Gilson Gondim entre os grandes?
Um judeu que se apresenta como Israel Wolff publicou um comentário no site da Federação Israelita do Estado de São Paulo, reclamando de proeminentes crÃticos de Israel por não estarem se solidarizando com a Geórgia, que invadiu a Ossétia do Sul e depois foi invadida pela Rússia do czar Pútin.
Israel Wolff me lisonjeou, sem querer, ao me pôr ao lado de nomes como Emir Sader, eminente acadêmico que volta e meia escreve para a Folha de S. Paulo, José Arbex Jr., autor de livros sobre a questão palestina e ex-jornalista da Folha, Marilena Felinto, colunista da Folha, Lustosa da Costa, jornalista cearense, e Fausto Wolff, colunista do Jornal do Brasil, entre outros.
Eu não sabia que estava tão importante.
Abaixo, o comentário de Israel Wolff:
José Arbex Jr., Emir Sader, Fausto Wolff, Carlos Latuff, Gilson Gondim, Georges Bourdoukan, Nathaniel Braia, Mauro Santayana, Lustosa da Costa, Marilena Felinto… Por onde anda toda essa cambada? Por que não estão aà se rasgando em solidariedade aos georgianos?



Olá! Meu nome é 



Ademar
em 27 de agosto de 2008
Eu acho que ele quis dizer que vcs não são coerentes, não foi? Foi ou não foi? Não foi? Foi não? Foi o que então? Ou será que ele chamou todos de hipócritas, porque vcs sabem que a Rússia apóia a causa palestina o que colocaria em cheque a posição de vcs? Mas esse silêncio de vcs dá até mais força à Israel para anexar…a Cisjordânia, por exemplo. Acho até que vcs não irão falar mais nada. Ficarão até calados também. Se a Rússia e a China pode anexar quem quer que seja ao seu território, por que Israel não pode? Ah..pode! E acho que como vcs são coerentes e concordam agora com as anexações russas e chinesas, vão ficar caladinhos!!! Vcs são coerentes ou são hipócritas?
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Gilson
em 28 de agosto de 2008
Ademar, meu velho, Israel não anexa a Cisjordânia porque, para manter sua condição de democracia formal, teria que dar direito de voto aos palestinos. Até 2020, os judeus serão minoria entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão. E, em Israel, os árabes só têm o direito de ser minoria (quase 20% do eleitorado, atualmente).
Um Estado não pode ser judeu e democrático ao mesmo tempo. Não pode ser racial e democrático. Não pode ser étnico e democrático. Não pode ser religioso e democrático. A estrela de Davi na bandeira israelense é a maior prova de que Israel é uma falsa democracia.
Toma essa, Ademar, meu velho.
Gilson Gondim
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Ademar
em 29 de agosto de 2008
Caro Gilson,um paÃs democrático pode ser várias coisas ao mesmo tempo. Porém nesse caso existem detalhes que acho que vc não esteja levando em consideração. É a questão da governabilidade, da forma de governar. Algumas pesquisas já foram feitas em Jerusalém entre os palestinos com ou sem cidadania israelense e a maioria disse, que se o governo palestino assumir a metade oriental da cidade, estes irão querer morar na metade ocidental governada pelos judeus. Interessante isso não? O fato de existir uma maioria palestina numa determinada parte do território israelense não quer dizer, meu caro, que estes irão votar em palestinos, se por ventura não definirem como vão realizar suas polÃticas públicas. É isso que falta aos observadores estrangeiros enxergar em Israel. Os árabes que experimentam os dois governos preferem o governo judeu.Por que será Gilson, meu caro? A mensagem que os palestinos e os anti-semitas passam ao mundo é essa a que vc se referiu: “em Israel, os árabes só têm o direito de ser minoria”. Que minoria privilegiada não?! Por que essa minoria não se muda para a Cisjordânia, para a Faixa de Gaza?
Por que nessas regiões não existem polÃticas públicas que valorizam o trabalho de seus cidadãos. A mensagem que vcs passam é que é de racismo. Igual a mensagem dos palestinos. Desconheço a existência de partido judeu na Cisjordânia ou Faixa de Gaza. Mas, existe partido árabe em Israel. Os bairros palestinos que crescem em Israel, como vc mesmo disse são considerados bairros. Quando a população judaica cresce na Cisjordânia, vcs chamam de colônias, de assentamentos, de roubo. Ora, por que os palestinos não transformam os judeus que moram em seu território em cidadãos palestinos?
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Gilson Gondim
em 29 de agosto de 2008
Neste momento, este site é 1º lugar no Google, dentre 1.290.000 entradas para Artigos sobre Israel.
É 1º lugar também em itens como Rabino de Israel e Adorador de Israel.
É oitavo lugar no item Estado Nazista, com o artigo “Por que Israel é um Estado nazista”.
É primeiro e segundo lugares no item Nazismo Israelense.
Vão ter que engolir!
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Gilson Gondim
em 29 de agosto de 2008
Ademar, meu velho, os colonos judeus aceitariam ser minoria num Estado palestino?
Só a pergunta já mostra o absurdo do seu “argumento”.
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Ademar
em 29 de agosto de 2008
Alguém aceitaria ser cidadão de um Estado inimigo? É possÃvel, como disse, tudo depende de como o Estado enxerga determinado grupo étnico. Mas, a questão não é se os judeus aceitariam ou não. A questão é: o Estado Palestino dá esse direito aos judeus que vivem em seu território, como Israel dá aos árabes que moram em seu território? É verdade que nem todo árabe que quer ter cidadania israelense a terá facilmente. Aliás, nenhum paÃs do mundo dá cidadania à nenhum estrangeiro facilmente. A não ser que se case com um dos seus. Dentro da Palestina não existe sequer essa chance. Os judeus dentro da Palestina são indesejáveis seja qual for ele. Os árabes dentro de Israel têm ao menos a chance de poder ser respeitado como cidadão. Se é cidadania plena? Pode-se até abrir uma discussão sobre isso, mas de longe os palestinos perdem na questão cidadania. Essa sua pergunta eu não posso responder…Mas e se um judeu, que fosse apenas um…e esse um quisesse ser cidadão palestino, a Palestina daria a esse judeu uma cidadania palestina?
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Gilson
em 29 de agosto de 2008
Israel Wolff, lobinho israelita:
Tenha a hombridade de informar um e-mail válido, e eu publicarei seu comentário.
Enquanto você se esconder covardemente atrás de um endereço eletrônico falso, nada feito.
Ouviu, lobinho?
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Gilson
em 1 de setembro de 2008
Pesquisa CBS News, fresquinha: Obama 48, McCain 40.
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EDU
em 2 de outubro de 2008
veja http://www.inacreditavel.com.br
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NIZAR RAYAN
em 4 de janeiro de 2009
Um protesto palestinos contra Israel terminou em confusão nesta quarta-feira, em BrasÃlia. Cerca de 80 palestinos residentes em BrasÃlia trocaram socos e pontapés em frente à Embaixada de Israel. A confusão foi provocada por desentendimentos entre simpatizantes da organização terrorista Hamas e do Fatah. A briga entre os palestinos durou alguns minutos em meio a gritos, empurrões e apelos para interrupção dos socos.
A PolÃcia Militar só interveio para evitar que mais pessoas se envolvessem na briga. Os palestinos fizeram uma manifestação em frente à embaixada de Israel com palavras de ordem do tipo “Unidos contra Israel” e “Fora Bush”. Eles queimaram quatro bandeiras israelenses. Os manifestantes pretendiam também seguir até a embaixada dos Estados Unidos, que é localizada no mesmo setor onde está a representação diplomática de Israel. Porém, em decorrência da confusão interna do grupo, a decisão foi adiada. Antes de chegar à embaixada de Israel, os manifestantes palestinos fizeram uma concentração em frente à catedral de BrasÃlia, localizada na Esplanada dos Ministérios. De lá, saÃram em carreata até o setor de embaixadas. O objetivo é ampliar os protestos por todo PaÃs. Aquilo que parecia óbvio agora está escancarado. O grupo terrorista Hamas atua no Brasil. Quanto ao Fatah, isso não é novidade, já está no Brasil há mais de 30 anos. As mesquitas no Brasil precisam ser acompanhadas pelas autoridades. Não há dúvida de que, nesses centros, está sendo disseminada propaganda altamente nefasta. O Brasil, há mais de 100 anos, absorve imigrantes de quase todas as partes do planeta Terra. Praticamente nunca houve problema entre as correntes de imigrantes. Agora está se vendo que existe uma bomba atômica plantada bem dentro do Brasil pela organização terrorista Hamas. Quem tiver interesse em saber um pouco do proselitismo e da que ação do Hamas, acesse o documentário que está no link a seguir: http://video.google.com/videoplay?docid=-2533702461706761547&q=relentless&hl=en. É um documentário em inglês, mas mesmo quem não entende o inglês vai compreender no mÃnimo 60% do conteúdo, porque as imagens falam por si mesmas. E o documentário trata apenas de fatos históricos.
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