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Olá! Meu nome é Gilson Gondim e é aqui onde exponho meus pensamentos e ideias sobre vários assuntos. Sinta-se à vontade para opinar. E viva a liberdade de expressão!
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- Podcast #1 – Por que Israel é um Estado nazista


















































Cleverson
em 17 de abril de 2008
Deixar de existir! Acho que não….. O estado é muito bem amparado pelos amigos americanos…. A paz deveria ser a melhor saída! Mas infelizmente está longe disso… Há varios interesses em jogo, principalmente políticos.. Só temo a instabilidade diplomática que possa surgir…o mundo é uma bomba relógio prestes a explodir…ja entramos em contagem regressiva. Ontem foi o Líbano amanha quem sabe! Ja penso na enquete: De perseguidos a perseguidores!
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Ademar
em 17 de abril de 2008
O que vai acontecer já está acontecendo. A Cisjordânia será independente politicamente, mas dependente economicamente ( no futuro, parceira comercial ) e não fará questão nenhuma de brigar com Israel. Na Faixa de Gaza pode acontecer dois cenários: o Hamas, apoiado pela Síria e Irã, continuará a produzir homens-bomba mantendo sua população sofrida; ou o povo descontente com seus governantes começarão a se revoltar contra o próprio Hamas ( isso já aconteceu antes ). Parece que, como Deus, no The God Simulator, o Hamas vai escolher o pior caminho. O primeiro cenário levará a um distanciamento ainda maior da Faixa de Gaza em relaçõa à Cisjordânia. Os dois unidos já era difícil enfrentar Israel, separados fica impossível, principalmente quando um dos lados palestinos não quer mais enfrentamento.
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Ademar
em 23 de abril de 2008
Haverá paz se houver acordo, retornando às fronteiras de 1967 ou 1948? Já havia guerra entre judeus palestinos e árabes palestinos antes de existir tais fronteiras.
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Ademar
em 27 de abril de 2008
Israel vai deixar de existir como, quando e por quê?
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Ademar
em 19 de maio de 2008
O que deverá acontecer com a China que anexou o Tibet?
O que deverá acontecer com o Irã e com a Turquia que impedem a criação do Estado Curdo?
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Gilson Gondim
em 20 de maio de 2008
Ademar, você está parecendo o PT: “A gente rouba, mas eles também roubam”. Desde quando as patifarias da China, do Irã e da Turquia (aliada dos Estados Unidos) justificam as patifarias de Israel?
Além do mais, o caso de Israel é pior, porque envolve não somente anexação e ocupação, como também roubo de terras.
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Ademar
em 20 de maio de 2008
Gilson, apesar de seu site tratar apenas do conflito Israel/Palestina, e onde a maioria das pessoas acham que esse é o único conflito da face da Terra, acho importante ressaltar outros conflitos, justamente para mostrar que tal problema não está relacionado a questão religiosa em si, como se a necessidade de viver em um país existisse apenas através da consciência religiosa, fato extremamente levantado por aqui; mostrando à estes, esses outros conflitos, prova-se que Israel existe por motivações que vão mais além do que a chamada “Terra Prometida”. Além disso, o sionismo não é um movimento religioso, é laico.
Não obstante, os questionamentos que fiz a respeito da China, Turquia e Irã foram para saber qual a punição que este site e seus internautas dariam para tais países, que nas visões destes vêem Israel como um criminoso. De ante-mão não condenei tais países, esperei as respsotas. Pelo que entendi vc os condena. Por essa enquete, a maioria quer a destruição de Israel. Por essa lógica, esperei que este site, como justo, que pareceria ser, levasse à condenação final a China, Turquia e Irã. O problema é, quem o faria, pois não?! A propósito, um dos países que poderia ser o causador da destruição de Israel (se tivesse força pra isso), seria o Irã (não é mesmo?), que fôra exaustivamente, nesse site, elevado como pretenso algoz de Israel e salvador da Palestina. Pois bem, este acabou de ser condenado por vc. Como este país teria moral para defender os palestinos? O questionamento, repito, foi justamente para mostrar, que o proselitismo muçulmano se mistura ao de tantos que têm o único interesse de erradicar os judeus (que só têm aquelas terras ) do mapa. Os palestinos são árabes. A ONU criou 2 Estados Palestinos: um judeu e um árabe. As fronteiras atuais de quase todos os países daquela região foi criada no séc. XX. E ninguém questiona os árabes sauditas que refizeram suas fronteiras pelas armas, o genocídio ambiental que os árabes iraquianos impuseram aos descendentes dos babilônios e o genocídio atualíssimo que os persas muçulmanos iranianos estão causando aos árabes Ahwazi.
Se vcs condenam Israel, condenem também China, Turquia e Irã, sem esquecer da Rússia.
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João Romão
em 24 de maio de 2008
Israelenses e Árabes devem buscar a convivência pacifica é muito idiotismo de ambas as partes manter essa disputa. Somos animais da mesma espécie e deveríamos aprender a respeitar as diferenças e buscar a paz incondicional em toda a Terra.
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João Romão
em 24 de maio de 2008
Tanto Israel quanto Palestinos devem buscar a paz e convivência harmônica.
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Julia
em 5 de julho de 2008
Sou pelo fim não só do estado de Israel como de todos os outros estados e linhasimaginárias desenhadas sobre nosso planeta.
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Ezequiel
em 11 de julho de 2008
Levando em consideração que demograficamente a população arábe em Israel é que mais cresce bem como também o ardor da defesa de teses sionistas perdem franco terreno entre novas gerações de judeus imagino que num futuro não muito distante o país se torne binacional, englobando em seu interior no processo a própria Palestina.
No caso não será necessário buscar uma convivência pacifica entre Israelenses e Árabes na justa medida que um e outro vão se confundir como sendo uma só entidade.
A margem disto, sempre fico curioso a respeito de um detalhe : Por que não há também reclamação pelos palestinos a respeito da Jordânia? Mesmo até metade da população do país é composta de palestinos.
Ou seria mais justo a Jordânia reenvindicar seus direito de soberania a respeito da Cisjordânia? Ou o mais correto seria ainda da Síria exigir a reintegração da Jordânia e da Cisjordânia como partes de seu território ? ( nem vou falar dos Curdos para não complicar )
Em resumo : resolva o problema Israel e Palestina e em seu lugar talvez surge a questão territorial entre Palestina e Jordânia ou mesmo entre Jordânia e Síria e assim se segue.
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Ademar
em 12 de julho de 2008
Israel já demosntra há muito, que há a possibilidade de se conviver em paz com os palestinos. No Estado de Israel existe partido político árabe e os árabes israelenses têm direito a voto. Os palestinos não têm essa concepção e acho muito difícil isso mudar enquanto o Hamas estiver no poder. Com relação ao sionismo, já foi dito que esse movimento já aconteceu, seu objetivo já foi conseguido. Não se luta mais pela recriação de um Estado Judeu, mas sim pela sua manutenção e sua boa relação com seus vizinhos. Portanto, é natural que a idéia do sionismo se transforme, mas não muda em nada o amor e a determinação que os judeus têm por sua terra e por sua gente. A Gente da Nação.
Termo esse, Gente da Nação, que deu origem à famosa e culturalmente arraigada expressão nordestina: “Oxente”, que vem de “Oh gente”, gente da nação, da Nação de Israel.
O sionista dá vez agora ao israelita, ao israelense. Israelense que ama sua pátria e se doa inteiramente para mantê-la eterna.
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jesus cristo
em 13 de julho de 2008
Em um Brazil com 80% de miseraveis, sem saude publica, sem escolas, sem estradas, analfabeto, com criancas dormindo na sargetas, com prostituicao infantil, drogados e violencia disseminada o sr Gondim esta preocupado com os judeus. Espero que as mazelas brasileiras nao sejam culpa de Israel.
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Gilson
em 13 de julho de 2008
Caro Sr. “Jesus Cristo”, que escreve Brasil com z e é inimigo dos acentos, mostrando que talvez não seja brasileiro: os palestinos são tão merecedores da minha solidariedade quanto os pobres do Brasil.
Além de brasileiro, eu sou um ser humano e cidadão do mundo.
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Ademar
em 13 de julho de 2008
A Julia deve ser a favor da retirada dos muros das casas e dos edifícios também. Ela deveria dar o exemplo e mandar derrubar o muro da casa ou do edifício onde mora. Será que ela tem coragem?
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Yasmin Fernandes
em 16 de julho de 2008
A paz que os palestinos e israelenses demonstram querer não dá espaço pra uma convivência, coexistir com respeito. De qualquer jeito nunca haverá paz no Oriente Médio, porque palestinos e israelenses não querem assim. Tudo o que quero dizer é que minha mentalidade mudou um pouco ultimamente mas mudou o suficiente pra me fazer ver que não me importa o que vai acontecer com o Oriente Médio, israelenses judeus, árabes e muçulmanos/islâmicos. Não há judeus nem islâmicos na minha família, não tenho nem terei amigos islâmicos ou judeus então eu vou me importar pra quê? É egoísmo ter este posicionamento mas este sapato não me aperta, o que eu posso fazer? Fingir que ligo? Desculpem-me, não consigo. Alguém conhece um judeu ou islâmico que viva no Oriente Médio e lamente a violência no Rio de Janeiro, a miséria que ainda existe no Brasil, o caos na saúde pública brasileira e etc? Hum…
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jesus cristo
em 16 de julho de 2008
Caro Yasmin
Se leres o meu comentario de 13 de julho de 2008, veras que tem alguem se preocupando com a calamidade chamada Brazil. Um forte abraco jesus cristo.
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Yasmin Fernandes
em 17 de julho de 2008
“Sou pelo fim não só do estado de Israel como de todos os outros estados e linhasimaginárias desenhadas sobre nosso planeta.”
Então a Júlia é a favor que todos os Estados do mundo acabem. Não só Israel mas também o Brasil, o Japão, o Reino Unido, a Nigéria, a Suécia e etc. Salve “o mundão de Deus sem porteira”. Não existiria passaporte, seria um mundo interessante se o ser humano não precisasse de um Estado “pra chamar de seu”.
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Ademar Benevolo
em 17 de julho de 2008
Yasmin, apesar de vc ter razão sobre a prioridade, que nós brasileiros, devemos dar aos problemas daqui em relação aos dos israelenses, é importante que se tenha em mente que aquela região é a que mais interfere na geopolítica mundial. Lá existe o petróleo, que quando sobe de preço, interfere na vida dos brasileiros; por aqui existem árabes e judeus que quando sofrem por lá, acaba respingando alguma coisa aqui, indiretamente; o Brasil tem relações comerciais com Isarel e praticamente todos os países do Oriente Médio, qualquer crise por lá pode nos afetar direta ou indiretamente através de países norte-americanos, europeus e asiáticos que também têm negócios por lá; como é uma região de ligação geográfica e comercial, tudo passa por lá. Some-se à isso o barril de pólvora que é tentar conciliar ideais diferentes…já viu no que pode dar.
O sofrimento do dia-a-dia dos judeus e palestinos, pode não interferir muito na vida dos brasileiros, mas uma guerra franca, aberta entre judeus e iranianos, deve interferir diretamente no nosso cotidiano. Se o Irã atacar Israel com bomba atômica, os americanos e até os inéptos europeus vão reagir. A Turquia vai se tremer de medo, a Arábia Saudita, os Emirados Árabes vão empalidecer. Os países do leste europeu vão apontar seus mísseis para Moscou (que apóia o Irã) e para o Irã, a China vai intensificar seu cerco ao Tibet e à província chinesa muçulmana de Xinjiang. As tensões entre Paquistão e Índia se ampliarão. O Brasil deve ser chamado a tomar uma decisão, pois a Argentina pode querer transformar seu projeto nuclear. Ou seja, tudo pode mudar com uma ataque atômico à Israel.
O Irã está “cutucando onça com vara curta”. Apesar dos judeófobos acharem que isso resolveria o problema de saúde deles, ledo engano. A reação americana seria brutal e dependendo do partido que estiver no governo federal daqui, no momento desse infortúnio mundial, nosso país também poderia ter que se armar, ou pelo menos ficar em alerta, a espera do desenrolar dos acontecimentos.
O que vc pode fazer é disseminar a idéia de conciliação na internet e não o que se faz nesse blog, por exemplo, de incitação direta e indireta à guerra naquela região. Garanto que se fosse por aqui, esse conflito, estariam todos se termendo de medo…
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jesus cristo
em 25 de julho de 2008
Las palmeras plantadas por Israel están dando 210 kilos por año y son tan bajas que pueden ser cosechadas desde el piso o mediante la utilización de pequeñas escaleras.
Israel, que ocupa el centésimo puesto de las naciones por su tamaño, con menos del 1/1000 de la población mundial puede adjudicarse lo siguiente:
La telefonía celular fue desarrollada en Israel por israelíes trabajando en la filial de “Motorola” en el país que es la sucursal más grande que tiene en el mundo.
La mayoría de los sistemas operativos Windows NT y XP fueron desarrollados por Microsoft de Israel, desarrollada para AOL Instant Messenger ICQ en 1996 por cuatro jóvenes israelíes.
AEL.
La técnica Pentium MMX fue diseñada por “Intel” en Israel.
El microprocesador Pentium 4 y el procesador centrino, fueron enteramente diseñados, desarrollados y producidos en Israel.
El microprocesador Pentium de su computadora fue seguramente fabricado en Israel.
La tecnología del mail por voz fue desarrollada en Israel.
Microsoft y Cisco, las únicas que construyeron sus r&d facilities fuera de los EE.UU. lo hicieron en Israel.
Israel tiene el mayor porcentaje per cápita del mundo de computadoras domésticas.
Israel posee el mayor porcentaje per cápita del mundo de egresados universitarios.
Israel tiene la más alta concentración de industrias de alta tecnología del mundo después de Silicon Valley USA.
Israel tiene el mayor standard de vida de Oriente Medio; su ingreso promedio en el año 2000 fue por encima de los U$S 17.500, mayor que el del Reino Unido.
Israel tiene el mayor numero de emprendimientos de biotécnicos.
Con el 24% de egresados universitarios entre su población trabajadora, está ubicada tercera detrás de EE.UU. y Holanda.
Es la única democracia en el Oriente Medio.
En los años 1984 y 1992, rescató por vía aérea a 22.000 judíos etíopes en riesgo en su país de origen (operación Salomón) y los instaló seguros en Israel.
Proporcionalmente a su población es la nación de mayor absorción de la Tierra.
Los inmigrantes vienen en busca de democracia, libertad religiosa y oportunidades económicas.
Cientos de miles vinieron de la ex Unión Soviética.
Tiene la segunda tasa mundial de compra de libros nuevos per cápita.
Fue el único país del mundo en entrar en el siglo XXI con una superioridad enorme en el numero de árboles plantados, hecho remarcable porque se trata de una zona desértica.
Israel tiene más museos per cápita que cualquier otro país del mundo.
En medicina, científicos israelíes desarrollaron el primer aparato computarizado sin radiación para el diagnóstico del cáncer de mama.
Israel S Given Imaging desarrolló la primera cámara de video que se traga; es tan pequeña que cabe en el interior de una píldora. Se utiliza para ver los intestinos desde su interior, detectar el cáncer y los desórdenes digestivos.
Investigadores desarrollaron un nuevo aparato que ayuda automáticamente al corazón a bombear sangre que salva vidas durante las fallas del corazón. Este aparato sincronizado con una cámara, ayuda a diagnosticar fallas mecánicas del mismo durante las operaciones mediante un sofisticado sistema de sensores.
Es líder en el mundo en cantidad de científicos y técnicos en su fuerza de trabajo, con 145 por cada 10.000, superando a EE.UU. que tiene 80, Japón con algo más de 70 y menos de 60 en Alemania. Con más del 25% de ellos empleados en profesiones técnicas, Israel está posicionado en el primer lugar en el rubro.
Una compañía israelí fue la primera en desarrollar en gran escala plantas eléctricas generadas por el Sol en el sur de California, en el desierto de Mojave.
Estos son parte de los logros engarzados en frecuentes guerras con un implacable enemigo que busca su destrucción y porcentualmente una economía bajo la tensión de erogar para su protección como ninguna otra sobre la tierra.
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Ademar
em 25 de julho de 2008
É disso que os judeófobos têm inveja e é disso que os países árabes em volta de Israel deveriam aproveitar. Fazer acordos comerciais e de cooperação tecnológica. É uma das melhores saídas para os futuros países que irão enfrentar o fim da era do petróleo.
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jesus cristo
em 26 de julho de 2008
Ao Povo de Israel: Algumas Histórias Gentias, Uma Saudação e Um Agradecimento !
Não é necessário lembrar à comunidade judaica brasileira, que o Brasil foi o berço do primeiro texto em hebraico das Américas. O poema Mi Kamokha (Quem como Tu?) de autoria do rabino Isaac Aboab da Fonseca, composto em 1646 no meio da Insurreição Pernambucana. Nasceu como que a prenunciar a tolerância almejada no Novo Mundo pois naquele nordeste brasileiro, então ocupado pelos holandeses reformados, se abria espaço para a manifestação da língua, cultura e religião justamente de um povo que outrora não podia, sequer, manifestar-se fisicamente em muitas regiões da Europa. Ao ler-se o passado com as lentes do presente poderíamos sugerir que, existindo a possibilidade de expressão da judaicidade naqueles anos de anti-semitismo feroz, que maravilhoso futuro cultural essa nação resguardaria tanto para os seus, que aqui já estavam, como para os demais povos que para cá seguiriam nos séculos seguintes?
Mas a história, infelizmente, não nos mostra isso. Não somente judeus e holandeses foram expulsos, como as manifestações culturais, religiosas e mesmo lingüísticas, seja de nativos como estrangeiros, teriam convivência tensa com os representantes da Coroa Portuguesa e, posteriormente, do Estado brasileiro nos anos que viriam. Tanto os índios, como negros e, mais tarde, imigrantes tiveram controlado ou mesmo proibido o direito de expressar-se. O Brasil tolerante, diplomático e sorridente aos de fora, é cria recente de um país mais urbano que vê com menos estranhamento o sotaque de outras terras. Uma parte dessa história, relacionada à liberdade, tão cara aos judeus em todos os tempos, contar-lhes-ei a seguir.
Enquanto Menachen Begin assumia o cargo de primeiro ministro de Israel em 1977, cerca de 330 anos depois da breve liberdade cultural judaica em solo brasileiro esboçada em Mi Kamókha, em algumas das pequenas cidades do sul do Brasil um lento processo de “anexação” cultural e lingüística chegava ao seu final. Em muitas dessas localidades, falava-se somente italiano, em outras, qualquer coisa próxima ao alemão. O espanhol era utilizado nas zonas fronteiriças, misturado a termos da língua portuguesa enquanto, em uma parcela menor de cidades, o polonês, junto com outras línguas, concluíam o caldo cultural que formou esta que é, fisicamente, a menor das regiões do Brasil. A maravilha da imigração ocorria em terras brasileiras, gente que outrora não tinha lugar na Europa encontrara nos pequenos rincões do sul a sua “Terra Prometida”.
Nesse mesmo ano eu nascia em Panambi, uma pequena cidade de forte presença alemã do interior do RS e que já se chamara, até o Estado Novo, de Neu-Württemberg. É preciso deixar bem claro o que isso significa porque poderá pensar-se que o Brasil é um país monolítico onde, entre outras coisas, só se fala português, possivelmente se é católico, o calor é constante e o carnaval é importante para quase todos os seus cidadãos. Por mais estranho que pareça, uma grande parte de minha cidade aprendeu alemão ou um de seus dialetos como primeira língua, nasceu em um lar protestante e muitas lições de vida nos foram dadas ao redor de algum fogão a lenha Venax em uma daquelas tardes pavorosas de inverno, na qual o chimarrão corria e as nuvens cor de chumbo pareciam desprender-se do céu. Durante alguns dias do mês de fevereiro desligávamos,se bem nem todos, as tevês, pois víamos, somente, um monte de gente “pelada” durante o carnaval e aquilo nada significava para nós, porque na cidade a festança culturalmente tinha pouca presença e nem feriado a tal data era. O Brasil, diferentemente do que se ventilava no exterior, não era só carnaval, praia, Pelé e Amazônia.
A ascendência alemã e a forte influência cultural que recebêramos tinha seus desdobramentos em vários aspectos nada agradáveis da vida prática. Crianças que não conseguiam se expressar direito em português nos primeiros tempos de escola, o deboche dos “brasileiros” por conta de uma pele branquíssima que parecia deslocada de ambiente e na velha adjetivação rimada “alemão batata come queijo com barata”. Havia outro adjetivo mais sombrio e menos melódico: “alemão nazista”, que começava a aparecer para nós mais ou menos lá pelos dez ou onze anos enquanto nossos pais e avós torciam o nariz quando chegávamos da escola reclamando da adjetivação.
Os problemas oriundos daqueles contatos eram resolvidos na base da tentativa de assimilação na marra, pois a necessidade de aceitação numa sociedade cada vez mais “brasileira” pautou a entrada dos nascidos em fins dos anos 70, naquele Brasil de inflação e redemocratização da década de 80. Para alguns o processo se dava por conta das decepções com as diferenças e, por isso mesmo, abandonavam a língua, a música, a religião e os costumes de opas e fatas (1) ; outros foram assimilados pelo “Xou da Xuxa” ou pelas novelas da Rede Globo, havia os casamentos mistos, as festas e, não sem tensão, toda sorte de interação entre uma e outra comunidade. O que Vargas não conseguira fazer por decreto, durante o Estado Novo (2) , a TV e os casos de amor, enfim, resolveriam pelas interações lúdicas e sentimentais em uma germanidade cada vez mais caricata.
Significativa parcela das crianças da minha geração, oriundas da zona imigrante alemã, aprendeu em algum pequeno templo congregacional, batista ou luterano a amar os judeus e agradecê-los pela Bíblia e por Jesus. Embora o termo “judeu”, para muitos, tivesse uma vaga ligação com o povo bíblico e só se lembrassem, posteriormente, que judeus e Bíblia mais ou menos combinavam, não foram poucas as vezes que nossos professores nos diziam “agora nos lembremos de orar para que D-us conduza Seu povo em segurança de volta ao seu lar”. Alguns se esqueceriam da recomendação, eu me lembraria, para sempre. O reconhecimento de um legado judaico na igreja cristã dentro do protestantismo teuto-brasileiro da chamada orientação pietista e dispensacionalista, era uma verdade presente em muitas comunidades, pois, do contrário, que lógica haveria em se estudar Moisés, David, Jesus ou Paulo se eles não fossem, de fato, os membros do Povo Escolhido do Deus para o qual servíamos? Muito antes das teorias conspiratórias, aprendidas no cotidiano com pessoas amarguradas, nas escolas com professores de esquerda ou de direita e, posteriormente, nas cadeiras universitárias anti-sionistas, que associavam o judaísmo como um projeto de controle mundial imposto para rapinar o dinheiro do mundo e a Bíblia, como a construção mais bem sucedida de todos os tempos para manutenção de poder; os judeus, para nós, significavam o povo sacerdotal de D-us com uma missão especial no mundo e com os quais Este tratava diretamente na história.
Não cheguei a ter dificuldade de expressão no mundo “brasileiro”, porque tendo mãe de origem lusa, o trânsito entre as duas culturas era mais fácil, mas uma outra dicotomia se apresentaria para mim logo cedo e me acompanharia até o ingresso na vida adulta. Enquanto para muitos os problemas de assimilação foram de língua e cultura, para mim o passado nebuloso do pecado nacional alemão na Shoá, no contraste com a exortação ao amor aos judeus aprendida em uma “igreja alemã” do sul do Brasil, pautou a busca de identidade pessoal e de respostas a certas indagações. A dúvida crucial aparecera na época da adjetivação “alemão nazista” e aprofundou-se com os estudos e leituras dos tempos de escola, pois, como poderia ter se gestado na Alemanha, um plano tão terrível para matar o judeu do presente, se era essa a pátria mãe do idioma em que cantávamos hinos em louvor aos ensinos de judeus do passado? Não era esta, afinal, a terra de nossos ancestrais, tão evocada em canções, sempre apresentada como sinônimo de organização, trabalho e padrão de comparação para muitos que viviam nas nossas comunidades alemãs do sul do Brasil?
Nessa busca de respostas do passado, a minha companhia predileta sempre foi a dos idosos. Procurava neles a sabedoria para esclarecimento das coisas que me inquietavam e entre outras, o nazismo no Brasil e o porquê da vinda da Europa encontravam destaque nas minhas indagações. Entre tantas respostas óbvias sobre a imigração, dando conta da falta de terras e emprego, das condições miseráveis de sustento, dos desmandos dos governos e das guerras, sempre chamava a atenção o fato de existir uma lembrança, forte entre os teuto-russos, de perseguições culturais e religiosas primeiramente, sob czares eslavófonos e, mais tarde, sob o mando do comunismo. A falta de integração ao Brasil moderno por parte desses homens e mulheres seja pelas barreiras culturais, lingüísticas ou religiosas, ainda presentes naquele fim de anos 80 e início de 90, apresentava-se mediante um silêncio sobre os sofrimentos do passado e um medo profundo do amanhã, não dito abertamente, mas visto nos olhos e nas atitudes, sempre que as bandeiras vermelhas radicais tremulavam em tempos de eleição. Cedo associei que alemães do sul do Brasil e judeus da Diáspora compartilhavam daquela estranha situação que só os últimos conheciam com profundidade, a sensação de não pertencer a lugar nenhum do mundo.
Perseguição religiosa e discriminação por sua fé o povo judeu conhece muito bem, assim como o amish (3) do século XVIII, que foi da Alemanha para o EUA em busca de liberdade religiosa, terra e paz. Sentiu-se igual o menonita (4) e o hutterita (5) que fugiram dos príncipes alemães para o Volga, buscando Religionsfreiheit (6) em 1763. Muitos luteranos pietistas e batistas alguns dos quais escorraçados por suas crenças, trilharam caminhos parecidos e do Vale do Hunsrück, do Saarland, da Pomerânia, de Württemberg e de outros estados, cidades livres e principados vieram para o Brasil de 1824 em diante. Todos se viam como alemães, mas nenhum foi bom o suficiente para as mentes que comandavam o somatório de terras que viria a ser a futura Alemanha. Mesmo assim, em nova pátria, essas pessoas mantiveram-se aferradas à cultura ancestral, criando comunidades quase que inteiramente alemãs em solo estrangeiro.
Mas a vida não é fácil para os que buscam paz de espírito e alimento para o corpo, pois sempre existem governos míopes, em toda parte e em qualquer lugar da história. Durante a I Guerra Mundial os hutteritas que fugiram da eslavização czarista e que haviam emigrado para os EUA no século XIX, foram presos e torturados porque se recusaram a lutar, semelhante destino tiveram os amish que mantinham o alemão como idioma comunitário. Isso tudo ocorreu no país que, justamente, tivera suas crenças fundadoras assentadas sob as bases da democracia e da liberdade religiosa. Ao mesmo tempo, seus irmãos remanescentes na URSS, eram massacrados pelos bolcheviques por divergir daquele governo que, acenando com a “igualdade” coletivista, proibia-lhes de crer. A mesma revolução que pregava o comunismo no mundo como “redenção dos povos”, não podia suportar a idéia que os forçadamente “redimidos”, ainda pudessem manter a “nociva” crença em D-us. Posteriormente, na II Guerra Mundial, enquanto na Europa a Alemanha de Hitler enviava o povo de Israel ao matadouro, por um suposto “sangue ruim ancestral”, os menonitas teuto-russos eram enviados para a morte na Sibéria por supostamente colaborarem com os nazistas. A máquina de extermínio soviética funcionava tão bem quanto a alemã.
No Brasil, os colonos alemães de então, há mais de 100 anos esquecidos no sul pelo Estado, naquele momento tornavam-se automaticamente nazistas, mesmo que, para a maioria deles, tanto o nazismo como comunismo, fossem agentes de um tipo de bagunça e desordem extremamente reprovável ao “espírito alemão”. Todos se apressavam em sumir com livros de cântico “perigosos”; Bíblias, quase centenárias, com caracteres góticos foram enterradas para sempre enquanto os agentes de Vargas ficavam na escuta ao lado de fora das casas, das festas e dos cultos para que o idioma, agora sinônimo de nazismo, não fosse sequer sussurrado em pátria brasileira. Muitos apanhavam em público; suas barbas e bigodes, raspados a seco em flagelos acompanhados de chacota; nos mercados e nas vendas negociação só por gestos, pois todo aquele que falasse a maldita “língua nazista” seria preso.
Extremamente “preocupado” com a educação desses colonos o Estado varguista fechou escolas particulares, algumas funcionando muito bem desde o século XIX, porque o ensino era ministrado em alemão. Novas cartilhas, repletas de nacionalismo tupiniquim, foram impressas obrigando professores a ensinar seus alunos o português que nenhum dos dois entendia direito, visto que, a partir dali, todos seriam “brasileiros natos”, não mais alemães. Os teuto-brasileiros da II Guerra Mundial, distantes da Europa há mais de um século, foram responsabilizados pelo nazismo em um Estado fascista.
Naturalmente, as garras do nazismo não se esqueceram de penetrar nos Auslanderdeutsche (7) , elas fecharam-se sobre estes através de uma rede muito forte de professores e pastores formados na Alemanha, fanatizados por uma educação aparelhada na crença nazista da raça superior. Poucas foram às instituições alemãs do sul do Brasil, que não tiveram uma infiltração, em algum momento da sua história, de algum “sacerdote” Perteigenossen (8) recheado de superioridade, a ensinar, como uma nova seita religiosa obscura, aqueles alemães desvirtuados o caminho da verdadeira germanidade. Mas se é verdade que o nacional-socialismo penetrou em parte da intelectualidade pan-germanista de então, é documentado que, além de uma aguerrida Intelligenzia contrária a essa penetração, dentro de uma massa de aproximadamente 1 milhão de teuto-brasileiros, muitos dos quais simples agricultores e artesãos, poucos foram atraídos pelo partido e sua fraseologia (9) . A “flauta encantada de Hamelin” não penetrava nesses porque sua realidade econômica era local e a Alemanha sobrevivia simplesmente como uma Heimatland nostálgica e cultural das gerações passadas.
Muitos não aderiam ao nazismo por razões políticas ou culturais, outros, por razões logísticas e de neutralidade óbvia em um país hóspede. Havia outro grupo, entre os não aderentes, aqueles que tinham fé nas Escrituras Hebraicas e criam em um futuro nacional para os judeus. O testemunho do octogenário Helmuth Seidler ilustra essa profética oposição:
Quando Hitler anunciou, que seria ele quem iria exterminar o último judeu no mundo, estávamos na casa comercial de minha família em Ijuí. Ali 90% dos clientes eram de origem alemã e junto com, pelo menos, outras trinta pessoas, escutávamos pelo rádio o que aquele homem dizia. Então, após escutar aquilo eu levantei e, com quinze anos de idade, disse para todos eles que a Alemanha já tinha perdido a guerra porque D-us não ia permitir que surgisse um homem que exterminasse o último de seu povo no mundo. E falei mais, que até 1950, Israel iria voltar para casa. Muitos quiseram me bater, me chamaram de louco e fanático, porque seria impossível derrotar uma Alemanha que tomava conta da Europa e do mundo, mas lá na frente, quando de fato isso se concretizou, eles ficaram envergonhados. Eu já lia a Bíblia criticamente desde muito pequeno e sabia que aquela terra (a então Palestina Britânica) era dos judeus e quando eles voltassem ninguém mais os tiraria de lá. (10)
No pensamento secular e teoricamente “tolerante” dos tempos atuais, esse testemunho pode parecer deslocado ou, para os mais radicais, o delírio típico do fanático religioso, mas naqueles anos, rodeado de simpatizantes do nazismo o jovem Seidler teve a coragem de falar o que outros calaram. Isso tudo acontecia a alguns milhares de quilômetros do olho do furacão, afetando pessoas que nunca tinha visto um judeu na vida, mas que, por intermédio de sua fé encontravam lugar para estes em suas lembranças e orações. E por mais que se critique as posições de fé das pessoas devido aos episódios recentes de fanatismo radical encontradas no mundo todo e em todas as religiões, é preciso enfatizar-se que, em tempos de decadência da racionalidade humana, vindas de duas ideologias (nazismo e comunismo) que tentaram justamente “libertar” a humanidade de suas crenças e que emprestaram ao século XX, alguns milhões de cadáveres, a Bíblia foi, para algumas pessoas, a única vacina aos sermões de ódio.
A sina do desterrado é semelhante, para o judeu, durante dois milênios, e imigrante de qualquer nacionalidade e em todos os tempos: assimilarem-se ou serem expulsos e mortos? Converterem-se ou perder sua alma? Em um momento único, porém, onde a Alemanha buscava apagar Israel da história e em Praga buscava-se erguer o “Museu da Raça Extinta”, os filhos de ambas pareciam ter aqui uma breve e tênue linha de semelhança em países diferentes uma vez que ambos eram responsabilizados por crimes que não cometeram, devido, somente, ao seu sangue. Quando Alexander Soljenitsin escreveu O Arquipélago Gulag, deixou-nos um legado do sofrimento silencioso de algumas milhões de pessoas que tiveram marcadas na carne os efeitos da devastadora ditadura comunista soviética. Ele nos lembra algo sobre os alemães na URSS:
E logo veio a torrente dos alemães: os da região do Volga, os colonos da Ucrânia e do norte da Cáucaso; enfim, todas as pessoas de origem alemã, qualquer que fosse a zona da União Soviética donde viessem. O sintoma determinante era o do sangue, e até heróis da guerra civil e velhos militares do partido, desde que se tratasse de alemães eram desterrados . (11)
Após a queda do regime soviético, descendentes desses teuto-russos sobreviventes, que meio século depois dos expurgos stalinistas ainda não eram bem vistos na URSS por serem “excessivamente germânicos”, mas, também, excessivamente contrários ao controle do Estado comunista nas questões de fé, voltaram para a Alemanha e passaram a ensinar seus filhos em casa como tradicionalmente fizeram na Rússia durante duzentos anos. Era natural que assim o fizessem, pois em dois séculos do chamado “Volga Alemão”, as campanhas de conversão forçada à Igreja Ortodoxa em conjunto com propaganda violenta de russificação, foram constantes para que abandonassem sua língua, cultura e educação, não lhes restando senão a alternativa de encarregar-se do ensino dos filhos em escolas particulares ou em casa. Mas agora, em solo germânico ancestral, novamente vozes ansiosas por cooptar politicamente uma nova geração de crentes num Estado secular interventor disseram-lhes que voltassem para “seu” país de origem, pois a Alemanha não queria fanáticos religiosos na sua terra. Batistas pacíficos de etnia alemã, que fugiam justamente da violência do Estado comunista, eram colocados na mesma categoria dos fanáticos muçulmanos que explodiam bombas e que eram recebidos de braços abertos pela Europa. Alguns pais e mães foram presos, crianças foram tiradas de suas famílias, o Estado alemão, como o soviético, lhes dizia que não podiam ser alemães e que sua fé nada significava. Mas, se já não eram russos, o que eram afinal? (12)
Quando o fictício judeu israelense Ilan Eliav do livro Fonte de Israel de James Michener, confronta a relutância do judeu americano Paul Zodman em emigrar para Israel, faz-lhe a seguinte pergunta “Não percebe que Israel é mais importante para você [...]? Que Israel o protege do próximo nazismo?” (13). A colocação é pertinente quando, em terras de Pindorama: partidos assinam pactos de intenções com partido estrangeiro anti-semita (14) e um grupo político brasileiro propõe, às claras, que Israel seja destruído (15) . Mas também, quando: o Conselho Mundial de Igrejas, outrora dado a convescotes com os comunistas, vem solicitar ao D-us de Israel o fim da opressão do regime sionista judaico em terras “palestinas”, ainda que, em um passado remoto, no início da era comum, as bases da fé que, possivelmente, ainda regem este mesmo CMI, tenham nascido entre judeus e em terra judaica (16) . Quando o cristão que lê as Escrituras, seja esta hebraica ou cristã, passa a identificar nos nomes de David, Yeshua, Kefa e Shaul uma ligação desprovida de judaicidade e nas milenares descrições da Yehuda, Shomrom e Galil, não mais se leia Terra de Israel, mas sim uma Palestina estranhamente inexistente e agora, gentia (17) . Quando a versão teuto-brasileira de Mahmoud Ahmadinejad, Siegfried Ellwanger, se apresenta com sua editora nazistóide, como a voz de toda a comunidade teuta do Brasil e quando, para finalizar, este mesmo quem vos escreve, escuta de um professor universitário que Ariel Sharon tem a “face de um assassino judeu” e presencia, no meio de um debate político acalorado, que “Hitler estava certo com seu plano de exterminar os judeus, mas pena ter morrido antes”. O velho anti-semitismo, agora concentrado no ódio a Eretz Israel, volta em formas diversas, mas, novamente, na boca dos chamados “instruídos” que nos fazem recordar a cada frase a velha Alemanha nazista.
A pergunta de Eliav a Zodman agora, mais do que nunca, sinistramente atual e concreta deve ser desdobrada em outros questionamentos: Onde estaremos todos no próximo nazismo? Quando chegará o dia em que o judeu olhará a face do gentio sem encontrar a sentença exposta em Mi Kamokha que para este “Seu plano é o extermínio dos meus que se encontram em refúgio?” E, por fim, que tenho eu com vocês caros judeus que até agora leram esse breve relato dos goyim? É verdade que seu povo não teve vida fácil nem lugar onde repousar a cabeça nos últimos dois milênios, mas é, talvez, o único dentre os perseguidos da Terra que, enfim, tem um lugar para onde voltar. Quanto aos descendentes daquele outro tipo de Progrom, menos étnico, mais político, marcadamente cultural e assumidamente anti-religioso, ainda resta-lhes a crença desesperada na democracia, embora, nesses tempos sombrios em que nossos governos sentam com os herdeiros dos homicidas bolcheviques (18) e homenageiam terroristas (19) , escolher entre, adaptar-se ou perecer torne-se uma opção dramática. Por mais discrepâncias, anacronismos, conflitos e problemas que Israel, novamente nação, apresente na sua recente história, cumpre um dos chamados para o qual foi criado, defender judeus em solo judaico do próximo nazismo.
No momento em que lhes cumprimento pelo aniversário da sua nação, junto-me a outros cristãos do passado, tais como aqueles imigrantes alemães seguros de suas convicções num futuro para a nação judaica, mas também, a homens como William Blackstone e Dietrich Bonhoeffer e mulheres gigantes como Corrie ten Boon. No espírito de Zacarias 8.23 , agradeço-lhes pela imensa contribuição de seu povo ao aperfeiçoamento do mundo através dos séculos e aguardo que algum dentre vós, no tempo correto, estenda-me um tzitzit.
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Ademar
em 26 de julho de 2008
Caro Yeshua Ben Yossef (Jesus Cristo),
Acredito que o tempo de um Oriente Médio sem guerra ainda deve demorar muito. O fim da era do petróleo está às portas, com isso o país produtor desta commodite que não se preparar para sobreviver economicamente quando houver uma queda grande do consuumo, vai entrar em colapso político-economico-social. Países como os Emirados Árabes, que estão investindo no turismo, sofrerão menos. O Iraque, com a volta da democracia, tão criticada pelos “instruídos”, terá nela sua rendenção futura. Já o Irã está fadado à buscar as armas. Uma nova revolução islâmica? Quem sabe? Uma democracia mais justa, longe do teocracismo dos aiatolás? Um dia quem sabe! Este país, apesar de ser um dos maiores produtores de petróleo tem graves problemas socio-econômicos. Aliás, praticamente todos os países produtores de petróleo, que tem como principal fonte de renda este produto, vive a chamada “Maldição do Petróleo”. Eles não conseguem devolver às suas populações a riqueza que o óleo lhes dá. Se perde em corrupção, má gestão e gasolina muito barata. Com o fim da era do petróleo, políticos do tipo Ahmadinejad perderão força e então os aiatolás, para ainda se manterem no poder, terão que ceder aos mais liberais, que sem as amarras teocráticas e ultranacionalistas, terão mais chances de tirar aquele país do buraco econômico ao qual irão se meter. O discurso nacionalista será separado do anti-semita, este último perderá força frente aos graves problemas que aflorarão quando não tiverem mais o ouro negro.
Além disso, habilmente Israel tem ao seu lado as duas maiores potências mundiais, os EUA, de longa data e agora a China, que vem mudando seu discurso em relação ao Irã. O gigante vermelho ainda defende a utilização da energia nuclear pelo Irã, mas apenas para fins pacíficos e condena já abertamente o uso desta enregia para confecção de armas nucleares, pelos desertos persas. Demorou, mas a China acordou e percebeu, que mais um país no atual Oriente Médio, envolto às intabilidades frequentes, possuindo arma de destruição em massa é ruim para seus negócios capitalistas crescentes naquela região. Além disso, outros fatores aproximam israelense e chineses, como por exemplo o fato dos dois terem sido vítimas na II Guerra e de existirem comunidades judaicas na China, que nunca foram molestadas, onde inclusive o avô do atual Primeiro-Ministro de Israel, Olmert, está enterrado lá na China. Mas, o mais importante é que mesmo com o embargo que países da Europa impuseram à China, na década de 90, Israel manteve relação comercial, transferindo tecnologia militar para seu agora, aliado asiático.
Portanto, acho que o Irã deve ter muito, mas muito cuidado onde pisa. Se inventar de usar armas atômicas contra Israel, ou qualquer outro país, seus projetos para energia nuclear com fins pacíficos serão destruídos e aprofundará mais ainda a crise pós-petróleo. Este país será o ultimo a ameaçar Israel, depois não haverá mais outro com força potencial para trazer riscos aos judeus, israelenses e israelitas, e enfim Israel e Palestina tentarão, realmente, viver em paz.
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jesus cristo
em 30 de julho de 2008
Survey in the UK
A recent survey in England asked the following question:
Are there too many foreigners in this country now ?
Answers:
20%: YES
10% : NO
70% : معهد الأمن العالمي بواشنط
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Ademar
em 12 de agosto de 2008
Qual deverá ser o destino da Rússia que massacra os georgianos? A ONU não diz nada, é uma entidade sem moral, não por ter sido desmoralizada, mas por sofrer com as brigas internas pelos interesses dos vários países que a compõem. A ONU é forte pros fracos e fraca pros fortes. Não vai fazer nada contra a Rússia. Os únicos que podem fazer alguma coisa, mais uma vez são os EUA e a OTAN. Depois reclamam pelo fato dos americanos serem chamados de “xerifes do mundo”. São mesmo.
A China, aliada russa e preocupada em vender uma imagem falsa de “boazinha” ao mundo, através da olimpíada de Pequim, vai ficar caladinha, mudinha. Uma vergonha.O pior de tudo é que os motivos são os mesmos pelos quais os americanos invadiram o Iraque: geopolítica, incluindo o petróleo. E não se vê uma crítica editorial sequer de nenhum veículo de comunicação neste país(Brasil), se referindo à Rússia e aos seus mandatários como belicistas, terroristas ou algo parecido. Uma vergonha…mídia cínica, parcial, vendida, comprada, corrupta. VIVA A GEÓRGIA! ABAIXO A RÚSSIA!
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Gilson
em 13 de agosto de 2008
Ademar, meu velho, você não tem jeito: Tanta compaixão pelos georgianos e nenhuma pelos palestinos. Tanta solidariedade aos georgianos e nenhuma aos palestinos.
Gilson Gondim
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Ademar
em 13 de agosto de 2008
Pois é Gilson, pelo menos um para ter compaixão pelos georgianos. Pelo que se vê na mídia só há compaixão pelos palestinos. Não vejo ninguém com compaixão pelos tibetanos e muçulmanos de Xinjiang massacrados pela China; pelos árabes Ahwazi massacrados pelo Irã; pelos curdos massacrados pela Turquia,nem pelas minorias sudanesas massacradas pelo governo muçulmano daquele país. Só se fala nos palestinos. Por que será? O que a mídia esconde quando não não reage com a mesma intensidade no caso da Rússia x Geórgia, quanto na guerra do Iraque e no conflito árabe-israelense? Alguém aqui pode responder?
Os palestinos já tem quem os defenda, os georgianos não…não essa mídia hipócrita, não uma europa covarde, tampouco uma ONU fraca. VIVA A GEÓRGIA!! ABAIXO A RÚSSIA!!
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jesus cristo
em 17 de agosto de 2008
De um coração para outro
Published at 1/13/2005 in Poesia & Literatura. “English” Translation
Tão curta a distância – de um coração para outro.
Se me sinto a mim, aos meus desejos,
porque não a ti e os teus?
Milhões de olhos buscam e não conseguem encontrar o outro.
Cada um evita o outro, como aranhas famintas.
Quem não carrega no seu seio amor, gratidão
a outros?
Deixa-me confessar abertamente o meu desejo por ti!
E como uma ponte abarcando mil terras
que te separam de mim,
deixa-me, eu próprio, deitar-me para te alcançar
Abraham Joshua Heschel, (1907 – 1972), rabino, filósofo e poeta.
[Poema do livro The Ineffable Name of God: Man (Continuum, Setembro de 2004) onde se publicam, agora pela primeira vez em inglês, 66 poemas escritos por Heschel originalmente em yiddish, entre 1927 e 1933, traduzidos por Morton M. Leifman.]
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jesus cristo
em 17 de agosto de 2008
O Som e o Silêncio
por Eduardo Bayer Neto (1)
“El Cuerno de la Abundáncia de Babel”, de Salvador Dali
O conhecimento é algo que não se pode oferecer a toda sorte de pessoas, assim como o alimento não pode ser o mesmo para toda a sorte de seres. O pergaminho que o profeta bíblico ingeriu poderia haver resultado inócuo, indigesto ou quiçá fatal para um outrem: embora outrens houvessem porcerto que pudessem fazer proveito daquela refeição simbólica, era o profeta o destinatário de seu conteúdo, e ele, apenas ele, poderia incorporar o conhecimento nela contido. Essa a visão mítica de uma “leitura comestível”, manifestada em João Evangelista na ilha de Patmos quando este escreveu o Livro do Apocalipse ou Livro da Revelação.
Espero que a ninguém desgoste o fato de utilizarmos aqui analogias agrícolas na continuidade desse pensamento de degustação: já que na hodiernidade sabores se produzem por cálculos refinados na química industrial, expliquemos que foi por erros e acertos que nossos primeiros antepassados já construíam o seu cardápio, e portanto não caindo em dualismos e não contrapondo bem e mal é necessário fazer compreender que só empiricamente é que aprendemos um dia a fazer uso das proporções compatibilizando sucessos e insucessos para obter um proveito otimizado de cada alimento. Pois bem: se há alimentos para o corpo e alimentos para o espírito, ambos coadunam-se com a analogia citada, pois ambos são alimento e conhecimento a uma só vez, em melhor ou pior medida de acordo com sua destinação.
Ora, o fruto que pende de uma árvore também pode ser resultado de uma elaboração consciente ou inconsciente, desde a escolha da semente até as condições proporcionadas em seu desenvolvimento. A Natureza faz sua parte, quando pensamos na interação entre todos os fatores bióticos e abióticos que compõem o telar da vida neste planeta, e como ator o ser humano também pode se destacar nessa elaboração de seu alimento. Entretanto, como a elaboração pode ser consciente ou inconsciente, também pode ser vista como racional ou irracional, e é nessa des-razão de algumas atitudes humanas que percebemos o relevo que adquire o controle da destinação nessa elaboração do alimento/conhecimento. A elaboração só é plena se abarca toda a destinação possível, portanto uma elaboração plena necessariamente delimita sua destinação: é consciente de seu alvo, ou o enfoca racionalmente.
O conhecimento/alimento religioso entretanto contradiz esse critério, e é necessário que o faça pois essa possibilidade “quântica” de contradição tem que fazer parte do jogo. O conhecimento/alimento religioso considera o “inefável”, o “inalcançável” que seria o mesmo que aceitar uma margem de erro X para validar uma experimentação científica, já que para se obter uma precisão absoluta teríamos também que possuir um controle absoluto de todas as variáveis envolvidas, o que seria algo como uma virtude absurda ou digamos melhor, uma pretensão tola.
Simplifiquemos portanto o discurso, e tenhamos em conta que o conhecimento/alimento religioso considera uma fonte (externa/interna) ao homem, dentro da qual a delimitação de uma destinação da mensagem seria apenas um enfoque parcial e incompleto.
Imaginemos um círculo dividido em duas partes por uma linha B onde exista um ponto A. Um dos lados está hachurado e o outro não, e de A partem duas linhas que conformam um “arco de abertura” na borda do círculo a que transpassam. Pois bem: A é o sujeito ou o “corpus” de sujeitos que elabora seu alimento/conhecimento delimitando-lhe uma destinação (mostrada no “arco de abertura”). A reta B é o horizonte cultural de A, e o que está hachurado é o que fica fora do vislumbrado a partir do horizonte cultural de A (com seus conceitos ou possibilidades de expressão lingüística que lhe sejam próprios).
Mas existe um “ponto zero”, um centro perfeito da circunferência. Quando B passa próxima ou tangencia este ponto zero, e a circunferência fica com duas metades quase idênticas, a A pareceria possuir um perfeito equilíbrio de visão, portanto um estado de equilíbrio e uma possibilidade de controle da destinação do alimento/conhecimento que irradia.
Mas não estando B dividindo a circunferência em duas partes iguais, desconectada portanto do “ponto zero”, A não pode centrar-se em si própria sem um equívoco de visão, pois ao elaborar o conhecimento/alimento projeta-se a uma destinação mas essa projeção extravasa a um setor não-percebido (não-reconhecido) de seu horizonte cultural. A pode até sentir na perda do controle da destinação um desequilíbrio e uma instabilidade, e conceitualizar que a parte marginal (hachurada) que desconhece vem a extravasar seus limites e circundar todo o seu esquema de universo, o que é entendido como “maligno” porque a perda de segurança é um sintoma enfermiço a ser combatido.
Bastaria com que se entendesse que B nunca ocupa o “ponto zero”, e que A portanto nunca é capaz de enxergar o que está fora de seu horizonte cultural, de modo que não é cabível imaginar-se ao “centro do universo” e com a visão-alvo total, para relativizarmos nossos haveres culturais para assim não conceber maiores distorções entre a fonte de alimento/conhecimento e sua destinação estimada. Bastaria com que A fosse capaz de reconhecer que não ocupa o centro da totalidade de seu universo, e a sensação de desequilíbrio se desfaria – pois o horizonte cultural de A manifesta-se em B por suas próprias condições estruturais e em si também traduz um equilíbrio auto-ajustável.
O que buscamos explicitar é que apenas manifestações religiosas autocráticas e autoritárias, em seu afã de estabilidade/segurança, confundem a posição central do sujeito ou “corpus” elaborador de conhecimento/alimento com a do ponto zero, e por isso produzem uma distorção em seus resultados que muitas vezes caracterizam como uma injunção de energias “malignas”. Maligno, no caso, é o equívoco que cometem ao querer-se entender como ocupantes do “centro do universo”, o ponto 0 ou o “centro livre”, onde apenas a fonte de todo equilíbrio pode habitar, ou seja, onde apenas a perfeição encontra trono.
Quanto mais A está desvinculado da pretensão de representar o centro do universo, mais estará próximo a este, e maior será o seu horizonte cultural (a extensão da linha B). Quanto mais A pretender proporcionar-se o centro do universo, mais estará distante deste e menor será o seu horizonte cultural legítimo. Por isso aceitar a existência do imponderável, e entender Deus como fonte de toda perfeição ou como o vazio absoluto (não informa a forma de percepção, pois Deus é o estado de equilíbrio que o Universo processual estabeleceu em si, por si e consigo mesmo) pode ser explicado com alguma geometria aplicada também, onde se nenhum ponto ocupa o mesmo lugar que outro, apenas um ocupa o centro exato de uma circunferência. Não confundamos pois, a circunferência em torno de si com a circunferência em torno da fonte de toda criação. Se esse ponto “zero” é zero ou um, há talvez bilhares de respostas possíveis mas nenhuma delas provindo do centro mesmo do universo (como queríamos demonstrar). Talvez nos caiba dizer que: há som e silêncio, mas não há nem som sem silêncio nem silêncio com som (assim como não há nem treva sem nenhuma luz nem luz com alguma treva).
Para ir a Deus é preciso caminho, é preciso verdade e é preciso vida. Por que é preciso caminho? Porque em primeiro lugar precisamos ter a meta. Por que é preciso verdade? Porque sem conduta correta não se segue nenhum caminho. E por que é preciso vida? Porque sem essência não serve de nada uma conduta correta. Quando Jesus disse em profecia ser caminho, verdade e vida, e que ninguém chegaria à fonte sem passar por ele, não dizia ser ele a fonte. Não ocupava o lugar central que a seu Pai cabia, mas como seu fruto usufruía de um lugar ao seu lado. Não circundava a fonte como se fosse maior do que ela, conhecia seu lugar simplesmente e sabia que quem chegasse à fonte o encontraria ali sabendo ser “ao lado” dela, “dela mas não nela”. O centro é livre! Mesmo quem se lança a ele e se fusiona nele permanece contíguo a ele, ao lado dele, e nunca no lugar que só a Ele pertence. A manifestação do Pai no Filho é o Espírito Santo que o “dogma da Santíssima Trindade” tem feito cultuar de modo talvez simplista – mas o filho manifestar o Pai como o Pai manifesta o filho, é a esse estado de equilíbrio eterno a que chamamos Perfeição! Esta se encontra como harmonia (interior e/ou exterior), que por sua vez é mais conhecida como saúde, a qual buscamos continuamente mesmo quando não a sabendo usar nem compreendendo o sentido da vida. Quem puder então, faça proveito! Quem sabe o que entra na sua boca saberá o que sairá dela.
É muito apropriado citar ainda neste editorial a Stephan Hoeller, no livro “Jung e os Evangelhos Perdidos”, onde este diz:
“Como sempre, surge a questão: qual o meio mais proveitoso para tratar mitos dessa natureza? Mais freqüentemente no passado, pessoas visionárias eram levadas a apresentar suas próprias experiências íntimas, atribuindo-lhes pretensões metafísicas, dizendo que representavam uma verdade revelada. O mundo de hoje também está cheio de profetas, de médiuns e de “canais”, que reivindicam absoluta validade para seus insights místicos. É bom levar a sério as sábias palavras de Jung: Em vista dessa situação extremamente incerta, escreveu ele, me parece muito mais cauteloso e razoável tomar conhecimento do fato de que não há apenas um inconsciente psíquico, mas também um inconsciente psicóide, antes de fazer julgamentos metafísicos… Não se deve temer que a experiência interior seja por isso privada de sua realidade ou vitalidade. / Fatores incognoscíveis, transpsíquicos, estão sempre presentes por detrás da psique inconsciente e de suas imagens míticas. Podemos chamá-los de seres aeônicos, seguindo o modelo gnóstico, ou de arquétipos psicóides, segundo as sugestões de Jung. A base e a substância dos mitos que surgem na superfície da consciência de homens e mulheres não podem ser explicados pelo uso de conceitos e palavras pertencentes a qualquer disciplina. O mito continua e, com ele, o crescimento e a transformação da alma humana, e nele podem ser descobertos os tesouros de uma Gnose que continua contribuindo para a iluminação dos obscuros recessos de nossas vidas e revelando os tesouros da mente e do discernimento redentor”. (2)
Então lançamos assim desprendidamente nossa eneagramática edição do verão de 2008, onde buscamos contrastar diferentes pontos de vista e de mirada, por sua vez complementares e anunciadores dos muitos desafios que a humanidade tem pela frente. Outrora, nas encruzilhadas do conhecimento, talvez houvessem Esfinges a interpelar: “Decifra-me ou te devoro”. Mas agora saibamos nós, renunciando ao Ego e encontrando ao Self, extrair até das Esfinges o seu sumo!…
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jesus cristo
em 17 de agosto de 2008
Quando você olha para o abismo,
o abismo olha para você”
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Davi
em 29 de agosto de 2008
Acho que Israel deve pegar oq é dele… e oq é deles;… é TUDO
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jesus cristo
em 3 de setembro de 2008
Review of career and motivations that brought a leading Lutheran Minister into conflict with the Nazi regime over government abuse of power and persecution of the Jews. When faced with both institutional and peer pressure to remain silent, Bonhoeffer continued to speak out, hoping to foment resistance. Arrested and placed in a concentration camp, the SS judged him guilty, executing him in April, 1945. Willing to risk his life at a time when Germany’s major churches remained complicit through silence, Bonhoeffer serves as a model of conscience and principal.
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jesus cristo
em 14 de setembro de 2008
Esperanza para enfermos de leucemia: nuevo método de
implante de médula ósea
Un novedoso método de implante de médula ósea, que ya no requiere más una correspondencia genética total entre la sangre
del donante y del receptor, es el fruto de la colaboración científica italo-israelí.
El nuevo método brinda una nueva esperanza a aquellos que
necesitan implante de médula ósea, específicamente enfermos que padecen de diferentes tipos de leucemia.
Este tipo de implante ha sido realizado durante un año y medio por el Prof. Yaacov Rowe, del hospital Rambam de Haifa.
El implante, localizado en diferentes zonas, revela un índice de
rechazo de tan sólo un 2%, loque significa un excelente logro.
Hasta el presente se pensaba que los implantes de médula ósea serían posibles siempre que se obtuviera una correspondencia genética total con el tipo de sangre del receptor,
ya que en el caso contrario el implante no sería tolerado.
Sin embargo, el nuevo método, fruto del trabajo de los equipos de Italia e Israel, permite el implante de médula ósea de padres a hijos, de hermano a hermano y hasta de tíos, aún cuando se carezca de una armonía genética del 100%.
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jesus cristo
em 17 de setembro de 2008
O Brasil tem 10% dos assassinatos do Mundo, com 48 mil mortes por ano, além dos seqüestros e estupros que superam a média mundial e lideram-na na América Latrina.
Tarso Genro, nosso surpreendente Ministro da Justiça (Injustiça?), um visionário, com sério risco de um Alzheimer precoce, pois parece apoiar sua filha à Prefeitura de Porto Alegre, logo sua primogênita que nunca lhe mereceu qualquer adesão, sonha que o Brasil atinja o índice chileno, com 15 assassinatos por ano (este sonho diagnostica sem margem de erro seu Alzheimer).
Além do Brasil (70% de excluídos e pobres), querem falar da Bolívia, com 70% da população indígena? Da Colômbia, da Venezuela, do Peru, do Equador, do Paraguay? Na América Latrina só existem três países onde se pode morar: 1º lugar: Uruguay, 2º lugar: Chile, 3º lugar: Argentina, Brasil: fuja!!!
Rudolph Giuliani impôs o Tolerância Zero em New York e acabou com o banditismo; o Brasil, que sempre pega o bonde errado da História criou o Tolerância Zero à presença de álcool nos motoristas. Tal medida, de óbvio interesse humano e social só encontra razão no 1º Mundo, onde prioridades como término da violência urbana, saúde e educação adequados, e controle da pobreza, já foram feitos…
Aqui, só demagogia e arrecadação abusiva dos cidadãos honestos que pagam as maiores taxas de tributação e impostos do Planeta, sem nenhum retorno, mas sabedores que sua contribuição excessiva alimenta a corrupção brasileira, a qual, segundo Jô Soares: “Não foi invenção nossa, mas a impunidade é coisa muito nossa!”
Não vejo luz no fundo do túnel em que vivemos, e tão somente um bonde em sentido contrário, e pena não ser ao menos aquele bonde do Tennessee Williams, “chamado desejo”…
Àqueles que ainda acreditam no futuro deste país, além do direito que lhes assiste, permito-me lembrar-lhes o vaticínio do “Bob Fields”: “A burrice, no Brasil, tem um passado glorioso e um futuro promissor”.
Prefiro errar 10 vezes com ele, do que acertar com Lula uma só.
Se não gostaram, deletem! Isto, deletar! O melhor neologismo da história deste Brasil, onde a troca da moeda e da língua supera a troca das roupas íntimas de 70% dos brasileiros, que só podem fazê-lo uma vez por mês…
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alexandre cardozo
em 11 de dezembro de 2008
Esse Ademar e cego, a Georgia invadiu o territorio russo primeiro. A guerra foi uma reacao de defesa russa. E vc e a favor dos EU? vc e um alucinado. Pelo jeito vc assiste a Globo e Faustao no domingo nao esquecendo de fechar o domingo com “chave de ouro” assistindo Fantastico…alienado
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Ademar
em 14 de dezembro de 2008
Acho que o alexandre cardozo é novo por aqui…Além disso, tem dificuldade de ler mapas. Quando foi que a Geórgia invadiu território russo? Se vc está falando desse episódio atual há um grande equívoco de sua parte. A Ossétia do Sul, o tal território em questão, nos mapas faz parte da Geórgia. Existia até então uma “força de paz” russa que estava lá para defender os ossetas do sul. Veja, não existem russos na ossétia do sul ou praticamente nenhum. A maioria é de ossetas e cerca de 30% de georgianos. A Organização das Nações Unidas, a União Européia, a Organização para a Segurança e Cooperação na Europa, o Conselho da União Européia, a Organização do Tratado do Atlântico Norte e a maioria dos países do mundo reconhecem a Ossétia do Sul como parte da Geórgia, só a Rússia reconhece a ossétia do Sul como país independente. Sabe por que? Porque os ossetas sulistas querem se unir aos nortistas ossetas, que faz parte da Rússia. Entendeu a jogada? A Rússia não se defendeu de nada. Os geogianos não invadiram a Rússia, eles não são tão loucos assim, nem tão burros como vc acha. Eles entraram em seu próprio território que estava cheio de tropas invasoras russas desde a década de 90. Simplesmente estavam impedindo que a Rússia roubasse parte de seu território. A Rússia foi que invadiu a Geórgia chegando quase à Tbilisi. Não fez com a Geórgia o que fez com a Tchetchenia por que os americanos não deixaram. Na época da URSS, a Ossétia do Sul passou a fazer parte da Geórgia. Sabe quem definiu isso: Stalin! Não sabia?
Então, caro comentarista, antes de escrever lorotas tente argumentos mais inteligentes do que “alienado”, “alucinado”, foi muito engraçado…
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Fábio Matoso
em 17 de abril de 2009
Está na cara que o blog é anti-semita e por isso cai em descrédito. É nítido que o autor possui ódio por Israel e deixa isso transparecer em suas postagens, que acabam sendo tendenciosas. Portanto acho que os artigos postados aqui perdem seu valor, uma vez que o intuito primordial do blog não é analisar os fatos e sim denegrir a imagem dos judeu.
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