Faculdade Asper: Reunindo Bandidos

Antes de lerem este artigo, recomendo que leiam Bandidos da Asper e capangas de Severino Paiva agridem fisicamente Gilson Gondim, acompanhado de vários comentários. Leiam também Carta aberta a um justificador de criminosos. Basta ir a Buscar por artigos e digitar uma parte do título.

Recomendo também a leitura de minha entrevista à revista Parahyba do Norte: “Lula-lau e Severino Paiva são dois retratos do banditismo petista” (disponível neste site).

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Na noite de 10 de outubro de 2006, escapei por pouco de ser morto por estudantes da Faculdade Asper, porque ousei contestar uma arruaça que eles estavam fazendo (veja fotos ao final do artigo). Quem pratica linchamento é o quê? Bandido, claro. Só não fui morto porque fui salvo por moradores da vizinhança. O rapaz sem camisa e de bermuda azul que aparece na foto comandou meu salvamento e salvou a minha vida. Sou muito grato a ele e àqueles que o ajudaram em tão nobre tarefa. Os linchadores são bandidos, não pode haver dúvida; são praticantes do gravíssimo crime de tentativa de homicídio.

E o que dizer de quem não só se recusa a condenar o linchamento como o justifica? São bandidos também. São coniventes, são cúmplices, são autores do crime de apologia do crime. São protetores e estimuladores da violência criminosa. É o que fez o diretor da Faculdade, vereador Severino Paiva. É o que fez o Sr. Edson Santos, gerente de unidade da dita Faculdade (de 15ª categoria, diga-se de passagem). É o que fez o Sr. Luiz Luna Júnior, aluno da Asper e certamente puxa-saco de Paiva. É o que fizeram Miguel Arcanjo e Paulo de Pádua, assessores e puxa-sacos de Paiva. É o que fez uma tal Inanna, supostamente professora da referida instituição. A tal Inanna se acovarda atrás de um pseudônimo. Não sei nem se ela existe mesmo. Talvez ela seja, na verdade, o lado feminino de Severino Paiva ou de um de seus puxa-sacos. São todos justificadores de criminosos, apologistas do crime.

Na noite de 29 de outubro, eu estava com pessoas amigas na comemoração da vitória de Cássio Cunha Lima (reeleito governador da Paraíba), perto do Busto de Tamandaré, em João Pessoa. Já estava indo embora quando fui reconhecido por uma gangue de jovens asperianos que me fez provocações. Certamente queriam repetir o linchamento. Claro! Foram acobertados, protegidos e justificados por seus professores, dirigentes e colegas… Acham que têm o direito de praticar linchamentos. É esta a formação que a Asper dá a seus estudantes: “Linchem, meus filhos. Linchem que fica tudo bem. Isso é normal. Coisas da juventude”. Esta é a mensagem de Severino Paiva e de seus asseclas e puxa-sacos. Fui impedido de responder às provocações e retirado do local pelas pessoas que estavam comigo. Se estivesse sozinho, nenhum daqueles babacas teria me provocado. Agir em gangue é muito fácil. Vários contra um: covardia, bandidagem.

A única pessoa da Asper que se manifestou publicamente para condenar o crime de que fui vítima foi o Sr. Giovanni Medan, aluno do curso de Direito da maldita instituição. Em comentário publicado neste site, ele reclamou de meus ataques verbais contra a Asper, mas disse compreender minha revolta e chegou a me pedir desculpas pelo comportamento criminoso de seus colegas. Medan não é um bandido, não é conivente com o crime, não é cúmplice de bandidagem, não é um justificador de criminosos. Parece ser uma pessoa decente. Não deve ser a única dentro da Asper. É minoria, porém, infelizmente. A maioria dos asperianos, a julgar pelos depoimentos que me chegam, inclusive de Inanna e Luiz Luna Júnior, tem se comportado como bandidos neste lamentável episódio.

Por isso, sugiro à referida Faculdade (de 15ª categoria, reitere-se) que mude seu slogan. No lugar de Asper: Reunindo Talentos, que tal Asper: Reunindo Bandidos? Diante das evidências, é mais apropriado.


Os “anjinhos” da Asper em ação


Os “anjinhos” de Severino Paiva em ação