Quantas bombas atômicas são necessárias para destruir Israel?
Dou uma olhada de vez em quando no site americano Drudge Report. É um site conservador, mas bastante informativo. Vi nele neste 1º de fevereiro, com muita alegria, que o ex-vice-presidente americano Al Gore foi indicado para o Prêmio Nobel da Paz, cujo ganhador será anunciado em outubro. Gore foi indicado por seu filme e sua luta sobre e contra o aquecimento global, um grande contraponto à posição obtusa de Bush, Cheney e cia. a respeito do assunto. Escandalosamente roubado pelos republicanos na eleição de 2000, bem que Gore poderia ser o candidato do Partido Democrata a presidente dos Estados Unidos em 2008.
Mas parece que a parada está mesmo entre Hillary Clinton e Barack Obama; ela com o charme politicamente correto de ser mulher; ele com o charme político de ser negro (ou afro-americano, como eles preferem por lá; não sei qual é o problema com a palavra negro). Entre os republicanos a disputa fica entre o senador John McCain e o ex-prefeito de Nova York Rudolph Giuliani. Nem McCain nem Giuliani é tão brucutu quanto Bush, de modo que haverá de qualquer modo alguma melhora, mesmo que pequena. O neoconservadorismo de figuras como Cheney, Rumsfeld e Condoleezza Rice está completamente desmoralizado, depois da surra que os americanos estão levando no Iraque. Além disso, ao derrubarem Saddam Hussein, os neoconservadores soltaram o gênio xiita da lâmpada no Iraque e livraram o Irã de seu vizinho inimigo. O Irã se fortaleceu muito, muito mesmo. E se tornou, com o presidente Ahmadinejad e sua possível bomba atômica, o grande pesadelo do Estado nazi-fascista de Israel.
O ultraconservador político americano Newt Gingrich, ex-presidente da Câmara dos Deputados, afirmou recentemente que três bombas atômicas são suficientes para destruir Israel por inteiro, provocando o que ele chamou de “segundo Holocausto”. Uma matéria recente no site Drudge Report, acima mencionado, diz que não são necessárias tantas bombas atômicas para destruir Israel. Bastaria uma. Segundo o site, o governo do Irã estaria disposto a destruir lugares santos do islamismo e a sacrificar grande número de palestinos e árabes israelenses para alcançar o grande sonho de destruir o Estado sionista.
Se isso acontecer, o grande culpado será o próprio Israel, que se recusa a retornar às fronteiras de 1967, seguindo adiante com sua política de roubar terras palestinas com assentamentos, muros e soldados invasores. Israel está cavando sua própria sepultura. Que depois os sionistas sobreviventes não reclamem.



Olá! Meu nome é 



Pollyana Neri
em 2 de fevereiro de 2007
“Estado nazi-fascista de Israel.”
Quanta banalização de palavras tão fortes.
Acredito que o autor do texto nem saiba o que é isso.
Poderia nos indicar onde estão as câmaras de gás na Palestina?
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Pollyana Neri
em 2 de fevereiro de 2007
E tem mais, o Irã pensa que Israel é um paizinho qualquer, que não tem serviço de inteligência e não tem seus próprios meis de frustar qualquer tentativa de destruição do país??
Se eu fosse o Irã, começava a tomar bastante cuidado com suas bravatinhas, afinal Israel não tem lá muita paciência.
Cuidado que Israel pode muito bem, fazer como em 67, com resultados avassaladores.
Os anti-semitas depois que chorem no pé do caboclo.
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em 25 de julho de 2011
Israel não é tudo isso que vc diz ser, tomar cuidado!
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marcelo
em 2 de fevereiro de 2007
acho que israel deveria refletir algo assim :
o que estamos fazendo para que quase todos os povos do planeta nos odeiam ?!!
nada acontece por acaso !
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Antônio Carlos
em 2 de fevereiro de 2007
Basta uma bomba atômica para destruir Israel e vários países árabes no seu entorno (inclusive o próprio Irã) e até contaminar o Sul da Europa.
Ao que parece, é um preço pequeno para Ahmadinejad e Gilson Gondim.
Para fanáticos, vale tudo para massacrar os judeus. Hitler, mesmo com a guerra derrotada e precisando de soldados e maquinário para a desefa de Berlim privilegiava os campos de extermínio em detrimento de todo o esforço de guerra restante. Entre ganhar a guerra e matar o maior número possível de judeus (e também de ciganos, testemunhas de jeová, homossexuais, dissidentes políticos etc.) ele optou pela segunda alternativa.
Entre cuidar de seu país e acabar com o Oriente Médio só para se ver livre de Israel, Ahmadinejad também vai de segunda opção.
Entre estudar e manter-se fiel à realidade e continuar a despejar ódio e baba, Gilson Gondim se equipara a Hitler e Ahmadinejad. Não tenham dúvidas, leitores deste blog: Gilson Gondim é um nazista.
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Hassan
em 2 de fevereiro de 2007
Pollyana Neri.
Nazismo não significa câmaras de gás.
Israel hoje tem um dos maiores campos de concentração do mundo.
O Nazismo prega o expansionismo, ou como eles chamam, espaço vital para a população.
O que eles fizeram desde a sua criação?
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Fabiano Paz
em 2 de fevereiro de 2007
Quanta raiva, quanto ódio, quanta doença! Alguma vez voce já se tratou Gondim?
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Pollyana Neri
em 2 de fevereiro de 2007
O que os judeus faziam para serem perseguidos depois da diáspora?
simplesmente existia, assim como Israel.
Quem entende o comprtamento racista? qual a explicação lógica? pois bem, o comportamento anti-semita é de difícil compreensão.
Todos os povos tem direito à autodeterminação segundo a carta das nações unidas, mas para os que odeia Israel, o povo judeu não tem este direito.
Todos os países tem o direito de se defender de ameaças externas, menos Israel, claro…
ai ai, haja paciência.
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em 23 de novembro de 2009
Concordo com vc amigo!! Israel tem todo o direito de não só se defender, como se armar até os dentes. A sobrevivência do Estado Judeu depende do seu poder militar e também nuclear. É uma covardia discarada esses paises árabes se juntarem para acabar com Israel. Desde que Israel tornou-se nação, esses paises se juntaram e invadiram Israel. Vários paises formaram alianças para destruirem o Estado judeu mas foram massacrados porque catucaram a onça com vara curta. Israel não afirma e nem nega que tenha armas nucleares, mas todo mundo sabe que tem. No entanto não vive ameaçando nenhum pais de jogar a bomba atomica agora esse louco presidente do Irã vive ameaçando de varrer Israel do mapa. Israel está cercado de inimigos querendo a aniquilação de Israel e ainda tem esse Estado Persa terrorista jogando lenha na fogueira. A quantidade de paises e do tamanho do exercito deles junto é totalmente desproporcional ao tamanho e o contigente israelence. Por isso é que Israel investe tanto em tecnologia eo seu fortalecimento militar. Israel é dono dessas terras historicamente tudo é deles e por direito. Israel é o bastial da democracia ocidental nesse complicado Oriente médio. Uma Nação moderna, maravilhosa e enquanto essa nação luta desesperadamente em favor do seu povo, esses loucos usam os seus civis como escudo para incriminar a Israel fazendo com que a opinião pública mundial se volte contra Israel. Todos que tentaram destruir esse povo , hoje estão na tumba fria. Todos eles sucumbiram. É melhor não brincarem com fogo.
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em 10 de junho de 2010
O exemplo americano
É seguido no papel
Armar os aliados
Primeiro ao fiel
Não é preciso consultar
A ONU aprovar
A bomba pra Israel
Impedir que outros a tenham
Pela força e opressão
É mais fácil dominar
Um tipo de reação
O Conselho de Segurança
Amigos de aliança
Oprimem qualquer nação
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Arthur
em 2 de fevereiro de 2007
Este site é sem sombra de dúvidas uma obra cretina, medíocre e desprovida de qualquer compromisso com a realidade. Não quero discutir o mérito do artigo pois não existe qualquer condição de estabelecer-se um espaço para o diálogo em meio a tanta baboseira. Quanto a proposta do site, percebe-se claramente o tom panfletário, ultrapassado, digno somente, daqueles que não conseguem ocupar um espaço na sociedade por serem tão canalhas e desinteressantes. Enfim, para um visitante desavisado, aconselho que feche a sua tela, porque aqui, não ha nada para ver.
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Antônio Carlos
em 2 de fevereiro de 2007
Realmente o nazismo pregava que a “raça superior” deveria contar com um “espaço vital”.
Nada a ver com Israel.
Em primeiro lugar, Israel não se expandiu. Entre 1948 e 1967 Israel ocupou o lugar que lhe foi destinado pela ONU. Depois de ser invadido por quatro países, Israel conquistou a Cisjordânia e a Faixa de Gaza da Jordânia e do Egito. E sempre condicionou a devolução destes territórios ao fim das agressões externas.
Israel nunca declarou guerra a nenhum país. Em todos os conflitos, Israel foi levado à batalha por uma agressão iniciada por algum de seus vizinhos. Já a Alemanha Nazista iniciou a Segunda Guerra invadindo a Polônia. O exato oposto do que sempre ocorreu com Israel.
Quando Israel conquistou ( e não “ocupou”) a Península do Sinai, condicionou a sua devolução ao Egito em troca de um acordo de paz. O Sinai foi devolvido no início dos anos 80 e desde então houve paz entre Israel e Egito. Que raio de expancionismo é esse que devolte terras???
Israel conquistou o Sul do Líbano nos anos 80 depois de ser agredido por militantes palestinos ali abrigados. Devolveu o território no ano 2000 mesmo sem nenhuma garantia de paz. Que imperialismo é esse que devolve terras sem nenhuma garantia do outro lado???
A Alemanha Nazista invadiu dezenas de países vizinhos, sem nenhum causus beli, inclusive países bem distantes de sua fronteira. Israel nunca invadiu nenhum país que não fizesse fronteira com seu território ou sem uma agressão anterior que lhe desse um causus beli.
Israel tem um território menor que o do menor dos estados brasileiros (Sergipe). Que país imperialista é esse que é tão pequeno???
Nazismo não significa apenas câmaras de gás. Nazismo significa intolerância, ausência de democracia, leis racistas, imperialismo. Israel nunca teve nenhuma destas características.
Não adianta mentir. Não adianta sofismar. A História sempre encontra um jeito de restabelecer a verdade.
[Responder]
mauro fisantes sobrinho
em 2 de fevereiro de 2007
eu gostaria de perguntar àqueles que atacam Israel?
Se Israel não tivesse um exército forte, o país existiria hoje???
O mundo não odeia Israel, ocorre que existe mais de um bilhão de árabes no mundo que escrevem contra Israel, então dá a falsa impressão que todo mundo odeia.
Aliás, pq os árabes não vão reinvidicar democracia e respeito humano em seus países??? queria ver eleições na Síria, liberdade para as mulheres no Irã, ou quem sabe, os Princípes e Xeques da Árabia Saudita parasse de sugar todo dinheiro e deixar o povo sem ter o que comer.
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Antônio Carlos
em 2 de fevereiro de 2007
Já se passaram seis meses, desde que Eldad Regev e Ehud Goldwasser foram seqüestrados do lado israelense da fronteira com o Líbano, em uma ação que precipitou o confronto disseminado entre Israel e o Hezbollah, uma organização terrorista baseada no Líbano. Até a presente data, não há notícias dos soldados presos e nem suas famílias nem o governo de Israel têm idéia de seu paradeiro ou do atual estado de saúde de ambos.
Duas semanas antes do seqüestro, outro soldado, Gilad Shalit, também foi seqüestrado, desta vez do lado israelense da fronteira com Gaza. Sua família também aguarda ansiosamente por notícias suas. Especialmente grave é o fato destes seqüestros terem ocorrido em território israelense soberano.
Tirados de suas famílias há seis meses, esses soldados presos têm negados os direitos humanos mais básicos, como consta da Convenção de Genebra. Em uma total quebra da Resolução nº 1701, da Organização das Nações Unidas, as entidades terroristas que realizaram estes seqüestros, como também a Síria e o Irã que os apóiam, se comportam como se esses direitos humanos fossem nada mais do que um simples item de barganha em seu jogo de negociação, se recusando até a transmitir mensagens das famílias aos soldados presos. Órgãos internacionais que se encontraram com esses familiares também tentaram enviar mensagens e cartas, mas receberam uma recusa também.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel está ativo em seus esforços de conseguir sua libertação em todos os níveis: a Ministra das Relações Exteriores, Tzipi Livni, e seus colegas Ministros, junto com o Primeiro Ministro Ehud Olmert levantam essa questão em seus encontros diplomáticos de mais alto escalão, em Israel e no exterior, como também o fazem o Diretor-Geral do Ministério das Relações Exteriores e outros oficiais de alto escalão. O Ministério também assiste as famílias dos soldados seqüestrados em seus encontros, tanto no exterior como também em seus contaos com dignatários estrangeiros em visita a Israel em um esforço para manter a causa dos soldados seqüestrados na agenda pública internacional.
As embaixadas de Israel no exterior também fazem parte desse esforço, com ênfase no aspecto humanitário: as famílias aguardam um sinal claro que seus filhos estão vivos e bem. Aqueles que têm influência, direta ou indiretamente, na Síria e no Irã, estão sendo solicitados a exercer influência nesses países. Sendo assim, espera-se que tanto a Síria como o Irã, que apadrinham as organizações terroristas que mantêm os soldados presos, sejam forçados pela crescente pressão internacional a exercer sua influência para obter as tão desejadas notícias da eventual libertação dos soldados.
Nem Israel nem nenhum outro país civilizado, cumpridor das leis, pode aceitar esta situação. Nós clamamos por seu apoio neste esforço – de trazer nossos soldados para casa.
SOLDADOS PRESOS
EHUD (UDI )GOLDWASSER
Nascido em Nahariya, em 1975, filho de Miki e Shlomo e irmão mais velho de Yair e Gadi. Casou-se com Karnit. Udi e Karnit compartilham um grande amor e um relacionamento muito especial. Ele se formou em Ciências na cidade de Nahariya. Após o serviço militar, passou seis meses na Austrália, viajando de motocicleta. Começou a estudar engenharia ambiental. Udi é uma pessoa gentil e muito querida, divertido e sempre disposto a ajudar a todos.
ELDAD REGEV
Nascido em 1980, filho de Tova (já falecida) e Zvi Regev. Irmão de Benny, Ofer e Eyal. Após 3 anos de serviço militar na brigada de infantaria Givati, entrou no curso preparatório para a Faculdade de Direito da Universidade Bar Ilan. Uma de suas maiores qualidades é a gentileza, nunca hesitando em oferecer ajuda a todos que precisam. Após o serviço militar, viajou pela Ásia. Entre seus hobbies, está o futebol (ele fez um curso de árbitro). Eldad acompanhou com grande interesse a última Copa do Mundo. Ele também gosta de música e literatura.
GILAD SHALIT
Nascido em Naharyia, em 1986, filho de Aviva e Noam Schalit, morador de Mitzpe Hilla, na Galiléia e irmão de Yoel e Hadas. Formou-se com distinção na classe de ciências, na escola secundária. Gosta muito de matemática e esportes. Jovem, educado, quieto e introvertido, está sempre com um sorriso no rosto e pronto a ajudar ao próximo. Mesmo em seus curtos períodos de folga do exército, ajudava os pais em sua pousada. Desde o ataque na aldeia de Kerem Shalom, no domingo, 25 de junho de 2006, Gilad, ferido durante a emboscada em que foi capturado, está sendo mantido preso pelos terroristas do Hamas, na Faixa de Gaza.
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Conde de Montecristo
em 3 de fevereiro de 2007
Que bom que existe tanta gente humanista aqui.
A propósito, alguém aqui vai colar os nomes e biografias dos mais de 1.600 inocentes libaneses mortos por Israel só no ano passado? E das centenas de palestinos mortos só no ano passado, alguém sabe os nomes?
Seria legal também colar os nomes e biografias dos inocentes mortos no Iraque, mas acho que iria estourar o espaço no site.
Não se enganem: três bombas atômicas destroem Israel. Para sempre.
Dado o mal que este país degenerado faz à humanidade, se a destruição de Israel causar 3 vezes o número de mortes dos habitantes de Israel nos países vizinhos, COM CERTEZA SERÁ UM MAL MENOR!
Israel chegou a um grau tão grande de perversão, malícia e ódio à humanidade, que qualquer esforço que se faça para dar cabo deste país é justificado.
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em 20 de agosto de 2010
ESTÁS CHAMANDO Israel de país DEGENERADO?
DEGENERADO ÉS TÚ MESMO!
VAI PLANTAR BATATA NA PRAÇA 13 DE MARÇO EM VEZ FICAR FALANDO idiotices NA INTERNET.
TEM MAIS RESPEITO POR ISRAEL.
E TU ACHAS MESMO QUE OS POVOS CRISTÃOS DO PLANETA INTEIRO VÃO OU ESTÃO A FAVOR DOS ÁRABES?
NÓS OS PROTESTANTES, E OS CATÓLICOS, E OS ESPÍRITAS, ESTAMOS MESMO É A FAVOR DE ISRAEL QUE É A NOSSA MÃE TAMBÉM.
PORQUE A NOSSA FÉ EM JESUS CRISTO VEIO DE ISRAEL E NÃO UMA PÉRSIA QUE APEDREJA MULHERES EM PLENO SÉCULO 21!
HAJA IDIOTICES NESSE SITE!
O DONO DO SITE É QUE ME PARECE UM NAZISTA E VOCÊ É UM GRANDE degenerado sem amor e sem lei.
[Responder]
Israel Wolf
em 3 de fevereiro de 2007
Legal, “Sr. Conde” (Ou seria isso apenas um pseudônimo do dono deste blog?)! Matem todos os judeus e o mundo terá paz, né?
Hitler deve estar muito feliz sabendo disso…
Vamos fazer o seguinte, Conde: Você fala nos mortos libaneses (mortos por conseqüência das ações terroristas do Hezbollah) e nós vamos continuar falando nos dois mil israelenses mortos desde o ano 2000 pela Segunda Intifada, que tal?
Ah, para vocês, nazi-gondinistas, só os mortos árabes contam, né? Legal!
Como eu disse, Hitler há de estar muito feliz de lá do inferno. Ele morreu mas Gilson Gondim está vivo.
Até quando?
[Responder]
Gilson Gondim
em 3 de fevereiro de 2007
Não, Sr. Israel Lobo, eu não sou o Conde de Montecristo.
[Responder]
Gilson Gondim
em 3 de fevereiro de 2007
Ora, ora, ora, Sr. Israel Lobo, será isso uma ameaça de morte?
[Responder]
Ademar Benevolo
em 3 de fevereiro de 2007
Ora, novamente o articulista desse site-blog mostra quem realmente é. Acho até, que agora ele se superou. Quem lê os artigos anteriores dele, passa a acreditar que é um defensor dos “coitados” dos palestinos. Sempre defendendo-os e atacando seus preteridos algozes. Porém, neste artigo, ele não conseguiu se segurar e mostrou sua verdadeira cara. A de um grande JUDEÓFOBO.Para ele, a vida destes palestinos passou a não valer nada quando vislumbrou em sua mente perversa a possibilidade de destruição do Estado de Israel. Para este senhor, brasileiro, não sei se cristão, vale qualquer coisa para acabar com os judeus. Esse apreço e essa convicção quase maníaca, está mostrando que a vida dos palestinos, para os nazi-gondinistas, vale tanto quanto a dos judeus, ou seja, nada. Dá a impressão de que ele estava enganando a todo mundo que lia seus artigos. Sabem por quê? Todo mundo sabe que se destruirem Israel pelas armas nucleares, destruirão também a Palestina. Alguém já perguntou aos palestinos, se eles querem destruir Israel dessa forma? Será que eles querem sua auto-destruição? Não, não querem. Agora, os nazi-gondinistas o querem. O Irã quer jogar bomba atômica em Israel, porque não está nem aí com os palestinos.O Irã é tão imperialista quanto qualquer outra nação poderosa, não se esqueçam que são persas e têm um passado de massacres nas costas. Portanto, caro senhor Gondim, fique tranquilo que se o Irã jogar quantas bombas atômicas forem necessárias para destruir Israel, para sua glória, também estará matando todos os palestinos, aos quais o senhor tanto “defende”. Mas, não se preocupe,os israelenses sabem se defender. As suas idéias não ameaçam Israel. Só assustam os brasileiros de bem que entram aqui esperando que vão ler artigos construtivos e se deparam com ódio, doença e desprezo. Acho que o senhor precisa de um bom tratamento contra essa sua incurável JUDEOFOBIA.
[Responder]
Pollyana Neri
em 3 de fevereiro de 2007
Começo a ter uma certa pena do Irã e de suas bravatas, afinal os nem todos os iranianos são culpados pelas besteiras que seu líder diz.
Pelo que se vê uma nova guerra dos 6 dias se avizinha, Israel já provou que tem muita competência para guerra defensivas, ainda mais quando elas são preventivas.
O asnofinejad vai se f****…
Tomara que morra, um verme como ele não merece viver.
[Responder]
Gilson Gondim
em 3 de fevereiro de 2007
EHUD GOLDWASSER
ELDAD REGEV
GILAD SHALIT
COMO REPRESENTANTES DO IMPERIALISMO GENOCIDA SIONISTA, APODREÇAM NOS CÁRCERES DO HEZBOLLAH.
VOCÊS NÃO MERECEM MENOS DO QUE ISSO.
[Responder]
barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Uma queixa contra a TV Suíça Romande (Télévision Suisse Romande TVR) foi colocada hoje por um conjunto de queixosos, apoiados por cerca de 150 pessoas, contra uma reportagem que foi ao ar em 26 de outubro, programa “Temps Présent” (tempo atual) sobre o grupo terrorista Hezbollah. Escrita por Alain Jean-Mairet, conhecido dos leitores deste blog, é um ataque deontológico total contra a única tv nacional em nossa parte do país, reprovando-a por:
· Apresentar uma organização islamista, terrorista e totalitária como simples partido político, armado mas benevolente, quiçá benéfico;
· Passar um imagem de pessoa mais que respeitável para uma homicida com motivação política e não arrependida;
Criar, reproduzir, ou deixar sem contra-argumentação decente uma impressão geral e um catálogo de argumentos incitando o público, por um lado, a condenar Israel de modo unilateral, o que favorece o crescimento de um antisemitismo moderno em nosso país e, por outro lado, a considerar os métodos terroristas como aceitáveis, ou justificados, e a acreditar, erroneamente, que a sociedade fundamentalista preconizada pelo Hezbollah é compatível com o modo de vida ocidental.
Pode-se ler no site da AJM todo o procedimento que conduziu a esta queixa, inclusive as anotações esclarecedoras da sessão de conciliação entre as duas parte. Os procedimentos às vezes contestáveis da TSR em matéria de informação são suficientemente conhecidos para que não haja necessidade de mencioná-los. O que em compensação é muito interessante, nesta queixa, é a confirmação que a transferência de poder, decorrente das novas tecnologias da informação e da comunicação tem um impacto direto sobre as mídias tradicionais, que estavam até agora fora do alcance do cidadão. É preciso ter a possibilidade de reunir os conhecimentos, competências e vontades para brigar com uma empresa tão influente quanto a TSR.
No entanto, o David cidadão tem uma vantagem determinante contra o Golias mediático: ele usa a arma principal deste último, isto é, a legitimidade, a ética, a veracidade fatual e a equidade intelectual. Aí, os viéses e os preconceitos tão frequentes nas redações – anti-americanos, anti-israelenses, pro-palestinos, ou ainda anti-militares – são vulnerabilidades maiores ainda porque contradizem as regras deontológicas próprias do jornalismo. Perpetuamente procurando transparência e autocrítica nos outros, o que faz delas aliás uma componente essencial de toda sociedade democrática, as mídias são assim confrontadas às mesmas exigências a respeito de seu trabalho. E esta inversão de papéis é frequentemente mal vivida nas redações habituadas a controlar o essencial do discurso, seja imprensa escrita ou televisão, ao contrário da rádio, mais acostumada à expressão de opiniões diversas e de críticas.
Claro que uma queixa ainda não é uma condenação, e é preciso ver o que fará com isso a Autoridade independente encarrega de avaliar queixas em rádio e televisão. Mas a importância desta iniciativa, cujo eco mediático seria interessante observar (cerca de trinta órgãos de imprensa receberam a tarde o anúncio da AJM) não deixará de surtir efeito nas redações, porque ninguém gosta de ser pego de acordo com seus próprios critérios.
http://www.ludovicmonnerat.com/
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Conflito do Fundamentalismo Religioso
Herman Glanz 16/01/2007
Precisamos entender: está em marcha mais uma guerra religiosa. E, como sempre, sofrem os judeus.
Vejamos: Mahmmoud Abbas, é Presidente da Autoridade Palestina, nomenclatura dos Acordos de Oslo, que os palestinos passaram a chamar de Autoridade Nacional Palestina; pequeno acréscimo de palavra mas de grande significado. Pois o senhor Abbas, aliás Abu Mazen, nome do tempo de terrorista, hoje resgatado como moderado, diante da guerra civil que se trava entre seu grupo Fatah e o grupo Hamas, pede que parem de lutar entre si e combatam o inimigo ocupante da Palestina – Israel. E é com esse “moderado” que se pretende a paz. Evidentemente que nada acontecerá com gente assim. E uma declaração do líder do Hamas, de que Israel existe de fato, não deve ser entendida como reconhecimento de Israel, mas de que Israel existe, logo deve ser destruído.
Na Mesquita Central de Londres, também conhecida como a Mesquita do Regent’s Park, está sendo vendido um DVD, no qual consta que “no dia do Julgamento Final os judeus serão completamente exterminados e varridos do mundo”. Também se vê o Sheik Feiz, em seu sermão, imitando um porco, dizendo que os judeus devem ser assassinados.
Conforme nos traduz o MEMRI – Instituto de Pesquisa da Mídia sobre o Oriente Médio, no dia 30 de dezembro, site islâmico apresentou um vídeo de 9 minutos, no qual mostram 150 ataques com bombas a alvos americanos, e que “destruíram o mito da superioridade do exército americano no Iraque. Participaram dos ataques grupos sunitas, entre os quais a Al Queida, Ansar Al-Sunna, Al-Jaysh Al-Islami (The Islamic Army), Jaysh Al-Mujahideen, Kata’ib Thawrat Al-’Ashrin, Jaysh Al-Fatihin, e Jaysh Al-Rashidin.
No dia 7 de janeiro passado, foi colocado na Internet um livro intitulado “A Criação do Estado Islâmico”, originado, desta vez, de grupo xiita. O objetivo do livro é informar as bases do Estado Islâmico do Iraque. O livro explica porque o Estado Islâmico é necessário. O livro trata ainda das críticas contra um Estado Islâmico e quais são as respostas. Diz que a sharia deve ser implantada em todas as áreas abrangidas, como impor as punições prescritas pelo Alcorão, coleta de impostos e luta da jihad contra o inimigo e a expulsão dos estrangeiros ocupantes de territórios islâmicos.
No dia 8 passado, a Frente Global de Mídia Islâmica, proclama a impossibilidade de impedir a propaganda da Jihad, guerra santa islâmica, pela Internet, e que os americanos se mostram incapazes de tal ato. Contra os infiéis, só a Jihad.
No dia 10 de janeiro passado, as Brigadas Salahdin Al-Ayubi dizem ter disparado foguetes com armas químicas contra alvos americanos no Iraque. E que o farão pela Jihad contra alvos de ocupantes de território islâmico. Israel é dito “ocupante”. Aliás, grande parte da Europa é considerada território islâmico ocupado…
Enquanto isso, a Secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, chega a Israel e aos palestinos para fazer Israel ceder mais, a fim de dar impulso à Paz, que como vimos, não tem possibilidade, por ora. Os americanos continuam com a ilusão de que a vitória americana no Iraque, passa por Israel. A Secretária, no seu tour pelo Oriente Médio, vem dizer que um fracasso americano no Iraque põe em perigo toda a região. Busca, assim, apoio à nova investida americana no Iraque. Porque isso tem a ver com a política visando conter as armas nucleares do Irã. É um jogo de xadrez…
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Juventude e guerra, dupla mortífera
Por Christopher Caldwell
09/01/2007
Massacres ao estilo de gangues nos territórios palestinos, nesta semana,
foram o resultado do enfrentamento de pistoleiros islâmicos do Hamas contra
as forças seculares do Fatah. Os assassinatos desafiam as normas
civilizadas: em dezembro, até mesmo crianças foram alvo de assassinatos. Mas
essa matança também desafia o senso comum político. O muro erguido por Ariel
Sharon isola terroristas de seus alvos israelenses, e o que acontece? A
violência – antes justificada pela causa de uma pátria palestina – prossegue
como se nada tivesse mudado, simplesmente encontrando seu escoadouro em um
novo conjunto de alvos. Isso faz com que a violência palestina pareça nunca
ter sido efetivamente motivada por uma “causa”. A violência tem a ver, de
uma estranha maneira, consigo mesma.
Gunnar Heinsohn, um cientista social da Universidade de Bremen especializado
em pesquisas sobre genocídios, tem uma explicação sobre a razão do fenômeno.
Desde a publicação, em 2003, de Sons and World Power (“Söhne und Weltmacht:
Terror im Aufstieg und Fall der Nationen, Orell Füssli Verlag”, não
disponível em inglês), a excentricidade de seu alerta tornou-o uma espécie
de livro cult. Segundo Heinsohn, quando jovens entre 15 e 29 anos constituem
mais de 30% da população, a violência tende a irromper; quando grandes
percentuais têm menos de 15 anos de idade, a violência é freqüentemente
iminente. As “causas” em nome das quais essa violência é cometida pode ser
irrelevante. Existem hoje 67 países no mundo com tais “superávits juvenis” e
60 deles são palco de algum tipo de guerra civil ou assassinatos em massa.
Entre 1988 e 2002, 900 milhões de filhos nasceram de mães no mundo em
desenvolvimento, e um demógrafo atento poderia praticamente prever os locais
problemáticos. Na década até 1993, às vésperas da tomada de poder pelo
Taleban, a população do Afeganistão cresceu de 14 milhões para 22 milhões.
Ao final desta geração, o Afeganistão terá tantas pessoas com menos de 20
anos quanto a França e a Alemanha combinadas. O Iraque tinha 5 milhões de
pessoas em 1950, mas hoje tem 25 milhões, apesar de um quarto de século de
guerras. A partir de 1967, a população da Cisjordânia e de Gaza cresceu de
450 mil para 3,3 milhões de habitantes, 47% dos quais com menos de 15 anos.
Se Heinsohn estiver certo, então a violência palestina nos últimos meses e
anos não é explicada pela ocupação israelense (que, afinal de contas,
existia 30 anos atrás) ou pela pobreza (as partes mais violentas no mundo
muçulmano não são as mais pobres) ou pela humilhação. Trata-se apenas de
violência em si.
A tese de Heinsohn não diz que o Ocidente está “em minoria”. Nem sustenta
que esteja em curso uma batalha malthusiana por recursos escassos. Em El
Salvador, por exemplo, a explosão de assassinatos políticos nas décadas de
70 e 80 foi precedida por um crescimento de 27% na renda per capita. O
problema, na realidade, é que numa sociedade com “superávit juvenil” não há
suficientes posições para proporcionar prestígio e status a todos esses
jovens. É despertada a inveja do privilégio de que gozam irmãos mais velhos.
O mesmo acontece com a ambição. O heroísmo militar apresenta-se como uma
maneira historicamente consagrada pela qual um segundo ou terceiro filho
pode conquistar uma posição de respeitabilidade numa sociedade de outra
forma indiferente. As sociedades com um superávit de homens jovens tornam-se
temperamentalmente distintas de “sociedades de filho único”, como as
européias, onde a perspectiva de mandar o filho para a guerra é quase
impensável. O pacifismo europeu a partir de 1945, na visão de Heinsohn,
reflete uma incapacidade de travar guerras, e não ausência de tendências
para tal.
—————————————————————–
Se a questão demográfica explica a violência, em poucas décadas a era das
guerras devidas ao superávit juvenil pode estar terminada
—————————————————————————-
A teoria de Heinsohn explica como guerras “idealistas” de libertação
nacional podem converter-se imperceptivelmente em guerras civis “insensatas”
- como na Irlanda, 90 anos atrás, ou na África após a descolonização ou,
ainda, na América Latina nos anos 80 ou na Palestina nos últimos meses. De
uma perspectiva histórica mais abrangente, a tese explica como meia dúzia de
países europeus em rápido crescimento gradualmente assumiram o controle de
quase todo o mundo conhecido após 1485, e por que as colônias em rápido
crescimento na América do Norte revoltaram-se em 1770, usando como pretexto
sua “algo tola indignação por serem tributados sem a contrapartida de
representação parlamentar em Londres”.
Se seguirmos esse argumento até sua conclusão lógica, então, a religião do
Islã, foco de tanta discussão estratégica contemporânea, é uma grande falso
motivo. Sem dúvida, os países islâmicos vêm assumindo crescente importância.
Eles constituirão um quarto da população mundial daqui a uma década. Dos 27
países com maior superávit juvenil, 13 são muçulmanos. Mas, se há
entrechoque de civilizações, não se trata de um confronto civilizacional.
Religiões podem ser uma racionalização conveniente para pessoas violentas
que não querem se ver como criminosos comuns, mas esse problema não é
peculiar ao Islã. No Novo Mundo, 500 anos atrás, assinala Heinsohn, também
os conquistadores espanhóis ajoelhavam-se e oravam antes de perpetrar
massacres.
Numa entrevista ao Neue Zürcher Zeitung last no final do ano passado,
Heinsohn comentou que, se a Alemanha tivesse tido o mesmo tipo de
crescimento populacional que Gaza (9 crianças por mulher) nas últimas
décadas, os alemães seriam hoje 550 milhões de pessoas, com 80 milhões de
jovens entre 15 e 30 anos. “Você acha que esses 80 milhões de jovens alemães
seriam dez vezes mais pacifistas do que os 7 milhões que temos hoje?”
indagou. “Ou não é muito mais provável que eles estariam lançando bombas em
Praga, Gdansk e Wroclaw, e – exatamente como os palestinos – dizendo: ‘Essa
é nossa terra e nos foi tirada por razões históricas com as quais nada temos
a ver’?”
Esse tipo de perspectiva demográfica sobre a turbulência mundial nos dá base
para otimismo: em poucas décadas, a era das guerras devidas ao superávit
juvenil pode estar terminada. Até que isso sobrevenha, os problemas
existirão. Deveria o Ocidente simplesmente esperar que essa onda se dissipe?
Quando o mundo estiver em paz, terá sido melhor não termos metido nosso
nariz em assuntos dos outros? Ou será melhor podermos então dizer que pelo
menos tentamos direcionar o mundo em desenvolvimento através dessa crise de
uma maneira humanitária? O Iraque e a Palestina não são os únicos lugares
onde essas questões deveriam ser abordadas com boa dose de modéstia
intelectual.
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
Marcia Gol escreveu -
“A repórter da TV Globo, (metida como a maioria delas), voltando 10 anos
depois ao Afeganistão, notou que as mulheres,
que antigamente caminhavam sempre meio metro atrás dos seus maridos, tinham
passado a caminhar pelo menos 5 metros à frente deles.
Interessadíssima nesta mudança de comportamento, a repórter imagina que tal
mudança de costumes deveria significar uma grande vitória feminina.
Aproxima-se de uma das mulheres e fala deslumbrada: – Gente! Que
maravilhaaaaaaa !!! O que aconteceu aqui que fez com que se extinguisse
esse costume absurdo da mulher caminhar atrás dos maridos, e agora caminham
gloriosamente à frente deles?
E a mulher afegã responde: – Minas terrestres…!!! “
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barbra
em 3 de fevereiro de 2007
A cristandade está morrendo na terra onde nasceu
por Daniel Pipes
New York Sun
13 de Setembro de 2005
Na noite de 3 para 4 setembro, aconteceu nas imediações de Ramallah, Cisjordânia, o que alguns observadores vêm chamando de um pogrom. Nessa noite, quinze jovens muçulmanos de Dair Jarir irromperam na vizinha Taybeh, uma vila cristã de 1.500 habitantes.
O motivo do ataque? Uma jovem muçulmana de Dair Jarir chamada Hiyam Ajaj, de 23 anos, apaixonara-se por seu chefe cristão, Mehdi Khouriyye, dono de uma alfaiataria em Taybeh. O casal manteve o romance em segredo durante dois anos, e ela engravidou em março de 2005. Ao descobrirem a gravidez da jovem, os parentes a mataram. Isso se deu mais ou menos no primeiro dia de setembro; não satisfeitos em “lavar a honra” — pois a lei islâmica proíbe terminantemente que homens não-muçulmanos tenham relações sexuais com mulheres muçulmanas — os homens da família Ajaj quiseram vingar-se de Khouriyye e de sua família.
Dois dias depois, encontraram a vingança que buscavam no ataque a Taybeh. Os Ajajs e seus amigos invadiram casas e roubaram móveis, jóias e aparelhos elétricos. Lançaram coquetéis molotov contra alguns prédios e jogaram querosene em outros, ateando-lhes fogo em seguida. Somaram-se em prejuízos no mínimo 16 residências, várias lojas, uma fazenda, uma chácara e um posto de gasolina. Os vândalos danificaram automóveis, saquearam à vontade e destruíram uma estátua da Virgem Maria.
“Parecia uma guerra”, disse ao Jerusalem Post um morador de Taybeh. Horas se passaram antes que as forças de segurança e o corpo de bombeiros chegassem ao local. Os quinze agressores mal ficaram umas poucas horas na delegacia de polícia e então foram libertados. Quanto a Khouriyye, foi detido por policiais árabes palestinos, colocado em uma cela e (segundo afirma sua família) é espancado constantemente.
Como observa a agência de notícias Adnkronos International, para os palestinos da comunidade cristã, “o fato de os delinqüentes muçulmanos terem sido libertados e o alfaiate cristão continuar detido revela, no melhor dos casos, a indiferença da AP à difícil situação dos cristãos palestinos e, no pior, o quanto essa lhes é hostil.
Um primo, Suleiman Khouriyye, apontou para a casa incendiada. “Eles agiram assim porque somos cristãos. Ele fizeram isso porque nós somos os mais fracos aqui”, disse ele. A família Khouriyye e outras testemunhas lembram-se de que os agressores bradavam “allahu akbar” e slogans anticristãos como “queimem os infiéis, queimem os cruzados”. Ao que um primo de Hiyam Ajaj, impenitente, replicou: “Queimamos as casas deles por terem desonrado nossa família, e não por serem cristãos.”
O ataque repete um padrão mais amplo. De acordo com o custódio da Terra Santa, padre Pierbattista Pizzaballa, só na região de Belém os cristãos foram vítimas em noventa e três casos de injustiça registrados entre 2000 e 2004. No pior deles, ocorrido em 2002, muçulmanos assassinaram as duas irmãs Amre, de 17 e 19 anos de idade, por eles consideradas prostitutas. A autópsia, porém, constatou que as adolescentes eram virgens — e tinham sido torturadas nos órgãos genitais.
“Quase todos os dias — quase todos os dias, repito — nossas comunidades são maltratadas pelos extremistas islâmicos nessa região”, assegura Pizzaballa. “E quando não são os membros do Hamas ou da Jihad Islâmica, são os confrontos com (…) a Autoridade Palestina.” Além dos islamistas, fala-se em uma espécie de “máfia muçulmana” que operaria em território palestino. Com a cumplicidade da AP, o bando ameaça as terras e os proprietários cristãos, fazendo com que estes muitas vezes abandonem suas propriedades.
A campanha de perseguição tem obtido êxito. A população cristã se multiplica em Israel, mas se encolhe com rapidez na Autoridade Palestina. Belém e Nazaré, cidades históricas do Cristianismo há quase dois milênios, são agora de maioria muçulmana. Em 1922, o número de cristãos superava o de muçulmanos em Jerusalém; hoje, os cristãos não passam de meros 2% da população local.
“Será possível que a presença cristã fique reduzida a igrejas vazias, a uma hierarquia sem congregação e sem rebanho no berço da cristandade?” É o que indaga Daphne Tsimhoni no Middle East Quarterly. É difícil prever que coisa poderá impedir essa visão espectral de se tornar realidade.
Um fator que poderia ajudar a prevenir esse futuro sombrio seria as principais denominações protestantes denunciarem publicamente os muçulmanos por perseguirem e expulsarem os cristãos do território palestino. Até agora, a Igreja Episcopaliana, a Evangélica, a Luterana, a Metodista e a Presbiteriana, assim como a Igreja Unida de Cristo, têm, lamentavelmente, ignorado o problema.
Em vez de denunciar, elas se contentam em manifestar sua indignação moral contra os israelenses e chegam até mesmo a retirar os fundos de investimentos aplicados no país. Ao vê-las tão obcecadas com Israel mas silentes à agonia da cristandade na própria terra natal, imagina-se o que mais será preciso para lhes despertar a razão.
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
Belém da natividade não recebe peregrinos
24/12 – 19:08 – Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel
Belém, cidade onde Jesus nasceu há mais de dois mil anos, teve um Natal triste. O Prefeito Victor Batarseh é católico como metade dos vereadores. É a lei! Ele foi eleito com o apoio do Hamas, agremiação palestina islâmica fundamentalista que foi eleita para chefiar o governo da Autoridade Palestina. Belém é uma cidade árabe palestina.
O largo da Manjedoura, em frente à Basílica da Natividade e à Igreja de Santa Catarina, sempre lotava durante este período. A Natividade fica na magnífica Basílica grego-ortodoxa, o local exato do nascimento de Jesus ao qual se chega descendo as escadas ou através de uma passagem subterrânea vinda Igreja de Santa Catarina, que fica ao lado e pertence à ordem dos franciscanos. Estes tem no seu website “Franciscan Cyberspot”, um sub-titulo interessante: “Paz, Amizade, Solidariedade”.
A cidade recebeu pouca ajuda internacional no ano corrente. O Hamas prometeu uns US$ 50 mil que se chegaram, terão sido empregados para pagar os funcionários que há muito nada recebem. Isso faz parte da miséria que assola toda a região dos palestinos. Onde o Hamas domina, não entra dinheiro. O grupo, que se nega a reconhecer o direito de Israel a existir, está sob sanções internacionais e as poucas decorações natalinas da cidade foram financiadas por doação de um árabe israelense cristão que nela se abrigou durante a guerra com o Líbano. É um habitante da Galiléia, região muito bombardeada pelo Hezbollah xiita.
Belém fica a cerca de dez minutos de Jerusalém, que Israel assumiu e fez sua capital. Milhões vinham à cidade do Nascimento que tem bons hotéis e ótimos restaurantes. Hoje eles estão vazios. Um colorido comércio de lembranças. Vazio! O medo afasta os peregrinos. Anos de revolta árabe palestina e,agora, o conflito entre o Hamas e o Fatah, palestinos matando uns os outros chegam ao mundo pela instantaneidade das comunicações.
Poucos vieram. O Arcebispo de Canterbury, igreja inglesa, foi um deles, mas logo voltou para Londres. Não é católico. Veio em solidariedade. A cidade já teve maioria cristã, mas agora está tomada pelos muçulmanos. Os cristãos se foram, temerosos dos conflitos com os islâmicos. A TV católica ainda opera e registrou vários deles.
Belém é vigiada de perto pela tropa israelense. A pequena distância da entrada fica o túmulo tradicional de Rachel, a amada do Jacó bíblico, sempre freqüentado por judeus que nele vão rezar.
A celebração do Natal começou nos primórdios do cristianismo. A Epifania, celebração da revelação do filho de Deus em forma humana vindo para salvar a humanidade, era comemorada em janeiro no local tradicional do aparecimento dos pastores, os reis magos, e se caracterizava então pelo canto dos salmos (22;79) e culminava com leitura da epístola de Lucas (2,8-20), trechos do Velho Testamento e outras. Durava sete dias.
E foi nos dias de Juvenal (Anos 21-452) que o Natal passou a ser celebrado no 25 de dezembro. São Sinfrônio (634-638), patriarca de Jerusalém, falou dos locais: a mangedoura, a gruta onde Jesus nasceu. A eles mais tarde juntou-se o local onde Jerônimo fez a tradução dos livros sagrados, a vulgata, e morreu. Os franciscanos herdaram as tradições católicas que preservam, há séculos com determinação e coragem. Administram todos os locais católicos da Terra Santa.
A celebração da Liturgia é na igreja de Santa Catarina presidida pelo Patriarca de Jerusalém. E eram centenas de milhares os peregrinos vindos à Missa do Galo. A primeira delas, depois da conquista de Jerusalém pelos judeus, em 1967, foi rezada por D.Scherer, o cardeal de Porto Alegre.
Um dia voltarão os peregrinos. Quando sentirem que voltou a ser seguro vir até o local do nascimento. A Jerusalém, do Santo Sepulcro, continuam vindo.
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2006/12/24/belem_da_natividade_nao_recebe_peregrinos__209038.html
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vera
em 3 de fevereiro de 2007
A Terra Santa sofreu grandes e conhecidas alterações em seu desenho, e em seu perfil demográfico ao longo de sua multimilenar história. Mas no que diz respeito ao período- de 1946 a 1948, referente à criação do moderno Estado de Israel, em decorrência da “partilha da Palestina” decidida pela ONU-29-novembro-1947, pouco ou nenhum – espaço nos jornais é dedicado a relacionar esse passado com o que publica em nossos dias, embora esse procedimento seja essencial para se compreender o que ocorre na região. Consultando-se os arquivos os exemplares do jornal “Estado de Minas” da época da “partilha da Palestina”[1][1], entre 1946 e 1948, é possível se perceber como se deu a ação e reação da Potencia Mandatária, a Grã-Bretanha, que tutelava a região desde 1920, bem como as posturas dos habitantes árabes e judeus diante à oportunidade da autodeterminação. Ao mesmo tempo, evidencia-se o entrechoque do que emerge dos arquivos com o que é noticiado, analisado e divulgados no século XXI. A falta de consulta aos arquivos dos profissionais que elaboram as edições de nossos tempos, a perder o fio condutor da história, induz dúvidas: afinal, por que o conflito árabe israelense persiste de 1947 até aos nossos dias? Por que os judeus criaram um país-Israel e os palestinos continuam sem pátria? Traçar um paralelo entre o que foi efetivamente testemunhado por geração de jornalistas contemporâneos do período da criação de Israel e como o que a geração atual enxerga a história desse tempo é o objetivo maior deste estudo. Durante a pesquisa, surge com maior destaque no conflito entre o passado e o presente o esclarecimento, entre vários outros exemplos, da guerra desfechada pela Potência Mandatária contra a comunidade judaica em 1946 da Palestina, da tácita aliança entre britânicos e árabes contra Israel, esquecida nos nossos dias, da exagerada importância dada aos EUA no presente no processo de criação de Israel nos dias de hoje, a ignorar o principal protagonista da partilha da Palestina- a União Soviética, a polêmica questão dos refugiados palestinos.. Outros temas também relevantes emergem do arquivo com outras perspectivas, embora ausentes nas edições do século XXI. Quando do fim da II Guerra Mundial (1939-1945) a ONU reuniu seus representantes em Assembléia Geral para traçar o futuro da região, e resolver “o explosivo problema da Palestina” e estudar “o problema que colocou em lados opostos judeus, árabes e britânicos”, segundo atesta a edição de 29 de março de 1947, já define as linhas da história futura. A manchete do mesmo diário do dia 3 de dezembro do mesmo ano, “Os árabes iniciaram a luta para impedir a divisão da Palestina”, delineia linhas gerais de grande parte das matérias de capa daquele ano e uma projeção do que seria noticiado sobre a atuação do sistema colonialista britânico, da população israelense e o mundo árabe.
1. JUDEUS X BRITÂNICOS
Sobre o relacionamento conflituoso entre judeus e britânicos, atualmente poucos tocam nas raízes, o atrito provocado pelo empenho de os judeus de criar o seu Estado nacional num ambiente político-social hostil dominado pelo colonialismo britânico, envolvido na exploração do petróleo do Oriente Médio, a partir da descoberta de riquíssimos lençóis deste fóssil nos primeiros anos do século XX .. É nesse momento que surge o interesse do governo de Londres de dominar o Oriente Médio, onde até então enxergara apenas o solo de areia e desertos, sem atrativo algum, a não ser alguns pontos estratégicos de natureza militar. Esse domínio britânico é realizado mediante conquista de vastas concessões de terras petroleiras cedidas pelos xeques árabes às poderosas exploradoras do óleo, em troca de royalties, e de apoio para a manutenção do poder, numa relação simbiótica entre governos árabes e o império britânico.contra todos que pudessem colocar em risco a exploração colonialista do precioso ouro negro, como, por exemplo a luta dos judeus por um Estado nacional, o sionismo. (*) ver glossário No pós II Guerra Mundial recrudesce o conflito entre judeus e a Potência Mandatária, a Grã-Bretanha.. O general Montgomery, chefe do Estado-Maior Geral do Império Britânico (C.I.G.S), descreve em suas “Memórias”- Ibrasa-1960-, a inspeção geral que realizou todo território imperial nos meados de 1946, elaborando a estrategia militar de defesa dos interesses do império no mundo.. Ao chegar na Palestina, ficou “muito perturbado com o que vi e ouvi”. Ocorrera no pós guerra uma a piora da situação, com os atos de terrorismo dos “bandos Irgun e Stern”a colocar em xeque a repressão do exército britânico com seus 100 mil homens deslocados para a Palestina para impor “a lei e a ordem”. Ordenou, então, ao Gen. Baker “para o restabelecimento efetivo da autoridade britânica…Se isso levasse a uma guerra contra os judeus, do ponto de vista do Exército seria uma guerra contra um inimigo fanático e ladino, que empregaria armas tais como raptos de pessoas, o morticínio, a sabotagem; tanto mulheres quanto homens lutariam contra nós, e ninguém saberia quem era amigo e inimigo” (p. 382) Ao logo depois, elabora para a Palestina a estratégia de defesa dos interesses vitais do império britânico no Mediterrâneo Oriental, onde o Canal de Suez é a rota vital de passagem do petróleo exportado para a Europa. Para esta região exigiu como um dos pontos essenciais a “retenção de plenos direitos na Palestina”- vale dizer, a continuidade do mandato sobre esta região, (Memórias de Montgomery, p. 383) Daí se explica o contraste de tratamento no processo pacifico da descolonização britânica da Índia em 1947. A ex-“jóia” do império foi partilhada entre o Paquistão muçulmano e a Índia, predominantemente hindu, criando-se dois Estados nacionais independentes, sob o aplauso do governo britânico, enquanto na paupérrima Palestina o Governo de S. Majestade aferrou ao poder exigido pela a retenção de supostos “plenos direitos”, reprimindo com violência a rebelião judaica contra a presença britânica. O caso do judeu Gruner, condenado à morte pela mandatária Grã-Bretaha é noticiado[2][2]: “Circulou o rumor, que logo se apurou ser falso, de que Dov Gruner, terrorista[3][3] (segundo a acusação britânica) judeu condenado à morte, seria executado hoje. O conselheiro privado de Londres negou a dar curso à apelação de sentença de morte”. Gruner foi enforcado em 16 de abril de 1946, ao lado de seus companheiros Dov Rosembaum, Mordechai Alkoshi e Eliezar Kashani, por se oporem à presença britânica na Palestina. No mês seguinte, seriam enforcados pela Potência Mandatária, outros judeus, tachados de terroristas, Avahsalom Aviv, Yakov Weiss, Meir Nakar, não sendo ouvidos os apelos de comutação da pena pela Comissão Especial da Palestina da ONU- UNSCOP (em inglês), e que estava na Terra Santa a investigar a alternativa:- se as populações árabes e judaicas reuniam condições de realizarem a sua autodeterminação, ou se devia ser mantida o governo sob tutela da ONU. Ambos os fatos, os enforcamentos de judeus que lutavam contra a Potencia Mandatária e a presença da Comissão Especial da ONU- UNSCOP-na Palestina para consultar as aspirações de árabes e judeus à independência nacional são inteiramente desconhecidos nas edições de hoje,.Ignoram, por exemplo, que esta Comissão foi recebida na Palestina com greve decretada pelo Conselho Superior Árabe a protestar contra proposta da divisão, a exigir que toda a Palestina fosse exclusivamente árabe e islâmica. Ignorado o passado registrado no arquivo é comum se encontrar no presente a informação de que no processo de partilha, os árabes não foram consultados pela ONU. Nas edições analisadas por essa pesquisa, bem como nas leituras complementares que fizeram parte dela, não foi mencionado casos repressão britânica, com enforcamentos, envolvendo árabes. Ao que parece, árabes e britânicos não entravam em atrito. Uma razão para não haver relatos de ações árabes contra a Potencia ocupante, pode ser o fato da entidade de cúpula, a Liga Árabe ser composta de reis títeres submissos ao Império Britânico; a saber: Fayssal II do Iraque, Faruk do Egito, e soberano da Transjordania (depois Jordânia). Os conflitos entre judeus e ingleses também foram noticiados nos dias 2 e 10 de setembro de 1947[4][4]. No primeiro dia, o episódio do navio Êxodo, com judeus que tentavam entrar na palestina e foram barrados por tropas britânicos, sendo enviados para campos de concentração em Chipre – fato que ganhou ampla cobertura internacional à época e é um fato muito conhecido ainda hoje, mas não assimilado pela mídia como explicitação do conflito entre judeus e a Potência Mandatária. . No segundo dia, a notícia de outro navio com judeus impedidos de entrar na palestina e que foram obrigados a desembarcar na Alemanha: Soldados britânicos empregaram a força para retirar a maior parte dos judeus que se encontravam no barco de refugiados “Runnymede Park”, depois de dominar com jatos de água e cassetetes, já que os judeus se recusavam a acatar a ordem de desembarque. No fundo dos porões houve violenta luta, que se desenvolveu longe da vista de jornalistas e curiosos, que estavam reunidos no cais, onde foi levado a efeito o desembarque. A legenda da foto de capa da edição de 12 de outubro de 1948 também diz respeito à animosidade entre judeus e britânicos. A intricada questão palestina – As questões relativas à Terra Santa, onde judeus e árabes disputam o controle de todas as atividades relativas ao país, ao mesmo tempo em que terroristas hebraicos vivem em constantes hostilidades com os ingleses, constituem para a Organização das Nações Unidas um problema que está longe de ser resolvido. Atualmente, não se fala mais sobre as constantes hostilidades dos judeus com os ingleses. Sobre os atos denominados de “terroristas” pela Potencia Mandatária aplicados aos atos de rebeldes judeus é importante considerar que não eram empreendidos contra a população civil desarmada, o que caracterizaria o ataque como terrorista em nossos tempos. Um exemplo disso é a explosão do Hotel King David[5][5], um dos atos “terroristas” empreendidos por judeus que mais teve visibilidade em toda a história. Apesar de ser um hotel, o edifício era um ponto estratégico para os britânicos, pois uma ala do hotel- a que foi destruída- estava toda ocupada pelo quartel-general britânico. A confusão entre um inocente hotel e um quartel general é recorrente na mídia de nossos dias. O incidente de Deir Yassim, relatado como um massacre indiscriminado de árabes civis inocentes desarmados, é questionado pelo fato de que 50% da força judaica (Irgun) que atacou a localidade foram mortos ou feridos.
Grã-Bretanha – Potencia Mandatária na Palestina (1920-1948)
Politicamente, assinala-se o interesse britânico sobre o Oriente Médio, quando da elaboração de um pacto secreto entre o governo de Londres e Paris, em 1916, durante a I Guerra Mundial (1914-1918). Denominado SYKES-PICOT[6][6], o plano foi elaborado no sentido de permitir que a Grã-Bretanha e a França se apoderassem das riquíssimas reservas petroleiras já descobertas na Pérsia (Irã), Mesopotâmia (hoje, Iraque), que estavam, até então, nas mãos do então do inimigo o império Turco Otomano. Esse documento secreto dividia toda a região entre britânicos e franceses, a enganar os árabes com as promessas territoriais feitas por McMahon, alto-comissariado inglês no Cairo, e judeus com a Declaração Balfour, se os ajudassem no esforço de guerra contra o império Turco Otomano. A Palestina – terra paupérrima, sem petróleo – passou a interessar profundamente o governo britânico, tendo em vista sua posição estratégica dominante sobre o Mediterrâneo oriental, s não fazendo caso, por completo, a Declaração Balfour, e a Promessa MacMahon, promessas de redenção do Governo de S. Majestade a judeus e árabes, respectivamente, se apoiassem o esforço de guerra contra o inimigo turco otomano que dominava o Oriente Médio. Com o peso de não haver cumprido as promessas feitas tanto aos árabes quanto aos judeus, mas jogando espertamente uns contra os outros, para melhor dominar – tradição dos impérios europeus – a história da Palestina Britânica apresentou uma série de conflitos entre árabes e judeus no período entre guerras, de 1918 a 1939. O momento culminante da “questão palestina” surge depois do término do conflito mundial, quando a Potencia Mandatária da Palestina leva o problema à ONU, em abril de 1947. Da hostilidade da Liga Árabe a qualquer proposta de partilha da região é bem conhecida. O que é ainda é desconhecido é o documento secretíssimo, “Top Secret”, o memorando, : “Petróleo do Oriente Médio”, de autoria do chanceler Ernst Bevin e Emmauel Shinwell, distribuído aos membros do Gabinete britânico no dia 7 de janeiro de 1947. Ao enfatizar a importância da região petroleira árabe para o império britânico, concluí que seria um grande risco ofender os árabes se o Gabinete britânico parecer encorajar o estabelecimento de judeus na Palestina, e endossar a criação do Estado judeu. ”by appearing to encourage Jewish settlement and tôo endorse teh Jewish aspiration for a separtate State “. Bevin declarava-se favorável à criação de um Estado único, exclusivamente árabe na Palestina, excluindo o Estado judeu, proposta pelos países árabes (Martin Gilbert- Israel-Black Swan, 1998- pág.141). Em 29 de março o “EM” nos dá conta que a proposta da Grã-Bretanha da ONU tratar do “explosivo problema da Palestina que colocou em pólos opostos britânicos, judeus e árabes na Terra Santa” Na mesma edição, se delineia com mais nitidez o bom relacionamento árabe-britânico, quando bastava se vestir de árabe para ter acesso livre a áreas de segurança da Potência Mandaria:- Sob o título Fizeram ir pelos ares um oleoduto, Cinco terroristas judeus atearam fogo a um oleoduto, determinando um incêndio de grandes proporções nas zonas de depósitos de petróleo da baia de Haifa. Os terroristas disfarçados com trajes árabes e que se acredita serem membros do Irgun, iludiram a guarda militar e lançaram explosivos sobre o oleoduto da empresa Irak Petroleum Co. Ao tratar do caso da Palestina, a ONU cria a Comissão Especial das Nações Unidas para a Palestina (UNSCOP, em inglês), composta de 11 países representando todos os blocos políticos de todos os continentes, a saber: Canadá, Guatemala, Holanda, Peru, Suécia, Tchecoslováquia, Uruguai, Índia, Irã, Austrália, “com os mais amplos poderes para investigar todas as questões pertinentes ao problema da Palestina”, com o prazo até 1 de setembro de 1947 para apresentar recomendações sobre o futuro da região. Em 30 de agosto, a Comissão entrega relatório, indicando a cassação do mandato da Grã-Bretanha e em seu lugar instituir dois Estados independentes, o da população árabe, e o da população judaica, por julgá-las aptas ao exercício do direito à autodeterminação dos povos. .
Árabes e Britânicos.
Em julho de 1947, ao articular a estratégia de defesa dos interesses britânicos no Oriente Médio, Montgomery passou pela Transjordânia, onde manteve conversações com o rei Abdula”: Ao final, descreve:- “O rei afirmou que empregaria toda a sua influência a fim de apoiar a causa britânica entre os Estados árabes. “Acrescentou que uma decisão na Palestina favorável aos árabes era imprescindível para os interesses britânicos no Oriente Médio”. Um ano depois, no dia 10 de outubro de 1947, trecho da matéria “Contingentes sírios e libaneses já se encontram em movimento” indica novamente que, ao mesmo tempo em que as relações entre a Grã-Bretanha e os judeus eram conturbadas, a mesma tensão não se verificava entre a Potência Mandatária e os árabes. Ao contrário, a frase: “Espera-se também que o exército da Transjordânia, treinado pelos britânicos, una-se à luta, após a retirada inglesa” mostra a afinidade entre a Potencia Mandatária e os árabes, que incluía treinamento militar e provimento de material bélico. Ao encerrar o mandato e se retirar da Palestina, a Grã-Bretanha deixou preparado o caminho para que os árabes, liderados pela Liga Árabe, lutassem militarmente contra a partilha da Palestina. O delegado da Guatemala, José García Granados, em seu discurso na assembléia geral da ONU, resumiu a situação da palestina da seguinte forma: “Profundo ressentimento dos judeus contra a Grã-bretanha, (….), determinação inquebrantável dos britânicos de pôr em vigor leis por eles impostas”. Ao mesmo tempo em que judeus tentavam entrar na Palestina, saídos de navios de fugitivos, e que outros judeus já estabelecidos no local resistiam ao domínio britânico na região, as conversações a respeito da criação de dois novos países legítimos no Oriente Médio, um judeu e outro árabe-palestino, se davam entre os membros da ONU e causavam a repulsa dos representantes do mundo árabe, com apoio de demais países islâmicos do planeta que não queriam a criação de um país judeu na região. O título e o subtítulo da matéria do dia 8 de setembro de 1947 explicitam isso: “Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da palestina”, “Declarações do delegado do Alto Comitê da Terra Santa à imprensa brasileira – luta para impedir a criação do Estado Judeu”. Seguindo a mesma linha, outra declaração do representante do Alto Comitê Árabe, Jamal Hussein, colocada no subtítulo da matéria do dia 30 de setembro de 1947, informa que “a partilha da Terra Santa ocasionará a guerra no Oriente Próximo”.
E ainda:
Acrescentou que os árabes se opõem a toda emigração judia para a Palestina e propôs aos judeus do mundo inteiro que desejam um país próprio, que procurem o Estado Judeu de Birobaijan, na União Soviética, ou de Uganda, na África Central. Surge no fim de 1947 a proposta de se ter em todo o mundo árabe uma constituição única, o que seria impossível, caso fosse criado um estado laico, como Israel, na região. Na edição do dia 16 de maio de 1948, é noticiado o comunicado do premier do Egito, então governado pelo rei Faruk, segundo o qual os judeus fizeram várias atrocidades contra os árabes residentes na Palestina: “Os terroristas sionistas violaram mulheres e crianças árabes, abriram o ventre de mulheres em adiantado estado de gravidez, massacraram mulheres e anciãos, submeteram os prisioneiros às piores torturas, antes de matá-los. Sobre tais afirmativas, é interessante considerar a indiscrição presente nas memórias do General Montgomery, que narra o incidente ocorrido no Gabinete em torno do massacre de 23 mil árabes perpetrados por judeus em Haifa, amplamente noticiado pela imprensa britânica em 29 de abril de 1948. Essa alarmante noticia veio acompanhada de forte pressão governos árabes, a exigir do Governo de S. Majestade enérgica e imediata punição dos assassinos judeus. O que levou o chanceler Bevin a convocar com urgência o Montgomery, a censurar a inoperância do exército que contava com um grande contingente na cidade. Perplexo, o militar respondeu-lhe com rispidez que o ministro estava dando ouvidos à boatos plantados na imprensa, antes de consultá-lo a respeito. Ele, como chefe do Estado-Maior não recebera noticia de chacina alguma por parte de seus comandados na Palestina. Se tivesse ocorrido algo de anormal ele seria, no posto que ocupava, o primeiro a saber. Essa. contestação que deu ensejo a uma agudo atrito, e rompimento de relações pessoais de Mongomery e Bevin.. Logo depois, confirmado que a noticia não passara de um de escandalosa inverdade, Bevin se desculpou, e se reconciliou com o marechal. Atualmente, a imprensa ignora, por completo, este significativo episódio, e continua a divulgar boatos de massacres de árabes por israelenses, sem nenhuma confirmação.. O mais recente destes boatos refere-se a um massacre de 500 palestinos em Jenin, já desfeito pela comissão da ONU que foi investigar a denúncia.
2. ESTADOS UNIDOS
Tão logo a Comissão Especial da ONU para a Palestina no dia 30 de agosto entregou o seu relatório, a edição dia 6 de setembro de 1947, sob a manchete ”Reafirmam os árabes sua decisão de não aceitar a partilha da Palestina”. Noticia também que o delegado do Alto Comitê Árabe da Palestina, sr. Abaham Zenaiter, em declaração à imprensa à imprensa brasileira, afirma que “os árabes lutarão se preciso, pelas armas, no caso de vir à ser decidida pela ONU a divisão da Palestina”. Indagado sobre a possível postura dos Estados Unidos quanto à partilha, respondeu: “Acho que o interesse da América no momento é estar ao lado dos árabes. Quanto aos Estados Unidos parece que esse interesse foi reconhecido pelos mesmos quando o gen. Marshall conseguiu convencer o Comitê de Relações Exteriores daquele país a não levantar a questão dos judeus na Palestina, conforme pretendia aquele Comitê”. Quanto à participação dos Estados Unidos no processo da Partilha, no dia 30 de setembro de 1947, o jornal afirma “Os Estados Unidos ainda não decidiram definitivamente qualsua posição no caso da palestina”. Somente na edição do Estado de Minas do dia 12 de outubro de 1947 foi noticiada a posição dos Estados Unidos, que se manifestaram, no dia anterior, à favor da partilha, numa declaração escrita pelo então presidente Truman e apresentada perante o Comitê Especial para a Palestina. Como a União Soviética e seu bloco de países aliados tinham se antecipado, aprovando a partilha proposta pela Comissão, as recomendações da Comissão é batizada pela mídia nacional e internacional como “proposta russo-yankee”, ou “russo-americana”, embora fossem governos polarizados naquele período histórico, por causa da Guerra Fria.. Tal terminologia põe em cheque o que se divulga no presente de que Israel foi criado pelos Estados Unidos. Outras provas de que foi a União Soviética foi a campeã da causa da partilha, como reconhece Montgomery à pág. 428 ( “Memórias”) e a própria votação a favor da proposta na Assembléia Geral da ONU, quando foi aprovada a proposta da “Comissão Especial da ONU para a Palestina” por 2/3 dos membros das Nações Unidas, no dia 29 de novembro de 1947. O elevado quorum exigido para aprovação seria impossível de ser alcançado, sendo nesse caso a partilha rejeitada, não fosse o apoio maciço dos países do bloco soviético. Na edição de 30 de novembro de 1947, na primeira página, sob o título: “A Assembléia Geral encerrou os trabalhos”, publica o jornal que o presidente Oswaldo Aranha, representante do Brasil na ONU, manifestou confiar em que a sessão que hoje terminou resulte em contribuições memoráveis para o ajuste pacifico e construtivo dos problemas mundiais”, concluindo “que confiava nos resultados favoráveis à partilha da Palestina, que qualificou de experiência rigorosamente histórica”. Na edição de 30 de novembro, sob o título:- “A Assembléia Geral da ONU aprovou a divisão da Terra Santa” que cria o Estado árabe e o Estado judeu na Palestina, informa que “Mediante a adoção de plano russo-americano, a ONU fez caso omisso das ameaças feitas pelos árabes de que a Terra Santa seria banhada em sangue para se impedir a criação de um Estado judeu no Oriente Médio” No dia 3 de dezembro, é divulgada noticia “O Conselho dos Ulemás ( bacharéis da lei muçulmana) Alzhar, do Cairo, Egito, proclamou a guerra Santa, “Jihad” para os muçulmanos de todo o mundo, em defesa da Palestina Arábica…. A guerra santa é um obrigação incondicional e quem a ignore incorrerá em pecado”, explica o jornal. A declaração da Guerra Santa contra a existência de um Estado judeu na Palestina seis meses antes da sua criação, confirma a existência de um forte ingrediente de ordem religiosa no conflito na Terra Santa, e que persiste até aos nossos dias… Apesar de a partilha ser denominada proposta “russo-yankee”, a importância da participação dos Estados Unidos nos dias de hoje é superestimada, como se fosse a responsável pela sua aprovação, não levando em conta o decisivo papel desempenhado pela União Soviética e demais países soviéticos. Acresce-se- fato fundamental também ignorado que os arquivos revelam que. os EUA apresentaram uma proposição à ONU que a questão da Palestina fosse colocada sob fidelcomisso”, praticamente desistindo da partilha, como atesta a edição do dia 21 de março de 1948.. Na mesma edição do jornal, há a notícia de que a mudança na política americana no Oriente Médio foi encarada como uma ameaça à reeleição do presidente Truman – 1948 foi ano eleitoral nos EUA. Talvez por causa disso, os Estados Unidos tenham voltado atrás e acabaram fazer jus ao voto a favor da partilha, em 29 de novembro do ano anterior. Mas o que foi publicado mostra a indecisão dos Estados Unidos em relação à Partilha, fato esquecido nos dias de hoje, a transmudar a Casa Branca como campeã desta causa, quando o passado aponta nesta condição o Kremlim de Moscou. Finalmente, no dia 15 de maio de 1948, o jornal informa que “os diplomatas e observadores ficaram profundamente surpreendidos pelo reconhecimento do Estado de Israel pelos Estados Unidos”, ratificando a indecisão do mundo quanto à atitude americana com relação à criação de Israel, fato completamente ignorado em nossos dias.
3. DIVISÃO
A divisão da Palestina foi aprovada no dia 29, e repelida pelos árabes, que ameaçaram “banhar a Terra Santa em sangue”. Ficou determinado que os Estados Árabe e Judeu ficariam independentes antes do dia 1o de outubro do ano seguinte – prazo máximo estipulado para o período de transição, no qual as Nações Unidas e a ex-potência mandatária, Grã-Bretanha, ficariam responsáveis por garantir a segurança e a paz na região. Com a proposta da Partilha, foi aprovado um novo mapa para a Palestina, com parte da terra destinada aos judeus e outra parte aos árabes/palestinos. Os judeus prontamente aceitaram a proposta da ONU. De acordo com a edição do Estado de Minas do dia 20 de março de 1948 – mesmo antes da proclamação do Estado de Israel: “Nas áreas que, de acordo com o plano de divisão, devem pertencer ao Estado Judeu, se acha muito adiantada a tarefa de organizá-la administrativamente”. Dando continuidade ao plano russo-norte-americano, o Estado de Israel declarou a sua independência no dia 15 de maio de 1948. No mesmo dia, seis exércitos, a saber do Egito, Síria, Líbano, Transjordânia, Arábia Saudita e Iraque entraram em luta contra o Estado de Israel, no episódio conhecido como Guerra da Independência, com o ostensivo propósito de “jogar os judeus ao mar”. Mas a vitória israelense consolidou a existência do Estado de Israel. .
3.1. E o Estado Palestino?
Os desdobramentos da Guerra de Independência de Israel servem para explicar o porquê do Estado Palestino não ter sido criado:- o Exército da Transjordânia ocupou e anexou a Cisjordânia, a maior parte da terra que seria destinada pela ONU para a criação do país palestino. A edição do dia 16 de maio de 1948 noticia o avanço do exército da Transjordânia sobre a palestina, ultrapassando o rio Jordão e chegando à cidade de Jericó. O exército egípcio, por sua vez, invadiu a região de Gaza, outra parte destinada pela ONU à criação do novo país árabe-palestino. O resultado do primeiro conflito do qual Israel participou logo que foi declarado como um país independente foi negativo para os árabes que hoje chamamos de palestinos. A guerra terminou apenas em julho de 1949. Os exércitos árabes que invadiram a Palestina acabaram por se apoderar de terras que deveriam pertencer ao Estado Palestino. Essa situação continuou até 1967, quando ocorreu III guerra da história de Israel, a Guerra dos Seis Dias, ocasião em que Israel ocupou Gaza (Egito), e Cisjordânia (Jordânia).. Foi somente então que as terras palestinas outrora apropriadas por nações árabes passaram a então a ser reivindicadas para comporem o Estado Palestino de ser criado.
3. 2. Refugiados
A questão dos refugiados também se relaciona a esse ponto. Com as lutas entre árabes e judeus, em 1948, os judeus que moravam em países árabes fugiram para o recém-criado Estado de Israel, assim como os árabes que moravam nos limites dessa terra demarcados pela ONU para ser o país judeu fugiram para os países vizinhos. É importante frisar que em todo o mundo estava cheio de refugiados, 40 milhões deles, por causa da II Guerra Mundial, bem como por causa do processo da descolonização efetuado após este conflito, a criar vários paises novos à semelhança da partilha da Palestina Britânica ocorreu deslocamento de grandes contingentes populacionais em busca do país que melhor conformasse com a cultura e aspirações do individuo. Assim, cerca de 4 milhões de muçulmanos se deslocaram para o Paquistão islamita, ao mesmo tempo que, na contramão 4 milhões de hindus saíram do que seria o Paquistão para o pais de sua cultura e religião, a nova Índia independente. . Mas diferentemente do caso dos palestinos nos paises árabes, o Paquistão muçulmano acolheu bem os deslocados, que se tornando logo cidadãos do país, inibindo a criação de refugiados indianos islamitas no novo Estado. Do mesmo modo, os deslocados indianos residentes no Paquistão foram bem recebidos na Índia, não restando nenhum refugiado no novo país. Os deslocamentos da partilha da Índia britânica não.deixaram herança de refugiados apátridas, situação que persiste até aos nossos dias no mudo árabe após a Partilha da Palestina. Os 400 mil árabes islamitas que permaneceram em Israel após a instituição da paz, em julho de 1949, adquiriram todos os direitos de outros civis judeus, contando atualmente com 1 milhões e 2000 indivíduos, a gozarem até com representatividade no Knesset, o parlamento israelense, fato ainda desconhecido pela mídia nacional e internacional. Atualmente, ao falar dos planos de paz para a região, sempre há um impasse quanto à volta dos refugiados, um problema cuja solução não é o retorno a Israel, mesmo porque a criação do Estado nacional palestino, como qualquer Estado, é o exercício do direito à autodeterminação Em virtude deste direito os palestinos reunidos num Estado palestino determinam livremente sua relação com os Estados nos quais vivem, num espírito de coexistência com outros cidadãos de outras religiões e culturas, e livremente procuram seu desenvolvimento econômico, social, cultural e espiritual, em condições de liberdade e dignidade.. É difícil entender-se o apelo de luta nacional por um Estado, e ao mesmo tempo reivindicar a fixação de seus nacionais em outro país, dos quais fugiram por diversos motivos. À época, nos anos de 1946 a 1948 o “problema dos refugiados”[7][7], quando noticiado no jornal, dizia respeito aos judeus. No dia 27 de setembro de 1947, sob o intertítulo “problema dos refugiados segue o texto: “O delegado britânico aprovou em particular a recomendação sobre o acordo internacional para resolver o problema dos judeus europeus desabrigados, dizendo que o problema “’é de extrema importância’”. Grande parte destes refugiados, somados aos fugitivos de países árabes foram assimilados à sociedade israelense, não dando ensejo à criação do grave problema social de presença de refugiados em Israel. Quanto aos danos causadas pela perda patrimonial aos palestinos, eles têm tanto direito à devida indenização quanto refugiados os judeus que se asilaram em Israel e outros países no período da criação do Estado judeu.
CONCLUSÃO
Entre outras realidades, ao entrarmos em contato com o termo “Plano Russo-Americano”, designando a proposta de divisão da Palestina entre judeus e árabes-palestinos, ao descobrir que a palavra “refugiados” era usada para se referir principalmente aos judeus e não aos árabes, em 1947 e 1948, percebemos o quanto a história da Palestina é marcada por fatos que, uma vez esquecidos, podem dificultar a compreensão atual dos conflitos existentes na região. O que os jornais atuais, do início do século XXI, noticiam parecem em nada se relacionar com os fatos publicados em nossos dias.. Essa lacuna não prejudica o entendimento da notícia e a fidelidade destes aos fatos que a gerou? Existem razões do fazer jornalístico – o tempo de apuração, a impossibilidade de manter um correspondente na região, a falta de espaço nas páginas do jornal, ou de minutos no noticiário televisivo, mas o esquecimento do que foi publicado pelo próprio jornal, é o esquecimento do passado, é o esquecimento de si próprio, impedindo a compreensão do presente. É imperativa a necessidade de valorizar o arquivo do jornal, no sentido dos jornalista poderem informar com clareza, e fidelidade o que ele próprio veiculou aos seus leitores Sem o devido passado, o conteúdo do jornal de nossos dias fica pairando no ar, sem nenhum sedimento fidedigno, ao saber das influências ideológicas, cujo sectarismo visa, antes e acima de tudo, se desfazer do passado concreto, fático, criando orwellinamente outra história,. ficando a informação sujeita a toda a sorte de manipulação. Entender que nações árabes se apossaram de parte da terra que seria destinada à criação do estado árabe-palestino, e que Israel ocupou esses territórios 19 anos depois – após ser invadido pela Síria, o Líbano e o Egito – é fundamental para que o conflito não seja considerado de modo maniqueísta de uma luta do bem contra o mal – Israel poderoso e mal, a roubar as terras dos palestinos, frágeis e bondosos – tal como o problema é mostrado em muitas ocasiões. Uma das questões mais recorrentes nos últimos 58 anos na área internacional é a chamada “Questão Palestina”. Algumas toneladas de papel e tinta foram gastos pela mídia, tornando abundante o material oferecido ao público. O que impressiona em boa parte desse acervo, é o contraste entre os fatos históricos noticiados em edições do passado e as atuais, mesmo num mesmo veículo, o jornal Estado de Minas. É urgente que tais contradições deixem de existir, a fim de que a cobertura jornalística do conflito privilegie o contexto histórico e político da região, beneficiando os leitores. A leitura do arquivo do jornal Estado de Minas e de outras publicações que noticiavam o problema da partilha é uma forma a mais de entender os conflitos da região – especialmente se forem comparadas às leituras dos jornais atuais e a dos jornais de 1947 e 1948 – e o hábito de recorrer a esse arquivo deve ser estimulado não apenas entre os jornalistas, mas, inclusive, entre o público interessado em assuntos relativos ao Oriente Médio.
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Ademar Benevolo
em 4 de fevereiro de 2007
QUANTAS SÃO NECESSÁRIAS PARA CONQUISTAR O IRÃ?
Basta uma, em Teerã.
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em 4 de abril de 2010
desde que todos os sionistas se encontraçem neste local no exato momento .
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Ademar Benevolo
em 4 de fevereiro de 2007
Não acho que esse seja o caminho, mas o mesmo risco que corre a madeira, corre o machado. Portanto, aos nazistas de plantão: não se animem muito! Quanto mais alto se quer chegar, maior é a queda. Se vcs e o Irã acham que tentando destruir Israel, não vão ter retaliação, estão enganados. E aí, pela lógica dos nazi-gondinistas, o Irã será o culpado e não poderá reclamar.
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em 4 de abril de 2010
como sempre as vitimas.
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Israel Wolf
em 4 de fevereiro de 2007
“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Sir Karl Popper)
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em 4 de abril de 2010
quando todos os orgaos internacionais estao nas maos de uma so raça fica dificel discutir racionalmente
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Gilson Gondim
em 4 de fevereiro de 2007
Israel se construiu sobre o terrorismo, mesmo no sentido tradicional do termo. A retirada dos britãnicos da Palestina foi precedida por vários atentados do Irgun e do Haganath, precursores da atual direita e centro-direita israelense.
Um dos atentados derrubou o Hotel Rei Davi, em Jerusalém, matando cerca de cem pessoas, entre civis e militares. Muitos dos mortos eram britânicos.
O principal coordenador do atentado foi Menachem Begin, que seria primeiro-ministro de Istrael nos anos 70.
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em 4 de abril de 2010
isso mesmo gilson a maioria absoluta dos lideres israelenses,de uma maneira ou outra participou de algum tipo de atentado ao povo palestino vide ARIEL SHARON esse o verdadeiro demonio em pessoa.
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Ademar Benevolo
em 4 de fevereiro de 2007
Ah, já ouvi essa retórica antes do sr. mesmo. “Um erro não justifica o outro”, lembra?
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em 4 de abril de 2010
sim por isso mesmo que tudo é feito por baixo dos panos atualmente,mas odia da verdade não demora.
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Israel Wolf
em 4 de fevereiro de 2007
Vejo que Gilson Gondim está começando a estudar história um pouquinho. Bom caminho! Agora só falta todo o resto.
Esqueceu de dizer que as atividades terroristas do Irgun e da Haganá cessaram completamente depois da independência de Israel. Esqueceu de dizer que tanto o irgun quanto a Haganá foram fundados em reação ao terrorismo árabe, instigado pelo agente nazista al-Hussaini, o Grão-Mufti de Jerusalém. Esqueceu de dizer que os árabes já atacavam e massacravam judeus na Palestina desde 1929. Esqueceu de dizer que o Irgun e a Haganá eram combatidos pela Organização Sionista. Esqueceu de dizer que o Hotel King David era o quartel general das tropas britânicas e que um telefonema foi dado 15 minutos antes para alertar os britânicos sobre a bomba.
Gilson Gondim tem esse problema. Só sabe repetir da História aquilo que lhe interessa, isso quando não mente descaradamente.
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Sheilla
em 4 de fevereiro de 2007
Que tal o sr. se mudar para o Irã? Nós daqui ficaremos esperando notícias suas no desenrolar dos acontecimentos. Na realidade o que o sr. quer é mídia. Que pobreza…
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Chil
em 4 de fevereiro de 2007
Gilson que pena seja um ser de ultima categoria da ignorancia.
O seu ódio é como a escuridão dos seguidores da Santa Inquisição, do HOLOCAUSTO seres que com ó odio levam o mundo a um atraso que é irrecuperavel.
Os que pregam odio como você são os representantes dos demonios que levam gente ao retardo da involução.
Seres como você que falam em ” gerra santa ” Pode existir a palavra ” santa ” ? em gerra que significa matar, destruir ou odiar.
Gilson verme inutil não merece nem ser mencionado.
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vera
em 4 de fevereiro de 2007
Gilson Gondim, o articulista que foi demitido de um jornal do estado da Paraíba por conclamar o extermínio de judeus, continua ativo. Agora abrigado nas páginas do jornal O Norte, de propriedade dos Diários Associados, Gondim continua a despejar desinformação para alimentar sua obsessão nazista.
Além da coluna semanal no diário, ele mantém um blog (www.multiplosuniversos.com.br) onde reproduz seus textos sórdidos e repletos de mentiras. Lá, Gondim responde aos críticos com a sua habitual saraivada de calúnias, difamando pessoalmente todos aqueles que cometem o “crime” de discordar do pretensioso racista.
O ódio anti-judaico de Gilson Gondim atinge o paroxismo. É tanto e tamanho que precisa mesmo de espaço pago, como ocorreu em 6 de setembro de 2006, quando Gondim comprou uma página do Correio da Paraíba para, como de hábito, mentir e enganar (Ver aqui).
Além de mentiroso, Gilson Gondim é um covarde. Quando os comentaristas evidenciam suas contradições e sua falta de conhecimento, Gilson Gondim simplesmente retira de sua página os comentários que lhe desagradam. Até aí seria um direito do proprietário do blog. Mas a covardia fica provada quando se vêem textos onde ele louva a sua própria “tolerância e democracia”, repetindo tal e qual um papagaio que “o site é democrático”. Democrático para quem, cara-pálida? Que anti-semita neste mundo poderia falar em tolerância?
Mas a maior demonstração da covardia e do grau de desonestidade de Gilson Gondim pôde ser testemunhado ontem, dia 31 de janeiro, por volta das 19 horas, quando uma enquete em seu blog foi descaradamente fraudada. A pergunta “Israel é um estado baseado na justiça ou na injustiça ?” teve o resultado invertido quando 66% dos votantes haviam clicado na opção Justiça.
Este é Gilson Gondim em sua essência: fraudador, mentiroso, desonesto, manipulador, sofista, simplório. Um indivíduo cujo grau de recalque embota até as mais básicas noções de retidão.
O que mais espanta no caso Gilson Gondim nem é a sua completa incapacidade para o ofício que exerce, mas a total irresponsabilidade de um órgão de imprensa como o jornal “O Norte” em dar abrigo a tal bandoleiro das letras. A irresponsabilidade de “O Norte” fica clara diante da impunidade dos arroubos preconceituosos de Gilson Gondim, todos devidamente tipificados na legislação de combate ao racismo e à xenofobia do Código Penal Brasileiro.
Graças aos nossos protestos, a direção do “Jornal da Paraíba” afastou Gilson Gondim de suas páginas, conscientizada da absoluta inconveniência de dar voz e espaço a um verdadeiro criminoso. Quem protege Gilson Gondim e sua insânia é Luiz Carlos de Sousa, ex-editor do JP e atualmente em O Norte. É Sousa que põe seu nome e sua reputação (a esta altura reduzida a pó de mico) em jogo quando se trata de ser cúmplice das bandalheiras de Gondim.
O De Olho Na Mídia, ciente de seu papel de observatório das manifestações difamatórias contra minorias étnicas, religiosas e culturais, cumpre com a sua obrigação de denunciar e pedir providências contra a permanência de tal aberração nas páginas de um diário local.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Escola de Jerusalém une judeus e árabes
Sascha Zastiral
Uma escola de Jerusalém tem como objetivo revolucionar, de forma discreta, o país. Crianças árabes e judias sentam-se nas mesmas salas de aula e recebem aulas de professores de ambas as comunidades. A mais importante lição aprendida é sentir empatia com os colegas.
Todas as manhãs os pais levam os seus filhos à escola, passando pelo vigiado portão da Escola Yad Be Yad ( “mãos dadas”, em hebraico) em Jerusalém. Doze crianças, incluindo duas meninas, jogam futebol no pátio. Um garoto com um rabo de cavalo marrom grita em hebraico: “Aqui, passe a bola para mim!”. Ele recebe a bola, dribla um menino do outro time, chuta e grita em árabe: “Gol!”.
Algumas crianças já estão sentadas nas mesas hexagonais em uma sala de aula no porão da escola. Uma mulher usando um véu muçulmano acena, despedindo-se do filho. Os alunos brincalhões sentam-se no fundo da sala.
A escola, no bairro Katamon, em Jerusalém, é um lugar altamente incomum. Isso porque ela atende a alunos árabes e judeus, e as aulas são ministradas em hebraico e árabe. Em qualquer outro lugar do mundo, tal projeto não chamaria muita atenção. Mas em uma região saturada de ódio, guerra e violência, essa iniciativa beira o revolucionário.
Os 375 alunos vêm de Jerusalém oriental e ocidental, e alguns são até mesmo da Cisjordânia. Os mais novos estão no jardim de infância, e os mais velhos na oitava série. O currículo do primeiro ano inclui leitura, redação e o aprendizado dos dias sagrados do judaísmo, do cristianismo e do islamismo. Mas o projeto espiritual subjacente na escola “mãos dadas” é fazer com que os estudantes aprendam a sentir empatia com os colegas.
Jaffa Shira Grossberg, 37, professora da primeira série, saúda os alunos em hebraico. Balsan Asallah, 22, uma árabe do norte de Israel, é a segunda professora na sala de aula. Ela traduz tudo o que Grossberg diz. Tão logo as crianças adquirem um conhecimento razoável de ambas as línguas, as duas professoras se revezam na tarefa de dar aulas. Asallah, uma jovem palestina, parece nervosa. Esse é o seu primeiro emprego como professora e a sua primeira aula.
O telefone toca no pequeno escritório de Ala Chatib. Ele e Dalia Perez, que senta-se ao seu lado, são os co-diretores da escola.
Perez?
“Sim, o meu irmão é o ministro da Defesa, Amir Perez”, confirma ela. Por um momento a sala fica silenciosa. Ela dirige uma escola árabe-judaica e o seu irmão comanda a campanha militar contra o Hezbollah. Como é que essas duas circunstâncias distintas se encaixam?
“A situação do Líbano era algo a respeito do qual o governo tinha que fazer alguma coisa naquele momento”, diz ela. “Mas eu não creio que essa seja a maneira correta de trazer a paz para a região”. Ela diz que o seu irmão apóia entusiasticamente a escola, e que ele também acredita no diálogo.
“Existe mais de uma verdade”
“As crianças desta escola têm uma forma diferente de pensar sobre o conflito”, diz Chatib. “Existe mais de uma verdade. E é isso que elas aprendem aqui, umas com as outras”. Cada turma tem duas professoras, uma judia e uma árabe. “Se duas professoras de culturas diferentes são capazes de se entender, elas podem servir de modelo para as crianças”, opina Perez.
O telefone toca. Os dois diretores têm que retomar o seu trabalho de saudar as crianças, dar apertos de mão e afastar os temores dos pais.
Mohammed Ayyad é o pai de um dos garotos. Ele parece uma versão árabe de Tom Selleck, e o seu discurso é pontilhado de expressões inglesas como “buddy”, “damn” e “fuck”. Uma pequena bandeira dos Estados Unidos está atada ao espelho retrovisor do seu carro. “Morei nos Estados Unidos durante dez anos. Voltei para cá em 1992. Isto aqui é a Palestina, e esta é a minha casa buddy!”.
Ayyad mora em uma casa em Abu Dis com os seus dois irmãos e suas famílias. A muralha de concreto de oito metros de altura que Israel erigiu entre o Estado judeu e os palestinos fica a apenas 50 metros da sua casa. “O muro é muito feio”, critica Ayyad. “E ele parte o meu coração. Quando foi que um muro resolveu problemas?”. O seu filho Abud, 11, está na sexta série. “Ele é fluente em hebraico. Quando Abud fala em hebraico, ninguém é capaz de saber que ele é árabe”. Mas, a seguir, falando de uma maneira incomumente suave, ele acrescenta: “Ele não tem futuro aqui”.
A rua de Ayyad é repleta de buracos e cheia de lixo. Homens e adolescentes sentam-se nos bancos em frente às lojas, enquanto mulheres de véus atravessam a rua. Os véus se multiplicaram depois que o Hamas se tornou o partido que governa a Autoridade Palestina. Os pôsteres rasgados da campanha eleitoral do grupo ainda podem ser vistos nos muros das casas.
O povo desta aldeia alerta constantemente Ajjad para o perigo de a escola transformar o seu filho em um pequeno judeu. Ayyad quer que Abud se torne advogado, de forma que possa defender os direitos dos outros palestinos. “Um dia, quando ele tiver crescido e houver paz, Abus poderá trabalhar como especialista jurídico para companhias dos dois lados e ganhar muito dinheiro”. Segundo Ayyad, não existe mais nenhuma barreira psicológica entre Abud e os seus amigos judeus. “Isso é uma obra da escola”, acrescenta Ayyad.
Embora as crianças freqüentem a mesma escola, as suas casas se situam em universos totalmente diferentes, sob o ponto de vista político. Bettina e Israel Steiner moram com os seus dois filhos em uma das melhores áreas de Jerusalém, o bairro de Ir Ganim. Ori, 10, se prepara para começar a quarta série, e Gaja, 5, está no jardim de infância. Bettina Steiner, 44, senta-se no seu pequeno jardim, que é rodeado por um muro de pedra alto. Ela veio para Jerusalém em 1989. À época, ela era estudante de medicina nas cidades alemãs ocidentais de Bonn e Aachen, e veio para Israel para fazer um estágio de um ano. Mas, depois disso, Steiner recebeu uma bolsa e, segundo as suas palavras, “nunca mais voltou”. Hoje ela trabalha como neurologista no Hospital Shaare Zedek, em Jerusalém.
Pais árabes e judeus mantêm contato pela primeira vez
“No início ficávamos nos perguntando como é que o ensino das crianças em hebraico e árabe poderia dar certo”, diz ela. “Mas gostamos da idéia que estava por trás disso, do conceito de intercâmbio cultural”. Um dos motivos pelos quais Steiner acha o conceito da escola tão atraente é o fato de ela manter tão pouco contato com árabes na vida diária, embora isso tenha mudado desde que os seus filhos passaram a frequentar a Escola Yad Be Yad. “Eles também trabalham muito com os pais. Por exemplo, nós fomos juntos à praia e fizemos uma caminhada no interior”. O seu filho, Ori, certa vez até visitou um amigo de escola na Cisjordânia. “Foi um pouco complicado”, lembra Steiner. Como dirigir na Cisjordânia pode ser perigoso para um israelense, ela se encontrou com os pais do amigo de Ori em um posto militar de fronteira.
“O único problema com o qual eles se depararam até o momento foi o de comemorar o dia da independência”, conta Steiner. Esse é um dia de comemoração para os israelenses, mas os palestinos chamam-no de “Nabka”, que quer dizer “Dia da Catástrofe”, porque a data lhes lembra a perda de suas terras. “No final, concordamos em realizar duas cerimônias separadas que terminam com um evento comum”.
O seu marido, Israel, 54, caminha pelo jardim. Ele é bem mais baixo que a mulher, e usa uma camiseta e um calção. Os seus cabelos grisalhos despenteados estão molhados, e ele leva uma toalha jogada sobre o ombro.
Ele fala sobre os judeus ortodoxos que protestaram contra a escola ao saberem que a Yad Be Yad planejava construir uma nova unidade para abrigar mais de 800 crianças. O sítio da construção fica na fronteira do bairro de Katamon, local onde vivem imigrantes judeus pobres que vieram de países árabes em 1948. Katamon faz divisa com Bei Safafa, um distrito árabe. O estádio usado pelos clubes de futebol de Jerusalém, o Beitar e o Hapoel, podem ser vistos do local.
Ehud Olmert, ex-prefeito de Jerusalém e atual primeiro-ministro israelense, doou a propriedade à escola. A construção do prédio grande, de dois andares, deverá ser concluída no início de 2008, mas até o momento só as fundações estão prontas.
A maioria dos moradores do bairro vê a nova escola com bons olhos, embora alguns poucos procurem incitar a oposição ao projeto. Estes encontraram aliados nos judeus ultra-ortodoxos da cidade.
“Nada de escolas mistas”
“Está escrito na bíblia que não deverá haver escolas mistas”, afirma Yitzhak Batzri. Ele fala em nome do seu pai, o rabino David Batzri, diretor de uma yeshina, que são escolas religiosas altamente respeitadas. David Batzri é conhecido pela sua postura fanática. No ano passado ele anunciou que o furacão Katrina, que devastou Nova Orleans, foi uma punição de Deus devido ao apoio dos norte-americanos à retirada israelense da Faixa de Gaza. Os Batzri têm criticado a escola e os árabes-israelenses de forma tão virulenta que acabaram sendo acusados criminalmente por fazerem declarações racistas.
Será que a bíblia realmente diz que os judeus e o gentio não podem freqüentar a mesma escola? “Não”, diz Batzri. “Mas as crianças judaicas poderiam se converter ao islamismo na escola, e acabaríamos tendo casamentos mistos”. E se a escolas só ensinasse os alunos a respeito das culturas mútuas e aceitasse apenas garotos? “Isso também seria um problema”, afirma ele. “O islamismo e o judaísmo são incompatíveis”.
“A escola é polêmica porque ela está fazendo algo que ninguém mais faz em Israel”, diz Amin Chalaf. Ele e o norte-americano Lee Gordon são os criadores do conceito de uma escola bilingüe. “Quando demos início ao projeto, oito anos atrás, as pessoas nos diziam com freqüência: Como é que você pode fazer uma coisa dessas? Isso nunca vai funcionar”, conta ele. “Os mais de um milhão de árabes de Israel levam vidas completamente separadas daquelas dos judeus. Queríamos achar uma maneira de aproximar as duas comunidades. No início, acharam que fôssemos loucos”.
Além do projeto modelo em Jerusalém, existem duas outras escolas “mãos dadas” em Israel – uma em Misgav, no norte do país, e uma segunda que foi inaugurada dois anos atrás em Kfar Kara, uma cidade árabe próxima à fronteira com a Cisjordânia.
Chalaf ri. “Atualmente existem mais de 800 crianças nas três escolas”, diz ele. “Neste ano tivemos que recusar a matrícula de 60 crianças em Jerusalém porque não tínhamos espaço suficiente”.
O dia escolar já está em andamento. A primeira aula da turma da primeira série já terminou. Jaffa Shira Grossberg e a outra professora, Balsan Asallah, analisam desenhos coloridos cobertos de cartas em hebraico e em árabe. Grossberg está satisfeita com a maneira como o dia teve início. A pequena revolução continua.
Tradução: Danilo Fonseca
Visite o site do Der Spiegel
http://noticias.uol.com.br/midiaglobal
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Washington – O relatório do governo americano sobre produção e tráfico de drogas diz que o Brasil tem que aumentar o controle sobre o “financiamento do terrorismo” na Tríplice Fronteira, entre Brasil, Argentina e Paraguai.
A subsecretária de Estado para a divisão internacional de narcóticos e fiscalização, Anne Patterson, disse que o governo americano tem “informações consideráveis” sobre o financiamento de atividades terroristas na região.
“Aquela região é uma área sem governo há muitas gerações, um centro de contrabando e agora está sendo usada para facilitar financiamento ao terrorismo”, afirmou ela na entrevista coletiva para anunciar o relatório, elaborado anualmente pelo governo americano.
Apesar de o governo brasileiro negar a existência de terrorismo na fronteira, Patterson disse que os Estados Unidos têm informações “muito boas” para afirmar que a região é um foco de financiamento ao terrorismo. “Não posso entrar em detalhes, mas temos confiança nas nossas informações”, afirmou.
O relatório elogia os esforços do governo brasileiro no combate ao tráfico de drogas no ano passado, e destaca os esforços para combater a lavagem de dinheiro. O ponto fraco, na avaliação do governo americano, é a ausência de uma legislação criminalizando o financiamento do terrorismo. “O governo brasileiro deveria criminalizar o financiamento ao terrorismo como um crime autônomo”, diz o relatório.
O documento também diz que o Brasil deveria estabelecer controle das transferências de recursos nas áreas de fronteira, principalmente na Tríplice Fronteira.
O diretor do Programa das Américas do departamento de combate ao narcotráfico, Abelardo Arias, disse que o assunto vem sendo discutido com o governo brasileiro. “Temos uma boa cooperação com o governo brasileiro e estamos levando este assunto a eles”, afirmou. “São três fronteiras, então não é só Brasil, mas o Brasil é parte do problema.”
O Brasil também é classificado como um “grande fornecedor de produtos químicos”´ para o refino de coca na região andina. No geral, a avaliação dos americanos é que houve “um avanço significativo na campanha para reduzir a entrada de cocaína e heroína nos Estados Unidos” no ano passado, graças um forte esforço internacional.
O relatório mostra que, na Colômbia, a produção de cocaína se manteve inalterada, apesar da redução da área plantada de folha, graças aos programas de erradicação patrocinados pelo governo americano. A subsecretária Patterson considerou o resultado do Plano Colômbia “um sucesso maior do que o previsto” para a Colômbia.
Os Estados Unidos também estão preocupados com a Venezuela. Como o Brasil, o país não é um grande produtor de drogas, mas é um ponto de passagem da droga produzida na Colômbia, Peru e Bolívia. Patterson disse que o governo americano está preocupado com a falta de vigilância na fronteira da Colômbia com a Venezuela. “Não queremos que a Venezuela se converta num buraco na estratégia” de combate à droga na região.
Na Bolívia, a área cultivada de coca voltou a aumentar pelo quarto ano consecutivo. O relatório alerta para o aumento da influência política dos plantadores de coca no país, com a eleição do presidente Evo Morales (ex-presidente do sindicato dos cocaleiros).
Mas o governo americano age com cautela quando questionado sobre a relação entre os dois países com o novo governo. “A nossa relação com o governo de Evo Morales vai depender da postura que ele adotar em várias áreas, incluindo o combate às drogas”, afirma Patterson.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Constantemente as pessoas me perguntam se algum dia a violência no Oriente Médio terá fim e a paz, tão desejada, finalmente chegará. A resposta é simples: No dia que houver compromisso das lideranças em criar uma cultura de paz e educar as novas gerações para a convivência pacífica a paz virá naturalmente.
Infelizmente, porém, não vejo isso em curto prazo. O link abaixo mostra uma comemoração escolar árabe, onde crianças representam a visão dos adultos sobre o conflito árabe-israelense, sendo preparados para ser mais uma geração a cultuar o ódio ao “inimigo”. Fantasiados, portando armas de brinquedo (no Brasil os pais conscientes evitam dar armas de brinquedo a seus filhos), pisoteando uma bandeira de Israel os garotos retratam a realidade criada pelos adultos. Triste.
Assistam, por mais incômodo que seja. Essa é a realidade da educação árabe, negá-la não ajudará em nada na resolução do problema.
http://www.youtube.com/player.swf?video_id=nX5nRmEweQk&l=120
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Irving é condenado a três anos de prisão por negar o Holocausto
Segunda, 20 de fevereiro de 2006, 15h58
O Tribunal Regional de Viena condenou hoje o historiador britânico David Irving a três anos de prisão sem condicional por negar o Holocausto e a política de extermínio nazista durante a Segunda Guerra Mundial.
Diante do tribunal, Irving se declarou culpado de negar o Holocausto – crime previsto no código penal austríaco -, o que deu ao historiador popularidade nos círculos revisionistas de extrema direita.
A condenação por unanimidade por parte dos oito membros do júri se baseia em dois discursos públicos feitos na Áustria em 1989, quando Irving negou a existência de câmaras de gás em Auschwitz e disse que a “Noite dos Cristais”, a primeira grande perseguição violenta contra os judeus da Alemanha em 1938, não foi cometida pelos nazistas.
O veredicto ordena a prisão imediata de Irving e o magistrado Peter Liebetreu afirma que “a confissão (prévia de Irving) não pareceu um ato de arrependimento, e por isso não se levou em conta no peso da condenação”.
“Estou comovido, muito comovido”, Irving disse à imprensa após o veredicto. Na saída do edifício estavam partidários do historiador para mostrar apoio.
A acusação contra Irving prevê punição de até 10 anos de prisão, mas muitos analistas previam que com a aceitação das acusações e a contrição pública do acusado a condenação seria de apenas alguns meses, por isso a decisão final supera amplamente as suposições iniciais.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Historiador que negou holocausto diz que ‘errou’
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/02/060220_austriaholocausto2tp.shtml
David Irving
David Irving chegou à corte levando um de seus livros
O historiador britânico David Irving se declarou culpado das acusações de que teria negado o holocausto, no primeiro dia de seu julgamento em Viena, na Áustria.
Ele foi detido em novembro passado no sul do país, por causa de uma entrevista concedida em 1989, na qual negava a existência de câmaras de gás no campo de Auschwitz. Negar o holocausto é crime na Áustria e na Alemanha.
Irving disse ter “mudado de opinião”, e reconheceu ter sido um erro ter contestado a existência das câmaras de gás e a morte de milhões de judeus na 2ª Guerra Mundial.
“Não nego o holocausto. Minhas opiniões mudaram. A história é um processo constante. Quanto mais você aprende, mais documentos se tornam disponíveis e tenho aprendido muito desde 1989″, disse ele à BBC antes do julgamento.
Dez anos
O historiador acusou o governo austríaco de ter medo de deixar os historiadores fazerem seu trabalho.
“É ridículo estar sendo julgado por algo que disse há 17 anos.”
Perguntado sobre o termo holocausto, o historiador disse que chamaria o ocorrido de “tragédia judia da 2ª Guerra Mundial”.
Ele disse que se declararia culpado das acusações ‘por não ter outra opção’.
Irving corre o risco de ser condenado a até dez anos de cadeia.
Irving foi detido em novembro quando foi à Áustria dar uma palestra em uma fraternidade estudantil de extrema-direita.
Ele foi parado pela polícia enquanto dirigia por uma estrada no sul do país e permanece em custódia policial desde então.
Em uma carta para a BBC, escrita de sua cela, Irving havia dito que algumas de suas opiniões sobre as câmaras de gás haviam mudado.
Ele expressou, entretanto, posições que seriam contestadas pela maioria dos historiadores.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Hamas “criará um Arafat”?
PETER DEMANT
ESPECIAL PARA A FOLHA
O Hamas é uma organização anti-semita dedicada à destruição do Estado de Israel. Mas proporciona às massas palestinas empobrecidas remédios, escolas e um mínimo de Previdência Social e faz isso mais eficaz e honestamente do que o Fatah, partido nacionalista secular que sempre dominou a OLP e substituiu sua militância revolucionária por corrupção e disposição para conviver com o arquiinimigo Israel.
O paradoxo explica a vitória do Hamas nas recentes eleições para a Assembléia palestina. Há outras causas para a virada, além da onipresente corrupção e do faccionalismo do Fatah. Após os acontecimentos dos últimos anos -incursões israelenses destruidoras, o assassinato do xeque Ahmad Yassin, líder do Hamas, e de outros militantes, a morte de Arafat- , tanto o presidente palestino, Mahmoud Abbas, quanto o Hamas precisavam de uma pausa.
Excomungado internacionalmente como organização terrorista (forneceu a maior legião de homens-bomba contra civis israelenses), o Hamas ansiava pelo reconhecimento: seu acordo com Abbas lhe trouxe um começo de respeitabilidade. O Hamas teve 44% dos votos populares, mas 56% das cadeiras na Assembléia -brigas internas no Fatah acabaram beneficiando o grupo islâmico. Vitória legítima, mesmo assim. Mas o fato de a maioria dos palestinos na Cisjordânia e em Gaza preferir, em última instância, a coexistência honrosa à sangria eterna, submeterá o Hamas a pressões rumo à moderação.
O que o Hamas, híbrido de oposição religiosa fundamentalista e submundo terrorista, fará agora com seu novo poder? Há três cenários possíveis. O pessimista: renovar o confronto com Israel e lançar uma terceira Intifada (o Hamas não prorrogou o cessar-fogo informal que terminou em janeiro). Agradaria aos “ultras”, mas seria impopular com as massas e impossibilitaria qualquer acomodação, imprescindível, com Abbas e a “velha-guarda”.
Alternativa otimista: proclamar um programa mais moderado e negociar a paz com Israel: seria automaticamente bloqueado por sua própria ala extremista, mesmo se Israel cooperasse. Sobra uma terceira via: manter o status quo, continuar (talvez num governo de união nacional com o Fatah) a retórica intransigente sem fazer nada para afundar o navio, concentrar os esforços no gerenciamento das condições de vida dos palestinos e deixar Abbas palavrear com Israel, mantendo-o, contudo, sob estrito controle. Quadro inerentemente instável que lembra o de 1992, quando interlocutores palestinos locais não conseguiram fechar nenhum acordo com Israel por serem constrangidos por Arafat: afinal, a única saída foi a negociação direta OLP-Israel.
O Hamas repetirá, então, a evolução ideológica e política de seu predecessor? Certos sintomas já parecem apontar nesta direção “pragmática”: a alternância entre a ação terrorista politicamente útil, militarmente um bumerangue, e o “cessar-fogo”; um líder, Khaled Meshaal, deixando entrever a miragem de uma futura coexistência; outro, Mahmoud Zahar, negando que haverá atenuação na prometida guerra “até o extermínio do invasor”; entrevistas polidas (em inglês) com a mídia internacional, propaganda (em árabe) sedenta de sangue…
Contudo há diferenças fundamentais, e elas dificultam tanto a transformação do homem-bomba em diplomata quanto o espaço dado a mediadores internacionais que ambicionam facilitar tal metamorfose. Um partido que baseia sua oposição a Israel não no “roubo” do território nacional pelo “sionismo imperialista”, mas no antagonismo eterno entre islã e judaísmo, terá maior dificuldade em moderar sua cosmovisão do que os partidos nacionalistas seculares na OLP. Também o contexto internacional e regional difere bastante da época do “processo de Oslo”, que coincidiu com o pós-Guerra Fria imediato.
A inclinação do mundo muçulmano a aceitar o Estado judeu diminuiu. Desde o 11 de Setembro, acirram-se os conflitos entre muçulmanos e ocidentais. De ataques islâmicos terroristas até intervenções militares ocidentais e de brigas sobre véus até mortos por charges, cada semana traz novos incidentes. Não é um choque de civilizações, mas entre duas ideologias, democrático-pluralista e fundamentalista-totalitária: cada visão tem seguidores tanto ocidentais quanto muçulmanos. O conflito israelo-palestino faz doravante parte desse combate global. Há na Europa quem gostaria de mitigar o boicote internacional, imposto ao Hamas até ele reconhecer Israel e cessar o terror. Mas a crescente polarização antimuçulmana dentro da Europa não ajuda na tarefa de prensar o Hamas num abraço diplomático.
Tempo de calma
A lógica política, as responsabilidades do poder, o cansaço com o interminável conflito, tudo deveria levar o Hamas a sepultar seus tabus e conversar com Israel. Fazer o jogo do reconhecimento poderia extrair concessões israelenses e alcançar para os palestinos um acordo mais favorável que os de Oslo ou Camp David. Porém aí está o problema. Embora seja concebível, tal evolução positiva pede tempo e só ocorrerá se for um tempo de calma. Nos anos 80 e 90 o processo de reconhecimento mútuo na base da “terra pela paz”, entre políticos seculares palestinos e a esquerda sionista, despertou a feroz resistência terrorista pela direita de ambas as nações. Uma repetição desse processo de aproximação, agora liderado pelas direitas, não conduziria de novo a um levante dos extremistas?
No caso de Israel, as eleições deveriam confirmar o Kadima, de Sharon e Olmert, no poder: se um governo centrista de Ehud Olmert abrisse negociações com os radicais islâmicos, desde que estes deponham a violência, pelo menos metade dos israelenses apoiaria. Os colonos estão mais ou menos sob controle. Porém a corrida armamentista nuclear com o Irã está esquentando: e o Irã e o Hamas são aliados.
Qualquer movimento em direção à negociação atiçará dissensões internas no Hamas. Para apaziguar seus militantes e manter Israel sob pressão, o Hamas poderia “criar um Arafat”: violência antiisraelense de baixo nível. Só que a tática arrisca contra-ataques israelenses destruidores. Suponhamos que o Hamas abrandasse seu caráter fundamentalista, abrandasse seus laços com o Irã ou a Síria e pusesse um fim ao terror: outros continuariam o trabalho sujo -o Jihad Islâmico, as Brigadas de Al Aqsa ou a Al Qaeda. Sem dúvida, veríamos alguns palestinos distribuindo doces para comemorar, e os israelenses teriam dificuldade em diferenciar entre esses palestinos e outros.
Conclusão: como o Hamas, mais disciplinado do que o Fatah e já com a legitimidade do extremismo, saberia melhor impor suas decisões aos recalcitrantes, uma evolução que o levasse a coexistir com Israel, se acontecer, deixaria no fim uma oposição intrapalestina menor e mais isolada -vantagem na construção da paz. Mas não é para amanhã: como sempre no Oriente Médio, o caminho para chegar lá está repleto de minas e homens-bomba.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Em setembro de 1970, quando a OLP, tentou destruir o regime hachemita da Jordânia, o rei Hussein em represália matou milhares de palestinos e expulsou de seu território, Arafat e seus seguidores, o que ficou conhecido como SETEMBRO NEGRO.
Os grupos armados palestinos refugiaram-se em território libanês de onde, para continuar com seus ataques a Israel, estabeleceram lentamente um mini-Estado próprio que gerou tensões étnicas.
A população cristã do Líbano ressentia-se da presença palestina que punha em perigo a frágil união entre as diversas comunidades desse país e ameaçava obriga-la a deixar de ser a última democracia do mundo árabe para se transformar em mais uma ditadura árabe totalitária e intolerante.
A metamorfose necessitou de uma década. Em seu livro, ” A guerra terrorista da Síria contra o Líbano e o processo de paz” (2003), Marius Deeb relata minuciosamente como entre 1974 a 2000, o regime dos Assad na Síria engoliu seu pequeno vizinho (cabe declarar que o domínio dessa família sobre a Síria remonta a 1969).
Cronologia:
A primeira de uma grande série de massacres de cristãos foi realizada no Monastério de Deir Ayach, em 3 de setembro de 1975, onde palestinos assassinaram três monges: Boutros Sassine, Antoine Tamini e Hanna Maksoud.
O mundo não protestou. Os aldeões cristãos que viviam nas proximidades fugiram e os agressores destruíram o vilarejo. Os palestinos liderados por George Habash e Nayef Hawatmech atacaram assim mesmo a localidade de Beit Mellat e assassinaram os aldeões que caíram suas mãos.
O ano seguinte foi crítico. Em 15 de janeiro de 1976, os palestinos arrasaram Kab Elias, uma aldeia mista (cristãos e mulçumanos) no vale de Bekaa. Depois de dez dias, 16 cristãos foram executados e 23 feridos.
Os cristãos iniciaram seu êxodo a Zahlé, Beirute oriental e Jounieh. E em pelo menos mais duas cidades, Damour e Jieh, as quadrilhas palestinas cortaram os dedos de meninos cristãos para se assegurarem de que não poderiam disparar armas. As igrejas de Damour foram profanadas e 300 habitantes foram massacrados. Não houve protestos.
Em 19 de janeiro, as aldeias de Hoche Barada foram totalmente demolidas. Outro grupo formado por palestinos, o “Exército do Líbano Árabe”, destruiu a cidade de Aintours. Três líderes do grupo receberam a missão explícita de levar a cabo massacres que submeteriam os cristãos libaneses ao Estado em formação de Arafat.
Samir Abou Zahr, liderou o massacre em Emir Bechir (onde as vítimas foram assassinadas enquanto dormiam), Mostapha Sleiman arrasou a cidade de Chaca, e Oiin Hatoum atacou os quartéis de Khyam matando mais de 30 soldados libaneses.
Os cristãos solicitaram auxílio de um mundo que permanecia silencioso.
E o vizinho do norte, que sempre havia descrito o Líbano como sua “natural zona de influência”, se deliciava em ouvir esse silêncio. As tensões étnicas estenderam-se aos drusos, que solidários com a OLP, começaram a hostilizar os cristãos. Estes pediram um cessar fogo, porém o líder druso Kemal Jumblatt não aceitou.
Com a desculpa de uma resposta a esta negativa, em 31 de maio de 1976, a Síria invadiu o Líbano utilizando a curiosa explicação de que sua presença protegeria a minoria cristã da crescente hostilidade islâmica.
Uma vez que o exército de dezenas de milhares de soldados sírios se fez forte no país, lançou-se a operação inversa da anunciada.
Nos bombardeios subseqüentes, mais de 500 civis cristãos foram assassinados.
No ano seguinte, os sírios mataram Kamel Jumblatt (16 de março de 1977) e enviaram grupos guerrilheiros para subjulgar as aldeias cristãs, nas quais mais de 1000 moradores foram assassinados. Somente em Deir Dourit, devastada por completo, morreram 273 moradores.
Nenhuma palavra de queixa no mundo inteiro. O ano de 1978 foi o ano da apropriação Síria do país, e com o tempo passando, o Líbano independente acabava por morrer assassinado. Sami Khatib, instalado pelo governo sírio como agente de segurança, foi diretamente responsável pela detenção, tortura e desaparecimento de milhares de libaneses opostos á invasão.
Nem uma condenação, lamento ou queixa de nada. No dia 27 de junho de 1978 um esquadrão sírio conduzido por Ali Dib arrastou 20 jovens de suas camas nas aldeias de Kaa e Rãs-Baalbeck e fuzilo-os sem julgamento e nenhuma acusação. O objetivo era o controle total de uma comunidade em que persistia o hábito anti-sírio da liberdade.
Nem a imprensa, nem os organismos de direitos humanos, nem nenhum país condenaram seriamente o episódio!
Em 1º de julho, a milícia privada de Riffat Assad, irmão do presidente sírio, sitiou as zonas que permaneciam livres nos subúrbios de Beirute e as fez bombardear durante cinco dias e cinco noites, com canhões e morteiros, deixando um saldo de mais de 60 civis mortos e 300 feridos. Nada.
Em agosto de 1979, os sírios e palestinos destruíram as aldeias Niha, Deir Bella, e uma no norte. Nenhuma palavra de ninguém. Os sírios e os palestinos já haviam se imposto no país.
Entre 1980 e 1981 as brutalidades sírio-palestinas estenderam-se para acabar com todo o foco potencial de resistência. Em 24 de fevereiro de 1980, o diretor da revista Hawadess, Selim Laouzi, foi seqüestrado pelos sírios ao caminho do aeroporto, torturado e assassinado e seu corpo mutilado foi achado no bosque de Aramoum.
Nada!
Em 23 de julho de 1980, Riad Taha, presidente da imprensa, foi assassinado em Raouché.
Em março de 1981, a cidade cristã de Zahlé foi bombardeada e a monja Marie Sophie Zoghbi assassinada enquanto tentava socorrer as vítimas.
Dois mil cristãos morreram nos bombardeios que se seguiram em Beirut do leste, debaixo do comando do palestino Ahmad Ismail. Não houve reação!
Poderia-se pensar que a falta de resistência do Ocidente devia-se a que a agressão Síria não o afetava. Erro grosseiro. A negligência continuou quando o ataque os afetou diretamente. Em 4 de setembro de 1981, o embaixador francês no Líbano, Louis delamarre, foi assassinado pelos sírios.
A França apenas se lembrou de convocar Paris para consultas a seu embaixador na Síria. Nisso os franceses foram mais rigorosos que os espanhóis. Quando em março de 1989 as tropas sírias assassinaram o embaixador espanhol, Pedro Manuel de Aristegui, junto com seu sogro e cunhada, a Espanha nem sequer consultou ninguém!
Porém, sigamos com o relato…
Em fevereiro de 1982, a Irmandade Mulçumana desatou uma rebelião islâmica contra o regime de Damasco, na cidade Síria de Hama. Sem nenhuma vacilação, o exército de Assad isolou a cidade, começou seu bombardeio generalizado a toda a população, muçulmanos e cristão, sem discriminação.
Foram massacradas vinte a trinta mil pessoas. Nada de nada. Não há condenações. Ninguém se comovia, ninguém protestava!
Em 24 de maio, os sírios atacaram a embaixada francesa no Líbano e assassinaram a sua secretária de assuntos comerciais, Anna Comidis e mais dez pessoas. Creia-se ou não, Nada.
Em 6 de junho de 1982, Israel invadiu o Líbano desde o sul. Os aldeões receberam os tanques hebreus como libertadores. Os cinegrafistas não podiam acreditar no que filmavam quando cristãos libaneses de todas as idades saíam de suas casas para oferecer flores e alimentos aos soldados israelenses.
Não somos ingênuos: não havia amor mútuo, senão interesse em comum. A população cristã acreditou que se poria um ponto final á tirania terrorista sírio-palestina no Líbano. E Israel havia empreendido no que deu em chamar-se Operação Paz para a Galiléia em resposta á morteiros e infiltrações dos terroristas palestinos, que já tinham instalado no Líbano um poderoso exército. Num desses atentados (março de 1978) os guerrilheiros que haviam penetrado desde o Líbano, seqüestraram dentro de Israel um ônibus civil, e mantiveram como reféns 34 passageiros que no final foram assassinados.
Israel invadiu o Líbano a fim de terminar com a agressão que desde ali se exercia, objetivo que eventualmente conseguiu por meio de expulsar Arafat e sua OLP ( que encontram refúgio na longínqua Túnisia).
Em agosto de 1982, graças ao clima de menor dependência da Síria que se sentia desde a invasão israelense, o parlamento libanês elegeu presidente do país o chefe da Falange cristã, Bashir Gemayel. Para os sírios esta ousadia era um excesso, sobretudo porque se sabia que Gemayel cooperava com Israel na recuperação da independência do país.
Duas semanas depois, em 14 de setembro, no quartel da falange em Chrafieh, Gemayel foi assassinado por uma carga de explosivos colocada por Habid Chartouni, que pertencia desde 1977 ao partido pró-sírio comandado por Assad Hardane. Os explosivos haviam sido fornecidos pelo chefe da inteligência Síria, Ali Douba. Além do presidente, 26 pessoas morreram no ataque. Os sírios consideraram Chartouni um herói.
Os cristãos, não precisamente.
O chefe da segurança da Falange, Elie Hobeika, decidiu vingar a morte do presidente, nos acampamentos palestinos de Sabra e Chatila.
Em 16 de setembro de 1982, cem falangistas penetraram nos campos e mataram várias centenas de civis (as estimativas variam de 300 a 500 pessoas). Os israelenses, em cuja zona de segurança se achavam os acampamentos, ingressaram nos mesmos para deter o massacre quando já era tarde demais.
De todos os nomes de aldeias destruídas que incluí nesta crônica, não me cabe a menor dúvida de que os únicos que resultaram conhecidos ao leitor são os de Sabra e Chatila.E ainda que Hobeika nunca se arrependeu da matança, ainda que os falangistas viram-na sempre como um ato de aceitável vingança, nem este nem aquele jamais foram reprovados pelo mundo.
Dez anos de guerra no Líbano e o genocídio da ocupação Síria, reduziram-se na consciência da Europa, a Sabra e Chatila. A esses nomes dedicaram-se filmes cinematográficos e livros, manifestações e condenações. Somente a esse evento da guerra no Líbano, lhe dedicou Alberto Cortez, uma canção de seu repertório, e Jean Genêt em 1982, um tétrico documentário! “Quatro horas em Chatila”.
Goste o mundo ou não, Israel e o Líbano firmaram um tratado de paz em 17 de maio de 1983. Tratado que em pouco tempo, a Síria exigiu sua unilateral anulação.
Nenhum meio de difusão voltou a mencionar jamais esse tratado, que não gozou da aprovação internacional.
As matanças entre libaneses não se detiveram.
Em setembro de 1983, mais de 100 aldeias na região de Chouf foram limpas etnicamente de cristãos por tropas drusas. Em maio de 1985, terroristas mulçumanos atacaram novamente o campo de refugiados de… Chatila! De acordo com os dados oficiais das Nações Unidas (ONU), assassinaram 635 pessoas e deixaram mais de 2500 feridos.
Ninguém se queixou! Alberto Gomes não cantou e a ONU não se reuniu para condenar. Tampouco quando em outubro de 1990 as tropas sírias mataram em oito horas mais 700 cristãos. Por toda a resposta, o mundo fez vista grossa mais uma vez.
Escrito por: J.Abou Elie – Libanês – Tradução: Vlademir Souza
Publicado no site em: 23/01/2006
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
A ONU, O HOLOCAUSTO, E OS SKINHEADS NO BRASIL
27.01.2006, rs 18h30 ? Cabalat Shabat especial na CIP
Dia Internacional em Recordaçao rs Vítimas do Holocausto
A Assembléia Geral da ONU adotou 27 de janeiro como o Dia Internacional de Recordaçao das Vítimas do Holocausto. A data foi escolhida por marcar a libertaçao do campo de extermínio de Auschwitz e em todo o mundo livre estao sendo programados eventos neste dia.
A B´nai B´rith do Brasil, a Congregaçao Israelita Paulista e a Sherit Hapleitá (Organizaçao dos Sobreviventes do Holocausto) promovem um cabalat shabat especial na CIP, no dia 27, rs 18h30, que será celebrado pelo rabino Henry I. Sobel, presidente do rabinato da CIP.
Está confirmada a presença do ministro de Relaçoes Institucionais, Jacques Wagner, representando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da presidente da CIP, Lena Srumpf e de diversas autoridades e lideranças comunitárias.
PROCESSO CONTRA SKINHEADS ACUSADOS DE TENTATIVA DE
HOMICÍDIO CONTRA JOVENS JUDEUS DE PORTO ALEGRE
O dr. Helio N. Sant?Anna e a dra. Helena D. Sant?Anna, sao assistentes de acusaçao, e relatam o que foi feito e quais os próximos passos do processo contra um grupo de `skinheads` que no dia 8 de maio de 2005, agrediram tres jovens, identificados como sendo judeus, por estarem usando `kipá`.
Quatro rapazes, integrantes de um grupo foram denunciados pelo Ministério Público Estadual do Rio Grande do Sul, por tentativa de homicídio qualificado, por terem, por volta das 2:30 horas minutos do dia 8 de maio de 2005, em frente ao Bar Pinguim, no bairro Cidade Baixa, agredido tres jovens. A acusaçao é de motivo torpe (discriminaçao religiosa), meio cruel, utilizaçao de recurso que dificultou a defesa das vítimas e formaçao de bando.
As agressoes foram violentas, um dos jovens judeus foi agredido a facadas, com perfuraçao do baço, rim e pulmao, permanecendo em coma durante vários dias; outro dos jovens, foi atingido por duas facadas, sendo uma no braço e outra no abdome e o terceiro, sofreu socos e pontapés generalizados.Um grupo de `skinheads` impediu que pessoas que passavam no local pudessem ajudar rs vítimas.
Os quatro primeiros acusados pelo Ministério Público, já tinham antecedentes criminais em processo judicial de discriminaçao, por agressao a um jovem Punk. A identificaçao destes quatro acusados, pelas testemunhas e pelas vítimas, foi possível, a partir de fotos estampadas em um site da internet, como pertencentes a um grupo de `skinheads`.
Os quatro denunciados, no ano passado, foram interrogados pela Juíza, oportunidade em que negaram terem estado no local onde os crimes ocorreram.
No dia 25 de agosto de 2005, antes da audiencia em que seriam ouvidas as vítimas, vieram aos autos do processo novas provas produzidas pelo Delegado de Polícia, razao pela qual a Juíza suspendeu o andamento do processo até se completassem as diligencias policiais. Nesta data os quatro acusados, que ficaram mais de 100 dias presos no Presídio Central de Porto Alegre, obtiveram liberdade provisória.
Com o resultado das novas diligencias promovidas pela Polícia, o Ministério Público, a denúncia incluiu outros dez jovens `skinheads`.
Nos dias 4 e 5 de janeiro de 2006, os quatro primeiros acusados, que foram mantidos no processo, foram novamente interrogados, sustentando as versoes anteriores, de que nao estariam no local do crime, no dia e hora em que ocorreram as tentativas de homicídio.
Nestes dias foram ouvidos os novos dez acusados, que admitiram ter estado no local do crime, no dia e hora apontados na acusaçao, porém, negaram ter dele participado. Estes reconheceram também serem `skinheads`, usando a cabeça raspada, roupas militares e serem nacionalistas.
Onze testemunhas e duas das tres vítimas em depoimentos prestados na polícia, reconheceram os quatro primeiros acusados, por fotografia como também pessoalmente na Polícia, como sendo seus agressores.
Na visao do Ministério Público e da Assistencia r acusaçao, todos os acusados, integrantes dos dois grupos de `skinheads`, participaram da tentativa de homicídio descrita na denúncia em graus maiores ou menores nos atos criminosos por eles praticados.
Entre os acusados há tres mulheres integrantes do bando de `skinheads` que, se nao agrediram as vítimas, contribuíram para o crime, incentivando seus namorados e amigos nas agressoes e tentativas de homicídio.
O processo continua nos dias 23, 24 e 25 de maio de 2006, quando haverá novas audiencias com as vítimas e as onze testemunhas da acusaçao, as quais reconheceram a participaçao de vários dos acusados agredindo as vítimas.
Helio N. Sant?Anna e Helena D. Sant?Anna, assistentes de acusaçao
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Um grupo de intelectuais venzuelanos dizem que se sentem “assombrados e consternados” diante de certas alusoes anti-semitas acobertadas no discurso do presidente Hugo Chávez. A denúncia foi publicada neste sábado na imprensa da Venezuela.
“Estas perigosas tendencias devem ser denunciadas e combatidas antes que se perca a condiçao humana em nossa sociedade. Antes que seja tarde”, afirmou um comunicado publicado pelo jornal El Nacional.
Em seu de discurso de véspera de Natal, Chávez disse que “algumas minorias, descendentes dos mesmo que crucificaram Cristo, descendentes dos mesmo que expulsaram (a Simon) Bolívar daqui e também o crucificaram r sua maneira vem se apoderando das riquezas do mundo, uma minoria se apoderou das riquezas de ouro do planeta”.
Chávez nao se referiu especificamente aos judeus, mas o Centro Simon Wiesenthal condenou energicamente suas declaraçoes e exigiu uma “imediata retrataçao e desculpas públicas” em uma carta assinada pelo diretor de relaçoes internacionais Shimon Samuels e Sergio Widder, um representante latino-americano baseado na Argentina.
O historiador Manuel Caballero, um dos organizadores do comunicado, assegurou que se sente preocupado com uma possível “radicalizaçao” do governo de Chávez. Ele explicou que as palavras de Chávez sao uma “alusao bastante clara” contra os judeus. Ele afirmou que esta é uma tendencia manifestada inicialmente pelo seu ex-assessor Norberto Ceresole, que se definia como anti-semita. Chávez foi assessorado por Ceresole antes de chegar r presidencia em 1998, mas se distanciou dele antes de sua morte.
A professora Maruja Tarre, da Universidade Simon Bolívar, uma das pessoas que assinou o comunicado, disse que as declaraçoes de Chávez deviam ser analisadas pelo contexto de outras manifestaçoes. “Existem comentários anti-semitas extremamente fortes de forma contínua no discurso de Chávez”, afirmou.
O presidente do Congresso, Nicolás Maduro, classificou como “lixo” o comunicado durante um reuniao comunitária transmitida pelo televisao oficial. Segundo ele, trata-se de uma campanha comandada pelos Estados Unidos e afirmou sentir-se “enojado” pelas declaraçoes. “Se eles sao capazes de publicar um comunicado como este, o que terao em seu coraçao”, disse Maruro.
De acordo com o comunicado, escritores e artistas, professores e investigadores pensam que Chávez usou em suas palavras os velhos tópicos antisemitas, que crucificaram Cristo e acumularam riqueza. Caballero afirmou que a denúncia nao havia sido publicada antes pois era preciso reunir dinheiro para pagar o anúncio de uma página ao El Nacional. O comunicado foi financiado pelas contribuiçoes dos intelectuais que o assinaram e por doaçoes anônimas.
O presidente venezuelano – que constantemente manifesta sua devoçao por Cristo e sua antipatia por alguns líderes da Igreja Católica nacional; sua amizade pelo líder cubano Fidel Castro e sua inimizade pelo colega George W. Bush, presidente dos Estados Unidos – assegura que deseja ter boas relaçoes com todos os grupos religiosos.
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barbra
em 4 de fevereiro de 2007
Relato de um sobrevivente
Aleksander Laks, presidente da Associação Brasileira dos Israelitas Sobreviventes da Perseguição Nazista-RJ (Sherit Hapleitá)
Há um provérbio que diz que o tempo é o melhor remédio, para curar e fazer esquecer. Isto pode ser para tudo, menos para o Holocausto. Para nós, os poucos sobreviventes, a dor é cada vez mais contundente. Em boa hora a ONU instituiu um “Dia Internacional em Memória às Vitimas do Holocausto”. A data é 27 de janeiro, dia da libertação do campo de extermínio “Auschwitz – Birkenau”, em 1945.
Vale lembrar que, com a libertação deste campo, não parou a chacina. Entre o dia 27 de janeiro a oito de maio do mesmo ano, foram exterminados 2.000.000, especificamente judeus, inclusive meu pai, que morreram em outros campos espalhados pela Alemanha e na “Marcha de Morte”, na qual eu também tomei parte. Meu pai foi assassinado a pauladas no campo de concentração “Flossenburg”, no mês de abril. Três meses depois da libertação de “Auschwitz”. Ele tinha 45 anos.
Hoje não vou falar em milhões, mas vou trazer um testemunho sobre uma criança. Em 1942 o primeiro campo de extermínio na história da humanidade, “Chelmno”, estava em plena atividade. No gueto de “Lodz”, onde estive preso aos 12 anos, foi decretado um toque de recolher para que as pessoas fossem arrancadas de casa e deportadas. Nós não sabíamos da existência desta fábrica de morte. Diziam que as pessoas estavam sendo levadas pra trabalhar na lavoura.
“Nunca esquecer, nunca perdoar, nunca mais!!!!”
Mesmo assim, muitos entraram em esconderijos. No nosso, estava um casal com uma criança de 5 a 6 meses. Quando os carrascos nazistas chegaram, a criança começou a chorar. Sabíamos que era o nosso fim. Se fôssemos descobertos seriamos fuzilados. No desespero, as pessoas jogaram cobertores, edredons, travesseiros e tudo que estava à mão em cima da criança, para abafar o choro. O choro cessou. Ficamos sem nos mexer. Quem estava em pé não sentava, quem estava sentado não levantava. Quanto tempo esta agonia durou, não sei. Cada segundo parecia 10 anos. Quando os nazistas foram embora e os trapos foram tirados de cima da criança… ela estava morta.
Isto foi visto por uma criança de 13 anos. Eu vi uma criancinha ser asfixiada, porque chorava. Todos temos direito à vida. Esta criança não teve este direito, porque era uma criança judia e chorava. Naquele dia, não fomos descobertos, nem fuzilados. Mas perdemos três pessoas. Os pais, perderam o gosto de viver e se entregaram aos alemães.
Por isto vou repetir, em boa hora estamos aqui, para lembrar todas as vítimas do Holocausto, na data de 27 de janeiro, instituída pela ONU. Toda vida é uma vida. Na qualidade de um dos poucos sobreviventes do Holocausto e presidente da Sherit Hapleitá, com lágrimas nos olhos e coração quebrado, presto homenagem a todas as vítimas. Que este grito soe como trovão retumbante, em todos os cantos do mundo: Sempre lembrar. Nunca esquecer, nunca perdoar, nunca mais!!!!
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José Frajtag
em 5 de fevereiro de 2007
Fico feliz ao ver que a esmagadora maioria dos articulistas desse blog é contrária a esse louco Gondim. Que ele vá morar no Irã e viva sob as delícias do dominio do Ahmadinejad, é o meu desejo.
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José Frajtag
em 5 de fevereiro de 2007
Não quero ser injusto e estou fazendo uma pesquisa séria:
Nos ultimos 400 (QUATROCENTOS) anos, o que de bom foi feito para a humanidade pelos povos islamicos e ou muçulmanos? Notem que não os estou ofendendo, estou apenas abrindo um espaço para que mostrem o seu valor.
Afinal está mais do que na hora que esse numeroso povo mostre a que veio! Desqualifico o Petróleo, pois este não se deve ao trabalho de muçulmanos e sim da sorte.
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Aline Sousa
em 5 de fevereiro de 2007
Eis a filha de Gilson Gondim:
http://www.youtube.com/watch?v=TDmkvW2UJx4
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LÉO
em 5 de fevereiro de 2007
GRANDE Gilson Gondim , GOSTARIA DE SABER ONDE ESTÁ SUA DEMOCRACIA, VOCÊ RETIROU MEUS PENSAMENTOS A TEU RESPEITO, SERÁ QUE ESTA PÁGINA QUE ANALISA E ESPOE SOMENTE O QUE LHE AGRADA É DEMOCRÁTICA? NÃO, ELA NÃO É DEMOCRATICA E VOCÊ ALEM DE MALUCO É DESONESTO, MAS PRÁ SORTE MINHA POSSO ESPOR MINHAS IDÉIAS EM OUTROS SITES QUE NÃO ELIMINAM O QUE OS DESAGRADA.
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vera fortune
em 5 de fevereiro de 2007
pessoal
o gigi gongon apaga os e-mails
ele é uma draga que devora -emails….
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Gilson Gondim
em 6 de fevereiro de 2007
Está maluca, Leozinha querida?
Seus comentários idiotas têm sido publicados neste site sim. Inclusive aquele em que você critica quem não usa o sobrenome na identificação do comentarista. A propósito, qual é seu sobrenome, querida?
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LÉO
em 6 de fevereiro de 2007
GILSON, OBRIGADO PELA RESPOSTA, AGORA QUE ESTAMOS NOS COMUNOCANDO NOVAMENTE QUERO PERGUNTAR-LHE O PORQUE DESTE ANTISIMITISMO RADICAL CONTRA OS JUDEUS? TALVEZ VOCÊ NÃO SAIBA, MAS OS JUDEUS AJUDARAM A COLONIZAR MUITOS PAISES, E DEPOIS FORAM DISCRIMINADOS SEM NENHUMA RAZÃO APARENTE, SEMPRE COM DESCULPAS TIPO, VOCÊS MATARAM CRISTO ,OS JUDEUS ESTIVERAM NA PENINSULA IBÉRICA DESDE O SECULO I E PORTUGAL APÓS O SÉCULO XI NO BRASIL DESDE O SEU DESCOBRIMENTO E ASSIM POR DIANTE, PORQUE CATÓLICOS PROTESTANTES E MUITAS OUTRAS RELIGIÕES PODEM VIVER EM PAZ EM TODOS OS PAISE E OS JUDEUS NÃO, QUAL É O TEU PROBLEMA COM O PLURALISMO? PARA, PENSA E TENTE MUDAR AS IDÉIAS RADICAIS SÓ PARA SE PROMOVER, TALVEZ VOCÊ POSSA MELHORAR UM POUCO O MUNDO SE NÃO ATRAPALHAR COM TANTO FANATISMO E BOBAGENS DESCABIDASQUANTO AO MEU SOBRENOME E NOME , JÁ TE FALEI, EU TERIA VERGONHA DE PUBLICÁ-LO EM UM SAIT ASSINADO POR UM FANÁTICO QUE NASCEU DE MAL COM O MUNDO.
UM ABRAÇO MINHA QUERIDA DE CABECINHA PEQUENA.
EM TEMPO, 2 DE MEUS COMENTÁRIOS FEITOS NOS DIAS 4/2 E 5/2/2007 SUMIRAM.(VOCÊ É UM GRADE MENTIROSO BONEQUINHA DE BARBA)
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LÉO
em 6 de fevereiro de 2007
PARABENS GILSOM, AGORA VOCÊ ESTÁ MELHORANDO, TALVEZ O MUNDO NÃO ESTELA PERDIDO, COM A PUBLICAÇÃO DESTE ULTIMO COMENTÁRIO FEITO POR MIM, ACREDITO QUE TALVEZ VOCÊ TENHA USADO UM POUCO DE BOM SENSO.QUANTO AS OFENSAS CHAMANDO SEUS LEITORES DE BURROS E NO FEMININO, ACREDITO QUE VOCÊ TAMBEM DEVERIA REPENSAR, POIS O NÍVEL FICA MUITO BAIXO. PROCURE ACEITAR AS DIFERENÇAS E REPENSAR TUAS IDÉIAS, TALVEZ VOCÊ TAMBEM TENHA NAS SUAS ORIGENS ALGO DE JUDEU ,AFINAL DE CONTAS, DURANTE A COLONIZAÇAÕ DO BRASIL, VIERAM MUITOS JUDEUS DE PORTUGAL E ESPANHA E SE INSTALARAM NO NORTE E NORDESTE DO BRASIL.
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Gilson Gondim
em 6 de fevereiro de 2007
Leozinha querida,
Você é que é uma grande mentirosa. Suas baboseiras e agressões têm sido publicadas no meu site. Qualquer um pode testemunhar isso.
Por que essa obsessão com barba? Você não admira tanto os judeus barbudos?
Isso deve ser um complexo qualquer. Será que você é imberbe e sofre por causa disso?
Tchauzinho, querida.
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vera fortune
em 7 de fevereiro de 2007
Gilson Gondim
você é digno de pena
está feliz por ter transformado seu site num veículo de discussão judaica.
tudo o que você estudou nào te ajudou a ser mais humano.
Você deve ter problemas sérios de criação, sabe de berço mesmo. tenho pena de você e de toda sua família.
tenho pena por ver que você é um grande invejoso
não me espantaria saber que você além de antisemita também deve ter um pinto muito pequeno ou de repente até brocha, pois não me parece que seja bicha, mas sim uma pessoa muito muito infeliz
que pena.
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Gilson Gondim
em 7 de fevereiro de 2007
Prezada Vera,
Que tal 19 centímetros?
Ou é pouco pra você?
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Gilson Gondim
em 7 de fevereiro de 2007
Se tenho ou não ascendentes judeus, isto não faz a menor diferença para mim, não tem a menor importância.
Isto só faria diferença para mim se eu fosse um racista, o que obviamente não sou.
O problema dos judeus não é a sua raça, mas a sua cultura, baseada num livro cheio de massacres ordenados por Deus e no conceito odioso de “povo eleito”.
Uma cultura com tais raízes não poderia dar em outra coisa, a não ser num povo opressor, sem a menor consideração pelos direitos alheios.
É isto.
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Antônio Scomparim
em 7 de fevereiro de 2007
Caros senhores,
estou me inteirando sobre o tema “Israel”, mas gostaria de iniciar recebendo a opinião de vocês a respeito desta afirmação:
“Se a hostilidade e aversão contra o judeu tivessem acontecido num único país e numa determinada época, seria fácil determinar as razões desta raiva. Mas ao contrário, essa raça é desde muito o alvo do ódio de todos os povos, no seio dos quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram às mais diversas raças, as quais habitavam regiões distantes entre si, tinham diferentes leis, dominadas por valores antagônicos, nem tinham os mesmos costumes, nem os mesmos hábitos e possuídos de espíritos distintos, então a origem comum do Antisemitismo deve recair mesmo sobre Israel, e não naqueles que o combateram.”
[Bernard Lazare, "Antisémitisme, son histoire et ses causes", Paris 1934, Tomo I, pág.32]
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carlos silva
em 8 de fevereiro de 2007
SR. Gilson Gondim ENTREI EM SEU SITE E VERIFIQUEI QUE SUAS RESPOSTAS PARA COM OS SEUS LEITORES, SÃO DE UMA VIOLÊNCIA E DESELEGANCIA SEM PRESEDENTES, QUANTO AO SEU ANTISEMITISMO EU NÃO CONSEGUI VER PROPOSITO ALGUM A NÃO SER O DE AUTO PROMOÇÃO EM SEU CURRICULUM DE JORNALISTA PARA APARECER NA MIDIA. LI DIVERSOS COMENTÁRIOS SEUA A RESPEITO DE O SR. NÃO SER UM ANTISIMITA , POREM SUAS AGRESSÕES PARA COM OS SIMPATIZANTES DO JUDAISMI, DIZ O CONTRÁRIO.Vera Fortune DIZ QUE SEU PINTO É PEQUENO, E O SR. RESPONDE SE 19 CM É BOM PARA ELA, LEO DIZ QUE VOCÊ NÃO PUBLICA OS EMAIL’S DELE E VOCÊ O CHAMA DE LEOZINHA E DIZ QUE SEUS COMENTÁRIOS SÃO IDIOTAS,OUTRA DE SUAS RESPOSTAS DESPROVIDAS DE RACISMO DIZ:Gilson Gondim diz:
3/02/07 às 20:33
EHUD GOLDWASSER
ELDAD REGEV
GILAD SHALIT
COMO REPRESENTANTES DO IMPERIALISMO GENOCIDA SIONISTA, APODREÇAM NOS CÁRCERES DO HEZBOLLAH.
VOCÊS NÃO MERECEM MENOS DO QUE ISSO.
QUE TIPO DE HOMEM É VOCÊ?DE ONDE VOCÊ VEM? DE QUE ABOMINAÇÕES VOCÊ FOI GERADO E POR FIM ONDE VOCÊ PRETENDE CHEGAR COM TANTO ÓDIO? SERÁ QUE NÃO SERIA MELHOR O SR. REPENSAR NO ÓDIO QUE ESTÁ GERANDO E PARAR COM TUDO ISTO?
TENHO AMIGOS DE TODAS AS NACIONALIDADES E CREDOS, E EM TODAS TEM PAIS, MÃES , PESSOAS BOAS E RUINS, ONDE VOCÊ PRETENDE CRIAR SEUS FILHOS? EM UM MUNDO DE ÓDIO?
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Gilson Gondim
em 8 de fevereiro de 2007
Prezado Carlos Silva,
Minha resposta a Vera Fortune foi à altura da insolência dela, que veio falar do tamanho do meu pênis, algo que ela não conhece e não tem nada a ver com o assunto em pauta. A Sra. Vera acha que para ser contra o Estado de Israel é preciso ter pau pequeno, tese obviamente absurda e ridícula.
Disse o que quis, ouviu o que não quis.
Quanto a Léo, foi extremamente imbecil ao usar um pseudônimo e ao mesmo tempo criticar os anti-sionistas que não apresentaram seus sobrenomes. Mereceu ser chamado de imbecil.
Quem não pode com o pote não pegue na rodilha.
Quem diz o que quer ouve o que não quer. Eu estou disponto a ouvir o que não quero; por isso publico comentários como o seu. Vocês têm que ter a mesma disposição.
É isto.
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Gilson Gondim
em 8 de fevereiro de 2007
Sr. Carlos Silva,
Sugiro que o senhor dê um polimento no seu português.
“Precedentes”, por exemplo, se escreve com a letra c,não com a letra s.
Cordialmente,
Gilson Gondim.
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carlos silva
em 9 de fevereiro de 2007
Caro sr. gondim, quanto ao meu erro de portugues, o mesmo ocorreu por digitar a tecla errada, mas confirmando as minhas suspeitas, o sr. não passa de um grande filho da puta que pensa poder corrigir o mundo em cima de uma educação doentia que provavelmente faz parte da cultura de sua familia.quanto a erros na datilografia, voce deveria saber que COM é com m e não só CO como você escreveu acima e reproduzo a baixo entre o parentesses seu idiota de meia tigela (algo que ela não conhece e não tem nada a ver co o assunto em pauta. A Sra. Vera ). e se você verificar, verá que nas tuas escritas existe uma série de erros que provavelmente são oriundos da sua ignorância seu merdinha.
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carlos silva
em 9 de fevereiro de 2007
ANDEI PENSANDO, VOCÊ E TODA A SUA CORJA DE DOENTES DEVEM IR A MERDA MESMO.
É LAMENTÁVEL, MAS ATÉ PRÁ VOCÊ SE PROMOVER PRECISA DOS JUDEUS ACESSANDO ESTA PORCARIA QUE VOCÊ E TODA A SUA FAMILIA ESTÃO PRODUZINDO.
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carlos silva
em 9 de fevereiro de 2007
EM TEMPO, SEU MERDINHA.
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Gilson Gondim
em 9 de fevereiro de 2007
Sr. Iletrado Carlos Silva,
Tenho a satisfação de informar-lhe que parênteses se escreve com acento circunflexo e com apenas um s (e não parentesses, como você ilustradamente escreveu).
Quando tiver um tempinho, vou listar os erros de português encontrados em seus e-mails.
São muitos, o que demonstra que não são apenas erros de digitação.
O Sr. é ignorante mesmo.
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claudio
em 9 de fevereiro de 2007
OS JUDEUS PODEM FICAR REVOLTADOS MAS TEM QUE ENCARAR A VERDADE: ESTAP PLANTANDO A SEMENTE DE SUA PRÓPRIA DESTRUIÇÃO. TODO IMPÉRIO CAI UM DIA.OS EUA NÃO VÃO PROTEGE-LOS PARA SEMPRE.SERIA BOM REVER OS CONCEITOS DE “POVO ESCOLHIDO” E AS LOUCURAS DO TALMUD ENQUANTO HÁ TEMPO.
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carlos silva
em 9 de fevereiro de 2007
meus erros dão a oportunidade de você corrigi-los e você se aperfeisoar seu merdinha.enm tempo quero informá-los que todas as religio~es monoteistas se basearam no talmud seus merdinhas.(claudinha)
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Ademar Benevolo
em 12 de fevereiro de 2007
Revoltados são os anti-semitas, que pela enorme ignorância tropeçam em suas próprias idéias. Nunca leram o Talmud e acham que Israel venceu as guerras pelas quais passou com ajuda de algum exército americano. Apoio, todos os países têm. Na II Guerra, Stalin vivia exigindo a entrada dos EUA, pois sabia que não venceria Hitler sozinho. Vcs adoram inverter os fatos. Quem está plantando sua autodestruição é o Irã.
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Rodrigo Hans Rosenbaum
em 16 de fevereiro de 2007
O holocausto judeu é uma farsa!!!!!!!!
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RONES GONÇALVES DE SEITA
em 1 de novembro de 2007
Se o Irã atacar Israel, as fronteiras do Estado Hebreu chegará aos limites do Eufrates, como designado por Deus a Abraão.
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danilo
em 19 de janeiro de 2009
Esse cara e doente
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anonimo da silva
em 28 de setembro de 2009
Mas Israel também tem armas nucleares.
Estima-se que haja em Israel, cerca de 200 ogivas nucleares que faz de Israel uma das 8 países do mundo que possuem bombas atomicas, juntamente com EUA, Rússia, França, Reino Unido (que foram os vencedores da 2º Guerra Mundial), China (que foi na cola da antiga URSS), e o Pakistão e a india que são casos a parte.
Também estima que Israel tenha uns dos 7 maiores arcenais bélicos do Planeta; Além de ser um país protegido pelos EUA (O Queridinho da América).
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doriano pulpito
em 29 de setembro de 2009
o fato é que se Israel se expandiu foi devido aos seus vizinhos intolerantes arabes que impuseram atraves de guerras as reações de Israel, e tão logo assinavam-se tratado de paz Israel imediatamente devolvia os territorios ocupados durantes tais guerras com oEgito e Jordania.
Eu pergunto quanto paises arabes mantem eleições constantes para mudanças de seus governantes?
O governos monarquistas arabes se mantem la a centenas de anos e outros como Ira e Iraque se mantiveram a custas de tiranos ooprtunistas e assassinos.
Na minha opinião mesmo tendo cometido erros e alguns gravissimos como no Libano recentemente Israel é muito melhor que qualquer pais arabe.
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leonardo
em 9 de fevereiro de 2010
eu quero que essa cambada de judeus morra
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em 11 de junho de 2010
machao começe por mim, vamos ver se voce eh homem, debil mental
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CARLOS, O CHACAL
em 15 de março de 2010
A LUTA ENTRE PALESTINOS E ISRAELITAS NADA MAIS É QUE A LUTA DE CLASSES SOCIAIS, JÁ MUITO FALADA POR KARL MAX.. OS PALESTINOS SÃO UM BANDO DE INDIGENTES, ANALFABETOS,MISERÁVEIS, QUE NÃO SE UNEM, NÃO SE EDUCAM E NÃO LUTAM JUNTOS. E TEM MAIS, NÃO CUIDAM DE SUAS CRIANÇAS. VENDERAM, PAULATINAMENTE, SUAS TERRAS AOS ISRAELITAS. OS RICOS FORAM EMBORA, OS POBRES SÓ RESTOU A MISÉRIA. NÃO HÁ NAÇÃO SE NÃO HÁ UMA UNIDADE, UMA NACIONALISMO. ESTÃO ENTREGUES AO PODEROSO E RICO ESTADO DE ISRAEL, QUE LUTA POR TERRAS, ÁGUA, COMIDA. QUEM NÃO COME É COMIDO. QUEM NÃO DESTRÓI É DESTRUÍDO, QUEM NÃO TEM UNIDADE É DESPEDAÇADO AINDA MAIS.
QUE VIVA O MAIS FORTE E QUE MORRA O MAIS FRACO. SÓ HÁ VIDA NO PLANETA POR QUE A MORTE DÁ ESPAÇO.
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NAJE
em 4 de abril de 2010
Bem , quem manda no mundo?o sionismo internacional é uma peste encrunhada no meio da sociedade,onde meia duzia dita as regras do jogo sujo. li comentarios acima falando em palestinos analfabetos,sem valores morais,a ta valores morais então é o exterminio continuo dos palestinos,a submissão desse povo a cultura ocidental,o povo judeu(sionistas) resolveram que depois de tudo que ja haviam aprontado,lhes restava agora dominar o mundo atraves dos governos marionetes(usa),sistema financeiro(fmi),religioes,industria cinematografica,uma verdadeira lavagem cerebral na cultura dos povos que habitam este planeta,ai vem um judeuzinho marionete chamar uma cultura de milhares de anos de analfabetos,que caia não uma mas varias bombas em cada lar de cada sionista em cada canto deste planeta.raça maldita.
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em 25 de abril de 2010
Alienada…nada mais, nada menos.
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em 21 de agosto de 2010
Dê o nome dessa meia dúzia.
Fica papagueando propaganda antissemita, idiota!
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em 22 de agosto de 2010
primeiro lugar obrigado pelo idiota,ai ja começa a mostrar teus valores,se quiser saber mais vai pesquisar,(bildenbergs)por ex ,e outra coisa ,pessoas como você e a cidadã ai de cima ja estão tão contaminados com o veneno sionista,com os costumes impostos ,com a degradação moral continua,isso cega ,lhes deixa na escuridão dos fatos.
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em 22 de agosto de 2010
Por nada!
Mas, provar que é bom nada, né?
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arthur
em 24 de agosto de 2010
OLHA SEMPRE QUIS RESPONDER NESTE POST, MAS NAO TIVE CORAGEM , POR ACHAR QUE O TITULO JAH EH UM ABSURDO ,QUANTAS BOMBAS ATOMICAS SAO NECESSARIA LANÇAR EM ISRAEL PARA MANTER O MUNDO EM PAZ, E AS PESSOAS VIVENDO DE MANEIRA HARMONIOSA????? RESPOSTA, DUAS UMA BEM NO MEIO DE GAZA OUTRA BEM NO CENTRO DA CISJORDANIA………………………………………………..ESTA MENSAGEM FOI ESCRITA DE MANEIRA IRONICA, OBVIAMENTE QUE NAO DESEJO QUE NENHUMA BOMBA SEJA JOGADA EM ISRAEL OU MESMO SOBRE OS PALESTINOS ISTO EH UMA RESPOSTA AO QUE FOI ESCRITO POR VARIAS PESSOAS AQUI, PARA PENSAREM ANTES DE FALAREM BOBAGENS, NAO EH ELIMINANDO ISRAEL OU OS PALESTINOS QUE IREMOS RESOLVER OS PROBLEMAS DA REGIAO……………………SOMENTE MENTES DOENTIAS, …………………………………..
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em 22 de setembro de 2010
Mas eu vou responder sem a menor ironia, Arthur. Basta uma, apenas uma bomba para explodir essa gentalha toda que fica construindo sites nazistas. Essa corja, esses seres vis que poluem o mundo. Não são dignos de respirar o ar do Planeta Terra. Esse Gilson Gondim (famoso quem?) deveria, na condição de sociólogo, escrever coisas mais inteligentes, deveria refletir um pouco mais acerca das sandices que ele fala. Ele deveria sair da caatinga e procurar ver melhor o que acontece no mundo. Ele é um verme que só contribui para disseminar preconceito. Ele se esquece que tem muito neonazista antisemita que não gosta de nordestino! Hahahaha, ele que se cuide!
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em 26 de setembro de 2010
Parabens pelo comentario muito ponderado e concordo com voce, ele dah cobertura para este tipo de gente para dar mais ibope ao seu blog, e esquece que esta alimentando o mal que um dia pode se virar contra ele,…………….burrinho ele neh??????????
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Leandro
em 20 de setembro de 2010
Tudo o que Israel faz é bom!
Shalom shalom a todos galera
Vão procurar o que fazer vcs todos
Vão orar e interceder.
Pr. Leandro Marques!
[Responder]
Ribamar Bezerra
em 21 de setembro de 2010
Bem Gondim,
acho que o título foi pesado, eu acho que o correto não é acabar com nenhuma nação existente, mas extinguir as religiões ou pelo menos militar o poder das ditas cujas rs, elas sim são perigosas. As monoteístas em especial.
[Responder]
Francisco
em 22 de setembro de 2010
O Estado de Israel é um país em guerra. Guerra que não provocou, mas que não tem o direito de fingir que não existe. Guerra que envolve alguns países vizinhos e outros um pouco mais distantes, talvez estes até mais virulentos e perigosos, como é o caso do Irã, cujo presidente não hesita em fazer coro com quem afirma a vontade de jogar os cidadãos israelenses ao mar e, ao mesmo tempo, incentiva todas as atividades do Hamas e do Hezbollah (para quem não sabe, vale a pena procurar saber de quem se tratam).
Israel é, sim, o país dos judeus. O país dos judeus que lá querem viver. Sou equivocadamente cobrado por não judeus que me obrigam a colocar minha opinião sobre o que se passa no Oriente Médio.
Aí vai.
O que penso é que, se os palestinos radicais querem a paz com Israel (e não querem), não devem mandar pombos-correio travestidos, seja por ar, por terra e muito menos pelo mar para, sob qualquer pretexto, provocar a onça com vara curta. Se os radicais de Gaza querem o fim do bloqueio israelense a seu território, devem libertar o soldado Shalit que sequestraram, em troca dos mil prisioneiros de seu povo que estão nas prisões de Israel, que já se colocou à disposição para fazer a troca e não, como estão fazendo, fingirem que o problema não existe. Devem parar de lançar foguetes com base de propulsão em Gaza, numa média de mais de uma dezena diária, sobre civis israelenses de todas as religiões e devem abdicar da ideia de varrer Israel do mapa.
Penso que o Exército de Defesa do Estado de Israel deve continuar defendendo, a todo e qualquer preço, o povo do qual faz parte e a cidadania que lhe paga soldo, com todas as armas de que dispõe. Independente do que pensa o mundo. Exército existe para vencer batalhas o que somente ocorre com perda de vidas inimigas. Quem é amigo ou pretende ajudar não pega de pau e de barra de ferro quem não lhe aponta arma.Ainda que soldado. Mais uma vez, guerra é guerra.Bate e leva. Não adianta reclamar nem pressionar depois. Atacou o mais forte, acabou apanhando dele. Assim também é na rua.
Mais isolado e mantido sob pressão do que já está, Israel não pode ficar. Guerra continua sendo guerra. Sem chorôrô.
Para finalizar, penso que a tal flotilha bateu e levou. Quem já tinha rezado para morrer como mártir e foi avisado para não provocar preferiu o caminho do confronto. Bateu e levou. Nunca se esqueça, de que guerra é guerra.
Que o Estado de Israel e seu exército de defesa tenham vida longa!
Que os palestinos tenham seu Estado, longe dos radicais, e respeitem seus vizinhos!
Que haja paz no Oriente Médio e que se cobre dos dois lados do conflito, suas responsabilidades pela falta da mesma!
Que a imprensa internacional se dane!
Que o mundo seja mais justo!
O assunto é esse aí. Curto e grosso. O resto é feito de confetes e serpentinas, em tempo fora do carnaval.
Que os judeus do mundo que cobra não tenham medo da pressão. Sempre foi assim e sempre será.
Com a palavra o Império Romano, a Igreja Católica e os mártires das setecentas virgens no Paraíso.
Esses sim é que entendem de crucificação de judeus, Inquisição, Holocausto e homens- bomba
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Diego Nunes Coutinho da Silva
em 17 de novembro de 2011
Primeiramente discordo em grande parte do artigo.
Israel é uma potência que não pode ser comparada a países medíocres como o Irã. Israel é, também, uma potência nuclear. E se há um país no Oriente Médio que é digno de admiração por respeito aos Direitos Humanos e Legislação Avançada, é Israel.
Você, autor, cavou a sepultura da lógica e da razão!
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em 17 de novembro de 2011
Parabéns pelo comentário, ……………….a pessoa que mantém este blog, que me nego a escrever o nome, trata-se de alguem carente de atenção e portanto sucetivel a chamar a mesma da forma mais rápida que conseguir…….simplesmente lamentável.
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Léo
em 17 de novembro de 2011
Com quem os Israelenses tem que conviver??? este vídeo é bem elucidativo para os defensores do Islamismo.
http://youtu.be/gcmMh2VvhPM
Isto é lamentável.
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em 18 de novembro de 2011
Léo.
É lamentável e abominável,
Duvido que tenham interpretado a mensagem de Maomé, pois ignorantes e analfabetos religiosos tem em todas as religiões.
É um passo atrás na questão da evolução.
Agora seja sincero .
Os EUA que se dizem os maiores defensores dos direitos humanos e blábláblá,, no entanto mantém ótimas relações com o Árabia Petróleo Saudita, que tratam as mulheres como se fossem lixo do lixo, degolam assassinos, cortam mãos de ladrões , enfim se for medido passam longe do que pode ser chamado de civilizado, digo aos nossos olhos deste lado do hemisfério.
Uma pergunta.
Se for uma questão de conveniência e negócios se o Irã que faz bem menos do que Sauditas reatasse relações com EUA e por conseguinte Israel, as críticas, sanções e esta tentativa de engessar a política dos Aiatolás e do Ahmadinejad pelo oriente acaso não acabariam do dia para noite?
Acredito que sim pois tudo é uma questão de negócios, se for bom para ambos os lados a vida humana parece ter pouco valor.
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em 18 de novembro de 2011
Boa noite Julinho, eu tambem, acho abominável, e em se falando de verdades, não acredito que isto seja uma regra, porem o que quis mostrar é que em todas as religiões, povos etc. podemos encontrar fanáticos, ladrões e assassinos, por este motivo abomino pessoas que generalizam ofendendo a todos os judeus ou critãos ou islámicos, e ate sionistas, digo isto pois sionismo , petismo, ou peemedebismo são somente interesses politicos (poder e ganância) a cima de todos os intereses humanos.
Não acho certo escrever abominações tais como :
Por que Israel é um Estado nazista, Israel mostra mais uma vez que é um estado terrorista e assassino e muito outros adjetivos contra uma nãção toda, pois lá ou aqui, temos pessoas com formas de pensar e agir diferentes umas das outras, fazer apologia contra um povo, religião ou etnia, é um crime contra toda a humanidade, independente das leis dos homens.
Boa noite e foi bom ver a forma tranquila e equilibrada de sua resposta.
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em 19 de novembro de 2011
Certo Léo.
Obrigado pelo retorno.
Aproveito para repetir o que já escrevi neste blog , que enquanto não descermos das alturas do Orgulho e egoísmo ( me incluo nisto também, pois sou imperfeito) estas discussões intermináveis, acusações e julgamentos não resultarão em nada de positivo e não trará benefício para a humanidade.
Abraço a todos.
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