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	<title>Múltiplos Universos - Blog do Gilson Gondim &#187; israelense</title>
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	<description>O Múltiplos Universos é o site do Gilson Gondim, que escreve sobre diversos assuntos polêmicos relacionados à Bíblia, contradições da Bíblia, Israel, política, eleições americanas, judeus, sionismo e assuntos diversos.</description>
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		<title>Mais oito pontos contra Israel</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Nov 2006 09:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Antes de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e na resposta do Sr. Victor Grinbaum ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e na resposta do Sr. Victor Grinbaum ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>1. O povo eleito deve se colocar numa posição de humildade diante dos demais?</p>
<p>Não é isso o que diz o <em>Deuteronômio</em>, parte fundamental da Bíblia hebraica: “Não deixareis vivo nada que respire. Passareis no fio da espada homens, mulheres, crianças e animais”. Este á apenas um exemplo. Isso é humildade diante dos demais povos?</p>
<p>2. Israel devolveu terras que não eram suas, o que não é nenhum mérito. A península do Sinai foi devolvida ao Egito para neutralizar esse país, que traiu os palestinos em troca do Sinai. A “devolução” de Gaza já vimos como é que é: Israel entra lá na hora que bem entende e massacra mulheres e crianças. Jerusalém Oriental já foi tomada dos palestinos, processo que está em curso na Cisjordânia, em que os palestinos perdem terras a cada dia, devido às famigeradas colônias judaicas. Isto sem falar nas Colinas de Golã. Israel é um Estado ladrão de terras.</p>
<p>3. O uso sitemático de tortura por Israel é denunciado por várias organizções de defesa dos direitos humanos, como a Anistia Internacional e a Human Rights Watch. O próprio Estado de Israel admite o uso de “pressão física”, eufemismo para a tortura. A prática de tortura em Estados árabes não justifica o uso da tortura por Israel. Um erro não justifica o outro.</p>
<p>4. Grinbaum admite que Israel pratica punições coletivas e que isso contraria a moderna doutrina dos direitos humanos. Tal admissão é mais do que suficiente. Mais uma vez: o argumento de que Israel pode fazer porque outros países fazem é uma falácia, pois um erro não justifica o outro e Israel diz pertencer a uma civilização que não admite essas coisas.</p>
<p>5. Judeus isso, judeus aquilo, mas todos judeus. Quem define os judeus como raça são as próprias organizações judaicas que promovem testes de DNA para definir quem é judeu. Procurem na internet e descobrirão esses testes.</p>
<p>Já os árabes só têm em Israel o direito de ser minoria.</p>
<p>Por que Israel não anexa a Cisjordânia, que os sionistas chamam de Judéia e Samaria? Para não ter que dar o direito de voto aos palestinos e não ameaçar a condição israelita de Estado judaico.</p>
<p>6. Israel acha que o seqüestro de dois soldados isralenses pelo Hezbollah justifica o massacre de mais de mil civis libaneses. Ou seja, uma vida israelense vale pelo menos quinhentas vidas libanesas. Se isso não é racismo e nazismo, não se sabe o que é racismo e nazismo.</p>
<p>7. O número de ciganos mortos não foi de apenas cem mil, mas de cerca de 500 mil (”A Indústria do Holocausto”, de Norman Finkelstein). Proporcionalmente, o número de ciganos mortos foi tão grande quanto o de judeus. Autores judeus, como Ben Abraham, apagam o genocídio cigano da seguinte maneira: um judeu polonês morto é um judeu, mas um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. O genocídio dos ciganos é diluído nas nacionalidades. E assim os judeus ficam com o monopólio do Holocausto, que transformam numa grife exclusiva.</p>
<p>8. Se Israel tem bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. Se os Estados Unidos e vários outros países têm bombas atômicas, o Irã também tem o direito de tê-las. É uma questão de isonomia, a isonomia nuclear. Ou ninguém tem ou todos podem ter.</p>
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		<title>Sete pontos contra Israel</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Nov 2006 09:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Antes  de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e  na resposta do Sr. Ademar Benevolo ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p><strong>Primeiro ponto:</strong>  Basta dar uma olhada no Velho Testamento para ver que não há&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes  de ler este artigo, dê uma olhada em <em>O nazismo israelense</em> e  na resposta do Sr. Ademar Benevolo ao referido artigo.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p><strong>Primeiro ponto:</strong>  Basta dar uma olhada no Velho Testamento para ver que não há separação  entre religião e política para o povo hebreu. Os árabes têm o direito  de existir em Israel, mas como minoria, minoria que não ameace o status  de Israel como um Estado judeu.</p>
<p><strong>Segundo ponto:</strong>  Para um brasileiro, espaço vital é o território nacional. Para um  nazista germânico, era a terra dos vizinhos, terra a ser tomada. Para  um nazista israelense, espaço vital tem o mesmo significado que tinha  para um nazista germânico. “Espaço vital” são as colônias judaicas  na Cisjordânia, nas Colinas de Golâ e em Jerusalém Oriental.</p>
<p><strong>Terceiro ponto:</strong>  Um erro não justifica o outro. Aqui o Sr. Benevolo parece o PT: eles  roubaram, nós também podemos roubar. Eles torturam, nós também podemos  torturar. Mas Israel se diz diferente; Israel se diz democrático, Israel  se diz parte de uma civilização que aceita a Declaração Universal  dos Direitos do Homem e a Convenção de Genebra. Tudo conversa fiada.</p>
<p><strong>Quarto ponto:</strong> A  Declaração Universal dos Direitos do Homem proíbe as punições coletivas.  Ponto. Não importa se os filhos são terroristas: os pais não devem  pagar pelos atos de seus filhos. Ao praticar punições coletivas, Israel  pratica a barbárie.</p>
<p><strong>Quinto ponto:</strong> É  como eu já disse: os árabes têm o direito de existir em Israel, mas  como minoria. Todo mundo sabe que Israel tem olho grande sobre a Cisjordânia,  que os sionistas chamam de Judéia e Samaria. Eles adorariam anexar  a Cisjordânia, mas sem os palestinos, a quem Golda Meir negou, inclusive,  o status de povo: “Não existe essa entidade chamada povo palestino”.</p>
<p><strong>Sexto ponto:</strong> Mais  uma vez: os árabes só têm o direito de existir em Israel como minoria,  sem ameaçar a condição israelita de ser um Estado judeu, um Estado  racial, portanto um Estado racista. Quanto à equivalência de vidas,  é notório que Israel considera o seqüestro de um ou dois soldados  como um salvo-conduto para matar centenas de libaneses ou dezenas de  palestinos, inclusive mulheres e crianças. É o que se vê. Esta aí:  só não vê quem não quer.</p>
<p><strong>Sétimo ponto:</strong>  As outras vítimas do nazismo são no máximo mencionadas <em>en passant</em>  (quando o são). Quase ninguém sabe que o genocídio dos ciganos foi  tão grave quanto o genocídio dos judeus. Vejam o livro “A Indústria  do Holocausto”, do judeu Norman Finkelstein, filho de sobreviventes  do Holocausto. Vejam também o meu “Da Bíblia aos Múltiplos Universos”,  que tem um capítulo sobre este assunto.</p>
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		<title>O dossiê foi obra da campanha de Lula</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Nov 2006 09:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>A Folha de S.Paulo noticiou com destaque no domingo: a Polícia Federal e o Ministério Público têm a convicção de que a armação do dossiê contra Alckmin e Serra foi ordenada por Ricardo Berzoini, então presidente do PT e chefe&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Folha de S.Paulo noticiou com destaque no domingo: a Polícia Federal e o Ministério Público têm a convicção de que a armação do dossiê contra Alckmin e Serra foi ordenada por Ricardo Berzoini, então presidente do PT e chefe da campanha de Lula. Conforme a nova lei eleitoral, o candidato é responsável pelos atos de seu comando de campanha. Logo, Lula é responsável pela armação do dossiê, comprado com dinheiro ilegal. Só não cassam porque não querem.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>Alguns sionistas assanhados pensaram que meu artigo não saiu na semana passada porque eu teria sido desligado do jornal por causa do artigo “O nazismo israelense”, em que eu provo por A mais B que Israel é um Estado nazista. Acontece que este jornal não é aquele outro, que permitiu a ocorrência de um linchamento moral sem sequer informar a vítima do que estava acontecendo (a orquestração toda).</p>
<p>Meu artigo não foi publicado na semana passada porque eu, atarantado com a notícia de uma doença grave na família, me esqueci de escrevê-lo e enviá-lo, pelo que pedi desculpas ao editor do jornal, que foi compreensivo e solidário.</p>
<p>As notícias da minha morte foram, como se vê, um tanto prematuras.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>Para quem gosta de comida indiana, uma ótima notícia: a inauguração em João Pessoa do restaurante Taj Mahal. Já quem não conhece a comida indiana precisa conhecê-la. É uma das grandes cozinhas do mundo, com molhos cremosos, apimentados ou não, deliciosos.</p>
<p>O Taj Mahal fica na Av. Argemiro de Figueiredo, nº 447, Bessa. O telefone é 3245-7500 e o site é <a href="http://www.tajmahalbrazil.com" title="Taj Mahal" target="_blank">www.tajmahalbrazil.com</a>. Não sou sócio nem estou recebendo nada para divulgar. Apenas tenho interesse, como cliente, no êxito do restaurante, já que sou um entusiasta da comida indiana, que aprendi a apreciar nos meus tempos de Inglaterra.</p>
<p class="centro">* * *</p>
<p>Sugiro aos caros leitores que leiam meus artigos contra Israel e contra os linchadores da Faculdade Asper no site <a href="http://www.multiplosuniversos.com.br" title="Múltiplos Universos">www.multiplosuniversos.com.br</a>.</p>
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		<title>O nazismo israelense</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Nov 2006 09:00:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gilson Gondim</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Há uma série de semelhanças fundamentais entre o nazismo germânico de Adolf Hitler e cia. e o nazismo sionista-israelense. Vejamos:</p>
<p>1. O conceito de povo eleito, escolhido, superior; escolhido por Deus ou pela natureza para pairar sobre os demais povos.&#8230;</p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma série de semelhanças fundamentais entre o nazismo germânico de Adolf Hitler e cia. e o nazismo sionista-israelense. Vejamos:</p>
<p>1. O conceito de povo eleito, escolhido, superior; escolhido por Deus ou pela natureza para pairar sobre os demais povos. Os judeus, no primeiro caso; os germânicos, no segundo.</p>
<p>2. A noção de “espaço vital”: tomar terras dos vizinhos para ampliar o espaço de seu próprio povo.</p>
<p>3. O uso sistemático e legalizado da tortura (chamada em Israel de “pressão física”; assim como matar mulheres e crianças palestinas é “erro técnico”).</p>
<p>4. A aplicação de punições coletivas. Por exemplo: punir pais e mães pelos atos de seus filhos, derrubando suas casas e deixando-os sem ter onde morar. As punições coletivas, assim como a tortura, são frontalmente condenadas pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.</p>
<p>5. O conceito de Estado racial. O III Reich era um Estado “ariano”; Israel é um Estado judeu. Sendo um Estado judeu, é um Estado racial; sendo um Estado racial, é, por definição, um Estado racista. É por isso que Israel não anexa oficialmente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza. Se o fizesse, teria que dar o direito de voto aos palestinos e deixaria de ser um Estado judeu. Racismo, como se vê.</p>
<p>6. Para os nazistas germânicos, a vida de um alemão valia mais do que as vidas de dezenas ou centenas de judeus, ciganos, russos etc. Para um nazista israelense, a vida de um judeu vale mais do que as vidas de dezenas ou centenas de palestinos ou libaneses.</p>
<p>7. Os autores judeus apagam o genocídio dos ciganos da história da II Guerra Mundial. O massacre dos ciganos foi tão grave quanto o massacre dos judeus, mas pouca gente sabe que os ciganos foram massacrados. É que nos livros de História um judeu polonês morto é um judeu, enquanto um cigano romeno morto é um romeno, não um cigano. Assim, os judeus ficam com o monopólio da grife Holocausto, como bem denunciou o judeu Norman Finkelstein no excelente livro “A Indústria do Holocausto”.</p>
<p style="margin-top: 40px">Israel se acha no direito de ter bombas atômicas (tem várias), mas nega ao Irã o direito de tê-las, como se o Estado judeu tivesse mais direitos do que os outros Estados. Isso é nazismo.</p>
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