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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; holocausto</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>O judeu que deve sua vida a Hitler (e o espanhol que ganhou na loteria por ser ruim de tabuada)</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 13:47:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Durante minha graduação em sociologia, estudei o livro <em>How to Lie with Statistics</em> (“Como mentir com estatísticas”), clássico de Darrell Huff. Há poucos anos, li <em>O que é estatística</em>, da coleção “Primeiros Passos”, livro que se baseia na obra de&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Durante minha graduação em sociologia, estudei o livro <em>How to Lie with Statistics</em> (“Como mentir com estatísticas”), clássico de Darrell Huff. Há poucos anos, li <em>O que é estatística</em>, da coleção “Primeiros Passos”, livro que se baseia na obra de Huff. Agora, acabei de ler <em>Risco – A ciência e a política do medo</em>, de Dan Gardner, editora Odisséia, texto que ensina muito sobre como perceber o uso manipulatório de estatísticas.</p>
<p>Um exemplo de Gardner: imagine que alguém lhe diz que o remédio x aumenta o risco da doença y em 40%. Você muito provavelmente ficará alarmado. Mas se for acrescentado que o risco da doença y é de 1% (uma chance em 100) e que o remédio x aumenta esse risco de 1% para 1,4%, ou seja, de uma chance em 100 para 1,4 em 100, sua percepção será bem diferente. A primeira afirmação, portanto, não é mentirosa, mas é enganosa e provoca um medo infundado.</p>
<p>      Os riscos do terrorismo, diz Gardner, são extremamente exagerados com fins políticos e econômicos. Se houvesse um 11 de setembro por mês nos Estados Unidos ao longo de um ano, isto é, um conjunto de ataques terroristas que matassem em torno de três mil pessoas por mês durante um ano, ainda assim a probabilidade de se morrer num acidente de trânsito em território americano (uma em 6.498) seria maior do que a de morrer num ataque terrorista (uma em 7.750, na hipótese de um 11 de setembro por mês durante um ano). Livros como este nos dão uma visão mais realista do mundo.</p>
<p>      Tendo concluído a leitura de Risco, estou começando a ler <em>O andar do bêbado – Como o acaso determina nossas vidas</em>, do físico Leonard Mlodinow. Mal comecei a leitura, mas já vi que a cada parágrafo vai dar vontade de mandar um e-mail para os amigos com alguma informação fascinante tirada do livro. Como a história do espanhol que ganhou na loteria por ser ruim de tabuada. Ele ganhou com um bilhete cujo número terminava em 48. E explicou por que escolheu esse bilhete: “Eu sonhei com o número 7 sete dias seguidos. 7&#215;7 é 48; por isso escolhi um bilhete que terminasse em 48”. Nós, que somos menos ruins em tabuada, sabemos que 7&#215;7 é 49. Se o espanhol soubesse disso, não teria ficado rico.</p>
<p>      Já  o autor do livro, Leonard Mlodinow, deu-se conta de que deve sua existência a Adolf Hitler, porque seu pai, um sobrevivente do campo de concentração de Buchenwald, perdeu a mulher e os dois filhos do primeiro casamento no Holocausto e, ao fim da guerra, emigrou para Nova York, onde conheceu a mãe de Leonard. Ou seja, <em>no Hitler</em>, <em>no Leonard</em>. Isto é, sem Hitler e sem o Holocausto, o físico Leonard Mlodinow nunca teria tido a chance de existir. É claro que Mlodinow, seu irmão e os descendentes deles não são os únicos judeus e não-judeus que devem sua existência a “Adolf”, como chama Brüno, personagem do comediante, também judeu, Sacha Baron Cohen, que fez também o impagável Borat, do filme homônimo.</p>
<p>      Os exemplos deverão se multiplicar ao longo das páginas de <em>O andar do bêbado</em>. Mas me vêm à cabeça agora Michael Jordan, o superastro do basquete americano, e Pelé. Sem a escravidão, nem Jordan nem Pelé jamais teriam existido. Suas existências gloriosas, e as existências gloriosas de inúmeros outros negros do Novo Mundo, são efeitos colaterais da escravidão.</p>
<p>      Muitos casais, que vieram a ter filhos e netos, conheceram-se em comemorações futebolísticas, como a dos argentinos pela conquista da Copa do Mundo de 1978. Aquela conquista só aconteceu porque a Holanda chutou uma bola na trave no último minuto. O jogo estava 1 a 1. Se aquela bola tivesse entrado, não teria havido a prorrogação que deu a vitória à Argentina e os holandeses teriam sido campeões. E aí a comemoração teria sido na Holanda. Casais holandeses teriam se formado na festa, teriam tido filhos e netos e hoje existiria um monte de gente que não existe e nunca vai existir.</p>
<p>      Você  só existe porque seus pais existiam, se conheceram, se casaram, fizeram sexo naquele dia específico, naquela hora específica, seu pai ejaculou naquele instante exato e um dentre milhões de espermatozóides fertilizou um dentre centenas de óvulos. Tudo muito improvável. É muita sorte (ou muito azar) você existir. Mas o mundo é feito de improbabilidades. É tão certo quanto dois mais dois igual a quatro que inúmeras improbabilidades se materializam. Você é uma delas. Parabéns. </p>
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		<title>Podcast #1 &#8211; Por que Israel é um Estado nazista</title>
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		<pubDate>Sun, 12 Apr 2009 20:01:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O artigo lido neste podcast é um campeão de acessos, já tendo sido acessado e lido por milhares de pessoas neste e em outros sites, às vezes com crédito, outras vezes sem o devido crédito. Trata-se de um texto curto que prova incontestavelmente que Israel é um Estado nazista.</p>
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		<itunes:summary>O artigo lido neste podcast eacute; um campeatilde;o de acessos, jaacute; tendo sido acessado e lido por milhares de pessoas neste e em outros sites, agrave;s vezes com creacute;dito, outras vezes sem o devido creacute;dito. Trata-se de um texto curto que prova incontestavelmente que Israel eacute; um Estado nazista.</itunes:summary>
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		<title>Pelo direito de negar o Holocausto</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2007 17:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Recebi  algumas mensagens com uma denúncia grave: o deputado judeu Marcelo  Zaturanski Itagiba (PMDB/RJ), respaldado pelo governador petista da  Bahia, Jaques Wagner, quer tornar crime no Brasil a negação do holocausto.  Trata-se de um grave atentado à liberdade de expressão&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebi  algumas mensagens com uma denúncia grave: o deputado judeu Marcelo  Zaturanski Itagiba (PMDB/RJ), respaldado pelo governador petista da  Bahia, Jaques Wagner, quer tornar crime no Brasil a negação do holocausto.  Trata-se de um grave atentado à liberdade de expressão que, se consumado,  privilegiará ainda mais o sionismo na imprensa brasileira e na internet.</p>
<p>Até  bem pouco tempo atrás, eu considerava o holocausto um fato histórico  plenamente estabelecido, negado apenas por lunáticos. Agora, começo  a duvidar de tamanha solidez. Que insegurança há por trás da transformação  do assunto num tabu? Será que o ídolo tem pés de barro? Será que  o holocausto não resiste a um debate democrático? Será que os furos  que aparecem aqui e ali se somam de tal maneira a pôr em xeque a solidez  do edifício inteiro?</p>
<p>Nenhuma  verdade histórica solidamente estabelecida precisa temer o debate,  o questionamento, a contestação. De qualquer modo, punir alguém por  acreditar ou deixar de acreditar em alguma coisa é uma aberração  do ponto de vista da democracia. Pode-se acreditar ou deixar de acreditar  que Jesus Cristo existiu, que Deus existe, que Nero pôs fogo em Roma,  que o homem esteve na Lua&#8230; Pode-se acreditar ou deixar de acreditar  em qualquer coisa. Prender ou punir alguém por isso é, repito, uma  aberração, um privilégio, mais um, que se dá a um grupo étnico  que se tornou um dos mais opressivos do planeta.</p>
<p>Deve-se  ressaltar também que os proponentes do tal projeto de lei são figuras  envolvidas, direta ou indiretamente, com os mais novos escândalos do  cada vez mais podre esquema lulo-petista de poder. A bandalheira é  geral, e os sionistas tiram a sua casquinha.</p>
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		<title>A sordidez de Ben Abraham – Xeque-mate em Victor Grinbaum</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Feb 2007 18:50:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Logo abaixo está a capa do livro <em>Holocausto – O Massacre de 6 Milhões</em>, do escritor judeu Ben Abraham, sobrevivente dos massacres perpetrados pelos nazistas germânicos durante a II Guerra Mundial (<strong><a href="http://www.multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/themes/default-br/imagens/holocausto.jpg">clique aqui para ver a capa</a></strong>.)</p>
<p>Agora você pode&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Logo abaixo está a capa do livro <em>Holocausto – O Massacre de 6 Milhões</em>, do escritor judeu Ben Abraham, sobrevivente dos massacres perpetrados pelos nazistas germânicos durante a II Guerra Mundial (<strong><a href="http://www.multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/themes/default-br/imagens/holocausto.jpg">clique aqui para ver a capa</a></strong>.)</p>
<p>Agora você pode ver o fac-símile da dedicatória do então presidente da Fundação Ben Abraham, Éder Barosh, à minha pessoa, em agradecimento “pelo apoio concedido à exposição fotográfica <em>Do Holocausto à Libertação</em>”. Mais uma vez, <strong><a href="http://www.multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/themes/default-br/imagens/agradecimento.jpg">clique aqui para ver a imagem</a></strong>.</p>
<p>Na época (novembro de 1997) eu era vice-presidente e diretor de desenvolvimento artístico e cultural da Fundação Espaço Cultural da Paraíba – Funesc. A vinda da exposição para a Galeria Archidy Picado, do Espaço Cultural, a mim subordinada, foi articulada pelo meu amigo e então assessor Eduardo Moreira, que diz ser judeu e é muito empolgado com sua suposta condição judaica, sendo chamado pelos amigos, jocosamente, de Eduardo Moreirenberg.</p>
<p>Eu já tinha na época, sobre o sionismo e o Estado de Israel, as posições que tenho hoje (posições que defendo desde que me entendo por gente; não por influência de meus pais, ambos indiferentes ao sionismo e ao judaísmo em geral). Ocorre que minha atuação na Funesc, uma instituição pública, sempre foi imparcial: nunca discriminei ninguém, nem mesmo minha meia dúzia de inimigos pessoais no meio artístico-cultural de João Pessoa, que sempre tiveram generosos espaços nos festivais e outros programas por mim coordenados (e foram muitos, em quase oito anos de intensa atuação administrativa). Por essa e por outras razões, saí da Funesc, ao término do governo a que servi, muito maior do que lá entrara.</p>
<p>O que mais me chamou atenção no livro de Ben Abraham foi o completo silêncio sobre o genocídio dos ciganos pelos nazistas germânicos, proporcionalmente tão grave quanto o massacre dos judeus: foram mortos dez vezes mais judeus do que ciganos, mas havia dez vezes mais judeus do que ciganos nas áreas atingidas. Como Ben Abraham faz a mágica de apagar os ciganos do genocídio nazista? Diluindo-os nas nacionalidades: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. E, assim, lá se vão os ciganos, deixando os judeus com o monopólio do genocídio étnico cometido pelos nazistas germânicos (hoje há nazistas judeus, mas isso é outra história). Se considerarmos o genocídio cigano, cai por terra, como bem argumentou o judeu Norman Finkelstein em <em>A Indústria do Holocausto</em>, o argumento judeu de que os nazistas germânicos os perseguiram porque se sentiam inferiores em relação aos hebreus. Com o sumiço dos ciganos massacrados, o Holocausto é transformado numa grife judaica, exclusivamente judaica, grife usada para todo tipo de chantagem e exploração política, por meio das quais os sionistas ganham o “direito” de cometer as maiores barbaridades contra palestinos e libaneses, sendo os ousados que se atrevem a criticá-los tachados de “nazistas”, “anti-semitas”, “novas versões de Hitler” e outras asneiras.</p>
<p>Outro fato varrido para debaixo do tapete é que morreram em campos de concentração germânicos muitos cidadãos alemães que não eram judeus nem ciganos. Morreram porque eram comunistas, homossexuais, antinazistas de um modo geral, testemunhas-de-Jeová (que recusavam o serviço militar), deficientes físicos ou mentais, etc. Victor Grinbaum usa a omissão desses grupos nas estatísticas para tentar justificar a omissão dos ciganos por Ben Abraham. Não cola. Não cola porque esses grupos não são etnias, enquanto os ciganos são uma etnia tanto quanto os judeus. Se duas etnias foram esmagadas, por que só se fala em uma? Os sionistas praticam um crime contra os ciganos e contra a humanidade ao monopolizar o Holocausto, transformando-o numa grife e num instrumento político usado para a opressão impune cometida contra palestinos e libaneses, vítimas de ocupação, de bombardeios, de massacres, de roubo de terras e de todos os tipos imagináveis de humilhação. Um dia isso tem que acabar! Depois não reclamem quando sofrerem um ataque realmente grande.</p>
<p>Chama a atenção também no infame livro de Ben Abraham o sumiço de dois terços dos mortos russos. Segundo Abraham, morreram “apenas” sete milhões de russos na II Guerra Mundial, sendo destes, de acordo com ele, quase 80% militares. Isso é uma falsificação grosseira. A grande maioria dos russos mortos era civil, e já vi estimativas de 20 milhões de soviéticos mortos, a grande maioria russos, a grande maioria civis.</p>
<p>Essa subestimação das vítimas russas não é gratuita. Tem o objetivo de não ofuscar a mortandade judaica, de realçá-la, de pôr e manter os judeus no posto de grandes vítimas, de as maiores vítimas, os eternos coitadinhos com salvo-conduto para cometer as piores barbaridades contra palestinos, libaneses e muçulmanos em geral. Como disse ironicamente um colunista de um jornal israelense citado por Norman Finkelstein: “Nós podemos fazer isso, porque nós temos o Museu do Holocausto”.</p>
<p>As estatísticas de Ben Abraham estão na página 10 da 29ª edição de seu infame livro.</p>
<h4>Imagens do artigo</h4>
<a href="http://multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/gallery/holocausto.jpg"><img src="http://multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/gallery/thumbcache/holocausto.jpg" style="border: 1px solid #969bda" title="Capa do livro" height="100px" width="70px"></a>&nbsp;<a href="http://multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/gallery/agradecimento.jpg"><img src="http://multiplosuniversos.com.br/site/wp-content/gallery/thumbcache/agradecimento.jpg" style="border: 1px solid #969bda" title="Agradecimento" height="100px" width="70px"></a>&nbsp;
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		<title>Quantas bombas atômicas são necessárias para destruir Israel?</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Feb 2007 12:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dou  uma olhada de vez em quando no <a href="http://www.drudgereport.com/" title="Link para o site Drudge Report" rel="external">site americano Drudge Report</a>. É um site conservador, mas bastante  informativo. Vi nele neste 1º de fevereiro, com muita alegria, que  o ex-vice-presidente americano Al Gore foi indicado para o Prêmio Nobel  da Paz, cujo ganhador será anunciado em outubro. Gore foi indicado  por seu filme e sua luta sobre e contra o aquecimento global, um grande  contraponto à posição obtusa de Bush, Cheney e cia. a respeito do  assunto. Escandalosamente roubado pelos republicanos na eleição de  2000, bem que Gore poderia ser o candidato do Partido Democrata a presidente  dos Estados Unidos em 2008.</p>
<p>Mas  parece que a parada está mesmo entre Hillary Clinton e Barack Obama;  ela com o charme politicamente correto de ser mulher; ele com o charme  político de ser negro (ou afro-americano, como eles preferem por lá;  não sei qual é o problema com a palavra <em>negro</em>). Entre os republicanos  a disputa fica entre o senador John McCain e o ex-prefeito de Nova York  Rudolph Giuliani. Nem McCain nem Giuliani é tão brucutu quanto Bush,  de modo que haverá de qualquer modo alguma melhora, mesmo que pequena.  O neoconservadorismo de figuras como Cheney, Rumsfeld e Condoleezza  Rice está completamente desmoralizado, depois da surra que os americanos  estão levando no Iraque. Além disso, ao derrubarem Saddam Hussein,  os neoconservadores soltaram o gênio xiita da lâmpada no Iraque e  livraram o Irã de seu vizinho inimigo. O Irã se fortaleceu muito,  muito mesmo. E se tornou, com o presidente Ahmadinejad e sua possível  bomba atômica, o grande pesadelo do Estado nazi-fascista de Israel.</p>
<p>O  ultraconservador político americano Newt Gingrich, ex-presidente da  Câmara dos Deputados, afirmou recentemente que três bombas atômicas  são suficientes para destruir Israel por inteiro, provocando o que  ele chamou de “segundo Holocausto”. Uma matéria recente no site <em> Drudge Report</em>, acima mencionado, diz que não são necessárias  tantas bombas atômicas para destruir Israel. Bastaria uma. Segundo  o site, o governo do Irã estaria disposto a destruir lugares santos  do islamismo e a sacrificar grande número de palestinos e árabes israelenses  para alcançar o grande sonho de destruir o Estado sionista.</p>
<p>Se  isso acontecer, o grande culpado será o próprio Israel, que se recusa  a retornar às fronteiras de 1967, seguindo adiante com sua política  de roubar terras palestinas com assentamentos, muros e soldados invasores.  Israel está cavando sua própria sepultura. Que depois os sionistas  sobreviventes não reclamem.</p>
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		<title>Mais oito pontos contra Israel</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Nov 2006 09:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Antes de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e na resposta do Sr. Victor Grinbaum ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e na resposta do Sr. Victor Grinbaum ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?</p>
<p>Não é isso o que diz o <em>Deuteronômio</em>, parte fundamental da Bíblia hebraica: “Não deixareis vivo nada que respire. Passareis no fio da espada homens, mulheres, crianças e animais”. Este á apenas um exemplo. Isso é humildade diante dos demais povos?</p>
<p>2. Israel devolveu terras que não eram suas, o que não é nenhum mérito. A península do Sinai foi devolvida ao Egito para neutralizar esse país, que traiu os palestinos em troca do Sinai. A “devolução” de Gaza já vimos como é que é: Israel entra lá na hora que bem entende e massacra mulheres e crianças. Jerusalém Oriental já foi tomada dos palestinos, processo que está em curso na Cisjordânia, em que os palestinos perdem terras a cada dia, devido às famigeradas colônias judaicas. Isto sem falar nas Colinas de Golã. Israel é um Estado ladrão de terras.</p>
<p>3. O uso sitemático de tortura por Israel é denunciado por várias organizções de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch. O próprio Estado de Israel admite o uso de “pressão física”, eufemismo para a tortura. A prática de tortura em Estados árabes não justifica o uso da tortura por Israel. Um erro não justifica o outro.</p>
<p>4. Grinbaum admite que Israel pratica punições coletivas e que isso contraria a moderna doutrina dos direitos humanos. Tal admissão é mais do que suficiente. Mais uma vez: o argumento de que Israel pode fazer porque outros países fazem é uma falácia, pois um erro não justifica o outro e Israel diz pertencer a uma civilização que não admite essas coisas.</p>
<p>5. Judeus isso, judeus aquilo, mas todos judeus. Quem define os judeus como raça são as próprias organizações judaicas que promovem testes de DNA para definir quem é judeu. Procurem na internet e descobrirão esses testes.</p>
<p>Já os árabes só têm em Israel o direito de ser minoria.</p>
<p>Por que Israel não anexa a Cisjordânia, que os sionistas chamam de Judéia e Samaria? Para não ter que dar o direito de voto aos palestinos e não ameaçar a condição israelita de Estado judaico.</p>
<p>6. Israel acha que o seqüestro de dois soldados isralenses pelo Hezbollah justifica o massacre de mais de mil civis libaneses. Ou seja, uma vida israelense vale pelo menos quinhentas vidas libanesas. Se isso não é racismo e nazismo, não se sabe o que é racismo e nazismo.</p>
<p>7. O número de ciganos mortos não foi de apenas cem mil, mas de cerca de 500 mil (”A Indústria do Holocausto”, de Norman Finkelstein). Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão grande quanto o de judeus. Autores judeus, como Ben Abraham, apagam o genocídio cigano da seguinte maneira: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. O genocídio dos ciganos é diluído nas nacionalidades. E assim os judeus ficam com o monopólio do Holocausto, que transformam numa grife exclusiva.</p>
<p>8. Se Israel tem bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. Se os Estados Unidos e vários outros países têm bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. É uma questão de isonomia, a isonomia nuclear. Ou ninguém tem ou todos podem ter.</p>
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		<title>O nazismo israelense</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Há uma série de semelhanças fundamentais entre o nazismo germânico de Adolf Hitler e cia. e o nazismo sionista-israelense. Vejamos:</p>
<p>1. O conceito de povo eleito, escolhido, superior; escolhido por Deus ou pela natureza para pairar sobre os demais povos.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma série de semelhanças fundamentais entre o nazismo germânico de Adolf Hitler e cia. e o nazismo sionista-israelense. Vejamos:</p>
<p>1. O conceito de povo eleito, escolhido, superior; escolhido por Deus ou pela natureza para pairar sobre os demais povos. Os judeus, no primeiro caso; os germânicos, no segundo.</p>
<p>2. A noção de “espaço vital”: tomar terras dos vizinhos para ampliar o espaço de seu próprio povo.</p>
<p>3. O uso sistemático e legalizado da tortura (chamada em Israel de “pressão física”; assim como matar mulheres e crianças palestinas é “erro técnico”).</p>
<p>4. A aplicação de punições coletivas. Por exemplo: punir pais e mães pelos atos de seus filhos, derrubando suas casas e deixando-os sem ter onde morar. As punições coletivas, assim como a tortura, são frontalmente condenadas pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.</p>
<p>5. O conceito de Estado racial. O III Reich era um Estado “ariano”; Israel é um Estado judeu. Sendo um Estado judeu, é um Estado racial; sendo um Estado racial, é, por definição, um Estado racista. É por isso que Israel não anexa oficialmente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Se o fizesse, teria que dar o direito de voto aos palestinos e deixaria de ser um Estado judeu. Racismo, como se vê.</p>
<p>6. Para os nazistas germânicos, a vida de um alemão valia mais do que as vidas de dezenas ou centenas de judeus, ciganos, russos etc. Para um nazista israelense, a vida de um judeu vale mais do que as vidas de dezenas ou centenas de palestinos ou libaneses.</p>
<p>7. Os autores judeus apagam o genocídio dos ciganos da história da II Guerra Mundial. O massacre dos ciganos foi tão grave quanto o massacre dos judeus, mas pouca gente sabe que os ciganos foram massacrados. É que nos livros de História um judeu polonês morto é um judeu, enquanto um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. Assim, os judeus ficam com o monopólio da grife Holocausto, como bem denunciou o judeu Norman Finkelstein no excelente livro “A Indústria do Holocausto”.</p>
<p style="margin-top: 40px">Israel se acha no direito de ter bombas atômicas (tem várias), mas nega ao Irã o direito de tê-las, como se o Estado judeu tivesse mais direitos do que os outros Estados. Isso é nazismo.</p>
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		<title>Sionismo nervoso*</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Sep 2006 09:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p style="color: #b693da; font-weight: bold">* Publicado originalmente no jornal O Norte em 30/08/06.</p>
<p>“Sionista”, atualmente, é um termo que se refere aos adoradores do Estado de Israel. Nem todo sionista é judeu e nem todo judeu é sionista. Conheci na&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #b693da; font-weight: bold">* Publicado originalmente no jornal O Norte em 30/08/06.</p>
<p>“Sionista”, atualmente, é um termo que se refere aos adoradores do Estado de Israel. Nem todo sionista é judeu e nem todo judeu é sionista. Conheci na Inglaterra vários judeus que se opunham a Israel e eram totalmente solidários aos palestinos e libaneses. Recomendo aos caros leitores um livro escrito por um judeu, filho de sobreviventes do Holocausto. O livro se chama “A Indústria do Holocausto” e foi escrito por Norman Finkelstein. Finkelstein é judeu, mas não é sionista.</p>
<p>Por outro lado, a maioria dos evangélicos norte-americanos e brasileiros pratica verdadeira adoração ao Estado de Israel, passando por cima do fato de que o judaísmo considera Jesus Cristo um falso messias, um farsante, um impostor, enquanto os muçulmanos vêem Jesus de modo muito mais benigno, como um dos nove grandes profetas do islã, e, assim como os cristãos, aguardam o retorno de Jesus. Já os judeus esperam um messias que não tem nada a ver com Jesus, um messias que nunca veio e que vai dar poder econômico, político e militar ao Estado de Israel, que poderá assim esmagar todos os seus vizinhos, como a Bíblia diz que eles fizeram em tempos bíblicos ao tomar dos cananeus e de outros povos a terra de Canaã.</p>
<p>Os sionistas estão muito nervosos. Israel se meteu numa aventura sangrenta no Líbano e não atingiu nenhum de seus objetivos. Não recuperou os dois soldados capturados pelo Hezbollah, não conseguiu desarticular nem desarmar o grupo xiita, fortaleceu politicamente o Hezbollah no Líbano e internacionalmente, fortaleceu politicamente seus inimigos Síria e Irã, perdeu 112 soldados e 39 civis no contra-ataque do Hezbollah e prejudicou seriamente sua imagem ao matar mais de mil civis, libaneses e de outras nacionalidades, inclusive sete brasileiros. A imagem de Israel está em frangalhos.</p>
<p>Zonzos com a surra militar, política e moral que acabam de levar, os sionistas estão em polvorosa. Um site que denomino CSCD – Central Sionista de Censura e Difamação – trata de atacar de forma difamatória os adversários do Estado de Israel, enquanto tenta desalojá-los de suas posições na imprensa, nacional ou estadual. Investiram, por exemplo, contra Gilberto Barros (Leão) e Ana Maria Braga. E estão me fazendo uma perseguição implacável, perseguição, aliás, a que este democrático jornal não está dando ouvidos. Não podemos permitir que a imprensa brasileira seja pautada por uma seita. Resistência já! Viva a democracia e a liberdade de expressão!</p>
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