Missão da ONU acusa Israel de castigar população da faixa de Gaza
Notícia publicada originalmente na Folha Online
Uma comissão do Conselho de Direitos Humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) acusou Israel de ter cometido crimes de guerra na grande operação lançada pelo Estado no território palestino da faixa de Gaza, entre dezembro e janeiro passados. O documento traz diversas denúncias contra militares israelenses, porém pondera que o lançamento de foguetes pelos insurgentes palestinos –que motivaram a operação, segundo o governo de Israel– também configura crime de guerra.
Leia a íntegra do relatório da ONU (em inglês)
O relatório, apresentado em Nova York pelo juiz sul-africano Richard Goldstone, o presidente da missão de quatro pessoas que foi encarregada da investigação, afirma que a operação da Israel foi contra “o povo de Gaza em conjunto” e seguiu “uma política de castigo”.
“Israel não adotou as precauções requeridas pelo direito internacional para limitar o número de civis mortos ou feridos nem os dados materiais”, acrescentou. O documento afirma que o disparo de fósforo branco –que causa queimaduras severas e problemas respiratórios- e o uso de artilharia altamente explosiva foram violações à lei humanitária.
Ali Ali/Efe
Meninos palestinos caminham entre escombros de edifício destruído na ofensiva de Israel contra a faixa de Gaza
No seu levantamento, os funcionários da ONU observam ainda que os militares israelenses usaram ‘a força de maneira desproporcional’ contra civis palestinos, com o bombardeio de armazéns de alimentos, zonas residenciais, fábricas e equipamento de tratamento de água. ‘Pelos fatos analisados, a missão acha que essas destruições tinham como objetivo negar a subsistência da população civil’.
Como exemplos a missão cita um ataque à localidade de Zeitoun, no sul da Cidade de Gaza, contra um imóvel no qual os próprios soldados israelenses tinham colocado civis palestinos e outros sete casos de civis palestinos baleados ao deixar as suas casas correndo em busca de abrigo. Essas vítimas, ainda segundo o relatório, frequentemente levavam bandeiras brancas e, às vezes, agiram sob instrução dos israelenses.
O relatório traz o testemunho de um oficial de inteligência palestino, de 39 anos, segundo o qual ele foi obrigado a andar à frente dos militares israelenses enquanto eles revistavam sua casa e a ficar de cuecas na frente dos soldados ao lado do filho, que foi obrigado a ficar nu.
‘Se levarmos em conta o planejamento que ocorreu e o uso da melhor tecnologia disponível para executar esses planos, além da declaração do Exército israelense de que não existiram erros, a missão conclui que os incidentes e os padrões de conduta analisados no relatório são o resultado de decisões políticas deliberadas’, acusa a missão da ONU.
O texto –que possui 575 páginas– afirma que Israel “cometeu crimes de guerra e, possivelmente, contra a humanidade”, mas também afirma existirem provas de que os grupos armados palestinos cometeram esses mesmos crimes ao disparar foguetes contra as cidades do sul de Israel sem distinguir entre alvos civis e militares.
Quase 1.400 palestinos e 13 israelenses morreram durante os enfrentamentos, entre 28 de dezembro de 2008 e 18 de janeiro, quando Israel invadiu Gaza com o argumento de tentar deter o lançamento de mísseis, por parte do Hamas, contra seu território.
Outro lado
O governo de Israel, que se recusou a colaborar com a investigação da ONU, criticou o que considera uma predisposição da missão a atacar o Estado hebraico, mas afirmou que “lerá todo o relatório com cuidado”.
“O mandato da missão e a resolução que a estabeleceu previram o resultado de qualquer investigação; deu legitimidade à organização terrorista do Hamas e desconsiderou a tática deliberada do Hamas de usar civis palestinos para encobrir ataques terroristas”, afirmou o Ministério de Relações Exteriores de Israel, em comunicado enviado à missão israelense situada na ONU de Genebra.
O comunicado ressalta que Israel já examinou mais de cem denúncias de más condutas das forças durante a operação em Gaza e que elas já resultaram em 23 investigações criminais.



Olá! Meu nome é 



Gilson
em 15 de setembro de 2009
É nazista ou não é?
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Dr. Cleverson
em 16 de setembro de 2009
Sera que não caberia um tribunal internacional para israel? Um como o “exemplar” Tribunal de Nuremberg? Mas como o povo eleito esta envolvido sempre ha dois pesos para a mesma medida…… Afinal sofreram o holocausto! Sempre foram perseguidos! Apenas se defendem dos perseguidores palestinos!
E assim segue o rumo da historia…
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Gilson
em 16 de setembro de 2009
Infelizmente, Dr. Cleverson, Nuremberg só para os derrotados. E Israel ainda não foi derrotado. Por causa do apoio americano.
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em 2 de janeiro de 2010
NÃO MEU CARO GILSON. ISRAEL NÃO FOI E NUNCA SXERÁ DERROTADO PORQUE É MUITO PODEROSO: TEM UM SEM FIM DE ARMAS NUCLEARES E, COM AJUDA DA COMUNIDADE JUDÁICA MUNDIAL QUE CONTROLA OS GRANDES BANCOS, ALGUNS DOS MAIS IMPORTANTES GRUPOS INDUSTRIAIS E A MAIOR PARTE DA MÍDIA, PODERÁ ADQUIRIR AS ARMAS QUE EVENTUALMENTE PRECISARÃO PARA LIQUIDAR TOTALMENTE E SISTEMATICAMENTE A CORJA ISLAMITA APOIADA PELOS BABACAS ANTISEMITAS QUE AINDA RESPIRAM.
NO QUE TANGE A POPULAÇÃO DA FAIXA DE GAZA, ESSES PALESTINOS, COMO GOSTAM DE SER CHAMADOS, SERÃO EM BRÊVE ‘TRANSFERIDOS’ PARA ARÁBIA SAUDITA (JÁ QUE NEM O EGITO E NEM A JORANIA QUEREM ABRIGAR ESSES ‘DOIDOS’) E PRONTO – A PAZ VOLTARÁ A REINAR NO ORIENTE MÉDIO. DEPOIS É SÓ ‘CUIDAR’ DO IRAN.
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David
em 17 de setembro de 2009
O que me deixa pasmo eh essa arrogancia absurda de soh e tao somente judeus (como o sionista, isso mesmo SIONISTA(!!!) Richard Goldstone) terem o acesso, o ensejo e o direito de examinar os excessos e patifarias da tribo. Que diabos de ONU ridicula eh essa que coloca um judeu para presidir uma comissao para investigar Israel? Mais grotesco ateh que os mediadores de paz enviados por TODOS os presidentes americanos, sempre judeus. Serah possivel que ainda ha neste planeta alguem cego o bastante para imaginar que o tal “conflito” israelo-palestino seja qq coisa alem da mais descarada opressao de uma nacao supremacista e PODEROSISSIMA contra uma populacao arabe totalmente desamparada?
O que estarao os afrontosos senhores do Ocidente tentando nos dizer, afinal? Jah que a comissao chefiada pelo judeu sionista Goldstone reconheceu alguns dos abusos clamorosos de Israel entao deixa de ser o mais completo absurdo indicar um judeu sionista para investigar o Estado Judaico Sionista? Isso eh simplesmente uma cusparada no rosto de toda a Humanidade gentia, uma ofensa frontal a todos nos que temos sido submetidos aa choradeira interminavel do Holocausto ao longo de decadas.
E todos bem sabemos que nao faltariam vermes gentios para lamber as botas ensanguentadas de Israel – por que diabos entao eles teimam na formula ESCANCARADA e detestavel de que “soh a judeus serah dado denunciar/julgar/punir judeus”? Na cabeca desses megalomanos ebrios de soberba a traducao dessa formula eh: sempre que gentios padecerem em garras de judeus devem recorrer a outros judeus que os socorram, ou nao (conforme lhes deh na veneta). Um circuito fechado de opressao, onde mesmo a “resistencia” eh uma opcao e um recurso dos “resistidos”. Eis ai encarnada toda a face de deboche do apartheid sionista, frontal e desoladoramente irremediavel.
Um apartheid que sequer estah confinado as castigadas fronteiras do truculento Estado de Israel, mas que se condensa na propria filosofia moral do sionismo, a partir de onde se espraia para toda sua oceanica zona de influencia, feita de ditaduras surdas e democracias paraliticas.
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eduardo.sp
em 21 de setembro de 2009
Esse mes de setembro foi e esta sendo “um pé no sa..” principalmente nas tvs a cabo, history, natgeo, globo news, etc..
assistir os documentários da 2a. guerra mundial a respeito do duvido$$$$o
holocausto Judeu
Vamos esperar que passem na tv tambem a respeito de Gaza!
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Dr. Cleverson
em 23 de setembro de 2009
Excelente comentario caro David. Suas palavras dizem tudo… Concordando ainda mais com o caro Gilson “o pior cego é aquele que não quer ver”.
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Komentarze
em 26 de setembro de 2009
Gilson,
É sim!
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eduardo.sp
em 28 de setembro de 2009
Komentarze, aonde voce esta? esta fazendo falta no storm
Eduardo.sp
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Jaysonrex
em 20 de novembro de 2009
APESAR DE TUDO, ISRAEL CONTINUA VENCENDO – COMO SEMPRE.
QUE SOFRIMENTO ATROZ PARA MUITOS INVEJOSOS.
POR OUTRO LADO, COMO É QUE VAMOS EXPLICAR AOS NOSSOS FILHOS QUE CONTINUAMOS SENDO UM PAIS TERCEIRO-MUNDISTA, APESAR DAS NOSSAS VALEIDADES, E NÃO CONSEGUIMOS SAIR DO LUGAR? MELHOR NÃO EXPLICAR, E ASSIM A VEGONHA FICA EM CASA.
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Sony
em 20 de janeiro de 2010
Muitos líderes e países do mundo acusam Israel de responder desproporcionalmente,às agressões do Hizbolá no Líbano e o Hamas em Gaza.
Entretanto,é tempo que a mídia internacional fale de outra resposta desproporcional de Israel.
O terrível terromoto que devastou Haiti tem gerado respostas de muitas nações.
Os Estados Unidos mandaram suprimentos e pessoal.
A Inglaterra mandou 64 bombeiros e 8 voluntários. A França mandou tropas para ajudar na “procura e salvamento”.Muitos grandes países do mundo mandaram dinheiro.
Já o mundo muçulmano e árabe mandou…NADA!
Israel,uma nação com pouco mais de 7 milhões de pessos mandou um time de 220 pessoas que inclue pessoal médico e um hospital ao Haiti,que tratará de 5000 pessoas por dia,com um grupo de “procura e salvamento”especializado,e suprimentos médicos.
Isto foi feito,da mesma maneira como agiu em outros terremotos, como em Gujarat na Índia em 2001,e na Turquia.
Alem das explosões no Quenia, Israel tem sido dos mais generosos em auxilio e assistência.
A Turquia parece ter esquecido isso,e está se aconchegando ao Irã.
A ocupação favorita da ONU parece ser demonizar Israel.
Resoluções condenando Israel continuam sendo feitas,enquanto Sudão,China,Rússia e outros continuam com seus crimes contra as minorias.
Penso que já é tempo para o mundo saber da resposta desproporcional de Israel.
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luks
em 24 de maio de 2010
israel ignora tudo e pratica seus crimes, querem apodrecer palestinos. algum judeu que odeia palestinos. pois, deve morar iraque e trabalhando massacre de iraquianos tbm palestinos.
israel, estado terrorista
israel, racismo
israel, adorador de guerra
israel não é democracia
os judeus foram ladrões de terra sagrada que pertence PALESTINA
israel está praticando “holocausto palestino”
eles transformam prisão gigantesca numa faixa de GAZA
malditos sionistas!
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em 25 de maio de 2010
Luks,
Primeiro aprenda a escrever NOSSA lingua!
É……democracia é no Irã…Arabia Saudita…Siria…Libano…Libia…O próprio Hamas que matou uma caralhada de simpatizantes da Fatah…
Hoje no Globo, saiu uma foto de um cara pendurado pelo pescoço no Irã…Sabe qual foi o crime que ele cometeu???
Malditos fundamentalistas islamicos!!!
Querem dominar o mundo com sua guerra santa de bosta!
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Alceu
em 27 de maio de 2010
Racismo público, mas sem noticiário
*por Carlos Brickmann
Observatório da Imprensa http://tinyurl.com/24tyer3
Um espantoso pedido foi feito pelo chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do Ministério da Ciência e Tecnologia à Universidade de São Paulo: que indique pesquisadores e cientistas de origem árabe “tendo em vista o desenvolvimento de programas e projetos de cooperação em ciência e tecnologia entre nosso país e os países árabes”. O absurdo passou em branco pela imprensa (se houve notícia, este colunista não chegou a encontrá-la, o que mostra como tudo foi feito discretamente, sem repórteres por perto).
Não basta ser brasileiro: agora é preciso verificar, como na Alemanha de 70 anos atrás, quem são os pais, avós e bisavós de nossos cientistas, para que possam participar de projetos de cooperação. O professor César Lattes, orgulho da Física brasileira, não estaria enquadrado na restrição étnica do Ministério da Ciência e Tecnologia; nem o professor Isaías Raw, que comanda com brilho o Instituto Butantan; nem o médico José Gomes Temporão, nosso ministro da Saúde. Nem, saliente-se, o engenheiro eletrônico Sérgio Machado Rezende, mestre e doutor pelo Massachusetts Institute of Technology e ministro da Ciência e Tecnologia, exatamente da pasta onde foi cometida essa tremenda escorregada.
Nos Estados Unidos, um descendente de alemães, Dwight Eisenhower, comandou tropas americanas, inglesas, canadenses e francesas no combate ao Exército nazista. Não se procurou um general “com ascendência anglo-saxã”. Havia alemães, italianos, americanos das mais variadas origens, no Projeto Manhattan, que criou a bomba atômica. Um judeu russo, Irving Berlin, compôs a mais conhecida das músicas americanas de Natal, White Christmas, e o hino nacional extraoficial dos Estados Unidos, God Bless America. Os reis da Inglaterra têm origem alemã; a rainha da Suécia é filha de brasileira. O presidente dos Estados Unidos é filho de queniano. Mas cientista brasileiro, para participar de um projeto de cooperação com países árabes, tem de ter ascendência árabe. E nossa imprensa, para se manifestar, precisa ser provocada por algum evento especial?
Há no Brasil notáveis cientistas e professores de origem árabe, que sem dúvida estão entre os melhores do país. Mas não é sua origem que deve determinar as atividades que vai desempenhar: é sua competência, sua capacidade, seu reconhecimento. A exigência do Ministério da Ciência e Tecnologia é tão estrambótica que a USP se esquivou delicadamente de cooperar. Divulgou a mensagem do Ministério da Ciência e Tecnologia, colocou-se como mera repassadora da estranha solicitação e informou aos professores interessados que poderiam dirigir-se diretamente ao chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais do MCT, pelo e-mail (como os endereços e telefones são públicos, este colunista toma a liberdade de divulgá-los) secassin@mct.gov.br ou pelos telefones (61) 3317-7777 e (61) 3317-7733. Ah, sim, não percam tempo desmentindo: esta coluna tem a documentação toda.
Alô, ministro dos Direitos Humanos, Paulo Vanucchi! É lícito discriminar entre brasileiros, ainda mais com base em seus antepassados? A igualdade, com a liberdade e a fraternidade, não faz parte dos direitos humanos? Alô, ministro da Igualdade Racial, Édson Santos: vai ficar por isso mesmo? Que igualdade racial é essa, que vai buscar a ascendência dos brasileiros para aproveitar ou não seu talento e sua capacidade de trabalho?
E, principalmente, alô, jornais, revistas, rádio, TV, internet, blogs, imprensa em geral: que tal cuidar desse assunto grave em vez de limitar-se a fofoquinhas eleitorais? Quedar-se em silêncio diante da discriminação é inaceitável.
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Olavo
em 19 de maio de 2011
Israel se gaba tanto de ter atingido o Status de nação de 1° mundo, mas até agora tem se mostrado um país racista , odiosamente desrespeitador com a vida dos palestinos.
Com suas jogadas intermináveis para não entregar as terras roubadas e que agora não conseguem mais esconder que é roubo, ora culpa o Hamas de travar o processo de paz, depois culpa o Fatah por ter sido o partido do ARafat, depois diz que não negociará com os dois partidos que agora se reconciliaram, traduzindo em miúdos, não devolver nada aos palestinos, aliás é bem ao contrário, estão começando a avançar pelos limites territoriais e vão em anos empurrar os palestinos para dentro do mar ou para baixo da terra.
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Israel Wolff
em 6 de julho de 2011
Dedico este vídeo, com todo carinho, ao cidadão Gilson Marques Gondim: http://www.youtube.com/watch?v=VmEhIvQEIMY
Aprecie sem moderação.
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