Contradições da Bíblia – Contradição nº 70
Deus e a pedra
A Bíblia diz que Deus é onipotente. Então ele é capaz de criar uma pedra tão pesada que nem mesmo ele é capaz de levantá-la. Mas peraí… Neste caso ele não é onipotente, por não ser capaz de levantar a tal pedra.
Digamos, então, que Deus é capaz de levantar qualquer pedra que se possa imaginar. Então, ele não é capaz de criar a referida pedra, aquela que ninguém pode levantar (ninguém mesmo, incluindo Deus). Se esta pedra é “incriável”, existe algo que Deus não pode criar. Existe algo que ele não pode fazer. Sendo assim, ele não é onipotente.
De um modo ou de outro, ele não é onipotente. A onipotência é uma impossibilidade lógica.



Olá! Meu nome é 



Rogério Aparecido Clemente
em 14 de janeiro de 2008
Os Cristãos são muito mais violentos. Vamos lembrar:
* Os EUA são responsáveis diretos por 3 guerras atualmente, Iraque, Afeganistão e Colômbia.
* A Inglaterra apoia os EUA.
* A França apoiou o Poder Hutu em Ruanda.
* O holocausto foi obra da Alemanha.
* O Vaticano apoiou Hittler.
* A inquisição era chamada de Santa.
* O Fascismo surgiu na Itália.
* O colonialismo foi obra do mundo cristão e o neo-colonialismo também.
* A escravidão havia sido abolida por 1000 anos e foi retomada pelos europeus durante a colonização. A América, inclusive o Brasil, continuaram essa prática.
* Os EUA inventaram a Bomba atômica e utilizaram duas vezes.
* O primeiro mundo responde por 80% dos gases do efeito estufa, não tomam medidas significativas para reduzir as emissões, mas propõem metas aos subdesenvolvidos.
* O primeiro mundo cristão cobram dívida de países miseráveis que colonizou condenando milhões a morte.
Não há comparação, os Cristão se mostraram mais perigosos no decorrer da história… Graças aos direitos humanos temos liberdade de credo, mas não é por isso que vamos fechar os olhos às atrocidades do mundo Cristão…
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Rogério Aparecido Clemente
em 14 de janeiro de 2008
“Uma visita ao hospício mostra que a fé não prova nada.” Friedrich Nietzsche
“Os crentes não acreditam nas religiões e nos deuses dos outros. Os ateus também não.”
“Deus é um ser mágico que veio do nada, criou o universo e tortura eternamente aqueles que não acreditam nele, porque os ama.” Steve Knight
“As pessoas vão à igreja pelos mesmos motivos que vão à taverna: para estupefazerem-se, para esquecerem-se de sua miséria, para imaginarem-se, de algum modo, livres e felizes.” Bakunin
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Rogério Aparecido Clemente
em 14 de janeiro de 2008
Dois membros do Hamas morrem em ataque israelense
Dois membros do braço armado do movimento radical islâmico Hamas foram mortos na noite deste sábado em um ataque aéreo israelense contra uma de suas posições no sul da Faixa de Gaza, informaram fontes médicas.
Os dois ativistas das Brigadas Ezzedin al-Qassam, Mansur el-Barim e Aid Abu Abed, cerca de 20 anos, morreram na explosão de um míssil aparentemente disparado por um avião sem piloto.
Outros quatro combatentes do Hamas foram feridos durante o ataque, segundo as mesmas fontes.
O ataque ocorreu a leste da cidade de Khan Yunis, perto da fronteira israelense.
Um porta-voz militar de Israel confirmou o ataque, que se inscreve na ofensiva conduzida contra os grupos armados palestinos que “dispararam 215 foguetes ou obuses de morteiro desde o início deste ano” contra o território israelense ou contra forças israelenses que realizavam incursões na Faixa de Gaza.
Dois civis e um ativista palestinos morreram e 10 pessoas ficaram feridas quarta-feira em uma operação similar do exército israelense, logo antes da chegada do presidente americano George W. Bush para uma visita de três dias em Israel e na Cisjordânia.
Durante a visita de Bush, o exército israelense suspendeu seus ataques na Faixa de Gaza.
Desde o início deste ano, quase 30 palestinos, em maioria combatentes, morreram em ataques terrestres ou aéreos israelenses na Faixa de Gaza.
AFP
Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2229070-EI308,00.html
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Rapahel
em 14 de janeiro de 2008
Questão difícil de tratar, mas vou-me lançar ao desafio.
A lógica utilizada na contradição em tela é a soma de proposições ou premissas que induzem a uma conclusão, também conhecida como lógica clássica para algumas escolas.
Sabe, atualmente existem diversas lógicas que são estudas por escolas diferentes, como, por exemplo, a deôntica, a fuzzi (difusa), quântica, paraconsistentes, intuicionistas, formal, heterodoxa, modais etc. Todas as lógicas trazidas à baia são devidamente criticadas, na medida em que nenhuma delas é perfeita ou completa para analisar todas as situações experimentadas pelo homem.
A existência dessa pluralidade de sistemas lógicos faz com que possamos levantar muitas questões fundamentais sobre o instituto da lógica que, por si só, não pode responder.
Dentre os inúmeros problemas colocados pela diversidade de lógicas na nossa modernidade, deve-se ressaltar apenas um: aquele que diz respeito às condições as quais podemos definir se um sistema é uma lógica ou não. Afinal, o que é uma Lógica ? Que sistemas são lógicos ? O que assim os fazem ? Trata-se de questões filosóficas profundas e difíceis, mas inevitáveis diante da pluralidade de lógicas com que nos defrontamos.
O que eu quero dizer pode ser resumido ou exprimido em duas perguntas, a saber: Existe apenas um sistema lógico correto, ou poderia haver vário que seriam igualmente corretos ? E o que “correto” significaria nesse contexto ?
Quanto à contradição em epígrafe, o sistema lógico utilizado pode não ser o mais correto para definir a onipotência de D’s, uma vez que trabalha com premissas ou preposições absolutas. Contudo, critica-se à rigidez dessa lógica em face do fato de que existindo flexão, deixa de existir o caráter absoluto indispensável à funcionalidade dessa lógica.
Desse modo, a lógica clássica é válida até o momento em que se descobre uma exceção as suas preposições. Na lógica usada na contradição em referência, pode-se citar o seguinte caso que nega sua validade ou eficiência absoluta:
“Só existem cisnes brancos na Inglaterra”.
“Estou na Inglaterra para ver cisnes”.
“Logo, verei apenas cisnes brancos”.
Essa lógica é negada ou inaplicável quando aparecem ou descobrem-se cisnes negros, pardos ou de cor diferente da branca na Inglaterra, o que é bem possível, uma vez que o homem é limitado e esta sempre evoluindo no sentido de ampliar seus conhecimentos sobre a realidade que lhe cerca.
D’s pode se sujeitar a qualquer regra por ele imposta, como, por exemplo, não mais destruir o mundo por meio de um dilúvio. Nota-se, nesse caso, que D’s auto-impôs uma regra, sendo que esta auto-limitação não lhe retira o pressuposto de onipotente, uma vez que pode revogá-la oportunamente.
Com efeito, assim como ocorre como os Estados modernos (eles se submetem as regras por ele mesmo editadas, mas também pode revogá-las arbitrariamente, como ocorre nos casos dos tratados internacionais), D’s pode limitar-se ou ampliar-se livremente dentro de sua onipotência, sendo que uma limitação auto-imposta não induz, necessariamente, a negação de sua onipotência, mas a confirmação de que não existem regras para entidade divina com prorrogação infinita no tempo (principalmente pelo fato de que o tempo não é uma regra, mas uma criação virtual do ser humano para medir fatos).
No exemplo trazido pelo Sr. Gilson, observa-se que a pedra pode ser pesada inclusive para D’s, pois, conforme mencionado alhures, ele pode se limitar pelo período de tempo que desejar. Todavia, essa regra poderá ser por ele revogada a qualquer instante, o que denota o fato de que D’s é sempre onipotente não existindo limites para sua vontade.
Sendo assim, a lógica proposta pelo Sr. Gilson cria, deveras, confusão e estranheza quanto a possibilidade de D’s ser onipotente, pois trabalha de forma rígida com preposições absolutas. Portanto, proponho utilizarmos outra lógica, mais precisamente, a deôntica, a fim resolver a contradição em questão, tendo em vista que ela trata de premissas ou preposições possíveis em caráter não absoluto, e não verdadeiras até que se prove o contrário.
Abraços,
Obs: que assunto complicado, espero que alguém mais instruído possa ajudar-nos.
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Rogério Aparecido Clemente
em 14 de janeiro de 2008
Forças armadas de Israel declaram ter matado mais de mil palestinos em Gaza
da EFE, em Jerusalém
O chefe do Serviço de Segurança Geral (Shin Bet) de Israel, Yuval Diskin, informou neste domingo, na reunião do Gabinete Nacional, que nos últimos dois anos o Exército israelense e seus agentes mataram cerca de mil “terroristas” em Gaza.
O número representa 5% do total de palestinos armados no território – há sete meses sob controle dos islamitas do Hamas -, de acordo com uma avaliação dos organismos israelenses de segurança, disseram fontes governamentais.
O ministro de Segurança Interior, Avi Dijter, ex-chefe do Shin Bet, informou que três mil moradores da localidade de Sderot saíram da cidade devido aos ataques palestinos cometidos a partir de Gaza com foguetes e morteiros caseiros.
Sderot, com 25 mil habitantes, a quatro quilômetros da fronteira com a Faixa de Gaza, é um dos alvos favoritos dos milicianos palestinos desde que começou a revolta de 2000 contra a ocupação israelense.
Os ataques não pararam mesmo depois da saída unilateral do Exército de Israel em 2005 e do desmantelamento dos 21 assentamentos judaicos erguidos nesse território palestino.
Segundo Dijter, o Governo deve instruir as Forças Armadas – que recebem diariamente represálias por essas ações – para que mudem suas modalidades, de forma que os civis palestinos, como israelenses de Sderot, deixem suas casas.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u363000.shtml
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ibraim
em 15 de janeiro de 2008
Aproveito o ensejo para fazer proposição semelhante :
Teria Deus poder para criar um ser mais poderoso que ele próprio ? em caso afirmativo que criatura seria essa?
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Rapahel
em 15 de janeiro de 2008
Se tratarmos esse assunto por meio da lógica clássica ou se usarmos apenas como base a dualidade, é impossível contestar as afirmações de Gilson e do Sr. Ibraim.
Contudo, se utilizarmos outra lógica ou tomamos como base a não-dualidade (que é uma escola representada por grandes nomes), será possível argumentar em favor da onipotência divina.
Portanto, a questão é: qual lógica ou base adotaremos para discutir a contradição em tela, lembrando que ambas são falíveis ou inconsistentes para explicar todos os fatos experimentados pelo homem ?
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Ferreira
em 10 de fevereiro de 2008
Raphael,
Só existe uma lógica … a racionalidade e a coerência de fatos.
O resto é conhecido como RELATIVISMO.
Ou seja, tudo depende do observador, lembra-se da experiência do GATO DE SCHRÖDINGER ???
Bem, qual a lógica devemos utilizar … o MISTICISMO OU O RACIONALISMO ??? A pergunta então é … o que devemos fazer ??? IGNORAR OS FATOS E “ACHAR” O QUE NOS AGRADA OU SERMOS COERÊNTES COM OS FATOS ???
O que determinará a escolha é o chamado COMODISMO INTELECTUAL, ou o amigo crê que o Senhor criou os vegetais no terceiro dia e o SOL e as estrelas apenas no quarto dia ??? Mas e a fotossíntese … onde entra na história ???
Lógica é lógica e observo que o amigo tenta dualizar o entendimento do que é a própria lógica, persuadindo a razão para o lado do relativismo.
É como dizer que o MORTO não MORREU …
Atenciosamente,
Ferreira
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Rapahel
em 11 de fevereiro de 2008
Ferreira,
Inicialmente, quero parabenizá-lo pelas colocações. Aproveito o ensejo para confirmar sua alegação de que tento persuadir ou convencer as pessoas do meu ponto de vista por meio do relativismo.
Contudo, permita-me explicar o porque: Tanto a sua argumentação quanto a minha ou de qualquer outro será consubstanciada em fatos. O problema é que os fatos já nascem viciados ou eivados de incerteza, como, por exemplo, a idade do sol, do mundo, do sistema solar etc.
Vc não acredita que o mundo foi criado em um dia, mas também não tem certeza de quanto tempo levou. Os dados sobre o tempo são sempre incertos, na medida em que o tempo não existe (lembrando que a teoria da relatividade é de um judeu).
Nessa esteira, note que a bíblia não determina quanto tempo tem um dia ou o que um dia significa para D’s e para o homem, as vezes tem conceitos diferentes. Então, peço, por gentileza, de quando ler o gênesis não leve em conta 24 hora, 30 dias, 12 meses.
Bom, insta salientar também que o racionalismo não é uma ciência exata, apenas trata dos fatos de maneira mais física possível, ou seja, não tem o condão de determinar qualquer certeza, razão pela qual é tão falha quanto qualquer argumentação que a utilize como base. Em suma, o erro do racionalismo é que nem tudo pode ser explicado por meio da matemática, da física e da química. Na verdade, um dia, tudo poderá ser explicado por meio dessas ciências, mas, atualmente, tais ciências não chegaram ao seu ápice, estando continuamente evoluindo e se corrigindo. A fim de deixar claro meu ponto de vista, observe que a tabela periódica já foi mudada mais de mil vezes desde sua indexação.
Por último, quero frisar que todo ponto de vista toma como base fatos convenientes. Desse modo, minha argumentação, sua argumentação ou qualquer argumentação sempre terá como fundamento um “comodismo intelectual”.
De qualquer forma, agradeço sua atenção para com os meus comentários.
Abraços,
obs: É estranho, mas meu nome é “Rapahel”
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André
em 2 de junho de 2008
Isso na verdade é um falso dilema lógico, sem fundamento nenhum. Fazem idéia do problema tanto do dilema da pedra, como qualquer outro dilema nesse estilo? O principal problema reside na violação do conceito lógico da não contradição. Mas, o que isso significa? Bem, falando em conceitos lógicos, em um raciocínio as premissas não podem ser contraditórias uma em relação a outra; caso contrário, nenhuma conclusão lógica será possível. É o dilema entre a força irresistível e o obstáculo irremovível. Este dilema lógico-filosófico é bem conhecido! O que acontece quando uma força irresistível se encontra com um obstáculo irremovível?
Bem, a resposta não existe sob a luz de um raciocínio lógico. Se há força irresistível, não há obstáculo irremovível. Se há um obstáculo, não há tal força. Isto é, essa é a limitação lógica para a questão. Ela não pode analisar um ambiente onde exista tal dualidade, pois tal dualidade é impossível em termos lógicos. Acontece que a onipotência é um valor que vai além da lógica.
A onipotência é um valor transcendente. Ao dizermos que Deus pode tudo, ele pode até mesmo violar a lógica e as próprias leis que definem a nossa realidade (Deus, para ser Deus, teria que viver além dessa nossa pobre realidade). A lógica, como a conhecemos, só pode estar contida na nossa realidade. Vamos brincar com o conceito de “realidade”? Bem, comecemos definindo a nossa realidade (só podemos definir esta e nenhuma outra por motivos óbvios) como sendo um conjunto “R”. Acontece que Deus (supostamente) é quem criou esse conjunto R, então ele (Deus) precisa estar muito além desse conjunto, e das possibilidades delimitadas por ele.
Desse modo, podemos afirmar que Deus PODE (por definição) criar uma pedra tão pesada que nem ele mesmo pode carregar, mas ao mesmo tempo carregar essa pedra sem entrar em contradição com a primeira afirmação. Deus seria, portanto, como uma espécie de “fractal multidimensional” (ele atua em todas as dimensões e tipos de realidades), realizando infinitos “trabalhos” em uma dimensão atemporal (lembrem-se que o tempo também é, em tese, criação dele e uma dimensão como as demais). A onipotência, por definição, viola a lógica, e por isso mesmo não pode ser julgada por ela.
Deus não pode ser analisado objetivamente naquilo que escapa a nossa realidade, conforme observado. Mas, as religiões que se baseiam no conceito de Deus podem. Dizer que Deus é bom num capítulo de um livro qualquer; enquanto que, em outro capítulo, ele ordena morte, fome e destruição de pessoas inocentes, aí podemos questionar com vigor. Podemos inquirir sobre o que acontece no mundo atualmente, sobre os conceitos de onisciência, onipotência e onipresença em contraponto à desolação, abandono e descaso com o que acontece às pessoas pelo mundo afora. Mas, usar da velha xaropada da pedra pesadona ou da esfera super-ultra-indestrutível é cair numa falha (na verdade, mais de uma) lógica, e não dá para ser analisada dessa forma.
Assim, surge de um raciocínio falacioso. Falácia é um raciocínio aparentemente lógico, mas que contém erros (propositais ou não) no seu princípio. Então essa questão (a da pedrona) é falsa, não serve para julgar onipotência nenhuma.
http://ceticismo.wordpress.com/2006/11/10/o-ceticismo-e-a-pedra-irremovivel/
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José Augusto Cabral
em 11 de maio de 2009
Os amigos precisam apenas conhecer JESUS CRISTO. Ter uma experiência com Ele! Todas as suas dúvidas serão devidamente esclarecidas…
Para início de conversa, eu pergunto: Alguém conhece algo que não tenha tido um princípio? Pois bem! Esse Princípio do Universo é o DEUS dos cristãos.
Outra pergunta: Algum ser humano consegue evitar que lhe surja um fio de cabelo branco? Certamente que não! Logo, torna-se lógico que há uma distância infinita entre o Poder infinitamente grande daquele Princípio que criou todo o Universo e o nosso poder infinitamente pequeno, incapaz de criar um grão de areia…
Sobre a Bíblia Sagrada, estejam certos de que nela não existem contradições. O que existe é a imposssibilidade de interpretação para as pessoas que não acreditam. Aquele Princípio, que é o meu Deus, não permite que qualquer pessoa interprete os Seus textos sagrados. Tal direito é dado apenas aos que creem…
Logo, não servem como exemplos os desatinos proporcionados por alguns “teólogos” da Idade Média, com base em interpretações erradas.
É bom esclarecer que a Bíblia é toda verdadeira; embora que tais verdades não sejam sempre literais. A sua linguagem figurada predomina notadamente no Antigo Testamento. Portanto, ao lado de verdades literais, existem as verdades simbólicas ou teológicas, que se encaixam como uma luva nos ensinamentos de Jesus Cristo.
Ao invés de explicar cada uma das dúvidas dos amigos que aqui postaram os seus comentários, prefiro aconselhá-los a buscar as verdades na própria Fonte. Iniciem pelo Novo Testamento. Após isso, comparem os ensinamentos do Grande Mestre com a simbologia do Antigo Testamento. E os meus votos são que o Princípio permita que vocês possam entender toda verdade!…
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cmte cesar
em 9 de junho de 2009
caros ateus
se o macaco se transformou em homem, porque nao continua a se transformar ate hoje?
essa explosao do big bang foi mesmo muito bem feita eim, com um mundo tão perfeito assim fico a imaginar se realmente nós mereciamos tantos beneficios como a agua,as arvores o sol alias porque o sol só ficou com o fogo se a explosao foi a a mesma ?
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Eduardo Vieira
em 7 de julho de 2009
Para começar não são 400 mil e sim 300 mil. Para continuar, a arca não era pequenininha não. Dentro dela caberia milhões e milhões de besouros. Continuando, os besouros não necessitariam de estar dentro da arca não. Deveria ter bilhões de pedaços de árvores e madeiras podres e ocas boiando e os besouros e outros insetos poderiam estar dentro delas. Veja essa matéria: ´´ …foram encontradas 1100 espécies de besouros na copa de uma única árvore. Dessas 1100 espécies, 160 só existiam nesse tipo de árvore tropical, ou seja, eram específicos e não ocorriam em outras plantas.“ Fonte: http://www.vanzolini-ead.org.br/pecem/bio/index_m3s7.htm. Se em apenas uma árvore poderia ter mais de 1.100 espécies, imagina bilhões de pedaços de árvores boiando. Para ficar mais claro ainda, mais de 99% das espécies existentes não precisariam estar dentro da Arca de Noé, pois, os vírus, as bactérias, os fungos, os insetos, as plantas, os animais aquáticos, os animais que vivem sobre o gelo e no ar não ocupariam lugar na Arca não. Além do mais, os outros animais poderiam ser filhotes e não adultos e já tem um livro que comprova que a o tamanho da Arca suportaria sim os animais que precisariam fugir do dilúvio. Só quem não sabe o tamanho da Arca e não tem uma mínima idéia das espécies existentes é que acha um absurdo ela ter suportado tais espécies.
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