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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; Estados Unidos</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>Alguns erros de pesquisas eleitorais na história recente</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 23:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>1. 1985. A boca-de-urna do Ibope dá como eleito prefeito de Fortaleza o deputado federal peemedebista Paes de Andrade, mas quem vence é a petista Maria Luiza Fontenelle.</p>
<p>2. 1990. Durante toda a campanha e na boca-de-urna, o Ibope dá&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>1. 1985. A boca-de-urna do Ibope dá como eleito prefeito de Fortaleza o deputado federal peemedebista Paes de Andrade, mas quem vence é a petista Maria Luiza Fontenelle.</p>
<p>2. 1990. Durante toda a campanha e na boca-de-urna, o Ibope dá como vitorioso na eleição para governador da Bahia, no primeiro turno e com cerca de 60% dos votos válidos, o pefelista Antônio Carlos Magalhães. Magalhães de fato vence a eleição, mas com menos de 51% dos votos válidos.</p>
<p>3. 1990. O mesmo acontece em Pernambuco com Joaquim Francisco, também do PFL.</p>
<p>4. 1990. Na Paraíba, o Ibope dava como vitorioso no primeiro turno, na eleição para governador, o candidato Wilson Braga, da coligação PDT/PFL. Braga não fechou a eleição no primeiro turno e perdeu na segunda rodada para Ronaldo Cunha Lima (PMDB).</p>
<p>5. 1990. Durante toda a campanha, o Ibope dava Marcondes Gadelha (PFL) como amplamente vitorioso sobre Antônio Mariz (PMDB) na disputa pelo Senado na Paraíba. A boca-de-urna deu Mariz três pontos à frente. Ele ganhou por 18 pontos.</p>
<p>6. 1992, Grã-Bretanha. A boca-de-urna dá vitória dos trabalhistas. Ganham os conservadores.</p>
<p>7. 2002, Paraíba. Na véspera da eleição, o Ibope dava Cássio Cunha Lima (PSDB) como vitorioso já no primeiro turno. Houve segundo turno.</p>
<p>8. No segundo turno o Consult, que havia acertado no primeiro, deu vitória de Roberto Paulino (PMDB). Ganhou Cássio.</p>
<p>9. 2004, Estados Unidos. A boca-de-urna dá John Kerry como vencedor. Ganha Bush.</p>
<p>10. 2006, Brasil. Na véspera da eleição presidencial, o Sensus dava Geraldo Alckmin (PSDB) com 27%. O Vox Populi o mostrava com 33%. Ele teve 42%.</p>
<p>11. 2008. O primeiro lugar de Gilberto Kassab no primeiro turno para prefeito de São Paulo surpreendeu a todos, inclusive ao Datafolha, que errou o percentual de Kassab acima da margem de erro, que era de dois pontos percentuais, tendo Kassab ficado 2,6 acima do previsto.</p>
<p>Por que as pesquisas às vezes erram? Em primeiro lugar, existe o intervalo de confiança, que normalmente é de 5%. Isto significa que a pesquisa tem uma chance em vinte de estar errada além das margens de erro, mesmo que não contenha falhas técnicas nem má-fé. Em segundo lugar, as pesquisas às vezes contêm falhas técnicas, não refletindo com exatidão as diversas variáveis relevantes (nível de renda, sexo, faixa etária, escolaridade, local de moradia etc.). Níveis diferenciados de abstenção e de anulação involuntária de votos freqüentemente não são captados pelas pesquisas. Há também, é claro e por fim, as &#8220;pesquisas&#8221; entre aspas, feitas com o objetivo de ajudar determinado lado na motivação da militância, dos doadores e dos próprios eleitores. Há pesquisas e &#8220;pesquisas&#8221;.</p>
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		<title>A próxima guerra no Oriente Médio, passo a passo</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Feb 2009 19:37:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Passo nº 1 – Israel ataca com mísseis e aviões algumas das instalações nucleares do Irã. O ataque é apenas parcialmente bem-sucedido. Israel não consegue danificar substancialmente o crucial complexo de Natanz, perde alguns aviões e pilotos e tem alguns pilotos capturados como prisioneiros de guerra.</p>
<p>Passo nº 2 – O Irã retalia com uma chuva de mísseis sobre Israel (o Irã tem mísseis à prova de interferência eletrônica e invisíveis aos radares e sonares). Milhares de israelenses morrem ou são feridos.</p>
<p>Passo nº 3 – O Irã fecha o Estreito de Hormuz, entrada e saída do Golfo Pérsico, estrangulando o comércio de petróleo para o Ocidente. Os Estados Unidos tentam reabrir o Estreito, mas a luta incessante não permite. Esta medida será crucial para o desfecho da guerra.</p>
<p>Passo nº 4 – O Hezbollah, agindo a partir do Líbano, lança uma chuva de foguetes e mísseis sobre o norte de Israel, causando mais centenas de baixas entre os israelenses.</p>
<p>Passo nº 5 – Israel invade o Líbano e é enfrentado pela guerra de guerrilhas do Hezbollah. Israel bombardeia intensamente o Líbano, causando centenas de mortos e feridos entre os civis, como em 2006.</p>
<p>Passo nº 6 – Israel tenta invadir a Síria, mas encontra forte resistência. O avanço é lento e as baixas são numerosas.</p>
<p>Passo nº 7 – O Irã envia grande quantidade de tropas para defender a Síria, usando, com consentimento, território e espaço aéreo turcos. Tropas israelenses e iranianas finalmente se enfrentam, em território sírio, perto da fronteira israelense.</p>
<p>Passo nº 8 – Tropas iranianas e sírias entram no Líbano, juntando-se ao Hezbollah contra Israel.</p>
<p>Passo nº 9 – Mísseis e ataques aéreos continuam fazendo grandes estragos, em ambos os lados.</p>
<p>Passo nº 10 – A Rússia adverte Israel a não usar armas nucleares.</p>
<p>Passo nº 11 – A Rússia adverte os Estados Unidos a ficarem fora da guerra.</p>
<p>Passo nº 12 – O mundo islâmico entra em convulsão e combustão. A revolução islâmica toma o poder no Paquistão, potência nuclear.</p>
<p>Passo nº 13 – O Paquistão adverte Israel a não usar armas nucleares.</p>
<p>Passo nº 14 – A revolução islâmica toma o poder no Egito.</p>
<p>Passo nº 15 – Israel invade o Egito, mas a luta é dura.</p>
<p>Passo nº 16 – Multidões na Turquia exigem a entrada do país na guerra.</p>
<p>Passo nº 17 – Os turcos entram no Líbano e, ao lado dos iranianos, dos sírios e do Hezbollah, expulsam os israelenses do território libanês.</p>
<p>Passo nº 18 – Começa a invasão do território israelense, a partir do Líbano e da Síria.</p>
<p>Passo nº 19 – A partir da Jordânia, que não está na guerra, a Al-Qaeda lança mísseis nucleares táticos contra Israel, causando milhares e milhares de mortes. Israel está perto de sucumbir.</p>
<p>Passo nº 20 – A Rússia renova suas advertências contra o uso de armas nucleares por Israel e contra a entrada dos Estados Unidos na guerra.</p>
<p>Passo nº 21– Obama é fortemente pressionado em casa para socorrer Israel.</p>
<p>Passo nº 22 – Israel é invadido também a partir do sul, pelo Egito.</p>
<p>Passo nº 23 – Os Estados Unidos enviam tropas a Israel.</p>
<p>Passo nº 24 – A Rússia ataca Israel.</p>
<p>Passo nº 25 – A China invade Taiwan. A guerra não é mais apenas no Oriente Médio.</p>
<p>Passo nº 26 – A Coréia do Norte invade a Coréia do Sul e ameaça ataques nucleares contra o Japão e os Estados Unidos. A guerra se torna mundial.</p>
<p>Passo nº 27 – Mesmo com a ajuda do império mambembe (os Estados Unidos), a situação de Israel é insustentável. É feito um acordo geral para evacuar os israelenses e transportá-los para os EUA, onde receberão um generoso pedaço de terra à beira-mar no Texas.</p>
<p>Passo nº 28 – O Ocidente perde a guerra em todas as frentes: a China reincorpora Taiwan e a península coreana é reunificada sob o comunismo norte-coreano. A Rússia faz grandes ganhos territoriais na Europa Oriental e no Cáucaso. O mundo entra numa nova era.</p>
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		<title>American Hiroshima</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 09:47:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar no projeto <em>American Hiroshima</em>? Seria um projeto da Al-Qaeda, já em adiantado andamento, para explodir sete artefatos nucleares em solo americano, em cidades importantes, sobretudo Nova York e a capital Washington. O pessoal e o equipamento já&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já ouviu falar no projeto <em>American Hiroshima</em>? Seria um projeto da Al-Qaeda, já em adiantado andamento, para explodir sete artefatos nucleares em solo americano, em cidades importantes, sobretudo Nova York e a capital Washington. O pessoal e o equipamento já estariam dentro dos Estados Unidos há vários anos. O objetivo seria dar o <em>coup de grace</em> no império americano. Para apresentar a vocês o projeto <em>American Hiroshima</em>, transcrevo a seguir duas entrevistas, a primeira feita em árabe e traduzida para o português, a segunda transcrita no original em inglês. O primeiro entrevistado supostamente é Al-Aqusuf, o nº 3 da Al-Qaeda. O segundo é Paul L. Williams, historiador americano, autor de vários livros sobre as Cruzadas e sobre o chamado terrorismo islâmico dos tempos atuais. A primeira entrevista vem do site UmaNovaEra e a segunda procede do site GlobalPolitician. Os endereços são <a href="http://www.umanovaera.com/" rel="external" target="_blank">www.umanovaera.com</a> e <a href="http://www.globalpolitician.com/" rel="external" target="_blank">www.globalpolitician.com</a>. Boa leitura!</p>
<h3><strong>Primeira entrevista:</strong></h3>
<p>“Não há Religião mais elevada que a Verdade!”</p>
<p><strong>COMO, POR QUE E QUANDO DESTRUIR OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA</strong></p>
<p>Entrevista com um membro da Al Qaeda</p>
<p>Esta entrevista circula na Internet. Pode ser verdadeira, mas também pode não ser. Pode ser um balão de ensaio, ou um embuste. Ou pode ser autêntica, porém feita de maneira a não parecer. Ou vice-versa&#8230; Pode tudo. Tirem suas conclusões. Quanto aos diretamente envolvidos: dêem de ombros&#8230; ou ponham as barbas de molho.</p>
<p>A entrevista a seguir foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com o terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf. Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, é doutor em física e tem mestrado em economia internacional. Na entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz do Iguaçu e foi traduzida para o português por um professor universitário da comunidade árabe daquela cidade. Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe, desta entrevista.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Qual o objetivo da rede Al Qaeda?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Destruir o Grande Satã, isto é, os Estados Unidos e Israel.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Por que?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Os USA vem ao longo de 60 anos impregnando o mundo com a sua arrogância, ganância e maleficência. É a encarnação de tudo que é mau. As pessoas que vivem neste planeta não merecem este martírio.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Esta visão não é um tanto unilateral?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Não, é só você observar os últimos acontecimentos. O desrespeito ao tratado de Kyoto, o caso do Tribunal Penal Internacional Permanente, a inatividade em relação aos nossos irmãos palestinos, a ganância financeira com especulações absurdas sobre os países do Terceiro Mundo, o descaso completo com outros povos oprimidos e outras infinidades de situações que todos os chefes de Estado ao redor do mundo conhecem. E para coroar a situação: a doutrina Bush de &#8220;atirar primeiro e perguntar depois&#8221;. Isso é um abuso inaceitável e portanto terá conseqüências muito graves.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Mas o desenvolvimento e a influência americana não são fruto de uma competência?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Competência em extorquir, competência em subjugar, competência em mentir. Após a Segunda Guerra Mundial, o USA era o único país industrializado com o seu parque de fábricas intacto. Emprestando dinheiro, como um bom agiota, acabou por se tornar um pais muito rico e poderoso; porém, sua ganância não foi reduzida. Hoje os americanos vivem como nababos, desperdiçam como nenhum outro povo, gastam cerca de 80 bilhões de dólares, por ano, só em apostas. Perderam a noção de espiritualidade e vivem em constante pecado. A cada dia que passa os USA demonstram que não sabem viver com os outros povos; por isso, merecem ser destruídos.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Não seria mais fácil assassinar o presidente George W. Bush?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Em primeiro lugar não iria adiantar nada, além, talvez, de transformá-lo em mártir. Quando você tem um inimigo poderoso pela frente a melhor estratégia é não matá-lo e, sim, fazê-lo perder a liderança por incompetência e deixá-lo viver para ver isto acontecer.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; A rede Al Qaeda tem capacidade bélica de guerrear com o USA?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Se analisarmos a história, veremos que toda grande guerra, antes de ser iniciada, era baseada em conceitos já estabelecidos. Mas, observando bem, esses conceitos e estratégias de nada adiantaram, pois uma outra forma de guerra estava por ser travada. Um exemplo foi a construção da Linha Maginot pelos franceses, após a Primeira Guerra Mundial, e que na realidade, se mostrou completamente inútil diante das forças invasoras. Os porta-aviões, submarinos nucleares, satélites espiões de nada adiantarão na próxima guerra.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Autoridades americanas mantêm presa mais de 1000 pessoas suspeitas de terrorismo após 11 de setembro. Isto não compromete os planos da Al Qaeda?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Destas pessoas presas, talvez 20 ou 30 pertençam à Al Qaeda. Porém, são do segundo escalão. Nós possuímos mais de 500 integrantes do primeiro escalão e 800 do segundo escalão dentro dos USA.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; O que significa primeiro ou segundo escalão?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Primeiro escalão são integrantes da Al Qaeda que se encontram no USA há mais de dez anos, muitos deles casados e com filhos. Conhecem por alto os planos e estão apenas aguardando um telefonema. Também são conhecidos por &#8220;adormecidos&#8221;. Os de segundo escalão chegaram nos últimos 5 anos e não possuem a mínima idéia dos planos.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Mesmo os casados, com filhos, estariam dispostos a morrer com suas famílias?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Sim. Todos estão dispostos a morrer. Vide 11 de setembro.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Nos planos gerais da Al Qaeda, o que foi o 11 de setembro?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Numa escala geral, foi apenas o início. Foi apenas uma maneira de chamar a atenção do mundo para o que ainda virá.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quantos membros a Al Qaeda possui?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; De primeiro escalão, perto de 5 mil; de segundo escalão, perto de 20 mil ao redor do mundo.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Na prisão de Guantánamo, há algum integrante do primeiro escalão?</p>
<p>Al-Asuquf – Não. Inclusive muitos nem são da rede Al Qaeda.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como a Al Qaeda pretende destruir a nação mais poderosa de toda a história?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; É uma questão de logística. Usando o seu próprio veneno, isto é, atacando o coração do que eles consideram a coisa mais importante neste mundo, o dinheiro.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como assim?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; A economia americana é uma economia de falsas aparências. Não existe lastro econômico real para a economia americana. O PIB americano é algo em torno de 10 trilhões de dólares, sendo que apenas 1% vem da agropecuária, apenas 24% vêm da indústria. Portanto 75% do PIB americano vêm de serviços e grande parte disto são especulações financeiras. Para quem entende de economia, e ao que parece o secretário do Tesouro americano, Paul O&#8217;Neil, não entende ou não enxerga, basta ver que o USA como um todo se comporta como uma imensa companhia &#8220;ponto-com&#8221; e os dólares propriamente dito são suas ações.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; O senhor pode explicar mais?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; O valor das ações de uma companhia é diretamente proporcional à rentabilidade desta empresa. Quando a empresa é apenas prestadora de serviços e não produz bens, o valor de suas ações depende de sua credibilidade. O que quero dizer é que se a credibilidade dos USA for abalada, suas ações (o dólar) irão cair numa velocidade impressionante e toda a economia americana entrará em colapso.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como o senhor tem certeza disto?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Em escala menor, é exatamente o que os grandes grupos financeiros fazem com países do Terceiro Mundo para conseguir rentabilidades, em um mês, iguais às que nenhum banco suíço poderia dar em 4 ou 5 anos.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como, portanto, a Al Qaeda conseguiria abalar a economia americana a esse ponto?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Provocando um déficit de 50 a 70 trilhões de dólares, o equivalente ao PIB de 5 a 7 anos dos USA.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como isto seria feito?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Com a destruição das 7 maiores cidades americanas e mais algumas medidas.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Isto seria feito através de que método?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Usando bombas atômicas.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Com toda a segurança nos USA, como, hipoteticamente, estas bombas seriam lançadas em solo americano?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Elas não serão lançadas, elas já estão lá.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; O que o senhor está dizendo?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Já existem 7 ogivas nucleares em solo americano que foram colocadas antes do 11 de setembro e estão prontas para serem detonadas.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como elas entraram nos USA?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Antes do 11 de setembro a segurança americana era um fiasco, e mesmo depois, se fosse necessário, também conseguiríamos colocar as bombas nos USA. Elas entraram através dos portos marítimos, como cargas normais.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como isto é possível?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Uma ogiva nuclear não é maior que uma geladeira. Portanto, pode ser facilmente camuflada como uma. Em um porto marítimo chegam milhares de contêineres por dia. Por mais eficiente que seja a segurança, é impossível checar, vasculhar e examinar cada contêiner.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; De onde vieram estas bombas atômicas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Foram compradas no mercado negro.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; De quem?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Da antiga URSS compramos 5 e do Paquistão mais 2.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como é possível comprar uma bomba atômica, não existe segurança?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Antes de 1989 era praticamente impossível. No entanto, após a queda do muro de Berlim, o exército russo entrou em um processo de autofagia e alguns generais de alto escalão começaram a perder seus privilégios. Por conseguinte, ficaram altamente susceptíveis às corrupções. O próprio General Lebed, já falecido, e o chefe da comissão de inspetores de armas da ONU, Hans Blix já sabiam disto, apesar de o ministro da Defesa russo, Serguey Ivanov, negar.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quanto custa uma bomba nuclear?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Algo em torno de 200 milhões de dólares.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como a AL Qaeda conseguiu este dinheiro?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Temos vários patrocinadores.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quem são eles?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Existem vários países que nos patrocinam e mais algumas pessoas muito ricas.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; São todos países árabes?</p>
<p>Al-Asuquf – Não; existem, inclusive, países da Europa que também têm interesse na queda dos USA.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quem são estas pessoas ricas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Pessoas que também se cansaram de ver os USA sugando o resto do mundo.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Saddam Hussein é uma delas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Poderia se dizer que é apenas um dos colaboradores, na pessoa de Abdul Tawab Mullah Hawaish, seu vice-primeiro-ministro e responsável pelos programas de armas do Iraque.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Estas bombas atômicas são de que potência?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; As 5 ogivas russas são dos antigos mísseis T-3, também conhecidos como RD-107 e sua potência é algo em torno de 100 kilotons cada uma, isto é, 5 vezes a bomba de Hiroxima. As paquistanesas são menos potentes, algo em torno de 10 kilotons.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; As bombas não podem ser detectadas e desarmadas pelas autoridades americanas?</p>
<p>Al-Asuquf – Não. Apesar de antigas, elas sofreram modernizações e estão muito bem escondidas. Mesmo que fossem localizadas, elas possuem dispositivos de autodetonação se alguma coisa se aproximar. Mesmo pulsos eletromagnéticos não são capazes de desativá-las.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Elas não emitem radiação? Não podem ser detectadas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Não. Elas estão envoltas em grossas paredes de chumbo.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Um navio paquistanês, suspeito, há pouco tempo foi vistoriado e só encontraram barras de chumbo. Isto tem alguma coisa a ver com as bombas?</p>
<p>Al-Asuquf – Sim. Entretanto, aquele chumbo seria apenas uma cobertura extra, não necessariamente fundamental.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Como estas bombas seriam detonadas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Existem vários métodos: ligação por celular, rádio-freqüência, abalos sísmicos ou pelo seu relógio regressivo.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Uma vez detonadas, estas bombas causariam a morte de quantas pessoas?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Depende, pois o plano é muito maleável.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Qual é, portanto, todo o plano?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; A principio seria detonada uma ogiva, o que iria provocar a morte de 800 mil a 1 milhão de pessoas e provocaria um caos de proporções nunca antes vistas. Durante este caos, mais 2 ou 3 aviões agrícolas que se encontram desmontados em celeiros perto de estradas sem movimento do interior dos USA levantariam vôo para pulverizar mais 2 ou 3 grandes cidades americanas com varíola, em missões suicidas. Isto significa que uma vez identificada a varíola, todos os portos aéreos e marítimos seriam fechados para quarentena. As fronteiras terrestres também se fechariam. Nenhum avião, barco ou veículo terrestre sairia ou entraria nos USA. Isto seria o caos total. O secretário de imprensa da Casa branca, Ari Fleischer, terá muito trabalho para fazer.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Mas o governo americano garantiu que em 5 dias poderia produzir vacina contra a varíola para toda a população.</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Ataques suicidas paralelos serão feitos contra as fábricas das vacinas.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Qual seria a primeira cidade?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; A primeira cidade será a que melhores condições apresentar. Por exemplo, céu claro, ventos de 8 ou mais milhas/hora em direção ao centro do país, para que a poeira radioativa possa contaminar a maior área possível.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Esse ataque aniquilaria os USA?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Não. Mas o processo estaria iniciado. Quem iria comprar algum alimento dos USA sabendo que poderia estar contaminado por radiação? Quem iria viajar para os USA sabendo da possibilidade de contrair varíola? Quem continuaria a investir dinheiro em instituições americanas? Como no World Trade Center, seria apenas uma questão de tempo para toda a estrutura econômica ruir e virar pó. Se os objetivos forem alcançados com uma bomba e a varíola, provavelmente iremos poupar a vidas de outras pessoas Contudo, é arriscado e provavelmente mais 6 bombas atômicas serão detonadas, uma por semana, e mais ataques com armas químicas serão efetuados.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quantas pessoas inocentes morrerão?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Segundo estimativas feitas por mim e Ayman Al-Zawahiri, algo em torno de 15 milhões, devido às bombas atômicas e sua radiação. Das contaminadas por varíola, 25% morrerão, algo em torno de mais 5 milhões e muito outras devido ao caos e à desordem instalada.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Mas a resposta militar americana?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Praticamente não haverá. Mesmo que cinco ou dez cidades sejam escolhidas de maneira aleatória para serem destruídas, ainda será um preço pequeno para pagar. O problema é que o desespero econômico será tão grande que até poupar de gastar armas desnecessariamente ocorrerá, pois a liquidez de bens americanos ficará quase a zero e nesta altura os USA ganharão mais vendendo um porta-aviões da classe Nimitz, que custa perto de 5 bilhões de dólares, para a Turquia ou Itália, por 1 bilhão de dólares, pois precisarão se recapitalizar de maneira urgente, mas será tarde demais. Além do mais, qual será o moral de um soldado americano para lutar, sabendo que toda a sua família morreu e seu país deixou de existir? Lutar pelo quê?</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; A economia mundial, também, não ruirá?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; No inicio será muito difícil, uma grave crise econômica se instalará. Porém, sem os USA o mundo logo se erguera de maneira mais justa e fraterna.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; E Israel?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Como vocês dizem&#8230; será a sobremesa.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; O porta-voz de bin Laden, Sulaiman Abu Gheith, sabe que o senhor deu esta entrevista?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Foram ele e bin Laden que me sugeriram que desse a entrevista.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Osama bin Laden está vivo?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Vivo e com muita saúde, ao lado de seus comandantes, Mohammed Atef e o Mulá Omar.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; E o senhor não receia que venham a descobrir os planos da Al Qaeda?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; O plano já está em sua contagem regressiva, nada mais poderá pará-lo.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Nem mesmo um pedido de desculpas e novas atitudes por parte dos USA?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Isso não aconteceria, e mesmo assim é tarde demais.</p>
<p>Al-Jazeera &#8211; Quando será iniciado o ataque?</p>
<p>Al-Asuquf &#8211; Não posso revelar. Allah Akbar (Deus é Grande)</p>
<h3><strong>Segunda entrevista</strong></h3>
<p>Nuclear 9/11: Interview with Dr. <strong>Paul L. Williams</strong></p>
<p><strong>Ryan Mauro</strong> &#8211; 9/11/2007</p>
<p>Dr. <strong>Paul L. Williams</strong> is a former consultant to the FBI on organized crime and terrorism. Since then, he has become an award-winning investigative journalist and written several books. A central point of his latest book, “The Al Qaeda Connection”, is that Osama Bin Laden has obtained nuclear weapons and smuggled them into the US through Mexico with the help of the MS-13 criminal group for use in a plot known as “American Hiroshima.”</p>
<p>RM: Much has been written about the &#8220;American Hiroshima &#8221; report. How did you first learn about the plot?</p>
<p>PW: I have a unique background. I hold a Ph.D. in philosophy from Drew University and I am a seasoned and award-winning journalist. I came upon the story of bin Laden&#8217;s acquisition of tactical nuclear weapons while working as the editor/publisher of THE METRO and a consultant on organized crime for the FBI. Several members of the Chechen Mafiya, who had emigrated to Little Odessa, muscled into the operations of the Bufalino Crime Family in Northeast Pennsylvania by selling choice Number Four heroin, guns of every description, and stolen high-end cars from New York and New Jersey.</p>
<p>I learned that they came to the U.S. after Makhmud and his associates sold tactical nukes and nuclear materials to Osama bin Laden and Ayman al-Zawahiri. I began to search for evidence of this sale and came upon stories in The Jerusalem Report and The London Times and Arab stories in Muslim magazine, Al-Watan al-Arabi , and al-Majallah . This led me to other sources and reports of further sales of nukes from the former Soviet Union to al Qaeda not only by the Chechens but also the Russian Mafiya and black-marker arms-dealers, including Semion Mogilevic from the Ukraine . Such information can be obtained by any journalist with a telephone, a computer, and a library card.</p>
<p>I further learned that the sales to al Qaeda have been verified by a host of intelligence officials and weapons inspectors, including Hans Blix, former Director General of the U. N.&#8217;s International Atomic Energy Agency. The sales were even verified by bin Laden and al-Zawahiri in their pronouncements that they have obtained a small arsenal of nuclear weapons from black-market sources. My research took me farther into dealings between bin Laden and Dr. A. Q. Khan and the fact that over twenty nuclear scientists and technicians from Khan&#8217;s research laboratories in Pakistan worked with al Qaeda on a regular basis to maintain and modify the weapons that had been purchased and to develop other weapons from the highly enriched uranium and plutonium that bin Laden hade purchased from Uzbekistan and other countries.</p>
<p>Dr. Mahmood and Dr. Majeed, two of the leading officials at the Khan facility, confessed to CIA and ISI interrogators that they participated in al Qaeda&#8217;s nuclear projects. The fact that the Chechens possessed the nukes should be no surprise to any reporter or investigator. In 1995, the Chechens under Commander Shamail Basayev planted a radiological bomb in Izmailovsky Park near Moscow . The bomb was made of cesium-137, and, if detonated, would have killed thousands of Russians. This incident represented the first case of a nuke to be deployed as a weapon of terror. Later that same year, Dzokhar Dudayev, the leader of the Chechen Mafiya, offered to sell his collection of nuclear weapons to the United States in exchange for U. S. recognition of Chechnya &#8217;s independence. The Clinton Administration declined and so the weapons were sold to al Qaeda.</p>
<p>More importantly, there is empirical proof that al Qaeda possesses nukes. In 2000, British agents posed as recruits from a London mosque to infiltrate al-Qaeda training camps in Afghanistan . In Herat , they saw nuclear weapons being manufactured. Similarly, an al-Qaeda operative was arrested at the checkpoint at Ramallah with a weapon strapped to his back. At first, Israeli intelligence thought that the weapon was a radiological bomb but later confirmed, as reported by Richard Sales of UPI and other reputable journalists, that it was a tactical nuke. There are more examples, including the canister of uranium 238 that U.S. military officials discovered in a lead canister in Kandahar at the outset of Operation Enduring Freedom.</p>
<p>RM: How come other terrorism experts, Steven Emerson for example, haven&#8217;t warned us about the plot? In other words, why does it seem so out of the mainstream?</p>
<p>PW: Few military and intelligence officials question bin Laden&#8217;s ability to launch his plan for the American Hiroshima. General Eugene Habiger, former Executive Chief of Strategic Weapons at the Pentagon, said that an event of nuclear mega-terrorism on U. S. soil is &#8220;not a matter of if, but when.&#8221; During the 2004 presidential debates, President Bush and Senator Kerry said that nuclear weapons in the hands of terrorists represent the greatest danger facing the American people, while Vice President Cheney, on the campaign trail, warned that a nuclear attack by al Qaeda appears imminent. Before leaving office, Attorney General John Ashcroft and Homeland Security Director Tom Ridge both voiced that belief that al Qaeda&#8217;s plan to nuke cities throughout the country soon might come to fruition.</p>
<p>From the private sector, Warren Buffet, who establishes odds against cataclysmic events for major insurance companies, concluded that an imminent nuclear nightmare within the United States is &#8220;virtually a certainty.&#8221; From the academic community, Dr. Graham Allison, director of Harvard University &#8217;s Belfer Center for Science and International Affairs, said: &#8220;Is nuclear mega-terrorism inevitable? Harvard professors known for being subtle or ambiguous, but I&#8217;ll try to the clear. &#8216;Is the worst yet to come?&#8217; My answer: Bet on it. Yes.&#8221; Finally, from the mainstream media, Bill Keller, editor of The New York Times, concluded that the only reason for thinking a nuclear attack won&#8217;t happen is because &#8220;it hasn&#8217;t happened yet&#8221; &#8211; - adding that such reasoning represents &#8220;terrible logic.&#8221; And so, <strong>Ryan</strong>, the message has been delivered but few are listening.</p>
<p>Emerson&#8217;s importance as an analyst pales in comparison to that of Michael Scheuer, the CIA of and author of IMPERIAL HUBRIS, who was in charge on &#8220;the Alec file,&#8221; the CIA&#8217;s file on bin Laden. On November 14, 2004 , Scheuer appeared on &#8220;60 Minutes&#8221; to alert the American people that a nuclear attack by Al Qaeda &#8220;is pretty close to being inevitable.&#8221;</p>
<p>RM: In your upcoming book, &#8220;The Al-Qaeda Connection,&#8221; you write that former Russian KGB and Spetsnaz operatives maintain Bin Laden&#8217;s nuclear arsenal. When were they hired and how do we know they are capable of such a monumental task?</p>
<p>PW: Bin Laden and al-Zawahiri began recruiting former SPETZNAZ technicians circa 1997. By 1999, a host of such technicians (along with nuclear scientists from China ) were working at al Qaeda laboratories in Afghanistan and Pakistan . By 2000, al Qaeda also secured the help of scientists and technicians from the A. Q. Khan Research Facility in Pakistan , including the assistance of Khan himself.</p>
<p>On September 11, 2001 , when the attack was taking place in America , bin Laden and company were meeting with Dr. Sultan Bashiruddin Mahmood, former Chairman of Pakistan&#8217;s Atomic Energy Commission, and Dr. Chaudry Abdul Majid, Chief Technician for the A. Q. Khan Facility, to discuss the maintenance and deployment of al Qaeda&#8217;s nuclear arsenal. When the CIA confiscated records from Ummah Tameer E-Nau (&#8220;Islamic Reconstruction&#8221;), Dr. Mahmood&#8217;s bogus charity in Kabul , they discovered evidence from Mahmood&#8217;s computer that at least one al Qaeda nuke had been forward deployed to the U. S. from Karachi in a cargo container. After interrogating Mahood and Majid, CIA officials discovered that more than a score of scientists and technicians from the A. Q. Khan Facility worked on a daily basis to develop, upgrade, and maintain the al Qaeda nuclear arsenal. Almost all of these scientists have escaped from Pakistan to avoid arrest.</p>
<p>US officials have been denied permission to interrogate Dr. Khan, even though we know that he provided nuclear technology and designs for atomic bombs not only to Libya , Iran and North Korea , but also Saudi Arabia , Kuwait , Sudan Nigeria, Brazil , Egypt , Malaysia , Indonesia , Algeria , Abu Dhabi , and Myanmar . In Myanmar , for example, Dr. Sulieman Asad and Dr. Mohammad Ali Mukhtar, are building a ten-megawatt nuclear reactor, while still providing help and expertise to the al Qaeda network. It&#8217;s a hellava situation and the press is not reporting it.</p>
<p>RM: Do you have any information on what the US and its friends are doing to try to stop the plot?</p>
<p>PW: On October 11, 2001 , George Tenet, former CIA director, met with President Bush to inform him that at least two tactical nukes have reached al Qaeda operatives in the US . This news was substantiated by Pakistan &#8217;s ISI, the CIA, and the FBI.</p>
<p>In accordance with this discovery, the Bush Administration deployed hundreds of new and sophisticated Gamma Ray Neutron Flux Detector sensors to US borders, overseas facilities, and &#8220;choke points&#8221; around Washington DC . The administration further assigned Delta Force, the elite special operations detachment unit of the US Army, the task of killing or disabling any or all suspects. Such measures have proved to be ineffective. Richard <strong>L</strong>. Wagner, senior staff member at the Los Alamos National Laboratory, testified before the House Homeland Security Subcommittee on the Prevention of Nuclear and Biological Attack that the currently installed radiation detection systems are highly limited in their capabilities and, in general, insufficient to the task. To add to the problem of insecurity, the borders remain almost completely porous and less than 10% of the freight that arrives at major ports (including New York/New Jersey) is inspected.</p>
<p>RM: Where is the WMD arsenal now that Afghanistan is occupied?</p>
<p>PW: The nuclear weapons were not contained solely in Afghanistan . Al Qaeda laboratories were established in the Balkans, Sudan , Pakistan , Egypt , Saudi Arabia and even places like Myanmar . A number of these weapons have been forward deployed to Mexico and the US.</p>
<p>My educated guess would be that arsenals have been established in several of the following countries: Pakistan , Sudan , Saudi Arabia , Myanmar , Algeria , Indonesia , Malaysia , Abu Dubai , Iran , Syria , and Lebanon . The last three in light of the al Qaeda truce and bonding with Hezbollah. Myanmar looms large since very sinister events are taking place there. These events, including the construction of large reactors, have been made possible by fugitive scientists and technicians from the Khan Research Facility .But don&#8217;t lose sight of the fact that nukes have been forward deployed to al Qaeda cells in Canada , Mexico , and the US.</p>
<p>RM: Why haven&#8217;t the weapons been used already? One can&#8217;t help but think that the best time to use the weapons would have been during the invasions of Afghanistan or Iraq.</p>
<p>PW: The worst time for al Qaeda to use its nuclear weapons would have been during the invasions of Afghanistan and Iraq when the US remained on high alert. A defining characteristic of bin Laden is patient. His favorite Islamic verse is as follows: &#8220;I will be patient until Patience is outworn by patience.&#8221; He started plotting the 1998 bombings of the US embassies in Kenya and Tanzania when he was in the Sudan in 1993; the attack of the USS Cole was more than two years in the making and eight years passed between the first attack on the World Trade Center and the second. The planned American Hiroshima is enormous in scope. It requires not only development and (in some cases) rebuilding of the weapons along with codification for detonation but also forward deployment, site preparation, and precise strategic coordination with scattered cells.</p>
<p>Bin Laden will not allow the attack to take place unless there is certainty of success. His entire resources (including the gains from the poppy fields) have been spent on this operation. After scrutinizing the situation and analyzing the data, Bill Keller, editor of The New York Times , said that the &#8220;best reason&#8221; for thinking that the nuclear attack by al Qaeda will NOT happen is because &#8220;it hasn&#8217;t happened yet,&#8221; adding this conclusion represents &#8220;terrible logic.&#8221; I agree with him.</p>
<p>RM: Is there any indication of when Bin Laden intends to use the arsenal?</p>
<p>PW: Bin Laden can&#8217;t sit on these weapons for years. They require constant maintenance. At any given time, a tactical nuke exudes a temperature in excess of 100 degrees Fahrenheit. This means that they are prone to oxidation and rust. Moreover, the triggers that emit large quantities of neutrons at high speeds decay rapidly and have short half-lives &#8211; - most would become useless without maintenance in less than four months. The nuclear cores also are subject to decay and over the course of several years would fall below the critical mass threshold. Though the shells that encase the cores are the most durable parts of the weapons, they, too, are subject to contamination. The tritium used to compensate for the required amount of conventional explosives to compress the fissile core within the compact devices is less of an issue since it has a half-life of 12.3 years. Taking all things into consideration, the attack should occur within the very near future. The bombs which bin Laden began building in 1992 are for the American Hiroshima.</p>
<p>RM: Given the heat and radiation given off by the nuke, couldn&#8217;t it be detected?</p>
<p>PW: Richard <strong>L</strong>. Wagner, senior staff member at the Los Alamos National Laboratory and one of the founders of the Department of Energy&#8217;s Nuclear Emergency Search Team, recently told Congress that major breakthroughs in the ability of the US government to locate rogue nukes may be FIVE years away. Wagner, a Ph.D. whose specialty is radiation detection, testified that better technology and more radiation detention devices are needed to stop the nuclear terrorist threat. &#8220;Currently installed radiation detection systems, or systems which could be procured in quantity in the next year or two, are quite limited in their capabilities and, in general, are insufficient for the task,&#8221; he testified. &#8220;Substantial research and development is needed to improve detection capabilities.&#8221; A nuclear gun bomb that could be fired from a 155 millimeter recoilless rifle could be packed in the small container, stuffed into the truck of a car or van, and transported into any major metropolitan city within the US without detection. That&#8217;s the fact of the matter. Other weapons could be transported by private plane to any major airport. Less than 25% of the freight on private planes is inspected let alone subjected to radiation detection. To complicate matters, the ports of entry (such as the airports) are now controlled by the Albanian Mafia. The Albanians have taken over the operations of the Italian-American crime families and have become, according to the FBI, the leading criminal organization in the US . The Albanians, as you know, are Muslims with ties to radical Islam and, through the KLO, al Qaeda.</p>
<p>RM: I have trouble believing that teams required to maintain a nuclear weapon wouldn&#8217;t be detected here in the US.</p>
<p>PW: There isn&#8217;t just one team but, at least, seven. They are working within mosques and Islamic centers. In the US , a federal judge will not provide any FBI or law enforcement agent with a warrant to search a mosque of an Islam center for ANY reason since such places are listed as &#8220;houses of worship.&#8221;</p>
<p>RM: Seven teams?</p>
<p>PW: At least seven teams. according to information obtained from Khalid Sheikh Mohammed and other al Qaeda operatives, in at least seven metropolitan areas. These areas have been identified as New York , Miami , Houston , Las Vegas , Los Angeles , Chicago , and Washington DC . The attack will occur simultaneously at the seven sites.</p>
<p>RM: How do you know you can trust what Khalid Sheikh Mohammad said? In the past, he&#8217;s given us bogus information, some of which led to orange alerts. Some say he and other Al-Qaeda operatives are waging a disinformation campaign meant to dull our senses.</p>
<p>PW: No, you can&#8217;t trust Khalid Sheikh Mohammad but you can trust the information that was obtained from his laptop when he was arrested on March 1, 2003.</p>
<p>RM: Will Bin Laden use them on the American homeland, or also forces overseas and countries that have joined the War on Terrorism?</p>
<p>PW: They are not for use in the United Kingdom , Spain , Italy , Iraq , or Afghanistan . The declaration of war was issued against the United States and al Qaeda insists that over 4 million Americans must die for the sake of parity. They are intent upon realizing this objective and the doomsday clock by all reckoning is very near midnight .</p>
<p><strong>Ryan Mauro</strong> is a geopolitical analyst. He began working for Tactical Defense Concepts (<a href="http://www.tdconcepts.com/" rel="external" target="_blank">www.tdconcepts.com</a>), a maritime-associated security company in 2002. In 2003, Mr. <strong>Mauro</strong> joined the Northeast Intelligence Network (<a href="http://www.homelandsecurityus.com/" rel="external" target="_blank">www.homelandsecurityus.com</a>), which specializes in tracking and assessing terrorist threats. He has appeared on over 20 radio shows and had articles published in over a dozen publications. His book &#8220;Death to America: The Unreported Battle of Iraq&#8221; is scheduled to be published in the coming months. In addition to writing for the Global Politician, he publishes his own web site called <a href="http://www.worldthreats.com/" rel="external" target="_blank"><strong><u>World Threats</u></strong></a>. He may be reached at <a href="mailto:tdcanalyst@aol.com" target="_blank">tdcanalyst@aol.com</a><br />
<a href="mailto:tdcanalyst@optonline.net%20" rel="external" target="_blank"><u>tdcanalyst@optonline.net </u></a></p>
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		<title>Acompanhe aqui os últimos momentos da eleição americana</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 20:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<title>Vejam o que escrevi em 31 de janeiro&#8230;</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2008 17:01:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Considero o candidato republicano definido: é John McCain</strong>, 71 anos (72 na época da eleição), senador pelo Arizona, prisioneiro de guerra no Vietnã durante cinco anos. É o pior candidato para os democratas, pois tem bom trânsito no eleitorado de centro. Ele está 1,8 ponto percentual à frente de Hillary Clinton na média das projeções para novembro. Está 1,5 à frente de Barack Obama na mesma média. <strong>McCain pode ser derrotado pela crise econômica que vai tomando forma nos Estados Unidos de Bush</strong>. Mas a eleição tem tudo para ser mais uma vez muito apertada, decidida talvez por pequena diferença de votos num único estado. Quem é melhor para enfrentar McCain, Hillary ou Obama?</em></p>
<p><em>Ele tem menor taxa de rejeição, parece ter mais apelo fora do Partido Democrático <strong>e pode usar contra McCain o discurso da mudança, da esperança e da renovação, que parece estar sensibilizando a maior parte do eleitorado americano este ano</strong>. Obama tem 46 anos, está em Washington há apenas dois anos, como senador, e é “negro” (na verdade, mestiço), mas não usa o discurso racial. Já Hillary é considerada arrogante por muita gente e é vista, justa ou injustamente, como o caminho para a terceira presidência Clinton.</em></p>
<p><em>Outra questão é quem ganhará a indicação do Partido Democrático. Na média das pesquisas, Hillary está 9,1 pontos à frente. Mas o terceiro colocado, o ex-senador John Edwards, desistiu da disputa <strong>e tudo indica que apoiará Obama</strong>. Ele tinha, em média, 13,5% das preferências. <strong>A indicação democrata poderá ser decidida na Super Tuesday (Superterça, 5 de fevereiro) ou poderá ir além, se a Superterça for equilibrada.</strong></em></p>
<p><em>Mais um fator a ser considerado é a possibilidade de uma terceira candidatura com alguma força. Pode ser a do deputado republicano Ron Paul, do Texas, ou a do prefeito independente de Nova York, o bilionário Michael Bloomberg. Ambas são consideradas fatais para o candidato republicano, <strong>mas não se sabe, a esta altura, se uma delas se tornará concreta.</strong></em></p>
<p><em><strong>Teremos tempos interessantes pela frente.</strong></em> [Ênfases acrescentadas]</p>
<p>Há um erro factual no texto acima: em janeiro de 2008, Obama era senador havia três anos, e não dois anos. De lá para cá, ele já completou 47 anos. Quanto às previsões e especulações:</p>
<ol>
<li>McCain de fato ganhou a candidatura do Partido Republicano.</li>
<li>A eleição de fato se tornou muito difícil para os democratas, por causa da fama de &#8220;maverick&#8221; (independente) que McCain construiu ao longo da longa carreira.</li>
<li>De fato, o discurso de mudança, renovação e esperança de Obama está sendo vital.</li>
<li>De fato, a crise econômica que ia tomando forma, como escrevi, explodiu antes da eleição (<em>thank God!</em>) e vai derrotar McCain.</li>
<li>Realmente, as primárias democratas não foram decididas na Superterça (5 de fevereiro), que foi, de fato, muito equilibrada.</li>
<li>A saída de John Edwards realmente beneficiou Obama, mas seu apoio pessoal não pesou, porque veio quando Obama já estava, na prática, com as primárias no bolso.</li>
<li>Uma terceira candidatura forte não se materializou.</li>
<li>Por causa da implosão econômica dos Estados Unidos, a eleição não será tão apertada como parecia em janeiro que ia ser.</li>
<li>Os tempos estão pra lá de interessantes. Estão interessantíssimos.</li>
</ol>
]]></content:encoded>
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		<title>President Obama</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Sep 2008 16:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No dia 20 de janeiro de 2009, tomará posse como presidente dos Estados Unidos da América o Sr. Barack Hussein Obama, 47 anos de idade, metade europeu, metade africano em sua ascendência.</p>
<p>Por que faço afirmação tão ousada quando ainda&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 20 de janeiro de 2009, tomará posse como presidente dos Estados Unidos da América o Sr. Barack Hussein Obama, 47 anos de idade, metade europeu, metade africano em sua ascendência.</p>
<p>Por que faço afirmação tão ousada quando ainda faltam 35 dias para a  eleição? Porque tudo caminha nessa direção. As pesquisas divulgadas  no domingo 28 de setembro dão vantagem média de 6,5 pontos percentuais  para Obama, chegando a oito pontos na pesquisa Gallup Tracking. E ele está em crescimento, ressalvadas eventuais oscilações. A projeção  do site RealClearPolitics (<a href="http://www.realclearpolitics.com/" target="_blank" rel="external">www.realclearpolitics.com</a>) para o Colégio Eleitoral dá ao candidato democrata 301 assentos contra 237 para o republicano John McCain. Considerando os estados que podem ainda mudar de lado e os que já estão consolidados para um candidato ou para o outro, o RealClearPolitics (RCP) dá a Obama 228 assentos no Colégio Eleitoral (C. E.), dando  a McCain somente 163 e apontando 147 como indefinidos. Para ser eleito, portanto, o candidato democrata precisa de apenas 28,6 % dos assentos  indefinidos, enquanto o republicano necessita de 71,5% dos mesmos assentos.</p>
<p>Outro dado a ser levado em conta é que as maiorias pró-Obama nos estados  indefinidos que tendem para ele são significativamente maiores do que as maiorias pró-McCain nos estados indefinidos em que ele ainda está  à frente. Assim, por exemplo, enquanto McCain tem 1,2 ponto percentual  de vantagem em Ohio (Orráiou), Obama tem 4,4 na Pensilvânia. Enquanto  o republicano está 1,6 à frente na Flórida, o democrata está 5,4  à frente no Colorado. E, quando se observam as pesquisas que fazem  as médias estaduais, Obama quase sempre é favorecido pelas mais recentes, enquanto McCain é mais beneficiado pelas mais antigas, o que indica  uma tendência de reversão pró-Obama em vários estados, inclusive  os citados Ohio e Flórida, que decidiram, respectivamente, as eleições  presidenciais de 2004 e 2000 a favor de Bush (em 2000, com fraude escancarada). Obama não precisa de nenhum desses dois estados para ser eleito, mas  é bem provável que venha a vencer em ambos.</p>
<p>O debate da última sexta-feira teve Barack Obama como vencedor, segundo  as pesquisas de opinião. Numa pesquisa da CBS News apenas com eleitores  independentes e indecisos, 39% declararam Obama o vencedor, 37% disseram que houve empate e 24% apontaram vantagem de McCain, uma diferença de quinze pontos a favor de Obama. Pesquisa da CNN com o eleitorado  em geral deu vantagem de 51 a 38 para o candidato democrata, na avaliação  do debate em geral, e maioria de 58 a 37 no item “quem se saiu melhor sobre a economia”, diferença acachapante de 21 pontos a favor de Obama. E a economia é prioridade absoluta para a maioria dos eleitores  americanos este ano.</p>
<p>Depois de muitos estudos sobre o assunto, tenho a convicção de que Obama  ganhará em todos os estados ganhos por Gore/2000 e/ou Kerry 2004, o que lhe assegurará 264 assentos no Colégio Eleitoral (são necessários  270 para ser eleito e 269 para levar a disputa ao desempate da Câmara  dos Deputados). E tomará dos republicanos os seguintes estados: Colorado  (9 lugares no C. E.), Virgínia (13), Nevada (5), Carolina do Norte  (15), Ohio (20), Indiana (11), Missouri (Mizúri – 11) e Flórida  (27),  ficando com 375 votos no Colégio Eleitoral e deixando McCain  com os 163 que o site RCP lhe dá atualmente como garantidos.</p>
<p>375 a 163. Não se surpreendam se estes números emergirem da madrugada  de 5 de novembro de 2008.</p>
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		<title>Israel não sobreviverá</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 01:00:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Israel é um beco sem saída. Pretende ser ao mesmo tempo um Estado judeu (a estrela de Davi na bandeira já diz tudo) e um Estado democrático. Não se pode ser, ao mesmo tempo, um Estado racial, étnico e religioso e um Estado democrático. Não quando dentro de suas fronteiras e dos  territórios que ele controla existem pessoas de raças, etnias ou religiões  diferentes. Israel não anexa formalmente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza porque, se o fizesse, teria que dar o direito de voto aos  palestinos anexados. Em 2020, haverá mais árabes do que judeus vivendo  entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão, pois a taxa de natalidade  entre os árabes é bem maior do que entre os judeus. Os judeus passariam a ser minoria em Israel. E aí, como ficaria? Estado democrático de  maioria árabe ou apartheid e ditadura judia escancarada?</p>
<p>Acontece que Israel enfrentará esse dilema mesmo sem anexar a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Quase 20% do eleitorado israelense são árabes, que  só têm o direito de ser minoria no Estado judeu, mas que, com sua  taxa de natalidade bem mais alta, tornar-se-ão maioria em algum momento  do século 21. Os judeus com certeza reagirão com apartheid e ditadura  judaica indisfarçável. Cheio de vizinhos muçulmanos hostis ou potencialmente  hostis e com uma maioria árabe dentro de seu próprio território oficial,  Israel não terá como sobreviver. Os judeus que não se retirarem serão  mortos em represália ao apartheid que terão praticado. E a sangrenta  e opressiva aventura sionista será finalmente encerrada.</p>
<p>Há outros cenários possíveis, em prazo mais curto. Por exemplo: A instabilidade crônica do Paquistão, com o Exército e os partidos políticos divididos e desmoralizados, levará, mais cedo ou mais tarde, a uma revolução islâmica. E o Paquistão é potência nuclear consumada. Com um governo revolucionário islâmico na “Terra dos Puros” (o significado de “Pakistan”), alguma organização islâmica militante sunita, como  a Al-Qaeda de Osama bin Laden e Al-Zawahiri, terá acesso a mísseis  nucleares e os empregará contra Israel, usando, talvez de modo clandestino,  o território de algum país do Oriente Próximo.</p>
<p>Há que se considerar, também, a rápida mudança demográfica nos Estados Unidos. Até meados do século 21, a maioria do eleitorado americano  será formada por negros, hispânicos e asiáticos. E aí, meus caros,  adeus ao apoio incondicional, dogmático e automático a Israel. Adeus  aos três bilhões de dólares anuais de ajuda americana. Adeus ao escudo  fornecido pelo Tio Sam. E adeus, <em>goodbye</em>, Israel.</p>
<p>Todos os cenários são catastróficos para o Estado sionista. Se não fossem  a esmola americana e a complacência de ditaduras árabes pró-EUA, como Arábia Saudita e Egito, Israel já teria sido varrido do mapa  há muito tempo. Entretanto, não é uma questão de “se”, mas de  “quando”. É apenas uma questão de tempo. Antes do final deste  século. A partir do século 22, ou de algum momento do século 21, Israel não passará de uma mancha na história da humanidade.</p>
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		<title>McCain ganhou um round, mas a luta é de muitos rounds</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 00:55:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra das convenções foi inequivocamente ganha por John McCain. Sua campanha soube aproveitar-se muito bem do fato de a convenção republicana ter acontecido depois da convenção democrata. Com uma escolha-surpresa  para o posto de vice, na manhã seguinte ao discurso de Obama, a campanha  republicana abafou as repercussões do evento adversário e emendou  um fim de semana de frenesi sobre a vice Sarah Palin com a própria  convenção republicana. Obama, que já havia escolhido seu vice antes  de sua própria convenção, como é obrigatório, não teve um antídoto  contra o oba-oba republicano que monopolizou as atenções por dias  a fio. Resultado: McCain passou à frente de Obama na média das pesquisas,  embora permaneça a situação de empate técnico. A CNN e a empresa  Hotline indicam empate absoluto. A empresa Rasmussen dá McCain um ponto  à frente. A pesquisa diária do Instituto Gallup dá vantagem de cinco  pontos para o republicano. O mesmo Gallup tem outra pesquisa que mostra  McCain à frente dez pontos entre os “votantes prováveis” (aqueles  que votaram nas duas últimas eleições presidenciais) e quatro pontos  à frente entre os eleitores registrados. Se considerarmos a primeira  versão do Gallup, a vantagem média de McCain é de 3,2 pontos percentuais. Considerando a segunda versão, a vantagem republicana cai para 2,0.  De um jeito ou de outro, dentro da margem de erro.</p>
<p>É apenas um momento ou uma situação duradoura? Vai depender de muitas coisas. Haverá, por exemplo, três debates entre McCain e Obama, o primeiro em 26 de setembro, sobre política externa. Haverá também  um debate entre os dois candidatos a vice, Sarah Palin (R) e Joe Biden  (D). Os quatro debates serão cruciais. Assim como será crucial o gigantesco  esforço da campanha de Obama para registrar novos eleitores, sobretudo  entre negros e jovens. O eleitorado de novembro não será o eleitorado  de hoje, e o crescimento está favorecendo Obama. Além disso, o Colégio  Eleitoral não reflete necessariamente a votação nacional, e sua composição  está, neste ano, favorecendo os democratas. O site ElectionProjection  (<a href="http://www.electionprojection.com/" target="_blank" rel="external">www.electionprojection.com</a>) confirma o que eu escrevi em artigo anterior: se vencer em <strong>um</strong> desses quatro estados (Flórida, Virgínia,  Ohio e Colorado), Obama será o presidente. Se McCain ganhar em todos  os quatro, será ele o “commander-in-chief”.</p>
<p>McCain pode ter atingido seu pico ou poderá atingi-lo nos próximos dias. A partir daí, terá que agüentar quase dois meses de anúncios enfatizando  seus vínculos com o impopularíssimo W. Bush. A foto de McCain com a cabeça no ombro de Bush, como se fosse sua namorada, inundará o  país. Seu currículo de mais de 90% de votos no Senado a favor de Bush  será explorado à exaustão. Se resistir a tudo isso e for eleito,  o mundo entrará numa era ainda mais perigosa do que a Era Bush.</p>
<p align="center">* * *</p>
<p>Logo que terminei de escrever este artigo, por volta da 18:30 do dia 8 de  setembro de 2008, fechei o Word e dei uma olhada no site RealClearPolitics (<a href="http://www.realclearpolitics.com/" target="_blank" rel="external">www.realclearpolitics.com</a>) e constatei que a entrada de duas  novas pesquisas mostrando McCain dois pontos à frente reduziu um pouco  sua vantagem na média de pesquisas apresentada pelo site: de 3,2 para  2,9.</p>
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