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	<title>Comentários sobre: Contradições da Bíblia &#8211; Contradição nº 59</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>Por: Raphael</title>
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		<dc:creator>Raphael</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 18:37:21 +0000</pubDate>
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		<description>Destruir amaleque foi uma ordem dura e que vai de encontro com a norma &quot;não mataras&quot;.
Eu sou judeu, eu acredito na minha religião, mas não sou passivo ao ponto de não questioná-la até onde for minha curiosidade.

O que eu quero consignar é o fato de que D&#039;s também já destruiu o mundo e todos os homens,salvo alguns poucos, o que também contraria a lei de &quot;não mataras&quot; que seria mais tarde editada.

Eu estou um pouco confuso, eu gostaria realmente me convecer de uma explicação do porque em certos casos matar é o justo, e em outro casos matar não é o justo (levando em consideração que d&#039;s não é certo ou errado, mas justo dentro do seu Juízo) ?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Destruir amaleque foi uma ordem dura e que vai de encontro com a norma &#8220;não mataras&#8221;.<br />
Eu sou judeu, eu acredito na minha religião, mas não sou passivo ao ponto de não questioná-la até onde for minha curiosidade.</p>
<p>O que eu quero consignar é o fato de que D&#8217;s também já destruiu o mundo e todos os homens,salvo alguns poucos, o que também contraria a lei de &#8220;não mataras&#8221; que seria mais tarde editada.</p>
<p>Eu estou um pouco confuso, eu gostaria realmente me convecer de uma explicação do porque em certos casos matar é o justo, e em outro casos matar não é o justo (levando em consideração que d&#8217;s não é certo ou errado, mas justo dentro do seu Juízo) ?</p>
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		<title>Por: Alceu</title>
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		<dc:creator>Alceu</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 20:26:45 +0000</pubDate>
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		<description>Judeus controlam a mídia???

http://youtube.com/watch?v=va2_c5ddtrY</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Judeus controlam a mídia???</p>
<p><a href="http://youtube.com/watch?v=va2_c5ddtrY" rel="nofollow">http://youtube.com/watch?v=va2_c5ddtrY</a></p>
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		<title>Por: Rogério Aparecido Clemente</title>
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		<dc:creator>Rogério Aparecido Clemente</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 21:36:22 +0000</pubDate>
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		<description>E não é que o Irã falava sério?!?!?
O serviço de inteligencia norte-americano liberou um relatório no qual afirma que o Irã desistiu mesmo de construir armas nucleares em 2003.
 
http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7128360.stm
 
Desbundou o Bush ... hilariante.
 
Comentários:
 
Antonio
Esse mesmo serviço inventou armas químicas onde não existia, no Iraque. Então creio que o Irã vai começar a bombardear os vizinho daqui a pouco. Devem ter feito um pacto com os Estados Unidos. Destroem tudo menos Israel e os EUA encobrem. Depois que um iraniano conseguiu afundar o (invencível) Corinthians, não duvido de mais nada que venha deste país.
 
André
isso ñ é novidade
estranho é a cof cof &quot;Inteligência&quot; norte-americana admitir
 
Fonte: Orkut</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>E não é que o Irã falava sério?!?!?<br />
O serviço de inteligencia norte-americano liberou um relatório no qual afirma que o Irã desistiu mesmo de construir armas nucleares em 2003.</p>
<p><a href="http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7128360.stm" rel="nofollow">http://news.bbc.co.uk/2/hi/middle_east/7128360.stm</a></p>
<p>Desbundou o Bush &#8230; hilariante.</p>
<p>Comentários:</p>
<p>Antonio<br />
Esse mesmo serviço inventou armas químicas onde não existia, no Iraque. Então creio que o Irã vai começar a bombardear os vizinho daqui a pouco. Devem ter feito um pacto com os Estados Unidos. Destroem tudo menos Israel e os EUA encobrem. Depois que um iraniano conseguiu afundar o (invencível) Corinthians, não duvido de mais nada que venha deste país.</p>
<p>André<br />
isso ñ é novidade<br />
estranho é a cof cof &#8220;Inteligência&#8221; norte-americana admitir</p>
<p>Fonte: Orkut</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: "Oriente Médio Vivo - Divulgação"</title>
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		<dc:creator>"Oriente Médio Vivo - Divulgação"</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 16:14:55 +0000</pubDate>
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		<description>Olá a todos!

Está publicada a Edição nº 85 do jornal Oriente Médio Vivo.

Para um link direto do download da Edição nº 85, clique no seguinte endereço:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_85.pdf
 
 
Nesta nova edição, as manchetes são:

- A guerra secreta dos EUA na Somália 

- Por que Annapolis é um teatro?

- Resistência Iraquiana - eventos da semana

Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 85), tratando do assassinato de prisioneiros palestinos pelo Shin Bet, em 1984.


Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no nosso website, no endereço:
http://www.orientemediovivo.com.br

Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o novo Fórum de Discussão do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:
http://www.orientemediovivo.com.br/forum

Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.

Para qualquer outra informação, sugestão, crítica ou comentários, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br

Mais uma vez, obrigado.

Cordialmente,
Humam al-Hamzah
Oriente Médio Vivo
www.orientemediovivo.com.br</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos!</p>
<p>Está publicada a Edição nº 85 do jornal Oriente Médio Vivo.</p>
<p>Para um link direto do download da Edição nº 85, clique no seguinte endereço:<br />
<a href="http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_85.pdf" rel="nofollow">http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_85.pdf</a></p>
<p>Nesta nova edição, as manchetes são:</p>
<p>- A guerra secreta dos EUA na Somália </p>
<p>- Por que Annapolis é um teatro?</p>
<p>- Resistência Iraquiana &#8211; eventos da semana</p>
<p>Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 85), tratando do assassinato de prisioneiros palestinos pelo Shin Bet, em 1984.</p>
<p>Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no nosso website, no endereço:<br />
<a href="http://www.orientemediovivo.com.br" rel="nofollow">http://www.orientemediovivo.com.br</a></p>
<p>Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o novo Fórum de Discussão do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:<br />
<a href="http://www.orientemediovivo.com.br/forum" rel="nofollow">http://www.orientemediovivo.com.br/forum</a></p>
<p>Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.</p>
<p>Para qualquer outra informação, sugestão, crítica ou comentários, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:<br />
<a href="mailto:contato@orientemediovivo.com.br">contato@orientemediovivo.com.br</a></p>
<p>Mais uma vez, obrigado.</p>
<p>Cordialmente,<br />
Humam al-Hamzah<br />
Oriente Médio Vivo<br />
<a href="http://www.orientemediovivo.com.br" rel="nofollow">http://www.orientemediovivo.com.br</a></p>
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		<title>Por: Rogério Aparecido Clemente</title>
		<link>http://multiplosuniversos.com.br/site/archives/contradicoes-da-biblia-contradicao-n%c2%ba-59/comment-page-1#comment-2589</link>
		<dc:creator>Rogério Aparecido Clemente</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 09:47:51 +0000</pubDate>
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		<description>Estudo americano critica a política pró-Israel dos Estados Unidos
Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na política externa americana num sentido que a afasta de seus interesses nacionais
 
Corine Lesnes
correspondente em Washington
 
Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na política externa americana num sentido que a afasta de seus interesses Num ensaio intitulado &quot;O lobby israelense e a política externa dos Estados Unidos, os professores Stephen Walt, diretor de pesquisas da Faculdade Kennedy da universidade Harvard, e John Mearsheimer, professor de ciências políticas na universidade de Chicago, estimam que os Estados Unidos confundem com freqüência excessiva seu interesse nacional com o do Estado judeu, correndo com isso o risco de &quot;comprometer sua segurança&quot;.
 
Eles incriminam a ação do &quot;lobby pró-israelense&quot;, um grupo que eles definem como composto por indivíduos e organizações que &quot;trabalham ativamente&quot; com o objetivo de influenciar a diplomacia americana.
 
&quot;Outros grupos de pressão conseguiram orientar a política externa americana na direção que eles queriam, mas nenhum deles conseguiu, como fez este grupo, atrair esta política para rumos tão distantes daquilo que o interesse nacional americano recomendaria, conseguindo, ao mesmo tempo, convencer os americanos de que os interesses dos Estados Unidos e de Israel são mais ou menos idênticos&quot;, escrevem os dois pesquisadores.
 
Este texto de 83 páginas, que foi publicado online no site da Harvard, no quadro da série dos &quot;documentos de trabalho&quot;, não foi retirado do site apesar dos protestos das associações pró-israelenses; contudo, a universidade mandou acrescentar um parágrafo em margem no qual ela indica que o texto é de responsabilidade exclusiva dos seus autores.
 
A tese vai no contra-pé do raciocínio habitual nos Estados Unidos, segundo o qual a ameaça terrorista aproximou mais ainda Israel e a América. Para os dois universitários, que contam entre os animadores da escola &quot;realista&quot; em matéria de política internacional, se os Estados Unidos enfrentam problemas com o terrorismo, &quot;isso se deve em boa parte ao fato de eles serem aliados de Israel, e não o inverso&quot;.
 
Da mesma forma, os Estados Unidos &quot;não precisariam se preocupar tanto&quot; com a ameaça iraquiana ou síria, se isso não representasse um perigo para a segurança de Israel. Um Irã dotado da bomba atômica não constituiria um &quot;desastre estratégico&quot; tão grande, uma vez que o regime de Teerã sabe que ele se exporia a uma resposta fulminante.
 
Desde o fim da guerra fria, estimam os pesquisadores, Israel deixou de aparecer como &quot;um trunfo estratégico&quot; capaz de ajudar a conter a expansão soviética na região, tornando-se muito mais um &quot;fardo&quot;. Para os dois professores, que na época manifestaram sua oposição à guerra no Iraque, o lobby foi, junto com o governo israelense, não o único fator, e sim &quot;um elemento crítico&quot; na decisão de derrubar o regime de Saddam Hussein pelas armas.
 
&quot;Operações de espionagem&quot;
Os autores lembram que Israel é o principal país beneficiário da ajuda econômica e militar dos Estados Unidos, junto com o Egito - cerca de US$ 500 (R$ 1.074,90) por habitante, por ano -, enquanto a sua renda per capita é equivalente àquela da Espanha ou da Coréia do Sul. Israel recebe a quantia de uma vez só, diferentemente dos outros países, o que lhe permite investi-la e faturar as taxas de juros. Os outros países são, na sua maioria, obrigados a abastecer em equipamentos militares junto aos Estados Unidos, o que não é o caso de Israel, que faz viver sua indústria militar.
 
Mas nem por isso o Estado judeu se comporta como um &quot;aliado leal&quot;, acusam Stephen Walt e John Mearsheimer. Ele vendeu tecnologia sensível para a China. Os autores citam também um relatório do organismo orçamentário do Congresso (GAO), segundo o qual, entre todos os aliados, Israel é o país que &quot;vem se dedicando a operações de espionagem entre as mais agressivas contra os Estados Unidos&quot;.
 
Dois membros da principal organização de lobby, o Aipac (American Israel Public Affairs Committee), que se define ela mesma como &quot;o lobby da América pró-israelense&quot;, respondem a processo por terem transmitido informações confidenciais sobre o Irã que eles haviam obtido junto ao analista do Pentágono Larry Franklin. Este último foi condenado, em janeiro, a 13 anos de prisão.
 
Logo quando foi publicado, o texto suscitou críticas virulentas, principalmente em relação ao trecho que questiona os círculos de reflexão e a imprensa pela sua parcialidade em favor de Israel. John Mearsheimer indicou à reportagem de &quot;Le Monde&quot; que nenhuma publicação americana aceitou reproduzi-lo.
 
Os dois pesquisadores iniciaram este trabalho em 2002, depois de terem ficado impressionados pela maneira com que Ariel Sharon havia ignorado os pedidos do presidente Bush para suspender a operação de retomada de controle das cidades da Cisjordânia, embora tal operação prejudicasse a imagem dos Estados Unidos perante o mundo árabe.
 
&quot;A nossa ambição é de contribuir para que os Estados Unidos sigam uma política que atende ao interesse nacional americano&quot;, diz. &quot;Nós não achamos que a guerra no Iraque corresponda a este interesse. Na época, parecia claro que esta política era conduzida, em grande parte, pelo lobby israelense. Por isso, pareceu-nos fazer sentido escrever a este respeito e abrir o debate&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estudo americano critica a política pró-Israel dos Estados Unidos<br />
Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na política externa americana num sentido que a afasta de seus interesses nacionais</p>
<p>Corine Lesnes<br />
correspondente em Washington</p>
<p>Segundo os professores Walt e Mearsheimer, o lobby israelense influi na política externa americana num sentido que a afasta de seus interesses Num ensaio intitulado &#8220;O lobby israelense e a política externa dos Estados Unidos, os professores Stephen Walt, diretor de pesquisas da Faculdade Kennedy da universidade Harvard, e John Mearsheimer, professor de ciências políticas na universidade de Chicago, estimam que os Estados Unidos confundem com freqüência excessiva seu interesse nacional com o do Estado judeu, correndo com isso o risco de &#8220;comprometer sua segurança&#8221;.</p>
<p>Eles incriminam a ação do &#8220;lobby pró-israelense&#8221;, um grupo que eles definem como composto por indivíduos e organizações que &#8220;trabalham ativamente&#8221; com o objetivo de influenciar a diplomacia americana.</p>
<p>&#8220;Outros grupos de pressão conseguiram orientar a política externa americana na direção que eles queriam, mas nenhum deles conseguiu, como fez este grupo, atrair esta política para rumos tão distantes daquilo que o interesse nacional americano recomendaria, conseguindo, ao mesmo tempo, convencer os americanos de que os interesses dos Estados Unidos e de Israel são mais ou menos idênticos&#8221;, escrevem os dois pesquisadores.</p>
<p>Este texto de 83 páginas, que foi publicado online no site da Harvard, no quadro da série dos &#8220;documentos de trabalho&#8221;, não foi retirado do site apesar dos protestos das associações pró-israelenses; contudo, a universidade mandou acrescentar um parágrafo em margem no qual ela indica que o texto é de responsabilidade exclusiva dos seus autores.</p>
<p>A tese vai no contra-pé do raciocínio habitual nos Estados Unidos, segundo o qual a ameaça terrorista aproximou mais ainda Israel e a América. Para os dois universitários, que contam entre os animadores da escola &#8220;realista&#8221; em matéria de política internacional, se os Estados Unidos enfrentam problemas com o terrorismo, &#8220;isso se deve em boa parte ao fato de eles serem aliados de Israel, e não o inverso&#8221;.</p>
<p>Da mesma forma, os Estados Unidos &#8220;não precisariam se preocupar tanto&#8221; com a ameaça iraquiana ou síria, se isso não representasse um perigo para a segurança de Israel. Um Irã dotado da bomba atômica não constituiria um &#8220;desastre estratégico&#8221; tão grande, uma vez que o regime de Teerã sabe que ele se exporia a uma resposta fulminante.</p>
<p>Desde o fim da guerra fria, estimam os pesquisadores, Israel deixou de aparecer como &#8220;um trunfo estratégico&#8221; capaz de ajudar a conter a expansão soviética na região, tornando-se muito mais um &#8220;fardo&#8221;. Para os dois professores, que na época manifestaram sua oposição à guerra no Iraque, o lobby foi, junto com o governo israelense, não o único fator, e sim &#8220;um elemento crítico&#8221; na decisão de derrubar o regime de Saddam Hussein pelas armas.</p>
<p>&#8220;Operações de espionagem&#8221;<br />
Os autores lembram que Israel é o principal país beneficiário da ajuda econômica e militar dos Estados Unidos, junto com o Egito &#8211; cerca de US$ 500 (R$ 1.074,90) por habitante, por ano -, enquanto a sua renda per capita é equivalente àquela da Espanha ou da Coréia do Sul. Israel recebe a quantia de uma vez só, diferentemente dos outros países, o que lhe permite investi-la e faturar as taxas de juros. Os outros países são, na sua maioria, obrigados a abastecer em equipamentos militares junto aos Estados Unidos, o que não é o caso de Israel, que faz viver sua indústria militar.</p>
<p>Mas nem por isso o Estado judeu se comporta como um &#8220;aliado leal&#8221;, acusam Stephen Walt e John Mearsheimer. Ele vendeu tecnologia sensível para a China. Os autores citam também um relatório do organismo orçamentário do Congresso (GAO), segundo o qual, entre todos os aliados, Israel é o país que &#8220;vem se dedicando a operações de espionagem entre as mais agressivas contra os Estados Unidos&#8221;.</p>
<p>Dois membros da principal organização de lobby, o Aipac (American Israel Public Affairs Committee), que se define ela mesma como &#8220;o lobby da América pró-israelense&#8221;, respondem a processo por terem transmitido informações confidenciais sobre o Irã que eles haviam obtido junto ao analista do Pentágono Larry Franklin. Este último foi condenado, em janeiro, a 13 anos de prisão.</p>
<p>Logo quando foi publicado, o texto suscitou críticas virulentas, principalmente em relação ao trecho que questiona os círculos de reflexão e a imprensa pela sua parcialidade em favor de Israel. John Mearsheimer indicou à reportagem de &#8220;Le Monde&#8221; que nenhuma publicação americana aceitou reproduzi-lo.</p>
<p>Os dois pesquisadores iniciaram este trabalho em 2002, depois de terem ficado impressionados pela maneira com que Ariel Sharon havia ignorado os pedidos do presidente Bush para suspender a operação de retomada de controle das cidades da Cisjordânia, embora tal operação prejudicasse a imagem dos Estados Unidos perante o mundo árabe.</p>
<p>&#8220;A nossa ambição é de contribuir para que os Estados Unidos sigam uma política que atende ao interesse nacional americano&#8221;, diz. &#8220;Nós não achamos que a guerra no Iraque corresponda a este interesse. Na época, parecia claro que esta política era conduzida, em grande parte, pelo lobby israelense. Por isso, pareceu-nos fazer sentido escrever a este respeito e abrir o debate&#8221;.</p>
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