O hediondo Sr. Grinbaum
Artigo publicado no jornal O Norte em 6.12.2006.
O Sr. Victor Grinbaum trabalha na Profarma, empresa de produtos farmacêuticos. Parece que trabalha no setor de comunicação da empresa. Seu e-mail é victor.grinbaum@profarma.com.br (ou talvez não haja o ponto entre o nome e o sobrenome; estou citando de memória).
O Sr. Grinbaum, que aparentemente trabalha e mora no Rio de Janeiro, usa o endereço eletrônico da empresa e o seu horário de expediente para enviar e-mails injuriosos e ofensivos, expondo a sua empresa à possibilidade de processos por danos morais.
Grinbaum é um sionista, ou seja, um nazi-fascista pró-israelense. Para ele, Israel tem o direito de matar mil civis libaneses porque o Hezbollah seqüestrou dois soldados israelenses (que aliás continuam seqüestrados; a matança, desse ponto de vista, foi absolutamente inútil). O Sr. Victor é, portanto, um racista: acha que as vidas de mil civis libaneses valem menos do que a vida de dois soldados judeus.
O referido senhor admite que as punições coletivas (punir os pais por atos dos filhos, por exemplo, como acontece com a derrubada de casas) são erradas e abusivas (na verdade, elas são criminosas), mas diz que tudo bem, já que as organizações de direitos humanos de Israel reclamam.
O citado Sr. Grinbaum diz que eu não posso criticar Ben Abraham porque este senhor estava sofrendo num campo de concentração enquanto eu levava uma vida de filhinho de papai (ora, caro senhor, eu não sou tão velho; quando Abraham estava num campo de concentração, eu nem sonhava em existir). Este é um dos problemas dos sionistas: eles acham que o sofrimento passado de uma parte de seu povo justifica tudo, sendo um salvo-conduto para eles fazerem o que bem entenderem, inclusive matar e mutilar civis inocentes. O Sr. Abraham, quaisquer que tenham sido seus sofrimentos no passado, merece todas as críticas, porque apaga o genocídio dos ciganos da História: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. Isso é desonestidade; isso é racismo. Ben Abraham é intelectualmente desonesto, e nenhum sofrimento passado pode apagar isso.
Como sou um democrata, abri amplos espaços em meu site Múltiplos Universos para Victor Grinbaum. Vejam meu debate com ele no site: www.multiplosuniversos.com.br. Basta ir à primeira página do site ou digitar a palavra Israel em “Buscar por artigos”. Vale a pena: o debate é bom.



Olá! Meu nome é 



Gilson Gondim
em 6 de dezembro de 2006
O hediondo Sr. Grinbaum pode publicar seu direito de resposta neste site comentando este artigo. Já no jornal O Norte, o direito de resposta depende do editor.
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Gilson Gondim
em 6 de dezembro de 2006
Convido quem mora em João Pessoa para o seminário “Diálogos religiosos entre o Oriente e o Ocidente”, a realizar-se nesta sexta-feira na UFPB, no auditório 411 do CCHLA, entre as 14 e as 17 horas, sob a coordenação do professor Severino Celestino, autor do celebrado livro “Analisando as traduções bíblicas”.
Na ocasião, terei a honra de apresentar o trabalho “Reencarnação – O exame frio de uma bela idéia”.
O evento é promovido pelo Mestrado em Ciências das Religiões da UFPB.
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Gilson Gondim
em 6 de dezembro de 2006
Por onde anda o Sr. Ademar Benevolo?
Estou com saudades do Sr. Benevolo!
Reapareça, Sr. Benevolo. Vamos debater!
Afinal, o Sr. disse numa mensagem que admira a maneira como eu reago quando me sinto acuado.
Pois é, Sr. Benevolo, toda vez que me dão um limão eu faço uma limonada!
Estou com saudade dos limões que o Sr. me enviava.
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Victor Grinbaum
em 6 de dezembro de 2006
Você acha que nosso debate está bom, Gilson Gondim? Curioso… então por que será que você não debate?
Vejam os leitores deste blog que interessante: há mais ou menos uma semana que venho derrubando uma por uma as sandices que Gilson Gondim aqui despeja a título de “argumentos”. Uma semana em que cada pequeno detalhe é esmiuçado e destruído por informações de conhecimento público e facilmente averiguáveis em uma rápida pesquisa em alguns livros ou na própria internet. No entanto, vejam vocês — tanto os da claque arranjada através do Orkut quanto os que cá vêm parar por qualquer razão — como Gilson Gondim responde aos meus argumentos.
Nem me darei ao trabalho de contabilizar quantas vezes Gilson Gondim precisa despejar adjetivos contra mim em seus textos como forma de extravasar sua revolta. Gilson Gondim, de tão revoltado com o modo com que acabo com sua retórica liliputiana e preconceituosa, acaba “esquecendo” de que não se vence um debate no berro e no xingamento. Aliás, nem pra xingar Gilson Gondim demonstra criatividade! Os adjetivos são sempre os mesmos: “nazista”, “adorador de não-sei-o-quê”, “hediondo” etc.
Além do enorme pendor para o chilique, a única coisa que Gilson Gondim tem demonstrado é sua profunda dificuldade em interpretar textos, o que em chavão pedagógico se chama analfabetismo funcional. É o seguinte: o camarada até sabe juntar o beabá, sabe bem mais que garatujar o próprio nome, mas é incapaz de captar o conteúdo de um texto simples. Resumindo, lê mas não assimila o texto.
A prova de que Gilson Gondim sofre de analfabetismo funcional é que ele continua insistindo em afirmar coisas que eu já expliquei várias vezes que estão erradas. Exemplo: G.G. há tempos vem dizendo que este modesto escriba julga as vidas de dois soldados israelenses mais valiosas (sic) que as de mil civis libaneses. De onde G.G. tirou isso eu não faço idéia, já que em nenhum momento eu afirmei tal disparate. Expliquei (mui didaticamente por sinal) que uma análise isenta de qualquer fato do cotidiano ou da história não se faz em termos “matemáticos”. Entretanto, Gilson Gondim me entendeu? Fica evidente que não. Logo, Gilson Gondim é mentalmente incapaz de assimilar os meus textos, o que demonstra sua condição de analfabeto funcional completo.
Além disso existe ainda esta característica tão gondiniana de jogar afirmações ao vento sem sequer dar uma pista ao leitor de onde diabos ele teria tirado tal conclusão. Gilson Gondim agora deu para falar de Ben Abraham, um sobrevivente dos campos da morte nazistas que escreveu um livro com seu relato pessoal. Gilson Gondim é incapaz de citar até o título do livro de Ben Abraham, mas o usa como prova de que “os historiadores judeus ocultam o genocídio dos ciganos para ficarem com a exclusividade da ‘grife’ Holocausto”.
Curioso ver como G.G. eleva Ben Abraham à condição de historiador (o que ele nunca foi e nunca pretendeu ser) e como ele julga o todo pela parte. Não é capaz de citar sequer o nome do livro de Abraham ou um trechinho de seu livro onde o genocídio dos ciganos é “apagado” (sic), mas apenas isto basta para G.G. concluir que “todos os sobreviventes judeus do mundo estão urdidos numa trama sórdida para não deixar que o holocausto cigano apareça”. É realmente cômico.
Outra deixa para demonstrar o analfabetismo funcional do cronista de O Norte: ele acha que eu comparei sua vida com a de Ben Abraham em termos de paralelismo temporal. Reproduzo aqui novamente o trecho onde faço a comparação entre ambos:
“Você deveria lavar a boca antes de falar de Ben Abraham. Este homem, ainda saudável e ativo com mais de 90 anos de idade, vivenciou o Holocausto in loco. Enquanto você gozava da doce vida de filhinho de papai politiqueiro e de membro de um dos clãs mais poderosos do Nordeste, Abraham lutava pela sobrevivência em um campo de extermínio. Você deveria todos os dias cair de joelhos e render graças aos céus por não ter passado por um décimo do que Abraam passou em sua juventude..”
O trecho em negrito em especial deixa claro que eu comparei o que Ben Abraham passou em sua juventude com a confortável juventude de Gilson Gondim, vivida décadas depois, e não que eu tenha dito que Gilson Gondim (acabado nos seus quarenta e poucos anos) pertença à mesma geração do nonagenário e rijo Ben Abraham. Mas G.G. como sempre enfiou os pés pelas mãos…
É bastante interessante também a constatação do completo desequilíbrio emocional de Gilson Gondim ante meus argumentos. Pedi gentilmente ao sinhôzinho o nome de uma entidade de direitos humanos estabelecida na Palestina ou no Irã, não como forma de justificar quaisquer supostos abusos por parte de Israel, mas apenas para evidenciar o caráter democrático deste estado em contraposição ao caráter despótico da Autoridade Palestina e do governo iraniano. G.G. não só se mostrou absolutamente incapaz de responder a tão simples desafio como preferiu apelar para as ameaças, falando como sempre em processos e que-tais. E ainda usa o nome de uma empresa onde ingressei por mérito próprio e que nada tem a ver com o caso sem atentar para o fato de que ele próprio só trabalha onde consegue entrar “pela janela”, ou seja, por indicação de algum padrinho político. Gilson Gondim trabalha como assessor parlamentar (cargo notório pelas possibilidades de corrupção, venalidade e nepotismo) e agora ocupa uma vaguinha num jornal, decerto cabalada graças a algum prestígio político duvidoso.
De tudo isso, ficam no ar as mesmas conclusões que fizeram a direção do Jornal da Paraíba: Gilson Gondim defende o massacre da população do Estado de Israel (é um “defensor de terrorismos”, para usar do estilo gondiniano) em nome de um conhecimento pra lá de medíocre do que ocorre naquele país. Gilson Gondim é incapaz de justificar suas posições com argumentos, apelando sempre para os adjetivos, os sofismas e as simplificações mais bisonhas e também é incapaz até de interpretar um texto corretamente. Gilson Gondim não possui o equilíbrio necessário a um jornalista (o que ele nunca foi) tampouco o senso de responsabilidade que é o apanágio número um daqueles que trabalham com informação.
O que resta de Gilson Gondim? Resta apenas uma figurinha patética em seu raquitismo intelectual, desnudada pelo simples confronto de informações. Fosse Gilson Gondim um indivíduo minimamente provido de algum traço de honestidade intelectual ele procuraria debater comigo. Infelizmente não é o caso.
Quero terminar agradecendo ao próprio Gondim pela divulgação de meu modesto nome em seu jornal. Tenho certeza de que esta propaganda me trará enormes oportunidades de benefício pessoal. A conferir.
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Ademar Benevolo
em 7 de dezembro de 2006
Calma… não estou idolatrando o senhor. Nem que acho que o senhor esteja correto nas suas afirmações. Mas, é óbvio que devo respeitá-las, pois são as suas opiniões. As minhas são diferentes e ponto. Nada além disso.
Não interprete minhas opiniões como limões, são apenas idéias diferentes da sua, nem melhores, nem piores. Não uso minhas idéias para alvejá-lo, apenas diminuir o monólogo, que é o objetivo dos debates.
Agora, é óbvio que cada um tem uma forma de reagir.
Um abraço!
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Gilson Gondim
em 8 de dezembro de 2006
Oi Ademar, que bom que você reapareceu. Eu já estava ficando preocupado!
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Gilson Gondim
em 8 de dezembro de 2006
A importância que Grinbaum dá a este site me comove. De que outra forma explicar os comentários quilométricos que ele escreve para este site?
Daqui a pouco Grinbaum vai publicar um livro (ruim) só com os comentários que ele nos escreve.
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Gilson Gondim
em 10 de dezembro de 2006
Grinbaum não está mais usando o e-mail da Profarma.
Deve ter levado uma boa chamada dos seus chefes.
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Wagner Estelita
em 10 de dezembro de 2006
Indiferença, grande Gilson Gondim… Indiferença com eles!
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Victor Grinbaum
em 11 de dezembro de 2006
Não é bem um livro, Gilson, mas outra coisa… Você saberá em breve.
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Gilson Gondim
em 11 de dezembro de 2006
Obrigado, caro Wagner, muito obrigado.
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Gilson Gondim
em 11 de dezembro de 2006
Se Victor Grinbaum quer saber o título do livro de seu idolatrado Ben Abraham, basta procurá-lo na bibliografia de meu livro “Da Bíblia aos Múltiplos Universos – Velhas e Novas Visões da Eternidade”. Pode procurá-lo também neste site, já que eu já mencionei o título em outro artigo.
Quanto à minha infância, foi em grande parte de filho de político cassado pelo regime militar.
Não sou assessor parlamentar; sou técnico legislativo, funcionário efetivo do parlamento estadual. Não dependo de quem se elege ou deixa de se eleger.
Quem vive fazendo ataques pessoais, como se vê, é Grinbaum. Eu apenas respondo.
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Gilson Gondim
em 11 de dezembro de 2006
Se Grinbaum diz que a captura de dois soldados israelenses pelo Hezbollah justifica a matança de mil civis libaneses por Israel, ele está dizendo, é óbvio, que a vida de dois soldados israelenses vale mais do que as vidas de mil civis libaneses.
Basta aplicar um pouco de lógica ao seu texto para inferir isso. É com base em tais inferências lógicas que descrevo o Sr. Grinbaum como um nazi-fascista e um racista. Não são, de modo algum, adjetivos gratuitos, como os que ele usa contra mim, baseando-se num completo desconhecimento de minha história de vida e na visão preconceituosa de que um filho de um ex-governador não pode ter méritos próprios.
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Gilson Gondim
em 11 de dezembro de 2006
Sugiro ao Sr. Grinbaum a leitura do livro “A Indústria do Holocausto”, de Norman Finkelstein, judeu filho de sobreviventes do genocídio nazista.
Ele aprenderia bastante, também, com a leitura do meu “Da Bíblia aos Múltiplos Universos”.
Quanto a Ben Abraham, Grinbaum precisa decidir se ele é um grande escritor ou um escritor que apaga, sordidamente, o genocídio dos ciganos de seu resumo do Holocausto (ao contrário do que diz Grinbaum, o livro de Abraham não é apenas um relato pessoal).
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Gilson Gondim
em 11 de dezembro de 2006
Quer saber o título do livro de Ben Abraham, Sr. Grinbaum? Leia o artigo “Por que Israel é um Estado nazista”. Está nos arquivos deste site. Basta ir a “Buscar por artigos”.
As informações completas sobre o livro de Abraham (editora, ano de publicação etc.) estão na bibliografia de “Da Bíblia aos Múltiplos Universos”, bibliografia disponível para download, também neste site.
Da próxima vez faça críticas com um mínimo de consistência. O Sr. é superficial demais e não checa o que escreve.
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Victor Grinbaum
em 14 de dezembro de 2006
Gilson, tem uma semana que não dou as caras por aqui e você não me esquece, heim? O que é isso? Paixão?
Não, Gilson, muito obrigado mas já li muita coisa ruim na minha vida pra ler seus livros. Já disse aqui e repito que pelas amostras contidas neste blog e pelo seu “conhecimento” do judaísmo seus livros sobre religião devem ser abaixo do nível de um Emir Sader.
Falando em livro ruim, não precisa me recomendar o livro do Finkelstein. Tenho-o aqui e o li até o fim. Tem uns detalhezinhos interessantes sobre o autor que, quem sabe, um dia eu lhe conto.
Você viu a conferência que seu ídolo iraniano está aprontando em Teerã? O que fazes aí que não estás lá? Encontrarias lá representantes da Ku Kux Klan (é assim que se escreve essa porcaria?) abraçadinhos ao presidente.
Olhe, acho que você iria se sentir em casa…
PS: Cadê aqueles nomes que eu te pedi há tanto tempo, heim? Ainda procurando, Gilson Gondim?
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Victor Grinbaum
em 14 de dezembro de 2006
Ah, vou te dar uma colher de chá: O livro de Ben Abraham se chama simplesmente “Holocausto”. Viu, nada dificil, mas você não o leu. Tanto que você tenta me enrolar para não admitir isso…
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Gilson Gondim
em 15 de dezembro de 2006
Ora, Sr. Grinbaum, o senhor é que não sabe o título completo (incluindo o subtítulo)do livro de Ben Abraham: “Holocausto – O massacre de seis milhões”. Eu o li, sim, e o usei na escrita do meu livro já citado. Tanto assim que o livro de Abraham faz parte da minha bibliografia, e eu citei título e subtítulo no artigo “Por que Israel é um Estado nazista”, publicado neste site há alguns dias.
O livro de Abraham está na minha estante de história com a dedicatória de um líder judeu agradecendo o apoio que dei, como então vice-presidente da Fundação Espaço Cultural da Paraíba, a uma exposição sobre o holocausto de um ponto de vista judeu.
O Sr. é tão ridículo que fica fazendo picuinha em torno do título de um livro que eu já havia mencionado. É muita falta do que dizer.
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Gilson Gondim
em 15 de dezembro de 2006
João Pessoa, 19.11.97
Ao Prof. Gilson,
Em agradecimento pelo apoio concedido à exposição fotográfica “Do Holocausto à Libertação”.
Éder Barosh
Presidente da Fundação Ben Abraham
Aí está, Victor Grinbaum: eu não apenas tenho o livro, mas o tenho com a dedicatória acima.
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Gilson Gondim
em 15 de dezembro de 2006
Aliás, Grinbaum, fui eu também, como coordenador do Festival Nacional de Arte, que trouxe a João Pessoa um show da cantora judia Fortuna, que canta em ladino e era totalmente desconhcida por aqui.
Ela veio, por minhas mãos, em 1998.
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Victor Grinbaum
em 18 de dezembro de 2006
Ah, o velho estratagema de alegar amizade para se livrar da pecha de racista… Conheço-o bem! “Racista, eu? Imagina! Tenho até amigos… (aí pode-se colocar o que quiser. ‘Judeus’, ‘negros’, ‘gays’ etc.)”.
Que tal colocar aqui algum trecho do lívro de Ben Abraham onde ele afirma que não houve assassinato de ciganos, heim?
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Gilson Gondim
em 19 de dezembro de 2006
Ben Abraham simplesmente não menciona os ciganos. É como se eles nunca tivessem sido mortos pelos nazistas germânicos. É como se eles nunca tivessem existido.
É como eu disse: para Abraham, um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano.
Da mesma forma que para Golda Meir os palestinos eram um não-povo (“o povo palestino não existe”), para Ben Abraham os ciganos são, no que se refere ao genocídio,não-pessoas.
Na próxima semana citarei as estatísticas de Abraham, e você vai ver que nelas os ciganos não existem.
Quem é racista aqui, Grinbaum?
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Victor Grinbaum
em 30 de janeiro de 2007
G.G. disse em 19/12/06:
“Na próxima semana citarei as estatísticas de Abraham, e você vai ver que nelas os ciganos não existem.”
Hoje são 30/01/07, 41 dias depois do último destempero do dono deste blog e nada de estatística.
Gilson Gondim mais uma vez demonstra a sua enorme dificuldade em responder às simples questões que eu coloco em seu blog.
As estatísticas apresentadas no livro “Holocausto – a tragédia de seis milhões” não são do autor, mas apenas uma reprodução da contabilidade feita após o término da Segunda Guerra Mundial, onde se separam os números correspondentes a cada país invadido pelos nazistas. Não há nenhuma citação sobre os ciganos mortos bem como nenhuma sobre os comunistas, homossexuais, testemunhas de jeová e outras minorias perseguidas pelo nazismo. Ora, mas se o livro é dedicado às vítimas judias, que sentido faria em apresentar os números relativos às outras vítimas? E apenas isso é suficiente para “concluir” que Ben Abrahan nega o assassinato dos ciganos?
Está aí evidenciada por completo a incapacidade de Gilson Gondim de sustentar suas afirmações. Ben Abrahan jamais negou o extermínio dos ciganos, bem como nenhum outro cronista judeu da tragédia nazista.
Quem é racista aqui, Gilson? Creio que nenhum de nós o seja, embora você esteja chegando bem próximo disso com seu anti-semitismo pueril. Mas com certeza eu já demonstrei aqui quem é o despreparado…
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Victor Grinbaum
em 31 de janeiro de 2007
Deixou de publicar meus comentários, Gilson? O que está acontecendo? Medo? Ou posso entender isso como mais uma prova de sua incapacidade de me responder?
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Gilson Gondim
em 3 de fevereiro de 2007
Me aguarde, Sr. Grinbaum.
Seus “argumentos”, que já não valem muita coisa, valerão menos ainda.
Semana qe vem. Desta vez não esquecerei.
Até a vista, Herr Grinbaum.
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Victor Grinbaum
em 15 de fevereiro de 2007
Vamos ver quem vai aguardar quem, Gilson Gondim.
O pior ainda está para lhe acontecer. Nem a demissão do jornal e nem a surra da faculdade serão páreo para o que eu estou aprontando para você. Pode ter certeza disso.
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Gilson Gondim
em 18 de fevereiro de 2007
Ora, ora, ora, Herr Grinbaum, desistiu de argumentar? Prefere ameaçar?
Você nunca teve argumentos mesmo.
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aggiornare
em 19 de fevereiro de 2007
Stupore! Amo questo luogo!:)))))))
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virgilio
em 22 de fevereiro de 2007
Great site! Good luck to it’s owner!
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Gilson Gondim
em 23 de fevereiro de 2007
Thank you very much, Virgilio.
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cavalli
em 24 de fevereiro de 2007
pagine piuttosto informative, piacevoli =)
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Gilson Gondim
em 25 de fevereiro de 2007
Grazie mille, Cavalli.
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uomo
em 26 de fevereiro de 2007
The information I found here was rather helpful. Thank you for this.
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Gilson Gondim
em 27 de fevereiro de 2007
Acabo de saber que Victor Grinbaum foi demitido da Profarma por ter usado um endereço da empresa, em horários de expediente, para mandar e-mails ofensivos e fazer ameaças.
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Pedro
em 30 de março de 2008
Parabéns, Sr. Gilson Gondim, por ter um ponto de vista minimamente lógico. E, claro, ter a coragem de expô-lo, fazendo contraponto com o absurdo predominante, aqui representado pelas palavras de Victor Grinbaum – um homem que apoiou o genocídio norte-americano no Iraque desde o ínicio, como pude constatar ao pesquisar um pouco.
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BeShana HabaYerushalaim
em 9 de agosto de 2009
Site nazista.
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