Contradições da BÃblia – Contradição nº 59
Deus x justiça
Em 1 Samuel 15: 2 e 3, Deus ordena a Saul a aniquilação de mais um povo, os amalequitas:
Castigarei a Amaleque pelo que fez a Israel; por ter se oposto a Israel no caminho, quando este subia do Egito. Vai, pois, agora e fere a Amaleque, e destrói totalmente a tudo que tiver, nada lhe poupes, porém matarás homem e mulher, meninos e crianças de peito, bois e ovelhas, camelos e jumentos.
Saul resolveu poupar o clã dos queneus, integrante do povo de Amaleque, por ter esse clã ajudado os israelitas em sua travessia para a Terra Prometida. Deus ficou furioso por ter Saul descumprido a ordem de matar todos os amalequitas, sem exceção, e puniu Saul com a morte, dele e de seu filho Jônatas.
Diga-me, sinceramente: há algum traço de justiça no Deus que a BÃblia nos apresenta?



Olá! Meu nome é 



Rogério Aparecido Clemente
em 5 de dezembro de 2007
Estudo americano critica a polÃtica pró-Israel dos Estados Unidos
Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na polÃtica externa americana num sentido que a afasta de seus interesses nacionais
Corine Lesnes
correspondente em Washington
Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na polÃtica externa americana num sentido que a afasta de seus interesses Num ensaio intitulado “O lobby israelense e a polÃtica externa dos Estados Unidos, os professores Stephen Walt, diretor de pesquisas da Faculdade Kennedy da universidade Harvard, e John Mearsheimer, professor de ciências polÃticas na universidade de Chicago, estimam que os Estados Unidos confundem com freqüência excessiva seu interesse nacional com o do Estado judeu, correndo com isso o risco de “comprometer sua segurança”.
Eles incriminam a ação do “lobby pró-israelense”, um grupo que eles definem como composto por indivÃduos e organizações que “trabalham ativamente” com o objetivo de influenciar a diplomacia americana.
“Outros grupos de pressão conseguiram orientar a polÃtica externa americana na direção que eles queriam, mas nenhum deles conseguiu, como fez este grupo, atrair esta polÃtica para rumos tão distantes daquilo que o interesse nacional americano recomendaria, conseguindo, ao mesmo tempo, convencer os americanos de que os interesses dos Estados Unidos e de Israel são mais ou menos idênticos”, escrevem os dois pesquisadores.
Este texto de 83 páginas, que foi publicado online no site da Harvard, no quadro da série dos “documentos de trabalho”, não foi retirado do site apesar dos protestos das associações pró-israelenses; contudo, a universidade mandou acrescentar um parágrafo em margem no qual ela indica que o texto é de responsabilidade exclusiva dos seus autores.
A tese vai no contra-pé do raciocÃnio habitual nos Estados Unidos, segundo o qual a ameaça terrorista aproximou mais ainda Israel e a América. Para os dois universitários, que contam entre os animadores da escola “realista” em matéria de polÃtica internacional, se os Estados Unidos enfrentam problemas com o terrorismo, “isso se deve em boa parte ao fato de eles serem aliados de Israel, e não o inverso”.
Da mesma forma, os Estados Unidos “não precisariam se preocupar tanto” com a ameaça iraquiana ou sÃria, se isso não representasse um perigo para a segurança de Israel. Um Irã dotado da bomba atômica não constituiria um “desastre estratégico” tão grande, uma vez que o regime de Teerã sabe que ele se exporia a uma resposta fulminante.
Desde o fim da guerra fria, estimam os pesquisadores, Israel deixou de aparecer como “um trunfo estratégico” capaz de ajudar a conter a expansão soviética na região, tornando-se muito mais um “fardo”. Para os dois professores, que na época manifestaram sua oposição à guerra no Iraque, o lobby foi, junto com o governo israelense, não o único fator, e sim “um elemento crÃtico” na decisão de derrubar o regime de Saddam Hussein pelas armas.
“Operações de espionagem”
Os autores lembram que Israel é o principal paÃs beneficiário da ajuda econômica e militar dos Estados Unidos, junto com o Egito – cerca de US$ 500 (R$ 1.074,90) por habitante, por ano -, enquanto a sua renda per capita é equivalente à quela da Espanha ou da Coréia do Sul. Israel recebe a quantia de uma vez só, diferentemente dos outros paÃses, o que lhe permite investi-la e faturar as taxas de juros. Os outros paÃses são, na sua maioria, obrigados a abastecer em equipamentos militares junto aos Estados Unidos, o que não é o caso de Israel, que faz viver sua indústria militar.
Mas nem por isso o Estado judeu se comporta como um “aliado leal”, acusam Stephen Walt e John Mearsheimer. Ele vendeu tecnologia sensÃvel para a China. Os autores citam também um relatório do organismo orçamentário do Congresso (GAO), segundo o qual, entre todos os aliados, Israel é o paÃs que “vem se dedicando a operações de espionagem entre as mais agressivas contra os Estados Unidos”.
Dois membros da principal organização de lobby, o Aipac (American Israel Public Affairs Committee), que se define ela mesma como “o lobby da América pró-israelense”, respondem a processo por terem transmitido informações confidenciais sobre o Irã que eles haviam obtido junto ao analista do Pentágono Larry Franklin. Este último foi condenado, em janeiro, a 13 anos de prisão.
Logo quando foi publicado, o texto suscitou crÃticas virulentas, principalmente em relação ao trecho que questiona os cÃrculos de reflexão e a imprensa pela sua parcialidade em favor de Israel. John Mearsheimer indicou à reportagem de “Le Monde” que nenhuma publicação americana aceitou reproduzi-lo.
Os dois pesquisadores iniciaram este trabalho em 2002, depois de terem ficado impressionados pela maneira com que Ariel Sharon havia ignorado os pedidos do presidente Bush para suspender a operação de retomada de controle das cidades da Cisjordânia, embora tal operação prejudicasse a imagem dos Estados Unidos perante o mundo árabe.
“A nossa ambição é de contribuir para que os Estados Unidos sigam uma polÃtica que atende ao interesse nacional americano”, diz. “Nós não achamos que a guerra no Iraque corresponda a este interesse. Na época, parecia claro que esta polÃtica era conduzida, em grande parte, pelo lobby israelense. Por isso, pareceu-nos fazer sentido escrever a este respeito e abrir o debate”.
[Responder]
"Oriente Médio Vivo - Divulgação"
em 5 de dezembro de 2007
Olá a todos!
Está publicada a Edição nº 85 do jornal Oriente Médio Vivo.
Para um link direto do download da Edição nº 85, clique no seguinte endereço:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_85.pdf
Nesta nova edição, as manchetes são:
- A guerra secreta dos EUA na Somália
- Por que Annapolis é um teatro?
- Resistência Iraquiana – eventos da semana
Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 85), tratando do assassinato de prisioneiros palestinos pelo Shin Bet, em 1984.
Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no nosso website, no endereço:
http://www.orientemediovivo.com.br
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o novo Fórum de Discussão do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:
http://www.orientemediovivo.com.br/forum
Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.
Para qualquer outra informação, sugestão, crÃtica ou comentários, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br
Mais uma vez, obrigado.
Cordialmente,
Humam al-Hamzah
Oriente Médio Vivo
http://www.orientemediovivo.com.br
[Responder]
Rogério Aparecido Clemente
em 5 de dezembro de 2007
E não é que o Irã falava sério?!?!?
O serviço de inteligencia norte-americano liberou um relatório no qual afirma que o Irã desistiu mesmo de construir armas nucleares em 2003.
http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7128360.stm
Desbundou o Bush … hilariante.
Comentários:
Antonio
Esse mesmo serviço inventou armas quÃmicas onde não existia, no Iraque. Então creio que o Irã vai começar a bombardear os vizinho daqui a pouco. Devem ter feito um pacto com os Estados Unidos. Destroem tudo menos Israel e os EUA encobrem. Depois que um iraniano conseguiu afundar o (invencÃvel) Corinthians, não duvido de mais nada que venha deste paÃs.
André
isso ñ é novidade
estranho é a cof cof “Inteligência” norte-americana admitir
Fonte: Orkut
[Responder]
Alceu
em 6 de dezembro de 2007
Judeus controlam a mÃdia???
http://youtube.com/watch?v=va2_c5ddtrY
[Responder]
Raphael
em 18 de dezembro de 2007
Destruir amaleque foi uma ordem dura e que vai de encontro com a norma “não mataras”.
Eu sou judeu, eu acredito na minha religião, mas não sou passivo ao ponto de não questioná-la até onde for minha curiosidade.
O que eu quero consignar é o fato de que D’s também já destruiu o mundo e todos os homens,salvo alguns poucos, o que também contraria a lei de “não mataras” que seria mais tarde editada.
Eu estou um pouco confuso, eu gostaria realmente me convecer de uma explicação do porque em certos casos matar é o justo, e em outro casos matar não é o justo (levando em consideração que d’s não é certo ou errado, mas justo dentro do seu JuÃzo) ?
[Responder]