Contradições da Bíblia – Contradição nº 51
Mateus x Atos
Como morreu Judas?
Em Mateus (27: 3 a
foi assim:
Vendo, então, Judas, que o entregara, que o haviam condenado, ficou com remorsos e foi devolver as trinta moedas de prata aos sumos sacerdotes e anciãos, dizendo: “Pequei, entregando sangue inocente”. Disseram-lhes eles: “A nós, o que nos importa? O problema é teu!”. E, atirando as moedas de prata no templo, ele se retirou e foi enforcar-se. Os sumos sacerdotes ajuntaram as moedas de prata e disseram: “Não é lícito lançá-las no cofre das esmolas, pois são preço de sangue”. E, em conselho, resolveram comprar com elas o Campo do Oleiro para cemitério dos peregrinos. Por isso, aquele campo se chamou Campo do Sangue até o dia de hoje.
Na versão de Mateus, houve arrependimento de Judas, devolução do dinheiro e suicídio por enforcamento. Você já deve ter visto tudo isso em alguma Paixão de Cristo, no cinema, na televisão ou no teatro. Não é o que mostra, no entanto, o livro Atos dos Apóstolos, também integrante do Novo Testamento. Naquele livro, cujo autor presumido é o evangelista Lucas, Pedro diz, num discurso (Atos 1: 16 a 19):
Irmãos, era preciso que se cumprisse a Escritura, que pela boca de Davi o Espírito Santo tinha anunciado sobre Judas,o guia dos que prenderam Jesus. Era um dos nossos e tomou parte em nosso ministério. Adquiriu campo com o salário de seu crime. Depois, tombando para frente, arrebentou-se ao meio e todas as vísceras se derramaram. Tal fato se tornou conhecido dos habitantes de Jerusalém, tanto que o campo ficou sendo chamado, em sua língua, de Hacéldama, que quer dizer Campo de Sangue.
Em Atos, portanto, não há arrependimento, Judas não devolve o dinheiro e não se faz menção a enforcamento, mas a uma queda. Em Mateus, quem compra o terreno são os sacerdotes; em Atos, quem o adquire é o próprio Judas. Em Mateus, o nome do campo se refere ao sangue de Jesus; em Atos, refere-se ao sangue do traidor Judas.
São, como se vê, duas histórias inconciliáveis, porque divergem em vários pontos cruciais.



Olá! Meu nome é 



Alceu
em 19 de novembro de 2007
As milhões de pessoas que morreram na guerra entre o Irã e o Iraque não têm nada a ver com Israel. O assassinato em massa que está acontecendo agora no Sudão, onde o regime árabe muçulmano está massacrando seus cidadãos negros cristãos, não tem nada a ver com Israel. As notícias freqüentes da Argélia a respeito dos assassinatos de centenas de civis numa vila pelos próprios Argelianos tampouco têm a ver com Israel. Saddam Hussein não invadiu o Kuwait ou colocou em risco a Arábia Saudita matando seu próprio povo por causa de Israel.
O Egito não usou gás venenoso contra o Yêmen nos anos 60 por causa de Israel. Assad, o pai, não matou milhares de seus cidadãos em uma semana em El Hamma na Síria por causa de Israel. O controle do Afeganistão por parte do Taliban e a guerra civil que se deu não têm qualquer relação com Israel, e eu poderia prosseguir indefinidamente. A raiz do problema é que toda esta região muçulmana é completamente disfuncional, em todos os sentidos da palavra, e assim continuaria sendo, ainda que Israel tivesse se unido à Liga Árabe e uma Palestina independente tivesse existido por cem anos. Os 22 países membros da Liga Árabe, desde a Mauritânia até os Estados do Golfo, possuem uma população total de 300 milhões, maior que a dos Estados Unidos e quase tão grande quanto a da União Européia antes da sua expansão. Eles possuem um território maior que o dos Estados Unidos e de toda a Europa. Estes 22 países, com todo seu petróleo e recursos naturais, têm, juntos, um PIB menor que o da Holanda e a Bélgica juntas, e igual à metade do PIB da Califórnia. O abismo entre os ricos e os pobres é inacreditável e muitos ricos obtiveram seu dinheiro, não através do sucesso nos negócios, mas como líderes corruptos. O status social da mulher está muito abaixo daquilo que já foi no mundo ocidental há 150 anos atrás. Os direitos humanos estão abaixo de qualquer padrão razoável, apesar do fato grotesco da Líbia ter sido eleita Presidente da comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas. De acordo com um relatório preparado por um comitê de intelectuais árabes e publicado sob a vigilância das Nações Unidas, o número de livros traduzidos pelo mundo árabe inteiro é muito menor do que aquele que a pequena Grécia sozinha traduz. O número total de publicações científicas dos 300 milhões de árabes é infinitamente menor do que o dos 6 milhões de israelitas (incluindo arabes israelitas). A taxa de natalidade da região é muito alta, o que contribui para a pobreza, a lacuna social e o declínio cultural. Tudo isso acontece numa região que há apenas 30 anos atrás era tida como a futura parte rica do mundo e numa área muçulmana que desenvolveu, em algum momento da História, uma das culturas mais avançadas do mundo.
Quantidades enormes de dinheiro, que poderiam ter resolvido muitos problemas sociais nesta parte disfuncional do mundo, são canalizadas rumo a três esferas concêntricas que apóiam os assassinatos e as mortes. No círculo de dentro há os terroristas propriamente ditos. O dinheiro financia suas viagens, explosivos, esconderijos e procura permanente por alvos macios e vulneráveis. Em volta deles há um círculo maior daqueles que apóiam, planejam e comandam diretamente, todos tirando seu sustento, que é normalmente bem abundante, servindo à infra-estrutura do terror.
Finalmente, encontramos o terceiro círculo das assim chamadas organizações religiosas, educacionais e beneficentes, que fazem de fato algum bem , alimentam os que estão com fome e fornecem algum tipo de escola, mas realizam uma lavagem cerebral na nova geração, enchendo-a de ódio, mentiras e ignorância. Esse círculo opera normalmente através de mesquitas e outros estabelecimentos religiosos, mas também através da mídia escrita e eletrônica. É este círculo que garante que as mulheres permaneçam inferiores, que dizem a democracia ser impensável e que não permitem qualquer exposição ao mundo exterior. É este círculo também que culpa a todos fora do mundo muçulmano pelas misérias da região.
Dos três círculos descritos acima, os primeiros são financiados principalmente por estados terroristas como o Irã e a Síria, e até recentemente, pelo Iraque e pela Líbia também, como também por alguns regimes comunistas. Estes estados, bem como as autoridades palestinas, são a segurança dos assassinos. O último círculo é financiado principalmente pela Arábia Saudita, mas também recebem doações de certas comunidades muçulmanas, dos EUA e da Europa, e , em menor grau, doações européias para várias ONGs e por certas organizações das Nações Unidas, cujos objetivos podem até ser nobres, mas são infestados e explorados por agentes do terceiro círculo. O regime da Arábia Saudita, é claro, será a próxima vítima do terror, quando o primeiro círculo explodir no terceiro. Os sauditas estão começando a entendê-lo, mas lutam contra os primeiros círculos, ainda financiando a infra-estrutura do terceiro.
Alguns dos líderes desses círculos vivem muito confortavelmente graças a eles. Encontramos seus filhos nas melhores escolas privadas da Europa, e não nos campos de treinamento dos assassinos suicidas. Os soldados do ” Jihad”se envolvem com passeios de morte ao Iraque e a outros destinos enquanto alguns de seus líderes estão esquiando na Suíça. A Sra. Arafat, que mora em Paris com sua filha, recebe milhares de dólares por mês da autoridade palestina supostamente falida, enquanto que um típico líder do Al-Aksa, subordinado a Arafat, recebe apenas um pagamento de algumas centenas de dólares por praticar seus assassinatos.
Como resultado da conquista do Afeganistão e do Iraque, tanto o Irã quanto a Síria estão agora cercados por territórios não amigos. O Irã está cercado pelo Afeganistão, os Estados do Golfo, o Iraque e as repúblicas muçulmanas da ex-União Soviética. A Síria está cercada pela Turquia, Iraque, Jordania e Israel. Esta é uma mudança estratégica significativa e promove uma forte pressão nos países terroristas. Não é de se estranhar que o Irã procure tanto incitar uma revolta xiita no Iraque. Não sei se o plano americano era realmente o de cercar tanto o Irã quanto a Síria, mas esta é a situação resultante.
O perigo número um do mundo hoje é o Irã e seu regime. Há definitivamente uma ambição de dominar vastas áreas e de expandir seu território. Há uma ideologia que alega supremacia sobre a cultura ocidental. É desumana. Este país já deu provas de que pode executar atos terroristas elaborados sem deixar muitas pistas, utilizando embaixadas do Irã. Está claramente tentando desenvolver armas nucleares. Seus assim chamados moderados e conservadores jogam sua própria versão virtuosa do jogo de “bons policiais” versus “maus policias”. O Irã financia o terrorismo sírio, está certamente por trás de muitas ações do Iraque, financia totalmente o Hezbolah, e através dele, o Hamas da Palestina e o Jihad islâmico, pratica atos de terror e propaganda pela Europa e América do Sul, como provavelmente também no Uzbequistão e na Arábia Saudita. Lidera também um verdadeiro consórcio multinacional do terror, que inclui, como jogadores menores a Síria, o Líbano e alguns elementos xiitas no Iraque. Ainda assim, a maioria dos países europeus ainda faz comércio com o Irã, tenta minimizar a situação e se recusa a ler esses sinais tão claros.
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aline
em 29 de maio de 2008
Diz que ele foi se enforcar, não que ele, de fato, se enforcou, logo, não pode ser visto como contradição. Quanto ao fato dele ter adquirido terras com o dinheiro aí sim é uma contradição.
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Gabriel
em 14 de janeiro de 2012
A letra mata,mas o espirito vivifica. esse espirito vivificante é Jesus. a Biblia sem Jesus é como qualquer livro.
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