Por que a narrativa sobre Adão e Eva não pode ser uma alegoria
Este artigo trata da centralidade da história de Adão e Eva, tomada literalmente, para o cristianismo em todas as suas formas e variações. A ligação direta da figura supostamente redentora de Jesus Cristo com os fundadores da “humanidade decaída”, Eva e Adão, faz com que estes não possam ser dispensados nem alegorizados, transformados em meros símbolos da criação da humanidade por Deus. O artigo trata também dos problemas acarretados para o cristianismo por sua dependência conceitual e estrutural dos personagens de Adão e Eva e de sua história.
A primeira das várias contradições da Bíblia vem logo no início, no Gênesis. Há dois relatos da criação, o primeiro em Gn 1 e Gn 2: 1 a 3, e o segundo em Gn 2: 4 a 24. No primeiro relato, Deus – chamado de Elohim – cria todos os animais, inclusive os domésticos, e depois – como ponto culminante da criação – cria ao mesmo tempo o homem e a mulher. No segundo relato, Deus – chamado de Javé – cria Adão, depois cria os animais, um a um, trazendo-lhes a Adão para que ele lhes dê seus respectivos nomes. (Será que Adão, o primeiro zoólogo, deu nome a cada uma das centenas de milhares de espécies de besouros?). Finalmente, para fazer companhia a Adão, Javé cria Eva a partir de uma costela de Adão. No livro Pilares do Tempo, que trata das relações entre ciência e religião, o paleontólogo americano Stephen Jay Gould fala da perplexidade e da incredulidade de muitos cristãos quando ele lhes diz que há dois relatos bem diferentes da Criação no início do Gênesis. A recomendação de Gould é simples: leiam o Gênesis; leiam e confiram.
O objetivo deste artigo, entretanto, não é expor contradições da Bíblia nem tratar das quatro fontes do Pentateuco identificadas pelo estudioso alemão Julius Wellhausen no século XIX. O que nos interessa é que após a divergência inicial a história continua. Adão e Eva vivem num jardim paradisíaco, em que nenhuma criatura sofre e nenhuma criatura causa sofrimento a outra. Bem diferente dos jardins atuais, cuja beleza e aparente calma ocultam uma feroz luta pela vida entre insetos e entre insetos e pássaros, entre outros animais. Adão e Eva são advertidos por Deus de que não podem comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. A desobediência de ambos (primeiro dela, depois dele) constitui o episódio crucial conhecido no cristianismo como A Queda. A Queda é o primeiro dos três grandes eventos do cristianismo, sendo o segundo a vinda de Jesus Cristo, sua morte e ressurreição, e o terceiro o esperado retorno de Jesus. Para que veio Jesus? Veio para redimir a humanidade. Para redimir a humanidade de quê? Ora, para redimir a humanidade dos efeitos perniciosos justamente d’A Queda. Como se vê, Adão e Eva não podem ser uma mera alegoria que expresse a criação do ser humano por Deus. Ainda se poderia argumentar que eles são uma alegoria da desobediência da humanidade inteira, centenas de milhares de pessoas em tempos primitivos, ao Criador. Se, no entanto, a desobediência tivesse sido cometida por centenas de milhares de pessoas, isto significaria que a humanidade foi criada por Deus como uma máquina de desobedecer e pecar, programada para desobedecer e pecar, sem nenhuma possibilidade de conceber-se algo semelhante ao livre arbítrio. Para que tenha algum sentido como expressão da ruptura do ser humano com Deus, é preciso que A Queda tenha sido um episódio privado, particular, ocorrido na intimidade de um indivíduo ou de um casal.
Até o século XIX, não se tentava alegorizar o episódio da Queda. Aliás, não se tentava alegorizar parte nenhuma da Bíblia. Desde os seu primórdios até o século XIX, a Bíblia sempre foi vista pelos fiéis como a verdade literal, a palavra literal de Deus. As tentativas de alegorização têm sido uma tentativa de salvar a Bíblia dos avanços irresistíveis da crítica bíblica e do conhecimento cientifico. Se levarmos a sério a história de Adão e Eva, teremos uma humanidade de pouco mais de seis mil anos, tempo estabelecido pelas genealogias do Velho Testamento. Teremos também um mundo em que a ferocidade da luta pela sobrevivência é conseqüência não do processo de evolução pela seleção natural, mas de um ato de dois seres humanos. Sim, pois a acreditar-se na história de Adão e Eva os jardins só se tornaram campos de batalha depois da Queda. É como se vivêssemos num mundo criado pelo homem, e não por Deus. Ou como se Deus tivesse realizado uma segunda criação, esta maligna, por causa da Queda. Para o cristianismo, os animais não-humanos sofrem e fazem sofrer por causa do homem. E tudo isso só será superado com o retorno de Cristo, quando o leão supostamente pastará em mansidão ao lado da ovelha.
Totalmente incompatível com a ciência moderna, o relato de Adão e Eva e da Queda só pode ser uma alegoria, pensam os cristãos mais esclarecidos. Contudo, como vimos, a alegorização da Queda torna sem sentido o conceito de pecado original e a idéia de redenção por meio de Jesus Cristo. Torna sem sentido a própria figura de Cristo, o que faz desabar, em espetacular implosão, todo o edifício do cristianismo.
Se depende de uma alegorização insustentável, se depende de uma narrativa frontalmente contrária a tudo aquilo que nos diz a ciência moderna, o cristianismo está filosófica e cientificamente refutado.
* * *
Pós-Escrito: Após o Debate
Este capítulo da dissertação foi apresentado como artigo no Grupo de Trabalho 3 do I Simpósio Internacional em Ciências das Religiões, realizado na Universidade Federal da Paraíba entre 16 e 18 de julho de 2007. O debate foi breve, devido às limitações de tempo. Mas levantou alguns pontos que requerem esclarecimentos adicionais. Optei por escrever este Pós-Escrito, ao invés de mudar o texto original. Parece-me ser este o caminho mais interessante e informativo para os leitores da dissertação ou do artigo, que têm acesso a toda a gênese dos acréscimos decorrentes do debate. Vejamos alguns pontos levantados, respondidos e aqui desenvolvidos.
1. Na apresentação oral, eu mesmo tomei a iniciativa de mencionar o Renascimento e o Iluminismo como preliminares aos grandes avanços antibíblicos do século XIX, que forçaram os adeptos da Bíblia a uma série de alegorizações reativas que atravessaram também o século XX.
2. A mais famosa tentativa de alegorização do Renascimento foi aquela feita por Galileu Galilei, não com o objetivo de salvar a Bíblia, mas com a intenção de salvar literalmente a própria pele, do fogo da Igreja Romana. No geral, o Renascimento, mesmo tirando a habitação do homem do centro do universo e diminuindo o lugar de Deus nas preocupações intelectuais do homem europeu, não bateu de frente com as instituições religiosas, realizando grande parte de seus feitos artísticos em parceria com a Igreja de Roma.
3. O Iluminismo, mais anticlerical do que antibíblico, representou um forte desafio às instituições eclesiais nos estertores do século XVIII, aquele que terminou, segundo o historiador anglo-austríaco Eric Hobsbawm, em 1789, com a Revolução Francesa. O primeiro livro aberta e sistematicamente ateu, segundo Julian Baggini (p. 78), foi O Sistema da Natureza, do francês Barão d’Holbach, publicado em 1770, apenas dezenove anos antes da Revolução e do início, segundo Hobsbawm, do século XIX, que terminaria em 1914 com a deflagração da I Guerra Mundial (o século XX, por sua vez, iniciado em 1914, teria terminado em 1991, com a queda da União Soviética). Somente no século XIX, as forças religiosas conseguiram articular reações consistentes ao desafio iluminista.
4. Os desafios a partir do século XIX, de qualquer modo, foram muito mais poderosos. A teoria da evolução pela seleção natural e a descoberta da idade da Terra, particularmente, abalaram as estruturas bíblicas de uma forma que teria sido totalmente impossível para renascentistas e iluministas, pela própria falta de conhecimento. Por isso, além das razões mais acima, privilegiei o século XIX no trabalho apresentado no Simpósio.
5. Objetou-se que leituras alegorizantes da Bíblia ocorriam na Antiguidade e na Idade Média. Sim. No entanto, tratava-se de outro tipo de alegorização, não aquele a que me refiro, ou seja, as tentativas de manter a validade da Bíblia mesmo diante de sua reconhecida falta de veracidade. A alegorização antiga e medieval foi muito bem definida pelo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, na página 146 de sua primeira edição. Alegoria no sentido teológico: “Método de interpretação das sagradas escrituras usado por teólogos cristãos antigos e medievais, em que se almejava a descoberta de significações morais, doutrinárias, normativas etc., ocultas sob o texto literal”. Isto é, a alegorização antiga e medieval, diferentemente da alegorização moderna e contemporânea, não buscava substituir a leitura literal por uma leitura figurada, mas tão-somente complementar a leitura literal, extraindo dela suas implicações morais, doutrinárias e normativas. De fato, até o século XIX praticamente nenhum intérprete cristão – romano, ortodoxo ou protestante – duvidava da veracidade do relato da Queda. O que eles faziam era extrair do episódio da Queda uma série de normas, doutrinas e ensinamentos morais. Bem diferente, repito, do que se faz hoje em dia. Nesta dissertação, eu me refiro a alegorização da Bíblia no sentido moderno e contemporâneo.
6. Objetou-se, ainda, que a ciência não pode julgar a religião, por serem modos diferentes e complementares de conhecimento humano. Na verdade, como demonstro em outras passagens desta dissertação, tanto a ciência quanto a religião fazem afirmações sobre a realidade. E fazem afirmações que não se conciliam. Por isso, são magistérios rivais, e não complementares. E a ciência é superior, por basear-se em evidências, não em dogmas, e por fundamentar-se no pensamento racional – argumentativo e demonstrativo, sujeito a contestações e revisões –, não na fé inquestionável.
7. No final do debate, afirmou-se que a teoria da evolução pela seleção natural não está provada, o que já demonstramos não ser verdade. Não apenas a teoria da evolução está provada, como é incompatível com qualquer forma de teísmo, conforme argumentamos no Capítulo 2 desta dissertação.
8. Não houve, antes do século XIX, nenhum crítico bíblico do porte de Julius Wellhausen, o alemão que descobriu as quatro fontes do Pentateuco, demonstrando que os cinco primeiros livros do Velho Testamento não foram escritos por Moisés, como se pensava até então e como a grande maioria dos cristãos e judeus pensa ainda hoje. Ressalte-se que no Novo Testamento Jesus presume que o Pentateuco foi escrito por Moisés, como em Marcos 7:10.
9. No livro Pelos Caminhos da Bíblia – Uma Viagem através do Antigo Testamento, o jornalista americano (judeu) Bruce Feiler (pp. 118-9) afirma: “Em 1800, a Bíblia era vista em quase todo o mundo como a verdadeira e indiscutível palavra de Deus. O Pentateuco, em especial, teria sido escrito por Moisés; os episódios, historicamente exatos; seu teor, divino. No decorrer do século 19, essa perspectiva passou por uma análise incessante e minuciosa”. Feiler arremata que vários estudiosos europeus e americanos fizeram a Bíblia descer das alturas intocáveis em que se encontrava e inseriram-na com firmeza na História. Tudo isto ocorreu, ressalte-se, a partir do século XIX.
10. No livro The Twilight of Atheism – The Rise and Fall of Disbelief in the Modern World, Alister McGrath, professor de teologia histórica na Universidade de Oxford, afirma na p. 15: “Embora o período tenha testemunhado algumas críticas significativas às idéias fundamentais do cristianismo, o século 18 não viu uma grande erosão da fé”. Na p. 98, McGrath põe o dedo na ferida: “Não há dúvida de que a teoria da evolução de Charles Darwin levou a morna crise da fé na Inglaterra vitoriana a explodir em chamas”.
11. Autor de Natural Theology (1802), o reverendo William Paley mostrou como os mecanismos da natureza são complexos e como era necessário que Deus os tivesse projetado tais como são. Paley comparou órgãos como o olho humano a um relógio: assim como um relógio pressupõe um relojoeiro, um olho pressupõe Deus. Ou seja, as espécies teriam sido criadas prontas, teriam sido criadas tais como são, exatamente como afirma o Gênesis. McGrath demonstra (p. 100) que na primeira metade do século XIX Paley era leitura obrigatória para os alunos de graduação da Universidade de Cambridge, inclusive os de biologia.
12. Ressalte-se: o Gênesis não diz simplesmente que Deus criou a vida, mas que ele criou as espécies tais como elas são. Somente com a publicação de A Origem das Espécies, em 1859, alguns religiosos passaram a enxergar a necessidade de transformar o Livro do Gênesis numa alegoria da criação da vida (e não mais das espécies) por Deus. A alegorização do Gênesis é pois, como deixei claro, uma reação desesperada e tardia.
13. Objetou-se, por fim, que o conceito de livre arbítrio, por mim mencionado, é problemático. Claro que é. Mas a punição de Adão e Eva por Deus, punição extensiva a toda a Criação, pressupõe que eles tiveram liberdade de escolha. Caso contrário, teriam sido criados por Deus como máquinas de desobedecer e pecar, teriam feito o que foram programados para fazer, e sua punição não teria nenhum sentido, literal ou alegórico.
14. As teses centrais do capítulo ou artigo, a de que a narrativa da Queda não pode ser uma alegoria e a de que sua necessária literalidade derruba intelectualmente o cristianismo, passaram pelo debate sem arranhões. Mesmo assim, estes pontos adicionais deixam evidente a importante contribuição do Simpósio para este texto, que está hoje muito mais rico do que se não tivesse sido apresentado e debatido no I Simpósio Internacional em Ciências das Religiões, promovido pelo PPGCR da UFPB.
Referências
BAGGINI, Julian. Atheism – A Very Short Introduction. Oxford: Oxford University Press, 2003, 116 páginas.
Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2001, 2.922 páginas.
FEILER, Bruce. Pelos caminhos da Bíblia – Uma viagem através do Antigo Testamento. Tradução de Maria Luiza Newlands Silveira e Fernanda Rangel de Paiva Abreu. Rio de Janeiro: Sextante, 2002, 499 páginas.
GONDIM, Gilson Marques. Da Bíblia aos múltiplos universos – Velhas e novas visões da eternidade. Osasco: Novo Século, 2005, 248 páginas.
GOULD, Stephen Jay. Pilares do tempo – Ciência e religião na plenitude da vida. Tradução de F. Rangel. Rio de Janeiro: Rocco, 2002, 185 páginas.
HOBSBAWM, Eric. Era dos extremos – O breve século XX (1914-1991). Tradução de Marcos Santarrita. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, 598 páginas.
McGRATH, Alister. The Twilight of Atheism – The Rise and Fall of Disbelief in the Modern World. Londres: Rider, 2004, 306 páginas.



Olá! Meu nome é 



Adamastor
em 23 de outubro de 2009
Ou eles alegorizam tudo (e aí vão ter que alegorizar também Jesus e Deus) ou não alegorizam nada. Mas eles escolhem o que é conveniente alegorizar.
É uma farsa, o cristianismo é uma farsa.
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em 21 de março de 2010
FOI O HOMEM QUE CRIOU DEUS
Segundo os estudos da ciência em paleontologia e antropologia, as espécies humanas
São classificadas em anos da seguinte forma:
Australopithecus = de 3 milhões há 1 milhão a 1 milhões de anos;
Homem Erectus = de . mil a 1. milhões há 500 mil anos;
Homem de Neandertal de 500.000 mil anos a 35.000
Homo Sapiens – cro-magnos 35 mil anos até hoje
O Homo Sapiens Sapiens (os CRO-magnos) = de 30 mil anos; primitivos moravam em cavernas, eram nomades, andavam de um lugar para outro em busca de caça e não tinham lugar fixo de moradia e também não tinham capelas, religiões, cultos, ritos e santuáros.
Eles não enterravam seus mortos, há indícios de que algumas tribus eram antropofágicas.
De acordo com achados paleotologicos e antropológicos os primeiros sinais de enterro e rituais fúnebres, foram registrados com o Homo Sapiens Sapiens ( cro-magnon 30 mil anos). Foi nesta época tamben que ele começaram a usar as mãos para pegar as coisas e aprenderam a se comunicar, usando a bôca precariamente ainda. Os enterros se iniciaram porque, antes eles deixavam os corpos em qualquer lugar e os animais ferozes se aproximavam para devorar os corpos, e atacavam os homens, mulheres e crianças
Portando de forma cientifica, nossos antepassados não tinham Deus da forma como é descrito hoje. Como eles temiam as forças incontroláveis da natureza, eles começaram a se apegar no Deus Lua, Deus Sol Deus trovão, Deus raio etc. PELO MENOS ESSES DEUSES ERAM REAIS E SENTIDOS. Posteriormente veio outros Deuses, com os Egipsios, Fenicicios, Nordicos e Gregos Romanos. SOMENTE EM 1.500 AC É QUE UM PICARETA CHAMADO MOISES DISSE QUE SUPOSTAMNET TERIA CONVERSADO COM DEUS COMO É CONHECIDO HOJES..
PORTANTO FICA TRANSPARENTEMENTE PROVADO QUE O HOMEM CRIOU DEUS HÁ 3.500 ANOS PASSADOS.
Isto se deu por situações de alem do homem ser muito frágil para superar as adversidades da natureza, e as dificieis dificuldades da vida, temiam tudo. Como os povos de 2.5 anos atráz eram de todos ignorantes de pouquíssima ou nenhuma cultura, criavam lendas e mitos de que haveria castigos de um fictício Deus, isto para tentar melhorar os comportamentos de até então. DIANTE DE TODOS ESTUDOS E COMPROVAÇÃO DA CIÊNCIA, SURGE UMA PERGUNTA QUE SE FAZ NECESSÁRIA, EM QUEM DEVEMOS ACREDITAR, NA CIÊNCIA OU NAS ESCRITURAS FEITAS POR UNS POUCOS HOEMNS POUCA OU NENHUMA CULTURA PARA AQUELA ÉPOCA? Se abiblia é perfeita, o porque não traz os nomes dos animais que foram criados, como as especieis de insetos, os molusculos, as aves os carnívoros etc.? Só tem um motivo para isto, a biblia é uma farsa mentirosa.
Outra coisa muito importante, é que conforme estudos científicos, os chamados ¨profetas¨ e ¨sábios¨ daquela época, tinha a cultura e sabedoria de uma criança de 10 a16 anos de hoje, e eram contumazes
criadores de deuses e mitos. A biblia só começou a ser escrita há 1.300 anos passados, transmitidas por lenda e istorias contadas de uns para outros. Portando não passam de lenda e mitos. QUANTO A JESUS, ELE SERIA OUTRO MALANDRO PICARETA, QUE FUGIU DA CARPINTARIA DO SEU PAIS, PORQUE NÃO GOSTAVA DE TRABALHAR PESADO. Ficou dos 12 aos 30 anos aprendendo como tapear os tolos e começou a dar uma de curandeiro, sábio e profeta. Dái passou a ser líder de um punhado de ignorantes. Essa liderança subiu tanto a sua cabeça que teve a pretensão e audácia de querer ser rei da Judéia. E deu no que deu. QUANDO SE TRATA DESTE ASSUNTO, OS RELIGIOSOS ALEGAM NÃO ACREDITAR NA CIÊNCIA, POREM VOCES VÃO AOS MÉDICOS, PASSAM POR CIRURGIAS,, USAM TELEFONE, RADIO, TELEVISÃO, TREM, AVIÃO, CELULAR ,FAX ETC. SAIBAM OS RELIOSOS QUE TUDO ISTO É EVOLUÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA E QUE FOI O HOMEM QUEM CRIUO E NÃO ACREDITAR NA CIÎENCIA OU É MUITA IGNORANCIA OU MUITA IMBECILIDADE OU INSANIDADE MENTAL. Para completar essas imundícies, vem agora o irmão do papa confessar que espancava crianças e que sabía de abusos sexuais de menores dentro da irmandade. Isto tudo com a conivência de deus? P ara completar surge o irmão do papa confessando que agredia crianças e que sabia que que dentro do colégio outros religiosos abusavam de menores. Alias isto não é de se extranhar, pois padre, bispos pastores e de todos lideres religiosos, algumas religiões fazem isto desde a idade media,e são contumazes nessas praticas indecentes. TODAS RELIGIÕES TEM SUAS PODRIDÕES COMO, PEDOFILIA SEXUAIS, ATOS LIDIBINOSOS, LADRÕES, ESTELIONAT´RIOS ETC. E SE DEUS FOSSE REAL, BONDOSO, JUSTO E PODEROSO, JAMAIS COLOCARIA CANALHAS COMO ESSES COMO SEUS REPRESENTES. O HOMEM COMUM PODE ATÉ ERRAR, POREM OS RELIGIOSOS NUNCA. NEM TODO SABÃO OU DETEGENTE DO MUNDO VÃO CONSEGUIR LIMPAR AS SUGEIRAS E INMUNDICIES, PRINCIPALMENTE DA IGREJA CATOLICA E UM POUCO MENOS DE OUTRAS RELIGIÕES.
Não sei como podem inventar tantas idiotices, fabulas e mitos desta maneira. É SANSÃO E DALILA, É REI SALOMÃO, É O DILUVIO, É A ARCA, SÃO FAJUTOS MILAGRES, SÃO FAJUTAS CURAS, SÃO FAJUTOS SANTO, SÃO FAJUTAS SANTAS, É UMA FALSA VIRGEM MARIA, É UM FAJUTO SATANAS, É A FARSA DE SODOMA E COMORRA, É UM FAJUTO CRISTO, É UM FAJUTO DEUS, E ASSIM POR DIANTE. Acho que esses religiosos deveriam ler mais artigos científicos e parar de enganar vergonhosamente o povo COM ESSES INDECENTES DIZIMOS, VENDAS DE LIVROS MENTIROSOS E MERCADORIAS RELIGIOSAS. SE ALGUEM TEM ARGUMENTOS CONTRA QUE MOSTRE, MAS MOSTRE COM VERDADES E NÃO LENDAS, FABULAS OU MITOS. ESCRITAS POR MENTIROSOS.
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em 10 de junho de 2011
Que a graça de Deus esteja com você meu caro!
Fico feliz por você expressar seus pensamentos. Gosto pela franqueza como trata tal assunto.
Não pude perceber sua titularidade o sua formação academica, mas percebo que não fala com propriedade sobre muitas coisas no tocante ao CRISTIANISMO u A FÉ NO DEUS ÚNICO E TODO PODEROSO. Alias, aquele que te concebeu e a seus familiares. Mas saiba que estarei orando por você. Que DEUS E JESUS CRISTO TE ABENÇOE!!!!!!!!
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Adamastor
em 23 de outubro de 2009
Se caem Adão e Eva, cai também Jesus Cristo. É isso aí, gostei.
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em 28 de abril de 2010
Pensa mais um pouco Adamastor!
Adão e Eva “seres alegoricos”
Jesus “historicamente existiu”.
Onde esta a relação?
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Adamastor
em 23 de outubro de 2009
Adão e Eva não podem ter colocado a dor e o sofrimento no mundo, porque a dor e o sofrimento são muitos anteriores ao ser humano. Os dinossauros, por exemplo, sofriam e sentiam dor.
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Archidy Picado Filho
em 15 de março de 2010
Assista em http://www.youtube.com/watch?v=WA9OqNTzUSI , e em outras partes do documentário, a história sobre as origens do mito dos chamados “avatares”, ou “filhos de Deus”.
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Estevan Araujo Jr
em 13 de agosto de 2010
Sou engenheiro, não sou católico e muito menos praticante de uma religião que condene ou vá contra a ciência.
Mas é um erro dizer que a teoria da evolução tal como exposta por Darwin é provada completamente.
Não discuto que os seres evoluem, nem que a seleção natural tem seu papel. Mas assim como identificados os 3 grandes erros de Darwin, muitas outras coisas também são muito abstratas.
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Eduardo Vieira da Silva
em 15 de agosto de 2010
Mais de 880 cientistas assinam CONTRA a “Teoria da Evolução”. Fonte: http://www.discovery.org/scripts/viewDB/filesDB-download.php?command=download&id=660
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Eduardo Vieira da Silva
em 15 de agosto de 2010
O besouro-artilheiro ficou famoso na discussão entre adeptos do evolucionismo darwinista e do criacionismo. Foi até publicado um livro com o título “Bomby, The Bobardier Beetle” (Bomby, o besouro-artilheiro), de autoria do Dr. D.T.Gish, renomado bioquímico. Nele, Gish defende que o aparato interno de artilharia do besouro é um exemplo de complexidade irredutível, porque o sistema só tem utilidade – de afugentar os inimigos – depois de inteiramente pronto.
O que se formou primeiro? A câmara de combustão? A fábrica dos produtos químicos? A vesícula? E como é que as partes se integraram para formar o conjunto harmonioso capaz de “cuspir fogo” na hora certa? Nenhuma dessas partes em separado traria qualquer beneficio para o besouro. Ou o aparato bélico apareceu todo de uma vez, ou a seleção natural ficaria sem saber o que selecionar.
Um sistema irredutivelmente complexo é uma “pedra no sapato” na teoria darwinista.
Fonte: http://www.3pinformatica.com.br/redemptor/fotos/fotos/admin/imagens/revistas/pdf/Evolucionismo2.pdf
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em 2 de novembro de 2010
Nesse ponto, o caso do besouro bombardeiro, é feita a mesma lógica non-sense que vocês atribuem aos religiosos.
O mecanismo usado pelo besouro pode muito bem ser parte de um processo evolutivo onde cada parte do mecanismo evoluiu para desempenhar uma tarefa, e em conjunto desempenham uma “terceira”.
Como o apêndice que até tempo atrás era considerado um orgão “vestigial” que não tem função alguma, e hoje em dia acredita-se que ele permanece por que não em todas, mas muitas pessoas ele ainda tem uma função, e dessas ele é carregado pela descendência que não o usa.
O dia que o ser humano souber 100% dos mistérios da natureza ele poderá afirmar que algo está errado ou certo, até lá, só pode ver o que inegavelmente está errado, o resto, fica para a posteridade.
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Ademar
em 16 de setembro de 2010
Que interessante este blog, muito inteligente…
Abaixo alguns blogs de crentes, confiram para ver como eles escrevem sem fundamento, nada tem nexo…
http://ceticismodafe.blogspot.com/
http://www.criacionista.blogspot.com/
http://www.arqueologiabiblica.blogspot.com/
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leandro
em 5 de março de 2011
não vejo porque tanto problema em se alegorizar Adão e Eva e nem outras partes da Bíblia, sinceramente minha preocupação é outra, não consigo me adaptar a idéia de alegorizar um homem que foi históricamente real, viveu há mais de dois mil anos, não usava de violência, não tinha nenhum prestígio social, arrastou multidões,foi morto por causar tumulto para os imperadores, eles o mataram mas foi apenas a tua carne pois o fato é que a idéia continua viva até hoje, basta olhar as cruzes nos cemitérios. Pra mim o raciocínio é: se eu não sou cristão, mas acredito na ciência, e acredito na teoria da evolução, então eu vejo o ser humano como um animal, logo instintivo, o que teria levado os primeiros Cristão a seguir a idéia daquele homem ??? se ele foi crucificado e morreu na pior logo, ele seria desacreditado e ninguem mais o seguiria, no entanto não foi o que aconteceu! Enfim o fato é que eu não o conheci, mas quem o conheceu acreditou mesmo e o seguiu com muita determinação, e seu nome se espalhou por todo o mundo, e isso , isso sim eu tenho certeza absoluta que não é alegorização! No meio desse mar de dúvidas e debates tudo me leva a achar mais lógico pensar que eu não sou capaz de compreender as palvras da Bíblia, do que pensar que Jesus Cristo fez o que fez sendo um homem comum! humildemente espero que meu comentário seja pelo menos um pouquinho útil pra alguem ae ! mas se não for tb vlwww =[
parabéns a vcs , belo espaço de debates , muito interessante !!!!
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Salomão Fernandes Nobre
em 10 de junho de 2011
QUANTO AO QUE FOI EXPOSTO PELO GILSON, POSSO AFIRMAR QUE A TEORIA DA EVOLUÇÃO É MAIS UMA TEORIA. ATUALMENTE ATE MESMO A FÍSICA E A BIOLOGIA ESTAM REVENDO SEU CONCEIT DE CIENCIA, POIS O ATOMO QUE É O OBJETO DE ARGUMENTAÇÃO COENTÍFICO DA FISICA É TÃO COMPLEXO QUE OSFISICOS ESTÃO REVENDO SEUS CONCEITOS E ENQUANTO A BIOLOGIA QUE USA A LÓGICO DAS VITAMINAS PARA DIZER QUE A TEORIA DA EVOLUÇÃ É A ACERTADA, ESTA REVENDO TODO O SEU CONCEITO. PROCURE AI MESMO NA UFPB OS PROFESSORES DAS REFERIDAS PASTAS E VERAS QUE O QUE ESTOU DIZENDO É VERDADE OU NÃO. SENDO ASSIM, NO CAMPO DAS TEORIAS, PREFIRO A DO CRIACISMO. SOMOS SERES ETERNOS SIM E FOMOS CRIADOS. OBSERVE ATÉ A IDEIA DE MULTIVERSOS, QUE É A NOVA TENTATIVA DE EXPLICAÇÃO CIENTIFICA SOBRE A RIGEM DA VIDA EM NOSSO UNIVERSO. VALE RESSALTAR QUE TAL TEORIA ESTA SENDO ELABORADA EXATAMENTE PARA ARGUMENTAR E TENTAR DAR RESPOSTAS A PERGUNTAS QUE A CIENCIA NÃO CONCEGUE RESPONDER E QUANDO TENTA, VAI PARAR NA METAFISICA, OU SEJA, DE UM CRIADOR. MAS É ASSIM MESMO. QUE DEUS TE ABENÇOE E QUE VOCÊ POSSA SER ILUMINADO E INSPIRADO POR ELE PARA BUSCAR SUAS RESPOSTAS. CREIO SER ESSE SEU MINISTÉRIO DADO POR DEUS. QUE DEUS TE ABENÇOE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
DO ADMIRADOR: HISTORIADOR E TEOLOGO
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Gabriel
em 14 de janeiro de 2012
teologia mais um tipo de perversão do evangelho puro e simples.
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Vapera
em 12 de maio de 2012
Caro Gilson,
Concordo com a abordagem, entretanto acredito que a proposta de criação do ser humano não é um acaso evolucionista, vejo mais como uma manipulação genética, haja visto que isso é bem explicito na propria proposta “costélica”. E se pensarmos que do gene de adão, só podemos tirar uma femea que será sempre a soma da bagagem genética da mãe dele e de suas mães (avós, bisavós…) seguindo pela árvore genealógica.
Logoa criação de eva tem um propósito bem específico e não é depurar a raça. Estudos (sempre sectaristas, visto que só sustenta-se o que se acredita e só se vê o que se quer ver) afirmaram que a genética humana tem seis “evas”, isso indica que não houve seleção natural, não da forma preconizada pelos catedráticos. Foi algo pontual como se houvesse tido uma interferência proposital, uma interferência de hibridização de pelo menos uma das evas. A proposta de Lilith é de uma eva anterior, uma eva chucra, “algo indomável” aos propósitos de deus, assim sendo foi substituida por uma feita posteriormente da hibridização anterior, a criação de adão (que como é colocado, é da terra, foi feito do barro, algo como é daqui mas foi feito e não nascido naturalmente), perfeita para a agenda divina.
A impressão que fica é que na infinitude do univérso existem clãs de raças, etnias, gêneros, espécies e toda essa salada de entes tem como norteamento a mesma lei que no meu entender e acredito que no seu também é a lei natural, a evolução sustentada pela seleção natural, e esses entes distribuem seus “genes” pelo universo como se semeia, uma proposta inclusive muito comum na literatura SciFi. Nessa guerra de supremacia vale tudo inclusive a alteração de padrões genéticos do adversário fazendo com que as crias dos outros sejam benéficas para eles. Algo como o que o cuco faz com os outros pássaros, ou como qualquer outro metodo conhecida da natureza e claro métodos alienígenas impensados.
Ou seja, se transportamos a proposta evolucionista para um patamar mais amplo, essa proposta não se limita a animais comensalistas, parasitas, simbióticos ou qualquer outra interação terrestre, mas implica nessa mesma interação entre inclusive universos diferentes disputando seu lugar ao sol ou ao Tao!!
Resumindo a bagaceira, do mesmo jeito que criamos galinhas, formigas criam pulgões e outros animais criam outros animais, seres de outras orbes nos criam também, da mesma forma que criamos transgenia, seres criam transgenias pelo universo a fora, digo, pelos universos a fora!!
Assim se percebe que a proposta de adão e eva e o pecado original tem um cunho de castração, é o bridão do cavalo, é a colera do cão e a primeira tabua de mandamento, anterior a mosaica.
O bem e o mal são questões ambíguas sem sustentação, os deuses dos vencedores são os demônios dos perdedores e vice versa.
Assim fica claro que a proposta é adestrar, pois isso é outra forma de seleção natural, ou seja, se és manso, serás cria e terás o privilégio do criador, mas se és desobediente serás punido, isso entendido que o errado e certo é subjetivo, cria-se o condicionamento. depois é só vir com a culpa e está formado o classico cúmulo do sadomasoquismo: O masoquista pede: me bate e o sádico responde: não bato!
Não tem como não dominar uma raça com tamanha esquizofrenia!!
Parece que na criação do ser humano, colocaram um bug na sopa primordial, e quem pos não queria que essa inseminação planetária desse certo.
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