Proeza do Flu valoriza títulos do Fla
Antes da primeira partida contra o Boca, eu não acreditava que o Fluminense fosse ganhar a Taça Libertadores da América. Equivoquei-me.
Agora, na final contra o limitado LDU, do Equador, o Fluminense é franco favorito. Até dou os parabéns antecipados a Franchico.
Ganhando a Libertadores, o Fluminense valorizará muito o futebol carioca e, conseqüentemente, os seis títulos estaduais que o Flamengo ganhou nos últimos dez anos, inclusive em 2007 e 2008.
Valorizará muito, também, o fato de o Flamengo ter finalmente alcançado o Fluminense em número de títulos estaduais, sempre lembrando que, quando o Flamengo disputou seu primeiro estadual, o Fluminense já tinha sido campeão cinco vezes, de modo que o Flamengo tem uma vantagem de cinco títulos nas disputas envolvendo ambos. Além disso, o Flamengo não tem nenhum título estadual compartilhado, enquanto o Fluminense tem três, o Vasco tem três e o Botafogo tem quatro.



Olá! Meu nome é 



Sergio Ricardo Alves Barbosa
em 8 de junho de 2008
Caro Gilson,
Embora o Fluminense seja favorito, estou acreditando na zebra LDU. Acho que o Flu vai relaxar um pouco por ter eliminado os temidos São Paulo e Boca e ter pela frente um adversário teoricamente inferior. Ademais, há uma certa soberba. Washington disse, logo após o jogo de ontem, que tem cheiro de título no ar. Então, creio que o LDU, que possui uma defesa forte e jogará na altitude (salvo engano), poderá supreender.
P.S.: Olhando pelo retrovisor, vejo que São Paulo e Boca foram superestimados. O SP tem uma indigência criativa no meio de campo, a ponto de Jorge Wagner – que nunca passou de um jogador esforçado e mediano no Corinthians, Cruzeiro e Internacional, nos quais se destacava apenas pela precisão nas cobranças de falta – ser considerado o “cérebro” do time. Tinha outros jogadores medianos – talvez medíocres – como Zé Luís, Fábio Santos (como é que esse cara foi parar no Lyon???) e Hugo, que nada jogou no Flamengo, em 2002.
O Boca Juniors, por sua vez, não tem um time excepcional. Seu zagueiro central é Cáceres, que passou quase despercebido no Atlético – MG. No meio de campo, tem Fabian Vargas, que foi reserva no time do Inter em 2006. E o lateral-esquerdo, um colombiano chamado Manoel, não é melhor do que Egídio.
Abraço,
Sérgio Barbosa
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Gilson Gondim
em 3 de julho de 2008
Eita, Serjão, acertaste na mosca, hein?
Eles riram de nós, mas ri melhor quem ri por último.
Não é mesmo, Franchico?
Hahahahahahahahahahahahaahahahahahahaahahahahaahahahahaahahahahahahahahaha…
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Gilson Gondim
em 3 de julho de 2008
LDU: Liga dos Urubus ou Liga Deportiva dos Urubus, como o time estava sendo chamado no Rio de Janeiro, em alusão à torcida dos flamenguistas pelos equatorianos.
Este Fla-Flu por procuração foi delicioso para nós rubro-negros!
Eles torcem sempre contra nós. Por que deveríamos torcer por eles?
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Gilson
em 3 de julho de 2008
Errei. Ainda bem que errei!
Sérgio tinha razão: o time da LDU é muito melhor do que se pensava. O ala Guerrón, então, é espetacular — hábil, forte e veloz.
Parabéns ao time equatoriano.
Viva a Liga dos Urubus!
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ricardo
em 6 de julho de 2008
Somente com a sociedade desperta e o VOTO NULO neles que será a arma da atualidade para desbancar o estagio da política onde impera as brechas da desonestidade nas suas variadas formas onde se produz e impunemente permanecem nas instancia federal estadual e municipal, candidatos que são (sujos) com processo podem si candidatar e serem eleitos ou reeleitos esta é a incoerência da lei que os permiti, não podemos mais dar continuidade dessa forma de vida política em todas as instancia do nosso Brasil.
(Ricardo Antonio filgueiras)
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ricardo
em 10 de julho de 2008
Caros companheiros.
Repassando.
Peço licença para mais uma vez falar sobre o voto-nulo.
Afinal, o que é voto-nulo. Tem validade ou não?.
Vejam o que diz o art 224 do Código Eleitoral (item 15 do anexo).
Antes do advento da urna eletrônica o voto era considerado nulo, quando o eleitor insatisfeito rabiscava (riscava) a cédula eleitoral, tornando assim, nula a cédula-eleitoral por não conter a sua intenção de voto, ou seja, o voto era considerado inexistente.
Hoje, com a urna eletrônica, o eleitor precisa digitar o número de seu candidato ou do partido em quem deseja exercer o seu voto.
Conforme o que está explícito no item 15 do anexo, quando o eleitor registra na urna um número de candidato não registrado no TSE, o voto é considerado nulo e se o número de votos nulos for superior a 50% dos votos válidos, isto é, excluídos os em brancos, a eleição será anulada.
Vale lembrar, que só se anula a eleição majoritária, ou seja, para presidente, senadores, governadores e prefeitos. Nestes casos, a eleição proporcional (deputados e vereadores), fica também prejudicada. Isto é, nula também.
Quando se vota em um candidato inexistente, está se rejeitando os demais. Portanto esta é a vontade do eleitor e tem que ser respeitada. Já tem até candidato fazendo campanha contra o voto nulo.
Falta o TSE, explicar para a sociedade, o que é VOTO NULO, e para que serve.
Segundo a minha opinião, esta é ainda, a melhor forma de cassação, pois o eleitor cassa de uma só vez, todos candidatos ao pleito, provocando uma nova eleição, sem a concorrência dos candidatos que concorreram a eleição anulada.
Estou pagando prá ver.
Abraços Ramos
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2007/11/401428.shtml
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