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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; estoicismo</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>Deus em questão</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2006 18:26:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p class="timestexto">Antes de entrar no assunto de hoje, quero                  fazer algumas considerações sobre o estoicismo,                  dando seqüência aos dois artigos anteriores sobre filosofia                  grega. O estoicismo pode ser resumido da seguinte maneira, como                  fez o francês Descartes, considerado o fundador&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="timestexto">Antes de entrar no assunto de hoje, quero                  fazer algumas considerações sobre o estoicismo,                  dando seqüência aos dois artigos anteriores sobre filosofia                  grega. O estoicismo pode ser resumido da seguinte maneira, como                  fez o francês Descartes, considerado o fundador da filosofia                  moderna: para o estoicismo, a felicidade consiste em vencer a                  si mesmo e não ao destino, em mudar seus desejos e não                  a ordem do mundo. Alguns estóicos gostavam de usar a imagem                  da roda da fortuna: a roda da fortuna gira, gira e pode parar                  a qualquer momento, em qualquer ponto. Se ela parou num ponto                  que lhe é favorável, você aceita, satisfeito                  e feliz. Se parou num ponto que lhe é desfavorável,                  você tem que aceitar também. Não devemos bendizer                  a roda da fortuna quando ela nos favorece e maldizê-la quando                  faz o oposto.</p>
<p class="timestexto">Os estóicos são                  freqüentemente acusados de conformismo, mas é de inspiração                  estóica aquela célebre oração que                  pede aos deuses força para mudar o que pode ser mudado,                  resignação para aceitar o que não pode ser                  mudado e sabedoria para distinguir uma situação                  da outra. Ter consciência da existência e dos fundamentos                  do pensamento estóico nos pode ser de alguma valia em diversos                  momentos, fases e situações. Ouçamos, portanto,                  a voz do estoicismo.</p>
<p class="timestitulo" align="center">* * *</p>
<p class="timestexto">Treze mineiros ficaram presos numa mina no                  estado norte-americano da Virgínia Ocidental. O poder público                  se mobilizou para tentar resgatá-los com vida, a opinião                  pública americana prestou grande atenção                  e os parentes e amigos se uniram para orar pela vida dos treze.                  De repente chega a notícia de que todos haviam sido resgatados                  com vida. &#8220;Deus seja louvado&#8221;, bradaram parentes e amigos.                  &#8220;Deus não podia deixar de ouvir nossas preces, Deus                  é bom, Deus é amor, etc.&#8221; A notícia,                  que na verdade era um rumor, notícia não confirmada,                  acabou se revelando um boato, notícia falsa. Amarga desilusão.                  Dos treze, doze estavam mortos e um em estado crítico.                  Se Deus recebeu o mérito pela situação anterior,                  era de se esperar que recebesse o demérito pela cruel realidade                  da morte dos mineiros, acrescida do atroz sofrimento provocado                  pela brutal reversão de expectativas. Mas não. Nada.                  Os parentes e amigos se voltaram contra as autoridades. Estão                  vivos? Deus seja louvado! Estão mortos? Pau nas autoridades.                  Não é interessante? Estamos diante da falácia                  da seleção de observações: o que é                  bom atribui-se a Deus; para o que é ruim encontra-se outro                  culpado, murmurando-se, no máximo, um rápido &#8220;os                  desígnios de Deus são misteriosos&#8221;.</p>
<p class="timestexto">Atribuem-se a Deus alguns salvamentos improváveis                  num desastre de grandes proporções, como o tsunami                  do final de 2004. Mas não se atribui a ele a culpa pelas                  220 mil mortes e por toda a destruição. Esquece-se                  que coisas improváveis muitas vezes acontecem, porque não                  são impossíveis. Olvida-se que, pela lei das probabilidades,                  é certo que numa grande catástrofe alguns sortudos                  escaparão por um triz. O importante é atribuir a                  Deus as coisas boas e isentá-lo da prática de malefícios.                  Numa das ilhas indonésias mais atingidas pelo tsunami,                  cristãos agradeceram a Deus por terem escapado. Menos de                  três meses depois, milhares deles morreram num terremoto.                  Deus pregou-lhes uma peça. Louvado seja Deus!</p>
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