Por Gilson Gondim
Federação Israelita de S. Paulo é ré confessa em processo movido por Gilson Gondim
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Site De Olho na Mídia confessa que difamou historiador Sander Gilman
Por causa do site mafioso-sionista De Olho na Mídia, pelo qual é juridicamente responsável, a rica e poderosa Federação Israelita do Estado de São Paulo está bem encrencada. Está sendo processada por mim, por danos morais e materiais, e confessou sua culpa ao não apresentar uma petição de defesa, apesar de devidamente citada, notificada e intimada, caindo assim no binômio revelia/confissão. Aguarda-se sentença.
E agora o site da Federação Israelita do Estado de São Paulo confessa que difamou o historiador Sander Gilman, da Unicamp, expondo como anti-semita um artigo acadêmico que, agora eles dizem, não era afinal anti-semita. Isto é grave, muito grave, porque não se trata de um mero erro, mas da prática dos crimes de difamação e calúnia.
A gafe do site mafioso-sionista mostra, entre outras coisas, que o referido site critica textos sem tê-los lido, atitude no mínimo leviana. E, quando uma atitude leviana leva à prática de crimes, como é o caso, ela se torna mais do que leviana: torna-se criminosa. Está na hora de a Federação Israelita do Estado de S. Paulo pagar pelos seus crimes contra a honra, pagar pelos danos morais e materiais que vem causando.
Não surpreende que o site mafioso-sionista tenha levado muitos dias para se pronunciar sobre o rabino ladrão de gravatas Henry Sobel e que tenha, depois do longo silêncio, passado a mão no solidéu do rabino gatuno, que, aliás, agora se sabe, já tinha sido pego por roubo de gravatas nos anos 90, também nos Estados Unidos, conforme li na revista Época, em reportagem favorável ao líder espiritual ladrão.
Para quem rouba terras e preciosa água dos palestinos há mais de seis décadas, para quem massacrou vários povos para roubar-lhes a terra e tudo o mais na Antigüidade, segundo a própria Bíblia hebraica, roubar gravatas é normal, caluniar e difamar é normal, matar e torturar é normal, desde que seja feito por eles. Eles podem tudo. Afinal, têm o Museu do Holocausto. Está na hora de dizer não à chantagem mafiosa-sionista. Estou fazendo a minha parte. Quanto mais me atacam, mais me dão vontade de lutar. Corja, cambada!
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25 Comentários para “Federação Israelita de S. Paulo é ré confessa em processo movido por Gilson Gondim”
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14 de dezembro de 2007 às 12:16 pm
Está publicada a Edição nº 86 do jornal Oriente Médio Vivo.
Para um link direto de download da Edição nº 86, clique no seguinte endereço:
http://orientemediovivo.com.br/pdfs/edicao_86.pdf
Nesta nova edição, as manchetes são:
- Irã falava a verdade desde o início
- Palestina: triste realidade
- Resistência Iraquiana – eventos da semana
Além disso, é claro, a continuação da História dos Conflitos (Parte 86), tratando dos crimes israelenses contra o povo palestino, em 1984.
Você pode baixar a mais nova edição, assim como todas as anteriores, no nosso website, no endereço:
http://www.orientemediovivo.com.br
Aproveitando esse momento, gostaria de convidá-los para o novo Fórum de Discussão do Oriente Médio Vivo, no endereço abaixo:
http://www.orientemediovivo.com.br/forum
Agradecemos desde já pelo interesse e atenção.
Para qualquer outra informação, sugestão, crítica ou comentários, não hesite em entrar em contato conosco, através do e-mail:
contato@orientemediovivo.com.br
Mais uma vez, obrigado.
Cordialmente,
Humam al-Hamzah
Oriente Médio Vivo
http://www.orientemediovivo.com.br
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16 de dezembro de 2007 às 1:31 am
Qual será, agora, o argumento dos canalhas dos sionistas e de um de seus mentores maiores no Brasil, Olavo de Carvalho?
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16 de dezembro de 2007 às 10:08 am
Prezado Gilson Gondim,
Quero deixar registrado os meus parabéns pela coragem de suas denúncias contra a perversa e malévola influência judeo-sionista em nossa sociedade.
Alfredo Braga
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16 de dezembro de 2007 às 9:15 pm
Prezados Luciano Hanna e Alfredo Braga,
Meus agradecimentos.
Gilson Gondim.
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17 de dezembro de 2007 às 12:21 am
O processo movido por Gilson Gondim contra a Federação Israelita de São Paulo pode se tornar um divisor de águas, finalmente tirando dos sionistas o “direito” de caluniar e difamar. Muito importante.
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17 de dezembro de 2007 às 5:38 am
ESTE GILSON GONDIM É UMA PIADA DE ANALFA…UM MERDA QUE NADA SABE! Não passa de um paspalho idiota! SÓ UM OUTRO MERDA LÊ SUAS CRETINICES!
DEVERIA ESTAR NUM LUGAR DE DOIDOS, NUM HOSPÍCIO!
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17 de dezembro de 2007 às 8:29 am
Ser judeu tem seu lado positivo, eu queria ser judeu!
Imagina poder redigir a história da maneira que me conveniesse,
Ser o povo escolhido por Deus,
Ter uma terra prometida,
Ganhar dinheiro as custas dos meus supostos antepassados falecidos em supostos genocidios,
Ter o controle da mídia,
Poder devastar um pais vizinho sem ameaça formal de guerra e nada me acontecer,
Censurar tudo que eu julgar conveniente
E mais um monte de coisas…
Judeus são quase que super-homens!
O problema é que um dia alguém poderá encontrar a kriptonita…
(Extraído de um tópico no orkut. Autor Marcos Perceu.)
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17 de dezembro de 2007 às 10:02 pm
QUE PORCARIA É ESTA AQUI?
ESTE CARA É MALUCO OU HITLER TÁ DE VOLTA?
ACHO QUE É UM CÃO DOIDO E VEADO DO PIOR TIPO!
OLHA QUE COMPARA O GONDIM A UM CÃO É UM ELOGIO!
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17 de dezembro de 2007 às 10:04 pm
VOCÊ COME MERDA TODO DIA OU SÓ DE VEZ EM QUANDO?
quem te mantém? Vc faz o que para viver?
É Louco e burro ou ambas as coisas?
Vou mover uma ação judicial para tirar teu site maluco!
dá teu endereço! Ou vou ter de buscar no cia tel?
Bem, vais ser processado!
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18 de dezembro de 2007 às 1:18 pm
Deu hoje no Estadão.com (http://www.estado.com.br/editorias/2007/12/18/int-1.93.9.20071218.6.1.xml) > “Os palestinos têm o maior índice per capita de ajuda econômica externa”…. a anos eles recebem fortunas .. e o que fazem com isto … homems bomba ! Ao inves de dar saude, alimentação e bem estar a sua população, dão aulas de odio, de racismo, de terrorismo .. nunca vão sair da lama desta forma, nem com o oriente medio inteiro como estado palestino .. Nunca enquanto só aprenderem o ódio.
E quanto ódio em sua mente sr. Gondim. Isto me parece algum problema mental seríssimo, coisa que os nazistas tinham aos montes, é, deve ser isto mesmo, sindrome de viuva de Hitler, alias voce já pode ficar feliz, tem o nanico Ahmadinejab que quer tomar o lugar do crapula mor na Historia, vai conseguir é levar NUKE na face, isto se antes o povo iraniano não decapitar ele e todo aquele monte de Aiatola que só atolam o mundo todo. Aprenda historia antes de falar tanta porcaria, infelizmente tem gente que acredita nas suas calhordisses, e isto é um desfavor a cultura destas pessoas, que com certeza já são bem ignorantes para se prestar a ler este lixo de site … Processado será o sr. se continuar a espalhar tanto ódio. Passar Bem … MAL !
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19 de dezembro de 2007 às 5:32 pm
Sabe o que fazem com o dinheiro? Veja no vídeo abaixo.
Bombas de destruição demais e bombas hidráulicas de menos!
E depois dizem que os judeus são os donos das mídias…
http://youtube.com/watch?v=HsEJt9AY5Pc
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19 de dezembro de 2007 às 5:39 pm
Os 100 anos de uma genialidade impar.
“Não é o ângulo reto que me atrai. Nem a linha reta, dura, inflexível, criada pelo homem. O que me atrai é a curva livre e sensual. A curva que encontro nas montanhas do meu país, no curso sinuoso dos rios, nas ondas do mar, nas nuvens do céu, no corpo da mulher preferida. De curvas é feito todo o Universo. O Universo curvo de Einstein.”
Oscar Niemeyer, o judeu que concebeu a capital do Brasil, nasceu a 15 de Dezembro de 1907. Niemeyer arquitetou ainda uma outra cidade: uma metrópole de arranha-céus destinada ao deserto israelita do Negev.
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19 de dezembro de 2007 às 5:46 pm
Dez princípios para a recuperação
1 – Admitimos ter uma predisposição para o preconceito e ser impotentes para controlar o nosso ódio.
2 – Reconhecemos que não são os judeus que nos prejudicam, mas sim nós que responsabilizamos os judeus pelos nossos problemas e pelos males do mundo. Somos nós que prejudicamos os judeus ao acreditar nisso.
3 – Um judeu pode muito bem ter defeitos, como qualquer outro ser humano, mas os defeitos sobre os quais temos de ser honestos são os nossos próprios: a paranóia, o sadismo, o negativismo, a propensão para a destruição, a inveja, etc.
4 – Os nossos problemas financeiros não são culpa dos judeus, mas de nós próprios.
5 – Os nossos problema de trabalho não são culpa dos judeus, mas de nós próprios (como o são os problemas sexuais, os problemas matrimoniais, os problemas da comunidade).
6 – O antisemitismo é uma forma de fuga à realidade, uma recusa em pensar honestamente acerca de nós próprios e da nossa sociedade.
7 – Na medida em que os antisemitas não conseguem controlar o seu ódio, eles não são como as outras pessoas. Reconhecemos que mesmo um insulto antisemita casual prejudica a nossa luta para nos livrar-mos da nossa doença.
8 – Ajudar outros a desintoxicarem-se é a pedra angular da nossa recuperação. Nada assegura uma maior imunidade à doença do antisemitismo do que um trabalho de recuperação intensivo com outros antisemitas.
9 – Não somos estudiosos, não nos importa saber porque temos esta terrível doença, estamos reunidos para admitir que a temos e para nos ajudarmos mutuamente a ultrapassá-la.
10 – Participando nos Antisemitas Anónimos, aspiramos controlar a tentação do ódio aos judeus em todas as suas formas.
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19 de dezembro de 2007 às 8:17 pm
É censura?
Legal!
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21 de dezembro de 2007 às 10:37 am
Os recursos públicos correm pelo ralo, uma fatia do governo é abastarda nos salários outra fatia é miserável, ha maioria do povo na mediocridade dada as necessidades básicas governo corrupto desleixado e incompetente foram eleitos para reformular tudo que se esta errado, mais poucos são os que se interessam em consertar o sistema político e na distribuição de renda que a nação se encontra, povo unido pela revolução política ou a sua destruição não há outro caminho o capitalismo por si só já se encontra na UTI não há como mais reverter o processo para sobreviver só com uma nova política.
(democracia participativa) Capital Social Democrático
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/11/401428.shtml
FELIZ NATAL
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21 de dezembro de 2007 às 3:46 pm
Caro Gilson,
a equipe do inacreditavel.com.br deseja a você e a seus familiares os melhores votos de boas festas e um feliz 2008.
http://www.inacreditavel.com.br
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22 de dezembro de 2007 às 12:00 am
Agradeço e retribuo.
Agradeço-lhes também pela republicação do meu artigo sobre o processo movido por mim contra a Federação Israelita do Estado de São Paulo.
Gilson Gondim
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22 de dezembro de 2007 às 1:16 pm
TODOS falavam a verdade desde o início!
Menos os pinóquios, capitaneados, no Brasil, pelo nefasto Olavo de Carvalho que, por sinal, deve ser um dos que aqui ficam a mostrar serviço e justificar sua renda ao sistema. O gravata-man deve ser outro.
Desejo-lhe, Gilson, o melhor:
Que em 2008 você encontre um JUIZ íntegro!
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22 de dezembro de 2007 às 7:57 pm
Obrigado, Muriel. Também lhe desejo o melhor.
Gilson.
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27 de dezembro de 2007 às 8:11 am
Benjamin Freedman, escritor judeu ligado aos sionistas de topo dos anos 30 e 40, afirma, tão contundentemente, que a expressão anti-semitismo deveria ser banida da língua inglesa:
“O anti-semitismo serve apenas a um propósito, nos dias de hoje. Ele é usado como uma expressão de injúria. Quando aqueles que se autodenominam judeus sentem que alguém se opõe aos seus objetivos reais, procuram desacreditar suas vítimas aplicando-lhes os termos anti-semita ou anti-semítico, através de todos os meios que tiverem sob seu comando ou sob seu controle” (ou seja, a mídia).
Apenas os judeus possuem isso, por que?
ADL (Anti-Defamation League) ou “Liga Antidifamatória” da B´nai B´rith”, sociedade sediada nos Estados Unidos, mas de ação planetária, dedicada a combater todas e quaisquer pressões contra “o povo judeu”, em especial as que possam advir de conotações “supostamente” racistas.
Muito embora o movimento de defesa racial, comandado pela ADL, ainda seja fortíssimo e assim, compreensivelmente, deva continuar, a percepção da real existência dessas manipulações internas começou a provocar, já há algum tempo, indignadas reações, corajosamente iniciadas no próprio seio do judaísmo.
Se os judeus criaram o Deus jávé (Yahweh), o deus com a maior sede de sangue de toda a história (olhem o Velho testamento)…
“Matai velhos, moços e virgens, criançinhas e mulheres, até extermina-los” Ezequiel 09:06.
“Todos os dias extirparei da terra os ímpios” (Salmos 100:8)
“Um homem que no Sábado estava pegando gravetos de lenha para uma simples fogueira é apedrejado até a morte segundo a ordem de Deus” NUMEROS 15:32-36.
“Preparai a matança para os filhos por causa da maldade de seus pais.” ISAIAS 14:21-22.
“Com aprovação divina, Josué passa ao fio da espada todos os homens, mulheres e crianças da cidade de Jericó”. JOSUÉ 6:21-27
“Feliz o homem que arrebentar os seus filhinhos de encontro às rochas. PS 137:9.
É só procurar no VT que vc também vai encontrar coisas monstruosas que os judeus fizeram e atribuíram a culpa a seu deus javé. (Pq se javé não pedisse, eles “possuidores de polidos valores morais”, não o teriam feito
Mas e deixando o VT de lado, vamos ver um pouco sobre o outro livro que molda o caráter do judeu contemporâneo, o “Talmud Babilônico”, publicado pela Sociedade Talmúdica de Boston.
“Os judeus são chamados seres humanos, mas os não-judeus não são humanos. Eles são bestas.”
Talmud: Baba mezia, 114b.
“Uma grávida não-judia não é mais do que um animal grávido.” Coschen hamischpat 405.
“É permitido tirar o corpo e a vida de um gentio (não judeu).”
Sepher ikkarim III c 25.
“É a lei matar qualquer um que nega a Torah. Os cristãos pertencem aos negaceadores da Torah.”
Coschen hamischpat 425 Hagah 425,5.
“Um gentio herético você pode matar com suas próprias mãos.” Abodah Zara, 4b.
“Todo judeu, que faz jorrar o sangue dos sem-Deus (não-judeus), está fazendo o mesmo que um sacrifício a Deus.” Bammidber raba c 21 & Jalkut 772.
“Se você comer com um gentio (não judeu), é o mesmo que comer com um cachorro.” Tosapoth, Jebamoth 94b.
Incitação a violência ao genocídio, preconceito, racismo, intolerância e crueldade… “Isso” é a religião deles, “isso” molda o caráter dos judeus e seus valores morais.
Mas “isso” não parece em nada com a imagem
pos-holocausto que lhes foi atribuída… A imagem de povo sofrido, injustiçado e perseguido por toda a sua existência…
Não se preocupem, não haverá outro “holocausto”, os judeus já conseguiram a prometida Israel, e também já estão com a imagem de perseguido blindada sobre a testa.
Logo, forjarem outro holocausto é completamente sem sentido.
Até hoje não existe nada de concreto sobre o exterminio em massa de judeus na Alemanha, o que se sabe foi obtido por declarações muito contraditorias feitas mais de 25 anos depois da 2° guerra. Quanto mais se pesquisa o assunto, mais clara fica a fraude, e a impossibilidade física e econômica de tais acontecimentos, sabe-se que muitos judeus morreram de febre tifóide, transmitida por pulgas e insetos, por isso o uso do Zirclon B para controle da peste, acredita-se sim, que morreram cerca de 300 mil judeus nos campos de concentração, o que é diferente de dizer que Hitler mandou exterminar 6 milhões de judeus. Estoria que ganhou força basicamente devido o bombardeio que a hollywood judaida nos tem submetido.
E pra que queriam tanto israel? até hoje a maior concentração de judeus no mundo continua sendo os EUA, acabaram com a Palestina por puro fetiche.
Quanto a Mahmoud Ahmadinejad, convive em paz com judeus no Ira por entender que os judeus maléficos para o mundo e para o Ira, são na verdade os sionistas que mantém a farsa da nação EUA, são os que estão por trás da controle bancário internacional, do financiamento de candidaturas a presidência dos EUA, da grande mídia, hollywood, muitos sites conceituados, e não qualquer judeu pelo simples fato de ser judeu.
Você ainda acha que judeus são coitadinhos perseguidos? que tipo de estória vcs andam lendo?
Quanto a usura praticada por eles desde o sempre, funciona como um mecanismo de criação de desigualdade social sem igual,(o que menos possui tem que pagar a mais para aquele já possui mais), para os cristãos, vale lembrar que a usura foi proibida durante a idade media, pois contraria cristo quando fala que se deve dar sem esperar nada em troca. Ahhhh a usura também era condenada pelos judeus, mas só entre os judeus, um judeu até deve praticar a usura para com um não-judeu, como são justos, dois pesos e duas medidas.
Quando Historiadores idiotas dizem que Hitler mandou judeus para campos de concentração porque tinha problemas com a sexualidade, todos acreditam… Claro, ele fez isso porque era viado, e não porque tinha motivos concretos (SANTA PACIENCIA).
Um historiador pode descer a lenha, contando uma historia crítica e destrinchar as atitudes de ingleses, espanhóis, norte-americanos, russos e árabes. Mas… quando se vai falar de judeus… De imediato será chamado de nazista ou anti-semita e sua obra será fadada ao esquecimento. Isso aconteceu a Sergio Barroso com seu livro “Brasil Colônia de Banqueiros” que nem sequer é citado em Universidades, mas que possui uma perspectiva única sobre o assunto.
Bom, acho que é isso, só por favor, não me chamem de anti-semita… Pq ai eu vou ter certeza que de nada valeu meu esforço.
Atenção um novo termo idiota como este esta sendo forjado na web, é o “anti-americanismo”, mais um povo santo e puro que precisa de uma couraça protetora.
Mas nós não daremos esta proteção para ninguem. Porque alguns precisam desses privilegios? Enquanto outros vivem a ser difamados eternamente. (acho que é porque eles sempre são puros, crueis são os outros para com eles).
TODA A AÇÃO TRÁS UMA REAÇÃO, isso não é providencia divina, é física, vamos deixa a física cuidar das coisas… SÓ SE COLHE AQUILO QUE SE PLANTA!!!
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1 de janeiro de 2008 às 10:28 pm
Lentamente, como se fosse um mamute despertando de seu sonho milenar, a Europa repete a cerimônia anual e, por um dia, recorda. Não sei se sou eu, que com a idade me torno terna, mas tive a impressão de que este ano havia mais reportagens, mais atos, mais comemorações, talvez um pouco mais de reflexão. Poupo os comentários que ouvi em alguns informativos, mesclando o Holocausto com a questão palestina, ou relativizando o horror, como se fosse um a mais dos horrores humanos, como se houvesse muitos holocaustos na história da humanidade. Neste sentido, não me cansarei de repetir: a história está cheia de barbáries e de loucuras, mas nenhum episódio da história é comparável à única indústria de extermínio que o ser humano criou. Minimizar a maldade é tanto como começar a entendê-la. E se algo se pareceu à maldade em estado puro — “o mal existe”, nos lembra o grande prêmio Nobel Elie Wiesel —, foi a Shoá, o Holocausto. A Shoá significou arrancar pela raiz milhares de famílias inteiras, com suas crianças, seus avós, seus pais e mães; arrancar povos inteiros, com seus professores, seus médicos, seus músicos, seus alfaiates e seus poetas; arrancar geografias inteiras, com seus cantos, seus idiomas, suas fotos de festa, suas bodas e seus enterros, sua memória e seu futuro; arrancá-lo todo e destruí-lo em fornos crematórios. Um milhão de crianças, nascidas romenas, húngaras, polacas, alemãs, gregas, italianas, francesas, trasladadas em vagões da morte, e finalmente, assassinadas por ser judias. E mais além das crianças, milhões de pessoas, umas assassinadas por estar marcadas com qualquer estigma, homossexuais, ciganos, revolucionários, párias; outros por formar parte do povo eternamente perseguido. Em Auschwitz queimamos a face da Europa, destruímos as geografias humanas que nos enriqueciam e nos explicavam, e foi em Auschwitz onde quebramos o sentido da história. Não se trata de um horror a mais. Trata-se do nosso próprio horror, refletido num grande espelho de maldade, onde a alma do velho continente resulta ser a alma de Dorian Gray. “A morte da alma humana”, disse Lanzmann, e nunca ninguém o definiu com mais precisão.
Cada ano, nesta data, tiro o espelho de Stendhal e observo os atos, os artigos, os documentários que as televisões, com um pouco de sorte, colocam no horário de baixa audiência. Desgraçadamente, sempre chego à mesma conclusão: nos incomoda relembrar o Holocausto. Tanto, que nunca fazemos o exercício de contrição a que nos obrigaria, mas o tratamos como um acontecimento deplorável da história. Cada ano também, fiel a uma íntima tradição, pego minha caneta, molho a pena no tinteiro da raiva e me ponho a escrever um artigo. Como se fosse um ritual de dor. Como se fosse o que é, uma obrigação moral. Estas são minhas manchas no branco e negro do imaculado texto, meu asco no oásis onde habita a bem-pensante e indiferente sociedade européia. O Holocausto nunca foi uma questão alemã. O Holocausto nunca foi uma questão judaica. E, sobretudo, o Holocausto nunca foi uma questão nazista. De nada servem os atos de repúdio contra o nazismo, fundados em todos nós mais além de toda culpa e de toda pergunta, se com isso não abrimos nosso melão podre. O nazismo foi o resultado de muitas coisas, entre elas a loucura de um ser malvado e depravado, mas seus crimes nasceram de nossas responsabilidades, se alimentaram dos preconceitos que havíamos criado durante séculos e atuaram graças à nossa indiferença. Foi a Europa que criou o estigma contra o judeu. Hitler só fez o trabalho sujo.
Máculas em nossas belas evocações. A mancha da síndrome de Chamberlain, que percorreu a espinha dorsal da Europa durante anos. Primeiro nós lavamos as mãos. Mais tarde, um Papa bendisse os horrores na intimidade. E depois soubemos o que passou, e o esquecemos durante um tempo prudente. Tínhamos os planos dos campos de extermínio, mas nunca consideramos que fosse necessário atuar. Ao fim e ao cabo, com mais ou menos exibição, não éramos todos anti-semitas? Não tínhamos em nossos armários Isabel a Católica e sua Inquisição? Não tínhamos os franceses gritando “morte aos judeus!” enquanto condenavam Alfred Dreyfus à prisão perpétua na Ilha do Diabo? Não havíamos colocado um anti-semita furioso, Kart Lueger, na Prefeitura de Viena? Não acumulávamos progroms nas distantes Rússias? Não líamos ilustres proeminentes e profusamente judeófobos, como Paul Valéry? Não havíamos bebido da idéia do povo deicida enquanto beijávamos nossa católica cruz? Não nos alimentamos do mesmo ódio quando nos reformamos com Lutero? Não o éramos inclusive enquanto sorvíamos os melados da ilustração de Voltaire? Nada, na história da Europa, escapa do ódio aos judeus. E por sua vez, na paranóica dualidade, nada do melhor da Europa é indiferente à contribuição judaica. O anti-semitismo é sócio fundador da Europa. Hitler foi a estação final de nosso ódio, nosso executor.
Não peço que cortemos das nossas carnes em praça pública. Só peço que saibamos de onde nasceu o mal, em que lugar cresceu a besta e, sobretudo, com que olhos cegos, lábios mudos e ouvidos surdos nos mantivemos enquanto a besta matava. Glucksmann chama a esta atitude “a indiferença nihilista”, uma atitude que também se produz, atualmente, ante outro fenômeno nihilista, o das bombas humanas. No Iom Ha Shoá (o Dia do Holocausto), com os milhões de mortos gritando-nos sua profunda dor desde as cavidades ocas da má memória; com esse milhão de crianças que foram poesia cortada; com essa sociedade que sentia cheiro de carne queimada, e via os vagões, e conhecia os mapas aéreos do massacre, e olhava para o outro lado; com nossa alma judia rasgada na zona negra do nosso ódio; com a pesada carga da história, nós os europeus só podemos pronunciar uma palavra: perdão.
O mais é uma piada.
Pilar Rahola : Diario El País. Madrid.
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19 de janeiro de 2008 às 11:21 pm
Caro Gilson, li os seus artigos e os achei de uma pobreza inimaginavel, no país do Paulo Coelho, qualquer um pode se intitular escritor, até mesmo ilustres como vc que nunca ouvimos falar. Pq. o senhor não gasta o seu tempo com a realidade Brasileira, a exemplo o miseravel estado a que o senhor pertençe, o povo do seu estado é um dos mais desassistidos do país, as várias gerações de politicos que passaram por ai, todos imcopetentes para tratar dos problemas locais, ou que tal atacar os traficantes q aterrorizam a nossa sociedade, acho que é demais para vc.
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5 de fevereiro de 2008 às 2:54 pm
É muito divertido esse blog, os judeus de um lado, se defendendo, mas que a salvação se tornará real apenas com a vinda do Messias(é óbvio que o pior está por vir. Segue-se o arrependimento milenar). Os católicos não entendem a bíblia profundamente. Nem sabem de um assunto claro que é o arrebatamento, pena os seus padres são muito omissos. Claro, como tb muitos protestantes, são só esquenta bancos(passíveis), só ouvintes. rsss. Não me envergonho de ser amador. Já basta o pouco conhecimento.
abraços!!!
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17 de fevereiro de 2008 às 9:04 pm
Gostei dos Princípios para Recuperação. É um bom começo para os doentes que sofrem de judeofobia, iniciarem seu tratamento. Lembrando, que primeiro tem que se ter consciência de sua doença, senão, não fica bom.
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7 de maio de 2008 às 6:06 pm
Doença?
Será que o anti-semitismo virou uma doença?
Vamos ver o que o excelente artigo abaixo nos revela:
O anti-semitismo é uma doença?
em
http://www.inacreditavel.com.br/brasil/antisemitismo_doenca.html
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