Lu-ladrão foi esmagado
Sinceramente, deu até pena. Diante de um Geraldo Alckmin firme, veemente, seguro, assertivo, Lu-larápio encolheu para o seu tamanho real: um anãozinho moral, intelectual e político, inconsistente, precário, desorientado, desnorteado, em pânico, tentando beber água de um copo vazio ou então derramando água de um copo cheio para todos os lados.
Lula-lau maltratou tanto a língua portuguesa que desisti logo de cara do meu projeto de contar seus erros de português. Mostrou um vocabulário limitadíssimo, tornando-se repetitivo. Tentou ser irônico, mas só conseguiu ser debochado, sem que o seu deboche conseguisse em nenhum momento atingir o adversário, voltando-se sempre contra ele mesmo.
Ficou na defensiva até na hora de fazer perguntas. Perguntas, aliás, que só conseguia fazer lendo precariamente o que sua assessoria escrevera. Alckmin ironizou: “O candidato está lendo, e o que escreveram para ele ler está errado”. Acusou o vice de Alckmin de ser o ministro do apagão, mas em seguida o absolveu, dizendo que a culpa era do ministro anterior. Chamou seu próprio avião luxuosíssimo pelo nome pejorativo de Aerolula. Assumiu a postura de defensor dos interesses nacionais… da Bolívia.
Foi exposto como fraco, mentiroso, boateiro… Chegou a dizer que a Polícia Federal pode levar dez anos para descobrir a origem do dinheiro relacionado ao dossiê fajuto. Mentiu ao afirmar que demitiu Dirceu e Palocci, e foi pego na mentira. Enfim, um desastre. Para completar, não conseguiu dar nenhuma explicação para o fato de o Brasil crescer mais de três vezes menos que a Argentina, pouco mais de um terço da média dos países emergentes e metade da média mundial. Não conseguiu explicar por que o Brasil não tem aproveitado o momento favorável da economia mundial. Repito: um desastre.
Não foi à toa que Lula-lau fugiu dos debates do primeiro turno: ele é muito ruim. Sob pressão, desmorona. Foi assim com Collor em 89. Foi assim com Geraldo Alckmin agora. Lula-lau não passa daquilo que ele parece ser: um cafajeste de mesa de bar, com seu linguajar chulo, suas metáforas paupérrimas, seu vocabulário limitadíssimo, seu deboche alcoólico, sua falta de conhecimento sobre o que quer que seja, sua boçalidade (apologia da rudeza e da ignorância). O Brasil é presidido por um cafajeste de mesa de bar. É tragicômico. Mais trágico do que cômico.
Ao final do debate, a plastificadíssima perua Marta Suplicy demonstrou todo o seu inconformismo. Disse que ficara “muito decepcionada com o candidato da oposição”, que parecia “de plástico”. Ela ficou decepcionada sim. Ficou decepcionada porque Alckmin não foi o chuchu que ela e seus comparsas gostariam que ele tivesse sido. E porque Lula-lau não foi capaz de superar suas limitações.
A noite do último domingo foi, enfim, um momento histórico de desmascaramento de um presidente da República no pleno exercício do cargo. Inesquecível.



Olá! Meu nome é 



mauro
em 11 de outubro de 2006
COMPARAÇÃO BÁSICA ENTRE GOVERVO PSDB (8anos) X GOVERVO PT (3,5 anos)
Fontes: IBGE, IBGE/Pnad (Pesquisa Nacional de Amostragem Domiciliar -
desde 1994); ANEEL; Bovespa; CNI; CIESP; Ministérios Federais e Agências
Reg.; SUS; CES/FGV; jornais FSP, O Globo e O Estado;
Fontes incontestáveis. Verifiquem, se for o caso.
Número de policiais federais:
PT: 11 mil
PSDB: 5 mil
Operações da PF contra a corrupção, crime organizado, lavagem de dinheiro,
etc…:
PT- 183
PSDB – 20
Prisões efetuadas:
PT: 2.971
PSDB: 54
Criação de empregos :
PT: 6 milhões
PSDB: 700 mil
Média anual de empregos gerados :
PT: 1,14 milhão
PSDB: 87,5 mil
Taxa de desemprego nas regiões metropolitanas:
PT: 8,3%
PSDB: 11,7%
Exportações (em dólares):
PT: 118,3 bilhões
PSDB: 60,4 bilhões
Balança comercial (em dólares):
PT: 103,3 bilhões (positivos)
PSDB: – 8,4 bilhões (negativos)
Transações correntes (em dólares):
PT: 30,1 bilhões (positivos)
PSDB: – 186,2 bilhões (negativos)
Taxa de Juros Selic (influencia o consumo)
PT: média de 19,1%a.a.; hoje 14,25%a.a.
FHC: média de 28,7%a.a; final de governo 23,03%a.a.
Taxa de Juros de Longo Prazo – TJLP (influencia os investimentos)
PT: média de 9,9%a.a.; hoje 6,85%a.a.
FHC: média de 13,2%a.a; final de governo 10%a.a.
Risco-país:
PT: média (2002-2006) 536 pontos e hoje 204 pontos
PSDB: média (1998-2002) de 967 pontos final de governo 2.400 pontos
Inflação:
PT: 2,8%
PSDB: 12,53%
Dívida com o FMI (em dólares):
PT: dívida paga
PSDB: 14,7 bilhões
Dívida com o Clube de Paris (em dólares):
PT: dívida paga
PSDB: 5 bilhões
Empréstimo para habitação (em reais):
PT: 4,5 bilhões
PSDB: 1,7 bilhões
Crescimento industrial:
PT: 3,77%
PSDB: 1,94%
Produção de bens duráveis:
PT: 11,8%
PSDB: 2,4%
Aumento na Produção de veículos:
PT: 2,4%
PSDB: 1,8%
Crédito para a agricultura familiar:
PT: 6,1%
PSDB: 2,4%
Valor do salário mínimo em dólares:
PT: 152
PSDB: 55
Poder de compra do salário mínimo em relação à cesta básica:
PT: 2,2 cestas básicas
PSDB: 1,3 cesta básica
Aumento do custo da cesta básica:
PT: 15,6%
PSDB: 81,6%
Transferência de renda (em reais):
PT: 7,1 bilhões
PSDB: 2,3 bilhões
Média por família:
PT: 70 reais
PSDB: 25 reais
Atendidos pelo programa Brasil Sorridente (atendimento odontológico): PT:
33,7%
PSDB: 17,5%
Mortalidade infantil indígena (por 1000 habitantes):
PT: 21,6
PSDB: 55,7
Pró-jovem – estudo subsidiado
PT: 93 mil ( 18 a 24 anos)
PSDB: não havia programa, nem registro.
Incremento no acesso a água no semi-árido nordestino
PT: 762 mil pessoas e 152 mil cisternas
PSDB: zero, não havia programa.
Distribuição de leite no semi-árido (sistema pequeno produtor)
PT: 3,3 milhões de brasileiros
PSDB: zero, não havia programa.
Áreas ambientais preservadas
PT: incremento de 19,6 milhões de hectares ( 2003 a 2006) Até 2002: 40
milhões de hectares
Apoio à agricultura familiar
PT: R$ 7,5 bilhões (safra 2005/2006)
PSDB: R$2,5 bilhões (último ano de governo)
Compra de terras para Reforma Agrária
PT: R$ 2,7 bilhões ( 2003 a 2005)
PSDB: R$ 1,1 bilhão ( 1999 a 2002)
Investimento do BNDES em micro e pequenas empresas:
PT: 14,99 bilhões
PSDB: 8,3 bilhões
Investimento anual em saúde básica:
PT: 1,5 bilhão
PSDB: 155 milhões
Equipes do Programa Saúde da Família:
PT: 21.609
PSDB: 16.698
BOVESPA
PT: 35,2 mil pontos
PSDB: 11,2 mil pontos
Eletrificação Rural
PT: 3 milhões de pessoas
PSDB: 2,7 mil pessoas
Livros gratuitos para o Ensino Médio
PT: 7 milhões
PSDB: zero
Construção de Universidades Federais
PT: 10 universidades + 48 novos campi
PSDB: 6 universidades federais em 8 anos
Desigualdade Social (Índice de Gini, quanto menor melhor!)
PT: em 2002 0,563 e em 2004 0,547 – redução de 2,8% em dois anos
FHC: em 1998 0,567 e em 2002 0,563 – redução de 0,7% em quatro anos
Corrupção no governo FHC:
http://www.consciencia.net/corrupcao/documentos/fhc-45escandalos.html
http://www.consciencia.net/2003/08/02/helio1.html
Lista das CPIs engavetadas pelo governador Geraldo Alckmin:
CPI da Compra de Parlamentares – Para investigar a utilização de órgãos e
empresas do Governo do Estado, através de gastos de publicidade, em troca
de apoio político nas eleições municipais de 2004 e na ALESP.
CPI ELETROPAULO – Investigar irregularidades no empréstimo conferido à
ELETROPAULO
CPI das Ferrovias – Apurar a atual situação do Sistema Ferroviário do Estado
CPI da CDHU I – Investigar denúncias de irregularidades na CDHU
CPI do Rodoanel I – Investigar irregularidades ocorridas na execução do
trecho oeste do Rodoanel Metropolitano, desde a elaboração do projeto até
a conclusão de sua execução
CPI da Publicidade da Nossa Caixa – Apurar irregularidades ocorridas nos
contratos de publicidade e propaganda entre o Banco Nossa Caixa e as
Agências de Publicidade Colucci & Associados Propaganda Ltda e Full Jazz
Comunicação e Publicidade Ltda
CPI da Febem – Investigar a responsabilidade das autoridades pela
inexistência de medidas para resolução dos problemas
CPI da SABESP – Investigar as reais causas da atual situação de
precariedade no abastecimento de água da Região Metropolitana de São Paulo
CPI do Detran e Poupatempo – Investigar ilícitos administrativos e
criminais cometidos por agentes públicos e particulares nos serviços
médicos, de lacração e de credenciamento de auto – escolas no DETRAN e
POUPATEMPO
CPI do VIVA LEITE – Apurar irregularidades nos programas VIVA LEITE e
ALIMENTA SÃO PAULO de responsabilidade da CODEAGRO
CPI do BO – Investigar irregularidades na elaboração de boletins de
ocorrência, com o objetivo de distorcer as estatísticas criminais do
Estado.
CPI do Rodoanel II – Apurar as irregularidades na execução do trecho norte
do Rodoanel Metropolitano do Estado de São Paulo
CPI das Obras do Tietê – Investigar os procedimentos administrativos, o
empréstimo realizado, os contratos aditivos, a execução, o planejamento e
expectativa de gastos e a adequação ambiental das obras do rebaixamento da
calha do Rio Tietê
CPI do Transporte – Investigar e apurar práticas do abuso do poder
econômico por parte das empresas prestadoras de serviços de transporte
coletivo
CPI da CDHU 2 – Investigar as denúncias de irregularidades na aquisição de
apartamentos da CDHU
CPI Guerra Fiscal – Investigar a guerra fiscal entre Estados.
CPI dos Bingos – Investigar o funcionamento das Casas de Bingo instaladas
no Estado.
CPI “Indústria da Multa” – Investigar irregularidades nas aplicações das
multas de trânsito, denominadas “Indústria da Multa”
CPI do Futebol – Investigar os problemas pertinentes ao futebol no Estado
de São Paulo, sua prática esportiva, os clubes, a Federação Paulista de
Futebol e as implicações comerciais e econômicas
CPI dos Cartórios – Apurar o procedimento dos Cartórios de Notas, de
Registro de Títulos e Documentos, de Pessoas Físicas e Jurídicas e de
Registro de Imóveis existentes no Estado
CPI dos Medicamentos – Apurar irregularidades praticadas por Indústrias de
Medicamentos, os Laboratórios Farmacêuticos – nacionais ou multinacionais
CPI da Energia Elétrica – Investigar irregularidades nos procedimentos
adotados pelo governo relativo à compra de energia elétrica pela SABESP,
CPTM e METRÔ
CPI do Transporte – Investigar e apurar práticas do abuso do poder
econômico por parte das empresas prestadoras de serviços de transporte
coletivo
CPI Operadoras de Saúde – Apurar as irregularidades praticadas pelas
operadoras de saúde que infringem a Lei dos Planos de Saúde e o Código de
Defesa do Consumidor.
CPI da Contaminação – Investigar e apurar as graves denúncias relacionadas
à contaminação do solo por metais pesados e pesticidas na região Recanto
dos Pássaros, município de Paulínea e no bairro de Vila Carioca, na
Capital
CPI dos Grileiros – Apurar a suposta ocorrência de uma indústria de
invasões em terrenos urbanos e rurais no Estado
CPI do Ensino Superior – Apurar a real situação do ensino superior
praticado pelas instituições particulares, âmbito do Estado de São Paulo
CPI do Meio Ambiente – Apurar as graves denúncias de contaminações e
degradações ambientais no ar, água e solo, que afetam o Meio Ambiente
CPI da CETESB – Apurar a situação de contaminação do solo do território do
Estado, inclusive as 255 áreas já identificadas pela CETESB
CPI da Poluição – Apurar e investigar as denúncias relacionadas a falta de
fiscalização e conseqüentes danos ambientais no Estado
CPI da TV Cultura – Apurar e investigar as graves denúncias relacionadas à
possibilidade da TV Cultura vir a fechar suas portas e sair do ar
CPI da FPA – Investigar desvirtuamento de verbas e doações, bem como, má
gestão dos recursos financeiros da Fundação Padre Anchieta – TV – Cultura
CPI dos Grupos de Extermínio – Investigar possíveis envolvimentos de
policiais civis ou militares nos noticiados grupos de extermínios
CPI da Água – Investigar denúncias sobre contaminações ambientais,
especialmente quanto aos lençóis freáticos
CPI da Prostituição Infantil – Investigar as denúncias veiculadas pela
imprensa de exploração sexual, além da prática de crimes de estupro,
corrupção de menores, exploração de lenocínio, prostituição infantil,
pedofilia, formação de quadrilha
CPI das Operadoras de Seguro – Investigar e apurar práticas irregulares
das operadoras de seguro
CPI da Telefonia Celular – Apurar a real situação em que se encontra a
prestação dos serviços públicos de telefonia celular, fornecido pelas
diversas concessionárias/operadoras que atuam na região
CPI da Saúde – Investigar a situação de transferência de verbas do SUS à
Secretaria Estadual de Saúde.
CPI do Transporte Ferroviário – Investigar a situação atual do transporte
ferroviário no Estado
CPI da Telefonia – Investigar e apurar práticas irregulares das operadoras
de telefonia
CPI do Ibope – Apurar os procedimentos adotados pelos Institutos de
Aferição de Audiência, especialmente o IBOPE, no que se refere à captação
de informações em domicílios de telespectadores consumidores, das classes
Sociais A,B,C,D e E , bem como a transmissão das informações colhidas aos
interessados
CPI da Coca-Cola – Investigar a Empresa SPAL/Coca Cola por sonegação
fiscal de ICMS por recolher tal tributo de maneira insuficiente e dumping
na comercialização de seus produtos
CPI das Multas em Rodovias -Investigar irregularidades na aplicação de
multas por meios eletrônicos, nas rodovias estaduais
CPI dos Veículos – Investigar irregularidades na comercialização de
veículos automotores pelas montadoras, frotistas e empresas locadoras, com
posterior revenda a terceiros
CPI do Leite -Analisar a comercialização e as perspectivas futuras para a
produção de leite no Estado
CPI dos Combustíveis – Investigar irregularidades cometidas com relação à
observância da Lei Federal nº 9.950/00, por parte de postos de
combustíveis, que proíbe o funcionamento de bombas de auto-serviço
CPI do PCC – Apurar as denúncias sobre a execução de 12 membros do PCC,
ocorrida em 5/03/2002, na Rodovia José Ermínio de Morais, em Sorocaba
CPI da Violência – Apurar a violência policial no Estado.
CPI do Hospital das Clínicas “Luzia de Pinho Mello” – Verificar
irregularidades nas obras de ampliação e reforma do Hospital das Clínicas
“Luzia de Pinho Melo”
CPI da Telefônica – Apurar a ocorrência de fraude tributária contra a
arrecadação do ICMS envolvendo a Telefonica
CPI da Educação – Investigar irregularidades no processo de mudanças da
Educação ocorrido no âmbito dos cursos técnicos
CPI da Pirataria – Investigar a participação de agentes públicos em crime
de “Pirataria”, no Estado de São Paulo
CPI das Multas de Trânsito – Investigar irregulatidades no sistema de
multas, no processo de pontuação e suspensão da CNH e nos cursos de
reciclagem nos CIRETRANS
CPI da Reciclagem – Apurar irregularidades na chamada “indústria da
reciclagem”- na tecnologia de tratamento e reciclagem de óleos
comestíveis, de origem animal e vegetal
CPI dos Shoppings Centers – Investigar irregularidades nas operações dos
Shopping Centers no âmbito do Estado de São Paulo que estejam maculando a
Defesa do Consumidor
CPI da Sonegação – Investigar a corrupção, a sonegação e a renúncia
fiscais no Estado de São Paulo
CPI dos Combustíveis – Investigar a adulteração de combustíveis Estado de
São Paulo
CPI do Crime Organizado na Área Fiscal – Investigar a existência do CRIME
ORGANIZADO NA ÁREA FISCAL
CPI do Meio Ambiente – Investigar e apurar danos ambientais no Estado de
São Paulo.
CPI do Metrô – Investigar irregularidades na contratação e na manutenção
de contratos de obras das Linhas 4 – Amarela e 2 – Verde do METRÔ
CPI do Tráfico de Leilões – Apurar a prática de tráfico de influências na
contratação de leiloeiros e empresas para a realização de leilões da
administração direta e indireta
CPI das Teles – Investigar irregularidades na prestação dos serviços de
telefonia fixa e móvel e averiguar práticas lesivas ao Erário decorrente
da má gestão fiscal
CPI da Guerra Fiscal – Apurar na área tributária e fiscal do Estado de São
Paulo a fuga de empresas e indústrias do Estado como conseqüência da
chamada “guerra fiscal” praticada entre os Estados
CPI do Sistema Psiquiátrico – Investigar supostas irregularidades no
Sistema Psiquiátrico de São Paulo, compreendidas todas as unidades
responsáveis pelas ações relativas à saúde mental
CPI do Ipesp – Investigar o IPESP acerca da destinação das contribuições
obtidas por esse instituto mediante desconto em folha de pagamento de
funcionários que ocupam cargos em comissão na Assembléia
CPI dos Juízes de Futebol – Investigar a atuação do árbitro Edílson
Pereira de Carvalho, de outros árbitros e de empresários acusados de
integrarem um esquema de manipulação de resultados
CPI da Contaminação Ambiental – Investigar denúncias sobre contaminações
ambientais
CPI do Trabalho Rural – Investigar as condições atuais do Trabalho Rural
no Estado
CPI da Fazenda da “Canção Nova” – Investigar as denúncias de
irregularidades na cessão de fazenda de 87 hectares localizada em Lorena,
à rede católica “Canção Nova
Sem CPI não há como mostrar corrupção. Que beleza!!
[Responder]
tercia
em 11 de outubro de 2006
Realmente o Lula-lau é um fraco, não soube nem ficar na defensiva. Juro que tive até pena!!! Temos que ajudar essa tartaruga descer de cima do poste”. Agora uma pergunta? Gostaria de saber se esses ibopes só estão indo no curral eleitoral do Lulalau e do PT?
[Responder]
rubens lessa vergueiro
em 18 de outubro de 2006
Tomei conhecimento do artigo e gostaria saber a periodicidade com que sai materia? A atual é muito boa, mas passou-se muito tempo entre a publicação e o meu conhecimento deste blog, o que não inviabiliza a qualidade.
[Responder]
claudeci almeida prado
em 20 de março de 2009
Este é o cache do Google de http://infoener.iee.usp.br/infoener/hemeroteca/imagens/80068.htm. Ele é um instantâneo da página com a aparência que ela tinha em 14 nov. 2008 11:54:24 GMT. A página atual pode ter sido alterada nesse meio tempo. Saiba mais
Versão somente texto
Estes termos de pesquisa estão realçados: nada ser anp fraudes Estes termos aparecem somente em links que apontam para esta página: combustiveis
Hemeroteca do Instituto de Eletrotécnica e Energia
Nº 80068
O Estado de São Paulo
Data: 27/06/2004
Corrupção ajuda a manter fraude de R$ 10 bi
Fiscais custam de R$ 5 mil a R$ 10 mil; tráfico de influência atinge o coração da ANP
LOURIVAL SANT’ANNA
Adulteração de combustíveis e sonegação de impostos é assunto velho.
Entra ano sai ano, a maior novidade é o prejuízo estimado. Há cinco anos, o Estado mostrava que o rombo fiscal estava na casa do R$ 1 bilhão. A CPI dos Combustíveis e a Receita Federal no ano passado calcularam esse montante em R$ 10 bilhões – a maior parte em combustível adulterado, já que o solvente não tem a carga tributária da gasolina.
O Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis (Sindicom) faz uma conta mais conservadora: R$ 2,6 bilhões ao ano – R$ 1 bilhão em adulteração e contrabando na gasolina; R$ 1 bilhão em sonegação do álcool e R$ 600 milhões no restante. Fiquemos com ela. Com esse imposto não arrecadado, o governo poderia pagar este ano a diferença entre o mínimo de R$ 260 e o de R$ 275, como queria a oposição, e ainda sobraria um troco de R$ 470 milhões.
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) tem 51 fiscais para as 428 bases de distribuição e os 30 mil postos no País. Assoberbados, alguns ainda acham tempo para zelar dos próprios negócios. Donos de postos comentam que um fiscal da ANP – não devem ser todos – custa de R$ 5 mil a R$ 10 mil.
Mesmo aqueles – cada vez mais raros – que conseguem sobreviver à concorrência sem adulterar combustíveis se vêem freqüentemente obrigados a pagar propinas para evitar prejuízos maiores. Um dono de posto conta que não pagou e levou uma multa de R$ 70 mil porque em uma das bombas faltava um papel informando as especificações técnicas do combustível: composição química, grau de octanagem, etc.
Mas não é só nesse corpo a corpo que está a explicação para a doce impunidade dos adulteradores de combustíveis. Gravações obtidas pelo Estado ilustram como se fazem acertos no coração da ANP. Nas conversas, um dono de distribuidoras comenta com o marido de Cláudia Maia Bandeira, número 2 da Superintendência de Abastecimento da ANP, favores feitos pelo coordenador de Fiscalização da agência, César Ramos Filho (ver transcrições na página seguinte).
“A ANP está bichada”, resume um parlamentar. O Parlamento também. Depois de levantar alguns nomes de suspeitos de fraudes, a CPI dos Combustíveis acabou em nada, porque a maioria de seus membros se vendeu para os criminosos.
Pelas contas de um de seus membros, 14 dos 24 deputados da comissão trabalhavam para adulteradores e sonegadores.
Quando não compra, a máfia dos combustíveis intimida. Donos de postos honestos, parlamentares e até delegados de polícia medem as palavras e pedem anonimato porque já receberam ameaças de morte e não têm dúvidas da disposição de seus autores – confirmada em vários atentados – de cumpri-las.
Com sua rede de corrupção de parlamentares, policiais, fiscais e autoridades do governo, os adulteradores de combustíveis são incrivelmente bem informados. O participante de uma blitz a postos de gasolina conta que uma operação, envolvendo funcionários da ANP e policiais, foi planejada sigilosamente numa quinta-feira, para ser realizada na segunda-feira seguinte. Na sexta, dois policiais e um deputado que jogavam no time contrário o procuraram: “Vocês vão fazer uma blitz em tal lugar na segunda, né?”
Atração – Com um faturamento de R$ 115,7 bilhões ao ano, o mercado de combustíveis do Brasil é extraordinariamente atraente.
Com uma carga tributária que chega a 60% no caso da gasolina, ele é também um convite à sonegação. “Em todo o mundo, combustível é muito taxado”, observa Alísio Vaz, diretor de Defesa da Concorrência do Sindicom. “Os Estados Unidos cobram menos, mas a Europa cobra mais impostos do que o Brasil. Só que, para ter imposto europeu, é preciso ter também fiscalização européia.”
A conjunção de fiscalização precária, corrupção e tributação elevada leva ao caos brasileiro. Segundo o deputado Luiz Antonio Medeiros (PL-SP), presidente da CPI da Pirataria, cerca de 20% do combustível consumido no Brasil está adulterado. No Estado de São Paulo, para onde convergem as distribuidoras picaretas, essa incidência deve ser maior.
Em Bragança Paulista, onde, numa experiência pioneira, policiais coletaram secretamente gasolina nos 32 postos da cidade, 12 vendiam o produto misturado com solvente (ver na página 6). Se servir de parâmetro do que ocorre no Estado, mais de um terço do que se vende como gasolina não é bem isso.
A verdade é que, virtualmente sem fiscalização, ninguém sabe ao certo quanto do que se vende nos postos é gasolina e quanto é solvente. Mas, para efeito de cálculo, aceitemos o dado da ANP, segundo o qual 11% dos combustíveis estão adulterados no Estado de São Paulo. Há 8.300 postos no Estado. Cada um vende, em média, 170 mil litros de combustíveis por mês. Disso, 60% é gasolina. Se 11% estiver adulterado, estamos falando de 93,126 milhões de litros por mês. Só em São Paulo. Só de gasolina.
‘Genérico’ – Donos de postos não costumam comprar na inocência o combustível adulterado. O preço já o denuncia. Depois do aumento de 10,8% no dia 14, o litro da gasolina sai por cerca de R$ 1,78. Se uma distribuidora oferece por menos que isso, não pode estar dentro das especificações. A nota vem em geral superfaturada, para esconder a incoerência. E o vendedor em geral avisa ao dono do posto: “É genérica”.
“Digamos que o sujeito seja 90% honesto, que só deixe de pagar 10% do imposto devido”, conjectura Alísio Vaz, do Sindicom. “Para uma carga tributária de R$ 1,24 por litro de gasolina, o ganho por litro seria de R$ 0,12.” Multiplicado pelo volume vendido por um posto, que chega facilmente aos 100 mil litros por mês, é um ganho extra de R$ 12 mil mensais.
O dinheiro é fácil; a punição, camarada. Na improvável hipótese de ser pego, o dono do posto paga multa que em geral não passa dos R$ 3 mil. O tanque é esvaziado e o combustível, devolvido à distribuidora que o vendeu. A bomba fica lacrada só até que a distribuidora mande nova remessa. Na prática, o combustível ruim acaba vendido para outro. Na distribuidora e no posto autuado, a vida continua.
VEJA ABAIXO OS METODOS E FORMULAS ENVIADAS A ANP. E QUEM QUIZER SABER MAIS ACESSE A INTERNET
.
Na cidade de Boca da Mata, Alagoas um grupo de pessoas preocupadas com as fraudes em combustíveis apresenta abaixo um resumo de atividades ligadas ao assunto
Relatório dos estudos e desenvolvimentos visando chegar a métodos anti fraudes combustíveis
O grupo e composto de seis profissionais de diversos setores como
Usinas
Refino de petróleo
Químicos
Outras atividades.
Esse grupo se reúne no mínimo uma vez por semana.
A primeira providencia do grupo foi recolher amostra de combustíveis tanto gasolina como álcool, de S.Paulo, Sergipe, Pernambuco e Alagoas, e os resultados, citamos abaixo.
ALCOOL HIDRATADO
Das 19 amostras 11 delas apresentaram presença de água teste simples com resultados
GASOLINA
Foram colhidas 53 amostras sendo que 31, fora dos padrões em relação a % de álcool, uma variação de 10 a 60%.
Veiculado pela imprensa, testes efetuados em S.Paulo foram encontrados 129 postos com combustíveis fora de padrão, equivalente a todos os postos do Acre.
Diante dos resultados o grupo iniciou estudos visando em primeiro tentar evitar fraudes nos álcoois.
ALCOOL ANIDRO E HIDRATADO
Aos dois foi colocado um reagente que tinha a função de detectar a presença de água, isto se acaso fosse adicionado água, imediatamente haveria uma sensível alteração, o álcool de límpido e claro, passaria para branco e leitoso, denunciando fraudes. O material oleoso no álcool quando da mistura final com a gasolina fica 0,125%
O reagente no caso seriam óleos vegetais, objeto de estudo do biodiesel na proporção de 0,5%.
Tem também uma formula que infelizmente já descartada pela ANP, que seria a inclusão ao álcool anidro de 10% de gasolina já nas Usinas, uma pré mistura, e esse álcool dificilmente seria fraudado, teria um único destino a mistura final, e o mesmo caminhão que retira o alcool já levaria a gasolina, as informações da ANP, a mistura e prerrogativa das misturadoras e comentario que iria contra uma logística.
Ao álcool anidro foi adicionado um corante de cor laranja cor da gasolina e sem querer torna se um coadjuvante de fraudes. Lembrando também que haveria um aumento de 0,5% na oferta desse álcool. Falando em litros não e nada mas falamos em bilhões de litros e so fazerem os cálculos, praticamente a produção de algumas usinas.
KIT ANTI FRAUDES GASOLINA
Anexo desenho explicativo
Determina em 30 segundos o teor de álcool contido, ate o consumidor poderá faze lo.
Este como e descartado não tem necessidade de testes em motores, nesse caso aprovado seriam milhões de fiscais que antes do abastecimento fariam os testes.
KIT ANTI FRAUDES ALCOOL ANIDRO E HIDRATADO
Anexo desenho explicativo
Indica quando o álcool recebeu água, e quanto, teste rápido também que poderá ser feito pelo consumidor, nos testes efetuados tem resultados assustadores.
LIMITADOR DE ALCOOL NA GASOLINA
Anexo desenho explicativo
Este processo o grupo considera o mais importante
Reagente poderá ser adicionado ao álcool anidro como também na gasolina pronta.
Esse processo não admite a adição de mais álcool alem do permitido, se adicionado 4% a mais, vai provocar uma separação do álcool da gasolina, inviabilizando sua comercialização, no caso os dois componentes teriam que passar por processos de purificação logo …
Seria trocar 1,7% de reagente derivado do álcool, por fraudes que ultrapassam 60% ou mais, vale ainda destacar que se o reagente for adicionado nas Usinas esse álcool não poderá ter outro destino a não ser sua mistura com a gasolina, pois seu teor fica abaixo do álcool hidratado
Vale ainda destacar que o reagente do limitador e proveniente da extração da folha de cana, e que ira proporcionar 20.000 empregos na área com remuneração de R$ 450,00 mensais, seriam os colhedores de folhas e colmos. Este numero poderá dobrar, ou seja serão 40.000 somente acertando nossa formulação.
Observação importante, a mistura entre álcool e gasolina deve obedecer a seguinte regra. Álcool na gasolina, nunca gasolina no álcool.isto após a adição do reagente.
Outros aspectos favoráveis
1 aumento da oferta de gasolina 1,7%
2 não devera a gasolina sofrer alteração de preço pois o reagente e mais barato que a gasolina, a alteração se houver e para baixo.
Todas as formulas e processos foram enviadas a ANP Agencia Nacional do Petróleo e em resposta foi enviado um oficio 684 SQP, que solicita uma serie de testes, bancada, emissões, desempenho, durabilidade, etc.
No caso de aprovação desse tipo de mistura pode se também em pensar numa verticalização de produção do álcool, sai anidro e hidratado e estipula se um álcool de teor de pureza igual ao chamado hidratado, que na verdade na destilação representa resíduos da própria cana que fica no álcool,o que vai aumentar sensivelmente a produção e oferta do produto, facilitando também o limitador proposto.
Enviamos a São Paulo um dos elemento do grupo que tentou a realização de tais testes sem contudo conseguir, pois todas as universidades estão desenvolvendo o biodiesel.
Fomos também ao IPT Dr. Mauricio, sem sucesso, fomos a Empresa Falcon , Bauer Sr. Devair também sem sucesso, procuramos auxilio de distribuidores bandeira branca, também sem auxilio nenhum.
Por fim a ANP nos encaminha ao Centro de Pesquisas Tecnológicas em Brasília onde seremos recebido dia 23 de abril, para realização de testes e apresentação das formulas e métodos.
Fomos recebidos e explicamos nossos métodos e formulas e estamos aguardando o pronunciamento a respeito.
Obs.
A falta de acentos, problema com o computador
tel. 082 93325322
Claudeci Almeida Prado
Para nossa surpresa, após 2 meses recebemos uma carta da ANP-Brasilia, onde não foi feito nenhum teste em relação aos nossos métodos, o que nos fez entrar em contato com Ministério de Minas e Energia, Ministério da Justiça, Petrobras,Ouvidoria da ANP-Rio e Gabinete da Presidência da Republica e outros órgãos ligados ao setor. ISSO PARECE BRINCADEIRA. E DE MAU GOSTO.Para completar uma pergunta, alguém se lembra de algum método ou formula anti fraudes combustíveis, que foi feito ultimamente? A não ser a coloração do álcool anidro coadjuvante de fraudes e um batalhão de fiscais.
Em tempo estamos estudando o que fazer com o resíduo da extração das folhas de cana, fizemos um conglomerado anti térmico, mas estamos apenas iniciando testes, se alguém quiser ajudar por favor entrem em contato.
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