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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; democratas</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>Programa do DEM em rede nacional foi o começo do troco às ilegalidades do PT</title>
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		<pubDate>Fri, 28 May 2010 13:09:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O programa do Democratas em rede nacional de televisão, que mostrou Serra discursando (muito bem, por sinal) no Encontro de Partidos realizado em 10 de abril, foi ilegal. Mas e daí? Há dois anos o PT, Lula, o governo e a própria Dilma Rousseff vêm cometendo uma ilegalidade atrás da outra, e tem ficado tudo por isso mesmo. As únicas punições que os petistas receberam foram multas irrisórias (chacoteadas por Lula) e o cancelamento da propaganda partidária no primeiro semestre de 2011. A oposição seria muito ingênua e tola se tivesse o legalismo que o PT não teve e não tem.</p>
<p>E a petezada pode se preparar, pois é somente o começo. Em junho, a oposição terá mais três programas partidários de dez minutos (cada um) em rede nacional de rádio e televisão. Serão os programas do PPS, do PTB e do próprio PSDB. Junho será o mês da Copa, mas será também um mês de Serra. E só falta um programa partidário de aliados do PT: o do PR.</p>
<p>Esses programas de junho somados ao desempenho superior que se espera de Serra nos debates, por seu maior preparo, experiência e inteligência, são as principais armas do serrismo no que ainda falta de campanha. Eu aposto muito, também, no jingle de Serra, que fez uma aparição no Encontro de Partidos e depois foi guardado para o horário eleitoral de agosto, setembro e outubro. Os publicitários de Dilma devem estar quebrando a cabeça para criar um jingle à altura. Não vai ser fácil. Preocupações à vista para o PT.</p>
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		<title>Por que Serra vai ganhar</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Lula vai transferir a maior parte de seus votos para Dilma. Lula não vai transferir todos ou quase todos os seus votos para Dilma. Quantos por cento de seus votos Lula vai transferir para Dilma? Não se sabe. Mas eu sei – porque já fiz as contas – quantos por cento dos votos de Lula Dilma precisa para ganhar a eleição por uma diferença ínfima: 83,5%. Com menos do que esse percentual de transferência, ela perde. Transferir mais de 80% dos votos é uma tarefa dificílima, quase impossível. Este é o primeiro motivo para o favoritismo de Serra, que disputa a eleição com seus próprios votos, além dos votos de seu partido, dos partidos aliados e dos palanques estaduais.</p>
<p>Há  outros motivos, porém, Quando se tira Ciro Gomes da disputa, há uma migração maciça e espontânea de votos de Ciro para Serra, apesar de serem os dois inimigos pessoais. É que Ciro não manda em seus eleitores. Na ausência deles, eles vão para quem eles querem. E a grande maioria quer ir para Serra. Quando Ciro sai da disputa, a vantagem de Serra sobre Dilma cresce muito. Mesmo as pesquisas mais petistas mostram isso.</p>
<p>Em terceiro lugar, Serra está bem à frente, mesmo com a campanha só tendo começado para o lado lulista. Está em curso o PAC, não o Plano de Aceleração do Crescimento, mas o Plano de Aceleração da Campanha, como bem denominou o blogueiro Josias de Souza, da Folha de S. Paulo. Faz um ano que Dilma está em campanha eleitoral sem adversário. Somente nos últimos quatro meses, foram 46 comícios muito mal disfarçados, 11,5 por mês, cerca de três por semana, todos ao lado de Lula e todos divulgados com estardalhaço pela mídia. Do início de abril ao começo de julho, entre a renúncia obrigatória ao cargo de ministra-chefe da Casa Civil e o começo da campanha eleitoral legal (a de agora é ilegal), Dilma vai ficar sem esse oxigênio, pois não poderá participar de eventos do governo nem poderá organizar eventos de campanha.</p>
<p>Quando a campanha legal começar, em 3 de julho, Dilma não estará mais concorrendo sem adversário. Haverá comícios dos dois lados, haverá, em agosto e setembro, propaganda de rádio e TV dos dois lados, ou melhor, dos vários lados (pelo menos três). E haverá debates.</p>
<p>Além do mais, as pesquisas que mostram Dilma se aproximando de Serra são extremamente viciadas, como tem comprovado o blog Coturno Noturno. A pesquisa da Band/Vox Populi, além de sobre-representar os municípios petistas e sub-representar municípios tucanos e democratas, apresentou o nome de Serra borrado ou invertido, ou seja, ilegível. Mesmo assim, Serra apresenta uma folgada vantagem de 57 a 43, numa projeção de 2º turno sem brancos e nulos, como as votações são calculadas pelo TSE.</p>
<p>A pesquisa CNT/Sensus também sobre-representa largamente cidades petistas e sub-representa acintosamente cidades tucano-democratas. Por exemplo: o PT governa 10% dos municípios brasileiros, mas na pesquisa 18% dos municípios são governados pelo PT, numa grave distorção pró-Dilma e anti-Serra. Ainda assim, Serra fecha no 1º turno quando o nome de Ciro Gomes não aparece.</p>
<p>Concluindo, Serra vai vencer porque vai ganhar de muito onde Alckmin ganhou de pouco e vai perder de pouco onde Alckmin perdeu de muito. Em 2002 o PT disputou com o time titular e o PSDB com o time reserva. Agora as posições se inverteram: os tucanos vão à luta com seu melhor nome, enquanto o PT vai com o que restou depois de todos os escândalos, que abateram a linha de frente do partido: Zé Dirceu, Antônio Palocci, José Genoíno etc.</p>
<p>Minha convicção quanto à vitória de Serra me leva a aceitar apostas. Meu e-mail é </span><a href="mailto:gmg.sacocheio@gmail.com" target="_blank">gmg.sacocheio@gmail.com</a></p>
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		<title>Acompanhe aqui os últimos momentos da eleição americana</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 20:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<title>Vejam o que escrevi em 31 de janeiro&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Considero o candidato republicano definido: é John McCain</strong>, 71 anos (72 na época da eleição), senador pelo Arizona, prisioneiro de guerra no Vietnã durante cinco anos. É o pior candidato para os democratas, pois tem bom trânsito no eleitorado de centro. Ele está 1,8 ponto percentual à frente de Hillary Clinton na média das projeções para novembro. Está 1,5 à frente de Barack Obama na mesma média. <strong>McCain pode ser derrotado pela crise econômica que vai tomando forma nos Estados Unidos de Bush</strong>. Mas a eleição tem tudo para ser mais uma vez muito apertada, decidida talvez por pequena diferença de votos num único estado. Quem é melhor para enfrentar McCain, Hillary ou Obama?</em></p>
<p><em>Ele tem menor taxa de rejeição, parece ter mais apelo fora do Partido Democrático <strong>e pode usar contra McCain o discurso da mudança, da esperança e da renovação, que parece estar sensibilizando a maior parte do eleitorado americano este ano</strong>. Obama tem 46 anos, está em Washington há apenas dois anos, como senador, e é “negro” (na verdade, mestiço), mas não usa o discurso racial. Já Hillary é considerada arrogante por muita gente e é vista, justa ou injustamente, como o caminho para a terceira presidência Clinton.</em></p>
<p><em>Outra questão é quem ganhará a indicação do Partido Democrático. Na média das pesquisas, Hillary está 9,1 pontos à frente. Mas o terceiro colocado, o ex-senador John Edwards, desistiu da disputa <strong>e tudo indica que apoiará Obama</strong>. Ele tinha, em média, 13,5% das preferências. <strong>A indicação democrata poderá ser decidida na Super Tuesday (Superterça, 5 de fevereiro) ou poderá ir além, se a Superterça for equilibrada.</strong></em></p>
<p><em>Mais um fator a ser considerado é a possibilidade de uma terceira candidatura com alguma força. Pode ser a do deputado republicano Ron Paul, do Texas, ou a do prefeito independente de Nova York, o bilionário Michael Bloomberg. Ambas são consideradas fatais para o candidato republicano, <strong>mas não se sabe, a esta altura, se uma delas se tornará concreta.</strong></em></p>
<p><em><strong>Teremos tempos interessantes pela frente.</strong></em> [Ênfases acrescentadas]</p>
<p>Há um erro factual no texto acima: em janeiro de 2008, Obama era senador havia três anos, e não dois anos. De lá para cá, ele já completou 47 anos. Quanto às previsões e especulações:</p>
<ol>
<li>McCain de fato ganhou a candidatura do Partido Republicano.</li>
<li>A eleição de fato se tornou muito difícil para os democratas, por causa da fama de &#8220;maverick&#8221; (independente) que McCain construiu ao longo da longa carreira.</li>
<li>De fato, o discurso de mudança, renovação e esperança de Obama está sendo vital.</li>
<li>De fato, a crise econômica que ia tomando forma, como escrevi, explodiu antes da eleição (<em>thank God!</em>) e vai derrotar McCain.</li>
<li>Realmente, as primárias democratas não foram decididas na Superterça (5 de fevereiro), que foi, de fato, muito equilibrada.</li>
<li>A saída de John Edwards realmente beneficiou Obama, mas seu apoio pessoal não pesou, porque veio quando Obama já estava, na prática, com as primárias no bolso.</li>
<li>Uma terceira candidatura forte não se materializou.</li>
<li>Por causa da implosão econômica dos Estados Unidos, a eleição não será tão apertada como parecia em janeiro que ia ser.</li>
<li>Os tempos estão pra lá de interessantes. Estão interessantíssimos.</li>
</ol>
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		<title>Olha o Gabeira aí, gente&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 11:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Zona Sul do Rio de Janeiro ama Fernando Gabeira (PV) e o levou ao segundo turno da eleição municipal. Liberal até o fundo de suas células, cabeça do século 21 em corpo do século 20, Gabeira é a cara&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Zona Sul do Rio de Janeiro ama Fernando Gabeira (PV) e o levou ao segundo turno da eleição municipal. Liberal até o fundo de suas células, cabeça do século 21 em corpo do século 20, Gabeira é a cara da Zona Sul. Se dependesse dela, ele teria liquidado a fatura no primeiro turno. Teve 59% dos votos válidos no Flamengo, 54% em Botafogo, 55% em Copacabana, 64% em Ipanema&#8230; Saiu-se bem ainda (embora muito menos) no Centro, na área mais rica da Zona Norte (a Tijuca) e no Fundão, bairro da Zona Norte onde fica o imenso campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro. E surpreendeu ao ficar em primeiro lugar em dois subúrbios típicos, Caxambi e Engenho de Dentro. Ah, ganhou também no Andaraí, começo da Zona Norte, e no Recreio dos Bandeirantes, praia poluída na Zona Oeste.</p>
<p>Mas quando você olha os resultados em Bangu, Olaria, Madureira, Campo Grande e todos aqueles nomes familiares para quem acompanha o futebol carioca desde o início da década de 70, como é o meu caso, a situação de Gabeira se complica. E quase todos os votos do terceiro colocado, o senador neopentecostal Marcela Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus, irão para o candidato do PMDB, Eduardo Paes. Gabeira deve pegar a grande maioria dos votos da quarta colocada, a ex-deputada federal Jandira Feghali, do PC do B, mesmo ela não o apoiando, por ser Gabeira opositor de Lula e ter como vice um filiado ao PSDB. Gabeira vai ter os votos dos Democratas e do PSOL e vai dividir o eleitorado petista, onde tem muitos admiradores, apesar da oposição a Lula.</p>
<p>As dificuldades são grandes, mas Gabeira tem chance, por encarnar o tradicional espírito de rebeldia e independência de grande parte do eleitorado carioca. Segundo o Blog do Noblat (<a href="http://www.blogdonoblat.com.br/" rel="external" target="_blank">www.blogdonoblat.com.br</a>), ele está apenas três pontos atrás do peemedebista Eduardo Paes, o candidato do governador vascaíno Sérgio Cabral Filho, conforme pesquisa para consumo interno do PMDB, que uma fonte passou a Noblat. Se o verde Gabeira conseguir 35% dos votos válidos nas Zonas Oeste e Norte, ganhar, mesmo que por pouco, na região central, e arrebentar na Zona Sul e na Barra da Tijuca (não confundir com a Tijuca), chegando a alguma coisa entre 75% e 80% dos votos válidos nessas duas regiões, ele será eleito. E aí a festa não vai ter hora&#8230;</p>
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		<title>Eleição a gente nunKassab</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 00:57:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A eleição municipal paulistana está caminhando para uma provável vitória  estrondosa do governador Serra, contra todas as expectativas anteriores.</p>
<p>Serra, tucano, teve que engolir a candidatura do também peessedebista Geraldo  Alckmin a prefeito de São Paulo, quando seu candidato preferido&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A eleição municipal paulistana está caminhando para uma provável vitória  estrondosa do governador Serra, contra todas as expectativas anteriores.</p>
<p>Serra, tucano, teve que engolir a candidatura do também peessedebista Geraldo  Alckmin a prefeito de São Paulo, quando seu candidato preferido era seu ex-vice e atual prefeito (herdou a prefeitura dele) Gilberto Kassab  (Democratas), pois a reeleição de Kassab, se acontecer, facilitará,  e muito, uma aliança PSDB-Democratas em 2010, em torno da bandeira  “Serra Presidente”.</p>
<p>Kassab parecia não ter nenhuma chance, principalmente porque não pode ter o apoio ostensivo do governador no primeiro turno. Acontece que Kassab está disparando nas pesquisas, já está tecnicamente empatado com Alckmin e tudo indica que vai ultrapassá-lo. Quais são as chances de Kassab num 2º turno contra a petista Marta Suplicy? São cada vez  melhores. Há duas semanas, ele estava vinte pontos atrás de Marta  na projeção para o 2º turno do Datafolha. Agora, no dia 7 de setembro, a diferença caiu para sete pontos. E Kassab está em crescimento. E  no 2º turno, com Alckmin fora da disputa, ele terá o apoio ostensivo  de Serra.</p>
<p>Portanto, o até agora impensável poderá acontecer: a vitória de Kassab contra Alckmin e Marta; contra o primeiro no 1º turno e contra a segunda no 2º turno. A gente nunKassab com tanta antecedência, mas o caminho  parece cada vez mais róseo para José Serra.</p>
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		<title>McCain ganhou um round, mas a luta é de muitos rounds</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 00:55:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>A guerra das convenções foi inequivocamente ganha por John McCain. Sua campanha soube aproveitar-se muito bem do fato de a convenção republicana ter acontecido depois da convenção democrata. Com uma escolha-surpresa  para o posto de vice, na manhã seguinte ao&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra das convenções foi inequivocamente ganha por John McCain. Sua campanha soube aproveitar-se muito bem do fato de a convenção republicana ter acontecido depois da convenção democrata. Com uma escolha-surpresa  para o posto de vice, na manhã seguinte ao discurso de Obama, a campanha  republicana abafou as repercussões do evento adversário e emendou  um fim de semana de frenesi sobre a vice Sarah Palin com a própria  convenção republicana. Obama, que já havia escolhido seu vice antes  de sua própria convenção, como é obrigatório, não teve um antídoto  contra o oba-oba republicano que monopolizou as atenções por dias  a fio. Resultado: McCain passou à frente de Obama na média das pesquisas,  embora permaneça a situação de empate técnico. A CNN e a empresa  Hotline indicam empate absoluto. A empresa Rasmussen dá McCain um ponto  à frente. A pesquisa diária do Instituto Gallup dá vantagem de cinco  pontos para o republicano. O mesmo Gallup tem outra pesquisa que mostra  McCain à frente dez pontos entre os “votantes prováveis” (aqueles  que votaram nas duas últimas eleições presidenciais) e quatro pontos  à frente entre os eleitores registrados. Se considerarmos a primeira  versão do Gallup, a vantagem média de McCain é de 3,2 pontos percentuais. Considerando a segunda versão, a vantagem republicana cai para 2,0.  De um jeito ou de outro, dentro da margem de erro.</p>
<p>É apenas um momento ou uma situação duradoura? Vai depender de muitas coisas. Haverá, por exemplo, três debates entre McCain e Obama, o primeiro em 26 de setembro, sobre política externa. Haverá também  um debate entre os dois candidatos a vice, Sarah Palin (R) e Joe Biden  (D). Os quatro debates serão cruciais. Assim como será crucial o gigantesco  esforço da campanha de Obama para registrar novos eleitores, sobretudo  entre negros e jovens. O eleitorado de novembro não será o eleitorado  de hoje, e o crescimento está favorecendo Obama. Além disso, o Colégio  Eleitoral não reflete necessariamente a votação nacional, e sua composição  está, neste ano, favorecendo os democratas. O site ElectionProjection  (<a href="http://www.electionprojection.com/" target="_blank" rel="external">www.electionprojection.com</a>) confirma o que eu escrevi em artigo anterior: se vencer em <strong>um</strong> desses quatro estados (Flórida, Virgínia,  Ohio e Colorado), Obama será o presidente. Se McCain ganhar em todos  os quatro, será ele o “commander-in-chief”.</p>
<p>McCain pode ter atingido seu pico ou poderá atingi-lo nos próximos dias. A partir daí, terá que agüentar quase dois meses de anúncios enfatizando  seus vínculos com o impopularíssimo W. Bush. A foto de McCain com a cabeça no ombro de Bush, como se fosse sua namorada, inundará o  país. Seu currículo de mais de 90% de votos no Senado a favor de Bush  será explorado à exaustão. Se resistir a tudo isso e for eleito,  o mundo entrará numa era ainda mais perigosa do que a Era Bush.</p>
<p align="center">* * *</p>
<p>Logo que terminei de escrever este artigo, por volta da 18:30 do dia 8 de  setembro de 2008, fechei o Word e dei uma olhada no site RealClearPolitics (<a href="http://www.realclearpolitics.com/" target="_blank" rel="external">www.realclearpolitics.com</a>) e constatei que a entrada de duas  novas pesquisas mostrando McCain dois pontos à frente reduziu um pouco  sua vantagem na média de pesquisas apresentada pelo site: de 3,2 para  2,9.</p>
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		<title>Por que Obama é matematicamente o favorito</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Sep 2008 18:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Examinando as pesquisas estado por estado, constatamos que o relativo equilíbrio nas pesquisas nacionais vem das grandes maiorias que favorecem McCain no chamado <em>Bible Belt</em> (“Cinturão da Bíblia”), o <em>Deep South</em> (“Sul Profundo”). Acontece que tais maiorias são inócuas, porque, para conquistar todos os delegados de um estado, basta vencer por um voto: tanto faz ganhar por um voto ou por um milhão. O que importa é o Colégio Eleitoral de 538 membros. Em 2000, Bush teve mais de 500 mil votos a menos que Gore, mas levou a eleição por causa de uma (suspeitíssima) vantagem de meros 537 votos na Flórida. Se Gore tivesse vencido em qualquer um dos estados onde não venceu, teria sido eleito presidente. Em 2004, quase aconteceu o contrário: com três milhões de votos a menos nacionalmente, John Kerry teria sido eleito se tivesse vencido no Estado de Ohio, onde perdeu por menos de dois pontos percentuais.</p>
<p>Portanto, é a uma análise do Colégio Eleitoral que devemos proceder se quisermos ter uma idéia de quem está mais perto da Casa Branca em 2008. E é aí que a vantagem de Obama aparece. De todos os estados ganhos por Gore em 2000 e/ou Kerry em 2004, o único que Obama corre um risco real de perder é New Hampshire (4 votos no Colégio Eleitoral), onde sua vantagem na média das pesquisas é de apenas 0,3%. Em todos os outros, pode-se dizer com segurança, ele vai ganhar, o que lhe garante 260 votos no C. E. (Colégio Eleitoral). A maioria mínima é de 270 votos. Com 269, dá empate, levando a eleição para a Câmara dos Deputados, em que cada estado tem um voto. Quem tiver a maioria da bancada na maioria dos estados ganha o desempate. Os democratas têm tal maioria hoje e vão mantê-la ou, mais provavelmente, ampliá-la, conforme indicam com folga todas as pesquisas. Sendo assim, Obama joga pelo empate: para ser presidente, precisa de 269 votos no C. E. Se já tem 260, só lhe faltam 9.</p>
<p>Vamos dar cinco estados indefinidos para McCain: Flórida (27 votos no C. E.), Carolina do Norte (15 votos), Indiana (11), Missouri (Mizúri – 11) e Dakota do Sul (3). Sobram como estados realmente indefinidos Ohio (Orráiou – 20 votos), Virgínia (13), Colorado (9), Nevada (5), New Hampshire (4) e Montana (3). Seis estados, portanto. Ohio, Virgínia e Colorado: se vencer em qualquer um desses três, Obama será o presidente. Se perder nos três, mas ganhar em Nevada e New Hampshire, Obama será o presidente. Se vencer no Colorado e mais um estado, ele evitará o desempate na Câmara. Se perder em Ohio, Virgínia e Colorado, mas vencer em Nevada, New Hampshire e Montana, também será eleito sem precisar do desempate. Ohio é suficiente para lhe dar a vitória sem necessidade do desempate, mesmo que ele perca nos outros cinco estados. O mesmo se aplica à Virgínia. Ou seja, Obama pode ser eleito mesmo perdendo em cinco dos seis estados indefinidos. Está a um passo da vitória.</p>
<p>Outro ponto a favor do candidato democrata é que as pesquisas de agora não refletem o seu eleitorado em 4 de novembro. As pesquisas de hoje só tratam de eleitores já registrados, enquanto a campanha de Obama está a cada dia registrando milhares de novos eleitores, sobretudo entre jovens e negros, segmentos em que a vantagem do democrata é esmagadora.</p>
<p>Por tudo isso, pode-se afirmar que Barack Obama é o candidato matematicamente favorito para ganhar a presidência dos Estados Unidos em 4 de novembro de 2008.</p>
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		<title>As eleições americanas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Nov 2006 09:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ontem houve eleições nos Estados Unidos. Escrevo na tarde de terça-feira, antes do fim da votação e do início da apuração. Talvez você já saiba os resultados; eu ainda não sei. O que eu sei é que os democratas esperavam retomar o controle da Câmara dos Deputados, perdido em 1994, e os republicanos esperavam manter o controle do Senado, devido ao fato de que apenas um terço das cadeiras senatoriais estavam em jogo nesta eleição. Não ganhar a maioria da Câmara seria um desastre para os democratas; perder a maioria também no Senado seria um desastre para os republicanos. Ganhar as duas Casas do Congresso seria o paraíso para qualquer um dos dois partidos. O objetivo dos democratas era transformar Bush no que os americanos chamam de “lame duck”, ou seja, pato manco, como os republicanos conseguiram fazer com Clinton logo na metade de seu primeiro mandato. O Iraque e os escândalos sexuais nas fileiras conservadoras, inclusive na cúpula das igrejas evangélicas fundamentalistas, eram o grande trunfo dos democratas. Derrotado no Iraque, o neoconservadorismo corria ontem o risco de ser derrotado também em casa. Escrevo com uma grande curiosidade, preparado para uma longa noite diante dos canais de notícias de língua inglesa. Mas você já deve conhecer os resultados.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>Como eu disse na semana passada, Maranhão deixou de retornar ao governo da Paraíba porque não sabe fazer política. Conheço o maranhismo por dentro, pois fui vice-presidente da Fundação Espaço Cultural da Paraíba – Funesc durante quase oito anos, sob Mariz, Maranhão e Roberto Paulino. Posso dar o meu testemunho de que Maranhão nunca tentou construir um grupo político amplo, cujos membros, numerosos, se sentissem prestigiados por ele, se sentissem acolhidos por um líder de verdade. Em vez disso, Maranhão preferiu construir uma corriola de uma meia dúzia de sete ou oito puxa-sacos. Existe o grupo Cunha Lima, mas não existe o grupo Maranhão, em cujo governo quem não era da patota vivia em regime de permanente terror, podendo ser vítima de uma injustiça a qualquer momento.</p>
<p>Maranhão colheu os frutos das árvores que plantou. Ou, para ser mais preciso, não colheu os frutos das árvores que não plantou.</p>
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