Dilma, a mentirosa
Na última quarta-feira, 20 de janeiro de 2009, o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), emitiu uma nota cheia de verdades sobre a mentirosa Dilma Rousseff, ótima aluna do seu professor Lulóquio. Eis a nota, na íntegra:
“Dilma Rousseff mente. Mentiu no passado sobre seu currículo e mente hoje sobre seus adversários. Usa a mentira como método. Aposta na desinformação do povo e abusa da boa fé do cidadão.
Mente sobre o PAC, mente sobre sua função. Não é gerente de um programa de governo e, sim, de uma embalagem publicitária que amarra no mesmo pacote obras municipais, estaduais, federais e privadas. Mente ao somar todos os recursos investidos por todas essas instâncias e apresentá-los como se fossem resultado da ação do governo federal.<
Apropria-se do que não é seu e vangloria-se do que não faz.
Dissimulada, Dilma Rousseff assegurou à Dra. Ruth Cardoso que não tinha feito um dossiê sobre ela. Mentira! Um mês antes, em jantar com 30 empresários, informara que fazia, sim, um dossiê contra Ruth Cardoso.
Durante anos, mentiu sobre seu currículo. Apresentava-se como mestre e doutora pela Unicamp. Nunca foi nem uma coisa nem outra.
Além de mentir, Dilma Rousseff omite. Esconde que, em 32 meses, apenas 10% das obras listadas no PAC foram concluídas – a maioria tocada por estados e municípios. Cerca de 62% dessa lista fantasiosa do PAC – 7.715 projetos – ainda não saíram do papel.
Outra característica de Dilma Rousseff é transferir responsabilidades.
A culpa do desempenho medíocre é sempre dos outros: ora o bode expiatório da incompetência gerencial são as exigências ambientais, ora a fiscalização do Tribunal de Contas da União, ora o bagre da Amazônia, ora a perereca do Rio Grande do Sul.
Assume a obra alheia que dá certo e esconde sua autoria no que dá errado.
Dilma Rousseff se escondeu durante 21 horas após o apagão. Quando falou, a ex-ministra de Minas e Energia, chefe do PAC, promovida a gerente do governo, não sabia o que dizer, além de culpar a chuva e de explicar que blecaute não é apagão.
Até hoje, Dilma Rousseff também se recusou a falar sobre o Plano Nacional de Direitos Humanos, com todas as barbaridades incluídas nesse Decreto, que compromete a liberdade de imprensa, persegue as religiões, criminaliza quem é contra o aborto e liquida o direito de propriedade. Um programa do qual ela teve a responsabilidade final, na condição de ministra-chefe da Casa Civil.
Está claro, portanto, que mentir, omitir, esconder-se, dissimular e transferir responsabilidades são a base do discurso de Dilma Rousseff. Mas, ao contrário do que ela pensa, o Brasil não é um país de bobos.”


Olá! Meu nome é Gilson Gondim e é aqui onde exponho meus pensamentos e ideias sobre vários assuntos. Sinta-se à vontade para opinar. E viva a liberdade de expressão!


Gilson
em 23 de janeiro de 2010
Seja livre, vote Serra!
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Gilson
em 23 de janeiro de 2010
Vote livre, vote Serra!
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Gilson
em 23 de janeiro de 2010
Não seja um eleitor de cabresto. Não faça o que o coronel manda.
Vote livre, vote Serra.
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Gilson
em 23 de janeiro de 2010
Votar em Dilma é dar um voto de cabresto.
Vote livre, vote Serra!
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Prof. Dr. Franco.
em 26 de janeiro de 2010
Prefiro nao me atrever a declarar meu voto antecipadamente, mas o parabenizo por denunciar essa pilatra maquiada de ministra ( e potencial candidata). A supressao da verdade é uma constante na vida desta mulher. Caso garvíssimo, como no caso do Currículo Lattes já seria suficiente para alijala da vida pública. Mas, pergunta digna de ficar sem resposta: o que pensam os(aproximadamente: ou um pouco mais ou menos) 90% da população analfabetas funcionais e políticas sobre a falácia do “Lattes”? Inclino-me a crer: não pensam, pois pensar, nesse país grande e bobo, dói demais.
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Prof. Dr. Franco.
em 26 de janeiro de 2010
Esqueci-me de comentar: quando voçe diz que ” ao contrário do que ela (Dilma) pensa, o Brasil não é um país de bobos”, tem razão: toda a unanimidade é burra. Salvam-se alguns “gatos pingados”.
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Gilson
em 11 de fevereiro de 2010
Deu no Correio Braziliense
Sucessão de gafes municia oposição
Troca de nomes de cidades e bairros, equívocos com símbolos regionais e conceitos mal aplicados tornam-se prato cheio para críticos da ministra Dilma. Ontem, tucanos entregaram GPS e mapa de Minas para petistas
De Flávia Foreque e Thiago Herdy:
No ano passado, quando a ministra Dilma Rousseff comemorou o carnaval em Recife, perguntou ao prefeito da cidade, João da Costa (PT), se o maracatu era um bloco carnavalesco. Este ano, a pré-candidata do PT ao Palácio do Planalto volta à capital de Pernambuco para curtir a data festiva, e espera não ser alvo de críticas da oposição por mais um deslize.
Na época, deputados estaduais chegaram a subir na tribuna para criticar o episódio. “Não foi nada demais. Quem não é do estado não é obrigado a conhecer. Quem está numa disputa política como essa vai ser mais observado”, minimiza o líder do PT na Câmara, deputado federal Fernando Ferro (PE). A oposição, óbvio, aproveita cada ato falho da ministra para criticar sua candidatura à Presidência.
Assinante, leia mais em: Sucessão de gafes municia oposição
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Gilson
em 11 de fevereiro de 2010
Prendam Arruda. Mas e a turminha do PT?
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