Efeito televisão foi maior do que se pensava
A nova pesquisa Datafolha (empate numérico) reflete um momento da pré-campanha em que somente um lado teve acesso a propaganda em rádio e televisão, e o usou em desacordo com a lei eleitoral, fazendo propaganda eleitoral antecipada, em vez de simplesmente divulgar as idéias e o programa do partido, como deveria ter feito, de acordo com a lei.
Na pesquisa Datafolha anterior, 14% do eleitorado não sabiam que Dilma Rousseff era a candidata de Lula. Hoje, depois de toda a massificação televisiva da semana passada, esse número deve estar se aproximando de zero (a Folha ainda não divulgou esse dado). Dilma Rousseff talvez esteja próxima do teto da transferência.
O programa de televisão de Serra, assim como as inserções de trinta segundos, não deverão ter efeito tão grande quanto as aparições de Dilma Rousseff, porque acontecerão durante a Copa do Mundo, quando as atenções estarão voltadas para o futebol e para a seleção brasileira. Na campanha de rádio e televisão do primeiro turno, Serra terá bem menos tempo do que Dilma Rousseff. Só haverá condições iguais no segundo turno.
Decisivos poderão ser, e deverão ser, os debates, sobretudo os debates mano-a-mano do segundo turno. Nos debates, Dilma Rousseff estará por conta própria, sem a presença paternal de Lula a “apresentá-la”, como nos programas de TV e rádio e nos comÃcios. E seu potencial de dizer bobagens e disparates já mostrou ser muito grande, mesmo sem confrontação.
Enfim, a equipe de Serra tem motivos para preocupar-se, mas não para descabelar-se. E eu continuo apostando no candidato tucano. Para apostas, meu endereço eletrônico é gmg.sacocheio@gmail.com.



Olá! Meu nome é 



andrei barros correia
em 6 de junho de 2010
Articula-se o golpe, com feições de Café, de Luz e de Lacerda.
Precisamos de um Lott.
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