O nazismo israelense
Há uma série de semelhanças fundamentais entre o nazismo germânico de Adolf Hitler e cia. e o nazismo sionista-israelense. Vejamos:
1. O conceito de povo eleito, escolhido, superior; escolhido por Deus ou pela natureza para pairar sobre os demais povos. Os judeus, no primeiro caso; os germânicos, no segundo.
2. A noção de “espaço vital”: tomar terras dos vizinhos para ampliar o espaço de seu próprio povo.
3. O uso sistemático e legalizado da tortura (chamada em Israel de “pressão física”; assim como matar mulheres e crianças palestinas é “erro técnico”).
4. A aplicação de punições coletivas. Por exemplo: punir pais e mães pelos atos de seus filhos, derrubando suas casas e deixando-os sem ter onde morar. As punições coletivas, assim como a tortura, são frontalmente condenadas pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.
5. O conceito de Estado racial. O III Reich era um Estado “ariano”; Israel é um Estado judeu. Sendo um Estado judeu, é um Estado racial; sendo um Estado racial, é, por definição, um Estado racista. É por isso que Israel não anexa oficialmente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Se o fizesse, teria que dar o direito de voto aos palestinos e deixaria de ser um Estado judeu. Racismo, como se vê.
6. Para os nazistas germânicos, a vida de um alemão valia mais do que as vidas de dezenas ou centenas de judeus, ciganos, russos etc. Para um nazista israelense, a vida de um judeu vale mais do que as vidas de dezenas ou centenas de palestinos ou libaneses.
7. Os autores judeus apagam o genocídio dos ciganos da história da II Guerra Mundial. O massacre dos ciganos foi tão grave quanto o massacre dos judeus, mas pouca gente sabe que os ciganos foram massacrados. É que nos livros de História um judeu polonês morto é um judeu, enquanto um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. Assim, os judeus ficam com o monopólio da grife Holocausto, como bem denunciou o judeu Norman Finkelstein no excelente livro “A Indústria do Holocausto”.
Israel se acha no direito de ter bombas atômicas (tem várias), mas nega ao Irã o direito de tê-las, como se o Estado judeu tivesse mais direitos do que os outros Estados. Isso é nazismo.



Olá! Meu nome é 



Gilson Marques Gondim
em 15 de novembro de 2006
Este artigo foi publicado no jornal O Norte, de João Pessoa, no mesmo dia em que entrou neste site.
Em O Norte ele saiu com um errinho de digitação. Onde se lê “O massacre dos ciganos for tão grave quanto o massacre dos judeus”, leia-se “O massacre dos ciganos foi tão grave quanto o massacre dos judeus”.
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Nina
em 15 de novembro de 2006
Os argumentos de Gilson Gondim sobre o nazismo israelense são irrespondíveis.
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Diogo Cavalcanti de Arruda
em 15 de novembro de 2006
Excelentes e pertinentes comentários!
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Ademar Benevolo
em 15 de novembro de 2006
RESPOSTAS:
1.ERRO PRIMÁRIO DE INTERPRETAÇÃO. O CONCEITO DE POVO ELEITO É RELIGIOSO E NÃO POLÍTICO OU DE ESTADO. NO ESTADO DE ISRAEL VIVEM ÁRABES-PALESTINOS LIVREMENTE E COM DIREITO A VOTO. TANTO QUE EXISTE PARTIDO ÁRABE EM ISRAEL.
2.A NOÇÃO DE ESPAÇO VITAL É UM DIREITO DE TODA E QUALQUER NAÇÃO. SE UM AVIÃO DE GUERRA BRASILEIRO ENTRAR NO ESPAÇO AÉREO RUSSO, CHINÊS, IRANIANO E NÃO SE IDENTIFICAR SERÁ DERRUBADO. PORTANTO É UM DIREITO INALIENÁVEL DE DEFESA.
3.OS PALESTINOS TORTURAM SEUS PRISIONEIROS, INCLUSIVE OS TORNA INCOMUNICÁVEIS. ONDE ESTÃO OS SOLDADOS ISRAELENSES RAPTADOS TANTO PELO HAMAS, COMO PELO HEZBOLLAH? ALGUÉM TEM NOTÍCIAS DELES?
4. OS FILHOS AOS QUAIS SE REFERE, SÃO TERRORISTAS. A REDE DE INFORMAÇÃO ISRAELENSE ULTRAPASSA OS LIMITES DE ISRAEL, INCLUSIVE COM ESPIÕES PALESTINOS TRABALHANDO PARA ISRAEL. ALGUNS, INCLUSIVE, SÃO HOMOSSEXUAIS, QUE FOGEM DA MORTE NA PALESTINA, POIS QUANDO É DESCOBERTA SUA OPÇÃO SEXUAL, SE FICAR É MORTO POR SEU PRÓPRIO PAI OU IRMÃOS. SÃO ENTÃO RECRUTADOS POR ISRAEL E PREFEREM TRABALHAR PARA UM PAÍS ONDE SUA ESCOLHA É RESPEITADA, DO QUE VOLTAR E MORRER.
5. APESAR DE SER UM ESTADO JUDEU, VIVEM LÁ VÁRIAS OUTRAS ETNIAS, RAÇAS ( EXISTEM NEGROS JUDEUS ) E NACIONALIDADES. COMO JÁ DISSE, HÁ ÁRABES QUE VOTAM EM ISRAEL, MAS SÃO OS QUE TÊM CIDADANIA ISRAELENSE. ISRAEL NÃO ANEXA GAZA E CISJORDÂNIA PORQUE NÃO TEM ESSE OBJETIVO.
6.ISSO É UMA FALÁCEA, NÃO EXISTE NENHUM DECRETO, LEI NO ESTADO DE ISRAEL QUE DETERMINE ISSO. O VOTO LÁ É IGUALITÁRIO. O VOTO DE UM JUDEU É IGUAL AO DE UM PALESTINO.ISSO É DEMOCRACIA NÃO É NAZISMO. AS DESIGUALDADES QUE EXISTEM LÁ, EXISTEM EM QUALQUER PAÍS DO MUNDO.
7. SE ALGUÉM FOR AOS MUSEUS SOBRE O HOLOCAUSTO NA ALEMANHA OU ISRAEL, VAI VER QUE ISSO NÃO É VERDADE. LÁ NESSES MUSEUS SÃO INCLUÍDAS TODAS AS VÍTIMAS DO NAZISMO.
PRA FINALIZAR LEIAM ALGO SOBRE UM TAL DE MOHAMAD AMIN AL-HUSAYINI, TAMBÉM CONHECIDO COMO AL-HUSSEINI, MENTOR DE ARAFAT. PESQUISEM SOBRE A RELAÇÃO DELE COM HITLER E PROCUREM FOTOS DA SAUDAÇÃO DO HEZBOLLAH. VOCÊS VERÃO QUEM É NAZISTA.
[Responder]
Mestre-X
em 15 de novembro de 2006
Acreditamos que Deus está no controle de todas as coisas; acreditamos que se houvesse vontade política poderia ser resolvida a questão debaixo do bom senso. Conclamamos a todos os Cristãos para orarem pelos Judeus e pelos Palestinos para que Deus tenha misericórdia desses dois povos que ainda não conheceram a Graça de nosso Senhor Jesus Cristo.
Alguns motivos para defendermos ISRAEL:
PRIMEIRO: Porque israel e nitidamente a vítima de uma nova agressão e é [uma obrigação] moral apoiar as víti¬mas. Israel abandonou Gaza; o Hamas sequestrou um soldado israelense e lançou seus ataques com mísseis. Pouco depois, uma chuva de foguetes de curto e médio alcance lançada desde o Sul do Líbano pelos terroristas do Hizb’allah (Partido de Alá) caiu sobre o país, provo¬cando baixas na população civil. Vários militares foram assassinados. Israel não está atacando: está se defendendo – tem o direito e o dever de fazê-lo.
SEGUNDO: Porque, se Israel não se defender e não conseguir proteger seus cidadãos, repetir-se-á o massacre de ju¬deus a que o mundo já assistiu (com bas¬tante indiferença) durante o nazismo. Al¬guém duvida qual seria o comportamento de um governo palestino integrado pelo Ha¬mas e pelo Hizb’allah se estes conseguis¬sem derrotar o exército de Israel e domi¬nar seu território? A ameaça de lançar os judeus ao mar não é uma metáfora, mas uma funesta promessa mil vezes reitera¬da pelos islamitas mais radicais.
TERCEIRO; Porque derrotar e desar¬mar o Hizb’allah confere ao Líbano a opor¬tunidade de existir como uma sociedade próspera, pacífica e livre. 0 Hizb’allah, com sua agressiva milícia armada pelos síri¬os e iranianos (mais poderosa que o exér¬cito libanês), não somente procura des¬truir Israel: já destroçou o Líbano precipi¬tando-o numa guerra que a maior parte dos libaneses não desejava.
QUARTO: Porque Israel é a única democracia pluralista e respeitadora dos direitos humanos que existe no Oriente Médio. A única, com certeza, em que os árabes, inclusive os que detestam o Es¬tado judeu, votam livremente e fazem parte do parlamento. A única em que as mulheres de religião islâmica estudam sem limitações, gozam dos mesmos di¬reitos dos homens e não são tratadas como seres de segunda classe.
QUINTO: Porque a única solução desse conflito depende da convivên¬cia pacífica entre Israel e um mundo islâmico que, finalmente, como suce¬deu com o Egito e a Jordânia, admita o direito desse Estado existir. Parece que isso não vai ocorrer até que se chegue à convicção de que não é pos¬sível destruir o Estado judeu, algo que ficará muito mais claro se os inimi¬gos de Israel perceberem que o mundo livre respalda sua integridade sem vacilações.
SEXTO: Porque atrás do Hamas e do Hizb’allah estão as satrapias sí¬ria e iraniana, dois regimes inimigos do Ocidente que divergem no terreno religioso – a Síria é uma ditadura laica e o Irã é uma ditadura religiosa -, mas que convergem no ódio irracional às democracias liberais.
SÉTIMO: Porque o êxito econó¬mico, político, científico e social de Israel tem o potencial de converter-se em um modelo para a região. Os árabes mais sensatos de Gaza ou da Autoridade Palestina, quando compa¬ram a vida miserável que lhes é im¬posta pelos homicidas da Al Fatah, do Hamas e do Hizb’allah com o esti¬lo de vida muito superior de seus ir¬mãos palestino-israelenses, inevita¬velmente chegam à conclusão de que a liberdade e a racionalidade rendem dividendos.
OITAVO: Porque a todo o planeta convém eliminar esses terroristas capa¬zes de provocar uma escalada do conflito que pode levar a uma guerra devastado¬ra. 0 Irã está a caminho de converter-se em um Estado nuclear, e seu presidente, Mahmud Ahmadinejad, tem reiterado que o Estado hebreu deve desaparecer. Nin¬guém duvida que, se ele tentar concreti¬zar seu desejo, Israel responderá no mes¬mo nível e o resultado seria uma catás¬trofe para a região e para o mundo.
NONO: Porque Israel é um relógio de Deus para a segunda vinda de Jesus Cristo. Por preceito bíblico os cristãos devem viver clamando “Maranata” (Ora Vem Senhor Jesus) e praticando atos co¬erentes para que este dia chegue breve pois é isto que aguarda a Igreja como seu anelo maior – a volta do noivo.
DÉCIMO: Porque aquela lição de his¬tória que nos explicava que os fundamen¬tos morais da civilização ocidental se en¬contravam na tradição judaico-cristã era certa. No Ocidente, Israel somos todos. E se algum dia Israel perecer, isso repre¬sentará um pouco a morte de todos nós.
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Gilson Gondim
em 16 de novembro de 2006
Estou sem tempo no momento para comentar os comentários, mas o farei em breve.
Agradeço a participação de todos.
O debate continua.
Vê-se que este é um site democrático.
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pedro
em 16 de novembro de 2006
Falácea é uma falácia.
gritar em caps lock tbm não te ajuda.
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pedro
em 16 de novembro de 2006
“Porque Israel é um relógio de Deus para a segunda vinda de Jesus Cristo. Por preceito bíblico os cristãos devem viver clamando “Maranata” (Ora Vem Senhor Jesus) e praticando atos co¬erentes para que este dia chegue breve pois é isto que aguarda a Igreja como seu anelo maior – a volta do noivo.”
e com isso você manda privada a baixo todos seus outros argumentos.
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Victor Grinbaum
em 17 de novembro de 2006
Respondendo ítem por ítem:
1- Gondim demonstra não conhecer absolutamente nada sobre o conceito de “povo eleito” dos judeus. O “povo eleito” não é superior aos demais, muito pelo contrário, ele deve sempre se colocar numa posição de humildade perante os demais, servindo sempre como exemplo, já que por ser o “eleito de Deus” o povo israelita deve guardar a Sua palavra e os Seus mandamentos afim de que durante a Era Messiânica os demais povos possam Ter acesso aos designios divinos. O “povo eleito” não “paira” sobre os demais povos, como afirma Gondim, mas pelo contrário, coloca-se abaixo, esperando sempre ser descoberto.
É por isso que o proselitismo é proibido no judaísmo. Mas o mesmo Gilson Gondim que não sabe nada sobre judaísmo se pretende comentarista de religião comparada. E pior; não é capaz de distinguir um conceito religioso de um conceito político, misturando na bacia das almas a religião judaica com as diretrizes do Estado de Israel (estado laico).
2- É curioso Gondim falar em “espaço vital” em um país menor que o menor dos estados brasileiros. Israel tem uma superfície menor que a do Piauí e ainda devolve terras. Devolveu toda a Península do Sinai ao Egito no início dos anos 80 (note-se que era uma área maior que a do restante Estado de Israel), devolveu Gaza e ainda cogita devolver a Cisjordânia. Curiosa forma de “imperialismo” esta, não é?
3- Gondim fala em “uso sistemático de tortura” por Israel. Será que Gilson Gondim sabe alguma coisa sobre as prisões dos estados árabes? Aliás, onde foi que Gilson Gondim colheu tantas informações sobre estas supostas torturas?
4- Gondim fala das punições coletivas, mas não alude ao fato de que tal prática é recente e de que inúmeras entidades de direitos humanos de Israel as condenam. Desafio Gilson Gondim a citar uma única entidade de direitos humanos da Palestina, da Síria, do Líbano ou do Irã.
5- Agora Gilson Gondim apela para os sofismas mais baratos. Confunde judaísmo com raça, no que revela seu pendor oculto para o nazismo que assim procedia. Como pode ser o judaísmo uma raça se existem judeus de todas as etnias? Ora, se Israel é mesmo um estado racista, então o que fazem lá judeus de pele negra oriundos da África? O que fazem lá os judeus sefaraditas, etnicamente tão semitas quanto um árabe qualquer? O que fazem lá judeus persas, orientais, latinos? E o que fazem lá os 20% da população israelense que nem sequer é judaica? O que fazem lá os cidadãos muçulmanos, cristãos, circassianos, beduínos, ba’hai e de inúmeras outras etnias, culturas e religiões que possuem os mesmos direitos e deveres dos cidadãos judeus?
6- Cada vez mais as manifestações do profundo rancor anti-semita de Gondim vão se revelando. Agora ele “conclui” que para Israel as vidas dos judeus valem mais que a de outras pessoas. Ele julga isso pelo fato de que Israel dotou todas as suas cidades de abrigos anti-aéreos, que protegeram as vidas de milhões de seus cidadãos durante o último conflito. Mas evidentemente ele omite o fato de que também os cidadãos não-judeus de Israel (20% da população total, repito) também se beneficiaram dos abrigos anti-aéreos.
7- Agora a coisa entra pelo terreno do delírio! Afirma o “intelectual” Gilson Gondim que “os judeus apagaram o genocídio dos ciganos da história”. Baseado em quê ele afirma tamanha asneira? Talvez no fato de que o genocídio de seis milhões de judeus foi numericamente superior ao de cerca de cem mil ciganos e outros tantos de outras minorias, como Testemunhas de Jeová e dissidentes políticos. Se o assassinato de seis milhões merece mais destaque do que o de cem mil ciganos, talvez a “culpa” disso seja de uma coisa chamada matemática, embora todo e qualquer historiador – inclusive judeus – jamais deixe de citar a não-exclusividade dos judeus em relação às perseguições nazistas.
Gondim conclui seu arrazoado de patacoadas ridículas comparando a democracia israelense com a ditadura teocrática do Irã, afirmando que é Israel que “não deixa o Irã possuir armas atômicas”. Esquece a condenação quase unânime de todos os países do mundo (alguns até pertencentes ao universo islâmico) às pretensões nucleares do presidente iraniano, que não esconde o seu desejo (confessadamente compartilhado por Gondim) de “eliminar Israel do mapa”. E o “gênio” que nada sabe de religião e história conclui: “Isso é nazismo”.
Não, Gilson Gondim! Nazismo é retirar de um povo o direito à sua auto-determinação. Nazismo é pretender eliminar a um povo inteiro pelo uso de armas de destruição em massa. Israel nunca detonou uma bomba nuclear sobre qualquer país como você e o Irã sonham. Nazismo é basear toda a sua vida e seu trabalho no ódio, do mesmo modo em que você baseia sua vida e seu trabalho no ódio aos judeus.
Seu problema, Gilson Gondim, eu já lhe relatei faz tempo: você é movido por inveja e ressentimento. E também por uma profunda ignorância de assuntos bastante simples como acabo de demonstrar. Duvido muito que você vá deixar que meus comentários sejam publicados em seu blog, mas sei que você os lerá. Seu ódio por mim e pelos judeus aumentará, mas nem por isso o brilho da verdade será apagado.
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Bassam
em 17 de novembro de 2006
O povo judeu em si, não tem culpa das atrocidades que seus representantes políticos e militares teêm praticados com uma sistemática contínua, na verdade eles são apenas “marionétes”, peças, como naquele jogo Warr, em que os USA, os usam para não perderem o poder, e o”domínio” do petróleo mundial, nem que para isso, forme alianças com o Saddam e depois o transforme em inimigo n° 1 do estado americano, com Bin Laden, e depois o conbata, que assine(recentemente)acordo nuclear com a Índia e Paquistão e etc, o problema não é o povo judeu, é da minoria ortodóxa que assasinou seu primeiro ministro Isac Rabbim.
Em breve darei continuidade!!!
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Miriam
em 17 de novembro de 2006
Não ha um erro de interpretação do que diz respeito a questão de povo eleito e a questão do pan-germanismo…
ha muitas e muitas semelhanças….
os alemães e os eslavos se sentiam como umaraça privilegiada q foi criada diretamente por deus… (semelhante não?) Tem uma filosofa que escreveu muitos livros a respeito do pan-germanismo e pan-eslavismo, otima por sinal, e judia
Hannah Arendt, aconselho a ler pra quem tem alguma duvida sobre a semelhança de ideologia do sionismo e do nazismo…. Acho ate q foi por isso q eles não deram certo no msm local!!!
e nao confunda totalitarismo com ditadura de estado por favor!!!!!!
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Ademar Benevolo
em 17 de novembro de 2006
Os que não têm argumento ficam se preocupando com erros de digitação. Isso não é debate. Carece argumentação.As letra em caps lock não significam gritar, é apenas uma forma de escrever, como essa agora. Novamente sem argumento.
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fernando
em 19 de novembro de 2006
cool, Israel ta fazendo nada mais aquele que fizeram a 2006 anos atras, mataram o maior de todos os palestinos, jesus cristo…
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Gilson Gondim
em 20 de novembro de 2006
Mais tarde, responderei os sete pontos do Sr. Benevolo.
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Gilson Marques Gondim
em 20 de novembro de 2006
Primeiro ponto: Basta dar uma olhada no Velho Testamento para ver que não há separação entre religião e política para o povo hebreu. Os árabes têm o direito de existir em Israel, mas como minoria, minoria que não ameace o status de Israel como um Estado judeu.
Segundo ponto: Para um brasileiro, espaço vital é o território nacional. Para um nazista germânico, era a terra dos vizinhos, terra a ser tomada. Para um nazista israelense, espaço vital tem o mesmo significado que tinha para um nazista germânico. “Espaço vital” são as colônias judaicas na Cisjordânia, nas Colinas de Golâ e em Jerusalém Oriental.
Terceiro ponto: Um erro não justifica o outro. Aqui o Sr. Benevolo parece o PT: eles roubaram, nós também podemos roubar. Eles torturam, nós também podemos torturar. Mas Israel se diz diferente; Israel se diz democrático, Israel se diz parte de uma civilização que aceita a Declaração Universal dos Direitos do Homem e a Convenção de Genebra. Tudo conversa fiada.
Quarto ponto: A Declaração Universal dos Direitos do Homem proíbe as punições coletivas. Ponto. Não importa se os filhos são terroristas: os pais não devem pagar pelos atos de seus filhos. Ao praticar punições coletivas, Israel pratica a barbárie.
Quinto ponto: É como eu já disse: os árabes têm o direito de existir em Israel, mas como minoria. Todo mundo sabe que Israel tem olho grande sobre a Cisjordânia, que os sionistas chamam de Judéia e Samaria. Eles adorariam anexar a Cisjordânia, mas sem os palestinos, a quem Golda Meir negou, inclusive, o status de povo: “Não existe essa entidade chamada povo palestino”.
Sexto ponto: Mais uma vez: os árabes só têm o direito de existir em Israel como minoria, sem ameaçar a condição israelita de ser um Estado judeu, um Estado racial, portanto um Estado racista. Quanto à equivalência de vidas, é notório que Israel considera o seqüestro de um ou dois soldados como um salvo-conduto para matar centenas de libaneses ou dezenas de palestinos, inclusive mulheres e crianças. É o que se vê. Esta aí: só não vê quem não quer.
Sétimo ponto: As outras vítimas do nazismo são no máximo mencionadas en passant (quando o são). Quase ninguém sabe que o genocídio dos ciganos foi tão grave quanto o genocídio dos judeus. Vejam o livro “A Indústria do Holocausto”, do judeu Norman Finkelstein, filho de sobreviventes do Holocausto. Vejam também o meu “Da Bíblia aos Múltiplos Universos”, que tem um capítulo sobre este assunto.
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Wagner Estelita
em 21 de novembro de 2006
Na realidade é o contrário: Os judeus que controlam a política estadunidense. Banqueiros, produtoras de cinema com maioria esmagadora pertencente a judaicos (vide caso Mel Gibson, boicotado após dirigir um filme que retrata a real participação dos fariseus na morte de Jesus Cristo) e políticos.
E a política MILITAR externa de Israel é apenas MAIS UMA prova de que os ‘Protocolos dos Sábios de Sião’ é uma obra de absoluta veracidade.
Não vou gastar horas com argumentos, pois tenho consciência de que minha opinião jamais se sobrepujará através das massas, pois a imprensa é do sistema, o sistema é do imperialismo estadunidense, e os Estados Unidos são praticamente um estado judaico, econômica e militarmente falando.
Os vencedores fazem a história, mas eu não sou ALIENADO.
Judeus, discutam com os analfabetos, pois com nós, informados, vocês nunca puderam e jamais conseguirão.
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Bassam
em 21 de novembro de 2006
Dando continuidade, concordo com o Sr. Gilson, o sentido de território e soberania para o povo Judeu, é algo peculiar, assim como seus padrinhos armamentistas, para os judeus conquistar terrtório alheio utilizando-se de falácias do tipo”nossa terra prometida por Davi”, ou ainda ” eixo do mau”( essa herdada dos USA), chega a ser no mínimo esquisofrênico, eles criam uma situação anterior, para no futuro perceberem e imaginarem algo caótico que merecam serem combatido, exemplo: massacre de Sabra e Chatilla em que centenas de mulheres, crianças, idosos e até mesmos homens inocentes foram massacrados dormindo, à ordem do Sr. Ariel Sharom, um verdadeiro genocídio, somente para treinar seus combatentes e efetivar uma “limpeza territorial” ao qual deu mais um dos motivos para a criação do HEZBOLAH, e que hoje são considerados por pelos judeus e pelo governo ameriacno uma milícia armada a ser combatida, que na minha modesta opinião, representam a resistência de um povo injustiçado ao longo décadas…
Continuo em breve.
[Responder]
Vinicius
em 21 de novembro de 2006
Sionismo x Nazismo
- Escolha o pior!
“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)
1. Propriedade da terra
Nazismo – estatizada/estatal, proibido o acesso aos não-arianos
Sionismo – estatizada/estatal, proibido o acesso aos não-judeus
2. Fundação da sociedade civil e do Estado
Nazismo – Exaltação ao passado de humilhações e privações (I Guerra Mundial) para a justificativa de práticas ilegais e imorais contemporâneas (genocídio)
Sionismo – Exaltação ao passado de humilhações e privações (Holocausto) para a justificativa de práticas ilegais e imorais contemporâneas (genocídio)
3. Confecção de um inimigo comum, sem face, disperso e portanto, genérico, acompanhado de histeria paranóica
Nazismo – Não arianos, “o problema”
Sionismo – Não judeus, “terroristas”
4. Preconceito:
Nazismo
a) confessional (judeus); b) étnico (negros, árabes, ciganos, orientais); c) político-ideológico (anarquistas, socialistas, marxistas)
Sionismo
a) confessional (cristãos da Igreja Ortodoxa, cristãos maronitas, cristãos católicos e protestantes, muçulmanos sunnas e shias, judeus orientais e africanos); b) étnico (negros “chabixim/falasha”, árabes, orientais); c) político-ideológico (anarquistas, marxistas, pacifistas)
5. Divisão social
Nazismo – Os grupos sociais são raças, arianos e não-arianos
Sionismo – Os grupos sociais são raças, hebraica e não hebraica
6. Mito fundador
Nazismo – Os vitoriosos predestinados eram os arianos (escolhidos por entidade transcendental inoponível, pela natureza)
Sionismo – Os vitoriosos predestinados são o povo escolhido (escolhidos por entidade transcendental inoponível, por D-us)
7. Estado e Propaganda
Nazismo – Aparato ideológico estatal que cultua um grande e inevitável destino (A pureza e supremacia racial contra a assimilação)
Sionismo – Aparato ideológico estatal que cultua um grande e invevitável destino (A pureza e supremacia racial contra a assimilação)
8. A prática
Nazismo: Discriminação institucional, legal e social contra cidadãos extrangeiros
Sionismo: Discriminação institucional, legal e social contra cidadãos de origem árabes
9. A “solução provisória”
Nazismo: Toque de recolher, documentação diferente de arianos e não-arianos.
Sionismo: Toque de recolher, documentação diferente de judeus e não judeus.
10. A “solução final”
Nazismo: Contrução de ghettos cercados segregando a população não ariana
Sionismo: Construção de ghettos murados (arames duplos, vigilância eletrônica, destruição da paisagem e da natureza para aplainar o território) segregando a população não-judaica
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Gilson Marques Gondim
em 22 de novembro de 2006
Já respondi ao Sr. Benevolo. Responderei em breve ao Sr. Grinbaum. Eles publicam no meu site. Quero saber quantas vezes publicariam um artigo meu em algum site sionista.
O sionismo é essencialmente antidemocrático.
[Responder]
roger ferreira
em 22 de novembro de 2006
Cai de paraquedista no teu site e ao ler teus coments sobre Asper e aos judeus vi que vç. é o tipico chorão, parece que porrada em vç. dói mais que nos outros! Vç. é homem vai la na Asper e aponta um por um quem vç. esta acusando, já faz isso com o povo judeu, olha cara aqui no Rio de Janeiro, infelizmente temos uma multidão de individuos como vç. que tratam as pessoas com racismo e preconceito, porem aqui eles chamam qualquer um que querem ofender de “PARAIBA”, vç. acha isto certo? Saber que nos estados mais desenvolvidos de nosso paÍs os ofensores e estandartes do mau-caratismo praticam a discriminação que vç. pratica só que as avessas! Os cartazes com propaganda neo-nazista dizem: “Morte aos negros, NORDESTINOS, judeus e homosexuais”, eñtão Sr. Gilson o que vç. acha de estar lado a lado na fileira dos escolhidos a morrer pelos neo-nazistas?! O Lixo pseudo-intelectual é pior que o analfabetismo! Acorda e vai combater o mal começando por vç.!
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roger ferreira
em 23 de novembro de 2006
FALEI: PORRADA EM VÇ. DOI MAIS QUE NOS OUTROS, VÇ. É UM CHORÃO! VIVE PERSEGUINDO OS JUDEUS, JÁ QUE É TÃO MACHÃO VAI LÁ NA ASPER E APONTA UM POR UM OS QUE VÇ. CHAMA DE DICRIMINÓSOS! DIGO-LHE MAIS AQUI NO RIO DE JANEIRO INFELIZMENTE EXISTE UM MULTIDÃO DE PESSOAS QUE TAL COMO VÇ. PRATICAM DISCRIMINAÇÃO, SÓ QUE AS AVESSAS, QUANDO QUEREM DISCRIMINAR E HUMILHAR A PESSOAS CHAMAM DE “PARAIBA”, ESTE TIPO DE GENTE EU CONSIDERO OS ESTANDARTES DO MAU CARATISMO! OS NEO-NAZISTAS ESPALHAM EM SEUS CARTAZES A SEGUINTE FRASE “MORTE AOS NEGROS, NORDESTINOS, JUDEUS E HOMOSEXUAIS” QUE TAL SR. GILSON FICAR LADO A LADO COM OS TEUS PERSEGUIDOS “JUDEUS” NA FILEIRA DA MORTE?! ESTE TIPO DE MAU CARATISMO QUE É A DISCRIMINAÇÃO INFELIZMENTE PRATICADA EM TODOS OS NIVEIS DA SOCIEDADE TEM QUE ACABAR! COMO DISSE A VÇ. EM MINHA MENSAGEM ANTERIOR (Q. VÇ. APAGOU) O PSEUDO INTELECTUAL É PIOR DO QUE O ANALFABETO. SE VÇ. QUER COMBATER O MAL COMECE POR VÇ.! (TIREI CÓPIA DESTA MENSAGEM TB. CASO VÇ. A APAGUE).
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Gilson Marques Gondim
em 23 de novembro de 2006
A Victor Grinbaum:
1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?
Não é isso o que diz o Deuteronômio, parte fundamental da Bíblia hebraica: “Não deixareis vivo nada que respire. Passareis no fio da espada homens, mulheres, crianças e animais”. Este á apenas um exemplo. Isso é humildade diante dos demais povos?
2.Israel devolveu terras que não eram suas, o que não é nenhum mérito. A península do Sinai foi devolvida ao Egito para neutralizar esse país, que traiu os palestinos em troca do Sinai. A “devolução” de Gaza já vimos como é que é: Israel entra lá na hora que bem entende e massacra mulheres e crianças. Jerusalém Oriental já foi tomada dos palestinos, processo que está em curso na Cisjordânia, em que os palestinos perdem terras a cada dia, devido às famigeradas colônias judaicas. Isto sem falar nas Colinas de Golã. Israel é um Estado ladrão de terras.
3. O uso sitemático de tortura por Israel é denunciado por várias organizções de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch. O próprio Estado de Israel admite o uso de “pressão física”, eufemismo para a tortura. A prática de tortura em Estados árabes não justifica o uso da tortura por Israel. Um erro não justifica o outro.
4. Grinbaum admite que Israel pratica punições coletivas e que isso contraria a moderna doutrina dos direitos humanos. Tal admissão é mais do que suficiente. Mais uma vez: o argumento de que Israel pode fazer porque outros países fazem é uma falácia, pois um erro não justifica o outro e Israel diz pertencer a uma civilização que não admite essas coisas.
Continua no meu próximo comentário.
[Responder]
Gilson Marques Gondim
em 23 de novembro de 2006
A Victor Grinbaum (continuação):
5. Judeus isso, judeus aquilo, mas todos judeus. Quem define os judeus como raça são as próprias organizações judaicas que promovem testes de DNA para definir quem é judeu. Procurem na internet e descobrirão esses testes.
Já os árabes só têm em Israel o direito de ser minoria.
Por que Israel não anexa a Cisjordânia, que os sionistas chamam de Judéia e Samaria? Para não ter que dar o direito de voto aos palestinos e não ameaçar a condição israelita de Estado judaico.
6. Israel acha que o seqüestro de dois soldados isralenses pelo Hezbollah justifica o massacre de mais de mil civis libaneses. Ou seja, uma vida israelense vale pelo menos quinhentas vidas libanesas. Se isso não é racismo e nazismo, não se sabe o que é racismo e nazismo.
7. O número de ciganos mortos não foi de apenas cem mil, mas de cerca de 500 mil (\”A Indústria do Holocausto\”, de Norman Finkelstein). Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão grande quanto o de judeus. Autores judeus, como Ben Abraham, apagam o genocídio cigano da seguinte maneira: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. O genocídio dos ciganos é diluído nas nacionalidades. E assim os judeus ficam com o monopólio do Holocausto, que transformam numa grife exclusiva.
8. Se Israel tem bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. Se os Estados Unidos e vários outros países têm bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. É uma questão de isonomia, a isonomia nuclear. Ou ninguém tem ou todos podem ter.
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Ademar Benevolo
em 23 de novembro de 2006
A falta de informação histórica faz as pessoas cometerem absurdos: Jesus não viveu na Palestina. Viveu na Judéia. Historicamente, o nome Palestina foi dado pelos romanos 153 anos D.C., após uma grande revolta judaica liderada por um judeu chamado Bar Kochba.
Se tenta passar a idéia de que o Velho Testamento é um´livro só. Não é. O livro que trata das guerras e conquistas, fala de um Deus guerreiro que era o costume da época. Trazer essa visão divina antiga para hoje é descadiba. Aliás, isso já não é assim para os judeus há muito tempo, desde o Talmud, que com certeza nenhum dos que criticam Israel, já leu na vida. Por isso, só falam besteira. O Estado de Israel atualmente é LAICO, não é teocrático.
As Colinas de Golã, são vitais realmente. Os palestinos com a permissão dos sírios, subiam nas colinas e bombardeavam as cidades de fronteira lá embaixo, que ficavam sem proteção, dentro do território israelense. Por isso, foi tomada. Há que se lembrar, que o Brasil anexou vários territórios de seus vizinhos. Lembrem-se que antes de serem estados, Acre e outros eram chamados de TERRITÓRIOS.
É realmente engraçado dizer que um erro não justifica o outro, isso parece coisa de criança. Quando se trata dos palestinos atacarem Israel, ninguém os reprime dizendo a mesma retórica do erro injustificado.
Os direito humanos foram feitos para humanos direitos. Por que não se menciona a Declaração dos Direitos Humanos para defender as vítimas dos palestinos?
O povo palestino passou a existir após a criação do seu estado, que foi criado pela ONU, mas infelizmente os árabes, que são os palestinos de hoje, não aceitaram, como se não existisse judeu antes de 1948. Parece que quem não aceita a existência de algum povo, são os palestinos e quem os defende, que acham ser um absurdo a existência dos judeus naquela região.Ora, os judeus são mais antigos que os árabes naquela região. Roma não cita uma frase sobre os árabes naquela região. Golda Meir se referiu a isso, inclusive os líderes árabes nunca se identifiaram com a palestina, enquanto estado, antes do sionismo. Continua..
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Gilson Marques Gondim
em 24 de novembro de 2006
Israel só não extermina de vez os palestinos porque não há clima internacional para isso, e o poder de Israel não é tão grande quanto o poder que a Alemanha nazista teve um dia.
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Ademar Benevolo
em 24 de novembro de 2006
Caro Sr. Gilson, isso é da sua cabeça.
Um abraço!
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Gilson Marques Gondim
em 25 de novembro de 2006
Caro Sr. Benevolo,
Em primeiro lugar, muito obrigado por ser um leitor tão assíduo do nosso site.
Em segundo lugar, não é da minha cabeça não. É uma indução baseada no que Israel tem feito no Líbano e na Palestina: genocídio em prestações.
Minha conclusão também se fundamenta em afirmações como a de Golda Meir, matriarca sionista, segundo a qual o povo palestino “não existe”.
Como é óbvio que o povo palestino esxiste, é óbvio também que os sionistas gostariam que ele não existisse.
Por fim, os judeus adoram um livro que contém vários genocídios ordenados por seu Deus. O extermínio de outros povos está enraizado na cultura judaica.
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Wagner Estelita
em 10 de dezembro de 2006
Ué, o Rio de Janeiro é racista? Então por qual motivo vivem aqui?
Mais uma vez, tentam apelar para o racismo quando lhes é conveniente! Anti-Sionismo e Anti-Semitismo são coisas diferentes, meus caros defensores do ‘TERRORISMO LEGAL’.
Caso não saibam, os cariocas são muito conhecidos por ser uma população hospitaleira, que bem recebe seus visitantes. Aliás, o Brasil é um país de muitas misturas de raças e credos, onde inclusive o próprio judaísmo é muito forte(como credo ou raça, fica a critério de vocês, que o usam como melhor convir a cada discussão que se desenvolve). O próprio nordestino pode responder por mim, visto que quando chega ao Rio de Janeiro é muito bem recebido e sem dificuldades arranja um emprego digno. Embora haja sim preconceito(jogam fora um cesto por causa de uma maçã podre TAMBÉM quando lhes é conveniente), como aqueles que dizem que todo nordestino é porteiro ou pedreiro, há de se concordar aqui que a maioria deles junta seu dinheiro com a tranquilidade de seu emprego e geralmente volta pra sua cidade, com o fim de abrir seu próprio negócio e prosperar em sua terra natal.
Então, nós cariocas colaboramos com a economia nacional com o simples fato de sermos ’simpáticos’.
Não é por uma pessoa chamar um nordestino de ‘paraíba’ que ISSO VAI SE APAGAR.
O mais engraçado é que quando se vêem sem argumentos, vocês sempre apelam para o racismo… SIONISTAS NERVOSOS! (como bem diz o grande cronista idealizador deste sísio)
Saudações!
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Wagner Estelita
em 10 de dezembro de 2006
Ah… só para concluir, sem querer ser bairrista:
Aqui existem skinheads, e, se existem, correspondem ao menos a 1% dos grupos de São Paulo?
A resposta é óbvia, mas gostaria que alguém aqui colocasse a cabeça no lugar para ter a honradez de “fingir que não viu” e ressaltar a importância disso.
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marco
em 23 de janeiro de 2008
A maldade humana, Até quando?
Um dos momentos mais sombrios da historia aconteceu durante o governo nazista, milhões de pessoas principalmente Judeus foram privados de sua cidadania, sua dignidade, seus bens, sua liberdade, e finalmente de suas vidas.
O nacionalismo extremo à serviço da crueldade invadiu, roubou, segregou e matou em nome de uma raça; mas felizmente a loucura do regime nazista foi vencida.
Surpreendentemente o povo que foi alvo do nazismo hoje em dia utiliza os mesmos métodos. Em nome de um nacionalismo louco, e de um punhado de terra, o estado judeu invade, rouba, segrega e mata o povo palestino.
Gaza é um gueto, o povo é cercado, humilhado, segregado e morto. Aqueles que revidam com pedras são confrontados com os mais modernos fuzis, tanque de guerra esmagam jovens com paus e pedras; fogos de artifícios e foguetes caseiros recebem o revide dos mais avançados aviões de combate.
o massacre moral do povo palestino encontra paralelo apenas nos regime nazista, lamentavelmente o povo que foi vítima hoje é o algoz. Até quando?
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Junior
em 30 de junho de 2009
olha, vcs são um bando de desenformados, eu como li Main Kampf, Diario de Turner e muitos outros livros de indole NS (Nacional Socialista) sou estudioso a quase 10 anos do assunto, naum existe uma raça superior, sim uma raça q lutou mais, a raça ariana, nós nordicos, somos superiores em qestão de invenções, mudanças, força e sabedoria, temos criatividade e naum somos melhores q ninguem, ninguem eh mehor q ninguem certo? mas pke o povo africano naum evoluiu e tornou nós nordicos escravos? sendo q eles tinham muuuuita gente em seus povos, pke eles naum dominaram as terras opostas, pke são inferiores? naum pke eles naum tem a mesma inteligencia…não sou racista, bem pelo contrario, o negro tambem eh puro e tambem eh digno, mas pke naum evoluiram, naum somente os alemãos, os polacos, os russos, os italianos tambem, sempore lutaram, eles tem um espirito de lobo, naum de uma raposa, q e impõe a lavagens cerebrais, nós gostamos de lutar para ter, naum de enganar, os mais fortes, mais inteligentes naum são os NORDICOS, sim são os q lutam e fazem força para ter, e nunca vi um gato mata um cachorro…
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Raimundo Neto
em 24 de setembro de 2010
Saiam dos livrecos polêmicos $$$$ de história e estudem a Torá o judaísmo, compartilhem essa ânsia de revisionar a história com a hombridade de conferir o que vcs andam escrevendo através de pessoas idôneas, Vitor Grinbaum escreveu de forma clara e lúcida, rebatendo todos os pontos levantados pelo nosso intelectual Gondim.
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Raimundo Neto
em 24 de setembro de 2010
Júnior quantos anos vc tem e qual o seu nível de escolaridade, que mal lhe pergunte??
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Gabriel
em 26 de março de 2012
Eles só usam a pratica exotérica judaica nesse sentido de querer fortalecer Deus,mas Deus já é forte.
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