O Fracasso do Jesus Profeta
É amplamente sabido que os primeiros cristãos, os cristãos do século I, esperavam para muito breve, para seu próprio tempo de vida, a volta, o retorno de Jesus Cristo, a Segunda Vinda, a chamada parousia, palavra grega que significa “presença”. Selecionei três trechos de três obras diferentes que dão testemunho de tal expectativa. O primeiro livro é God is not Great (Deus não é grande) do jornalista inglês Christopher Hitchens. Ele diz na p. 56 de sua edição americana em brochura: “Paulo claramente pensava e esperava que o tempo estava acabando para a humanidade”. Hitchens é confirmado por Richard Tarnas, filósofo americano, em A epopéia do pensamento ocidental, cuja p. 151 afirma: “Como a Segunda Vinda não ocorreu conforme a primeira geração de cristãos havia esperado, o dualismo que tinha uma forma nos Sinópticos assumiu uma dimensão mais mística e ontológica sob a influência do Evangelho de João”.
Em A História do Futuro – O que há de verdade nas mais famosas profecias e previsões, o historiador canadense David A. Wilson trata do assunto de forma mais detalhada (pp. 41-42):
O cristianismo, em seus primórdios, era permeado de expectativas do milênio, intensificadas pelas próprias palavras de Cristo, como relatado nos evangelhos de Marcos e Mateus: “Em verdade vos digo que entre aqueles que estão aqui presentes”, disse Mateus a seus discípulos, “há alguns que não morrerão antes que vejam o Filho do Homem vir ao seu reino”. Ao mesmo tempo, a noção dos mil anos de reinado de Cristo foi ampliada para incorporar não só os mártires revividos, como todos os fiéis seguidores de Cristo. O milênio, acreditava-se, aconteceria em breve e abrangeria toda a comunidade cristã.
Prossegue Wilson:
O único problema é que a Segunda Vinda teimosamente se negava a se materializar. Algo estava claramente errado: crescia a lacuna entre as expectativas e a realidade e explicações faziam-se imperiosas. Na verdade, o cristianismo atravessava a mesma crise que cerca todos os movimentos cujas profecias não se concretizam. A solução, nesse caso, era sustentar que os textos apocalípticos deviam ser compreendidos em termos alegóricos, e não literais, e empurrar o milênio cada vez mais para o futuro.
Ainda Wilson:
A solução adequava-se bem ao caráter organizacional mutável do cristianismo. Ao final do século IV, com a conversão do Império Romano, o cristianismo evoluíra de uma seita perseguida para uma religião estabelecida. Sob essas circunstâncias, as tarefas práticas de assegurar uma estabilidade institucional a longo prazo tornaram-se mais importantes do que se preparar para o apocalipse – especialmente quando todas as previsões anteriores sobre a Segunda Vinda haviam provado ser falsas.
Cabe perguntar se o capítulo 16 do Evangelho de Mateus é causa ou conseqüência da expectativa cristã primitiva de um iminente retorno de Jesus. Segundo o escritor espanhol Juan Arias, autor de Jesus, esse grande desconhecido, o Evangelho de Marcos foi escrito entre os anos 60 e 70, provavelmente no ano 64, pouco depois de Nero ter acusado os cristãos de incendiarem Roma e depois do martírio de Pedro e Paulo. Escreve Arias na p. 41: “Marcos escreve o evangelho com o propósito de preparar os cristãos perseguidos para a gloriosa segunda vinda do Messias. Essa missão condiciona muitos dos feitos e ditos de Jesus narrados em seu evangelho”. De fato, em seu capítulo 13, o Evangelho de Marcos descreve uma imensa tribulação e o retorno do “Filho do Homem”, dizendo no versículo 30: “Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que tudo isto aconteça”, e aparentemente se desdizendo logo a seguir (versículo 32): “Mas a respeito daquele dia ou da hora ninguém sabe; nem os anjos no céu, nem o Filho, senão o Pai”.
Os versículos 3 a 13 da segunda epístola de Pedro e os versículos 6 a 8 do primeiro capítulo de Atos dos Apóstolos vão na mesma linha de Marcos 13:32. O capítulo 16 de Mateus, no entanto, segue a linha de Marcos 13:30. Isto nos traz finalmente ao Evangelho de Mateus, que costuma ser o primeiro a aparecer no Novo Testamento. Calcula-se, diz Arias na p. 46, que o Evangelho de Mateus foi escrito por volta de 80 d. C., cerca de quinze anos após o Evangelho de Marcos. Não se tem certeza, acrescenta Arias, de que seu autor tenha sido o apóstolo Mateus, o coletor de impostos. Não há certeza também, sempre segundo Arias, de que este evangelho tenha sido escrito originalmente em grego: é possível que o Evangelho de Mateus tenha sido escrito primeiramente em aramaico. Segundo Arias, o autor do Evangelho de Mateus usou duas fontes para escrevê-lo: o Evangelho de Marcos e a chamada fonte Q, ou Evangelho Q, uma coleção de mais de duzentas frases atribuídas a Jesus. Esta coleção foi conhecida originalmente como Quelle (“fonte”, em alemão), nome dado por H. J. Holtzman em 1861 e que J. Weiss abreviaria definitivamente como Q, tal como é hoje conhecida, informa Arias na p. 45. Especula-se que a fonte Q começou a ser escrita em aramaico e terminou de ser escrita em grego, mas não se pode ter certeza, pois a Fonte Q não sobreviveu à escrita dos evangelhos de Mateus e Lucas. Arias acrescenta (p. 46) que o Evangelho de Mateus se dirigia a um público do âmbito judaico-cristão, “revelando preocupação pela redução do número de cristãos de origem judaica em relação aos de origem pagã, o que acabaria rompendo o equilíbrio existente até então”. Por exemplo: no Evangelho de Mateus, os apóstolos são apresentados com uma aura de grande dignidade, certamente para dar importância ao cristianismo mais primitivo, baseado nos apóstolos, que eram todos judeus (Arias, p. 46).
Tendo delineado todo o contexto, podemos agora abordar o capítulo 16 do Evangelho de Mateus, especialmente no que ele tem de mais importante: seu aspecto profético e apocalíptico, explícito nos versículos 24 a 28.
Antes dos versículos cruciais, porém, vamos dar uma olhada panorâmica no capítulo 16. Em sua primeira seção, versículos 1 a 4, Jesus pratica a ironia contra os fariseus e os saduceus, jogando-lhes na cara uma pergunta retórica: “Sabeis, na verdade, discernir o aspecto do céu e não podeis discernir os sinais dos tempos?”.
Na seção seguinte (versículos 5 a 12), Jesus aconselha seus discípulos a acautelar-se contra o fermento dos fariseus e saduceus. Os discípulos não entendem a metáfora, levando Jesus a esclarecer sua mensagem (“Como não compreendeis que não vos falei a respeito de pães?”). Os discípulos então entendem que ele se referia à doutrina dos fariseus e saduceus.
A terceira seção (versículos 13 a 20) traz o célebre versículo que tanta celeuma causa entre católicos e protestantes: “… Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. Os protestantes argumentam que naquele momento histórico a palavra grega eklesia não significava ainda “igreja”, mas tão-somente “comunidade”. A interpretação da metáfora de Pedro como pedra se complica ainda mais quando nos damos conta de que a conversa, se um dia ocorreu, certamente aconteceu em aramaico, e não em grego. Que palavra terá sido usada em aramaico?
Na quarta seção (versículos 21 a 23), Jesus prevê sua morte e ressurreição, o que leva Pedro a fazer um apelo para que ele não passe por tudo aquilo, apelo que provoca uma áspera e violenta reação de Jesus: “Arreda, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não cogitas das coisas de Deus, e sim das dos homens”. Passamos da metáfora de Pedro como pedra fundamental da igreja ou comunidade para a metáfora de Pedro como pedra de tropeço.
Alcançamos, enfim, a quinta e última seção do capítulo, os versículos 24 a 28. Vou lê-la na íntegra, mas vou me deter em apenas um de seus aspectos (haveria outros a explorar, mas o tempo não permite). Estamos aqui diante de uma forma de expressão bem específica: a profecia apocalíptica. Por volta do ano 80, o Evangelho de Mateus veio reforçar, sendo ao mesmo tempo conseqüência e causa, o sentimento amplamente dominante na época: a parousia estava muito próxima.
* * *
Então, disse Jesus a seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me.
Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; quem perder a vida por minha causa achá-la-á.
Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras.
Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino [grifo meu].
Somente quando ficou claríssimo que já haviam morrido os últimos remanescentes daquela ocasião, os cristãos perceberam que o Filho do Homem talvez não viesse logo. Começaram a procurar outras interpretações para a profecia não cumprida. A Bíblia de Estudo Plenitude assegura:
Jesus está salientando o encontro que alguns dos que aqui estão verão em sua transfiguração.
A transfiguração é um breve episódio em que Jesus aparece resplandecente para alguns discípulos, enquanto se ouve uma voz, supostamente de Deus, apontá-lo como o Filho do Altíssimo.
É óbvio que se trata de uma interpretação forçada, destinada a tapar um buraco, pois Mateus 16:27 deixa absolutamente claro que não se está falando da transfiguração, mas da segunda vinda de Cristo:
Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu pai, com seus anjos, e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras [grifo meu].
Os anjos não estavam presentes na transfiguração. Além disso, a frase “e, então, retribuirá a cada um conforme as suas obras” não deixa margem para manobras: está se falando aqui do Juízo Final que deverá seguir a segunda vinda. A profecia falhou, não há como escapar a este fato. E quem estava profetizando não era qualquer um; era, segundo os cristãos majoritários, o próprio Deus encarnado.
A última seção de Mateus 16 segue, em qualquer um dos três primeiros níveis de interpretação (literal, entrelinhas e moral), um gênero literário que pode ser definido como profecia apocalíptica. Daí porque a interpretação da Bíblia de Estudo Plenitude não tem como se sustentar, pois a transfiguração não é, de modo algum, um apocalipse.
Quaisquer tentativas de interpretação da última seção de Mateus 16 devem levar em conta seu caráter de profecia apocalíptica.
Referências Bibliográficas
ARIAS, Juan. Jesus – Esse grande desconhecido. Tradução de Rubia Prates Goldoni. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, 231 p.
GONDIM, Gilson Marques. Da Bíblia aos múltiplos universos – Velhas e novas visões da eternidade. João Pessoa: Idéia, 2005, 234 p.
GONDIM, Gilson Marques. Da Bíblia aos múltiplos universos – Velhas e novas visões da eternidade. Osasco: Novo Século, 2005, 248 p.
HITCHENS, Christopher. God Is Not Great – How Religion Poisons Everything. New York: Twelve, 2007, 307 p.
Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Bíblia de Estudo Plenitude. Preparada por João Ferreira de Almeida (Almeida Revista e Atualizada, 1995).
Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). Bíblia com Letra Gigante. Preparada por João Ferreira de Almeida (Almeida Revista e Atualizada, 1996).
TARNAS, Richard. A epopéia do pensamento ocidental. Tradução de Beatriz Sidou. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, 588 p.
WILSON, David A. A História do Futuro – O que há de verdade nas mais famosas profecias e previsões. Tradução de Geni Hirata. Rio de Janeiro: Ediouro, 2002, 266 p.


Adamastor
em 28 de setembro de 2009
O cristianismo é a maior farsa da história da humanidade.
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Eudes Barbosa respondeu:
27 de setembro de 2009 às 10:43 pm
R: Como é que tanta gente pode acreditar numa coisa tão cheia de falhas como a Bíblia?
Querido Adamastor acho que estou incluindo nesse “tanta gente” Pois a Biblia Sagrada é a própria voz do nosso DEUS e seu filho amado Jesus Cristo, que para mim é a razão de minha existência. Não discutirei religião, venho aqui falar de um DEUS que mudou a história da minha vida, me tirou do lamassau de pecados e trouxe-me para sua presença. A Bilia Sagrada é o próprio Deus em forma de livro, escrita por homens que foram inspirados pelo Espirito Santo, homens esses que serviram a Deus em verdade e de todo seu coração. Se você não acredita na Biblia Sagrada, concerteza não acredita na existência de Deus é seu filho amado Jesus Cristo, gostaria de te perguntar uma coisa, 1. Quem faz o anoitecer chegar e você ter sono e dormir? 2. Quem te faz despertar toda manhã? 3. Quem te da energia ao seu corpo para permacer em pé durante todo o dia? 4. Qual é a garantia que você tem que hoje a noite irá deitar em sua cama e se levantará no dia seguinte pela manhã?
A misericórdia de Deus é muito grande, por causa de sua misericórdia é que não somos consumidos… A Biblia diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigenito para morrer por nós… fazendo com que com essa prova de amor ele refizesse uma nova aliança com a humanidade que até então tinha transgredido sua leis e estava condenado ao inferno, e com o sacrificio de Jesus Cristo voltamos a ter comunhão com Deus. O amor pela sua vida é o motivo de você ainda está de pé.
Somos PÓ, criados pelas mãos de Deus com o barro, e a combustão de nosso corpo para que possamos viver e esta de pé é o sopro de Deus que foi dado em nossas narina, isso é o que nos mantem vivo.
Que Deus abra sua mente e te dê sabedoria para entende-las as obras de suas mãos…
Fica com Deus, grande abraço e prazer em conversa com você
Grande Abraço para meu amigo Gilson Gondin
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:10 pm
Farça esta que dura 2000 anos e vai durar toda a eternidade com fé em Deus.
Se você é tão capaz adamastor porque não inventa uma farça para ver quantos minutos ela perdura.]
Se for farça deiche que nos catolicos fiquemos com nossa farça e dai você esta pagando as nossas contas?
Ja consegui grandes vitorias acreditando em Cristo se é uma farça eu não cei se cei que eu acredito e esta minha fé é que mi faz ter esperança.
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Adamastor
em 28 de setembro de 2009
Como é que tanta gente pode acreditar numa coisa tão cheia de falhas como a Bíblia?
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Adamastor
em 28 de setembro de 2009
A cegueira da humanidade é um negócio impressionante!
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Adamastor
em 28 de setembro de 2009
Acorda, pessoal! Jesus Cristo é uma farsa.
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Bruno Monteiro respondeu:
27 de setembro de 2009 às 10:34 pm
Puxa amigo, que tristeza ouvir isso de alguém. Jesus morre na cruz por você, guardou o corpo dele do pecado durante trinta e três anos, até morrer pela mais violenta morte (sem dúvida) que existe e você acha que ele é uma farsa. Deus chora por você, como chorou por Jerusalém.
Cuidado para que seu fim não seja como o dela.
Que a paz de Deus esteja sobre você, se Deus assim quiser.
Bruno
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Gilson
em 30 de setembro de 2009
Caro Adamastor, obrigado por sua participação.
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Gilson
em 30 de setembro de 2009
Pois é, Adamastor, além do problema do fracasso das previsões de Jesus, ainda há o problema insolúvel da doutrina esdrúxula da Santíssima Trindade, um só Deus formado por três pessoas distintas.
Além de inúmeros outros problemas insolúveis.
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muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:04 pm
Por que você vê problema na santissima Trindade?
Nos somo corpo, alma e espírito, Porque Deus não pode ser Pai, Filho, Espirito Santo?
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João Carlos
em 2 de outubro de 2009
Adamastor, não vá na desse Gilson Gondim. Só Jesus Cristi salva!
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João Carlos
em 2 de outubro de 2009
Os evangelhos são um relato histórico. Jesus Cristo fez milagres e ressuscitou. Não se esqueçam disso!
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João Carlos
em 2 de outubro de 2009
“Ninguém chega ao Pai senão por mim”. Nunca se esqueçam!
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David
em 2 de outubro de 2009
Gilson, realmente, com base no que se lê a respeito do aguardado fim dos tempos, não dá para evitar essa impressão de que a parúsia está demorando, por mais que se tenha simpatia pela mensagem dos Evangelhos (a qual, comparada aos descalabros do Velho Testamento, chega a ser um bálsamo de sabedoria). Com efeito, é difícil refutar que a coisa toda parecia prevista para acontecer ainda antes da Idade Média.
Mas sempre resta o legado de Jesus como fundador de um sistema de pensamento, um civilizador cuja mensagem essencialmente humanitária, infelizmente apropriada para a satisfação das ambições de muitos oportunistas ao longo da História, constitui elemento-chave na formação da ética ocidental.
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muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:08 pm
Você não vai encontrar em toda a Bíblia ou em tada história oficial da Igreja ( bulas, dogmas, encíclicas, concílios, etc) uma Data para a vinda de Cristo, pode se encontrar fanatismo religioso que fixa uma data não real, Pois como disse Jesus “só o pai tem conhecimento do dia e da hora”.
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Adamastor
em 3 de outubro de 2009
João Carlos, eu não vou pela cabeça de Gilson Gondim, mas pela minha própria cabeça. Apenas concordo com o que ele escreveu.
Você é que vai pela cabeça dos pastores.
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muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:11 pm
Tomei as dores de João Carlos.
Eu prefiro pela cabeça de um homem com São Tomás de Aquino, Santo Agostinho, Bento XVI conciderado o maior filosofo da atualidade, do que pela minha propria cabeça pois sei eu que não tenho capacidade de pençar com eles. E tambem sei que você não tem esta capaciade.
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Adamastor
em 3 de outubro de 2009
Outra coisa, João Carlos, nenhum livro é infalível, como você pensa que a Bíblia é. E Jesus errou mesmo suas previsões, não há como negar isso.
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muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:33 pm
Existe uma tradição antiga na Igreja que diz que a Virgem Maria não morreu, mas passou por uma dormição. Não é um dogma, mas uma tradição, se esta tradiçao estiver correta Jesus poderia esta se referindo à sua mãe que viu a gloria sem morrer.
Os Hermeneutas discutem muito sobre este vercículo, muitos falam da tranfiguração, já outos da ascenção, já outros de visões particulares como a de são João, o fato é que este vercículo é contraditório.
Mas eu não vou deixar de crer em cisto por causa de pequenos deslizes de interpretação ou tradução ou até mesmo de fanatismo religioso, poi errar eu sei que Crirsto não errou.
[Responder]
Adamastor
em 3 de outubro de 2009
Só Jesus Cristo “salva”? Quem disse que eu estou interessado em ser “salvo”? “Salvo” de quê?
[Responder]
muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:39 pm
Salvar você de você mesmo de sua ignorancia e de sua irracionalidade.
” Olhai natureza ela reflete quem a criou, olhai, olhai para se proprio, se és intelignte quem te deus esta inteligencia?” São Francisco
Você acha que tu és fruto de um simples acaso? Eu não sou.
Prefiro crer que sou fruto do amor de Um DEUS que deu a vida por mim para me salvar de mim proprio, do meu pecado e da minha miséria. Um Deus que fechou o Édem para mim, para milhares de anos depois me abrir, com seu próprio sangue paraizo.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 3 de outubro de 2009
Adamastor, salvação é questão de fé. Se vc ñ tem esse dom espiritual jamais vai crer que necessita de salvação em Cristo. O mundo do jeito que andava perdido em seus pecados precisava mesmo de alguém da qualidade de Jesus que viesse e desse sua vida para trazer de novo o homem a Deus. Isto foi um ato de amor de Deus como está escrito em João 3:16. Lamento por vc preferir crer em dizeres imbecis de homens carnais em vez da pureza, simplicidade e espiritualidade inseridas nas Escrituras Sagradas. Ainda bem que a seu favor a sagrada palavra bíblica diz que Deus ñ leva em conta os tempos da ignorância. Porém, anuncia agora (inclusive a você) que haja arrependimento dos pecados porquanto haverá juizo sobre a humanidade (a exemplo de Sodoma e Gomorra) que levará os incredulos à perdição do fogo eterno dito por Jesus. É isto, salvação é questão de fé. Deixe as vãs filosofias e creia por fé em Jesus Cristo e aí vc será salvo da condenação eterna no dia do juizo. Lembre-se mesmo q vc diga ñ para Deus, ele continua amando vc e aguardando sua decisão. Vc pode ter fé? Se sua resposta for positiva então compreenderá a salvação. Meu abraço.
[Responder]
Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:51 am
Realmente Jesus é o Unico Salvador.
Sou Católico e sou feliz por isso e se você Adamastor encontrar alguem mais feliz do que eu me avize.
Sim e se tudo for uma farsa? obrigado Jesus pois mesmo se for uma farsa sou feliz aqui na terra te seguindo e te amando o céu é uma concequência.
[Responder]
Ana Cláudia
em 4 de outubro de 2009
RELIGIÃO – Provas de fé – Cancelamento do ENEM
A Confederação Israelita do Brasil está tentando convencer o MEC a alterar o calendário do Enem.
As provas de 3 e 4 de outubro coincidirão com o Shabat e o Sucot, datas religiosas em que os judeus não podem, por exemplo, escrever ou dirigir.
Presidente da CIB, Claudio Lottenberg já formalizou o pedido ao ministro da Educação, Fernando Haddad.
http://www.terra.com.br/istoe/edicoes/2065/artigo140960-1.htm
[Responder]
joao pereira dos antos
em 4 de outubro de 2009
Olá Ana Claudia, parabenizo os israelitas pelo zelo que têm sobre a santificação do dia de sábado. Pena que eles ainda ñ crêem so Salvador Jesus conforme expresso nos Evangelhos (porém, brevemente crerão), pois qualquer zelo sem o senso cristocêntrico é vão; é zelo sem entendimento. Breve o Rei dos reis (Jesus) virá, e então seremos um só em comunhão na mais perfeita harmonia no reino celestial que nos está preparado. O Deus eterno, Criador do céu e da terra seja louvado, e a Bíblia engandecida cada dia.
[Responder]
Nikacio lemos
em 4 de outubro de 2009
RECADINHO PARA UNE :
Sou universitário, e Jovem como a maioria de vocês integrantes da UNE.
Até ai muito temos em comum, mas nada em comum temos na conotação política e social.
Sempre fui Fã incondicional da UNE, e por muitas vezes a citava como grande exemplo de união e imparcialidade na busca do melhor de seus ideais e dos ideais para o Brasil.
Infelizmente, hoje estamos vendo uma UNE comprometida com o governo Lula, onde o Governo Lula de forma sábia financia (Compra) a UNE para fazer com que esta instituição estudantil não se manifeste contra este governo Corrupto.
Lamentável!!!!
Que hoje estejamos vendo uma instituição que muito nos orgulhou sendo amordaçada por este governo.
Fiquei também muito surpreso por saber que foi fácil e barato imobilizar qualquer movimento da UNE contra o Governo Lula.
Hoje não usamos + a UNE como exemplo algum, porque esta instituição estar falida moralmente e sua voz não tem + força, presença e contundência para falar sobre moralidade na Política nacional.
UNE é hoje uma instituição comprometida e parcial em suas opiniões a favor deste governo corrupto porque suas palavras têm limites e amordaça.
Nós estamos em buscar de uma nova UNE, ou Melhor, não terá o nome UNE claro que não porque UNE só existe uma , até porque UNE não é +exemplo de imparcialidade , seriedade e lula pela verdade , teremos uma união de jovens e estudantes que já + irá se comprometer com governo algum ,político algum .
Nossa União fará o que a UNE fazia há seis anos, aquela UNE era nosso orgulho porque criticava qualquer governo sem medo de ser feliz.
Seremos assim, iremos criticar quando for para criticar, iremos elogiar quando for para elogiar, e iremos para ruas com as caras pintadas quando for para ir às ruas.
Mas tudo será sem compromisso algum com governo nenhum , não seremos vendáveis .
Caros amigos da UNE, tenho que admitir, o Governo Lula foi inteligente porque soube de forma barata AMORDAÇAR vocês com muita facilidade.
Quero ressaltar que não sou partidário a ninguém e muito menos a político algum.
Não como, não bebo, e não durmo as custas de político e muito menos de governo nenhum.
Tenho orgulho de dizer que não devo favores a político, partido e governo nenhum!!!
Minha única obrigação é ser um cidadão cumpridor de meus deveres com a lei e a sociedade , trabalhar para um país melhor e para o meu e bem estar de minha família.
Este é o meu compromisso e desejar um Brasil mais justo para todos .
Cordialmente,
Nikacio Lemos – 23 anos, universitário
[Responder]
Nikacio lemos
em 4 de outubro de 2009
O QUE SERIA DOS BARES DO BRASIL SEM A RENDINHA DO BOLSA ESMOLA ?
Bolsa esmola, garante todos os meses a cachacinha de muitos miseráveis que são dependentes do Bolsa esmola e são proibidos de trabalharem caso queiram continuar sendo dependente deste governo.
Bolsa esmola nada + é que um programa social injusto para com quem de fato trabalha e paga impostos neste País.
Somos obrigados a pagar cachacinhas para quem não trabalha e nada produz em pró do País .
O pior deste programa social injusto para com o trabalhador de verdade, é que ele é contínuo, tirando do bolso de quem realmente trabalha .
Se o Bolsa esmola do governo Lula fosse um programa social justo para com os que trabalham, teria um prazo determinado tipo 6 Meses .
O seguro desemprego tem prazo determinado.
Porque o Bolsa Esmola Não ?
+ Como se trata de um programa para promover a dependência dos Miseráveis junto ao governo , vai garantindo assim o Voto de Cabresto .
Depois que um analfabeto chegou a presidência, não duvido de + nada neste Páis !
Depois que o Nosso presidente se acovardou diante da Bolívia deixando o Índio tomar na força e no grito a Petrobrás, Não duvido de + nada neste País!
Depois que Lula rasgou contratos que garantia a soberania do Brasil junto aos vizinhos para favorecê-los, não duvido de + nada neste País!
Depois que Lula Alterou contrato do caso Itaipu para Favorecer Paraguai, não duvido de + nada Neste País!
Depois que descobrimos que nosso presidente de pátria duvidosa governa em pró de : Argentina, Paraguai,Equador,Venezuela, Uruguai e Bolívia, Não duvido de + Nada neste País.
Lula governa a favor de nossos visinhos,onde tira do Brasil para favorecê-los .
Que presidente é Esse!?
O ministro celso Amorim,é outro Menino de recado de Hugo Chávez e Fidel.
Tudo que for contra o Primeiro mundo, Celso Amorim estar de acordo.
Para muitos este ministrozinho é um comunista e seguidor das ordens de Hugo Chávez e Fidel.
Uma vergonha este ministrozinho chamado Amorim que trabalha em pró dos vizinhos tirando do Brasil .
CELSO AMORIM, UM INIMIGO DE PÁTRIA DUVIDOSA .
Ministro Celso Amorim, um desastre para o Brasil.
Sobre ordens do ditador Hugo Chávez e Fidel, este ministrozinho trabalha para tirar do Brasil em pró dos vizinhos.
Nikacio lemos
23 anos
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Dr. Cleverson
em 5 de outubro de 2009
Não consegui ainda vincular o tema postado por Gilson com “recadinho para Une”…. Questão de miopia ou pura ignorância…
Na minha opinião existem foruns e blogs mais propicios para este tipo de comentário….
[Responder]
Gilson
em 5 de outubro de 2009
Fé é acreditar sem provas nem indícios. Abre a porta para todo tipo de crendices. Se posso acreditar em Deus por fé, também posso, com a mesma base, acreditar em Papai Noel, na Fada Madrinha, No Coelhinho da Páscoa, em gnomos e duendes. É simples assim, meu caro João Pereira dos Santos.
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muriloebarbosa@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 1:32 pm
Sim como diria São Tomas: ” Fé sem razão é mar sem água”. Se você encontrar uma instituiçao que teve o maior numero de filososofs, estudiosos, cientistas, do que a Igreja Catolica me avise.
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joao pereira dos antos
em 5 de outubro de 2009
Tudo bem meu caro Gilson vc pode acreditar em qualquer coisa pela “fé”. Se disser a uma criança que ela pode pular de uma montanha abaixo e nada de ruim lhe acontecerá, se ela crê, ela vai pular. Mas vc sabe o que vai lhe acontecer ñ é? Assim aqueles que crêem nessas coisas efêmeras que vc citou acima. Lamento vc querer comparar o Grande Arquiteto do Universo, o Deus todo Poderoso cujo trono está no céu, com essas bujigangas todas. Vou dizer algo: Ñ só os Evangelhos Sagrados (nesses eu percebo que vc ñ crê) mas tbm historiadores, arqueólogos provam, por exemplo, que Jesus existiu mesmo naquelas terras santas e que realizou muitos milagres e que fortaleceu muitos dos seus seguidores à uma fé genuina. Pode vc achar que é dono da verdade e recusar grandes descobertas que renomados doutores têm feito durante séculos e que provam a veracidade dos escritos sagrados? Aconselho vc a ler “E A Bíblia Tinha Razão”, por exemplo. Saia desse seu emaranhado de vãs filosofias e de incredulidade e pesquise mais a arqueologia e os fatos bíblicos. Fé é algo simples sim, mas profundo em relaçao ao Todo Poderoso Criador do Universo. Pena que ela ñ é de todos. Porém, tantos quantos a quiserem de coração, popderão alcança-la. Dê uma chance a vc mesmo! Abra sinceramente o seu coração para algo superior que pode preencher o vazio de algumas vezes vc sente! Mesmo que ñ entenda (e é aí que está a razão da fé) saiba que há algo superior do bem. Esse algo é o Deus Todo Poderoso. Até os ateus admitem que há algo superior . Que o homem é dependente de algo além de suas forças. Eles só ñ querem admitir que seja Deus. Veja isto: “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam (e o mundo cristão espera, por exemplo, a volta de Jesus; e vc, como todas as pessoas, irá contemplar esse espetáculo) e a prova das coisas que se ñ vêem.” Hb 11:1. Simples assim, meu caro Gilson. Que o Grande Arquiteto do Universo te contemple com Sua ifinita misericórdia.
[Responder]
Bruno de Queiroga Torres
em 5 de outubro de 2009
O que as pessoas fazem no “céu” ou paraíso? O que é tão bom assim? Cometem pecados?!!
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:57 am
Bruno o céu é so alegria e não há pecado e por isso as almas lá são felizes pois quanto menos eu peco mais felia eu sou.
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joao pereira dos antos
em 6 de outubro de 2009
Caro Bruno, se vc crê na Bíblia verá, por exemplo, em Apocalipse 7:15-18, o que as pessoas farão no céu. Leia e veja que maravilha viveremos no céu! Não Bruno, lá não há pecado. O Criador, Jesus o Filho Unigênito, o Espírito Santos, os anjos moram lá de eternidade a eternidade. No céu não pode haver pecado. Abraços.
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eduardo.sp
em 7 de outubro de 2009
Indiretamente todos comentários” contra” Jesus Cristo favoreçe o Judaísmo/Sionismo….deêm uma lida no livro Os Procolos dos sábios de sião, interpretado pelo grande Gustavo Barroso
Eduardo
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Gilson
em 7 de outubro de 2009
Caro Eduardo,
Creio que o principal sustentáculo dos judaico-sionistas hoje são os evangélicos, em especial os evangélicos dos Estados Unidos.
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Gilson Gondim
em 7 de outubro de 2009
Os judeus consideram Jesus Cristo um farsante, um impostor, um falso messias. Mesmo assim, os evangélicos cultuam os judeus . Se você chutar o saco de um judeu, arrebenta a boca de um evangélico.
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Gilson Gondim
em 7 de outubro de 2009
Não quebre os dentes de um evangélico. Não chute o saco de um judeu.
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joao pereira dos antos
em 7 de outubro de 2009
Se existe alguma consideração dos evangélicos para com os judeus é porque os judeus são só mais uma classe de pessoas que precisa como todo ser humano ser alcançada pelo evangelho de Cristo antes que este volte. Em Cristo Jesus há promessa de Deus para salvação de todas as raças, nações e tribos.
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David
em 7 de outubro de 2009
Eduardo,
estabeleço clara distinção entre a mentalidade do Velho Testamento e a dos Evangelhos. Estes contêm abordagem, conquanto culturalmente condicionada, destinada ao conjunto da Humanidade sem distinção, ao passo que aquele trata de uma relação especial entre uma determinada “tribo” da Antiguidade e um voluntarioso e revanchista ser supremo de nome Jeová. Independentemente da questão da fé monoteísta, que pode ou não encontrar eco em nossas emoções individuais, subsiste a oposição das metades da Bíblia enquanto sistemas filosóficos e referenciais de moralidade.
Concordo com o Gilson no sentido de que grande segmento dos evangélicos, particularmente dos estadunidenses, nutre admiração incondicional pelos judeus, por uma série de razões, e frequentemente se revela teleguiado pelo sionismo. Assim, embora críticas ou “revisitas” a Jesus sejam, de fato, um dos esportes prediletos dos sionistas, duvido que se queira o fim do cristianismo. Desejam antes reformatá-lo nos moldes criptojudaicos da IURD, com a sua característica ênfase absoluta na Torá. O truque é seguir usando a palavra “Jesus” como cortina de fumaça – parajudaizando as massas sem que estas se dêem conta.
Suspeito também que há consideráveis projetos para o ícone Jesus (este, de inesgotável potencial) num futuro incerto, a despeito da mensagem original e do legado moral deixados pelo homem de que tratam os Evangelhos.
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David
em 7 de outubro de 2009
Aliás, emendando a frase final, creio que os “reestudos” que aguardam o cristianismo se desenvolverão, não apenas a despeito, mas mesmo em diametral oposição ao espírito da tradição cristã.
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David
em 7 de outubro de 2009
Nossos amigos sionistas, na verdade, tornaram-se bastante ambiciosos e nem por isso particularmente discretos. Querem nada menos do que reivindicar o cristianismo como tradição vassala, pois “eternamente endividada” junto à sua. Cada vez mais acreditam que, tendo por base a origem racial e os referenciais místicos de Jesus (oriundos do Antigo Testamento), podem converter em acessório o principal e fazer dele mero vínculo ideológico, porto a suprir Israel (hoje um estado laico, mas levantado sobre fundações teocráticas) com um boa vontade devocional por parte de um rebanho em contínuo crescimento.
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David
em 7 de outubro de 2009
… com uma boa vontade…
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Gilson
em 8 de outubro de 2009
João Pereira dos Santos, o pior cego é aquele que não quer ver. Lojas evangélicas vendem bandeiras de Israel, igrejas evangélicas usam bandeiras de Israel e ostentam estrelas de Davi, empresários evangélicos ostentam estrelas de Davi em seus estabelecimentos…
Os exemplos são tantos que eu poderia passar o resto da noite enumerando. Sugiro que você procure no Google a palavra rejudaização.
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Gilson
em 8 de outubro de 2009
Dizer que para os evangélicos os judeus são apenas mais um povo é de uma cegueira inacreditável!
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Gilson
em 8 de outubro de 2009
Acorda, João Pereira dos Santos. Estás a dormir o sono dos iludidos.
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joao pereira dos antos
em 9 de outubro de 2009
É caro Gilson vc tenta ser relutante em seus pensamentos heréticos. Deus, o Grande Arquiteto do Universo, contudo, vê vc com o mesmo olhar que dispensa a todos os homens indistintamente. Até que venha o grande dia do juizo de Deus sobre os heréticos e incredulos, e vc ñ terá como escapar disso, ocasião em que então todo joelho se dobrará diante dele e toda lingua o confessará, todos gozamos da Sua misericordia. Por isso ele ainda nos tolera. Mas naquele dia sob o ardor do fogo eterno se verá a recompensa de Deus sobre os incredulos. De coração espero que até lá vc e todos q comungam essas ideias de incredulidade, tenham se arrependido e se convertido ao Único Deus que é capaz de dar a vida e tirar a vida segundo sua reta justiça. Vida para os crédulos e morte para os incrédulos. Pena que muitos só acreditarão nesta VERDADE qdo já for tarde demais. Apreciamos os judeus como apreciamos qualquer outra nação, até mesmo os da “janela 10-40″ onde o sagrado evangelho ainda ñ chegou. Creio que por providencia do Todo Poderoso Deus do Céu logo estaremos lá. É vontade DELE que todos conheçam a salvação em Seu Filho Amado Jesus. Qdo isto acontecer então Ele chegará sobre as núvens do Ceu como Rei dos reis trazendo Sua justiça eterna. Aguardemos só mais um pouco meu caro Gilson. Mesmo que vc ñ creia terá q ver isto. Abraços.
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Gilson
em 10 de outubro de 2009
Como ficarão no Juízo Final os povos que nunca ouviram falar em Jesus Cristo? Serão condenados por ignorância ou serão salvos por ignorância?
Peço que me responda, João Pereira dos Santos.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:24 pm
´´Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;“ Rm 1.19-20
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Gilson
em 10 de outubro de 2009
João Pereira dos Santos, sugiro que você leia, neste mesmo site, o artigo “Umas perguntinhas para você fazer a seu padre ou pastor”.
Boa leitura!
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Gilson
em 10 de outubro de 2009
Relatos escritos décadas depois dos acontecimentos. Como confiar nisso?
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:03 pm
Do mesmo jeito que confiamos nos livros de ciência que remetem a bilhões de anos atrás
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Gilson
em 10 de outubro de 2009
Jesus Cristo: o pior homem que já pisou sobre a Terra, pois inventou o maior absurdo já criado pelo ser humano: o tormento eterno.
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Ademar
em 11 de outubro de 2009
Gostaria de entrar na discussão sobre o cristianismo. Quanto tempo Gilson! Tenho lido seus artigos, mas esse me pareceu mais interessante e resolvi participar. Talvez ajude em alguma coisa.
Na minha opinião não há como separar Jesus Cristo, o judeu, então chamado de Yeshua Ben Yossef, do judaísmo. Segundo o Novo Testamento, Jesus teria dito que: ” da Lei não se tira uma vírgula”. Pois bem, com isso ele atesta sua lealdade às Leis de Moisés. Não há o que interpretar. O que Jesus teria feito, se realmente existiu, nada mais foi do que buscar dentro dos próprios costumes judaicos baseados na Torá, o senso de justiça e amor ao próximo. Apesar de quase todos exaltarem apenas as guerras do Antigo Testamento, existem várias passagens onde se discute honestidade, lealdade, justiça e tantos outros valores morais. Está lá na Torá: “Amaivos uns aos outros como a ti mesmo”. Jesus não inventou isso. Ele apenas seguiu os ensinamentos que aprendera com seus pais, estritamente dentro dos costumes judaicos.
Além disso, a época em que ele viveu era extremamente conturbada devido à invasão romana. Jesus estava metido num paiol de pólvora prestes à explodir a qualquer momento. Ele teve que definir-se entre a salvação metafórica e a literal. Acabou escolhendo a espiritualista, pois viu que não conseguiria libertar os seus irmãos judeus do jugo romano. Em Mateus, capítulo 10 (vv 34:36), ele disse:” Não julgueis que vim trazer a paz…, mas a espada”. Talvez até esse momento ele acreditasse nisso, mas depois refletindo e vendo o quanto seria difícil reunir um exército para expulsar os invasores, desistiu. Provavelmente isso teria feito Judas, que era um zelota, se decepcionar com Jesus e ter aceito entregar seu Rabi (Mestre, Rabino) aos saduceus que ansiavam pelo encontro com Jesus, tanto quanto ele próprio. Pois é, Jesus queria o enfrentamento com o Sinédrio para mostrar aos sacerdotes que eles é quem estavam errados sob às Leis judaicas. Jesus seguia os ensinamentos de Isaías, um dos profetas do Antigo Testamento conhecido por se preocupar com os desfavorecidos. Novamente Jesus não trouxe nada de novo sob a visão judaica.
Entretanto, o que se viu depois à luz das interpretações dos evangelhos, foi a tentativa de separar o cristianismo do judaísmo, dando ênfase à filosofia grega de Platão e Aristótelis muito utilizada por Agostinho e São Tomás de Aquino. E foi só a partir daí que o cristianismo conseguiu se afastar do judaísmo no campo filosófico. Isso tudo misturado com a mais estranha das grandes traduções bíblicas feita por Jerônimo de Strídon, encomendada pelo Papa Dâmaso, à época de Constantino, que segundo o próprio Jerônimo (que depois virou santo), em carta escrita ao então Papa, teria dito que não se sentia como único culpado por ter: ” retirado e somado palavras da Bíblia” durante a tal tradução conhecida como Vulgata.
Os cristãos por isso, acham que Jesus não era judeu, tampouco seguia o D’us dos judeus. A judaização do cristianismo, ao meu ver, nada mais é do que o ajuste dos fatos à luz da história. É o enfraquecimento do Jesus mítico em detrimento do Jesus histórico.
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Gilson
em 11 de outubro de 2009
Bem-vindo de volta, amigo Ademar. É uma grande alegria vê-lo por aqui novamente. Apareça sempre; a casa agradece.
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Ademar
em 12 de outubro de 2009
Alguém aqui escreveu que Deus dá e tira a vida de acordo com sua justiça. Quais são os critérios que Deus usa para dar e tirar a vida de alguém? Se ele tira a vida de alguém que ele mesmo criou, dá a ele o rótulo de justo? Se ele é onisciente, portanto sabe tudo o que cada um vai fazer e já sabia antes mesmo até de criar alguém o que esta pessoa faria. Portanto, antes de criar alguém ele já sabe o determinado momento que irá tirar a vida daquela pessoa, sabendo exatamente o motivo. Se Gilson foi criado por Deus, ele já sabia exatamente o que Gilson iria pensar sobre ele (Deus). Como dizer que Deus é justo se Gilson não teve escolha? Ou então Deus não sabia o que estava criando. Parece que vc está perdoado Gilson, mesmo que não acredite nele. E se está perdoado não irá para o inferno, mas sim para o céu. Ou então Deus não é justo, pois a responsabilidade não é de Gilson, mas de quem o criou. Desculpe ter usado seu nome, mas acho que também mereço ser perdoado por isso. rsrsrs.
Aliás, 2/3 da população mundial não segue Jesus Cristo e esse número só aumenta. A religião que mais cresce no mundo é o islamismo, onde os radicais detestam os cristãos. A Europa está cada vez mais se tornando agnóstica, ateia. Nos EUA, calcula-se hoje que existam em torno de 30 milhões de não religiosos, e esse número aumenta gradativamente.
Acho até engraçado a retórica preconceituosa de que os judeus irão dominar o mundo, como alguém aqui citou o já mundialmente conhecido e falso Protocolo dos Sábios de Sião, que não passa de um arredo de uma crítica política francesa, que daria um ótimo filme de conspiração em Hollywood…
Voltando ao tema bondade…falaram aqui que o D’us do Antigo Testamento é malvado, revanchista. Parece que esqueceram das cruzadas, das revoluções comunistas ateístas, dos massacres africanos, do Hitler católico (que tentam esconder sob o pano da vergonha) e tantas guerras que ocorreram em nome de quem quer que seja. Pelo que sei por aqui existem pessoas inteligentes e que teem uma ideia geral da história da humanidade. Pois bem, qual é o ponto em comum entre os judeus à época da formação de Israel, há 3 mil anos; os cristãos e árabes das cruzadas; os ateus revolucionários do séc XX? Resposta: o próprio ser humano. Não importa no que cada um acredite. Somos seres competitivos, capazes de destruir o outro para conseguir seus objetivos. Nem o cristianismo conseguiu tirar esse instinto humano arraigado pela evolução num planeta hostil. A prepotência velada dos cristãos atuais em acreditar que só através de Jesus se chega à Deus, difere-se em que da certeza judaica de ser o povo escolhido por D’us? Os cristãos de hoje só não fazem o que já fizeram no passado, graças ao rompimento do Estado e religião e das conquistas europeias e americanas ( à época da sua independência) , no que diz respeito à justiça, fraternidade, igualdade e cidadania. Foi essa luta constante por justiça, falo da justiça dos homens, que fez com que o ocidente se transformasse numa região menos cheia de preconceitos e mais livre.
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eduardo.sp
em 13 de outubro de 2009
Aqui tá parecendo uma convenção de compadres muito blah, blah blah
e não chegam ao ponto final.
E salve os Protocolos dos Sábios de Sião ( Gustavo Barroso)
(por favor não estou ofendendo ninguém, JAMAIS, estou brincando, mas estou falando sério)
Eduardo.sp
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David
em 14 de outubro de 2009
Ademar, Jesus não gostava nada era dos fariseus, como todos sabemos muito bem. E estes se revelaram implacáveis: juntamente com Caifás, condenaram-no à morte e o entregaram a Pilatos para que o executasse. O governador romano constatou que Jesus não era, em absoluto, um rebelde nacionalista que constituísse ameaça ao império. Tentou salvá-lo como pôde, mas, ao invés, foi forçado, pelo clamor do populacho, a libertar o zelote Barrabás, inimigo de Roma. Então lavou as mãos.
A Judéia selara seu destino: as rebeliões tiveram curso e foram esmagadas por Roma nos séculos seguintes, foi a opção por Barrabás e tudo que representava. Agora, dois mil anos depois, a Judéia retorna, escoltada e instalada por uma Grécia à qual jamais agradeceu, uma Grécia que, por amor a ela, também declarou a maior guerra de todos os tempos, na qual se arruinou. Essa Judéia ingrata retorna para se abraçar, interesseira, às pernas de uma nova Roma, não uma Roma destruidora, mas protetora incondicional, um império-golem indispensável.
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Ademar
em 14 de outubro de 2009
Caro David,
Essa versão que vc conta, que é a “oficial” ou mais conhecida, já foi contestada algumas vezes por vários historiadores. Vejamos: como Pilatos, um dos governadores romanos mais violentos, se curvaria a um populacho? Ora, meses antes de condenar Jesus, ele rechassou com extrema violência uma rebelião em Jerusalém e meses depois da mesma forma. Aliás, depois dessa última, a chacina foi tão grande que Pilatos foi transferido da Judeia. As rebeliões eram mais comuns do que se diz nas histórias oficiais cristãs. Jesus foi só mais um crucificado. Foram milhares antes e depois dele. Pilatos, enquanto governador romano e ainda por cima do estado ocupado mais trabalhoso de Roma, não iria perder tempo em tentar defender quem quer que fosse, se estivesse sendo acusado de ser insurgente. Com ou sem provas. Esse relato único na história não passa de uma escancarada defesa de seu líder por quem escreveu os fatos sob sua óptica, com o objetivo claro de condenar os judeus, que não acreditavam em Jesus como o Messias, e livrar a cara de Roma do suposto deicídio. Não há registro romano sobre esse julgamento. Lavar as mãos era um costume judaico à época da Pessach, não era costume de nenhum governador romano, muito menos para simbolizar algo.
Barrabás era considerado um inimigo de Roma porque matava soldados romanos na tentativa de libertar seu povo da ocupação. Tal qual Judas Iscariotes, Barrabás era um zelota, grupo social que sempre se opôs à Roma e pregava a luta armada. A visão de assassino era a visão romana e por conseguinte, se tornou a visão cristã, por motivos óbvios. Barrabás ameaçava Roma, não o Sinédrio. Jesus ameaçava aos dois.
Estranho acreditar que Pilatos, como já descrito quem era, querer absolver um réu e logo em seguida levá-lo à cruz ! Só os cristãos acreditam nisso.
Pela Lei judaica, se houvesse mais de uma testemunha contra uma pessoa e todas concordassem com a acusação, a pessoa seria condenada. Se vc está dizendo que havia um populacho contra Jesus, por que Pilatos iria acreditar que Jesus era inocente? Jesus entrou em Jerusalém como manda o figurino. De forma quase que ritualística. Entrou montado num jumento ( que não foi por ser humilde), no dia específico e no portão específico, tal qual a profecia do Messias revelava. Jesus sabia exatamente o que estava fazendo. Sabia dos riscos que corria, porque estava se apresentando como o libertador de Israel, o libertador dos judeus, o Rei dos Judeus, como Pilatos bem colocou sobre sua cabeça e lhe pôs uma coroa de espinhos. Jesus foi condenado por Pilatos, por Roma por sedição. Não há dúvidas de que o Sinédrio queria a condenação de Jesus, mas não há dúvida de que Pilatos não pestanejaria em condenar Jesus, tendo sabido que ele havia entrado em Roma se pronunciando como o Messias.
Vc nada mais faz do que eternizar o preconceito europeu que assolou os judeus na Europa até hoje por uma acusação, esta sim injusta, de deicídio. Preconceito descabido, perverso e fraudulento culpando todo um povo pela morte de uma única pessoa. Mesmo sabendo que essa pessoa foi crucificada e não apedrejada. A crucificação era condenação romana e não judaica. Jesus foi preso por soldados romanos e condenado à crucificação por um governador romano. Alguns judeus participaram desse episódio e todo um povo é condenado por isso. Essa sim a maior das injustiças.
A Judeia de hoje surge como alento para esse povo, que parte dele ainda espera pelo seu Messias, que não veio àquela época pelo simples fato de Israel não ter sido libertado por ninguém do jugo romano. O Messias judeu pode ser que não venha, pode ser que demore, mas Israel já está lá e como vc disse, agora está protegida pela nova Roma e não mais ocupada. Israel trás hoje a certeza de que as pessoas que acreditaram na sua existência, na sua independência e na sua liberdade não lutaram em vão.
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Ademar
em 14 de outubro de 2009
Correção: na última frase do terceiro parágrafo leia-se: ” entrado em Jerusalém” e não em Roma. Jesus entrou em Jerusalém como o Messias.
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David
em 15 de outubro de 2009
Ademar,
quem veio falar em deicídio foi vc, pois não sou religioso nem estou fazendo juízos de ordem teológica. Também não atribuí ao populacho a decisão de condenar Jesus. Nós dois, e todo mundo que já leu a respeito, sabemos perfeitamente que a condenação veio do Sinédrio, presidido pelo Sumo-sacerdote saduceu José Ben Caifás, com o voto maciço dos FARISEUS (olha eles aqui outra vez, Ademar!), inimigos mortais de Jesus.
Quanto às chacinas de Roma, eram dirigidas aos insurgentes, grupo do qual Jesus jamais fez parte. E embora vc o pretenda negar, aparentemente se esquece que reconheceu logo de saída que Jesus não era líder guerreiro e que o zelote Judas o traiu por essa razão. Contudo, na sequência, vc insiste em referir um antagonismo inteiramente inexistente entre Jesus e Roma, desde já ficando clara a total inconsistência da sua linha de pensamento, que o obriga a se contradizer para argumentar.
Jesus não era inimigo de Roma, não falava contra Roma, Pilatos viu isso perfeitamente e se esforçou para o poupar. Não conseguiu porque o clero judaico não arredou pé e ainda conclamou o povo a pedir a libertação do antirromano guerrilheiro nacionalista Barrabás em detrimento de Jesus.
Ainda no seu afã de contestar a versão dos fatos narrada nos Evangelhos (diga-se de passagem, os únicos registros que chegaram até nós), vc se detém para negar a passagem em que Pilatos lava as mãos, reclamando ser a prática judaica e não romana. Ainda que o fosse (nem vou me dar ao trabalho de verificar), Pilatos estava se endereçando a judeus (cujos ânimos tinha a difícil tarefa de pacificar e, portanto, aos quais devia satisfação) e o gesto teve óbvia conotação política. Pilatos estava dizendo (a julgar pela sua alegação, de uma forma que fosse familiar aos interlocutores dele) que Roma nada tinha contra Jesus.
Quanto à afixação das iniciais I.N.R.I. (Jesus Nazareno, Rei dos Judeus) no topo da cruz, isso não tem, em absoluto, o condão de desconstruir o acima descrito e fazer do executado um líder rebelde. Sua menção a esse episódio apenas ilustra o recurso seletivo que vc faz de passagens dos mesmos Evangelhos que busca desqualificar enquanto registros do acontecido.
Para vc, Pilatos não defendeu Jesus nem lavou as mãos, mas apenas ordenou a fixação das célebres iniciais na cruz. Ou seja, vc condiciona a acolhida da fonte a uma determinada linha de interpretação, a qual, ressalte-se, não se sustenta de maneira alguma em vista do conjunto da referida fonte.
A verdade é: o clero judaico, particularmente o farisaico, condenou Jesus, que era seu franco detrator. Roma, potência militar ocupante e investida das atribuições de polícia judiciária, nada tinha contra o condenado, mas foi forçada a cumprir a sentença, tendo em vista a precária manutenção da ordem na indócil província.
Embora seja judeu, vc, como qq brasileiro minimamente familiarizado com a tradição religiosa ocidental, sabe de tudo isso muito bem, não é, Ademar? E seu declarado entusiasmo pela nova Roma, esse golem solícito e protetor, não deixa de lançar uma luz sobre a concepção sionista do papel de impérios corruptos, contanto que a opressão recaia sobre outras nações.
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David
em 15 de outubro de 2009
Mais uma coisa,
como vc bem salientou, Israel não mais está sob ocupação militar.
Mas quanto à REGIÃO, na qual também se comprime a pisoteada Palestina árabe, aí são outros quinhentos, não é? A opressão e a ocupação ali não têm fim, Ademar. Com pleno aval romano.
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joao pereira dos antos
em 15 de outubro de 2009
Caro Gilson obrigado por sua sugestão, mas já li sobre “perguntinhas pra vc fazer ao seu pastor ou padre” tudo sem fundamento porque ñ é da sua área, ou seja, vc ñ entende nada daquilo ali. Quanto a dizer que JESUS foi o pior homem existente por que inventou o “tormento eterno”, vejo que vc ñ entende nada mesmo. Quem inventou essa barbarie são os homens que usam a BÍBLIA mas ñ a interpretam corretamente. Cremos sim com base na Bíblia que Jesus voltará e fará juizo sobre os ímpios, até por que isto é justo, porém o Seu amor pela humanidade é tão grande que longanicamente ele ainda espera para que haja mais algumas conversões. Tormento eterno, fogo que vai ficar queimando eternamente causando gemidos horrorosos e ranger de dentes, isto ñ é doutrina bíblica e sim mal interpretação dos incautos.
Agora Gilson, cá entre nós, um homem q só fez o bem enquanto esteve aqui. Quando lhe cospiam no rosto e lhe davam bofetadas, ainda assim foi capaz de dizer: “Pai, perdoa-os porque ñ sabem o q fazem…” Um q por onde passou deixou a marca da humildade, amor incondicional, compaixão para com pessoas oprimidas do diabo, enfermos de toda a espécie… Aquele que chegou a dizer “amai-vos uns aos outros” e mais “orai pelos q vos perseguem”… Nisso sim eu posso dizer que cego é aquele q ñ quer enchergar. Ah caro Gilson, como ter lugar no coração para taxar um homem assim de “o pior homem”. Que Deus ñ leve em conta essa sua blasfêmia desenfreada e desmedida contra aquele que só fez o bem! Sei q vc está em fel de amargura como muitos outros neste mundo. Ñ sei o que te fez ser assim…, mas sei uma coisa: Há perdão de Deus para todo homem por mais duro que seja. Deve haver no seu coração algum “espaçozinho” para o Todo Poderoso Pai Celestial atuar. Ele já fez muito isto com outras pessoas que antes pensavam como vc. Pessoas que antes eram ateias hoje choram emocionadas aos pés daquele que um dia veio aqui e distribuiu amor nos corações. Vc seria capaz de amar meu caro Gilson a ponto de se entregar por seu semelhante? Vc sabe que houve um único em toda a história que foi capaz de fazer isto. Pode ele ser tão rejeitado e odiado? Por que? Ao Supremo Criador do Universo, toda a honra hoje e sempre!
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joao pereira dos antos
em 15 de outubro de 2009
Gilson que bom que vc fez uma pergunta de cunho bíblico e quer que eu te responda. É um prazer para mim. Veja: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorãncia, ANUNCIA AGORA a todos os homens, e em todo lugar, que se arrependam, porquanto tem determinado um dia em que com justiça há de julgar o mundo, por meio do varão (JESUS) que destinou; e disso deu certeza a todos, ressuscitando-o dos mortos.” Atos 17: 30-31. Grifo meu. No juizo ñ haverá ignorantes. Todos terão consciencia se tomaram a decisão certa ou errada com respeito à salvação eterna. Sabe Gilson, leia a Bíblia buscando nela as boas coisas para sua vida espiritual! Se vc fizer isto e não a ler com intuito crítico pre-concebido, creia, vc será alguem muito feliz. Abraço.
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joao pereira dos antos
em 15 de outubro de 2009
ADEMAR, Deus dá e tira a vida assim como um patrão admite e demite funcionários. Se há lógica nas coisas humanas por que não há muito mais nas coisas divinas? Que interesse há para um patrão aquele funcionário que não responde à altura de suas obrigações? Por que Deus deixaria viver eternamente uma pessoa espiritualmenmte imprestável, rebelde, que só faz o mal, desobediente aos ditames sagrados, etc. É a justiça meu caro! Há um escrito que diz (para quem tem entendimento espiritual):”O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna” Rm 6:23. É a justiça meu caro. Vc ñ acha que Deus deve mesmo ser justo? Se posso lhe dar um conselho, digo: Faça o bem meu caro e vc viverá para sempre sob o governo exclusivo de Deus brevemente. Ah lembre-se Ele pode dar, Ele pode tirar. É a justiça. Assim como vc se curva diante da justiça dos homens (Juizes que condenam e absorvem sob sua aquiescência), pense um pouco mais sobre o soberano Deus que na verdade é amor…. mas tbm justiça. Ok!
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Ademar
em 15 de outubro de 2009
João Pereira,
O patrão não cria os funcionários. Os funcionários já existem. Mas, vamos a uma analogia mais simples. Um patrão tem a obrigação de treinar adequadamente um funcionário que vai trabalhar para si, senão o tal funcionário mal treinado vai fazer besteira. Há alguma dúvida em relação a isso? Pois bem, quando um funcionário não executa adequadamente suas funções por falta de um treinamento adequado, de quem é a culpa? Do patrão que não o treinou corretamente. No caso de Deus, se um ser humano não faz a coisa correta, no caso o bem, já que se diz que Deus criou o ser humano para este fazer o bem, a culpa recai sobre Deus que não criou aquele ser humano adequadamente. Portanto, o que Deus cria não é tão perfeito assim. Aí entra, inclusive a história do livrearbítrio. Se existe o tal, é porque o ser humano não foi feito de forma perfeita, pois se assim o fosse não erraria nunca, mesmo com o livrearbítrio.
Pelo que se diz de Deus, pela lógica dele é como se ele descartasse alguém que não lhe interessasse mais. Criou um ser imperfeito que quando não faz o que o ordenaram, descartam-no. Grande justiça essa!!
Outra coisa, não há como coexistir amor e justiça. Ou vc ama e perdoa, proteje sempre aquela pessoa, “passa a mão na cabeça” ou vc prima pela justiça,independente de quem seja, mas que diretamente dependa do que a criatura faça. Quando se ama alguém, se ama independente do que aquela pessoa faça e aí pode-se estar cometendo injustiça com outra pessoa. Ou Deus ama ou é justo. Os dois são paradoxais. Ou então o amor de Deus para sua criatura não é incondicional, mas total e completamente condicionado aos seus atos ( da criatura). Se isso é verdade, talvez seja pelo fato de Deus ter enxergado depois de ter criado o ser humano, que sua criatura não teria sido o que ele esperava, que o remete a não ser tão perfeito assim como criador.
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Ademar
em 15 de outubro de 2009
David, como o tema é empolgante e longo vou te responder por partes, mas já te pergunto, como vc diz que a decisão em condenar Jesus não teve nada a ver com o “populacho”, se antes vc afirmou:” O governador romano constatou que Jesus não era, em absoluto, um rebelde nacionalista que constituísse ameaça ao império. Tentou salvá-lo como pôde, mas, ao invés, foi forçado, pelo clamor do populacho, …”. Não entendi sua réplica. O populacho teve ou não teve influência na condenação de Jesus? Acho que vc caiu na mesma contradição velada dos cristãos. Se houve um populacho e Jesus foi condenado por sua influência, é porque o tal populacho representaria as testemunhas das quais Pilatos necessitava para condenar Jesus. Se não houve o populacho, por que condenar os judeus pela morte de Jesus? É exatamente nesse ponto onde se inicia todo o antissemitismo europeu. Se a culpa recaísse apenas sobre um punhado de judeus, mesmo que sendo o Sinédrio, talvez não se culpasse demasiadamente todo o povo. Mas, como vc disse houve a influência direta do tal populacho sobre Pilatos e por isso se enraivecem contra os judeus, todos os cristãos.
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Ademar
em 15 de outubro de 2009
David,
Em continuação à discussão há que se saber: Jesus recebera ao longo se sua peregrinação e pregação, 3 títulos: o de Ungido (messias em hebraico e cristo em grego), Rei de Sião (Israel ou dos Judeus) e Filho de Deus. Foram esses 3 títulos pelos quais Jesus seria condenado. Filho de Deus seria uma séria acusação religioso-política contra Jesus num julgamento judaico; Messias seria uma acusação séria num contexto judaico e romano; e Rei dos Judeus seria uma acusação político-religiosa muito grave numa jurisdição romana. Para Roma, Jesus seria um subversivo em potencial, pois estava repleto de seguidores.
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David
em 16 de outubro de 2009
Ademar,
O clamor do povo não condenou Jesus, mas foi determinante para que um verdadeiro inimigo de Roma fosse libertado ao invés dele, para desgosto de Pilatos, que certamente preferia a concessão do benefício para um condenado com o perfil não-guerrilheiro de Jesus. Pilatos foi forçado pelo povo no sentido de que sua última opção para poupar Jesus (a título de indulto por ocasião da Páscoa) foi recusada pelos populares, instigados pelos fariseus a pedir em favor de Barrabás. Isso é tudo que resta de registrado acerca do episódio e qualquer especulação em contrário é mero chute, cuja direção depende do que se tenciona postular.
Se vc insiste em desqualificar as passagens do Novo Testamento que atestam a boa vontade do governador romano em relação a Jesus, só posso atribuir isso à sua necessidade de caracterizar Roma como antagonista real e direta de Jesus. Um enfoque inteiramente furado, pois Jesus era exatamente o tipo de líder local de que Roma necessitava como contraponto à guerrilha dos zelotes. O que vc se obstina em propor equivaleria a, em nossos dias, os Estados Unidos preferirem a execução de um mestre sufi à de um oficial da Guarda Republicana de Saddam. Simplesmente ridículo.
Torno a enfatizar, por fim, antes que vc volte à carga com alusões à “acusação de deicídio”, que o populacho exerceu seu papel (na escolha de Barrabás e repúdio a Jesus) por influência dos FARISEUS, os quais odiavam Jesus, vigoroso detrator dos mesmos que era. Foi a vingança farisaica cobrando seu preço junto ao místico nazareno. Os populares figuraram como instrumentos de ocasião, nada mais, este é o sentido do que afirmei.
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David
em 16 de outubro de 2009
Ademar,
por favor, queira ler as PALAVRAS, atenha-se a elas, e não às vagas associações que elas possam evocar. Senão vc sai voando por aí, não chega a lugar nenhum, e ainda deixa seu interlocutor falando sozinho.
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joao pereira dos antos
em 16 de outubro de 2009
Caro Ademar, como se pode imaginar que não possa hever amor e justiça numa mesma pessoa, e neste caso pessoa por excelência que é o nosso Deus?! O Supremo Arquiteto do Universo (o Deus que está sobre o trono glorioso no Céu) não criou o mal. Este passou a existir após o homem tomar a triste decisão de desebedecer. Aí, o universo todo sofreu uma terrível metamorfose. Se não houver amor e justiça numa mesma pessoa tambem não haverá equilíbrio, e, o equilíbrio é extremamente essencial. Se você como pai, por exemplo, viver “passando a mão” na cabeça do filho só porque o ama, isto poderá lhe trazer algum trnastorno lá na frente. Veja isto: Conta-se que uma criança habituou-se a pegar coisas na casa do visinho. Começou apanhando ovos da galinha do visinho. A mãe ao invés de corrigí-lo (castigá-lo devidamente numa forma de correção) passava a mão e até achava admirável a atitude da criança. Outros objetos o menino ia pegando dos outros e a mãe nunca dizia nada. Até que o menino se tornou adulto e foi flagrado roubando. Foi preso. A mãe desesperada foi visitá-lo. Ao se aproximar da grade da delegacia, chorando, quis consolar o filho. Este por sua vez se aproximou e deu uma bofetada na cara da mãe e disse: “Se a senhora tivesse me castigado na primeira vez que peguei ovos na casa da visinha, certamente hoje não estaria aqui.” A mãe envergonhada se retirou desesperadamente. O nosso Deus criou o homem perfeito e queria que fosse eternamente assim sob condição, é claro, de que Suas regras fossem obedecidas. Não pode haver instituição, mormente divina, sem normas, estatutos e regras. Ademar, fique tranquilo, pois logo, este sistema de coisas que foram profanadas pelo pecado, terá fim. Breve, creio, todos, inclusive os oponentes de Deus e do povo que O representa aqui, contemplaremos o novo sistema estabelecido por Deus onde eternamente se viverá a inteira perfeição. Ali, Deus e sua cristuras racionais realmente viverão em doce harmonia e numa eterna perfeição. Se você estiver lá contemplará esta maravilha. Não ignore as atitudes de justiça de Deus. Ele é amor, mas é justiça. Tem que haver o ponto de equilíbrio, lembra? O pai ama o filho a quem gerou, mas tristemente o vê morrer como consequüência de sua trangressões. Tudo muito lógico, não? Abraços.
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David
em 16 de outubro de 2009
Ademar,
vc argumentou com propriedade na resposta ao João Pereira, mas levou suas conclusões um pouco longe demais.
Amor e justiça não são incompatíveis, já que o primeiro implica, antes de mais nada, em atitude interna, enquanto a última se condiciona à disposição externa de quem a ministra. Independentemente de se considerar a justiça em sua fase de percepção interna do que é adequado ou em seu momento de decisão e materialização, ela pode coexistir com qualquer sentimento, bem como com suas manifestações externas.
O risco que se corre é o de que o objeto da justiça e do amor concomitantes, a partir de frustração, raciocine como vc e se ressinta da sentença. O juiz pode inclusive sofrer com a aplicação da lei, eventualidade que seria excluída em se levando em conta a sua prematura conclusão.
Não estou falando de Deus ou do inferno.
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Gilson
em 16 de outubro de 2009
Pessoal, o debate está ótimo!
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Gilson
em 16 de outubro de 2009
Conselho de Direitos Humanos da ONU condena Israel por crimes cometidos em Gaza.
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Ademar
em 17 de outubro de 2009
João Pereira,
É totalmente aceitável a existência de amor e justiça, mas na condição humana, pois se pode equilibrar isso quando se fala de um filho. É óbvio que se deve tratar um filho dando-lhe amor, mas também ensinando-lhe sobre o senso de justiça. Deus, já que é onisciente e onipresente, não pode ser comparado ao ser humano. Pelo menos, não deveria.
No exemplo que vc deu, do garoto que não foi punido pela mãe, virou ladrão e foi preso, como culpar a mãe por amar seu filho? Ela errou sim. Lhe pergunto, por que Deus, sabedor de tudo não disse para a mãe como corrigir seu filho para evitar que este sofresse no futuro pelo erro da mãe? Que justiça divina é essa? Um Deus que é bom e pode tudo, não tem interesse algum em proteger seu filho amado? Esse garoto ainda jovem, já era mal? Que concepção de amor e justiça divina é essa?
Portanto, é isso que estava falando ou Deus ama ou é justo. Se ele ama à todos sem distinção, não pode punir ninguém pois a culpa é Dele, pois a criatura é responsabilidade Dele. Os atos maldosos são de coautoria de Deus. Se não por cumplicidade, mas por omissão, pois vê tudo, sabe tudo e não faz nada para evitar as coisas más, que vc diz que o ser humano faz. Se ele criou um ser que lhe fugiu ao controle, que não deu certo ou que não foi, como vc disse, capaz de continuar obedecendo à Ele, sinto muito, mas esse Deus de que vc fala não é tão perfeito assim.
Quando dizem que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança, estão querendo dizer o quê? Que o homem é perfeito, pois se parece com Deus, ou que Deus não é perfeito, pois se parece com o homem?
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Ademar
em 17 de outubro de 2009
David,
Talvez estejamos falando de coisas realmente diferentes. Primeiro, preciso saber se vc considera os evangelhos como registros históricos fiéis. Se sim, fica complicado vc entender o que estou argumentando. Eu não considero os evangelhos como registros históricos fiéis, por alguns motivos: os autores não eram historiadores; as ideias não eram dos escribas, os textos foram ditados; quem ditou não fora testemunha ocular; as mensagens foram passadas verbalmente( conhece a brincadeira do telefone sem fio?); existia um profundo descontentamento, eu diria raiva, ódio, entre os judeus que seguiam Jesus contra os que, segundo estes, teriam sido os causadores da morte de seu líder, como vc bem disse, os fariseus, que por sinal não representavam toda a sociedade judaica da época.
Portanto, se vc quiser debater com base apenas no que está escrito nos evangelhos, não há porque fazê-lo. As fontes só são aquelas. Isso acontece dentro das igrejas cristãs. Ou seja, não há debate, apenas repete-se o que está escrito. Existem vários livros que sustentam algumas das minhas indagações, que não foram criadas por mim, obviamente, mas interpretadas para que possamos, e esse acho que é o objetivo desse debate, sair um pouco da repetição dos “fatos”.
Com base nesse preceito de ódio entre as partes que seguiam e as que não seguiam Jesus, ambas judias, alguns historiadores atestam que vários ornamentos literários usados na passagem da chamada Paixão de Cristo, teriam uma parcialidade tão grande que não poderiam ser consideradas como verdadeira em todas as suas considerações. Vc mesmo atesta a raiva de Jesus aos fariseus. Ora, como o próprio Deus (segundo os cristãos, Jesus é Deus encarnado) poderia ter desenvolvido um sentimento terreno, humano? Deus foi contaminado pelo homem? Ou foi pura representação? Ou o evangelho estava exagerando? Se vc não sabe, existem alguns historiadores que acreditam que Jesus fazia parte da classe social farisaica, pois ele não era um saduceu, nem zelota, nem tão pouco um essênio. De qual classe social Jesus fazia parte caro David? Os cristãos escondem isso de propósito, para dizer que Jesus não era um judeu, mas um cristão. Imagine! Muitos, eu diria a maioria esmagadora dos cristãos acreditam que Jesus era cristão. Pergunte!! Faça uma enquete e veja…
Os cristãos conseguiram transformar um ser humano falível ( que cometeu erros e fraquejou durante sua luta ), num Deus. Sabidos os cristãos… E acredite, não foi fácil.
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David
em 17 de outubro de 2009
Ademar,
lembro-o mais uma vez que não estou fazendo juízos de caráter religioso quanto à condição espiritual de Jesus. Em momento algum evoquei convicções de ordem metafísica. O que digo não é em razão de qualquer modalidade de crença no Deus Único da tradição ocidental, não sou religioso, daí a fatuidade da sua persistência em retrucar a uma religiosidade que não manifestei em momento algum, a qual só existe na conveniência da sua um tanto preguiçosa linha de argumentação. Vamos nos entender bem melhor se vc concentrar suas respostas no que eu realmente digo.
A credibilidade dos Evangelhos depende da boa vontade de cada um. Ainda que vc os queira encarar como lenda, eles continuam sendo a fonte mais sólida no que respeita aos personagens que introduz e passagens que descreve. Qual o sentido de fazer especulações buscando desqualificar trechos do Êxodo ou do Livro de Ester, por exemplo, numa análise das figuras de Moisés ou de Mardoqueu? Redundaria num estéril exercício de paixões, uma vez que a fonte original continuaria reinando como único registro, a despeito dos pendores do pesquisador.
Os Evangelhos são uma tradição (da mesmíssima forma que quase tudo que constitui o Antigo Testamento e demais textos sagrados ao redor do mundo), introduzindo figuras e situações únicas, frequentemente de impossível confirmação histórica. A desconstrução parcial e seletiva de um tal registro, no entanto, dificilmente se revelará mais verossímil que o próprio. Se somarmos a isso a constatação de que, no caso de Jesus, por exemplo, há uma tradição hostil, o Talmude, que o cumula de epítetos demeritórios, fica fácil entender a motivação nada científica da referida desconstrução.
Quanto à relação de Jesus com os fariseus, não “atestei”, em absoluto, que fosse de “raiva” da parte do primeiro, mas sim de firme oposição. Eu diria que os fariseus, sim, morriam de raiva de Jesus, por este ousar desafiar publicamente sua autoridade de “sábios”.
No que se refere à agremiação religiosa ou ideológica de Jesus em meio aos demais judeus étnicos, especula-se que fosse essênio, mas não há comprovação possível. Ainda que tivesse sido educado na tradição farisaica, isso não invalidaria seu antagonismo aos fariseus. O que define a identidade de alguém não é aquilo que lhe ensinam, mas o que seu discernimento chancela como válido. Do contrário teríamos que considerar Lutero como um católico.
E, finalmente, embora de etnia judaica, Jesus incontestavelmente era cristão. Cristão não é quem festeja o Natal, Ademar, assim como judeu não é quem come pão ázimo. Cristão é quem acredita que Jesus é Cristo, Messias, Deus encarnado. Judeu (no aspecto religioso) é quem, acreditando na aliança entre Jeová e sua tribo, ainda aguarda a vinda do Messias, não admitindo que este possa ter sido Jesus. Crendo ser Cristo, Jesus automaticamente se qualifica como cristão, não há recurso lógico em contrário.
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Ademar
em 18 de outubro de 2009
Bom David, pelo que entendi vc quer que discutamos sobre o que está escrito nos evangelhos sem nenhum tipo de juízo de valor. Como disse, tal discussão fica completamente estéril, pois não há contra-argumento ao que se está escrito. Como disse, vc vai cair na repetição dos cultos cristãos. Não há discussão. Ocorreu o que está escrito e pronto. Aliás, vc acaba se contradizendo, ou melhor se contra-argumentando, se é que isso existe, quando especula que Jesus teria sido essênio. Isso não está nos evangelhos. Estou percebendo que vc foge de um debate mais amplo, simplesmente se autodesconstruindo. Nunca vi disso. Vc quer fincar a discussão puramente no que há dentro dos evangelhos, mas contra-argumenta a mim, usando de outras fontes. Gostaria que vc então definisse, norteasse o que vc quer discutir e por favor siga sua linha de raciocínio. Não use a minha. Só há como discordar do que está escrito nos evangelhos se sairmos do seu âmago religioso ( que vc diz que não é, mas insiste em ficar preso a esse tipo de exegese), utilizando de conceitos históricos relativos à época.
Aproveitando-se disso, parece que vc não leu o que eu disse sobre a fidelidade de Jesus à Lei judaica. Usando de sua linha de pensamento, há uma contradição no que vc afirma ser Jesus um cristão. Um cristão não segue as Leis judaicas e Jesus as seguia. Ele mesmo disse, que da Lei não se tira uma vírgula. O fato dele se contrapor aos fariseus, não quer dizer que ele era contra o judaísmo, mas que entendia que os fariseus é que não seguiam à Lei de forma correta. Portanto, Jesus não era cristão, mas judeu. Por falar nisso, o que é mesmo ser cristão pra vc? Sua definição não inclui Jesus. A palavra cristo é apenas a tradução para Ungido, Massiach, Messias, onde naquele período, caro aimgo muitos e muitos judeus foram entendidos como tal. Jesus foi apenas mais um e judeu.
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David
em 18 de outubro de 2009
Ademar,
Aí vem vc outra vez com sua desatenção na leitura. Não especulei que Jesus seja essênio, pois não sou tratadista no assunto. O que eu disse é que, distintamente do que vc afirmou categorica mas laconicamente (no sentido de Jesus não ser essênio), há, sim, especulações de que ele o tenha sido, em vista de a linha de pensamento e comportamento dos essênios guardar identidade com as práticas do grupo de Jesus.
Outra coisa, desta vez uma falha de raciocínio sua: ainda que eu afirmasse que Jesus era essênio, isso não estaria em contradição com o Novo Testamento. Contradizer é afirmar algo que encontre oposição no que originalmente é sustentado. Se vc afirma algo que não conflita com determinada referência, mas apenas não consta da mesma, vc não a está contradizendo, mas tão somente produzindo ou divulgando uma suposição, que pode ou não estar bem fundamentada.
Mas, repito, não fui eu quem especulou que Jesus fosse essênio, é uma hipótese que já vi ser aventada e a qual vc descartou logo de saída, como se houvesse algum embasamento concreto para o fazer. Aliás, para início de conversa, nem sei por que diabos vc deduziu que Jesus teria de pertencer a algum grupo específico, seja dos essênios, saduceus, fariseus ou qualquer outro. Poderia perfeitamente não ser oriundo de nenhum deles.
E, como vc definitivamente não leu da primeira vez, repito também minha definição de “cristão”.
Cristão é alguém que acredita que Jesus é Cristo (Messias).
Ainda lhe parece que Jesus não esteja incluído nela? Pois não só está como se enquadra na premissa com exatidão. Jesus, a rigor, foi o primeiro cristão, o primeiro a acreditar ser ele mesmo o Messias. E o conceito alcança qualquer um que compartilhe a crença na divindade de Jesus, pois aí reside sua essência. A observação de abluções, dietas e liturgias, bem como a etnia, não se sobrepõem ao dogma central para que se estabeleça a identidade religiosa de alguém. E o dogma central do judaísmo, com toda certeza, não é o da divindade de Jesus. Logo, não tem choro nem vela, Jesus não era judeu, a não ser racial e culturalmente. Era plena e perfeitamente cristão.
Por fim, volto a ressaltar que, sempre que o assunto for Jesus e outros personagens dos Evangelhos, estes últimos continuam sendo a referência principal. Por quê? Porque o registro de uma tradição, por mais questionável que se apresente, ainda é mais sólido do que a pura vontade de o reformatar ou desfigurar. E, embora a contraposição de uma tradição a seu contexto histórico seja válida para a questionar, dificilmente habilita a tirada de conclusões finais, no sentido de a reescrever, desqualificando trechos da escolha do freguês, como vc pretendeu fazer aqui – mas sem qualquer elemento consistente, diga-se de passagem.
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David
em 18 de outubro de 2009
Na segunda frase, quis dizer: “Não especulei que Jesus tenha sido…”
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Ademar
em 20 de outubro de 2009
David, se vc colocou ou escreveu que Jesus poderia ter sido essênio, mesmo que não tenha sido ideia original sua, não deixa de ser especulação. É óbvio. E especula novamente quando diz que Jesus poderia não estar incluído em nenhuma classe social judaica. Ora, divida como quiser uma sociedade, que um sujeito fará parte desta, seja de qual classe for. Se vc é brasileiro, vc faz parte de alguma classe social, seja em qualquer classificação: religiosa, econômica, racial, qualquer uma. Só existiam as tais das quais escrevi. Se vc acha que ele não faz parte de nenhuma destas, a qual ele pertencia? Vamos lá especule!!! Pela sua linha de raciocínio, presa apenas ao que está escrito nos evangelhos, vc continua se contra-argumentando, tornando estéril, mais uma vez , esse debate.
De toda forma, retornando ao : o que é ser cristão, vc simplifica muito dizendo que: cristão é quem acredita que Jesus é Cristo. Ora, isso é óbvio, mas só tem valor , dentro desse simplismo, à luz de hoje, onde um cristão separa totalmente um judeu de um cristão. À época de Jesus, isso não existia. A única diferença entre um cristão e um não-cristão, residia no fato de seguir Jesus, de acreditar nele como Messias, mas sem perder um único Shabat, sem ter sido circuncidado, sem nunca deixar de seguir o judaísmo. Naquela época, ser cristão era, também, ser judeu. No início, todos os cristãos eram judeus e que seguiam o judaísmo, incluindo Jesus.
Em Mateus, sua fonte, repito, Jesus disse que não veio para mudar a Lei judaica, mas para cumprí-la. Portanto, sua fonte nega o que vc afirma.
Mateus vers 17-20: “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para cumprir. Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo aconteça. Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar os outros, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus. Eu
vos digo: Se vossa justiça não for maior que a dos escribas e dos fariseus, não entrareis no Reino dos Céus”.
Jesus seguia o judaísmo. Portanto, além de judeu, seguia o judaísmo. Vc é quem especula, interpreta, chuta, escolhe de acordo com sua freguesia quando diz que Jesus era cristão. Além disso, tinha sim raiva dos fariseus, pois os expulsara do Reino antes mesmo de saber se estes queriam entrar. Até quem os seguia não era bem vindo no Reino. Além de tudo, Jesus demonstrou aqui ser preconceituoso. Tinha raiva dos fariseus e de antemão já não gostava de quem era amigo dos fariseus. Puro preconceito. O texto ainda comprova que Jesus entendia, que os fariseus é que não seguiam o judaísmo tal qual a Lei ordenava.
Sua fonte é ótima David. Um prato cheio para desconstruir toda e qualquer afirmação sua, pois sua fonte, a Bíblia, principalmente a traduzida, é um paiol de contradições. Ela só é rica nisso, em contradições. Continuemos…
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David
em 21 de outubro de 2009
Ademar,
O fato de existir a especulação de Jesus ter sido essênio não faz de sua menção um endosso, ou seja, evocar não é defender. Apenas fiz referência à hipótese em razão de vc ter afirmado peremptoriamente que Jesus não era essênio. E, a julgar pela suas reservas à credibilidade dos evangelistas, vc não deveria se aventurar a afirmar o que quer seja com relação a Jesus, uma vez que rejeita o corpo principal da biografia do mesmo. Seria o mesmo que eu querer tirar conclusões sobre a figura de Mardoqueu ao mesmo tempo que tomando a liberdade de reescrever trechos do Livro de Ester.
Ainda sobre especulações, vejo que mais uma vez vc foi incapaz de apresentar consistência de pensamento. A partir do nada, veio falando que Jesus teria de pertencer a uma determinada agremiação espiritual, seja enquanto saduceu, essênio ou fariseu. Fez mais, rotulou tais grupos como “classes sociais”(!). Ou seja, vc tirou uma conclusão sem o menor respaldo e ainda embaralhou conceitos. Quando questiono isso, vc vem e me diz que eu estou especulando (pelo simples fato de pedir a vc que fundamente a SUA teoria) e ainda, para tentar remendar o próprio chute, fala que todo mundo, em qualquer sociedade, pertence a alguma classe social (desajeitadamente acrescentando “por qualquer critério de classificação, religioso, econômico, racial, ETC”, na vã tentativa de equilibrar seu raciocínio em pé).
Ora, o fato de uma pessoa inevitavelmente estar integrada numa classe ou categoria social qualquer não equivale a demonstrar que qualquer israelita do tempo de Jesus se enquadrasse numa categoria específica político-religiosa ou mística como as dos saduceus, fariseus ou essênios. Jesus com certeza pertencia a uma classe SOCIAL, não necessariamente a uma vertente confessional. A menos que quem o afirme tenha elementos para o demonstrar. Vc tem?
Quanto à distinção entre judaísmo e cristianismo, continua sendo claríssima: não dietas, ritos ou datas, mas o papel de Jesus.
O que o seu Talmude fala de Jesus, Ademar?
Ok, não precisa responder, aliás, não responda. Ofenderia o sentimento religioso de muita gente, não é? Pois bem, já no cristianismo a imagem de Jesus melhora muito, pode-se dizer que as pessoas passam a considerá-lo divino, veja vc…
Quanto ao fato de ele e os demais primeiros cristãos terem sido judeus étnicos e culturais, o mesmo não tem o condão de remover a linha divisória que se criou a partir do momento em que adotaram um dogma, não acessório, mas central, ferozmente rejeitado pelo judaísmo oficial de então (oposição que perdura na atualidade), fazendo deles nada menos do que hereges aos olhos do mesmo. Pensar diferente seria, repito, como teimar em classificar Martinho Lutero como católico.
A sua estratégia de confundir e desconversar consiste em, uma vez que o cristianismo não contesta os dogmas anteriores do judaísmo, deduzir a partir daí que o cristão (na verdade, não apenas Jesus) é essencialmente judeu, com a ressalva de ser mais ou menos aculturado. Trata-se de enfoque malicioso, pois busca desconsiderar, de maneira um tanto sonsa, a já mencionada oposição do judaísmo ao dogma supremo do cristianismo (bastante rigorosa, diga-se), da qual resulta a efetiva distinção entre as crenças. E se a oposição judaica se consumou pela condenação proferida pelo Sinédrio, a distinção também ali ficou selada. Daí em diante, os cristãos, Jesus incluído, não mais podem ser reivindicados como judeus, pelo simples fato de terem sido estes últimos a os repelir, negando-lhes o reconhecimento enquanto legítimos, não apenas correligionários, mas mestres.
Percebe, Ademar? Vc só pode reivindicar Jesus como judeu se for para o aceitar como Messias e o coroar Rei dos Judeus, convertendo judaísmo em sinônimo de cristianismo. Do contrário, ele segue sendo o tão desrespeitado fundador da heresia cristã, o primeiro cristão, odiado detrator dos precursores do atual judaísmo rabínico, os fariseus.
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Adamastor
em 21 de outubro de 2009
Repito: o que importa é que o cristianismo é uma farsa. Nascimento virginal, resurreição, milagres… Tudo uma farsa!
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Ademar
em 21 de outubro de 2009
David,
Pelo que entendi vc não quer discutir nada com base em nada. Quando usei de argumentos que não estavam na Bíblia, mas com base nos costumes da época, ou seja, no que a história conta sobre como eram as sociedades daquela época, vc não aceitou. Entrei no seu universo, usando de forma tranquila a fonte na qual vc escolheu e atesta com sendo inequívoca, vc não aceita. Ora, fique falando sozinho. Vc não tem argumento nenhum, a não ser tentar rebater de forma esdrúxula o que comento.
Citei um texto da sua fonte, a Bíblia e vc nem sequer replicou. Sabe por que? Porque não tem argumento. Vc não discordou do que Jesus disse, portanto tem que considerar Jesus como judeu e seguidor do judaísmo. Eu não reescrevi o evangelho de Mateus, está lá. Leia.
Aonde foi que vc viu que classe religiosa, mística seja lá o que for não pode ser considerada uma classe social? Uma classe social pode ser classificado sob vários aspectos. O econômico é um deles. Eu hein?
Se vc não sabe, após a morte de Jesus, quem assumiu a liderança dos judeus que seguiam Jesus ( uma seita entre tantas que exsitiram àquela época) foi Tiago, irmão mais velho do mesmo. Pedro, a pedra, após ter negado o seu Rabino 3 vezes (fato que dizem ter sido profetizado de forma esplêndida por Jesus, como se ele não soubesse que para se condenar alguém eram necessárias 3 testemunhas), se escondeu envergonhado na região em que vivia. Depois do remorso ter passado, procurou Tiago para reforçar as pregações da nova seita, que no início só pregava aos judeus.
Essa separação entre judeus seguidores de Jesus e os cristãos de hoje só ocorreu através de Paulo. Sob a liderança de Tiago, dentro da Judeia, nem o batismo era usado. Os seguidores de Jesus continuavam usando os costumes e regras judaicos.
Paulo que era cidadão romano e judeu, viu que para massificar a doutrina de Jesus teria que abandonar rituais dolorosos e muito rígidos, pois os romanos não estavam acostumados com tanta rigidez religiosa. Só com Paulo é que surgiu o cristianismo que começou a se separar do judaísmo. Antes eram a mesma coisa, com interpretações diferentes de alguns aspectos.
Até a ceia da Páscoa que os cristãos acham que foi inventada por Jesus, é na verdade a ceia da Pessach, onde o pão ázimo e o vinho fazem parte. Ele não estava inventando nada novo. Estava repetindo um costume que ele seguiu durante toda sua vida. Seria a última vez e usou da mesma para dar um significado diferente, justamente porque sabia que tinha mexido num barril de pólvora e sua vida corria perigo. Aliás, todos sabiam.
Quem reivindicou Jesus como Rei foram seus seguidores judeus da época e Pilatos, que o coroou e crucificou intitulando de Rei dos Judeus para mostrar que seu líder estava morto.
Quem tenta confundir e desconversar não sou eu.
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Gilson
em 22 de outubro de 2009
Obrigado a todos vocês que fazem deste post um grande sucesso.
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Gilson
em 22 de outubro de 2009
Este artigo vai para a categoria “Artigos em Destaque”, no final da página de abertura do site.
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David
em 22 de outubro de 2009
Ademar,
Não força. Quem vê até pensa que vc contestou os Evangelhos argumentando com profundidade. Vc se resumiu a muito precariamente tentar negar que Pilatos tenha buscado inocentar Jesus ou que tenha lavado as mãos em gesto público após não conseguir. Dizer que lavar as mãos numa tal circunstância fosse costume judaico e que um estrangeiro, ainda que se dirigindo a judeus, não o faria “JAMAIS”, cá pra nós, foi uma tentativa que passou bem longe de ser convincente.
O que incomoda vc é o fato de querer caracterizar Roma como inimiga de Jesus e não ter elementos mínimos para isso.
Como vc gosta de se fazer de desentendido, retornemos ao seu “argumento” da classe social.
Qualquer um pertence a uma classe social. Mas nem todo mundo pertence a uma subdivisão religiosa específica, ainda que se decida considerar tais grupos como classes sociais, o que, a rigor, não são. Mas ainda que se aceite considerá-los assim, a pessoa em questão pode pertencer a uma outra classe social que não tenha tal perfil.
Seu “argumento”, ou melhor, chutaço, foi no sentido de que, na Judéia do tempo de Jesus, todo mundo necessariamente pertencia a uma “classe social” com perfil de filiação farisaica, saducéia ou essênia. Ou seja, para vc, não havia como nascer naquele tempo e naquele lugar sem pertencer a uma dessas agremiações. Eis a sua embromação exposta à luz, sustente-a se for capaz.
Próximo tópico: “Não vim abolir a lei, mas cumpri-la”. Jesus, de fato, não contestava os dogmas anteriores do judaísmo, bem como observava seus costumes. Isso, contudo, não é o bastante para o classificar como judeu, apenas seria caso o cristianismo não existisse, uma vez que o critério para se classificar algo sempre será o da maior proximidade. E o cristianismo, que não contesta os dogmas anteriores do judaísmo, adota-os e lhes atribui nova perspectiva ao identificar Jesus como o Messias, constituindo uma categoria nova e antagônica àquela da qual derivou. Uma categoria na qual Jesus se enquadra com perfeição, em oposição à do judaísmo, que o renega e onde só pode se encaixar como impostor ou herege.
Mas vcs sempre podem reclamar Jesus como judeu, Ademar. Desde que se disponham a rezar o Pai Nosso…
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joao pereira dos antos
em 22 de outubro de 2009
Ademar,
Deus sempre usa de artifícios humanos para fazer compreensíveis suas mensagens aos homens. Jesus sempre assemelhou o Reino de Deus a algo terreno. Dizia, por exemplo: “O reino de Deus é semelhante ao semeador… a dez virgens… ” etc. Deus disse: ” Pode uma mulher esquecer-se tanto do filho que cria…? Mas, ainda que esta se esquecesse, eu, todavia, me não esquecerei de ti.”
Ora, a mãe cria o filho no melhor regime disciplinar possível. No entanto, este ao tomar idade adulta passa a conhecer outros “mundos”, e, curiosamente vai se infiltrando neles, pois tem livre arbítrio, embora sendo recomendado a ter cuidado com as coisas de fora. Cai em desgraça devido sua própria escolha. Isso faz desmerecer o caráter daquela que o criou da forma mais perfeita possível?
Deus criou o homem perfeito, como tudo que ele fez o fez perfeito. No caso do homem que é dotado de inteligência, livre arbitrio, … você acha que Deus deveria tê-lo sob bitola e total controle para que este não viesse a errar? Só assim ele seria Deus perfeito?
Dentro da lei da liberdade quem faz o bem recebe o bem. Porém, quem faz o mal recebe o mal. Nada mais justo, não? Eu gosto que a coisa seja assim. Por que que alguém por adorar a Deus, respeitá-lo… deveria este impor ditadura sobre seus súditos. Graças a Deus por ele dar o livre arbítrio. Só para tratar com o homem ele usa de semelhanças humanas. Sabiamente ele faz isto de forma que o compreendemos. Infelizmente nós que ainda não somos perfeitos é que erramos e sofremos as misérias pelos nossos erros.
Uma coisa interessante: Deus criou os rios, os mares, as florestas… tudo de forma perfeita cada coisa para o seu devido fim. O homem vai lá contamina as águas, promove desmatamento… aí o universo sofre. Pelo que você dá a entender Deus por ser perfeito deveria cuidar disso e não deixar nada errado acontecer. Só assim ele seria para você Deus e perfeito, não é?
Mas, meu caro Ademar, Deus é perfeito em toda sua “essência”. Ainda que suas obras que no principio foram entregues ao homem para cuidar delas, mas este infelizmente pecou e deturpou quase tudo, ele é sempiternamente perfeito.
Alguem sumamente inteligente projeta a construção de um prédio, ao inaugurá-lo entrega as chaves sob cuidados de uma pessoa sob as mais largas recomendaçoes. Essa pessoa por um desvio de conduta deixa o prédio em desmazelo e dentro de algum tempo aquela obra perfeita sofre deterioração. Ora, por favor, o criador do projeto e execução do prédio deixará de ostentar sua sapiência e perfeição devido o ocorrido à sua obra?
Deus, por amor incomparável, enviou Seu Filho Jesus para salvação de todo quele que crê. E esses, os que crêem, gozam dos benefícios eternos. No entanto, aquele que não crê sofre as desgraças provocadas pelos seus atos de desobediência a Deus. Deus não tem culpa dos atos errados do homem! Deus ama o homem mesmo quando este erra. Tanto que está escrito: “Deus não tem prazer na morte do ímpio…” Mas por justiça o erro que o homem comete traz consigo a paga. Se é assim com o homem, mal por mal e bem por bem, por que que com Deus que usa semelhanças humanas para compreensão do homem, seria diferente? Deus é perfeito e eu devo procurar ao máximo alcançar a perfeição. Foi para isto que Cristo veio… e logo estaremos para sempre no reino de Deus… ao voltar o nosso Senhor Jesus.
Abraços.
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Ademar
em 22 de outubro de 2009
David é engraçado, não entendeu o eu que disse. No início do cristianismo, os judeus continuaram a ser judeus mesmo seguindo Jesus. Com Paulo foi que houve a mudança e este nem conheceu Jesus ( mais telefone sem fio), modificando e muito as ideias de Jesus sobre o judaísmo. Na verdade, David, se vc ainda não entendeu e não precisa se aprofundar muito para enxergar, Jesus não era contra o judaísmo, mas repito contra a interpretação de grupos judeus sobre o judaísmo que ele mesmo seguia. Na visão de Jesus, o judaísmo não estava errado, fica claro em suas palavras, mas alguns judeus é que estavam errados. Isso não transforma Jesus num cristão, mas num judeu que queria, na visão dele, melhorar a sua religião, o judaísmo.
Acho que meu “chute”, que vc teima em dizer, o que não concordo, tem tudo pra ser correto, Jesus se não era o inimigo número 1 de Roma, era mais um entre milhares que Roma crucificou sem dar a mínima pra ele. É muito pouco provável que Roma se preocupasse em condenar alguém sem ser culpado. A cena de Pilatos é tão dantesca, que passa-se a impressão de que o famigerado governador romano era complacente e educado, até quem sabe bonzinho. É interessante essa visão. Dá vontade de rir.
Se vc não percebe, à luz da visão cristã, Pilatos manteve Jesus preso, deu a ordem para o açoite, mandou crucificá-lo, humilhando-o com coroa e uma inscrição tão lacônica quanto simbólica e os culpados são só os judeus, ou melhor todo o povo judeu e que deve pagar por isso até hoje. Não seja ingênuo, os evangelhos de forma proposital, escritos muito tempo depois da morte de Jesus, não esconderam a sincronia com o Grande Dominador. Imagine, um relato frontal, direto, acusando Roma de ter sido o assassino de Jesus. A inscrição foi o cala boca dos seguidores de Jesus que não tiveram a coragem de tornar cúmplice da morte de seu líder, quem diretamente o condenou, Roma.
Nenhum judeu reclama Yeshua Ben Yossef como judeu, ele simplesmente o era. Os cristãos é que reclamam ele como cristão. Cristãos são os seus seguidores. A propósito, Abraão era judeu? Não, não era, mas seus seguidores sim. Entendeu?
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Ademar
em 22 de outubro de 2009
Caro João, não tenho intenção nenhuma em demovê-lo de sua fé. Até porque não tenho esse direito, mas em contrapartida, vc não tem o direito, pelo menos numa sociedade laica como a nossa em maldizer os que não acreditam no que vc acredita. Nenhum agnóstico ou ateu sofre mais porque não acredita em algo sobrenatural, não se sente depressivo, vazio, nem se preocupa com a iniquidade divina. Aliás, não se preocupa com a existência de Deus, apenas contesta a forma de enxergar uma provável divindade que teria criado tudo.
Esse ser estranho que como se diz, dá e tira a vida da forma que lhe convier; que nos criou perfeitos, mas a inteligência nos tirou a perfeição, pois surgiu o livre arbítrio, e pelo que entendi, o homem ficou burro, pois quando recebeu a tal liberdade de arbitrar sobre suas ações começou a fazer um monte de besteira digna dos 3 patetas, ou era burro quando não tinha o livre arbítrio? Eu sinceramente não entendi essa lógica: Deus criou o homem perfeito, portanto não cometia erros; ele começou a cometer erros quando recebeu o livre arbítrio, ou seja a inteligência segundo vc. Portanto Deus criou um ser perfeito e burro, mas que quando ficou inteligente começou a cometer sandices. Não entendi!! O homem é perfeito ou é inteligente?
Falando sobre o Filho de Deus, eu não mandaria meu filho pra sofrer e morrer na mão de ninguém, nem de outro filho meu e não confiaria em ninguém que o fizesse. Se Deus existe mesmo, eu não confio nele. Talvez seja por isso, que ele tenha dado o tal livre arbítrio para nós, para que pudéssemos cometer absurdos, que transforma Ele num Ser não muito confiável. O livre arbítrio não é uma benção , mas uma maldição que colocou o homem num caminho sem volta. Por mais que tente nunca será perfeito, pois segundo vc ninguém se iguala a Deus, apesar de sermos semelhantes à Ele. Vá entender isso? Vc diz que Deus usa artifícios para que o homem entenda, mas sinto muito, não é através do entendimento que Deus parece querer que cheguemos até Ele, mas apenas através da fé, ou seja, não precisa entender nada.
Pela lógica dá pra concluir: Deus era bom pois criou o homem perfeito, mas passou a ser justo depois que lhe deu o livre arbítrio. É isso? Se for assim, é como eu disse, Ele não pode amar e ser justo ao mesmo tempo.
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David
em 23 de outubro de 2009
Ademar,
Não adianta insistir em detalhar o que Pilatos mandou fazer com Jesus. Ele não teve opção, estava no cumprimento de suas atribuições, e é claro que não iria comprar uma briga com a teocrática elite judaica (ainda mais no barril de pólvora que era a Judéia ocupada) só para salvar a pele de um acusado contra o qual não tinha nada. Pilatos não era mocinho de película de roteiro barato, e, sim, uma autoridade pragmática. Sabia que peitar o Sinédrio num assunto interno que era tão caro ao mesmo teria graves consequências, desestabilizando ainda mais sua relação com os nativos, e não precisava de mais esse problema. Queriam Jesus, ele lhes deu Jesus. Sua preocupação era manter a ordem e assegurar sua própria carreira.
De forma geral, Ademar, essa sua obstinação no sentido de que Roma tem que ser responsabilizada a qualquer custo sob pena de estigmatizar “todo o povo judeu” não se justifica. Tratou-se de claro acerto de contas entre os”sábios” do pedaço e um detrator que os desafiava. Não insista em usar o resto do povo como cortina de fumaça para esconder os primeiros.
Outro grande favor seria vc não me forçar a repetir a mesma coisa uma porção de vezes. Imagino que seja uma técnica de guerrilha psicológica que vc usa para minar pelo cansaço, mas subestimar seus interlocutores dessa forma não há de o levar muito longe. O fato é que vc, mesmo eu já tendo salientado por duas vezes que Jesus não era contra o judaísmo, inverteu essa minha afirmação sem o menor constrangimento, naturalmente para faturar uma “contra-argumentação” de colher. Assim é moleza debater: o outro fala uma coisa, vc inverte e rebate no ângulo que desejar.
Mas então, repetindo pela terceira vez para vc: Jesus não era contra o judaísmo. “Não vim para mudar a Lei…”, até aí perfeito, tudo bem. Mas a recíproca não é verdadeira, o judaísmo era (e não me consta que tenha deixado de ser) contra Jesus. Este só é admissível em seu seio enquanto impostor, apóstata digno de ser executado. Ou seja, Jesus não pode ser considerado sócio, pois foi rejeitado pelo clube. Ademais, partindo do princípio de que a identidade religiosa de alguém seja ditada pelo que acredita, e não pelo seu sangue ou criação, procedamos a uma analogia matemática simples.
Velho Testamento = Judaísmo
Velho Testamento + Talmude = Judaísmo Rabínico
Velho Testamento + crença em Jesus como sendo o Messias/Cristo = Cristianismo
Qualquer um sabe perfeitamente qual das equações acima melhor demonstra as convicções de Jesus. E não era só ele que aceitava o Velho Testamento. Todo cristão segue aceitando. O que não autoriza ninguém a classificar cristãos como judeus. Afinal, o dogma central dos cristãos é blasfêmia para os judeus, confere, Ademar?
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David
em 23 de outubro de 2009
Ademar,
Vc realmente é engraçadíssimo. Reivindica Jesus para os judeus com tanta gana que até já se dispõe a abrir mão de ninguém menos que o próprio ABRAÃO, fundador do judaísmo. Não me diga que vc quer classificar o pai do monoteísmo hebraico como pagão em função de suas origens… Ou então está fazendo jogo de palavras com o fato de os judeus da época serem chamados de hebreus. Em todo caso, Abraão selou a aliança com Jeová, fundou o clube – vai ser difícil vc conseguir proibi-lo de entrar.
E quem mais vc oferece em troca de Jesus? Isaac? Vai querer dizer que o judaísmo começou em Jacó? Só porque ele tomou a frente de Esaú (e dos amalecitas) para herdar a benção do patriarca? Não vejo como tal passagem possa ter tido o efeito de relegar Abraão ao limbo da indefinição religiosa. Tem coisas, Ademar, que só mesmo a extrema vontade de distorcer para explicar.
Só falta agora vc dizer que Maomé não era muçulmano ou que Lutero não era protestante…
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Ademar
em 23 de outubro de 2009
David, agora vc deixou mais claro sobre o papel de Jesus dentro do judaísmo e do cristianismo. Existem, entretanto, algumas diferenças entre Abraão, Jesus, Maomé e Lutero. Vejamos: Abraão de Ur, criou uma nova religião e até um novo povo; Jesus não criou uma nova religião, seus seguidores fora da Judeia sim; Maomé criou uma nova religião; Lutero não criou outra religião, mas um cristianismo diferente. Entre esses, talvez Lutero se aproxime de Jesus, nesse sentido, pois ele rompeu com a cúpula católica, pois achava que esta não seguia o cristianismo de forma correta. Jesus, fez a mesma coisa, só não fundou outra religião.
Abrão era pagão, virou hebreu, mudou até de nome. Abraão passou a ser conhecido como hebreu e deu início ao judaísmo, abandonando o passado.
Jesus (Yeshua Ben Yossef), era judeu, continuou judeu e morreu como judeu (estava lá: INRI). Ele não morreu como cristão, nem por ser cristão, mas por ser um judeu que desafiava a elite. Ninguém o chamava de cristão. Ele não abandonou o judaísmo. Se os seguidores de Jesus não tivessem saído da Judeia, esse cristianismo que vc conhece hoje, jamais teria existido. Tiago não queria pregar fora da Judeia. Pedro foi quem convenceu este a permitir Paulo pregar fora da Judeia. Por isso, Pedro é tido como mais importante que Tiago para os cristãos atuais. E o cristianismo de hoje, se deve a luta de Paulo e ao poder de Constantino. Temos portanto, já muitas diferenças entre o cristianismo de hoje e o do início, à época de Jesus. Jesus não mudou nem a forma de chamar Deus. Chamava-o de Adonai (Senhor), principalmente quando ia nas sinagogas aos sábados (Shabat) ler Isaías, esse sim seu profeta inspirador. Num desses sábados ele leu “Isaías 61″. Veja o que estava escrito em Isaías 61-1,2: “O espírito do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos;
2 A apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes;” Veja o que está escrito em “Lucas 4-18,19″, que faz referência ao que Jesus leu na sinagoga: “O Espírito do Senhor é sobre mim, Pois que me ungiu para evangelizar os pobres. Enviou-me a curar os quebrantados do coração,
19 A pregar liberdade aos cativos, E restauração da vista aos cegos, A por em liberdade os oprimidos, A anunciar o ano aceitável do Senhor.”
Quanta diferença não? Pois é David, Jesus não leu o que Lucas afirma. Entre outras, a palavra vingança foi removida. Percebeu a diferença? Jesus era judeu porque seguia Isaías, inclusive o tinha como inspirador e os que escreveram o evangelho de Lucas, que ninguém sabe quem foi, eram os seguidores de Jesus. Essa tradução em português foi feita baseada na Vulgata, onde hoje São Jerônimo, com certeza não morreu tranquilo sabendo do que fez com a Bíblia cristã. Jesus lia a Torá, aliás nunca ditou um livro.
Maomé, era pagão e criou o islamismo, baseado em tradições pagãs, judaicas e cristãs. Maomé, analfabeto, recitou o Corão.
Lutero escreveu as famosas teses, que tinha o objetivo claro de reformar a igreja.
Quanta diferença…
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David
em 24 de outubro de 2009
Ademar,
O detalhe de Jesus e seus seguidores não serem chamados de “cristãos” é irrelevante. Tudo que vc usou a título de argumentação só ilustra que os primeiros cristãos ainda estavam inteiramente judaizados (por razões óbvias), embora já aceitassem um dogma de tal relevância que sua religião já não mais poderia ser confundida com a dos demais judeus étnicos. Esse novo grupo acreditava num desdobramento do judaísmo que nada mais era que o próprio cristianismo, a crença em Jesus como o Messias prometido por Jeová. Já não mais se trata do mesmo CONTEÚDO, independentemente da inicial preservação de sua FORMA, houve acréscimo de natureza fundamental. O advento de uma figura como o messias automaticamente transforma judaísmo em cristianismo, pois fica-se diante de algo incontornavelmente revolucionário no que tange à perspectiva da tradição anterior, não havendo confusão possível. E uma vez que Jesus morreu reivindicando ser o Messias, é ridículo tentar excluí-lo do novo grupo pós-judaico.
Se vc preferir, pode dizer que Jesus ditou seus termos para seguir pertencendo ao judaísmo, e recebeu um não por resposta. Por isso vcs não são legítimos para o reivindicar a não ser que aceitem aquela oferecida condição – sua renúncia a Abraão não ajudando em nada.
Eis que a crença de Jesus, a crença cristã, sobreviveu, e a despeito da adesão ou não de estrangeiros. O fato de ter sido Paulo de Tarso a converter os gentios não altera o fato central: a vinda e confrontação do prometido Messias com aqueles que devem decidir se o reconhecem ou não.
Quanto à analogia com Lutero, esta se sustenta muito bem, pois assim como Jesus, ele não mais pode ser classificado com base em suas origens. Igualmente, o paganismo do qual saíram Abraão e Maomé não altera o fato de que o primeiro foi monoteísta hebreu (judeu) e o segundo muçulmano, bem como o judaísmo de criação de Jesus não o impediu de se tornar o primeiro a acreditar ser ele mesmo o Messias, por conseguinte, o mais pleno e perfeito dos cristãos. Volto a lembrá-lo que os adeptos posteriores dessa religião continuam aceitando a mesma lei que Jesus não veio para mudar. Responda-me, enfim: vc os chamaria de judeus por isso?
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Ademar
em 24 de outubro de 2009
Não David, os cristãos de hoje não são judeus étnicos. Mas, um cristão pode se converter ao judaísmo. Ser judeu não quer dizer obrigatoriamente que este deve seguir o judaísmo. Tem judeu ateu, agnóstico, praticante e tem até messiânico, que é o que continua judeu, mas acredita em Jesus como Messias, muito comum nos EUA. Seria esse o judeu que seguiu Jesus à época.
A propósito, os primeiros cristãos não estavam judaizados, eles eram judeus. Vc pode dizer que eles não estavam cristianizados totalmente. Ou seja, ainda não eram cristãos de verdade, pois não haviam abandonado as práticas judaicas. Estou falando dos que se encontravam na Judeia. Os fora da Judeia, estes sim provavelmente quando não tinham tido nenhum contato com o judaísmo. E aqui vai mais uma adição à essa mistureba, os cristãos de Roma, mantiveram muitas das tradições pagãs dos deuses romanos. Inúmeras passagens cristãs, imagens altamente simbólicas demonstram o quanto o cristianismo de Paulo se distanciava do de Jesus da Judeia, como por exemplo o culto à Ísis.
O cristiansimo atual, tem a base do judaísmo que Jesus seguia, com algumas modificações que foram transformadas em dogmas pelos seus seguidores, não por ele; tem uma adaptação de Paulo, que aqui sim começa este cristianismo a tomar a forma que tem hoje, a tal ponto de poder se dizer que é um “Paulinismo” ( Jesus nunca mandou seus seguidores saírem batizando ninguém, para segui-lo bastava abandonar a família; pessoa boa não? desagregava as famílias da época) ; recebeu todas as influências possíveis dos credos pagãos romanos, para poder ser aceito mais facilmente; foi estatizada por Constantino e modificada por Jerônimo, o que virou santo; além de sofrer forte influência grecoromana, nas cabeças de Tomás de Aquino e Agostinho.
Esse é o cristianismo de hoje. Se vc ver ficou pouco do que Jesus realmente quis dizer. Sobrou a interpretação, vezes original outras nem tanto dos cristãos que sucederam ao na época judeu, hoje tido como cristão, inclusive por vc, Yeshua Ben Yossef, que muitos chamam de Jesus Cristo.
Continuando, o messianismo é base da religião judaica, que dizia ser o Messias, um homem, não um Deus. Se vc não sabe, Jesus só foi considerado oficialmente como Filho de Deus e o próprio Deus na época de Constantino, 300 anos depois do judeu que se intitulava o Massiach, como tantos à época. Os primeiros apóstolos não enxergavam Jesus como um Deus, mas como um homem que viera para salvar Israel da dominação de Roma.
Sobre a oração do Pai Nosso, parece-me que a original é um tanto quanto diferente da que se reza hoje.
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David
em 25 de outubro de 2009
Ademar,
Não me diga que classificaria Abraão como gentio por ele não ser “filho de mãe judia”. Pois bem, assim como houve pagãos “pré-judeus” (como os ascendentes de Abraão), também houve (e, eventualmente, continuarão a surgir) pós-judeus de outras vertentes confessionais. Aliás, percebe a sua contradição? Vc excluiu o “ex-pagão” em linha ascendente, mas não admite abrir mão do cristão em linha descendente, ou seja, sua aplicação do critério etnocêntrico de classificação religiosa acaba se revelando arbitrária. A se considerar por ele, vc deveria reivindicar toda a linhagem ascendente até Adão.
Mas o negócio é que o critério racial é furado, por mais precioso que seja ao ideário de tribo inerente ao judaísmo. Raça é predestinação inevitável, religião é busca interior, jornada pessoal, especialmente quando a pessoa em questão funda uma nova. Para aprisionar Jesus na anterior e incompleta categoria do judaísmo, vc precisaria desconsiderar todas as escolhas que o conduziram ao martírio. Não importa se, ao fim desse calvário, a palavra usada para a nova categoria será cristianismo, messianismo (idéia sinônima) ou “paulinismo”. Não importa a origem étnica de quem veio se juntar a ela. Inegável é que um elemento vital não contemplado pela velha categoria é requerido para que se proceda à correta, e COMPLETA, classificação.
As discrepâncias internas do cristianismo, sua multiplicidade de subcategorias, bem como a não-adoção de certos costumes judaicos observados por Jesus, são desdobramentos naturais da formação de um novo credo. Não alteram o fato central que opõe tal credo ao judaísmo: o reconhecimento da transição da relação entre Deus e o Homem – não mais de promessa, agora de cumprimento e consumação da Aliança.
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David
em 25 de outubro de 2009
E esqueça a tão bem sepultada Roma pagã.
“A César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, eis a resposta de Jesus a quem o interpelava com respeito a Roma. Jesus não era nacionalista, muito menos líder caudilho, como todos seus seguidores sempre souberam. Seu chamado aos adeptos do judaísmo não era para a rebelião ou revolução, mas para a EVOLUÇÃO.
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Ademar
em 25 de outubro de 2009
David,
Está lá na Bíblia que Abraão era um Caldeu e que rompeu com os preceitos religiosos fundamentais da religião que seu povo seguia. Inclusive, ele mesmo, por necessidade ou não, saiu da sua região o que aumentou ainda mais esse distanciamento do que ele seguia e do que queria seguir. Rompeu com um preceito importantíssimo: qual Deus seguir. Mesmo que ele tenha seguido um dos Deuses que já faziam parte do politeísmo no qual estava inserido, rompeu de forma direta com os outros e seguiu apenas um. Jesus não fez isso. Continuava chamando D’us de Adonai e não pronunciava Seu nome porque seguia literalmente a Lei. Os cristãos muito sabidos omitiram isso e passaram a dizer que Jesus não se reportava à D’us usando Seu nome porque ele, Jesus, não seguia o D’us de Israel. Muito sabidos os cristãos. Portanto, Abraão era um gentio, mas para os judeus ele é um judeu. Jesus era um judeu, mas só para os cristãos ele é um cristão. Entendeu? Se existisse alguma civilização que rivalizasse religiosamente e disputasse a origem de Abraão aconteceria a mesma coisa em relação ao que ocorre com Jesus. Para um judeu, Jesus era judeu, para os cristãos ele é um cristão. Se vc não é nenhum nem outro, escolha o que quiser.
Veja David, é normal essa ansiedade, esse desejo de querer ter Jesus como um cristão. Vc repete o mesmo anseio dos cristãos. Como vc e eles o querem de todas as formas como cristão, ficam usando frases que poderiam ser interpretadas além do caminho pelo qual os cristãos as levam.
Não estou refutando o fato dos seguidores de Jesus terem usado seu Mestre como instrumento, inspiração para criar uma nova religião. Estou simplesmente dizendo que Jesus não fez isso, não teve intenção disso, nem sequer criou um nome para isso. Jesus não teve a intenção, o objetivo de criar, fundar uma nova religião.
Vc se baseia apenas no cânone para definir Jesus. E os outros evangelhos, os apócrifos? Se vc não os considera, vc é cristão e por isso está longe de entender que Jesus realmente não era um cristão. Se não veja o que Jesus disse em:
Tomé sentença 27 – “Se não jejuarem do mundo, vocês não encontrarão o Reino. Se não observarem o sabá como sabá não verão o Pai.” Judeu mesmo.
Tomé sentença 30: ” Onde há 3 divindades, elas são divinas. Onde há 2 ou uma estou com esta.” Controverso não?
Tomé sent. 16: ” Talvez as pessoas julguem que vim para impor paz ao mundo. Não sabem que vim para impor conflitos sobre a terra: fogo, espada, guerra. Pois haverá 5 em uma casa: haverá 3 contra 2 e 2 contra 3, pai contra filho e filho contra pai e permanecerão sozinhos.” Em Mateus também há essa passagem. Por que então esse evangelho não foi considerado pela elite clerical cristã da época? Sabe por que? Porque, Constantino no Concílio de Niceia quis impor o seu cristianismo, um cristianismo de cima pra baixo, distante do povo que Jesus tanto buscava. Constantino criou mais um cristianismo, o católico, altamente hierarquizado, que pelo que parece Jesus não buscava isso. O cristianismo de Niceia não era o de Jesus, ou o era muito, mas muito INCOMPLETAMENTE. Além disso, Jesus aprovaria o que esse imperador sabido e assassino fez com os cristãos que não quiseram seguir suas novas normas? Vc sabe o que Constantino fez aos seguidores de Tomé e os seguidores dos outros evangelhos apócrifos que efervesciam na antiga e inesquecível Roma?
Pra terminar, veja o que Jesus disse para seus discípulos quando lhe perguntaram: Tomé sent.12: ” Sabemos que você nos deixará. Quem será nosso líder?” Jesus lhes disse: ” Não importam onde estiverem, procurarão Tiago, o Justo, em consideração de quem foram criados o céu e a terra.” Para Jesus aqui, Pedro não era a pedra fundadora do que quer que seja. Tiago era o mais importante. Os cristãos mudaram isso. Os cristãos gentios, que não conheceram Jesus. Os que modificaram a Bíblia, os mesmos que fizeram vc acreditar que Jesus era cristão.
Só em Antióquia, vários anos depois da morte de Jesus é que surgiu a primeira comunidade cristã de fato. E não eram judeus.
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joao pereira dos antos
em 25 de outubro de 2009
Ademar,
Haverá um momento em que vc vai entender que deixar de crer no Deus todo poderoso Criador e Grande Arquiteto do Universo que desde o céu contempla esse imenso universo foi a maior burrada da sua vida. Porém poderá ser tarde demais para uma reconciliação com Ele. Por isso rogo a Deus para que em tempo vc, assim como muitos que pensavam como vc já se converteram a Deus por meio do Seu Filho Jesus e isto por apreciar a Bíblia e o poder das palavras contidas nela, possa passar pelo maior milagre ja realizado neste planeta que é a salvação em Cristo para que fique impune no dia do juizo final que crendo o homem ou não há vir sobre toda a terra. Leia a Bíblia e tente enteder a mensagem que nela contém, cuja mensagem homem algum pelos seus proprios esforços jamais conseguiria transmitir. Que homem escreveria mensagem com o poder de transformaçao tão grande capaz de mudar milhões de vidas para o bem? Pense nisto! Abraço.
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Eduardo Vieira da Silva
em 27 de outubro de 2009
Não entendi. Fracasso de Jesus? Onde? Se pra convencer de que Jesus teve fracasso é preciso de sofismas e falácias são porque sem mentiras não tem como convencer ninguém de que teve fracasso.
Pra começar, em Mateus 16 não está falando da segunda vinda de Jesus aqui na Terra não.
Veja o versículo na integra:
´´ Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino.“ (Mateus 13:28)
Veja agora em João 18:36: ´´Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo…“
Em 2 Coríntios 12: 2, Paulo, que se encontrava em Jerusalém, quando Jesus disse em Mateus 13:28, disse: ´´Conheço um homem em Cristo que, há catorze anos, foi arrebatado até ao terceiro céu…“ e em 2 Coríntios 12:4: ´´foi arrebatado ao paraíso e ouviu …“
Então São Paulo viu Jesus (Filho do Homem) no seu Reino, que não é aqui na Terra, pois, o próprio Jesus disse que o seu reino não é aqui… então… só pode ser no paraíso; por isso, São Paulo sabe que alguém viu o Reino de Jesus.
Por isso, se cumpriu às palavras de Jesus.
Agora, a segunda vinda de Jesus aqui na Terra é bem diferente de ver Jesus no seu Reino.
Sobre a segunda vinda de Jesus, Isaac Newton, ao ler a bíblia, disse que não acontecerá antes do ano 2070. Quer dizer, pode ser 2071 como pode ser 3000, 4000 ou mais, só que não pode ser antes de 2070, pois, antes dessa data, não tinha como acontecer todas as profecias narradas na bíblia.
Isaac Newton, além de ser um cientista muito inteligente e culto, conhecia bem a bíblia e procurava ter uma intimidade grande com Deus; por isso, assim como ele, quem lê a bíblia com boa capacidade de compreensão, sabe que ela não dá margem para ter a interpretação que foi exposta nesse post.
Este post faz uma mistura do reino de Jesus com a vinda de Jesus e mais outras confusões. Estou vendo que a Bíblia não é da área do seu Gilson Gondim. Além do mais, pegou muitos dizeres de outras pessoas que não conhecem nada da Bíblia.
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joao pereira dos antos
em 27 de outubro de 2009
Olá Eduardo Vieira da Silva,
Saudações cristãs.
Gostei do seu comentário sobre Jesus ter dito que alguns que ali estavam não morreriam sem antes ter visto Ele no Seu reino. Se posso, gostaria de citar um outro texto que mostra “Jesus no Seu reino” e não vindo em glória e magestade literalmente como ocorrerá no dia que aguardamos. É o texto de Mateus 17:1-2. Tratou-se da transfiguração de Jesus diante de Pedro, Tiago e João. De fato eles viram Jesus glorificado no Seu reino. De fato o que Jesus falou neste aspécto tambem se cumpriu. Jesus não fracassou em nada como pensa o sr Gilson.
Agora gostaria que você me desse alguns detalhes sobre o fato de afirmar que Jesus não pode voltar antes de 2070. Se puder mande alguma coisa por email joao-santos777@hotmail.com.
Abraço.
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joao pereira dos antos
em 27 de outubro de 2009
Ademar,
Ao invés de citar “Tomé senteça 30, 70″ para colocar em controvésia a divindade, por que não ler, por exemplo, João 10:30 “Eu e o Pai somos um.” Vemos aí duas pessoas em uma divindade. “E eu (Jesus) rogarei ao Pai(Deus) e ele vos dará outro (O Espírito Santo) Consolador que fique convosco para sempre.” João 14:16. Vemos aí três pessoas em uma divindade. Na Bíblia não há controversia. É só lê-la e deixar se envolver por sua inspiração.
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Gilson
em 27 de outubro de 2009
O Fracasso do Jesus Profeta está dando o que falar.
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Ademar
em 28 de outubro de 2009
João Pereira,
Qualquer divindade por si só já é controvertida. Primeiro, ninguém vê, ninguém ouve (quem diz que ouve a voz de qualquer Deus, tem que ir ao psiquiatra, pode ser esquizofrenia), ninguém sente o cheiro, ninguém pega. Já por isso, o que dizem ser Deus, pode ser qualquer outra coisa. A Bíblia é controversa. Essa e qualquer outra discussão comprova isso. Se não fosse, ninguém discordaria. Os próprios cristãos não se entendem. Um versículo não suplanta os outros, muito pelo contrário, só aumenta o controverso.
Não há dúvida de que as pessoas que conviviam com Jesus, tinham plena certeza de que Ele retornaria ainda naquela época. O que foi escrito depois de sua morte e portanto, já fora do contexto do período em que estava vivo, muda a ideia do tempo em que Ele poderia voltar, justamente porque Jesus não voltou no período em que estavam aguardando. Aí meu caro, ficou mais difícil prever quando isso aconteceria. Para não ficarem errando o tempo todo, pois deixou de ser uma certeza e passou a ser adivinhação, até Isaac Newton deu um chute tremendo. Mas deu um chute tão grande e tão impreciso, que os cristãos vão cansar e não vão ver Jesus aqui na Terra.
A propósito, em Mateus 13:28 não está escrito: “Em verdade vos digo que alguns há, dos que aqui se encontram, que de maneira nenhuma passarão pela morte até que vejam vir o Filho do Homem no seu reino.”; mas sim Mateus 13:28:” E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?.” Sinto, mas Eduardo Vieira “viajou na maionese”. Ele mesmo está se controvertendo. Mas, dá pra entender, é tanta controvérsia na Bíblia, que até mesmo quem disse que entende dela, não entende é nada.
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joao pereira dos antos
em 29 de outubro de 2009
Ademar,
Quando você cita a Bíblia referindo-se a Jesus e seus seguidores que esperavam a volta de Jesus para sua época, ou seja, que Jesus deveria voltar naqueles dias, mesmo sem querer, já que você a cita, deixa claro e evidente que de algum modo você acredita na Bíblia, em Jesus como verdadeiro e não falso como diz o Gilson de quem parece que você é aliado, e em Seus discípulos. Bom, já que você crê nos dizeres de Jesus e os cita, deveria crer no que ele disse aos discípulos: “Porém daquele dia e hora ninguem sabe, nem os anjos dos céus, nem o Filho, mas unicamente meu Pai.” Mt 24:36.
Por isso meu caro nós O aguardamos preparados para não sermos apanhados de surpresa.
Sabe por que Ele não veio ainda? Porque há muitas pessoas para serem alcançadas por Sua poderosa mensagem. Mas não se preocupe quando Sua mensagem estiver alcançado a todas as pessoas em todos os recantos da terra, então Ele virá.
E para você um recado dele: “Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor.”
Cuide-se meu caro porque você vai ter que enfrentá-lo uma hora dessas, queira você ou não.
[Responder]
Ademar
em 29 de outubro de 2009
Caro João, não sou aliado do Gilson, me considero amigo dele, mas não concordo com muito de seus argumentos, entretanto, quando se trata de religião, temos alguns pensamentos em comum. Apesar disso, quando disse que os discípulos de Jesus estavam esperando a vinda de Jesus já naquele período, o que de fato não aconteceu, foi justamente para concordar com Gilson com relação ao não cumprimento da promessa de Jesus. Ou seja, o Jesus profeta fracassou. Disse que viria, mas não apareceu e não virá nunca. Ele está morto. Foi “desenterrado” e enterrado em outro lugar para dizer que ressuscitou. Essa é a minha versão, pois não acredito nessa história. Não haverá enfrentamento algum, apenas na imaginação das pessoas. Que por sinal, é o que o homem mais tem de fértil, é a sua imaginação.
Não tenho medo de pessoas que já morreram, não existe espírito, alma ou o que for. Não tenho medo nem dos vivos, quanto mais dos mortos. Pela lógica cristã, só quem será punido é quem crê em Jesus e não segue seus mandamentos. Como não acredito nele, estou fora da punição. No máximo uma advertência. A jurisdição dele e a sua não vai além do cristianismo. Se passarem desse limite, serão acusados de criminosos. Se não me engano, tem um passagem do evangelho na qual Jesus diz pra um de seus discípulos os que não querem não são obrigados a segui-lo. Eles teriam o direito de escolher outra crença.
Minha crença é na vida, na Terra, no Sol, em nosso protetor Júpiter, o planeta, que atrai a maioria dos cometas e asteroides que passam pelo sistema solar. O Sol e a Lua nos dá a vida e Júpiter nos proteje. Além disso, acredito nas pessoas nas quais confio. Posso ser enganado, abandonado por elas é verdade, mas Deus já abandonou milhares de pessoas, quando estas imploraram por Sua ajuda.
Na verdade, não enfrento o desconhecido, apenas o deixo transparecer. Se fizermos uma análise, é mais provável que Deus não exista e mais ainda que Jesus nunca volte.
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joao pereira dos antos
em 30 de outubro de 2009
Ademar,
Você julga que vivemos meras imaginações pelo fato de crermos em algo tão profundo e espiritual que é a palavra de Deus. Você desconsidera milhões de pessoas de todos os níveis sociais e intelectuais que em todo o mundo crêem na existência da divindade espiritual no céu, o Deus Criador de todo esse universo. No entanto, você se ilude crendo em vãs filosofias que alguem lhe passou; apega-se a teorias sobre astros, cometas e planetas… só que um dia você verá que por trás dessas obras criadas há o Criador que as colocou nesse imenso universo muitas vezes enexplicado até mesmo pelos mais renomados cientistas que já existiram ou existem. Você pode até não querer admitir, pois afinal tem que sustentar arrogantemente suas teses, mas, os mais renomados cientistas admitem (embora não sabendo explicar porque isto não é para eles) que há por trás de tudo uma força ou algo que mantém todos esses “mistérios.” Só precisam crer, mas isto não é materia para pesquisas em laboratórios, e sim pelos fenômenos espirituais, que o que está por trás é DEUS O CRIADOR.
Veja acima que você diz que não será punido pelo Rei dos reis JESUS no dia em que ele voltar como Juiz sobre toda a terra pelo fato de não crer nele. Por isso se julga excluido de tal punição. Mas você admite que possa haver no máximo uma advertência. Ora, se você admite uma advertência admite aquele que vai advertir, e no contexto dos seus próprios argumentos esse é JESUS.
Ademar, você cita Jesus e textos da Bíblia. Isto, mesmo que vc não perceba porque está cegado por muitas imaginações filosóficas, é um indício de que vc crê. Sabe por que? É impossível que o ser humano negue de todo a existência de Deus no céu contemplando suas criaturas aqui. A Bíblia e diversos historiadores e arqueólogos dão precisão de que de fato o Mesias, nosso querido Jesus, o Filho de Deus, morreu em Jerusalém, lá está de fato o seu túmulo, mas seu corpo não. Pena que você não entende esta questão espiritual ainda. Está atolado em vãs filosofias e de letras que você deve ter lido por aí. Já dizia um sábio, cientista, poliglota, criado aos pés de seu mestre na mais exuberante cultura de sua época, e que fora alcançado pela graça salvadora de Jesus: “A letra mata mas o espirito vivifica.” (II Co 3:6).
Ademar, antes de qualquer ser humano concluir algo sobre astronomia ou qualquer ramo da ciencia que estuda este maravilhoso universo, a Bíblia o livro mais antigo e mais lido em todo o mundo, já fazia menção, por exemplo sobre o sol, a lua, as estrelas… e até que a terra é redonda (Is 40:22). Mas sobre isto falaremos noutra ocasião.
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Ademar
em 30 de outubro de 2009
João Pereira,
Eu não julgo nada nem ninguém, apenas não acredito no que os cristãos acreditam. Se existe um Deus ele é mais parecido com o Deus dos judeus do que com o dos cristãos. Que Deus inteligente e bonzinho criaria um sistema evolucionário baseado no erro e um sistema ecológico onde um animal para sobreviver tem que matar o outro, tem que comer muitas vezes vivo, geralmente mata os fracos e as “crianças”? Que Deus bondoso é esse?
A visão que vcs cristãos teem de um provável criador deste universo não passa de um arquétipo de si mesmos. Uma projeção humanizada de Deus. Vcs colocam desejos, vontades, valores puramente humanos em um Ser que não se sabe exatamente o que Ele pensa (se é que pensa). Amor, justiça e tantos outros valores e sentimentos são humanos. Outros animais mais complexos, como mamíferos e algumas aves, teem valores e sentimentos parecidos com os nossos, só que em graus menores.
Se eu fosse Deus, não criaria um sistema hostil, não criaria um planeta hostil como a Terra e lá colocaria a “joia” da minha criação. De forma nenhuma.
Sobre as passagens bíblicas que vc diz que já se tinha conhecimento naquela época de coisas que ninguém poderia saber e definir isso como uma dádiva divina, não passa de conjectura. No capítulo/versículo que vc menciona, não há de forma nenhuma como provar que Isaías já sabia que a Terra era redonda. Ele não afirma explicitamente. Sobre o sol e a lua, só um idiota não saberia nomear tais astros que qualquer um vê a olho nu. Com relação às estrelas, há um equívoco da sua parte. No original, não se fala em estrelas, mas em luzeiros, ou seja, os escribas da época não tinham noção nenhuma do que eram aqueles pontos brilhantes à noite. O nome estrela apareceu nas traduções.
Se vc não sabe, antes de Jesus, um cientista da biblioteca de Alexandria já havia dito que a Terra era redonda, foi um gênio chamado Eratóstenes, que com uma observação simples descobriu o que vc disse que Deus teve que dizer para Isaías. A diferença é que ele provou sua teria. Em Isaías não há nenhum interesse em demonstrar isso. Isaías provavelmente estava se referindo a outra coisa. Vcs é que estão interpretando equivocadamente.
Tem uma passagem onde Jesus diz : O vento sopra onde quer e você ouve o seu ruído, mas você não sabe de onde vem nem para onde vai.” Ora Jesus, o Filho de Deus não sabia de onde vinha o vento? Nem pra onde ia?
Por isso ele não conseguiu cumprir sua promessa de retorno.
Quem para vc é mais complexo: Deus ou o Universo? Pelo jeito vc vai dizer que é Deus, pois não? Portanto, se Deus é mais complexo do que o Universo e sempre existiu ou surgiu do nada, por que não posso acreditar, que o Universo sendo mais simples, não poderia ter surgido do nada ou sempre ter existido? Vc acha que tem que existir um criador, como já falei, por pura projeção. Como o ser humano é capas de criar as coisas, achamos que tudo o que existe deve e tem que ter sido criado. Como o Universo é complexo, alguém mais complexo deveria tê-lo criado. Lógica puramente baseada em preceitos e desejos humanos e não em evidências.
Não tenho medo de sua ameaças cristãs, já me livrei há muito desses contos infantis.
Morrem pessoas todos os dias, um dia será a minha vez, independente de suas ameaças. Irei para debaixo do chão ou da água. Não importa. Importa apenas o que faço aqui e lhe garanto sigo os bons valores humanos mesmo sem precisar louvar um Deus. Sou feliz, otimista e vivo minha vida plenamente, sem precisar de bengalas psicológicas. Nem sempre a maioria está certa, principalmente quando mantém as pessoas presas a teorias antigas, sem nenhuma renovação, sem nenhuma mudança.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 2:36 pm
Sobre o que você falou: ´´ Se eu fosse Deus, não criaria um sistema hostil, não criaria um planeta hostil como a Terra e lá colocaria a “joia” da minha criação. De forma nenhuma.“
Será que a ´´joia“ da criação divina está aqui na Terra? Eu acredito que nós somos cheios de defeitos. Estamos aqui porque precisamos de um médico (Jesus Cristo). Se nascêssemos sem defeitos, acreditaria que nascíamos no céu e não aqui na Terra. Então, pra mim, a ´´joia“ da criação está é no céu. Aqui na Terra, estão nós, os doentes. Aqui na Terra é um destruindo o outro. Vírus, bactérias, germes e fungos estão nos destruindo, contaminado o ar, a água, os alimentos e o nosso corpo; enquanto isso, estamos matando plantas, insetos e outros seres vivos para plantar e colher o nosso alimento de cada dia. Se eles não estivessem lá, estragando o nosso alimento, não precisaríamos matá-los; mas, aborta-los seria impedi-los que vivessem por um instante. Não tem como fazer justiça em um mundo cheio pessoas e vidas injustas. A justiça não se completa nessa vida, mas na vida eterna não passará um til ou uma virgula de injustiça..
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 2:42 pm
Olha o seu sofisma:
´´ O vento sopra onde quer e você ouve o seu ruído, mas você não sabe de onde vem nem para onde vai.” Ora Jesus, o Filho de Deus não sabia de onde vinha o vento? Nem pra onde ia?
Por isso ele não conseguiu cumprir sua promessa de retorno.“
De onde é que você tirou a conclusão de quê ele na sabia? Ele disse que a pessoa que estava conversando com ele não sabia e não que ele não sabia.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 2:53 pm
Ademar, outro sofisma seu:
Você disse: ´´ Se vc não sabe, antes de Jesus, um cientista da biblioteca de Alexandria já havia dito que a Terra era redonda, foi um gênio chamado Eratóstenes, que com uma observação simples descobriu o que vc disse que Deus teve que dizer para Isaías.“
Eratóstenes viveu 285 a 194 antes de Cristo, porém, Isaias disse que Deus estava assentado na redondeza da Terra, 700 antes de Cristo.
Se ele chamou a Terra de redondeza é porque ela tinha que ser redonda, não tem como falar em outra coisa.
Se o livro de Isaias foi escrito por volta de 700 antes de Cristo, é reconhecido não só pelos judeus, cristãos e mulçumanos, mas também pela classe cientifica.
Então, o livro de Isaias é a primeira escritura que fala ser a Terra redonda.
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Eduardo Vieira da Silva
em 31 de outubro de 2009
Ademar,
Isaac Newton não deu chute nenhum. Ele nunca errou em nada, nada mesmo, em seus estudos científicos e em suas profecias. Quando ele disse que haveria carro em que atingiria 80 km/h, ao ler carros de fogo na bíblia, os outros cientistas chegaram a falar que ele estava ficando louco depois que passou a ler a bíblia.
Tem uma outra coisa, ele não lia versículos isolados e tirava as suas conclusões não. Ele estudava a bíblia como um todo. Fazendo assim, sabemos que a vinda de Jesus é uma coisa, o reino de Deus é outra coisa e, a invasão e destruição de Jerusalém é outra coisa. Agora, porque todas as pessoas que querem contradizer a bíblia usam de falácias, sofisma e mentiras? É por que não tem como contradizer a bíblia usando apenas argumentos lógicos e falando só a verdade. Se fosse possível, apareceria alguém para fazer isso. Mas eu vou logo falando, se nem Isaac Newton conseguiu ver uma contradição na bíblia, não vai ser você há conseguir.
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Eduardo Vieira da Silva
em 31 de outubro de 2009
Seu Gilson Gondim,
Quero aproveitar o seu espaço para falar em que eu acredito:
Acredito na bíblia e não em homens. Sei que muitas vezes a bíblia é mal falada por culpa de pessoas inescrupulosas que a usa para o seu bel prazer, e não para fazer a vontade de Deus, se enriquecendo e transformando a graça de Deus em fraudes. Pessoas que cobram por pedidos de graças e curas. Pessoas que compram mansões, carros importados e não perdoam nem o vale transporte de membros da sua igreja. Abrem uma igreja e se dizem Ministros ou Apóstolos de Jesus. A bíblia nos preveniu desses lobos, veja o que fala em 2 Corintios 11: 13 e 14:
´´Porque os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de cristo. E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras.“
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Eduardo Vieira da Silva
em 31 de outubro de 2009
Sobre profecias de Isaac Newton:
Me enganei, Isaac Newton disse que o mundo não acabaria antes de 2060, e não 2070 como eu tinha dito anteriormente, as palavras dele foram essa: ´´. “Ele pode acabar além desta data, mas não há razão para acabar antes”. Fonte: Livraria Nacional desde 1969. AP Copyright 2007 Associated Press e http://pt.shvoong.com/exact-sciences/physics/1744497-documento-isac-newton-fim-da/.
Em Tessalonicenses 4: 16, 17 e 5: 3
´´Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em cristo ressuscitarão primeiro;
Depois, nós os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.
Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobreviverá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de modo nenhum escaparão.“
Quer dizer, Jesus vai encontrar quem morreu em cristo primeiro e (Tessalonicenses 4: 16), depois os que estão vivos, vão encontrar com Jesus nos ares (Tessalonicenses 4:17), e ai, haverá repentina destruição (Tessalonicenses 5:3).
É isso daí, em relação a segundo vinda de Jesus e a destruição do mundo.
Isaac Newton também profetizou que os judeus voltariam a Terra Prometida (Jerusalém). Fonte: Manuscritos, comprados da Inglaterra em 1936, estão na Livraria Nacional desde 1969. AP Copyright 2007 Associated Press. Livraria Nacional desde 1969. AP Copyright 2007 Associated Press.
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Eduardo Vieira da Silva
em 31 de outubro de 2009
João Pereira dos Santos,
Em relação de Jesus não poder voltar antes de 2060 (e não 2070, como tinha dito anteriormente), Issac Newton sabe que o dia e hora ninguém sabe, porém, antes é necessário que aconteça várias profecias. Ele sabia que as profecias tinham que acontecer antes da vinda de Jesus, por exemplo: É necessário que o evangelho de Jesus seja pregado a todos os povos e todas as nações (esta profecia está na bíblia). Para escrever o evangelho, gasta certo tempo, porém já foi cumprido. Mateus, Lucas, João e Marcos escreveram. Depois, tinha que ser divulgado através de várias cópias, isso também já foi comprido. Depois tem que ser copiado em vários idiomas, também já foi cumprido. Agora tem que ser traduzida em todos os idiomas existentes, ainda falta cumprir.
Além do mais, existem outras profecias para se cumprir. O que Isaac estava querendo falar é o seguinte, não tem como ser cumpridas todas as profecias antes do ano 2060, ou seja, a vinda de Jesus e a destruição do mundo não podem acontecer antes de 2060.
Muitas fontes estão mentindo, falando que Isaac disse que o mundo acabaria em 2060, mas não é verdade. A tradução correta que Isaac Newton disse em relação a isso foi: “Ele pode acabar além desta data, mas não há razão para acabar antes”. Fonte: Livraria Nacional Britânica, desde 1969. AP Copyright 2007 Associated Press.
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Ademar
em 31 de outubro de 2009
Eduardo Vieira,
Muito bem, vc definiu com exatidão quem somos: criaturas mal feitas, mal elaboradas, cheias de defeitos, defeituosas. E vc ainda acredita em quem as criou…Vc é engraçado! Ele criou um sistema ruim, perverso e mandou alguém para consertar, que ainda não o fez. Tá demorando!!!
Jesus sabia e não disse para seus seguidores sobre a direção do vento? Manteve eles na ignorância. Deus disse à Isaías que a Terra era redonda 700 anos antes, mas Jesus não quis dizer de onde vinha o vento? Isso não é egoísmo? Ou é mais uma contradição da Bíblia?
Por que vc acha que a sua religião é melhor do que as outras?
Por que vc acha que o cristianismo é melhor do que o judaísmo, islamismo, hinduísmo, do que sabedorias como budismo, confucionismo, taoísmo? De onde vc tirou essa ideia? Que contradição é essa: ” acredito na Bíblia e não em homens.” Ora, quem escreveu a Bíblia? Que eu saiba foram homens.
Vc é católico? Pois pra sua igreja, Corintios 11:13 e 14 se encaixa direitinho! Ou esqueceu das cruzadas, inquisição, indulgências e etc?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 8:09 pm
Ademar,
João Batista, por exemplo, já falava as línguas dos anjos desde o ventre de sua mãe. Acho que ele teve que passar por essa Terra, não para se curar, ou se salvar, como nós precisamos, mas para nos ajudar. Se ele não tivesse a missão de nos ajudar, preparando o caminho de Jesus para as nossas vidas. Acho que ele poderia muito bem já ter nascido direto no céu.
Porém, somos diferentes dele. Somos defeituosos por que temos a opção e a escolha de vivermos como queremos, ou seja, o livre arbítrio. Deus poderia nos fazer sem defeitos, mas seriamos como robôs. Faríamos só coisas que nós faz bem, mas sem livre arbítrio. Assim não teríamos vida própria. Alimentávamos, respirávamos, vivíamos e escolheríamos a companheira, para termos os nossos filhos, tudo feito na melhor maneira e na hora certa; assim, viveríamos melhores e eles nasceriam com mais saúde e com mais graça. Mas tudo feito sem livre arbítrio, seriamos como robôs.
Assim como o livre arbítrio nos dá chance de sermos maus, ele também pode nos dar a chance de nos arrependermos e escolhermos a melhor parte que Deus nos tem preparado. Se deixarmos sermos curado por Deus, entraremos no paraíso para a vida eterna. Se não aceitarmos, perderemos a vida eterna. Em outras palavras, do mesmo jeito que julgamos, seremos julgados. A vida do ateu vai ser para ele do jeitinho que ele sempre acreditou (Sem Deus, sem paraíso e sem vida eterna). Agora, para ateus e para até quem não é, porém fizeram muitas maldades, podem ter um sofrimento especial depois da morte. Devem ter que prestar contas das vidas que eles tiraram injustamente, não acha?
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Ademar
em 1 de novembro de 2009
Eduardo Vieira,
Leia a Veja dessa semana -edição 2137 ano 42 n° 44.
Agora imagina a Veja em 2300 – edição 16105, ano 333, n° 44 : Manchete de Capa – “Isaac Newton erra mais uma previsão para o fim do mundo!”. Manchete interna, na reportagem: “Já se passaram 240 anos e o mundo ainda não acabou…”.
Pena que não estaremos vivos para ler isso. Seria divertidíssimo. O mundo não vai acabar com guerras, nem nuclear. Não há possibilidade política para isso. A tendência dos países é se tornarem menos dependentes da religião e por isso os radicais perderão espaço. O fim dos radicais é o caixão. A humanidade resistirá à isso.
Essas previsões retratam aquela época, não mais a atual. No apocalipse, João apenas previu o fim do Império Romano, mas pura e simplesmente impelido por um desejo dele. Não foi baseado em fatos. Coincidentemente aconteceu.
Ninguém, nem Newton, nem Jesus sabia ou sabe quando a humanidade vai deixar de existir. Puro chute. A natureza não caminha através de números. Segundo cientistas respeitados, o planeta Terra será engolido pelo sol daqui há 4 bilhões de anos. Daqui pra lá meu amigo, pessoas como vc não terão o que dizer no dia seguinte ao dia em que o mundo ia acabar, mas não acabou. Vão agorar outro planeta , vão secar outra espécie…Eu hein!!!
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Ademar
em 1 de novembro de 2009
Errata: “Vão AGOURAR outro planeta…”
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joao pereira dos antos
em 1 de novembro de 2009
Aemar,
Jesus não afirmou que não sabia de onde o vento vem ou para oude vai, pois ele é o Criador de todas essas coisas. Ele disse sim que Nicodemos com quem ele conversava era que não sabia. É assim, o vento vem roça em seu corpo, mas você sabe de onde ele veio? Você o vê? Consegue apalpá-lo? Apenas sente-o, não é verdade?
Sobre as estrelas meu caro, há milênios antes de Cristo Deus já dissera a um seu patriarca: “Olha, agora, para os céus e conta as estrelas, se as pode contar.” Gn 15:5. Deus não disse olha aqueles pontinhos lá no céu ou no espaço…
Veja o que está publicado na revista Super Interessante de Março/2009, página 3: “Gente como Dom Odilo Scherer, cardeal arcebisbo de São Paulo e pastor de mais de 6 milhões de católicos. Ou como o geneticista Francis Collins, um cientista que acredita em Deus. Dom Odilo acredita que a ciência não é ameaça, ao contrário: a fé até se alimenta dela. E Collins, ex-coordenador do projeto Genoma, parece ter se convencido ainda mais da existência do Criador depois de mapear o DNA humano. Fascinante, não.”
Por mais que o homem natural, que nunca terá explicações para o espiritual, a não ser que a ele seja revelado assim como foi aos profetas, queira negar a existência de Deus, o Ser todo poderoso que está por trás de todo este universo existente, há em sua composição: corpo, alma e espírito um instinto a crer, ou pelo menos ser incomodado com o fato de existir DEUS.
Maravilho-me do fato de tantos cientistas terem concluido que de fato Deus existe.
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joao pereira dos antos
em 1 de novembro de 2009
Eduardo Vieira,
Agradeço pelo seu empenho em me responder. Contudo não entendo por que pre fixar data, ainda que seja mais ou menos, sendo que Jesus não deixou a nós nenhuma preocupação quanto a isto ao dizer que não é dado ao homem saber o dia e a hora da sua volta. O cumprimento do que ainda está por se cumprir, ou seja que o evengelho deva ser pregado a todas as gentes para que venha o fim, creio que ainda que isto, ou seja, a pregação do evangelho dependa da ação direta do homem, Deus pode agir pela sua sapiência, fazer que tudo se cumpra e aí determinar a volta de Seu Filho para buscar Sua igreja. De modo que a Bíblia não nos deixa margem para que nos procupemos com data, ou seja que Ele não possa voltar antes de 2060 por exemplo.
Gostaria muito de receber de você algo mais sobre Isaac Newlton. Se quiser mande-me por email joao-santos777@hotmail.com
Obrigado.
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Ademar
em 2 de novembro de 2009
Vejam como são as coisas: a ideia do Messias judeu, que foi incorporada pelos cristãos deu uma conotação totalmente diferente e deixou a história estranha e sem jeito, além de ter se transformado num conto um tanto quanto sadomasoquista.
Para os judeus o Messias virá libertar Israel, o povo judeu do sofrimento. Para os ortodoxos Ele ainda não chegou. Para os liberais, Israel está aí, livre.
Para os cristãos, o messianismo se transformou numa estória que não se sabe quando vai ser o fim. Além de tudo, continuam dizendo que a existência humana na Terra é a parte ruim da história e que a melhor é no paraíso, que ninguém sabe onde é. O pior seria o inferno. Mas, os cristãos teimam em dizer que Jesus virá para nos salvar. Nos salvar de que? De quem?
A humanidade tem melhorado aos poucos e com muita dificuldade sua qualidade de vida. Na época de Jesus o mundo era muito pior, havia mais fome, mais miséria. Os ricos não eram tão ricos e os pobres eram miseráveis. Construímos melhores moradias, as cidades estão melhorando a vida das pessoas. Em países onde o povo ainda permanece com índices baixos de informação e educação, como o Brasil, parte de sua população ainda sofre com a violência e a pobreza. Mas nos últimos anos, os chamados emergentes deram um salto nas melhorias do chamado IDH.
Há, portanto, uma preocupação em todo o mundo em transformar a vida das pessoas para melhor. Os cristãos, entretanto, acham que isso não é o mais importante, acham que o mais importante é realizar a profecia: pregar a palavra de uma pessoa que morreu há milhares de anos, para que essa retorne não se sabe de onde, nem como e que ela e seu pai, que dizem ser Deus, nos julguem e acabem com tudo o que demoramos milênios, séculos para construir. Imaginem!!! Que estória maluca, sem nexo.
A violência sempre existiu. O amor sempre existiu. Isso é inerente à natureza humana. Aliás, a religião se tornou uma das instituições mais violentas da nossa história. E concordo com vc João Pereira, a ciência não é uma ameaça, a ciência é a libertação das pessoas. É a libertação das trevas. Trevas que a religião que vc defende mergulhou a humanidade durante séculos. Não fosse os livres pensadores, não fosse a cisão do Estado com a Igreja, ainda estaríamos na escuridão. A simples curiosidade humana derrotou o obscurantismo cristão dos séculos passados. Os cientistas que acreditam em Deus, em Jesus, o fazem não por convicção científica, mas por que nasceram em berço cristão. Foram criados por pais e mães cristãs e desde cedo aprenderam a acreditar nessa história. Esses são os que mais sofrem, pois vão dormir com a certeza que o que pensaram durante o dia no laboratório contradizem a bondade divina na qual aprenderam quando crianças. Se não sofrem é porque a fé realmente os cegou.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 7:30 pm
Ademar,
Francis Collins era ateu. Depois que se converteu, ao cristianismo, pôde descobrir coisas relacionadas ao DNA, agora, podermos ter a certeza de quem somos filhos e de quem somos pais.
Os cientistas que acreditam em Deus, são a minoria, menos de 10%, mas são os que fazem as descobertas. Os 90% ateus não descobrem nada. Só os 1% dos cientistas judeus, descobrem mais coisas que os 90% cientistas ateus. Mas os ateus fazem algumas coisas sim, inventam uma teoria hoje e muda ela amanhã, isso eles estão sempre fazendo.
O problema é que a mente do ateu é destruída por sofismas, falácias e mentiras, assim, fica difícil de descobrir alguma coisa. Só mesmo uma pessoa com a mente sega pra não enxergar que Deus existe. E você vem invertendo os papeis e fala o contrario, chegando a falar que ´´…se não sofrem é porque a fé realmente os segou.“
Eu mesmo trabalho com ciências para o Governo Federal. Já tive o prazer de fazer algumas descobertas, também criei outras, mas nunca vi um ateu, que trabalha comigo, descobrir nada não. Coerência, razão, raciocino lógico e aceitar a realidade como é, e não como nós queremos que seja, faz bem pra mente. Dormir bem, andar com a consciência tranqüila é bom só pro espírito não, é ótimo para a mente também. O cérebro precisa de tranqüilidade e de bom repouso.
[Responder]
Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 10:05 am
Alias Francis Collins era ateu e depoi se converteu ao catolicismo e quando ele foi chamado para fazer o discursso inaugura do progeto “genoma humano” ele Citou a célebre frase ” Hoje o homem conhece um pouco mais de Deus”.
Eu concordo plenamente com o Eduardo neste ponto de vista que os cientistas ateus não descobrem nada de útil.
Por exemplo Copernico era padre, Galileu Galilei era estremamente católico e por ai vai.
“A verdadeira ciência é aquela que consegue ver Deus nas criatura, principalmente em sua obra prima ( que foi atacada severamente pela serpente antiga) o homem”
[Responder]
Ademar
em 2 de novembro de 2009
João Pereira,
Se vc quiser tentar transformar a Bíblia em um tratado científico, vai se dar mal. Parece que vc nunca leu nada a respeito. Parece que está discutindo pela primeira vez sobre o quanto a Bíblia errou sobre a natureza, universo, etc. Se não vejamos:
Gen 1 : “1¶ No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
3 ¶ E disse Deus: Haja luz; e houve luz.”
Ora, nessa sequência onde primeiro veio o céu (que eles não sabiam nem o que era, só viam a abóbada azul, que não passa da atmosfera da Terra) e a própria Terra, sem luz, e que depois veio a luz, tá tudo errado. Quando a Terra surgiu o sol já brilhava. Aliás, inúmeras galáxias já brilhavam. A luz existia antes da Terra. Na verdade, antes dos “céus” ( do universo) existiam as forças do universo: a gravidade, o eletromagnetismo, força nuclear fraca e força nuclear forte. O universo só surgiu quando houve um desequilíbrio destas forças. Vc está desatualizado.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 6:37 pm
Ademar,
Em primeiro lugar, Gêneses 1;1e2 é apenas uma introdução de tudo o que Deus criou e uma afirmação de que a Terra não tinha a forma que tem hoje. É normal dos acontecimentos de uma final de uma introdução ser bem posterior do inicio de uma explanação, cronologicamente falando.
A explanação de tudo que foi criado por Deus (os céus e a Terra, ou seja, o universo e o nosso planeta), só começa a ser narrado a partir de Gêneses 1:3.
Como você mesmo disse a luz já existia antes da criação do universo, e qual a primeira palavra da criação: ´´Haja luz“(Gêneses 1:3). Em 2 Coríntios 4;6 fala que Deus fez surgir a luz de onde só existia escuridão.
A luz é um aspecto do eletromagnetismo. O que existia antes disso, não é parte da nossa dimensão ou do universo que podemos entender. Antes disso, as leis da física, da matemática e do espaço são outras. Antes do aparecimento da luz, as coisas não estavam presas às lógicas e as razões que entendemos das leis da matemática, da física e do espaço. Com o aparecimento da luz, surgiu o espaço em relação ao tempo, para que ela se propagasse. O que eu entendo por universo, começa ai, com o surgimento da luz.
(Se a luz surgiu e o dia também (Tarde, manhã, noite e dia são narrados em Gêneses 1:5), é lógico que o Sol já existia em Gêneses 1:5); porém, a Terra só formada depois, em Gêneses 1:9: ´´Ajunten-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca. E assim se fez.“
Em Gêneses 1:6, começa a formação da Terra que, até então, era sem forma e vazia, segundo Gêneses 1:2.
Em Gêneses 1:14, o Sol, as estrelas e a lua aparecem no céu da Terá: ´´Haja luzeiros no firmamento dos céus…“. Quer dizer, não tinha Sol, estrelas e nem Lua no céu da Terra, pois, vulcões soltavam gases que impediam aparecer tais astros.
(Leia mais, sobre isso, logo abaixo)
Obs.:
A Bíblia não está limitada em entendimento. Entretanto, nossas mentes o estão. A ciência apenas descobre novos panoramas de aumentar a complexidade, tudo adornado com as impressões digitais de Deus. A verdadeira ciência atesta para a existência de uma Mente Infinitamente Sobre-humana, a de um Designer Mestre: DEUS.
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Eduardo Vieira da Silva
em 2 de novembro de 2009
Ademar,
Segundo a bíblia, existem três céus. Um é a nossa atmosfera, outro é o Universo e, o terceiro, o Paraíso. O céu, que é a nossa atmosfera, também faz parte do nosso planeta.
Deus criou o céu e a Terra, é lógico que ele criou o Universo primeiro e a Terra Depois. Então, o céu, que é o Universo, foi criado antes que a Terra, nisso a bíblia não contradiz em nada. A bíblia não fala que a Terra foi criada depois do Sol não. Quem afirma isso, está mentindo ou não sabe interpretar textos. A bíblia fala que o Sol passou a luminar a Terra depois que Deus já tinha feito (ou formado) a Terra e não que a Terra foi feito antes.
Vejamos o texto bíblico na integra:
´´No princípio criou Deus os céus e a Terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia;…“ (Gênesis 1:1 e 2)
Quer dizer, quando surgiu o Universo, a Terra não tinha a forma que tem hoje não (a Terra era sem forma e vazia, dizia a bíblia). Segundo os cientistas, não tinha mesmo. Os cientistas acreditam que a Terra foi formada por poeiras do Sol. Antes de sermos poeiras do Sol e, antes do Sol e os demais planetas existirem, os cientistas acreditam que tudo fazia parte de um buraco negro que se explodiu. Por ocasião da explosão, surgiram os planetas com luz própria, em outras palavras, surgiu a luz, incluído ai está o Sol. Em Gênesis 1:3, fala que foi Deus que fez que surgisse isso: ´´Disse Deus: Haja luz; e houve luz.“
Até aqui, segundo a bíblia e a ciência, o nosso Planeta Terra ainda não tinha sido formado não. Segundo a Bíblia, o Planeta Terra só irá ser formado no versículo 10 de Gêneses: ´´A porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares. E viu Deus que isso era bom.“ (Gêneses 1;10)
Os cientistas falam, por ocasião da formação do nosso planeta, ajuntamento e separação do Sol, ou seja, poeiras que circulavam o Sol se separaram, ajuntando-se, para formar a Terra. Isso não contradiz a bíblia não, muito pelo contrário. Por ocasião da formação do nosso Planeta Terra, em Gênesis 1: 6 a 9, usa várias vezes as palavras separação, ajuntamento e firmamento, alem de narrar a formação da nossa atmosfera, que é o céu da Terra (e não do universo).
Tem mais, segundo a bíblia, quando Deus formou a Terra, fala que os continentes eram um só. Também afirmam que havia apenas um mar: ´´Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca.“ (em Gêneses 1:9) e em Gêneses 1:10: ´´A porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas, Mares.“
Bom, se hoje existem ´´vários mares“ e ´´várias porções secas“ (continentes), mas os cientistas sabem que no principio não era assim; ou melhor, era exatamente como a bíblia fala: Um só continente e um só mar.
Segundo a bíblia, a vida começou na Terra depois que surgiu a água sobre a Terra, por isso, dá para entender que a vida começou primeiramente na água. Em nenhum lugar da bíblia fala, que quando a vida começou a existir na Terra, não existia vida nas águas anteriormente. Portanto, mais uma vez, a bíblia e a ciência não se divergem, ou melhor, se convergem.
Bom, segundo a bíblia, já existia luz (uma delas é o Sol) e a Terra. Porém, a Terra não estava sendo iluminada pelo Sol não, pois, só passou a ser iluminada pelo Sol em Gêneses 1: 14: ´´Disse também Deus: haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre dia e noite; e sejam eles para sinais, para aluminar a Terra.“
Engraçado né? O Sol existia, mas não iluminava a Terra.
Nem precisou da bíblia provar que isso acontecia. Os próprios cientistas, até ateus e os que não acreditam na bíblia, afirmam que por ocasião da formação do nosso planeta, havia muitos vulcões que soltavam grandes quantidades de gases que impediam a entrada do Sol na nossa atmosfera.
Os céticos mentem quando dizem que a bíblia afirma que Deus criou o sol a partir do versículo 14 de Gêneses 1. A bíblia fala que a luz (o Sol é a maior luz que conhecemos a olho nu) foi criada em Gêneses 1:3 e, depois, afirma que só apareceu na nossa atmosfera a partir de Gêneses 1:14. Isso é obvio, pois, só poderia aparecer depois que desse certa calmaria nos vulcões e a atmosfera se formarem mais e o céu limpar dos gases escuros provocados pelos vulcões.
Mais uma coisa, em João, fala que Deus fez muitas coisas que não podem caber em livro do mundo. Tem mais, a bíblia fala que um dia de Deus pode ser como mil dias para nós. Eu, particularmente, acredito que até um segundo de Deus pode ser mais que mil anos para nós.
Os céticos mudam a bíblia e usam argumentos cheios de sofismas e falácias para contradizer a palavra de Deus. Sabe por que eles fazem isso? É por que não tem como contradizer a bíblia sem se aliar com a mentira.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 10:44 pm
Onde se lê: ´´ A bíblia não fala que a Terra foi criada depois do Sol não“ leia-se: ´´ A bíblia não fala que a Terra foi criada antes do Sol não“.
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Eduardo Vieira da Silva
em 2 de novembro de 2009
Ademar,
Isaac Newton não disse que o mundo acabaria em 2060 não, ele afirmou que não acabaria antes disso. Eu fiz uma pesquisa, todas as manchetes que eu pude ver, estão mentindo para vender os seus artigos. Como ele acertou que haveria carros que atingissem 80 km/h e que os judeus voltariam para a Terra Prometida (Jerusalém), além de outras profecias, estão querendo vender noticias até 2060 em cima de mentiras. Pois, se ele acertou em todos, se pensarem que ele disse que o mundo acabaria em 2060, quando mais se aproximarem dessa data, mais noticia é vendida. Se demorar alguns bilhões de anos, Isaac não errou na profecia não, mas se acabar antes terá errado. Eu torço para que o planeta consiga sobreviver mais alguns bilhões de anos e que paramos de destruí-lo. Se continuarmos destruindo a camada de ozônio, vai ser difícil passar de muitos anos além dos anos 2060.
[Responder]
Leonardo
em 2 de novembro de 2009
Senhores, senhores!!!
Deus está ai ou está aqui?
Há uma coisa bem certa. Um dia você vai morrer e não vai saber que morreu. Você só sabe que vai morrer. Você não sabe que dia vai morrer.
Quer profetizar a sua morte e acertar? Cometa um suicidio com dia e hora marcados.
Me responda; onde você estava antes do seu pai e a sua mãe existir?
Roxticaranozi a todos.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 2 de novembro de 2009
João Pereira,
Na minha modesta opiniões, não acredito que Deus destruiria esse planeta não. Talves o homem pode destruí-lo antes que Deus o faça. Se procurarmos o melhor caminho, mesmo que um dia o Sol engolisse esse planeta, Deus poderia dar um jeito para saímos dessa.
Se ele disse que hora e dia ninguém sabe, acho que ele estava querendo falar que poderemos alongar mais e mais os dias dos homens aqui na Terra. Se tivesse uma data, poderíamos pensar assim: ´´Há, tal dia vai acontecer mesmo, então não tem como evitar, vai acontecer e pronto.“ Mas não é assim.
O Homem pode destruir o planeta destruindo o ecossistema, destruindo a camada de ozônio, construindo bombas piores que a Bomba Atômica e etc..
Se buscarmos Deus para nossas vidas, além de paz, amor, conservar a natureza e etc., mesmo daqui a 4 bilhões de anos, quando o Sol engolir a Terra, Deus ainda pode dar uma chance para que os homens continuem habitando a Terra, ou de conseguirmos até um outro planeta na impossibilidade desse. Quem disse que isso não pode ser possível com a tecnologia de um mundo futuro? E quem é que pode falar, mesmo sendo baseado na bíblia, que não podemos ter tanto tempo assim? Se Deus não pré-fixou data, é porque podemos prolongar por tempos incalculáveis, não acha?
Agora, se o ser humano não ligar e continuar a destruindo tudo o que Deus fez, pode ser um futuro bem mais próximo, mesmo assim, não vai acontecer sem que antes ocorram todas as suas profecias. É ai que Isaac Newton entra, ele disse que até 2060, podemos ficar despreocupados que o fim do mundo não vai acontecer antes da tal data, ou seja, só pode acontecer depois dessa data, mas que ele não sabe quando. Em outras palavras, Deus pode tardar a destruição da Terra, mas adiantar nunca. Isso também não quer dizer que vai ser Deus a destruí-la, pode ser muito bem o homem; porém, ele não vai deixar que o homem a destrua antes que aconteçam todas as profecias.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 2 de novembro de 2009
Ademar,
Como eu disse anteriormente, eu não acredito em homens não. Acredito na bíblia. Homens, principalmente que não eram cientistas, não poderiam saber que a Terra era redonda a 700 anos antes de cristo não. O primeiro cientista a afirmar isso, realmente foi antes de cristo, porém, foram centenas de anos após Isaias ter escrito na bíblia.
Homens não podiam saber que a Terra era sem forma e sem a atmosfera e que existia apenas um só mar e um só continente não. Moisés sabia e escreveu dois mil anos antes de Jesus Cristo nascer.
É por isso que o maior cientista da atualidade, Francis Collins, disse que religião e ciência não se divergem, mas se convergem. É por isso que Isaac Newton disse que acreditava tanto na bíblia como na ciência.
Acho engraçado são pessoas que mal conhecem ciências e não têm nenhuma noção da bíblia, achar que são mais espertos e que conhecem mais que Francis Collins, Isaac Newton, e outros grandes cientistas.
Veja parte da entrevista de Collins a Revista Veja:
Veja – O senhor acredita na Ressurreição?
Collins – Sim. Também acredito na Virgem Maria e em milagres. Fonte: http://dokimos.wordpress.com/2008/08/12/dr-francis-collins-ciencia-nao-exclui-deus-para-relembrar/
Agora veja o que Collins falou sobre certos cientistas ateus:
´´´… Em vez de blasfemarem, esses cientistas deveriam trabalhar para elucidar os mistérios que ainda existem. É o que nos cabe.“ Fone: http://dokimos.wordpress.com/2008/08/12/dr-francis-collins-ciencia-nao-exclui-deus-para-relembrar/
É, eles poderiam, mas não conseguem descobrirem nada, então passam a falar mal da crença dos cientistas que acreditam em Deus e , não seria inveja?
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 2 de novembro de 2009
Ademar,
Sobre a sua critica da Igreja Católica, eu já disse, acredito em Deus e na Bíblia. A igreja é formada por homens, alguns têm chamado de Deus, mas outras não. Infelizmente, em muitos casos, a maioria pode estar lá por outros motivos. Pior ainda foi quando a Igreja e o governo era um só. Na Idade Média, era comum o clero ser escolhido pelo governo. Mas dos males o menor, se a igreja fosse separada do governo, acredito que haveria muito mais mortes. O governo poderia ter matado muito mais gente que matou nesses mais de mil anos. Só para se ter uma idéia, Mao Tsé-Tung, Lênin e Adolf Hitler, mataram e provocaram a morte de aproximadamente 150 milhões de pessoas (50 milhões para cada um).
Então, cada um desses ateus, em poucos anos mataram mais que a Igreja e o governo mataram em mais de mil anos.
Além do mais, se não existissem as cruzadas, os mulçumanos poderiam ter exterminado com a nossa raça, assim como fizeram com os egípcios. Os egípcios, que existem hoje, não são descendentes dos antigos egípcios não. É verdade, procura na história, os antigos egípcios foram exterminados pelos mulçumanos, os que vivem, hoje em dia no Egito, são descendentes dos mulçumanos que invadiram e exterminaram com aquele povo.
Então, eu não posso culpar a igreja por ter ido às cruzadas combaterem os mulçumanos não.
Agora a Igreja fez coisas erradas? Fez, mas acertou muito mais do que errou, e hoje acerta muito mais do que acertava na Idade Média.
O problema é que a Igreja deve ser uma coisa e o governo deve ser outra. A igreja também tem que ter concorrentes, assim, um concorrente impede, ou pelo menos dificulta, do outro entrar em heresias. Tanto é que depois que a igreja separou do governo e veio o movimento Protestante, a Igreja Católica melhorou. Para o bem das duas Igrejas, devem existir ambas. Sou contra é de pessoas usarem da boa fé de fieis e começarem a cobrarem por rezas e orações para serem abençoados. É lógico, que como todas as coisas aqui na Terra, as Igrejas tem os seus gastos, mas temos que cooperar com o que tem proposto o nosso coração e não para enriquecer malandros que saem vendendo bênçãos não.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 3 de novembro de 2009
Ademar,
Você disse que a religiao a qual pertenço mergulhou as pessoas nas trevas…
Afirmo-lhe que a religião a qual pertenço estará completando 78 anos de organização, embora tendo sua base doutrinária originada nos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos, cuja base se alavancou no ano 31 EC, com aquela apoteose ocorrina no dia de Pentecostes em Jerusalém conforme relata Atos 2 na Bíblia.
Ao contrário, Ademar, eu era uma pessoa que vivia em densas trevas e graças ao poder que há no Evangelho(Rm 1:16) sou um pessoa melhor.
Milhares de pessoas que viviam no mundo do crime, das drogas, da prostituição… (ISTO É QUE É VERDADEIRA TREVA), hoje são livres, têm uma vida melhor (e vivem uma esperança de vida melhor ainda numa pátria celestial; bom, mas disto você não entende ou não quer entender). Sabe por que? Porque está escrito na Bíblia(I Pd 2:9).
A Bíblia não apresenta necessáriamente ordem cronolóliga das coisas com datas etc. Ela apresenta os fatos. De um versículo para outro poderá ocorrer séculos. É um livro para ser estudado e entendido não por sabedoria humana… (Dn 12:3; Ap 13:18). Não são questões que a ciência estuda em laboratórios e muitas vezes caducam aí mesmo, sem respostas…
Regeitando DEUS você nunca vai saber as coisas de Deus. Não entende a criação com base no livro de Gênesis da Bília. Que pena!
[Responder]
joao pereira dos antos
em 3 de novembro de 2009
Eduardo Vieira,
Textos bíblicos como I Ts 5:4; II Pd 3:13…, dão uma conotação da brevidade da volta de Jesus. A questão é que um dia para o Senhor é como mil anos e mil anos como o dia de ontem que passou. Ou seja, Deus não vê como vê o homem. Contudo, baseado na brevidade de que nos fala a Bíblia, nada pode nos levar a pensar que Jesus não volte antes de 2060, Pode até passar, mas não se pode pensar em séculos, ou milênios… É exatamente isto que não pode haver nas pessoas, ou seja, que elas se acomodem pensando que Jesus retarda com sua volta. Entende?
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:03 pm
João Pereira,
Os textos bíblicos I Ts 5:4 e II Pd 3:13, foram escritos a dois mil anos. Então como não podemos pensar em séculos ou milênios?
Mas tem um porém: A próxima vinda de Jesus é para buscar as pessoas deles. Em relação a humanidade em geral é mais longo. Em termos individuais é mais breve. È mais breve porque vivemos poucos anos e podemos morrer a qualquer hora e, no dia em que morremos, é para nós a segunda vinda de Jesus.
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joao pereira dos antos
em 3 de novembro de 2009
Leonardo,
Desculpe-me a ignorância, mas por curiosodade o que é “Roxticaranozi para todos?”
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 3 de novembro de 2009
Gilson,
Em relação a sua pergunta (item 37) e respondendo, também ao Ademar (item 100):
1º – Para as pessoas que acreditam em Deus mas nunca ouviu falar de Jesus:
Lucas 12:48, responde: ´´Aquele, porém, que não soube a vontade do seu senhor e fez coisas dignas de reprovação levará poucos açoites. Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão.“
Por isso, Deus vai ser menos rigido com eles se compararmos com as pessoas que tiveram a opurtunidade de ouvir falar de Jesus.
2º – Para os Ateus:
´´Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;“ Rm 1: 20
Por isso, o Ateu não pode argumentar que não deu crédito por ser cético
[Responder]
Ademar
em 4 de novembro de 2009
A todos que me responderam sobre o primeiro capítulo do Gênesis. Vcs não entenderam nada. Ou melhor se fizeram de desentendidos.
Eduardo Vieira começou já com uma desculpa dizendo que o primeiro e o segundo versículos da Bíblia são só uma introdução e por isso são menos importantes. Ora, a Bíblia presta ou não presta? Como vc pode dizer que só acredita na Bíblia, e ao mesmo tempo minimiza a importância de um versículo. Vc tá querendo enganar a quem? Só se for a si mesmo.
Tá lá escrito na Bíblia:
Gen 1 : “1¶ No princípio criou Deus os céus e a terra.
2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
3 ¶ E disse Deus: Haja luz; e houve luz.”
Sequência do que está escrito: Primeiro: os céus e a terra (letra minúscula, não se refere ao planeta); e a terra era sem forma, ora a Terra tinha uma forma sim; se havia trevas sobre a face do abismo, é porque pra quem escreveu, quando a Terra foi formada não existia a luz, entretanto a luz já existia; depois surgiu a água e ainda não existia a luz; só é possível a existência de água onde há luz, calor; onde a luz não chega com tanta intensidade , não há água, mas gelo; a Bíblia não fala em gelo; e depois é que se fez a luz. Tudo errado. Mas como vcs são cegos, não conseguem enxergar. Que pena.
Disseram que a primeira palavra da criação foi: Haja luz. Ora, e o verbo criar não conta? Eu hein!!! Para os judeus que já conversavam com Deus antes dos cristãos, o verbo veio antes de tudo. Entenderam? Vcs ficam remedando a Bíblia ao bel prazer de vcs.
Eu não disse que a luz já existia antes do surgimento do universo. Vc é quem acha. A luz só surgiu milhares de anos depois do início do universo.
A Bíblia passa longe disso.
No início o universo era uma bolha, que se expandiu através da chamada inflação cósmica. Não tinha céu nenhum. Quando existiam só as forças que já relatei, o universo já existia, mas não existia nem céu, nem terra, nem luz.
No início surgiu o hidrogênio, depois o hélio. A luz só surgiu 380 mil anos depois. Milhões de anos antes do sol, da lua e da Terra.
Como vimos, a Bíblia está redondamente equivocada.
Erra de novo quando diz que as plantas da terra (3º dia), surgiram antes do sol, da lua e das estrela (4º dia); erro grave; nem tampouco antes da vida nas águas ( 5º dia). Quanta ignorância!!
Além de tudo, após cada dia da criação, só ao término do seu dia de trabalho é que Deus via que era bom. Ou seja, ele não sabia antes de criar se o resultado ia ser bom ou ruim. Só após a criação estar completa é que ele entendia e via que tinha ficado bom. Parece que ele estava tentando acertar, mas não sabia se ia ter êxito ou não. Só tinha a certeza depois do término da obra pronta: ” E viu Deus que era bom.” Não está escrito que ele já sabia que iria ser bom. Nem ele sabia o que estava criando.
Se vc só entende o universo a partir da luz é porque vc está desatualizado, tal qual a Bíblia, ou melhor estão ambos errados, zerados, totalmente à esquerda.
Quanto mais a ciência avança, mas a Bíblia fica pra trás. Vcs só convencem os cristãos disso. E olhe que conheço vários cristãos, que preferem acreditar nos homens, nas Leis dos homens, do que nesse enredo de conto infantil que tem na Bíblia.
A teoria do design inteligente, que vc chama de ciência, é pura enrolação. Não se baseia em evidência alguma, apenas numa lógica básica, infantilizada, onde relaciona um criador a um relojoeiro.
Que pena.
[Responder]
Ademar
em 4 de novembro de 2009
Eduardo Vieira,
Acho que Deus vai ter que criar mais chicote. O estoque atual não vai dar. E se for por falta de desculpa, Deus não ouvirá nenhum pedido.
[Responder]
Ademar
em 4 de novembro de 2009
João Pereira,
Desculpe, mas não quis ofender-lhe diretamente. Até porque, não afirmei que a sua religião era a católica especificamente. Fiz uma pergunta e direcionei a resposta para o catolicismo.De toda forma, faz parte do cristianismo e as pentecostais carregam o catolicismo junto consigo. As divergências são mínimas.
Concordo plenamente com vc quando vc diz que a religião tem um papel importantíssimo na nossa sociedade. Afinal é uma instituição humana, criada pelo homem e por isso cheia de erros e acertos. A proposta de inclusão social, de apoio aos mais necessitados é o papel mais importante das religiões. E aí é onde entram algumas questões fundamentais para nossa discussão. O papel da religião é antes de tudo social. As religiões deveriam realizar atos de solidariedade e não de caridade. Levar solidariedade é não esperar prêmio algum. Levar caridade é esperar uma recompensa: o paraíso, o retorno de alguém. O mérito é menor.
Esse tipo de ajuda, de caridade os judeus já faziam isso séculos antes dos cristãos e muçulmanos.
A Bíblia não é um livro científico, não guarda nenhum segredo cósmico, nenhuma sabedoria sobrenatural, extraterrena ou suprahumana. A Bíblia conta a cosmologia mitológica de um povo, que depois passou a ser utilizada de forma universal. As tentativas na Bíblia de explicar os segredos do universo e da natureza terrestre não passam de conclusões tiradas dos interlocutores da época com base única e exclusivamente em seus parcos conhecimentos sobre o que os rodeavam. Como é um livro, que já fora traduzido inúmeras vezes, trás ao longo do tempo adaptações sobrepostas às traduções que passam a ideia de modernidade aos textos. Imagine, colocar o sol, a lua e as estrelas no mesmo patamar!!! Isso é primário hoje em dia. Na época não era, pois não se sabia que a lua não tinha luz própria, entretanto era chamada de luzeiro, tal qual o sol e as estrelas ( sem falar que as maiores estrelas vistas no firmamento noturno, não passam de planetas; e a Bíblia não sabia disso).
A Bíblia é um excelente livro de autoajuda, onde se faz questionamentos sobre valores morais e trás sem dúvidas grandes ensinamentos com respeito a ética. Entretanto, quando ela parte para a esfera científica e de adivinhação do futuro, cai em desalento por erros tão primários.
O mundo não vai se acabar da forma que está escrito na Bíblia, nem tampouco surgiu como tal. Pode ter certeza disso. Nesse ponto ela é simplista demais.
É uma pena que pessoas inteligentes como vc, só consigam enxergar as coisas pelos ensinamentos de um único livro, de uma única fonte. Sem dúvida isso é uma pena. Não ter a capacidade de entender as várias fontes que existem para explicar o que ocorre em nossa volta é no mínimo, uma preguiça intelectual.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 5 de novembro de 2009
Ademar.
Agradeço por você reconhecer que somos pessoas inteligentes, mas simples tambem. As duas coisas são possíveis à uma pessoa, não? Conheço pessoas PHDs, inteligentes em algum ramo da ciência, porém, são ao mesmo tempo pessoas simples (não arrogantes) e que vivem na sociedade realizando seus préstimos a favor do próximo.
O Mestre dos mestres certa ocasião disse que as coisas do alto, da fonte da verdadeira luz, as espirituais (e portanto sobrenaturais…) são reveladas aos pequeninos e ocultadas (não de forma generalizada) aos sábios e entendidos (segundo a ciência comum). Mt 11:25.
Você sabe que Jesus, embora tendo estima por todas as pessoas, preferiu deixar de lado os herodes, os cezares, os ricos, enfim, e lidar com a camada mais humilde. Milhares dessas pessoas lhe eram simpatizantes, embora poucas acreditavam de fato e seguiam Seus sermões. Em todo tempo sempre será a minoria que seguirá os ensinamentos do Mestre. Mas Ele veio aqui, fez o Seu papel de solidaridade (como você muito bem coloca acima esse sentimento) e espera de Seus fiéis seguidores seguir Seu exemplo.
Parabenizo-o afinal pelas considerações que faz à Bíblia. Creio (como disse noutras ocasiões) que há em você (como em todos os seres humanos) um sentimento cristocêntrico embora não seja manifestado de forma correta ainda. Apenas diferimos em nosso modo de entender.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 5 de novembro de 2009
Eduardo,
Chicotes não! A Bíblia diz que não é por força nem por violência. Conclamo você (não sei se é avangélico, ou não) a orar pelas pessoas que ainda não entenderam o propósito de Deus para salvação do homem pecador.
[Responder]
Ademar
em 5 de novembro de 2009
João Pereira,
Ser bom não é privilégio dos cristãos, nem tampouco de Jesus.
[Responder]
Ademar
em 5 de novembro de 2009
Correção: Ser bom não é privilégio dos cristãos, tampouco de Jesus.
[Responder]
Gilson
em 6 de novembro de 2009
O sucesso de ‘O Fracasso do Jesus Profeta’: Com este, são 133 comentários! Obrigado a todos.
[Responder]
Ademar
em 7 de novembro de 2009
Eduardo Vieira, sobre o comentário 112
Mao Tsé-Tung era ateu mas não usou o ateísmo para fazer o que fez. Os seus atos foram baseados em políticas de Estado. A mesma lógica de qualquer ditador, seja ele religioso ou não. A grande maioria dos ditadores eram religiosos.
Mais um equívoco, não foi Lênin quem casou mais mortes na Rússia, mas Stalin, que era ateu, mas serve aqui a mesma lógica da política.
E Hitler, caro Eduardo, não era ateu, era cristão. Veja trechos do Mein Kempf:
Parte 1, cap 10: “Infelizmente a nação inteira é que teve de suportar as conseqüências desse desvio, pois as conseqüências dai decorrentes sobre o relaxamento do SENTIMENTO RELIGIOSO coincidiram justamente com um período em que tudo começava a enfraquecer-se e oscilar nos seus fundamentos e até os tradicionais princípios da moral e dos costumes ameaçavam entrar em colapso.”
Parte 1, cap 11: Sua vida [do judeu] só se limita a esta terra, e seu espírito conservou-se tão estranho ao VERDADEIRO CRISTIANISMO quanto a sua mentalidade o foi, há dois mil anos, ao GRANDE FUNDADOR DA NOVA DOUTRINA. Verdade é que este não ocultava seus sentimentos relativos ao povo judeu; em certa emergência pegou até no chicote para enxotar do templo de DEUS este adversário de todo espírito de humanidade que, outrora, como sempre, na RELIGIÃO, só discernia um veículo para facilitar sua própria existência financeira. Por isso mesmo, aliás, é que CRISTO foi crucificado, enquanto NOSSO ATUAL CRISTIANISMO partidário se rebaixa a mendigar votos judeus nas eleições, procurando ajeitar combinações políticas com partidos de JUDEUS ATEÍSTAS e tudo isso em detrimento do próprio caráter nacional.
Parte 2, cap 9: As confissões CRSITÃS, todas duas, estão presenciando indiferentes a essa profanação e destruição de um nobre e incomparável ser presenteado à nossa terra PELA GRAÇA DE DEUS. Para o futuro da humanidade, não importa saber se os protestantes vencem os católicos ou os católicos os protestantes, mas sim, se o homem ariano é conservado no mundo ou se desaparece. Apesar disso, essas duas confissões, longe de combaterem o destruidor da espécie, tratam apenas de se aniquilarem mutuamente. Justamente o homem de sentimentos nacionalistas devia ter a SAGRADA obrigação, cada um dentro do seu PRÓPRIO CREDO, de cuidar, não só de falar sempre da VONTADE DE DEUS, mas também de cumpri-la, não permitindo que a OBRA DE DEUS seja desonrada. A vontade de Deus foi que deu aos homens sua forma exterior, sua natureza e suas faculdades. Aquele que destruir a obra de Deus está desta forma combatendo a OBRA DIVINA, a VONTADE DIVINA.
O que se conclui disso: o discurso de Hitler era anti ateu e pró cristão, na verdade cristão.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 8 de novembro de 2009
Ademar,
Corretissimo!
“… Ninguem há bom senão um, que é Deus…” Mc 10:18.
E olha que quem disse foi Ele, o Mestre dos mestres.
Nós apenas procuramos ser melhores pessoas na sociedade. A palavra de Deus tem nos impulsionado a isto. É só lê-la e pratica-la.
[Responder]
Gilson
em 8 de novembro de 2009
Citação fora de contexto, João Pereira.
O importante é que, nesse mesmo versículo, Jesus diz que ele, Jesus, não é bom, porque só Deus é bom.
Ou seja, Jesus declara não ser Deus.
Quero vê-lo sair desta!
[Responder]
joao pereira dos antos
em 9 de novembro de 2009
Gilson,
É tão fácil sair dessa que você tentou armar para mim como é fácil discernir o dia da noite.
Esqueceu-se que Jesus tinha duas naturezas: a divina (Deus) e a humana (Ele se fez homem)?
Quando Ele orava ao Pai, por exemplo, era Deus orando a Deus? Não. Aí Ele era totalmente feito homem com sentimento de homem, com carência(necessidades) de homem.
Outro exemplo: Quando Ele teve sede lá na beira do poço de Jacó e lá no Calvário, era Deus sentindo sede? Não. Ele manifestava sua expressão humana.
Ainda: Quando Ele chorou ao vir Seus irmãos (Deus tem irmãos?) na miséria espiritual em Jerusalém, e diante do amigo Lázaro que havia morrido, Ele era Deus? Não. Ali Ele era feito homem.
Se você não entender as duas naturezas de Jesus (divina e humana) terá dificuldade para entender o plano salvívico.
Quando Ele disse que só Deus é bom recusando-se ser chamado bom, falava como homem, o Messias que havia de vir. Ele era judeu.
Agora, Jesus, exibindo Sua natureza divina dizia: “Eu e o Pai somos um” “Antes de Abraão eu sou” “Quem vê a mim vê o Pai”, etc. Entendeu?
Arranje outra, se é que pode, porque dessa eu me saí bem. rsrsrsrsrsrs
[Responder]
Gilson respondeu:
27 de setembro de 2009 às 5:52 pm
Os cristãos dizem que Jesus, como homem, não pecou.
Mas, se ele mesmo diz que não é bom, então ele pecou.
Se não tivesse pecado, seria bom.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 5:13 pm
Não é isso não.
É que a pessoa que chamou Jesus de bom, ao mesmo tempo em que acreditava somente Deus ser realmente bom, não acreditava que Jesus era Deus; por isso, pela lógica de raciocínio, ele não deveria chamar Jesus de Bom, a não ser que acreditasse que Jesus era Deus
[Responder]
joao pereira dos antos
em 9 de novembro de 2009
Numa sala de aula surgiu uma discussão sobre “se Deus existe.”
A professora tentava provar para os alunos que Deus não existe.
Ela instava em dizer que Deus não existe por que ninguém O vê.
Dizia ela: “Se Deus existe onde ele está? Por que ninguém o vê?
Chamou um dos alunos à frente e disse: “Tá vendo este giz? Então ele existe por que você o está vendo.” E continuou: “Tá vendo este livro? Então este livro existe por que você o está vendo.” Ainda disse ela: “Tá vendo seus colegas de classe aqui? Então eles existem por que você os vê.” Mas, Deus? Ele não existe por que você não o vê.”
A Classe pasmou ante as palavras da professora. Ninguem pôde dizer nada.
No entanto, um outro aluno (este cristão) pediu permissão para falar indo à frente. Dirigiu-se à professora e disse: “Vejo que a senhora está usando um vestido muito bonito. Vejo que está com um penteado elegante. Mas, na senhora não há sentimento, não há amor.” Por que? Disse a professora. Por que eu não os vejo, logo não existem.”
Não precisamos ver Deus para crer que Ele existe. Nós O sentimos. Toda a natureza criada por Ele, ainda que sem fala por assim dizer, se olhada com atenção, cada coisa no seu lugar… mostra a existência deste Grande Arquiteto do Universo – DEUS.
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Gilson
em 9 de novembro de 2009
O cristianismo é cheio de absurdos, como a Santíssima Trindade e essa história da dupla natureza de Jesus, divina e humana. Não se pode ser divino e humano ao mesmo tempo. Ou se é um ou se é outro.
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:49 am
Por que não a agua não pode ser gelo e agua líquida ao mesmo tempo?
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:56 am
E sobre a santíssima trindade de quantas moleculas e formada a água?
De 3 2 hidrogênios e 1 oxigênio.
Quantas substâncias formam a agua? Uma não é?
Pois do mesmo modo é Deus. São tres pessoas distintas em um só Deus.
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joao pereira dos antos
em 9 de novembro de 2009
Baita ignorância! Jesus, na verdade, não se omitia de ser bom quando disse que bom só há um que é Deus. Ele demonstrou, sim, uma verdadeira lição de humildade. Ele, como humano (pois foi encarnado, caso contrário não poderia ter vindo aqui) precisava mostrar aos seus seguidores que o foco principal era “meu Pai que está no céu.”
Se alguém se recusa a entender a bondade de Jesus devia se perguntar: Que pessoa poderia dizer que nenguém tem maior amor do que este: o de dar a vida pelos seus amigos?” Jesus falou isto e fez isto na prática.
Dizer que não podia haver o divino e o humano em Jesus, e que ou é um ou é outro, é qierer limitar o poder de Deus. Aliás, essa raça ateia jamais poderá compreender o fenômenal, o sobrenatural, o espiritual. Sua mente se limita às coisas daqui… não há anjo, não há Espírito, não há maravilha, não há poder sobrenatural… que pena!
Por isso não puderam e não podem compreender o Cristo-Deus.
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joao pereira dos antos
em 9 de novembro de 2009
Ora, ora, ora! O Gilson diz, numa blasfêmia gratuita, que Jesus pecou, por que se não tivesse pecado seria bom.
Quer dizer então sr. Gilson que o sr acredita na possibilidade de haver pecado. Ora, se há pecado há aquele contra quem se peca. Porventura não seria o Deus a quem de fato anunciamos ao mundo?
Veja: Se Jesus pecou, sendo Ele representante de Deus a quem Ele chamava de Pai, contra quem pecou? Obviamente contra o Deus que alegam não existir. Que coisa, não?
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
Se Jesus era bom, por que ele disse que não era?
Se ele disse a verdade, então ele não era bom, sendo o que os cristãos chamam de “pecador”.
Se ele era bom e disse que não era, então ele era um mentiroso.
Não há saída.
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
João Pereira dos antos ou João Pereira das antas?
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
Olha, João Pereira dos “antos”, Deus, se existir, não é, não pode ser onipotente. É logicamente impossível que o seja. Ele não pode criar, por exemplo, um círculo quadrado. Não pode criar, no mesmo universo, o Ácido Universal, que corrói tudo, e o Recipiente Invulnerável, que a tudo resiste.
E aí?
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:09 pm
Por que não? O recipiente invulneráveil ele já criou o buraco negro que é menor que a ponta de um alfinete que suga toda matéria e não se preenche.
E agua não é ácido mas corroi tudo. Foi provado cientificamente que qualquer matéria colocada na água ao longo do tempo vai se corroer nem que para isso seja necessário milhoes de anos. e sobre o circulo quadrado o panico na Tv deu ao Quico uma bola Quadrada que é quase a mesma coisa.
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
João Pereira dos “antos”: Será Deus capaz de criar uma pedra tão pesada que nem ele mesmo é capaz de levantá-la?
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eduardo
em 10 de novembro de 2009
Tem milho pra bode até o ano que vem……………………………….
eduardo
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
Afinal, Jesus era bom ou não era? Era um mentiroso ou não era?
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:16 pm
Meu barato gilson o Adjetivo bom era usa para os judeus nacidos na Judeia e jesus não era da judeia era da galileia.
Por examplo “um bom judeu” caracterizava um judeu nascido na judeia.
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
Dupla natureza, três pessoas em um só Deus… É necessária muita ginástica mental e verbal para ser cristão.
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Gilson
em 10 de novembro de 2009
O cristianismo é a mais contorcionista das religiões.
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Ademar
em 10 de novembro de 2009
Afinal quem tem dupla personalidade? Deus ou Jesus? Ou será tripla personalidade?
“O transtorno de personalidade múltipla ou dupla personalidade envolve um transtorno dissociativo onde o individuo adota duas ou mais personalidades distintas
Cada personalidade funciona como uma unidade totalmente distinta, integrada com seus conteúdos, formando um complexo com memórias, padrões de comportamentos e relacionamentos sociais.
A transição de uma personalidade para outra ocorre de forma repentina e inesperada, fazendo com que o indivíduo e as pessoas que convivem com ele percebam a diferença de postura, de trato e de atitudes pela mudança brusca destas funções.
Muitas vezes a pessoa que desenvolve esse transtorno é reforçada pelos familiares, amigos e outras pessoas como alguém paranormal, com poderes mediúnicos o que faz com que não busquem ajuda agravando ainda mais o problema.”
Esse perfil se encaixa em Jesus. Ele era esquizofrênico?
Eu fico me perguntando? Por que será que Deus nunca desceu para se mostrar para as pessoas comuns? Aliás, me parece que ao longo da história Deus só falou com 3 pessoas: Abraão, Moisés e Joana D’Arc. Nem com Jesus Ele quis conversa.
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murilobarbosa*@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 9:15 am
Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem.
Deus se fez homem sem deichar de ser Deus.
Do mesmo modo que nós somos corpo, alma e espírito segundo os grande filosofos. Jesus é Deus sem deichar de ser homem e homem sem deichar de ser Deus.
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joao pereira dos antos
em 11 de novembro de 2009
“João Pereira das antas” kkkkkkkkkk confesso que me deu uma crise de riso, pois tomei como gracejo do Gilson e não como ofensa.
Se tomasse por ofensa, sr Gilson, noutras épocas daria o trocadilho,,, mas, primo pela diplomacia, o que é próprio de gente de boa índole. Sua ofensa, que denota que você perdeu as estribilhas, que os outros julguem.
Quanto ao que debato aqui com respeito a existência de Deus e de Jesus o faço com minhas convicções sempre seguindo uma linha de raciocínio, e não com palavras embaraçosas, sem nexo, e de desrespeito aos debatedores.
Entender a natureza divina e humana de Jesus pode ser dificil para mentes incautas, materialistas, com idéias pre concebidas, que não se abrem para outras dimensões.
Olha só: “Deus é Espírito…” Como tal não pisaria este planeta nunca. Para tal precisaria passar mesmo por uma metamorfose. Como o objetivo seria se comunicar com o homem teria mesmo que se humanizar.
Aqui ele falou como homem. Comeu como homem. Dormiu como homem. Enfim tratou com a humanidade na sua linguagem. Na sua dimensão de origem ele está plenamente na sua divindade. Quem pode entender isto na sua essência? Os metafísicos? Os cientistas-naturalistas? Não. Isto é para pessoas humildes (porém, de um entendimento inigualável – Dn 12:3) que se comunicam espiritualmente com o Criador e recebem suas revelações.
Sr Gilson dê uma olhada de fato no que tenho exposto em meus comentários e vê se fala alguma coisa com nexo, e não blá, blá, blá…
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Gilson
em 11 de novembro de 2009
O blá-blá-blá é todo seu, João Pereira dos “antos”. Gracejo à parte, eu fiz afirmações, deduções e perguntas bem específicas e claras, às quais você não respondeu. Os “mistérios” da sua fé não são respostas, porque só valem para você e seus colegas crentes. Não atendem aos requisitos do raciocínio lógico.
É isso aí.
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murilobarbosa*@hotmail.com respondeu:
27 de setembro de 2009 às 9:18 am
Você Gilson quer um raciocínio mais lógico doque o São Tomás de Aquino? Do que de Santo Agostinho? Doque de Bento xvi que tem 8 doutorados em filosofia? Tentre raciocinar a 0,0000000000000000001% e podemos discutir.
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joao
em 11 de novembro de 2009
As coisas de Deus, apesar de penetrar nossa razão, só se absorve por fé. E isto não é mesmo de todos.
Exemplo: Não há lógica para se acreditar que um morto depois de 4 dias possa ter sido ressucitado, mas o Mestre Divino fez isto aos olhos de seus expectadores. Nós que não vimos cremos por fé. Sabe por que? “… bem-aventurados os que não viram e creram.” Jo 20:29b.
Mas, isto, como disse, não é de todos. Suas mentes ficam presas ao natural, carnal, limitado… Não conhecem, por isso não percebem, o fenomenal, o sobrenatural, o milagre, o divino…
É isto.
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Ademar
em 11 de novembro de 2009
João (comentário 144) disse: “Deus é Espírito… Como tal não pisaria este planeta nunca.” João disse isso. Mas, a Bíblia disse:
Gen 1:2 – E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
Exo 33:11 – E falava o SENHOR a Moisés face a face, como qualquer fala com o seu amigo;
Gen 5:24 – E andou Enoque com Deus…
Gen 17:1 – Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o SENHOR a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito
Gen 26:24 – E apareceu-lhe o SENHOR naquela mesma noite, e disse: Eu sou o Deus de Abraão teu pai; não temas, porque eu sou contigo, e abençoar-te-ei, e multiplicarei a tua descendência por amor de Abraão meu servo.
Gen 35:9 – E apareceu Deus outra vez a Jacó.
Gen 48:3 – E Jacó disse a José: O Deus Todo-Poderoso me apareceu em Luz, na terra de Canaã, e me abençoou.
Exo 3:16 – Vai, e ajunta os anciãos de Israel e dize-lhes: O SENHOR Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, me apareceu, dizendo: Certamente vos tenho visitado e visto o que vos é feito no Egito.
Pelo que se vê Deus andou muito por aqui…
Quem está com a razão João ou a Bíblia?
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Ademar
em 11 de novembro de 2009
Correção: O comentário 145 é sobre o comentário 142 de João Pereira.
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joao pereira dos antos
em 12 de novembro de 2009
Ademar,
Bravo! Gostei de todas as citações biblicas que voce fez. Pelo menos sei que voce a lê mesmo. Que bom.
Não negamos que Deus tenha aparecido aqui de acordo com os textos que voce citou. Mas, ele apareceu de forma encarnada e não em espírito. O Espírito ninguem vê, sr Ademar! Por isto Deus em Sua essencia é invisível ao homem pecador. A não ser que seja personalizado Ele jamais será visto.
Veja: Jesus apareceu dentro da fornalha de fogo ardente junto dos 3 companheiros de Daniel quando ali foram lançados por não obedecerem ao idólatra Nabucodonozor. E o proprio rei O viu, mas com cropo de homem.
Ao batismo de Jesus-homem, o Espirito apareceu e foi visto de fato, mas, de formo corporea como de uma pomba. E o Deus-Espírito (agora não de forma corpórea) bradou lá do ceu dizendo que Jesus era o Seu Filho amado. Ouviu-se a Sua voz apenas.
No caso de Abraão, ele recebeu a visita de três seres e deduziu ter recebido a presença de Deus, porém, em três seres com corpos semelhante ao de homem.
Pedro aprisionado por ser pregador do evangelho numa ocasião em que os cesares e herodes não permitiam tal façanha dos fiéis cristãos, foi libertado milagrosamente da prisão contando para isto com a presença do anjo de Deus, mas, visto por Pedro como sendo homem.
E assim é.
Admira-me que lês a Bíblia. Continue lendo. Isto é muito bom.
Então a resposta à sua pergunta é: Tanto a Bíblia quanto o João estão certos.
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Gilson
em 12 de novembro de 2009
Por fé pode-se acreditar em qualquer bobagem, como fadas, gnomos, duendes, anjos, demônios, Deus…
A fé justifica tudo. Por isso não justifica nada.
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Gilson
em 12 de novembro de 2009
Os hindus têm fé em seus deuses. Centenas de milhões de hindus.
Os muçulmanos (um billhão e tanto de pessoas) têm certeza de que Maomé recebeu a palavra de Deus.
É como eu disse: por fé pode-se acreditar em qualquer coisa. Inclusive em Papai Noel, na Fada Madrinha e no Coelhino da Páscoa.
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Gilson
em 12 de novembro de 2009
O país dos milagres não é o Brasil de Edir Macedo, mas a Índia de Shiva e outros deuses.
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joao pereira dos antos
em 12 de novembro de 2009
Qualquer coisa não ressuscita morto, por exemplo. E Jesus fez isto, e o mundo todo sabe disto ainda que haja aqueles que não sei por que, de graça ficam ofendendo o Mestre que só fez o bem.
Quaiquer coisas podem de fato levar multidões após si como tem acontecido. Infelizmente há uma tedencia de se crer em tudo que aparece ainda que no final seja só decepção. O Mestre, no entanto, com seu amor, meiguice e carinho continua atraindo milhões, cujas pessoas nunca se decepcionaram ou desistiram de segui-lo até o fim. Pessoas que foram e são trasformadas (por fé, é claro, mas, naquele que não decepciona) e têm suas vidas mudadas da prática do mal (crimes, prostitição, drogas ilícitas, etc.) para a prática do bem. Que outro poder jamais fez isto com o ser humano? Foi assim com os primeiros seguidores. Tem sido assim com os seguidores hodiernos.
Por que? Porque ele ressuscitou, e a história comprova isto. As outras coisas foram para o túmulo e de lá nunca sairam.
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joao pereira dos antos
em 12 de novembro de 2009
“E quem vê a mim vê aquele que me enviou. Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas. E, se alguem ouviar as minhas palavras e não crer, eu não o julgo, porque eu vim não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. Quem me rejeitar a mim e não receber as minhas palavras já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa há de julgar no último dia. Porque eu não tenho falado de mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer… E eu sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito.
JESUS (Jo 12:46-50).
[Responder]
Gilson
em 12 de novembro de 2009
Ressuscitou mesmo??? Quem me garante? A Bíblia, essa coisa cheia de erros e contradições? Os evangelhos, escritos décadas depois dos supostos fatos?
Ora, não me façam rir.
[Responder]
Gilson
em 12 de novembro de 2009
Sugiro a leitura, neste site, do artigo ‘Umas Perguntinhas para Você Fazer a Seu Padre ou Pastor’.
[Responder]
Gilson
em 12 de novembro de 2009
Pela fé se acredita em qualquer coisa. Até que um sujeito ressuscitou há uns dois mil anos.
[Responder]
Ademar
em 13 de novembro de 2009
Negativo João Pereira, nas outras situações que vc não mencionou, Deus não apareceu encarnado, mas como espírito, segundo a Bíblia. Portanto, a Bíblia e João estão em lados um tanto quanto diferentes. Pela lógica de João Pereira, a Bíblia e João estão meio certos e meio errados.
Leio a Bíblia apenas para contestá-la, discuti-la, não para segui-la.
Mudando um pouco de assunto: defina o que é ser idólatra.
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:21 pm
E claro que nas citaçõe de Joaõ pereira Deus não estava encarnado. Porque Deus só se encarnou no seio de virgem maria quando Jesus (Deus encarnado) fosse nascer porque a gestação de Maria foi uma gestaçao normal de 9 meses. Antes de Jesus Deus era só espirtito.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 13 de novembro de 2009
É, pelo jeito não se acredita mesmo em historiadores, arqueólogos, etc. Como viver sem (de algum modo) acreditar na história… A Bíblia é resguardada por milênios… nada dela mudou (a partir dos originais) ainda que haja traduções difereciadas. O sentido é o mesmo em todas as traduções.
Se a geração hodierna fosse depender de acreditar só em fatos ocorridos em sua presença e não em relatos deixados por seus ancestrais, simplesmente não seria uma geração bem sucedida.
“Um povo sem história não é povo.” Já dizia certo estudioso.
Se não se crer em fatos ocorridos não se importa em que época, mas que alguem testemunhou e virou história que tem sobrevivido gerações… fecha-se as faculdades, e vivamos um montão de seres desinformados… Ai ai.
Aquela coisa de “Umas perguntinhas para você fazer a seu padre ou pastor” já foi lido. E daí? Melhor que isto seria um debate ao vivo. Que tal?
[Responder]
joao
em 13 de novembro de 2009
As coisas espirituais se discernem espiritualmente.
A mente humana é limitada.
Há uma alavanca propulsora que nos leva a compreender as coiosas espirituais-divinas.
Aos que se propõem buscar o espiritual, Espíritos guiadores os levam a nítidas compreensões do Espiritual.
A lógica humana, compreensão da mente humana sucumbem.
Se o homem só fosse suficiente para cuidar de suas próprias carências sem intervenção de um poder superior, faria chover e parar de chover a hora que quisesse.
Preservaria a vida de tal modo que não morreria.
Uma das maiores aberrações do homem é achar que é alto suficiente e que não depende de nenhuma força superior à dele.
O homem vai, vai… com todos seus avanços. Mas, chega um momento que percebe que tem de existir algo mais profundo (inesplicável?). E é aí que entra DEUS, o Ser Supremo que pode operar o impossível como atender a súplica de um filho curando-o de uma doença que a medicina comum não cura, livrar Seu povo de um perigo iminente diante de faraós, herodes e cesares, etc.
Médicos têm-se espantado diante de curas de cancer, aides… pela interferência de uma oração feita por pessoas humildes, mas, que têm fé não numa coisa qualquer, mas, em DEUS cujo trono está no céu e que tem as potestades deste planeta sob Seus pés.
Médicos têm admitido que milagres têm invadido hospitais, pois tais curas longe de a medicina comum poder realizar.
E não me perguntem por que então há ainda tantos doentes hospitalizados. Deus não se ocupa só em fazer milagres. Milagres se conquista mediente fé. E isto não é de todos.
Mas que o homem de boa índole admite que há um Ser Superior que atende suas necessidades quando se acredita nEle, sem dúvida admite. Isto é DEUS.
[Responder]
Gilson
em 13 de novembro de 2009
Arqueologia, história??? Desde quando a arqueologia e a história corroboram coisas como nascimento virginal e ressurreição?
E dizer que a Bíblia não mudou… Leia Bart Ehrman, o maior cientista das religiões em atividade: ‘O que Jesus disse? O que Jesus não disse? — Quem reescreveu a Bíblia e por quê’.
Leia ‘Da Bíblia aos Múltiplos Universos’, de minha modesta autoria.
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:26 pm
Veja nos arquivos de varias bibliotecas internacionais as copias dos originais da biblia. Você pode querer dizer que a igreja celecionou alguns livros isso sim. Mas não que a biblia que foi definitivamente formada no sec. IV .
Eu estou cursando direito e esta área vê muito História e até hoje não encontrei nenhuma barreira entre história e fé.
[Responder]
joao
em 13 de novembro de 2009
Ademar,
Mesmo assim continue lendo a Bíblia. Eu creio em milagres, pode ter certeza disto.
Veja I Co 2:14; Mt 11:25. De que lado você prefere ficar?
Agora, cá pra nós: Ler algo só para contestar! Isto pode fechar a sua mente para outras coisas.
Quanto a idólotra você sabe o significado. Sabe tambem o significado de prostituição…
[Responder]
Gilson
em 13 de novembro de 2009
Isto, João Pereira, sem falar nas contradições, que abundam.
O artigo ‘Umas perguntinhas para você fazer a seu padre ou pastor’, neste site, dá um pequenina amostra do problema insolúvel.
Mesmo sendo a amostra pequenina, ela já é suficiente para mostrar que a Bíblia não merece confiança.
[Responder]
Ademar
em 13 de novembro de 2009
João disse: “Se o homem só fosse suficiente para cuidar de suas próprias carências sem intervenção de um poder superior, faria chover e parar de chover a hora que quisesse.” Ora, os chineses fazem isso direto. Fazem chover, parar de chover e até nevar.
Disse também: “Médicos têm-se espantado diante de curas de cancer, aides…”
Eu hein!!! Cancer e Aids só são curadas com tratamento adequado, pela medicina. Os tais testemunhos, quando não são enrolação, sempre teem o dedinho da medicina.
E disse mais:” Médicos têm admitido que milagres têm invadido hospitais, pois tais curas longe de a medicina comum poder realizar.”. Que eu saiba o que “invade” hospital é paciente doente. E quando são curados, o são pela medicina. Nunca vi um doente procurar a igreja, procura o hospital. Se quem estiver com cancer procura a igreja atrás de ser curado por Jesus e não procura a medicina, morre. Mas, morre logo. Atrasa o tratamento correto e puf, vai embora ligeiro. Conheço vários casos.
Vc, João, delira demais…Os milagres são da medicina. Fé sem medicina não serve pra nada. Medicina sem fé resolve praticamente tudo. E cada vez mais. A medicina evolui, se moderniza, a fé é demodé.
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Gilson
em 14 de novembro de 2009
O país dos milagres é a Índia, onde o cristianismo tem presença irrisória.
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Gilson
em 14 de novembro de 2009
Com exceção dos Estados Unidos, sociedade altamente neurótica, injusta e violenta, e do Japão, que nunca foi cristão, todo o Primeiro Mundo é pós-cristão, com pevalência de ateus, agnósticos e pessoas sem religião. Os poucos cristãos que restam nesses países são em geral cristãos apenas nominais, como grande parte dos católicos brasileiros.
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Gilson
em 14 de novembro de 2009
Em número de crentes efetivos e em influência político-cultural, o islamismo já é a principal religião do mundo. A hora do cristianismo já passou.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
E o mundo hoje é muito melhor do que era nos tempos em que a religião dominava o Ocidente.
Você sabia que a taxa de homicídios na Londres do século 13 era 14 vezes maior do que é agora?
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Gilson
em 14 de novembro de 2009
A religião se alimenta da miséria, da desigualdade e da ignorância.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Teologicamente, o islamismo é superior ao judaísmo, por não ter a idéia racista de “povo eleito”, e ao cristianismo, por não ter essa excrescência ilógica, irracional, absurda, inexplicável e injustificável que se chama “Santíssima Trindade”.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Grande parte dos católicos e protestantes do Ocidente acredita em reencarnação. Ou seja, são católicos e protestantes só da boca pra fora.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Os piores políticos do Brasil, os que mais aparecem nos piores escândalos, são os cristãos militantes. A bancada evangélica, por exemplo, é pavorosamente corrupta.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
“Pelos frutos conhecereis a árvore”, teria dito Jesus Cristo, segundo a Bíblia.
Os frutos do cristianismo são podres: perseguições, morticínios, ditaduras cruéis, guerras pavorosas, como a Guerra dos Trinta Anos entre católicos e protestantes na Europa Central, Inquisição católica, Inquisição protestante, caça às “bruxas”, muita corrupção… Um horror!
Moralmente, o cristianismo fracassoou tanto quanto o comunismo e o nazismo.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Outro fracasso moral estrondoso é o famigerado Estado de Israel, que oprime e discrimina com base em religião, raça e etnia e está inclusive construindo o novo Muro da Vergonha.
E, vergonhosamente, os evangélicos adulam, veneram, idolatram os judeus.
Se você chutar o saco de um judeu, arrebenta a boca de uma porção de evangélicos.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Os evangélicos veneram os judeus apesar de estes considerarem Jesus Cristo um farsante, um impostor, um falso messias, enquanto os muçulmanos respeitam o Cristo, não como Deus feito carne, mas como um grande profeta, um dos principais precursores de Maomé.
[Responder]
Ademar
em 14 de novembro de 2009
Os Estados islâmicos não permitem: que mulheres mostrem seus rostos ou seus cabelos: discriminação religiosa; os turcos perseguem os curdos: discriminação racial e étnica. As religiões são iguais. Na Índia ainda existem as castas: discriminação étnica. No final das contas, com a criação dos Estados, houve apenas a mudança de lutas tribais para lutas entre Estados e dentro de cada Estado. A Arábia Saudita foi criada através da espada. Na verdade, quase todos os Estados atuais foram criados sobre o sangue de milhares de pessoas. E continua assim. O ser humano, nesse aspecto não muda. Os meios são diferentes, mas os fins os mesmos. Se formos discutir os meios, nenhum Estado atual deveria existir.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
A Turquia pelo menos não expulsa os curdos de suas terras nem constrói um Muro da Vergonha.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Eu disse que o islamismo é superior ao judaísmo e ao cristianismo apenas teologicamente. No que se refere aos costumes, não é superior.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Ademar parece o PT: “Se outros roubaram, nós também temos o direito de roubar”.
“Se outros mataram, nós também temos o direito de matar.”
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Os judeus ortodoxos não tratam as mulheres melhor do que os muçulmanos fundamentalistas.
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
O que “salvou” o Ocidente foi nossa herança greco-romana.
Se dependêssemos da herança judaico-cristã, estaríamos perdidos.
[Responder]
Ademar
em 14 de novembro de 2009
Gilson só considerou o islamismo superior ao judaísmo e ao cristiansimo, utilizando um único aspecto. Só que esqueceu de um dogma islâmico fundamental: só existe um Deus e Este é Alá. Quem não segue Alá é um infiel e deve morrer. Teologia boa essa não? Avançadíssima. É racismo do mesmo jeito, racismo deítico, se é que isso existe.
Israel está preocupado com os seus filhos, com o futuro, como os antepassados portugueses dele(Gilson), nossos (brasileiros), estavam quando chegaram aqui. Gilson só existe porque os portugueses fizeram o mesmo que Israel faz hoje. A diferença é só o tempo, a época. Ficam falando em injustiça, mas não teem nenhum remorso de viver numa terra que foi erguida sobre sangue. Se Gilson tem o direito de morar num país que foi roubado de outros, porque os judeus não teem o direito de viver num país que estão retomando para si?
Gilson chama muro da vergonha, eu chamo de Grande Muro. O muro que barrou os atentados contra os civis israelenses. Cada um se protege como pode. Se ele causa problemas aos palestinos, me parece que nesse caso não aconteceu nada além do que se diz: o tiro saiu pela culatra.
Os turcos não constroem um muro pra se separarem dos curdos, porque as distâncias são enormes e já existe um muro natural imenso, uma cadeia de montanhas que separam os curdos dos turcos. Assim fica fácil…
[Responder]
Gilson
em 14 de novembro de 2009
Tenho que correr agora, para pegar um avião para São Paulo.
Tão logo possa, responderei a Ademar.
[Responder]
Ademar
em 14 de novembro de 2009
Boa viagem Gilson.
[Responder]
Gilson
em 15 de novembro de 2009
Obrigado, Ademar. Já estou em São Paulo.
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Gilson
em 15 de novembro de 2009
Agora vamos, Ademar, ao seu comentário anterior.
Realmente não somos culpados pelo que nossos antepassados fizeram há 500 anos. Mas Israel está fazendo agora!
Além disso, Ademar, se você se tornar um assassino, isto não me dá o direito de me tornar um assassino também. Você deveria parar com esse discurso cleptopetista.
Quanto ao Muro da Vergonha, a segurança em grande parte é um pretexto. O muro não passa sobre a fronteira. Ele passa DENTRO da Cisjordânia, consumando o roubo de mais terras palestinas e incluindo em Israel algumas das famigeradas colônias judaicas (roubo de terras).
Por fim, segundo a própria Bíblia hebraica, aquelas terras não pertenciam originalmente aos hebreus, tendo sido tomadas por eles por meio de massacres e genocídios.
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Ademar
em 16 de novembro de 2009
Gilson, não sou petista. Não uso discurso de ninguém. Você tem o direito de reclamar sobre o que Israel está fazendo agora como tantos reclamaram no passado quando os portugueses, os ingleses e tantos outros povos que conquistaram seu direito à existência, o fizeram através das armas. O agora é um presente fugaz que se perderá na mente dos futuros moradores de Israel, que também não sentirão culpa 500 anos depois do que está acontecendo hoje. Estou falando disso. Há quem diga, que a história se faz por si mesma. Ela escolhe os protagonistas e não o contrário.
Israel não faz o que faz porque os os outros fizeram, mas porque as coisas nos níveis em que estão são feitas dessa forma. Existem os momentos de conversa e os momentos de guerra. Ganha quem tem mais força. Sempre foi assim. Isso não mudará nunca.
Mas, deixando os outros de lado, Israel irá impor sua força para conseguir o que pretende e deverá manter a paz pela força, não pelo diálogo, até quando puder. O Irã se engana achando que irá destruir Israel armando o Hezbolah e o Hamas ou quem quer que seja. O Irã terá que entrar em Israel para conseguir o que almeja: dominar a região. Aliás, todos os outros países árabes que não são aliados do Irã, não irão mexer um dedo contra Israel, pois sabem que hoje, o fiel da balança daquela região é Israel. Com a queda de Saddam, a polarização mudou de protagonistas.
Veja você, o Irã financia ações assassinas em Israel através do Hamas e no Líbano através da Síria e Hezbolah e você não diz nada. Se para você, Israel não tem o direito de fazer o que faz, porque então você defende os desmandos assassinos do Irã? Se não os defende, porque não os critica?Posso lhe responder: atrás do seu discurso de defensor dos “fracos e oprimidos” palestinos está a mesma lógica que eu defendo: o uso da força para conseguir objetivos. Você não defende uma saída pacífica, mas baseada no mesmo argumento que defendo: a força. Portanto, seu discurso é igual ao meu, apenas estamos em lados diferentes.
Sem querer ser chato: o que os hebreus fizeram há milhares de anos quando chegaram em Canaã, foi o mesmo que os portugueses fizeram quando chegaram em Pindorama. Os israelenses de hoje não teem culpa disso. Garanto que teve muito indígena reclamando dos cristãos portugueses, tal qual você faz hoje dos judeus israelenses. A ideia de justiça é universal e atemporal. Mas foi impossível freiar tais acontecimentos. Ah…e alguém deve ter reclamado também dos muçulmanos árabes quando estes chegaram também lá na já denominada Palestina, como no norte da África e principalmente na Europa mediterrânea. Reclamaram tanto que conseguiram expulsá-los de lá há mais ou menos 500 anos.
O que acontece hoje entre judeus israelenses e muçulmanos palestinos será resolvido a longo prazo através de muito diálogo e muita guerra. Muitos israelenses até concordariam em devolver terras à palestinos, até porque isso já foi feito, não se esqueça de Gaza. Mas, não se engane nenhum judeu vai se enforcar. Haverá um limite nisso e pode ser que já se tenha chegado nele. Não sei. Além disso, Israel não tolerará mais nenhuma intervenção do Irã em sua política interna e regional. A vitória de Ahmadinejah, de certa forma foi menos pior para Israel, pois seu discurso é de agressão e por isso, Israel terá o direito de se defender. Toneladas de armamentos foram interceptados pela inteligência israelenses que iriam para nas mãos dos inimigos de Israel. O fornecedor: o Irã de Ahmadinejah. As provas estão sendo mostradas e Israel esperará o momento certo para atacar e/ou se defender. Só o desenrolar dos fatos mostrará os caminhos.
Existem dois caminhos: esperar o primeiro teste nuclear iraniano para poder agir ou impedir seu acontecimento. Esse dilema Israel terá que definir sozinho, através de sua inteligência e se necessário de suas armas.
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
Ademar, há uma assimetria que você não percebe ou não quer perceber.
A sua violência é aquela dos opressores. A minha é a dos oprimidos.
A violência dos oprimidos é legítima, a dos opressores não.
O que os hebreus fizeram há milhares de anos é relevante por mostrar que a terra em questão não era originalmente deles.
Além disso, os judeus cultuam religiosamente, por meio da chamada Bíblia hebraica, o Velho Testamento dos cristãos, os genocídios que cometeram.
Você não escreveu mais sobre o Muro da Vergonha, porque sabe que ele é INDEFENSÁVEL, construído sobre terras palestinas, e não sobre a fronteira.
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
Ademar, você dá a entender que o Irã é um país árabe (ao falar em “outros países árabes”).
Não é. O Irã é a antiga Pérsia, é o nome da Pérsia islamizada. Sua língua é o farsi, idioma indo-europeu, e não semita, como o hebraico e o árabe.
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
O feriado do Purim, em Israel, comemora um genocídio cometido pelos hebreus sob o beneplácito de Ciro, Rei da Pérsia.
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
Ademar, nós não estamos vivendo daqui a 500 anos. Estamos vivendo em 2009. O processo de expropriação contra o povo palestino está em curso.
De expropriação e de genocídio. Vide Gaza!
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
Se Israel tem bombas atômicas, por que o Irã também não pode ter?
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Gilson
em 16 de novembro de 2009
O orgulhoso Israel depende de uma esmolinha americana de três bilhóes de dólares por ano.
Sem essa esmola, já teria ido para o beleléu há muito tempo.
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David
em 16 de novembro de 2009
Gilson,
definitivamente acho que a equação do poderio sionista não se limita às variáveis do poder estadunidense ou mesmo anglo-saxão em geral. Eles têm um descarado aventureiro no comando da França neste exato momento, uma Alemanha permanentemente solícita a seus pés, além de uma inconfessada, mas incontestável, tradição de controle sobre os povos eslavos no decorrer do século passado, ciclo este que se fechou com os estragos trazidos por muitos ícones do banditismo “russo” no rastro do entreguismo do porco Yeltsin. E ainda há a misteriosa história da revolução dos chamados Jovens “Turcos”, que pôs fim ao império otomano e cujos herdeiros têm conduzido a ferrenha ditadura militar laicista que estrangula qualquer pensamento de insurgência islâmica na Turquia, um curioso fenômeno para cuja existência nem o holocausto armênio conseguiu atrair a atenção do mundo.
E mesmo que tudo se equilibrasse na boa vontade norte-americana, não seria problema algum. Afinal todos sabemos que os judeus sionistas chutam a bunda de qualquer autoridade estadunidense conforme lhes dê na venêta, aliás, o incauto até empina o rabo para melhor receber a descompostura. Sabemos que entre os irmãos do norte ninguém ousa cogitar pleitear qualquer posição mais visível sem primeiro se inclinar até o chão para pedir a benção de uma arrogante cabala de barbudos enterrados em chapéus escuros e soturnos. Barbudos esses que só a muito custo não cospem na cara do rastejante arrivista em resposta, e às vezes até o fazem, simbolicamente, para testar a docilidade do candidato.
O exasperante fato, caro Gilson, é que nós, gentios, estamos, já há coisa de séculos, bem entregues na mão dessa turma.
Já no que diz respeito à região de tensão localizada do OM, minha esperança não está no Irã de Almadinejad, pois o mesmo, como o próprio Ademar (bem como qualquer outro judeu sionista que se encontre na internet) mui satisfeito já declarou, é o inimigo feito sob encomenda, exatamente ao gosto do Sião, pois ingênuo, precipitado e explícito em seu alinhamento. Penso que um país como o Egito, talvez, represente maior perspectiva de equilíbrio, pois amealha recursos pacatamente, sem se envolver em desgastes externos, e um belo dia, daqui há uns dez anos ou mais, pode fazer a diferença no pedaço, afinal, por mais que os sionistas estejam de olho, sempre estarão às voltas com outros vizinhos mais barulhentos.
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David
em 16 de novembro de 2009
Gilson,
pra se ter uma idéia do grau de subserviência estadunidense a seus cada vez menos tímidos senhores, basta mencionar o incidente com o USS Liberty lá pelos idos de 67. Afundaram uma belonave estadunidense na boa, na cara, e estão aí recebendo a mesada até hoje e sorrindo de orelha a orelha. Sabem que nos Estados Unidos ninguém se atreve a lembrar o episódio, se fizer, vai pro limbo, pra bacia das almas, cai em desgraça irremediável.
E o decantado zelo estadunidense pela integridade de seus cidadãos no estrangeiro, até onde irá? Não além das fronteiras de Israel, onde passam com bulldozer por cima de jovenzinha wasp, ativista pró-palestina, e mandam à merda quem achar ruim. Que outra nação do mundo poderia ostentar impunemente tal empáfia?
Mas ainda é pouco. Fazem mais. Plantam espião na White House, embaixo do nariz do Clinton, e depois, quando ele ameaça expulsar, plantam uma estagiária de isca para ele morder e ser chantageado. E a história toda aparece numa única matéria que nunca mais é referida, o público leitor deixado a ver navios (desde que não seja o USS Liberty) até o assunto cair no esquecimento.
A mesadinha gorda é só a ponta do iceberg…
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David
em 16 de novembro de 2009
Em seu livro “Formação do Império Americano”, o Prof Moniz Bandeira chega a especular que o espião Mega (para cuja proteção se orquestrou a “Operação” Monica Lewinsky), plantado bem debaixo do nariz (e do charuto) de Bill Clinton, não seria outro que o desbocado beneficiário de dupla cidadania Rahm Emanuel, brô do Obama Maravilha.
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Ademar
em 16 de novembro de 2009
Gilson, não concordo com a legitimidade de nenhuma violência. A violência do oprimido só é menor circusntancialmente. Além disso, os que sofrem a violência de ambos os lados, na maioria das vezes são civis. Civis são indefesos e oprimidos independente de quem ataque. Nesse caso, a sua violência é igual a minha. Mas, em outro aspecto há realmente uma diferença, Israel não prega a extinção do Estado Palestino, a Palestina prega a extinção do Estado de Israel.
Os atuais palestinos, que são árabes, só chegaram na região com Maomé, mais de 1000 anos depois dos hebreus, judeus. Portanto, os árabes roubaram as terras de quem à época vivia por lá, incluindo os judeus. Então não há roubo. É uma disputa pelo domínio do território, onde ambos os povos teem direito. É como já disse, vai levar quem tiver mais força. Quer vc queira, quer não.
Em relação ao Grande Muro, me responda qual é o percentual do território palestino que está incluindo no lado israelense do muro? Veja o mapa e verá que é muito pouco em relação ao território total. O território já é pequeno, é, mas é justamente por isso que estão brigando. Pela escassez de terra.
Com relação ao Irã ser persa, não há dúvida. Não me expressei bem, mas quando falei nos outros países árabes, foi pra separar os não aliados do Irã, dos aliados, no caso Síria, Líbano e a própria Palestina.
Sobre o Purim, você está fazendo uma leitura tendenciosa. A festa é para comemorar a salvação dos judeus de um massacre. O fato envolve inclusive questões jurídicas da época. Os judeus foram obrigados a se defender do tal ataque detreminado pelo Rei persa, que não podia revogar seu próprio decreto. Restou aos judeus se defender atacando.
Sobre o atual processo, como eu disse, você tem todo o direito de contestar. Mas, é genocídio também atacar civis com cinturões explosivos ao corpo.
Se o Irã quiser ter bomba atômica é só construir. São tão burros, que deveriam fazê-lo às escondidas (até que tentaram), mas de tanto ameaçar outrem, vai sofrer represálias fortes se as conseguir ou tentar. Deveria ter ficado calado. Foi isso que quis dizer quando falei da reeleição do Ahmadinejah. Para Israel teria sido mais complicado convencer a opinião pública mundial, de que teria o direito de atacar o Irã preventivamente, se Mousavi ( Mussavi) tivesse sido eleito.
Caro Gilson, o PIB de Israel é de 98 bilhões de dólares. A ajuda americana é sempre bem vinda, mas não define nada. É uma folga a mais. Mas se precisa apertar, aperta-se.
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joao
em 16 de novembro de 2009
Gilson,
De fato a história e a arqueologia não “tesse” comentarios sobre questões como uma virgem dar à luz um menino em Belém, cujo menino se tornara o “Deus conosco” a fim de trazer salvação aos crentes.
Contudo, historiadores e arqeólogos corroboram sim comprovando a veracidade, por exemplo, do túmulo onde o corpo de Jesus fora colocado, da existencia de fato da arca de Noé, indicios comprobatórios da existencia da torre de babel, etc.
São estudiosos que nos trazem documentários comprobatorios.
Agora, cá pra nós, nem tudo que a Bíblia relata vai ter que passar pela mão de pesquisadores, não é? Que Jesus comeu pão e peixe com os discipulos. Que conversou com uma mulher samaritana à beira do poço de Jacó. Que curou o cego Bartimeu à beira do caminho de Jericó. Etc. Ai ai…
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ricardo antonio filgueiras
em 16 de novembro de 2009
Fim do Mundo !
Por Ricardo Antonio Filgueiras.
O fim do mundo se aproxima rápido como disse Jesus Cristo quando revelou aos Apóstolos e assim o perguntaram quando será senhor, pois hoje o céu se encontra avermelhado diferente dos outros dias e Jesus o respondeu, sabes que o Céu esta diferente e não sabeis o dia do fim do mundo, pois digo, vira quando menos espera e estarão bebendo comendo e se dando ao casamento e assim acontecera.
Estamos hoje assistindo e presenciando a tecnologia e a ciência multiplicando-se o conhecimento do Universo assistindo através de grande potencia de telescópicos viajando pelo espaço e transmitindo grande informação da expansão da galáxia como um todo, o Homem já pensa em explorar viajando ele em outros Planetas e suas Luas e Estrelas e isso é claro que faremos em breve e será magnífico o que DEUS nos tem para nos dar.
Voltamos a falar do Fim do Mundo e como será e assim muitos o dizem como pode isso acontecer se o homem esta ampliando os seus conhecimentos, digo a vocês já há alguns Cientistas que estão sendo financiados para desenvolver a busca e a criação de Armas que tenha a potencia de destruir Planetas, Estrelas, parece ate filme de fissão, mais isto é verdade, assim foi na busca da Arma Atômica descoberta Em 22 de dezembro de 1938, os físicos alemães Otto Hahn e Fritz Strassmann conseguiram cindir um núcleo de urânio. Após o lançamento das bombas de Hiroshima e Nagasaki,, Hahn passou a lutar contra a corrida nuclear. Segundo Carl Friedrich von Weizsäcker, “Hahn assustou-se profundamente ao ver sua descoberta sendo usada para produzir uma arma tão assassina – embora ele soubesse que, em princípio, isso era possível”.
Digo a todos esta Arma poderosa já foi descoberta por vida inteligente fora de nosso Planeta e já foi testada e se tornou o principio de um Buraco Negro que já é de nosso conhecimento sem ainda a firmação dos nossos cientistas terrestre, mais já com algumas respostas do mesmo já divulgado, com os nossos irmãos divinos universal esta arma já se encontra desfeitas mais isso não impede que volte ao cenário com os Cientistas em busca do mesmo hoje.
Então o que vem pela frente principalmente em nosso Planeta Terra. Eu acho que nem preciso dizer e só olhar o clima do mesmo e as matérias que já foram escritas por muitos homens e Profetas, um deles como Michel Nostradamus mais digo os homens de merecimentos herdaram o Planeta Terra isso quer dizer, não serão os decaído de Capela que partiram para um Grande Planeta que se aproxima para uma nova purificação que terão que passar.
O Tempo que me foi revelado onde a Humanidade terá que desenvolver o AMOR Incondicional para que possa assim viver na eternidade acima do Céu que já foi construído pelo o nosso PAI, Filho e Espírito Santo, só temos este tempo a nossa frente Sete Mil anos (7000), pois Dois Mil (2000) já se passaram na vinda do nosso Senhor Jesus Cristo na contagem da declinio do tempo, se fizemos uma matemática simples veremos que os números verdadeiros vão ate o numero nove (9) e não mais, o resto nós criamos se pararmos para pensar o que já foi descobertos pelos Cientistas, a Vida já vem de milhões de anos então fica ainda mais claro que o FIM do MUNDO esta mesmos bem próximo.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Ademar, os árabes não expulsaram os judeus. Foram os romanos.
E antes disso os hebreus tinham expulsado outros povos da mesma terra, da qual não são (os judeus) os habitantes originais.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Ademar, você deveria estudar melhor o episódio do Purim.
Ciro, o Rei da Pérsia, influenciado por sua mulher judia (Ester, se não me engano) deu aos judeus um salvo-conduto para matar seus inimigos. E eles (os judeus) fizeram isso com muito gosto e “requintes de crueldade”
E a matança é comemorada até hoje pelos judeus, povo notoriamente sanguinário, cuja religião cultua massacres e genocídios.
E ainda reclamam dos alemães..
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
João, a arqueologia não confirma nada do que você disse.
Dizer que a arqueologia confirma a Arca de Noé é muita lavagem cerebral.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Ademar, a teologia islâmica não manda matar os infiéis.
Os judeus eram muito mais bem tratados pelos muçulmanos do que pelos cristãos. A rivalidade entre judeus e muçulmanos é recente, vem do sionismo.
Os muçulmanos convertiam pelo bolso: quem não se convertesse pagava mais impostos.
O Corão às vezes manda matar, como a Bíblia também o faz.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
David, sempre lúcido.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Ademar, não há inocentes em Israel. São todos ladrões de terras.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
David, eu gostaria que você dissesse mais sobre esse episódio do navio americano afundado por Israel, o USS Liberty.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Aliás, Ademar, existem israelenses inocentes: os árabes israelenses, aqueles que só têm o direito de ser minoria num Estado judeu, Estado racial, étnico e religioso, que tem, como sua bandeira, um símbolo racial, étnico e religioso, a famigerada Estrela de Davi, que representa os genocidas judeus, de Josué a Sharon, Olmert, Livni e Netanyahu.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Até da palavra “antissemita” os judeus se apropriaram, pois semitas são também os árabes.
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Gilson
em 17 de novembro de 2009
Na visão apologética da força, defendida por Ademar, o único defeito de Hitler foi ser militarmente mais fraco do que a soma de seus inimigos.
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David
em 18 de novembro de 2009
Gilson,
Antes de mais nada, retifico que usei inadequadamente a expressão “afundar”. Israel com efeito atacou o navio americano com aviões, torpedos e baterias de metralhadora navais, matando mais de 30 e ferindo uns 170. Mas a embarcação não chegou a ir a pique por causa dos esforços da tripulação sobrevivente. O episódio aconteceu durante a Guerra dos Seis Dias, em águas internacionais, a 47 km da cidade egípcia de Arish, e segue como o único incidente marítimo da história estadunidense não investigado pelo Congresso (claro! Alguma surpresa?).
Detalhe: embora fosse um navio da Marinha, o USS Liberty era uma unidade de pesquisa, portanto um alvo incapaz de oferecer resistência a uma agressão covarde. Tendo em vista a eclosão do conflito regional, o capitão solicitou a escolta de um destróier, a qual foi ingênua (ou maliciosamente) recusada por seus superiores, sob alegação de que ninguém ali atacaria os EUA, que, aliás, vinham teimando em se manter neutros, diferentemente da Inglaterra e para grande exasperação dos sionistas.
Exasperação essa que não tardou a se materializar na forma de agressão ultrajante, posteriormente justificada como “engano”. Os israelenses alegaram não ter visto nenhuma das três bandeiras com as famosas listras e estrelas, bem como não ter reparado que as inscrições no casco da embarcação estavam em alfabeto latino, e não árabe. Na verdade, estavam inconformados com o fato dos EUA ficarem neutros e ainda por cima se recusarem a informar a posição de suas unidades na região.
Tiveram inclusive a arrogância de avisar aos americanos (pelo futuro Nobel da Paz, Gen. Rabin) que atacariam qualquer embarcação “não-identificada”, o que bem atesta que estavam seguros da mansidão de quem estavam ameaçando. Atacaram mesmo, houve indignação nos baixos escalões, mas o porcalhão Lyndon Johnson logo deu um passo à frente para mandar calar a boca dos revoltados e aceitar plenamente a versão sionista de “o-ops, foi mal”. Como seria de se esperar de qualquer político americano bem-sucedido, Johnson minimizou o caso o quanto pode, mal fazendo referência ao mesmo em sua autobiografia.
É impressionante como os ditos “mandatários” americanos, que costumam ser apresentados à opinião pública como expressão de poder supremo, são notórios paus-mandados do Sião afrontoso, o qual, a pretexto de sua alegadamente sofrida identidade étnica, ainda tem fôlego para se fazer de coitadinho nas telas de Hollywood.
E a história do Livro de Ester, da qual se originou a tradição do Purim, é mesmo muito significativa quanto à perspectiva das coisas proposta pelos cronistas do Velho Testamento; tão inquietante quanto como o episódio do Massacre de Siquém, narrado no Gênesis. Afinal, como se pode esperar que se confie em alguém quando o respeito por parte desse alguém parece algo tão estranha e insanamente impossível de se obter?
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Gilson
em 18 de novembro de 2009
Obrigado, David. Ótimo relato.
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Ademar
em 18 de novembro de 2009
Gilson,
Muito bem, enfim concordamos que os árabes só chegaram bem depois que os judeus colocaram suas famílias naquela região historicamente tão disputada. Realmente quando os árabes chegaram séculos depois dos judeus, muitos já tinha sido expulsos pelos romanos, mas ainda viviam por lá vários judeus entre outras etnias. Os árabes invadiram aquela região, que à época, em virtude das várias invasões que sofrera anteriromente, praticamente não oferecera resistência ao mais novo invasor. Não há dúvida de que os muçulmanos foram menos agressivos aos judeus que os cristãos. Entretanto, isso se deveu única e exclusivamente às circunstâncias de acabei de relatar, pouca resistência devido a inexistência de estrutura militar. Mas, durante o período de colonização árabe na então denominada Palestina, houve inúmeros massacres dos árabes muçulmanos aos judeus. Inúmeros.
Portanto, pela cronografia, os judeus teem o direito de reclamar e lutar por aquelas terras. Até porque, dos habitantes originais se sobrou muito pouco para que estes tenham força de reivindicar algo. Cabe aqui a mesma lógica para: os indígenas do nosso Brasil (massacrados pelos cristãos portugueses), os indígenas norteamericanos (massacrados pelos cristãos ingleses e irlandeses), dos mesopotâmicos do atual Iraque ( praticamente extintos por Saddam), sem falar nos assírios, egípcios, etc.
Sobre o Purim, como já argumentei, e você pode não concordar, não há problema nisso, mas a história conta que Ciro, tinha já decretado a morte de todos os judeus do Reino. Depois, voltou atrás e como não podia juridicamente revogar usa ordem, decidiu dar o direito aos judeus de se defenderem. Os judeus de todo o Reino se juntaram e atacaram. Afesta é para relembrar a salvação dos judeus por Ester. Infelizmente, para sobreviverem tiveram que matar.
Sobre o Corão punir os infiéis:
2ª Surata – Vers 191: Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. Não os combatais nas cercanias da Mesquita Sagrada(78), a menos que vos ataquem. Mas, se ali vos combaterem, matai-os. Tal será o castigo dos incrédulos.
Que tal Gilson? Isso não é teologia islâmica mandando matar infieis, que se lê: judeus e cristãos? Como já disse, não há diferença entre teologia judaica, cristã ou islâmica, afinal as duas últimas copiaram da primeira. São cópias adaptadas.
[Responder]
Gilson
em 18 de novembro de 2009
Olá, Ademar: minha estadia paulistana está quase acabando.
Quando estiver de volta a João Pessoa, responderei a seu último comentário. O debate está muito bom e continua.
Até a volta.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 19 de novembro de 2009
Ricardo Antonio Figueiras,
É interessante saber que você tem se informado dos acontecimentos globais com base na história e descobertas ciantificas como sinais do FIM DO MUNDO profetizado pelo verdadeiro profeta JESUS.
Logo os olhos do mundo estarão estarrecidos ante o FIM proclamado por Jesus. É pena que muitos só acreditarão quando for tarde demais.
[Responder]
joao pereira dos antos
em 19 de novembro de 2009
Gilson,
Se voce se julga o maior dos sábios a ponto de querer desprezar estudiosos do ramo da história e da arqueologia que vêm dia a dia comprovando a veracidade de fatos narrados na Bíblia só por que você a ojeriza, fique à vontade. Nada vai mudar o que esses outros estudiosos e pesquisadores comprovam, e que milhões de outras respeitosas pessoas crêem.
Leia “E A Bíblia Tinha Razão!”
Assista ao filme “Prova de Fogo!”
São simplesmente incríveis! Tente!
Um outro comentarista desta página disse que só lê a Bíblia para contesta-la. Se for o seu caso, mesmo assim, continue lendo-a. Eu creio em milagres. Pois tenho visto e vivido alguns. Esteja certo disto.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 19 de novembro de 2009
Ademar,
Sobre o que você disse: ´´Eduardo Vieira começou já com uma desculpa dizendo que o primeiro e o segundo versículos da Bíblia são só uma introdução e por isso são menos importantes“
Eu não disse que o versículo 1 do capitulo 1 de Gênesis não tem muita importância não. Eu disse que é uma introdução do que Deus criou, ou seja, uma introdução da criação do Universo e da Terra. Depois, vem o que ele fez desde o primeiro ao sexto dia. O que aconteceu é que você pegou a introdução e desconsiderou os céus (que é o paraíso, o universo e a atmosfera) e considerou que ele tinha feito a Terra antes de ter feito o universo.
Se você não tem a capacidade de interpretar um texto simples e nem sabe o que é introdução de um texto, como você pode querer saber de coisa bem mais complicada? Como é o caso do surgimento do universo?
Eu falo uma coisa e você fala que eu falei outra, a bíblia fala uma coisa e você fala que ela falou outra.
Você tem que estudar mais e aprender, a saber, o que está lendo.
Na introdução, Deus fala que criou os céus e a Terra. A palavra céus está no plural é porque existem três céus, segundo a bíblia. O céu que é o Universo, o céu (ou firmamento da Terra) que é a nossa Atmosfera e o céu que é o Paraíso, ou seja, ele está afirmando que ele criou todas as coisas, inclusive o nosso Planeta. Depois vem a explanação, ou seja, o que ele fez no primeiro dia, no segundo e, assim por diante, até o sexto dia. Não tem nenhum lugar que fala que a Terra foi feito primeiro do que o Sol não. A bíblia fala que a luz surgiu primeiro que a Terra, mas fala que ela apareceu na nossa Atmosfera depois. É verdade que a bíblia não explica cientificamente porque ela, apesar de já existir, só apareceu depois; porém, é amplamente explicado nas escolas que os vulcões soltavam gases escuros que impediam entrar o Sol na nossa Atmosfera. Então as escolas ensinam o que a bíblia afirma. Ensinam também que todos continentes eram um só, assim como a bíblia afirmava que era no inicio do nosso planeta.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva
em 19 de novembro de 2009
Gilson,
Você disse que Jesus não podia ser homem e Deus ao mesmo tempo. Disse mais: só pode ser uma ou o outro e não as duas ao mesmo tempo.
Partindo do princípio de que Deus existe e, se ele existe, quisesse se transformar em homem e habitar entre nós, ele teria ou não teria esse poder? Se ele criou os céus e a Terra, é claro que ele teria.
Então não vejo nada de irracional nisso não.
Irracional pra mim é admitir que somos feitos a imagem e semelhança de Deus, como os Judeus e os Mulçumanos acreditam, e não aceitar que Jesus Cristo é Deus. Se Deus não pode ser homem também, como podemos ser a imagem e semelhança dele? Mas se Deus pode ser homem, assim, podemos ser sua imagem e semelhança também.
[Responder]
David
em 20 de novembro de 2009
João Pereira dos Santos,
os crentes recorrentemente advertem os descrentes do castigo eterno que os espera no Inferno, como bem o atestam as ríspidas alusões ao “Juízo”. Afinal, essa é então a razão definitiva para se acreditar em Deus? Ou a pessoa faz a aposta correta de o adorar antes de morrer, ou então vai para a câmara de torturas do Diabo e ali passa a conhecer dor sem fim? Bem, imagino que essa perspectiva, se levada a sério, já deva ser o bastante para fazer qualquer indivíduo adorar a Deus por puro medo, ou seja, sem qualquer elemento de convicção, como, aliás, presume-se que acontecia com as massas, que tinham pavor do Inferno, ao tempo da Idade Média.
Aliás, adorar a Deus por acreditar em tal coisa equivaleria a conceber o mundo como uma ditadura inescapável, onde se cultua um carrasco universal impiedoso, cujo rosto ninguém vé e que é destituído de qualquer senso de proporção, pois pune com dor eterna a circunstancial ausência de disposição para o reconhecer como real – bem como o adorar enquanto sábio e bom.
O Deus cujos crentes ameaçam os descrentes com sofrimento interminável me parece um Stálin de cujos gulags não se pode fugir nem através da morte. É a tirania suprema, negativa de toda liberdade.
Agora eu pergunto, essa adoração sem convicção, com base na intimidação pura e simples, tem algum valor espiritual, qualquer que seja? Ou estarei enganado e a convicção também é exigida? Nesse caso, a peneira afina ainda mais, porque o medo praticamente impossibilita o relaxamento necessário para a percepção de realidades metafísicas. Os que se qualificam para o Céu são meia dúzia de gatos pingados, não devem chegar nem a 1% da Humanidade.
Imaginemos, durante a Idade Média, milhões de almas tentando acreditar em Deus a partir do mais absoluto medo, não conseguindo e, em consequência, sendo arrastadas para as câmaras dantescas de Satanás. Fracassaram em matar as charadas divinas, portanto nada mais justo do que ficarem a gritar e gemer para todo o sempre. Fracassaram em sentir o devido temor E(!!) em atingir a sublime convicção por cima dele.
Salve o Todo-Poderoso Deus do Medo Iluminador e todos os seus compassivos porta-vozes (leia-se porta-ameaças) neste nosso belo Planeta-Gulag-de-Corpo-Mente-e-Espírito!
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Eduardo Vieira da Silva
em 20 de novembro de 2009
Gilson,
Assiste este documentário com provas arqueológicas sobre a Arca de Noé.
O endereço é: http://www.youtube.com/v/QVCvzGr7h1g&rel=0
Além do mais, existem mais de 200 culturas que contam a história de um dilúvio. As provas são tão grandes, que o dilúvio e a Arca de Noé já é ensinada nas escolas.
Nas aulas de Ciências, do ´´Novo Telecurso da Fundação Roberto Marinho“ em uma de suas aulas, fala sobre o dilúvio e a Arca de Noé. O material está no DVD 1 do Ensino Fundamental.
É lógico que as milhões de espécies de vidas que existem no nosso planeta não poderiam caber em nenhum navio; porém, o dilúvio não foi sobre todo o planeta. O dilúvio foi apenas sobre a Terra (pode ser que tenha sido apenas em terras conhecidas naquela época).
Além do mais, mais de 99% dos seres vivos não ocupariam nenhum lugar da Arca. As plantas, os insetos, os animais do mar e os de água doce não precisariam estar na Arca para se manterem vivos. Os animais que vivem no gelo (golfinho, pingüins, Ursos Polares e etc.) não vivem sobre a Terra, e sim sobre o gelo, onde não teve dilúvio. Os fungos, os vírus e as bactérias sobrevivem no ar em plantas, na água, na sujeira e em outros lugares. Então, sobram menos de 1% que poderiam caber na Arca sim. Um casal de Elefantes, outro de bovinos, um de eqüinos, um de rinoceronte, um de girafas, um de gorilas, um de tigres, um de leões, um de puma, um de onça e mais um ou outro animal de grande porte; o resto, só sobra alguns animais que são de pequenos e médios portes. Além do mais, os casais poderiam ser filhotes e não necessariamente adultos e grandes; mesmo assim, já foi provado cientificamente que caberiam mesmo que fossem adultos.
Tem mais:
´´Pesquisadores, desobedecendo leis radicais da Turquia, têm explorado as Montanhas do Complexo Ararat à caça da Arca de Noé. Fotos Muito interessantes, mostram anomalias no relevo que podem muito bem se tratar de resto da Grande Nau.
Berrossos (Sumo Sacerdote) historiador Caldeu visitou o local em 475 A.C. quando escreveu sobre o fenômeno que testemunhou afirmando que era fácil perceber uma embarcação em repouso no alto da geleira. Arramanus, historiador egípcio de 30 A.C. é autor de uma história da fenícia menciona a existência da arca no monte Ararat. Nicolau de Damasco no mesmo período, foi o biógrafo de Herodes (“O Grande”). Ele falou da aterrissagem da Arca perto do Cume do Ararat e relatou que as madeiras ainda estavam lá… Em meados do Séc.XIX, Frederic Parrot visitou o Monte chegando até o vilarejo de “Ahora”. Lá existe o Monastério de São Jacó, onde haviam relíquias da arca. Em Junho de 1840, o Monte Ararat sofreu um terrível terremoto… O Monastério foi destruído e as relíquias foram destruídas…“ Fonte: http://www.pilb.t5.com.br/arconoah.htm
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David
em 20 de novembro de 2009
Ah, claro, e, se o equilibrista conseguir acreditar na existência e bondade divinas a despeito de todo o medo que decorre da autoridade absolutista de Deus, isso ainda não terá sido o bastante para obter visto de ingresso aos saraus do Partidão Celestial. A pessoa ainda tem que se lembrar de andar na linha e não abusar dos pecados – afinal, convicções à parte, ainda há a Santa Contabilidade…
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joao pereira dos antos
em 20 de novembro de 2009
Gente de outras culturas e a relação com Jesus o Profeta.
“Ora, havia alguns gregos entre os que tinham subido a adorar no dia da festa. Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus.” (Jo 12:20-22)
“E o servo de um certo centurião… estava doente… E, quando ouviu falar de Jesus, enviou-lhes uns anciãos… rogando que viesse curar o seu servo… E foi Jesus com eles; mas, quando já estava perto da casa, enviou-lhe o centurião uns amigos dizendo-lhe: Senhor, não te incomodes, porque não sou digno que entres debaixo do meu telhado; e, por isso, nem ainda me julguei digno de ir ter contigo; dize, porém, uma palavra, e o meu criado sarará… E, ouvindo isso, Jesus maravilhou-se dele e, voltando-se, disse à multidão: Digo-vos que nem ainda em Israel tenho achado tanta fé. E, voltando para casa os que foram enviados, acharam são o servo enfermo.”
Gregos, romanos… (não só os discipulos da Galiláeia) reconheciam a autoridade de Jesus o Profeta. Curvavam-se ante o Deus-Homem-Deus, o revolucionário do bem – JESUS.
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joao pereira dos santos
em 20 de novembro de 2009
A BÍBLIA PREVIU: “E proferirá palavras contra o Altíisimo,… e cuidará em mudar os tempos e a lei;…”
Cumprimento da profecia pelo Estado na pessoa de Constantino Magno, em 7 de março do ano 321EC: “Ordena-se a todos o juizes moradores de cidades e operários, que repousem no venerável dia do sol…”
Pela Igreja Católica no Concilio de Laudicéia em 364EC: “Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado mas sim trabalhar neste dia; porém ao domingo honrar de maneira especial, como cristãos. Se entretanto forem encontrados judaizando, sejam então excomungados… (Hefele, History of the concils of the church, Vol. 2, Livro 6, sec. 93, cânon 29).
A Igreja Romana, pelo sínodo de Narbone, em 538EC, promulgou um decreto de caráter decisivo para repouso do domingo em lugar do sábado(mudança da lei conforme profecia bíblica acima). Dizia o decreto: “É proibido tanto a livres como a servos, a godos e romanos, sírios, como a gregos e judeus, executar qualquer espécie de trabalho no dia de domingo. Se alguém ousar proceder em contrário, pagará, se for livre, seis solidéus ao magistrado; se for escravo receberá cem bastonadas” (Mansi Tomo IX, pág. 214).
História das Religiões e de Constantito Magno nas Bibliotecas Internacionais.
A Bíblia vaticina. A história relala o cumprimento das profecias bíblicas.
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Gilson
em 20 de novembro de 2009
Vamos lá.
João Pereira dos “antos”, eu li ‘E a Bíblia tinha razão’, de Werner Keller, assim como li ‘A Bíblia não tinha razão’, de Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman.
E escrevi ‘Da Bíblia aos Múltiplos Universos’.
De fato, a Bíblia tinha razão em algumas coisas. Por exemplo: a Babilónia existiu, Ur existiu.
Mas a Bíblia não tem que acertar às vezes. Sendo supostamente palavra divina, ela tem que acertar SEMPRE. E está muito longe disso.
Na viagem de Abraão e no Êxodo, por exemplo, os viajantes passam, conforme a narrativa bíblica, por reinos que não existiam naquelas épocas e que só vieram a existir depois. É o que se chama de anacronismo.
Outro anacronismo é a referência a camelos no relato da viagem de Abraão, relato referente a uma viagem num tempo em que os camelos ainda não tinham sido domesticados e postos a uso humano.
Portanto, a Bíblia estava certa muitas vezes e estava errada muitas outras vezes, algo incompatível com a idéia de um livro de inspiração divina.
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Gilson
em 20 de novembro de 2009
Ademar, os palestinos de hoje são descendentes de povos locais islamizados e arabizados. Não devem ser vistos, simplesmente, como descendentes dos invasores árabes.Ésta é uma visão muito conveniente aos judeus, mas equivocada.
Quanto ao Purim, se foi uma luta, e não um massacre, por que só há registro de mortes de inimigos dos judeus? Por que não morreram judeus na suposta luta?
Vocês deveriam ter vergonha de celebrar anualmente um genocídio.
Bem, mas isto é o mínimo que vocês fazem, não é mesmo?
Além de se orgulharem de genocídios passados, cometem genocídios hoje.
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Gilson
em 20 de novembro de 2009
Eduardo Vieira da Silva, então quer dizer que Deus dividiu sua personalidade em duas, tornando-se assim um esquizofrênico.
Uma das personalidades de Deus pede que a outra personalidade “passe de mim este cálice”.
E você ainda exige que os judeus e muçulmanos acreditem nessa palhaçada.
Francamente…
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:21 pm
Quando Jesus disse: ´´Pai se é possível passe de mim este cálice“, ele estava querendo mostrar que não era possível de salvar a humanidade sem ele ter que passar pela cruz. Foi essa mensagem que ele quis nos mostrar e não que ele não era Deus. Quando Pedro pegou a espada para impedir de levarem Jesus, o mestre respondeu dizendo que não precisaria da espada, se ele quisesse poderia se salvar, mas não teria outra maneira de salvar a humanidade. Agora salvar de que? É que o plano de Deus era para vivermos eternamente bem e em harmonia, mas o pecado nos tirou esse privilégio; porém, Deus se tornou homem e morreu por nós, dando assim, a oportunidade de nós ressuscitarmos, assim como Jesus ressuscitou, no dia do julgamento.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Provas arqueológicas da Arca de Noé?
Não me façam rir!
Vocês acreditam em cada coisa…
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:51 pm
Bom, sobre a Arca de Noé, existe, entre outras provas arqueológicas, uma rocha de um barco, no mesmo local narrada na bíblia, além do mais, tem o mesmo formato e as mesmas dimensões (tamanho da altura e da largura) da Arca de Noé comentado na bíblia. Engraçado é que quando uma rocha toma o formato de um animal qualquer, os cientistas logo dizem que é um fóssil de certo animal, mas se toma o formato de uma obra, como é o caso da Arca de Noé, mesmo sendo do mesmo tamanho e estando no mesmo local falado na bíblia, eles ficam calados e não falam se é ou não é o fóssil de um navio. Eu tenho certeza que se a bíblia não comentasse da Arca de Noé, estavam todos os cientistas falando que a rocha era sem dúvida um fóssil de uma grande embarcação de povos antigos.
A rocha nas mesmas condições da Arca de Noé existe em certo local e pode ser vista pessoalmente por qualquer ser humano, pois ela se encontra no monte Arafat; além do mais, existem fotos e vídeos provando a veracidade.
Eu falo, provo e dou a fonte: O endereço é: http://www.youtube.com/v/QVCvzGr7h1g&rel=0, DVD n° 1 do Ensino Fundamental do Novo Telecurso da Fundação Roberto Marinho e http://www.pilb.t5.com.br/arconoah.htm. Além disso, tem várias outras fontes de informações, com provas e fotos, a respeito da veracidade da Arca de Noé, é só procurar que vai encontrar em vários lugares na internet.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Ademar, o que você acha do assassinato de dezenas de americanos por Israel no episódio do navio USS Liberty? Por que não deu em nada?
Imagina se o episódio fosse, por exemplo, com a República Islâmica do Irã?
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Por que o Irã não pode ter bombas nucleares se Israel tem várias?
Por que sempre dois pesos e duas medidas a favor da Entidade Sionista?
Até quando?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 3:25 pm
Quando Jesus disse: ´´Pai se é possível passe de mim este cálice“, ele estava querendo mostrar que não era possível de salvar a humanidade sem ele ter que passar pela cruz. Foi essa mensagem que ele quis nos mostrar e não que ele não era Deus. Quando Pedro pegou a espada para impedir de levarem Jesus, o mestre respondeu dizendo que não precisaria da espada, se ele quisesse poderia se salvar, mas não teria outra maneira de salvar a humanidade. Agora salvar de que? É que o plano de Deus era para vivermos eternamente bem e em harmonia, mas o pecado nos tirou esse privilégio; porém, Deus se tornou homem e morreu por nós, dando assim, a oportunidade de nós ressuscitarmos, assim como Jesus ressuscitou, no dia do julgamento.
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Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 10:09 am
Exatamente nesta linda citação o homem Jesus fala mais alto do que o Deus Jesus. Podemos observar a obediencia radical do “servo Sofredor” ao pai que ama oa filho e o entrega por amor a humanidade.
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Eduardo Vieira da Silva
em 21 de novembro de 2009
Gilson,
Quando Jesus disse: ´´Pai se é possível passe de mim este cálice“, ele estava querendo mostrar que não era possível de salvar a humanidade sem ele ter que passar pela cruz. Foi essa mensagem que ele quis nos mostrar e não que ele não era Deus. Quando Pedro pegou a espada para impedir de levarem Jesus, o mestre respondeu dizendo que não precisaria da espada, se ele quisesse poderia se salvar, mas não teria outra maneira de salvar a humanidade. Agora salvar de que? É que o plano de Deus era para vivermos eternamente bem e em harmonia, mas o pecado nos tirou esse privilégio; porém, Deus se tornou homem e morreu por nós, dando assim, a oportunidade de nós ressuscitarmos, assim como Jesus ressuscitou, no dia do julgamento.
Para completar, se Jesus Cristo não for Deus, então não somos a imagem e semelhança de Deus. Se Jesus Cristo não ressuscitou, então não iremos nos ressuscitar, logo será em vão a nossa fé; porém, se Cristo ressuscitou podemos ser ressuscitados também. No entanto, os judeus e mulçumanos estão errados ao afirmarem que somos a imagem e semelhança de Deus. Como um homem pobre, mortal, e limitado pode ser a imagem e semelhança de Deus se o Soberano não se tornou homem também? E tem mais, se eles não acreditam que Jesus ressuscitou como podem acreditar que eles poderão ressuscitar para a vida eterna?
Portanto, Jesus Cristo, mesmo sendo Deus, não afastou o seu cálice e nem usou os poderes de Deus para ficar livre do sofrimento da cruz. Ele nos mostrou isso quando disse: ´´Pai se é possível afaste de mis este cálice“ e ´´Pai porque me desamparasse?“
É por isso que eu disse e volto a repetir: É irracional acreditar que somos feitos à imagem e semelhança de Deus e não aceitar que Jesus Cristo é Deus.
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Eduardo Vieira da Silva
em 21 de novembro de 2009
É por tudo isso que eu digo: Jesus Cristo não veio para condenar, ele veio para salvar, para nos dar a esperança da vida eterna. Então ele não veio trazer medo, ele veio tirar o medo.
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joao pereira dos santos
em 21 de novembro de 2009
Só uma pessoa que se julga dona da verdade o que já é extremamente errado, e que tapa os ouvidos e os olhos para outras teses, desfaz de descobertas arqueológicas que comprovam fatos inclusive biblicos.
A televisão, por exemplo, não cessa de mostrar em suas reportágens diversas descobertas de fatos ocorridos antes e depois de Cristo nas terras de Israel principalmente acerca dos patriarcas e até dos tempos de Jesus e os apóstolos; objetos que mostram a vida e os costumes daquelas épocas. O manto de Jesus e o sepulcro onde fora sepultado. Grutas como a do Getssêmane onde Jesus viveu seus ultimos momentos e outros locais; descobertas arqueológicas de fatos contados na Bíblia já são fatos comprovados.
Só por que se trata de relatos bíblicos, os ateus, às cegas, contestam.
Ora, já que não querem se salvar da morte e terem direito à vida eterna, cuja vida Jesus veio aqui conquistar para os que crêem, conforme vemos na Bíblia, como muito bem colocou acima o amigo Eduardo Vieira da Sila, aceitem pelo menos os fatos históricos contidos na Bíblia! Milhões já entenderam e acreditam de fato na Bíblia. Ela fala do Deus Criador, invisível sim do ponto de vista do homem carnal, mas, Único, Absoluto, Onisciente, Onipotente, Onipresente… mas, sentido pela alma anelante de algo sobrenatural que venha preencher o vazio… E daí?!
Rir daqueles que descobriram resquícios da arca de Noé…? Aí teria que ser com os PHD’s da arqueologia que escalaram o Monte Ararat, exatamente onde a arca pousou. É precisdo ler mais e assistir a documentários elaborados por esses doutores…
Cientistas ateus não merecem e nunca hão de merecer (falo com todo respeito enquanto homens estudiosos) mais respeito do que cientistas cristãos.
É isso aí.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
E quem disse, Eduardo Vieira da Silva, que fomos feitos à imagem e semelhança de Deus? A Bíblia disse. Mas a Bíblia não merece confiança, é cheia de erros, problemas e contradições.
Somos resultado de um longo processo de mudanças adaptativas por meio da seleção natural de mutações genéticas aleatórias, o chamado processo de evolução. Veja que parte do processo é aleatório. Poderíamos não existir.
Imagem e semelhança de Deus? Conta outra!
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 3:30 pm
Os religiosos mulçumanos, judeus, cristãos e outras religiões afirmam, mas só o cristianismo é que tem uma resposta lógica para isso.
A bíblia também afirma e não se contradiz não. O mesmo livro da bíblia que fala que a luz (Sol e as estrelas) surgiu primeiro que a Terra surgiu depois, é o mesmo que fala que somos feitos a imagem e semelhança de Deus.
Gêneses 1:3 até 5: ´´Disse Deus: Haja luz; e ouve luz. … o primeiro dia.“
Porém, a Terra só foi formada no terceiro dia:
Em Gêneses 1: 9 até 13: ´´Disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num só lugar, e apareça a porção seca chamou Deus Terra e ao ajuntamento das águas Mares … o terceiro dia.“
Apesar da terra já ter sido feita no terceiro dia, o Sol e as estrelas não pareciam na nossa atmosfera (atmosfera = firmamento dos céus ou primeiro céu, segundo a bíblia; pois, de acordo com a bíblia existem três céus), ou seja, no inicio do Planeta Terra, os gases dos vulcões impediam o surgimento das luzes do Sol e das estrelas aparecerem na nossa atmosfera. Pelo motivo dos gases escuros dos vulcões impedirem o aparecimento do Sol, não tinha estações de anos e nem tinha como marcar os dias e os anos. Então, segundo o livro de Gêneses, a Terra foi feita no terceiro, enquanto do Sol foi feito no primeiro dia, mas só pôde ser visto no quarto dia.
Veja Gêneses 1: 14 até 19: ´´Disse Deus: haja luzeiros no firmamento dos céus, para fazerem separação entre dia e noite; e sejam eles para sinais, para estações, para dias e anos. E sejam luzeiros no firmamento dos céus, para alumiar a terra. … o quarto dia.“
Agora, quem não quer acreditar na bíblia usam de mentiras, sofismas e falácias para contradizer a bíblia. Se vocês estiverem corretos, então porque não conseguem contradizer a bíblia falando só a verdade?
A bíblia ainda fala mais: Em Gêneses 1:9, afirma que, quando Deus fez a Terra, havia um só mar e uma só porção de terra seca, ou seja, apenas um continente.
As contradições, que vocês arrumam, são todas assim, cheias de mentiras. Por exemplo: A bíblia não fala que Judas jogou o dinheiro fora e em outra parte que ele comprou terreno para cemitério não. O que a bíblia fala é que o dinheiro da traição, que ele não quis ou jogou fora, foi usado para comprar um terreno para cemitério.
Para quê mentir? As pessoas, vendo que vocês estão mentindo, vão passar a acreditarem cada vez mais na bíblia
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
93% dos membros da Academia de Ciências dos Estados Unidos são ateus. Isto num país muito religioso.
Pouca ciência afasta de Deus. Muita ciência afasta mais ainda.
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 3:57 pm
Mia um sofisma Gilson.
Os 93% de cientistas não querem dizer muita ciência e nem os 7% querem dizer pouca ciências.
O problema é que os 7% dos cientistas, os que acreditam em Deus, resolvem os problemas das ciências e fazem novas descobrem, enquanto isso, os 93% não resolvem e nem descobrem nada.
Por isso, é muita ciências que os 7% fazem e praticamente nada que os 93% produzem.
Veja o que disse o maior nome da ciência no momento:
´´No ano passado foram lançados vários livros de cientistas renomados, como Dawkins, Daniel Dennett e Sam Harris, que atacam a religião sem nenhum propósito. É uma ofensa àqueles que têm fé e respeitam a ciência. Em vez de blasfemarem, esses cientistas deveriam trabalhar para elucidar os mistérios que ainda existem. É o que nos cabe.“
Francis Collins, em entrevista a Revista Veja. Fonte: Revista Veja, 25-1-2007 e
http://www.celula-tronco.com/noticias.php?codigo=73
Em outras palavras, ao invés de ficarem falando e arrumando argumentos para não acreditarem em Deus, por que não resolvem os problemas das ciências e fazem novas descobertas como fazem nós, que acreditam em Deus?
Eu tenho passado por esta experiência também. Sou Servidor Público Federal. Trabalho na Seção de Cálculos da PGFN do Ministério da Fazenda. Sou autor e descobridor de certas fórmulas. Já fiz fórmulas matemáticas para o SERPRO (maior centro de processamento de dados da América do Sul) e para a Receita Federal; enquanto isso, os meus companheiros de trabalho ateus, nunca descobriram nada de novo, mesmo os que possuem muito mais estudos do que eu.
Tem mais: Apenas os cientistas judeus, que são cerca de 1%, fazem mais descobertas que os aproximadamente 90% dos cientistas ateus de todo o mundo.
Tem mais ainda: Todos grandes cientistas, que deixaram os seus nomes na história, acreditavam em Deus.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Noé levou na Arca as cerca de 300 mil espécies de besouro existentes?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 3:58 pm
Não teve nenhuma necessidade dos besouros serem guardadas na Arca de Noé, pois eles podem viver em arvores ou dentro de madeiras ocas ou podres.
´´… em uma única árvore, foram coletadas 1.200 espécies de besouro … “ Fonte: http://jornalismoeciencia.blogspot.com/2008/05/importncia-da-preservao-ambiental.html
Quer saber por que existem tantos besouros? Eles servem de alimentos para humanos. Se alguém ficar perdido em uma floresta é só se alimentar de besouros para não morrer de fome.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Por que Deus teria criado tantas espécies de besouro?
Deus é maluco por besouros?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:00 pm
Quer saber por que existem tantos besouros? Eles servem de alimentos para humanos. Se alguém ficar perdido em uma floresta é só se alimentar de besouros para não morrer de fome.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
O Homem de Neandertal foi criado à imagem e semelhança de Deus?
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:07 pm
Se ele era da nossa espécie, era, mas se não era, então não foi criado a imagem e semelhança de Deus não. É muito difícil provar cientificamente se eles eram ou não da nossa espécie, até cientistas de divergem. Mas a bíblia reconhece que houve espécie de seres vivos mais parecidos com o homem do que o macaco é.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
Provas arqueológicas da Arca de Noé?!
Vocês são hilários!
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:19 pm
Bom, hilário é referente ao hilo, hilar, ou seja: Depressão no local onde penetram num órgão, seus vasos e nervos. Também pode ser: Área, na superfície da semente, onde se prende o funículo.
Ambos servem para o bom desenvolvimento e perfeito crescimento.
Então, muito obrigado pelo elogio.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009
1. Por que Paulo (1 Coríntios 7:1) disse que seria melhor que o homem não tocasse em mulher? Por que Paulo proibiu as mulheres de falar em público, de falar na igreja, de entrar na igreja com a cabeça descoberta e de ensinar?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:27 pm
Não encontrei em nenhum lugar na bíblia que Paula disse que não deveria ou que é melhor ficar solteiro do que se casar. Em 1º Corintios 7, ele apenas está afirmando que o ideal é ter sexo dentro do casamento e não enquanto é solteiro ou viúvo.
A respeito dos costumes da Igreja de Corintios: Tanto o uso do véu, como a mulher não falar na igreja, não foram generalizadas e, sim, dentro de um contexto que se passava na igreja de Coríntios. Tanto é verdade que existem documentos históricos, dando conta de que Maria Madalena tinha as mesmas funções dos Apóstolos de Jesus, inclusive anunciava a missão de Cristo e, isso não é possível fazer com a boca fechada.
O véu é comentado nos primeiro versos de 1º Coríntios 11; porém, no verso 16 de Coríntios 11, encerra o assunto ao ressalvar que tal costume não é da Igreja de Deus. Nos versos 17 aos 34 se trata de outro assunto.
Por que se tratava de apenas um costume local? É que eles adoravam a Deusa Diana, dando, assim, liberdade a prostituição. As mulheres prostitutas, para se diferenciarem das que não eram, raspavam a cabeça. Algumas prostitutas, que se convertiam, deveriam usar o véu até os seus cabelos crescerem, não sendo, assim, confundidas com as prostitutas.
Em relação às mulheres ficarem caladas dentro da Igreja:
A situação de ex-prostituas, que passarem a freqüentar a Igreja de Coríntio, gerou um outro problema: Fuxicos de ´´tagarelas“ despertavam ciúmes de mulheres. Por isso, elas queriam especular, dentro da Igreja, se seus maridos tiveram alguma coisa com as mulheres de cabeça raspadas. Por isso é que Paulo fala que se elas querem saber de alguma coisa para não tratar desse assunto dentro da Igreja e perguntem aos seus maridos em casa.
[Responder]
Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 11:45 am
Eduardo vieira Maria madalena nunca teve as funções especificas dos apostolos por favor vamos responder as perguntas com verdades Teologicas.
Primeiro na Natureza existem papeis específicos para Homens e Mulheres.
POr exemplo: Um homem não pode ser mãe.
Do mesmo geito no projeto de Deus existem papeis que cabem aos homens e papeis que cabem as mulheres.
Jesus não ordenou nenhuma mulher Ele ordenou 12 homens por isso que a igreja católica não permite a ordenação de mulheres por que cristo o seu fundador assim quis.
Do mesmo modo que os padres não podem casar porque cristo assim quis.Mat 19;10.
Hoje existem variasa “igrejas” ordenado mulhere e que os “pastores” podem se casar mas este não foi o projeto original de cristo.
[Responder]
Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 4:06 pm
Em Mateus 10: 19, o mandamento não é especifico para padre não e, quem está falando que é melhor não se casar não é Jesus Cristo.
Leia direito o que está escrito. Os discípulos disseram que é melhor não se casar por que se casassem não poderiam se divorciar. O problema é que o casamento surgiu com a cerimônia da promessa de viverem justos para sempre. Então os discípulos indagaram se não pudessem cumprir o compromisso era melhor não fazê-lo.
Tem mais, Jesus Cristo não ordenou apenas os 12 Apóstolos não. De uma só vez, ele ordenou 70 discípulos, e entre eles estava Maria madalena. Leia a bíblia inteira e não apenas certas partes antes de tirar conclusões precipitadas.
Sei que Padre não pode se casar, mas isso não é uma ordem de Deus não, é uma doutrina da Igreja Católica. Eu respeito à opinião de que padre não pode se casar, mas não sou bobo para pensar que é uma ordem de Deus não. Deus disse crescei-vos e multiplicai-vos. Cresci freqüentando a Igreja Católica, me batizei e fiz curso de primeira comunhão e sei do importante papel que ela me beneficiou Amim e a sociedade em geral. Mas conheço a bíblia e sei separar o que é ordenamento da Igreja local e de Deus. Mas também sei que a igreja necessita de regras e ordens que não estão escritas na bíblia. A organização, o gerenciamento e o regimento governamental precisão de regras humanas. È por isso que sei respeitar a opinião e certas doutrinas que são necessárias para determinados regimentos governamentais.
[Responder]
Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:25 pm
Exatamente mas para você oque significa : ” e outros há que assim se fizeram por causa do reino do céu”. E os discipulos não perguntaram a Jesus se é melhor se casar ou não, eles afirmaram se esta fosse a condissão era mais apropriado não se casar.
Jesus porem afirma que “Há eunucos por causa do reino ” ou seja que preferiram se entregar de corpo e alma a Deus nosso Senhor.
O proprio Jesus era celibatário. São Paulo, Timóio, São Pedro e por ai vai eram celibatarios. E sobre o argumento que na biblia não recomenda o celibato veja estas passagens., (veja I Cor 7,25ss). I Cor 7,32-33 “O que está sem mulher, está cuidadoso das coisa que são do Senhor, como há de agradar a deus! Mas o que esta casado está cuidadoso das coisas destye mundo, como há de dar gosto à sua mulher!”
De fato o celibato dos ministros ordenados não é uma lei divina mas uma lei eclesial ( conselhos de perfeição ou seja recomendados por Cristo) e em alguns casos ela pode ser abolida.
Como consta em Lucas 18 -28,30. “Disse Pedro “Eis que nós deixamos tudo pra te seguir” Ele lhe respondeu “EM verdade vos digo, não há ninguem que tenha deixado casa, mulher, irmaõs ou filhos, POR CAUSA DO REINO DE DEUS, que não receba o multiplo no tempo presente e no seculo que á de vir, a vida eterna.”
Abraçando livremente oi celibato o sacerdote imita a maneira de viver de Jesus Cristo – Celibatário- inteiramente dedicado as coisas do pai e do seu reino.”
Sim de fato Deus dise crecei-vos e multiplicai-vos. DEus fez o homem e amulher para procriar. Mas esta geração material é o simbolo da geração espiritual, realizado por Cristo com a Igreja, sua esposa da qual nasce os filhos de Deus. Assim como Adão era o esposo de Eva Cristo é o esposo dA Igreja.
Quem explica isto melhor é São Paulo em sua epistola aos efézios. ( V,21 , 30).
Sendo assim a geração espiritual dos filhos de Deus é superior a geração física, por isso o sacerdote é chamado a ter filhor espirituais da igreja, por que o sacerdote é um outro Cristo.
E são paulo disse ainda:
” Digo tambem aos solteiros e as viuvas que lhes é bom se parmanecerem assim, como tambem eu. Mas se não tem o dom da continência, casem-se.”
1 corintios VII, 8-9.
Murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:46 pm
E sobre esta História de Jesus ter ordenado 70 de uma só vez isto é um pequeno erro interpretativo.
Jesus enviou 70 discipulos, que é totalmente diferente de Apostolos.
Discipulo – Eu,você todos nóis podemos ser discipulos de Cristo.
Apostolo – Ocupa o lugar de sacerdote da antiga aliança. Ele tem que ser ordenado por ” Imposição das mãos” do episcopo ou Bispo.
Ex. Pedro era bispo de Roma, Tiago bispo de onde hoje é a Espanha.
Todo apostolo é dicipulo mas nem todo discipulo é apostolo.
Segundo o evangelho de são lucas; ” ele chamou para si os seus discipulos, a quem escolheu doze e os chamou de apostolos”
Você não encontra em nenhuma passagem da biblia que se fale de apostola ou bispa ou presbitera, diacona. E sim apostolo, bispo, presbitero e diacono.
As igrejas evangelicas foi que enventaram este negócio de bispa.
Mas o projeto divino não foi assim.
Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 5:22 pm
Realmente, na bíblia não tem Apostola não, pois Jesus Cristo escolheu 12, sendo que todos eram homens; mas, também não encontramos Papa, Padre e ai afora. Encontramos que Jesus é o bom Pastor, encontramos apenas 12 Apóstolos, Bispos e Diáconos. Além do mais não se casar surge do indivíduo querer e não de uma imposição da Igreja. É verdade que Maria Madalena não era Apóstola e sim discípula, eu nunca disse o contrário, da mesma forma que o Padre também não é Apóstolo e sim discípulo. Tem uma outra coisa também, quando Jesus Cristo disse que em três dias derrubaria o templo e construiria um outro, estava falando da Igreja Espiritual (formada por Jesus, sendo o cabeça, e de seus seguidores), foi essa Igreja, Espiritual e Invisível, que Jesus Edificou. Nesta Igreja, ele ordenou Maria Madalena, juntamente com os demais, a anunciar o Reino dos Céus. Sendo assim, ela falou na Igreja de Jesus Cristo sim.
Sobre as palavras discípulos, bispos, diáconos e etc. estarem no masculino e não no feminino, não quer dizer que não podemos ordenar mulheres não, pois Maria estava no meio dos 70, que foram chamados de discípulos. Quando a bíblia fala que o mal do homem é constante, não quer dizer que o da mulher não é, ela está querendo dizer que o da mulher também é . A bíblia está no masculino porque é um costume da linguagem e não da ordenança de Deus.
Quando fala que homem é feito a imagem e semelhança de Deus, está falando que a mulher também é. Até porque a mulher foi feita do homem, carne da nossa carne, ou seja a mulher foi feita do clone do homem. Sendo assim, se a mulher não for à imagem e semelhança de Deus, o homem também não pode ser, pois a Eva foi clone de Adão. Da mesma forma, se admitimos que Maria Madalena era discípula de Jesus, apesar da bíblia usar discípulos (fazer discípulos e não fazer discípulas, os 70 discípulos e não as 70 discípulas, e assim por diante), por que não usamos o mesmo critério para que a mulher possa também falar na frente das igrejas? Como mulher, será apenas Maria Madalena é que podia falar na Igreja de Cristo?
Na lei dos judeus, mandava apedrejarem quem estivesse adulterando, mas eles discriminavam as mulheres, por isso, levaram apenas a mulher que estava adulterando, deixando para trás o homem. Mas Jesus mandou atirar a primeira pedra quem não tivesse pecado. Com isso, ele deu um grande passo para acabar com a discriminação da mulher. Sei também que tem documentos históricos em que conta que havia discípulo de Jesus que pediu para Jesus Cristo tirar Maria madalena no meio deles; porém, receberam uma bela bronca de Jesus Cristo por estarem querendo discriminar as mulheres.
murilo respondeu:
27 de setembro de 2009 às 5:43 pm
Caso você não saiba a palavra papa vem do latim e significa papai. A palavra padre significa pai. O povo com o tempo começou a chamar o bispo de Roma de papa(papai) e os presbiteros de (padre). Sim de fato o padre não é apostolo e sim presbitero (ajudante dos bispos que são sucessores dos apostolos).Sim de fato jesus é o bom pastor ele é a cabeça da Igreja. Porem Jesus está no céu e a Igreja precisa de um lider visivel e por isso o proprio Cristo escolheu São Pedro para este cargo tão importante ( mat. 16;18). E pedro foi bispo de roma. Pedro foi martirizado e os apostolos elegeram Lino para bispo de Roma e chefe universal da igreja. Esta historia se repetiu 164 vezes até chegar em João paulo II, ele morreu e os sucessores dos apostolos(Bispos) elegeram Bento XVI para lider universal da Igreja de Cristo. Leia em mat 16:18-25 “Tudo o que liguardes na terra Eu ligo no ceu e tudo que desligardes na terra Eu desligo no ceu”. A Igreja ordenou que o sacerdote não pode se casar e pronto.O ceu ligou é uma ordem de Deus. Até porque esta era a vontade de Jesus que os sacerdotes não se casasem se não fosse assim ele não teria escolhido 12 apostolos solteiros. E a Igreja recomenda o casamento dos leigos ela só não aceito que os sacerdotes se casem.
Todos nós leigos batizados somos chamados a ser discipulos. Qualquer pessoa pode ser discipulo até mesmo as mulheres o que elas não podem ser é apostolas. E as mulheres desempenham um papel fundamental na Igreja elas podem fazer pregações. Elas só não podem ministrar os 7 sacramentos. Eu não duvide de Santa Maria Madalena ter sido dicipula. Eu duvido dela ter cido sacerdotiza. Pois isso vai contra os mandamentos de cristo. E quando eu falei das palavras apostolo, bispo, presbitero, diacono no mascolino eu estava falando que na Biblia você não encotra nenhuma mulher que tenha desempenhado este papel. Eu não estava falando de palavras que no masculino designem sentido geral. Ex Homens designa homem e mulher.
Eu não tenho preconceito algum com mulher só acho que a igreja deve seguir as regras de cristo seu fundador. As mulheres são chamadas a anunciar o evangelho e rezar. Já os homens são chamados a ministrar os sacramentos sendo reconhecidos como sacerdotes e para isto eles devem ser solteiros.
Saiba Eduardo que eu queria ser padre mas eu não tenho vocação para celibatário eu quero me casar e ter filhos, mas nem por isso eu me revoltei comtra minha mãe que é a Igreja, pois eu sei que ela só cupre ordens, e sei tambem que se padre fosse casado ele não agradaria a Deus como ele agrada sendo solteiro. E eu resolvi agradar a Deus de outra forma: Me casando construindo familia e educando meus filhos na Doutrina de Cristo e da Igreja.
Gilson
em 21 de novembro de 2009
2. Se o que Paulo disse era espírito da época, a quem cabe distinguir o que é espírito da época do que é palavra de Deus? A proibição da homossexualidade, por exemplo, é espírito da época ou é palavra de Deus?
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Eduardo Vieira da Silva respondeu:
27 de setembro de 2009 às 12:43 pm
Mais uma vez a bíblia bate com a verdadeira ciência. O ânus não foi feito para relação sexual, nem de homem ou de mulher. De acordo com a medicina, o local é mais propicio a adquirir doenças. Não tem a oleosidade e nem a proteção que uma vagina tem, além do mais, é mais fácil sair sangue que pode causar problemas e de transmissão de doenças.
Então, tanto a ciência como a bíblia, não aconselha o homossexualismo. É lógico que não devemos discriminar, mas não temos que aprovar.
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Gilson
em 21 de novembro de 2009