Shalom?
Artigo originalmente publicado no Jornal da Paraíba em 20 de novembro de 2004.
Shalom em hebraico significa paz. Em árabe, é salam. Salam e shalom são também cumprimentos. A palavra portuguesa salamaleque vem das mesuras que os árabes faziam ao cumprimentar. Os protestantes brasileiros de hoje adoram a palavra shalom, assim como a estrela de Davi e tudo o que tenha a ver com o judaísmo e com o Estado de Israel. O termo é nome de livraria evangélica e é usado como saudação ao final de artigos escritos por alguns pastores. Considero esta judeofilia de nossos protestantes um fenômeno exótico. Não era assim no passado. Martinho Lutero, por exemplo, detestava judeus e fazia questão de deixar isso bem claro, com sua linguagem habitualmente rude. Os judeus eram os deicidas (assassinos de Deus), por terem provocado a morte física de Jesus Cristo, o Deus encarnado. Depois da 2ª Guerra Mundial, o complexo de culpa da civilização cristã levou a uma atitude mais leniente em relação aos judeus. Mas ainda não havia o verdadeiro culto aos hebreus que se pratica hoje. Este só começou em 1967, com a Guerra dos Seis Dias, quando Israel tomou dos árabes as Colinas de Golã, a Cisjordânia, a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental e tornou-se a ponta de lança do imperialismo americano no Oriente Médio. Vem daí o quadro atual, caracterizado por uma forte antipatia dos protestantes contra os muçulmanos e por uma intensa simpatia dos mesmos protestantes a favor dos judeus.
O mais interessante nisso tudo é que os muçulmanos são muito mais benevolentes em relação a Jesus do que os praticantes do judaísmo. Ambos – islâmicos e judeus – consideram o cristianismo uma religião politeísta, por causa da Santíssima Trindade, o estranhíssimo dogma de que Deus é um único ser composto de três pessoas distintas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Os cristãos não conseguem explicar a doutrina da Trindade. Quando são apertados, acabam apelando para o mistério: “É um mistério; nós não conseguimos entender; mas é assim”. Os judeus e os crentes do islamismo não aceitam. E proclamam: “Eles adoram três deuses”. Os muçulmanos, porém, embora não aceitem Jesus como a encarnação de Deus, consideram-no uma figura extremamente benigna, um dos nove profetas do islamismo. Para os judeus, ao contrário, Jesus é um falso messias, ou seja, um farsante, um impostor. E mesmo assim nossos protestantes bajulam os judeus e detestam os muçulmanos. Dá para entender? Dá para entender a estrela de Davi como logomarca de um restaurante de comida nordestina pertencente a evangélicos?
* * *
Articulistas evangélicos saudaram a morte de Arafat como a “morte de um terrorista”. O interessante é que Israel é um Estado fundado sobre o terrorismo. Foi com atentados terroristas que o Irgun e o Haganath, pais do partido Likud, atualmente hegemônico em Israel, expulsaram os britânicos da Palestina, assumindo o controle da região. O mais famoso daqueles atentados foi a explosão do Hotel Rei Davi, em Jerusalém, na qual morreram quase cem pessoas, inclusive muitos britânicos (militares e civis). O coordenador do atentado foi Menachem Begin (Menárrem Béguin), primeiro-ministro israelense nas décadas de setenta e oitenta. Begin foi premiado com o Nobel da Paz, juntamente com os presidentes Jimmy Carter, dos Estados Unidos, e Anuar Sadat, do Egito, em decorrência dos acordos de Camp David, que selaram a paz de Israel com o Egito devolvendo aos egípcios o deserto do Sinai, lugar sagrado para os judeus, porque lá teria ocorrido o Êxodo, a mítica viagem de quarenta anos dos hebreus entre o Egito dos faraós e Canaã, a Terra Prometida, a terra que pertencia aos cananeus e que hoje é disputada a tiros, bombas e pedradas por judeus e palestinos. Durante mais de dez anos, os israelenses vasculharam o Sinai à procura de sinais do Êxodo. Não acharam nada. Mas isto é assunto para outro artigo.



Olá! Meu nome é 



Antônio Scomparim
em 16 de fevereiro de 2007
Caro Gílson,
quando você escreve
“Depois da 2ª Guerra Mundial, o complexo de culpa da civilização cristã levou a uma atitude mais leniente em relação aos judeus. Mas ainda não havia o verdadeiro culto aos hebreus que se pratica hoje. Este só começou em 1967,…”
julgo ser interessante fazer menção a outros acontecimentos paralelos:
a. Seqüestro e julgamento de Eichmann, Maio de 1961. Aqui começa a instrumentalização do sofrimento judeu durante a guerra, neste caso buscando-se vingança por parte dos sionistas
b. Tratado turco-germânico no início dos anos 60 para trazer mão de obra barata à Alemanha, sem qualquer debate a nível nacional para determinar as conseqüências futuras desta iniciativa. Aqui mostra-se claramente a realização plena do plano Kalergi, outra forma de quebrar o espírito de corpo dos alemães.
c. Processo sobre Auschwitz em Frankfurt, Dezembro 1963-1965. Misteriosamente aparecem duas testemunhas que seriam os autores dos relatórios WRB – War Refugee Board, publicados ainda em 1944 e que não participaram do Tribunal de Nuerenberg, a saber, o químico Dr. Rudolf Vrba e o tcheco, funcionário público, Alfred Wetzler. Ambos prestam testemunho detalhado sobre as câmaras de gás. No processo contra Ernst Zuendel realizado no Canadá nos anos 90, Vrba viria a declarar sob juramento que nunca presenciou as execuções através de câmaras de gás, contrariando seu depoimento de Frankfurt. Também foi negado à defesa o direito de elaborar um laudo pericial das armas do crime, as famigeradas câmaras de gás
d. Na Alemanha, ascensão no final da década de 60 do governo de coalisão englobando o partido SPD e mais tarde aparece o governo social-liberal, do judeu sefardita Willy Brandt (Herbert Ernst Karl Frahm)
e. Doutrinação maciça da população alemã a respeito do suposto holocausto judeu, através da mídia. Aparecimento da famigerada série de televisão “Holocaust”
f. Aprovação da lei 130 do código penal alemão, que torna crime o fato de alguém duvidar do holocausto. Se uma pessoa descobre outra versão daquela “aceita” pela historiografia oficial e esta mostra que o holocausto não existiu, o autor é acusado de difamar as vítimas do nazismo. Não importa se para chegar a tal conclusão, ele utilizou da análise científica do local do crime e da pesquisa de documentos.
Fica evidente que há uma instrumentalização a nível mundial do holocausto judeu, em prol de tornar os judeus intocáveis pelo restante dos povos. Até mesmo neste espaço de debates podemos observar que qualquer crítica mais contundente ao Estado de Israel transforma-se de imediato em acusação de anti-semitismo.
Mais evidentes ainda são as iniciativas da ONU, frutos de decisões políticas sem qualquer caráter científico e pericial: prefere-se que a História seja imposta pela força da lei, tornando-se um Dogma, ao invés de procurar a verdade através do debate e da análise científica das alegadas câmaras de gás.
[Responder]
Ademar Benevolo
em 16 de fevereiro de 2007
Bom, vamos lá mais uma vez…
Gilson Gondim escuta o galo cantar, mas não sabe aonde. Traz alguns fatos históricos reais e dá a interpretação que quer, aliás, a interpretação oficial da história, qua na maioria das vezes é carregada de mentiras. Se não, vejamos: comparar shalom e salam, não tem problema nenhum, apesar de etnias diferentes, judeus e árabes falam línguas semíticas, como outros povos daquela região; comparar Lutero com os preotestantes de hoje é ridículo, até porque o Martinho era católico, se tornou protestante depois que rompeu com o Vaticano, portanto tinha os mesmos preconceitos que o católico tem hoje em relação aos judeus; o que Gondim não diz, e acredito que ele saiba, é que a acusação de que os judeus teriam sido os responsáveis pela morte de Jesus, historicamente já está totalmente ultrapassada; parece que só os católicos e ele é que ainda não enxergaram isso; ora se Jesus foi julgado por um governador romano, açoitado por soldados romanos e crucificado por soldados romanos, porque só lembrar e culpar os judeus? Isso tem uma explicação. Quando os evangelhos canônicos foram escritos, o foram por pessoas que já faziam parte do império romano, tinham cidadania romana e por isso protegeram Roma, provavelmente por medo ou com a intenção de conquistar adeptos naquele império. Era fácil portanto, colocar a culpa nos judeus.
Os evangélicos de hoje são fundamentalistas e enxergam Jesus como judeu e não como um cristão. Se ele era judeu e revolucionário é óbvio que foi morto por Roma, que detestava rebeldes. A estória de Pilatos ter lavado as mãos é apenas figurativa, justamente para tirar a responsabilidade de Roma, a queridinha da época. a participação dos judeus na morte de Cristo foi apenas de alguns clérigos da cúpula do Sinédrio, liderado por Caifás. Como e por que imputar a culpa em todo o povo judeu? Puro preconceito e má fé, daqueles que se dizem cristãos de boa fé. Com o passar dos tempos, uma interpretação errada repetida vária vezes, acaba sendo aceita como única verdade.
Os judeus aceitam Jesus como um rabino e que era, pois pregava aos sábados e em sinagoga. Na Bíblia, por várias vezes era tratado por mestre, tradução de rabi, rabino.
O “mistério” da Santíssima Trindade já se sabe, essa é fácil, mas isso é para outra oportunidade. Jesus não é o Messias para os judeus, mas sim para os cristãos. Então é considerado falso messias dentro do judaísmo, por não ter cumprido todas as profecias messiânicas judaicas. São entendimentos diferentes, só mentes complicadas e cheias de preconceitos é que misturam isso. Ele é o Messias cristão e ponto final.
Os evangélicos têm antipatia pelos mulçumanos por que atacam os judeus, mesma etnia de Jesus. Muitos não sabem, entretanto, que os judeus antes da recriação do Estado de Israel, formaram grupos armados, justamente para se defender dos grupos armados árabes que massacravam os judeus, mesmo antes da Resolução da ONU de 1947. Desde antes da 2ª Guerra Mundial, um tal de Mohamad Amin Al-Husayni, tio afetivo de Arafat, amissíssimo de Hitler (inclusive existem fotos de ambos em respeitosos apertos de mãos), organizou exércitos para lutar contra os aliados, tendo sido inclusive treinados pelo exército alemão. Se procurarem, o Hezbollah tem a mesma saudação dos nazistas. E Gilson Gondim ainda vem dizer que Israel é que é nazista. Nazista são os que ele defende.
[Responder]
Ademar Benevolo
em 17 de fevereiro de 2007
Essa estória de que existe um complexo de culpa da sociedade cristã pelo massacre do Holocausto, é uma grande besteira. Nunca ouvi ninguém dizer: “os coitados dos judeus”. É mais fácil escutar: “eles mereceram”. Isso por puro preconceito e má fé.
O que aconteceu depois da 2ª Guerra em resposta ao Holocausto, foi fruto única e exclusivamente da capacidade de reação e reorganização dos judeus. Obviamente, com a ajuda dos governos dos países europeus. Não ia ser da China, não é? Tantar justificar a indústria do Holocausto como criada pelos judeus, só acredita quem é burro. O criador da indústria do Holocausto foi Hitler. Ele quem se apoderou das fortunas dos judeus. Ele quem criou um novo mercado de trabalho dependente das riquezas dos judeus. Tanto é, que no meio da guerra, já estava faltando reserva. Tinha que matar mais judeu. Esse foi o pensamento e as realizações dos nazistas, que vcs defendem.
Para que números tão grandes marcados na pele dos judeus? Os alemães não sabiam contar até 100? Sim, porque, daqui a pouco vão dizer que só mataram uns 100 judeus! Os alemães eram burros então?
Não adianta, qualquer argumento contra a existência do Holocausto, perde-se no vazio, pois existem centenas de argumentos que tornam os fatos verídicos. Os judeus, os ciganos, as Testemunha de Jeová, homossexuais, eslavos, comunistas, todos foram massacrados pelos nazistas. Ao invés desses anti-semitas, confirmarem a existência do Holocausto incluindo os outros perseguidos, tentam, sem êxito, minimizá-lo. A impressão que dá, é que têm o objetivo de, também, dizer que não houve massacre de ciganos, Testemunhas de Jeová, etc. Será que é isso?
Um alemão, amigo, anti-nazista e que detesta Hitler, me perguntou um dia se os judeus nunca irão esquecer do Holocausto. Lhe respondi, dizendo que enquanto existir alguém que tente apagá-lo da memória das pessoas, dando a chance de que repitam-no, nunca esqueceremos e sempre lembraremos à todos, justamente para que isso nunca se repita.
[Responder]
Antônio Scomparim
em 19 de fevereiro de 2007
Caro Ademar,
o que aconteceu depois da Segunda Guerra foi a instrumentalização da tragédia dos judeus europeus.
Mesmo você insistindo que “Não adianta, qualquer argumento contra a existência do Holocausto, perde-se no vazio, pois existem centenas de argumentos que tornam os fatos verídicos.”, veja que não é bem assim.
Não é repetindo centenas de vezes os argumentos atuais que o holocausto tornar-se-á uma verdade.
O clima emocional fruto da perseguição dos judeus durante o período nacional-socialista alemão foi algo inimaginável, acentuando o sentimento de vingança do povo judeu no pós-guerra, bem ao estilo daquele contido em várias passagens do Velho Testamento.
Prova disso é um livro sobre “O judaísmo vivo”, de Michael Asheri, o qual pode ser comprado em qualquer livraria de São Paulo. Nesta edição de 1995, o autor apresenta na Parte IX o capítulo “Inimigos do povo Judeu”. Nele podemos ler:
“…como todo judeu foi morto, sem consideração por idade ou sexo, assim também, na mesma medida, são os alemães culpados dessa carnificina.”
Portanto, vemos que dificilmente havia espaço para um debate racional sobre o que aconteceu. Ainda nos dias de hoje a emoção fala mais alto, fato esse percebido por mim mesmo no Blog do Guterman, do jornal “O Estado de São Paulo”. Mesmo me atendo especificamente à uma discussão racional sobre a veracidade do Holocausto, o Guterman – que teve familiares mortos durante a guerra, apagou deliberadamente minhas mensagens alegando que a negação do holocausto era proibida no Brasil. Mostrei a ele seu equívoco, baseado no texto do próprio Acordão da sentença condenatória de Ellwanger. Em vão.
O que mais choca não são essas acusações baratas e emocionais, tachando o próximo de nazista, anti-semita, racista, etc, mas sim a restrição da liberdade de pensamento.
Como é que a pesquisa científica, calcada na razão, pode simplesmente dar lugar a um DOGMA imposto pela força da Lei?
Ademar, devemos ACREDITAR ou SABER sobre o Holocausto?
Por que em diversos países – e a ONU quer alastrar isso para o mundo todo, não podemos duvidar da veracidade do holocausto? Será que voltamos para os idos da Santa Inquisição Católica? Teremos agora sua versão judaica?
Se o holocausto fosse um fato incontestável, por que não permitir a análise química das alegadas câmaras de gás por uma comissão independente, envolvendo historiadores, professores, peritos técnicos e também os ditos “revisionistas”? Interessante que as únicas análises sérias foram feitas por dois revisionistas, um especialista norte-americano e um “quase-Dr.” em química, alemão, que investigaram as ruínas das câmaras de gás de Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Eles chegaram à conclusão que não há vestígios de cianureto incorporado no reboco das paredes e lajes, compativeis com os testemunhos das vítimas sobre o genocídio através desta arma sui geniris.
Ademar, ninguém quer minimizar o sofrimento dos judeus sobreviventes daquela catástrofe. Mas não se pode ceifar seja de quem for o direito de investigar um episódio da história. Não se pode permitir que um pesquisador tenha receio em chegar a uma conclusão diferente daquela IMPOSTA pela historiografia oficial.
A questão não é apagar o holocausto da mente dos judeus, mas sim resgatar a verdade dos fatos e aprender com nossa história. Somente desta forma – com humildade – é que poderemos contribuir para a evolução espiritual da humanidade e a harmoniosa convivência entre os povos deste mundo.
Antônio
[Responder]
Ademar Benevolo
em 19 de fevereiro de 2007
Caro Antonio,
Faço-lhe uma proposta: por que não revisarmos quantos índios nós, brasileiros, matamos, desde que chegamos aqui nesse continente? Por que ainda ensinar nas escolas,de forma romântica, que somos o resultado de uma mistura bela de múltiplas raças? Por que não dizer que massacramos os índios que aqui estavam? O sr sabe porque não ensinam isso, porque não há nenhum índio para gritar, lutar por isso. Todos foram, de alguma forma, assimilados. É isso que nós judeus não permitiremos!
Vamos revisar quantos paraguaios nós, brasileiros, matamos! Será que foram “só” 600 MIL MORTOS? Por que não propomos ao Congresso Nacional a retirada de todos os nomes de ruas, avenidas e praças do “herói” nacional Duque de Caxias? Pelo que eu saiba, na época veio um general inglês ver a guerra, e ficou estarrecido com os massacres. À época era considerado o maior massacre do planeta, até que veio outro assassino, o que vcs defendem, meio que envergonhados, subliminarmente, um sujeito que chamavam-no de Hitler.
Pois é caro Antonio, é por isso que esse discurso de revisionismo histórico-científico não cola. Por que vcs pretensos revisionistas históricos-científicos não começam a revisar todos os fatos históricos acontecidos aqui na terra desde Tróia. Será que Tróia não existiu? Por que não vão atrás para saber?! Por que não deixam o Holocausto para a última tarefa revisionista? Vamos revisar os acontecimentos em ordem histórica!
Vamos saber porque os gregos detestam os turcos.Porque os chineses detestam os japoneses. Por que os curdos destestam os iranianos, os sunitas e os turcos. Por que os tutsi e hutus se detestam? Por que os bolivianos querem encrencar com os chilenos e com os brasileiros? Vamos revisar o Apartheid, as guerras entre ingleses e escoceses, o problema entre China e Taiwan.
Acho que devo estar esquecendo mais alguma coisa, não?! Lhe garanto que em qualquer destes fatos, o senhor vai encontrar contradições, várias versões, idéias opostas, mas ninguém duvida de que ocorreram. Não vi ou ouvi, nenhum revisionista da atualidade questionar qualquer destes fatos. Proponho até uma Revisão Geral da História da Humanidade. Que tal?! Vamos resgatar a verdade dos fatos em todos eles? Por que só o Holocausto?
E porque será que o Irã e a Turquia dizem que não existem o Curdistão? Para os curdos ele existe!
O senhor não acha a reação do senhor Guterman normal? Para mim, a reação dele é totalmente normal. Uma pessoa que vivenciou tamanha atrocidade deve ter se sentido, no mínimo, indignado, em saber que uma pessoa que não vivenciou tal atrocidade venha dizer que tudo não passou de uma fantasia, de um hiper-realismo. Ora, que argumento fraco. O senhor acha a acusação de uma testemunha ocular, que sofreu os horrores da guerra, barata? Acho que, como o sr. é brasileiro, que nunca vivenciou uma guerra, fica menosprezando os sentimentos dos outros. Pois é, o país do carnaval, não é?
O senhor é químico? Sabe quantos anos duram os resíduos químicos de todos os gases existentes? Daqui a alguns anos, quando forem medir os resíduos químicos que Saddam Hussein jogou nos curdos e não encontraem nada, vão dizer que o fato precisa ser revisto. Vão dizer: “os curdos são uns emotivos baratos, com complexo, ficam acusando o próximo,ceifando a liberdade de expressão, não têm humildade; não queremos minimizar o sofrimento deles.”
Para finalizar, que tal o senhor, juntamente com Gilson Gondim irem ao Vaticano revisar os fatos acontecidos na época da Inquisição. Ah, na europa só não vale. Tem que ser aqui no Brasil também!
Obrigado pela atenção!
Ademar
[Responder]
Antônio Scomparim
em 20 de fevereiro de 2007
Caro Ademar,
agradeço sua sincera mensagem, mas aqui não se trata de não revisar outros acontecimentos históricos. Pode-se fazê-lo a vontade, pois ninguém deveria impedí-lo.
A questão do holocausto tem mais a ver com o valor simbólico que este acontecimento incorporou na história do ocidente. Não há quase um dia que não presenciamos alguma manchete, artigo ou notinha de roda-pé que nos faça lembrar deste acontecimento. Não há registro de pedidos de indenização que possa ser comparado à Indústria do Holocausto [Norman Finkelstein]. Ademar, você poderia fazer um paralelo semelhante com os eventos citados por você? O índios exercem tal pressão nos portugueses ou nos espanhóis que aqui se estabeleceram? Os negros exercem tal pressão nos mercadores de escravos judeus? Os paraguaios movem centenas de milhares de processos indenizatórios contra o governo brasileiro? Pela resposta a essas perguntas – elas são sempre negativas, é que o holocausto deve ser o primeiro objeto de estudo. Independente se lhe agrada ou não.
Quanto à minha “meio envergonhada” de Hitler, Ademar, você sabe bem que não precisa ser assim. É claro que para você o melhor mesmo é associar o revisionismo com a tentativa de reviver o nacional-socialismo alemão. Mas há uma outra possibilidade. Que simplesmente a pesquisa científica independente possa prevalecer, sem entrar em questões políticas. E aqui está a sentença de morte para qualquer mentira. Infelizmente para muitos, a história do holocausto não iria se sustentar ante a análise científica e pericial dos fatos, senão como explicar a imposição da historiografia oficial por meio da força da Lei?
Quanto à reação do Guterman em deletar minhas mensagens com conteúdo técnico a cerca do suposto genocídio sistêmico dos judeus europeus, ela não pode ser admitida, pois ele é um jornalista e deveria encarar com salutar satisfação o CONTROVERSO. E além disso, o Guterman deve ter seus 40 anos e nunca pode presenciar as barbaridades sofridas por seus antepassados.
Ademar, não sou químico apesar de ter grau superior. O relatório de Leuchter recebeu algum tipo de contestação, mas o de Germar Rudolf não foi refutado nem pelo Instituto Max Planck da Alemanha. Um químico norte-americano, Dr. Green, tentou em vão derrubar os argumentos de Rudolf. O relatório está à disposição para quem se interessar pelo tema.
Ademar, mais uma vez gostaria de repetir que não se trata de minimizar o sofrimento do povo judeu durante o período da Segunda Guerra, mas simplesmente restaurar a verdade dos fatos e corrigir injustiças cometidas até o presente. Ainda dá tempo.
[Responder]
Gilson Gondim
em 21 de fevereiro de 2007
É uma satisfação, para o dono deste site, assistir a este debate de categoria entre Benevolo e Scomparim.
Algo assim não se vê nos sites judeus, porque eles não admitem o contraditório. A cada dia tenho mais orgulho do site Múltiplos Universos.
[Responder]
Ademar Benevolo
em 22 de fevereiro de 2007
Caro Antonio,
As suas primeiras perguntas são simples de responder e tem a ver com o que relatei sobre assimilação, roubo e consciência. Os índios não pedem indenização porque , como disse, ou foram dizimados ou assimilados. Não existe mais índio que tenha sua cultura mantida para ter seu próprio valor enquanto povo e a partir dessa auto-identificação lutar por seus direitos. Por não existirem, como escutaríamos a voz dos índios?
Os negros também foram assimilados pelos cristãos, foram total e completamente miscigenados, principalmente em sua cultura. Apesar disso, o que eles poderiam reivindicar além de indenização, seria o que lhes tiraram: o seu lar de origem, a África. Os negros, há muito tempo, são livres, poderiam voltar para seus países de origem. Como não querem voltar, que é um direito deles, não podem reivindicar indenização, já que são brasileiros. Os paraguaios não movem ações indenizatórias, não sei porque, pois deveriam. Talvez seja, pelo mesmo fator que vc alega na questão histórica: pressão da Lei. O Brasil provavelmente, na época, tenha obrigado os paraguaios, por terem nos invadido, lhes tirado esse direito imputando-lhes o ônus da guerra. Lembrando que o conflito começou porque COLONOS BRASILEIROS INVADIRAM TERRITÓRIO URUGUAIO. Outro motivo é que os paraguaios não se sentem mais ameaçados pelos brasileiros. Nós não os ameaçamos mais. Os anti-semitas e neo-nazistas são ameaças constantes aos judeus. Por isso, como já disse, a eterna lembrança. Então, a questão não é se me agrada ou não, é porque todos os argumentos que os revisionistas usam se perdem no academicismo e se tornam irrelevantes, diante das constantes desgraças que o povo judeu já passou. Se todos os judeus já tivessem sido exterminados completamente, ninguém estaria falando do Holocausto, como não falam das Guerras Guaraníticas, por exemplo, onde portugueses (que por coincidência, nós , brasileiros descendemos deles) e espanhóis massacraram crianças e adultos índios em nome de DEUS.
A questão, então, é assimilação. Mesmo que o Holocausto tenha sido menor do que a maioria relata, ele se torna muito maior pela sua beligerância contra um povo, que só busca se defender de argumentos pífios, ultrapassados e representantes dos piores entimentos humanos: o ódio e a intolerância. Esses sentimentos aliados a uma arma, senhor Antonio, se transforma na extinção de qualquer ser. Mas, acho que o senhor, como tantos é que gostam de reviver isso tudo. Acho até que deveriam, pois é um dos combustíveis para manter nosso povo unido. Unido contra a intolerância, o racismo e as “injustiças cometidas até o presente”. O tempo revelará quem diz a razão. Se os revisionistas que misturam realidade com academicismo ou nós judeus que usamos um símbolo da tragédia humana para, simplesmente, nos defendermos dos hipócritas de plantão.
[Responder]
Antônio Scomparim
em 22 de fevereiro de 2007
Caro Ademar, agradeço novamente sua mensagem e percebo seu esforço em sua elaboração.
Antes de comentar sua assertiva a fim de não cometer nenhuma gafe, você poderia talvez me explicar melhor essa passagem:
“Acho até que deveriam, pois é um dos combustíveis para manter nosso povo unido.”
Você acredita que se revivermos o tema holocausto judeu, ter-se-ía nosso povo brasileiro mais unido? Ou com “nosso povo” você faz referência a um outro povo?
Antônio
[Responder]
Ademar Benevolo
em 22 de fevereiro de 2007
O povo judeu. Não entendi a dúvida? Nós brasileiros sofremos algum massacre, algum dia? Entendi, tá querendo criar mais polêmica?
Meu esforço não foi tão grande assim!
[Responder]
Caetano de Sá
em 22 de fevereiro de 2007
Sr. Gilson,
Andei lendo o seu curriculum e verifiquei que se trata de um intelectual, dotado de bom nível de erudição. Apenas alguma perguntas: (e espero que não me entenda mal)
Qual a sua intenção com este site? É apenas para pregar a destruição de um país e/ou povo (Israel / Judeus)?
Se a sua intenção é apenas a denúncia contra as opressões (o que por si só já é bastante louvável) por quê se limita às denúncias de caráter sionista?
Você não acha que já existem inúmeras formas de violência e intolerância em nossa sociedade, e que a manutenção de um site direcionado para isso, fomenta e reforça tais comportamentos?
por favor, não quero atacá-lo pessoalmente. Não o conheço e costumo respeitar bastante as opiniões contrárias. Acho que você, como qualquer outro, pode ter as mais diversas opiniões, e isso é extremamente salutar. Mas, é desconfortável ver alguém que tem um nível de erudição e experiência como o seu, entregue a debates e discussões como os que verifiquei acima.
Chego à inevitável conclusão que essas discussões, às vezes tão acaloradas, mas às vezes tão cheias de intolerância e preconceitos (de ambas as partes), se devem à natureza deste site, que acaba por não favorecer um debate mais adulto e civilizado.
Abraço,
Caetano
[Responder]
Caetano de Sá
em 22 de fevereiro de 2007
Quando me referia às “discussões intolerantes”, obviamente não me referia aos debates dos Srs. Antônio Scomparim e Ademar Benevolo (de alto nível). Mas aos que aparecem nos comentários de artigo anterior.
Perdoem-me a falha.
Caetano
[Responder]
Israel Wolf
em 22 de fevereiro de 2007
Ô Caetano, Gilson Gondim quer apenas chamar atenção!
Ele deveria aproveitar o carnaval para chamar a atenção do povo de outras maneiras. Por exemplo: Sair pelado pelas ruas de João Pessoa com um espanador enfiado no cu. Ia chamar muita atenção…
[Responder]
Gilson Gondim
em 23 de fevereiro de 2007
Prezado Caetano de Sá,
Este site trata de inúmeros assuntos. Dê uma navegada por ele e você verificará isto.
Muito obrigado por sua participação.
[Responder]
Antônio Scomparim
em 23 de fevereiro de 2007
Caro Caetano,
o fato do site apontar principalmente, segundo você, para “denúncias de caráter sionista”, não deveria ser algo excepcional, negativo, encarado como uma perseguição. Afinal, teríamos a oportunidade de ler algo mais específico sobre o assunto, ao contrário da superficialidade de outros veículos “all around”.
Somente o fato do sr. Gondin poder gozar da liberdade de expressão e exprimir sua opinião, já deveria ser motivo de alegria para todos nós.
Por outro lado, observações semelhantes à sua podem ser encontradas com bastante freqüência. Mesmo sabendo que é difícil, gostaria de ler também outras manifestações contra o aprisionamento de dezenas de pessoas por terem simplesmente negado o holocausto.
Prende-se pessoas pelo fato de se recusarem a acreditar em um DOGMA IMPOSTO – o suposto holocausto. Um absurdo medieval em pleno século XXI.
[Responder]
Ademar Benevolo
em 23 de fevereiro de 2007
SUPOSTO… É “ÓTIMO”! PARA NÃO DIZER ESTRANHO,RIDÍCULO OU O QUE QUIZEREM.
Foi o que disse em outras vezes, os anti-semitas, não estão preocupados em discutir sobre o Holocausto. Estão preocupados em riscá-lo das páginas da história. Se estivessem preocupados na “discussão científica”, como alguns ecoam por aí, não estariam já, antes de qualquer conclusão, de qualquer diálogo que seja, antes de qualquer consenso, apregoando a sua suposta existência. Vou acabar chegando a conclusão, depois dessa choradeira toda, que Hitler também não existiu.Era um suposto Hitler, que fez uma suposta invasão alemã na Polônia, na França, na Rússia. Ah! O Dia D, nunca existiu. Segunda Guerra? O que é isso? Quanta esquisitice. Só não dizem que Hitler foi uma invenção judaica, porque estes anti-semitas, judeófobos, adoram ele.O único DOGMA que exisiu no Holocausto foi “JUDENREIN”, que significa, advinhem… “livre de judeus”. Essa palavra era dita por todos os NAZISTAS.
Nada mais óbvio de concluir que os anti-semitas de nada adiantam nadar, vão engolir areia. Sempre vai ter alguma coisa que transformem seus argumentos em areia.
[Responder]
Antônio Scomparim
em 24 de fevereiro de 2007
Caro Ademar,
não tenho conhecimento que anti-semitas não queiram discutir sobre este episódio da história, denominado “holocausto judeu”.
O que posso lhe afirmar é que eu tentei discutir sobre esse tema com o HISTORIADOR e jornalista do jornal “O Estado de São Paulo, Marcos Guterman, e este simplesmente deletou minhas mensagens. Pelo que eu saiba, o sr. Guterman não é anti-semita. Como historiador que é, ele teria toda a bagagem necessária para me aniquilar, não acha? Mas não foi assim.
Todavia, fico feliz que você perceba que a discussão sobre este tema seja muito importante. Porém, veja que não é tão simples assim, pois o debate é negado àqueles que queiram discutir o tema: mesmo que você venha a encontrar anti-semitas que estejam dispostos a debater sobre este tema, tenta-se desesperadamente punir todos aqueles que cheguem à uma conclusão diferente daquela imposta pela historiografia oficial sobre o suposto holocausto judeu.
Para que a exclusão intelectual torne-se um fato, leis criminais punindo os “dissidentes” já estão em vigor em vários países europeus e a ONU já está tentando induzir as demais Nações a tornar um crime a negação do holocausto. Perceba que são decisões dos políticos e não dos cientistas e/ou pesquisadores.
Quanto ao resto de seus comentários, creio que eles não mereçam réplica.
[Responder]
Gilson Gondim
em 25 de fevereiro de 2007
Ademar Benevolo,
“Quiserem” se escreve com s, não com z.
[Responder]
Gabriel Marques Teixeira
em 26 de fevereiro de 2007
O Brasil na 2ª Guerra Mundial(Não Judeus X Judeus da Europa)enviou Militares “não Judeus”;Mandados por Generais Maçons Brasileiros que OBEDECEM aos JUDEUS-BR; para Morrerrem e matarem “Não Judeus” da Europa.
Hitler odiava os judeus com um fervor que era tão forte, tão poderoso,que o levou a fazer a 2ª guerra, para exterminar Judeus em toda parte do mundo; ele descreveu o “problema” com os judeus de várias formas, em seu livro principal, Mein Keimpf(Minha Luta):
1. Parasitas Traiçoeiros e Astutos, pg 150, 305
2. Uma doença que infecciona o organismo nacional alemão, pg 232, 250- 257
3.Mentirosos contumazes,uma raça onde Mentir,Trair e Trapacear são virtudes predominantes, pg 232
4.Parasitas perpétuos,agarrados ao organismo nacional, pg 310
A Grande Mentira do Holocausto beneficia os judeus e a Israel:Ela ajuda a tornar os judeus um grupo incriticável. Como um tipo de religião secular, ela dá uma junção emocional entre os judeus e os seus líderes. É uma poderosa ferramenta nas campanhas para conseguir fundos para construir ISRAEL forte e poderoso; e é usado pelo Lobby Sionista/Israelita para ditar uma política externa pró-Israel aos Estados Unidos no Médio Oriente e para forçar o pagador de impostos americano a mandar dinheiro a Israel, totalizando mais de $S 3 bilhões por ano para pesquisar e construir todo tipo de novas tecnologias (Químicas,Biológicas, novas drogas e etc…)para destruição em massa dos Não Judeus.
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Caetano de Sá
em 26 de fevereiro de 2007
Caro Scomparim,
É a primeira vez que vejo alguém se referir a história (amplamente documentada, juntamente com milhares de testemunhos) como “dogma imposto”.
Eu conheci pessoas que, até hoje, não acreditam que o homem foi à lua. É até engraçado saber que existem pessoas como vocês, que vivem alimentando teorias conspiratórias em todo o lado.
Em relação a este assunto, especificamente, são inocentes úteis, que acabam por servir àqueles que têm as verdadeiras más intenções: os neonazistas e o radicalismo islâmico.
Abraço,
Ps.: Não voltarei a tratar do assunto, nem ler comentário algum neste site. Portanto, não precisa responder nada.
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Gilson Gondim
em 26 de fevereiro de 2007
Aposto que Caetano de Sá continuará freqüentando o site com outro nome. Eles são viciados neste site.
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Gilson Gondim
em 26 de fevereiro de 2007
Israel Wolf é um ótimo exemplo da boa educação judaica (leiam comentário lá em cima.
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Antônio Scomparim
em 26 de fevereiro de 2007
Caro Caetano, obrigado pela sua mensagem.
Mesmo você sugerindo que eu não responda à sua missiva, gostaria de fazê-lo, pois pode haver outras pessoas que apreciariam ouvir o outro lado.
A história do suposto holocausto não é “amplamente documentada” como você escreveu acima. Por outro lado, você está correto ao afirmar que esse episódio da história foi escrito com base em “milhares de testemunhos”.
E esse me parece ser o grande problema.
Nos antigos campos de concentração, o ambiente era o mais propício possível para propagar tais lendas sobre extermínio planejado, assim como as estórias de sabão feitos da gordura de detentos, além é claro do famigerado abajur feito da pele de judeus. Que testemunhos sejam importantes para solucionar um crime não há a menor dúvida, mas em qualquer caso criminal – o holocausto é um deles – temos que apreciar também as provas provenientes da perícia técnica. Pasme, Caetano: não há qualquer perícia técnica oficial das alegadas câmaras de gás de Auschwitz ou de Majdanek. E olhe que é alegado que elas estão ainda lá para qualquer um poder vê-las. Por que não então realizar uma perícia técnica e acabar de vez com este circo? Não seria A oportunidade para desmoralizar o presidente do Irã?
Abraço,
Antônio
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Antônio Scomparim
em 26 de fevereiro de 2007
Quando afirmo que a história do holocausto judeu não é “amplamente documentada”, podemos provar o contrário simplesmente mencionando o caso do campo de concentração de Majdanek:
1. No Tribunal de Nurenberg, o número de víimas era de 1,7 milhões. [Doc. USSR-93, IMT, Volume VII, página 214]
2. Em 1948, o número cai para 360.000, segundo o Boletin nr. 4 da Comissão Principal para investigação sobre os crimes alemães.
3. Já em 1992, o autor Czeslaw Rajca recalcula o número de vítimas em 235.000
4. E finalmente em 23 de dezembro de 2005, o próprio museu de Majdanek deixa o número despencar ladeira abaixo, publicando o número de 78.000 vítimas, sendo 59.000 judeus e 19.000 de outras nacionalidades.
Agora reparem que já em 1998, os revisionistas J. Graf e C. Mattogno publicaram um livro sobre Majdanek, onde o número total de vítimas situa-se em 42.300.
Portanto, devemos reconhecer que prender aqueles que chegam a uma conclusão diferente da historiografia oficial (imposta pela força da Lei) não é o melhor caminho. A liberdade de investigação e pesquisa histórica deve ser garantida e protegida por todos os homens de bem.
Valer-se de hipóteses como evitar o mal maior (alusão ao renascimento do nazismo) caso o holocausto venha a desfraudar-se como a maior mentira da história, não pode ser considerada, pois aqui a verdade seria ofuscada. E todos nós sabemos que uma vida erigida sobre a mentira não tem futuro.
Termino com uma reflexão aos amigos:
Nós devemnos ACREDITAR ou SABER sobre o suposto holocausto judeu?
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Antônio Scomparim
em 26 de fevereiro de 2007
Corrigindo:
… podemos provar simplesmente mencionando …
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Gilson Gondim
em 27 de fevereiro de 2007
É, caro Antônio, dá o que pensar.
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Gilson Gondim
em 27 de fevereiro de 2007
Acabo de saber que Victor Grinbaum foi demitido da Profarma por ter usado um endereço da empresa, em horários de expediente, para mandar e-mails ofensivos e fazer ameaças.
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Ademar Benevolo
em 28 de fevereiro de 2007
Sr. Scomparim,
Novamente o senhor se contradiz. Vamos supor que, o que o senhor escreveu aí em cima seja verdade, o fato de que depois de tanta “revisão” (não sei para que tanta) os números caíram para 42.300 assassinatos num campo de concentração. Veja bem, 42.300 pessoas ASSASSINADAS. Por que o senhor acha que isso não é genocídio? Isso seria apenas em um campo. E os outros? Por que o senhor acha que isso não pode ser chamado de Holocausto. Isso, independente, dos números, senhor “revisionista” foi um genocídio, foi o Holocausto. Então, quando o senhor menciona esses números,não cabe a idéia de “suposto Holocausto”. Não se contradiga tão abertamente! Até porque, acho eu que, toda essa revisão vai nos trazer, apenas SUPOSTOS resultados.
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Antônio Scomparim
em 1 de março de 2007
Caro Ademar,
não há contradição no que eu afirmei acima. O fato de que houve mortes nunca foi negado, mas sim o motivo dos óbitos. Numa situação de guerra, o encarceramento do inimigo faz parte da estratégia de qualquer exército. Sem excessão. Com a deterioração das condições dos campos de concentração devido ao bombardeamento, este sim sistemático, de toda infra-estrutura alemã, houve um aumento drástico de condições insalubres dos campos, provocando o aparecimento de terríveis epidemias, como o tifo. Avisos como “um piolho, sua morte”, existia aos montes em todos os campos de concentração.
Veja agora que suposto holocausto judeu é caracterizado por três elementos fundamentais. Vejamos quais são:
a. Extermínio dos judeus planejado industrialmente pelo Estado alemão
b. número de vítimas é estimado em cerca de 6 milhões
c. uso da mais terrível arma de extermínio, as famigeradas câmaras de gás
Com o alegado acima, os sionistas conseguiram instrumentalizar o sofrimento dos judeus europeus, conquistando uma razão moral para a criação do Estado de Israel, obtendo bilhões em indenização (leia o livro de Norman Finkelstein, A Indústria do Holocausto) e oprimindo o espírito do povo alemão, o qual é proibido de se expressar livremente . E isso nos dias de hoje. Não estamos falando da Idade Média.
A redução drástica do número de vítimas de Majdanek só mostra que a pesquisa científica perpetrada pelos revisionistas faz sentido, pois o tema está longe de ser considerado um fato incontestável. O fato de haver tido óbito nos campos NUNCA foi negado! A questão é determinar como eles morreram, em qual contexto. Havia uma guerra na Europa. Uma guerra de vida ou morte. O boicote econômico instigado pelos sionistas foi lançado antes de qualquer medida conduzida por Hitler depois de sua posse, em janeiro de 1933. Os próprios judeus alemães declararam que as ações sionistas só pioravam sua situação naquele país.
Sobre a relevância do número de vítimas, leia o interessante artigo
Uma única morte já é suficiente
Abraço,
Antônio
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Antônio Scomparim
em 1 de março de 2007
O artigo
Uma única morte já é suficiente
pode ser lido no link
http://www.inacreditavel.com.br/historia/unica_morte.html
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André
em 5 de março de 2007
Então, Antonio…
este mesmo holocausto está acontecendo auqi, no seu país…qual o seu papel social nisso tudo?
ficar parado apontando com o dedo o que aconteceu na 2GM ou ajudar seu próprio povo?
Não esqueca da perseguição social que existe aqui no Brasil…seria mais nobre se voltar a isso, não acha?
Continue com seu Revisionismo se te faz bem…porém, não esqueça que vc pode ser o próximo perseguido socialmente…amanha vc pode perder tudo que construiu, pode ir à falencia…quem sabe o dia de amanhã?
aposto que se isso acontecesse com vc, vc não iria negar a ajuda de alguém que tenha uma consciencia social…alguém que estaria preocupado com o presente…reflita!
abraço
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Antônio Scomparim
em 5 de março de 2007
Caro André,
agradeço sua preocupação, mas não há motivos para isso: eu ajudo sim meu povo, o brasileiro. Procuro realizar algumas ações sociais nos fins de semana juntamente com meus vizinhos aqui do bairro. É uma maneira de manter o bom relacionamento pessoal, da comunidade local. Afinal, internet demais não faz bem à vista!
Porém, isso não me impede atuar em prol da verdade.
A perseguição daqueles que estudam e pesquisam o holocausto judeu, perseguição esta que culmina na destruição de suas famílias, sua existência etc, somente porque chegaram a uma versão diferente da historiografia oficial, fede. E muito. Não me interessa se isso ocorra na Alemanha ou no Ceilão.
Eu não tenho motivos para ser perseguido socialmente. Prego o evangelho de Cristo. Não me considero melhor do que ninguém. Também não me considero eleito, nem defendo uma terra a 10.000 km de distância do meu Brasil. Se vier a perder tudo que tenho, essa perda é material, pois minha consciência ninguém pode me roubar.
Entretanto, creio que você devesse refletir com seus compatriotas seu descaso ante essa injustiça que está para invadir a pátria dos brasileiros. Veja que a ONU já determinou que o questionamento do holocausto seja considerado crime. Uma determinação dos políticos, não dos pesquisadores. Um verdadeiro absurdo medieval em pleno século XXI.
Abraço,
Antônio
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Andre
em 5 de março de 2007
Antonio:
Como eu falei anteriormente, em outro post…
Desculpe o frances, mas FODA-SE a ONU!
sem hipocresia, nós sabemos que ela não serve para absolutamente nada…atende a certos interesses e pronto…isso é fato e não poderemos mudar isso!
A ONU ja determinou inúmeras outras barbaridades…só que ela não chega lá no Jardim Angela ou então no sertão do Brasil…como falei, não apoio o cerceamento do livre pensamento.
mas tbem nao podemos esquecer as cruzadas, a inquisição…tudo em nome da fé cristã…
isto ninguém busca…só buscam o holocausto…como eu falei…se morreram 6 milhoes ou 100.000, não importa…mas que houve genocidio, houve.
vc podem revisar, pesquisar, periciar…que seja…houve a segregação e por fim os homicídios.
abraço
essa capa
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Andre
em 6 de março de 2007
remendando:
“essa capa” que saiu na ultima linha foi um erro.
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Ronald Ribeiro
em 14 de agosto de 2007
meu irmão como pode se falr uma coisa desa se o proprio Deus que desceu em carne seu filho amado jesus perdou os judeus como podemos nao perdoar Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos? 1 Coríntios 6:5
· Deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai reconciliar-te primeiro com teu irmão e, depois, vem e apresenta a tua oferta. Mateus 5:24
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jose
em 26 de setembro de 2007
nao comprendo porque nos odeiam tanto, ser judeu nao significa ser quem tem a posse de todo o dinheiro, para ter dinheiro é preciso trabalhar duro e falar que os judeus ganham todo facil é uma mentira que so uma criança poderia acreditar, eu sou judeu e sou de clase media baixa mas meu pai quando tinha minha idade era meio pobre. a unica coisa que faz alguns judeus ricos é o trabalho e a correta educaçao moral que ensinam aos seus filhos, sera que voces nunca se perguntaram poquÊ os americanos tem uma simpatia pelos judeos?eu acho que é pelo valor que os judeus dao ao trabalho e à educaçao
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jose
em 26 de setembro de 2007
dizer que os arabes sao vitimas é uma grande mentira, todo o que os arabes tem de terras no oriente é devido a dominaçao atraves de uma religiao qu eles usaram para que todos os povos nao se defendam,ja se perguntaram como sumiram os babilonios, fenicios e outros povos?muitos homens foram assasinados pelos arabes ou convertidos e depois usados na luta da guerra santa enquanto eles colocavam as mulheres nos seus harens , desse modo eles tinham um monte de filhos e os outros povos morriam na gurra santa
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jose
em 26 de setembro de 2007
todo o que os arabes conquistaram foi atraves da guerra, e é injusto o que eles fizeram com os outros povos e fazem com as mulheres. o rigido contole que eles tem sobre as mulheres é para impedir que elas os superem, e se alguem acha que os arabes nao sao racista entao que se case na arabia saudita com quatro mulheres(seja tratado igual que os outros habitantes de lá)
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Rapahel
em 19 de dezembro de 2007
Caro Scomparim,
Seu debate com Benevolo é muito bom, mas para chegar a alguma conclusão é necessário estabelecer algumas premissas, sob pena de o debate se esvaziar.
Destarte, gostaria de saber o que o senhor considera comprovado historicamente ou cientificamente dos tópicos abaixo relacionados:
1 – judeus morreram na segunda guerra mundial ?
2 – Hitler pregava o extermínio de todos os judeus ?
3 – existem lugares para o cientistas pesquisarem a veracidade da existência de campos de concentração ?
4 – somente o povo judeu foi tatuado durante a segunda guerra mundial (não conheço relatos de russos, poloneses, franceses ou espanhóis que tenham sido tatuados) ?
5 – foram feitas pesquisas sobre a existência de câmaras de gás (não estou falando se houve comprovação, mas apenas pesquisa) ?
6 – judeus foram deportados dos seus paises para outros, como aqueles que viviam na itália, Espanha lituânia, rússia, dentre outros ?
7 – vc acredita que nas guerras são promovidas chacinas, inclusive naquelas travadas por Israel ?
No meu entender, caso vc responda afirmativamente para qualquer uma dessas indagações, já representa UM indicio de que os judeus sofreram um holocausto. Assim, a partir do momento em que há um indicio também há a probabilidade de que seja comprovado (o chato é que essa premissa vale para os dois lados, ou seja, caso haja um indício da não existência do holocausto, ele também valerá para comprová-lo).
Por fim, assim como aconteceu com diversos povos, é imperioso registrar que os judeus não foram somente dizimados na segunda guerra mundial, eles também foram cassados na época da inquisição, bem como no período romano, e, inclusive, para aqueles que acreditam, durante a época áurea do Egito.
Bom, acho que de todo o site essa parte é a única que acrescenta algum conteúdo.
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Maximiliano
em 1 de janeiro de 2008
Segundo observado no jornal Jüdisches Berlin a Alemanha, em face d aunificação, indenizará todas as famílias atingidas pelas animosidades dos SS e do Partido de Hitler assim como a Igreja Católica indenizará aos parentes e famíliares das vítimas da Inquisição, sendo que, segundo se sabe, os Estados (paises) que perderam grandes mestres e intelectuais serão também, tanto institucionalmente como financeiramente, indenizados em 2008, num valor equilalente a Ł1934189876,00.
http://www.berlin-starting-point.de/
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Lillian Lacerda
em 22 de março de 2008
Gente este site é mesmo um “arrazo”.Estou aprendendo muito!!!Vc são ótimos ao exporem suas idéias e convicções.Tbm dou muitas risadas,ha,ha,ha!!!
Vou indicar para as pessoas que como eu não tem o que fazer e querem aprofundar seus conhecimentos e terem um conhecimento mais amplo do conflito Arabe/Israelense.
Shalom Aleichem p/todos.
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