Mais oito pontos contra Israel
Antes de ler este artigo, dê uma olhada em O nazismo israelense e na resposta do Sr. Victor Grinbaum ao referido artigo.
* * *
1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?
Não é isso o que diz o Deuteronômio, parte fundamental da Bíblia hebraica: “Não deixareis vivo nada que respire. Passareis no fio da espada homens, mulheres, crianças e animais”. Este á apenas um exemplo. Isso é humildade diante dos demais povos?
2. Israel devolveu terras que não eram suas, o que não é nenhum mérito. A península do Sinai foi devolvida ao Egito para neutralizar esse país, que traiu os palestinos em troca do Sinai. A “devolução” de Gaza já vimos como é que é: Israel entra lá na hora que bem entende e massacra mulheres e crianças. Jerusalém Oriental já foi tomada dos palestinos, processo que está em curso na Cisjordânia, em que os palestinos perdem terras a cada dia, devido às famigeradas colônias judaicas. Isto sem falar nas Colinas de Golã. Israel é um Estado ladrão de terras.
3. O uso sitemático de tortura por Israel é denunciado por várias organizções de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch. O próprio Estado de Israel admite o uso de “pressão física”, eufemismo para a tortura. A prática de tortura em Estados árabes não justifica o uso da tortura por Israel. Um erro não justifica o outro.
4. Grinbaum admite que Israel pratica punições coletivas e que isso contraria a moderna doutrina dos direitos humanos. Tal admissão é mais do que suficiente. Mais uma vez: o argumento de que Israel pode fazer porque outros países fazem é uma falácia, pois um erro não justifica o outro e Israel diz pertencer a uma civilização que não admite essas coisas.
5. Judeus isso, judeus aquilo, mas todos judeus. Quem define os judeus como raça são as próprias organizações judaicas que promovem testes de DNA para definir quem é judeu. Procurem na internet e descobrirão esses testes.
Já os árabes só têm em Israel o direito de ser minoria.
Por que Israel não anexa a Cisjordânia, que os sionistas chamam de Judéia e Samaria? Para não ter que dar o direito de voto aos palestinos e não ameaçar a condição israelita de Estado judaico.
6. Israel acha que o seqüestro de dois soldados isralenses pelo Hezbollah justifica o massacre de mais de mil civis libaneses. Ou seja, uma vida israelense vale pelo menos quinhentas vidas libanesas. Se isso não é racismo e nazismo, não se sabe o que é racismo e nazismo.
7. O número de ciganos mortos não foi de apenas cem mil, mas de cerca de 500 mil (”A Indústria do Holocausto”, de Norman Finkelstein). Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão grande quanto o de judeus. Autores judeus, como Ben Abraham, apagam o genocídio cigano da seguinte maneira: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. O genocídio dos ciganos é diluído nas nacionalidades. E assim os judeus ficam com o monopólio do Holocausto, que transformam numa grife exclusiva.
8. Se Israel tem bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. Se os Estados Unidos e vários outros países têm bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. É uma questão de isonomia, a isonomia nuclear. Ou ninguém tem ou todos podem ter.



Olá! Meu nome é 



Wagner Estelita
em 28 de novembro de 2006
É demagocia pura. Esse bando de hipócritas iria reclamar se o Enéas assumisse a Presidência e bancasse a bomba atômica? Não seriam nacionalistas! O direito de defesa é pleno!
Daqui há 20 anos eles virarão os olhos pros mais de 50% da água potável mundial que se encontra no Brasil. Irão nos ‘assaltar’ como fizeram no Iraque?
Não quero ser vítima do “brinquedão de Israel” (leia-se EUA)!
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Ademar Benevolo
em 28 de novembro de 2006
Deixa ver se entendi…Quer dizer que para o senhor, quando fulano ameaça sicrano, o senhor defende a posse de arma para fulano, mesmo que sicrano tenha uma. Mesmo que sicrano nunca tenha ameaçado fulano. É isso ?
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Kaiser
em 29 de novembro de 2006
É isso, Ademar! Israel é um estado racista que ataca, principalmente, os árabes. Nessas condições, a simples posse das armas nucleares é uma ameaça ao Irã. Não é preciso uma declaração formal. No mais, os ataque e invasões sistemáticos aos estados áreabes vizinhos a Israel já é ameaça suficiente.
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Ademar Benevolo
em 29 de novembro de 2006
Bom, se o Irã fosse um país árabe vc até que estaria correto, mas o Irã não é árabe, é persa. Israel nunca atacou ou declarou guerra ao Irã. Se vc acha que ter arma nuclear já é uma ameaça aos vizinhos, imagine quem quer ter e já sugere como vai usá-la! E não é só Israel que não quer que o Irã as tenha, nenhum dos seus vizinhos de região, árabe ou não, mulçumano ou não, nenhum quer que o Irã tenha arma nuclear. Ninguém confia no Irã.
Se Israel é racista porque ataca os árabes, a Palestina que ataca Israel e o Irã que ameaça Israel também são racistas. Certo?
Só uma correção, Israel só atacou os árabes, não foi “principalmente os árabes”. Que eu saiba, Israel não atacou nenhum país que não seja árabe.
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Gilson Marques Gondim
em 30 de novembro de 2006
“Israel só ataca países árabes.” E com isso Ademar Benevolo pensa que absolve Israel.
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Ademar Benevolo
em 30 de novembro de 2006
Desculpe, caro Gilson, esqueci de dizer que ataca quando é atacado. Para se defender. E aqui não cabe a absolvição ou acusação de qualquer país. A busca é de entedimento, diálogo, acordos com o objetivo mínimo de pelo menos uma boa convivência.
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Gilson Marques Gondim
em 1 de dezembro de 2006
Prezado Ademar,
Israel quer conviver pacificamente com os palestinos, os árabes em geral e os muçulmanos?
É fácil: basta retirar-se para as fronteiras anteriores a 1967, desmontando as famigeradas colônias judaicas em Jerusalém Oriental e na Cisjordânia e devolvendo à Síria as Colinas de Golã, onde também há assentamentos judaicos, que teriam de ser desmantelados.
Simples, não?
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Sefer
em 1 de dezembro de 2006
Caro Ademar,
Israel acendeu o pavio da bomba quando invadiu as terras palestinas, expulsou os palestinos de suas casas e as ocupou. O jeito de se conseguir a paz é devolver as terras dos palestinos, mas dentro dos parametros de 1948, pois essa nessa terra, dividida tal como 1948, os palestinos viviam tranqüilamente e os judeus haviam adquirido a maior parte das terras de maneira legal(comprando, no caso). Um sugestão é juntar a Palestina com Israel, devolver a terra perdida pelos civis palestinos(e quem não tivesse conseguido a terra onde vive de maneira reconhecível pela lei, que saísse de lá), e os judeus que estão lá desde 1948 em casas e terras compradas dos palestinos poderiam viver livrimente. O governo seria democrático(e não esse regime segregatório), não teria religião, seria, enfim livre e igualitário. Assim, poderia haver paz entre os palestinos e judeus
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Victor Grinbaum
em 3 de dezembro de 2006
Quanta ignorância, meu D’us! Quanta manipulação! Gilson Gondim, realmente você é uma pessoa doente. Se nem os safanões da galera da Asper te curaram, vamos a mais respostas:
1- Cadê o contexto desta citação? É muito fácil retirar uma frase solta e fazer pose de quem descobriu a pólvora. Você sabe alguma palavra de hebraico para ter lido o Velho Testamento no original? Estudou Torá profundamente para entender como tal e tal coisas se aplicavam na prática? Evidente que não!
Sua má fé fica clara ao misturar alhos com bugalhos. Para explicar todo o Velho Testamento eu teria que te dar inúmeras aulas, o que não posso tampouco quero.
2- Israel devolve terras que foram conquistadas em batalha depois de uma agressão externa. Não sofisme, sinhôzinho Gondim! O Sinai foi conquistado depois que o Egito atacou Israel por três vezes (1948, 1953 e 1967) e prontamente devolvido assim que houve paz. Gaza foi devolvida mesmo sem nenhum aceno de paz por parte dos palestinos, tanto que hoje é o território de onde partem os ataques terroristas com foguetes que tornam impossível a vida cotidiana das cidades a Sudoeste de Israel. Ah, mas Gilson Gondim faz questão de esconder que os “santinhos” palestinos atiram foguetes sobre população civil de Israel, não é? Desonestidade intelectual pura.
3- Até agora quem tem justificado crimes aqui é Gilson Gondim. Foi Gilson Gondim que foi escorraçado de um jornal por defender o massacre de judeus pela bomba atômica iraniana. Se Israel tortura prisioneiros palestinos, nada justifica isso. Agora, o que Gilson Gondim não consegue explicar é como as entidades israelenses de direitos humanos fazem suas denúncias com total liberdade. Aliás, da outra vez eu desafiei Gilson Gondim a me citar o nome de uma única entidade de direitos humanos da Palestina ou do Irã. Estou até agora esperando.
É bom que se diga que Israel comete sim seus abusos. Não, não somos santinhos como Gilson Gondim e outros anti-semitas oportunistas gostam de pintar os palestinos. Israel não está acima do bem e do mal. É apenas um país e um povo que teima em sobreviver e que muitas vezes erra e abusa. Mas ainda que Israel erre e abuse, isso não lhe retira o direito básico de sobrevivência, assim como o terrorismo palestino não retira dos palestinos o direito básico de sobrevivência e autodeterminação. Quem prega o massacre de um povo inteiro e de seu país é Gilson Gondim, conforme seu derradeiro “artigo” (aspas à vontade) na Jornal da Paraíba.
4- Admito que a prática das punições coletivas é abusiva. Assim como uma boa parcela da população de Israel admite e tem direito de pensar assim por viverem numa democracia plena. Quero ver se as populações da Palestina, do Líbano, da Síria e do Irã têm direito de pensar contra os seus governos… Será que Gondim sabe o que acontece com os dissidentes políticos nestes países? Israel é a única democracia plena do Oriente Médio, mas Gilson Gondim quer que Israel acabe debaixo de uma bomba atômica para que surja em seu lugar mais uma teocracia feroz e liberticida.
5- Agora Gilson Gondim mostra toda a sua loucura, toda a sua personalidade delirante, toda a sua má-fé: “Testes de DNA para determinar quem é judeu???” Eis a prova de que Gilson Gondim não passa de um ignorantão presunçoso. Para vosso governo, testes de DNA para “provar” quem é e quem não é judeu são impossíveis, e eu explicarei. O que determina o judaísmo de uma pessoa não é a “raça”, mas o simples fato de um indivíduo ser filho de mãe judia ou convertido pela Halachá. Logo, como ser uma “raça pura” se o pai pode ser de qualquer etnia, religião ou povo? Como o teste de DNA comprovaria se um indivíduo pratica a religião?
Mais uma vez Gilson Gondim mente e deturpa para enganar seus parcos leitores. Os testes de DNA são raramente usados nestes casos, e apenas em pesquisas históricas e científicas para determinar se um determinado grupo descende remotamente da região da Israel Bíblica. Foi o caso da pesquisa científica que determinou que o povo lemba da África do Sul, que afirma ser uma das doze tribos perdidas de Israel, tem em sua herança genética uma pequena parte que coincide com a da tribo dos cohanim. Isso não é “racismo” nenhum, já que os lemba (de tez negra) jamais pleitearam direitos sobre o moderno Estado de Israel. Mas é claro que Gilson Gondim, parcial como só ele, se aprofundaria neste assunto para demonstrar que o tal “racismo judaico” é fruto de sua mente maligna e preconceituosa.
Outro sofisma de Gondim: “os árabes só têm em Israel o direito de ser minoria”. Pois é, e que direito têm os judeus nos países árabes? Cadê Gilson Gondim chorando pelo destino de mais de 500 mil judeus que foram expulsos dos países árabes entre as décadas de 40 e 70? Em Israel os árabes têm direito a voto, a expressão política, cultural e religiosa. Nos países árabes os judeus foram massacrados e expulsos. 20% da população de Israel não é de judeus, mas em Gaza não se admite a existência de uma única família de judeus. Como Gilson Gondim explica isso? Não explica, a não ser mentindo como sempre faz.
” Por que Israel não anexa a Cisjordânia?” Vejam a falta que um bom conhecimento em história faz a um arremedo de jornalista: A Cisjordânia foi anexada por Israel em 1967. Só que antes disso a Cisjordânia era território da Jordânia. Nunca foi de Palestina nenhuma. No entanto, a Cisjordânia (Judéia e Samaria bíblicas) foi incluída nas negociações de paz que Israel firmou com Iasser Arafat nos anos 90. Logo, se a Cisjordânia ainda não é o território de um estado palestino, isso se deve ao fato de que foram os palestinos que descumpriram todos os acordos de paz dos últimos 12 anos. Aprendeu, Gondim, ou quer que eu desenhe?
6- Não sofisme, Gilsinho! Israel atacou o Líbano munido de um causus belli. O conflito não se resume a sua matemática torpe! Houve um fato que por mais que você grite, esperneie e minta não será apagado. Aprenda: O Hezbollah é um grupo terrorista que invadiu o território israelense em tempos de paz, seqüestrou dois soldados, matou outros nove e se evadiu para o Sul do Líbano, onde o governo de Beirute não mandava há mais de vinte anos e onde haviam soldados da ONU. As operações militares de Israel foram efetuadas para se obter o resgate de dois cidadãos do país das mãos de terroristas. As mortes de cerca de mil civis libaneses foram de responsabilidade do Hezbollah e do covarde governo libanês (que ironicamente agora enfrenta o próprio Hezbollah). Se não houvesse o ataque terrorista não teria havido operação militar e as lamentáveis mortes dos civis libaneses. E lembre-se de que Israel não “ocupa” nenhum território do Líbano desde 2000 e que a operação terminou sem o resgate dos soldados por questões humanitárias, já que Israel tem capacidade militar para transformar o Líbano inteiro num estacionamento.
7- Mais sofismas! Imagino as cambalhotas que os velhos filósofos gregos hão de estar dando neste momento onde quer que se encontrem! Primeiro você disse que os malvados judeus ocultam o genocídio dos ciganos. Agora vem com esse papo de que os mortos ciganos são computados pelas suas nacionalidades. E ainda cita um único autor, o venerando Ben Abraam, como se este fosse o único autor sobre o Holocausto existente no mundo!
Você deveria lavar a boca antes de falar de Ben Abraam. Este homem, ainda saudável e ativo com mais de 90 anos de idade, vivenciou o Holocausto in loco. Enquanto você gozava da doce vida de filhinho de papai politiqueiro e de membro de um dos clãs mais poderosos do Nordeste, Abraam lutava pela sobrevivência em um campo de extermínio. Você deveria todos os dias cair de joelhos e render graças aos céus por não ter passado por um décimo do que Abraam passou em sua juventude. Eu tive a honra de conhecer pessoalmente Ben Abraam e de ouvir seu testemunho sobre o que foi o nazismo. Você mal deve Ter lido a orelha de seu livro e quer pontificar sobre o que não sabe.
O genocídio de ciganos e demais minorias é fartamente documentado. Agora, se você nunca se interessou em pesquisar isso, o problema é seu. E existem muitos outros autores além de Ben Abraam, que é judeu e que naturalmente há de falar sobre a parte que lhe toca. Se os sobreviventes ciganos escreveram menos (o que não é verdade), isso não é culpa dos judeus.
8- Armas nucleares não são bombinhas de São João. São armas de destruição em massa e num mundo perfeito nenhum país deveria possui-las. No entanto, elas são uma triste realidade. Não se sabe se Israel as possui, mas em todas as vezes em que foi atacado e levado à beira da extinção, o Estado de Israel jamais as utilizou. Israel é uma democracia e um país com a responsabilidade suficiente para não utilizar seus artefatos. Este não é o caso do Irã, uma teocracia sanguinária, onde as mulheres são submetidas à lei islâmica opressora e que é governada por uma casta de aiatolás psicopatas. Não serão os esperneios de um invejoso frustrado como Gilson Gondim que farão com que os loucos do Irã desenvolvam ou não suas armas nucleares.
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Gilson Gondim
em 2 de dezembro de 2006
Pois é, meu caro Sefer, o retorno às fronteiras de 1948 seria mais justo. Porém, creio que os palestinos fariam a paz com um retorno às fronteiras de 1967.
Mas nem isso os israelenses aceitam. O sonho deles é uma Cisjordânia (que os judeus chamam de Judéia e Samaria) sem palestinos.
O comportamento dos israelenses na Palestina e no Líbano mostra que eles só não exterminam os palestinos da Cisjordânia e de jerusalém Oriental porque não há clima mundial para tamanha barbaridade.
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Gilson Gondim
em 3 de dezembro de 2006
Não li ainda, na íntegra, o longo comentário de Victor Grinbaum (logo abaixo). Porém, o seu início me chamou a atenção. Ele me chama de doente, mostrando que não sabe conviver com as diferenças de pensamento e opinião.
Segundo, ele lamenta que os safanões da galera da Asper não tenham me curado. Isso demonstra que para Grinbaum a violência tem uma função educativa e curativa, pensamento típico de um nazi-fascista.
Victor Grinbaum é, sem dúvida, uma figura lastimável.
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Victor Grinbaum
em 4 de dezembro de 2006
Só para complementar, Gilson Gondim, uma pessoa que pensa que pode dissolver manifestações populares com berros, ameaças e um pedaço de pau na mão, se não é doente, é muito estranha.
Se Vossa Senhoria não curte ser chamado por adjetivos depreciativos, poderia fazer como o macaco do dito popular e olhar para vosso próprio traseiro, quando qualifica os judeus de nazistas.
Toda ação provoca uma reação, Gilson Gondim. Conclamar o genocídio de um povo lhe custou a coluna no Jornal da Paraíba. Tentar dissolver a passeata dos garotos da Asper com um pedaço de pau e um paralelepípedo nas mãos lhe custou uns sopapos. Chamar a mim de nazista e ameaçar meus patrões com um processo me dão todo direito de lhe julgar uma pessoa profundamente doente de caráter. Sua alma, sua palma.
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Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Victor Grinbaum se regozija por eu ter perdido a coluna no Jornal da Paraíba. Só que eu não fiquei fora da imprensa: estou, desde que saí do JP, em O Norte, que é um jornal de mentalidade bem mais arejada.
Além disso, o Sr. Grinbaum – nazista pró-israelense – comemora a violência de que fui vítima por parte dos linchadores da Asper. É um justificador de lonchamento, algo bem compatível com sua condição de justificador dos massacres praticados por Israel.
Grinbaum é uma figura tão imbecil que usou o endereço eletrônico de uma empresa, em horário de trabalho, para me insultar por e-mails. Por causa disso, está sendo preparado um processo contra a empresa que tem a temeridade de tê-lo em seus quadros.
Como eu já disse, Grinbaum é uma figura lastimável.
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Outra coisa para o Sr. Grinbaum: este site está indo de vento em popa, cada vez mais acessado, cada vez mais visitado, cada vez mais navegado, cada vez mais lido e comentado.
Só para o Sr ter uma idéia, Sr. Grinbaum, o número de cliques efetuados neste site passou de 73 mil em outubro para mais de 118 mil em novembro. E outubro já tinha sido bem melhor do que setembro, que por sua vez havia sido muito melhor do que agosto. E assim por diante.
Para seu desespero, este é um site em franca ascensão. E vem mais por aí.
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Ainda para o Sr. Grinbaum: o Sr. diz que eu tenho parcos leitores, mas se preocupa em escrever longuíssimos comentários para este site. Não é uma contradição?
A verdade é que eu incomodo. Ainda bem. Incomodar é a função de todo escritor que se preze.
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
O fato de Ben Abraham ter sofrido num campo de concentração (quando eu ainda não era nascido, Sr. Grinbaum; não sou tão velho!)não lhe dá o direito de, agindo de modo canalha, apagar o genocídio dos ciganos, diluindo estes nas nacionalidades.
Este é o problema dos sionistas: acham que o holocausto justifica tudo que eles façam, tenham feito ou venham a fazer.
O sionismo é pura canalhice.
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Para o Sr. Grinbaum, como para todos os sionistas, nazi-fascistas pró-israelenses, a vida de dois soldados judeus vale mais do a vida de mil civis libaneses.
O que eles dizem é: nós temos o direito de matar mil civis libaneses, pois o Hezbollah seqüestrou dois soldados nossos!
Isso é puro nazismo!
O irônico nessa história toda é que o nazismo israelense massacrou mil civis libaneses e não conseguiu resgatar os dois soldados. Seria cômico se não fosse trágico.
Abaixo o nazi-fascismo israelense! Abaixo o sionismo sanguinário, homicida e genocida!
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Victor Grinbaum diz que Israel comete “erros e abusos”. O que Israel comete são crimes hediondos.
As punições coletivas, por exemplo, são tão hediondas que nem Grinbaum consegue tentar defendê-las.
Se Israel é um Estado judeu, como todo mundo sabe que é, os árabes estão condenados a ser, lá, eterna minoria. Esse papo de Estado judeu é segregacionismo puro.
Quanto aos testes de DNA, Grinbaum os nega e logo depois admite sua existência.
Ele precisa saber, além do mais, que a congregação paraibana Beit Teshuvá, liderada pelo semi-analfabeto David André Farias de Meneses, anda anunciando testes de DNA para identificar quem é judeu. A internet está cheia de anúncios desses testes.
Além do mais, se os judeus não são uma raça, criticá-los não pode ser tachado de racismo.
Chega de tantas contradições da sua parte, Sr. Grinbaum.
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
O Sr. Grinbaum parece não conhecer o Velho Testamento ou Bíblia hebraica. É um rio de sangue, repleto de massacres
cometidos pelo povo supostamente eleito, sob as bênçãos de seu Deus segregador.
O judaísmo é uma religião racista e extremamente agressiva, o tipo de agressão praticado pelo opressor.
O nazi-fascismo israelense tem raízes profundas
[Responder]
Gilson Gondim
em 5 de dezembro de 2006
Victor Grinbaum diz que Israel anexou a Cisjordânia durante um tempo. E os palestinos da Cisjordânia, por acaso tiveram direito de voto em Israel?
A verdade, caro senhor, é que a anexação formal nunca ocorreu, justamente porque os árabes não podem tornar-se maioria em Israel, que deixaria, se isso acontecesse, de ser um Estado judeu.
Ou seja, racismo. Racismo puro. Fica provado, mais uma vez, que Israel é um Estado nazi-fascista disfarçado de democracia. Pseudodemocracia.
[Responder]
Victor Grinbaum
em 5 de dezembro de 2006
Gilson Gondim, suas respostas em prestações são para dar a impressão de conteúdo ou será que é tão trabalhoso assim me responder que são necessários longos intervalos para “reflexão”?
O fato simples é que você fala, fala, fala mas não consegue retrucar nenhum dos meus argumentos. Talvez pelo fato de que você desconhece o que sejam argumentos, apelando sempre para mentiras, sofismas, manipulações, grosserias e intimidações. O resultado final é simplesmente patético.
Como seu “conhecimento” (hajam aspas!) se limita a estes drops de asneiras, vou continuar tendo de enumerar suas besteiras e responde-las também em prestações. Vamos a elas:
1- Você me chama de “justificador de linchamentos”, então me responda por favor uma coisa; haviam centenas de pessoas presas no trânsito durante a manifestação dos rapazes da Asper. Por quê diabos os garotos bateram apenas em você e não em outras pessoas? Será que todos eles estavam a soldo dos sionistas? Ou será que eles reagiram contra a única pessoa que os agrediu?
2- Se seu site é assim tão visitado, então por que você teve de criar três perfis no Orkut para fazer propaganda dele? Além do mais, será que todas estas visitações são de pessoas que te levam a sério? Ainda que sejam 100 mil ou um milhão de acessos, será que isso lhe dá razão? Ora, sei de muito político ladrão que conseguiu se reeleger recentemente. Você mesmo, no alto de todo o seu anti-lulismo (enfim um ponto em comum entre mim e Gilson Gondim!) sabe que “urna não absolve”. Seus leitores não absolvem a sua profunda ignorância, demonstrada aqui por você mesmo que é incapaz de responder aos meus argumentos.
3- Canalha é quem não tem escrúpulos de manipular até as Escrituras Sagradas em nome de seus preconceitos. Que conhecimento tem você da Torá? Você mal leu uma versão que é uma tradução de uma tradução de uma tradução de uma tradução de uma tradução do original e acha que pode debater com quem lê a Bíblia no original!
4- Você continua afirmando que julgamos as vidas de outras pessoas “mais valiosas” que as nossas, entretanto não consegue nem sequer encontrar um trecho do que eu escrevi para se justificar, ou seja, você continua mentindo. Das duas uma: ou Gilson Gondim é um analfabeto funcional, incapaz de compreender um texto ou Gilson Gondim é um manipulador barato, preconceituoso e munido de uma profunda má-fé. Eu acho que é coluna do meio.
5- Gilson Gondim mais uma vez tenta escapar das respostas aos meus argumentos com mais sofismas. Gilson Gondim não conseguiu até agora me citar o nome de uma única entidade de direitos humanos da Palestina ou do Irã. Gilson Gondim até agora não conseguiu me responder o que dá motivos a todos os países árabes de expulsar seus cidadãos judeus. Não consegue responder pelo simples fato de que Gilson Gondim não possui um conhecimento nem sequer próximo do básico da História do sionismo para ser um observador isento.
A profundidade da ignorância de Gilson Gondim é tão abissal que ele nem sequer sabe o que é ser um judeu e cita o líder de uma seita evangélica para se justificar da afirmação bisonha de que “judeus usam testes de DNA”. Ora, esse tal de Meneses e dessa tal “congregação” Beit Teshuvá não são judeus, mas sim parte do movimento Jews for Jesus, de neo-pentecostais norte-americanos que se infiltram em comunidades judaicas para tentar converter os judeus à sua fé! Se Gilson Gondim fosse um indivíduo mínimamente honesto, ele procuraria fazer uma pesquisa adequada antes de lanças suas asneiras! Repito para ver se consigo ultrapassar as barreiras de seu analfabetismo funcional: É CIENTIFICAMENTE IMPOSSÍVEL USAR QUAISQUER TESTE GENÉTICO PARA ATESTAR A RELIGIÃO DE UM INDIVÍDUO. AS LEIS RELIGIOSAS JUDAICAS NÃO SÃO REGIDAS POR TESTES DE DNA, PORTANTO O RESULTADO DE UM EXAME DE SANGUE JAMAIS PODERIA TRANSFORMAR UM INDIVÍDUO EM JUDEU. Será que agora Gilson Gondim entenderá ou será necessário fazer um filminho ilustrativo?
6- Mais uma prova de seu completo desconhecimento da Bíblia. Imagino como não serão esses seus livrinhos sobre religião comparada…
7- Os habitantes da Cisjordânia nunca tiveram direito a voto porque seu status nacional sempre esteve em disputa entre a Jordânia e Israel. Se você fosse uma pessoa mínimamente versada na história da região saberia que A) a Cisjordânia nunca foi parte da antiga Palestina, e, B) a Cisjordânia, assim como Gaza, já poderia ser território de um estado palestino independente se os termos dos acordos de paz de 1994 tivessem sido honrados pelos palestinos.
Para terminar, duas coisas: suas ameaças não assustam ninguém, Gilson Gondim. Achar que pode coagir a empresa onde trabalho é típico da mentalidade de um “menino de engenho”, de um sinhôzinho que pensa que por ser filho de um ex-governador pode mandar em todos. Se nem com paus e pedras nas mãos você conseguiu coagir meia-dúzia de estudantes, não será com e-mails, ameaças e telefonemas que você conseguirá coagir a mim.
A outra coisa é que pouco me importa ser chamado de nazista por um nazista, por mais que me repugne a idéia de ter alguma semelhança com uma pessoa como você. Me importaria se eu não fosse instruído o suficiente para derrubar seu discurso preconceituoso com um piparote. Como cada dia mais fica demonstrado que você não tem capacidade intelectual para responder aos meus argumentos, durmo feliz e satisfeito comigo mesmo.
[Responder]
Victor Grinbaum
em 6 de dezembro de 2006
Vejo que você mudou de idéia. Desejo com toda a sinceridade os meus parabéns. Desde o início eu julgava que você não permitiria meus argumentos em seu blog. Julgo esta uma atitude de muita coragem. Agora torço para que além da coragem algum sentimento de humildade lhe toque e que você passe a argumentar com a razão ao invés de se apoiar apenas no ódio e nas interpretações torpes.
[Responder]
Gilson Gondim
em 6 de dezembro de 2006
O Sr. Grinbaum, o Sr. Benevolo e outros sionistas têm tido amplos espaços em meu site, enquanto eu não tenho espaço nenhum em nenhum site sionista.
Finalmente o Sr. Grinbaum reconhece que eu sou um democrata e que este site é democrático.
Pena que o mesmo não se possa dizer de seus colegas sionistas, que promovem linchamentos morais, sem dar nenhuma chance de defesa às vítimas de seus linchamentos.
Quanto ao conteúdo do último longo comentário de Victor Grinbaum, fica para depois. (Este comentário continua no parágrafo seguinte)
Afinal, por mais importante que este site seja para mim, minha vida não se resume a ele. Hoje, por exemplo, apresentei oralmente um trabalho num encontro acadêmico organizado pelo Mestrado em Ciências das Religiões da Universidade Federal da Paraíba. Sexta-feira apresentarei outro trabalho.
Assim que puder, responderei ao Sr. Grinbaum. O debate continua.
[Responder]
Victor Grinbaum
em 6 de dezembro de 2006
Gilson, você anda obsecado com essa história de linchamento, heim? Já pensou em procurar um psicanalista?
[Responder]
Gilson Gondim
em 8 de dezembro de 2006
Para quem foi vítima de dois linchamentos (um físico e um moral) recentemente, minha ocupação com o tema é absolutamente compreensível.
O Sr. Grinbaum participou de um dos dois linchamentos. Os sites sionistas nunca me deram nenhum espaço. Já neste site os sionistas têm espaço para escrever suas baboseiras.
[Responder]
Wagner Estelita
em 10 de dezembro de 2006
Seria muito mais justo alterar o nome para ‘De Olho nos Anti-Sionistas”.
[Responder]
Marcello
em 4 de janeiro de 2007
Esse sionista de plantão é patético,devia estudar melhor a história do lixão a céu aberto que chama de israel – como foi criado (com base em indenizações infames e mentirosas e que nunca tem fim e apoio irrestrito de seu país fantoche,os U.S.A),pergunte o que acha da política de assassinatos seletivos,de ataques preventivos,de sequestro,intimidação e morte de pessoas contrárias a seu governo,o que pensa da centenas de resoluções da O.N.U solenemente ignoradas,invasão de fronteiras,etc,etc…naturalmente que vai dizer que é justificado,na tática padrão sionista.Queria ver se fosse contra israel…a quem iam pedir indenizações,já que sempre querem passar por coitadinhos,mesmo tendo um dos mais bem equipados exércitos do mundo,apoiados por armas nucleares,inclusive….
Mas o mundo está acordando….
[Responder]
Victor Grinbaum
em 31 de janeiro de 2007
Pelo visto não somos só nós, “bobos sionistas” que temos espaço neste blog. Taí o Marcello, com seus chavões coletados nos sites nazi-revisionistas (aqueles que juram que Hitler era uma flor de bondade) para demonstrar as semelhanças entre Gilson Gondim e os demais anti-semitas…
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Davi André Meneses
em 13 de março de 2007
Sr. Gilson:
Ser Judeu é a maior polêmica hoje em Israel, até esses que dizem que somos uma seita evangélica, provavelmente não são considerados Judeus, pois isto só é possível para quem pratica o judaísmo ortodoxo, infelismente este é o grande problema hoje em Israel, “Quem é judeu?”.A Congregação Beit Teshuvá é um grupo de descendentes de Judeus, e quanto a isto este Sr. Grinbaum não pode dizer nada. Nós os descendentes de Judeus sefaradins infelismente somos discriminados por alguns que se dizem “Judeus”, eu não sou menos judeu pelo fato de crer que Yeshua(jesus) é o messias, pois o chabad tem um messias chamado de Lubavitch e estes que creem neste homem como o messias, por serem ortodoxos continuam judeus, portanto não aceito dois pesos e duas medidas, o estado de Israel cometeu sim
alguns erros, no entanto o povo de Israel tem o direito de existir como Estado e tem direito a terra! E acho que a sua posição como intelectual deveria ser mais comedida e não tão desequilibrada, pois desta forma o seu site fica sem credibilidade. Quanto a ser de Jews for Jesus, realmente não somos deste movimento, não aceitamos a conversão de judeus para o cristianismo, praticamos um judaísmo bíblico e somos descendentes de Judeus.
Espero que pelo menos você seja sincero e publique meus comentários na íntegra!
Toda Raba!
Am Israel Chay
O Povo de Israel Vive!
Rosh Davi André Meneses
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Wagner Estelita
em 16 de novembro de 2007
Na Declaração Balfour consta que na Palestina passaria a existir um “Lar Nacional Judeu” e nunca foi citado um ‘Estado’.
Vocês invadem terras que não lhes pertencem, e depois ainda tomam territórios aos países vizinhos, e até o Canal de Suez com o pretexto de “guerra preventiva”?!
E ainda é errado os outros pensarem em defesa???
O problema do judeu(não em sua totalidade, claro) é achar que tudo é anti-semitismo. Eu não estou nem aí pra religião de vocês, por mim tanto faz, pois sou ateu(ou um ex-católico desiludido, como queiram). Ser contra o sionismo de fato não é ser anti-semita.
Se os evangélicos declararem a independência de São Paulo como um Estado Pentecostal com o apoio dos EUA, expulsarem católicos, judeus, budistas, etc, pra Bolívia, Venezuela, Argentina, em campos de refugiados por toda a América Latina, vocês gostariam?
Pois foi o que ocorreu, mas em pleno Oriente Médio.
Mesmo hoje a maioria esmagadora lá ainda é de população árabe. Mesmo com tantas expulsões, roubo de propriedade privada, de terras nacionais! Mas não bastou expulsar… tinha que invadir os países vizinhos e matar mais palestinos ainda, nos campos.
O lobby de vocês é impressionante mesmo! Todas as informações oficiais dão conta de que morrem muito mais civis “inimigos” do que israelenses, em números totais e proporcionais, mas nos jornais de grande circulação e audiência, o que vemos é a imagem da criança palestina armada, indo pra luta. Tudo pro “povão” ver e “formar” sua opinião “isenta”.
O mais irônico disso tudo é que os mais racistas, os mais NAZISTAS são vocês, defensores dessa causa.
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Alceu
em 19 de novembro de 2007
As milhões de pessoas que morreram na guerra entre o Irã e o Iraque não têm nada a ver com Israel. O assassinato em massa que está acontecendo agora no Sudão, onde o regime árabe muçulmano está massacrando seus cidadãos negros cristãos, não tem nada a ver com Israel. As notícias freqüentes da Argélia a respeito dos assassinatos de centenas de civis numa vila pelos próprios Argelianos tampouco têm a ver com Israel. Saddam Hussein não invadiu o Kuwait ou colocou em risco a Arábia Saudita matando seu próprio povo por causa de Israel.
O Egito não usou gás venenoso contra o Yêmen nos anos 60 por causa de Israel. Assad, o pai, não matou milhares de seus cidadãos em uma semana em El Hamma na Síria por causa de Israel. O controle do Afeganistão por parte do Taliban e a guerra civil que se deu não têm qualquer relação com Israel, e eu poderia prosseguir indefinidamente. A raiz do problema é que toda esta região muçulmana é completamente disfuncional, em todos os sentidos da palavra, e assim continuaria sendo, ainda que Israel tivesse se unido à Liga Árabe e uma Palestina independente tivesse existido por cem anos. Os 22 países membros da Liga Árabe, desde a Mauritânia até os Estados do Golfo, possuem uma população total de 300 milhões, maior que a dos Estados Unidos e quase tão grande quanto a da União Européia antes da sua expansão. Eles possuem um território maior que o dos Estados Unidos e de toda a Europa. Estes 22 países, com todo seu petróleo e recursos naturais, têm, juntos, um PIB menor que o da Holanda e a Bélgica juntas, e igual à metade do PIB da Califórnia. O abismo entre os ricos e os pobres é inacreditável e muitos ricos obtiveram seu dinheiro, não através do sucesso nos negócios, mas como líderes corruptos. O status social da mulher está muito abaixo daquilo que já foi no mundo ocidental há 150 anos atrás. Os direitos humanos estão abaixo de qualquer padrão razoável, apesar do fato grotesco da Líbia ter sido eleita Presidente da comissão de Direitos Humanos das Nações Unidas. De acordo com um relatório preparado por um comitê de intelectuais árabes e publicado sob a vigilância das Nações Unidas, o número de livros traduzidos pelo mundo árabe inteiro é muito menor do que aquele que a pequena Grécia sozinha traduz. O número total de publicações científicas dos 300 milhões de árabes é infinitamente menor do que o dos 6 milhões de israelitas (incluindo arabes israelitas). A taxa de natalidade da região é muito alta, o que contribui para a pobreza, a lacuna social e o declínio cultural. Tudo isso acontece numa região que há apenas 30 anos atrás era tida como a futura parte rica do mundo e numa área muçulmana que desenvolveu, em algum momento da História, uma das culturas mais avançadas do mundo.
Quantidades enormes de dinheiro, que poderiam ter resolvido muitos problemas sociais nesta parte disfuncional do mundo, são canalizadas rumo a três esferas concêntricas que apóiam os assassinatos e as mortes. No círculo de dentro há os terroristas propriamente ditos. O dinheiro financia suas viagens, explosivos, esconderijos e procura permanente por alvos macios e vulneráveis. Em volta deles há um círculo maior daqueles que apóiam, planejam e comandam diretamente, todos tirando seu sustento, que é normalmente bem abundante, servindo à infra-estrutura do terror.
Finalmente, encontramos o terceiro círculo das assim chamadas organizações religiosas, educacionais e beneficentes, que fazem de fato algum bem , alimentam os que estão com fome e fornecem algum tipo de escola, mas realizam uma lavagem cerebral na nova geração, enchendo-a de ódio, mentiras e ignorância. Esse círculo opera normalmente através de mesquitas e outros estabelecimentos religiosos, mas também através da mídia escrita e eletrônica. É este círculo que garante que as mulheres permaneçam inferiores, que dizem a democracia ser impensável e que não permitem qualquer exposição ao mundo exterior. É este círculo também que culpa a todos fora do mundo muçulmano pelas misérias da região.
Dos três círculos descritos acima, os primeiros são financiados principalmente por estados terroristas como o Irã e a Síria, e até recentemente, pelo Iraque e pela Líbia também, como também por alguns regimes comunistas. Estes estados, bem como as autoridades palestinas, são a segurança dos assassinos. O último círculo é financiado principalmente pela Arábia Saudita, mas também recebem doações de certas comunidades muçulmanas, dos EUA e da Europa, e , em menor grau, doações européias para várias ONGs e por certas organizações das Nações Unidas, cujos objetivos podem até ser nobres, mas são infestados e explorados por agentes do terceiro círculo. O regime da Arábia Saudita, é claro, será a próxima vítima do terror, quando o primeiro círculo explodir no terceiro. Os sauditas estão começando a entendê-lo, mas lutam contra os primeiros círculos, ainda financiando a infra-estrutura do terceiro.
Alguns dos líderes desses círculos vivem muito confortavelmente graças a eles. Encontramos seus filhos nas melhores escolas privadas da Europa, e não nos campos de treinamento dos assassinos suicidas. Os soldados do ” Jihad”se envolvem com passeios de morte ao Iraque e a outros destinos enquanto alguns de seus líderes estão esquiando na Suíça. A Sra. Arafat, que mora em Paris com sua filha, recebe milhares de dólares por mês da autoridade palestina supostamente falida, enquanto que um típico líder do Al-Aksa, subordinado a Arafat, recebe apenas um pagamento de algumas centenas de dólares por praticar seus assassinatos.
Como resultado da conquista do Afeganistão e do Iraque, tanto o Irã quanto a Síria estão agora cercados por territórios não amigos. O Irã está cercado pelo Afeganistão, os Estados do Golfo, o Iraque e as repúblicas muçulmanas da ex-União Soviética. A Síria está cercada pela Turquia, Iraque, Jordania e Israel. Esta é uma mudança estratégica significativa e promove uma forte pressão nos países terroristas. Não é de se estranhar que o Irã procure tanto incitar uma revolta xiita no Iraque. Não sei se o plano americano era realmente o de cercar tanto o Irã quanto a Síria, mas esta é a situação resultante.
O perigo número um do mundo hoje é o Irã e seu regime. Há definitivamente uma ambição de dominar vastas áreas e de expandir seu território. Há uma ideologia que alega supremacia sobre a cultura ocidental. É desumana. Este país já deu provas de que pode executar atos terroristas elaborados sem deixar muitas pistas, utilizando embaixadas do Irã. Está claramente tentando desenvolver armas nucleares. Seus assim chamados moderados e conservadores jogam sua própria versão virtuosa do jogo de “bons policiais” versus “maus policias”. O Irã financia o terrorismo sírio, está certamente por trás de muitas ações do Iraque, financia totalmente o Hezbolah, e através dele, o Hamas da Palestina e o Jihad islâmico, pratica atos de terror e propaganda pela Europa e América do Sul, como provavelmente também no Uzbequistão e na Arábia Saudita. Lidera também um verdadeiro consórcio multinacional do terror, que inclui, como jogadores menores a Síria, o Líbano e alguns elementos xiitas no Iraque. Ainda assim, a maioria dos países europeus ainda faz comércio com o Irã, tenta minimizar a situação e se recusa a ler esses sinais tão claros.
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Richard Paul Kellermann
em 10 de março de 2009
Estava navegando, e me deparei com este blog… Fico cansado toda vez que preciso defender minha vida neste mundo pelo simples fato de ser judeu… É como se precisassemos provar que merecemos viver. Caro Vitor Grinbaum: Esqueça um pouco o sr. Gondim. Faça como fez Nehemyáhu quando estava reconstruindo Yerushaláyim (que seja reconstruída em breve…) Os árabes e os samaritanos tentaram para-lo, mas ele disse: Tudo isso que vocês estão dizendo é mentira, e, de mais à mais, ESTOU FAZENDO UMA GRANDE OBRA E NÃO POSSO PARAR. Todos falam de nós; todos nos odeiam, mas o Todo-Poderoso (bendito seja) tem nos dado vitória sobre os nossos inimigos. Apesar de tudo e de todos, não esqueça a canção: AM YISRAEL CHAY (o povo judeu está vivo). Shalom-shalom.
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em 29 de julho de 2009
Richard deixa de ser hipócrita… Mateus 5:23 pra você…
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em 29 de maio de 2011
Muito bonito da sua parte o que aprontou com os fiéis…eu desconfiava de você e ainda bem que deixei de participar da mover…vc só estava atras de dinheiro e iludir as pessoas…Você pode ter fugido mas a sua consciência e o seu coração sempre estarão contigo…disso não há como escapar, nem do dia do juízo meu querido!!!
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Avner
em 25 de julho de 2010
Todos esse que Odeiam ou sao simplesmente contra O estado de Israel , sao pessoas simples de baixo conhecimento sobre oque se passa no Oriente medio nas ultimas decadas .. A principio o estado de Israel seria um estado Arabe-israelense Porém nossos amigos Arabes se recusaram. Quando o estado de israel foi fundado , nao havia nenhum estado Arabe (nem aeroportos , nem sistemas de distribuicao , agua , luz etc etc etc . ) grande parte dos Arabes que vivem hoje em Israel , e tem sua cidadania israelense sao muito felizes e nunca sairiam daqui ( Israel´é o pais na qual as mulheres arabes tem mais educacao ) ate 60 anos atras nao havia o conceito “palestino” isso é algo novo , e a maioria dos Arabes que estao hoje em Aza sao combatentes ou filhos dos soldados do egito siria e jordania da epoca da gerra da independencia e guerra do golfo que NO POS GUERRA nao foram recebido de volta em seus paises , ……………. e por ai vai ,,, a todos voces brasileiros que pensam que no oriente medio israel eh um Terrorista estudem bem todos os paises que estao no oriente medio ,, e tomem muito cuidado , pois o brasil hj tem muita ligacao com o Mundo arabe e nenhum brasileiro iria hoje quererr viver sobre as leis do mundo arabe ..
SE OS ARABES ABAIXAREM AS ARMAS = PAZ
SE ISRAEL ABAIXAR AS ARMAS = FIM DE ISRAEL
eu sou avner e moro em jerusalem
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Ricardo
em 11 de agosto de 2010
Numa conferência consagrada aos métodos para melhorar a imagem de Israel no mundo, a magistrada israelita na reforma Hadassa Ben-Itto declarou que Israel deveria inspirar-se nos métodos que serviram aos nazis para difundir o (tristemente) célebre Protocolo dos Sábios de Sion. “Devemos inspirar-nos nas tácticas utilizadas pelos nazis” que recusaram qualquer discussão e continuaram a defender as suas afirmações, inclusive perante os tribunais, mesmo não tendo nenhuma prova sobre esse famoso Protocolo. Este texto antisemítico, falsamente apresentado como documento histórico, e forjado a partir de plágios de diversos autores e de velhas piadas vulgares sobre os judeus, foi inicialmente publicado em 1903 na Rússia e massivamente difundido nos EUA pelo industrial Henry Ford vinte anos depois. “Reflecti sobre os nossos métodos de comunicação”, acrescentou a magistrada israelita, e “cheguei à conclusão de que devíamos empregar esse tipo de métodos em todo o lado, exactamente como os nazis utilizaram os tribunais para difundir a mensagem”. A partir deste artigo original em inglês, traduzido pelo Comité Solidariedade Palestina.
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