Davi André Farias de Meneses: Um iletrado à frente de uma congregação racista

Ele escreve pacifismo assim: “passifismo”. Eram ele escreve assim: “erão” (tenho os e-mails). Recentemente, num comentário a um artigo deste site, escreveu nada a ver desta forma: “nada haver”. Realmente, nada a ver.

Vê-se que é um iletrado, um ignorante, um imbecil. Além disso, é um fascista que vive ameaçando pôr atrás das grades qualquer pessoa que faça a menor crítica a Israel, aos sionistas ou aos judeus.

Chefia uma congregação de uns sessenta otários em Campina Grande, na Paraíba. Ser liderado espiritualmente por semelhante asno é sem dúvida um sinal de idiotice. Se o chefe escreve “passifismo”, imagine de que são capazes os seguidores. É preciso ser muito otário para fazer parte da congregação de Davi André Farias de Meneses.

Davi e seus seguidores são “judeus messiânicos”. Ou seja, acreditam que Jesus Cristo foi o messias, mas acham que ele veio somente para os judeus. Baseiam-se num versículo bíblico que diz: “Não vim senão para as ovelhas perdidas da Casa de Israel”. Como se sabe, a Bíblia é pau pra toda obra; lá se encontra material para qualquer tipo de construção.

O judaísmo messiânico é uma das maiores barbaridades religiosas de todos os tempos. Para o judeu messiânico, o não-judeu pode converter-se, mas passa a fazer parte de um grupo separado, de status inferior. A congregação propriamente dita, a “elite”, é exclusiva dos judeus. Já viram racismo maior? Se o judaísmo convencional já é racista, por causa do conceito bárbaro de “povo eleito”, o judaísmo messiânico é ainda mais repulsivo, por ser mais discriminatório.

As duas formas de judaísmo, a que não reconhece Jesus como o messias e a que reconhece mas o toma para si, são frontalmente contrárias ao cristianismo. Mesmo assim, espantosamente, os evangélicos fundamentalistas brasileiros e norte-americanos têm verdadeira veneração por Israel e pelos judeus. Veneram aqueles que consideram Jesus um farsante e impostor e aqueles que acham que Jesus veio somente para uma etnia, só para eles, não para os católicos e evangélicos. Vá entender.

Embora sejam poucos, os sessenta otários de Davi Meneses têm sido uma séria ameaça à liberdade de expressão na Paraíba. Descobriram o De Olho na Mídia por meio de um contato do asno Davi com o site Mídia sem Máscara, do ultradireitista Olavo de Carvalho, babão de Israel.. E estão usando essas conexões para tentar, às vezes com sucesso, reprimir as vozes anti-Israel na Paraíba. Estou processando a Federação Israelita do Estado de S. Paulo, mantenedora do De Olho na Mídia. O processo até aqui está indo bem. Acho que cabe um processo também contra o asno Davi e sua congregação de sessenta idiotas. E, se ele reclamar que eu o teria ofendido, eu tenho todos os e-mails guardados e tenho a gravação de seu site com inúmeras ofensas pessoais a mim.

Podem vir quentes, babacas. Podem vir quentes que eu estou fervendo.