismo. Não é que, antes, eu pegasse o que as pessoas em geral associam com “nazismo” e invertesse o sinal (de “mau” para “bom”). Eu tinha uma visão totalmente enviesada, e ainda por cima com “fatos” para argumentar, e desconsiderava todo contra-argumento como prova da ignorância da verdade ou da adesão à grande conspiração por parte de seu autor. O reconhecimento do caráter dogmático da minha adesão ao negacionismo permitiu que eu saísse do círculo vicioso, e daí em diante foi bastante rápido. Com isso, já estava pronto para sair da barriga do monstro, o que era dificultado apenas pelo hábito.
UM PONTO FUNDAMENTAL
Certamente não escapou à atenção do bravo leitor que me seguiu até aqui a ausência, até agora, de uma crítica moral. Parece uma coisa asséptica e inofensiva: eu acreditava em algo, comecei a ter dúvidas, e deixei de acreditar. Mais um pouco e pareceria que estou falando de astrologia ou vodu, e não de neonazismo.
Por que isso? Olhando retrospectivamente, me parece conseqüência de eu ter mantido a consciência limpa, através de uma visão totalmente enviesada, até esse momento. Em minha mente, jamais odiara judeus, nem negros, nem quem quer que seja; apenas buscara a verdade. Se havia buscado no lugar errado, agora era hora de procurar em outro lugar. Não havia me aproximado do nazismo, por exemplo, porque queria matar judeus; pelo contrário, eu defendia exatamente que o nazismo não havia feito isso .
O fato de eu ter abandonado as velhas crenças gradualmente impediu que eu visse, de forma súbita, o abismo moral em que tinha caído. Por isso demorou um pouco, até que os quatro pontos em que dividi o processo de saída, enumerados acima, estivessem sincronizados, para que finalmente me perguntasse o que é afinal a pergunta mais importante: Mas como foi que eu fui fazer isso… Mas como qualquer um chega a fazer isso…
CONCLUSÃO
Todo este texto é uma tentativa de dar uma resposta a essa questão. Não julgo ter chegado à “verdade” pois, como parte interessada no caso, estou em uma posição singularmente ruim para consegui-lo. Mas a inquietação central – “mas como. . . .?” – sempre continua. Eu posso ter piamente acreditado que não era anti-semita, mas era. Que não era racista, mas era. Que não defendia regimes abomináveis, mas defendia. Sei que isso não me isenta de culpa. Queria pedir desculpas a alguém, mas não havia quem: alguém de carne e osso. Com o tempo, tentei me perdoar e esquecer.
Este depoimento surgiu a partir de uma troca de e-mails com o editor do De Olho na Midia, que afinal me convenceu de que tornar essa história pública seria útil. Espero que ela ajude a evitar que alguém caia nas armadilhas por onde caí, e que sirva de alerta sobre a exatidão factual do famoso alerta de Brecht: o ventre ainda está fecundo. E mesmo os que não são monstros podem tornar-se tais, e, ainda por cima, acreditando que são anjos…
Por isso, aproveito o espaço que me foi concedido para fazer o que até agora não havia feito. Pedir desculpas a todos os que ofendi. Peço não só a judeus e negros, grupos a que ofendi mais diretamente. Peço perdão à humanidade. O anti-semitismo e o racismo não são apenas ofensas a judeus e negros, são ofensas contra o ser humano. Disseminando ódio e mentiras sobre uns e outros, diminuí apenas a mim mesmo. Ao invés de contribuir com o pouquinho que cada um de nós pode dar para construir o bem comum, eu tentei colocar abaixo a obra. Peço perdão.
Escrito por: Ex-Nazista Arrependido Conta Sua História. Exclusivo Para O De Olho Na Mídia
Publicado no site em: 24/01/2007
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Ari
em 5 de fevereiro de 2007
Este site mais uma vez infelizmente insiste em demonizar o estado de Israel e os Judeus, um povo e um estado que sempre buscaram a paz com seus vizinhos e sempre foram atacados por isto, estendem a mão e perdem os dedos !! Foi assim com o sul do Libano, foi assim com Gaza, foi assim desde o primeiro dia do Estado de Israel (oficialmente, já que a mais de 5.000 anos que judeus sempre viveram alí) onde foi covardemente atacado por TODOS seus vizinhos arabes, muito mais fortes, com armas e exercito muitas vezes maiores, ainda com apoio da USSR, e ainda vem me dizer que Israel é q é o estado injusto ??? Se não sabem, é a unica democracia real no Oriente Medio, onde TODOS tem os mesmos direitos, inclusive muçulmanos palestinos que ali vivem e tem cidadania com direito a voto (e diversos deputados e representantes palestinos no congresso de Israel) seguro social e tudo mais onde em TODOS os paises a sua volta a população nunca sequer soube o que significa isto. Ali todas as religiões podem frequentar seus locais sagrados, coisa que em qualquer pais muçulmanos um judeu seria degolado na hora ! PENSEM MAIS antes de julgar oq desconhecem !
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Aline Sousa
em 5 de fevereiro de 2007
Vou usar do estilo “Gilson Gondim de debate” para responder ao Rogério aí de cima:
Imbecil. Só falou merda!
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LÉO
em 5 de fevereiro de 2007
gilson, o fato que me impede de colocar meu nome e sobrenome, é porque eu não uso barba prá me esconder, eu teria vergonha de colocar meu nome numa porcaria como esta escrita por você e com a participação de alguns trombadinhas e seus familhares.
você deveria ter vergonha de se intitular jornalista, e a ordem dos jornalistas do Brasil, deveria mandar publicar esta merda que você escreve nos banheiros píblicos de alguma republiqueta perdida em algum lugar distante de nossa pátria.
você não passa de um grande idiota e recalcado, e se um dia eu visitar sua terra, vou levar uma máquina fotográfica para bater uma foto desta aberração que nasceu das entranhas de uma coitada.
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PAULO GUERTZENSTEIN
em 5 de fevereiro de 2007
SR. GONDIM:
FAÇA UMA COISA SIMPLES ANTES DAS COMPLEXAS DETURPAÇÕES DA HISTÓRIA QUE PRETENDES. VÁ A ISRAEL CONHECER SUA AGRICULTURA, SUA CIÊNCIA, SEUS INSTITUTOS DE PESQUISA,SUA DEMOCRACIA, TODOS VOLTADOA PARA O BEM DA HUMANIDADE COMO UM TODO. INDIFERENTEMENTE DE SUA CRENÇA,POSIÇÃO SOCIAL,IDEOLOGIA POLÍTICA. VAIS TALVEZ TE SURPREENDER COM O QUE VERÁS E SE TIVERES DECECÊNCIA,CARATÉR E CORAGEM, CONTARÁS PARA O MUNDO O QUE REALMENTE É O ESTADO DE ISRAEL
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Mauricio
em 5 de fevereiro de 2007
JUSTIÇA, óbvio! É um Estado de Direito com, pasmem, ASSENTOS PARA PARTIDOS ÁRABES no Parlamento! E ainda têm a coragem de levantarem esta questão… Um exemplo: um palestino processou Israel na Suprema Corte de Israel por causa do Muro construído para evitar atentados; o homem alegava que o tal Muro dividia sua propriedade em duas partes… Ele estava certo, ganhou a ação e Israel foi obrigado a recuar o muro!!!! Ouviram bem? Um palestino processou Israel, nas cortes de Israel, e ganhou!!!!! Isso é só um exemplo de como Israel é a terra da Justiça!!!
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Wellington
em 5 de fevereiro de 2007
Vai lá dar mais uma prova da sua insignificância, vai! Vai adulterar a enquete pra poder se sentir homem, vai!
Quis bancar o machão encarando a garotada da Asper e SE FUDEU!!!
Apanhou feito o cão raivoso que é. Merecia mais! Idiota!
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Elisandro Martins
em 5 de fevereiro de 2007
tania kaufma,
Gostei de que levantaste a causa dos massacrados de DARFUR. Mas antes de voltar nossa atenção para nossos problemas,levantar bandeiras para diminuir as injustiças em nosso país, as mortes sem causa, a violência gratuita,a pedagogia da corrupção que nos envergonha como brasileiros….Hammm……..Hummmm…. me responda o que você acha do fato de Lula apoiar o Sudão e de ter ajudado a vitória desse país contra uma sanção proposta na ONU adotando medidas punitivas ao governo Sudanês? Tudo pelo petróleo….Dá pra se calar como Lula e vc propõe?
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vera fortune
em 5 de fevereiro de 2007
gentem
agora me toquei…
o gondinho barbinha apaga os e-mails que nao interessa…
mais hasbarah
só a luz ilumina a escuridão
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sandra sarue
em 6 de fevereiro de 2007
O exército de Israel chama-se: Exército de DEFESA de Israel, ao contrário dos fundamentalistas que colocam foices e armas em suas bandeiras. A bandeira de Israel é azul e branca cores da paz. O exército de Israel como o próprio nome já diz busca a sua DEFESA e paz em um país onde moram mais de 60.000 árabes, e milhões de cristãos e judeus convivendo em plena harmonia. No estado de Israel existem cientistas que pesquisam a cura do câncer, aids e esclerose múltipla, quais cientistas existem nos estados palestinos fundamentalistas? Cientistas de armas, bombas e guerras? Portanto, quem tem parentes com câncer deveria pensar bem antes de explodir um país que pesquisa a cura e defende-se dos sequestro de seus soldados e filhos. Defesa, cura e paz, é isso!!!
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Ilan Gottlieb
em 6 de fevereiro de 2007
Esse tal de Gondim nao eh nada diferente dos outros racistinhas de plantao: Quando o argumento aprofunda e discute-se fatos ao inves de retoricas vazias, o Gondim fica babando na gravata e tenta desqualificar seu oponente com desaforos.
Seja inteligente e honesto, discuta no campo das ideias. Traga novos argumentos baseados em fatos a discussao. Seja inteligente e honesto e pesquise sobre o que esta falando com a autoridade do Santo Padre.
Todos nos temos a responsabilidade de contribuir de forma positiva com a humanidade, e voce so acrescenta odio, raiva e discordia. E isso tudo para satisfazer o seu ego racista.
Proponho a voce, Gilson Gondim, que tenha a honestidade e correcao de mudar de rumo e pregar a reconciliacao entre dois povos e a humanidade, ao inves de ficar latindo mais discordia com suas retoricas vazias e racistas.
E mais uma vez sugiro que voce va praticar essa sua liberdade de expressao em paises onde a justica prevalece, como o Ira, Arabia Saudita, Siria, Egito, Qatar, Kwait, Sudao, Libia entre muitos outros. Ia ser so um textozinho antes de ser enforcado.
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Tulio Leal
em 6 de fevereiro de 2007
Não há outra terra para os judeus que não seja Israel. Qualquer outra alternativa é mentira histórica. Agora se os palestinos atacam Israel com homens bombas, matando muitos inocentes, o que Israel deveria fazer, em vez de se defender, jogar vales presentes das Casas Bahia??
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Hilton
em 6 de fevereiro de 2007
Fonte: Jornal Folha de São Paulo. São Paulo, quinta-feira, 15 de dezembro de
2005 – Caderno Opinião – Pág 2
*Utilidades do anti-semitismo * Demétrio Magnoli
“Alguns países europeus insistem em dizer que, durante a Segunda Guerra Mundial, Hitler queimou milhões de judeus. Qualquer historiador, comentarista ou cientista que duvida disso é detido ou condenado.” O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, reproduziu o que circula, em grande parte do mundo árabe-muçulmano, como sabedoria convencional e, na Arábia Saudita, por exemplo, é ensinado às crianças nas escolas. Mas o anti-semitismo não surgiu, historicamente, entre os muçulmanos. Ele é um fruto da imposição do cristianismo como religião imperial de Roma, amadurecido nos tempos medievais sob os auspícios da Igreja Católica e com base na acusação de que os judeus, como povo, foram responsáveis pela
crucificação de Cristo.
O anti-semitismo contemporâneo é uma derivação e uma radical reinterpretação do anti-semitismo religioso. Seus textos clássicos, como “Biarritz”, romance
vulgar publicado em 1868, sob pseudônimo, por um funcionário dos correios prussianos, e “Os protocolos dos sábios de Sião”, célebre falsificação
fabricada pelos serviços secretos czaristas no fim do século 19, são narrativas de uma conjuração judaica mundial. Neles, e em muitos outros, os temas medievais do “judeu errante” e do “judeu usurário” configuram uma nova imagem, que será apropriada pelos nacionalismos europeus. Essa imagem é a do “judeu sem pátria”, o eterno estrangeiro, portanto inimigo, que desempenha função instrumental na arregimentação das massas em
torno do poder. Depois, o “judeu sem pátria” transfigurou-se facilmente no “judeu bolchevique”, na mitologia da direita nacionalista e no delírio nazista. Mais estranho é que, apesar do diagnóstico do socialista francês August Bebel (“o anti-semitismo é o socialismo dos imbecis”), a demonologia dos judeus tenha contaminado também o pensamento de esquerda do século 20. Estranho, mas nem tanto. O anti-semitismo difundiu-se entre a esquerda quando a URSS converteu-se ao patriotismo e atingiu seu zênite no momento em que Stalin deflagrou a campanha anti-semita de 1948-53, destinada a extirpar os “cosmopolitas sem raízes”. O fio desse novelo continua a se desenrolar, agora pelas mãos de uma esquerda inculta que, destituída de programa ou
idéias, cultiva um rancor cego contra a globalização, o imperialismo, os EUA e Israel, que lhe parecem sinônimos, e deixa-se embevecer pelo terror
jihadista e pelos homens-bomba na Palestina.
O anti-semitismo tem mil e uma utilidades.
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Gilson Gondim
em 6 de fevereiro de 2007
Leozinha querida: fique calminha!
Aliás, querida, você diz que eu me escondo por trás de uma barba. Rá-Rá-Rá! Até parece que os judeus ortodoxos não gostam de barba! Por que você critica a minha barba e não critica a dos judeus?
Você é tão contraditória, querida.
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Mohammed Kabula Faiad
em 6 de fevereiro de 2007
Justica absoluta. Considero que os israelenses tem todo o direito de defenderem-se dessa ameaca anonima e traicoeira que sao os terroristas suicidas. Devemos lembrar que os direitos de Israel sobre a regiao sao bem mais antigos, constam da Biblia, uma dadiva divina. Maome, meu xara(Mohammed) foi um personagem que surgiu pelo menos 3000 anos depois de Deus ter destinado aquela terra aos israelenses.
Abracos a todos.
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Fernando Paz
em 6 de fevereiro de 2007
Gilsinho,
Cuidado com as convulsões. Você não deve esquecer de tomar o GARDENAL A CADA 15 MIN. Esquece e, depois, fica babando ódio nazi-gondiniano.
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Anti-Godim
em 6 de fevereiro de 2007
Acredito que o Sr. Godim deveria publicar enquetes de quanto é justo um brasileiro escolher o quanto justo é outro país que ele certamente pouco conhece.
Outra enquete seria perguntar quanto justo, ele, Sr.Godim é justo ao viver em um paíse pobre e não dividir a sua renda com os necessitados.
Enquete 3: quanto o Sr.Godim é justo em desperdiçar o seu tempo fazendo enquetes do que fazer um trabalho voluntário e ajudar o seu próprio país a crescer, e não perguntar se o único pais do primeiro mundo do meio oriente é justo.
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LÉO
em 6 de fevereiro de 2007
KD MEUS COMENTÁRIOS DOS DIAS 4/2 E 5/2/2007 MINHA QUERIDA?
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LÉO
em 6 de fevereiro de 2007
A BARBA DOS JUDEUS, ACREDITO SER ALGO LIGADO A RELIGIÃO, A TUS COM CERTEZA É PARA ESCONDER O ROSTO QUERIDA?
QUANTO AO QUERIDA VOU TE EXPLICAR ANTES DE ALGUM COMENTÁRIO TEU, É PARA VOCÊ AFLORAR COM MAIS FACILIDADE O TEU LADO FEMININO GONDINHA
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Gilson Gondim
em 6 de fevereiro de 2007
Fernandinho, meu filho, quem está nervoso são vocês. Eu estou rindo à toa com o crescimento do meu site.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
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vera fortune
em 7 de fevereiro de 2007
Vc tá rindo a toa pelo teu site porque com todo seu antisemitismo conseguiu atrair toda a judeuzada que está aqui divulgando informações verdadeiras e isso é o mais importante prá nós, entende?
Você consegue perceber como seu tiro saiu pela culatra?
Mas nào ria muito não pois tuas próprias palavras mostram quem você é, e isso também vai aparecer nos sites de busca e é teu nome, já sujo e conhecido que aparece, entende?
[Responder]
Hilton
em 7 de fevereiro de 2007
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Entenda o que está por trás do terrorismo suicida muçulmano
A ingenuidade precisa acabar! Todos os ocidentais têm que entender o que é a Jihad atual como e onde ela surgiu, quem a patrocina e terminar de vez com os aspectos sociais e políticos da questão. O termo árabe allah (Deus) não será usado para que o texto seja compreendido em português como seria compreendido em árabe, sem contaminação de palavras-ícones. A primeira grande pergunta é: por que muçulmanos matam muçulmanos e continuam achando que vão ao paraíso? Isso não é expressamente proibido no Corão? É! A palavra “inferno” aparece 97 vezes no Corão. Curiosamente, a proibição de matar um muçulmano está no capítulo “A Mulher” em (4:93) – “E para qualquer um que matar um crente (muçulmano) intencionalmente, sua punição será o inferno; ele vai morar lá, e Deus vai enviar sua ira sobre ele e amaldiçoá-lo, e preparar para ele uma dolorosa punição”. Note que “qualquer um” se refere a crentes e infiéis indistintamente. Esse verso também é claro quanto à isenção de culpa em acidentes, mas não em sentenças de morte. Mais adiante temos (4:115) – “E qualquer um que agir de forma hostil ao profeta depois da orientação (crença no deus único e no profeta) se manifestar nele, e seguir outro caminho diferente do dos crentes, nós (os crentes) vamos torná-lo no que ele tornou a si mesmo (infiel) e vamos fazê-lo entrar no inferno, um lugar de encontro do mal”.
Bom, a partir desses dois versos revelados a Maomé, foi criada uma ideologia chamada salafi (ou salafismo) e seu prolongamento mórbido, takfiri (ou Takfirismo). A transliteração (não a tradução) das diversas formas do árabe para línguas latinas ou européias é confusa, como a do hebraico, gerando várias formas corretas. A palavra na qual todos precisam ficar ligados é “kafir” Ou “kufar”, que significa “infiel”. Ela apareceu muito nos cartazes contra os cartuns de Maomé. Ou seja, dentro do islã existem muçulmanos e kafiris. Você já deve ter percebido onde vou chegar. Takfiri é aquele que determina que fulano de tal é um kafir. Entendeu? Existe um tipo de muçulmano, que baseado em 4:115 e em alguns outros versos, atribui o caráter de “infiel” de “descrente” a outro muçulmano. Takfiris acabam sendo clérigos sem formação teológica, auto-nomeados em suas próprias seitas e interpretam as ações de outros muçulmanos como sendo contra ou a favor do profeta ou de deus. Vamos a alguns exemplos.
Policiais iraquianos colaboram com americanos: são determinados como infiéis. Civis vendem mercadorias e não fazem greves ou não apóiam a resistência iraquiana: são infiéis. Mulheres muçulmanas andam com rosto descoberto: são infiéis. Governantes e líderes políticos fazem ou tentam fazer acordos com ocidentais: são infiéis. Príncipes e outros membros de famílias reais tem fortes laços comerciais com ocidentais: são infiéis. E por aí vai.
Para um membro de seita takfiri a possibilidade de denominar outros como infiéis é enorme e irrestrita. Qualquer muçulmano pode ser “transformado” em infiel à revelia enquanto vivo, diferente dos mórmons convertendo judeus depois de mortos, mas de forma semelhante, mostrando que essa “conversão” em ausência não é exclusividade do takfirismo. Quem é convertido sem saber, nunca fica sabendo e não tem o direito de se defender. Aliás, os infiéis só possuem o direito de morrer e ir para o inferno.
“Meu líder religioso me absolveu de todos os pecados
que eu vier a cometer, portanto, posso cometê-los
sem receio de ir ao inferno ou morrer sem ser absolvido”
Mas foram os muçulmanos que criaram esse sistema? Não. Isso é coisa da Igreja Católica e começou na Primeira Cruzada, se estendendo até a última, feita pelo exército português no Norte da África. Há um “não matarás” (mais corretamente – não assassinarás) que acompanha os Cruzados, além de todos os pecados como: roubo, saque, estupro, tortura etc. Como então, em nome de Deus, tais exércitos também ignoraram os mandamentos da religião pela qual lutavam? Havia um documento chamado de “Bula Papal”, onde o Papa da vez absolvia por antecedência todos os pecados que viessem a ser cometidos pelos Cruzados enquanto em missão pela Igreja. Isso é muito bem documentado. É o takfirismo ao contrário. Meu líder religioso me absolveu de todos os pecados que eu vier a cometer, portanto posso cometê-los sem receio de ir ao inferno ou morrer sem ser absolvido. Meu líder religioso determinou que aquelas pessoas as quais eu vou matar não são mais muçulmanas, são infiéis, são kafiris e pela minha religião tenho o dever de levá-las ao inferno.
No Brasil, a maioria das mesquitas que surgiram nos últimos 10 a 15 anos são regidas por salafis, o xeque que nelas opera é salafi, e boa parte das pessoas que as freqüenta, se já não são salafis, estão sujeitas à pesada propaganda e às pressões ideológicas, políticas e religiosas dos adeptos do salafismo. O que isto quer dizer? Quer dizer que mesmo aqui no Brasil, os muçulmanos que não se dobrem à mentalidade salafi, sejam eles simples fiéis de outros ritos ortodoxos ou praticantes do sufismo, poderão ser perseguidos, caluniados, excluídos do ensino muçulmano e das outras atividades e eventos da comunidade, afastados das mesquitas, e nos casos mais extremos até vítimas de agressões verbais e físicas, como já acontece em outros países.
Isto quer dizer também que pode haver no Brasil um número indefinido de pessoas ligadas ao setor mais extremista do salafismo, o takfirismo, que apóiam ativamente os movimentos extremistas e terroristas na Palestina e no Líbano (Hamas, Hezbollah, Jihad Islâmica Palestina) e até a al-Qaeda, como demonstra a estadia no Brasil em 1995 dos membros da cúpula terrorista, Osama bin Laden e Khalid Shaikh Mohammed.
Este apoio pode ir desde angariar fundos, até selecionar, recrutar e formar jovens para a luta armada, esconder e abrigar terroristas procurados, ou por fim fornecer material e locais para treinamento. Vários grupos terroristas islâmicos usam projetos e serviços sociais (escolas, hospitais, beneficência), mídia e editoras (principalmente revisionistas e de propaganda anti-semita e anti-americana), para sustentar e encobertar suas atividades ilegais e especialmente para recolher fundos particulares e até públicos sem levantarem suspeitas.
Quantos são, por exemplo, os descendentes de palestinos, sírios e libaneses no Brasil – principalmente da área de Foz do Iguaçu, São Paulo e Manaus – que doam dinheiro para as atividades legais e benéficas do Hamas ou do Hezbollah? Quanto dos fundos doados ajuda a financiar o terrorismo? Quanto recolhem os salafis para a zakat (o dízimo muçulmano) no Brasil e quanto é redistribuído nas comunidades salafis do mundo inteiro (ou para os militantes takfiri), sem que haja o menor controle da sociedade?
A maioria dos sectários e prosélitos do salafismo mal sabe ler e nunca leu livros, nunca leu o Corão. A prática do “está escrito no Corão” é utilizada à exaustão. Mesmo a maioria dos próprios xeques salafi sabem pouco ou nada das doutrinas islâmicas, senão nem poderiam aderir a um movimento que distorce e manipula a doutrina sagrada e refuta seus exemplos mais elevados. Todos se contentam em seguir e adotar sem questionamento os ensinos e ditados primários que lhes são repassados por ideólogos e líderes sem escrúpulos, como os xeques Ibn Baz, al-Albani, Abu Hamza, Omar Bakri e outros.
O salafismo tira proveito da falta de cultura formal das massas muçulmanas, que foram perdendo suas características culturais, suas tradições, suas estruturas internas e seus princípios sob a pressão do mundo moderno e ocidental, para recriar e impor um islã pretensamente “universal”, “purificado” de seus costumes locais e tradições antigas, e portanto adaptável a todas as sociedades, principalmente urbanas.
Os alvos do salafismo não são as comunidades reais, ainda sólidas e estruturadas, mas os indivíduos isolados, produto do desmembramento de suas nações, coletividades, famílias, que buscam sua identidade perdida numa fé sem passado, sem fundamentos reais, sem verdadeiro conteúdo a não ser um fanatismo primário, cego e obtuso. Um dos alvos mais importantes são os convertidos ao islã, aos quais são apresentados os valores salafis distorcidos e não o islã tradicional. Isso vai ficando cada vez melhor documentado quando lembramos dos dois ingleses (convertidos) que atacaram um café cheio de jovens na praia de Tel-Aviv, e dos ataques em Londres, nos quais três terroristas eram jovens muçulmanos na faixa dos 20 anos e um era jamaicano recém convertido ao islã, além de vários outros presos em Guantânamo, incluindo aí um monte de americanos convertidos ao islã.
Existe ainda uma última consideração. Paraíso e inferno são eternos, pelo menos até o Dia do Julgamento Final. Ir para um ou para outro por uma interpretação de um verso é algo muito estranho. Mesmo que os suicidas não atinjam nem um nem outro de seus objetivos acabam entrando imediatamente numa eternidade tecnológica, um paraíso virtual, que é a Internet, cheia de páginas com fotos, vídeos e áudios dos suicidas e seus líderes, com canções e poesias feitas em sua homenagem, praticamente sem referência à suas vítimas, que continuam anônimas infiéis…
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Salim Saiu
em 7 de fevereiro de 2007
A propósito, qual a garantia que se tem de que os índices da enquete não são manipulados pelo sr. Gondim? Ele pode, muito bem, estar manipulando os números assim como o faz com os fatos. A enquete permite, por exemplo, que se vote mais de uma vez.
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J.Lira
em 7 de fevereiro de 2007
Quer dizer que o Sr. Salim Saiu tem votado várias vezes?
Então quem estaria fraudando a enquete são os judeus, votando cada um várias vezes.
Não é Sr. Salim Saiu?
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LÉO
em 7 de fevereiro de 2007
GONDIM, COM ESTA PORCARIA DE SITE, VOCÊ CONSEGUIU ATRAIR ALGUNS JUDEUS, ALGUNS SIMPATIZANTES E UM MONTE DE ESCÓRIA DO MUNDO TIPO O SR J.LIRA E MUITOS OUTROS QUE NASCERAM PARA ENCHER O SACO DOS OUTROS, E COMO VC. DIZ ACIMA QUE ESTÁ RINDO PORQUE TEU SITE ESTÁ SENDO PROMOVIDO, EU NESTE MOMENTO VOU MANDAR, VOCÊ E O RESTO DESTA ESCÓRIA PRO INFERNO E DELETAR ESTA PORCARIA DO MEU COMPUTADOR, POIS VOCÊS NÃO VALEM O TEMPO POR NÓS DESPERDIÇADO.
ASS. JOSÉ CARLOS DE ALCANTARA MACHADO
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Harold
em 7 de fevereiro de 2007
Finalmente! Estou feliz agora. Finalmente minha busca de tantos anos chegou a um termo. Estava cansado de procurar por centros espíritas, por falsos médiuns, falsos psíquicos e parapsicólogos. Finalmente descobri o que queria saber.
Procurei por muitos anos a REENCARNAÇÃO DE HITLER. Finalmente a encontrei.
O KARMA foi cruel com Adolf, muito cruel.
Adolf Hitler renasceu como um cabeça chata, um paraíba burro e inculto, invejoso por não ter nascido em São Paulo ou Rio, invejoso por não ser 100% branco, invejoso por ser mestiço e não de raça pura. Que castigo hein, titio Adolf?
Cabeça-chata e burro e ainda mais nascido na Paraíba!
O Karma não perdoa ninguém.
Hitler se fodeu, mas continua burro, intolerante e irracional como em sua vida anterior.
Aliás, pode me processar por racismo viu, seu Gondin anti-semita, racista filho da puta.
VIVA ISRAEL, VIVA O POVO JUDEU.
MORTE AO ANTI-SEMITISMO!
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Nina
em 7 de fevereiro de 2007
Os judeus dizem que os nazistas os perseguiram porque tinham inveja deles. Os nazistas também mataram ciganos, homossexuais, testemunhas-de-Jeová, comunsitas…
Será que os nazistas tinham inveja dos ciganos, das testemunhas-de-Jeová, dos homossexuais?
Judeu tem mania de dizer que todo mundo tem inveja deles. Parece que se acham o máximo.
Um pouco de simancol não faria mal à judeuzada.
Humildade, pessoal, baixem a bola! Israel só existe por causa das esmolas dos amricanos. Vocês não passam de uns mendigos de luxo.
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Fernando Paulo
em 7 de fevereiro de 2007
Israel tem mania de matar e transferir a responsabilidade para os outros. O sionismo é uma ideologia racista, nojenta, ridícula.
O que eles dizem é: nós temos direito àquela terra porque somos melhores do que os árabes e os muçulmanos, nós temos mais prêmios Nobel e outas asneiras.
Como diz o povo, eles se acham…
Não percebem que não é uma questão de quem é mais rico; é uma questão do que é mais justo.
Esse papo de “nós somos os melhores” é puro racismo. Não é à toa que são tão antipatizados em tantos lugares.
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Nina
em 7 de fevereiro de 2007
No meu comentário anterior, onde se lê “comunsitas” leia-se, é claro, comunistas.
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Luzemar de Carvalho
em 7 de fevereiro de 2007
Como cristão, não entendo como é que os evangélicos adoram o povo que considera Cristo um impostor, um falso messias.
Os muçulmanos pelo menos consideram Cristo um profeta.
Acorda, pessoal!
Cristão adorar judeu é ingenuidade e ignorância.
Faz favor!
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Nina
em 7 de fevereiro de 2007
Parabéns a Gilson Gondim pelo sucesso do seu site.
Alguém tinha que dizer as coisas que ele diz.
Vá em frente! Os cães ladram e a caravana passa.
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Ademar Benevolo
em 7 de fevereiro de 2007
Votar várias vezes não é fraude neste tipo de enquete. Se o site permite isso, o problema é do site e não de quem vota. Em qualquer site, onde é possível votar mais de uma vez, muitos o fazem. Tanto que os sites que não permitem isso, quando se tenta votar novamente aparece o aviso “seu voto já foi computado”. Esste site não faz isso, portanto, é sabido que as pessoas podem votar mais de uma vez. Faz quem quer. Na maioria das vezes é para ver sua opinião prevalecer. Basta o site limitar o voto unitário.É simples. Por que então, não se faz dessa forma aqui? Voto unitário.
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Gilson Gondim
em 7 de fevereiro de 2007
O comentário de Harold mostra todo o monstruoso racismo dos judeus.
Caiu a máscara!
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Gilson Gondim
em 7 de fevereiro de 2007
Quer dizer que Leozinha se chama José Carlos de Alcântara Machado? Será que se chama mesmo?
E resolveu fugir, querida?
Que pena, eu gostava tanto de debater com você!
As portas da casa estarão sempre abertas, viu?
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Ademar Benevolo
em 8 de fevereiro de 2007
Sr. Harold,
Calma lá!! Existem judeus na Paraíba. O sr. parece que também é racista! O sr. quer irritar só os anti-semitas ou também os paraibanos?
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NOLD
em 8 de fevereiro de 2007
EXISTE TANTA COISA PARA SE FAZER, PORQUE SEUS ANTI-SEMITAS,
NÂO VÃO TENTAR LER, CULTURAR-SE, PASSEAR NO LÍBANO, CURTIR
A VIDA NO IRAQUE, CHORAR NO TÚMULO DA SADDAM, COMPRAR UMAS
GRANADAS, EXPLODI-LAS E IREM TODOS PARA O PARAÍSO DO ISLÃ ?
ESTOU APAGANDO TODO O SITE E DESEJANDO A TODOS, UM GENEROSO
SHABAT SHALOM !!!!!!!!!!
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Hilton
em 8 de fevereiro de 2007
Todas as pessoas nascem puras. Não interessa a religião, a cor ou a nacionalidade. São os valores que recebemos durante nossas vidas que nos moldam e nos fdazem uns diferentes dos outros. Trocando informações com alguém, não preciso saber sua religião seu país ou sua cor para apreciá-la ou me dar conta de que o melhor para mim é distância da mesma. Quem generaliza condenando indiscriminadamente outro por sua religião, cor ou nacionalidade tem valores muito pobres, é fechada para a realidade, vive numa grande mentira.
Charles R. Swindoll
Quanto mais eu vivo, mais eu percebo o impacto da “atitude” na minha vida.
“Atitude” para mim é mais importante que os fatos. É mais importante que o passado, que a educação, que o dinheiro, que as circunstâncias, que os fracassos, que os sucessos, é mais importante que o que as outras pessoas dizem ou fazem…
“Atitude” é mais importante do que aparência, talento ou habilidade.
É capaz de construir (ou destruir) uma empresa… um templo… um lar…
O mais importante é que você tem a escolha a cada dia da “atitude” que você vai ter naquele dia.
Nós não podemos mudar nosso passado… Nós não podemos mudar o fato de que certas pessoas agirão de certa maneira… Nós não podemos mudar o inevitável…
Tudo o que nós podemos fazer é jogar com a única ferramenta que nós temos… que é nossa “atitude”.
Estou convencido de que a vida é 10% o que me acontece, e 90% como eu reajo a estes acontecimentos.
E assim é com você também… Você é responsável pela sua “atitude”
[Responder]
Hilton
em 8 de fevereiro de 2007
CARTA ABERTA À MÍDIA
Antes, uma apresentação. Nós judeus brasileiros, que assinamos esta carta, não pertencemos a nenhum partido de direita israelense. Pertencemos sim ao time de torcedores por uma convivência pacífica entre o Estado de Israel, menor que Sergipe, cinco milhões de habitantes, única democracia do Oriente Médio, (onde inclusive seus cidadãos árabes são eleitos livremente) e as nações árabes, do Marrocos ao Paquistão, trezentos milhões de habitantes, vinte e duas ditaduras com regimes fundamentalistas.
Feitas as apresentações, declaramos que sua cobertura em relação a Israel, através do poder de som, imagem e mídia escrita (salvo raras exceções) vem se tornando cada vez mais aviltante, unilateral, injusta e, pior que tudo para jornalistas, descomprometida com a história e os fatos.
Será que vocês nunca se perguntaram por que crianças palestinas inocentes são mortas durante as intifadas? Ainda não deu pra perceber que elas são covardemente usadas como escudo, enquanto atiradores palestinos disparam metralhadoras e fuzis por trás? Faltam evidências?
As ações terroristas que visam deliberadamente assassinar cidadãos judeus, são equiparadas às retaliações que visam eliminar seus perpetradores. Em outras palavras, se x invade a casa de y matando sua mulher e filho, e y persegue e mata x, o ato dos dois é igualmente hediondo? Vocês classificam como “terrorismo de Estado” a política de eliminação de terroristas, levado à cabo com precisão pelos dois últimos governos. O que vocês recomendam a Israel? Queixar-se ao bispo e assistir de braços cruzados civis sendo explodidos em pizzarias? Chamar alguma comissão de direitos humanos para dialogar com suicidas assassinos e seus “guias espirituais”?
É sabido que cada família palestina que perde um filho no conflito é ressarcida com somas generosas, explodindo-se então, melhor ainda. Alem da glória de seus homens “encontrarem-se com o profeta”, os líderes palestinos desviam vultosas somas para paraísos fiscais. Imaginem esses recursos em saúde, educação, que aliás…bom…deixa pra lá.
Sabemos que muitos palestinos querem de verdade viver em paz com Israel. Mas são sumariamente desaparecidos quando ousam pensar alto. Afinal, não existe um “Paz Agora” palestino. Mas isto parece ser um detalhe indigno de nota. Não é?
Já nos acostumamos em ser bodes expiatórios dos males da humanidade, mas agora somos também os agressores malvados. Esperem aí! Vocês caíram na armadilha de ver a ocupação fora do contexto histórico, como uma ocupação pura e simples, esquecendo-se que os chamados territórios palestinos foram conquistados da Jordânia e do Egito numa guerra de vida ou morte, imposta a Israel. Ou, por acaso, os palestinos já se constituíram algum dia em uma nação? O conceito de “povo palestino” é criação recente, não existe uma língua palestina, não há uma “cultura palestina” diferente da cultura árabe. A língua e os valores são os mesmos. Eles teriam sido absorvidos pelas nações árabes ao redor, se estas não tivessem, depois de ter lhes exortado a fugir, imposto miseráveis campos de refugiados com a promessa de jogar os judeus no mar. Os governantes árabes assustados por um possível contágio de suas sociedades arcaicas e medievais por vírus israelenses como, sociedade aberta, direitos da mulher e exemplos socialistas singulares como os kibuzim, espertamente perceberam que esta era a fórmula certeira de manter viva essa válvula de escape, de uma pátria palestina, a fim de que seus povos não se virem contra eles e comecem a questionar por que se acham desprovidos de seus próprios direitos humanos. A propósito, alguém ao menos lembra da questão dos curdos que afeta milhões de pessoas desprovidas de qualquer direito? Povo que teve centenas de mulheres e crianças exterminadas por armas químicas. Mas é claro, já íamos esquecendo… Este assunto não interessa aos homens do petróleo e também não interessa estar em pauta.
Vocês focam o conflito judaico-palestino esquecendo-se do trapézio maior em que ele acontece, que é a contínua não aceitação da existência de Israel por grande parte de seus finos vizinhos. Por motivos óbvios, nunca foi, é ou será do interesse de Israel ocupar áreas densamente povoadas por palestinos. Justamente por isso, Israel, mesmo correndo riscos, aceita retirar-se dos ditos territórios ocupados. A ironia é que vocês não perceberam que um país ao lado, como a Jordânia com população majoritariamente palestina, poderia também ser uma alternativa de pátria palestina. Bastava para isso o direito de elegerem seus governantes. Mas claro…que heresia…
Vocês omitem, que a “libertação da palestina” é conceito muito anterior à ocupação, em 67. Já aparecia na Carta Palestina de 1964, e se referia a eliminação do Estado Judeu. Quanto a Jerusalem, é oportuno lembrar que ela é mencionada mais de 700 vezes no Tanach, livro sagrado judaico, e nem uma vez sequer no Corão. Foi fundada e proclamada capital dos judeus pelo rei David há mais de três mil anos, enquanto Maomé nunca esteve lá. Os judeus religiosos rezam voltados para Jerusalem, enquanto os muçulmanos, rezam voltados para Meca, de costas para Jerusalem.
A divisão da cidade em duas partes, foi muito triste para o povo judeu. Nenhuma nação do mundo levantou um dedo para salvar a cidade, tão sagrada para tantas religiões e proibida para judeus, da destruição de templos, profanação de cemitérios, dos saques e do lixo.
A Torá profetizou que os Judeus seriam uma luz para as demais nações: “Eu os tornarei uma grande nação, os abençoarei e engrandecerei seu nome. Abençoarei aqueles que os abençoarem e amaldiçoarei aqueles que os amaldiçoarem (Bereshit 12:2-3)”. O profeta Isaías (42:6) declarou: “Eu, Seu Deus, segurarei sua mão e os manterei. Estabelecerei com vocês um pacto para serem uma luz para as nações”.
O Povo Judeu parece ocupar um lugar não proporcional ao seu pequeno tamanho como foco de atenção do mundo. Como escreveu Mark Twain, o famoso escritor norte-americano (1835-1910): “Este é um povo proeminente como nenhum outro e sua importância comercial é enormemente desproporcional em relação ao seu número. Sua contribuição para os maiores nomes nos campos da literatura, ciência, arte, música, finanças, medicina, etc, também não é proporcional ao tamanho de sua população”.
Apesar de ser o Povo mais odiado, pequeno em número e disperso por todo o globo, os Judeus são o Povo mais influente que o mundo jamais conheceu: são os responsáveis pela idéia do monoteísmo e dos padrões morais mais elevados, provenientes da crença num Deus único.
Antes dos Judeus, o mundo antigo acreditava ser o infanticídio uma prática moralmente correta (mesmo o famoso filósofo grego Aristóteles escreveu a favor disto) e também acreditavam piamente na “Lei do Mais Forte’’. Foram os Judeus que deram ao mundo as idéias de respeito à vida, paz, igualdade, justiça, amor ao próximo, responsabilidade social e a santidade do ser humano.
Hoje, na parede externa do prédio da Organização das Nações Unidas, a esperança do mundo está belamente retratada nas palavras do profeta judeu Isaías: “E transformarão suas espadas em arados e suas lanças em podadeiras. Nações não mais se levantarão contra nações nem mais aprenderão a guerrear (Isaías 2:4)”.
A Torá profetizou que a Terra de Israel seria um lugar rico e fértil enquanto os Judeus a habitassem , mas tornar-se-ia estéril e desolada quando fossem exilados .
Durante os 2.000 anos de exílio do Povo Judeu de sua terra, numerosos impérios conquistaram a região e incontáveis guerras foram realizadas por sua posse. Mesmo assim, espantosamente, nenhum conquistador teve sucesso em estabelecer-se permanentemente ou fazer o deserto florescer.
Mark Twain, que visitou Israel em 1867, descreveu o que viu: “Cruzamos algumas milhas deste país desolado, cujo solo é rico, porém abandonado às ervas daninhas. Enormes extensões tristes e silenciosas… Há uma tal desolação aqui que nem a melhor das imaginações consegue imaginar uma possível presença de vida e ação humana. Quanto mais andávamos, mais sentíamos o sol quente, mais pedregosa e estéril, repulsiva e sombria a paisagem se tornava (The Innocents Abroad Vol. II)”.
A transformação da terra do “leite e mel” em um deserto é um fenômeno único nos anais da História. Agora que os Judeus estão retornando a Israel, novamente a terra começou a florescer!
Nestes 50 anos de existência, Israel, proclamado pela ONU numa sessão histórica presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, e imediatamente atacado por cinco exércitos, transformou deserto árido em terras irrigadas e férteis ao mesmo tempo que acolhia milhões de refugiados. Durante 2 mil anos antes fomos perseguidos e massacrados pela inquisição espanhola e portuguesa, pelos progroms russos, poloneses e finalmente o Holocausto. Simplesmente porque não tínhamos uma pátria que nos defendesse. Enquanto os palestinos tem irmãos de fé e de sangue em grande parte do globo em áreas riquíssimas pelo petróleo, e que constituem um quinto da população mundial, o minúsculo Israel, em sua curta aventura, conturbada por guerras e ataques terroristas, conseguiu ser um país com ensino de primeiro mundo, exportando ciência e tecnologia. Israel é exemplo único de país, que apesar de ameaçado de extinção e até hoje nunca ter vivido um dia de paz, não viveu um único dia sem democracia plena.
Mas tudo isso parece não ser relevante. Vocês insistem em não ver as angústias, sofrimento, as dezenas de anos de isolamento, de cerco e ameaça a Israel, cuja única alternativa foi ser forte e arriscar-se de ser rotulado como opressor.
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Hilton
em 8 de fevereiro de 2007
Memorando à Deus, do Povo Escolhido
DE: os Judeus (também conhecidos como o Povo Escolhido)
PARA: Deus
ASSUNTO: Rescisão de contrato de status especial (Povo Escolhido)
Como sabeis, o contrato que fizestes com Abraão deve ser renovado periodicamente. Este memorando é para informá-Lo que, após milênios de reflexão, nós, os judeus (o Povo Escolhido), decidimos, respeitosamente, que já não desejamos dita renovação.
O presente contrato foi verbal e, apesar da crença popular, nós (os judeus) não nos beneficiamos muito com ele. Se voltares à longínqua época em que nosso acordo foi celebrado, perceberás como, já desde o princípio, tudo começou com o pé esquerdo.
Não somente Israel e a Judéia foram invadidas quase todos os anos, como também nós (o Povo Escolhido) tivemos que construir não um, mas dois templos sagrados. E ambos foram destruídos. Tudo o que restou foi uma pilha de pedras velhas hoje apropriadamente chamada de “Muro das Lamentações”.
Depois vieram os Hititas, os Assírios, os Goliats, etc, que, não só nos castigavam diariamente como nos venderam ao Egito com escravos, o que os fez perder cem anos de desenvolvimento. Reconhecemos que trabalhaste bem ao mandar-nos Moisés para que nos libertasse do Egito, castigando os egípcios com aquelas pragas. O que não conseguimos entender é porque tivemos que levar quarenta anos para cobrir um trajeto que a EL AL agora faz em setenta e cinco minutos. Além disso – e não queremos parecer mal agradecidos – durante anos nos temos perguntado porque Moisés nos levou para a esquerda ao invés de para a direita. Se nos levasse para a outra direção, estaríamos hoje possuindo muito petróleo e não um pedaço de deserto cercado de inimigos por todos os lados.
Compreendemos, claro, que o petróleo não fazia parte do acordo inicial, mas depois vieram os romanos, invadiram nossa terra prometida e nos barbarizaram. Claro que os romanos nos proporcionaram água potável, aquedutos e banhos públicos, mas era bem estranho caminhar ao lado de tais construções e ao levantar os olhos ver alguns de nossos familiares e amigos cravados em postes em três partes como se fossem selos ou placas de trânsito.
E isto não é nada: ainda por cima um dos nossos rabinos se declarou “filho Teu” (sem sequer lembrar do Abraãozinho …) e antes que nos déssemos conta, essa dissidência gerou toda uma nova religião.
Desgraça pouca é bobagem ! Logo fomos expulsos de nossas terras e dispersados pelo mundo, enquanto a nova religião conquistava corações e mentes em todo o ocidente. Lamentamos muito que os romanos tenham executado Jesus, tal como a tantos outros irmãos mas … adivinhes a quem culparam? Sim, A NÓS!
Depois nos matavam e diziam que bebíamos os sangue dos recém-nascidos e que controlávamos os bancos mundiais (ai, ai, se pelo menos esta última acusação fosse verdade …) Estás entendendo o que queremos Vos dizer ?
E depois vieram as Cruzadas. Mamãe ! Outra vez nos transformaram em presunto de sanduíche. Eles, os senhores cavaleiros da guerra, vinham de toda a Europa para expulsar os árabes mas antes que disséssemos “água vai”, já nos estavam matando a torto e direito, juntamente com muitos outros povos. Hoje isso se chama Jihad.
Claro, resistimos também a isso, e ficamos do Vosso lado, mas logo veio um brilhante clérgico espanhol e inventou a Inquisição. Pensamos que se tratasse de um show para entreter o povo, mas de novo nós – e também outros – fomos usados como lenha para as fogueiras que iluminariam a noite das maiores cidades da Espanha e de outros países.
Tá bom. Isso acabou há quinhentos anos ou algo assim. Mas visto da perspectiva histórica, cinco séculos não é muito tempo.
Afinal, fomos nos estabelecer em alguns países que decidiram que nós deveríamos morar em guetos. Aceitamos e fomos morar nos guetos mas então não imaginas o que aconteceu ! Os russos apareceram com seus progoms! Achamos que se tratava de um erro de ortografia, que na verdade eram programas, mas estávamos fatalmente equivocados (sem jogo de palavras). Aparentemente, quando não tinham nada que fazer, a diversão deles era matar judeus (aqueles conhecidos como o Povo Escolhido, entendes ?).
Agora vem uma parte bem pesada. Estávamos bem acomodados num pequeno país europeu chamado Alemanha, quando um estudante de pintura teve a idéia de escrever um livro com idéias que cativaram o povo local a tal ponto que eles o elegeram seu líder. Uau !!! Aquele foi um mau dia para nós, já sabes quem, teu Povo Escolhido. A verdade é que não imaginamos onde estavas quando aqui na terra transcorriam os anos de 1940 a 1945. Claro que todos necessitam de umas férias de vez em quando, e até mesmo o Senhor Todo Poderoso precisa dar um tempo, um relax. Mas, falando sério, quando mais te necessitávamos, tu não apareceste ! Claro que estás ciente disso mas, caso tenhas
esquecido…..
Em 1948, quando milhões de nós outra vez vaga a esmo pelo mundo, finalmente nos mandaste uma boa. Recuperamos nossa terra !!!! Depois de todos esses anos, conseguimos voltar ao nosso lugar! Mas, confessamos, que às vezes não entendemos o sentido de Teus atos: naquele mesmo instante todos os países árabes, nossos novos vizinhos, nos declaram guerra ! Ganhamos aquela guerra, e outras mais que se seguiram, mas já estamos em 2005 e nada mudou. Continuamos a ser golpeados com atentados terroristas que nos matam às centenas.
Seguimos sem paz. Nossa paciência se esgotou. Já basta. Esperamos que compreendas que nada é para sempre (com exceção de Vós, claro) e desejamos respeitosamente anular nosso acordo verbal de ser teu Povo Escolhido. Às vezes as coisas funcionam, outras não.
Porque não procuras por outro lado? Lembras que Abraão tinha outra família da parte de Ismael (os mesmos que ficaram com o petróleo)? Que tal se fizeres deles teu Povo Escolhido por uns milhares de anos?
Nos despedimos com todo o respeito.
Atenciosamente,
Os judeus.
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Gilson Gondim
em 8 de fevereiro de 2007
A primeira enquete comentada foi um sucesso retumbante e estrondoso.
Agradeço a todos os que participaram, votando e/ou comentando.
Valeu!
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Do bem
em 9 de fevereiro de 2007
Sr. Gondim,
Presume-se que se o Sr. viu o comentário deste Harold – infeliz, por sinal – deve ter visto todos os demais, alguns brilhantes, que denotam grande conhecimento histórico e vontade de superar barreiras limitadoras da paz entre povos irmãos. Pena que depois de tanta aula o Sr. foi se fixar logo em uma declaração boba e imatura. Pena mesmo…
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CARIOCA
em 10 de fevereiro de 2007
GONDIM, Pesquisas de alta credibilidade demonstram que 80% dos nordestinos são descendentes dos judeus portugueses que fugiram da inquisição e se refugiaram no Brasil, especialmente em Pernambuco, Rio Grande do Norte , e Paraiba.
Cetamente você tem sangue judeu nas veias originado de um cristão novo que fugiu para o Brasil para escapar da fogueira da Santa Inquisição.
Pesquize seu antepassado e verás que pertences ao Povo de Israel, e poderás retornar se estudar muito para o povo de sua origem, o Povo do Livro.
Visite Israel e no Museu da Diaspora em Tel Avi poderá pesqisar de que ramo judaico dos Gondim você se Origina, e aproveite a viagem para livremente conhecer a realidade de Israel e o sistema de Justiça e Democracia que lá exista e então compare com os paises visinhos.
Certamente abrirá novo site e faria uma nova pesquiza baseado no veria;
BOA VIAGEM
bOA vIAGEM
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Gilson Gondim
em 11 de fevereiro de 2007
Prezado “Carioca”,
Para mim não faz a menor diferença se sou ou não descendente de judeus. Não é uma questão racial, mas cultural.
A cultura judaica, baseada no conceito absurdo de “povo eleito” e num livro em que Deus abençoa todos os massacres cometidos pelos hebreus, é uma cultura intrinsecamente opressiva e racista. E isso sempre terá meu repúdio, quer eu seja ou não descendente de judeus.
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CARIOCA
em 11 de fevereiro de 2007
Gondim
Você certamente descende de uma familia cristã nova que foi obrigada pela “Santa Inquisição” à converter-se foçadamente para evitar a morte na fogueira, e conseguiu fugir para o Brasil, principaqlmente no nordeste one furtivamente praticava os costumes de seus antepassados, até se assimilarem. Muitos ex cristãos novos como você procuraram suas raízes e se encontraram consigo mesmo voltando à religião judaica.
Consulte a Prof. Anita Novinsky da USP sobre sua origem e seus ancestrais ou visite virtualmente ou até pessoalmente o Museu da Diaspora em Tel Aviv.
Verifiquei que muitas familias judia de nome Gondim eram originarios do norte de Portugal, como Belmonte, Covilhã ,etc.
Retorne aos seus e refaça sua vida para melhor
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Gilson Gondim
em 12 de fevereiro de 2007
Já disse que não dou a mínima para o fato de ser ou não ser descendente de judeus.
Sendo ou não sendo, repudio da mesma forma a cultura judaico-sionista, pelos motivos já expostos.
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CARIOCA
em 12 de fevereiro de 2007