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Olá! Meu nome é Gilson Gondim e é aqui onde exponho meus pensamentos e ideias sobre vários assuntos. Sinta-se à vontade para opinar. E viva a liberdade de expressão!
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- Podcast #1 – Por que Israel é um Estado nazista


jesus cristo
em 31 de dezembro de 2008
ESPANHÓIS E PORTUGUESES JUDEUS
Um em cada cinco homens espanhóis e portugueses é de descendência judia, revela um novo estudo genético. A pesquisa publicada na última quinta-feira no Jornal Americano da Genética Humana (American Journal of Human Genetics) analisou o cromossomo Y de 1.140 homens da Península Ibérica e das Ilhas Baleares e verificou “uma alta proporção estatística de linhagem de ancestrais norte – africanos (10.6%) e de judeus sefaraditas (19.8%). Estes resultados são uma indicação das conversões religiosas em massa naquelas regiões, ao final do século XV, e da expulsão dos judeus da Espanha.
De acordo com os pesquisadores, apesar de possíveis fontes alternativas para as linhagens atribuídas aos judeus de origem sefaradita, estas proporções comprovam o alto número de conversões religiosas (voluntárias ou impostas) ocasionadas por episódios históricos de intolerância social e religiosa, que em conseqüência ocasionaram a integração dos seus descendentes. Por toda a Idade Média, a comunidade judaica da Espanha prosperou sob o domínio muçulmano, e este período tornou-se conhecido como a ‘época de ouro’ da cultura judaica na Península Ibérica.
Com a conquista da Espanha e de Portugal pelos monarcas católicos Ferdinando e Isabel, os judeus tornaram-se o alvo da violência e da opressão, e logo após foram forçados a se converter ao cristianismo ou sair da Espanha. Os judeus que se converteram ao cristianismo foram chamados de “Anusim” (que em hebraico significa “forçados”), e muitos continuaram a observar em segredo as práticas da religião judaica. O novo estudo revela que o número dos “Anusim” era muito maior que os historiadores acreditavam até hoje.
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em 4 de setembro de 2010
Bom dia Gilson, hoje acordei com uma grande idéia.
Proponho que você faça uma enquete a respeito do que as pessoas que acessam teu blog acham do caráter e da lucidez de Gilson Marques Gondim. Nasci em 26 de dezembro de 1958, coloquei o nome completo com a respectiva data de nascimento para que ninguem se confunda,na mesma enquete poderiamos tambem opinar qual pode ser o futuro de filhos educados por um pai com a personalidade do mesmo e tambem poderiamos comentar o que achamos de uma mulher que se apaichona e casa com um homem que passa a vida construindo um blog especializado em espalhar e incentivar o ódio, não só contra Judeus mas contra praticamente tudo, como pode ser observado em seus comentários.
espero que você seja um homem justo e alem de propor debates oriundos de tua cabeça, aceite os propostos por teus leitores.
que você e tua familia tenham um bom dia.
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jesus cristo
em 31 de dezembro de 2008
Morteiro palestino dirigitdo a Israel erra o alvo e mata duas meninas palestinas. Quem com fogo brinca pode se queimar!
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Gilson
em 2 de janeiro de 2009
Um sucesso chamado Múltiplos Universos. Visitas mais que dobram em 2008.
Nº de visitantes únicos em 2007: 19.278
Em 2008: 35.650
Aumento: 84,9%
Nº de visitas em 2007: 27.294
Em 2008: 55.021
Aumento: 101,58%
Nº de páginas visitadas em 2007: 147.432
Em 2008: 231.143
Aumento: 56,77%
Nº de cliques efetuados no site em 2007: 835.837
Em 2008: 1.313.295
Aumento: 57,12%
Tráfego no site em 2007: 7,28 GB
Em 2008: 18,13 GB
Aumento: 149,03%
Tudo isso com um investimento sem fins lucrativos de 700 reais por mês, custeados inteiramente por mim. Gastei 16 centavos por visita em 2008. O site da Federação Israelita do Estado de São Paulo, o famigerado e infame De Olho na Mídia, gasta pelo menos 72 centavos por visita, quatro vezes e meia o que eu gasto. Se eu fosse rico como eles são, daria neles um banho que os afogaria. Estamos em posições muito melhores que as deles no Google e nossos artigos mais palpitantes são muito mais comentados do que os deles. O site da Fisesp é um cemitério, não tem debate, é totalmente unilateral. Estamos ensinando a eles como fazer Internet. E vejam a diferença de recursos financeiros. Meu alfinete está fazendo o tubarão sofrer.
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jesus cristo
em 3 de janeiro de 2009
A Palestinian man inspects the damage where a rock… A Palestinian man inspects the damage where a rocket fired by Palestinian militants intended for a target in Israel accidentally hit a building in Gaza City, Wednesday, Dec. 24, 2008. Palestinian Iyad Dremly, who works for the Palestinian Center for Conflict Resolution, was injured in the explosion, Palestinian sources said.
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Gilson
em 5 de janeiro de 2009
Esse jesus cristo está muito longe do Sermão do Monte.
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jesus cristo
em 6 de janeiro de 2009
O ministro israelense de Assuntos Sociais, Yitzhak Herzog, afirmou neste domingo, baseando-se em relatórios dos serviços de inteligência de Israel, que o movimento islâmico palestino Hamas buscava “uma saída honrosa” depois do lançamento da ofensiva contra Gaza.
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jesus cristo
em 6 de janeiro de 2009
O porta-voz do exército israelense, Avi Benayahu, afirmou por sua vez na noite deste domingo em entrevista à televisão pública que o Hamas “chegou à conclusão de que cometeu um enorme erro estratégico ao se negar a prorrogar um acordo de trégua” de seis meses estabelecido por intermédio do Egito, e que expirou no dia 19 de dezembro.
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jesus cristo
em 6 de janeiro de 2009
What happens when a fly falls into a coffee cup?
The Italian throws the cup and walks away in a fit of rage.
The Frenchman takes out the fly, and drinks the coffee.
The Chinese eats the fly and throws away the coffee
The Russian drinks the coffee with the fly, since it was extra with no charge.
The Israeli sells the coffee to the Frenchman, the fly to the Chinese, buys himself a new cup of coffee and uses the extra money to invent a device that prevents flies from falling into coffee.
The Palestinian blames the Israeli for the fly falling in his coffee, protests the act of aggression to the UN, takes a loan from the European Union to buy a new cup of coffee, uses the money to purchase explosives and then blows himself up in the coffee house where the Italian, the Frenchman, the Chinese, and the Russian are all trying to explain to the Israeli that he should give away his cup of coffee to the Palestinian.
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em 16 de setembro de 2010
I love this text. It’s pure truth.
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ROBSON BRAZ
em 7 de janeiro de 2009
ACHO QUE SE TANTO ISRAEL QUANTO OS OUTROS PAÍSES ÁRABES,DEVERIAM TER MAIS VERGONHA NA CARA E ESQUECER UM POUCO DA RELIGIÃO ESTRANHA QUE PROFESSAM, QUE RELIGIÕES SÃO ESTAS QUE SÓ PENSAM EM GUERRA, EM MORTE? O DEUS DELES CERTAMENTE NÃO É O MESMO QUE O NOSSO…É TRISTE PENSAR QUE UM POVO TÃO DESENVOLVIDO COMO ISRAEL, AINDA CONVIVE PRISIONEIRO DE DOGMAS E RITOS À MUITO ULTRAPASSADOS E QUE DESVALORIZAM O SER HUMANO. O MUNDO ESTÁ À BEIRA DE UM PRECIPÍCIO, E QUEM VAI DAR O ÚLTIMO EMPURRÃOZINHO? UM DOCE PARA QUEM DESCOBRIR.
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jesus cristo
em 7 de janeiro de 2009
Em relacao aos comentarios do senhor Braz e de extrema importancia nao esquecer que a religiao Catolica por mais de 600 anos foi responsavel pela Inquisicao, pela tortura e morte na fogueira de milhares de inocentes que nao seguiam a sua doutrina, alem de roubar das vitimas. Foi responsavel pela loucura das Cruzadas com morte de milhares de pessoas. Tambem nao esquecer do silencio do Vaticano durante a segunda guerra mundial. Gostaria de saber se o Sr. Braz e devoto desta relifgiao tao pura.
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Yasmin Fernandes Nabuco
em 7 de janeiro de 2009
Apesar de Ahmadnejad fazer declarações pouco racionais, como falar sobre apagar Israel do mapa, uma guerra entre os dois países não traria lucros suficientes para ninguém. E todo mundo sabe que os israelenses estão ocupados demais assassinando diariamente dezenas de crianças palestinas. Ou eles matam crianças palestinas ou matam crianças iranianas, israelenses ainda não conseguem executar mais de um genocídio ao mesmo tempo.
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Ademar
em 8 de janeiro de 2009
Robson Braz só olha para o umbigo dele…repete o mesmo discurso de que só seu Deus é único e verdadeiro. Os cristãos não continuam matando por aí como faziam porque a Igreja Católica perdeu poder, se separou do Estado.
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jesus cristo
em 8 de janeiro de 2009
Caro Ademar
Esqueceste de mencionar que a Igreja Catolica continua escondendo a pedofilia praticado pelos padres.
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jesus cristo
em 8 de janeiro de 2009
Who do you blame more for the current conflict in Gaza?
Hamas 82%
Israel 10%
They are equally at fault 8%
AOL Poll total: 11.330 inquires in the USA
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jesus cristo
em 10 de janeiro de 2009
· Gaza es la única región del mundo gobernada por una organización calificada de terrorista por la Unión Europea y por los Estados Unidos.
· Hamás envió, durante la Guerra del Terror, entre el año 2000 al año 2004, cientos de suicidas asesinos a Israel que lograron matar a más de mil personas e hirieron a más de diez mil, incluyendo mujeres, niños y ancianos, en buses, restaurantes y centros comerciales.
· Hamás, en su constitución, expresa (con más claridad que la usada por Adolfo Hitler en su libro Mein Kampf) que fue fundada para exterminar a Israel y a los judíos “culpables de la Revolución Francesa, de la Revolución Rusa, de la Primera Guerra Mundial, y de la Segunda Guerra Mundial, por su afán de enriquecerse y de adueñarse del control del mundo”
· Hamás, en forma violenta e ilegal, tomó el poder de Gaza en el año 2007, desplazando a la Autoridad Palestina.
· Desde hace ocho años Hamás y otras organizaciones terroristas han disparado, y siguen disparando, miles de cohetes y morteros a poblaciones civiles israelíes. Estos cohetes llegan hoy hasta importantes ciudades, y ponen en peligro diario la vida de casi un millón de israelíes.
· A pesar de que Israel es el principal proveedor de agua, electricidad y combustible a Gaza, Hamás, en una lógica difícil de entender, retribuye esas importaciones “exportando” cohetes y disparos de mortero a Israel.
· Es táctica de Hamás usar “escudos vivos”, disparando desde colegios, mezquitas, hospitales, y casas de familias. Al igual que Jalisco, Hamás nunca pierde, ya que si Israel contesta el fuego y muere gente inocente, el mundo condena a Israel, y no a la organización que no tiene reparos en escudarse detrás de mujeres y niños.
· El Primer Ministro de Israel les pidió que renueven la tregua. Lo mismo les dijo el Presidente de Egipto, y el Presidente de la Autoridad Palestina. Hamás hizo caso omiso de todas esas advertencias.
Hamás sabe, tal vez mejor que Israel, que las guerras hoy, en la época del Internet y de los satélites de televisión, se hacen en dos frentes: el de las balas y el de las imágenes.
La imagen de una niña muerta, sea realidad o ficticia (como fue el caso del niño Mahmoud Al Dura) es mucho más dramática e impactante que la foto de un jardín de infantes israelíes destruido por el impacto de un cohete palestino, pero sin víctimas, debido a que Israel ha suspendido los estudios en las zonas donde caen los cohetes.
A veces las imágenes del conflicto actual no son suficientes, y algunas emisoras hacen lo mismo que hizo la Red Pública de Televisión France 2. Esta respetable institución enseñó fotografías de docenas de muertos “causados por el ataque israelí”. Cuando se les presentó evidencia de que a) las fotografías eran de un incidente en el año 2005, y b) los muertos fueron víctimas de un accidente donde un camión palestino, cargado de bombas, explotó, dijeron “fue un error que a cualquiera le puede ocurrir”.
Una demostración de protesta de miles de simpatizantes palestinos en alguna capital europea, cargando carteles que dicen, “Sionistas = Nazis”, “Destruyan Israel”, “Judíos a los hornos” es mucho más convincente y emocionante para el televidente promedio que una entrevista a un vocero israelí que explica los motivos del conflicto.
Es probable, por lo que me cuentan mis amigos del extranjero, que la imagen de Israel se ha deteriorado, especialmente entre los que creen que el conflicto empezó el 27 de diciembre del 2008, y no les interesa lo que puede haber pasado antes. Pero para los israelíes, cuya paciencia se agotó después de 7,000 cohetes, la vida, la paz y la tranquilidad de sus ciudadanos tienen prioridad. Comparado a eso, la opinión del mundo es irrelevante.
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jesus cristo
em 13 de janeiro de 2009
O assessor que sabia javanês – por Carlos Brickmann
Tentar importar para nosso país a luta entre israelenses e palestinos, justo aqui, onde árabes e judeus convivem bem, brasileiros que são?
Artigo originalmente publicado no jornal Folha de S. Paulo, em 8/01/09.
ENTRE AS tradições da diplomacia brasileira, há duas mais fortes do que todas as outras:
1 – O Itamaraty, nosso Ministério das Relações Exteriores, é extremamente profissional e competente, um celeiro de quadros de excelente qualidade para todas as áreas do governo;
2 – Os curiosos que se arvoram em diplomatas sempre dão errado, mesmo quando assumem com a fama de gênios. São como “O Homem que Sabia Javanês”, de Lima Barreto: valem enquanto não aparece ninguém que fale javanês de verdade e fique demonstrado que não entendem nada.
A fauna de curiosos que atrapalharam a diplomacia brasileira é rica. Envolve um ex-presidente que, embaixador em Portugal, teve como principal feito a construção de um galinheiro na residência oficial, para fornecer-lhe a matéria-prima essencial para o frango à mineira; e, transferido para a Itália, morando no magnífico palácio Doria Pamphili, não se sentia bem e passou a maior parte do tempo no Brasil.
Houve um general de pijama, que fez parte da Junta Militar de 1969 (aquela que o deputado Ulysses Guimarães imortalizou com o nome de “Os Três Patetas”), que foi embaixador em Paris.
Outro general, chefe dos subterrâneos das informações, virou embaixador em Lisboa -obrigado, Portugal, pela paciência que teve conosco!
Apoiar a eleição de Evo Morales, que logo depois de tomar posse ocuparia militarmente as instalações da Petrobras?
Apoiar a eleição de Rafael Correa, cujo maior sonho é não pagar o que deve ao Brasil?
Ficar ao lado dos narcoterroristas das Farc, que a Colômbia atacou em território equatoriano?
Tentar importar para nosso país a luta entre israelenses e palestinos -justo aqui, onde árabes e judeus convivem bem entre si, brasileiros que são?
Intervir na política interna de um país vizinho, fornecendo gasolina para que o presidente venezuelano Hugo Chávez pudesse derrotar os grevistas da Petroleos de Venezuela e apoiando sua polêmica decisão de fechar a TV oposicionista?
Vestir-se com roupas de colonizador inglês na Índia para esperar, na selva colombiana, uma libertação de reféns que não ocorreu?
Nada disso é Itamaraty: nossos diplomatas não fazem papel ridículo.
Tudo isso é Marco Aurélio Garcia, o estranho especialista em política latino-americana que jamais escreveu nenhuma obra sobre o assunto, mas conseguiu se transformar em conselheiro do presidente Lula.
Garcia, é bom que se recorde, não se limita às atividades paradiplomáticas: foi também aquele que fez o famoso “top, top”, o obsceno “top, top” para comemorar o fato de que não era o governo o responsável pelo acidente da TAM que matou 199 pessoas -isso enquanto o país, de luto, não tinha como aceitar nenhuma comemoração.
E é Marco Aurélio Garcia que, tomando partido numa luta com a qual o Brasil nada tem a ver, dá total razão aos palestinos do Hamas.
A briga é deles, não nossa; mas Garcia conseguiu convencer Lula de que o Brasil pode ter êxito onde Estados Unidos, França, Rússia, Inglaterra e ONU falharam.
O Brasil, como país neutro, como ponto de convergência de árabes e judeus, poderia ter um papel importante na busca da paz. Mas, tomando partido, perdeu quaisquer condições de influir na região.
Há poucos dias, o presidente Lula afastou Marco Aurélio Garcia da função de palpiteiro-mor de política externa, mas o manteve como assessor. Entretanto, sua influência sobre o presidente é tamanha, ou foi tamanha, que as coisas que diz são tomadas internacionalmente como o pensamento de Lula. É ruim para o presidente, é ruim para o Itamaraty, é pior para o Brasil.
Talvez a solução fosse enviá-lo para a França, onde estudou, e onde estão os trotskistas que, há 40 anos, influenciaram sua cabeça stalinista.
O ex-primeiro-ministro alemão Konrad Adenauer tem uma frase clássica, que é impossível não citar aqui: “O bom Deus, que limitou a inteligência humana, bem que poderia ter limitado também a estupidez”.
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CARLOS BRICKMANN, jornalista e consultor de comunicação, é diretor da Brickmann & Associados. Foi editor e repórter especial da Folha e editor-chefe da “Folha da Tarde” (1984 a 1991).
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jesus cristo
em 13 de janeiro de 2009
“A opinião mundial não nos salvará”
Articulista inglês diz que “a própria ideia de Israel”, concebida por um jornalista, só surgiu porque os judeus nunca se sentiram amparados pela opinião pública
DANIEL FINKELSTEIN
Era estritamente proibido ter um caderno em Belsen, mas minha tia Ruth tinha um, mesmo assim. Apenas uma pequena agenda de bolso -do tipo que vem com um daqueles lápis minúsculos. E nele, no outono de 1944, ela anotou que Anne Frank e sua irmã, Margot, amiga de colégio de Ruth, tinham chegado ao campo de concentração.
Minha mãe e minha tia estavam olhando através da cerca do campo quando as irmãs Frank chegaram. Mamãe se recorda bem, porque elas ficaram emocionadas ao ver garotas que conheciam de tempos passados em Amsterdã. Elas tinham brincado juntas nas mesmas ruas, frequentado as mesmas escolas, e Ruth e Margot tinham tido aulas de hebraico juntas. Certa vez, as duas tinham sido chamadas para atuar como damas de honra, quando um casamento judaico foi realizado na sinagoga em segredo, durante a hora da aula delas.
Mas Ruth e Margot não cresceram juntas. Isso porque, enquanto Ruth e minha mãe viveram, Margot e Anne nunca deixaram Belsen. Elas morreram de tifo. Estou contando essa história porque quero que você entenda Israel. Não que concorde com tudo o que Israel faz, nem que mantenha silêncio quando tem vontade de protestar contra seus atos, nem tampouco que tome seu partido sempre -apenas que compreenda Israel.
Há duas coisas nessa história que ajudam a nos dar insights. A primeira é que todas essas coisas -as câmaras de gás, os campos de concentração, a tentativa de varrer os judeus da face da terra- não são história antiga nem fábula. Elas aconteceram com pessoas reais e aconteceram durante nosso tempo de vida. Anne e Margot Frank eram apenas crianças para minha tia e minha mãe -não eram ícones nem símbolos de nada.
A segunda coisa é que hoje a opinião mundial chora por Anne Frank. Mas a opinião mundial não a salvou.
Ideia de um jornalista
A origem do Estado de Israel não está na religião ou no nacionalismo; está na experiência de opressão e assassinato, no medo da aniquilação total e na conclusão amarga de que não foi possível confiar na opinião mundial para proteger judeus. Israel foi ideia de um jornalista. Theodor Herzl era o correspondente em Paris da Neue Freie Press quando testemunhou manifestações antissemitas violentas contra o capitão do Exército Alfred Dreyfus, judeu, que tinha sido falsamente acusado de espionagem. Na época, Herzl integrava o pequeno grupo de jornalistas que, em 1895, assistiu à famosa cerimônia de degradação em que Dreyfus teve seus galões de oficial retirados.
Essa experiência levou Herzl a perder sua fé na assimilação. Ele se convenceu de que os judeus só poderiam viver em segurança se tivessem seu próprio país. Herzl tornou-se o primeiro líder do sionismo moderno. Muitos judeus resistiram a sua conclusão durante muitos anos. Meu avô estava entre eles. Mas a experiência de judeus de todo o mundo na primeira metade do século 20 -não apenas na Europa, mas também no Oriente Médio- acabou confirmando a visão de Herzl.
Assim, quando se pede a Israel que respeite a opinião mundial e confie na comunidade internacional, não se está compreendendo o ponto fundamental. A própria ideia de Israel é uma rejeição dessa opção. Israel só existe porque os judeus não se sentem seguros como tutelados da opinião mundial. O sionismo, essa palavra tão vilipendiada, é fundamentado na determinação de que, em última análise, os judeus vão de alguma maneira defender-se da destruição. Se bastasse a opinião pública, não haveria Israel.
A pobreza, a morte e o desespero entre os palestinos na faixa de Gaza me leva às lágrimas. Como poderia deixar de fazê-lo? Quem é capaz de ver imagens de crianças numa zona de guerra ou numa rua de favela e não se sentir revoltado, perplexo e impelido a protestar? E o que é tão chocante é que isso é tão desnecessário. Pois pode haver paz e prosperidade em troca do menor dos preços.
Basta os palestinos dizerem que vão deixar Israel existir em paz. Eles só precisam dizer essa coisa minúscula, e dizê-la com sinceridade, para que praticamente não exista nada que eles não possam ter.
Mas eles se negam a dizê-la.
E se negam a levá-la em conta.
Porque eles não querem os judeus. Inúmeras vezes, e ainda outras inúmeras vezes, foi feita aos palestinos a oferta de um Estado-nação numa Palestina dividida. E inúmeras vezes eles rejeitaram a oferta, pois sempre tem sido mais importante para eles expulsar os judeus que ter um Estado palestino.
Às vezes é difícil evitar a impressão de que Hamas e Hizbollah não querem matar judeus por odiar Israel. Eles odeiam Israel porque querem matar os judeus.
Lições da experiência
Não pode haver paz enquanto isso não mudar. Pois Israel não vai confiar em gestos internacionais e garantias dadas da boca para fora para sua defesa. Em seu próprio cerne, não o fará. Israel entregará suas armas quando os judeus estiverem em segurança, mas não o fará enquanto não o estiverem.
E, se você refletir sobre a questão, a experiência mais recente não confirma isso? Assim como a experiência confirmou a posição de Herzl? Um ano atrás, enquanto estava de férias, conheci um professor e comecei a bater papo com ele sobre Israel. O professor era um homem simpático, e tudo o que queria era que os combates terminassem e que fosse posto fim ao sofrimento das crianças.
Ele me fez uma pergunta.
Por que, perguntou, Israel não se oferece a devolver a Cisjordânia e a faixa de Gaza? Por que simplesmente não deixa os palestinos terem um Estado ali? Se os palestinos rejeitassem a oferta, disse ele, então pelo menos a opinião liberal ficaria do lado de Israel e se disporia a ajudá-lo.
Então expliquei com paciência àquele homem bondoso que, em Camp David, em 2000, Israel tinha feito precisamente essa oferta e que ela tinha sido rejeitada incondicionalmente por Iasser Arafat -nem sequer tinha sido usada como base para negociações.
Eu disse a ele que Israel não estava mais na faixa de Gaza, tendo se retirado unilateralmente e levado seus colonos junto. Os palestinos tinham reagido a esse movimento com bombas suicidas e foguetes.
Mas o professor, com toda sua compaixão, nem sequer tinha conhecimento disso. E a opinião liberal? Infelizmente, a fé de meu novo amigo nela era infundada. Ela se voltou fortemente contra Israel. Israel já cometeu muitos erros. Agiu agressivamente demais em algumas ocasiões e foi demasiado defensivo em outras. O país nem sempre respeitou como deveria os direitos humanos de seus inimigos. Que país exposto a tal ameaça teria evitado qualquer erro?
Mas, sabe de uma coisa? Enquanto o Irã obtém uma arma nuclear e, com isso, o potencial de desencadear outro Holocausto contra os judeus, e a opinião mundial não faz nada, não estou tão certo de que os equívocos da opinião mundial sejam assim tão preferíveis aos de Israel.
DANIEL FINKELSTEIN é editor e colunista no jornal londrino The Times, onde este texto foi originalmente publicado
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jesus cristo
em 13 de janeiro de 2009
Artigo na pág. de Opinião de O Globo -13/01/09
Gaza
Ali Kamel
Eu acredito em eleições. E acredito que o povo sempre tem a capacidade de julgar o que considera bom para si. Isso não quer dizer que o povo acerte sempre: não são poucas as vezes em que a decisão mostra-se errada no futuro. Não importa, no momento em que comparece às urnas, certo ou errado, o povo é responsável por suas escolhas.
Por que essa conversa? Porque isso não me sai da mente quando vejo, chocado, os bombardeios em Gaza. Em 2006, houve eleições para escolha do primeiro-ministro palestino. Era um contexto em que os EUA clamavam pela democratização do mundo árabe. Quando o Hamas saiu-se vitorioso, muita gente, diante dos lamentos dos americanos, riu, dizendo algo assim: “Ora, não queriam democracia? Agora o povo vota, escolhe o Hamas e os EUA lamentam? Então democracia só vale quando ganham os aliados?” Na época, escrevi que a simples presença do Hamas nas eleições mostrava que aquilo não era uma democracia: porque democracia não é o regime em que todas as tendências disputam o voto; democracia é o regime em que todas as tendências que aceitam a democracia disputam o voto. Como o Hamas prega uma teocracia, um sistema político que o aceita como legítimo aspirante ao poder não pode ser chamado de democracia. Seja como for, tendo sido democráticas ou não, aquelas eleições expressaram a vontade do povo: observadores internacionais atestaram que o pleito transcorreu sem fraudes.
E o que pregava o Hamas na campanha de 2006? Antes, para entender o linguajar, é importante lembrar que o Hamas não aceita a existência do Estado de Israel, chamado de “Entidade Sionista”. Assim, quando se refere à “Palestina”, o Hamas engloba tudo, inclusive Israel. Destaco aqui três pontos do programa eleitoral (na disputa, o grupo deu-se o nome de “Mudança e Reforma”): “A Palestina é uma terra árabe e muçulmana”; “O povo palestino ainda está em processo de libertação nacional e tem o direito de usar todos os meios para alcançar esse objetivo, inclusive a luta armada”; “Entre outras coisas, nosso programa defende a ‘Resistência’ e o reforço de seu papel para resistir à Ocupação e alcançar a liberação. A ‘Mudança e Reforma’ vai também construir um cidadão palestino orgulhoso de sua religião, terra, liberdade e dignidade; e que, por elas, esteja pronto para o sacrifício.”
Deu para entender? O Hamas propôs um programa segundo o qual não há lugar para judeus na “Palestina”, o uso da luta armada deve ser reforçado para se livrar deles, e os cidadãos comuns devem estar preparados para se sacrificar (morrer) pela religião, pela terra, pela liberdade e pela dignidade.
Havia alternativa? Sim, apesar da ambiguidade eterna, o Fatah do presidente Mahmoud Abbas (e, antes, de Yasser Arafat), na mesma eleição, pregava a saída de Israel dos territórios ocupados em 1967, a criação de um Estado Palestino com sua capital em Jerusalém e uma solução para os refugiados de 1948 com base em resoluções da ONU, uma agenda que só parece moderada porque é comparada à do Hamas. Embora estimulasse e declarasse legítima a resistência à ocupação, a novos assentamentos judaicos e à construção do muro de proteção que Israel ergue entre a Cisjordânia e seu território, o Fatah declarava expressamente: “Quando o imortal presidente Arafat anunciou em 1988 a decisão do Conselho Nacional Palestino, reunido naquele ano, de adotar a ’solução histórica’, que se baseia no estabelecimento de um Estado independente Palestino lado a lado com Israel, ele estava de fato declarando que o povo palestino e suas lideranças tinham adotado a paz como uma opção estratégica.”
E qual foi a decisão dos palestinos? Num sistema eleitoral que adota o voto distrital misto, o Hamas ganhou tanto no voto proporcional quanto nos distritos, abocanhando 74 dos 132 assentos do Parlamento. Ou seja, diante do desgaste de 40 anos do Fatah, e das denúncias de corrupção que pairavam sobre o movimento, os palestinos deixaram a paz de lado e optaram pela promessa de pureza divina e dos foguetes do Hamas. Meses depois, uma luta interna feroz entre os dois grupos teve lugar e resultou numa divisão territorial: o Fatah ficou com a Cisjordânia, onde a situação é de calma, e o Hamas ficou com Gaza, de onde continuou pregando o programa aprovado pelos eleitores: enfrentamento armado, mesmo tendo consciência do que isso acarretaria,
Diante disso, dá para dizer que os palestinos de Gaza são inocentes vítimas do jugo do Hamas e de uma reação desproporcional dos israelenses?
Olha, eu deploro a guerra, lamento profundamente a morte de tanta gente, especialmente de crianças, vítimas de uma guerra de adultos. Vejo as bombas, e fico prostrado, temendo que o bom senso nunca chegue. Mas isso não me impede de ver que a guerra, com suas consequências, foi uma escolha consciente também dos palestinos de Gaza. Retratá-los como despossuídos de todo poder de influir em seus destinos não é mais uma verdade desde 2006.
Parecerá sempre simplificação qualquer coisa que se diga num espaço tão curto, em que é preciso deixar de lado as raízes desse conflito e a trama tão complicada que distribuiu culpa e vítimas por todos os lados. Mas não consigo terminar este artigo sem dizer: para que haja paz, os dois lados têm de ceder em questões tidas como inegociáveis, o apelo às armas tem de ser abandonado, o Estado Palestino deve ser criado ao lado de Israel, cujo direito a existir não deve ser questionado. Se isso acontecer, muitos árabes e israelenses daquela região não se amarão, terão antipatias mútuas, mas viverão lado a lado.
Utopia?
ALI KAMEL é jornalista
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jesus cristo
em 14 de janeiro de 2009
Gaza: hora de golpear o terrorismo
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A cobertura do conflito entre Israel e Hamas surpreende pela omissão de dois fatos simples e indispensáveis. Primeiro: Israel não ocupa Gaza desde 2005. Segundo: o Hamas é uma organização terrorista. Não são “milicianos”, “radicais”, “fundamentalistas”. O que diferencia o Hamas é o uso de métodos terroristas para alcançar seus objetivos. Objetivos, aliás, públicos e antigos: constam de sua carta de fundação, de 1988, solenemente ignorada pela imprensa.
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Em seu documento, o Hamas declara “trabalhar para impor a palavra de Alá sobre cada centímetro da Palestina” (art. 6º). Aqui, “Palestina” é a histórica: território que hoje inclui Israel, Gaza e Cisjordânia. Essa formulação prega a destruição de Israel e a criação de um Estado islâmico, governado pela sharia (a lei muçulmana). No artigo 7º, o Hamas cita “o profeta [Maomé]: “o julgamento final não virá até que os muçulmanos lutem contra os judeus e os matem’”. No artigo 11, declara que a Palestina é um “Waqf”: terra sagrada e inalienável para os muçulmanos até o Dia da Ressurreição e que, pela origem religiosa, não pode, no todo ou em parte, ser negociada ou devolvida a ninguém.
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Há outros trechos interessantes -o Hamas deixa claro o papel dos intelectuais e das escolas, que é de doutrinamento para a jihad; das mulheres (“fazedora de homens” e administração do lar) e até determina o que é arte islâmica ou pagã -que permitem ao leitor antever o paraíso de liberdade em que se tornaria a Palestina caso a sua visão fosse concretizada. Também há artigos em que o antissemitismo do grupo acusa a comunidade judaica internacional de dominar a mídia e as finanças internacionais e de ter causado a Segunda Guerra Mundial, em que 6 milhões de judeus foram assassinados.
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O documento flerta tanto com o ridículo que ele mesmo esclarece, no artigo 19, que “tudo isso é totalmente sério e não é piada, pois a nação comprometida com a jihad não conhece a jocosidade”. Quanto à seriedade do Hamas, não resta a menor dúvida, e seria bom que a comunidade internacional deixasse de tratá-los como pobres coitados e os visse como o que são: genocidas que só não implementam sua visão por inabilidade. A realidade no Oriente Médio mudou, mas a imprensa brasileira não se deu conta. Passou tanto tempo atacando Israel por sua ocupação contra os pobres palestinos que continuam a dirigir sua sanha acusatória três anos depois do fim da ocupação.
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Qual é a justificativa do Hamas para disparar foguetes contra a população civil israelense? Nenhuma. Para alguns, seria uma reclamação contra o bloqueio da fronteira. Essa é uma maneira totalmente ilegítima e inaceitável de protestar. Para notar o absurdo, basta imaginar se o Uruguai resolvesse lançar foguetes sobre a Argentina quando esta bloqueou suas fronteiras por causa da “guerra das papeleiras”. Pode-se realmente exigir de Israel que abra suas fronteiras a uma organização que deseja destruí-lo? Por que o Egito também bloqueia sua fronteira com o Hamas (apesar de ninguém protestar por isso)? Será por que o grupo usa a fronteira para contrabandear armas?
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Quaisquer que sejam as razões do Hamas para a campanha de pirotecnia -campanha assustadora, que já lançou mais de 3.500 foguetes contra Israel-, nenhum Estado pode tolerar essa agressão contra seus cidadãos. Comentaristas sugerem a resolução do problema por vias pacíficas, mas ninguém menciona exatamente como se daria a negociação, já que o Hamas não reconhece a existência de Israel. Aqueles que reconhecem o direito de resposta de Israel o fazem com duas condicionantes: que a resposta seja proporcional ao ataque e que civis não sejam vitimados.
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A exigência de proporcionalidade é uma sandice. Levada ao pé da letra, significa pedir que um Estado democrático constitucional lance foguetes a esmo contra uma população civil indefesa. Outra “saída” seria a morte de mais soldados israelenses. Ou, melhor ainda, civis. Ninguém menciona que, na Segunda Guerra, morreram 22 vezes mais civis alemães do que ingleses. O dado é ignorado com razão. A contabilidade é irrelevante. Hitler precisava ser derrotado.
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É certo que a morte de qualquer civil é uma tragédia. Uma vida é uma vida. Mas, quando os acusadores se espantam que 20% ou 25% dos mortos sejam civis, eu me espanto pelo contrário: é preciso enorme controle e apreço pela vida de inocentes para que, em uma região densamente povoada e contra um inimigo que se esconde em regiões urbanas, o índice de acerto seja de 75% a 80%. Os membros do Hamas se escondem em áreas residenciais, em prédios cheios de crianças. Agem de tal maneira que, em seu confronto com as democracias ocidentais, nós sempre saímos perdendo: ou pagamos com as vidas de nossos civis ou com um pouco da nossa civilidade.
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Não há maneira militar de derrota-los em definitivo. A melhor saída é drenar o pântano: chegar a um Estado palestino com os moderados do Fatah e investir para que o atraso econômico e a sensação de derrota e humilhação de muitos países árabes sejam amenizados. Fazer com que o caminho da paz e da prosperidade seja mais atraente que o terrorismo. Enquanto isso não acontece, é preciso mão forte para combater o terrorismo que já nos atinge. Ontem em Nova York, hoje em Gaza, amanhã provavelmente em outras capitais do mundo civilizado.
________________________________________
GUSTAVO IOSCHPE, 31, mestre em desenvolvimento econômico pela Universidade Yale, é articulista da revista “Veja” e foi colaborador da Folha . É autor de “A Ignorância Custa um Mundo” (Prêmio Jabuti 2005).
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jesus cristo
em 18 de janeiro de 2009
Israel derrota o Hamas, a ONU e a mídia.
A vitória militar israelense sobre o Hamas, desmoraliza completamente os autores e as teses mais repetidas durante o atual conflito, porque o que ocorreu foi o seguinte:
1) Israel nunca foi o agressor, mas só agiu depois que as agressões terroristas ficaram insuportáveis, incapazes de contenção pela via das negociações.
2) no Oriente Médio, não existe páreo para Israel, que venceu todas as guerras em que se meteu desde 1947.
3) o Hamas, como o Hezzbolah antes, além de seus aliados, os governos do Irã e Síria, provaram que são tigres de pape, porque são despreparados para a guerra.
4) nem mesmo com o apoio da ONU, da mídia internacional e da esquerda ressentida internacional, conseguiu alterar o resultado final, que desmascarou tudo o que foi dito até agora.
5) é mito o entendimento difundido de que exércitos não conseguem obter vitórias em guerras urbanas, tese que o exército americano destruiu no Afeganistão e no Iraque, e que agora Israel destrói na Faixa de Gaza (isto foi verdade em casos como Stalingrado ou Saigon, quando a altíssima tecnologia de guerra mal passava do cano de um tanque de guerra convencional).
- O Hamas vai botar o rabo no meio das pernas e ganhar tempo para se rearmar e recomeçar o terrorismo. Se tiver juízo, tentará se recompor com a ANP e tratar de criar um País, a Palestina, capaz de coexistir com Israel.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Jornal israelense Maariv: Israel admite que usou fósforo branco contra áreas habitadas por civis.
Isto é nada mais nada menos do que um crime de guerra.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Somente 41% dos israelenses acham que Israel atingiu seus objetivos em Gaza.
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Gilson
em 19 de janeiro de 2009
Software israelense manobra opiniões na internet
DIÓGENES MUNIZ
editor de Informática da Folha Online
Nem só de caças F-16 e mísseis teleguiados são feitos os ataques israelenses em Gaza. Uma arma em específico se destacou pela eficiência apresentada desde a escalada do conflito –e continuará sendo usada, mesmo após o cessar-fogo. Ela age nos bastidores da internet, modificando resultados de enquetes on-line, entupindo caixas de e-mails de autoridades e ajudando a protestar contra notícias desfavoráveis à comunidade israelense.
O nome da ferramenta é Megaphone, um software desenvolvido pela companhia Collactive e distribuído pela organização Giyus (”mobilização” em hebraico, mas também sigla para “Give Israel Your United Support” ou “Dê a Israel seu apoio integrado”, em tradução livre). O programa serve para mobilizar internautas pelo mundo dispostos a manobrar (”balancear”, segundo os usuários) opiniões na rede.
Desenvolvido em 2006, durante a Guerra do Líbano, seu uso atingiu 36.700 “soldados virtuais” com o conflito em Gaza. A meta: 100 mil participantes.
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David
em 22 de janeiro de 2009
Gilson,
não acredito que Israel se arrisque a atacar o Irã sozinho. Aliás, acho que o ideal para eles seria que seus golens (EUA, Inglaterra ou a França do sionista Sarkozy) o fizessem. Apostam alto na Hillary para desempenhar o papel de Dick Cheney, ocupando espaços e imprimindo ao governo um caráter draconiano, e no Obama para seguir a linha de George Babaquara Bush, indo a público e recebendo os ovos podres na cara.
Os sionistas prepararam o cerco ao Irã ao longo de vários anos, ocupando o Afeganistão e o Iraque. O Afeganistão, superestratégico, serve também de acesso a um eventual Paquistão não-alinhado em caso de colapso da ditadura militar. Mas a grande meta é pegar o Irã. Já cercaram, agora só falta adular bem o Obama na grande mídia para induzí-lo a bancar o avestruz enquanto a Hillary ataca.
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jesus cristo
em 22 de janeiro de 2009
Israel resolveu a tempo as usinas nucleares do Iraque e da Siria, por que nao terminar de vez com o Ira. Experiencia e coragem nao faltam.
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
LONDON, England (CNN) — The BBC is refusing to broadcast a plea from leading British charities for aid to Gaza
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
Vejam o que os primos do Hamas fazem!!!
KABUL, Afghanistan (CNN) — Shivering in pain and calling for her mother, Shamsia’s hands shake uncontrollably, her eyes swollen shut and her skin peeling from terrible acid burns.
Shamsia and Atifa remain determined to get their education despite the attacks.
Shamsia and Atifa remain determined to get their education despite the attacks.
The 19-year-old was heading to school along with her 16-year-old sister, Atifa, in Kandahar, Afghanistan. It was a warm November morning last year and their only anxiety was being late for class.
“We saw two men up ahead staring at us. One was standing off and the other one was on their motorcycle. I wanted to go but there was a black object in his hand and he took it out,” Atifa says.
The girls thought it was a water pistol. Video Watch acid attack in Afghanistan »
“He grabbed my arm and asked, ‘Will you be going to school anymore?’ He then threw acid on my sister and threw acid on me,” Shamsia says.
They weren’t the only ones attacked that day. Several other teachers and students were targeted on their way to Meir Weis Mena School in Kandahar, the nation’s third-largest city and one where the Taliban have long been influential.
Atifa was burned so badly that her red scarf melted onto her dark brown hair.
Parents were so frightened that many students were kept at home for weeks afterward.
It’s not the first time girls in Afghanistan have been targeted for attending school. The Taliban have been responsible for dozens of attacks on girls’ schools and female teachers, but even they condemned this attack.
Kandahar was the headquarters for the Taliban during its five-year rule of Afghanistan and was home to Taliban Supreme Leader Mullah Omar.
During that time, girls were forbidden to attend school. If they tried to get an education, they risked beatings by the religious police, or worse. Parents and family members were threatened, and sometimes killed, for allowing their girls the chance to be educated.
Since the fall of the Taliban in 2001, the Afghan government has tried to extend access to education, with some success. About 6 million children attend schools throughout the country, 2 million of whom are girls, according to government figures.
The case of Shamsia and Atifa gained national and international attention. See how you can help
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“A real man would never throw acid on the face of a little girl, a real man wouldn’t even want to make a little girl unhappy,” Afghan President Hamid Karzai said shortly after the attack. “Beside it being a cowardly act, it is an un-Islamic act.”
Laura Bush, the first lady of the United States at the time who advocated for the education of girls in Afghanistan, called the attacks a “cowardly and shameful” act.
“My heart goes out to the victims and their families as they recover from this cruel attack,” she said.
A few weeks after the attacks, the story took a strange turn.
The governor of Kandahar announced that 10 men had been arrested and some had confessed.
But none was seen until a video made by Afghan Intelligence was released by the Interior Ministry, and aired on Afghan State Television in late December.
One of the accused, Jalil, said in the video that a major in the ISI, or Pakistani intelligence unit, approached him and offered him the equivalent of $2,000 for each attack.
“He told me I will give 200,000 Pakistani rupees for a teacher’s death, 500,000 for burning a school, and 100,000 for throwing acid on a schoolgirl,” Jalil said, seeming frightened and agitated as he looked into the camera.
He said the major gave him a letter for the Pakistani Consulate in Kandahar, where he received the money.
But President Karzai seemed intent on defusing any tensions with Pakistan stirred by the release of the video.
During a news conference earlier this month in Kabul with Pakistani President Asif Ali Zardari, Karzai said that in this case, Pakistan displayed real cooperation to find the culprit. In the past, Karzai has often accused Pakistani officials of being involved in terrorism in Afghanistan and supporting the Taliban.
“For the first time, we had a very sincere and brotherly approach to the issue, which is of satisfaction to us and I hope we can succeed together,” Karzai said.
Pakistani officials tell CNN that the claims about the consulate’s involvement are “hogwash.”
For once, the attacks have not set off tit-for-tat accusations between the Afghan and Pakistani governments, as both countries deal with the extremists working to keep girls from getting an education.
None of the men who appeared on the video has had his day in court.
The victims have their own ideas for justice.
“Their punishment should be that they should have acid thrown on their faces in front of me. Just like they threw acid on me, we should throw acid on them,” Shamsia says.
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
“The last thing I want to do, is fund the BBC to broadcast propaganda,” “SternG” wrote: “There’s no way I will pay the BBC to air the DEC’s politically-motivated ‘appeal’ for Gaza. Gaza is run by a government which is internationally recognized as a terrorist group, including by the EU. There is no doubt that some aid/fund will be ‘procured’ by Hamas. … Good decision BBC.”
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
Os outros primos do Hamas!!
updated 11:45 a.m. ET, Sun., Jan. 25, 2009
CAIRO, Egypt – Sudanese government planes bombed a rebel-held town in southern Darfur, killing a child, burning homes and sending civilians fleeing to a peacekeepers compound, the peacekeeping force said Sunday.
The bombing on Saturday destroyed eight homes in the town of Muhajeria, home to 30,000 residents, many of whom were displaced from previous fighting, said Noureddine Mezni, spokesman for the U.N.-African Union peacekeeping mission in Darfur.
The government has vowed to take control of the town from Darfur’s most powerful rebel group, the Justice and Equality Movement. The rebels seized control of Muhajeria earlier this month from another rebel group that has signed a peace deal with Sudan’s government.
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The conflict in Darfur has pitted the Arab-led government in Khartoum against mainly ethnic African rebels who rose up in 2003 complaining of discrimination. Khartoum is accused of unleashing Arab militias to wage a campaign of violence on ethnic African civilians, including killings and rapes.
U.N. officials say up to 300,000 people have been killed in the conflict and more than 2.5 million displaced. The Sudanese government says the figures are exaggerated.
1,000 civilians reportedly flee
In Saturday’s attack, government aircraft dropped two bombs on the town’s western edge, near a settlement for refugees and a base for the UNAMID peacekeeping mission, Mezni said. The bombardment set homes on fire, and a child died in one of the blazes, Mezni said. Another civilian was seriously injured, but the peacekeepers did not have a final casualty count.
“About 1,000 civilians were reported to have fled their homes and are taking shelter around the UNAMID camp and slept in the open fearing further attacks,” Mezni said in a telephone interview from Sudan.
Government military officials were not available for comment Sunday.
The rebel group in control of the town said government fighter jets continued to fly over Muhajeria on Sunday. A spokesman for the rebels, Abu Bakr Hamed, put the number of dead from Saturday’s attack at three, and said six others were injured. None of them were rebels, he said.
He said the Justice and Equality Movement would not relinquish control of the town.
“JEM will not leave Muhajeria. We are expecting battles,” he said, noting that the group had information that the government has mobilized ground troops.
Leading rebel group
The group has emerged as the most effective military challenge to President Omar al-Bashir’s government. Last year, its fighters drove from the remote western region to attack the outskirts of the capital.
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The group seized control of Muhajeria Jan. 15-16 from a faction of the splintered Sudan Liberation Movement that signed a peace deal with the government in 2006. That faction’s leader, Minni Minawi, has been appointed a presidential adviser.
Darfur’s many rebel groups and government troops have been vying for control in the vast region before an expected decision by the Netherlands-based International Criminal Court on whether to issue an arrest warrant for President al-Bashir.
A prosecutor for the court has accused the president of orchestrating a genocide campaign in Darfur.
A Justice and Equality Movement official said Sunday that the group would help arrest al-Bashir if a warrant is issued.
“We, as a responsible movement, will try by all means to help the ICC and international community by arresting al-Bashir and handing him over” if he refuses to cooperate with the court, said Tahir al-Faki, a JEM official in exile in Britain.
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
“O falecido papa João Paulo 2o chamou o antissemitismo de pecado contra Deus e o homem. A negação da farta documentação da Shoah (Holocausto) é o mais descarado antissemitismo.”
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jesus cristo
em 25 de janeiro de 2009
La Unión Europea (UE), Egipto, Turquía y Jordania han enviado este domingo una señal de apoyo a la creación de un Gobierno de reconciliación en el territorio palestino bajo la presidencia del actual líder de la Autoridad Nacional Palestina (ANP), Mahmud Abbas, como paso necesario para garantizar la asistencia humanitaria en Gaza.
Mahmud Abbas
Mahmud Abbas (Abu Mazen)
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Nacimiento:
1935
Lugar:
Galilea
UE
(Unión Europea)
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Hamás
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Israel
Israel
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Capital:
Tel Aviv.
Gobierno:
República.
Población:
7,112,359 (est. 2008)
Nueva división
Oriente Próximo
A FONDO
Nueva división
Enlace Ver cobertura completa
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* webs en español
* en otros idiomas
El ministro de Asuntos Exteriores de la ANP, Riyad al-Maliki, aseguró tras reunirse en Bruselas con sus colegas europeos y de los países árabes que “sólo hay una autoridad palestina legítima, tanto en Gaza como en Cisjordania, la Autoridad Nacional Palestina, y hoy hemos escuchado voces unánimes de apoyo”.
Según Al-Maliki “estaba claro desde el principio” que uno de los objetivos de la ofensiva israelí era la separación entre Gaza, controlada por los islamistas de Hamás, y Cisjordania, dirigida por Al Fatah, y la creación de una nueva entidad en la franja. “No sólo es que la ANP no lo acepta, tampoco va a haber apoyo de ningún país árabe. Creemos en la unidad territorial, y trabajaremos para la reconciliación nacional, para superar las diferencias y reunir los territorios palestinos”, afirmó.
Por su parte, el ministro de Exteriores checo y presidente de turno del Consejo, Karel Schwarzenberg, afirmó que “mientras que Hamás siga defendiendo el terror y la destrucción de Israel, es difícil considerarlo como un socio serio”. Además, explicó que la reunión se había centrado en ver cómo la UE puede ayudar y enviar una misión de observadores “tan pronto como las partes lo permitan”.
El checo insistió en que los pasos a Gaza deben abrirse “de manera regular y predecible” y explicó que para cumplir con el objetivo de parar el contrabando de armas hacia la franja algunos países miembros de la UE van a ofrecer a Egipto, única frontera de Gaza aparte de Israel, la ayuda que necesite. Pero su homólogo egipcio, Ahmed Abul Gheit, replicó que desde su punto de vista el contrabando no se produce en su frontera, sino en la costa.
La iniciativa europea de diálogo con las partes en conflicto incluyó un primer encuentro el pasado miércoles con la ministra de Exteriores israelí, Tizpi Livni, que se comprometió a garantizar la entrada de ayuda humanitaria en la franja de Gaza. A cambio, los ministros de Asuntos Exteriores de la UE y el jefe de la diplomacia europea, Javier Solana, prometieron redoblar sus esfuerzos para detener el contrabando de armas hacia Gaza.
Para ello, los europeos han intentado convencer a Egipto, principal mediador para el alto el fuego, de que les permita colocar en su territorio observadores militares para controlar el paso fronterizo de Rafah, el único que conecta a los palestinos con un territorio que no sea israelí.
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jesus cristo
em 26 de janeiro de 2009
Hamas acusa Fatah de matar seus milicianos durante ofensiva de Israel
Pelo menos oito integrantes das Brigadas de Ezedin al-Qassam teriam sido mortos
O Hamas acusou o Fatah de ter matado pelo menos oito milicianos das Brigadas de Ezedin al-Qassam, seu braço armado, durante a última ofensiva de Israel contra a Faixa de Gaza.
— Quando nossos mujahedin (guerreiros) enfrentavam o avanço dos tanques israelenses em Tel al-Hawa, em Gaza, mais de oito de nossos mujahedin morreram por tiros de franco-atiradores que defende Yasser Abed Rabbo — disse o “número dois” do Hamas, Moussa Abu Marzook para a emissora Al-Jazeera.
O líder do Hamas, exilado em Damasco, fazia referência às recentes declarações de Abed Rabbo, secretário do Comitê Executivo da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), que afirmou que o Hamas assassinou inúmeros membros do Fatah.
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jesus cristo
em 26 de janeiro de 2009
Os primos:
a Síria, ao contrário do Egito, abriu as suas portas. Assim como fez com os refugiados iraquianos, recebidos com todo o apoio do regime de Bashar Al Assad. Hosni Mubarak lacrou Rafah.
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jesus cristo
em 27 de janeiro de 2009
A GUERRA PERDIDA CORA RONAI
A GUERRA PERDIDA CORA RONAI
15.1.09
Há tempos não vejo guerras de opinião tão virulentas quanto as que se tem travado em torno da guerra de Gaza, sobretudo na internet, onde cada um diz o que quer, recusa-se a ouvir o que não quer e a subsequente gritaria abafa qualquer vestígio de raciocínio porventura existente. Notem que digo “raciocínio”, porque me parece impossível, nas atuais circunstâncias, chegarmos a qualquer coisa sequer remotamente parecida com “razão”.
No momento, nada que se diga ou se mostre em favor de Israel terá qualquer efeito. Para além da presente guerra propriamente dita, há outra que, há tempos, foi perdida pelo país – cuja capacidade de fazer propaganda, ao contrário do que acredita tanta gente, é inversamente proporcional ao seu poderio militar.
Além da amizade com os Estados Unidos, vilão preferido de meio mundo, e do questionável rótulo de “direita” que lhe foi pespegado, há uma série de fatores culturais e políticos que atuam permanentemente contra Israel. Para ficar apenas num ponto de óbvio apelo emocional, seus mortos e feridos nunca são filmados ou fotografados, salvo em hospitais ou caixões e, ocasionalmente, pela imprensa estrangeira. Os mortos tampouco são exibidos em procissões; eles tem sido, atentado após atentado, guerra após guerra, mortos que se contam em números – mas o que é um número diante da foto de uma criança morta?!
Ao mesmo tempo, ao longo dos últimos anos, quando foguetes do Hamas eram lançados sobre o sul de Israel, as crianças iam para abrigos subterrâneos, e não para o meio da rua, providencialmente armadas com estilingues. Ora, a foto de uma escola (vazia) destruída por um “míssil caseiro” (seja isso lá o que for) não tem uma fração do impacto da foto de um garoto de estilingue diante de um cenário de destruição.
Isso não justifica matança alguma, seja de um lado, seja de outro; mas o fato é que criou-se, assim, a singular percepção de um povo intrinsecamente mau e sanguinário, que ataca criancinhas por pura maldade, contra um povo intrinsecamente bom e coitado, que só explode civis por falta de escolha.
Por ser um país desenvolvido cercado de vizinhos em diferentes estágios de “civilização”, Israel paga, guardadas as devidas proporções, o preço que a classe média paga, no Brasil, em relação à criminalidade nas comunidades carentes: para uma certa visão míope, é sempre a culpada, porque, em tese, nessa forma enviesada de análise, os bandidos são sempre inocentes – são apenas pobres reagindo à desigualdade social (o que, claro está, é uma baita ofensa à imensa maioria dos pobres, que sofrem na miséria sem nunca pensar em delinqüir). Enquanto isso, os verdadeiros culpados pelas desigualdades, lá como cá, não são mencionados nem en passant – e, ainda que o fossem, continuariam onde sempre estiveram, ou seja, nem aí.
Já os líderes mundiais que não perderam tempo em se declarar contra a “reação desproporcional” de Israel pouco estão se lixando para o sofrimento das vítimas. Se a sua preocupação fosse realmente humanitária, o Sudão, por exemplo, não sairia das manchetes; só que as vítimas do Sudão não dão ibope. Quando a China entrou de sola no Tibete, ainda outro dia, ouviram-se, no máximo, ligeiros resmungos protocolares – e, ainda assim, só porque o Dalai Lama é um véinho carismático, com bom transito em Hollywood.
Isso sem falar no antissemitismo que, invariavelmente, aproveita para dar as caras quando tem a ótima desculpa de uma guerra para acobertá-lo. “Israelense” e “judeu” não são sinônimos; há incontáveis cidadãos israelenses que não são judeus, como há milhões de judeus que não são israelenses. Ainda assim, os dois termos se equivalem para efeitos de noticiário, de artigos, de posts enraivecidos em blogs. Seria até compreensível se a mesma equivalência servisse para “palestinos” e “muçulmanos”, mas esta é sempre cuidadosamente evitada. Às vezes, o uso (ou a omissão) das palavras revela muito mais do que o seu significado.
Apoiar os palestinos, o Hamas, o Hezbollah e os países árabes de modo geral, é chique, é bacana e é uma garantia de popularidade com a soi disant “esquerda”. Israel não terá o apoio da intelligentsia – que em geral é de uma extrema covardia e ignorantsia – nem se for completamente aniquilado, como quer o Hamas. Aí ainda vamos ouvir o “fizeram por onde” que tanto se disse em relação ao ataque ao WTC; as Nações Unidas vão fazer tsk, tsk, o Papa vai condenar vagamente o exagero – e estaremos conversados.
Mas a verdade é que eu nem devia estar falando sobre isso. Minha opinião é descartada de saída em qualquer discussão a respeito do Oriente Médio: como venho de uma família dizimada pelo Holocausto, sou suspeita e, portanto, não posso me manifestar. Cansei de ouvir isso até de pessoas supostamente inteligentes – e, de cansada, não discuto mais. Se o que você diz não vale nada a priori, o mais sensato é seguir os conselhos do professor Higgins, e falar apenas sobre o tempo e a saúde.
Como é, tem feito muito calor por aí?
(O Globo, Segundo Caderno, 15.1.2009)
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jesus cristo
em 27 de janeiro de 2009
Osama Bin Laden, os muçulmanos em sua maioria e grande parte do povo árabe são animais fanáticos
> imbecilizados. Apenas uma pequena parte é gente, o resto, animais ferozes belicosos que amam a guerra. Querem
> exterminar os Judeus e de quebra todos os ocidentais que não professam a religião deles. Se deixarmos, irão
> dominar o mundo por meio do terrorismo institucionalizado por homens bomba. São a indústria do terror. É pena
> uma cultura milenar tão bonita transformar-se no lixo de hoje e ser a escória do mundo por culpa de meia dúzia
> de líderes que expõem a população de forma leviana e irresponsável, fomentando o ódio e a intolerância.
> Fanáticos sanguinários manipulam a população e os induzem a ser crianças-bomba. Não sabem e nunca saberão o
> que é democracia e são ditadores cruéis. Salman Husdie escreveu um livro e deu no que deu. Israel está certo em
> se defender e deveria expulsar TODOS os palestinos da faixa de Gaza e construir um super-muro para garantir sua
> segurança. As crianças palestinas jogam pedras e são ensinadas a odiar desde o berço. Isso jamais terá fim e a
> 3ª Guerra mundial ocorrerá a partir da bestialidade do Irâ, osama, palestinos e seus cúmplices ferozes. Eles
> invejam e odeiam o ocidente com sua pujança econômica, liberdades, música,etc. Aqueles que podem, migram para
> os países que criticam, põem seus filhos nas melhores faculdades, ficam fascinados com as metrópoles ocidentais
> e adoram a Europa , os EUA e até nosso Brasil. Obrigam suas mulheres a usarem burca, humilham as esposas
> barbaramente, apedrejam e cometem toda sorte de maldades. Os despeitados palestinos e seus asseclas do Líbano,
> Irã e demais países comandados por psicopatas, desejam exterminar os judeus e varrer Israel do mapa. Usam suas
> mulheres e crianças como escudo, pois a vida humana para eles nada vale. Extremamente orgulhosos e prepotentes,
> destilam ódio por todos os poros e a população sofre uma verdadeira lavagem cerebral. Jamais irão engolir o
> fato de terem perdido o domínio político-artístico-cultural-científico maravilhoso do passado para o mundo
> ocidental. Usam a religião como mero pretexto para cometer atrocidades. São cegos e NADA irá impedi-los. Só um
> milagre poderia por fim a isso: se a população palestina se revoltasse e derrubasse o poder dessas facções e
> dos líderes religiosos que distorcem as escrituras religiosas vilipendiando seu conteúdo e seus profetas.
> Assemelham-se aos líderes das facções criminosas dos morros e favelas do Rio de Janeiro e São Paulo. O conflito
> mundial é inevitável.”
[Responder]
jesus cristo
em 31 de janeiro de 2009
Judeus e não-judeus do mundo inteiro realizaram ontem solenidades para marcar o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto. No Brasil, o evento aconteceu numa sinagoga em São Paulo. E o presidente Lula discursou. Entre os presentes, muitas autoridades, como o governador de São Paulo, José Serra; o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso; o vice-governador Alberto Goldman; o secretário da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, e o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab. Acompanhavam o presidente a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil); o governador da Bahia, Jaques Wagner, e o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos.
Era o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto? O decoroso Lula não teve dúvidas e deitou falação sobre o conflito israelo-palestino. E não foi de improviso, não. Desta vez, ele leu o discurso. Lembrou que a posição histórica do Brasil é a defesa da existência de dois estados na região e mandou ver: “Esse tem sido o sentido de todas as nossas manifestações, pois só assim alcançaremos a paz naquela região. Tenho me esforçado pessoalmente para impedir que o ódio mútuo acumulado ao longo de décadas acabe sufocando ainda mais as alternativas de paz”.
Sem medo dos clichês (será que foi Luiz Dulci o redator?), seguiu adiante: “O conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio atinge corações e mentes de todos e nos obriga a evitar que o ódio contamine o nosso país”. Exaltando a patetice de Celso Amorim, que foi fazer um tour pelo Oriente Médio, emendou: “Todos sabem que o Brasil não está interessado nos resultados políticos e dividendos econômicos que podem ser obtidos na região. Nosso interesse é contribuir com a paz”. Tudo parece tão razoável, não? Não!
Lula, acreditem, falou ATÉ do Holocausto!
Dizer o quê? A referência ao conflito, num dia como ontem, é absolutamente descabida. Ela minimiza o Holocausto e ainda remete à associação comumente feita pelos inimigos de Israel e anti-semitas a granel, que pretendem que os judeus estão fazendo com o povo palestino o que os nazistas fizeram com eles. Não custa lembrar que foi esse o sentido de uma nota emitida pelo PT. No Conselho de Direitos Humanos da ONU, o Brasil deu um voto de censura a Israel.
Um discurso inadequado, indecoroso e mistificador.
Trata-se de um discurso fora do lugar. Não cabe a Lula usar um evento trágico, que procurou banir da terra um povo inteiro, para tentar dar lições oblíquas de moral (ou, pior ainda, de moral oblíqua) justamente às vítimas. Até porque ele poderia ter sido mais explícito: quem defende, em sua carta de fundação, o genocídio é o Hamas.
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jesus cristo
em 1 de fevereiro de 2009
Youssef M. Ibrahim, un ex- corresponsal del New York Times, para Oriente Medio y Editor del Wall Street Journal de Energía durante 25 años, es un escritor independiente con sede en la ciudad de Nueva York y Dubai en los Emiratos Árabes Unidos
A mis hermanos árabes:
La guerra con Israel ha terminado – y ellos ganaron.
Ahora, finalmente dejemos el pasado y avancemos,
Con Israel en su cuarta semana de una incursión en la misma Franja de Gaza que evacuaran voluntariamente hace más de tres años. Un sentido de la realidad se está extendiendo en el mundo árabe a través de comentarios de expertos árabes, cartas al editor, y talk shows políticos en idioma árabe de las redes de televisión. Los nuevos puntos de vista son impresionantes tanto en su madurez como en su realismo. La mejor manera de transmitirlos es en forma de una carta a “los árabes palestinos de sus amigos Árabes”
Queridos palestinos hermanos árabes: La guerra con Israel ha finalizado. Ustedes han perdido. Entréguense y negocien para garantizar un futuro para sus hijos. Nosotros, sus hermanos árabes, podemos declamar hasta tener la cara azul que estamos con ustedes… pero el sabio entre ustedes y la mayoría de nosotros sabemos que las cosas han cambiado, nosotros avanzamos ya lejos de las viejas y cansadas ideas de la causa “árabe palestina” y la “lucha eterna” con Israel.
Queridos amigos, ustedes y sus dirigentes han perdido tres generaciones tratando de luchar por Palestina, pero la verdad es que la Palestina que ustedes podrían haber tenido en 1948 era mucho mayor que la que podrían haber tenido en 1967, que a su vez era mucho más grande de la que pueden tener ahora o en otros 10 años.
Continuar la lucha significa menos tierra, más miseria y absoluta soledad . Ahora, hermanos, ustedes tendrían suerte de garantizar la presencia de un estado palestino en la Franja de Gaza en que todos ustedes se han abarrotado, y una pequeña parte de la Ribera Occidental del Río Jordán. No va a ser mejor. El tiempo apremia incluso para esta cantidad de tierra, así que aquí están algunos hechos, figuras, y asesoramiento, amigos.
Usted guardan consignas, que se utilizan por televisión, muestran casas que no existen o están habitadas por israelíes que no tienen intención de dejar Jaffa, Haifa, Tel Aviv o Jerusalén occidental. Ustedes disparan viejas pistolas contra modernos tanques israelíes y americanos y modernos cazas de combate haciendo prácticamente ningún daño a Israel, mientras que la ira de su poderoso ejército los abate a ustedes. Ustedes producen un fuego ridículamente inepto de cohetes Kassam que causan poca destrucción mientras siguen engañándose pensando que esta es una guerra de liberación.
Su gobierno, sus instituciones sociales, sus escuelas y su economía están todos en ruinas. Sus jóvenes están creciendo analfabetos, imbuidos de ritos de muerte y suicidio, mientras que, en realidad, viven de la bondad de extranjeros, incluyendo América y las Naciones Unidas. Cada día sus funcionarios deben mendigar su pan, ya que dependen del socorro de camiones que transportan alimentos y medicinas a la Franja de Gaza y Cisjordania, mientras que el musulmán fundamentalista Hamas, su gobierno, continúa avivando las llamas de una guerra que no puede luchar ni tiene esperanza de ganar.
En otras palabras, hermanos, ustedes han caído y están solos en un paisaje quemado que se va reduciendo día a día. ¿Qué tipo de lucha es esta? ¿Merece la pena? Más importante, ¿qué clase de miserable futuro aguarda a vuestros hijos que son la cuarta o quinta generación de un mundo árabe que ya no existe? Nosotros, sus hermanos árabes, hemos cambiado, nos estamos moviendo hacia el futuro.
Aquellos de nuestros países que tienen el dinero del petróleo están ocupados acumulando riqueza y bienestar, construyendo viviendas, hospitales, universidades de primera línea, escuelas y nuevas carreteras y caminos. Aquellos países que comparten fronteras con Israel, como Egipto y Jordania, han firmado tratados de paz con ella y no irán a la guerra por ustedes…en ningún tiempo cercano. Aquellos que están lejos, en lugares como el Norte de África e Irak, francamente no tienen gran interés en vuestros problemas
Sólo Siria sigue alimentando vuestras fantasías de que algún día se unirán a ustedes en la liberación de Palestina, y eso no sucederá tan pronto a pesar de que una gran parte de su territorio, todo el Golán, fue tomada por Israel en 1967 y anexada. Los sirios, mis amigos, únicamente incitarán a la lucha… hasta el último palestino.
Antes de quedar atrapados por Hamas, ustedes han sufrido el engaño de otro de vuestros líderes, Yasser Arafat, quien les vendió un proyecto corrupto hasta la médula – más dolor, mas corrupción y millones robados por sus familiares, mientras que vuestros hijos jugaban en las alcantarillas de Gaza.
La guerra ha terminado. ¿Por qué no dejar que comience un nuevo futuro?
Youssef M. Ibrahim
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jesus cristo
em 3 de fevereiro de 2009
“En Auschwitz una patata era un día más de vida”
JACINTO ANTÓN 02/02/2009
Con la mayor naturalidad del mundo, David Galante se sube la manga de la chaqueta en el restaurante griego, desabotona la camisa y se arremanga para mostrar el número en el antebrazo: B7328. Sonríe suavemente. Ante la marca azulada en la piel y sus terribles resonancias le vienen a uno a la cabeza las palabras de los Salmos: “Un fuego se encendió contra Jacob y subió la ira contra Israel”
Se hace raro comer con alguien que ha estado en el infierno. Escuchándolo, a ratos cuesta no ya masticar, sino respirar. Damos cuenta de una botella de Retsina -tras brindar “le haim”, “por la vida”-, pero quien firma estas líneas se levantará de la mesa, pese a haber dado cuenta de varios vasos muy colmados, sereno como un pez. “Llegamos de día, bajamos de los vagones, nos gritaban, hicieron la selección, nos separaron. Papá Abraham y mamá Rebeca se fueron por un lado, a las cámaras de gas. Mis tres hermanas, Rosa, Juana y Matilde, pasaron la selección, pero al desnudarlas y pelarlas juzgaron que estaban más débiles de lo que parecía y decidieron enviarlas también a las cámaras”. Galante habla despacio, casi con dulzura, toda la emoción concentrada en las manos gesticulantes y en unos ojos muy oscuros que parecen fijos en la lejanía. Ha sufrido lo que todos los supervivientes: miedo, vergüenza y culpa.
Galante nació en Rodas en 1925. Con toda la judería de la isla griega fue enviado a Auschwitz, adonde llegó el 16 de agosto de 1944. Tenía 18 años y lo enviaron, al equivocarse con la edad, a unas instalaciones sorprendentemente acogedoras: era el centro de experimentos humanos de Mengele. De los 1.600 judíos de Rodas que fueron con él, 1.200 fueron directos a las cámaras de gas. Recuerda el atroz consejo que les lanzaban los veteranos del campo: “¡Dad los niños a los viejos!”. Única forma de que al menos se salvaran los padres y madres jóvenes. Suena una musiquilla folclórica vagamente nostálgica en el restaurante. Come como un pajarito. En el campo le tocó el peor sector, Auschwitz II, Birkenau, donde se aplicaba el exterminio. Se presentaba voluntario para limpiar letrinas: el camino pasaba cerca de las cocinas y a veces le arrojaban algo: “Una patata era un día más de vida”; también porque el hedor “ocultaba un rato el omnipresente olor a carne quemada”.
Todos tenemos la sensación -el cine, las lecturas- de conocer bien aquello. ¿Es esa imagen falsa? “Sí, por suerte para ustedes”, sonríe. Él vio de verdad las chimeneas y los fuegos. Le dieron una paliza que casi lo mata. “Me salvó un amigo, Pierre, que cayó en la siguiente selección”. Parece a punto de hundirse, pero se sobrepone. Traga saliva, da un sorbo de vino. “Son episodios del campo”. En otra ocasión lo empujaron a una hoguera. “Vivíamos al día”, explica con un temblor en el fondo de la voz. “La muerte te pasaba alrededor todo el tiempo, se trataba de esquivarla”.
Lo explica todo en un libro inolvidable que ha escrito su ahijado Martín Hazan, Un día más de vida (Inédita). Cuando los rusos liberaron el campo, pesaba 38 kilos. Se fue a Argentina. ¿Ha podido ser feliz? “Sí, sí; me pude casar, tener hijos”. ¿Sueña con aquello? “No, pero mi mujer dice que a veces gritaba dormido”. Explicarlo “me ha ayudado, para ir sacando ese veneno”. La sanación tiene sus límites. “Todavía hoy”, señala con su dulce sonrisa, “no me puedo duchar con la puerta cerrada
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jesus cristo
em 5 de fevereiro de 2009
A polícia do partido islâmico Hamas invadiu um depósito cheio de suprimentos da Organização das Nações Unidas (ONU) na Cidade de Gaza, na noite de ontem, e levou do local milhares de cobertores e pacotes de alimentos, disse hoje o porta-voz da Agência para Trabalhos de Assistência das Nações Unidas (UNRWA, na sigla em inglês), Christopher Gunness. O incidente revela as dificuldades que os doadores encontram ao lidar com o Hamas enquanto ajudam os civis da Faixa de Gaza a reconstruírem suas vidas após a ofensiva de Israel de 22 dias, que deixou 1.300 palestinos mortos, além de 13 israelenses.
Os policiais do Hamas invadiram o depósito e confiscaram 3,5 mil cobertores e mais de 400 rações de comida prontas para serem distribuídas a 500 famílias, disse o porta-voz. “Eles estavam armados, eles levaram embora o auxílio, eles tomaram as mercadorias pela força”, afirmou Gunness, que definiu o incidente como “totalmente inaceitável.” A UNRWA é responsável pelo auxílio aos refugiados palestinos nos territórios ocupados e nos países árabes.
Gunness afirmou que a polícia confiscou a ajuda humanitária após a UNRWA ter se recusado a entregá-la por livre e espontânea vontade ao Ministério dos Assuntos Sociais, controlado pelo Hamas. Em Nova York, a vice porta-voz da UNRWA, Marie Okabe, disse que a agência “condena nos mais fortes termos” o confisco da ajuda e suprimentos humanitários.
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jesus cristo
em 5 de fevereiro de 2009
ONU CONDENA O CONFISCO DA AJUDA HUMANITÁRIA PELO HAMAS E EXIGE A DEVOLUÇÃO IMEDIATA
Às 14h30m de 03 de fevereiro, mais de 3.500 cobertores e 406 pacotes de alimentos foram confiscados a partir de um centro de distribuição em Gaza por oficiais da polícia. Isto ocorreu após funcionários da UNRWA (Agência das Nações Unidas para Refugiados) se recusarem mais cedo a entregar a ajuda humanitária ao Ministério de Assuntos Sociais do Hamas. A polícia subsequentemente entrou no depósito e tomou os suprimentos utilizando força. A ajuda humanitária deveria ser distribuída para mais de quinhentas famílias na área.
A UNRWA condena em termos fortes o confisco da ajuda humanitária e exigiu a devolução imediata. A agência tem um severo sistema de monitoramento de entrega dos suprimentos e garantia de que toda a assistência chegará somente aos beneficiários programados. Os oficiais são treinados para supervisionar a entrega da ajuda e tomar todas as medidas possíveis para evitar o seu desvio.
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jesus cristo
em 5 de fevereiro de 2009
O interesante e o abrigo dado pela Argentina, Brazil e paises arabes ao criminosos nazistas!
El criminal nazi Aribert Heim, ‘Doctor Muerte’, falleció en 1992 en El Cairo
Uno de sus hijos relata a la televisión alemana que el nazi, considerado un sádico por sus prácticas médicas en los campos de concentración, se convirtió al islam en los 80
EFE – Berlín – 04/02/2009
El criminal nazi Aribert Heim, más conocido como Doctor Muerte, falleció en 1992 en El Cairo a causa de un cáncer de colon, según el relato de uno de sus hijos recogido por la cadena de la televisión pública alemana ZDF, que ha investigado el caso y reunido numerosos documentos. Nacido en 1914 en Austria, el llamado Doctor Muerte estaba huido desde 1962 y era uno de los criminales nazis más buscados, pese a que su familia hace tiempo aseguraba que estaba muerto.
La cadena ZDF cita en su información a un hijo de Heim, así como a personas que le conocieron durante su estancia en Egipto, a donde llegó utilizando su segundo nombre de pila, Ferdinand, que después cambió por el de Tarek Farid Hussein tras convertirse al islam en la década de los años 80. “Sí, mi padre vivió en El Cairo”, sostiene en una entrevista televisiva que se emitirá mañana Rüdiger Heim, uno de los tres hijos del criminal nazi, acusado de torturar y matar a más de 300 prisioneros con los que practicó horrendos experimentos médicos en el campo de concentración de Mauthausen.
Las tesis de la ZDF se desmarcan así de las especulaciones que desde hace años ubicaban a Heim en países latinoamericanos como Chile o Argentina. Miembro de las tropas de asalto de Hilter (SS), Heim se escondió durante treinta años en el Cairo, según la cadena de televisión, que ha recabado más de un centenar de documentos, que abarcan desde el pasaporte egipcio de Heim, a extractos bancarios y cartas personales que atestiguan que él y Hussein son la misma persona.
Heim fue detenido en 1945 por tropas estadounidenses cerca de Buchholz e ingresó en prisión, pero fue liberado posteriormente y abrió una consulta de ginecología en Baden-Baden. El criminal, que huyó de Alemania un año después de que se emitiera una orden de detención contra él en Viena, vivió posteriormente, según su hijo, en Francia, España y Marruecos antes de recalar en Egipto.
El hijo relata que visitó a su progenitor en El Cairo por primera vez en los años 70 y que le cuidó durante varios meses en 1990 tras una operación de cáncer, pero que el 10 de agosto de 1992, “el día que terminaron los Juegos Olímpicos, se durmió” y falleció. La ZDF apunta que existen pruebas de que Heim trabajó como médico para la policía egipcia y añade que el criminal quiso donar su cuerpo a la ciencia, pero, dado que esa práctica está prohibida por el islam, sus restos fueron enterrados en un cementerio en El Cairo.
Historia de un sádico
Hijo de un policía y una ama de casa, Heim empezó sus estudios de medicina en Graz y se licenció en Viena en enero de 1940. Desde 1935 militó en el Partido Nacionalsocialista, entonces ilegal en su país y, tras la anexión de Austria por Alemania (1938), ingresó voluntario en las Waffen-SS en la primavera de 1940. Aquel año fue destinado al campo de concentración Sachsenhausen (Alemania). Tras una breve estancia en el de Buchenwald, fue enviado en octubre de 1941 a Mauthausen (Austria), donde en los dos meses siguientes causó la muerte de más de 300 presos mediante inyecciones intracardíacas (de fenol, agua o petróleo) para medir cuánto tardaban en morir.
Además practicó cirugías en las que les extirpaba órganos, según consta en anotaciones de su propio puño. Muchas operaciones se hacían sin anestesia para comprobar la capacidad de soportar el dolor de sus víctimas. Uno de los casos más espeluznantes fue el de dos prisioneros de 18 y 20 años a quienes abrió en canal con vida y después decapitó e hirvió sus cabezas con el fin de exponerlas.
Según Ernst Klee, autor del libro Auschwitz, la medicina nacionalsocialista y sus víctimas, el sadismo de Heim superaba al de casi todos los médicos de los campos de concentración. Para el director del Centro Wiesenthal, Efraim Zuroff, su crueldad es equiparable a la de Joseph Mengele, el “ángel de la muerte” de Auschwitz.
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
REPORTAJE
El extraño fin del Doctor Muerte
“La última vez que vi a mi padre fue muerto en una cámara frigorífica de El Cairo en 1992″, dice el hijo del criminal nazi
JOSÉ MARIA IRUJO – Madrid – 06/02/2009
Aribert Heim, Doctor Muerte, el criminal nazi más buscado, está muerto. Lo asegura su hijo Rüdiger, de 53 años, quien después de negar cualquier contacto con su padre confiesa haberle asistido en 1992 durante las últimas semanas de vida en su escondite de El Cairo (Egipto). “La última vez que le vi fue muerto en una cámara frigorífica de un hospital universitario de El Cairo, adonde le llevé por su expreso deseo. Quería que su cuerpo fuera utilizado por la ciencia. Fue una odisea encontrar un hospital donde aceptaran el cadáver”, declara a EL PAÍS en una conversación telefónica desde su casa en Baden-Baden (Alemania).
“Huyó en coche en 1962 y estuvo en España camino de Marruecos”
Si se confirma el fallecimiento, su familia heredará 716.000 euros
El carnicero de Mauthausen, donde permanecieron presos unos 8.000 españoles, padecía un cáncer de colon y, según el relato de su hijo, murió en su habitación el 10 de agosto de 1992 mientras veía en la televisión la clausura de los Juegos Olímpicos. “Estaba muy enfermo y se durmió”, dice Rüdiger.
El irónico deseo del Doctor Muerte, acusado de torturar y matar a más de 300 prisioneros con los que practicó horribles experimentos médicos, no se cumplió. Su hijo asegura que su cadáver nunca fue utilizado porque las leyes islámicas lo prohíben. “No se pudo hacer porque él se había convertido al islam. Hubo un juicio y se dio la orden oficial de enterrarlo en un cementerio de anónimos. Cuando tres años después volví a El Cairo no pude saber dónde le enterraron. No conozco dónde está enterrado. Sólo sé que ordenaron que fuera a un cementerio de gente pobre”.
La policía alemana señaló ayer que no se puede certificar la muerte del Doctor Muerte mientras no se practique un análisis forense de sus restos. “O mintió entonces, o miente ahora”, dijo el portavoz de la Oficina de Investigación Criminal al recordar que hace cinco meses Rüdiger y su madre negaron ante las autoridades alemanas conocer el paradero de su padre.
El pasado mes de diciembre, el hijo del criminal nazi lo volvió a negar a este periódico durante una investigación sobre la cuenta bancaria de 1.400.000 marcos alemanes (716.000 euros) que figura a nombre de su padre en Berlín.
Ayer, la televisión alemana ZDF aportó documentos en los que se demuestra que Heim vivió en El Cairo bajo el nombre de Tarek Husein Farid, que residió en el hotel de la familia egipcia Doma y que trabajó como médico para la policía de ese país.
Rüdiger niega que su testimonio tenga alguna relación con la fortuna que él y su hermano recibirán si se acredita la muerte de su padre. En 1997, el abogado Karlheinz Sendke, tutor en ausencia del Tribunal de Tutelas de Berlín que gestiona esa cuenta embargada por el Estado alemán, envió a la familia Heim una carta en la que decía: “Por desgracia, aquí se desconoce si su padre está aún con vida. Si su padre hubiera fallecido, le agradecería que se ponga en contacto conmigo. Tan pronto su muerte sea comprobada por nosotros se desbloquearía el dinero y pertenecería a sus herederos”. Los Heim dijeron no saber nada.
“Si se certifica la muerte de mi padre, mi hermano y yo seríamos los herederos legales de ese dinero. A mí no me importa el dinero. Si alguna vez lo recibo lo entregaré a las asociaciones de Mauthausen”, asegura el hijo del criminal nazi.
Rüdiger Heim sostiene que su padre huyó de Alemania en 1962, un año después de que se emitiera una orden de detención, y que atravesó Francia y España en automóvil. “Me contó que huyó en coche. En España estuvo varias semanas camino de Marruecos, desde donde pasó a Egipto. Que yo sepa, no tenía contactos en España”.
España fue tradicional refugio de ex miembros de las SS que, como Aribert Heim, antiguo miembro de las tropas de asalto de Hitler, huyeron de Alemania. Varios se refugiaron en Denia (Alicante) y Málaga, donde fundaron hoteles y empresas. La policía española y alemana investigaron sin resultado varias pistas de Heim en el Levante español.
Efraim Zuroff, del Centro Simon Wiesenthal, reconoce que Heim vivió en Egipto, pero duda si falleció en ese país. “Tenemos serias dudas. No hay pruebas definitivas de su muerte”, dice el cazanazis, que acaba de aumentar la recompensa por el criminal hasta un millón de dólares (unos 777.000 euros).
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
Dirigente do Hamas é detido com US$ 11 milhões no Egito!!!!!!!!
Ayman Taha, um dos negociadores palestinos, tentava voltar para Rafah com dinheiro escondido em malas
Dirigente do Hamas é detido com US$ 11 milhões no Egito
CAIRO – As autoridades egípcias prenderam nesta quinta-feira, 5, um dirigente do grupo islâmico Hamas que tentava deixar o país pela fronteira com Gaza com aproximadamente US$ 11 milhões em dinheiro, colocado em malas, informaram fontes oficiais. O chefe do centro de imprensa do governo egípcio em Al Arish, Musad Badawi, disse que Ayman Taha, um dos negociadores do Hamas, tentou atravessar a passagem de Rafah com US$ 9 milhões e outros dois milhões de euros.
Badawi contou que Taha foi detido pela polícia egípcia na fronteira. Por sua vez, fontes dos serviços de segurança disseram à agência Efe que, após o incidente, Taha foi liberado e seguiu rumo a Gaza. Ele pertence ao grupo que passou os últimos três dias no Egito para chegar a uma trégua permanente na faixa.
Não é a primeira vez que um dirigente do Hamas tenta atravessar a fronteira entre Gaza e Egito com dinheiro em espécie. No dia 14 de junho de 2006, o líder do grupo islâmico, Mahmoud Zahar, entrou na faixa com US$ 20 milhões em dinheiro, após ser interceptado pela polícia egípcia
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
RIO DE JANEIRO, Brazil (CNN) — Police have killed at least 10 drug-trafficking suspects in all-day shootouts in Brazil that closed schools and government offices in three Rio de Janeiro neighborhoods, the official news agency said.
The confrontations started Wednesday morning when civil police entered the neighborhoods in search of suspects, the state-run Agencia Brasil said. In the afternoon, when civil police were leaving, military police moved in and the shootouts started anew.
A woman was wounded and in critical condition, the news agency said, citing the state’s health minister.
Don’t Miss
* Argentine official: Trafficker may be behind threat
* Cartel ’stewmaker’ says he dissolved 300 bodies
* Protest uses 16,000 coconuts as symbols of violence
Two schools were closed, and 6,600 students were sent home.
Rio de Janeiro police chief Gilberto Ribeiro vowed that the operations will continue but conceded that trafficking will pick back up after the raids end.
“You can’t get discouraged, but you can’t deny that the state is barely drying it up,” the news agency quoted him as saying. “They need work and are looking for solutions. People get discouraged and join these criminal gangs. All this is happening in a context that police are not going to resolve.”
Rio has been plagued by a wave of violence that led to protests in December by a group called Rio de Paz. The group said 9,000 people have been slain and secretly buried since January 2007.
Many of the deaths come from drug traffickers fighting for territory in Rio’s slums and poor neighborhoods, said the group’s president, Antonio Carlos Costa. Others are killed by hit squads and police acting on their own.
“In general, they are assassinated by police — police acting outside of their regular work hours,” Costa said at the time. “They are also assassinated by narco-traffickers. The bodies are disposed of in secret cemeteries in the metropolitan Rio de Janeiro area or incinerated alive by narco-traffickers in what they call ‘microwaves.’ ”
The term refers to pits and ditches where bodies are burned
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
NAO LEMBRA O PT?????
Hamas cash into Gaza is stopped
Rafah Crossing (17/01/09)
The Hamas delegation was passing through the Rafah crossing
A senior Hamas official has been prevented from crossing back into Gaza with millions of dollars in cash, say Egyptian authorities.
Border guards at the Rafah crossing searched members of a Hamas delegation as they returned from talks in Cairo.
They say the man had $9m (£6m) and 2m euros (£1.7m) in his bags. He was made to return to the Egyptian capital.
The Palestinian territory has a shortage of cash caused by the Israeli blockade and other sanctions.
Egypt allowed Hamas representatives to cross into Gaza with large sums of money several times, after the Islamist group won parliamentary elections three years ago, says the BBC’s Yolande Knell in Cairo.
But this is said to be the first attempt made since Hamas seized control of Gaza by force in mid-2007.
Israel complains that Hamas smuggles money and weapons through Egypt into the Gaza Strip.
The six-member Hamas negotiating team had been in Cairo for talks on a lasting truce with Israel.
Five members were allowed to cross in Gaza but official Ayman Taha had to stay in Egypt while a decision was taken about what to do with the money, officials said.
There was no immediate comment from Hamas.
Money transfer
The delegation earlier walked away from the ceasefire talks, citing disagreements over lifting the blockade.
It is due to return to Cairo on Saturday to give its final response to an Egyptian proposal.
Meanwhile, Israel says it has given permission for the Palestinian Authority to transfer money from the West Bank to the Gaza Strip to pay government officials there.
It is the first such transfer since the end of the three-week Israeli offensive in Gaza last month.
Israeli Prime Minister Ehud Olmert’s office said it had agreed to a request from Palestinian Prime Minister Salam Fayyad to transfer 170m shekels ($42.5m, £29m).
Mr Fayyad had earlier this week spoken about the territory’s liquidity crisis.
The officials to be paid are mostly Fatah members, reports the AP news agency.
Palestinian officials have not confirmed the Israeli decision.
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
“… O grande psicanalista brasileiro Hélio Pellegrino costumava dizer que a síntese da injustiça está na seguinte proposição: ‘O senhor tem toda a razão, mas vai preso assim mesmo’. É o que o mundo está fazendo agora com relação a Israel. Por isso, vale lembrar um conceito de Golda Meir, quando primeira-ministra: ‘Prefiro receber protestos a receber condolências’.”
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
ONU suspende ajuda a Gaza e acusa Hamas de roubo!!!
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
Numa reunião com o Presidente da Suíça, Lula apresenta
os seus Ministros:
- Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da
Educação, este é o Ministro da Cultura, este é o
Ministro da Justiça….
E assim foi.
Chegou a vez do Presidente da Suíça:
-Este é o Ministro da Saúde, este é o Ministro da
Fazenda, este é o Ministro da Justiça, este é o Ministro
da Educação, este é o Ministro da Marinha…
Nessa altura, Lula começa a rir.
- Desculpe Sr. Presidente, mas para que o senhor tem um
Ministro da Marinha, se o seu país não tem mar?
E o Presidente da Suíça responde:
-Quando Vossa Excelência apresentou os Ministros da
Justiça, da Educação e da Saúde, eu não ri!!!!!
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
a ONU detiene la ayuda a Gaza por los saqueos de Hamás
REUTERS – Gaza – 07/02/2009
La Agencia de Naciones Unidas para los Refugiados en Palestina (UNRWA, en sus siglas en inglés), anunció ayer la suspensión del envío de ayuda humanitaria a Gaza y acusó al grupo islamista Hamás, que gobierna en la franja,
Christopher Gunness, portavoz de UNRWA, acusó a Hamás de haber apresado ayer 10 camiones de material humanitario, incidente que se produjo dos días después de que varios milicianos se llevaran sábanas y comida de un almacén. “Hamás debe devolver todo lo que ha confiscado y darnos garantías de que estos hechos no se repetirán”, afirmó Gunness, que aseguró que su organización tiene almacenado material suficiente para seguir trabajando varios días.
El secretario general de Naciones Unidas, Ban Ki-moon, exigió a Hamás que devuelva inmediatamente el material y se abstenga de interferir en la labor del organismo.
Ahmed al Kurd, ministro de Asuntos Sociales de Hamás, aseguró que los materiales fueron tomados por error. “Fue un malentendido entre conductores”, aseguró. “Hemos dicho a la UNRWA que pueden venir y llevárselo todo. Pero no han venido”, añadió.
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jesus cristo
em 6 de fevereiro de 2009
Popularidade do papa Bento XVI cai entre alemães
Pesquisa também apontou preferência pela expulsão da Igreja do bispo que negou o Holocausto
BERLIM – O nível de popularidade do papa Bento XVI registrou uma forte queda na Alemanha, sua terra natal, desde que se tornou pontífice há quatro anos, segundo uma pesquisa do instituto Infratest divulgada nesta sexta-feira, 6, que também apontou preferência pela expulsão da Igreja do bispo que negou o Holocausto.
Enquanto há quatro anos 68% dos alemães se mostravam “satisfeitos” ou “muito satisfeitos” com Joseph Ratzinger como papa, hoje somente 42% têm essas opiniões.
A mesma consulta revela que 65% dos questionados perguntados é partidário da exclusão total da Igreja Católica do bispo britânico Richard Williamson, membro da Fraternidade São Pio X.
Sua reabilitação junto à de outros três bispos da mesma irmandade pelo Vaticano gerou uma forte polêmica, já que o religioso britânico negou publicamente o Holocausto e que Roma exige agora que ele se retrate.
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jesus cristo
em 7 de fevereiro de 2009
Vaticano pede que bispo que negou o Holocausto retire o que disse
Bispo britânico Richard Williamson, que nega o Holocausto / Reuters
CIDADE DO VATICANO – O Vaticano ordenou, nesta quarta-feira, que o bispo tradicionalista que havia negado o Holocausto faça uma retratação pública caso queira servir como prelado na Igreja Católica.
Em comunicado, o Vaticano disse também que o Papa Bento XVI não sabia da posição do bispo Richard Williamson sobre o Holocausto quando o Pontífice decidiu suspender a excomunhão dele e de três outros bispos tradicionalistas, no mês passado.
Na terça-feira, em duro discurso, a chanceler alemã, Angela Merkel, exortou o Papa a deixar bem claro que não vai tolerar qualquer negação à existência da matança de judeus na Segunda Guerra. ( Leia mais )
Na semana passada, Bento XVI expressou sua “completa solidariedade” com os judeus e advertiu contra qualquer negação do horror do Holocausto. Bispos alemães pediram que o chefe da Igreja Católica fosse além da declaração e excomungasse Williamson.
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jesus cristo
em 8 de fevereiro de 2009
Hace tan sólo seis meses Mohamed VI, el rey de Marruecos, alabó en un mensaje el “patriotismo y la sagacidad política” de Abdelilá Benkiran que acababa de ser elegido secretario general del Partido de la Justicia y del Desarrollo (PJD), la formación islamista legal. Pero ahora Bekiran ha suscitado la cólera del entorno del monarca. Las autoridades marroquíes han puesto en la picota al primer partido de la oposición.
El PJD denuncia una maniobra para lastrar a sus candidatos en las municipales
Cientos de miles de marroquíes se echaron a las calles en enero para expresar su solidaridad con los palestinos de Gaza. El soberano optó entonces por ponerse a la cabeza de la manifestación y anunció varias iniciativas desde el traslado a hospitales de Marruecos de heridos palestinos hasta la apertura de una cuenta en el banco central para recaudar fondos para la población de Gaza.
Abdelilá Benkiran se jactó, en una reunión interna de su partido, de haber sido él quién sopló esta última idea a Mohamed VI con tan mala suerte que sus palabras fueron reproducidas por Al Massae, el principal diario marroquí. Horas después lo desmintió todo en una declaración a la MAP, la agencia de prensa oficial.
Entretanto el primer ministro, Abas el Fassi, había publicado un comunicado en el que acusaba a Benkiran de “cálculos políticos barriobajeros”. Los pronunciamientos del monarca “obedecen a motivaciones puramente humanitarias y no a influencias externas o a efímeras consideraciones coyunturales”, recalcaba. “Es jurídica y políticamente inaceptable implicar [en este asunto] a la persona sagrada de Su Majestad en Rey”, concluía.
Por si aún no había quedado claro el ministro de Asuntos Exteriores, Taieb Fassi-Fihri, insistió el jueves ante el Consejo de Ministros en que el rey sigue “con gran preocupación y enorme interés” todo lo que atañe a Palestina. Ninguno de sus sujetos puede, por tanto, presumir de superarle en atención.
Las desgracias de Benkiran no acabaron ahí. Días después Chakib Benmoussa, el ministro de Interior, al que nombra directamente el rey, tomó la decisión de destituir a Aboubakr Belkura, de 54 años, el alcalde islamista de Meknes, la única gran ciudad marroquí – supera los 600.000 habitantes – en manos del PJD. Más pequeñas, Temara y Khenifra también están controladas por los “barbudos”.
La Inspección General de la Administración Territorial, que depende de Interior, descubrió algunas irregularidades en la gestión municipal y pidió la cabeza de Belkura. Trasladó también los indicios que encontró a la fiscalía por lo que es probable que este agricultor adinerado y piadoso se siente pronto en el banquillo. Si sucede será defendido por Mustafá Ramid, el diputado que encabeza el grupo parlamentario islamista.
Belkura, que arrancó las viñas que heredó para dejar de producir vino, reconoce algunos desajustes urbanísticos, pero sostiene que corresponden más a las competencias del gobernador, nombrado por el rey, que a las del alcalde. Mohamed VI le tenía enfilado desde que en 2005 visitó la ciudad y constató que, a causa de un largo conflicto, carecía de transporte público.
Esta vez, sin embargo, el líder islamista no se ha doblegado ante lo que considera un golpe bajo asestado por Interior a su partido a tan sólo cuatro meses de las elecciones municipales que los “barbudos” se prometían felices. “Los comicios se acercan y el PJD es el blanco de las autoridades”, acusa Belkura. Meknes era el modelo de gestión que exhibían los islamistas y ahora Interior lo ha hecho trizas.
Encabezada por Bekiran, la cúpula islamista y el ex alcalde dieron una rueda de prensa para rechazar las acusaciones, anunciar que recurrirán la destitución ante los tribunales y preguntarse sobre la fecha elegida para sancionar a Belkura que “hace temer una involución” en el proceso político. Después, varios de ellos se manifestaron ante el ayuntamiento de Meknes. “La reacción del PJD es incomprensible”, replicó, a su vez, el órgano de Interior que inspeccionó el ayuntamiento. “Ningún partido está por encima de la ley”, añadió el portavoz del Gobierno.
Para los islamistas el trance por el que pasan les recuerda sus apuros de finales de la primavera de 2003, justo después de que un grupo de “kamikazes” perpetrara una retahíla de atentados que ensangrentaron Casablanca . Entonces fueron acusados de crear el caldo de cultivo que propiciaba el terrorismo y las presiones de Interior les incitaron a reducir drásticamente el número de ciudades en las que presentaron candidatos a las municipales de 2004, según explicó Mustafá Ramid. Allí dónde concurrieron sus resultados fueron buenos.
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jesus cristo
em 8 de fevereiro de 2009
Detenidas 11 personas en relación al ataque en una sinagoga en Caracas
Entre los arrestados se encuentran siete agentes de la policía metropolitana de la capital
AGENCIAS – Caracas – 08/02/2009
Siete agentes de policía y cuatro civiles han sido arrestados en Venezuela en conexión con el ataque contra una sinagoga de Caracas perpertrado la semana pasada.
El Ministerio Público venezolano (fiscalía) ha asegurado que al menos uno de los civiles arrestados trabaja como guardia de seguridad de la sinagoga y que todos fueron detenidos a lo largo de éste fin de semana. A través de un comunicado, el Ministerio Público ha asegurado que presentará cargos contra todo ellos. Entre los detenidos se encuentran cinco policías metropolitanos, una detective del Cuerpo de Investigaciones Científicas, Penales y Criminaísticas, un funcionario de la Policía de Caracas y cuatro civiles, según recoge Globovisión. La policía metropolitana de Caracas depende del gobierno local, en manos de la oposición.
El ataque se produjo la semana pasada cuando al grito de “judíos fuera” un grupo de hombres armados irrumpió en la sinagoga de Tiferet, destrozó varios objetos religiosos y realizó varias pintadas en los muros. Se da la circunstancia de que el ataque se produjo tras una serie de condenas públicas del Presidente Hugo Chavez contra el ataque israelí sobre Gaza, que se saldó con la expulsión del embajador israelí.
El presidente venezolano condenó el ataque del templo y aseguró que él respeta a todas las religiones, al tiempo que responsabilizó a la oposición del ataque. Durante la pasada semana ya se anunció la inminencia de arrestos en relación a ésta caso, ya que se aseguró haber encontrado un vídeo en el que se identificaba a los asaltantes.
Representantes de la comunidad judía en Venezuela se reunieron con las autoridades el pasado viernes, y les aseguraron que iban a perseguir los ataques antisemitas.
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jesus cristo
em 9 de fevereiro de 2009
Pimenta nos olhos dos outros e colirio! Quando Israel se defende dos terrosritas Hamas e um promblema humanitario, quando a Espanha se defende dos terrorista da ETA pode?
Un coche bomba ha hecho explosión a las 09.00 en el Campo de las Naciones de Madrid cerca del edificio de Ferrovial Agromán, en la calle Ribera del Loira 42, cerca de hora y media después de que la Cruz Roja recibiera un aviso de su colocación en nombre de la banda terrorista ETA. La explosión no ha causado heridos, pero sí muchos daños materiales de los edificios colindantes y los vehículos estacionados. La explosión habría sido “incompleta” según fuentes policiales, esto es, sólo habría estallado una parte del explosivo por lo que los daños podrían haber sido mayores. Es el segundo coche bomba colocado por ETA en el Campo de las Naciones -el anterior en la misma fecha en 2005-, esta vez, situado junto a una empresa de nuevo vinculada con las obras de la Y vasca.
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jesus cristo
em 14 de fevereiro de 2009
CAIRO – The deputy leader of Hamas said Thursday night that the Islamic militant group agreed to an 18-month truce with Israel for the Gaza Strip, the official Egyptian news agency reported.
Moussa Abu Marzouk told MENA that Egypt’s government, which has been mediating between Hamas and Israel, would announce the truce in two days after consulting with other Palestinian factions.
In Jerusalem, Prime Minister Ehud Olmert’s office said the Israeli government had no comment on the report.
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Earlier in the day, Egyptian and Hamas officials reported progress in truce talks, which included Hamas’ strongman from Gaza, Mahmoud Zahar, and Egypt’s top mediator, intelligence chief Omar Suleiman.
Egyptian diplomats have been working as go-betweens to try to arrange a truce deal between Hamas and Israel to solidify a cease-fire that ended Israel’s devastating 22-day offensive in Gaza last month. Hamas and Israel refuse to negotiate directly.
Marzouk told MENA that the Egyptian-brokered deal it agreed to calls for Israel to reopen six border crossings into the Gaza Strip.
Sticking point
Hamas leaders centered its truce demands on a reopening of the tiny coastal territory’s borders, which have been largely sealed by Egypt and Israel since Hamas gunmen seized control in Gaza in 2007.
Israel, in turn, insisted that any cease-fire must include an end to militants firing rockets from Gaza into southern Israel and a halt to Hamas arms smuggling.
In talking to MENA, Marzouk did not discuss details. But earlier Thursday he told Al-Jazeera television that Egypt had previously agreed to work with Israel to forge new arrangements for reopening Gaza’s crossing into Egypt.
Marzouk said a deal for the release of a captured Israeli soldier Gilad Shalit held in Gaza would be negotiated later, according to MENA.
Egypt has been trying to broker a prisoner exchange between Israel and Hamas. Hamas is holding Shalit, who was abducted more than two years ago in a cross-border raid from Gaza into southern Israel.
Besides mediating a truce for Gaza, Egypt also is trying to bring Hamas and its Palestinian rival, President Mahmoud Abbas, into talks on reconciling and forming a unity government that can move ahead with peace negotiations with Israel. Egypt hopes to host a reconciliation conference Feb. 22.
An Egyptian security official said Egypt had arrested a Palestinian who sneaked into Egypt through a tunnel from Gaza and was trying to purchase weapons in Egypt. The official, who spoke on condition of anonymity because he was not authorized to talk to the media, said the man and two Egyptians who were sheltering him were arrested in the coastal city of El-Arish on Wednesday.
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FUCK ISRAEL
em 14 de fevereiro de 2009
JUDEU É FILHO DE MÃE JUDIA E NÃO BASTARDO DE ALGUM JUDEU SUJO
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FUCK ISRAEL
em 14 de fevereiro de 2009
O IRAQUE FOI FACIL, POIS FOI UM PAÍS COM MAIS DE 300 MILHÕES ENFRENTANDO UM COM MENOS DE 50 MILHÕES, MAS O IRÃ SERÁ UM COM MENOS DE 10 MILHÕES ENFRENTANDO UM GIGANTE COM MAIS DE 50 MILHÕES
MESMO OS FOGUETES CONVENCIONAIS DO IRÃ PODEM CAUSAR GRANDES ESTRAGOS E MORTES EM TEL AVIV E CIA
IMAGINA SÓ QUANDO ELES COLOCAREM URANIO EMPOBRECIDO PRA CAUSAR CANCER NO LIXO JUDEU
KRAKRAKRA!!!
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jesus cristo
em 16 de fevereiro de 2009
Bibi mostrará ao terroristas o caminho das virgens e das frutas. Sem volta.
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jesus cristo
em 16 de fevereiro de 2009
Ao vizinho “irritado” ao lado quero lembrar que eu sou judeu.
Jesus Cristo
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jesus cristo
em 17 de fevereiro de 2009
O Ira esta somente blefando. Mesmo que o Ira tenha construido a sua bomba atomica e tenha a capacidade de usa-la com um missel,o Ira jamais usaria sobre Israel, pois seria o Holocausto nao so dos judeus, mas consequentemente o Holocausto Palestino, dos hamas, do Al Fatah, do Hezbola, dos libaneses, dos egipcios , dos sirios, dos jordanianos, dos iraquianos, dos beduinos, dos druzos e dos catolicos. O espaco de que estamos falando e minusculo, e todos estes povos moram lado a lado. Sera que o Ira seria tao desleal com os seus amigos?
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Marcelo
em 18 de fevereiro de 2009
Israel é uma nação terrorista, que não tem direito nenhum de criticar, julgar e nem tampouco intervir em nada. Simplesmente é aluno da Alemanha nazista, pois os seus crimes contra os palestinos nada mais são o puro Nazismo perpetrado pelo Sionismo, que é altamente racista e anti-semita. Uma nação que na verdade nem deveria existir, uma vez que os legítimos judeus não reconhecem a existência de seu Estado nacional enquanto não houver o advento do Messias (ou Mashiach), o que ainda não se deu. A Palestina para os palestinos!
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jesus cristo
em 20 de fevereiro de 2009
Bhishop that denied the Holocaust ask to leave Argentina!
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jesus cristo
em 20 de fevereiro de 2009
Marcelo e o novo Messias!
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jesus cristo
em 23 de fevereiro de 2009
Perseguidos, explotados y recluidos
La demanda de madera, soja y etanol se ceba con los indígenas latinoamericanos
FRANCISCO PEREGIL – Madrid – 23/02/2009
Sobrevivieron a la llegada de Colón, a las enfermedades de Europa, a los dictadores, a la United Fruit Company y a la fiebre del caucho. Pero las prospecciones petrolíferas, las empresas madereras y los cultivos de soja no sólo les han espantado la caza sino que los han espantado a ellos mismos: pueblos enteros de nativos obligados a vivir cada vez más lejos de donde siempre estuvieron.
Hay unos 50 grupos nativos que nunca han contactado con el resto del mundo
“Las invasiones de las reservas son constantes”, dice la directora de Survival
Aún quedan en América Latina unos 500 pueblos indígenas (la palabra tribu les parece peyorativa), con 43 millones de miembros que abarcan el 7,6% de la población del continente. Varias decenas de estos grupos no oyeron hablar nunca de Cristo, ni de Mozart, ni de la penicilina, ni de las Torres Gemelas, ni de Sin tetas no hay paraíso. La ONG Survival calcula que existen 40 de estos grupos en Brasil con los que nadie ha contactado, unos 15 en Perú y uno en Paraguay. Es en estas comunidades de escasa o nula relación con el resto de la sociedad donde se aprecian de forma más cruda los estragos del consumismo disfrazado de progreso.
Para ayudar a los indígenas en una batalla donde tienen todas las de perder, investigadores como Almudena Hernando, arqueóloga de la Universidad Complutense de Madrid, han convivido en la Amazonia brasileña con pueblos como los awá, también conocidos como guajá.
“Cuando los funcionarios brasileños de la Fundação Nacional do Índio (Funai) detectan a un awá perdido en la selva lo trasladan a una zona legalmente demarcada para los indígenas donde nadie puede entrar. Pero los madereros terminan entrando. Hacen unas talas muy selectivas, que no se pueden detectar mediante fotos aéreas, porque cortan los árboles más viejos y dejan los jóvenes, que no tienen valor en el mercado. Y detrás de ellos viene un ejército de campesinos sin tierra, que no tienen tampoco nada para subsistir. La forma que tenemos en Occidente de combatir esos desmanes es pedir certificados de origen de la madera que se compra”.
“El verano pasado”, continúa Almudena Hernando, “los madereros se acercaron a sólo tres kilómetros de la zona protegida. Y cuando llegue la temporada seca, el próximo agosto, seguro que se acercarán más y más. Cuando cazábamos junto a los awá, ellos, que tienen un oído finísimo, se paraban al oír las sierras mecánicas. Les espantan la caza, que es su única forma de vida. En 2006 la Funai llevó allí al Ejército y expulsó a los madereros. Pero, al año siguiente, volvieron”.
“La teoría en Brasil es muy buena. La ley protege a los grupos aislados, pero las invasiones son constantes, y no se hace nada para frenarlas”, indica Fiona Watson, directora de la ONG Survival.
“Por una parte el Gobierno crea un organismo como la Funai para protegerlos, y por otra pone en marcha el Plan de Crecimiento Acelerado, que proyecta entrar en la Amazonia y construir carreteras y centrales hidroeléctricas. Además, el presidente Lula da Silva visitará a Barack Obama en abril con el objetivo de vender a Estados Unidos más biocombustibles. Ya tiene en proyecto la creación de más fábricas en tierras reivindicadas por los guaraníes. Y encima, el Congreso de Brasil está debatiendo un anteproyecto de ley que permitiría explotar a gran escala la minería en los territorios indígenas”.
Survival trabaja desde hace varios años con 35.000 guaraníes de Brasil. “Éste era uno de los primeros grupos que contactaron con los colonos blancos hace casi 500 años y han sobrevivido a ello”, indica Watson. “Pero en los últimos 50 años, por culpa de la expansión agrícola en Mato Grosso, han perdido casi todas sus tierras y viven en reservas, rodeados por las plantaciones de soja y de caña de azúcar, que se usan para fabricar biocombustibles [especialmente el etanol]“.
Teresa Aguilar Larrucea, quien lleva varios años trabajando junto al fotógrafo Carlos Díez Polanco en distintos proyectos con decenas de pueblos indígenas en Latinoamérica, sostiene que todos los individuos con los que ha tratado siempre han salido perdiendo en su relación con el hombre blanco.
“Apenas se les otorga el rango de personas. Pueden quedar muy bonitos como cartel turístico, pero nadie quiere tenerles cerca. Y encima la sociedad blanca les quita sus tierras alegando que no las cultivan y que son improductivas. ¿Pero cuál es el concepto de improductividad? El indígena tiene ahí su tienda y su farmacia, saca beneficio de ellas. Llevan miles de años conviviendo en armonía con la naturaleza. Deberíamos aprender de ellos”.
A pesar del pesimismo con que Aguilar Larrucea atisba el futuro de los pueblos indígenas, aún ve signos esperanzadores. “Venezuela es un claro ejemplo de lo peor y lo mejor. Los indios caracas vivían en el centro del país y ahora en el centro no queda ninguno, todos se han desplazado a la Amazonia y a la frontera. Sin embargo, Venezuela ha sido un país pionero en la lucha por los derechos de los nativos al crear el Ministerio de los Pueblos Indígenas, y ponerlo en manos de Nicia Maldonado, que es indígena yecuana. Porque en Brasil existe la Fundação Nacional do Índio, pero sus dirigentes no lo son”, explica.
“Con Hugo Chávez”, continúa, “los indígenas han adquirido más conciencia de raza y dignidad. Ya no esconden sus raíces y cada vez aparece mayor número de indígenas en los censos. Pero al ser un ministerio nuevo, no llega a todos los pueblos indígenas que deberían llegar”. Detrás de esa aversión de la sociedad blanca al aborigen, según Aguilar Larrucea, lo que se esconde es un complejo racial y cultural. “Los blancos quieren presumir de su pureza renegando del mestizo y el mestizo reniega del indígena. Yo he visto en algunos pueblos a gente que hacía negación de sus hermanos más oscuritos porque se avergonzaban de ellos”.
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jesus cristo
em 24 de fevereiro de 2009
Arcebispo de Porto Alegre critica escolas do MST (Hamas brasileiro) durante a Romaria da Terra
Para dom Dadeus Grings, ensino com poucos alunos e “apenas a visão deles” não é viável
O arcebispo metropolitano, dom Dadeus Grings, criticou na manhã desta terça-feira as escolas itinerantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), durante a abertura da 32ª Romaria da Terra, em Sapucaia do Sul. Principal referência religiosa do Estado, dom Dadeus questionou a inclusão do assunto no evento, cujo tema é Água, Sangue da Terra, e abriu divergência na Igreja. Isso porque o bispo de Rio Grande, dom José Mário Stroeher, se colocou a favor da escolas.
— Isso não é da Igreja, não é oficial. Não sei quem introduziu o tema na romaria, colocaram junto, mas não é esse o tema principal — disse o arcebispo.
O religioso fez as declarações após descer de um carro de som, onde havia falado sobre a questão da água. Centenas de pessoas, incluindo integrantes do MST, acompanharam o discurso e depois, às 9h25min, partiram para a romaria — de 2,5 quilômetros entre a igreja Sagrada Família, no bairro Colonial, até um pesqueiro às margens do Rio dos Sinos, no bairro Carioca.
— Acho que não é interessante ter escolas separadas. O importante é a integração. Não queremos escolas isoladas. Escolas com pouquíssimos alunos não são viáveis. Elas têm uma visão unilateral do mundo. É apenas a visão deles (do MST) — declarou dom Dadeus.
Também na romaria, o bispo de Rio Grande defendeu as escolas itinerantes e criticou seu fechamento. Segundo Stroeher, o governo do Estado deveria ficar atento para que isso não ocorresse.
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jesus cristo
em 27 de fevereiro de 2009
Depois da surra que levaram os Hamas agora farao acordo com a autoridade palestina para poder receber ajuda dos Estados Unidos no valor de 900 milhoes de dolares. Parece que o dinheiro e mais importante que a ideologia!!!
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jesus cristo
em 28 de fevereiro de 2009
Dos años después del colapso del Gobierno de unidad palestino y de que Hamás se alzara con el poder en Gaza, vuelve a intentarse la reconciliación. Trece facciones palestinas -entre ellas Al Fatah, el partido del presidente Mahmud Abbas, y el movimiento funda-mentalista- negocian desde el jueves en El Cairo la formación de un Ejecutivo que prepare la celebración de elecciones presidenciales (el mandato de Abbas expiró el 9 de enero) y legislativas.
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jesus cristo
em 1 de março de 2009
No oriente medio nao existe somente a promeira dama. Existem as primeira meia- duzia!
Vida secreta de las princesas del harén
Unas pocas brillan como primeras damas, pero la mayoría de las esposas de gobernantes del Golfo vive en la oscuridad feudal. Ésta es su historia
Compartir el marido con otras esposas no es óbice para ser primera dama, al menos en las pequeñas monarquías del Golfo. Mujeres como la jequesa Mozah de Qatar o la princesa Haya de Dubai atraviesan el espejo del harén como caras visibles de los emiratos donde sus esposos reinan y gobiernan. Al estilo de las first ladies occidentales, se prodigan en público, marcan estilo y se reúnen entre ellas.
Se mueven entre la ‘abaya’ y Versace, entre la tribu del desierto e Internet
Algunas de ellas son imágenes de marca a la hora de atraer inversiones
Es el club de las primeras damas del Golfo, un fenómeno llamativo si se contempla desde el conservadurismo feudal de la región, y en el que algunos quieren ver un gesto de apertura y otros más una cuestión de estilismo, como si las royals locales no pudieran sustraerse al magnetismo de la glamurosa Rania de Jordania.
Pero al lado de Mozah o Haya, enésimas esposas de los gobernantes de Qatar o Dubai -se desconoce el número exacto de coesposas de cada uno de ellos-, hay otras primeras damas que se pliegan a la tradición de la zona: la del ostracismo de la vida pública, que las condena a no tener derecho a la existencia. El perfil velado de la jequesa Sabika bint Ibrahim de Bahrein o la invisibilidad de la jequesa Fatima bint Mubarak, viuda del emir de Abu Dabi, son dos ejemplos del lado oscuro.
Pese a que la última ostenta el título oficial de Madre de la Nación, nadie logra ponerle cara: está prohibido fotografiarla o filmarla, y no tiene biografía oficial. No se sabe dónde nació, qué edad tiene o cuántos hijos dio al emir. Sólo consta una cosa: que, a pesar de no ser la reina madre -el actual gobernante de Abu Dabi, Khalifa Bin Zayed al Nahyan, es hijo de otra de las coesposas de su marido-, su ascendiente sobre el país supera con creces el del aquél.
Una cortesana de origen extranjero que frecuenta el palacio desgrana la escasa información existente sobre la jequesa Fatima amparada en un obligado anonimato. “No fue la primera esposa del emir, pero sí la favorita. Éste se prendó de ella cuando la descubrió, durante un viaje por el país, en una tribu del desierto. Tenía 13 años y era analfabeta. La jequesa aprendió a leer y escribir una vez casada. Desde entonces respalda iniciativas educativas. Y el hecho de haber tenido que compartir a su marido con otras mujeres le hace ver el harén con desagrado: no le gusta que sus hijos tengan varias mujeres”, confiesa esta residente en Abu Dabi. Imposible contrastar la información: hablar de la jequesa es tabú.
En el amplio trecho que va de la abaya (túnica negra tradicional) a los modelos de Versace que luce en sus apariciones públicas en Occidente la jequesa Mozah, estas mujeres salvan también el abismo que media entre las tribus del desierto y la galaxia global. Si la jequesa de Abu Dabi no tiene rostro, Mozah -edad indefinida, licenciada en Sociología, notorio planchado facial- y Haya -35 años, amazona olímpica, formación oxoniense- disponen sin embargo de página web, o como quiera llamarse el incensario virtual que da cuenta de sus múltiples actividades sociales.
Mozah, la única mujer pública del jeque Hamad Bin Khalifa al Thani, es enviada especial de la Unesco para la Educación Básica y Superior y, desde 2005, miembro del Grupo de Alto Nivel de la Alianza de Civilizaciones. Pero su fuerte es el ámbito educativo. En 2003 impulsó la constitución de un fondo internacional para la educación superior en Irak, y en su país amadrina la Ciudad de la Educación, un megacampus situado a las afueras de Doha con facultades de las mejores universidades estadounidenses, como Carnegie Mellon o Georgetown. La jequesa ha recibido doctorados honoris causa de todas ellas. Y la revista Forbes la incluyó en 2007 en la lista de las 100 mujeres más influyentes del mundo.
El matrimonio del jeque Mohamed Bin Rashid al Maktoum con la hermanastra del rey Abdalá de Jordania, Haya, ha hecho ganar peso político a Dubai, y multiplicado el atractivo del emirato. Haya, 25 años menor que su esposo, es la madre de su decimonoveno hijo. Embajadora de buena voluntad del Programa Mundial de Alimentos de la ONU y presidenta de la Federación Hípica Internacional, Haya, que en su juventud frecuentó los hipódromos españoles, es un valor añadido por su proximidad al reino hachemí.
“Todas estas primeras damas constituyen una importante baza a la hora de vender el Golfo a los inversores extranjeros, pero no es sólo una cuestión cosmética. Y aunque la first lady de Qatar sea, con diferencia, la más exhibicionista, por así decirlo; la más aficionada a las cámaras, tras esta proyección mediática, inédita en la región, está una realidad inapelable, la de que estos países están acortando la brecha de género”, dice Mohamed Youssef, consultor internacional con base en Abu Dabi.
Así, entre los vectores de negocio de los pequeños Estados del Golfo no sólo figuran el petróleo o los rascacielos imposibles, también el glamour. Es ahí donde entran en juego estas mujeres, auténticas imágenes de marca a la hora de atraer inversiones, cosmopolitismo y eventos sociales. O sea, negocio.
Aunque la imagen, a veces, no lo es todo. En noviembre pasado, el hotel Emirates Palace de Abu Dabi, un siete estrellas colosal, acogió la segunda cumbre de la Organización de Mujeres Árabes bajo el patrocinio de la jequesa Fatima bint Mubarak. Entre cenas de gala y besamanos sólo para mujeres -los hombres fueron recluidos en edificios aparte-, las sesiones de trabajo eran retransmitidas por circuito cerrado de televisión. A la cita acudió lo más granado del papel cuché oriental: la esposa de Mohamed VI de Marruecos, la siria Asma al Assad y la reina de Jordania, entre otras. Rania, falda lápiz, stilettos y delgadez de astilla, reinaba cual top model entre un enjambre de fotógrafos y cámaras… hasta que llegó la jequesa Fatima. Fundido en negro. Plano fijo castigado de cara a la pared. La jequesa, menuda, cetrina, vestida de negro de la cabeza a los pies y luciendo un bocado de cuero repujado sobre la mandíbula -un signo de sumisión en algunas tribus del desierto-, logró eclipsar a la reina de corazones.
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jesus cristo
em 3 de março de 2009
Clinton vincula la ayuda a Gaza a la paz
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jesus cristo
em 3 de março de 2009
MST=HAMAS Brasileiro
Justificativa do MST para mortes em PE é inaceitável, diz Lula
Movimento alega legítima defesa ao assassinar quatro seguranças da Fazenda Consulta, no último dia 21
SÃO PAULO – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou como “inaceitável” a justificativa de legítima defesa dos sem-terra ao assassinar quatro seguranças da Fazenda Consulta, em São Joaquim do Monte (PE), no último dia 21 de fevereiro.
“É inaceitável a desculpa de legítima defesa para matarem quatro pessoas. É inaceitável e, portanto, a justiça terá de ser feita para apurar a verdadeira responsabilidade”, destacou. A partir daí, o presidente abordou as declarações de Gilmar Mendes. “Eu quero crer que o presidente Gilmar tenha dado opinião enquanto cidadão brasileiro. Quando houver um processo, certamente ele se manifestará como presidente e dará o seu voto”, avaliou.
Lula disse que 43 milhões de hectares foram desapropriados durante seu governo, “53% de tudo que já foi desapropriado no Brasil”. Segundo ele, 520 mil famílias foram assentadas. A prioridade agora é melhorar a qualidade dos assentamentos, emendou ele.
Ele negou a existência de uma crise institucional entre Executivo e Judiciário motivada pelas críticas do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, à onda de invasões dos sem-terra no carnaval. Mendes disse que o repasse de recursos públicos ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST) era um ato ilegal e afirmou que as autoridades poderiam ser acionadas por responsabilidade.
“Primeiro que não tem nenhuma possibilidade de crise institucional, os sem-terra são um movimento que existe no Brasil desde a década de 1980, já atingiu maioridade e, portanto, sabe o que é legal e o que é ilegal”, afirmou, após reunir-se com o primeiro-ministro dos Países Baixos, Jan Peter Balkenende, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
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jesus cristo
em 4 de março de 2009
Em Jerusalém, uma repórter da TV vai ao “Muro das Lamentações” para
entrevistar um velho palestino, famoso pela sua idade avançada.
Chegando ao local, vê que ele está rezando.
Depois de uma hora, o ancião pára de rezar e quando se prepara para
deixar o local, ela o aborda:
- Bom dia, senhor! Eu sou da TV Al Jahzira e queria entrevistá-lo. O
senhor é a pessoa mais antiga que vem diariamente rezar aqui no muro.
Há quanto tempo o senhor vem aqui para rezar?
- Ahh… Há uns 80 anos – responde o velho senhor.
- Nossa! 80 anos! E o senhor rezou pedindo o quê, nestes anos todos?
- Rezo pela Paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, rezo para que o
ódio pare e que nossos filhos cresçam juntos em Paz e Amizade.
- E como o senhor se sente após 80 anos de orações diárias?
- Sinto-me como se estivesse falando com a parede…
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jesus cristo
em 9 de março de 2009
300.000 mortos!!!!!!!!! pelos muculmanos!!!!!!!!
El pasado miércoles, la Corte Penal Internacional (CPI) ordenó el arresto del presidente de Sudán, Omar al Bashir. Se le imputan siete cargos relacionados con la muerte de más de 300.000 civiles en Darfur: cinco por crímenes contra la humanidad (asesinato, exterminio, deportación forzosa, tortura y violación) y dos por crímenes de guerra (ataques a civiles y saqueos). La Corte no ha secundado, sin embargo, la petición del fiscal de incluir dos cargos por genocidio ya que no considera que, tal y como exige el artículo sexto del Estatuto de Roma, por el que se fundó la Corte, las pruebas presentadas revelen la intención del Gobierno sudanés de “destruir, en parte o en su totalidad” los grupos étnicos Fur, Masalit y Zaghawa. Con ello, la Corte cierra un círculo que se abrió en mayo de 2007 con las órdenes de arresto de Ahmed Haroun (ex ministro del Interior) y Ali Kushayb, supuesto líder de la milicia janjaweed de la cual el Gobierno de Jartum se valió durante los cincos años (2003-2008) que duró la campaña de terror en Darfur.
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Apocalypse Now
em 10 de março de 2009
Ô JESUS CRISTO,
Louvo sua preocupação em defender seus pontos de vista, porém, faça-nos um favor: Coloque o nome do autor do texto, da fonte, pois, sabemos que a maiorir de seus posts é “chupada” de outros lugares. Não se aproprie de textos de outras pessoas.
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jesus cristo
em 12 de março de 2009
North Korea is sending a satellite to check humans rigths violations in other countries, primarily Iran.
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jesus cristo
em 12 de março de 2009
Sarah Pallin’s daugther have split with her boyfriend that has impregnated her. This fact will have great repercutions on the 2012 presidential elections in the United States.
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jesus cristo
em 12 de março de 2009
Wall Street is changing its name to Ponzi street soon.
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jesus cristo
em 14 de março de 2009
entro de la Iglesia “se muerde y se devora”. Ése es el insólito mensaje que Ratzinger envió a los católicos en su ya histórica carta a los obispos de todo el mundo, que fue conocida el miércoles, un día antes de lo previsto, gracias a una nueva filtración de la curia, en la segunda fuga de información de las últimas semanas.
Usando palabras medidas, pero más íntimas que nunca, el frío Papa alemán se desnuda ante el mundo con una sinceridad nunca vista, tanto por el tono como por el contenido. Ratzinger no se queja de las críticas de laicos y judíos, al revés alaba “la ayuda de los amigos hebreos”, hace autocrítica y admite errores de comunicación, pide perdón por no usar más Internet, se confiesa lacerado por la actitud beligerante de sus propias ovejas. El enemigo en casa: “Odio sin temor ni reserva”, “hostilidad lista para el ataque”.
La crisis que revela la carta es gravísima. El estado de ánimo del Papa, más que triste, profundamente solo y decepcionado, llena de sombras el presente y el futuro de su pontificado. Cuatro años después de su elección, “la curia está en desbandada y el Papa sigue encerrado en su palacio”, escribía ayer Marco Politi, vaticanista de La Repubblica.
L’Osservatore Romano, el órgano de la Santa Sede, se atreve a definir las críticas católicas al Papa como “el mayor escándalo de los tiempos recientes”, pone el adjetivo “miserables” a las fugas de información, habla de “manipulaciones” de la curia y recuerda al equipo de Gobierno que es un “organismo colegiado que tiene un deber de ejemplaridad”.
El Papa desvela más: dice que ese clima de guerra civil, ese descontento, estaba latente, y ha salido a la luz del sol aprovechando el escándalo global creado por el perdón de la excomunión de los lefebvrianos. Un gesto magnánimo hacia los preconciliares, que quería ser de “discreta misericordia” y que se justifica en la virtuosa necesidad de unir a una Iglesia en crisis, es aprovechado por sus adversarios para “morder” y provocar una división aún mayor.
La revuelta parte de los grandes episcopados europeos, todos ellos muy sensibles a la cuestión judía (Alemania, con la sublevación de 60 teólogos; luego Austria, más tarde Francia y Suiza). Los críticos reprochan al Papa sobre todo una cosa: que no pidiera de forma preventiva a los lefebvrianos una adhesión clara al Concilio II. Ésa es la sustancia de la controversia, casi oculta tras la bomba mediática de la entrevista a Williamson en la que el obispo lefebvriano negaba el Holocausto. Lejos de ver en la decisión un futuro de unidad, muchos obispos juzgan como una involución el generoso trato ofrecido a los cismáticos. Una vuelta a un pasado oscuro y cerrado. Como dice un jesuita español destinado en Roma, “el concilio es la Iglesia; sin concilio no existimos”.
Dentro de la curia -los cientos de obispos y cardenales que llevan la gestión diaria de la Santa Sede desde una treintena de congregaciones, tribunales, oficinas y consejos pontificios-, las lamentaciones son de otra índole. La principal es que un Papa como Dios manda no debe dar nunca marcha atrás. Y Benedicto XVI lo ha hecho dos veces en un mes. En Austria, al revocar el nombramiento del obispo auxiliar de Linz, el ultraconservador Gerhard Maria Wagner, ante el clamor suscitado en el país. Y en Roma, al conceder el perdón a los lefebvrianos y congelarlo luego.
Además, están los síntomas de guerrilla, la disfuncionalidad general en la gestión, las torpes prácticas de comunicación, el hielo entre el cardenal Bertone y la curia. Y a eso se suma el aislamiento del líder: la abstracción del Papa -ahora remata su primera encíclica social y la segunda parte del libro sobre Jesucristo-, la ausencia de un equipo con el que contrastar opiniones, la falta de una línea de mando, la escasez de cardenales fieles.
Caben en una mano: Bertone; el sucesor de Ratzinger al frente de la Congregación para la Doctrina de la fe, Joseph Levada; el nuevo responsable del Culto Divino, Antonio Cañizares; y Grocholewski, que se ocupa de Educación Católica.
Entre los demás, el deporte favorito es comparar a Benedicto XVI con Juan Pablo II. Inagotable tema de conversación en la curia, la nostalgia de los buenos y no tan viejos tiempos. La verdadera cruz de Ratzinger, bastón doctrinal de Wojtyla durante 20 años, es Wojtyla. “Él no tiene su carisma, no tiene su capacidad de llegar a la gente, no tiene su visión política. Vive apartado del mundo”, resume Sor María, monja genovesa, profesora en un colegio de Roma.
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jesus cristo
em 14 de março de 2009
Olhando daqui de cima nao observo nenhum protesto contra o que os muculmanos estao fazendo en Darfur!!!! Por que sera?????
Sudán deja a un millón de refugiados sin ayuda al expulsar a 13 ONG de Darfur
Un brote de meningitis y nuevos enfrentamientos armados amenazan a la población
El presidente de Sudán, Omar al Bashir, ha tomado como rehén a más de un millón de refugiados en Darfur en su pulso contra la justicia internacional. A la orden de detención dictada por la Corte Penal el pasado miércoles y que le acusa de crímenes de guerra y contra la humanidad, Al Bashir respondió el jueves con la expulsión de equipos de 13 ONG que asisten a los desplazados en Darfur. La orden, alerta Naciones Unidas, deja a más de un millón de personas sin ayuda alimentaria y asistencia médica, e interrumpirá los proyectos de saneamiento e infraestructuras básicas iniciados en los últimos dos años.
“Jartum hace el peor de los chantajes”, dice un trabajador humanitario
“Con esta expulsión, Darfur se encamina a una nueva catástrofe”, resume Marta Cañas, responsable de programas en Darfur de Médicos sin Fronteras. “La situación había empeorado en las últimas semanas con un brote de meningitis y nuevas oleadas de desplazados. En muchas zonas se estaba llegando al límite. Ahora, con la orden de dejar de trabajar, se deja a cientos de miles de personas en una situación de absoluto desamparo: sin comida, sin medios para conseguir agua y sin las mínimas necesidades cubiertas”.
Los mensajes de otras organizaciones expulsadas suenan igualmente angustiosos. “Si salimos del país, más de 450.000 personas se quedarán sin asistencia humanitaria urgente y se verán obligadas a valerse sin ningún recurso de agua y alimentos”, asegura un portavoz de Acción contra el Hambre, mientras Save the Children señala que “la vida de cientos de miles de niños está en peligro”. Francisco Yermo, de Oxfam, alerta de que “el riesgo ahora es que también se pierda todo el trabajo hecho, ya que el Gobierno de Sudán está confiscando equipos informáticos y otros bienes de las organizaciones expulsadas”.
El desconcierto imperaba ayer entre las ONG afectadas, ya que la decisión de Jartum no las afecta a todas por igual ni se extiende a todos sus equipos desplazados a Darfur. Médicos sin Fronteras, por ejemplo, ha recibido la orden de que abandonen el país sus equipos procedentes de Holanda -que asisten a 200.000 personas en los campos de Kalma, Muhajariya y Feina- y Francia -170.000 refugiados en Niertiti y Zalingei-, pero Jartum no ha dicho nada a otros equipos españoles, belgas y suizos que también trabajan en Darfur.
Esta actuación del régimen alimenta la impresión de que Jartum está “haciendo el peor de los chantajes: poner cientos de miles de personas sobre la mesa ante la comunidad internacional para intentar que quede sin efecto la orden contra Al Bashir”, afirma un responsable humanitario que pide el anonimato ante lo delicado de la situación sobre el terreno. Ésta es especialmente grave en uno de los mayores campos de Darfur, Kalma, donde viven más de 90.000 refugiados, y en localidades como Niertiti. “El brote de meningitis se ha extendido. Teníamos diseñado un plan para vacunar urgentemente a 121.000 personas. Todo el trabajo se ha interrumpido ahora y la población quedará a expensas de la enfermedad”, explica Cañas.
El segundo mayor foco de inestabilidad en las últimas semanas han sido los enfrentamientos mantenidos en Darfur Sur por facciones rebeldes con las tropas del Gobierno, lo que ha provocado nuevas oleadas de desplazados (entre 20.000 y 50.000 personas, según la fuente) que han llegado a los saturados campos de Darfur Norte, como el de Shangil Tobai.
La expulsión de ONG no afecta al sur de Sudán -bajo control del Gobierno autónomo surgido tras la cruenta guerra civil que enfrentó al norte musulmán con el sur cristiano-, donde las organizaciones siguen trabajando sin problemas. Pero sí pone en riesgo otra delicada zona del país: las provincias -Abyei, Kordofan Sur y Nilo Azul- denominadas de “transición” entre el norte y el sur, según International Crisis Group. “Los acuerdos de paz trazaron una frontera inestable, con comunidades alejadas de sus poblaciones afines. La tensión se ha contenido hasta ahora gracias a las inversiones y a los programas de asistencia. Al expulsar también a ONG en esta zona, Jartum está disparando el riesgo de desestabilización”, afirma Nick Grono.
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jesus cristo
em 15 de março de 2009
This week Ben Liden has recognized indirectly that the Holocaust occurred. His declarations may cause a conflict with his friends in Theeran!
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jesus cristo
em 15 de março de 2009
¿La democracia islamista es la dictadura del pueblo?
El islamismo radical es la negación de la democracia. Es la idea de que hay una única verdad y de que todo lo que contradice esa verdad debe ser prohibido o destruido. Es la típica visión unilateral del fundamentalismo, por lo que el islámico no puede ser llamado democrático desde ningún punto de vista.
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jesus cristo
em 17 de março de 2009
Papa Benedicto XVI: “El sida no se resuelve con preservativos” ( e o mesmo Papa que deu perdao ao Bispo que nega o Holocausto)
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jesus cristo
em 17 de março de 2009
O Hamas do Peru!!
Perú captura a siete integrantes de Sendero Luminoso
Los presuntos terroristas han sido apresados en la zona de Vizcatán, al sur del país, considerado último bastión de la banda
EFE – Lima – 17/03/2009
onso:
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jesus cristo
em 18 de março de 2009
Eu nao tenho nada a ver com esta igreja!! jc
Incoerência católica por Dráuzio Varella
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“Os males que a igreja causa em nome de Deus vão muito além da excomunhão de
médicos”
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AOS COLEGAS de Pernambuco responsáveis pelo abortamento na menina de nove
anos, quero dar os parabéns. Nossa profissão foi criada para aliviar o
sofrimento humano; exatamente o que vocês fizeram dentro da lei ao
interromper a prenhez gemelar numa criança franzina.
Apesar da ausência de qualquer gesto de solidariedade por parte de nossas
associações, conselhos regionais ou federais, estou certo de que lhes presto
esta homenagem em nome de milhares de colegas nossos.
Não se deixem abater, é preciso entender as normas da Igreja Católica. Seu
compromisso é com a vida depois da morte. Para ela, o sofrimento é
purificador: “Chorai e gemei neste vale de lágrimas, porque vosso será o
reino dos céus”, não é o que pregam? É uma cosmovisão antagônica à da
medicina. Nenhum de nós daria tal conselho em lugar de analgésicos para
alguém com cólica renal. Nosso compromisso profissional é com a vida
terrena, o deles, com a eterna. Enquanto nossos pacientes cobram resultados
concretos, os fiéis que os seguem precisam antes morrer para ter o direito
de fazê-lo.
Podemos acusar a Igreja Católica de inúmeros equívocos e de crimes contra a
humanidade, jamais de incoerência. Incoerentes são os católicos que esperam
dela atitudes incompatíveis com os princípios que a regem desde os tempos da
Inquisição.
Se os católicos consideram o embrião sagrado, já que a alma se instalaria no
instante em que o espermatozoide se esgueira entre os poros da membrana que
reveste o óvulo, como podem estranhar que um prelado reaja com agressividade
contra a interrupção de uma gravidez, ainda que a vida da mãe estuprada
corra perigo extremo?
O arcebispo de Olinda e Recife não cometeu nenhum disparate, agiu em
obediência estrita ao Código Penal do Direito Canônico: o cânon 1398
prescreve a excomunhão automática em caso de abortamento.
Por que cobrar a excomunhão do padrasto estuprador, quando os católicos
sempre silenciaram diante dos abusos sexuais contra meninos, perpetrados nos
cantos das sacristias e dos colégios religiosos? Além da transferência para
outras paróquias, qual a sanção aplicada contra os atos criminosos desses
padres que nós, ex-alunos de colégios católicos, testemunhamos? Não há o que
reclamar. A política do Vaticano é claríssima: não excomunga estupradores.
Em nota à imprensa a respeito do episódio, afirmou Gianfranco Grieco, chefe
do Conselho do Vaticano para a Família: “A igreja não pode nunca trair sua
posição, que é a de defender a vida, da concepção até seu término natural,
mesmo diante de um drama humano tão forte, como o da violência contra uma
menina”.
Por que não dizer a esse senhor que tal justificativa ofende a inteligência
humana: defender a vida da concepção até a morte? Não seja descarado, senhor
Grieco, as cadeias estão lotadas de bandidos cruéis e de assassinos da pior
espécie que contam com a complacência piedosa da instituição à qual o senhor
pertence.
Os católicos precisam ver a igreja como ela é, aferrada a sua lógica
interna, seus princípios medievais, dogmas e cânones. Embora existam
sacerdotes dignos de respeito e admiração, defensores dos anseios das
pessoas humildes com as quais convivem, a burocracia hierárquica jamais lhes
concederá voz ativa.
A esperança de que a instituição um dia adote posturas condizentes com os
apelos sociais é vã; a modernização não virá. É ingenuidade esperar por ela.
Os males que a igreja causa à sociedade em nome de Deus vão muito além da
excomunhão de médicos, medida arbitrária de impacto desprezível. O
verdadeiro perigo está em sua vocação secular para apoderar-se da maquinaria
do Estado, por meio do poder intimidatório exercido sobre nossos dirigentes.
Não por acaso, no presente episódio manifestaram suas opiniões cautelosas
apenas o presidente da República e o ministro da Saúde.
Os políticos não ousam afrontar a igreja. O poder dos religiosos não é
consequência do conforto espiritual oferecido aos seus rebanhos nem de
filosofias transcendentais sobre os desígnios do céu e da terra, ele deriva
da coação exercida sobre os políticos.
Quando a igreja condena a camisinha, o aborto, a pílula, as pesquisas com
células-tronco ou o divórcio, não se limita a aconselhar os católicos a
segui-la, instituição autoritária que é, mobiliza sua força política
desproporcional para impor proibições a todos nós.
Folha de São Paulo, 14/3/09, Folha Ilustrada
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jesus cristo
em 19 de março de 2009
Novamente os primos em acao!!!
Blogueiro iraniano que criticou governo morre na prisão
AE-AP – Agencia Estado
DUBAI, EMIRADOS ÁRABES – Grupos de direitos humanos informaram que um blogueiro iraniano, condenado por insultar os clérigos que governam o país, morreu ontem na principal prisão de Teerã. A Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã e o Repórteres Sem Fronteiras disseram que Mohammad Ali Dadkhah, o advogado de Omid Mirsayafi, de 29 anos, informou que o blogueiro morreu na prisão de Evin. As autoridades iranianas não se manifestaram sobre o assunto.
Os grupos de direitos humanos disseram que Mirsayafi sofria de grave depressão e morreu depois que as autoridades não concederam a ele cuidados médicos apropriados. Não há mais detalhes sobre o ocorrido. “Nós responsabilizamos totalmente as autoridades iranianas”, disse o Repórteres Sem Fronteiras em comunicado. “Ele foi detido de forma injusta e não concederam a ele os cuidados médicos necessários”.
A Campanha Internacional pelos Direitos Humanos no Irã pediu que promotores iranianos abram um inquérito sobre a morte do blogueiro. O grupo informou que Mirsayafi foi condenado no mês passado a dois anos e meio de prisão por ter insultado altos funcionários do governo iraniano em seu blog. De acordo com os grupos de direitos humanos, Mirsayafi disse que suas postagens na internet eram lidas apenas por alguns amigos e não tinham o objetivo de atingir uma audiência maior. A maior parte dos artigos de seu blog, agora inacessível, era relativo a cultura e música tradicional persa, informou o Repórteres Sem Fronteiras.
Abusos
Grupos de direitos humanos acusam autoridades iranianas de cometer abusos contra prisioneiros na prisão de Evin, acusação negada pelo governo. Em julho de 2003, a fotojornalista iraniano-canadense Zahra Kazemi foi detida quando tirava fotografias do lado de fora da prisão durante protestos. Ela morreu poucos dias depois em Evin, vítima de um derrame, segundo disseram autoridades iranianas na época.
Um comitê nomeado pelo então presidente Mohammad Khatami descobriu que ela morreu em decorrência de uma fratura no crânio e hemorragia cerebral, causados por “ataque físico”. Mais tarde, a Suprema Corte do Irã ordenou a realização de uma investigação sobre sua morte
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jesus cristo
em 20 de março de 2009
Nunca deixaremos estes bandidos em paz, em nenhum lugar do planeta!!
Wisconsin man who participated in 1943 massacre of 8,000 Jews is deported to Austria
WASHINGTON – A former Nazi concentration camp guard who settled in Racine, Wis., after World War II and acquired U.S citizenship, has been removed to Austria due to his participation in Nazi-sponsored acts of persecution during World War II, Acting Assistant Attorney General Rita M. Glavin of the Criminal Division and U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) Acting Assistant Secretary John P. Torres announced today.
Josias Kumpf, 83, served as an armed SS Death’s Head guard at the Nazi-run Sachsenhausen Concentration Camp in Germany and at the Trawniki Labor Camp in Poland. Kumpf also served at slave labor sites in Nazi-occupied France where prisoners under his watch built launching platforms for Germany’s V-1 and V-2 missile attacks on England. During his service at Trawniki, he participated in a mass shooting in which 8,000 men, women and children were murdered in a single day, on Nov. 3, 1943.
“Josias Kumpf, by his own admission, stood guard with orders to shoot any surviving prisoners who attempted to escape an SS massacre that left thousands of Jews dead,” said Acting Assistant Attorney General Rita M. Glavin. “His court-ordered removal from the United States to Austria is another milestone in the government’s long-running effort to ensure that individuals who participated in crimes against humanity do not find sanctuary in this country.”
ICE Acting Assistant Secretary John P. Torres stated, “Today’s removal brings justice to the families who were victimized by the reprehensible acts that this man committed. The U.S. government will work tirelessly to identify and arrest those who have committed crimes against humanity so that they may not seek to gain safe haven in the United States.”
Kumpf, who was born in Serbia, joined the SS Death’s Head guard forces at the Sachsenhausen Camp in October 1942 and served there for one year before transferring to the Trawniki Labor Camp in German-occupied Poland. During the Justice Department’s investigation of his activities, Kumpf admitted that he participated in a murderous November 1943 Nazi operation. Bearing the code name “Aktion Erntefest” (Operation Harvest Festival), the operation resulted in the murder of approximately 42,000 Jewish men, women and children at three camps in eastern Poland in only two days. Kumpf helped guard approximately 8,000 Jewish prisoners – including approximately 400 children – who were shot and killed in pits at Trawniki. According to Kumpf, his assignment was to watch for victims who were still “halfway alive” or “convulsing” and prevent their escape. If any of the prisoners attempted to escape, he stated his job was to “shoot them to kill.”
Kumpf immigrated to the United States from Austria in 1956 and became a U.S. citizen in 1964. In 2003, the Criminal Division’s Office of Special Investigations (OSI) and the U.S. Attorney’s Office for the Eastern District of Wisconsin brought suit to denaturalize Kumpf. The U.S. District Court for the Eastern District of Wisconsin revoked his citizenship in May 2005. OSI investigated that case, and litigated the subsequent removal action. ICE carried out the physical removal of Kumpf to Austria.
OSI Director Eli M. Rosenbaum stated, “The removal of Josias Kumpf to Austria has achieved a significant measure of justice on behalf of the victims of Nazi inhumanity and it reflects the unswerving commitment of the U.S. government to continuing that quest for justice.”
Kumpf’s removal to Austria was a result of combined efforts by the Departments of Justice, State and Homeland Security on various law enforcement and diplomatic fronts. Kumpf’s removal is part of OSI’s continuing efforts to identify, investigate and take legal action against participants in Nazi crimes of persecution who reside in the United States. Since OSI began operations in 1979, it has won cases against 107 individuals who participated in Nazi crimes of persecution. In addition, attempts to enter the United States by more than 180 individuals implicated in wartime Axis crimes have been prevented as a result of OSI’s “Watch List” program, which is enforced in cooperation with the Departments of State and Homeland Security.
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jesus cristo
em 1 de abril de 2009
Treinamento Israelita para resolver o assunto iraniano em breve!
El convoy fue bombardeado en enero, en plena incursión israelí en territorio palestino. Y según la CBS, tenía como destino la Franja de Gaza. En el incidente murieron 39 personas.
La Fuerza Aérea israelí habría llevado a cabo en enero pasado un ataque en Sudán contra un convoy de armas destinadas a la Franja de Gaza, según informó hoy el canal televisivo estadounidense CBS.
El supuesto ataque causó la muerte de 39 personas originarias de Sudán, Eritrea y Egipto, además de destruir 17 camiones. Al parecer, el incidente se produjo en una zona desértica próxima a la ciudad de Port Sudán, en el norte del país africano, a unos 1.200 kilómetros de Israel.
En esos momentos, las tropas israelíes habían avanzado profundamente en la Franja de Gaza, en el marco de una operación militar que dejó más de 1.400 palestinos muertos.
Según datos israelíes, armas, explosivos y misiles son introducidos de contrabando desde Egipto a la Franja de Gaza a través de túneles subterráneos. La ruta del tráfico comienza en Irán, que apoya al grupo Hamas en Gaza, y podría pasar por Yemen, Somalia, Sudán y Egipto.
De acuerdo con la CBS, el servicio de inteligencia israelí descubrió un traslado de armas a través de Sudán hacia el norte de Egipto, desde donde el transporte debería cruzar el desierto del Sinaí para luego entrar clandestinamente en la Franja de Gaza, actualmente controlada por el movimiento islamista Hamas.
En tanto, el Ejército israelí declinó confirmar o desmentir la noticia. Medios israelíes citaron al ministro de Exteriores sudanés, Deng Alor, expresado su falta de información.
Sin embargo, el ministro de Estado sudanés, Mabruk Mubarak Salim, insinuó que podría haber sido Estados Unidos el responsable del ataque. En una rueda de prensa en Kassala habló del bombardeo realizado por “una gran potencia”. El diario independiente egipcio “Al Shorouk” informó el martes citando fuentes anónimas que fueron las tropas estadounidenses las que atacaron el convoy de traficantes de armas.
En enero, Estados Unidos e Israel firmaron un acuerdo para incrementar el esfuerzo internacional para frenar el contrabando de armas.
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jesus cristo
em 8 de abril de 2009
El Supremo paquistaní ordena investigar la paliza a una joven
Merkel viaja a Afganistán tras criticar al presidente Karzai
AGENCIAS – Islamabad – 07/04/2009
El presidente del Tribunal Supremo paquistaní, Iftikhar Chaudhry -que recuperó recientemente el cargo del que le destituyó el dictador Pervez Musharraf-, ordenó ayer que un comité policial investigue la paliza pública propinada a una joven de 17 años en el valle de Suat, donde los talibanes han impuesto la sharía (ley islámica). Chaudhry convocó a funcionarios y policías de la Provincia Fronteriza del Noroeste (NWFP, las siglas en inglés por las que se conoce esta provincia), donde está enclavado Suat, para que le explicaran el incidente, que calificó de “violación cruel de los derechos fundamentales”. El vídeo del apaleamiento, en el que la joven grita de dolor cada vez que la golpean, ha levantado multitud de protestas tanto dentro como fuera del país entre los activistas de derechos humanos y defensores de los derechos de la mujer.
Al parecer, la joven fue flagelada tras acusarla de mantener relaciones ilícitas. Sin embargo, parientes de la muchacha han dicho a los medios paquistaníes que el incidente ocurrió hace un mes cuando un electricista entró en la casa para hacer unas reparaciones. Sacaron a los dos de la casa, primero le golpearon a él, luego a la chica y después los forzaron a casarse. A él se le prohibió divorciarse de su primera mujer.
Chaudhry y otros jueces del Supremo criticaron duramente a los funcionarios de NWFP y exigieron que se les mantenga informados sobre el avance de la investigación. El Gobierno central llegó recientemente a un acuerdo de paz con la insurgencia que desde hace dos años se ha hecho fuerte en ese valle, y una de las concesiones fue permitir en Suat tribunales islámicos que se regirían de acuerdo a la sharía.
Por otra parte, la canciller alemana, Angela Merkel, viajó ayer por sorpresa a Afganistán después de que el domingo hablara por teléfono con el presidente Hamid Karzai para criticarle por la ley vejatoria para las mujeres que ha promulgado. Merkel visitó a las tropas alemanas, que con 4.100 militares suponen el tercer contingente extranjero más numeroso en Afganistán después de EE UU y Reino Unido.
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