Por que Israel é um Estado nazista
O Estado de S. Paulo, quinta-feira 9 de novembro de 2006:“No ataque mais sangrento nos territórios palestinos em quatro anos, 18 civis, entre eles sete mulheres e oito crianças, morreram ontem quando disparos de artilharia do Exército israelense atingiram sete casas num bairro residencial de Beit Hanun, no norte da Faixa de Gaza. Mais de 60 pessoas ficaram feridas, algumas delas gravemente. No total, 12 balas de canhão destroçaram um complexo de casas onde viviam integrantes de uma só família, a Al-Assamna. Segundo testemunhas, a família estava dormindo na hora da primeira explosão, às 5h15. Em pânico, os moradores tentavam fugir quando mais tiros de artilharia atingiram as mesmas casas. ‘Vimos pernas, cabeças e mãos espalhadas pela rua’, contou o vizinho Attaf Hamad, de 22 anos.”Mais adiante o jornal informa que os militantes do Hamas mais próximos estavam a 450 metros de distância, acabando com a balela sionista de que civis são atingidos porque guerrilheiros se misturam a eles. O jornal informa ainda que o uso de canhões em operações desse tipo é condenado por especialistas, por causa da imprecisão dessas armas. Ou seja, o Estado de Israel usa canhões mesmo sabendo que o risco de matar civis é altíssimo. É praticamente homicídio premeditado. Ou genocídio premeditado. Isto demonstra que o Estado de Israel não tem a menor consideração e o menor respeito por vidas palestinas, caracterizando-se claramente como um Estado criminoso, assassino em massa.Isso nos traz ao tema deste artigo: Israel é um Estado nazista. Nazista, em primeiro lugar, porque considera que a vida de um judeu vale mais do que as vidas de centenas de palestinos, assim como os nazistas germânicos achavam que a vida de um alemão valia mais do que as vidas de centenas de judeus ou russos ou ciganos, etc. A pretexto de resgatar um soldado capturado pelo Hamas em Gaza, o Estado de Israel se acha no direito de sair matando civis palestinos, inclusive mulheres e crianças. Depois, dizem que foi um “erro técnico” e fica tudo por isso mesmo, com as bênçãos dos Estados Unidos, sem os quais Israel já teria deixado de existir há muito tempo. Os israelenses vivem de uma esmolinha de três bilhões de dólares por ano, esmolinha dada pelos americanos.Nazista, em segundo lugar, porque é um Estado constituído sobre uma base racial. Israel é, oficialmente, um Estado judeu. Quando os judeus são criticados, gritam: “Racismo!”. Isto é, os judeus se consideram uma raça. Aliás, organizações judaicas em todo o mundo, inclusive no Brasil e na Paraíba, têm promovido testes de DNA para determinar quem tem o direito de se proclamar judeu. Se os judeus são uma raça, como eles próprios se consideram (já que etnia não se mede por teste de DNA), Israel é um Estado racial. Se é um Estado racial, é um Estado racista. Se é um Estado racista, é um Estado nazista. Os judeus deixaram de ser vítimas há muito tempo. Hoje são algozes, matadores cruéis de civis inocentes. Comportam-se como nazistas.
Até mesmo em sua exploração sistemática do Holocausto, os judeus se mostram racistas. Atuam para ter o monopólio da grife Holocausto. Vivem repetindo que os nazistas germânicos mataram seis milhões de judeus, o que é verdade (não sou, de modo algum, um negacionista do Holocausto), mas apagam dos registros o genocídio dos ciganos, dos quais cerca de seiscentos mil foram dizimados pelos mesmos nazistas germânicos, muitas vezes nos mesmos campos de concentração. Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão alto quanto o de judeus. E ainda houve, como vítimas do Holocausto, os comunistas, os homossexuais, as testemunhas de Jeová, os deficientes físicos, os deficientes mentais e outros grupos (até mesmo os esperantistas, adeptos da língua internacional e neutra Esperanto foram perseguidos e muitas vezes mortos). Tudo isso é apagado; tudo isso é esquecido. No livro Holocausto – O massacre de seis milhões, o escritor judeu Ben Abraham apaga os ciganos com um truque sórdido: diluindo-os nas nacionalidades. Ou seja, um judeu polonês morto é um judeu; um cigano romeno morto não é um cigano, mas um romeno. Assim, eles ficam com o monopólio do Holocausto e o transformam numa grife judaica que justifica tudo, inclusive o massacre, brutal e covarde, hediondo, de mulheres e crianças palestinas. Até como vítimas os sionistas são racistas. Até como vítimas os sionistas são nazistas. Como algozes, então, nem se fala.Outro conceito nazista fundamental para o Estado de Israel é o de “espaço vital”. Hitler dizia que os alemães precisavam de “espaço vital”, quer dizer, as terras dos vizinhos. Os sionistas dizem e fazem a mesma coisa. As famigeradas colônias construídas sobre terras palestinas na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental e sobre terras sírias nas Colinas de Golã são nada menos que a aplicação do conceito nazista de “espaço vital”. Por que só Hitler deveria ser condenado por isso? Por que os sionistas e o Estado de Israel não deveriam ser condenados? Dois pesos e duas medidas? Nazismo é nazismo, não importa se germânico ou judeu.O próprio conceito de “povo eleito” é puro racismo. Os nazistas germânicos se consideravam o povo eleito pela genética. Os judeus se consideram o povo eleito por Deus e, conseqüentemente, também pela genética. Não há diferença. O judaísmo é, essencialmente, uma religião racista. E todo racismo tem que ser condenado, tenha ou não fundo religioso. Em nome de sua suposta escolha por Deus, os hebreus cometeram muitos massacres, massacres horríveis: “Não deixareis vivo nada que respire; pelo contrário: passareis no fio da espada homens, mulheres, crianças e animais”. Está na Bíblia dos hebreus. Precisa dizer mais? Antes passavam no fio da espada; hoje matam com mísseis e balas de canhão. Sempre foram nazistas; continuam nazistas.Por fim, uma palavra sobre o judaísmo messiânico. Os judeus tradicionais – a grande maioria que inclui ortodoxos, conservadores, liberais e reformistas – consideram Jesus Cristo um falso messias, portanto um farsante, um impostor (enquanto os muçulmanos consideram Jesus um profeta, um dos profetas do islamismo). Os judeus messiânicos consideram Jesus o verdadeiro messias, mas acham que ele veio somente para os judeus. Ou seja, Jesus não morreu pela humanidade, mas somente por eles, os hebreus. Quanta pretensão! Quanto racismo! Quanto nazismo! Basta de hipocrisia. Denunciemos o sionismo pelo que ele é: uma forma de racismo e de nazismo. Denunciemos o Estado de Israel pelo que ele é: um Estado racial, racista, nazista. Podem espernear à vontade, mas esta é a verdade. A verdade, meus caros, a verdade.



Olá! Meu nome é 



fernando
em 11 de novembro de 2006
amém
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MAURO BALMIZA
em 11 de novembro de 2006
parabens pelo seu texto…consegue traduzir muito …
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Samir Aduf
em 11 de novembro de 2006
Concordo com suas palavras em gênero, número e grau.
Parabéns pelo artigo, essa matança tem que terminar!
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Gilson Marques Gondim
em 11 de novembro de 2006
Obrigado a Fernando, Mauro e Samir.
Gostaria de acrescentar um pós-escrito ao artigo. Há mais duas razões para definir Israel como um Estado nazista: a prática legalizada de tortura (definida eufemisticamente como “pressão física”) e a aplicação de punições coletivas, como, por exemplo, punir pais e mães pelos atos de seus filhos, derrubando suas casas.
Tanto a tortura como a punição coletiva são enfaticamente condenadas pela moderna doutrina dos direitos humanos.
Israel desrespeita sistematicamente a Convenção de Gendebra e a Declaração Universal dos Direitos do Homem. caracterizando-se como um Estado delinqüente.
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Nina
em 11 de novembro de 2006
Não há a menor dúvida de que Israel é um Estado nazista!
Israel é uma vergonha para a humanidade!
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ArnaldoTtC
em 12 de novembro de 2006
Realmente não é de se aturar um Estado que justifica todas seus atos de terror e medo com a religião. Religião é algo que você utiliza para fins benéficos, ajudar o próximo. Sinto um enorme repúdio em relação a essas pessoas, que estragam a cara do nosso mundo.. O nazismo alemão tinha um líder, mas em Israel, quem seriam os principais líderes? Quem fomenta toda essa violência? Não consigo definir.
Abraço
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Gilson Marques Gondim
em 13 de novembro de 2006
Prezado Arnaldo,
O nazismo israelense tem liderança rotativa. Mudam as pessoas, mas fica a ideologia.
Que vem, aliás, de muito longe. Vem do Velho Testamento, que recomenda tortura, apedrejamentos, genocídio, punições coletivas… tudo que não presta. O Velho Testamento, também conhecido como a Bíblia hebraica, é pior do que Mein Kampf (Minha Luta), o livro de Hitler.
Você tem razão, caro Arnaldo: o nazismo israelense é de fundo religioso.
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Ademar Benevolo
em 13 de novembro de 2006
SE VCS PREGAM A INEXISTÊNCIA DO ESTADO DE ISRAEL, VCS TAMBÉM SÃO RACISTAS. ALIÁS, SER JUDEU É UMA COISA, SER ISRAELENSE É OUTRA COISA. O DIREITO DA EXISTÊNCIA DO ESTADO DE ISRAEL É AXIOMÁTICO. O SR. GILSON, MUITO INTELIGENTE QUE É, ESCONDE OS FATOS. NÃO FALA DOS CIVIS, INCLUSIVE CRIANÇAS, ISRAELENSES MORTAS PELOS PALESTINOS, QUE SE TIVESSEM AS MESMAS ARMAS FARIAM AS MESMAS COISAS. PESQUISEM SOBRE O TI DE ARAFAT, UM SENHOR CHAMADO AL-HUSSEIN E VCS VERÃO QUEM É RACISTA E NAZISTA.
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RAMBO
em 13 de novembro de 2006
Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome:”Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17).”Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).”Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mãos, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)
Segundo o Hadith (Ensinamentos, palavras ou atos de Maomé)
Maomé também exige que os Muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa – lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: que não há outro Deus além de Alá e que Maomé é o mensageiro de Alá. Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar da jihad pela causa de Alá” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 25).Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 13).As palavras lutar e matar aparecem no Alcorão com mais freqüência do que as palavras oração e amor.
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moshe halevi
em 14 de novembro de 2006
Aos leitores deste espaço respeitoso.
É vergonhoso que ainda se permitam publicar material deste nivel e continuar a fomentar o odio, a ignorancia e o preconceito.
Gostaria que este sr, deixasse de se beneficiar dos serviços qeu são produzidos por Israel, desde o hi-tech que é comprado pelo mundo todo. Exemplos classicos sao peças do proprio computador que provavelmente estamos agora usando. (parte da produção da Intel é de Israel)
queria tambem sugerir que não se vacine e em tome remedios feitos , criando e pesquisados por judeus e ou israelenses. O az para os aideticos por exemplo…
e desejar a este sr, que tenha muita saude para continuar a busca de uma autoafirmação pregando o odio ao proximo.
atenciosamente
Moshe
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Claudio/Niterói
em 14 de novembro de 2006
O Sr Gílson fala que sem a ajuda americana de 3 bilhões de dólares Israel não existiria…essa ajuda, atualmente, é de 120 milhões e o PIB de Israel é de 155 bilhões de dólares.
Quanto à expansão territorial de Israel esta aconteceu como forma de defesa dos ataques terroristas. Em relação à afirmação que Israel é um Estado nazista é difícil até comentar, de tão ridícula e despropositada.O que se vê aqui é um conjunto de pessoas frustradas, que descarregam suas frustrações em cima dos judeus. Se os judeus fossem eliminados da face da Terra vocês continuariam medíocres e frustrados e as suas vidas não melhorariam. Sugiro a vcs algumas sessões de psicanálise para descobrir de onde vem tanto rancor, para que esse amargor na vida de vcs possa ser superado. Isso, obviamente, se vcs aceitarem se submeter a uma terapia que foi criada por um judeu.
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antijud respondeu:
11 de novembro de 2006 às 12:46 pm
vc meu caro com certeza deve ser um judeu!
que provavelmente deve esta com o rabo cheio de dinheiro!
e caso esse milagre ocorrece( Se os judeus fossem eliminados da face da Terra) queria que vc estivesse junto seu apoiado de assassino de crianças
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Israelita respondeu:
11 de novembro de 2006 às 2:30 am
Liberdade de expressão dói né querido?
Israel só existe devido as remessas externas dos seus compatriotas, estude um pouco antes de escrever besteiras.
Israel é um antro de racistas.
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razak tesck
em 14 de novembro de 2006
Obrigado pelo texto.
realmente israel é o cancer desse planeta e esse cancer tem que ser removido o mais rapido possivel.
e para isso so falta os arabes se unirem e riscar israel do mapa para sempre.
pena que hitler nao teve a capacidade de fazer isso anteriormente.
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Gilson Marques Gondim
em 14 de novembro de 2006
Não concordo, que fique bem claro, com o que Razak Tesck diz a respeito de Hitler.
Quanto a Cláudio, ele está equivocado sobre quanto Israel recebe por ano dos Estados Unidos.
Sobre o Sr. Moshe Halevi, repudio sua apologia da censura.
Em relação a Rambo, só posso achar ridículo alguém que se identifica com um “herói” ficcional que ganha na tela as guerras que os americanos perdem fora do cinema. Será que o Sr. Rambo sabe que seu herói chamou num de seus filmes o pessoal de Bin Laden de “combatentes da liberdade”? Pois é, os americanos financiaram Bin Laden contra os soviéticos, assim como financiaram Saddam Hussein contra o Irã.
Por fim, o Sr. Ademar Benevolo, um dos leitores mais assíduos deste site. Vocês devem ter notado que ele diz: “Vocês também são racistas”. “Também”! Benevolo admitiu, num interessante ato falho freudiano, que ele e seus correligionários são racistas.
O debate está excelente!
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Ademar Benevolo
em 15 de novembro de 2006
Caro Sr. Gilson,
Gostei que tenha percebido o “erro”, mas a bem da verdade só me fez ter a certeza de uma coisa: ou todos somos racistas ou não cabe aqui a idéia de racismo.
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Razak Tesck
em 15 de novembro de 2006
bem é vamos deixar claro isso o que comentei acima é um ponto de vista meu somente meu ninguem daqui tem algo haver com o que escrevi.
e cometi um erro grave ao esquecer de mencionar que o cancer de qual falo nao sao todos os judeus e sim o sionismo.
pois para mim o sionismo se vai alem do estado de israel.
nao acredito no holoconto pelo menos nao na maneira que foi contado, e como ja disse o Sr. presidente Mahmoud Ahmadinejadse ” Se voces (Alemaes nazistas) queimaram os judeus por que não dão um pedaço da europa. estados unidos, canadá ou alasca para israel?”
por que esse povo tem que sofre se nao foram eles que fizeram o holoconto?
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Gilson Marques Gondim
em 15 de novembro de 2006
Prezado Benevolo,
Não somos todos racistas. E cabe nesta discussão o conceito de racismo, pelos motivos apresentados no artigo.
Mudando de assunto, em outro episódio eu fui linchado pelos sionistas em seus sites e não recebi o menor direito de defesa. Vejam como o meu site é muito mais democrático do que os deles.
E não me venham com patrulhamentos contra Razak Tesck. Embora eu não concorde com algumas de suas idéias, ele tem todo o direito de defendê-las.
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Ademar Benevolo
em 15 de novembro de 2006
Caro Gilson,
O sr. chegou aonde eu queria. Tenho certeza que não existe racismo nas idéias que se colocam em dicussão, a não ser que as interpretem assim. Neste, caso árabe-israelense, a disputa é por espaço, pelo direito de existir enquanto nação. Acredito que tanto Israel quanto Palestina têm condições de conviver pacificamente sem a destruição de qualquer que seja o lado. Em Israel existe partido árabe, árabes ricos dão emprego para judeus pobres e vice-versa. Não é o ideal ainda, paciência. Enquanto democracia Israel dá o direito dos árabes se organizarem. Essa comparação que o sr. e alguns tentam fazer entre Israel e a Alemanha nazista perde-se nos fatos. Quantos anos durou o regime nazista e quantas pessoas foram mortas? Há quantos anos existe o novo estado de Israel, que desde que renasceu vive em confronto com os árabes, e quantas pessoas já morreram por isso? A diferença nos números são absurdas!! Os árabes-palestinos que vivem em Isarel, não vivem em campos de concentração. Não existe dentro de Isarel nenhum édito canônico, nem decreto, nem Lei, nem proibição contra os palestinos que lá vivem. Os palestinos que vivem em Israel não fazem atentados terroristas contra Israel. Sabe por que? Porque têm emprego, não morrem de fome. Existem palestinos pobres e ricos em Israel, como existem judeus pobres e ricos. Todos são cidadãos israelenses. Os terroristas irão perder essa guerra, porque a população palestina não agüenta mais morrer por nada. Eles já estão tendo a consciência de que devem construir um estado deles, livre, democrático, onde se os seus eleitos não derem emprego e renda, não permanecerão no poder muito tempo. As mudanças já estão acontecendo e a pressão é interna. Infelizmente, existem pessoas que moram distantes de lá,que não sabem bulhufas da realidade e ao invés de estimular a concórdia, estimulam a discórdia; ao invés de estimular a paz, estimulam a guerra: ao invés de estimular a tolerância, estimulam a intolerância. Penso, que ao invés de estarmos discutindo aqui, num espaço fantástico como esse, com uma pessoa inteligente como o senhor e seus visitantes, idéias negativas e destrutivas, poderíamos tentar discutir, pelo menos em teoria, já que a realidade é mais dura, soluções para o problema, que não é nosso, mas nos influencia tanto.
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george respondeu:
11 de novembro de 2006 às 9:22 am
Ia responder mas a resposta do Ademar está muito boa, então só vou reforçar. Se Israel é um Estado nazista como o arrogante sr Gilson o chama, deve ser muito ineficiente, pois com todo o poderio militar não consegue exterminar os palestinos.
Deveria ser menos imparcial, e pq não relata os milhares de misseis que são lançados contra o Estado de Israel? e os atentados terroristas?
Israel é um estado democrático onde um jornalista palestino que vive lá pode criticá-lo, agora vc imagina algum judeu dentro de um país arabe podendo se expressar livremente?
Em relação a espaço vital, vc conhece a geografia de Israel?
Nazista aqui é vc e seus seguidores!
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M.Rosenblatt
em 15 de novembro de 2006
TODAS as guerras no mundo inteiro, sao causadas por lideres nao-democraticos (ditadores/despotas/tiranos). TODAS as guerras sao SEMPRE ou entre dois paises nao democraticos ou entre um democratico e um nao-democratico. NUNCA houve uma so’ guerra entre 2 paises democraticos quando os dois eram democraticos. A Franca e a Alemanha so’ entraram em guerra quando, pelo menos em uma delas, havia um ditador (Hitler, Napoleao). Argentina e Inglaterra so’ entraram em guerra quando uma delas, a Argentina, nao era democratica (3 generais tomaram posse do governo). Da Mauritania, na ponta oeste da Africa, ate’ a Indonesia, na ponta leste da Asia, existem 54 paises arabes islamicos. So’ um deles e’ democratico: a Turquia. E apesar de ter um governo islamico, a Turquia tem excelentes relacoes com Israel sem nunca terem assinado acordo de paz. Coincidencia? Nao! Duas democracias NUNCA assinam acordo de paz pois nao ha’ necessidade. E’ interesse mutuo. E NUNCA ha’ guerra entre dois paises democraticos, por mais complicadas que sejam as divergencias entre eles.
So’ havera’ paz entre Israel e os paises arabes quando esses ultimos se tornarem democraticos. A culpa de TODAS as guerras entre Israel e os arabes cai nos ombros dos arabes pois sao regimes ditatoriais.
E outra coisa: TODO o territorio de Israel, incluindo a antiga Cisjordania (Judea e Samaria) e a faixa de Gaza, pertencem ao povo judeu nao so’ por promessa de Deus (Jeova’) mas tambem porque foi assim decidido pela Liga das Nacoes em 20 de Abril de 1920 e reiterado pelo ONU em 1945 (Item 80 do Artigo 12 da Carta das Nacoes Unidas) e tambem porque assim esta’ escrito 4 vezes no Corao!!!
Os arabes de Gaza lutam contra Israel vestindo roupas de civis e se escondendo dentro da populacao civil, contrariamente ao que foi decidido na Convencao de Geneva. A quarta Convencao de Geneva da’ a Israel o direito de ataca-los dentro da populacao civil e se morrem civis, a culpa e’ deles (do Hamass, do Jihad Islamico, da Autoridade Palestina) mas nao de Israel (The 4th Geneva Convention. Part III. Sectio 1. Articles 28 and 29).
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Mestre-X
em 15 de novembro de 2006
Acreditamos que Deus está no controle de todas as coisas; acreditamos que se houvesse vontade política poderia ser resolvida a questão debaixo do bom senso. Conclamamos a todos os Cristãos para orarem pelos Judeus e pelos Palestinos para que Deus tenha misericórdia desses dois povos que ainda não conheceram a Graça de nosso Senhor Jesus Cristo.
Alguns motivos para defendermos ISRAEL:
PRIMEIRO: Porque israel e nitidamente a vítima de uma nova agressão e é [uma obrigação] moral apoiar as víti¬mas. Israel abandonou Gaza; o Hamas sequestrou um soldado israelense e lan¬çou seus ataques com mísseis. Pouco depois, uma chuva de foguetes de curto e médio alcance lançada desde o Sul do Líbano pelos terroristas do Hizb’allah (Partido de Alá) caiu sobre o país, provo¬cando baixas na população civil. Vários militares foram assassinados. Israel não está atacando: está se defendendo – tem o direito e o dever de fazê-lo.
SEGUNDO: Porque, se Israel não se defender e não conseguir proteger seus cidadãos, repetir-se-á o massacre de ju¬deus a que o mundo já assistiu (com bas¬tante indiferença) durante o nazismo. Al¬guém duvida qual seria o comportamento de um governo palestino integrado pelo Ha¬mas e pelo Hizb’allah se estes conseguis¬sem derrotar o exército de Israel e domi¬nar seu território? A ameaça de lançar os judeus ao mar não é uma metáfora, mas uma funesta promessa mil vezes reitera¬da pelos islamitas mais radicais.
TERCEIRO; Porque derrotar e desar¬mar o Hizb’allah confere ao Líbano a opor¬tunidade de existir como uma sociedade próspera, pacífica e livre. 0 Hizb’allah, com sua agressiva milícia armada pelos síri¬os e iranianos (mais poderosa que o exér¬cito libanês), não somente procura des¬truir Israel: já destroçou o Líbano precipi¬tando-o numa guerra que a maior parte dos libaneses não desejava.
QUARTO: Porque Israel é a única democracia pluralista e respeitadora dos direitos humanos que existe no Oriente Médio. A única, com certeza, em que os árabes, inclusive os que detestam o Es¬tado judeu, votam livremente e fazem parte do parlamento. A única em que as mulheres de religião islâmica estudam sem limitações, gozam dos mesmos di¬reitos dos homens e não são tratadas como seres de segunda classe.
QUINTO: Porque a única solução desse conflito depende da convivên¬cia pacífica entre Israel e um mundo islâmico que, finalmente, como suce¬deu com o Egito e a Jordânia, admita o direito desse Estado existir. Parece que isso não vai ocorrer até que se chegue à convicção de que não é pos¬sível destruir o Estado judeu, algo que ficará muito mais claro se os inimi¬gos de Israel perceberem que o mundo livre respalda sua integridade sem vacilações.
SEXTO: Porque atrás do Hamas e do Hizb’allah estão as satrapias sí¬ria e iraniana, dois regimes inimigos do Ocidente que divergem no terreno religioso – a Síria é uma ditadura laica e o Irã é uma ditadura religiosa -, mas que convergem no ódio irracional às democracias liberais.
SÉTIMO: Porque o êxito econó¬mico, político, científico e social de Israel tem o potencial de converter-se em um modelo para a região. Os árabes mais sensatos de Gaza ou da Autoridade Palestina, quando compa¬ram a vida miserável que lhes é im¬posta pelos homicidas da Al Fatah, do Hamas e do Hizb’allah com o esti¬lo de vida muito superior de seus ir¬mãos palestino-israelenses, inevita¬velmente chegam à conclusão de que a liberdade e a racionalidade rendem dividendos.
OITAVO: Porque a todo o planeta convém eliminar esses terroristas capa¬zes de provocar uma escalada do conflito que pode levar a uma guerra devastado¬ra. 0 Irã está a caminho de converter-se em um Estado nuclear, e seu presidente, Mahmud Ahmadinejad, tem reiterado que o Estado hebreu deve desaparecer. Nin¬guém duvida que, se ele tentar concreti¬zar seu desejo, Israel responderá no mes¬mo nível e o resultado seria uma catás¬trofe para a região e para o mundo.
NONO: Porque Israel é um relógio de Deus para a segunda vinda de Jesus Cristo. Por preceito bíblico os cristãos devem viver clamando “Maranata” (Ora Vem Senhor Jesus) e praticando atos co¬erentes para que este dia chegue breve pois é isto que aguarda a Igreja como seu anelo maior – a volta do noivo.
DÉCIMO: Porque aquela lição de his¬tória que nos explicava que os fundamen¬tos morais da civilização ocidental se en¬contravam na tradição judaico-cristã era certa. No Ocidente, Israel somos todos. E se algum dia Israel perecer, isso representará um pouco a morte de todos nós.
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Paz e amor
em 15 de novembro de 2006
Tenho muitos amigos arabes, judeus e inclusive palestinos, felizmente, todos querem paz do fundo do coração….
Morei em Israel durante alguns anos e só quem teve essa experiência pode afirmar que os dois lados da historia querem paz…
Entao vem a pergunta… por que a paz esta tão longe de ser alcançada?
Existem muitas respostas, mas a que eu acredito por ter vivido no meio da guerra, é que existe um povo que está disposto a fazer tudo, inclusive morrer, para obter um pedaço de 100 metros quadrados…… e outro povo que está disposto a fazer com que esses 100 metros quadrados sejam produtivos para a comunidade local e mundial….
Pensem os Srs. que um país que tem menos de 60 anos é um país altemente informatizado, desburocratizado, democrático (inclusive com arabes dentro do parlamento), justo e com um poder incrivel de crescimento….
è muito estranho que países que tem centenas de anos como o Brasil e os países arabes, não vejam isso como exemplo e façam uma revolução pró-regresso…
Sabemos que o povo brasileiro torce sempre pelo lado mais fraco como em um jogo de futebol, torcemos para quem está perdendo, mas não tenham a impressão de que os árabes são coitados e só as crianças atiram pedras….. é muito mais que isso….
Diariamente, o exercito israelense detecta muitos homens bombas e muitas bombas que aão deixadas em locais públicos antes de explodirem, mas a mídia israelense não divulga esse tipo de operação para não fomentar esse tipo de atitude….
em fim…. digo isso por ter vivido lá, repito, não julguem Israel como nazista ou algo do genero, Israel é um país que deu e está dando certo, com imprestimos ou qualquer outra estrategia…
os países árabes são países que vivem de seus recursos naturais como o petroleo e não tem nenhuma política de desenvolvimento social, humano, intelectual ou político…
vamos lutar pela paz e nao para aniquilar nenhum povo, raça, religioão ou estados… todos temos o direito de viver e nos expressar, mas não deixem que as impressões de ver um problema por fora dominem suas mentes…
sugiro que visitem a terra santa e sintam o que eu senti
abraços
pfm
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Tomás
em 15 de novembro de 2006
Sou católico, mas ainda assim achei que este texto é uma merda, além de ser preconceituoso e nada imparcial. Bom jornalismo…
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Luciano
em 16 de novembro de 2006
Parabéns pelo artigo…
Quem sabe um dia os judeus e o estado de Israel desapareçam do planeta…
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Shalom Yakir
em 16 de novembro de 2006
O artigo contendo a desprezivel mensagem de virulencia irracional contra o Estado de Israel e’ certamente o fruto das sequelas irradiadas pelo barbarismo das inquisiçoẽs da Idade Media e das perseguiçoẽs contra os judeus desde tempos imemoriais, quando foram injustamente condenados pela morte de Jesus Cristo.
Aos comentaristas acima, condenando Israel e implicitamente os israelitas, melhor fariam atualizando-se dos fatos historicos, antes de expelir a frustação e o odio gratuito que enegrecem seus principios elementares de respeito e convivencia entre credos e etnias. Se e’por falta de conhecimento de causa ou educação apropriada que lhes faltam(1), instrutivo e’ lembra-los que no Brasil foi aprovado Decreto de Lei(2) determinando que o termo “judeu” , entre outros, e’ pejorativo e ofensivo.
Depois do Holocausto e da 2a.Guerra Mundial, cristãos e judeus assumiram com muita seriedade a tarefa de reaproximação e de desmantelamento do anti-semitismo cristão. Criaram as Fraternidades Cristão-Judaicas. Realizaram congressos internacionais. A catequese e a pregação cristãs começaram a ser revistas no que tange ao judaísmo. Pessoas como Jules Isaac, o cardeal Agostinho Bea e o Papa João XXIII tiveram um papel dos mais importantes nesse processo. João XXIII tirou do Missal Romano a expressão “pérfidos judeus”. No Concílio Vaticano II (1962-65), quando bispos católicos de todo o mundo (quase três mil) se reuniram, um dos temas tratados foi a relação com o judaísmo, no decreto “Nostra Aetate 16″. Dentre os pontos mais importantes do decreto está a refutação da culpa coletiva dos judeus pela morte de Jesus. Não se pode culpar todos os judeus que viviam naquele tempo pela morte de Jesus, nem mesmo os judeus de todos os tempos. Não se deve mais apresentá-los na pregação cristã como um povo amaldiçoado por Deus. Reconhecem os bispos que cristãos e judeus tem um grande patrimônio espiritual comum e recomendam o mútuo conhecimento e apreço. Estas novas diretrizes, entretanto, levam um bom tempo para serem assimiladas. Trata-se de sentimentos muito arraigados, que não são facilmente removíveis, quer por preconceito, ignorancia e herança cultural de país e familia.
O autor não identificado do artigo, que define o Estado de Israel de nazista o faz com a clara intenção de atingir israelitas e israelenses num dos nodulos mais sensiveis de sua sofrida historia contemporanea, qual seja compara-los `as hodiondas bestas hitleristas sub-humanas que o mundo conheceu ha’apenas 60 anos atras.
Ainda mais, o autor se autodesmerece ao recorrer `a inocuas tecnicas de sofismo e demagogia ao ignorar a continua ação terrorista dos Palestinos, revela-se antissemita e ofende a tradição brasileira de tolerancia, respeito e harmonia entre raças e religioẽs.
(1)
http://www.jcrelations.net/pt/?item=1268
(2)
Para o direito penal brasileiro, a prática da discriminação e preconceito por raça, etnia, cor, religião ou procedência nacional consiste em delito previsto na lei 7.716/89, alterada pela lei 9.459/97. Segundo art. 140, parágrafo terceiro do Código Penal se a injúria utilizar elementos relacionados à raça, cor, etnia, religião ou origem, a pena é de reclusão de 1(um) a 3(três) anos e multa. De acordo com a intenção da lei nova, chamar alguém de judeu, pretão, negão, crioulo, miserável, preto, fanático religioso, pobretão, etc., desde que com intenção ou vontade de lhe ofender a honra e a dignidade relacionada com a cor, religião, raça ou etnia, sujeita o autor a uma pena prevista na lei penal.
Da mesma forma a prática da discriminação constitui-se, em matéria civil (art. 186 do Código Civil) um ato ilícito praticado em desacordo com a ordem jurídica, violando direito subjetivo individual. Causa dano à vítima comete ato ilícito, criando o dever de repará-lo.
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Estudante
em 17 de novembro de 2006
Às pessoas que negam que Israel perpetuou mais um massacre contra pessoas inocentes e indefesas:
Provem que o Estado de São Paulo está errado! Que nada do que está escrito acontenceu mesmo. É tudo mentira. Israel não matou ninguém não! Ha.
Israel não é uma potência militar, não possui armas precisas, por isso comete erros com tanta freqüência.
Se 1 israelense morre, Israel tem o legítimo direito de se vingar, ivadir campos de refugiados e matar indiscriminadamente. Se Israel mata várias mulheres e crianças, os palestinos que fiquem sem família, sem indenização, sem condenação internacional (os Estados Unidos não permitem).
Como ainda se pode defender o Sionismo, depois de tudo que Israel fez no Líbano? Ou vocês são cegos, ou não querem ver.
Ainda bem que existem judeus não-sionistas e/ou anti-sionistas.
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Estudante
em 17 de novembro de 2006
Tem judeus também como Norman Finkelstein, em “A Indústria do Holocausto”…
Infelizmente, sionistas não toleram quaisquer opiniões que se choquem com os seus interesses.
[Responder]
Aroldo Pesarini
em 17 de novembro de 2006
Uma pequena advertencia ao comentarista Luciano:
Os judeus de hoje são descendentes de um dos povos mais antigos do planeta. Esse povo foi capaz de superar por mais de 2 mil anos um sem fim de matanças e perseguiçoẽs, e um monte de pragas para que morressem, incluindo essa abominavel do Luciano. Uma coisa e’ certa: Muitos Lucianos ainda vão passar por esse planeta antes que os judeus e Israel desapareçam… Nada de pessoal.
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Gilson Marques Gondim
em 17 de novembro de 2006
Shalom Yakir: “O autor não identificado do artigo…”
Como “não identificado”?
O artigo é claramente assinado por mim.
O Sr. Yakir sabe ler?
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Cristina Weinberger
em 18 de novembro de 2006
Proponho aos que falam por falar, ,q nunca estiveram em Israel, só sabem e cantam aos 4 ventos o q ouvem de crendices, na mídia tendenciosa ,noticiários truncados, em orkuts da vida, etç…q leiam muito sobre o estado de Israel,sobre judeus e sua história, seu tamanho,analisem o mapa da região, se informem mais e por que não? vão a israel e vejam o outro lado da história tb.
falar sem base nenhuma é cômodo, é não ter opinião própria, cultura e é ser burro!( falta muita leitura). Antes q vc queira q Israel acabe e os judeus, vá até lá passar um tempo Luciano.
Cris weinberger
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Miguel Fernandes
em 18 de novembro de 2006
Ah, pára com essa palhaçada, vai. O islã está matando NEGROS a rodo no Sudão, limpeza étnica. Cê não diz nada, né? Será que o Sudão, com suas milícias Janjaweed, é nazista? A chacina no Congo sobe a 4 milhões de trucidados. E aí, mané, quem é nazista no Congo? A polícia do Rio de Janeiro bate recorde de homicídios. O Rio é nazista? Teu lance é sacanear Israel, né, ô sumidade? Quem é que bota criancinha palestina pra se explodir, é Israel? Numa palavra, qual é o único maldito Estado — num mundo que pinga sangue, como o nosso — a que se questiona “se é nazista”, “se deve existir”? Eu quero questionar se o Irã tem o direito de existir, depois de mandar brigadas de crianças enroladas em cobertores explodir com seus próprios corpos as minas terrestres iraquianas. Cadê os dez mil integrantes da Fraternidade Muçulmana trucidados pelos Sírios? Os Sírios são nazistas? Que palhaçada!
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Amel
em 18 de novembro de 2006
Rambo
É vergonhoso que muitas pessoas ainda vejam o Islamismo como uma apologia ao terrorismo e o Alcorão como a “Bíblia da Morte”…
Meus pais são muçulmanos, fui criada em berço muçulmano e, apesar de muitos dizerem que a mulher é massacrada no Islamismo, NUNCA vi isso no meio em que vivo, tanto que ando sem o véu, leio a Bíblia e agora estou lendo “O Evangelho segundo o Espiritismo”, sou biomédica formada e tenho pleno domínio de minha vida.
Rambo, o que tenho a dizer sobre os atentados terroristas é: ÓDIO GERA ÓDIO. Em 1992 eu estive no Líbano e tive oportunidade de conversar com o meu avô antes que ele falecesse e ele me deu detalhes funestos dos bombardeios israelenses ao vale do Bekaa (onde meus pais nasceram). Imagine só: corpos carbonizados se decompondo ao ar livre, mãos, pés, cabeças sendo arrastadas por cachorros e lobos e ninguém com coragem de enterrar os pobres coitados, pois os soldados israelenses abriam fogo ao que se aproximasse da carnificina! Só quem tem parentes mortos dessa forma, mulheres estupradas, crianças mutiladas, só quem vê sua casa sendo violada, sua terra sendo dizimada (não só no sentido material, mas também no sentido cultural, religioso e moral) pode entender o que se passa pela cabeça dos terroristas.Muitos deles são filhos de famílias vitimadas por Israel e pelos EUA.
Quero deixar bem claro que NÃO ESTOU JUSTIFICANDO O TERRORISMO E SOU CONTRA TODAS AS ATITUDES DE VIOLÊNCIA… mas é quase próprio da raça humana o desejo de revanchismo, vingança.
E sobre o Alcorão e a Sunna do Profeta Muhammad, ou vc não soube interpretar ou leu tudo de cabeça pra baixo, pq eu fui criada lendo esses dois livros, sou esclarecida e estudiosa em religiões e não vejo referência a matança. Será que você não interpretou o que quis interpretar e não o que o Alcorão realmente quis te dizer? Te recomendo a seguinte versão alcorânica “O Significado dos Versículos do Alcorão Sagrado”, do Prof. Samir el Hayek.
Examine os livros de história: Quando o Islamismo começou a se expandir, quem saiu por aí cortando cabeças, matando homens, violentando mulheres e saqueando acampamentos enquanto repetiam o Nome de um Ser que é Todo Amor, Paz e Compaixão, como o nome de JESUS CRISTO? Foram os católicos!!! Isso não foi uma forma de TERRORISMO?!
Ah, e outra coisa: se o Brasil, por exemplo, se rebelasse contra a “autoridade” do governo americano, o que sofreríamos? Embargos, ameaças de invasão… os brasileiros são tratados como seres inferiores não só pelos americanos, mas também pelos judeus! Aí eu t pergunto: ISSO NÃO É TERRORISMO?
Fica aqui o meu protesto.
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Jorge Magalhães
em 18 de novembro de 2006
Após uma leitura do texto, observa-se a total parcialidade do mesmo, e seu descarado preconceito contra Israel.Pois bem o que deseja o autor?Que o povo de Israel faça com os judeus do Gueto de Varsóvia?Que assistam os foquetes “infensivos” do Hisbolá e outros cairem em cidades israelenses e nada fazer?
Quanto a ajuda americana, somente alguem desfodo do que é a geopolitica para falar assim.Afinal quem ajudou a Alemanha a se reeguer no pós guerra? O Japão? Israel recebe ajuda, sim por ser um aliado americano numa região conturbada por grupos terroristas, e ditaduras. Ou existe alguma democracia no Oriente Médio além da israelense?
Aliás o que prega os atuais líderes islâmicos?
Shalom e sempre alegrias
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Fatima Maria
em 18 de novembro de 2006
Transcrevo abaixo um artigo muito esclarecedor:
http://www.ministerioaviv.com.br/noticias_det.asp?cat=3&id=32
Heil Jihad!
Carta assinada por Noam Chomsky, José Saramago, John Berger e Harold Pinter, citada no Montbläat 200, se refere às “terras dadas aos palestinos por acordos internacionais nos últimos setenta anos”. O que nos leva a 1936, 12 anos antes da criação pela ONU do estado de Israel ao lado de um estado palestino – decisão aceita desde então por Israel, mas nunca pelos árabes. O que diabos teria acontecido em 1936?
Fui pesquisar e vi que foi o ano da grande insurreição árabe na Palestina, contra a presença dos judeus no território administrado então pelos britânicos. É o nascimento do “movimento palestino”. Mas a que acordos internacionais os ilustres intelectuais se referem? Não achei referência a nenhum acordo internacional sobre a Palestina naquele ano. Talvez haja um engano de data, porque em 1941 houve um acordo, sim, entre o líder dos árabes da Palestina, o Grande Mufti de Jerusalém, e Adolf Hitler, o qual dava todas as terras da região aos árabes (a “libertação da Palestina”) e previa o extermínio dos judeus.
A história do Grande Mufti é fascinante, e renderia nas mãos de alguém como Spielberg um grande filme. Uma história que explica o que hoje chamam de “jihad”, um movimento fascista de extermínio étnico, que os incautos confundem com um movimento de libertação nacional dos árabes.
O que segue é um breve resumo da história do criador do terrorismo islamo-nazista, o Grande Mufti de Jerusalém.
Em 1921, Mohammad Amin al-Husseini, então com 26 anos, herdou o título de Grande Mufti de Jerusalém, a maior autoridade muçulmana da cidade, em poder da família dele, a mais rica de Jerusalém. Ele colaborava com as autoridades britânicas, mas pregava a absorção da Palestina (então sob mandato britânico por decisão da Liga das Nações) pela Grande Síria (que então incluía o que é o hoje o Líbano e estava sob mandato da França).
Husseini fundou uma organização anti-sionista que lutava pela expulsão dos judeus da Palestina. Em 1929, ele foi acusado de instigar o massacre dos judeus que residiam há milênios em Hebron. Foram mortos 68 judeus e os sobreviventes fugiram de Hebron.
Em 1931, o Grande Mufti fundou o Congresso Islâmico Mundial, como parte de seu projeto de ser declarado Califa, ou seja, o líder mundial dos muçulmanos (posto hoje reivindicado por Osama Bin Laden). A primeira meta da organização era expulsar os judeus da Palestina.
Em abril de 1936, Husseini comandou a Grande Insurreição, que começou com uma greve geral. As exigências, apresentadas às autoridades britânicas, eram a proibição da imigração judaica e da venda de terras a judeus. Houve ataques aos kibbutzim e outras colônias judaicas, até que os britânicos derrotaram a rebelião. Husseini fugiu para o Líbano e depois para o Iraque.
A Grande Insurreição marcou o fim da integração de árabes e judeus na Palestina. Os judeus, tanto os que viviam ali há milênios quanto os que imigraram da Europa, estavam totalmente integrados na vida comercial, política e cultural da Palestina. Com a insurreição fomentada pelo Grande Mufti, as duas comunidades se separaram para sempre. Este é o verdadeiro começo da “tragédia do Oriente Médio”, e não a criação do estado de Israel , como muitos erradamente apontam (ver o artigo de Leneide Duarte-Plon no Montbläat 200).
A partir da subida de Hitler ao poder, em 1933, Husseini tentou convencer os nazistas a apoiarem o movimento palestino contra os judeus.
O Grande Mufti propôs a criação do Partido Nazista na Palestina, mas Hitler não concordou, porque o partido era exclusivamente para arianos, árabes não podiam ser aceitos. E na época Hitler ainda favorecia a emigração dos judeus da Europa para a Palestina.
Em abril de 1941, já em plena guerra, o general pró-nazista Rashid Ali deu um golpe em Bagdá, derrubou o primeiro-ministro pró-britânico e declarou jihad contra a Grã- Bretanha. Tropas britânicas venceram as forças de Rashid Ali e o Grande Mufti, que era o contato dos iraquianos com os nazistas, fugiu para Berlim.
Na Alemanha, Husseini foi recebido por Hitler em 28 de novembro de 1941. O líder palestino propôs uma declaração a ser assinada pelos líderes do Eixo a qual afirmava que: “A Alemanha e a Itália reconhecem o direito dos países árabes de resolver a questão do elemento judeu, que existe na Palestina e outros países árabes, como é exigido pelos interesses nacionais e étnicos dos árabes, tal como a questão dos Judeus foi resolvida na Alemanha e na Itália”.
Hitler prometeu a Husseini a “destruição do elemento judeu” nas terras árabes e a “libertação da Palestina”. Documentos nazistas descobertos recentemente no arquivo militar de Freiburg por dois pesquisadores da Universidade de Stuttgart revelam que Hitler planejava ocupar a Palestina e exterminar os 500 mil judeus que ali viviam, contando com a aliança dos árabes comandados pelo Grande Mufti. Entre as atividades de Husseini durante a guerra estão:
- Uma fatwa proclamando jihad dos muçulmanos de todo o mundo contra a Grã-Bretanha
- Programas de rádio com propaganda nazista dirigidos aos árabes
- Organização de espionagem e terrorismo em áreas muçulmanas da Europa e do Oriente Médio
- A criação das unidades muçulmanas da SS nos Balcãs
- Treinamento de religiosos muçulmanos para acompanhar as unidades SS. As unidades SS muçulmanas chegaram a ter dezenas de milhares de
soldados, na maioria muçulmanos da Bósnia, que combateram os guerrilheiros comunistas nos Balcãs.
O Grande Mufti colaborou ativamente no extermínio dos judeus no Holocausto.
Segundo depoimento no julgamento de Nuremberg dado pelo lugar-tenente de Adolf Eichmann, Dieter Wisliceny, “o Mufti foi um dos iniciadores do extermínio sistemático dos Judeus da Europa e foi um colaborador e conselheiro de Eichmann e Himmler na execução desse plano. Ele era um dos melhores amigos de Eichmann e constantemente o incitava a acelerar as medidas de extermínio. Ouvi ele mesmo contar que, acompanhado por Eichmann, visitou incógnito as câmaras de gás de Auschwitz “.
Husseini interveio pessoalmente para conseguir que Himmler cancelasse a troca de 5 mil crianças judias polonesas por prisioneiros de guerra alemães, que estava sendo negociada com a Cruz Vermelha. As crianças estavam internadas no gueto de Theresienstadt e foram removidas para campos de extermínio e assassinadas.
Uma das operações terroristas organizadas por Husseini foi o envio de cinco pára-quedistas para jogar toxinas (arma bacteriológica) no reservatório de água de Tel Aviv, durante a guerra. Os cinco foram capturados com 10 recipientes que continham veneno suficiente para matar 250 mil pessoas.
Depois da guerra, o Grande Mufti conseguiu fugir de Berlim, mas foi
capturado em Paris. Escapou da prisão e se refugiou no Cairo. Embora sua captura para ser julgado em Nuremberg tivesse sido pedida, os britânicos temiam a reação dos árabes na Palestina e no Egito, onde Husseini era muito popular, e permitiram que ele continuasse em liberdade. De seu refúgio no Cairo, o Grande Mufti foi um dos principais instigadores da guerra contra a independência de Israel em 1948, para a qual criou uma força palestina, o exército da Guerra Santa (Jaysh al-Jihad al-Muqaddas). Em 2002, Yasser Arafat disse numa entrevista ao jornal palestino Al Quds: “Nosso herói é Hajj Amin al-Husseini. Tentaram muitas vezes se livrar de Hajj Amin, que consideravam um aliado dos nazistas. Mas ele morou no Cairo , participou da guerra de 1948, e eu fui um dos soldados dele”.
Em 2 de novembro de 1943, Himmler enviou um telegrama a Husseini: ” Para o Grande Mufti: o Movimento Nacional Socialista da Grande Alemanha tem, desde sua criação, inscrita em sua bandeira a luta contra os Judeus do mundo. Por isso acompanha com especial simpatia a luta dos árabes que amam a liberdade, especialmente na Palestina, contra os invasores judeus. No reconhecimento deste inimigo e da luta comum contra ele repousa a firme fundação da aliança natural entre a Grande Alemanha Nacional Socialista e os muçulmanos que amam a liberdade em todo o mundo. Neste espírito lhe envio neste aniversário da infame declaração Balfour (NT: a promessa britânica de um lar nacional para os judeus na Palestina, em 1919) minhas saudações calorosas e o desejo de sucesso na sua luta até a vitória final. Reichsfuehrer SS Heinrich Himmler”.
Escrito por: Jorge Pontual, publicado no site Montbläat – 1 de setembro (aniversario da segunda guerra mundial)
Publicado no site em: 26/09/2006
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Shalom Yakir
em 18 de novembro de 2006
A Gilson Marques Gondim:
Tratando-se da primeira vez que acessei o site “Multiplos Universos”, passei diretamente `a leitura de seu artigo, de
acordo com o link que recebi de amigos. Apos sua observacao, fica obvio que me equivoquei e nenhuma intencao tive de desmerecer a materia em si, pois na mesma, propriamente dito, o seu nome nao aparece expressamente grifado abaixo titulo, como e’ de praxe.
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Gilson Marques Gondim
em 19 de novembro de 2006
A Shalom Yakir:
Meu nome aparece logo abaixo do título do artigo na página de abertura do site.
Concordo que ele deveria aparecer também para quem entra direto no artigo sem passar pela página inicial.
Pedirei aos responsáveis técnicos pelo site que façam este ajuste.
Obrigado pela colaboração.
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Gilson Marques Gondim
em 19 de novembro de 2006
A M. Rosenblatt:
Os Estados Unidos são uma democracia (em que eleições podem ser roubadas; mas isso é outro assunto). O Iraque de Saddam Hussein era um ditadura. Isto não quer dizer que a culpa da Guerra do Iraque tenha sido da ditadura iraquiana, pois a agressão partiu das democracias anglo-americanas.
Já aos palestinos é negado o direito de exercer sua liberdade de escolha, pois o mundo desabou sobre suas cabeças quando deram vitória eleitoral ao Hamas.
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Gilson Marques Gondim
em 19 de novembro de 2006
Escrevo no domingo à noite depois de uma semana movimentadíssima neste site.
Amanhã responderei a Ademar Benevolo.
Pelo menos o Sr. Benevolo debate, em vez de ficar ameaçando com o Código Penal, como faz a maioria dos sionistas.
Como disse um comentarista acima, os sionistas não admitem nenhum argumento que contrarie seus interesses.
Quanto à reclamação de “parcialidade”, meus artigos não são reportagens, mas jornalismo de opinião, que tem não apenas o direito mas o dever de tomar posições.
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Gilson Marques Gondim
em 20 de novembro de 2006
Leiam resposta ao Sr. Ademar Benevolo nos comentários ao artigo vizinho deste: “O nazismo israelense”.
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Wagner Estelita
em 21 de novembro de 2006
O texto é excelente. Eu só gostaria de acrescentar que não se pode misturar religião com política. Os judeus pregam isso, mas praticam exatamente o contrário.
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Vinicius
em 21 de novembro de 2006
Sionismo x Nazismo
- Escolha o pior!
“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)
1. Propriedade da terra
Nazismo – estatizada/estatal, proibido o acesso aos não-arianos
Sionismo – estatizada/estatal, proibido o acesso aos não-judeus
2. Fundação da sociedade civil e do Estado
Nazismo – Exaltação ao passado de humilhações e privações (I Guerra Mundial) para a justificativa de práticas ilegais e imorais contemporâneas (genocídio)
Sionismo – Exaltação ao passado de humilhações e privações (Holocausto) para a justificativa de práticas ilegais e imorais contemporâneas (genocídio)
3. Confecção de um inimigo comum, sem face, disperso e portanto, genérico, acompanhado de histeria paranóica
Nazismo – Não arianos, “o problema”
Sionismo – Não judeus, “terroristas”
4. Preconceito:
Nazismo
a) confessional (judeus); b) étnico (negros, árabes, ciganos, orientais); c) político-ideológico (anarquistas, socialistas, marxistas)
Sionismo
a) confessional (cristãos da Igreja Ortodoxa, cristãos maronitas, cristãos católicos e protestantes, muçulmanos sunnas e shias, judeus orientais e africanos); b) étnico (negros “chabixim/falasha”, árabes, orientais); c) político-ideológico (anarquistas, marxistas, pacifistas)
5. Divisão social
Nazismo – Os grupos sociais são raças, arianos e não-arianos
Sionismo – Os grupos sociais são raças, hebraica e não hebraica
6. Mito fundador
Nazismo – Os vitoriosos predestinados eram os arianos (escolhidos por entidade transcendental inoponível, pela natureza)
Sionismo – Os vitoriosos predestinados são o povo escolhido (escolhidos por entidade transcendental inoponível, por D-us)
7. Estado e Propaganda
Nazismo – Aparato ideológico estatal que cultua um grande e inevitável destino (A pureza e supremacia racial contra a assimilação)
Sionismo – Aparato ideológico estatal que cultua um grande e invevitável destino (A pureza e supremacia racial contra a assimilação)
8. A prática
Nazismo: Discriminação institucional, legal e social contra cidadãos extrangeiros
Sionismo: Discriminação institucional, legal e social contra cidadãos de origem árabes
9. A “solução provisória”
Nazismo: Toque de recolher, documentação diferente de arianos e não-arianos.
Sionismo: Toque de recolher, documentação diferente de judeus e não judeus.
10. A “solução final”
Nazismo: Contrução de ghettos cercados segregando a população não ariana
Sionismo: Construção de ghettos murados (arames duplos, vigilância eletrônica, destruição da paisagem e da natureza para aplainar o território) segregando a população não-judaica
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Gilson Marques Gondim
em 22 de novembro de 2006
Israel só não extermina de vez os palestinos porque não há clima internacional para isso, e o poder de Israel não é tão grande quanto o poder que a Alemanha nazista teve um dia.
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Carlos
em 10 de dezembro de 2006
Sr Gilson e bando de idiotas psicoticos!!
O Pova Judeu sempre foi perseguido ao longo da Historia e sobreviveu ate hoje porque ele tem a ajuda dew D’us bendito seja ele! E se nem Satlin, nem Hitler e nenhum ditador conseguiu destruir( eles estao queimando no Inferno) nao serao esses psicoticos ignorantes e muito menos voce que conseguira com seu odio ignorante e destemperado! Vao queimar tambem no inferno!! Pensem a respeito!!
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Wagner Estelita
em 10 de dezembro de 2006
Se tentar civilizadamente impedir que os sionistas repitam o erro hitlerista/stalinista é o passe pro inferno, então já comprei o meu com muito orgulho.
E tenho dito.
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edgar
em 17 de maio de 2007
odiei
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mark santos jacintho erceg
em 6 de dezembro de 2007
Das Alte Testament – “Mein Kampf” Debatte!
Norman G. Finkelstein: “Antisemitismus als politische
Waffe in USA und Deutschland!”
Goldhagen: “Antisemitismus im Neuen Testament.”
Franz Buggle: “Denn sie wissen nicht, was sie glauben.”
Holo-caust im judischen Alten Testament!
Deuteronomium – Holocaust!
Kanaan – Palestina!
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mark santos
em 6 de dezembro de 2007
Wenn man das judische Alte Testament und heutige israeli-
sche Apartheidspolitik in Palestina kritisieren, dann sol
lten man auch die Christenheit in Brasil auch kritisieren
weil die Katholiken und Protestanten in Brasil, besonders
in Rio, mit ihren biblischen Glauben unterstutzen israeli
sche Politik. Die Brasilianer sind extreme Christen, und
auch extreme geistige Halbjuden! Die Statue Jesus Christi
in Rio, simbolisiert das Judentum in Brasil.
Darf man niemals vergessen: die ganze Brasil ist christ-
lich gesehen, auf die Seite Israels. Auf jede Ecke in
Rio ist eine Kirche, eine judische Basis. Die Bibel
ist die judische Geschichte, und jeder Brasilieros
hat eine Bibel.
Obrigado!
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santos
em 17 de janeiro de 2008
Israel e um pais (nazista) apoiado pelos estados unido
as praticas israelense de genocidio são tão crueis como as de hitller. não existe explicação para as atitude descabidas de seus lideres, se voces são realmente o povo de deus venha para as ruas defender a paz e a liberdade de todos os povos sem distinções de credo e raça.
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Roberio Costa
em 1 de março de 2008
Lí todos os artigos, e percebí que a maioria de voces são leigos e prepotentes. Devem pesquisar mais sobre o assunto e saberão que estão contra o Deus todo Poderoso. E horrenda coisa é bater de frente contra Jeová. Israel foi e sempre será Israel, e ninguem poderá dete-Lo; Muito menos alguns insircuncisos como voces. Saiba tambem que as Nações que estão ao redor de Israel, são pagãs. E finalizo dizendo com toda certeza, que lugar de pagão é no inferno. A não ser que venham receber a Jesus Cristo como seu Salvador Eterno .
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mark santos
em 7 de março de 2008
Deuteronomium:7:1., Deut.12:29., Deut.19:1. Holocaust!
Guido Knopp: “Das Wort Holocaust, findet man zu erst
in einen englischen Bibelubersetzung aus 1250. Jahr.”
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Ademar Benevolo
em 25 de março de 2008
Pela lógica deste site, a China também é nazista.
[Responder]
Gilson
em 25 de março de 2008
Pelo menos a China não expulsou os tibetanos, como Israel fez com os palestinos.
Gilson Gondim
[Responder]
Ademar
em 28 de março de 2008
Gilson,
Existem palestinos que moram em Israel, que são os que não saíram à época da criação pela ONU, de Oswaldo Aranha, dos dois Estados Palestinos, um árabe e um judeu. Eles moravam juntos. Judeus e árabes moravam juntos, mesmo sem terem independência. Os dois povos pertenciam a chamada Grande Síria. Quando a ONU decidiu pela criação dos dois Estados, os árabes que não aceitaram, foram principalmente os que não eram palestinos, ou seja, os jordanianos, os iraquianos, os egípcios, os sírios e etc. Pois bem, foi feito algum plebiscito de forma organizada e ordeira para saber o que a maioria dos árabes então palestinos queriam? Não foi feito. O que se viu foi uma liderança palestina totalmente engajada com os interesses destes outros países árabes. Tais lideranças não estavam preocupadas com o bem estar dos árabes que iriam ganhar um país onde poderiam e deveriam ter acreditado nele. Os conflitos entre árabes e judeus já existiam mesmo antes da resolução da ONU que os criara. Muitos dos palestinos saíram de suas terras acreditando na promessa destes países árabes vizinhos que diziam ser seus libertários. Como se sabe, não conseguiram. Portanto, nem todos os árabes palestinos foram expulsos, muitos saíram acreditando em seus “irmãos”, que não cumpriram com a promessa. Aliás, como vc sabe parte dos territórios palestinos foram inclusive ocupados pela Jordânia ( Cisjordânia ) e pelo Egito ( Faixa de Gaza ) por muito, muito tempo.
A China não precisa e nem quer expulsar os tibetanos, ela quer assimilá-los. A China tem programas de estímulo e incentivo aos chineses para povoarem o Tibet. Enquanto fora do Tibet, inibem o nascimento de chineses, dentro da região tibetana, dá incentivos financeiros para os chineses terem mais filhos. Em bom português, estão engolindo o Tibet. Os chinese não têm pressa, afinal a China é o 3º maior país do mundo. Não precisa de mais espaço. Ela quer mais espaço, é totalmente diferente. A China não negocia com o Tibet.
[Responder]
Lederman
em 30 de março de 2008
Artigo medíocre, pessoas ignorantes e doentes.
que tal procurar o que fazer da vida? garanto que no mundo há mto mais coisas a serem feitas para melhorá-lo.
[Responder]
Cleverson
em 15 de abril de 2008
É impressionante nos dias atuais nos depararmos com comentarios do tipo feito pelo Sr. Roberio…sem contar com alguns outros perdidos no contexto….. Parabenizo o Gilson pelo texto e respeito muito seu ponto de vista, o qual compartilho. Antes de emitir qualquer opinião, me apoio em documentos e fatos. Fica claro para todo conhecedor de política e história que apos o advento da II guerra o mundo se arrasta por problemas sociais, debaixo das leis de um império (EUA). Não foi puramente pela huminidade que americanos entraram no conflito, e sim por almejar o topo…dito e feito….Stalin foi o herói da guerra! Matou mais gente do que a propria guerra (KGB). Hiroshima e Nagasaki! Sem comentarios…… E dizem que em Nuremberg se fez justiça….ou mais conviniente, VINGANÇA! Condeno piamente a solução nazista para os judeus…que acima de tudo são seres humanos….Mas tirar proveito do holocausto para se vitimarem pelo resto dos tempos é PALHAÇADA! Judeu não é diferente de ninguem… Pena os próprios não compartilharem a idéia… Uma comunidade fechada e prepotente! O que difere entre supremacia religiosa pregada pelo sionismo da supremacia racial defendida pelo nazismo? Em absolutamente nada…
É realmente triste ver que judeus se transformaram naquilo que tanto combateram…É triste pensar que por causa de Israel poderemos mergular em um conflito ainda maior que o de 39-45… Mas os judeus são perseguidos!!! Será?
[Responder]
Gilson
em 15 de abril de 2008
“O que difere a supremacia religiosa pregada pelo sionismo da supremacia racial defendida pelo nazismo?”
Valeu, Cleverson!
[Responder]
Ademar
em 18 de abril de 2008
A diferença é simples: execução sitemática. Os nazistas executaram os judeus sistematicamente. Esqueceram da IBM? Desde quando Israel executa palestino sistematicamente. Se o fizesse já não existia palestino na face da Terra, coisa que Hitler quase conseguiu contra os judeus, não fosse seu próprio egocentrismo, que o levou a vários erros. Hitler não sentou para negociar com os judeus. O Hitler cristão preconceituoso, que perseguiu os judeus não tem nada haver com a forma de agir de Israel. Israel luta por sua sobrevivência. A sobrevivência nazista não dependia do extermínio dos judeus. Israel tem que se defender e atacar se for necessário, para manter suas fronteiras seguras. Aliás, para os que não sabem, e pelo jeito muitos aqui não sabem ou se omitem, quem se aliou ao nazismo foi o esquecido Mufti de Jerusalém, à época da II Guerra, palestino, tio afim de Arafat, inspirador do Hezbolah. Existem várias fotos mostrando sua aproximação com o ditador nazista, inclusive a saudação deste grupo terrorista é feita à maneira nazista. Portanto, afora uma associação quixotesca entre sionismo e nazismo, a realidade mostra que o sentimento nazista está, isso sim, do lado palestino. Qual é o povo que tem em sua constituição como prerrogativa principal a destruição de outro? Resposta: os palestinos. Quem são os nazistas? Resposta: os palestinos.
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Ademar
em 19 de abril de 2008
Em tempo: Israel é um Estado laico. Quais dos países árabes são laicos? Qual não é uma teocracia?
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Maycon
em 5 de junho de 2008
Só uma correção onde vc diz “… (enquanto os muçulmanos consideram Jesus um profeta, um dos nove profetas do islamismo)…” o Islam aceita todos os profetas anteriores ao profeta Muhammad, seja Moisés, Abraão, joão Batista, Jesus, etc…não são só nove como vc mencionou…
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Julia
em 5 de julho de 2008
Caro Sr Ademar
Li quase todos os comentários desse artigo, ainda não conhecia. Me chama a atenção que em determinado momento o Sr. diz que palestinos, “SE TIVESSEM AS MESMAS ARMAS FARIAM AS MESMAS COISAS”.
Não consigo entender que espécie de justificativa é essa. Ficaria muito grata se puder me esclarecer. O Sr. tambpem diz que em Israel não há “EXECUÇÃO SISTEMÁTICA” como na Alemanha Nazista. Isso é para fazer os palestinos se sentirem melhor? Execução será sempre execução, e garanto que para a vítima não faz muita diferença se ela é sistemática ou não.
Ainda sobre o artigo, temos que admitir que alguns fatos colocados pelo autor não podem deixar de ser considerados, como o monopólio e exploração do holocausto (que em momento nenhum foi negado por ele). Não creio que o artigo incita ao ódio, à segregação ou ao racismo, mas apenas nos chama a atentar para as coisas como elas realmente são. Pessoalmente acho isso extremamente necessário para ter sucesso na firme tentativa de crescer juntos, como humanidade, em paz e em amor. Enquanto houver esse tipo de propaganda, e É do interesse político e financeiro de muitos que haja, estamos perdidos, sejamos judeus, muçulmanos, hare krishnas, budistas ou qualquer outra coisa que o valha.
Até breve e um abraço,
Julia Pierri
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Xavier
em 17 de julho de 2008
Concordo com aqueles que defendem Israel,
não pretendo enumerar religiões,
mas dizer que creio em Cristo,
não tenho prazer em matanças,
creio que Crsito morreu para que
todo aquele que nele crê, não
pereça, mas tenha a vida eterna.
Defendo Israel, porque está escrito para
que oremos por Israel, e dizer que
Cristo é para todos, todos, todos.
basta crer e obedecer.
obrigado por poder expor minha opinião.
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Felipe
em 9 de setembro de 2008
1. Propriedade da terra
Sionismo – estatizada/estatal, proibido o acesso aos não-judeus
2. Fundação da sociedade civil e do Estado
Sionismo – Exaltação ao passado de humilhações e privações (Holocausto) para a justificativa de práticas ilegais e imorais contemporâneas (genocídio)
3. Confecção de um inimigo comum, sem face, disperso e portanto, genérico, acompanhado de histeria paranóica
Sionismo – Não judeus, “terroristas”
4. Preconceito:
Sionismo
a) confessional (cristãos da Igreja Ortodoxa, cristãos maronitas, cristãos católicos e protestantes, muçulmanos sunnas e shias, judeus orientais e africanos); b) étnico (negros “chabixim/falasha”, árabes, orientais); c) político-ideológico (anarquistas, marxistas, pacifistas)
5. Divisão social
Sionismo – Os grupos sociais são raças, hebraica e não hebraica
6. Mito fundador
Sionismo – Os vitoriosos predestinados são o povo escolhido (escolhidos por entidade transcendental inoponível, por D-us)
7. Estado e Propaganda
Sionismo – Aparato ideológico estatal que cultua um grande e invevitável destino (A pureza e supremacia racial contra a assimilação)
8. A prática
Sionismo: Discriminação institucional, legal e social contra cidadãos de origem árabes
9. A “solução provisória”
Sionismo: Toque de recolher, documentação diferente de judeus e não judeus.
10. A “solução final”
Sionismo: Construção de ghettos murados (arames duplos, vigilância eletrônica, destruição da paisagem e da natureza para aplainar o território) segregando a população não-judaica
LINDO ISSO…
quem escreveu isso deveria APRENDER oq é sionismo, seu animal…
voce PASSOU LONGEEEE DO SIGNIFICADO…
seu merda, saiba oq esta falando antes postar uma merda pra outros 200 imbecis lerem e concordarem pela inercia de argumentacao…
acontece q eu sou judeu e concordo com muita coisa q esta escrito ai,
só q o mais engracado é que TODOS anti-semitas postaram merda, nenhum post tem linha de raciocinio, aprendam a argumentar…
quer um conselho?
pra falar mal com razao é facil, copia o argumento de alguem que busque informacoes com opinioes mal formadas e sem tendencia (de preferencia q saiba escrever)
copia esse argumento dessa pessoa
e no final poe
“Hail Hitler”
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joao
em 21 de setembro de 2008
Caro escritor como respectivas pessoas qui comentam esse artigo.
Fico triste em saber como existe tanta gente preconceituosa no mundo. esses sim deveriam ser exterinados. Principalmente quem fala sem saber nada sobre o judaismo ou palestina ! acho qui vocês deveriam se aprofundar mais antes de se deixarem influenciar por uma mídia que quer sempre passar a sua versão ligada ao seu próprio sucesso. Saiam do desse senso comum se querem realmenmte chegar a alguma conclusao
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josé
em 29 de dezembro de 2008
Judeus são brochas, por isso gostam tanto de matar palestinos, todos com famílias numerosas
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Fernanda Lems
em 29 de dezembro de 2008
Concordo, já tive 3 namorados judeus e todos eram muuuito ruins na cama, eles têm é inveja dos muçulmanos que têm até 4 mulheres, judeus tem muito o que aprender sobre sexo, por isso são tão religiosos hahahhaha
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Fernanda Lems
em 29 de dezembro de 2008
Shalom Yakir, não se faz de salame que conheço você
VOCÊ É MAIS UM JUDEU BROCHA DOS TANTOS QUE CONHECI
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Gilson
em 2 de janeiro de 2009
Um sucesso chamado Múltiplos Universos. Visitas mais que dobram em 2008.
Nº de visitantes únicos em 2007: 19.278
Em 2008: 35.650
Aumento: 84,9%
Nº de visitas em 2007: 27.294
Em 2008: 55.021
Aumento: 101,58%
Nº de páginas visitadas em 2007: 147.432
Em 2008: 231.143
Aumento: 56,77%
Nº de cliques efetuados no site em 2007: 835.837
Em 2008: 1.313.295
Aumento: 57,12%
Tráfego no site em 2007: 7,28 GB
Em 2008: 18,13 GB
Aumento: 149,03%
Tudo isso com um investimento sem fins lucrativos de 700 reais por mês, custeados inteiramente por mim. Gastei 16 centavos por visita em 2008. O site da Federação Israelita do Estado de São Paulo, o famigerado e infame De Olho na Mídia, gasta pelo menos 72 centavos por visita, quatro vezes e meia o que eu gasto. Se eu fosse rico como eles são, daria neles um banho que os afogaria. Estamos em posições muito melhores que as deles no Google e nossos artigos mais palpitantes são muito mais comentados do que os deles. O site da Fisesp é um cemitério, não tem debate, é totalmente unilateral. Estamos ensinando a eles como fazer Internet. E vejam a diferença de recursos financeiros. Meu alfinete está fazendo o tubarão sofrer.
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Silva
em 2 de janeiro de 2009
Concordo com o texto principal,Israel é tudo isso e mais um pouco. Os judeus são racistas, prepotentes, revanchistas e segregadores, conseguem iludir um povo como o brasileiro através da ignorância e falta de identidade do mesmo.
A respeito da ajuda incondicional dos EUA, isso se deve ao fato de que judeus mandam na economia americana e estão no primeiro escalão do governo.
A propósito, vocês já viram alguma instituição judaica ir as rua pedir pela paz,
doar alimentos, agasalhos ou arrecadar fundos para os não judeus no Brasil ou no mundo? eu nunca vi.
Se elegem como povo eleito, para enganar, disseminar a discórdia, vender muitas armas, oprimir um país como o nosso, manipular a mídia, o executivo, o legislativo, o judiciário e por fim roubar gravatas em Miami. Belo exemplo para um povo eleito. Também matar palestinos desarmados, não dá para comparar paus e pedras com F16 e tanques.
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Paulo Monteiro
em 2 de janeiro de 2009
Caro Gilson Gondim,
Não vou falar sobre o acerto ou desacerto do teu artigo. No máximo, vou me permitir alguns questionmentos. Primeiro, quem aceitaria que um invasor tomasse à força um território, expulsasse uma nação e nele se instalasse mediante o uso despropocional da força militar, qual a legitimidade para tanto??? Segundo,a coragem de um homem, de um povo ou de uma nação, quer seja em uma briga de rua quer seja em batalha entre exécitos, somente deveria ser medida levando-se em consideração o Princípio das Igualdades das Armas – verificado no próprio direito alemão – portanto, a que guerra constantemente se refere Israel??? De um lado, os miseráveis palestinos atiram pedras usando petecas ou, no máximo, se explodem no martirio final e fanático, do outro, o potente exército israelense lança mísseis e tiros de canhões de não sei quantos mílimetros; isto poderia ser definido como coragem??? E como guerra??? Por fim, para não se alongar muito, será que o mundo e a humanidade não estão sendo mais que testemunhas de vista, quase que co-autores, de um novo genocídio??? Não seria mais razoável que israelenses, judeus ou não, e palestinos, árabes ou não, se vissem como homens e mulheres, enfim, humanos com humanidade.
[Responder]
Paulo Monteiro
em 2 de janeiro de 2009
Caro Gilson Gondim,
Não vou falar sobre o acerto ou desacerto do teu artigo. No máximo, vou me permitir alguns questionamentos. Primeiro, quem aceitaria que um invasor tomasse à força um território, expulsasse uma nação e nele se instalasse mediante o uso desproporcional da força militar, qual a legitimidade para tanto??? Segundo, a coragem de um homem, de um povo ou de uma nação, quer seja em uma briga de rua quer seja em batalha entre exércitos, somente deveria ser medida levando-se em consideração o Princípio da Igualdade das Armas – verificado no próprio direito alemão – portanto, a que guerra constantemente se refere Israel??? De um lado, os miseráveis palestinos atiram pedras usando petecas ou, no máximo, se explodem no martírio final e fanático, do outro, o potente exército israelense lança mísseis e tiros de canhões de não sei quantos milímetros; isto poderia ser definido como coragem??? E como guerra??? Por fim, para não se alongar muito, será que o mundo e a humanidade não estão sendo mais que testemunhas de vista, quase que co-autores, de um novo genocídio??? Não seria mais razoável que israelenses, judeus ou não, e palestinos, árabes ou não, se vissem como homens e mulheres, enfim, humanos com humanidade para a efetiva construção da paz.
P.S. com um pedido de desculpas a todos pela falta de revisão no texto anterior.
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Silva
em 3 de janeiro de 2009
Parabéns Gilson Gondim, por sua coragem em desmascarar esses pérfidos judeus. É bom saber que num país como o Brasil, não existe apenas alienação, ignorância e
desinformação. O difícil é esclarecer aos leigos, o que é o sionismo, com seus
tentáculos poderosos.
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Gilson
em 3 de janeiro de 2009
Caro Silva,
Muitíssimo obrigado.
Gilson.
[Responder]
Guilherme Silva
em 4 de janeiro de 2009
Escrevo enquanto Israel descarrega bombas sobre a faixa de Gaza, após o Hamas ter despejado bombas contra as cidades de Israel.
Uma boa parte dos problemas entre Israel e o mundo árabe é derivado de considerações raciais e religiosas.Considere, por um minuto, que as diferenças raciais não são assim tão importantes e que Deus ou não existe ou não se importa com o que fazemos aqui na Terra. O que sobra?
Quanta tolice! Quanto desperdício de energia, vidas e recursos por conta de idéias, elucubrações e suposições!
Os judeus se consideram um povo escolhido por Deus! Os muçulmanos devem fazer o jihad para levar sua fé até o mundo descrente!
Só posso esperar que a humanidade supere estas crenças arcaicas e infundadas e se una contra inimigos concretos e poderosos, tais como o aquecimento global, a fome e a miséria, entre outros.
[Responder]
Jesus
em 6 de janeiro de 2009
Nossa que povinho desinformado, o q he ser NAZISTA??? alguem aqui pode me informa???? ta vendo o povo ignorante mesmo ai estudem antes de dar um comentario desses, ISRAEL se defende nao ataca por atacar. Podemos perdoar eles(Homem Bomba- Palestinos) por matar nossos filhos, mas nao podemos perdoar eles(Palestinos – Mulsumanos) por fazer nois(Israel) matar seus filhos. Tudo he muito mais complicado do q vcs acham estudem, abra os olhos, Israel nao mata Palestinos civies pq querem, matam pq os criminosos usam eles como escudo para q pessoas como vcs pensem q israel he o Bicho papao, o mundo de ignorncia, vam ler a biblia q he melhor para vcs infelizes
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Johnny respondeu:
11 de novembro de 2006 às 1:18 pm
Ô, apedeuta, você (assim como outros postadores) devem ter fugido da escola… A forma como escrevem é uma ofensa à Língua Portuguesa!
Vai estudar, alimária!
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Maxx
em 8 de janeiro de 2009
Qual o Estado, religião ou ideologia justifica este ato?
http://www.multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/themes/default-br/imagens/foto-artigo-israel.jpg
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Daniel
em 9 de janeiro de 2009
Como diz o ditado popular, “pimenta do dos outros é refresco”. É óbvio que qualquer tentativa de generalização pode e deve ser taxada de ignorância e preconceito, mas que mal existe em expor um outro ponto de vista? Fomos e somos sim massificados por idéias e fatos pré-fabricados, ou com a prerrogativa também do ponto de vista (Stalingrado foi a maior derrota alemã ou a maior vitória russa?). Tudo depende e precisa de duas versões, para que possamos escolher e defender a nossa.. para termos chances de argumentar e desenvolver um pensamento crítico com um mínimo de sensatez. Acontece que voltando ao ditado popular, fica claro que o Gilson, ao expor um ponto de vista diferente (e corajoso) dos que estamos acostumados a ver, que ou são imparciais ou parciais ao lado dos dominantes, claramente algumas pessoas revelam toda a sua ignorância e prepotência, como vimos aqui muitos comentários de sionistas com suas máscaras colocadas abaixo, o que só fortalece e justifica a idéia do texto, e, não sei se a idéia também foi essa, mas brilhantemente ele pega numa arapuca toda essa ignorância prepotente de alguns, veja bem, ALGUNS, que aqui deram as caras e morderam a isca, engrandecendo a idéia do artigo. NADA JUSTIFICA O GENOCÍDIO. Alemanha, EUA, Iraque, Israel, dentre outros, foram ou são estados, veja bem, ESTADOS genocidas, independente dos seus credos ou motivações religiosas. Sou ateu por opção, mas parto do princípio que nenhuma religião está acima do respeito ao ser humano e à vida, que é a graça maior da nossa existência. Abraços e um 2009 de paz para todos!
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Johnny respondeu:
11 de novembro de 2006 às 1:20 pm
Parabéns, Daniel!
Esse foi o comentário mais lúcido e realista entre todos!
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Yossef
em 11 de janeiro de 2009
Um mundo surdo, gago e míope
Mauro Wainstock, diretor do Jornal ALEF
O mundo do terror que Israel está enfrentando não é apenas físico mas ocorre, principalmente, em duas áreas distintas: a da psicologia e a da educação. Que estão intimamente ligadas. Em um mundo pluralista, com raízes, cultura e interesses próprios, cada opinião é emitida de acordo com valores prévios, informações convenientes e modismos efêmeros. O desafio está em explicar o diferente; em conciliar com o desconhecido; em negociar com o estranho.
Mas quando lidamos com o mundo gago, repetitivo, que fala em genocídio e desproporcionalidade, de maneira tão constante quanto hipócrita; tão convincente quanto cínica, e que reluta em ouvir as palavras paz e justiça, ele se transforma no mundo surdo, mais pela inércia e pelo desconhecimento, do que pela deturpação proposital da inegável racionalidade. Que apelida o terrorismo de resistência, e qualifica a morte como bênção divina. É o verdadeiro mundo míope. Vencer a guerra é conseguir fazer com que o mundo da paz acorde o mundo consciente e, juntos, eliminem o mundo irracional.
Alguns questionamentos sobre o conflito
Com quem Israel deve negociar a paz ? Com o Hamas… que não reconhece a sua existência, ou com o Irã, que quer “apagá-lo do mapa” ? Você já presenciou uma negociação do presidente Lula com narcotraficantes de alta periculosidade no Palácio do Planalto ? Enquanto representantes brasileiros tentam “importar” a guerra para o mundo pacífico, o diplomata brasileiro Sergio Vieira de Melo é explodido em um atentado com um caminhão-bomba islamita na embaixada da ONU e outro brasileiro, o engenheiro João José Vasconcelos, foi sequestrado e assassinado covardemente pelos êmulos do Hamas – apenas para citar dois exemplos recentes. O justo seria terrorismo de estado ou terrorismo contra estados legitimamente constituídos, como o Brasil e Israel ?
Por que o mundo não apela para que a Espanha dialogue com o ETA, a Colômbia com as FARC, a Turquia com o PKK curdo, os EUA com Bin Laden…
Em quem Israel deve confiar ? No Hamas, que ainda não cumpriu o acordo feito sob as bênçãos da ONU para devolver o soldado Gilad Shalit, sequestrado há mais de dois anos na fronteira com Gaza ? Ou no Hamas que, durante os seis meses do cessar-fogo, continuou disparando milhares de foguetes contra cidades israelenses, leia-se civis, e que não aceitou prorrogar a trégua ? Ou no Hamas, que nunca teve piedade ao explodir restaurantes e ônibus lotados em Tel-Aviv, Haifa e Jerusalém e que também é inimigo de inocentes cidadãos palestinos e dos árabes moderados – que são impingidos a não concretizar a paz com Israel ?
Interesses eleitorais na guerra ? O que os dirigentes de um país de bom senso devem fazer quando cerca de um milhão de cidadãos estão diariamente, há vários anos, sob a mira de milhares de foguetes ? Quais são os interesses eleitorais que podem existir quando o governo e a oposição estão em consenso quanto à importância de silenciar o terror imediatamente ? Quando o mundo vai perceber que, quando se trata de Israel, a única política que vigora é a preservação do único Estado Judeu, aprovado pela ONU há apenas 60 anos ? Como dizia David Ben Gurion, “Israel pode ganhar 50 guerras e nada acontecerá a seus inimigos. Mas, perdendo uma, esta será a última”.
Interesses comerciais com a guerra ?
Israel gasta US$ 560 milhões por semana com o conflito. E perde outros milhões com o turismo. Outros milhões com a segurança. E tudo isto em plena crise financeira internacional… Mais: Israel perde vidas, o que é para ele é inconcebível. Por outro lado, a indústria do terror produz uma infinidade de mártires, ganha milhares de adeptos com o pseudo-marketing, mobiliza bilhões de dólares em todo o mundo, enche o bolso de líderes corruptos…
Um Holocausto ? Só se for de críticas orquestradas contra Israel. Será que, ao realizar experiências mórbidas e exterminar milhões de inocentes, apenas para criar a suposta “raça pura”, a Alemanha nazista realmente estava apenas se defendendo – como Israel faz hoje ? Você soube de algum judeu que lançou um foguete sequer contra cidades alemãs antes, durante ou depois da ascensão do nazismo ? Conheceu algum judeu que, algum dia, declarou que tinha como objetivo exterminar todo o povo alemão ? Ou que pretendia doutrinar as crianças judias para terem ódio mortal e eterno dos alemães ? Ou que atacou algum alemão em qualquer lugar do mundo ? Alemão é diferente de nazista !
Por que, quando se fala de palestinos, a mídia não distingue claramente cidadãos inocentes de terroristas sanguinários, mas fala sempre em “causa palestina” ? A “causa” é um legítimo Estado seguro e em paz, ou é a constante matança gratuita, ordenada por seus líderes, e ainda não condenada pelo mundo, com o único propósito de eliminar Israel ? Palestino é diferente de terrorista !
“O bom Deus, que limitou a inteligência humana,bem que poderia ter limitado também a estupidez”
Konrad Adenauer, ex-primeiro-ministro alemão
Quanto tempo os judeus tiveram que esperar para o mundo dito civilizado se mobilizar durante a II Guerra Mundial ? O tempo necessário para exterminarem 6 milhões de inocentes vidas judaicas. É “proporcional” esperar de novo este tempo ? É “proporcional” que civis israelenses esperem ainda quanto tempo para que os foguetes que hoje atingem suas casas acertem seu coração – apenas para o jogo terminar empatado ?
É “proporcional” que o Exército israelense invista bilhões em armamentos de precisão cirúrgica e avise previamente sobre os ataques que vai realizar, tentando com isto evitar a morte de civis palestinos, enquanto os sádicos terroristas aproveitam estas mesmas informações para enfileirar propositadamente inocentes na frente dos canhões, guardar bombas em quartos de hospitais, armamentos em mesquitas e granadas em creches ? É “proporcional” que Israel eduque seus filhos para o futuro, enquanto os terroristas construam o futuro de mais uma geração… de suicidas ?
Você sabia que 10 mil projéteis foram lançados pelo Hamas contra cidades israelenses desde 2001 ? E que, desses, 6,5 mil foram disparados depois de Israel ter saído totalmente da Faixa de Gaza, em 2005, na esperança de obter a paz ? Como crescerão as crianças israelenses que, sob tensão, tiveram que aprender a usar pagers para serem alertados várias vezes por dia sobre um iminente ataque de foguetes ? Quanto tempo ainda milhares de civis israelenses, muitos dos quais bebês e idosos, vão correr apavorados para tentar chegar em 15 segundos aos bunkers e rezar por sua sobrevivência ? Quantos civis israelenses serão obrigados a abdicar do trabalho, do estudo, do lazer, da normalidade do dia-a-dia para poderem ser chamados pela mídia de vítimas, pelo menos esporadicamente, ao invés de serem os permanentes vilões ? Israel deve aceitar quantas mortes e sequestros de civis para começar a reagir ? E quantos foguetes devem cair, mesmo sem vítimas fatais, para ser o momento de se manifestar… com justiça ?
Por que até agora nenhum país que critica Israel abriu suas portas para acolher, com todo carinho, estes “indefesos” terroristas ? Alô, Hugo Chavez !
Por que o Egito, quando assinou o tratado de paz com Israel, não aceitou o território de Gaza como parte do acordo ?
Por que os palestinos não aceitaram a oferta de Israel de um Estado independente, com o controle total de Gaza, proposto por Ehud Barak a Yasser Arafat ?
Por que o mundo custa tanto a admitir que Israel não inicia guerras, mas mesmo assim está sempre disposto a negociar e a ceder – como fez com o Egito e com os próprios palestinos liderados por Arafat ?
Por que o mundo não contabilizou diariamente quantos civis palestinos e membros do oposicionista Fatah foram torturados e assassinados brutalmente quando o Hamas assumiu o poder em Gaza ? E quantos membros do Hamas – acusados de traição – são assassinados ainda hoje pelos seus próprios companheiros, sem a contagem aritmética pela mídia ?
O que o Hamas faz com os milhões de dólares despejados em Gaza, já que sua população não possui condições mínimas de sobrevivência ? Adquire mais e mais armamentos e premia as famílias dos homens-bomba ?
Quando a mídia vai perceber que jornalismo se faz imparcialmente, deixando as opiniões para o editorial ?
Por que os “humanistas” de plantão, especialistas em diabolizar Israel, que surgem como técnicos de futebol em ano de Copa do Mundo, e políticos em época de eleições, não alertam para as “areias movediças” do mundo selvagem, como a divulgação de fotos deturpadas, informações manipuladas e declarações teatralizadas ? Você sabia, por exemplo, que o canal France 2 divulgou mortes que aconteceram no dia 05 de Janeiro de 2009, teoricamente provocadas pelo Exército de Israel, quando, comprovadamente, elas ocorreram no dia 23 de setembro de 2005, como resultado da explosão acidental de um caminhão que transportava armamentos do Hamas ? A France 2 admitiu que foi enganada pela propaganda palestina… Você se lembra da morte da menina Huda Ghaliya – que na mídia foi atingida por Israel e na realidade por armas terroristas ?
Quantas gerações serão necessárias para os palestinos entenderem a histórica frase de Golda Meir: “Não odeio os árabes por tentarem matar nossas crianças; os odeio por nos fazer matar suas crianças. Não haverá paz com os árabes enquanto eles nos odiarem mais do que amam suas crianças”.
Quando o Irã e o Hamas vão implementar algo parecido com a declaração de independência de Israel, que desde 1948 é taxativa: “Nós estendemos a mão da amizade, da paz e da boa vizinhança a todos os Estados que nos avizinham e a seus povos”. E quando alguém vai passar uma borracha na frase “Israel continuará existindo até que o Islã o apague”, que consta em letras maiúsculas no “Pacto do Hamas” desde a sua criação ?
Quando a ONU vai entender que Israel é um país a ela filiado e o Hamas um dos grupos que aterrorizam a ordem mundial ?
Será que a ONU tem tamanha ingenuidade a ponto de acreditar que o terrorismo contra Israel é tão somente por um pedaço no mapa mundi ? Será que ela realmente não percebe que, por trás de tudo isto, há o doentio e incontrolável desejo de eliminar o único Estado Judeu, custe o que custar, e a intenção de criar mais uma fanática e opressora República Islâmica ? Até quando a ONU vai fingir que não ouve as ameaças, verbais e expressas, neste sentido, feitas diariamente pelo Irã e pelo Hamas ? Quando o mundo vai repreender de fato este terror psicológico, e físico, com eficazes sanções comerciais, diplomáticas etc ? Quando vai proibir que poderosos armamentos bélicos sejam contrabandeados por seus filiados a grupos considerados terroristas ? Quando vai publicar uma resolução para que o Sudão interrompa imediatamente a carnificina que já matou 300 mil cristãos, que dê um basta à tirania assassina de Ruanda e encerre de vez com os conflitos entre as 300 tribos que se entredevoram na muçulmana Somália ?
Enfim, quando vai transformar propostas inócuas e paliativas em uma solução de paz definitiva ?
Quantas vezes a ONU criticou publicamente ataques anti-semitas que vem ocorrendo há décadas contra entidades judaicas em vários países – muito antes do atual conflito ? Ou será que Israel será sempre declarado culpado pelo simples fato de existir e isto autoriza/justifica pichações, incêndios e é, por si só, um sinal verde para aterrorizar e matar judeus em sinagogas e cemitérios no mundo inteiro ? A “Noite dos Cristais” começou assim…
Por que a ONU não reconhece publicamente que o Hamas está cometendo três crimes simultaneamente: disparando foguetes contra alvos civis, utilizando sua população como escudo e pregando a destruição de um país membro de sua própria entidade ?
O mundo da inteligência precisa encontrar urgentemente o mundo da ação – e da conciliação. Que o mundo da paz possa comemorar algum acordo definitivo no Oriente Médio e que as palavras “Shalom” e “Salam” sejam realmente sinônimas de harmonia, convivência e civilidade no mundo do futuro.
Texto especialmente emprestado do Jornal Alef
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Paulo Monteiro
em 11 de janeiro de 2009
O tema envolve emoção e sentimento de justiça. Eu poderia, como garanhuense, pernambucano e brasileiro, com o simples exercício de raciocínio de que nada tenho a ver com isso, vez que não sou judeu imperialista nem sou palestino extremista nem prego a destruição de nenhuma nação do mundo, fechar os olhos, tapar os ouvidos e calar a minha voz.
Agora devo sim admitir a existência de “Um mundo surdo, gago e míope”, mas, com todo o respeito, isto depende da óptica da abordagem da questão. O ideal seria uma isenção total, uma imparcialidade absoluta, para começar indagando sobre a existência “desse mundo” em favor de quem?
Parece-me que se pretende incutir nas pessoas que as vidas humanas, os bens materiais, toda a desventura do sofrimento, os acertos e desacertos dos governantes sejam mais agudos e valiosos quando do lado judeu; é como se fosse uma síndrome da vitimologia insana e permanente. Ao revés, se do lado dos palestinos, hamas ou não, nada importa nem tem nenhum valor nem podem pensar na defesa da existência de um estado ou da nação palestina, posto que isto seria um risco e um acinte à existência de Israel.
Por mais drástico que se me apresente, e mesmo que eu não queira porque sempre vi com humanidade o sofrimento do povo judeu na Segunda Grande Guerra, está praticamente impossível dissociar a bárbarie dos nazistas da atual conduta estatal de Israel em relação aos palestinos. Porquê não se apercebem disto? Porquê preferem a antipatia do mundo?
Não é difícil admitir a insofismável desproporção da força militar israelense contra os palestinos. Nunca foi, não é e nunca será, se o “mundo surdo, gago e mípoe” não adotar medidas e dotar os palestinos dos meios bélicos necessários à defesa da própria sobrevivência, uma guerra justa entre forças proporcionais; isto se houver, guerra justa.
Nesse sentido, Israel aprendeu muito bem as lições dos parceiros e co-autores dos crimes contra a humanidade os EUA. Foi assim na Coréia, no Vietnam, no Iraque em duas ocasiões, está sendo no Afeganistão, e por aí vai, sentem-se e se arvoram de polícias do mundo.
Ademais, e a esta altura dos acontecimentos, nunca imaginei que fosse sentir falta da “guerra fria”, do desfazimento da URSS, como ponto necessário do equilíbrio mundial. A pergunta é inevitável: porquê os EUA e Israel nunca atacaram a Rússia? Porquê temem tanto que o Irã construa um arsenal atômico? Simples, não? Porque “Lobo não come Lobo”.
Daí a importãncia de toda nação ter direito a meios de defesa à altura dos inimigos, o que seria uma espécie justa de Princípio da Igualdade das Armas. Com isso, Israel e os EUA deixariam de torturar, invadir, trucidar, bombardear, matar crianças, enfim, “brincar de guerra” em qualquer parte desse “mundo surdo, gago e míope” na visão deles. Me enganem que eu gosto!!!
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Andrade
em 13 de janeiro de 2009
Quanto mais conheço os homens, mais admiro os animais!
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Guilherme Silva
em 20 de janeiro de 2009
Israelenses e palestinos devem compreender que a maior parte das pessoas no mundo, inclusive entre israelenses e palestinos, não querem ver nenhum tipo de massacre ou atentado, nenhuma criança chorando sobre os corpos dos pais mortos em guerra, não importa de que nacionalidade são. A guerra pertence aos políticos e a fabricantes e vendedores de armas.
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Claudio
em 2 de fevereiro de 2009
Partindo desse raciocinio, a Servia foi um estado nazista, pois Milosevich tentou uma limpeza etnica na Bosnia.
E o Iraque de Sadam foi outro exemplo, pois esse ditador tentou dizimar os curdos.
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gavazza
em 15 de fevereiro de 2009
È compreensível o ódio que muitos tem de Israel. porém o que essas pessoas que odeiam o estado judeu não sabem é que essa guerra começou lá no Gênesis (primeiro livro da Bíblia), e que a promessa de DEUS está sobre esse povo. Israel é a menina dos olhos de DEUS e ninguém vai mudar isso. Atacam á Israel, e quando ele se defende, querem chamá-lo de nazista? “abençoarei á quem abençoar á Israel e amaldiçoarei á quem o amaldiçoar”. Essas palavras sairam da boca do DEUS vivo. muito cuidado ao julgar e amaldiçoar á esse povo. Com DEUS não se brinca.
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PetoJah
em 11 de março de 2009
Alá ordena que os muçulmanos aterrorizem os não muçulmanos em seu nome:”Eu instilarei terror nos corações dos infiéis, golpeai-os acima dos seus pescoços e arrancai todas as pontas dos seus dedos. Não fostes vós quem os matastes; foi Deus” (Sura 8:13-17).”Imprimi terror [nos corações dos] inimigos de Deus e vossos inimigos” (Sura 8:60).”Combatei-os [os não muçulmanos] e Deus os punirá através das vossas mãos, cobri-os de vergonha” (Sura 9:14)
Segundo o Hadith (Ensinamentos, palavras ou atos de Maomé)
Maomé também exige que os Muçulmanos pratiquem a jihad, a guerra santa – lutar contra os infiéis em nome de Alá. Infiel é qualquer pessoa que não confessa os dois credos do Islã: que não há outro Deus além de Alá e que Maomé é o mensageiro de Alá. Certa vez perguntaram a Maomé: “Qual a melhor coisa que um muçulmano pode fazer além de crer em Alá e no seu apóstolo?” Sua resposta foi: “Participar da jihad pela causa de Alá” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 25).Maomé também teria dito: “Eu recebi a ordem de lutar com as pessoas até que digam que ninguém tem o direito de ser adorado a não ser Alá e Maomé é o seu mensageiro, e que eles estabeleceram a oração e o pagamento do zakat (esmola obrigatória). Se elas fizerem isto, seu sangue e suas propriedades estão salvas de mim” (Al Bukhari, Vol. 1, p. 13).As palavras lutar e matar aparecem no Alcorão com mais freqüência do que as palavras oração e amor.
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PetoJah
em 11 de março de 2009
ישראל היא ארץ הקודש. אין טעם … יש הגנה נפלא!
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Moshe Guzinski
em 17 de abril de 2009
Bom dia, prezados senhores:
Vejam sobre o que escrevem; sobre ódio. Vejam, nasci judeu e por isso devo ser odiado? Nasci judeu e não tive direito a antepassados pois toda a minha família que ficou na Polônia e não quis emigrar, sumiu. Veja, minha família sumiu, foi incinerada. Agora leio que comparam o que acontece com nazismo. Permitam, mas parece irresponsabilidade.
Israel, ao que parece, tem algumas centenas de ogivas nucleares. Nunca usou nenhuma. Creio que nunca usará. Se o Irã obtiver uma, apenas uma o que fará? Senhor Gilson, quando falas em espaço vital, devo lhe informar que uma parte do terriório Israelense tem apenas 9,8 Km de extensão. É menos do que a Rio-Niterói. Espaço para nós é questão de continuarmos tendo um país e não uma questão expansionista ou de espaço vital.
Agora devo dizer-lhe que não concordo tanto com a política terrorista do Irã quanto a de revide adotada por Israel. Acredito na paz. Não consigo ver uma foto de uma mãe morta com seus filhos, seja ela de qual raça ou credo for. Me parece igualmente errada. Poderia mandar aos senhores o que um terrorista faz quando se explode dentro de um ônibus cheio de crianças. São fotos horríveis. Esta prática precisa cessar e aqui, podemos dar este exemplo. Estamos no Brasil, um país que aceita a diversidade. Aqui podemos semear a paz. Peço perdão pelo que fizeram alguns do meu povo. Perdôo o que fizeram aos meus.
Vamos à paz.
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Johnny respondeu:
11 de novembro de 2006 às 1:33 pm
Moshe Guzinski, muito bem! Concordo com suas palavras.
As únicas certezas que tenho a respeito é que a questão é muito complexa, que os dois lados cometem erros e que, acima de tudo, toda essa estúpida violência tem que acabar, sem que nenhum dos povos seja dizimado! TODOS temos direito à vida, à paz e à felicidade!
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Carlos Humberto Pereira
em 15 de maio de 2009
Israel recentemente matou cerca de 1200 palestinos,a maioria inocentes, se fosse o contrário ou seja se os palestinos tivessem matado 1200 israelenses com certeza teria havido muito mais repercussão mundial, ao que parece infelizmente na midia a vida de um judeu israelense vale muito mais que a vida de um palestino. Os palestinos estão sendo humilhados pelos israelenses já faz muito tempo, suas terras foram e estão sendo roubadas por eles, A reação de alguns palestinos que jogam foguetes sobre Israel, não é justificada, porém na minha opinião é explicada.Vamos supor que os palestinos conseguissem demolir algumas casas de israelenses em colônias destes de terras usurpadas dos palestinos. Qual seria a reação das forças israelenses? muito provavelmente estes atacariam com rigor os autores palestinos ,e na resistencia destes muito provavelmente seriam mortos.E como sairia esta noticia na mídia? Iriam taxar o exército israelense de terroristas? È óbvio que não, seria oficialmente declarado uma reação de legítima defesa da nação israelense, mesmo que se nesta reação morressem muitos inocentes palestinos.Agora vamos supor que se os israelenses demolissem casas palestinas em territórios palestinos e seu morador num acesso de fúria matasse o motorista da retro-escavadeira demolidora ou numa vingança disparasse foguetes sobre Israel.Podem ter a certeza que este seria taxado pela midia e pelos israelenses como terrorista
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Israelita
em 17 de agosto de 2009
Que lindo site, que o nº de sites sobre o mesmo tema se multipliquem como
coelhos na internet e que Du’s os mantenha fora da Censura Sionista Mundial.
Amém.
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mark deuteronomovic
em 27 de agosto de 2009
Jesus??? (Ou seja, Jesus não morreu pela “humanidade,”???)
Exodus 15
3 O SENHOR é homem de guerra; o SENHOR é o seu nome.
Salmos 144
1 [Salmo de Davi] Bendito seja o SENHOR, minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra;
Exodus 32.
26 Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do SENHOR, venha a mim. Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi.
27 E disse-lhes: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho.
28 E os filhos de Levi fizeram conforme à palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens.
Numeri 31
17 Agora, pois, matai todo o homem entre as crianças, e matai toda a mulher que conheceu algum homem, deitando-se com ele.
18 Porém, todas as meninas que não conheceram algum homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.
Deuteronomio 7
21 Não te espantes diante deles; porque o SENHOR teu Deus está no meio de ti, Deus grande e terrível.
22 E o SENHOR teu Deus lançará fora estas nações pouco a pouco de diante de ti; não poderás destruí-las todas de pronto, para que as feras do campo não se multipliquem contra ti.
23 E o SENHOR teu Deus as entregará a ti, e lhes infligirá uma grande confusão até que sejam consumidas.
3 Nem te aparentarás com elas; não darás tuas filhas a seus filhos, e não tomarás suas filhas para teus filhos;
Matth 5
17 ¶ Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim ab-rogar, mas cumprir.
18 Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido.
19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.
Intolerancia no Nova Testamento
27 E quanto àqueles meus inimigos que não quiseram que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui, e matai-os diante de mim.
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Leila Maria
em 8 de setembro de 2009
A melhor maneira de avaliar o comportamento SIONISTA no mundo, especialmente, no que tange ao inegável GENOCÍDIO dos palestinos pelos judeus sionistas israelenses, ou pelo GOVERNO SIONISTA DE ISRAEL, levado a cabo em doloroso critério homeopático (ou seja, gota a gota), é pela ótica (visão) POLÍTICA.
Isto porque, essa é uma questão essencialmente POLÍTICA (ditada pelo SIONISMO ou Organização Sionista Mundial), mas propositadamente CAMUFLADA com uma roupagem religiosa. Essa tal crença de que eles se acreditam o povo eleito é só uma máscara para ocultar seus interesses meramente FINACISTAS, que vem sendo consquistados pela dominação político-econômica.
Essa camuflagem, de fato, faz parte do MODUS OPERANDI dos Judeus Sionistas, que tem a MANIPULAÇÃO como arma de instauração dos conflitos, e a SORDIDEZ e a CRUELDADE como armas de ataque para o que eles, hipocritamente, denominam defesa. Emprego a expressão “judeu sionista”, porque há que deixar claro que nem todo judeu é sionista e concorda com a MEGALOMANIA dos judeus sionistas. Leiam o livro “A INDÚSTRIA DO HOLOCAUSTO, do judeu Norman Filkenstein, que combate ferrenhamente os judeus sionistas e o Sionismo, e revela em seu livro como que eles usam o Holocausto como passaporte para dominação política e ganho financieiro.
É fazendo esse JOGO MANIPULATIVO que os Sionistas instauraram: (a) Segunda Guerra Mundial (fato que os livros de História tradicionais omitem); (b) inventaram o Holocausto, que, de fato, ao que tudo indica, NÃO ACONTECEU, conforme provam os historiadores revisionistas e, até mesmo, o depoimento da filósofa Hannah Arendt após fazer a cobertura jornalística do Julgamento de Nuremberg; (c) inatauraram esta “guerra” interminável contra a Palestina, cujo povo, pouco a pouco, vão dizimando, sem dó nem piedade, ancorados na justificativa de que devem ser atacados e aprisionados no GUETO em que transformaram Gaza, porque é um povo que não aceita conviver em paz com eles, seus próprios carrascos e assassinos; (d) instauraram a guerra contra o Afeganistão; (e) instarauram a guerra contra o Iraque… Enfim, eles, os SIONISTAS MANIPULADORES e DOMINADORES estão por trás de todas as guerras acontecidas a partir do século XX.
É fazendo esse jogo sujo manipulativo que os SIONISTAS se apossaram de todo o ouro do planeta (eles detém o poder econômico mundial) e do poder político-mor, conseguindo DOMINAR O MUNDO (leia-se os maiores banqueiros do mundo – donos do FED, que, hoje, representa o PODER INVISÍVEL que governa os Estado Unidos da América e manda na economia mundial).
Sinceramente? Eu considero Hitler e seu poder dito destruidor “fichinha” em comparação com o poder e o modus operandi dos SiONISTAS. Isto porque Hitler foi um estadista que, vítima de jogo manipulativo de sionistas ingleses, se viu obrigado a invadir a Polônia (leiam: “Holocausto: dos judeus ou dos alemães?” do historiador revisionista S. E. Castan), tentou parar a guerra depois disso, mas que, em vista do terrível jogo político manipulativo dos sionistas, que expandiram o conflito, teve que se defender e atacar outros países.
Pois a VERDADE é que, por trás de toda a manipulação feita pela Mídia Sionista Mundial, Hitler e a Alemanha foram vítimas do mesmo jogo manipulativo do que foram vítimas o Vietnã, o Iraque, o Afeganistão e é vítima a Palestina… Enfim, Hitler podia até ser racista (e era), mas entrou numa guerra e atuou nela até ser morto. Era um estadista DE NACIONALIDE DEFINIDA, comandando um país e um exército, dentro de um território definido (a Alemanha), ao contrário dos Sionistas que, sem terrritório definido (já que eles são nômades por natureza e se recusaram a adotar Israel como sua pátria), estão espalhados pelo mundo, infiltrados em todos os governos de todos os países do mundo, fazendo seu jogo sujo manipulativo, como o do deputado Marcelo Zaturansky Itajiba, que ora faz lobb no Congresso para aprovar a Lei de Criminalização da Negativa do Holocausto.
Sobre isto, pergunto: o que nós, BRASILEIROS, temos a ver com o “Holocausto dos Judeus” e com a Segunda Guerra Mundial? Se é que esse Holocausto existiu mesmo, pois tudo indica que NÃO, porque até hoje não se provou, de fato, que as tais câmaras de gás existiram… Mas se essa lei ABSURDA for aprovada, qualquer brasileiro, que nem sequer era nascido no tempo dessa guerra, se achar que não houve o Holocausto e disser isto, vai preso na hora. Que absurdo! E onde fica a LIBERDADE DE PENSAMENTO garantida pela CF/1988? O que os judeus pensam que são para ter tal privilégio histórico-jurídico? ISSO SÓ CONFIRMA A ATUAÇÃO INCISIVA DA INDÚSTRIA DO HOLOCAUSTO DENUNCIADA PELO JUDEU DO BEM Norman Filkenstein, em seu livro que é leitura obrigatória para quem se interessa por esse assunto.
E o Hocausto dos Russos? Como ficam os russos, que sofreram um holocausto muito mais severo que o dito acontecido aos judeis, já que mais de 20 milhões de patrícios seus foram assassinados na Segunda Guerra Mundial contra apenas 6 milhões de judeus? Alguém aí já viu algum russo cobrar e receber indenização por seus mortos? E o Holocausto dos Japoneses de Iroshima e Nagazaki? Alguém aí já viu falar que algum japonês descendente de vítima da Bomba Atômica cobrou e recebeu alguma indenização dos USA? E o Holocausto dos vietnamitas? Alguém já viu os USA pagando indenização pelos mortos numa guerra sem razão alguma, a não ser dar lucro aos judeus sionistas donos de indústrias armamentistas? E o Holocausto dos Iraquianos e dos Afegãos? Por fim, e o Holocausto dos PALESTINOS? Por um acaso, os JUDEUS vão indenizar as vítimas palestinas PRISIONEIRAS NO GUETO DE GAZA e as famílias dos PALESTINOS (crianças, mulheres, velhos e doentes) CRITERIOSAMENTE ASSASSINADOS PELO EXÉRCITO DE ISRAEL? O Governo de Israel vai ser cobrado, pelas organizações políticas mundiais, para indenizar as vítimas palestinas deste CRUEL e IMORAL GENOCÍDIO?
CLARO QUE NÃO, JÁ QUE SÃO OS SIONISTAS QUE DITAM AS REGRAS PARA O MUNDO, na base do PARA NÓS TUDO, para o resto da Humanidade NADA, porque SOMOS O POVO ESCOLHIDO POR DEUS. Um povo que se acha tão superior que não se mistura com nenhum outro povo, mantendo o que denomina de PUREZA DO NOSSO POVO, conceituando, assim, RELIGIÃO como RAÇA, absurdamente. Ou seja, fazendo o joguinho sujo manipulativo que é sua marca registrada, a ponto de ameaçar com processo na Justiça POR RACISMO, quem se atreve a citar, na imprensa, a “Ata Maldita”, escrita pelos judeus sionistas em 1807: “Os Protocolos dos Sábios de Sião” (outra leitura obrigatória sobre o tema). Se o judaísmo é uma religião, não tem cabimento classificar uma crítica aos judeus como racista. CERTO? SIM!!!
Mas errado para os judeus sionistas. Religião, para eles, é sinônimo de raça. Mas para o resto do mundo Não, inclusive, para a Justiça Brasileira. É por isso que eles, os sionistas, ainda não conseguiram condenar o Castan, que eles processaram por racismo, por ele ter editado, no Brasil, o famoso “Protocolos dos Sábios de Sião”, Ata de uma reunião secreta dos judeus, que estabeceu, passo a passo, o sistema de dominação mundial (leiam, pois é altamente revelador).
Aí está a prova de que os RACISTAS SIONISTAS, sim, muito mais que Hitler ,se acham O POVO SUPERIOR e os donos da VERDADE e do MUNDO, já que TODOS devem rezar a sua cartilha de dominação político-econômica. É muita prepotência!!!
DESTA FORMA, TÃO PERIGOSOS SÃO OS SIONISTAS, QUE, SEM DÚVIDA, REPRESENTAM A MAIOR E MAIS PODEROSA AMEAÇA PARA A HUMANIDADE.
Por essas e outras razões, quando se trata de SIONISMO, o que se deve levar em conta é a sua face POLÍTICA, e não, sua face religiosa – usada apenas como camuflagem de seus verdadeiros e nefastos objetivos.
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Yirmeyáhu Ben Yuhudá
em 24 de setembro de 2009
Nunca nos eliminaram e nunca conseguirão essa façanha, sabem o pq? Pq o Eterno está conosco!!! Podem espernear, grita, fazerem o que quiserem seus desocupados invejosos e hipócritas !!! Nos perseguiram no decorrer da história e agora que estamos dando o troco ficam brabinhos, seus goym, se não agüentam nossa FORÇA então não mexa conosco, que agora tem bala (atômica) na agulha. Cambada de pseudo-intelecuais!!!
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Pampuri
em 30 de setembro de 2009
Ótimo o texto.
Concordo sobre a parte do holocausto, sobre o povo judeu se auto-intitular o “povo do holocausto”, tendo em vista que outros povos, de diversas etnias, sofreram com os ataques nazistas, como o os poloneses, não pela sua nacionalidade, mas por seu estado social e político.
Seria como dizer que existiam apenas negros escravos no Brasil, como que, na verdade, existiram também os índios, que quase foram dizimados pelos colonizadores, os brancos que deviam também poderiam ser feitos escravos pelos seus credores, etc.
Achei este site muito bom, é um excelente portal para informação e discussão
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Jaysonrex
em 30 de setembro de 2009
Acho muito divertido ler os comentários postos no seu blog. Quase todos distilam um ódio sufocante contra os Judeus, se espelhando nas suas convicções. Mas não contra Jesus de Nazaré. Porque será? Afinal, Jesus
foi um rabino Judeu, praticante, e ele deveria ser tratado pelos Cristãos
com igual ódio. Ou não?
De resto, acho excelente as diversas denúncias apontando os Judeus (os 14 milhões que existem no mundo) como “donos do planeta”. A partir de amanha vou ter mais respeito cada vez que encontro um deles. Afinal, não
é tudo dia que a gente encontra o “patrão do planeta terra” ou o seu preposto. Não é verdade?
Caro Sr. Gilson Godim, tenha um ótimo dia. E mande ver!
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Alfredo Braga
em 19 de novembro de 2009
Nem todos concordam com essa comparação:
Eles não necessitam ficar preocupados com acusações de racismo, imperialismo e judeo-nazismo, uma vez que tais acusações soam como slogans mecânicos, fora de lugar no tempo e no espaço. Ver os judeus serem comparados a Hitler e ouvir que os sionistas estariam imitando os nazistas, praticando uma política de “genocídio”, não é totalmente desagradável aos judeus e sionistas, uma vez que reforça a imagem de Hitler e dos nazistas por eles fabricada: ajuda a fixar firmemente em todas as mentes, e antes de tudo, a ilusão do “genocídio” judaico….
Robert Faurisson
Um abraço,
Alfredo Braga
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Alceu respondeu:
11 de novembro de 2006 às 2:23 pm
E aí? Alfredo Frasante Braga….
Já encontrou o original do manifesto de Gandhi???
kkkkkkkkkkkkkkkkk
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Nicolau da Romênia
em 1 de fevereiro de 2010
Deus castigou os judeus a andarem por 2 mil anos pelo mundo como parasitas e os castigou com todo tipo de pestes, desgraças, expulsões,pogroms, perseguições e Hitler os perseguiu e ainda hoje estão odiados! Como então esses judeus desgraçados são o “povo eleito” por Deus quando o próprio Deus os manda sempre pra o inferno?!
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Davi Ben Avraham respondeu:
11 de novembro de 2006 às 12:45 pm
Quem vai pra o inferno é você, por ser teu malígno e antisemita, seu lugar é com lúcifer
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Alceu
em 12 de março de 2010
Vc já reparou que todos que perseguiram os judeus se foderam???
Mas, para sua infelicidade e inveja, os judeus estão aí! Firmes e fortes!
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Gilson
em 12 de março de 2010
100!
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Gilson
em 20 de março de 2010
101!
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Alceu
em 20 de março de 2010
102!
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Gilson
em 20 de março de 2010
Está atento, hein Alceu? E eu estou feliz!
Espero que você essteja gostando do novo site.
Está bombando! E voltamos às boas no Google em Artigos sobre Israel, Estado nazista etc. Confira!
E muito obrigado pela cortesia da preferência.
Salam!
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Gilson
em 20 de março de 2010
Uma correção: “essteja”, é claro, não tem dois esses.
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Alceu
em 21 de março de 2010
105!
Com 70 % de postagens do próprio dono do site. Isso é que é “bombar”…
Escreve e responde pra vc mesmo!
hehehehe
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Gilson
em 22 de março de 2010
De onde você tirou essa estatística, Alceu? Olha o despeito, menino!
Dê uma olhada no artigo O Fracasso do Jesus Profeta. Por exemplo.
O site está bombando no Google: veja Estado nazista, Artigos sobre Israel, Adorador de Israel…
O site está bombando nas visitações: serão mais de 9 mil este mês.
O site está bombando no despeito que causa aos seus inimigos.
Saravá!
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Alceu
em 26 de março de 2010
Ué?! Terminou a contagem???
Logo agora que estava começando a ficar divertido…
Vamos lá….de novo…
107!
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NAZISTA BRASILEIRO
em 26 de março de 2010
GILSON, TOME CUIDADO AO DEFENDER O NAZISMO, POIS SE HITLER FOSSE BRASILEIRO, OS PRIMEIROS QUE ELE IRIA QUERER EXTERMINAR SERIAM OS PARAÍBAS… COMO VC!
É POR ISSO QUE EU DIGO: LUGAR DE PARAÍBA É NA CONSTRUÇÃO OU NA PORTARIA DO PRÉDIO!!!!
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Gilson
em 26 de março de 2010
Eu não defendo o nazismo. Eu denuncio o nazismo de Israel.
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Nicolau da Romênia
em 20 de abril de 2010
Judeus,os maiores e mais perversos Nazistas do mundo! Israel,Estado Nazista onde não entra nem o fedido Capitalista Judeu “Karl Marx” que inventou o comunismo satanico judaico!
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Nicolau da Romênia
em 20 de abril de 2010
O “Nazista Brasileiro” acima, parece mais judeu do que brasileiro! Pois deves saber judeuzinho que Hitler não matava “paraibas” mas sim, Capitalistas Judeus! Gilson vai pra frente!
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Alceu respondeu:
11 de novembro de 2006 às 2:48 pm
Boa Nicolau!!!
Acaba de ganhar o premio Kibe de Alfafa!
Repita mil vezes:
- Pode ser brasileiro e judeu
- Pode ser israelense não judeu.
Estude, garoto….estude!
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Alceu
em 13 de maio de 2010
A few days ago someone wrote a message on the fence of the Israeli consulate
in Manila :
“You are 62 and still everyone wants to fuck you. Happy birthday, Israel!”
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Kafir
em 17 de maio de 2010
Achei o texto ótimo. Bem escrito, bem argumentado. Pena que o ódio racista permeie um bom texto. Só esclarecendo, nazista significa nacionalista. É natural concluir que os judeus são nacionalista, os americanos, os palestinos, os brasileiros, etc. É fácil dizer tudo isso, difícil é morar há alguns quilõmetros dos terroristas lançando mísseis sobre as crianças nas escolas. Mas é fácil escolher a cena que se quer e dissertar sobre ela. Duro é acordar todo dia e saber que seu filho ou irmão está sequestrado por nada. Fácil descrever o sofrimento palestino, difícil admitir que um judeu possa viver a vida como qualquer outro povo. O antissemitismo é uma doença, recomendo tratamento. É hora de todos os povos do mundo unir para resolver questão Israelense-árabe de forma justa e duradoura, afinal 60 anos de “puxar sardinha” para um dos lados não resolveu.
Abraço, as palavras são só palavras, mas o ódio perpetua a perseguição e não ajuda em nada.
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Alceu
em 21 de maio de 2010
Você não denuncia nada…
Você é o genérico do apedeuta!
Consultor legislativo de merda!
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marcos
em 24 de julho de 2010
palestinos e israelenses, ambos estão condenados à destruição
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Ricardo
em 6 de agosto de 2010
Artigo do HAAREYZ.com de 3/08/2010
(tradução google)
Apenas algumas semanas após a detenção de alegado terrorista judeu, Yaakov Teitel, um rabino da West Bank lançou um livro na segunda feira dando permissão a judeus para matar gentios que ameaçam Israel.
O rabino Yitzhak Shapiro, que dirige o Od Yosef Chai Yeshiva no assentamento Yitzhar, escreveu em seu livro “O Rei da Torá”, que mesmo bebês e crianças podem ser mortos, se eles representam uma ameaça para a nação.
Shapiro baseia a maioria dos seus ensinamentos em citações da Bíblia, à qual acrescenta suas opiniões e crenças.
“É permitido matar os Justos entre as Nações, mesmo que eles não sejam responsáveis pela situação de perigo”, escreveu ele, acrescentando: “Se matamos um gentio que pecou ou violou um dos sete mandamentos – porque nos preocupamos com os mandamentos – não há nada de errado com o assassinato.”
Vários rabinos proeminentes, incluindo o rabino Yaakov Yithak Ginzburg e rabino Yosef, recomendaram o livro aos seus alunos e seguidores.
http://www.haaretz.com/jewish-world/news/west-bank-rabbi-jews-can-kill-gentiles-who-threaten-israel-1.4496
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Ricardo
em 11 de agosto de 2010
Numa conferência consagrada aos métodos para melhorar a imagem de Israel no mundo, a magistrada israelita na reforma Hadassa Ben-Itto declarou que Israel deveria inspirar-se nos métodos que serviram aos nazis para difundir o (tristemente) célebre Protocolo dos Sábios de Sion. “Devemos inspirar-nos nas tácticas utilizadas pelos nazis” que recusaram qualquer discussão e continuaram a defender as suas afirmações, inclusive perante os tribunais, mesmo não tendo nenhuma prova sobre esse famoso Protocolo. Este texto antisemítico, falsamente apresentado como documento histórico, e forjado a partir de plágios de diversos autores e de velhas piadas vulgares sobre os judeus, foi inicialmente publicado em 1903 na Rússia e massivamente difundido nos EUA pelo industrial Henry Ford vinte anos depois. “Reflecti sobre os nossos métodos de comunicação”, acrescentou a magistrada israelita, e “cheguei à conclusão de que devíamos empregar esse tipo de métodos em todo o lado, exactamente como os nazis utilizaram os tribunais para difundir a mensagem”. A partir deste artigo original em inglês, traduzido pelo Comité Solidariedade Palestina.
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Rainor
em 30 de agosto de 2010
O povo é muito maniqueísta, se alguém fala que Israel comete crimes contra os palestinos ( o que é verdade), logo outro argumenta que os muçulmanos são terroristas e coisa e tal. Ora, o assunto do tópico é o fato de Israel agir como um estado nazista, difundindo uma ideologia racista (eles mesmos afirmam que são o povo escolhido por deus), uma estratégia de ocupação de territórios de outros povos, tortura da civis (vejam as fotos publicadas por uma soldada israelense) e ser um Estado que afirma sua existência em bases religiosas, fábulas místicas de um livro velho e cruel (o velho testamento). Parem de citar os EUA, os muçulmanos (outros idiotas perigosos e místicos) , e procurem focar no que o forista alega. Israel é nazista, isso é fato, por mais que gritem e esperneiem, quem se considera como raça superior, invade países vizinhos e tortura e mata civis É NAZISTA, simples assim.
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